<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>A R Q U I T E T E M O S</title><description>Arquitetura ∙ Arte ∙ História ∙ Urbanismo</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</managingEditor><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:17:14 -0700</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://arquitetemos.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Arquitetura ∙ Arte ∙ História ∙ Urbanismo</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Áreas da Arquitetura e Urbanismo</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2015/01/areas-da-arquitetura-e-urbanismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Sat, 31 Jan 2015 10:50:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-5871064879946302833</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Olá pessoal! Mais um post em que tento sanar a dúvida de algumas pessoas que entram em contato.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O post de hoje fala de uma forma resumida sobre as áreas mais famosas da Arquitetura, o que o arquiteto faz em cada área, qual o perfil do estudante e qual curso se deve fazer pra atingir essa área. Conforme for surgindo mais áreas vou atualizando esse post. Enquanto isso, deixo estas aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Espero que gostem!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Projeto Residencial&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; como o próprio nome diz: projeto de residências podendo ser unifamiliares ou habitações coletivas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz:&lt;/b&gt; projeto da casa, layout interno básico, paisagismo básico. Lembrando que nesse projeto pode-se contratar um engenheiro civil para fazer os cálculos das vigas e afins.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do estudante:&lt;/b&gt; ser comunicativo pois precisa compreender as necessidades do cliente e sana-las no projeto. Ser atento a detalhes de clima do local, perfil do usuário... tudo pra deixar o projeto perfeito. É legal ter uma noção de layout interno, noção de paisagismo, de elétrica e hidráulica. Caso fique a desejar nos dois últimos itens, contrate profissionais para tal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos livres:&lt;/b&gt; pós em gestão de projetos, gestão de obras, sustentabilidade; curso de decoração prática, planta humanizada, maquete eletrônica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Projeto Comercial, Industrial e Institucional&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; projeto de comércios e indústrias de pequeno, médio e grande porte bem como escolas e creches.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz:&lt;/b&gt; além do projeto em si, no caso de indústrias por exemplo, é necessário fazer todo um estudo dos equipamentos que serão postos no local para identificar o melhor layout interno e garantir o fluxo perfeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do Estudante:&lt;/b&gt; Atento aos mínimos detalhes; extremamente objetivo e prático. Nessa área o lado artístico não é requisito primordial.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos livres:&lt;/b&gt; pós em gestão de projetos, gestão de obras, sustentabilidade; curso de desenho universal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Interiores&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; design de interiores + decoração&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz:&lt;/b&gt; estudo do espaço interno de qualquer tipo de edificação (residencial, comercial etc) para aprimorar o fluxo e o conforto ambiental.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do Estudante:&lt;/b&gt; Detalhista, funcional e artístico. Conhecimento em Conforto Ambiental é primordial bem como conhecimento em estilos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos livres:&lt;/b&gt; pós ou técnico em Design de Interiores; curso de feng shui, planta humanizada, maquete eletrônica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Paisagismo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; como o próprio nome diz: paisagens. Aquele "mexer com planta" que a gente sempre ouve.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz: &lt;/b&gt;compõe jardins, praças, espaços externos, espaços verdes. Escolhe as melhores plantas de acordo com suas necessidades (pouca ou muita insolação, por exemplo).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do Estudante:&lt;/b&gt; Gostar de plantas, conhecer muito sobre elas, ter perfil artístico. No geral, profissionais dessa área são sentimentais, o que ajuda e muito num belo trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos livres:&lt;/b&gt; Pós ou técnico em Paisagismo; curso de técnicas de paisagismo, iluminação externa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Urbanismo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; estudos e técnicas relacionados ao funcionamento da cidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz:&lt;/b&gt; Geralmente trabalha junto ao órgão gestor da cidade buscando soluções de infraestrutura. Ajuda em projetos de combate a enchentes da cidade, fluxo do transito e tudo o mais que mantem o bom funcionamento do espaço urbano.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do Estudante:&lt;/b&gt; altruísta, objetivo, lógico. Nessa área o lado artístico não é requisito primordial.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos livres:&lt;/b&gt; Pós em Urbanismo, Engenharia Urbana, Mobilidade; curso de desenho universal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Restauração&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; outro nome óbvio, mas que pode ser confundido com revitalização, requalificação e afins.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz:&lt;/b&gt; projetos de restauração, recuperação e manutenção de locais tombados. Trabalha gerenciando a obra de restauro e afins.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do Estudante:&lt;/b&gt; Forte senso artístico, conhecimento em estilos e história da arte e arquitetura, gostar de trabalhos manuais, paciente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos livres:&lt;/b&gt; Pós em Restauração; curso de técnicas retrospectivas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;#Cenografia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que é:&lt;/b&gt; composição de espaços temáticos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O que o Arquiteto faz:&lt;/b&gt; geralmente monta a cena da peça do teatro, as cenas de novelas, séries e propagandas de acordo com o tema. Compõe também stands de vendas e apresentações em feiras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Perfil do Estudante:&lt;/b&gt; conhecimento em estilos e história da arte e arquitetura, forte senso artístico, detalhista.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pós e cursos:&lt;/b&gt; Pós em cenografia; cursos de ambientação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><title>Estrutura de Alvenaria e Estrutura Metálica: vantagens e desvantagens</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2014/06/estrutura-de-alvenaria-e-estrutura.html</link><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Wed, 25 Jun 2014 18:23:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-3421315746426208051</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;O tipo de estrutura utilizado em uma obra será determinante em muitos aspectos como custo, durabilidade ou mesmo questões estéticas. A escolha de uma estrutura deve ser feita juntamente com as necessidades do espaço a ser construído, já que um lado vai depender do outro (questões como desempenho térmico, tamanho do vão, altura da edificação etc).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Abaixo, as principais vantagens e desvantagens da eterna dúvida: "alvenaria ou aço?".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-G5KsK12WwtI/U6t4HvbgKAI/AAAAAAAACUI/3CkAyRsm9vY/s1600/estrutura+met%C3%A1lica+e+alvenaria.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-G5KsK12WwtI/U6t4HvbgKAI/AAAAAAAACUI/3CkAyRsm9vY/s1600/estrutura+met%C3%A1lica+e+alvenaria.jpg" height="209" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;ESTRUTURA DE ALVENARIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;A estrutura de alvenaria, utilizada desde a Babilônia, ainda é a mais famosa e mais usual. Constituída por unidades de blocos (cerâmicos, concreto...) que são unidas por argamassa, ela distribui o peso da edificação pelas paredes e descarrega no solo. Como é a mais utilizada, faz parecer que é a melhor, mas nem sempre é assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Vantagens da Estrutura de Alvenaria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Mão de obra - todo pedreiro sabe fazer. Mas lembrando que a mão de obra é grande determinante na qualidade final;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Isolamento termoacústico;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Flexibilidade - Se você errar, pode-se consertar ainda na obra ou mesmo fazer alterações no projeto depois dela já feita;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Custo - em muitas regiões a estrutura de alvenaria ainda é a opção mais barata por conta da mão de obra e materiais acessíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Desvantagens da Estrutura de Alvenaria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Espaço - necessita de espaço maior no canteiro de obras pra guardar os blocos e afins;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Sujeira / Entulho - querendo ou não, a alvenaria causa muita sujeira. Ter que abrir a cavidade para passar tubos e fiação ou abrir outros vãos vão sujar e muito o local. Caso necessite fazer alguma alteração, o que é possível com essa estrutura, renderá mais alguns quilos de entulho...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Peso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Depende de outros materiais - Argamassa, por exemplo. Essa dependência pode elevar o custo da construção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Limitação de tamanho - Obras gigantescas já foram feitas com essa estrutura, mas hoje em dia ela é viável para pequenas edificações por não permitir grandes vãos, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;___&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;ESTRUTURA METÁLICA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;As estruturas metálicas são uma forma genérica de se referir a estruturas feitas de aço moldados a quente, a frio, aço carbono, aço de baixa liga... existem várias ligas, mas aqui trataremos de uma forma geral sobre as vantagens e desvantagens dessa estrutura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;O Brasil é o 15o. país na exportação de aço e a utilização do mesmo é crescente no país por conta das inúmeras vantagens na utilização do material.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Vantagens da Estrutura Metálica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Grandes vãos &amp;nbsp; - &amp;nbsp; A história da Arquitetura vem frisando essa vantagem e ela é a maior característica dessa estrutura;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Peso &amp;nbsp; - &amp;nbsp; Por serem mais leves, as estruturas em aço podem reduzir em até 30% o custo das fundações;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Reciclabilidade &amp;nbsp; - &amp;nbsp; O aço é 100% reciclável e as estruturas podem ser desmontadas e reaproveitadas com menor geração de rejeitos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Compatibilidade com outros materiais &amp;nbsp; - &amp;nbsp; O sistema construtivo em aço é perfeitamente compatível com qualquer tipo de material de fechamento, tanto vertical como horizontal, admitindo desde tijolos e blocos até painéis dry-wall;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Menor prazo de execução &amp;nbsp; - &amp;nbsp; A fabricação da estrutura em paralelo com a execução das fundações, a possibilidade de se trabalhar em diversas frentes de serviços simultaneamente, a diminuição de formas e escoramentos e o fato da montagem da estrutura não ser afetada pela ocorrência de chuvas, pode levar a uma redução de até 40% no tempo de execução quando comparado com os processos convencionais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Flexibilidade de uso &amp;nbsp; - &amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: black; line-height: 20.15999984741211px; text-align: justify;"&gt;Não há limitações para o tipo de configuração dos edifícios com estrutura em aço, além de serem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;especialmente indicada nos casos onde há necessidade de adaptações, ampliações, reformas e mudança de ocupação de edifícios. Tornam também mais fácil a passagem de dutos como água, ar condicionado, eletricidade, telefonia etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Desvantagens da Estrutura Metálica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Inflexibilidade &amp;nbsp; - &amp;nbsp; Ao mesmo tempo em que podemos considera-la flexivel, podemos considerar o contrário. Caso uma alteração do projeto seja feita, isso vai resultar em dor de cabeça. A alteração dessa estrutura depois de calculada não é fácil e muitas vezes inviável;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Mão de obra &amp;nbsp; - &amp;nbsp; Se a mão-de-obra não for especializada, nada vai acontecer. E esse tipo de mão-de-obra ainda não é fácil de se encontrar e os preços também não são tão baixos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Acessibilidade &amp;nbsp; - &amp;nbsp; A acessibilidade a essa estrutura em muitos pontos do Brasil é o que encarece essa estrutura pela questão do transporte;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Corrosão &amp;nbsp; - &amp;nbsp; Além de ser uma parte cara e um tanto difícil de se executar, o tratamento anti-corrosão precisa de atenção. Muito tempo de exposição à intempéries abaixa a resistência do material assim como a selagem mal feita;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;-Fogo &amp;nbsp; - &amp;nbsp; Um tratamento anti-chama nas estruturas metálicas é solicitação dos Corpos de Bombeiros. O aço obviamente não é combustível, mas quando exposto a alta temperatura a sua resistência reduz. E esse tratamento, mais uma vez, é bem caro...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="color: #222222;"&gt;Fontes: Material próprio e sites "EHow" e "CBCA Arco Brasil". Imagem de "Fórum&amp;nbsp;da&amp;nbsp;Construção"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/-G5KsK12WwtI/U6t4HvbgKAI/AAAAAAAACUI/3CkAyRsm9vY/s72-c/estrutura+met%C3%A1lica+e+alvenaria.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Como ocorrem as implosões</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2014/04/como-ocorrem-as-implosoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Fri, 18 Apr 2014 18:47:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-2118853452369534046</guid><description>&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;PREPARATIVOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;Antes mesmo de inserir os explosivos em pontos estratégicos, é necessário retirar toda a fiação da edificação e desativar o sistema hidráulico. Para edificações pequenas é aconselhável retirar as telhas antes da demolição.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="color: #222222; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;Logo, os explosivos são inseridos nas colunas de sustentação (elas precisam cair para garantir o sucesso da&amp;nbsp;implosão). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;Para evitar que estilhaços voem para a vizinhança, as colunas são embaladas com material antiperfurante. Pelo mesmo motivo, a fachada do&amp;nbsp;prédio&amp;nbsp;recebe uma espécie de rede de contenção, mas mesmo assim é necessário que a vizinhança se ausente e que o entorno fique inacessível durante a implosão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;DETONAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #222222;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;Os explosivos são acionados a pequenos intervalos. Cada dinamite tem um temporizador que determina em qual momento ele explodirá (0,1 segundo após o início da&amp;nbsp;implosão, 0,2 segundo, 0,3 segundo etc).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;DESABAMENTO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;Para destruir a sustentação do&amp;nbsp;prédio, as explosões começam pelos andares baixos (o que garante a queda do topo) e pela parte central (fazendo paredes caírem para dentro). Isso evita atingir outros prédios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&amp;nbsp;Depois de o&amp;nbsp;prédio&amp;nbsp;ruir, o entulho é retirado com escavadeiras. Uma equipe de prestadores de serviços, como vidraceiros, encanadores e eletricistas, fica de prontidão para resolver qualquer dano aos vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Lembrando que grandes implosões devem ser feitas em dias de pouco movimento e em horários apropriados, para que de tempo da evacuação do entorno, caso algo dê errado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;b&gt;IMPLOSÕES FAMOSAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Um exemplo famoso de implosão que não deu certo é o prédio já abandonado na Turquia. Os explosivos foram direcionados de forma errada, o prédio caiu para o lado e rolou até o prédio vizinho que, por sorte, não teve problemas. O vídeo pode ser visto no &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=PlPtex8rDLo" target="_blank"&gt;Youtube&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Outro exemplo que gerou polêmica foi o prédio do Moinho, no centro de São Paulo. A implosão não colocou abaixo todos os andares, mas o prefeito insistiu em dizer que o objetivo foi atingido e concluiu a ação como bem sucedida e pode ser &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=XXfkI368v98" target="_blank"&gt;visto aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;O Aladdin Hotel, em Las Vegas, implodido em 1998, é um exemplo de implosão bem sucedida, podendo ser visto aqui no &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=GdBlU1UCgW0#t=66" target="_blank"&gt;Youtube&lt;/a&gt;. Outro exemplo de implosão bem sucedida é recente: o hospital abandonado em Araçatuba, que também pode ser &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&amp;amp;v=mAHdE3EclKI#t=51" target="_blank"&gt;visto aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Porque estudar Arquitetura pt.2</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2013/08/porque-estudar-arquitetura-pt2.html</link><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Sat, 3 Aug 2013 13:59:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-8220478014397306215</guid><description>&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222;"&gt;Mesmo após ter criado o post &lt;/span&gt;&lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com.br/2011/12/porque-estudar-arquitetura.html" target="_blank"&gt;PORQUE ESTUDAR ARQUITETURA&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222;"&gt;, ainda é muito grande o número de pessoas que me procuram perguntando quase sempre a mesma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Estou fazendo este post para sanar as atuais dúvidas que veem lotando minha caixa de email e que eu sempre respondo com o maior prazer!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;A pergunta que não quer calar:&amp;nbsp;&lt;b&gt;como é a grade do curso de Arquitetura?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Bem, como eu disse no&lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com.br/2011/12/porque-estudar-arquitetura.html" target="_blank"&gt; post pioneiro&lt;/a&gt;, a grade varia de universidade a universidade, mas nunca deixa de ser bem ampla e flexível abrangendo quase todas as matérias que você estudou no colegial. A melhor coisa a se fazer é olhar no site da universidade de sua escolha quais as matérias que eles disponibilizam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Estudante de Arquitetura precisa saber Desenhar?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Não!! Não precisa saber desenhar! Se você souber algumas técnicas e tiver boa relação com o lápis ajuda bastante, mas caso contrário, você não será um péssimo Arquiteto por isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Vou deixar claro que há 2 tipos de desenho na Arquitetura: o Técnico e o Artístico. Acreditem: nenhum depende unicamente de dom. O Desenho Técnico, como o próprio nome diz, depende muito da geometria, do compasso, da régua. Nessa matéria é ensinado, basicamente, vistas tridimensionais e normas técnicas de representação para a produção industrial. O Desenho Artístico não tem quase nada de teoria e depende muito da prática. Mesmo você sendo aquele tipo de pessoa que faz cara feia pra desenhar e que admite que só sabe fazer "homem palito", você não terá motivos para não gostar dessa matéria. No geral é ensinado técnicas de desenho (desenhar de ponta cabeça, por exemplo), técnicas de representação (pontilhismo) e técnicas de pintura (aquarela, carvão...). O que pude concluir nessa matéria foi que desenhar não depende de dom, mas sim da prática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Estudante de Arquitetura precisa gostar de Matemática?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;A área de Exatas do curso é&amp;nbsp;enfatizada na Física e não na Matemática, o que pra muitos pode ser motivo de desistência do curso. Até onde estudei só vi a Mecânica - Estática que não é todo esse monstro se o estudante se dedicar à matéria. Fazer inúmeros exercícios ajuda e muito!!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Então precisa gostar de Física? Não precisa gostar, mas tem que aprender. Na realidade, todo mundo tem esse medo da Física porque nunca compreendeu a dinâmica da matéria na época do colegial. Em Arquitetura a Física é aplicada à lógica do curso, o que a deixa mais&amp;nbsp;compreensível&amp;nbsp;e aturável. Confesso que muitos exercícios não são fáceis, mas é delicioso conseguir executá-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Arquiteto ganha bem?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Essa pergunta não tem fundamento. Ser ou não ser bem sucedido vai depender do seu empenho como estudante, um pouco da sorte para ser reconhecido e da área em que você atuar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Se na sua Carteira de Trabalho conter o cargo "Arquiteto", muito provável você ganhará bem. Se você é o dono do escritório dependerá dos 3 fatores acima. Lembrando que em muitos locais a Carteira de Trabalho é assinada com o cargo de "Projetista", o que rebaixa o seu salário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Em quais áreas o Arquiteto pode atuar?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Projeto, Obras, Restauração, Revitalização, Patrimônio, Desenho, Paisagismo, Cenografia, Urbanismo, Maquetes, Ergonomia, Design, Vitrinismo, Conforto Termoacústico...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Inúmeras. São muitas áreas mesmo! Depois que você começar o curso vai entender que Arquitetura é uma formação tão ampla que se torna muito difícil haver um local de trabalho em que um Arquiteto não poderia estar interferindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;O que eu posso fazer enquanto não começo o curso de Arquitetura?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Você pode fazer cursos profissionalizantes como Edificações, Desenho Técnico, AutoCad, SketchUp, Design de Interiores... Ou mesmo ler algum livro da área que mais interessar. Seguem alguns que gostei muito:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;"Concepção Estrutural e a Arquitetura" Y.C.P.Rebello - Para a área de Estruturas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;"A História da Arte" E.H.Grombich - Linha cronológica da Arte, Arquitetura e Escultura.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;"A História da Arquitetura" J.Glancey - Resumão cronológico sobre a Arquitetura no mundo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;"Morte e Vida de Grandes Cidades" J.Jacobs - Uma visão crítica sobre Urbanismo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Essas são as perguntas que mais venho respondendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Se gostou, dá uma CURTIDA no blog ali no cantinho direito superior ou aqui no final da página!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Até a próxima!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Regionalismo Crítico</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/09/regionalismo-critico.html</link><category>acadêmica</category><category>história</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Sun, 2 Sep 2012 18:17:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-1193194052856681090</guid><description>&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;“Uma região pode desenvolver ideias. Uma região pode aceitar ideias. A imaginação e a inteligência são necessárias para ambas as coisas” &lt;/em&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;font style="font-weight: normal" size="2"&gt;Kenneth Frampton –&amp;nbsp; História crítica da Arquitetura Moderna&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh94dGDWNeBQFyAroZ9OWW3imMY7_V7Z_0hh6duk3a3fN5yvlEuHj9APiAXOZNMJZzabLOCxoOWWJiyVTE3QiIzE7cfZsofj-64AVJK_pb7-ZOJCEpyGn-CHHh5ftPb4Z2rccGAuTOCguM/s1600-h/ITV-Paulo-Mendes-Rocha2.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="ITV Paulo Mendes Rocha" border="0" alt="ITV Paulo Mendes Rocha" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcu7a4QdbjkhqxCsbPldf8Ux-gWBHQwA9aqap-rzRBsbhWuadvKsXG3IGNFlLR_wLfFOSHvaJ8I7KzYl94k_ZhZ8yJ_G6neQeer3bFN6500pqCnib_9P2oycnFzWy5-ezZ6wIwSXDmmxs/?imgmax=800" width="270" height="146"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;O progresso da humanidade está implícito ao fenômeno da universalização, destruindo, contudo, os núcleos éticos e culturais das grandes civilizações e das culturas tradicionais, levando a conflitos. Uma nação para se desenvolver tem de se desenraizar de algum modo do seu passado e racionalizar-se científica e tecnicamente. Nem todas as culturas conseguem absorver o impacto da civilização moderna. O ideal seria um progresso aliado às origens. &lt;p align="justify"&gt;O regionalismo crítico pretende identificar determinados fenômenos regionais (cultura,mito, artesanato, clima) e interagi-los e integrá-los com determinados “serviços” úteis para a prosperidade da região. A representação disso no futuro dependerá da nossa capacidade para gerir formas de cultura regional, onde se incorporem influências externas de outras civilizações. É importante respeitar a topografia, os materiais da região, o artesanato, as subtilezas da luz local; um respeito que se sustém sem cair no sentimentalismo de excluir as formas racionais e técnicas modernas. A cultura regional não deverá ser algo dado e imutável,mas um dado consciente.  &lt;p align="justify"&gt;O regionalismo crítico manifesta-se como uma arquitetura conscientemente delimitada, dando especial realce ao enquadramento tectônico da obra, estabelecendo limites físicos e temporais ao arquiteto. O princípio regional alimenta a cultura local embora sempre aberta à admissão e assimilação de ideias procedentes do estrangeiro. A força da cultura provinciana reside na sua capacidade para condensar o potencial artístico e crítico da região ao mesmo tempo que assimila e interpreta as influências externas.  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitFPdPOjD72blpuU-tAK3qPD3MHPcLocWS6T3wWZQ6GV4Br0kNXmYnufOJ6NkgspqDZnwc_DQvaPFMx5IZ4ds3-w-dv0dYNIt9aMzwMpbVSdC3MAjUkBVkItGeMJ3h5bfXNoMHBtDb0GQ/s1600-h/Casa-da-Ponte5.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Casa da Ponte" border="0" alt="Casa da Ponte" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimFqldmNovoAWsvX_uyJNgTBadG3irh-SpLB8RfufR5l1yHCmR9_HoHLAo65eZBBkCHB0Hg5NxFzFQJSuMzP52s6zO48ntHTxFxkDWUBcIbSg0h6zRcVfdiyJ3GSfzFC7B7YyotpJjbfk/?imgmax=800" width="378" height="254"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Kenneth Frampton aborda diversos conceitos culturais e arquitetônicos com a referência a vários locais, onde demonstra a capacidade de simbiose entre os aspectos tradicionais e culturais e outros elementos alheios às diferentes civilizações. Referência a vários arquitetos e às suas obras com tendências regionalistas, entre outros Bohigas, Coderch ambos da escola de Barcelona, vivendo uma situação cultural complexa no ante guerra, obrigados por um lado a obedecer aos valores tradicionais e&amp;nbsp;&amp;nbsp; por outro à responsabilidade política; Álvaro Siza, cujas obras são sempre respostas às paisagens onde são inseridas e respeitando os materiais e as condições locais; Abraham e Barragan cujas casas adotam uma forma topográfica. Nas obras deste último são bem visíveis as marcas da sua origem mexicana, tendo absorvido as suas influências e embora modernizado, foi sempre muito crítico em relação aos vários aspectos da vida quotidiana moderna. Critica as condições de vida quotidiana atuais e a falta de intimidade que nos invade através do rádio, televisão, telefone; o afastamento cada vez maior entre os seres humanos e a natureza, mesmo quando saem das áreas urbanas, devido ao “encerramento” do homem no automóvel.  &lt;p align="justify"&gt;Distinguem-se dois tipos opostos de regionalismo crítico: o restringido e o liberado. Este permite uma maior liberdade de expressão; são sintonizados os pensamentos surgidos na época e nesse lugar, de forma mais consciente e mais livre do que o era tradicionalmente; a sua virtude é que a manifestação desse regionalismo tem significado também para o mundo exterior a ela. Para o expressar de maneira arquitetônica é necessário construir&amp;nbsp; bastante – muito e em pouco tempo. O Movimento Moderno dirige-se à universalidade; encerrado a estilos de vida individuais e à diferenciação regional. É difícil expressar através de um vocabulário aberto e internacionalista, as sensibilidades, os costumes, a consciência estética, a cultura diferenciada e as tradições sociais.  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;Usuário do Scribd “Bettylolas”&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcu7a4QdbjkhqxCsbPldf8Ux-gWBHQwA9aqap-rzRBsbhWuadvKsXG3IGNFlLR_wLfFOSHvaJ8I7KzYl94k_ZhZ8yJ_G6neQeer3bFN6500pqCnib_9P2oycnFzWy5-ezZ6wIwSXDmmxs/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Arte Egípcia</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/07/arte-egipcia.html</link><category>Egito</category><category>história</category><category>paganismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Mon, 16 Jul 2012 10:27:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-7417872489775853640</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWD24ONHHf8AlMqDa1RhHy18-rdEvHzAvHinC3S-U1KzKugp1-lkhqXDv4ag9Nttvckm1n5ug9TlKRzS88GfITqak5aCFUaNergywJoMk9Lu3KBcOB-pY8_8Id_yaCJvL7BJYsjhlrZ8M/s1600-h/EgitoNapoleaoEsfinge%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Vue du sphinx et de la grande pyramide, prise du sud-est. Cuivre - Schroeder - 43,2 x 60 cm - Eau-forte, burin" border="0" alt="Vue du sphinx et de la grande pyramide, prise du sud-est. Cuivre - Schroeder - 43,2 x 60 cm - Eau-forte, burin" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXsD0Ohd1ixciudoLAcSgvLjiVyhasxU-jQ-QYB0wLtYPCArNaBbsOlflaGhalKMl8ntqDmI3TsXfaAfcFVczAsOMPZibMoAzF8e3NAVXezZAny3zGcnYnpOTCCm4bxwzIeHo9oKsV4bc/?imgmax=800" width="348" height="261"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quando pensamos em mostra artística egípcia temos um padrão de pensamento beirando a unanimidade: pirâmides e desenhos de pessoas quase sempre na mesma posição corporal e sem nenhuma feição.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Não é para menos: a característica mais marcante de arte egípcia, além da forte aproximação com a &lt;strong&gt;esfera religiosa&lt;/strong&gt;, é justamente as &lt;strong&gt;formas geométricas&lt;/strong&gt; bem definidas e os corpos todos em &lt;strong&gt;padrão&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Era de costume desse povo que, quando alguém muito importante morresse, fossem mortos também seus servos para que acompanhassem até a chegada aos céus. Percebendo a pouca praticidade dessa atitude, o sacrifício dos servos foi substituído pelas pinturas. As pirâmides serviam como grande cemitério guardando os corpos de diversos nativos e, para acompanhar a chegada dos mesmos aos céus, eram feitos desenhos nas paredes de suas tumbas. Essa atitude vem de um ato mais antigo praticado pelos povos primitivos: os desenhos feitos nas cavernas (as pinturas rupestres) não contavam histórias, mas sim exprimiam desejos. Os caçadores primitivos acreditavam que se fosse feito uma imagem de sua presa os animais verdadeiros sucumbiriam ao seu poder. Uma conjectura, pois bem, mas muito bem apoiada. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Para ser artista nessa época que se iniciou por volta de 3.000aC, era preciso seguir regras de representação. O imperador deveria ser a figura humana em maior escala; sua esposa, seus filhos, seus servos e qualquer outra figura humana deveria ter um tamanho notavelmente reduzido; as estátuas sentadas deveriam ter suas mãos levadas ao joelho; homens deveriam ser pintados com cores mais escuras em relação às mulheres; o Rei Anúbis deveria ser representado com uma cabeça de chacal e Hórus com cabeça de falcão. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK360R388Qvtt6EXCAc38wRHr_eoaJlZnXkbp2kR_fE__ySiq_roHUl2KKnWndjhiYFKASCJBhnFgCi0uqwgxmpB4tnmpbUk1JRMTWmZ_HtBg7GjLuJhRnBm5qECxl9GzHnqsc2bE2AdM/s1600-h/deus_anubis5.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="An&amp;uacute;bis comparando o peso de um cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o peso de uma pena" border="0" alt="deus_anubis" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLxXxBM4QJR0RpOKPIdxvDFQHutQp1zC8g4zbzfxZZY3JrstKtzsFuIObcp3LuKX5rixGzAwl9ht_8d_dEVTS1zsIcKvtou2_A3Kjsqqb3sqqO5Fxr3_zD2PSr1jnlTUAr4CN4_4jWh6c/?imgmax=800" width="480" height="278"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Outro ponto importante na arte egípcia é o de que todo o desenho era representado na sua forma mais característica. Para compreender tal, basta olhar ao desenho. O rosto é melhor visto quando de perfil e apesar disso, os olhos eram sempre desenhados como se estivessem de frente; os ombros, também desenhados de frente, asseguram o seu melhor ângulo e, reparem, dois pés esquerdos mostram que os artistas da época ignoravam os dedos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Essa tradição rigorosa sofreu um abalo com a chegada da 18ª Dinastia, em 1360aC com o imperador Akhnaton. O imperador era devoto do deus Aton e não ligava para a rigidez da época. Os desenhos, durante aproximadamente 30 anos, tomaram formas diferenciadas: auréolas e raios solares ao fundo como representação religiosa, homens e mulheres desenhados na mesma escala e na mesma cor, mãos pousadas fora do joelho e os dedos dos pés, por fim, foram exibidos. Essa expressão durou até mais alguns anos no reinado de Tutankhamon que não demorou muito e fez-se restaurar as velhas crenças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifi0Q1uNWMfdnlJ9OZzdn4QPZzncoXMI-Uv0pAbmhKETTEQ12TxmOgbslT5ktho1BIg3VnNS_RItMB64EhOkJJoMFI1Xgna57VuViynp5yvMJNTCBip-Lxx947KDzQxHcAJXyVn0ylqls/s1600-h/tutancmon2.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Tutankhamon e sua esposa sob novas formas de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o" border="0" alt="Tutankhamon" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrnNOU_8aQ9RLgUDbfZaESMa4Pz7j7lSklLl5crPEu44BEGZlsCCUK3kfurruIhoBecuMXC4s9abB8WA3TZ-m_ihZU06oitynJwT_BU6AA-D4_nbKdRKw81IcBVkNh8Ot5Z3uTSaNEonc/?imgmax=800" width="378" height="409"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quanto às edificações, eles desprezavam a linha curva e faziam constante uso de verticais e horizontais e, a partir delas, o triângulo, que tinha um significado mágico a esse povo. De &lt;strong&gt;estrutura simples e&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;regular&lt;/strong&gt;, os templos tinham temática mortuária (como quase tudo o que esse povo criou), ganhando destaque o Templo da Rainha Hatshepsut e a Tumba de Tutankhamon. O posicionamento de todas as construções seguia o conceito de &lt;strong&gt;força vital&lt;/strong&gt; emanada pelo sol como reguladora do ciclo da vida e da morte e era pelo curso do Nilo que essas construções se orientavam.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quando olhamos para toda a monumentalidade das obras egípcias, é de se perguntar quanto tempo e quanto esforço fora gasto. Tempo já estamos certos que não fora muito: há especulações que as Pirâmides de Gizé tenham levado 20 anos para serem finalizadas, o que pode ser um prazo bem curto, levando em consideração que os egípcios trabalhavam nas obras durante 5 meses no ano. Esses 5 meses se referem ao período de baixa(seca) do Nilo, em que a agricultura se tornava quase inviável.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwBm8jdYDK9kErtHd7CwGODyHZTSMmbbj6UYPyK9Fs9rpZ-1K7K09kzRwO8lvgcagKES3oJL1uLOgc8W4kFuykfLbT3Wv4uOKp6cPCEXAogGrQSmbkc1wlkCU56C8Xd7Iyx0XCtHhNXPw/s1600-h/Zoser%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Zoser" border="0" alt="Zoser" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUmIqPgn67qd16gN-v8V38oPxaYCoHOZGlrH0LELKVuOwzEMbfHbEiF9UYUbk85KLEkf4mZAWR47FNJOSW2d6ULpn-RuvgFEeX48ZkFCIbyUpoWU-LApbfG9RYgjdW0Aw0Her-E5TbEX0/?imgmax=800" width="332" height="228"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Imhotep&lt;/strong&gt;, o primeiro arquiteto da história conhecido por nome, trabalhou por volta de 2.778 aC no complexo funerário de Zoser, Sakkara. A construção é uma pilha de mastabas, o que originou as pirâmides em suas formas mais conhecidas. Nesse período, o uso de materiais construtivos se resumem a &lt;strong&gt;pedra e argila&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os egípcios viam sua arte como o ápice da perfeição e acreditavam que ela jamais se abalaria. Seguindo esta linha de raciocínio, é de se perceber que os egípcios &lt;strong&gt;construíam para a eternidade&lt;/strong&gt;. Até hoje suas obras são alvo de estudos que não conseguem chegar além de especulações.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Fonte: Gombrich, E. H. “História da Arte”, LTC, Rio de Janeiro, 2008.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXsD0Ohd1ixciudoLAcSgvLjiVyhasxU-jQ-QYB0wLtYPCArNaBbsOlflaGhalKMl8ntqDmI3TsXfaAfcFVczAsOMPZibMoAzF8e3NAVXezZAny3zGcnYnpOTCCm4bxwzIeHo9oKsV4bc/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>O cliente sempre tem razão?</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/06/o-cliente-sempre-tem-razao.html</link><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Fri, 15 Jun 2012 11:15:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-7232993618018506327</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDcVHwSNSfVnfW5rRHslOPgpZNGEWpOalUj_4BWlbZiA2lnUVz-diB1HwsdE_uvWXaojXeR-WlZO3rFVsrgneVb6PmH1N9gyTMo00wUpZ2iYeIqJYC1Tdq85NtfPX3zzOVH7gjBNtqKC4/s1600-h/o%252520cliente%252520sempre%252520tem%252520raz%2525C3%2525A3o%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="o cliente sempre tem raz&amp;atilde;o" border="0" alt="o cliente sempre tem raz&amp;atilde;o" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHnXfV7P5kMa7OBdgn2p0n4xYBZJbtngW1AzliTHZivzBuTaG1MztK_dQHuWkh5lD3sBOON2dFnKfNDNm9pf3T9zXraMWIbVfLNQZ3YxN_nKs5587F11YOwhiVq1ut_dGtPOPA624SVFo/?imgmax=800" width="220" height="240"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;Hora polêmica...  &lt;p align="justify"&gt;Posso sentir o furor após a afirmação, mas tenho que dizer que nunca concordei com a premissa de que o cliente tem razão, mesmo quando sou cliente.  &lt;p align="justify"&gt;Não tem coisa mais chata quando eu, em condição de cliente, percebo que o vendedor quer me empurrar algo mesmo que não me sirva. Uma peça de roupa que não tenha dado certo, um sapato que não combina... Eles dizem que ficou lindo e deixam muito óbvio o fato de que querem apenas vender.  &lt;p align="justify"&gt;Não posso nem imaginar o quão pior fica a situação quando se trata de um arquiteto querendo vender seu projeto. Fazem tudo o que o cliente pediu, mesmo sabendo que aquilo é inviável estética ou ergonomicamente falando. Fazem de tudo pra agradar, até jogam sua credencial na fogueira.  &lt;p align="justify"&gt;Mas será que o cliente sempre tem razão? Eu tenho certeza que não. Ele não faz ideia do que fala por que, se soubesse, jamais teria lhe procurado! Eles nunca sabem o que querem até que você apresente a eles!&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Me lembro de um trabalho da graduação em que tínhamos que projetar uma casa para uma família que já tinha em mente algumas preferências e uma delas era um banheiro que tivesse 2 portas que dessem em quartos distintos.&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Trágico.&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Que Arquiteto nesse planeta que tem amor pelo seu título, que estudou 5 anos e passou várias noites em claro teria a coragem de fazer algo assim? Na minha classe teve... e pelo resultado (inesquecível, diga-se de passagem) pude concluir que seguir 100% os requisitos do cliente não é o trabalho de um Arquiteto. Pelo menos não o de um que se preze.  &lt;p align="justify"&gt;Você não precisa se ajoelhar na frente do cliente e começar a perguntar "Por que, Deus?!" mas cabe ao Arquiteto dar uma orientação sutil que essa é uma ideia maluca.  &lt;p align="justify"&gt;Se o cliente insistir muito nesse devaneio, ceda. Mas ceda sabendo que a sua parte você fez.  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEir4JqVH8YkwhLH-dALS1RsmShaUeE6KfWbFvnfS9iC3IBigapG9kMs1MZX0h9s2k6ci4z3-6HUXqXVKD23Z7UarlHvA5_WRwbEETQssJK4jMdCtGNQRArKDFLUyuViOn6un0-RLl_3Y-g/s1600-h/cliente%252520chato%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="cliente chato" border="0" alt="cliente chato" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKnHJ4Ev4M9TJESfWBEKhM7Hf9npAMgmRIEKIutaYN9MDmvD2xOB5KsKj7VnLv1A4QUlTClWWWnt3fW9BVUMAUrNh26v6smmR0DSIL9R9DkkKDIGAlK2hPQmn-OvXLPvNRYLQIXfqjKnA/?imgmax=800" width="337" height="263"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;Imagem recebida por e-mail. Segundo o remetente, ela está pendurada na parede de uma oficina mecânica.&lt;/font&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Repito que, se o cliente tivesse razão, não estaria te procurando. Ele nunca tem razão e você tem que deixá-lo pensar que tem. Intervir numa maluquice, por exemplo, é fazer o seu papel, pôr em prática os anos de estudo e experiência sem deixar óbvio que o cliente é um leigo (e muitas vezes arrogante).  &lt;p align="justify"&gt;A grande questão é como se comportar nesses casos. Temos registros históricos que, desde a época de Bernini e Borromini o ego dos Arquitetos fora e continua sendo bem inflado. Não é para menos: no Renascimento eles eram tratados como representações divinas na Terra seguindo a linha de raciocínio de que "o Homem fora feito à imagem e semelhança de Deus; a obra que eu construo é à imagem do Homem; logo, o que construo é divino". Porém, alguns profissionais se esqueceram que os tempos mudaram e preferiram continuar nessa conclusão um tanto arrogante para os dias de hoje.&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;A partir disso, temos aqueles 2 padrões de projetistas: o Sabe-tudo e o Sei-de-nada (com todo respeito, ou só um pouco dele...). O Sabe-tudo é aquele que ainda vive no Renascimento e se acha Deus, não quer dar ouvidos a ninguém e acha que seus projetos são expressões do ápice de sua inteligência e criatividade, subestimando o cliente e o afastando ao máximo. O Sei-de-nada é o oposto: ele até sabe bastante coisa (ele conseguiu se formar!!), mas por motivos de preguiça ou algum outro, ele não gosta de exercitar a experiência e deixa que o cliente decida tudo, apostando que essa é a melhor forma de vender seu projeto.  &lt;p align="justify"&gt;Assim, temos de um lado o Arquiteto que tem consciência até de mais que o cliente não tem razão e do outro lado o Arquiteto que acha melhor não crer nessa afirmação. Esses dois casos só acumulam erros e não há nada de ponto positivo. Para o Arquiteto que "se acha", fica a dica que ser arrogante não é thumbsUp. O cliente precisa de atenção, de alguém que seja humilde o suficiente para notar sua necessidade, captar seu estilo, projetar algo à altura e, caso o cliente tenha algum devaneio, instruir sobre qual a melhor forma de projeção. Ao Arquiteto preguiçoso, que seja dito (e re-dito) que o cliente te procurou para ter alguém que solucione o problema e a necessidade dele, não alguém que apenas assine o seu "projetinho".&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Me lembro de outro caso em que um homem tinha acabado de construir a casa e estava na etapa da decoração. Infelizmente ele era um daqueles homens que entendiam MUI BIEN de "dizáini" e queria de toda forma colocar piso branco e verde (sim, quadrados intercalados) no corredor dos quartos e, não o bastante, em todos os quartos. Nos primeiros minutos falando com ele ficou muito claro que aquela era a causa pela qual ele iria até à guerra e, sendo assim, quem sou eu pra destruir um sonho? Por algum motivo desconhecido as filhas dele nunca convidaram se quer um amigo pra conhecer a casa nova.&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Esse segundo caso foi um exemplo bem cabível do que eu gostaria de falar: clientes nunca tem razão; eles nunca entenderão o seu(nosso) trabalho e não é por isso que temos que ser arrogantes ou deixar nas mãos de um leigo todo o percurso do projeto. Orientar a pessoa que lhe procura é um grande passo. Façamos a nossa parte!    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHnXfV7P5kMa7OBdgn2p0n4xYBZJbtngW1AzliTHZivzBuTaG1MztK_dQHuWkh5lD3sBOON2dFnKfNDNm9pf3T9zXraMWIbVfLNQZ3YxN_nKs5587F11YOwhiVq1ut_dGtPOPA624SVFo/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Urbex e Patrimônio Urbano</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/05/urbex-e-patrimonio-urbano.html</link><category>edifícios</category><category>Urbanismo</category><category>Urbex</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Tue, 15 May 2012 10:56:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-6324178677597523475</guid><description>&lt;p align="center"&gt;~ O Urbex e a denúncia do descaso com o Patrimônio Urbano ~  &lt;p&gt;&lt;a href="http://retromaccast.ning.com/profiles/blogs/urban-exploration-another"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Antigo pr&amp;eacute;dio industrial Solvay Coke &amp;amp; Gas" border="0" alt="Solvay Coke Gas" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixQVtCnVtlohg3XAQaXYSDk-XKwlECJv7qFvg8Ld3QBZetM2rgNCcthsN9BSQlU2JgwIVYfHxPxecPQbLLgVdzeI25_i2G6_6e_T5VWh_lNroRet-HK6-4bsg7l2HocUGofPGXbhl3N3E/?imgmax=800" width="480" height="360"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O crescimento do &lt;strong&gt;urban exploration&lt;/strong&gt; (ou urbex, como preferirem...) tem se tornado inevitável depois que essa ação perigosa caiu no gosto da mídia. O ato de fotografar edificações abandonadas é uma forma de arte que busca denunciar o descaso governamental e popular para com prédios, casas e outras obras que poderiam estar abrigando quem vive nas ruas.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.saopauloantiga.com.br/predio-abandonado-rua-roberto-simonsen/"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Edif&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo XX - S&amp;atilde;o Paulo" border="0" alt="Edif&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo XX - S&amp;eacute;, S&amp;atilde;o Paulo" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtkqt76dOlk2fsKNPqxzZiu6_ChU6vGKMT_wc1ySr25KrJdqzRLGQzKX1dfoMbSEhJPpCMoqJGD5ymjwfY-ZbXz1-qI6Pk0TmwEIdN0i17dS0aAbKuNgxVwCXdEDFq1mtNiUWjQQTcoCY/?imgmax=800" width="467" height="313"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Se pararmos para reparar, vamos nos lembrar que em nossa própria cidade tem muitas edificações esquecidas e em estados calamitosos, na maioria das vezes oferecendo &lt;strong&gt;risco&lt;/strong&gt; a quem vive ao lado ou simplesmente a quem passa em frente. Por algum motivo foram abandonadas e, graças ao desprezo de seus donos, &lt;strong&gt;poluem visualmente&lt;/strong&gt; a rua quando não são usadas de quadro aos pichadores de plantão.&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=109060&amp;amp;titulo=saude"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Casa abandonada - Aracaju" border="0" alt="grande-casa_abandonada_rua_pacatuba" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj23t6WiOzxefpUSRHgCppim6Vp9q6R6VDRLjyUExzhyphenhyphenSY-o3s-xYnNFgbJpwnm-_cQKspLs8ntUXJhuTL5bEySFSMLKLu-zD-4YdpWEb3C600pz8rI1dcs5yao3h9eHj2F2xYR8ekS38k/?imgmax=800" width="465" height="349"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Lembrando que as políticas brasileiras de&lt;strong&gt; preservação, conservação e revitalização&lt;/strong&gt; de bem edificado visam intervir em obras em certo estado de degradação ou com certo valor histórico/cultural/estético afim de brecar a ação do tempo e dar o devido uso à obra, preservando o passado cultural da população. Além dessa grandiosa ideologia de conservar a história, o ponto principal (e talvez o mais importante) da preservação/conservação/revitalização é justamente &lt;strong&gt;aproveitar o espaço edificado&lt;/strong&gt;. Imagine o quanto economizaríamos de espaço urbano só utilizando essas construções ou mesmo quantas pessoas poderiam sair da rua para morar num prédio que outrora esteve abandonado. Claramente cada edificação abandonada necessita de reformas e muitas necessitam mesmo é de demolição, a questão é que a parte “fantasma” da cidade está cada vez mais presente e notadamente nada tem sido feito.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbTVkSRw6TA8W9XcTgxGiUzbqZQHsjKLby2xqp1Cd_P02gYl9jA3MNPiKea7Difo6iidPnKLhHAlbPhIac0yaNXKmYvDw4Xw1Y3Zne_aQel1thIQqx7o00lyoQpUTGUFjkYQ2aNdBxFcM/s1600-h/Ruin%252527Art%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Ruin'Art" border="0" alt="Ruin'Art" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMV-yjYRcTKQj51ooHuPP1zn7CiTOBtek0-aHGeNq0e_xDm2eFZuaBN7rodLVsyBlVNs56z6zaGDxp_wNjX66gv_iG5d0P9xtxBTVT8TaXht8IYY73Qae_ZybEpZPCTtcHZ9AHzF_FhVU/?imgmax=800" width="364" height="485"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;Cansado de ver Portugal entregue às ruínas, o renomado fotógrafo de arquitetura Gastão de Brito e Silva criou até um blog na tentativa de resgatar a memória de seu país. O &lt;a href="http://ruinarte.blogspot.com.br/" target="_blank"&gt;Ruin'arte&lt;/a&gt; denuncia o desprezo para com várias obras potenciais portuguesas que tiveram sua memória esquecida e hoje adornam o espaço urbano.  &lt;p align="justify"&gt;Na mesma tentativa de "resgatar o passado dos lugares esquecidos", o site &lt;a href="http://www.urbex.com.br/" target="_blank"&gt;Urbex Brasil&lt;/a&gt; reúne diferentes fotógrafos que exibem o seu rico acervo de fotos impactantes.  &lt;p align="justify"&gt;Exemplos de modelos consagrados do urbex são as Casas Russas que podem ser vistas &lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com.br/2010/09/russia-casas-abandonadas.html"&gt;NESTE POST&lt;/a&gt;, a cidade de Chernobyl e (a minha preferida) a mansão Istana Woodneuk, em Singapura.  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9-gLx8pOEkhXDu2YefsuCYVb__1MxF5kHX8VMoFUE2smVI58ZEFMCDvFDl1ZtAErEC9YE9ZgaUZCxCkkON0l7cxjqans7DtTk3xRSjvV9m7NmbApVOJS8mcnLX9FELt0bFzKOc23c6Z8/s1600-h/Istana%252520Woodneuk%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Istana Woodneuk" border="0" alt="Istana Woodneuk" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-OOu06NSzxHFtT99RJ-KJqcvhBWzioSF0WvM3lXCP0Ox80dyS8cPkjgWyBuJ6bwmTfV4LV-LJRjCWuakV8abx10cYn4fyWzHo3UOe7as1TL7y3kLe9-pJKg4_Kd2IoXI3gMRYs5Z-qPA/?imgmax=800" width="478" height="318"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Fontes: todas as imagens estão vinculadas aos sites de onde foram retiradas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixQVtCnVtlohg3XAQaXYSDk-XKwlECJv7qFvg8Ld3QBZetM2rgNCcthsN9BSQlU2JgwIVYfHxPxecPQbLLgVdzeI25_i2G6_6e_T5VWh_lNroRet-HK6-4bsg7l2HocUGofPGXbhl3N3E/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Arquitetura Gótica</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/04/arquitetura-gotica.html</link><category>acadêmica</category><category>catedral</category><category>França</category><category>gótico</category><category>história</category><category>medieval</category><category>religião</category><category>vitrais</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 11:56:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-1222363638143382123</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;Como eu fiz com o &lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com.br/2012/01/simbologia-circumponto.html" target="_blank"&gt;post do Circumponto&lt;/a&gt;, resolvi complementar o &lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com.br/2010/09/arquitetura-gotica_11.html" target="_blank"&gt;ESTE POST de Arquitetura Gótica&lt;/a&gt;, agora com mais informações acadêmicas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Preparados? Let’s start…&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaTuMO-4ETPlmYBUrwZoUs9W-REcWsYY1XujU2As9zMNqu6oifLSy5oxuAudFGV3fO4uw-dOGRYP0y6qJ-p3UXj-9LTgyDAqdmBRd9BnUocacmPIAaxqSgGMDGZ7h18TAugiWn2QkJkFE/s1600-h/igrejagotica%25255B1%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="igrejagotica" border="0" alt="igrejagotica" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr603QYCyEbDsWUUc-cuqJ4-4PiT0Rcrz3CUcH3PpWgKS9fJ6H7_lRT1ks7_xVd6zdvEXgdJgcgpTAH695_qfuE9LtEqhIOtPE-xcPVhK3hh4ypYb8YiackMy85dXcZFJc6FgjtQpf8HE/?imgmax=800" width="250" height="338"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O estilo Gótico surgiu no final da Idade Média, por volta do ano 1.100, na Europa, após o período românico. Os constantes saques que ocorriam nessa época fizeram com que a população fugisse dos campos e se refugiassem nos feudos. Elas se organizaram nessas corporações visando um crescimento cultural e chegaram a adquirir um certo orgulho citadino. Lembrando que, por mais turbulenta fora essa época, a Igreja não perdeu sua autoridade.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Considerada o berço do Gótico, a França viu nascer o estilo através da junção do arco ogival (abóbada) com os arcobotantes(que distribuiam parte da carga da parede). Essa combinação deu a possibilidade de se construir paredes mais finas e com mais vitrais.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As características desse estilo são óbvias: construções gigantescas, vitrais coloridos, gárgulas, contrafortes, estátuas, abóbadas, rendilhados, arcos e capitéis característicos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há classificadas 8 tipos de abóbadas, &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNdMxG69DMfq7O0kUy6We_Wgg6osCxHAOlkcqh1DWbLsYeVEMaa1ygY7fvNEX0SelWfZhfhoUTGc_daZgyCZ6IW3O4v3lv500AyfrvZoxeggu3cs1uuPUtAz5eCJ-V_N1zQkRwM21vMus/s1600-h/abobadagotica1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="abobadagotica" border="0" alt="abobadagotica" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtOj2xuddMQZ_s3sDKtKz6EEHapRvi7nqF4VUBtTJafnOemRzlayybcmrkbWGRfRTFLoI-PvP34BMReuKJ0qAVeDQDsSEPbrKr6lMUz7nxBftFLAxmCLTHMXtwhXWwy2CSh9jyBK70O3E/?imgmax=800" width="183" height="105"&gt;&lt;/a&gt;sendo essas: abóbada de cruzaria com seis arestas; abóbada de cruzaria com quatro arestas; abóbada estrelada; abóbada de liernes; abóbada colmeia cilíndrica; abóbada corola/leque; abóbada polinervada e abóbada reticulada.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os capitéis&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFVQrJ3p1pDXP-ftuDDnuuxUaJCyBqCmYmt3xhYaicLSoNc46yJVuUT2x5LHfgadtr93VQFZoe2xyFHS8XOLr55azVrZ67TjYfs3I4RyHqAwHKJjI8v9F8KEipoaDnhNY7KisX2J1AWn0/s1600-h/capitelgotico1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="capitelgotico" border="0" alt="capitelgotico" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigndXpdLxcmsOQ2mB9swkuSyIM2djKsWZYdcVPVGHU8kDqZCSJh8_ZbmcpH-Wwq5KEr-1gdVwGnMbNdir0x5nI799YBFL7o4Yeuag-EibTnF2EMc5K5kuEgJnxITzgTe6_6lR5ARkhkkA/?imgmax=800" width="172" height="117"&gt;&lt;/a&gt; contam com 6 classificações, sendo: capitel de bulbo (vindo do Gótico Primitivo); capitel com pratos (do Inglês Primitivo); capitel com folhagem (Gótico Tardio); capitel cálice de meia coluna; capitel mísula estátua e mísula com folhagem.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiF8IFu490oatKhDej27h5MMtpOkJfCGMw6tZ0wizNuWqt7YYnqcDHOsMK5xbw_3DLSYLVrGVMFPK1PcAtcCxk01Wv_morkw1G8xN3DqwkZDM41wSWtjfb0ft9l3ePs-yjqKWt-khjDFe4/s1600-h/arcogotico1.png"&gt;&lt;img style="display: inline; float: left" title="arcogotico" border="0" alt="arcogotico" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhytHmlqfmgasiJy19ihuTzglhSwCVM7J363YZX-HaQdB90SlRV4MNjH0hrG2aC51P_TeJybXTYVhbTznC4b-ojxco21FJvePEzCn4FNgqK0OPh9LvrOYbCqNftpR-X-dtVFaLwgmiYe1I/?imgmax=800" width="146" height="158"&gt;&lt;/a&gt;E os arcos recebem até 12 nomes, sendo: arco ogival/abatido/rebaixado; arco normal/equilátero; arco de volta elevada/lanceta; arco trilobado/3 centros/redondo; arco de ponta; arco flamejante e arco flamejante do gótico tardio; arco lombo de asno; arco com dentículos; arco lintal e arco Tudor.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;De país para país, o estilo guarda algumas peculiaridades. Na França a fachada dos templos possuem duas torres ornadas com rosáceas; na Alemanha há apenas uma torre central pontiaguda com coruchéu rendilhado; já na Inglaterra, as abóbadas recebem filigranas. A Itália que surgiu mais ou menos nessa época e nem se chamava Itália, repudiava o Gótico. Portanto, essa área da Europa não possui muitas obras desse estilo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="arquiteturagotica" border="0" alt="arquiteturagotica" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYVeQH1Kk7t7Z1pg-7OaY0tzGY39JykBn8nYlBYR6aPZAJ1y5bb-oJ4I9WLaxpBOGdFa7HhWxvUdfNrWiihM4EuaSS7ldsBdXjV4xonAi2DZ8PM0KOQlY1MbCBXu6UHWcTcOhacETlwmI/?imgmax=800" width="296" height="337"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Dentre as catedrais que receberam grande notoriedade pelo estilo, estão a &lt;strong&gt;Beauvais na França&lt;/strong&gt;, com uma altura descomunal e história que marcou o limite da engenharia civil: sua agulha com 150 metros caiu, mas não por isso a Catedral perdeu seu deslumbre. A &lt;strong&gt;Chartres na&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;França&lt;/strong&gt; conta com complexos sistemas de arcobotantes e vitrais que, segundo Abade Suger,&lt;em&gt; “para os humildes que não sabem ler a Palavra, as imagens nas janelas mostram-lhes em que acreditar”&lt;/em&gt;. A Catedral de &lt;strong&gt;Ulm na Alemanha&lt;/strong&gt; conta com as agulhas mais altas do estilo gótico: 150 metros (e nenhuma queda). Famosa pelos arcobotantes, temos a &lt;strong&gt;Bourges&lt;/strong&gt;; famosa pelo rendilhado a &lt;strong&gt;St.Denis&lt;/strong&gt; entre muitas outras.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Por mais que o estilo seja naturalmente francês, é na Inglaterra que se encontram as catedrais góticas mais estonteantes. Isso se dá pelo uso da madeira em seu interior (coisa que não era corriqueira, já que a madeira era usada penas em construções de pouca &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEXkT059dnuv5mxIPccmMgyqRK0xu5hpmC4oiSYGXkNHXzpcvnKsSCqbHLV4HXe1-_YQ8XX1ncQVqLIBnroUBNHOwfjobVLA5y8amfKBSHiTArGMNHAHRIOE0WgAdN9mCenNpftZuNNsI/s1600-h/Angel.Roof.St.Wendreda%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Angel.Roof.St.Wendreda" border="0" alt="Angel.Roof.St.Wendreda" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgimRvwgNVfxrT3xf-paS8YsYSh_GDHjYwpQuUee5MzM95wIsL_q2Be-Aj4srZw0XTgYtCPJ494cUNoJVGB6dM_Jfs2geGGz2rKd0XTJ6dHI8Jkzl6Su8Hf8O6zowi9lvsesNMSw6fPj0g/?imgmax=800" width="261" height="197"&gt;&lt;/a&gt;importância). Um exemplo é a &lt;strong&gt;Sta.Wendreda&lt;/strong&gt;&lt;font size="2"&gt;(imagem&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;)&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;, St.Stephen’s Hall&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Ely&lt;/strong&gt;. Outras construções góticas que utilizavam muita madeira eram as casas mais humildes com a técnica do &lt;em&gt;cruck frame&lt;/em&gt; e algumas igrejas na Noruega e Suécia (terras com muitas florestas).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há quem considere o estilo gótico algo totalmente ligado à &lt;strong&gt;religião&lt;/strong&gt;. Não é de se negar que a maioria das construções do estilo seguiam de fato essa premissa, mas outro fator não deve ser dispensado. O &lt;strong&gt;progresso econômico&lt;/strong&gt; e a vontade de exibir o &lt;strong&gt;poder&lt;/strong&gt; eram fatores mais presentes inclusive em edificações cívicas do &lt;strong&gt;gótico secular&lt;/strong&gt;. O &lt;strong&gt;Salão de Tecidos de Ypres&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Palazzo Ducale&lt;/strong&gt;, assim como as prefeituras de Florença e Siena ilustram bem essa afirmação.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Para finalizar, o estilo audacioso considerado a glória da Europa foi se dissipando no &lt;strong&gt;Gótico Tardio&lt;/strong&gt;, por volta do século XVI. A Itália já detinha o Renascimento e as invenções góticas já não existiam mais. Podemos considerar como as últimas obras do estilo a &lt;strong&gt;Capela King’s College e a de Henrique VII&lt;/strong&gt; (ambas na Inglaterra), que já continham traços renascentistas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="reims.gotic" border="0" alt="reims.gotic" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9BE0Iix7WfncQ2HpzwnymVR2cQ_neAYpUEGqgTKoKCBa6agyu5UUlLQPEoAyr4gvwg7ctP5Zvs1nJV0km6wCE9uEflWcrBLf4nbe-ghw0LoG2k_CRwEGQGE4f_9cedhmGLDqS34Xrf5Q/?imgmax=800" width="258" height="292"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;Fontes: &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Google Imagens e Sta. Wendreda gallery - official homepage.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Koch, Wilfried "Dicionário dos Estilos Arquitetônicos”, Martins Fontes, São Paulo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Glancey, Jonathan. “História da Arquitetura”, Loyola, São Paulo, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr603QYCyEbDsWUUc-cuqJ4-4PiT0Rcrz3CUcH3PpWgKS9fJ6H7_lRT1ks7_xVd6zdvEXgdJgcgpTAH695_qfuE9LtEqhIOtPE-xcPVhK3hh4ypYb8YiackMy85dXcZFJc6FgjtQpf8HE/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Parc de La Villette – Bernard Tschumi</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/03/parc-de-la-villette-bernard-tschumi.html</link><category>acadêmica</category><category>Desconstrutivismo</category><category>França</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 11:49:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-6964906363801364315</guid><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCrqU5rgqnl443lt4chkLzsQvPaymwfQtSioRhjJwemsIrLRAhTJwp03hLFiIIpXbM1UGvqVb34WuwtDoZ1dKZkNs21x9GkZ68fC2b02td5vdvADRpzRzrj8-WaF9WDiIvpsu63u_MYhM/s1600-h/clip_image002%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="Planta de Parc de La Villete" border="0" hspace="12" alt="Planta de Parc de La Villete" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixPMl-a6VQGq3iCFpKcjwoz7gzk5E5kFQjbaeeeBfvSVC2rGit4wbZaupEy0bOmrwfrp5Hisva2hs2Nb_HC_zTMrJpUol4UVncSTmJzgo7fjUKtcR3Lxw7Lz-ZxfD-JYsd1DTEWeY8j5c/?imgmax=800" width="296" height="210"&gt;&lt;/a&gt;O Parc de La Villette é um parque localizado em Paris, no 19º arrondissement. Projetado por Bernard Tschumi em 1982, ele é um ícone do desconstrutivismo arquitetônico e abriga, em 25 hectares, o Cité des Sciences et de l'Industrie(Museu de Tecncologia e Ciência) e La Géode(Museu Cidade da Música). &lt;p&gt;O terreno, no princípio, abrigava um matadouro que, com a sua transferência, fez-se um concurso para eleger o melhor projeto arquitetônico para o local já abandonado. A idéia principal era criar um parque que representasse o século XXI, e Bernard Tschumi foi quem venceu com sua proposta&lt;b&gt; &lt;/b&gt;pitoresca. &lt;p&gt;Na mistura do natural e artificial, o conceito da obra teve por base a Teoria do Desconstrutivismo de Jacques Derrida que surgiu com a “Origem da Geometria” e tem como fundamento a desmontagem/decomposição dos elementos. A desmontagem dos elementos visa o conhecimento já que o arquiteto afirma &lt;i&gt;“a arquitetura não é o conhecimento da forma, mas sim uma forma de conhecimento.”&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZwo37lanjtwQh15zMZWpPFcbnq76vIb3SVjZcbq2Rik3sgRi1nooK5OvWaplw3KvmFDMPEk643DImxZxsP2oFSkTfBFWGQ6Ciq9C2JzAXk0bhMv2eOdQSfd-WrIlI3XRV2ZXtRywJLNg/s1600-h/clip_image004%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Esquema de alguns Follies de Villete" border="0" hspace="12" alt="Esquema de alguns Follies de Villete" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiB0-MklT27wxOZvHrQrcQ13wU-4AoBZuSG17DU00va-vfQB1DZMb9Ujbb3Uao_oee3vsvGJhBza1IQIlN8pq0xgCc_qX4cOTneZSVAEbHxLJI7CztMEw96b2qDXmcl9cNa-9QWMoKZ36U/?imgmax=800" width="463" height="166"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No parque projetado pelo suíço Tschumi, podemos notar a presença de “pontos” vermelhos; os chamados &lt;i&gt;Follies&lt;/i&gt;, os elementos mais importantes do projeto. São 35 obras dispostas pelo parque formando uma malha geométrica, postos em intersecções de cubos imaginários de 10x10m e que servem, a princípio, como pontos de referências aos turistas.  &lt;p&gt;Segundo o Arquiteto, estes pontos de referência foram projetados para criarem um vácuo desconstrutivista que possa abolir toda e qualquer relação do passado do terreno com sua forma atual para que os seus usuários vivenciem, sem precedentes, uma experiência com o parque. Os &lt;i&gt;follies&lt;/i&gt; são utilizados para recreação e alguns, atualmente, estão sendo modificados para receberem restaurantes.&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxxl42IEFYMWpPAbbNHtWyh8dCXxxvQEa3Xydo5wVVT1yBvdwlqMxtGdWJ1noxLAcDlmWm-LkvOpR5wRYPz5zVCWizZGJxo9AuSyXo30h6LJV7cJjuQ3E1kRI4LA6zQwaNjt33vbp8WXc/s1600-h/image%25255B3%25255D.png"&gt;&lt;img title="image" border="0" alt="image" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVQqP07-6jTi3QomeRCUMY9X_lzLiG6PXmI7H1CbrY4MZFs5jLchdzZsjB0e687ohV9m5jGKgmp3F452ujnzvBoAZMNW_zaEL7y3TLQwmjNGP8eFtxE3KVxWej9rKsi-gdJI5_G6o3z_Q/?imgmax=800" width="240" height="180"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Apesar de delicado, é perceptível traços do Niilismo em La Villette de Bernard. O Niilismo tem como base a desvinculação com os conceitos adquiridos para que se chegue a um conhecimento pela indução sem influências externas, e as obras de Bernard têm a essência desse caráter. Como exemplo, podemos relacionar os &lt;i&gt;follies&lt;/i&gt; com a indução às descobertas e a desvinculação proposital, mesmo que parcial, com o passado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Os follies são atrativos que levam as pessoas a fazerem uso de toda a área e, a partir desse artifício, possam entender o parque como um local de descobertas pessoais, atividade e interação dentro dos princípios da organização de Tschumi. Além disso, outra intenção alcançada pelo Arquiteto foi a máxima do movimento. Tendo a arquitetura como resultado da colisão acarretada pela velocidade, o Parc de La Villette exibe bem o conceito de movimento buscando materializar-se nas experiências do parque.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="Esquema do Desconstrutivismo de Tschumi aplicado ao La Villete" border="0" alt="Esquema do Desconstrutivismo de Tschumi aplicado ao La Villete" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMzv-dqp1yULN_nYkyr5IIFBRrfEB5UXXThL-KVBkNyE-PMYxXldbPTu7XPvTGH7w5vvPZ53lTv-3clsNCPGVUZi2axHRPTdAsM9d4cIKHpJobUKDfZyhCUendcM5HRZ81_6FDft_r2ig/?imgmax=800" width="359" height="204"&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;Fontes:&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Montaner, Josep Maria. “As formas do século XX”, Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2009&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Bernard Tschumi, Cinégramme folie: le Parc de la Villette (Princeton Architectural Press, 1987) &lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Padovano, Bruno Roberto. “Bernard Tschmi”, Out 2001. Diponível em &amp;lt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/02.008/3344"&gt;&lt;font size="1"&gt;http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/02.008/3344&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="1"&gt;&amp;gt; Acesso em Nov 2011&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Kroll, Andrew. “Parc de La Villette/Bernard Tschumi”, Jan 2011. Disponível em &lt;/font&gt;&lt;font size="1"&gt;&amp;lt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.archdaily.com/92321/ad-classics-parc-de-la-villette-bernard-tschumi/"&gt;&lt;font size="1"&gt;http://www.archdaily.com/92321/ad-classics-parc-de-la-villette-bernard-tschumi/&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="1"&gt;&amp;gt; Acesso em Nov 2011&lt;/font&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixPMl-a6VQGq3iCFpKcjwoz7gzk5E5kFQjbaeeeBfvSVC2rGit4wbZaupEy0bOmrwfrp5Hisva2hs2Nb_HC_zTMrJpUol4UVncSTmJzgo7fjUKtcR3Lxw7Lz-ZxfD-JYsd1DTEWeY8j5c/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Espaço público x Espaço privado</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/03/espaco-publico-x-espaco-privado.html</link><category>acadêmica</category><category>Brasil</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Mon, 5 Mar 2012 09:21:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-3528487772336366241</guid><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Encontrei este texto na &lt;a href="http://www.crea-rs.org.br"&gt;Revista do CREA-RS&lt;/a&gt; e achei muito interessante, já que ele aborda as divergências entre espaço público e privado de uma forma bem resumida e intrigante. No texto talvez tenha ficado discreta a crítica aos condomínios fechados então reforço, com a minha humilde opinião, que a criação desses centros de moradia só encobre o problema social (da violência e segregação)que já deveria ter recebido uma atenção plausível.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhg4VGDvXWz3jsz6yWMCvID6GwH8MEYwE0wiO1ZWBcfCLEUzCIumI9P5RmFU4k_C8veVeVbXg84ZgZm7KSzZNj8zSf7QKAHQuED2RKOUwBYoZhM6mYAByhQBcaMq_ayTpG66xXTCfL79o0/s1600-h/mapa-saopaulo%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="mapa-saopaulo" border="0" alt="mapa-saopaulo" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPegRU9jR0TheHlV06TmhPa_NjnDy1tXpA-1NoVwNojfPsFUTryhV2R0mBBhflEZ0sBVeX6tGjXME4gQcBLZjQ89PGB7JmQpJl46IEEzge1bZh0q0jt-K7T6EVZH46Q6IG10ET6cxQx_U/?imgmax=800" width="478" height="275"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="left"&gt;Diretora da Escola Redes – Clínica e Pesquisa em Psicologia Social e Psicodrama de Porto Alegre, Sissi Malta Neves, psicodramatista (Centro de Psicodrama e Sociodrama Zerka Moreno, Buenos Aires) e mestre em psicologia social e da personalidade (PUCRS), explica que o medo, o individualismo e a desconfiança em relação ao outro são sintomas sociais alicerçados na violência cotidiana, tanto em espaços públicos quanto privados. “Somos levados a nos proteger apenas em relação ao espaço da rua, como se o que devemos evitar é a ocupação e o convívio no espaço público. Essa paranoia social é resultante de uma lógica excludente ou sectária que estratifica segmentos populacionais a partir da origem de suas classes sociais. Determinadas camadas sociais estão fechadas no espaço que lhes compete ocupar, sendo muito pouco questionada a motivação dos habitantes desses aglomerados para estarem onde estão”, diz.  &lt;p&gt;Para ela, a violência e as condições subumanas da maioria das cidades nos colocam a urgência de uma reflexão multidisciplinar. E aí as noções entre privado e o público se complexificam. Os limites entre as noções de proteção e de invasão atualmente são muito tênues, temporários e relativos a determinados pontos de vista. “Se olharmos esses mesmos conceitos em uma favela ou um condomínio de luxo, veremos alguns atores sociais, como traficantes e policiais, que atuam invadindo ou protegendo, ora em um, ora em outro caso, a serviço de seus interesses. Por outro lado, no âmbito do mundo privado, a realidade da violência doméstica, independentemente da classe social, demonstra altíssimas estatísticas em que mulheres e crianças são as vítimas preferenciais dos homens com laços mais próximos na família”, aponta.  &lt;p&gt;A psicóloga social salienta, no entanto, que isso acontece no espaço sagrado da casa, lugar preconcebido como relativo à proteção entre seus iguais. “Parecemos identificar com mais facilidade o fenômeno da violência como próprio ao espaço público, lócus do convívio entre estranhos. Quanto mais estivermos convivendo apenas entre iguais, mais difícil será crescer e transformarmo&amp;shy;-nos. Somente a experiência do confronto com a diferença nos desafia a um verdadeiro diálogo com esse outro, que será igual a mim quanto mais conquistarmos, juntos, nossa cidadania a partir da vivência da ética e da solidariedade nas relações pessoais”, analisa. A especialista acredita que, atualmente, o que corre perigo é a sociabilização, ou a capacidade de estarmos em convivência social. “Na vivência grupal e comunitária, o outro deveria ser um espelho para alguém que necessita ver&amp;shy;-se, e ambos, ao se reconhecerem mutuamente, se tornariam sujeitos donos de sua história. Há uma correlação importante aí: nossos interesses constroem nossas cidades e vice&amp;shy;-versa. Desse modo, espaços de convivência deveriam facilitar encontros humanos intensos e positivos que desenvolvessem a sensação de pertencimento àquilo que nos é comum, nesse contexto que é de todos. Mas estamos desconectados de nós mesmos, dos outros e da responsabilidade diante da vida desse lugar, que deveríamos ver como tendo alma. Como diz James Hillman, psicólogo junguiano, temos que devolver a alma ao mundo. A violência social seria resultado disso”, alerta.  &lt;p&gt;Ela acredita que está mais do que na hora de pensarmos numa “Cidade Subjetiva”, como propõe Jacob Levi Moreno, psiquiatra criador do Psicodrama e da Psicoterapia de Grupo. “Ele dizia que os arquitetos deveriam conhecer sua teoria a respeito de como as pessoas se escolhem nos grupos, assim como criam seus lugares de ocupação e a forma como vivem neles. Ao planejarem uma cidade, deveriam considerar os fluxos de afetos que entram e saem das instituições, observando-se a proximidade de determinadas pessoas e casas, e as relações sociais advindas daí. Estes seriam alicerces de prédios não apenas de concreto, mas igualmente construídos a partir de motivações conscientes e inconscientes de seus cidadãos. Redes sociais são esses fios de afetos que se tecem numa verdadeira comunidade. O ato de perceber, base do nosso desenvolvimento psicossocial, está relacionado a como forjamos nossa auto &amp;shy;imagem e ao modo como nos colocamos diante de nossas escolhas, aspectos fundamentais de uma biografia. Se nossa experiência existencial resumir-se a perceber apenas o que o mercado impõe, quem puder consumir usufruirá o mais possível, guardando-se em castelos monitorados por câmeras e seguranças. Assim, acreditaremos que a solução para o caos social é o fechamento em fortalezas, o armamento e a blindagem de automóveis. Enquanto isso, nossa blindagem afetiva nem será pensada, pois ficará recalcada, aparecendo como uma máscara sob forma de sintomas psíquicos.&amp;nbsp; Sempre nos restarão consultórios em que psicólogos e psiquiatras estarão seguros entre quatro paredes, oferecendo tratamentos igualmente tranquilizantes”, finaliza." &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;Imagem: croqui ilustrativo sem escala retirado do site &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.viverinc.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;font size="2"&gt;VIVER&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="2"&gt; &lt;/font&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPegRU9jR0TheHlV06TmhPa_NjnDy1tXpA-1NoVwNojfPsFUTryhV2R0mBBhflEZ0sBVeX6tGjXME4gQcBLZjQ89PGB7JmQpJl46IEEzge1bZh0q0jt-K7T6EVZH46Q6IG10ET6cxQx_U/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Como projetar uma praça</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/02/como-projetar-uma-praca.html</link><category>acadêmica</category><category>sustentabilidade</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 09:18:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-3492801125639781196</guid><description>&lt;p&gt;Hoje no Blog Arquitetemos estou inaugurando a seção "Como Projetar..." Ela vai estar aqui com o propósito de apresentar os parâmetros para a projeção de uma obra específica. Para a inauguração, eis que irei apresentar os quesitos básicos e detalhes que devem ser pensados e levados em consideração na hora de projetar uma praça pública ou privada.  &lt;p&gt;Vamos lá?  &lt;p&gt;Como projetar uma praça  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1- Função.&lt;/strong&gt; Em primeiro lugar deve-se saber qual a real função da praça. Pode ser uma praça para leitura, para tomar sol, para receber pequenas bandas, para recreação infantil, para caminhada... Defina a função da praça para chegar ao objetivo final com mais facilidade.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikFkcxHf7wsBNSfsQM53v7XI5SGtx8mFgjHJfDsgcswAzy3nqS9_fuq1Y2QJOOXLyRArxNXQM24ShgK2h6kPEAYqeTQr3BaLwRguQZt3zRb6gRJNmBa9AmAZWWUkksREzrdPikYFJb4Ng/s1600-h/1%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="1" border="0" alt="1" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1-LW8kfxUCeyzGTxkGOOLmHt0iIlL4VRMpo67QDlzpoPwm_sNxm-q3FldRWvMs5s5t8StXhNr-EdSRNmleoQj9lFCv7A-LGYljvxDH4G0f7Bev2-01F97naIznnBHKb8UmasjDZkHb2k/?imgmax=800" width="240" height="184"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2- Localização.&lt;/strong&gt; O entorno da praça deve ser levado em consideração para ela ser mais desfrutada. Uma praça localizada perto de uma escola ou perto de comércio lojista, por exemplo, deve ter um espaço para barraquinhas de cachorro-quente ou carrinhos de sorvete que serão muito requisitados na saída da aula ou no verão.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3- Topografia.&lt;/strong&gt; Um terreno 100% plano é algo bem difícil de se achar. No caso, isso não é problema algum quando se tiver criatividade o bastante para aproveitar cada declive e aclive do terreno. Utilize de degraus ou escadas pequenas ou rampas suaves para se alcançar os diferentes platôs. Aterrar todo o espaço para se ter um local plano não é interessante. É importante lembrar que, nos espaços em que o terreno ficou inclinado, não daria certo colocar bancos de descanso, pois mesmo que muito pequena a inclinação, ao se sentar no banco isso se tornaria perceptível e desconfortável.  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2DDST0fWMpC-WVo4DsGcCLQ0457ZUCziDb_qKxxeZrsooMpngpAKIoM_l-aBX0V4Lhmy3q0Yv2lNqeTi5lHr1YhWvJ1ufPgMPCbLV2nS6asi7AWFVxB_NDAVMvbb4BT8bTgR8_trt2mU/s1600-h/4%25255B4%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="4" border="0" alt="4" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivstGiP3KcnnQEyTSfYeRa2Pa3P6-vb8BWpXqIgPwTQBM-6Ng9UWI7fT6CBKhb-8Y748AQOzdsjS7_1FibdPjb5n0XOA0ctjMeTeI_20TZD5P4Ct3OdbYU754MTKf2A0HGAcHbcjq4RiQ/?imgmax=800" width="346" height="143"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4- Paisagismo.&lt;/strong&gt; A escolha das plantas deve ser condizente ao clima do local e à função do local. Certas flores atraem insetos perigosos e algumas folhagens necessitam de atenção especial por acumularem água facilmente. Plantas que dão flores brancas atraem morcegos, portanto, não deve ser utilizado se a função da praça será receber pessoas à noite. Árvores com grande copa fazem boa sombra às crianças que estarão brincando e aos que buscam uma caminhada. Mas se a praça tiver um espaço para banho de sol, árvores com pequena copa arborizam e permitem maior entrada da luz. Atenção também à grama: há espécies que resistem mais ao pisoteio e respondem diferente de acordo com a intensidade do sol. Lembrando que a primeira função da praça é arborizar uma parte da cidade e escoar a água da chuva; se for necessário cimentar uma parte do solo, há placas porosas que não impermeabilizam o terreno e nem deixam poças.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5- Elementos decorativos.&lt;/strong&gt; Bancos, grades, playground, postes... Tudo deve ter a devida atenção na hora da implantação. Bancos com pontas agudas se tornam perigosos em praças com playground, árvores caducifólias exigem limpeza constante, espelhos d'água se tornam perigosos em local de intensa transição, coretos podem ser um porto morto se não houver outros atrativos no local…  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfg7YLIHG9ujcnzr2waaRUR3ezHIs3kKdiScVfcVNPk01TgLsv0TFzTS527VPBBjr86xQWn18pVUzL7MTn_MTHlbVlVT02UNSZ8Oa39rCIG-yYIAboMDlYJFwHNbJDl-3lyIdlITLgDo8/s1600-h/5%25255B5%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="5" border="0" alt="5" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnfSRdCt8LlGEiR2US5bX__-r8uSQ2RYUQdiyBG8oDrv2kO_-n85dPc9yzUiJ14GpRJ60ZQpcM0oZNOqciuTb8cX-KgwHn07QXN_TdMGVp1I4puZHDdF9deWhsEXt4seS_3XIhgyPy8PU/?imgmax=800" width="351" height="186"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Para finaliza, gostaria de lembrar um exemplo que li em um livro&lt;strong&gt;¹&lt;/strong&gt; onde se tratava da recuperação de uma praça pública de Lima, capital do Peru. O governo “embelezou” os espaços públicos e resolveu expulsar a população andina que usufruía da praça como local de comércio e sociabilidade. Porém, a imposição do uso contemplativo das praças e parques inibiu a preservação do significado original e da função que esses lugares adquiriram para a população limenha. Obviamente, o projeto que excluía a população da sociabilização não agradou e o espaço se tornou praticamente um ponto inútil na cidade.  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Fontes: Croquis retirados do site Vitruvius&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;strong&gt;[¹]&lt;/strong&gt; P.P. Funari e S.C.A. Pelegrini “Patrimônio histórico e cultural” – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1-LW8kfxUCeyzGTxkGOOLmHt0iIlL4VRMpo67QDlzpoPwm_sNxm-q3FldRWvMs5s5t8StXhNr-EdSRNmleoQj9lFCv7A-LGYljvxDH4G0f7Bev2-01F97naIznnBHKb8UmasjDZkHb2k/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Transmissão do futuro - HDA Paris</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/01/transmissao-do-futuro-hda-paris.html</link><category>França</category><category>moderna</category><category>sustentabilidade</category><category>tecnologia</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:43:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-7096254201411551949</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_t2o_ch6QFgvuvXlwFla8Lv1zqxnsA8OkeCmDeMS97p70N4c3aLxoGsPdRBEUEmLM89AXIxjlmhVWDJuszDMvngMczFjKqxK65jdcyFiTogPrKlKAh5XVuWmxKtnC7PkPHpZCAFh9Stk/s1600-h/transmissao.futuro8.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="transmissao.futuro" border="0" alt="transmissao.futuro" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjE0yTXLjGrmSnLvk-91ONeQJmDKJu7fETY5nwSRef3jPPSrDlLLfUlnmSjp2aadSwuXOI9yqvS2KginR5QN4cSF5PRpjmQVLGwHZCrobQ4sFxwXOC4wGC06yu2psOzm_o_7U9iBivP24/?imgmax=800" width="414" height="226"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não importa o quanto você rode pelas estradas de diferentes partes do mundo, uma coisa nunca muda: as torres de transmissão&amp;nbsp; de energia elétrica, com sua treliça pesada de ferro galvanizado que interferem na paisagem bucólica dos campos e deixam uma moldura bagunçada e suja na cidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa realidade já está mudando na Itália! Batizado de&lt;em&gt; Dancing with Nature, &lt;/em&gt;o projeto do parisiense Hugh Dutton (&lt;a href="http://hda-paris.com/" target="_blank"&gt;HDA&lt;/a&gt;) foi o campeão numa proposta para encurtar as linhas de transmissão de Roma, proposta pela empresa &lt;a href="http://www.terna.it/default/home_en.aspx" target="_blank"&gt;Terna&lt;/a&gt;. O projeto modificou os conceitos de torre de energia, interferindo menos na paisagem e utilizando uma quantidade mínima de material para transmitir alta voltagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgiwob0bXroKoXBWHJWGmzBvY4MX79Du4DUma8r18e6a3aSRpiOPucK_gGKg-lSXnf11fQIKv3ifzMMTNEniD8-0N54cPvEe5NymqGoeazSag9PjB5ip8mKj2A09XN3YeK3YtbjlpWEYi0/s1600-h/transmissao.futuro26.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="transmissao.futuro2" border="0" alt="transmissao.futuro2" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3ludrFllmrTOOOr6EoAjdpRG_7e2oBymLHiJ1r9Cqj5EklQvi2MiOHpsr747Iq1_R18_9zl_NJaZ3mBwMieaKS5s7qZdNuTjdTLTa96l9twaE_LvQol3AledHUPimTyGZS7ExWoZPgiw/?imgmax=800" width="476" height="320"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A grande sacada da proposta é o design flexível que se curva ao vento, fazendo alusão as árvores. As torres de desenho arrojado e contemporâneo se adaptam às diferentes condições de cada terreno, o que proporciona uma paisagem nada monótona, já que não haverá torres iguais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora o custo da concretização do projeto seja maior em relação aos modelos clássicos, haverá uma economia na transmissão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No vídeo, representação gráfica dos principais projetos para transmissão de energia elétrica.&lt;/p&gt; &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:e8258f6d-c147-4fbe-804e-61288bb7576f" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="569ff92c-87a5-4485-9069-8ee236fd12ff" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FIUU9pdKSIg&amp;amp;feature=player_embedded" target="_new"&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj_j88PZgopwyNRRvQaD5foSAhBB8gtRpz6EMrmXT3eUfMU-31fuM9pSQ57msvrkru1Aj2JpW6U-NBVX0kgOMwTbWNd8i9HvNFg4nx7MKLlhybiebk2Ckw8Ic53QelDdq-aRt96wBxXUY/?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('569ff92c-87a5-4485-9069-8ee236fd12ff'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;336\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/FIUU9pdKSIg?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/FIUU9pdKSIg?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;336\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Fontes: &lt;a href="http://www.archdaily.com" target="_blank"&gt;ArchDaily&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://hda-paris.com/" target="_blank"&gt;HDA Paris&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjE0yTXLjGrmSnLvk-91ONeQJmDKJu7fETY5nwSRef3jPPSrDlLLfUlnmSjp2aadSwuXOI9yqvS2KginR5QN4cSF5PRpjmQVLGwHZCrobQ4sFxwXOC4wGC06yu2psOzm_o_7U9iBivP24/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Simbologia - Circumponto</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2012/01/simbologia-circumponto.html</link><category>história</category><category>maçonaria</category><category>paganismo</category><category>simbologia</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Wed, 4 Jan 2012 09:57:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-957563954297809860</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;Há alguns meses escrevi &lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com/2010/09/simbologia-na-arquitetura-circumponto.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;ESTE POST&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (foi um dos primeiros do Blog) no qual eu falava sobre o Circumponto. Reparei as origens de tráfico e muitos dos meus visitantes aparecem aqui justamente por este bendito post. &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCa3bHEdQMTBK5vNunmg67RPtx_pOZ2T2Fou1auVoqYZbEFAJdbxMn0CrEHT0fCTaMsF8ZpjMA-sr1vq4KvsS5YToAiaNGzZf7NjFvkVXxG7DG-ivJU53USPc7JN08LA0mjpD6t1Mhh08/s1600-h/circumponto%25255B3%25255D%25255B6%25255D%25255B5%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="circumponto[3][6]" border="0" alt="circumponto[3][6]" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGRyDfbPpeNDuzBra6v0QKCSpsCGbxfdZRWdDNOS80GdTD-vM2CwQuf8Rpm2nSY25g-e6tc4FVVcg8PxhYa0C38qeoD0aKju171gqP_yURatE-C7ObquGXGOlcvwBv6rZAOUpI43j09xY/?imgmax=800" width="79" height="79"&gt;&lt;/a&gt;Eis que voltei a falar do digno símbolo, deixando aqui tu-do ou quase tudo que aprendi tanto na universidade quanto em livros de literatura e em livros de psicanálise. Vamos lá…&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O Circumponto tem diversos significados que variam de cultura a cultura e de tão antigo que é fica difícil dizer com certeza o momento histórico em que ele surgiu. Pode representar o Deus Rá (Deus egípcio), o ouro, o “olho que tudo vê”, a Pedra Filosofal… Não importa o que ele represente, a sua essência é a constante.  &lt;p align="justify"&gt;Não há forma de falar do Circumponto sem antes falar do &lt;strong&gt;Círculo&lt;/strong&gt;. A maioria dos símbolos faz alusão ao círculo e isso é um tanto óbvio, pois eles vão se modificando de acordo com as concepções e ideias de seu povo. Temos o exemplo do Ouroboros, do Infinito, a Mandala, o Yin Yang, Tríplice… Símbolos egípcios, pagãos, celtas e tantos outros originam do simplório círculo e o circumponto, evidentemente, não é diferente. &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMmFjBSr3xOu2hZ2KoxP3quD5NYwzeaptsfjBlcndlIvMHqz-Nub5mIU8KcOdlnRJQnwu6p5XgLxR6557W5rjGyAaPVM3ZJPQs6kpdYa0mJUAJV2g9Z3j3mKDzGyIimWrcB2wCrhyphenhyphen4H10/s1600-h/ouroboros%25255B4%25255D.gif"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="ouroboros" border="0" alt="ouroboros" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPD-FPkycnBxW9jqQLj-_T-Pl4K6DYbFkiSNr_RK2Vn49HFwXYNgOmeiYbSwoY-HK6roai1VBD96ngsh6DFIzyYo56cL4Au3IOEcPxlqmB6gW6PDDpsUifXwcQzodan1S5ih_2gkhPYVs/?imgmax=800" width="196" height="183"&gt;&lt;/a&gt;O círculo guarda na sua forma, independente da interpretação cultural ou religiosa, o seu significado de &lt;strong&gt;estabilidade, perfeição, infinito&lt;/strong&gt;. Ele não tem um começo, não tem um fim nem fragilidade no seu elo e todos os símbolos que se originam do círculo terão na sua essência esses adjetivos. O Ouroboros&lt;font size="2"&gt;(imagem)&lt;/font&gt;, por exemplo, símbolo alquímico(?) originado do círculo perfeito representa evolução e eternidade, ilustrando a Teoria do Eterno Retorno de Nietzsche.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Aos egípcios, o círculo era sagrado por lembrar o formato do ovo, referência à criação do universo. &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNQxbOP1NmXBCe2JErxFMU9HuzhT69eyoQiAUxkvfTLNfN7Nzd9tCD6sXVWFHOuBsXPzIUrGutM_99v2nbSGZL93ZJ1Od8MumSenZZY-wj0_36O1R6Os6mvbvFgyszlZBoACRX0M1tlOQ/s1600-h/circumponto.Pantheon%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="circumponto.Pantheon" border="0" alt="circumponto.Pantheon" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1SP7VlD3JPyiqZUDdbNR99X-XihNfst036FR0LgqoWwWUijpJSx4qsWv-KgfKCdj_D1Oo2pM7RxCUQbXfXobVP6_Ne1qPMGwiVeEJdSXst56YpYU1cjgOlmD45nU2NcZTUwN3Ooew75Y/?imgmax=800" width="164" height="244"&gt;&lt;/a&gt;Os Romanos eram convictos de que o círculo era um símbolo sagrado, e de tão sagrado o botavam no alto de entradas (portas com topo arredondado) de templos religiosos, pois, ao passar por aquele símbolo, ao adentrar aquele símbolo, você passava a estar num lugar sagrado, de culto. No Paganismo Wicca e no Ocultismo o círculo se torna palco e casa de seus rituais basicamente com a mesma proposta da convicção romana acima: quem aqui adentrar estará em um ambiente sagrado. Além, claro, de acreditarem que o círculo é gerador de fluxo para suas cerimônias, rituais… O mesmo acontecia bem antes (suposições de historiadores) no Stonehenge: as pedras estão dispostas como em um ritual. &lt;p align="justify"&gt;O Circumponto, círculo perfeito com um ponto ao centro, dentre as “teorias” mais aceitáveis, está a de que em meio ao círculo carregado de todo o simbolismo que acabei de citar (estabilidade, perfeição e infinito) o ponto simboliza o &lt;strong&gt;surgimento, o nascimento, o início. &lt;/strong&gt; &lt;p align="justify"&gt;Na Astrologia e Paganismo o Circumponto representa o Sol. A relação do Paganismo e do Sol é a mais estreita possível, já que a religião cultuava a natureza e reservava um dia da semana(domingo) para cultuar única e exclusivamente o Sol. &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinJcTodzINkDQ1f6_RQ7NK32hOeS5vQzOu_lL1fVfq2mjotfsxtWoHU-Qw7MG_hLUG3SvKYTGP645CRDH_8fv07GZahRJwewC9_qLIRU8LGL3aGfJm_Vitq3xPPbDC2zVdQpMqEDQf9Mo/s1600-h/obelisco%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="obelisco" border="0" alt="obelisco" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghVSyBe5Wd90VquT68NvNtYa8Qm2E8yk-4vzsAqCBwEL6sEsmMkfmUWdYONzJKMw3-DBEUmkLsULfGrqL6FkvYmAuG-Yu4rCRZTSqcp19Oc8hRBZFS9MQQdaKfmorZgBl6852emk2KDZI/?imgmax=800" width="252" height="166"&gt;&lt;/a&gt;Nas Artes e Arquitetura o Circumponto pode aparecer como na vista de cima de Obeliscos, em quadros de Dürer, no afresco “Apoteose” de Brumidi… O Obelisco reforça a ideia de “nascimento” que o Circumponto pode transmitir: a obra em si representa um órgão masculino adentrando na vagina da Mãe Natureza… Me desculpe se acabei com suas ilusões. É a mais pura verdade transmitida em sala de aula! &lt;p align="justify"&gt;Tem-se, então, o significado do Circumponto como basicamente a vida, o início. Estão satisfeitos agora? rs  &lt;p align="justify"&gt;Lembrando que o “alfa”, o gerador é o &lt;strong&gt;Círculo&lt;/strong&gt;!! O Circumponto é uma variação, não menos importante, mas que assim como todos os símbolos originados do círculo, guarda uma essência em comum [com os outros símbolos].&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGRyDfbPpeNDuzBra6v0QKCSpsCGbxfdZRWdDNOS80GdTD-vM2CwQuf8Rpm2nSY25g-e6tc4FVVcg8PxhYa0C38qeoD0aKju171gqP_yURatE-C7ObquGXGOlcvwBv6rZAOUpI43j09xY/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Porque estudar Arquitetura</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/12/porque-estudar-arquitetura.html</link><category>acadêmica</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 10:02:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-7382920235825719098</guid><description>&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Você pode ler mais a respeito em &lt;a href="http://arquitetemos.blogspot.com.br/2013/08/porque-estudar-arquitetura-pt2.html" target="_blank"&gt;PORQUE ESTUDAR ARQUITETURA pt.2&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMqvpwkyXz1iQ0YRRs7xOpnYKxqZ_CK1I_Q5sFK1wjUNxLvXcMi-ymqznuszK1tSZzlN_0rzd-Nsd3A37vz0hSIuOYvjvoq8sLSnCqXB7CKTywbPWMQKbzpKpDIXnEOVDpyfB3K8rNjNU/s1600-h/d818_arq084-01-08%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;img alt="d818_arq084-01-08" border="0" height="166" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJUYhHhiur6OwNX0XFPkNUh0nMNC29O0a4x2thqHrlowInDNELUUzX5xo1ZKL65ZTRggeTHCBoB0iPyWZsyZYd1Y9MBGlu9e5qLJ_qbSXBX25K4Lo3IszuVyRAasmOw-EjiapTtX9m5RA/?imgmax=800" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="d818_arq084-01-08" width="480" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Algumas pessoas me perguntam como foi que escolhi Arquitetura, qual a diferença entre engenharia ou quais devem ser as qualidades desse estudante. Perguntam se é puxado, se vale a pena, se o mercado está necessitando… Para essas perguntinhas pertinentes e que fazem a gente cansar de responder, resolvi fazer este post.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Antes de eu começar a estudar Arquitetura, vivia pesquisando na internet sobre coisas que me interessavam. Na realidade nunca havia admitido que queria fazer Arquitetura. Eu havia feito o técnico em Edificações e não tinha gostado… era muita matemática, uma coisa de outro mundo e que não me agradava. Imaginava que Arquitetura seria a mesma coisa maçante e chata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Quase nada me agrada e eu nunca consigo gostar de algo específico. Quando me perguntavam qual a matéria que eu mais gostava no colegial eu nunca sabia responder… todas me atraiam e traiam! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Notando que eu não conseguia me apaixonar por nada em específico, fui pesquisar graduações amplas, que englobavam várias matérias diferentes e que, de alguma forma, nunca me faria enjoar. Achei a Arquitetura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Pelo fato de não ter gostado do técnico em Edificações, como já mencionei, eu iniciei, contra gosto, a graduação em Arquitetura. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Nos dois primeiros meses, confesso, tive muita vontade de largar. Eu não conseguia gostar, era tudo abstrato de mais para mim, novo de mais, puxado de mais. Mas foi no 2°bimestre, com o primeiro projeto, que eu me convenci que não poderia ter escolhido curso melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;A graduação engloba quase todas as matérias que temos no colegial: história, geografia, geopolítica, sociologia, arte, matemática, física e botânica (no paisagismo). Para mim que não sabia nem gostar nem odiar as matérias foi um prato cheio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSfwDGgrMZB0uxbt0jyzvJ-yTeQB05WSUU4QiaRjTlVesPm_MjV3B1pt9C8HXc6AgmgcpLW89Vap21MH9A-vvGkEF0puHmEHET6fWpai1Ubj9H7qJ_ewus9d6xrSu9pJCIuJhCSmC4mZI/s1600-h/foster%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;img alt="foster" border="0" height="366" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9BWFVh5vETtF7Gdv5cyXbFrPuLCqnSBH4KEaSmrww2jvDT-AFMhnN9F2zZAagUS1HzMIK3sMvffEr6EOow-_S1vmYV2YEuEX4MObMiCPVdPgacWkQY1v_DzYSh0QB6fbQuYiJ3oP4_sI/?imgmax=800" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="foster" width="475" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;O curso é puxado e isso, acredito eu, seja pelo fato dele ter essa grade tão flexível. Para ser aluno e futuro bom profissional é preciso ser muito curioso; ter muito jogo de cintura; ter noção espacial; senso crítico (tem que ser chato mesmo); ter espírito altruísta (não adianta ser Arquiteto e pouco se importar com os problemas sociais); ser mente aberta, estar aberto às novidades; tem que ser sociável e como já dizia Sir.Nikolaus Pevsner “Um Arquiteto não pode existir em oposição à sociedade”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Quem não sabe desenhar, só sabe fazer aqueles homenzinhos palito, não chore: noções de desenho são ensinadas no curso. O importante é ter ideias! Ser extra criativo e nunca se prender numa só forma como a do pseudo-modernismo atual, por exemplo, em que, com medo de errar o Arquiteto esquece de imprimir a identidade na obra e sai sempre aquela caixa branca que ele tem a coragem de chamar de casa… E a matemática… ah, a matemática… ela, apesar de ser ensinada no curso (assim como as noções básicas de desenho) vai te fazer chorar muito. Essa é a mais pura verdade… ossos do ofício, fazer o que?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;O que você tem a ganhar estudando Arquitetura? Bem, aparentemente um bico-de-papagaio, dores no ombro e dentes amarelados de tanto tomar café. Aparentemente, eu disse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;As coisas, e isso vale para qualquer curso, quando feitas com amor e com vontade deixam de ser custosas. O que você vai receber em troca por estar fazendo Arquitetura é muito particular. A felicidade boba de ver seu rabisco projetado no AutoCad e exposto na feira de profissões, todo o conhecimento que você adquire e quando você faz uso dele em um projeto…Seus pensamentos tomando forma, as soluções que você imagina para a sociedade…essas coisas são singulares. Não me venha perguntar de mercado de trabalho! Quem esperava a crise de 69 e a crise que acabamos de deixar? O mundo muda muito rápido, olhar para o mercado para escolher o curso é algo totalmente mesquinho e pequeno. Além do mais, olhar para o mercado para escolher o curso é algo completamente errado: se fazer o que a gente gosta já é difícil, imagina fazer aquilo que não gostamos?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtLg31nZLYqGEKyOZylfR_fzYRlHiCxsFNcMlU4YRN-IlRG2wrZ5jAmK-z0nPndVNnRFyxiwbyZnxzH89osH2IQw5Fas5NkVv-ciAeKjCv7Zg823wH4jO-V6goi4KyTRKL4fKfCYdAs9Y/s1600-h/Serra_Dourada_croquis_%252528pan%252529%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;img alt="Serra_Dourada_croquis_(pan)" border="0" height="140" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJShzQvzOu1ecYYC-fCSnvVBcIaP9EH0vn2962H0-rLq8TwAPXNphe-uKjY3DlgDXYOniH2CekD_VQqvNanE5zdjbXxoqCx26zJISovH4Xa_wjk3ByAcYVIOYtZx4JPfQ4fZF0jHxsOXU/?imgmax=800" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="Serra_Dourada_croquis_(pan)" width="480" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Talvez a pergunta mais recorrente quanto à Arquitetura é qual a diferença com o curso de Engenharia ou qual a semelhança entre Design de Interiores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Para ser direta: um bom Designer de Interiores estudou primeiro Arquitetura, depois de especializou. Partindo do princípio que o Designer de Interiores é diferente de Decorador: o Designer pode intervir no projeto e tem como principal objetivo atender as necessidades dos seus clientes com um jogo de luz, cores, buscando a melhor ventilação, o melhor layout, o maior conforto dentro da funcionalidade do ambiente. O Decorador fez um curso rápido e geralmente só é habilitado a escolher objetos para compor o ambiente, a etapa final do projeto de interiores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;A diferença entre Arquitetura e Engenharia já é um pouco mais complexa. Quem opta por um curso ou pelo outro, fique claro: opta por cursos diferentes! A Engenharia tem como principal objetivo a execução do projeto. O profissional dessa área participa dos cálculos estruturais, onde é o melhor lugar para se por uma viga, se o segundo piso não vai cair, qual a quantia de ferro e concreto para fazer a cúpula, qual o grau da inclinação… E participa ativamente de grandes obras: edifícios, pontes e outras construções é ele quem deve tomar conta e se responsabilizar por grande parte dos problemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Na Arquitetura, além do profissional estar envolvido com o projeto em si, ele se preocupa com os mínimos detalhes e com todo o impacto social da obra. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Tomemos como exemplo a execução de um shopping center. O Arquiteto faz todo um estudo sobre qual a melhor posição das janelas e qual a melhor disposição dos stands. Se preocupa com a acessibilidade, refrigeração, insolação, integração e, é claro, com a estética. O Engenheiro participa do projeto fazendo os cálculos estruturais (o Arquiteto é habilitado a fazer os cálculos, mas a grande maioria contrata Engenheiros para tal), qual a melhor sustentação para os pisos, a quantia de concreto, qual o melhor material… e, além dessa participação importante, ele é quem vai comandar a obra. O Arquiteto, diferente do Engenheiro, sai um pouco do projeto: ele amplia a visão para o entorno da obra, no caso, o shopping. Esse shopping terá qual público alvo? Pessoas da classe A, B, C? Onde esse shopping é localizado, eu faço um estacionamento de mil vagas ou ele é perto do metrô e isso induz as pessoas irem à pé? Esses detalhes são pensados pelo profissional de Arquitetura. Um bom Arquiteto jamais faria um shopping center luxuoso no meio de um bairro desfavorecido ou vice-versa. Essa preocupação com o espaço social é que engrandece ainda mais os profissionais de Arquitetura. Sem contar o plano sustentável que já virou rotina em todo projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Espero que este post tenha esclarecido algumas dúvidas! Lembrando que a melhor forma de escolher qual curso fazer é descobrir do que você realmente gosta e o que quer fazer grande parte da sua vida. Conversar ou até mesmo visitar profissionais já credenciados também é uma ótima forma de tirar essa dúvida tão cruel!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3RReYdOCeREFAAeJ1xnu8L_a_oRKtmCy2_wkBJG-xxZcwvT1AEwFFR_T6fj7gh18BHlh5QhBBEYrCfeN4vMzJL50K1hT1yU6KhhmSpUAPo2ktjyLUQOpuf5KK2dMS9-BRvQlO3hXniMQ/s1600-h/Renzo.piano%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;&lt;img alt="Renzo.piano" border="0" height="157" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip1dBOCs6xSplqnwHZGckF6blC4Qdz5W49fhtxffb0HpCPscvlzmX_tG728wN7o9PWB5ngTMJY5Qx0JsXhEv6TKqaMe5eUjn0D7ElgC3cWMeE_ldy924uaHA1314YVRHbtQCv48B18UTQ/?imgmax=800" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="Renzo.piano" width="256" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Courier New, Courier, monospace;"&gt;Croquis em ordem de aparição: Oscar Niemeyer, Norman Foster, Paulo Mendes da Rocha e Renzo Piano.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJUYhHhiur6OwNX0XFPkNUh0nMNC29O0a4x2thqHrlowInDNELUUzX5xo1ZKL65ZTRggeTHCBoB0iPyWZsyZYd1Y9MBGlu9e5qLJ_qbSXBX25K4Lo3IszuVyRAasmOw-EjiapTtX9m5RA/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total></item><item><title>Nova Sede do Tribunal Superior Eleitoral</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/12/nova-sede-do-tribunal-superior.html</link><category>Brasil</category><category>edifícios</category><category>moderna</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Wed, 7 Dec 2011 15:35:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-5185026838408274210</guid><description>&lt;p&gt;Iniciada em 2007 e assinada pelo famoso Arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, a nova Sede do TSE será inaugurada dia 15 de Dezembro. Sem fugir do contexto da capital federal, o edifício conta com as características do prédios públicos de Brasília desenhadas pelo próprio Niemeyer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A obra de 115.578m² de área construída custou em torno de humildes R$327milhões; conta com 44 toneladas de metal, e 66m³ de concreto e será três vezes maior que a sede atual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para minimizar todo o impacto ambiental, a construção conta com elevadores e lâmpadas de baixo consumo, ar-condicionado à gás (refrigera consumindo menos energia e água sem afetar a camada de ozônio); sistema de captação de água da chuva. Sem contar as 5mil árvores plantadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgatEu3o3QbQAGvogxfGfxwX0gIYUsYwfR7-Vj8FqnwA9wRMvIoeW0WAb-srahwSNgX1IUHnCSWzZOlMmFbWEwgziUwit6ZXcrcPHPQMNsXCX0TZsSNzcEqnNB1SfLNEbqs-KdwQeFIzog/s1600-h/nova.sede.tse4%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="nova.sede.tse4" border="0" alt="nova sede tse" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh35H1QSkv_ehqSIdULxUF093Azv7qyGDQkf_9qDjyjhGIRl9AdQ-Laa7FvmlqxHXGfPRsWdokP3eElDuTCI7C7npWwMccTG_kK_c4hPf92dL_G4E0pMnlmxGauNx2L80VowqLuOr5Pvp8/?imgmax=800" width="459" height="266"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No andamento da obra, nota-se o estacionamento subterrâneo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhC74m2Cyln4liuneJ_LiMlNU2SzN5wianTFEK0yVUljZA7SDQYAv-zL8ameW7pPxwPOHWwN69gPFtvHOB1Gerl6a7Lgdfb9M0sz9ixa3mARiUU8lMkI6AAhgGKDPfgLNmrff3dWaSkTPM/s1600-h/nova.sede.tse3%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="nova.sede.tse3" border="0" alt="nova sede tse" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgloxX9bEnQT2X04O32JuBVAZrJ81nCGa9LO2qSIO6RU8iBF8hDojTU7DaeiquK0njYvH2zU-u1dq1Q4O30vZQPog4FlgeiI-Q-Ri_GI4frzbY_Bki5w40OF7vKNICPaj-myncfs-0ivxk/?imgmax=800" width="466" height="270"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Três cúpulas de concreto que abrigarão auditórios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0myeQKejnVYt05irycqfFqdXC_-URPqhKvENSnPAjh8695DznLBUHX-KxImy4t2JbTzYu7k8LAAs9Rzo1BO4VENK1ysndcKrcIPMoJC8xA2WY8CNShs-KeGq6Cd6O9BUghwdvxJUgRwU/s1600-h/nova.sede.tse1%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="nova.sede.tse1" border="0" alt="nova sede tse" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-Z2LU5OfHfs7atItLTInXe7YQ5dg_ofjyPrn3SizHvMpnYx1vTxFwIb0M9D5cad2XT3-8KZRufF5LhvfSvmXLBhOsL3v2SmHAYZG5vZL1s9mn4O2f5YiiuDOrxK2ufkglHkS5pwHisD8/?imgmax=800" width="473" height="274"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A fachada frontal em vidro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw1FK6nqH_Il0r8MXsbZ_I2EKB8hqWkMDYYSLd1Jo7FqSshQu_YYsrU1LTJXLAEF9WfuQKBesG8UWJpHFEm2ieI4DWpq56s0Y5DOKYo3ZTestgpmg6NTZFp6uBu19BwhGP5piPavLyajY/s1600-h/nova.sede.tse2%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="nova.sede.tse2" border="0" alt="nova sede tse" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_4x6vMf-nTazGWbQBBD7RuWSFZEQ2WMCrlp0ILfUsAIXZ8WfGctsAwq8BEss2FVtRjfyQujYKGOmn64nbE7VGylpAIE1N1CqJjML27TVugPFR-1YdqKjjaNpkBjVABJesPs767cB_K04/?imgmax=800" width="476" height="275"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Brises na parte de traseira. O volume retangular serve para a circulação vertical dos funcionários do edifício.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assista ao vídeo do projeto:&lt;/p&gt; &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 448px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f8863eb2-0f7c-4642-a14f-ead0b37d826e" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="4076d4d1-5569-4b07-89f5-5fc0c762e283" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SSb3Pb1p8LQ" target="_new"&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioYBC5N9aPIQkQE-YLUlz461dDJV7nj23yK9wwuLnVYcGXMdB7jTjJmZZ88527ryCrzSZJW8wpPa7xo3j59LHKlYNYzC2XVrDyCkR2wZJW5z6A59akgHjak9LvofdudcfZ6bVLJLrE_oM/?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('4076d4d1-5569-4b07-89f5-5fc0c762e283'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/SSb3Pb1p8LQ?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/SSb3Pb1p8LQ?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Fontes: PiniWeb e TSE&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh35H1QSkv_ehqSIdULxUF093Azv7qyGDQkf_9qDjyjhGIRl9AdQ-Laa7FvmlqxHXGfPRsWdokP3eElDuTCI7C7npWwMccTG_kK_c4hPf92dL_G4E0pMnlmxGauNx2L80VowqLuOr5Pvp8/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A origem das favelas</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/11/origem-das-favelas.html</link><category>acadêmica</category><category>Brasil</category><category>habitação</category><category>história</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 09:13:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-6517701646642981496</guid><description>&lt;h4 align="right"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO9U-W54IqsAA8voOEhDfXJC4dwRqroYQ7qvWMRJ1X08eCBqo9mujrqNbcVEOFgaZ6EpyhEkMaYr6tEyjVKvfDUnwjNls5bjzKZR6MsBcafhp6LGWdAlMflW2lTbVTgO4XsBvFUyzg8DU/s1600-h/Foto-favela%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Foto-favela" border="0" alt="Foto-favela" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib9PCNCtRuMlKLBMIbPKQCFgnMBSymQOHAtyiwIxoIM0X6eYiU45Ji3CVFEEeidD6Ha7abgKtkBCyuNPaki6bZe7C3Nml_YmAjgROUB8qqi7QzODeRTosQQuPIwhobbeTjpR2RlsvKZrs/?imgmax=800" width="244" height="164"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;i&gt;“&lt;/i&gt;&lt;i&gt;É absurdo dizer que as favelas &lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;são não-arquitetura. Se alguém faz &lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;uma pintura, mas não é um pintor qualificado, &lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;significa que o que pintou não é uma pintura?”&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2"&gt;Sean Scully&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p align="right"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;Os problemas urbanos sempre existiram. As favelas são hoje um dos maiores ícones de subdesenvolvimento das cidades por serem palco da miséria e outros tantos problemas sociais como o tráfico de drogas, a falta de saneamento e salubridade, segregação socioespacial e descaso com a população.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O termo “favela” surgiu após a Guerra de Canudos (1896). Os soldados, ao voltarem ao Rio de Janeiro, ficaram desabrigados pelo fato de terem exigido do Governo casa própria e por lhes terem sido negado. Começaram, então, a habitar temporariamente alguns morros, juntamente com desabrigados e ex-escravos (o primeiro morro habitado foi o morro da Providência). Batizaram de “favela” referenciando uma planta resistente à seca encontrada em morros, no Nordeste, perto da cidade em que combateram.&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj9kky60x18TuLKN5rJ2aO6YArWC_kH0PNJVwM-J6ZxKnVW1cf2fe-oJq5lzHh3vqdETmjgmO18M6vR9waM6f42E5J6IGKYiDHq6VhKsV_OthpHMrkLUvn9S13pCaBExlO51LH5C5LbfQ4/s1600-h/clip_image002%25255B4%25255D%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline; float: right" title="clip_image002[4]" border="0" hspace="12" alt="clip_image002[4]" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4nziGpYu5vcFV5Gd6hmmOAxXddZLg4PuOQ3mji6HB5tgJi_Z_ZUTlWAuJrw-UvnhAB1YpiUfCe0DnHVZj_kjf1bvqSWYiyt8OgyiiDvgh-GIJcby1Zvga82lgF-mtnG4hSgmS1lsVIEw/?imgmax=800" width="244" height="181"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Até então pequena e despretensiosa, a favela cresceu demasiadamente bem com a Revolta da Vacina de Oswaldo Cruz em 1904 no Rio de Janeiro, impondo a destruição dos cortiços. O famoso “bota abaixo” visava o fim dos cortiços a fim de terminar com a varíola e outras doenças que se proliferavam nesse vetor carente de salubridade. No lugar dos quase 1.600 casarões foram construídos edifícios e jardins, e a população desabrigada sem amparo governamental tratou tão logo de buscar abrigo: seu achado foram as favelas, até então provisórias, dos soldados. &lt;p&gt;Em 1980, com o fim da Ditadura que arrasara cerca de 80 comunidades irregulares, as favelas voltam com mais força com o incentivo governamental de legalização das favelas. &lt;p&gt;A partir de 1990, já com a verticalização da mesma, podemos associar seu crescimento a diversos fatores como a crescente industrialização; as transformações das relações de trabalho no &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg75SMDlw0i6xvVIxAg1-OnzbsIf9U5knplJzJtAj4gMBxi4UprDuQT9cegpHZ0mCUKdBraDUoiQ8ExXynJdNV2HwNYFMqfajgAeO1wd8x8f8U6Ht5iu3JMCNuAvav6iHNI_StM_4N3gvA/s1600-h/clip_image005%25255B4%25255D%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="clip_image005[4]" border="0" hspace="12" alt="clip_image005[4]" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1IO0c5VxzhzqHbw43hY9KV9j22DeesHh1s3aCuuDCF4ZVdMnLryJzgtONcGD3z5G4O8YfGiVGs55xjQUfVmZZ0PcQssyW-lkyR1J1eI0F0XV85m_6NmXBLMKXsi73MAQ7mNoPQIpz0hQ/?imgmax=800" width="188" height="244"&gt;&lt;/a&gt;campo; o êxodo rural; a expropriação de pequenos proprietários rurais (reflexo do capitalismo) entre outros. A busca nas capitais por melhores condições de vida fizeram com que as favelas se tornassem um dos maiores problemas urbanos de quase todos os países, sendo mais frequente na América Latina e África. Segundo IBGE, estima-se que em 2020 haverá, em escala mundial, 1,4bi de pessoas morando em favelas com uma renda média de três salários mínimos. &lt;p&gt; Entre as características desse tipo de habitação no Brasil, podemos destacar: &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font style="font-weight: normal"&gt;- apropriação irregular de terreno;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;h3&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font style="font-weight: normal"&gt;- ausência de segurança, salubridade e saneamento;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font style="font-weight: normal"&gt;- vínculo com o tráfico de drogas e mercado ilegal de armas;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;h3&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font style="font-weight: normal"&gt;- ausência de instalação elétrica adequada.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Os problemas que a favela acarreta se volta contra a sociedade, inevitavelmente. Apropriando-se irregularmente do terreno, ela segrega a população, incita ao preconceito, expõe a riscos a vida das pessoas que a habitam e degradada o meio-ambiente. A população de favelas fica suscetível a perder seus bens e familiares com deslizamentos de terra e enchentes e o lixo todo produzido por essa população dificilmente é descartado corretamente, poluindo a área. Ainda sem contar os freqüentes conflitos com o tráfico de drogas que fazem da favela palco do crime e da guerra urbana, expondo ainda mais a integridade dos inocentes que lá habitam. &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimQK5ZF0Br4ksKJlCZL1c4XN7ICaYrsH7oKw2flE7HSpKpcXB37gtbr-k-8mtjy3wdHCCWCM3iQUJxZDDaUjXaZlxmC0OmS0L2PCObvr_1erLYeXIAPI46V2XBUD4Jpxs4XflwZvwm23I/s1600-h/clip_image007%25255B4%25255D%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline; float: right" title="clip_image007[4]" border="0" hspace="12" alt="clip_image007[4]" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdNOY3BP5GoUKBpFSULbn67ymIEpQc4sDDKIRrr9S2g2VJzLdgtaF7BH3zATnC_95PEIU_ucl4gjtyOi4gczbz_erU_mf3rcUqvhQhLnRLHGIPnK1mm8XPiGcrCd8DIHoTUaaRMtz51qM/?imgmax=800" width="244" height="205"&gt;&lt;/a&gt;Urbanizar a favela ou remove-la? Essa resposta nem o Governo, que vem investindo em políticas de urbanização e ao mesmo tempo de remoção, sabe responder. Nasceram despretensiosamente e sempre contaram com o descaso governamental e social; hoje o tema Favela recebe notoriedade na mídia e ainda há muita coisa para se fazer para melhorar as condições de vida dos usuários desse espaço que padecem sem o direito à urbanização.  &lt;p&gt;Diminuir a segregação socioespacial e garantir um maior conforto e segurança aos favelados é também uma questão que deve ser intervinda pela Arquitetura e pelo Urbanismo, pois além de ser uma tipologia habitacional recorrente na atualidade, ela faz parte da realidade das cidades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib9PCNCtRuMlKLBMIbPKQCFgnMBSymQOHAtyiwIxoIM0X6eYiU45Ji3CVFEEeidD6Ha7abgKtkBCyuNPaki6bZe7C3Nml_YmAjgROUB8qqi7QzODeRTosQQuPIwhobbeTjpR2RlsvKZrs/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Brasil e a Copa do Mundo</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/11/copa-do-mundo-e-nossa-o-ano-de-2014-e.html</link><category>acadêmica</category><category>Brasil</category><category>sustentabilidade</category><category>tecnologia</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 08:50:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-6824135722634041802</guid><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;A Copa do Mundo é nossa!&lt;/b&gt; &lt;p&gt;O ano de 2014 é um ano muito esperado pelos brasileiros apaixonados por futebol, mas enquanto a copa não chega, os que se deleitam são os apaixonados por arquitetura. &lt;p&gt;Aos 30 de Outubro de 2007, diretamente de Zurique, Suíça, o Brasil foi o país escolhido para abrigar os 64 jogos da Copa de 2014 em 12 estádios espalhados pelo território. Para mostrar que faz bonito não só no futebol, estão sendo reformados 6 estádios e construídos mais 6. O problema é que, com pouco tempo para terminar, muitos deles estão nas fases primárias e outros nem começaram ou estão parados por falta de verba. &lt;p&gt;&lt;b&gt;A arquitetura de cada dia dá-nos hoje&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Não pense que ser um estádio para a copa é fácil! Para ser nomeado tal, é preciso corresponder aos requisitos da FIFA que não são nem poucos nem humildes! Para encarar a responsabilidade de entrar para a história do futebol, os arquitetos rebolaram para fazer um projeto que coubesse às exigências que vão desde o estacionamento até a construção sustentável. &lt;p&gt;O manual corrente contendo todas as regras de construção do estádio é utilizado desde 2004. Entre os requisitos mais importantes, estão: mínimo de 30mil assentos para jogos internacionais, 50mil para um jogo final de Copa das Confederações e 60mil para a final de uma Copa do Mundo; deve haver hotéis, centros comerciais e aeroporto nas proximidades do estádio. Para maior conforto do público e dos jogadores, o estádio deve estar construindo de forma que o sol não ofusque a visão de ninguém e ao mesmo tempo a cobertura esteja com uma abertura suficiente para insolação e ventilação adequada. No quesito segurança deve haver escadarias, portões e corredores sinalizados e livres de obstáculos; câmeras de vigilância interna e externa e ao menos uma sala de primeiros socorros a qual o público possa acessar facilmente estando dentro ou fora do estádio. &lt;p&gt;A FIFA também exige gramados com 105m de comprimento por 68m de largura e os assentos devem corresponder a uma medida mínima imposta pela Federação. Além disso, não deve haver barreiras separando as arquibancadas do campo de jogo e todos os torcedores devem ter uma visibilidade&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;perfeita do campo. &lt;p&gt;Quanto à sustentabilidade, foram apresentadas imposições no mínimo interessantes e que deveriam ser adotadas não só pelos estádios que receberão a Copa. &lt;i&gt;Green Goal&lt;/i&gt; é o nome do programa da FIFA para a redução das emissões de CO2 em seus eventos. Focaliza pontos que vão desde a coleta seletiva de lixo à economia de energia com a utilização de painéis fotovoltaicos. Seguindo o pensamento verde, O Estádio de Brasília, segundo um dos autores do projeto o arquiteto Vicente de Castro Mello, a nova arena terá 87% dos pontos na escala de certificação. &lt;p&gt;“Queremos que a Copa do Mundo da FIFA de 2014 seja considerada os Jogos da Sustentabilidade, tendo destaque para a o papel da capital do país como referência mundial”, afirmou o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. &lt;p&gt;“É importante também ter uma programação de utilização do estádio pois, mesmo parado, ele vai ter gasto com manutenção. Um estádio sustentável com captação de energia eólica ou solar e captação da água da chuva diminui esse gasto.” argumentou o arquiteto Vicente Castro Mello em entrevista à JovemPan OnLine, prometendo que o Brasil não vai ficar devendo quanto à arquitetura. &lt;p&gt;Os outros estádios que serão reformados além do de Brasília, são: Estádio Castelão (Fortaleza), Arena da Baixada (Curitiba), Estádio Beira-Rio (Porto Alegre), Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro) e Estádio Mineirão(Belo Horizonte).  &lt;p&gt;O Mineirão, segundo o arquiteto responsável pelo projeto Gustavo Penna, a reforma visa harmonizar e valorizar a cultura brasileira. A obra, afirma o arquiteto, será trabalhosa já que terão de ser feitos inúmeros reparos para que o estádio esteja de acordo com as regras da FIFA, entre eles rebaixamento do gramado e a construção da cobertura que será de metal e membranas de policarboneto. &lt;p&gt;Já em Fortaleza, o governo Cearense descartou a possibilidade de demolição do Castelão. Para compensar, o estádio passará por uma reforma “sem as extravagâncias europeias” com o objetivo de revitalizar a área urbanística. “Nós pensamos um estádio como um complexo esportivo-comercial que seja uma centralidade no bairro. Ele nunca será um elefante branco”, aposta Vigliecca, arquiteto responsável. As adaptações serão o aumento do número de assentos e algumas adequações às exigências da FIFA. Para enquadrar às normas do &lt;i&gt;Green Goal&lt;/i&gt;, o projeto prevê a instalação de torres de geração de energia eólica e sistema de captação de águas pluviais. &lt;p&gt;&lt;b&gt;Grama de ouro&lt;/b&gt; &lt;p&gt;O orçamento total das obras apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol em 2007 beirava R$ 1,94 bilhão para reformar e construir. O último orçamento atualizado (junho/2011) apresentou a bagatela de R$7bilhões para reformar ou construir. “Este valor deve subir ainda mais, já que boa parte dos contratos não prevê a compra de assentos, refletores, gramados e das intervenções ao redor das arenas.” Argumentaram Rafael Massimino e Diego Salgado, redatores do site Copa2014. &lt;p&gt;De todas as doze obras, a que mais se encontra adiantada é a do Estádio Mineirão, em BH, apesar da greve dos trabalhadores em junho/2011 que reivindicavam melhores salários (a faixa salarial beirava o salário mínimo). A paralisação aconteceu no estágio de demolição de partes da área externa e colocação de estacas e blocos de fundações para as novas arquibancadas. &lt;p&gt;A maioria dos estádios se encontra em estágio prematuro levando em consideração o pouco tempo que há até a data final. Quase todos enfrentam problemas com suas respectivas construtoras e, apesar da abundância de recursos que fora liberado para cada um, as obras avançam lentamente. O estádio mais atrasado é o de Natal, o Estádio das Dunas, que após 1 ano de projeto, não teve montado se quer o canteiro de obras. &lt;p&gt;Sem abrir muita vantagem à frente de Natal, e com um custo nada simplório, o prometido estádio do Corinthians enfrenta problemas com verba. Após o veto da FIFA sobre o Morumbi, a cidade de São Paulo tem a construção da Arena Corinthians como única opção para fazer parte da Copa. Com a decisão tomada em cima hora, a construtora que assinou o projeto ainda dá por “indefinido” o financiamento de R$1bilhão e o sonho paulistano de celebrar a abertura da Copa vai ficando cada vez mais para trás. &lt;p&gt;O projeto mais caro fica por conta do famoso Maracanã. A reforma de um dos maiores estádios do mundo vai custar por volta de R$1,1bilhão. O alto custo tem uma justificativa: a estrutura do estádio de mais de sessenta anos está comprometida e só a melhoria da mesma acarreta um custo de R$400milhões. Para cobrir o valor total, será feito uma extensão da cobertura, aumento no número de camarotes e a reconstrução da arquibancada inferior. O preço salgado da obra também se justifica pelo fato do “Maraca” ser a sede das cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas de 2016. &lt;p&gt;Serão construídos 6 estádio em 6 estados a saber: Cuiabá com Arena Pantanal; Grande Recife com Arena Pernambuco; Manaus, Arena Amazônia; Natal, Estádio das Dunas; Salvador, Arena Fonte Nova e a cidade de São Paulo com a Arena Corinthians. &lt;p&gt;&lt;b&gt;O fim da festa&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Diante de toda essa euforia as mentes são ocupadas pelos transtornos da construção, mas poucas são as pessoas que conseguem ter noção de todo o impacto dessas obras na sociedade. Dentre os pontos positivos e os negativos, fica difícil dizer qual recebe mais notoriedade. &lt;p&gt;A princípio, todo o gasto com a celebração parece uma pisada de bola, já que os bilhões gastos “para inglês ver” poderiam ser utilizados nas áreas de saúde e educação. Apesar dessa ser uma ótica grosseira, é preciso levar em conta o retorno a curto prazo que o mercado receberá com o fluxo de turistas que, segundo o governo, são previsto 500mil deles injetando cerca de R$3bilhões no nosso comércio. É também esperada a criação de cerca de 20mil novos empregos. A longo prazo temos a valorização dos terrenos a cerca das obras; fato que pode tanto turbinar o comércio quanto selecionar a classe a usufruir do espaço e dividir ainda mais a sociedade. &lt;p&gt;Para aguentar o fluxo de pessoas durante essa época festiva, o Governo está dispondo de aproximadamente R$8bilhões para o melhoramento da infra-estrutura das cidades sede, como a melhora dos aeroportos e do transporte público. Natal e Fortaleza, por exemplo, antes dispunham de um aeroporto pequeno e agora terão um internacional. Legado esse que é indiscutivelmente de grande valia para a sociedade.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Texto escrito em Julho de 2011 para publicação no site de extensão acadêmica VIRAU da Universidade Sagrado Coração, Bauru, São Paulo.&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fontes:&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.copa2014.org.br/"&gt;http://www.copa2014.org.br/&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.portaltransparencia.gov.br/copa2014/"&gt;http://www.portaltransparencia.gov.br/copa2014/&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.fifa.com/worldcup/index.html"&gt;http://pt.fifa.com/worldcup/index.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Le Corbusier - Biografia</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/10/le-corbusier-biografia.html</link><category>acadêmica</category><category>edifícios</category><category>história</category><category>modernismo</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Sat, 29 Oct 2011 06:04:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-2671504113838436927</guid><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Nascido em La Chaux-de-Fonds, Suíça, aos 6 de Outubro de 1887 e batizado de Charles-Edouard Jeanneret-Gris, Le Corbusier, que adotara o pseudônimo aos 30 anos, é considerado um dos maiores arquitetos do século XX, delimitando com nitidez a arquitetura moderna e causando grande impacto na história da mesma.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Filho de Georges Edouard Jeanneret, gravador de relógio, e de Marie-Charlotte Amelie Jeanneret Perret, musicista, Corbusier levou para suas obras a essência calvinista de sua família que sempre deixou bem acentuado a divisão entre o bem e o mal. Esse reflexo pode ser encontrado no contraste entre sombra e luz de suas edificações, segundo o crítico Kenneth Frampton[¹].&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Meus anos de infância se passaram com meus colegas em meio à natureza. Meu pai, aliás, dedicava um culto &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiT1_sQIZ8kJRXalxlSB1bmWo7wbzqCmrmBcjyg4aW9uto_3esYRXAYPVc_oUZTVQBL8ep4zDzyOBFfbLwcNsCtSNcIvlZgejQIGPOYNRv9AKk5IPYugwPPuEyEgQh171JHAFn8_BtXk_0/s1600-h/corbusier_crop%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="corbusier_crop" border="0" alt="corbusier_crop" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCP4-ykOClgK-K26pwQtZD0tMORicnw4YEgOMEix2W9qq7N3Z7IkB-nVjmxfRga5xthzZ7CU6R_Zov1wVVD4B0kVgjLfyd4gY-HIrayNfvEdHikzsHE2sJzSxXK804EYeEJsYF0Q8w7Vs/?imgmax=800" width="244" height="177"&gt;&lt;/a&gt;apaixonado às montanhas e ao rio que formavam nosso lugar. Estávamos constantemente nos cumes: o imenso horizonte nos era costumeiro. Quando o mar de nevoeiro se estendia ao infinito, era como o verdadeiro mar – que jamais eu vira. Era o espetáculo culminante. A idade de adolescência é a idade da curiosidade insaciável. Fiquei sabendo como eram as flores por dentro e por fora, a forma e a cor dos pássaros, compreendi como cresce uma árvore e por que se mantém em equilíbrio mesmo em meio ao temporal.”&lt;/em&gt; [²]&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijF72lkoCQa-fEypa3wXYMJGuSB7TvaYdsJdHZ4iFlERLWmqLzWFjOQbhZuwMhvkYx-z9Tq2z6AMXX2938Drw89ex68qwD-mSKH7Mii-qm-Pj4ACXDqqAinWdP9iY7rKsb3r68VPNGSjk/s1600-h/1%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="1" border="0" alt="1" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXX6P5fzo9VKU55FCY1111TlGT657DwpC-KZBGPOP9QDUwHLaAkQtUt8FQScZnbTsTFbLvVTzCFYlwYH3vlj0v3KXAPKaMG_rwtyEKCyb2Zm648sXJJ-wtOxvyOoa0GG7L8UDao5UOYfk/?imgmax=800" width="244" height="156"&gt;&lt;/a&gt; &lt;font size="2"&gt;Estudou na Escola de Arte Aplicada de La Chaux-de-Fonds e se formou gravador e designer de relógios. Aos 18 anos, junto com Louis René Fallet Chapallaz, projetou sua primeira casa, a Villa Fallet que trazia tudo o que aprendera com seu mestre Charles L’Eplattenier, muito ligado a Owen Jones e a Grammar of Ornament.&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Seu mestre L'Eplattenier, que o inserira na arquitetura por ter notado o talento do jovem, almejava que seu melhor aluno se tornasse aprendiz de Josef Hoffmann. Para tal, enviou-o para Viena, em 1907, mas Corbusier rejeitou a oferta de trabalho de Hoffmann por ter se afeiçoado mais ao utopismo de Tony Garnier em que a nova arquitetura dependia dos fenômenos sociais. Esse encontro com Garnier somado à visita ao Convento de cartuxos de Ema na Toscana, onde Corbusier ficou admirado pelo espírito comunitário, seria um ponto de transformação na vida e nas obras dele. O seu projeto Immeuble-Villa e quase todos os seus conjuntos residenciais trazem referencias gritantes do convento de Ema.&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;“…Esse homem sabia que o nascimento iminente de uma nova arquitetura dependia de fenômenos sociais. Seus planos revelavam uma grande facilidade. Eram consequência de um século de evolução arquitetônica na França.”&lt;/em&gt; Le Corbusier sobre Garnier[¹].&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Em 1908, Corbusier foi empregado de Auguste Perret, em Paris, onde aprendeu o básico sobre concreto armado e foi convencido que aquele era o material do futuro. Ao mesmo tempo, esteve em contato com a cultura clássica parisiense, o que, mais uma vez, frisou o contraste encontrado em suas obras que remonta desde o tempo em que viveu com seus pais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Com essa bagagem bem variada, em seu retorno a cidade natal em 1909, Corbusier projetou um edifício em concreto armado, com três alas escalonadas de ateliês, com jardins fechados postos em um espaço comunitário central coberto por um telhado piramidal de vidro. Não somente nesse projeto, mas em todos os demais assinados por Corbusier, pode-se ver as inúmeras referencias tipológicas com antecedentes espaciais diversos alinhados numa só concepção de obra. Essa mistura de passado e presente e seu amontoado de experiências postas todas juntas, tornam-se característica marcante do Corvo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;A mando da escola de arte de La Chaux-de-Fond, Le Corbusier viajou à Alemanha (1910) e teve contato com a raiz do Bauhaus, o Deutsche Werkbund e seus principais expoentes como Peter Behrens e Heinrich Tessenow. Construiu, mais tarde, a Villa Jeanneret Père e o Cinema Scala com influencia do Werkbund. Trabalhou no escritório de Behrens, conheceu Mies van der Rohe e, antes de voltar à Suíça, fez uma viagem pela Ásia Menor e aderiu à arquitetura otomana.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Já no ano de 1913, depois do rompimento definitivo com L’Eplattenier, abre seu próprio escritório com o objetivo de se especializar em &lt;em&gt;béton armé&lt;/em&gt;. Dois anos mais tarde, junto de Max du Bois, desenvolveu a ideia de reinterpretação da estrutura Hennebique de concreto armado com a Maison Dom-Ino (a base estrutural para suas casas até os próximos 20 anos); e a Villes Pilotis, uma cidade sobre pilastras.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWjCot-Wm2bjee5hmU72waplCGaHCuFl5XqZBseulselVoWd8ixW5Y-dupNv-XGx5F0MKQDdsHtMrCSzOYcgWBLFfOXOiwwV0S_QBlt39tXkFQVhrDfaW6cVVlEjDQHnrD12bPBh5boGM/s1600-h/250px-Villa_Schwob%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="250px-Villa_Schwob" border="0" alt="250px-Villa_Schwob" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEix97fbrF5kO0X6QoxpSd37GGKQV7sVC85jHbdkCIHtPuyq1dASzQ_CPmLfWWm010vmUGiPDsbXgJfnBUNDNlW3ijnw-O8z-AfvISWgUbnN8Aq0YOOYhTscYvDogYQRgsd1qsrNSOogjk0/?imgmax=800" width="196" height="244"&gt;&lt;/a&gt;A construção da Villa Schwob (1916) ou Villa Turque, foi um resumo feliz de toda sua experiência do sistema Hennebique. Fora a primeira vez que Corbusier empregou seus ainda poucos conhecimentos sobre proporção divina (seção áurea). Com essa criação, deu abertura a mais outras duas casas no estilo palácio: a Villa Burguesa e a habitação coletiva.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Mudando-se para Paris, em 1916, Corbusier conheceu o pintor Ozenfant com o qual desenvolvera a estética do&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt; Purismo de forma a abranger todas as formas de expressão. Tal filosofia resultou num ensaio “Le Purisme” publicado em 1920 na L’Esprit Nouveau (revista artística publicada até 1925). Nesse período, nasce a “Esthétique et architecture de l’ingenieur”, a Estética do Engenheiro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Antes do início da Segunda Guerra Mundial, Corbusier trabalhou com seu&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSUvXQFAwzqfchmK_WOggp3PnRne0X2WX4OfDwvguk483nEsxtroC-8Hm9UOY7zQgZSAfmOQC5M69xDAABmQrNpQDLFr2rjm9HjNE8w1bYRYCGL9E0DU3rSNKyihJLP1pVgn2fAZF-_Tw/s1600-h/Maison%252520Dom-Ino%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Maison Dom-Ino" border="0" alt="Maison Dom-Ino" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-wjhat6r-sp5KV45-h3svqk2UHGOHlHfBntrd9PJxtg_xVz94LeyIKLz60UrDYwMd0NajxeyYKnzBEfgBn6tML0RyYIhVmtsVcxIARvRra1BzeZO_-lcQ2BDcsp-GwOtWwYM8DF5W6Cc/?imgmax=800" width="244" height="166"&gt;&lt;/a&gt; primo, Pierre Jeanneret, desenvolvendo as ideias centrais da Villes Pilotis e Dom-Ino. A Dom-Ino abria um leque de interpretações de diferentes pontos de vistas: ao mesmo tempo que era considerada um recurso de produção, era também um jogo com a palavra “dominó” com suas colunas livres e postas dentro de uma simetria. Com tal efeito da Maison, Corbusier desejava ver essa obra como um objeto a ser produzido em escala: o objet-type.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;“Se eliminarmos de nossos corações e mentes todos os conceitos mortos a propósito das casas e examinarmos a questão a partir de um ponto de vista crítico e objetivo, chegaremos à “máquina de morar”, a casa de produção em série, saudável (também moralmente) e bela como são as ferramentas e os instrumentos de trabalho que acompanham nossa existência.”&lt;/em&gt; [¹]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Em 1922 vieram, a partir do ideal da Maison Dom-Ino mas com melhorias, a Maison Citrohan e a Ville Contemporaine. A Citrohan surgiu com o pé direito duplo com um mezanino-dormitório para melhor aproveitamento da entrada de luz solar. A concepção da obra ocorreu cinco anos mais tarde, junto com o emprego do purismo cromático na arquitetura, onde a cor das casas tinha grande relevância para obter uma harmonia com o meio exterior.&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSCRNl0x_iSOxrjpEanAy49unKuJ-j27GfeETYPwMQ0922_VzI3GcgknyNoFQRtRUfzwqtTMK196X-z5UaqsKVtbW5uYbfGnynJn9Xev1x_fbZopYFtauIMZrdzNoFp5vyobAwqNZ0c24/s1600-h/Ville%252520Contemporaine%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Ville Contemporaine" border="0" alt="Ville Contemporaine" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgw1SKxi66HieTorm68rEETaS6W55MSnQTh0o1OC_sT4NRS2waaOGnS1mDzyWg25pg1pxd_n5f2BGyd_t1GLtV43xquX2boCC9O6KaYS3PIAH6CEev56-EW6RESysT3Z-AK5W4HweVciDw/?imgmax=800" width="244" height="183"&gt;&lt;/a&gt; Já a Contemporaine guardava toda a vontade de Corbusier de desenvolver conotações urbanas; almejava um centro administrativo de elite, e cidades-jardim para os trabalhadores na zona industrial, definindo com uma linha gritante aos olhos a parte da classe de elite urbana e proletariado suburbano. Essa cidade idealizada pelo Corvo fora projetada dentro das leis da seção áurea, e representava a divindade no centro comercial, como forma de substituir os templos religiosos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;A Ville Contemporaine era constituída por uma unidade batizada de Immeuble-Villa (célula-base de moradias de grande altura) com o intuito à produção em série e à agregação em alta densidade, sendo mobiliada segundo o purismo dos objets-types; um conjunto equilibrado de objetos populares, artesanais e industrializados que se manifestou contra o movimento Art Deco.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Em 1925, retomou ao tema da &lt;i&gt;villa&lt;/i&gt; burguesa, primeiro fazendo a &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;casa Cook&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;, demonstrando &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;Les 5 &lt;i&gt;points d’une architecture nouvelle&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;, seguindo-se a &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;Meyer&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;, &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;Garches&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt; e a &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;Savoye (umas das residências mais famosas do mundo)&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;. &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiF9U9sudnu8VmYdkt-RD2rtCDt58CchCLvC05HDRmm5PAZbooqZqSaaFLzvLqf-xcLcJ_yT7-ocAWpdCBViWMaAGUv5PfGew5aPZfpwSXsq_zSVqdmEnGuC6Kkysb-Q9OPTN3Ctzyo2z4/s1600-h/villa-savoye%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="villa-savoye" border="0" alt="villa-savoye" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqNC5VUhZeuvfaAhU7irNMncGuRGmGya2wqOZnPGNuGKq3nTyGycJujDWFawpX5-oq_4iT2apaxBiK9aXwaVePHQFbXLibV62xE5qTBHe5n_ZoE6vJb-8xmCQTuwTwT4-9w9pGF_zu254/?imgmax=800" width="294" height="154"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Essas obras nasceram sob influência da estrutura de Hennebique aplicada na Maison Dom-Ino e das paredes laterais da Citrohan. Todas elas dependiam da sintaxe de 5 pontos, os quais foram os legados mais importantes de Corbusier sobre a nova arquitetura: os &lt;i&gt;pilotis&lt;/i&gt; que suspendem a construção acima do solo; a planta livre(sistema viga-pilar) obtida mediante a separação entre as colunas estruturais e as paredes que subdividiam o espaço; a fachada livre, consequência da planta livre no plano vertical, abolindo as ornamentações; a &lt;em&gt;fenêtre en longueur &lt;/em&gt;ou janela em fita, a longa janela corrediça horizontal e o terraço-jardim que supostamente recriava o terreno coberto pela construção da casa graças ao concreto-armado, aproveitando a laje como área de lazer. &lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Os primos Jeanneret desenvolveram, em 1927, o primeiro projeto para estrutura pública de grande escala para SdN (Société des Nations) em Genebra. Apesar de não terem sido escolhidos, o projeto exigira uma nova ótica da parte dos dois: antes estavam acostumados com projetos residenciais, simples e básicos; agora seria necessário a projeção de um palácio. Segundo Kenneth Frampton, esse evento na vida de Corbusier deve ser visto como um divisor de águas por ser o clímax do arquiteto e ao mesmo tempo a primeira crise da carreira. [¹]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Após esse evento, deixando de lado sua ideologia de que o objeto deve seguir os contornos do homem de modo a se aproximar da Estética do Engenheiro, Corbusier abandona a Immeuble Villa e troca pela Ville Radieuse. Um projeto de melhor produção em série, minimizando por completo os espaços e enchendo de funcionalidade. Uma mudança e tanto para quem havia projetado a Contemporaine pregando a divisão de classes e agora vê-se construindo a Radieuse completamente sem preconceitos ou distinção social.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Em 1929, antes de concluir a Radieuse, uma ida de avião ao Rio de Janeiro impressionou pela vista tropical do local. Logo imaginou uma longa estrada à beira-mar, 100 metros acima do terreno dando um espaço proposital para a feitura de residências. Esta mega-estrutura, a última nessa escala, recebeu o nome de Obus e foi concretizada em Argel.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuoKhVUGbxje_R8Tf3zGcnYHnhCuX0riwbywTlRnOjWVOHZ6lCKI-piBOvqwmUzaWq5z7UmN2ENMLLStAm2lyq-1Rio86BRL018Z7eVpznOVz1hoETTLVn-U3tB6HUjKJB5nymrbTeAQ4/s1600-h/Unite_d%252527Habitation_%252528Rightee_2%252529%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Unite_d'Habitation_(Rightee_2)" border="0" alt="Unite_d'Habitation_(Rightee_2)" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjBUTOguskkFxZlFNqCWgxdScWg53BbExzPnt8x2mOQK-gkVuYA_5qd59p08PrbQyti1pRWuAEDY2bHUe0vAQIMz4NWkv5srkuiIGEPXbhYR3WTw8KQT6m5OMA4JcqTXo1_19CX54-vRw/?imgmax=800" width="165" height="244"&gt;&lt;/a&gt;Algumas passagens pela Rússia em 1930 e seu contato com as moradias do país influenciaram na criação de sua “cidade industrial” que, em 1940 foram reformuladas e deram origem à Unité d’Habitation, uma das mais conhecidas obras de Corbusier que fora construída cinco vezes em três locais diferentes. A construção permitiu o emprego do sistema Modulor. O Sistema Modulor era baseado na razão de ouro e na Sequencia Fibonacci e usando também as dimensões médias humanas (dentro das quais considerou 183cm como altura standard), o Modulor é uma sequência de medidas que Le Corbusier usou para encontrar harmonia nas suas composições arquiteturais. Foi publicado em 1950 e depois do grande sucesso, veio a publicar, em 1955, a segunda edição&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Outros edifícios datados da primeira metade da década de 1930 são: Clarté, Pavillon Suisse e o Edifício do Exército da Salvação. Muito importantes na carreira de Corbusier por mostrar sua desilusão com a produção em série e por mostrar indícios de seu rompimento com a estrutura de concreto e alvenaria. Essa perda da fé na produção da máquina de morar veio, segundo Robert Frishman, quando Corbusier teve contato com cronômetros alemães produzidos em série e se lembrou da magia que produzia os relógios cuidadosamente talhados na cidade em que nascera, La Chaux-de-Fonds. Associou esse pensamento à suas obras e imaginou se uma casa objet-type também não deixava a desejar, comparando com uma casa cuidadosamente pensada em toda a particularidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;No ano de 1936, Corbusier se reuniu com Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Reidy Alfonso para a construção do Ministério da Educação e Saúde, um marco da arquitetura moderna no Brasil.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiiGNCTAbmJrs7T8CgSYounXKC2v4UFMfOdZtbZhWuDUnd4YcD2gRkHGWZBsYW0OgVPtNlQ4pSYHMChsxlt4TzIMoDPM_nBBqqw1jS2RnWhu-q9rbhBRdToqo95TmxKc_5mDOkAE8PGXTs/s1600-h/Capela-Notre-Dame-du-Haut1%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Capela-Notre-Dame-du-Haut1" border="0" alt="Capela-Notre-Dame-du-Haut1" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWZ8mcr3Kr6MUaYdN15dA6JsjNK8MEdTe-bYE2IodaTCGeksvCY1oymkxt8e-tC3vGYLbtvFJK4-7ukKeX18D7dXVtJX0Sz2eggwS_QuVN3_9lzVR5_Ho7x4hjoDNDQksIwjo2j2o52p8/?imgmax=800" width="244" height="168"&gt;&lt;/a&gt;A década de 1950, a década que guarda o maior número de projetos arquitetônicos do artista franco-suíço, guarda também uma ícone da arquitetura do Corvo: a Capela de Notre-Dame-du-Haut, em Ronchamp, sua primeira obra religiosa. Com janelas irregulares e paredes grossas curvilíneas, obtém uma cobertura excepcional que causa sensação de redução ou ampliação espacial, dependendo do ponto de vista.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjHgCZjgT5-vag4rVS28fbwr03QY4VeNZb2swA-XAVz7k8_1W0ZOaoucAdyoCwlhgvejS3r8fAZwzi25OmuufpyOZb4aMygLCWR5BjxJsjfCHRsYF7U439_vGvNsz_EVatF0OUGg9QSH4/s1600-h/Palacio%252520da%252520Assembleia%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Palacio da Assembleia" border="0" alt="Palacio da Assembleia" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrqd5js4sLrYIXbm8uFsji_n48i8uZ7xllfXjnwf_NDpTf7aftJG2j37ENvA6OkRfOsrLXj2ORGXXMGssFlzgWjnItTSs-nc-8BbT6fZ54mcXNIV2noWb08JKPcr2iN29uG5gUkR2kPfs/?imgmax=800" width="244" height="164"&gt;&lt;/a&gt;Outras obras de grande impacto compreendidas nessa época são os edifícios que deixou na Índia, com o representante principal sendo o Palácio da Assembleia de Chandigard; a Maison du Brésil, prédio que serve como uma embaixada da cultura brasileira em Paris; e o convento de Sainte Marie de La Tourette que traz um espaço aberto, fazendo referência ao fim do claustro.&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP3FVyJd1kIwOWcZABaZzqiwfx_y8saKrwzZEnq8FSYBew4p-m2OZuHcCwywVJmhJdg0ucR4XbeS2jRl1VmVzn2uOWLYUk87Epb0yW5dI4YCZ-bn-PXxKolX6xb3zB_9XrzE3ANWl3fas/s1600-h/2147%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="2147" border="0" alt="2147" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgo7beY9r9D04G8YHblp8iS-FQg-RDQ4QDOxYL94ZOojHFbq_TyJ2SdIimIJYdzL3fVNpvvL2qHuIhkntZElkfVPNkLEJItSsgSd7QrgFd5cTfBjQxehai_MiZ3YyM340xVktbLTNYaJ_c/?imgmax=800" width="244" height="164"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Charles-Edouard Jeanneret-Gris faleceu em 27 de Agosto de 1965, por afogamento no mar Mediterrâneo. Deixou mais de 500 quadros, mais de 40 publicações entre textos, artigos e livros sendo a mais importante a “V&lt;i&gt;ers une architecture”;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt; algumas ícones do design de móveis como a Chaise Longue; e inúmeras obras de arquitetura, sendo por volta de vinte consideradas monumento histórico e quase todas abertas à visitação pública.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;Construindo grande parte de seu trabalho através do empirismo, suas primeiras obras foram baseadas na natureza que o rodeava na lembrança da cidade natal. Com o passar tempo, suas viagens às grandes cidades industrializadas fizeram-no apaixonar-se pelo moderno concreto armado. Corbusier foi um dos maiores nomes da Arquitetura Moderna, contribuindo com a evolução da mesma.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;FONTES: &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bibliográficas&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[¹] Frampton, Kenneth “História Crítica da Arquitetura Moderna” 4ª edição Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[²] Baker, Geoffrey H. “Le Corbusier – Uma análise da forma” 1ª edição Martins Fontes, São Paulo, 1998&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Le Corbusier, “L’Art Decoratif d’Aujourd’hui” trad. Martins Fontes, 1996&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bardi, Pietro Maria “Lembrança de Le Corbusier – Atenas, Itália, Brasil” Nobel, São Paulo, 1984&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Virtuais&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fondation Le Corbusier &lt;a href="http://www.fondationlecorbusier.fr"&gt;http://www.fondationlecorbusier.fr&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Great Buildings &lt;a href="http://www.greatbuildings.com/"&gt;http://www.greatbuildings.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Orazio Centaro’s Art Images &lt;a href="http://www.ocaiw.com"&gt;http://www.ocaiw.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCP4-ykOClgK-K26pwQtZD0tMORicnw4YEgOMEix2W9qq7N3Z7IkB-nVjmxfRga5xthzZ7CU6R_Zov1wVVD4B0kVgjLfyd4gY-HIrayNfvEdHikzsHE2sJzSxXK804EYeEJsYF0Q8w7Vs/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Habitações Transportáveis</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/09/habitacoes-transportaveis.html</link><category>edifícios</category><category>habitação</category><category>história</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Sun, 25 Sep 2011 19:02:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-7342905396638191922</guid><description>&lt;p&gt;Uma habitação transportável tem como fundamentais características a portabilidade, facilidade na montagem e desmontagem, resistência à intempéries e fabricação barata.  &lt;p&gt;Passando pelas tendas Tipi dos índios Norte-Americanos, as tendas Yurt na Ásia e as nômades, as habitações transportáveis estão em toda a história da humanidade e foi no uso militar que ganharam mais força. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial foi-se muito utilizado os &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiI2cok8XSUbfW-Q2ZWxLEFo9TYxY7AnNMg8RA3Uv6io0kRV8odC09kkp4B_HFskqeiPCrsDHX1TNm5lPo0Ff6kC4eR6qneH7kRr-w9v5GOqTbv_JCnegOcmX3rKp5d3y0ItyjUsJDwVNk/s1600-h/nissen.hut%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="nissen.hut" border="0" alt="nissen.hut" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv5pn_kvZOI0aj0mKB0BCJ5Ye7oJ7x4uucI9iulSjLXaEstM95jtFZox-o-8k_G7TxRrB1gIAYKKFSPLZFpElyWIMfDEHzBjhlQbBlXLUlovo-vJGUYxn7TQGm3rl4mRuFUiIv5CwFEIk/?imgmax=800" width="285" height="178"&gt;&lt;/a&gt;abrigos transportáveis devido ao desenvolvimento tecnológico. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O pioneiro foi o abrigo criado para militares "Nissen Hut" criado pelo Capitão Nissen.  &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Nissen Hut&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;Logo após, o arquiteto alemão Buckminster Fuller desenvolveu uma série de abrigos temporários transportáveis e o primeiro projeto (que nunca saiu do papel) foi o Dymaxion House. Anos mais tarde, com a visão ainda futurista, Fuller desenvolveu a Wichita House (sua montagem poderia ser feita por 6 pessoas em apenas um dia).  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgywsJXcR8E5WAe8DQCi00N36CtsbDmf0xfIUqgm6hCm-_PQ44U5av8LniztEzpZzyTfFqlDaAMZcfq5MS-5x_gTgLUoSuI7Voxo7Nz8gugPRiGYkH_8SVkmWlgBxepZwx85_1oO6l4yd0/s1600-h/wichita%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="wichita" border="0" alt="Wichita House" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFDjyOg1q3aJJXxvhnwg0LY6dKPDYov2KQy2kwXnppj3osNAxkyZ15NQQfIj3K_kccNcrnZDi5wryNznbg6ZEV1z1eeW9gcEpjTkiD3vF55IYaPjBJ_G13pJ7DQlp7jI97aK4-Unnnmeo/?imgmax=800" width="246" height="257"&gt;&lt;/a&gt;Outro arquiteto importante nessa área foi Cedric Price que influenciou muitos outros. Mais focado na flexibilidade e portabilidade, Price desenvolveu o Fun Palace, todo em aço e com pisos, paredes e coberturas móveis. Era completamente adaptável a diferentes usos por ter um layout facilmente alterável.  &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;Wichita House&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivB0N-azcsqdOxV49jZgwWVYL-uFX3Bb7E1c9-rR8U67YRJrjhxurCX7N0mEscf141o-uOslitj-HurLOIYA16VIvLExNlqE13gNsI89ONdkgU2GIa0eguzhEz12x6KYri3jx6XkkMDhc/s1600-h/fun_palace2%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="fun_palace2" border="0" alt="fun_palace2" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjk21Zd8aW5NBstymd2H4x8cWvBXPzWEVz1AiHKk3DlkCE1Me8UdtsOh7tVVxQMGmY1ihdDwrROiQk_3TTGflb_bV5Rq-3GFw_I0wP9fc-uUydVoX7xwtymnt98IN13x4spF1WmJ9i78yg/?imgmax=800" width="485" height="341"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;Fun Palace&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Hoje as habitações transportáveis são muito utilizadas como abrigos emergenciais e são de extrema importância como medida paleatiava à aqueles que por algum motivo ficaram sem casa.  &lt;p&gt;Fonte: Dissertação de Mestrado USP  &lt;p&gt;ANDERS, Gustavo Caminati. Abrigos Temporários de Caráter Emergencial. Orientador Alessandro Ventura - São Paulo, 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv5pn_kvZOI0aj0mKB0BCJ5Ye7oJ7x4uucI9iulSjLXaEstM95jtFZox-o-8k_G7TxRrB1gIAYKKFSPLZFpElyWIMfDEHzBjhlQbBlXLUlovo-vJGUYxn7TQGm3rl4mRuFUiIv5CwFEIk/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Freedom Tower NYC</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/09/freedom-tower.html</link><category>edifícios</category><category>moderna</category><category>New York</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Sun, 11 Sep 2011 15:29:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-1756939076030388314</guid><description>&lt;p&gt;Após a destruição do arranha-céu WTC de NY no atentado de 11 de Setembro de 2001, foi feito um concurso pela empresa &lt;i&gt;Lower Manhattan Development Corporation &lt;/i&gt;para escolher o que seria edificado no local.  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwQtSn34TowkSBXBECMVc02hyhyu6Z9PVVaWWxzqoNmEF65bOpa1J9sgGGGZ3w5bzvxy9_3AM4DVF-7DNMNjF141-ZJDhOFJxOND3V7zmQfQBxHAqNTnOtg-qHQ80d3hB5zfCSO6TWFyI/s1600-h/freedomtower%25255B8%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="freedomtower" height="336" alt="freedomtower" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsrA4YFfEDYpFTv_hcZ1fJKZuBr-ocHjRW2lMBtqB7YPDFPod7Kj13UxQWB13fGkVeAlFcs2QrxYK2Vwl9fdAtJkGXi7EJbN_rHKJ7-EyFnvpaWU0rMP_SLFGHTXXojVJN5FuGKXNKYvs/?imgmax=800" width="222" align="right" border="0"&gt;&lt;/a&gt;O projeto escolhido em 2003, entre mais de 400, foi o de Daniel Libeskind e tem como&amp;nbsp; edifício principal a &lt;em&gt;Freedom Tower&lt;/em&gt;. No local está sendo construído também um memorial para as mais de 2.800 vítimas do atentado além de um museu. &lt;p&gt;A &lt;em&gt;Freedom Tower&lt;/em&gt; contará com 108 andares em mais de 500 metros de altura. O memorial, &lt;em&gt;Reflecting Absence&lt;/em&gt;, será os dois quadrados onde estavam as torres gêmeas e nele será feito uma fonte com os nomes das vítimas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As obras se iniciaram em 2006 e tem como previsão de término o ano de 2013. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para acompanhar a construção, foi criado um canal no &lt;a href="http://www.youtube.com/wtcprogress" target="_blank"&gt;YouTube&lt;/a&gt;, uma conta no &lt;a href="https://www.facebook.com/wtcprogress" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; e outra no &lt;a href="http://www.twitter.com/wtcprogress" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjQe0wa6xa7hwUP7pxIVw3mgRJXIgV1EKxMdiIm8EfxC3a7GftJlSCuT86MH6DT-v6qBczGRO5_LN4PFly6WzonT3UKxU7VNMVmDKMG48284X02-jhg9b1BcQXjXEAIIzwDADdptxXtQQ/s1600-h/freedomtowerconstruction%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="freedomtowerconstruction" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-left: 0px; margin-right: auto; border-bottom: 0px" height="492" alt="freedomtowerconstruction" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPBypCoxu1iEJsvb8mzZ_jLWv3ZpXDYF7D2lVW38uKQ86fcCISrsGdj_X0IipJoWVVwNnXuM7k3Rrg51g55JeLKKWbxAdv49LQmJfNzC7bR9jAuNduKew-WW_QwV14L2qnNxcwrfvn5OU/?imgmax=800" width="382" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fontes: Mundo Estranho Abril; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.panynj.gov/wtcprogress/index.html"&gt;http://www.panynj.gov/wtcprogress/index.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsrA4YFfEDYpFTv_hcZ1fJKZuBr-ocHjRW2lMBtqB7YPDFPod7Kj13UxQWB13fGkVeAlFcs2QrxYK2Vwl9fdAtJkGXi7EJbN_rHKJ7-EyFnvpaWU0rMP_SLFGHTXXojVJN5FuGKXNKYvs/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Petrobras, cadê o parque?</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/09/petrobras-cade-o-parque.html</link><category>Brasil</category><category>Petrobras</category><category>Urbanismo</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Thu, 1 Sep 2011 10:08:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-1093758574387313293</guid><description>&lt;p&gt;Há anos uma das maiores empresas de petróleo do mundo, a Petrobrás, prometeu a construção de um parque em Vitória ES para compensar um grande empreendimento na área, mas até agora…&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A implantação da nova sede administrativa da Petrobrás virou dor de cabeça para os capixabas. Para a aprovação da obra, a empresa petrolífera concordou com a contrapartida de construir um parque em área reservada para compensar o impacto na sociedade e o rombo na camada de ozônio. A construção da nova sede iniciou em 2005, terminou em 2009 e a sociedade ainda espera o prometido parque de 15.000m².&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os moradores do entorno, já cansados de esperar, iniciaram &lt;a href="http://www.facebook.com/CADEOPARQUE" target="_blank"&gt;discussão no Facebook&lt;/a&gt; e de tempos em tempos organizam reuniões para a solução desse problema que, aparentemente, conta com a omissão da Prefeitura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Só mais um quadro de desrespeito com a sociedade gerado pela ganância de empresas que pouco se importam com as questões urbanísticas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.abdic.org.br/"&gt;http://www.abdic.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Novo prédio da Apple - CA</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2011/08/novo-predio-da-apple-ca.html</link><category>Apple</category><category>California</category><category>edifícios</category><category>moderna</category><category>tecnologia</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Tue, 30 Aug 2011 11:30:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-5673977941683468462</guid><description>&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A super-hiper-mega-master empresa Apple planeja um novo prédio na cidade de Cupertino, California, USA. O projeto tão futurista quando os equipamentos que a empresa lança ocupará uma área de 150 acres.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZ6HA6cTa41w_cAGminHgRJ2X7GcRJbSTdm2rsBkJ3MuMoTQ6lFSsBhcNNQ509_Dyw62h5e_8tnwn4uJ7APK7cgs3S-pvNuWwfgTPf7zb36uCsjproSrhdC56KKh5tfr-xokQCEErcbuo/s1600-h/novo.predio.apple%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="novo.predio.apple" border="0" alt="novo.predio.apple" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi86KgfaxCQlJvJ-CUH_H6YTJ-9xzL9BBIgS2L7NcTrdLzo_jGNR2HQMZLCfNX1eyVyquvP-MTKFkpu1ggBGvFu7PqzSktn3lQVt1RhYGPWgjBU7OLcApeJMYEo0N5RcWOsdQTavoSttTQ/?imgmax=800" width="287" height="216"&gt;&lt;/a&gt;A construção cujo o valor foi escondido deverá ficar pronta em apenas 3 anos e para abrigar 12 mil funcionários contará com sala de ginástica, estacionamento subterrâneo, 4 andares, cobertura de vidro e 6 mil árvores (se cuida Amazônia).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Steve Jobs, antes de renunciar o cargo de CEO da Apple por estar tratando seu câncer, declarou que o prédio promete "ser o melhor prédio comercial do mundo". E não duvidamos!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj00ZOPoiLRGiJ8SW_QivWZct5jJPnpF0rRgsTRWFTUwM1BJGmlz9NTBlEn2Mwur6C4oxLlzhCf-QEp6Y-1bm6TApAIdIoUEv5kUahe3z5hYkGId7Cu2Ewf-GlA0xgbJD0nQ1k8-336qQ4/s1600-h/novo.predio.apple2%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="novo.predio.apple2" border="0" alt="novo.predio.apple2" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeEYF73iBV-XPB_68pDRGaW_CRDtY1OqauNlxQgRQEDJpZ-ep3LCkQgVIzMTlnXhAzCws7XK8RVqbRZmefT7_pbXwz0KZ8FlsQe3uzEGfOFBHanT7TAw4Ys3r34mcgWC-cvlh97pPQl2Y/?imgmax=800" width="465" height="349"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fontes:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Revista Exame Abril;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cupertino.org/"&gt;http://www.cupertino.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi86KgfaxCQlJvJ-CUH_H6YTJ-9xzL9BBIgS2L7NcTrdLzo_jGNR2HQMZLCfNX1eyVyquvP-MTKFkpu1ggBGvFu7PqzSktn3lQVt1RhYGPWgjBU7OLcApeJMYEo0N5RcWOsdQTavoSttTQ/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Cidade Vertical X-Seed 4000</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2010/10/cidade-vertical-x-seed-4000.html</link><category>edifícios</category><category>Japão</category><category>moderna</category><category>tecnologia</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Fri, 22 Oct 2010 17:00:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-794523128143223799</guid><description>&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqh9FPplDPncNh-hWIY6X3wzfdrmEkveZE4cafX770Emple8D94rCFnBjPZ89V3Mh-Yc0rQ2B0jk4NJP7RhkzDbmAhC_XIMdHH9v5TkWH03fVN-l9xCLVawaaMrWxwUwbxcnBMXaLsedk/s1600-h/xseed1%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img title="xseed1" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="206" alt="xseed1" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdoWXW2_E_H-GR4T3R6MQpq5OAASspY9otPTswG2H9wAXi66B40BkGKMyp2A-WpknxGNSrhM3e-sZ9ohKHRG56gHXGTo0SEK5LnVfI_sMyqNg6-3VVLIPO9aNk6XiqyJ8BU-UDEBC3ihI/?imgmax=800" width="244" align="left" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Edifícios de até 4 km de altura, onde podem viver e trabalhar até 1 milhão de pessoas - sonhando com projetos assim, os japoneses se preparam para enfrentar o problema da superpopulação do século XXI.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O projeto AINDA não saiu do papel, mas se sair, poderá ser o maior prédio do mundo! Vai contar com espaço para centrais elétricas, fazendas, hospitais e escolas, parques, estádios e piscinas, escritórios e lojas. Os "bairros", ou blocos, serão interligados por quilométricos corredores de aço e vidro. Nessas colméias humanas, uma pessoa pode passar a vida inteira, sem nunca mudar de endereço. Mas, se quiser sair, em vez do metrô pode tomar um silencioso dirigível e descer direto para a cidade — isto é, a cidade convencional, no nível do solo, 2 ou 3 km abaixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um delírio arquitetônico como este só podia mesmo nascer da cabeça dos japoneses. O Japão é tão pequeno que cada pessoa tem apenas 3m² para viver. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um dos desafios que os engenheiros japoneses enfrentaram nos novos projetos foram os terremotos, muito comuns no Japão. A preocupação era manter inteiras estruturas de centenas ou milhares de metros de altura. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao imaginar prédios de altura recorde, os engenheiros japoneses recorreram a muita criatividade. Por exemplo: como fazer fundações que aguentem os milhões de toneladas de peso das enormes estruturas? Pelo sistema convencional de construção, a solução seria "plantar" as fundações a muitos quilômetros de profundidade no solo. &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsbbN0aLLtfTBeUOXHsv30x-HboVhf9dhJXCoEuIt_Xko4RecPdn_R4PTbWXDeBkhMn5O3AwZ4sGtUhZjs0TE3kX8HNaTE8LDOnqp4L6IxbTnxByLQTHDxIr5v4yO-ncRQy9zNJYD1-2c/s1600-h/x-seed_resize%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img title="x-seed_resize" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="184" alt="x-seed_resize" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZrbBBArhOF_Vv84scPObQE9KLTGbBtBWaec-ccdj4QPdTTsLbnGd4zayJtfrFAjrXzDB-6R3z5mNjjMFPQwGB8O594Ht6hWp22t77iWx0GiRb1-IzCawdJEEHAVCvcljygXhAf0G4QYM/?imgmax=800" width="244" align="right" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas, no X-Seed 4000 a saída foi transferir o projeto da terra firme para a água e transformar a montanha de aço numa ilha flutuante. O prédio projetado pela Taisei Corporation seria instalado sobre imensas "caixas" que funcionariam como bóias. Dispostas uma ao lado da outra, abaixo da superfície do mar, elas constituiriam o alicerce do gigantesco X-Seed 4000. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O superedifício mede 4 quilômetros de altura e tem 6,5 km de diâmetro na base. Pode servir de moradia para nada menos que 700 000 pessoas e levaria nada menos que trinta anos para ficar pronto.&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nada mais que sonho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A idéia desenvolvida por Peter Neville, inspirado pelo Monte Fuji, poderá custar algo em torno de 760 bilhões de dólares (uma vez e meia o Produto Interno Bruto do Brasil).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Georges Binder, diretor da Buildings &amp;amp; Data (empresa que reúne bancos de dados sobre edifícios no mundo), diz&amp;nbsp; “O X-Seed 4000 nunca foi feito para ser construído. O objetivo do plano era ganhar algum reconhecimento para a empresa, e funcionou."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além de tudo, a área que se deseja construir o X-Seed 4000 está situada no Anel de Fogo do Pacífico e estaria sujeita a tsunamis e terremotos. Outro porém é a pressão atmosférica.&lt;/p&gt;

Carece de fonte&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdoWXW2_E_H-GR4T3R6MQpq5OAASspY9otPTswG2H9wAXi66B40BkGKMyp2A-WpknxGNSrhM3e-sZ9ohKHRG56gHXGTo0SEK5LnVfI_sMyqNg6-3VVLIPO9aNk6XiqyJ8BU-UDEBC3ihI/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total></item><item><title>Manifesto House</title><link>http://arquitetemos.blogspot.com/2010/10/manifesto-house.html</link><category>Chile</category><category>moderna</category><category>reciclagem</category><category>sustentabilidade</category><author>noreply@blogger.com (Tainá Silva)</author><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 16:13:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3179541311693391509.post-2228153010074109274</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrcZwXrU4DH1EKtZ5Hx3M2vCwY-DlCp3ID_xrlNKpd0UKKxS1HyC2hbTCM3jG3VpVBNmjs9N8ukBg3PmuxmQVTQeHtse5_VIm2ilPH0K48t1Dc6VLUq0sRNVX-NohMk-pLZXlrSelxOqw/s1600-h/9518744_4f109eb5b3_o%5B16%5D.jpg"&gt;&lt;img title="9518744_4f109eb5b3_o" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="329" alt="9518744_4f109eb5b3_o" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdQePPEwAyLNt7lCZYO2FFas0V-_qfkwD8rcONTkkkGAymwJLSPk6Ze_cbV0nkP_ZpCAad55b6fyDxjxBu34squbdD8KSvg03Rb0m9l-9pAvDGqze-Dv3uEGhJN2YArMaAPX5rnj-So9Q/?imgmax=800" width="504" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSabLl2ZaD-NiPBinGRFpeaFPqZF2zfV6EeTCW2QK-uAYkXreeIsf_LcfE4RBo1DK6RW4WuxEVugEbXAamx8uAM1REq_Llr5-SkHneSR2ZmBC0CsjxEgASIyWkIghsGAhzpgl72X67qRw/s1600-h/infinski-manifesto-container-house%5B14%5D.jpg"&gt;&lt;img title="infinski-manifesto-container-house" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="345" alt="infinski-manifesto-container-house" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9xCm4oxBeRDdaPEQIsH6xb2mz1hE6aQhMuFIdrd3XEEqnB0YA-uC5zy2gNmy9WpJWKwzMjH1NiOhlbcVjS8CAULkzk3-xSwfpO7U5zHrLHKk12ab_uumpg50fh2OVi3VENzm6ZSJnTFU/?imgmax=800" width="516" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Casa Manifesto, construída no Chile em 2009 é a combinação perfeita entre containers e páletes. Encomendada pela Infiniski, projetada por James &amp;amp; Mau Architectura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWdlmCMUYyX5Noc14dqXAyoo-EEomcglg2zbiXvtYH0AIs53SpVpm78A1Vai2UaUjZ8uVRmRZztbymHTEmF2X9x-f6diD1XXzSOQGlYZqjZ1Nmb9ku6eSE3gojPADcS6jllewNNDlcPBY/s1600-h/infinski-manifesto-container-house-20%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img title="infinski-manifesto-container-house-20" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="343" alt="infinski-manifesto-container-house-20" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtL46sRwMQNshPR0Y1OFff_JgD7AH9OdLkA91nv_dyEU6zAd4NDpbIA5aWxKOEt2PBqS2ZM9UfyuFVUVQlFKIp00dmBJjTg6VlCTb3I93ocVCD9clBxjgaZccNGttzaA8KJKUHCzyDjgY/?imgmax=800" width="519" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sustentação da casa se dá por duas metades de um container, que segura mais dois em cima. Uma das fachadas é decorada com páletes móveis que permite a entrada de luz de acordo com o gosto do dono.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtHMM-WOY5tuLiW2seh_ESXcJ6k9AVMtXe65NnACNw5WTKbcFGVDG86UKjWvyznL1RygmQDZR8rEeZRp_1JoLqEJce5I7KJPPl9U8J5qMBYmL-fsmGLRhnUoQx1DyMVFfUI0jOZpJPNMk/s1600-h/infinski-manifesto-container-house-13%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img title="infinski-manifesto-container-house-13" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="343" alt="infinski-manifesto-container-house-13" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhb2CZOuXMojyAOLT8NLgZ3b-jUwYL1V7PEh5yo-pflqh6Itsw_A8skQ_eEKr9KR-ZNlaWcXQZyiXQIZ3ChN447nxZc42LIQPfFTo-p5CANUwaoOjIijADpU0PMra1VAkaTBptisupcLzw/?imgmax=800" width="521" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A construção custou cerca de 80mil euros, tem uma área de 160m², foi construída em 90 dias. Utiliza de painéis solares e energia eólica para autonomia de energia (70%).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSsE6MpleNhT7Nxrj_hwHPUpn4c8UIA6YZF7I5Woh8Ae3sM-OdHpmRY9SND_ZQa_6WrKaCkI7B7rAHHm5HRtP9x0Ywo-xCBBF3pKLAusDQtKaRWtk5K0HNMjioIv53yKKZGQ22CreAMFQ/s1600-h/9518743_8012cd7193_o%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img title="9518743_8012cd7193_o" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="430" alt="9518743_8012cd7193_o" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRej56gEXWbkXVPQDutsy8JH8YFufQFFOCU2O9ArKSXWHov5dKyzWOMk2m_f0-nCTGdE53o3zrWxhF5wH_zeFGHokfSrppQKo4Ckfc9n15SSVxQzSDDcF6T5n9S5cvYM3NaRtZm0VGj38/?imgmax=800" width="504" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.containerhome.info/"&gt;http://www.containerhome.info&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Assine o FEED!!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdQePPEwAyLNt7lCZYO2FFas0V-_qfkwD8rcONTkkkGAymwJLSPk6Ze_cbV0nkP_ZpCAad55b6fyDxjxBu34squbdD8KSvg03Rb0m9l-9pAvDGqze-Dv3uEGhJN2YArMaAPX5rnj-So9Q/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item></channel></rss>