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	<title>Estudos Novo Tempo</title>
	
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		<title>Por que Deus permitiu que Salomão tivesse tantas mulheres, se ele condena a poligamia?</title>
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1 REIS 11:1 
PROBLEMA: Em 1 Reis 11:3, lemos que Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Mas as Escrituras repetidamente nos advertem contra manter mais de uma mulher (Dt 17:17) e violar o princípio da monogamia - um homem para uma mulher (cf. 1 Co 7:2).
SOLUÇÃO: A monogamia é o padrão de Deus para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><div>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><strong>1 REIS 11:1 </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><strong>PROBLEMA: </strong>Em 1 Reis 11:3, lemos que Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Mas as Escrituras repetidamente nos advertem contra manter mais de uma mulher (Dt 17:17) e violar o princípio da monogamia - um homem para uma mulher (cf. 1 Co 7:2).</p>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><strong>SOLUÇÃO: </strong>A monogamia é o padrão de Deus para os homens. Isso está claro nos seguintes fatos: (1) Desde o princípio Deus estabeleceu este padrão ao criar o relacionamento monogâmico de um homem com uma mulher, Adão e Eva (Gn 1:27; 2:21-25). (2) Esta ficou sendo a prática geral da raça humana (Gn 4:1), seguindo o exemplo estabelecido por Deus, até que o pecado a interrompeu (Gn 4:23). (3) A Lei de Moisés claramente ordena: “Tampouco para si multiplicará mulheres” (Dt 17:17). (4) A advertência contra a poligamia é repetida na própria passagem que dá o número das muitas mulheres de Salomão (1 Reis 11:2): “Não caseis com elas, nem casem elas convosco”. (5) Jesus reafirmou a intenção original de Deus ao citar esta passagem (Mt 19:4) e ao observar que Deus “os fez homem e mulher” e os juntou em casamento. (6) O NT enfatiza que “cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Co 7:2). (7) De igual forma, Paulo insistiu que o líder da igreja deveria ser “esposo de uma só mulher” (1 Tm 3:2; 12). (8) Na verdade, o casamento monogâmico é uma prefiguração do relacionamento entre Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef 5:31-32).</p>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;">A poligamia nunca foi estabelecida por Deus para nenhum povo, sob circunstância alguma. De fato, a Bíblia revela que Deus puniu severamente aqueles que a praticaram, como se pode ver pelo seguinte: (1) A primeira referência à poligamia ocorreu no contexto de uma sociedade pecadora em rebelião contra Deus, na qual o assassino “Lameque tomou para si duas esposas” (GN 4:19,23). (2) Deus repetidamente advertiu ou polígamos quanto às conseqüências de seus atos: “para que o seu coração se não desvie” de Deus (Dt 17:17; cf. 1 Rs 11:2). (3) Deus nunca ordenou a poligamia - como o divórcio, ele somente a permitiu por causa da dureza do coração do homem (Dt 24:1; Mt 19:8). (4) Todo praticante da poligamia na Bíblia, incluindo Davi e Salomão (1 Crônicas 14:3), pagou um alto preço por seu pecado. (5) Deus odeia a poligamia, assim como o divórcio, porque ela destrói o seu ideal para a família (cf. Ml 2:16).</p>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: center; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" align="center">Em resumo, a monogamia é ensinada na Bíblia de várias maneiras: (1) pelo exemplo precedente, já que Deus deu ao primeiro homem apenas uma mulher; (2) pela proporção, já que as quantidades de homens e mulheres que Deus traz ao mundo são praticamente iguais; (3) por preceito, já que tanto o AT como o NT a ordenam (veja os versículos acima); (4) pela punição, já que Deus puniu aqueles que violaram o seu padrão (1 Rs 11:2); e (5) por prefiguração, já que o casamento de um homem com uma mulher é uma tipologia de Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef 5:31-32). Apenas porque a Bíblia relata o pecado de poligamia praticado por Salomão, não significa que Deus a aprove.</p>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: left; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;">Fonte: <!--[if !supportEmptyParas]-->Geisler, Norman L.<!--[endif]--></p>
<p>Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia</p>
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		<title>O Caráter do Político Astuto: Um Estudo Sobre a Vida de Absalão</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 14:22:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[2 Samuel, capítulos 13-18
A história de Absalão não é uma história bonita. Filho do Rei Davi, ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundo poderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: &#8220;Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p>2 Samuel, capítulos 13-18<br />
A história de Absalão não é uma história bonita. Filho do Rei Davi, ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundo poderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: &#8220;Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum&#8221;. Quando lemos a sua história, registrada nos capítulos 13 a 18 de 2 Samuel, vemos que ele era um daqueles &#8220;líderes natos&#8221;, com personalidade marcante e carismática. Era impulsivo em algumas ações, mas igualmente maquinador e conspirador para preencher suas ambições de poder. Por trás de um passado que abrigava até um assassinato de seu irmão, ele não hesitou em utilizar e manipular pessoas e voltar-se contra seu próprio pai, para vir a governar Israel. Uma vez no poder, demonstrou mais impiedade, crueldade e imoralidade. No seu devido tempo, foi castigado por Deus, sofrendo uma morte inglória, sendo Davi reconduzido ao poder.</p>
<p>O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder, conjugada com outros pecados, transtorna o comportamento de políticos &#8220;espertos&#8221; e &#8220;astutos&#8221;, levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com o aproveitamento pessoal do bem público. Necessitamos de sabedoria e discernimento, para penetrarmos a couraça de fingimento que é mostrada à sociedade. Necessitamos de uma conscientização de nossas responsabilidades, como cidadãos, para que estejamos cobrando, com o devido respeito, as responsabilidades de nossos governantes, conforme estipuladas nas Escrituras em Romanos 13.</p>
<p>Nosso propósito, neste artigo, é estudar as ações de Absalão registradas no capítulo 15 de 2 Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sirva de alerta à nossa percepção do mundo político e da busca pelo poder. Queremos verificar se essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado, e aprender que devemos resguardar nosso apoio irrestrito, a tais pessoas de intensa ambição. Devemos também agir responsavelmente como cidadãos cristãos, na medida do possível, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas.<br />
As Características de Absalão<br />
Vejamos, 10 características do político astuto e matreiro que foi Absalão, conforme o relato que temos no capítulo 15 do Segundo livro de Samuel:</p>
<p>1. Ostentação e demonstração de poder. No verso 1, lemos: &#8220;Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinqüenta homens que corressem adiante dele&#8221;. No capítulos 13 e 14 lemos como Absalão ficou foragido, após assassinar seu irmão. Aparentemente, Davi tinha grande amor por Absalão e, após três anos dos acontecimentos que culminaram no assassinato e fuga, Davi o recebe de volta. Absalão era famoso. Em 2 Sm 14.25 lemos que ele era &#8220;celebrado&#8221; por suas qualidades físicas invejáveis e impecáveis. Possivelmente tudo isso havia &#8220;subido à cabeça&#8221;. Em vez de assumir uma postura de humildade e contrição, em seu retorno, o texto nos diz que ele trafegava em uma carruagem com cavalos. Semelhantemente a tantos políticos contemporâneos ele se deleitava na ostentação e na demonstração de poder. Nesse sentido, formou um extraordinário séquito de &#8220;batedores&#8221; – cinqüenta homens que corriam &#8220;adiante dele&#8221;. Certamente tudo isso contribuía para chamar ainda mais atenção, para a sua pessoa, e ia se encaixando nos planos que possuía, para a tomada do poder. Vamos ter cuidado com aqueles que buscam a ostentação e a demonstração do poder que já possuem, pois irão aspirar sempre mais e mais, às custas de nossa liberdade.</p>
<p>2. Comunicação convincente. O verso 2, diz: &#8220;Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo&#8230;&#8221;. Parece que Absalão não era preguiçoso. Levantava-se cedo e já estava na entrada da cidade, falando com as pessoas. Possivelmente tinha facilidade de comunicação, de &#8220;puxar conversa&#8221;. Identificava aqueles que tinham necessidades, aqueles que procuravam acertar alguma disputa e logo entrava em conversação com eles. Certamente essa é uma das características que nunca falta aos que aspiram o poder. Devemos olhar além da forma – devemos atentar para o conteúdo e a substância, procurando discernir os motivos do comunicador.</p>
<p>3. Mentira. O verso 3 mostra que Absalão era mentiroso. Era isso que Absalão comunicava àqueles com os quais ele conversava, com os que tinham demandas judiciais a serem resolvidas: &#8220;Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei&#8221;. Descaradamente ele minava a atuação, autoridade e função do rei Davi, seu pai. Com a &#8220;cara mais limpa&#8221;, como muitos políticos com os quais convivemos, passava uma falsidade como se fosse verdade. Certamente existia quem ouvisse as pessoas, em suas demandas. Certamente, nem toda causa era &#8220;boa e reta&#8221;, mas Absalão não estava preocupado com isso, nem com a verdade. Ele tinha os seus olhos postos em situação mais remota. Ele queria o poder a qualquer preço. Para isso não importava se ele tinha que atropelar até mesmo o seu pai. Não sejamos crédulos às afirmações inconseqüentes, às generalizações mentirosas de tantos que aspiram o poder.</p>
<p>4. Ambição e engano. O verso 4, confirma a linha de ação adotada por Absalão, na trilha da decepção: &#8220;Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!&#8221; Será que realmente acreditamos que o malévolo Absalão estava mesmo preocupado com o julgamento reto das questões? Será que ele tinha verdadeira &#8220;sede e fome de justiça&#8221;? A afirmação demonstra, em primeiro lugar que a sua ambição era bem real – ele queria ser &#8220;juiz na terra&#8221; – posição maior que era ocupada pelo rei seu pai. Quanto à questão de &#8220;fazer justiça&#8221; – será que realmente podemos acreditar? Certamente com a demonstração de impiedade e injustiça que retratou posteriormente, quando ocupou o poder, mostra que isso era ledo engano aos incautos. Quantas pessoas terão sido iludidas por ele! Quantas o apoiaram porque acharam que ali estava a resposta a todas as suas preces e anseios – &#8220;finalmente, alguém para fazer justiça&#8221;! Como é fácil sermos iludidos e enganados em nossas necessidades! Não sejamos ingênuos para com promessas que não poderão ser cumpridas.</p>
<p>5. Bajulação. No verso 5, vemos como Absalão era mestre em adular aos que lhe interessavam: &#8220;Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava&#8221;. Que político charmoso! Estava prestes a receber um cumprimento, mas ele se antecipava! Com uma modéstia que era realmente falsa, como veríamos depois, ele fazia as honras para com o que chegava. Realmente era uma pessoa que sabia fazer com que os que o visitavam se sentissem importantes. Sempre gostamos de receber um elogio, de sermos bem tratados. Tenhamos a percepção de verificar quando existem interesses ocultos ou motivos noturnos por trás da cortesia aparente.</p>
<p>6. Furto de corações – O despertar de seguidores ferrenhos! O verso 6 fala literalmente dessa característica. Não, Absalão não violava sepulturas, nem estava interessado em transplantes de órgãos. Mas no sentido bem coloquial ele &#8220;roubava corações&#8221;: &#8220;Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel&#8221;. Com as ações descritas nos versos precedentes, Absalão angariava seguidores apaixonados por seu jeito de ser. Sua bandeira de justiça livre e abundante para todos, capturava o interesse, atenção e lealdade dos cidadãos de Israel. Não importava se havia um rei, legitimamente ungido pelo profeta de Deus. Aqui estava um pretendente ao poder que prometia coisas muito necessárias. Que era formoso de parecer. Que falava bem. O que mais poderiam as pessoas esperar de um governante? Será que alguém se preocupou em averiguar a sinceridade das palavras e das proposições? Será que alguém tentou aferir se as promessas proferidas eram possíveis de ser cumpridas? O alerta é para cada um de nós, também.</p>
<p>7. Falsa religiosidade – Os versos 7 a 9 registram: &#8220;Ao cabo de quatro anos, disse Absalão ao rei: Deixa-me ir a Hebrom cumprir o voto que fiz ao SENHOR, Porque, morando em Gesur, na Síria, fez o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR me fizer tornar a Jerusalém, prestarei culto ao SENHOR&#8221;. É incrível como muitos políticos, mesmo desrespeitando os mais elementares princípios éticos, pretendem, em ocasiões oportunas, demonstrar religiosidade e devoção. No transcorrer do texto, vemos que tudo não passava de casuísmo, da parte de Absalão. Ele procurava costurar alianças. Procurava trafegar pela terra realizando os seus contatos, mas a fachada era a sua devoção religiosa. Pelo amor ao poder, antigos ateus declarados, se apresentaram como religiosos devotos. No campo evangélico deve haver uma grande conscientização de que existe uma significativa força eleitoral e política. Na busca pelo voto evangélico, muitos se declaram adoradores do Deus único e verdadeiro. Não nos prendamos às palavras, mas examinemos a vida e as obras de cada um, à luz das idéias que defendem. Vejamos também se as propostas apresentadas se abrigam ou contradizem os princípios da Palavra de Deus.</p>
<p>8. Conspiração – O verso 10, mostra que, finalmente, Absalão partiu para a conspiração aberta: &#8220;Enviou Absalão emissários secretos por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão é rei em Hebrom&#8221;. Insurgiu-se de vez contra o rei que havia sido ungido por Deus, para governar Israel. Não – ele não era um democrata que queria instalar uma república naquela terra. Valia-se de sua personalidade magnética, do seu poder de comunicação e das ações comentadas e registradas nos versos anteriores, para instalar um governo que seria não somente despótico, como opressor e abertamente imoral (2 Sm 16.22). Que Deus nos guarde dos políticos conspiradores, que desrespeitam as leis e autoridades e que são egoístas em sua essência.</p>
<p>9. Utilização de inocentes úteis – Leiamos o verso 11: &#8220;De Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio&#8221;. Certamente essas duzentas pessoas, selecionadas a dedo, eram pessoas importantes e influentes. Certamente transmitiram a impressão que havia um apoio intenso e uniforme às pretensões de Absalão. Vemos que não é de hoje que as pessoas participam de uma causa sem a mínima noção de todas as implicações que se abrigam sob o apoio prestado. Devemos procurar pesquisar e estarmos informados sobre as causas públicas e sobre as questões que afetam a nossa vida e a da nossa nação. Nunca devemos permitir que sejamos utilizados como &#8220;inocente úteis&#8221; em qualquer causa, como foram aqueles &#8220;convidados&#8221; de Absalão.</p>
<p>10. Populismo – O verso 12 registra: &#8220;Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, da sua cidade de Gilo; enquanto ele oferecia os seus sacrifícios, tornou-se poderosa a conspirata, e crescia em número o povo que tomava o partido de Absalão&#8221;. Vemos que, saindo do estágio secreto, a campanha ganhou as ruas e ganhou intensa popularidade, ao ponto em que um mensageiro chegou a dizer a David (v. 13) &#8220;o coração de todo Israel segue a Absalão&#8221;. Um dos ditos populares mais falsos é: &#8220;a voz do povo é a voz de Deus&#8221;. Não nos enganemos – muitas questões são intensamente populares, mas totalmente contrárias aos princípios da Palavra. Assim é também com as pessoas – a popularidade não é um selo de aprovação quanto ao comportamento ético e justo. Democracia (a regência pela maioria do povo) não é uma forma de se estabelecer o que é certo e o que é errado, mas uma maneira administrativa de se reger o governo sob princípios absolutos que não devem ser manipulados pela maioria, ou por minorias que se insurgem contra esses preceitos de justiça. Como cristãos, devemos ter uma visão muito clara dos princípios eternos de justiça, ética e propriedade revelados por Deus em Sua Palavra.</p>
<p>Conclusão<br />
A história de Absalão que se iniciou no capítulo 13, continua até o capítulo 18. Absalão sempre gravitou próximo ao poder, mas aspirava o poder absoluto. Para isso, fez campanha, conspirou e lutou contra o seu próprio pai. Aparentemente esse político astuto foi bem sucedido. Foi alçado ao poder e lá se consolidou perseguindo e aniquilando os seus inimigos, entre os quais classificou o seu pai Davi, a quem tentou, igualmente, matar. Ocorre que os planos de Deus eram outros. Seu conturbado reinado foi de curta duração. Causou muita tristeza, operou muita injustiça e terminou seus dias enganchado pelos cabelos em uma árvore, enquanto fugia, e foi morto a flechadas.</p>
<p>Parece que vivemos permanentemente em campanha eleitoral, em nossa terra. A política, naturalmente, desperta fortes paixões, interesses e defesas. Muitos políticos, em sua busca pelo poder, passam a demonstrar muitas características demonstradas na vida de Absalão. É natural que alguém que almeja um cargo de liderança qualquer, possua um comprometimento intenso às suas idéias e objetivos. Os partidários, também submergem nesse mesmo espírito de luta. O problema vem quando a paixão, quer pelo líder, quer pelo poder, leva à cegueira moral, como na vida de Absalão. Nesse caso, desaparece a ética e princípios são atropelados. Os partidários, às vezes até sem perceberem, são sugados e manipulados. Em muitas ocasiões verificam que se encontram em uma posição de defender até o que não acreditam.</p>
<p>O cristão tem que se esforçar para ter uma consciência e vida tranqüila e serena perante Deus e perante os homens. Ele tem que se conscientizar que a sua lealdade é primordialmente para com Deus, para com a Sua Palavra objetiva, para com a causa do evangelho. Participação política consciente não significa lealdade inconseqüente. Na maioria das vezes o cristão verificará que se apoia esse ou aquele candidato, assim o faz não porque ele é o ideal e defensável em qualquer situação, mas porque representa o menor dos males, entre as escolhas que lhes são apresentadas. Sobretudo ele não pode se deixar manipular, como no caso dos seguidores de Absalão. Devemos, sempre, com respeito, apontar o desrespeito aos princípios encontrados nas Escrituras, por aqueles sobre os quais Deus colocou a responsabilidade de liderar o governo e as instituições de nosso país, lembrando 1 Tm 2.1-8, intercedendo sempre por eles em oração.</p>
<p>Autor: <em>Presb. Solano Portela - E<a title="IPB" href="http://www.ipb.org.br" target="_blank">studo Disponível no site da Igreja Presbiteriana do Brasil</a></em></p>
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		<title>Corinto - Uma Igreja Fervorosa, mas não Espiritual</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 10:05:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Subsídio das Lições Bíblicas  “I Coríntios- Os problemas da Igreja e suas soluções”  (CPAD).
Corinto era uma cidade cosmopolita, próspera, sincrética e  devassa. Um lugar semelhante as metrópoles contemporâneas, como São Paulo,  Londres, Nova Iorque ou Pequim. Corinto era a ponte entre o Ocidente e o  Oriente, com uma rede de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p><strong>Subsídio das Lições Bíblicas  “I Coríntios- Os problemas da Igreja e suas soluções”  (CPAD).</strong></p>
<p class="MsoNormal">Corinto era uma cidade cosmopolita, próspera, sincrética e  devassa. Um lugar semelhante as metrópoles contemporâneas, como São Paulo,  Londres, Nova Iorque ou Pequim. Corinto era a ponte entre o Ocidente e o  Oriente, com uma rede de estradas que ligava dois importantes portos. A  localização privilegiada levava aos coríntios a prosperidade mercantil, pois  nenhum importador e exportador estava livre de passar por essas terras.  Militarmente era essencial para a manutenção do império. Também floresceu entre  os coríntios a atividade bancária, o artesanato, a arquitetura, os banhos, os  jogos ístmicos e o trabalho com o bronze. Corinto era a síntese da cultura  greco-romana, sendo naqueles dias a terceira cidade mais importante, perdendo  para a capital Roma e Alexandria. Composta de judeus, gregos e escravos, essa  cidade era a mistura de várias filosofias e religiões, que convivam sob um mesmo  terreno. Nesse espaço nasce mais tarde a comunidade cristã.</p>
<p class="MsoListParagraph" style="text-indent: -18pt;">1-  <strong>O Contexto da Época</strong></p>
<p class="MsoNormal">Corinto do primeiro século era imoral, como outras grandes  cidades do Império Romano. A fama da imoralidade era tão grande, que Aristófanes  (480-385 a.C.) criou a palavra korinthiazesthai (“agir como um  coríntio”, isto é, “cometer adultério”). Platão usou a expressão “garota  coríntia” para referir-se a uma prostituta. O historiador e filósofo grego  Estrabão (63 a.C - 24 d.C) escreveu que no templo de Afrodite havia mil  prostitutas cultuais, que entregavam seus corpos aos homens de Corinto como  forma de adoração. É importante destacar que o eufemismo “corintianizar”  reportava a Corinto grega, que foi destruída pelos romanos em 146 a.C. Paulo  escreve para uma comunidade coríntia já romana, que foi reconstruída por Júlio  César em 46 a. C. Tudo indica que a Corinto do primeiro século, portanto romana,  manteve práticas imorais como todas as cidades portuárias daquele  tempo.</p>
<p class="MsoNormal">Os  membros da Igreja em Corinto estavam mergulhados na cultura coríntia, vivendo em  meio a imoralidade e desfrutando das benesses comercias dessa cidade urbanizada.  Agora, a Igreja em Corinto era composta por muitos pobres (cf. I Co 1.26-27) e  alguns poucos crentes ricos, como a maioria das igrejas urbanas  atuais.</p>
<p class="MsoNormal">A  epístola do apóstolo Paulo aos coríntios reflete bem a realidade do século XXI.  Esse século é urbano na conjuntura social, relativista na moralidade e fluído  nas relações familiares como religiosas, alimentando o sincretismo e o trânsito  religioso, na clara demonstração de estrutura doutrinária irregular.</p>
<p class="MsoListParagraph" style="text-indent: -18pt;">2-   <strong>O Fervor Religioso e a  Espiritualidade</strong></p>
<p class="MsoNormal">A igreja de Corinto sofria o mesmo mal do pentecostalismo  contemporâneo: muito fervor, mas pouca espiritualidade; muito carisma, porém  pouco caráter; abundância nos dons, todavia falta nos frutos do Espírito. É  impressionante o número de eventos que conclamam sobre avivamento, mas poucos  são os frutos desse suposto “mover”. O povo brasileiro é atualmente místico e  emocional, quando crentes confundem o emocionalismo exacerbado com o “poder de  Deus”.</p>
<p class="MsoNormal">Hoje, as pregações não igrejas pentecostais resumem-se a  gritaria e vitória; histeria e ufanismo; bagunça e falta de reflexão. Congressos  estão lotados de pessoas ávidas por novidades, como “cair no espírito”,  “aviãozinho”, “cambalhotas”, “pula-pula” etc. E aí de quem contestar essas  práticas bizarras, pois logo é taxado de fariseu, blasfemo e outros  estereótipos. Pouco se fala em caráter nos púlpitos pentecostais.  Muita aparência de religiosidade, pois enquanto gritam “aleluais” maquiam seus  males.</p>
<p class="MsoNormal">Não adianta gritar nos cultos como se estivesse no Maracanã,  se o coração não estiver disposto a obedecer a Deus. Já dizia o falecido pr.  Estevam Ângelo de Sousa, ícone do pentecostalismo brasileiro, que “uma lata  vazia faz muito barulho”.</p>
<p class="MsoListParagraph" style="text-indent: -18pt;">3- <strong> A Missão Discipuladora da  Igreja</strong></p>
<p class="MsoNormal">Eis o grande problema da igreja pentecostal: falta de  discipulado. Inclusive muitas lideranças precisariam voltar a classe dos  discipulados, pois não sabem o elementar da fé cristã, portanto não aprenderam a  ser discípulos. Não adianta a igreja ser muito evangelizadora, se a mesma não  tem uma forte equipe de discipuladores. Igreja que evangeliza e não discipula  não está cumprindo a Grande Comissão. O problema maior é que muitas deixaram o  discipulado e até a evangelização.</p>
<p class="MsoNormal">Ensinar é moldar caráter. Falta de ensino bíblico provoca  distorções doutrinárias e morais. Imaturidade e fraqueza doutrinária estão  casadas. Enquanto numa comunidade muitos praticam os dons espirituais a partir  da ostentação, do orgulho, da falta de amor; muita confusão acontecerá. Tudo  isso fruto de um discipulado inexistente ou deficiente.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Uma igreja sadia é possível mesmo diante dos desafias da vida urbana. A saúde  da Eclésia está totalmente relacionada ao ensino e discipulado de cada crente,  por meio de uma liderança madura. A maturidade está relacionada ao caráter,  portanto ostentar dons não é, senão pura vaidade.</p>
<p>Fonte: http://teologiapentecostal.blogspot.com</p>
<p><a title="Teologia, Vida e coisas do Dia-a dia" href="http://www.sosgospel.com.br">Para mais estudos e Vídeos visite o site www.sosgospel.com.br</a></p>
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		<title>Estevão</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 05:38:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atos 6:5-8:3
Versículo para memorização - Atos 7:59
Estevão é bastante conhecido simplesmente porque foi o primeiro mártir após a ascensão do Senhor Jesus Cristo. Estevão é, com quase certeza, um dos setenta escolhidos e enviados pelo Senhor em Lucas 10:1-10, e que O acompanhou sempre, a partir do batismo de João (Atos 1:21-22). Podemos concluir isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p>Atos 6:5-8:3</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;">Versículo para memorização - Atos 7:59</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; line-height: normal;">Estevão é bastante conhecido simplesmente porque foi o primeiro mártir após a ascensão do Senhor Jesus Cristo. Estevão é, com quase certeza, um dos setenta escolhidos e enviados pelo Senhor em Lucas 10:1-10, e que O acompanhou sempre, a partir do batismo de João (Atos 1:21-22). Podemos concluir isso, devido ao fato de ele exercer dons atribuídos exclusivamente aos apóstolos e estes homens (Atos 6:8).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; line-height: normal;">Por causa da atividade cristã de Estevão havia homens que se colocavam contra ele. Não conseguiam derrotá-lo em nenhum tipo de discussão, pois estava cheio do Espírito Santo e da sabedoria espiritual. Então, contrataram homens perversos e desonestos para dizer mentiras sobre ele, levaram-no perante o conselho e o acusaram de blasfêmia contra Deus e contra Moisés.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; line-height: normal;">Estevão poderia ter ficado muito preocupado em se defender e tentar provar sua inocência, mas tinha uma outra responsabilidade. Aqui, perante ele, havia centenas de seus compatriotas que haviam pecado contra Deus e precisavam da mensagem da Bíblia. Tal mensagem os enfureceria, mas, mais tarde, levaria muitos para o Senhor. Estevão optou por não se livrar da culpa mas ser fiel a Deus, falou então sobre os pecados de Israel continuamente pela história. Ele os fez lembrar de como haviam se rebelado contra Moisés, Elias, Jeremias, Isaías, etc., e como tinham matado os profetas de Deus e se voltado para os ídolos. Eles o odiaram por dizer-lhes a verdade sobre eles. Não parece que as pessoas apreciariam isso? Elas dificilmente apreciariam, e os homens perversos, nunca. Arrastaram Estevão para fora da cidade e o apedrejaram até a morte e, enquanto estava morrendo, orou por seus assassinos. Testemunhou também que vira Jesus de pé à direita do Pai pronto para receber seu espírito.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; line-height: normal;">Eis lá, um jovem consentindo o assassinato de Estevão. Recolheu as capas dos homens que apedrejaram Estevão. O nome desse jovem era Saulo. Mais tarde foi gloriosamente salvo e tornou-se o grande Apóstolo Paulo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center">Perguntas - ESTEVÃO</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify; line-height: normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">1. Qual a responsabilidade dada a Estevão em Atos 6?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">2. Estevão foi um pregador?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">3. Foi um operador de milagres?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">4. Por que os seus adversários eram incapazes de derrotá-lo em uma discussão?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">5. De qual grupo de discípulos Estevão parecia ser originário?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">6. Para qual ilustre serviço Estevão foi nomeado primeiro?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">7. Qual era a nacionalidade de seus inimigos?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">8. Como conseguiram acusadores contra Estevão?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">9. Qual era a acusação contra ele?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">10. Estevão era, de alguma maneira, culpado?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">11. Estevão defendeu-se?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">12. Poderia ter se eximido de sua culpa pela defesa?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">13. Ao invés disso, o que fez?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">14. Estevão foi bem educado na história de Israel?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">15. Falava amigavelmente com seus acusadores?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">16. Amava seus acusadores?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">17. Eles achavam que Estevão deveria morrer?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">18. Como mataram-no?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 17.85pt; text-align: justify; line-height: normal;">19. Quais foram os dois testemunhos de sua proximidade a Deus que deu quando estava morrendo?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.45pt; text-align: justify; text-indent: -17.6pt; line-height: normal;">20. O nome de qual homem importante é mencionado em conexão com a morte de Estevão?</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;">
<p class="MsoNormal">Autor: Pr Forrest Keener<br />
Tradução: Albano Dalla Pria<br />
Revisão: Joy Ellaina Gardner<br />
Edição: Calvin Gardner<br />
Fonte: www.palavraprudente.com.br</p>
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		<title>Evangelização — definições protestantes</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 01:17:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Evangelismo / Missão]]></category>

		<category><![CDATA[Evangelismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Evangelização — definições protestantes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p>Evangelização é a proclamação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador, por cuja obra o homem se liberta tanto da culpa como do poder do pecado, e se integra nos planos de Deus, a fim de que todas as coisas se coloquem sob a soberania de Cristo.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>1</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>René Padilla</em>, 71 anos, equatoriano, presidente da Fundação Kairós e da Tear Fund, pastor e diretor da Editora Nueva Creación</span></p>
<p>Evangelização é a difusão por todo e qualquer meio das boas novas de Jesus crucificado, ressurreto e agora reinando.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>2</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>John R. W. Stott</em>, 82 anos, o mais notável teólogo do século 20, por 32 anos capelão da rainha da Inglaterra</span></p>
<p>Evangelização é o anúncio da boa nova de que Deus está interessado na restauração dos seres humanos caídos e que esta restauração se dá mediante a fé na encarnação, na vida e na obra substitutiva, justificatória, vicária e representativa de Jesus na cruz e na ressurreição.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>3</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>Caio Fábio d’Araújo Filho</em>, 48 anos, evangelista brasileiro</span></p>
<p>Evangelização é a tarefa de compartilhar Cristo a toda e qualquer pessoa com a qual nos encontramos.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>4</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>Joni Eareckson Tada</em>, 53 anos, tetraplégica, há 36 anos presa a uma cadeira de rodas</span></p>
<p>A proclamação do evangelho inclui um convite para reconhecer e aceitar o senhorio salvador de Cristo em uma decisão pessoal, por intermédio do Espírito Santo, com o Cristo vivo, recebendo seu perdão e aceitando pessoalmente o chamado ao discipulado e a um novo estilo de vida de serviço.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>5</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>Declaração de Stuttgart</em>, por ocasião da Conferência de Missão e Evangelização, em 1989</span></p>
<p>A melhor definição de evangelização que eu conheço me foi dada por Cannon May Warren, da Abadia de Westminster, em Londres: “Evangelização é a apresentação de Jesus Cristo no poder do Espírito Santo, de tal maneira que os homens possam conhecê-lo como Salvador e servi-lo como Senhor, na comunhão da igreja e na vocação da vida comum”. Isso é evangelização.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>6</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>J. Edwin Orr </em>(1912-1987), historiador e avivalista</span></p>
<p>A evangelização abrange todos os esforços no sentido de declarar as boas novas de Jesus Cristo, com o objetivo de que as pessoas entendam a oferta de salvação de Deus, tenham fé e tornem-se discípulos.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>7</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>Billy Graham</em>, 85 anos, evangelista americano</span></p>
<p>Evangelização é o esforço extensivo da igreja, através de uma confrontação com o evangelho de Cristo, numa tentativa de conduzir os homens a um cometimento pessoal mediante a fé e o arrependimento em Cristo, como Salvador e Senhor.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>8</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>C.E. Autrey</em>, professor de teologia</span></p>
<p>Evangelização é o ato de falar aos outros do evangelho da salvação em Jesus, com o alvo de que eles possam arrepender-se, crer e encontrar vida nova nele.<span style="color: #ff6600; font-size: xx-small;"><strong>9</strong></span></p>
<p><span style="color: #990000;"><em>Robin Keeley</em>, editor de Fundamentos da Teologia Cristã</span></p>
<p><strong>Notas</strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>1</strong></span>. GRAHAM, Billy, PADILLA, C. René et al. A missão da igreja no mundo de hoje. São Paulo: ABU Editora, 1982. p. 139.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>2</strong></span>. Id. p. 53.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>3</strong></span>. Ultimato, Viçosa, p. 19. set. 1986.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>4</strong></span>. Id. ibid.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>5</strong></span>. STEUERNAGEL, Valdir, ed. A serviço do reino; um compêndio sobre a missão integral da Igreja. Belo Horizonte: Missão Editora, 1992.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>6</strong></span>. Ultimato, Viçosa, p. 19. set. 1986.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>7</strong></span>. Id. Ibid.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>8</strong></span>. AUTREY, C.E. A teologia do evangelismo. 2. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1980. p. 12.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>9</strong></span>. KEELEY, Robin, org. Fundamentos da teologia cristã. São Paulo: Editora Vida, 2000. p. 337.</p>
<p>Fonte: <a title="http://www.ultimato.com.br" href="http://www.ultimato.com.br" target="_blank">http://www.ultimato.com.br</a></p>
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		<title>Os Dez Mandamentos - Lutero</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 21:08:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#Todos os Estudos]]></category>

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		<description><![CDATA[OS DEZ MANDAMENTOS - Martinho Lutero

 
 
Primeiro Mandamento
 
 
 
Eu sou o Senhor, seu Deus.
 Você não deve ter outros deuses além de mim.
 Que significa isto?
Devemos temer e amar a Deus e confiar nele acima de tudo. 
 
 
Segundo Mandamento
 
 
 
Não abuse do nome do Senhor, seu Deus, porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>OS DEZ MANDAMENTOS - Martinho Lutero<br />
</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; padding-top: 1pt; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Primeiro Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Eu sou o Senhor, seu Deus.<br />
</span></span> <span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Você não deve ter outros deuses além de mim.</span></span></em></p>
<p><em></em> <span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?</span></span></p>
<p><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e confiar nele acima de tudo. </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Segundo Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não abuse do nome do Senhor, seu Deus, porque o Senhor não considerará inocente quem abusar do seu nome.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, em seu nome não amaldiçoar, jurar, praticar a magia, mentir ou enganar;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos pedir a sua ajuda em todas as necessidades, orar, louvar e agradecer.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Terceiro Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Santifique o dia de descanso.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não desprezar a pregação e a sua palavra;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos ter respeito por ela, ouvi-la e estudá-la com gosto.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Quarto Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Honre o seu pai e a sua mãe.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não desprezar nem irritar nossos pais e as pessoas que têm autoridade sobre nós;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos honrá-los, servir e obedecer-lhes, amar e querê-los bem.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Quinto Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não mate.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não agredir nem ferir o nosso próximo;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos ajudá-lo para que tenha tudo de que precisa para viver.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Sexto Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não cometa adultério.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, levar uma vida sexual responsável e disciplinada, amar e respeitar a esposa ou o marido.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Sétimo Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não roube.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não tirar o dinheiro ou os bens do próximo nem nos apoderar deles por meio de mercadorias falsificadas ou negócios desonestos;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos ajudá-lo a conservar e melhorar seu meio de vida.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Oitavo Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não fale mentiras a respeito do próximo.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não enganar o nosso próximo com falsidade, traí-lo, caluniá-lo ou fazer acusação falsa contra ele;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos desculpá-lo, falar bem dele e interpretar tudo da melhor maneira.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Nono Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não deseje possuir a casa do seu próximo.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não tentar conseguir com esperteza a herança ou a casa do nosso próximo nem nos apoderar delas como se tivéssemos direito a isso;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos ajudar e cooperar para que possa conservá-las.</span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Décimo Mandamento</span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><strong><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></em></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><em><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Não cobice a esposa ou o marido do seu próximo, nem as pessoas que trabalham com eles nem coisa alguma que lhes pertença.<br />
</span></span></em><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Que significa isto?<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Devemos temer e amar a Deus e, por isso, não seduzir, desviar ou afastar a esposa ou o marido do próximo, nem as pessoas que trabalham com eles;</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas devemos aconselhá-los para que fiquem e cumpram o seu dever.</span></span><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"></span></p>
<p><strong>Que diz Deus de todos estes mandamentos?</strong></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span> </span></span></p>
<p id="margin: 0in 7.05pt 0pt 0in; text-align: justify;"><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Ele diz:<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>“Eu, o Eterno, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os netos e bisnetos.</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Porém, sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações.”<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Deus ameaça castigar todas as pessoas que não cumprem estes mandamentos; por isso, devemos temer a sua ira e não deixar de cumpri-los;<br />
</span></span><span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>mas ele promete graça e todo o bem às pessoas que os praticam.<br />
</span></span><br />
<span id="font-size: 9pt;" lang="PT"><span>Por isso, devemos amá-lo, confiar nele e guardar os seus mandamentos de boa vontade.</span></span></p>
<p>–</p>
<p>Fonte: Esse texto faz parte do Catecismo Meno<span style="color: #000000;">r escrito por Martinho Lutero<br />
www.luteranos.com.br</span></p>
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		<title>Tem que dar certo?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[#Todos os Estudos]]></category>

		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já cantei “vai dar tudo certo, em nome de Jesus”. Em minhas palestras e sermões, antecipei grandes reviravoltas na vida de meus ouvintes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p>Eu já cantei “vai dar tudo certo, em nome de Jesus”. Em minhas palestras e sermões, antecipei grandes reviravoltas na vida de meus ouvintes. Mas, com o passar do tempo, percebi que apesar de toda a minha boa vontade, tais guinadas não aconteciam com a frequência que eu desejava. Nem tudo dava certo! Alguns amigos agonizaram, carcomidos de câncer. Outros foram à bancarrota. Não vou nem mencionar os casamentos que celebrei e que terminaram em divórcio. Confesso minha infantilidade: repeti jargões ufanistas, sem critério. Pior, capitalizei em cima de ilusões.</p>
<p>Percebo que não estou só. Políticos, conferencistas motivacionais, assim como líderes religiosos, adoram repetir frases de efeito - que, na verdade, só servem para fortalecê-los. Infelizmente, as consequências são desastrosas. Mulheres azedaram na vida porque alguém prometeu que Deus (ou Santo Antônio) traria um marido “no tempo certo”. Empresários se desesperaram porque alguém assegurou que “o Senhor não permite que seus filhos fracassem nos negócios”. Pais e mães perderam a fé porque jamais cogitaram que um câncer “seria permitido” em uma família piedosa e obediente.</p>
<p>É comum ver pessoas acorrentadas a promessas que “um dia vão chegar” - mas que não chegam nunca; ver pessoas atribuindo aos “paradoxos” e aos “mistérios insondáveis da eternidade”, os contratempos que a vida impõe. Nada como o dia a dia para arrasar com os discursos triunfalistas. Crianças agonizam com diarréia nas favelas; faltam ambulâncias nas periferias para salvar os infartados; professores de escola pública recebem uma ninharia no perpétuo ciclo <em>ignorância-desemprego-miséria</em>. Quem ganha? As revistas de fofoca com seus conselhos de auto-ajuda, os televangelistas e as religiões pequeno burguesas. Nos arroubos de vitória, as relações utilitárias com a Divindade prosseguem intocadas e os cantores gospel faturam bem.</p>
<p>Reconheçamos: a vida de muitos simplesmente não vai dar certo. A estrutura econômica assimétrica não permite que multidões subam a escadaria da inclusão social. Os oligarcas não vão abrir mão de seus benefícios (veja a miséria do Maranhão, feudo de uma família poderosa). Muitos não vão entrar na terra prometida; homens adoecerão sem conseguir recuperar suas empresas; mulheres não vão sair do lugarejo que lhes asfixia; rapazes, que sonhavam em jogar futebol na Europa, terão que se contentar com o saláro de balconista.</p>
<p>Não se deve desprezar a realidade em nome da esperança. Não se deve negligenciar as amarras sociais em nome das promessas de Deus. Não se deve perpetuar fantasias em nome do otimismo. Sou pastor, pregador e conferencista, mas não tenho o direito de me descolar da existência concreta que as pessoas enfrentam todos os dias.</p>
<p>Por isso, assumo um compromisso com a verdade. Obrigo-me não à verdade metafísica, absoluta, da religião ou da filosofia. Estou abraçado à verdade que o cotidiano impõe. Acredito que só promoverei a liberdade se ensinar o meu próximo a olhar a realidade sem enganos. – “<em>Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará</em>!”.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><strong><em>Soli Deo Gloria.</em></strong></span></p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><strong><em><em>Fonte: http://www.ricardogondim.com.br</em><br />
</em></strong></span></p>
<p>Ricardo Gondim</p>
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		<title>Avivamento não é um programa agendado pela igreja</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[#Todos os Estudos]]></category>

		<category><![CDATA[Avivamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Avivamento não é ação da igreja, mas de Deus. Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove e nem faz avivamento. A igreja não é agente de avivamento. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A igreja só pode buscar o avivamento e preparar o caminho da sua chegada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Avivamento não é ação da igreja, mas de Deus. Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove e nem faz avivamento. A igreja não é agente de avivamento. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A igreja só pode buscar o avivamento e preparar o caminho da sua chegada. A igreja não produz o vento do Espírito, ela só pode içar suas velas em direção a esse vento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span style="font-size: 8pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana. O avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor. O avivamento jamais acontecerá se a igreja não se humilhar. Sem oração da igreja, as chuvas torrenciais de Deus não descerão. Sem busca não há encontro. Sem obediência a Deus, jamais haverá derramamento do Espírito. Contudo, quem determina o quando e o como do avivamento é Deus. Ele é soberano. David Brainerd orou vários anos pelo avivamento entre os índios peles vermelhas no século XVIII. Aquele jovem, ajoelhado na neve, suava de molhar a camisa, em agonia de alma, em oração fervente, em favor daqueles pobres índios. Quando o seu coração parecia desalentado e já não havia prenúncios de chuva da parte de Deus, o Espírito foi poderosamente derramado e os corações se dobraram a Cristo aos milhares.</span></p>
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		<title>Todo líder precisa valorizar o silêncio</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 08:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Analise se estas cenas lhe são familiares:
a) Você está coordenando uma reunião e fica muito inquieto com o silêncio dos participantes. Sente-se constrangido por não saber administrar as pausas que, para você, soam como imensos buracos cinzentos.
b) Você chega do trabalho e o seu primeiro movimento é ligar a T.V., o rádio, o aparelho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p>Analise se estas cenas lhe são familiares:</p>
<p>a) Você está coordenando uma reunião e fica muito inquieto com o silêncio dos participantes. Sente-se constrangido por não saber administrar as pausas que, para você, soam como imensos buracos cinzentos.</p>
<p>b) Você chega do trabalho e o seu primeiro movimento é ligar a T.V., o rádio, o aparelho de som, o computador e apertar o botão da secretária eletrônica para saber se tem recados. No meio dessa parafernália barulhenta você pega o telefone para falar com alguém e, quando o silêncio se instala, imediatamente trata de disparar a metralhadora verbal, mesmo sem ter mais nada para dizer, como se silenciar fosse um pecado.</p>
<p>Quem de nós já não se sentiu pressionado pelo peso do silêncio, como se ele representasse uma ameaça insuportável? Quem já não se questionou também sobre essa necessidade de viver &#8220;afogado&#8221; em um universo de frases, sons e movimentos?</p>
<p>Podemos levantar duas hipóteses sobre o porquê do silêncio nos atemorizar tanto:</p>
<p>a) Do ponto de vista pessoal, silenciar obriga-nos a repensar fragilidades e inseguranças, colocando-nos em contato direto com a verdadeira essência do &#8220;eu&#8221;, estimulando um &#8220;check-up&#8221; mental, que pode provocar dor e traçando um retrato, em que o possível confronto com esse mundo interno assusta com a sua força.</p>
<p>b) No âmbito organizacional, o papel de líder exige a análise silenciosa e atenta daquilo que não é dito no ambiente de trabalho. A leitura desse material tão rico pode representar a necessidade de uma mudança estrutural das ações de liderança. Por medo, às vezes, é mais fácil ignorar o que não se quer ver do que assumir responsabilidades.</p>
<p>É claro que não se pretende aqui reforçar a magia do silêncio em detrimento da palavra. O poder da linguagem falada é indiscutível. Ela dá forma aos pensamentos e promove maior interação das pessoas, ajudando-as a compreender melhor o mundo.</p>
<p>Os líderes que utilizam bem a comunicação oral podem conseguir extrair da equipe de trabalho um resultado muito positivo. Mas a palavra não é tudo! A arte da liderança eficaz inclui, com certeza, o uso do silêncio inteligente. Há o tempo de falar e há o tempo de calar-se, sem medo da solidão do pensar, e entre esses dois tempos deve prevalecer o equilíbrio entre a razão e a sensibilidade.</p>
<p>Lapidar esse jogo instigador favorece o autoconhecimento e a maturidade psicológica, fatores imprescindíveis para se gerenciar pessoas. Além disso, a habilidade de traduzir bem o que fica nas &#8220;entrelinhas&#8221; ou sob a máscara das palavras, propicia um encontro mais harmonioso entre o sentir, analisar e agir e, consequentemente, uma melhor definição quanto à escolha de ações profissionais mais sensatas e produtivas.</p>
<p><strong>A comunicação está presente na fala ou no silêncio</strong></p>
<p>É preciso, pois, desmistificar a crença de que o ato de silenciar é sinônimo de caos ou solidão. O silêncio nem sempre significa ausência. No momento certo pode ser um grande companheiro para a reflexão, pois oferece pistas que nos conduzem ao verdadeiro significado de nossas emoções.</p>
<p>O silêncio funciona como um sensível toque de recolher, em que cada ser humano tem a chance de encontrar a chave de quem ele realmente é, mas, para ficar assim, à escuta de si mesmo e do &#8220;outro&#8221;, é preciso a coragem de desarmar as couraças internas que impedem um crescimento mais profundo e autêntico.</p>
<p><strong>É no silêncio que o homem dimensiona o seu valor e revela a sua verdadeira imagem</strong></p>
<p>Qual tal o desafio de aprender a dominar a linguagem do silêncio para administrar melhor a própria vida?</p>
<p>Experimente, não custa tentar!<br />
Autor: <span class="lendoautor">Eunice Mendes</span></p>
<p><span class="lendoautor">Fonte:  <a title="http://www.institutojetro.com" href="http://www.institutojetro.com/" target="_blank">http://www.institutojetro.com</a><br />
</span></p>
<p><span class="lendoautor"><br />
</span></p>
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		<title>Como sonhar grande - Rick Warren</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 04:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[#Todos os Estudos]]></category>

		<category><![CDATA[Testemunho]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos precisam ter um sonho. Quando qualquer um de nós iniciou sua vida no ministério, provavelmente iniciou com um grande sonho. Infelizmente, na medida em que o tempo de ministério vai passando, seus sonhos encolhem para o tamanho da situação que enfrenta. Provavelmente no início de seu ministério você pôde enxergar antecipadamente grandes coisas. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mwordstext"><p align="justify">Todos precisam ter um sonho. Quando qualquer um de nós iniciou sua vida no ministério, provavelmente iniciou com um grande sonho. Infelizmente, na medida em que o tempo de ministério vai passando, seus sonhos encolhem para o tamanho da situação que enfrenta. Provavelmente no início de seu ministério você pôde enxergar antecipadamente grandes coisas. Com o passar do tempo, as circunstâncias tendem a encolher seus sonhos.</p>
<p align="justify">Se você está se envolvendo com o ministério, precisa ser um sonhador. Precisa ter fé no que Deus vai realizar através de seu ministério. A Bíblia diz: “Sem fé é impossível agradar a Deus&#8230;” (Hb 11.6). Fé começa no momento em que você sonha, tem uma visão.</p>
<p align="justify">Quando iniciei a Igreja de Saddleback, comecei com um sonho. De fato, no primeiro culto experimental em Saddleback, compartilhei esse sonho com as 60 pessoas que estavam presentes. Compartilhei um sonho audacioso naquele dia, o sonho de uma igreja de 20.000 membros para ministrar em todo Condado de Orange e ao redor do mundo, um sonho de uma comunidade que fosse um refúgio para os feridos, deprimidos, frustrados e confusos, e um sonho de compartilhar as Boas Novas a centenas de milhares de pessoas.</p>
<p align="justify">Quando me apresentei e compartilhei esse sonho com estas pessoas que nunca havia visto antes, alguns disseram: “Tolice! Como é que pode com 60 pessoas chegar a uma igreja desse tamanho? Como vamos comprar uma propriedade na área do Vale de Saddleback, onde a terra é tão cara?” E, em 27 anos, alcançamos esses alvos. Nos anos em que estou pastoreando esta igreja, nunca duvidei que conseguiríamos. Nem uma vez. Não sabia quando isso iria acontecer – mas sabia que aconteceria. Por quê? Esse sonho pertencia a Deus.</p>
<p align="justify">Então em abril de 2005, no Jubileu de Prata da igreja, compartilhei um novo sonho com Saddleback e com toda a Rede de ICPs. Falei para todos sobre o Plano P.E.A.C.E., meu sonho de mobilizar bilhões de cristãos para derrotar os gigantes globais de perdidos espirituais, liderança egocêntrica, pobreza, doença e ignorância. O primeiro sonho conduziu Saddleback nos seus primeiros 25 anos; este outro irá conduzir pelos próximos 25 anos. Tenho tanta convicção com esse plano como tive do primeiro.</p>
<p>Todas as pessoas, todos os ministérios e todas as igrejas precisam de um sonho. Se você não está sonhando, está morrendo. Não creio que exista essa idéia de uma pessoa grandiosa. Creio que existem pessoas comuns comprometidas com grandes sonhos. Quando uma pessoa comum está comprometida com um grande sonho, isso a faz grandiosa. Se deseja ser saudável, precisa ter um sonho nessa direção.</p>
<p align="justify">Talvez você esteja no ministério por tanto tempo que tenha se esquecido de como é sonhar. Ou talvez esteja apenas começando e não teve a chance de contemplar o que Deus deseja fazer através de sua vida. Ou talvez esteja entre os dois. A despeito disso, aqui estão oito passos para ajudá-lo a descobrir os sonhos de Deus para sua vida. São os mesmos passos que dei quando desenvolvi os sonhos de Deus para Saddleback.</p>
<p align="justify"><strong>1. Abra sua mente para Deus.</strong><br />
Se você for fazer isso, vai precisar se aquietar diante do Senhor. Agende momentos de silêncio, fique sozinho. Para muitos de vocês Deus não pode dar seu sonho porque você não consegue sentar e calar-se! Você precisa estar quieto diante de Deus. Comece por ter a perspectiva de Deus em sua vida.</p>
<p align="justify"><strong>2. Faça pesquisas.<br />
</strong>Você não consegue tomar boas decisões sendo ignorante. Este é um ponto que muitos desconhecem quando têm um sonho. Oram por isso, mas não vão adiante, buscando os fatos. A Bíblia diz que é tolice não ter conhecimento e reflexão         (Pv 18.13). Pense antes de agir. Leia livros, vá a conferências, visite outras igrejas – mas conheça os fatos.</p>
<p align="justify"><strong>3. Comece buscando conselhos.</strong><br />
Lembre-se, é melhor admitir sua ignorância do que prová-la na sua experiência. Você vai parecer tolo de todas as maneiras se não buscar conselhos sábios. Então, vá em frente e pergunte. Seja humilde.  Seja ensinável. Líderes são aprendizes.</p>
<p align="justify"><strong>4. Estabeleça algumas prioridades.</strong><br />
Você não vai ter tempo para fazer tudo, assim, tem que aprender a diferença entre o importante e o urgente, o que auxilia e o que causa mudança de vida, ser eficiente e efetivo. Eficiência é fazer as coisas de maneira certa; efetividade é fazer as coisas certas. Você precisa se concentrar em fazer as coisas certas. Quando faz isso, você desenvolve um plano e realiza seus sonhos – e é isso que é essencial.</p>
<p align="justify"><strong>5. Avalie os custos.</strong><br />
Isso é o que chamamos de risco calculado.  Provérbios 20.25 diz: “É uma armadilha consagrar algo precipitadamente e só pensar nas conseqüências depois que se fez o voto”. Você precisa perguntar três coisas quando estiver planejando sobre seu sonho:</p>
<p align="justify">* É necessário?  (Posso atingir meu alvo de outra maneira?)<br />
* Quanto vai custar?  (Qual é o preço que está na etiqueta – em termos de tempo, energia, dinheiro e reputação?)<br />
* Vale a pena? (Esta é a pergunta mais   importante.)</p>
<p align="justify">Após ter o sonho para a Igreja Saddleback, precisei me fazer a seguinte pergunta:  “Isso é bom para minha vida?”.  E conclui: “Com certeza!”. Valia cada gota de suor que eu daria. Estamos falando de coisas para a eternidade aqui.</p>
<p align="justify"><strong>6. Planeje para enfrentar os problemas.<br />
</strong>Seus planos devem visualizar os problemas. Coisas vão dar errado. Você estará preparado quando isso acontecer?  Provérbios 22.3 diz: “O prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue adiante e sofre as conseqüências.” Pergunte-se: “O que pode dar errado com esse sonho?” E também “O que vai acontecer se for assim?”.  Isso não é ser pessimista.  A Bíblia diz que é apenas ser sensível.</p>
<p align="justify"><strong>7. Esteja pronto para arriscar. Enfrente seus medos.</strong><br />
A maioria das pessoas não enfrenta os riscos ministeriais porque têm medo.  Provérbios 29.25 diz: “Quem teme o homem cai em armadilhas,mas quem confia no Senhor está seguro.” Odiamos ter que admitir isso quando estamos com medo. Deus diz para ir em frente e admitir o medo. Medo não é sinal de fracasso, é sinal de humanidade.</p>
<p align="justify">Mas o segredo de estar adiante do medo é saber quem lhe deu o sonho. Provérbios 14.26 diz: “Aquele que teme o SENHOR possui uma fortaleza segura&#8230;”. Quando você sabe que seu sonho provém de Deus, isso lhe dá segurança. Isso lhe dá confiança de ir em frente. Se você sabe de onde seu sonho vem, não vai dar tanto valor ao que os críticos dizem. Você não vai deixar que as pessoas lhe digam que isso não é possível. As leis podem ser mudadas. O dinheiro pode ser levantado. O que importa é que Deus disse para fazer.</p>
<p align="justify"><strong>8. Faça isso agora.<br />
</strong>Aqui está o ponto de decisão onde você pára de falar e começa a agir.  Você precisa começar. Uma vez decidido que vale a pena arriscar, precisa ir em frente. Vai chegar um momento em sua vida que você vai dizer:  “Deus me chamou para fazer isso. E eu vou fazê-lo.”</p>
<p align="justify">Não custa nada sonhar. Sonhe grandes sonhos para seu ministério. Tudo que é possível hoje em nossa sociedade era impossível tempos atrás: carros, computadores, aviões, micro-ondas, Internet. As impossibilidades de hoje são os milagres de amanhã.</p>
<p align="justify">Fonte: http://www.rickwarrennobrasil.com.br<br />
Autor: <span class="estilo4">Rick Warren</span><span class="estilo4"> </span></p>
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