<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149</atom:id><lastBuildDate>Sun, 22 Sep 2024 13:25:54 +0000</lastBuildDate><category>Cotidiano</category><category>Livros</category><category>Organização</category><category>budismo</category><category>identidade</category><category>vídeos</category><title>fabíola borges</title><description></description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-8004654171913304134</guid><pubDate>Fri, 11 Aug 2017 02:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-11T15:09:08.395-03:00</atom:updated><title>continuidade</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Sabemos [...] que nosso “eu” é temporário, mas que nossa continuidade é certa, assim como a continuidade do riacho. Mesmo que mude a água, o riacho continua. Seria muito tolo perguntarmos para uma nuvem: “Você irá morrer?”. A resposta da nuvem com certeza seria: “Não, eu me transformo em chuva”. Mas, e a chuva, ela morreria quando chegasse à terra? Não, ela se transforma em riacho. O riacho se transforma em rio e o rio em mar e, eventualmente, a água novamente evapora. Novamente teremos uma nuvem. É a mesma nuvem? Não. Mas é a mesma nuvem, a mesma água.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;— do texto &lt;a href=&quot;http://sobrebudismo.com.br/o-que-somos-e-para-onde-vamos/&quot;&gt;O que somos e para onde vamos?&lt;/a&gt;; sobre budismo.&lt;/p&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2017/08/continuidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-7808876011920824791</guid><pubDate>Tue, 20 Jun 2017 23:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-11T15:38:03.517-03:00</atom:updated><title>pequenas razões ocasionais</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Para cada uma das pequenas razões ocasionais, existe um conjunto de momentos, ideias, imagens, e atividades que nos fazem, naquela circunstância, prestar atenção nisto ou naquilo. E tudo isso tem muito pouco a ver efetivamente com gostar ou não gostar de algo, e muito mais a ver com nossas histórias, as coisas que tivemos oportunidade de viver, e aquilo que nunca pudemos apreciar. Então, por que julgar tanto o que fazemos e o que os outros fazem?&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;— do texto &lt;a href=&quot;https://medium.com/mulheres-que-escrevem/o-que-falamos-dos-livros-que-lemos-19502b039b4c&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;o que falamos dos livros que lemos?&lt;/a&gt;; &lt;a href=&quot;https://outracozinha.com.br/@missinoperative&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;carla soares&lt;/a&gt;.</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2017/06/pequenas-razoes-ocasionais.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-845301503081667400</guid><pubDate>Sun, 11 Jun 2017 20:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-11T15:37:31.599-03:00</atom:updated><title>horas vagas</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Nada tá parado, tudo tá em mutação. E eu nasci aqui, sou obrigado a participar de todo esse processo de mutação que tá rolando. O que eu quero é escolher como participar, porque as escolhas foram programadas, são impostas; a partir do condicionamento escolar. Quando a criança entra na escola, vão dizer pra ela que &quot;você não pode se divertir enquanto aprende&quot;. Aprender é divertido. Tem que ser divertido, tem que ser com prazer. Mas a criança já vai sendo enquadrada para encarar o trabalho como um sacrifício. [...] &quot;Você vai aprender na hora do recreio&quot;, setoriza a sua alegria.  &quot;Você vai se divertir nas horas vagas&quot;, e no fundo, você vai viver nas horas vagas. Você vai fazer o que gosta nas horas vagas. Você está sendo programado para odiar o seu trabalho, pra adorar a sexta-feira. Pra você, quando for se divertir, estar tão pressionado que não vai se divertir, você vai descarregar, e nesse descarrego você vai consumir. E nesse consumo você vai dar lucro.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;
— do documentário &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=I7arqW5luKc&quot;&gt;observar e absorver&lt;/a&gt; (46:48); eduardo marinho.&lt;/p&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2017/06/horas-vagas.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-3975876256074448113</guid><pubDate>Sun, 09 Oct 2016 02:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-11T15:40:55.861-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">budismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vídeos</category><title>não espere o momento certo, apenas faça</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;é possível fazer qualquer coisa&lt;/b&gt;, então não diga &quot;eu só vou fazer SE eu tiver essa condição&quot;. é bobagem, é mentira. isto é capricho: é &lt;b&gt;fazer o melhor que você pode na condição que tem&lt;/b&gt;, não dizer &quot;se todas as condições foram boas então eu posso ser uma boa pessoa&quot;. eu espero que todas as condições sejam favoráveis; nunca vão ser. e você nunca vai fazer nada. &quot;com as condições que eu tenho, como é que eu faço o meu melhor?&quot;, isto é diferente.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;— do vídeo &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=iXUNxToj_Mc&quot;&gt;limites do corpo e da mente e libertação&lt;/a&gt;; monja coen.&lt;/p&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2016/10/nao-espere-o-momento-certo.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-221194240938706337</guid><pubDate>Wed, 20 Apr 2016 02:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-01-21T14:15:28.478-02:00</atom:updated><title>máscaras</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Quando foram apresentados, ele fez uma piada, esperando ser apreciado. Ela riu extremamente forte, esperando ser apreciada. Depois, cada um voltou para casa sozinho em seu carro, olhando direto para a frente, com a mesma contração no rosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O homem que apresentou os dois não gostava muito de nenhum deles, embora agisse como se gostasse, ansioso como estava para conservar boas relações a todo momento. Nunca se sabe, afinal, não é mesmo não é mesmo não é mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— David Foster Wallace. Uma história radicalmente condensada da vida pós-industrial, em &lt;i&gt;Breves entrevistas com homens hediondos&lt;/i&gt;. Companhia das Letras. p. 9.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2016/04/mascaras.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-6587589518101820709</guid><pubDate>Mon, 11 Apr 2016 02:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-01-21T14:15:28.487-02:00</atom:updated><title>a pessoa deprimida</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;A terapeuta — que era substancialmente mais velha que a pessoa deprimida, porém mais jovem que a mãe da pessoa deprimida e que, a não ser pelo estado das unhas, não parecia com essa mãe sob nenhum aspecto físico ou estilístico — às vezes incomodava a pessoa deprimida com seu hábito de fazer uma jaula digiforme em seu colo, mudando as formas da jaula e observando as diversas jaulas geométricas durante o trabalho conjunto delas. Ao longo do tempo, porém, à medida que o relacionamento terapêutico se aprofundava em termos de intimidade, abertura e confiança, a visão das jaulas digiformes irritava cada vez menos a pessoa deprimida, acabando por se tornar pouco mais que uma distração. Muito mais problemático em termos das questões de confiança e auto-estima da pessoa deprimida era o hábito da terapeuta de de tempos em tempos olhar muito rapidamente o grande relógio em forma de sol na parede atrás da poltrona em que a pessoa deprimida costumava sentar durante o tempo que passavam juntas, olhando (i.e., a terapeuta olhando) muito rapidamente e quase furtivamente o relógio, de tal forma que o que veio a incomodar a pessoa deprimida mais e mais ao longo do tempo foi não o fato de a terapeuta olhar o relógio, mas de a terapeuta aparentemente tentar esconder ou disfarçar o fato de que estava olhando o relógio. A pessoa deprimida — que era torturantemente sensível, ela própria admitia, à possibilidade de de que qualquer pessoa que procurasse e com quem se abrisse ficasse secretamente entediada, repugnada ou desesperada para se livrar dela o mais rápido possível e ficava comensuravelmente hipervigilante a qualquer ligeiro movimento ou gesto que pudesse insinuar que um ouvinte estava consciente do tempo ou ansioso para o tempo passar e nunca deixava de notar quando a terapeuta muito rapidamente levantasse os olhos para o relógio de parede ou os baixasse para o fino e elegante relógio de pulso cujo mostrador ficava escondido dos olhos da pessoa deprimida debaixo do fino pulso da terapeuta — a pessoa deprimida havia por fim, no final do primeiro ano do relacionamento terapêutico, caído em prantos e revelado que se sentia totalmente depreciada e invalidade sempre que a terapeuta parecia tentar esconder o fato de que queria saber a hora exata. Grande parte do trabalho da pessoa deprimida com a terapeuta no primeiro ano de sua jornada (i.e., da pessoa deprimida) em direção à cura e à inteireza intrapessoal dizia respeito a seus sentimentos de ser especialmente e repulsivamente tediosa, ou enrolada, ou pateticamente autocentrada e de não ser capaz de confiar que houvesse genuinos interesse, compaixão e cuidados da parte de uma pessoa que estava procurando para apoio; e, de fato, a primeira conquista significativa do relacionamento terapêutico, contou a pessoa deprimida a membros de seu Sistema de Apoio no torturante período seguinte à morte da terapeuta, ocorrera quando a pessoa deprimida, ao final do segundo ano de relacionamento terapêutico, entrara suficientemente em contato com seus próprios valor recursos interiores ao ponto de conseguir revelar com firmeza à terapeuta que ela (i.e., a respeitosa, mas firme pessoa deprimida) preferiria que a terapeuta simplesmente olhasse abertamente o seu relógio helioforme ou abertamente virasse o pulso para olhar o lado de baixo do relógio de pulso em vez de aparentemente acreditar — ou pelo menos se empenhar num comportamento que, do ponto de vista confessamente hipersensível da pessoa deprimida, fazia parecer que a terapeuta acreditava — que a pessoa deprimida podia ser enganada pelo fato de ela desonestamente disfarçar a olhada para o relógio em algum gesto que tentava parecer um olhar sem nenhum significado para a parede ou uma distraída manipulação da forma de jaula digiforme em seu colo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— David Foster Wallace. A pessoa deprimida, em &lt;i&gt;Breves entrevistas com homens hediondos&lt;/i&gt;. Companhia das Letras. p. 68-69, trecho das notas de rodapé.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2016/04/a-pessoa-deprimida.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-2049948151086933505</guid><pubDate>Sun, 07 Feb 2016 13:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-01-21T14:15:28.474-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">identidade</category><title>dissolução</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQtiFZ2E3nNzzrusf1jNqiochiqC5ALKMRsz83pabJHnL90JRr6d7amTQtbQYdiXhfb1sLiuz7G4bIvHXrTzGshjeCR574Z3Tj3iNkP33uJcd8t88H5qg4g4fV7a_WSpkBvp3kicNv5oOm/s1600/SplitShire-1491.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; &gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQtiFZ2E3nNzzrusf1jNqiochiqC5ALKMRsz83pabJHnL90JRr6d7amTQtbQYdiXhfb1sLiuz7G4bIvHXrTzGshjeCR574Z3Tj3iNkP33uJcd8t88H5qg4g4fV7a_WSpkBvp3kicNv5oOm/s1600/SplitShire-1491.jpg&quot; width=&quot;100%&quot; &gt;&lt;/a&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Ao fitar por muito tempo um ponto fixo na parede, às vezes acabo não sabendo mais quem sou nem onde estou. Então, sinto claramente falta da minha identidade, como se eu tivesse me tornado, de repente, um estrangeiro perfeito. Esse personagem abstrato e minha pessoa real disputam em pé de igualdade minha convicção.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No instante seguinte minha identidade se recompõe, como naqueles cartões estereoscópicos em que as duas imagens por engano às vezes não coincidem e só quando o operador as ajusta, sobrepondo-as, surge a ilusão de relevo. Nessas ocasiões, o quarto se me apresenta com um frescor inédito. Ele retoma sua consistência anterior e seus objetos pousam nos devidos lugares, como um torrão de terra esfarelado numa garrafa cheia d&#39;água, que vai se assentando em camadas de elementos diferentes, bem definidas e de cores variadas. Os elementos do quarto se estratificam em seu próprio contorno e no colorido da antiga lembrança que tenho deles.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A sensação de distanciamento e de solidão nos momentos em que minha pessoa cotidiana se dissolve em inconsistência é diferente de quaisquer outra sensações. Quando dura muito, ela se transforma em medo, em pavor de não conseguir nunca mais me reencontrar. Ao longe, persiste uma silhueta insegura de mim mesmo rodada por um grande halo de luz, à maneira dos objetos visíveis através da névoa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A terrível pergunta &quot;quem realmente sou&quot; pulsa no meu âmago como um corpo perfeitamente novo, que cresceu dentro de mim com pele e órgãos que me são completamente desconhecidos. Uma lucidez mais profunda e mais essencial que a do cérebro exige uma resposta. Tudo o que é capaz de se agitar no meu corpo se agita, se debate e se revolta com mais força e de modo mais elementar do que na vida cotidiana. Tudo implora uma solução.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por vezes reconheço o quarto assim como ele é, como se eu fechasse e abrisse os olhos: a cada vez o quarto é mais claro — assim como uma paisagem vista pela luneta, cada vez mais organizada à medida que, ajustando as distâncias, percorremos todos os véus de imagens intermediárias.
Finalmente reconheço-me a mim mesmo e reencontro o quarto. É uma sensação de leve embriaguez. O quarto se apresenta extraordinariamente condensado em sua matéria, e eu implacavelmente sou devolvido à superfície das coisas: quanto mais profunda a onda de imprecisão, mais alta é a sua crista; nunca, em nenhuma outra circunstância além de tais momentos, me parece mais evidente que cada objeto deve ocupar o lugar que ocupa e que eu devo ser quem sou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atormentar-me em insegurança não tem então nenhum motivo; é um simples arrependimento de não ter encontrado nada em sua profundidade. Apenas me surpreende que uma total falta de significado tenha podido estar tão ligada à minha matéria íntima. Agora que me reencontrei e tento expressar minha sensação, ela se apresenta diante de mim perfeitamente impessoal: um simples exagero da minha identidade, que brotou como um câncer a partir de sua própria substância. Um tentáculo de medusa que se estendeu além da medida e que ansiou exasperadamente em meio às ondas até enfim voltar para baixo da ventosa de gelatina. Em alguns momentos de desassossego percorri assim todas as certezas e incertezas da minha existência, até voltar definitiva e dolorosamente para minha solidão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora, trata-se de uma solidão mais pura e mais patética. A sensação de distanciamento do mundo é mais clara e mais íntima: uma melancolia límpida e suave, como um sonho resgatado no meio da madrugada.
[...] Só nesse desaparecimento súbito de identidade é que reencontro minhas quedas no espaço maldito de outrora, e só nos momentos de imediata lucidez que se seguem à volta à superfície é que o mundo me surge na atmosfera incomum de inutilidade e anacronismo que se formava ao meu redor quando meus transes alucinantes logravam derrubar-me.&lt;/p&gt;

— Max Blecher. &lt;i&gt;Acontecimentos na irrealidade imediata&lt;/i&gt;. Cosac Naify. p. 7-10.&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2016/02/dissolucao.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQtiFZ2E3nNzzrusf1jNqiochiqC5ALKMRsz83pabJHnL90JRr6d7amTQtbQYdiXhfb1sLiuz7G4bIvHXrTzGshjeCR574Z3Tj3iNkP33uJcd8t88H5qg4g4fV7a_WSpkBvp3kicNv5oOm/s72-c/SplitShire-1491.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-7341511386072048250</guid><pubDate>Mon, 10 Aug 2015 01:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-07T11:40:02.983-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano</category><title>energia, introversão e a escrita</title><description>&lt;p&gt;sempre que vou a um lugar mais tumultuado, cheio de pessoas dessintonizadas — um corre para um lado pra pegar uma coisa, outro grita de um canto pra chamar uma terceira pessoa, etc. —, parece que minha energia se esgota muito mais rápido. não é que eu não goste de socializar, mas poder descansar em casa é uma coisa maravilhosa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;segundo Susan Cain no livro &lt;b&gt;O poder dos quietos&lt;/b&gt;, as pessoas introvertidas, sim, socializam, mas isso se dá de uma maneira diferente das extrovertidas. enquanto essas últimas têm uma grande energia e empolgação em contato com muita gente, as introvertidas, na mesma situação, vão &quot;descarregando&quot; aos poucos. se recarregam em seu próprio espaço. e, realmente, pelo menos comigo. gosto muito de conhecer pessoas diferentes, rever outras e tudo mais. mas em determinado momento me sinto como se acontecesse uma queda de energia e o melhor fosse voltar pra casa. &lt;b&gt;absorvo um tanto&lt;/b&gt; de informações (e até sentimentos), aí logo preciso ficar no meu cantinho e processar tudo o que recebi. e, estando no meu canto, várias coisas me tranquilizam e me dão mais energia (não só mental como física). algo que sempre gostei é a &lt;b&gt;escrita&lt;/b&gt;. dar um corpo às ideias que andam rodeando meus pensamentos e depois compartilhá-los — ou jogá-los fora.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;enfim. deve existir um tantão de gente introvertida que às vezes até se sente culpada quando não segue o ritmo que certas sociedades tomaram &lt;b&gt;com base na extroversão&lt;/b&gt;, influenciando muito no modo de trabalho e por aí vai. tem vários fatos bem legais e interessantes sobre isso em tal livro, então deixo a dica :)&lt;/p&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2015/08/energia-introversao-e-escrita.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-1369310091712701943</guid><pubDate>Tue, 14 Jul 2015 04:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-07T12:09:07.564-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Organização</category><title>skoob e/ou goodreads?</title><description>Resolvi escrever um pouco sobre minha experiência com o &lt;a href=&quot;http://www.skoob.com.br/usuario/162874&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;Skoob&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;https://www.goodreads.com/user/show/8180197&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;Goodreads&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
Nos últimos meses comecei a aderir mais ao Goodreads — mas não ficaria com um só. Por que?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Pontos positivos do Goodreads&lt;/b&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;O acervo aumentou&lt;/b&gt;. Bem, antes eu preferia o Skoob por ele ser inteiramente brasileiro e ter um número muuito maior de livros em português do que no Goodreads. Agora, quando voltei a usar o Goodreads, vi que várias edições brasileiras foram e estão sendo registradas por lá — talvez porque mais pessoas começaram a utilizar também!&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Cadastros de livros e edições&lt;/b&gt;. Mesmo já tendo vários livros brasileiros, precisei cadastrar — e editar — algumas edições e concluí que o &lt;i&gt;sistema de inserir livros&lt;/i&gt; muito bom! Lá todas as edições de um livro ficam agrupadas e, se separadas, são muito simples de juntar: tem uma opção de combinar edições, na qual aparecem toodos os livros do autor determinado e você seleciona os dois (ou mais) que quer unir. Também dá pra alterar todas as informações, como autor e ISBN. Quanto a isso, infelizmente o Skoob &lt;i&gt;ainda não tem muita maleabilidade&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;/ul&gt;


&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Estante&lt;/b&gt;. A &lt;a href=&quot;https://www.goodreads.com/review/list/8180197&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;organização dos livros que inserimos no perfil&lt;/a&gt; é feita a partir de &lt;i&gt;bookshelves&lt;/i&gt;. As padrões são &lt;i&gt;read&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;currently-reading&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;to-read&lt;/i&gt;, mas além dessas dá pra cadastrar as que quisermos. Isso seria mais ou menos equivalente as tags da estante no Skoob, mas funciona de forma bem mais prática — já que no Skoob é preciso abrir a janelinha de alteração de cada livro e escrever (ou apagar) o nome da tag, enquanto no Goodreads é tão simples que não tenho nem como explicar! :P O bom disso é que dá pra selecionar facilmente livros que quero ler em uma maratona e depois apagar, por exemplo.&lt;br&gt;

&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK_cj0d7ChlO5_miG5lQ4DczOl46fEof-s3V0gr67S3JJBlizvcwc0HolBHLxOCJwBP5ZfaL7_eUkJFSfXM4jUVE87DosSFgZw_yyYfk9bDMhjJgyKgx1vHTnPycXPV8agA-2uhEpoYcV_/s1600/goodreads-shelves-estante.jpg&quot; width=&quot;100%&quot;/&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

As maneiras de personalização e visualização dessas shelves são bem amplas, então só mexendo para ver as possibilidades! E, tirando isso, também tem um espaço próprio para os livros que tenho (&lt;i&gt;owned&lt;/i&gt;), o qual só eu vejo. Nele dá para indicar o estado do livro (novo, aceitável,...), onde e quando comprei, assim como adicionar outras informações.&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Página de livros — dados, resenhas, histórico e citações&lt;/b&gt;. Algo que eu achei demais (1) é ter um local específico de indicação dos prêmios que um livro ganhou. E também cada prêmio tem uma página com a lista de todos os livros premiados &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiS8YLPel7mV41n_QgihES5jjndXjqmUHZZ9fHiJj1Sl4ide0pcZ816KhCMtOGLR6CKcMZL5Cx8fAHiNINaXpq7e4o0wwBEI2PjTT_5f4HpNBY1nHxCH_oQNJ_mZo4HpKuXFirLE4VGsk-t/s1600/goodreads-awards-pr%25C3%25AAmios.jpg&quot;&gt;(imagem)&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
Além disso, (2) como a página de cada livro unifica todas suas edições em diferentes idiomas, é possível ver a resenha independente de qual foi a edição lida — apesar de poder filtrar por edição e classificação —; e o diferencial é que nele tem pessoas de vários lugares do mundo dando sua opinião &lt;a href=&quot;&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM6bkQVwwiTij4TxJGZ6zDq__6-WC781zPZ-wB8nsLpI5LUOCtt5tItF6pe1kz3MQ9hAHtjnfqNGvjkFU3ZXMFypcz-22-lvKHuqsyPhjiC4N-UuoxvsIw85cIU00AsqPAtz09b1tr8vkv/s1600/goodreads-resenha-review.jpg&quot;&gt;(imagem)&lt;/a&gt;. Outra coisa legal é que (3) dá pra cadastrar quotes — e ler as cadastradas pelos usuários — de livros e autores, sem ser dependente a histórico de leitura e resenha. E ah! (4) A partir da página do livro também dá pra recomendar a alguém!&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Interatividade&lt;/b&gt;. Fiquei bem satisfeita nesse sentido. Cada alteração — como coisas que curti, histórico de leitura, livros adicionados, etc. — aparece tanto na página inicial das pessoas como pode ser vista no meu perfil. Qualquer um pode comentar e dar like nesses status (o que o Skoob andou implementando também!), mas algo ainda exclusivo do Goodreads é que também recebemos notificações relacionadas às nossas resenhas.&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Meta de leitura&lt;/b&gt;. Achei bem mais justa essa meta de leituras, na qual a gente só define a quantidade de livros que quer ler, não os livros em específico — já que, né, vão surgindo livros diferentes e eu sempre mudo de ideia em relação aos livros que vou ler.&lt;br&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXYo5Ql7UjHyP0FojPmjri-mII7HSnFLwdpYbyVbADdSknHarV4FmcT4Gv2DvKe_ZVDUrSaLMcutJDlR7uEnNGaFWwxXQWBi3Bi5QG8oEFRfLii4o7PKGV14QLu9Tkw_BMsJBWgpW_QXM5/s1600/goodreads-meta-de-leitura.jpg&quot; width=&quot;100%&quot;/&gt;&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aparência e praticidade&lt;/b&gt;. O sistema do Goodreads é bem rápido, fluido e organizado! Consigo encontrar as coisas de um jeito intuitivo, mesmo que antes de &quot;explorar&quot; eu o tenha achado estranho por ter várias funções. Não acontece como no Skoob de uma página demorar por sobrecarga ou de termos que marcar algo mais de uma vez — como quando, por exemplo, indicamos que temos um livro, atualizamos a página e tal marcação some.&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Versão mobile&lt;/b&gt;. Uso o Windows Phone e para ele ainda não foi desenvolvido nenhum aplicativo do Skoob. E do Goodreads, apesar de não-oficiais, existem alguns — como o &lt;a href=&quot;https://www.windowsphone.com/en-us/store/app/social-reads/edd75dd6-aeb8-4ead-9562-80bc7b91611e&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;Social Reads&lt;/a&gt;. De todo modo, para atualizar meus status de leitura eu entro nos dois pelo navegador do celular e, enquanto o Skoob não é adaptado para telas menores, o Goodreads tem uma versão móvel embutida.&lt;/ul&gt;

Além dessas características o Goodreads possui muitas outras coisas, como grupos, sorteios, um &lt;i&gt;Goodreads Choice Awards&lt;/i&gt; definido pelos usuários e por aí vai. Mas apontei as funções que tenho usado e que gostei bastante.&lt;br&gt;
Ok, mas se o Goodreads tem tudo isso, por que vou continuar usando o Skoob?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Pontos positivos do Skoob&lt;/b&gt;&lt;br&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;É brasileiro&lt;/b&gt;. Logo, há muitos usuários com meu idioma padrão e tenho como conversar com gente mais próxima.&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Acervo&lt;/b&gt;. Considerando o que foi dito acima, a maioria dos livros cadastrados é em português. Assim, o Skoob é muito útil quando quero descobrir outras coisas para eu ler — já que só agora comecei a tentar ler livros em inglês. Além disso, dá para conhecer vários livros de novos autores nacionais.&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Cortesias&lt;/b&gt;. Talvez só essa palavra já seja autoexplicativa, né? Tem sorteios de vários livros — em português — que tenho vontade de ler e apesar de eu nunca ter ganhado nada lá continuo tentando.&lt;/ul&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Trocas&lt;/b&gt;. Também levando em conta o primeiro tópico, existe uma facilidade enorme para realizar trocas. Por meio dele, faço várias trocas de livro x livro — nunca usei o tal sistema plus, mas também me parece bom.&lt;/ul&gt;

&lt;b&gt;Ou seja&lt;/b&gt;, apesar de o Goodreads me agradar muito mais no sentido de usabilidade (se quiser saber sobre meus andamentos de leitura, indico &lt;a href=&quot;https://www.goodreads.com/user/show/8180197&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;me acompanhar por lá&lt;/a&gt;!), continuo com o Skoob.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;strike&gt;
Com isso, fui mexendo nas estantes dos dois e percebi que usá-los juntos é uma ferramenta bem prática para organizar minhas leituras. Como tenho muitos livros que ainda não li, assim como tenho uma wishlist gigante que a cada dia cresce mais, mantive todos esses livros no Skoob. Isso funciona muito bem, já que é nele que troco e conheço muitos livros. E, no Goodreads, tenho adicionado os livros só depois de passá-los por um boa peneira. Quer dizer, além dos livros que já li, coloco só os que considero prioridade. Assim dá pra centralizar muito mais minhas próximas leituras, ver meu ritmo e tudo mais.&lt;/strike&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;[edit]&lt;/b&gt; Acabei migrando todos os livros para o Goodreads, mesmo! No Skoob, ficaram só os para troca. &lt;b&gt;[/edit]&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Espero então que meu comparativo tenha sido útil pras pessoas que andam pensando em maneiras de organizar seus livros, leituras, metas e por aí vai!&lt;br&gt;
</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2015/07/skoob-e-ou-goodreads.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK_cj0d7ChlO5_miG5lQ4DczOl46fEof-s3V0gr67S3JJBlizvcwc0HolBHLxOCJwBP5ZfaL7_eUkJFSfXM4jUVE87DosSFgZw_yyYfk9bDMhjJgyKgx1vHTnPycXPV8agA-2uhEpoYcV_/s72-c/goodreads-shelves-estante.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6988414806810909149.post-8562439773292236975</guid><pubDate>Tue, 07 Apr 2015 17:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-11T15:44:25.334-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano</category><title>tempo ou dinheiro</title><description>&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0CXLqFCxiG64Z4_UkHmiOCAY-Y1ohsFvh_pGrUU3Ghjmjvqy5Xao54bjnOHIAOtY61WWmxNg40ZqfZJnl0Tk1Ql-1L_isZIsEXc8rdafrcEZk8yGNUs3lH7xfyjJQ4QsFWILNwmYK2Jr-/s1600/tempo-dinheiro-cotidiano-hobby.jpg&quot; width=&quot;100%&quot;/&gt;

&lt;p&gt;fica aqui a reflexão que recebi na newsletter do &lt;a href=&quot;http://www.alexcastro.com.br/&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;Alex Castro&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://alexcastro.com.br/conselho/&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;conselho&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/br&gt;
hoje, uma jovem me pediu conselho de carreira.&lt;/br&gt;
só tenho um, dividido em três partes:&lt;/br&gt;
evite ao máximo trabalhar, para não ser tentada a consumir.&lt;/br&gt;
evite ao máximo consumir, para não precisar trabalhar.&lt;/br&gt;
evite ao máximo procriar, para não usar a prole como desculpa para vender sua alma ao mercado de trabalho e ao mundo de consumo, fazendo concessões que jamais faria por si mesma.&lt;/br&gt;
evitando essas três armadilhas, o mundo vai se abrir para você em infinitas possibilidades.&lt;/br&gt;
ou não.&lt;/br&gt;
na pior das hipóteses, sua vida vai ser muito mais simples.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://fabiolaborges.blogspot.com/2015/04/tempo-dinheiro-cotidiano.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabíola Borges)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0CXLqFCxiG64Z4_UkHmiOCAY-Y1ohsFvh_pGrUU3Ghjmjvqy5Xao54bjnOHIAOtY61WWmxNg40ZqfZJnl0Tk1Ql-1L_isZIsEXc8rdafrcEZk8yGNUs3lH7xfyjJQ4QsFWILNwmYK2Jr-/s72-c/tempo-dinheiro-cotidiano-hobby.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item></channel></rss>