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	<title>Filhos&#38;Cia</title>
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	<description>Website sobre bebês recem nascidos até 12 anos</description>
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		<title>Pais</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2014 22:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>timepix</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Filhos & Cia]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe frameborder='0' height='309' src='http://player.sambaads.com/player/PAIS/big#03a3a8631f37b9b8ae39ad953546a9a5' width='780'></iframe></p>
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		<title>De uma mãe que trabalha para uma mãe dona de casa</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2014 19:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ser mãe]]></category>

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		<description><![CDATA[Querida mãe-dona-de-casa, Algumas pessoas têm questionado o que você faz em casa o dia todo. Eu sei o que você faz. Eu sei, porque também sou mãe e por um tempo fiz isso também. Eu sei que o seu trabalho não é remunerado, muitas vezes chega a ser um trabalho ingrato, que começa no momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Querida mãe-dona-de-casa,</p>
<p>Algumas pessoas têm questionado o que você faz em casa o dia todo. Eu sei o que você faz. Eu sei, porque também sou mãe e por um tempo fiz isso também.</p>
<p>Eu sei que o seu trabalho não é remunerado, muitas vezes chega a ser um trabalho ingrato, que começa no momento em que você acorda, e às vezes, nem sequer termina quando você vai dormir.</p>
<p>Eu sei que você trabalha nos fins de semana e a noite, sem saber se vai conseguir encerrar o seu dia ou a semana. Eu sei que as recompensas são boas, mas poucas.</p>
<p>Eu sei que você raramente consegue tomar uma xícara de café ou chá quentinho. Sei que sua atenção está sempre dividida, muitas vezes, desvia de um momento para o outro, e assim, você não pode contar com a conclusão de uma tarefa quando a está fazendo.</p>
<p>Eu sei que você provavelmente não tem nenhum momento de descanso quando está por conta própria em casa, a menos que você tenha apenas um filho, e que por sorte, ainda tire uns cochilos durante o dia.</p>
<p>Eu sei dos desafios que você tem que lidar diariamente, geralmente sem apoio algum ou ajuda. As birras que as crianças fazem, os acidentes no banheiro, as guerras de comida, a comida no chão, os desenhos com lápis de cor na parede, a rivalidade entre irmãos, o bebê que parece nunca parar de chorar.</p>
<p>Eu sei como o trabalho parece incessante, como um ciclo sem fim – você faz compras no mercado, prepara os alimentos, cozinha, tenta dar para os filhos, limpa o chão, lava os pratos, e tudo se repete de três em três horas. (ou menos)</p>
<p>Eu sei que você sonha em ter uma hora pra si mesma, para poder comer o seu almoço em paz, ou tirar um cochilo à tarde. Eu sei que às vezes você se pergunta se tudo isso vale a pena, e sente inveja dos seus amigos que estão curtindo um coffee break no trabalho. Eu sei que às vezes, quando seu parceiro chega em casa à noite, após um dia inteiro de trabalho, ele coloca os pés para cima do sofá, exatamente quando você achou que teria um descanso, e isso a faz cair em lágrimas.</p>
<p>Eu sei que você é mal interpretada por muitas pessoas que não entendem as dificuldades de cuidar sozinha de crianças pequenas, o dia todo. E referem-se a você como se estivesse &#8220;curtindo a vida boa&#8221;. Eles acham que você gasta o seu dia inteiro tomando café enquanto seus filhos brincam em silêncio.</p>
<p>Sei que você perdeu sua independência financeira. Sei que às vezes você se irrita quando outros comemoram &#8220;TGIF! (Thanks God it&#8217;s Friday – Graças a Deus é sexta-feira)&#8221;. Porque para você, todos os dias são iguais- não há sexta-feira, para que você tenha uma pausa do trabalho. Eu sei que muitas pessoas não entendem que você trabalha (você simplesmente trabalha em casa, sem remuneração alguma).</p>
<p>Mãe-dona-de-casa, eu não sei como você consegue. Admiro sua paciência infinita, a sua capacidade para enfrentar cada dia alegremente, e trazer alegria para a vida de seus filhos, mesmo quando eles te deixam pra baixo. Admiro a sua dedicação em ser uma presença constante na vida dos seus filhos, mesmo que nem sempre seja fácil. Admiro sua maneira de trabalhar sem esperar qualquer recompensa &#8211; sem promoções, sem fama, sem salário.</p>
<p>Eu sei que você quer que seus filhos sintam-se importantes e amados&#8230; Querida mãe-dona-de-casa, você faz isso perfeitamente.</p>
<p>Eu só queria que você soubesse que eu te entendo. Nós duas somos mães. E sim, eu entendo.</p>
<p>Com amor, Mãe que trabalha&#8221;</p>
<p>Fonte: Tradução de texto do Dr. Carolyn Ee</p>
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		<title>Resgatar jogos, brinquedos e brincadeiras tradicionais com roupagem atual</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 07:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças de 2 a 6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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		<category><![CDATA[família]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns discursos, na área da educação infantil, vêm sendo traçados, na medida em que devemos resgatar os jogos, brinquedos e brincadeiras tidas como tradicionais. Brinquedos como: pião de madeira; papagaio de papel, pipa, pandorga ou raia, brincadeiras de bolinha de sabão, amarelinha, cantigas de roda, pé de lata, entre outras tantas são consideradas como tradicionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alguns discursos, na área da educação infantil, vêm sendo traçados, na medida em que devemos resgatar os jogos, brinquedos e brincadeiras tidas como tradicionais. Brinquedos como: pião de madeira; papagaio de papel, pipa, pandorga ou raia, brincadeiras de bolinha de sabão, amarelinha, cantigas de roda, pé de lata, entre outras tantas são consideradas como tradicionais dentro da educação infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos refletir sobre isto, porque o que foi importante para uma geração pode não ser mais interessante para outra, e forçar isto dentro da educação infantil como sendo algo relevante, só porque é “moda” ou um “movimento” pode ser perigoso, sem sentido e significado para a geração atual. E na educação precisamos sempre pensar em aprendizagens significativas. Não que sou contra resgatar estes jogos, brinquedos e brincadeiras, não é isso!</p>
<p style="text-align: justify;">Vivenciei uma situação muito interessante em uma creche. As estagiárias do curso de Pedagogia quiseram fazer a brincadeira Pé de Lata com as crianças, para que todos pudessem brincar. Pois bem, latas foram encapadas e furadas, colocado barbante para que todos pudessem se equilibrar. Dia de sol, todos na quadra, parecia tudo perfeito. Estagiárias animadíssimas e professoras também, crianças saltitantes porque estavam em outro espaço e mais livres.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora da brincadeira, algumas crianças nem deram bola para o brinquedo, e resignificaram o objeto brincando como se estivessem empurrando  carrinhos. Enquanto isso, as professoras e estagiárias que vivenciaram esta brincadeira na infância, se deliciavam em momentos de alegria, resgatando, em suas memórias, situações significativas para elas. Fiquei só observando, e sei que elas não estavam erradas e nem fizeram isso com esta intenção, apenas queriam que as crianças também tivessem em sua memória, quando adultas, as lembranças boas, mas não era isso o episódio que acontecia com as crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei questionando: as crianças de hoje podem até brincar ou resignificar os brinquedos tradicionais, mas para elas que nasceram e vivem na era tecnológica, isso talvez não seja relevante, e possa parecer até estranho andar em cima de latas.</p>
<p style="text-align: justify;">É outra época, outra geração, outro momento econômico, social, político, histórico e tecnológico. Reinventar estas brincadeiras com outra roupagem, talvez fosse mais interessante para as crianças, se elas gostassem de brincar! Já estão fazendo isso com os brinquedos, por exemplo, o pião de madeira agora dá lugar ao pião de plástico que acende luzes, muda de cor etc. O mesmo acontece com a bolinha de sabão. Quando eu era criança, nós brincávamos com bolinha de sabão, com um copo de água com detergente e o canudo era a folha de mamona, hoje existe um recipiente plástico que contém o líquido e as crianças somente assopram. Existe outro tipo de brinquedo hoje no mercado, que particularmente não gosto, que é uma pistola que você aperta e sai bolinhas de sabão, parece um revólver, ou melhor, é um revolver de bolinha de sabão. Isto merece uma reflexão, pois em uma sociedade tão violenta, um brinquedo como este que parece ser inocente, pode acabar incentivando a violência.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas voltando ao assunto, o que pode ser interessante para os adultos, para as crianças não é e vice-versa. Perceber estas sutilezas é necessário para que se possa trabalhar com a aprendizagem significativa para as crianças. Também não pode ser abandonado o passado, então porque não mostrar, por exemplo, quando brincar de bolinha de sabão, como era realizada esta brincadeira no passado e as opções que temos hoje, isto é, mostrar a evolução, a história viva, isso é resgatar a memória e trabalhar com significância, porque é mostrar e vivenciar todo o processo de mudança que nossa sociedade vive e que não tem mais volta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dra-vanda-cristina-moro-minini/" target="_blank">Dra. Vanda Cristina Moro Minini<br />
Pedagoga</a></p>
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		<title>Queijo de Iogurte</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 07:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças na cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ingredientes: 2 potinhos de iogurte natural integral 1 colher de chá de sal Temperos que você goste como: manjericão, alecrim, orégano, pimenta em grãos. Você pode utilizar um ou vários temperos Azeite (o suficiente para cobrir o queijo) Uma peneira média Um pano de prato limpo Uma jarra Um vidro esterilizado Modo de fazer: Misture o iogurte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ingredientes:</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;">2 potinhos de iogurte natural integral</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">1 colher de chá de sal</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Temperos que você goste como: manjericão, alecrim, orégano, pimenta em grãos. Você pode utilizar um ou vários temperos</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Azeite (o suficiente para cobrir o queijo)</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Uma peneira média</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Um pano de prato limpo</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Uma jarra</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Um vidro esterilizado</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Modo de fazer:<br />
Misture o iogurte com o sal. Forre a peneira com o pano de prato e coloque sobre a jarra. Despeje o iogurte. Cubra e leve para a geladeira. Deixe lá por cinco dias. Após esse período, você encontrará uma espécie de ricota molinha sobre o pano de prato, já que o soro desceu. Então é hora de modelar bolinhas. Elas podem ser feitas com duas colheres de café. Despeje no vidro e cubra com o azeite e as ervas que você escolheu. Consuma em até sete dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/betina-serson/" target="_blank">Betina Serson<br />
Psicopedagoga<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dicas preciosas para ajudar no início da amamentação</title>
		<link>http://filhosecia.com.br/2012/04/dicas-preciosas-para-ajudar-no-inicio-da-amamentacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 07:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês até 1 ano]]></category>
		<category><![CDATA[Recém Nascidos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>

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		<description><![CDATA[A amamentação não é somente um meio de alimentação é também um ato de amor e por isso pode e deve ser um momento prazeroso. Importante saber que existem reflexos relacionados à amamentação para ajudar a criança a encontrar o mamilo (reflexo da busca), um reflexo para sucção (quando o mamilo toca o palato) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A amamentação não é somente um meio de alimentação é também um ato de amor e por isso pode e deve ser um momento prazeroso.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante saber que existem reflexos relacionados à amamentação para ajudar a criança a encontrar o mamilo (reflexo da busca), um reflexo para sucção (quando o mamilo toca o palato) e um reflexo de deglutição (quando o leite chega na faringe).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não há reflexo para a criança colocar o mamilo e parte da aréola dentro da boca, isto o recém-nascido (e sua mãe) precisam aprender.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto damos algumas dicas para ajudar a tornar esse momento inesquecível, pelo amor e não pela dor.</p>
<ol>
<li>
<div style="text-align: justify;">Acredite que você é PODEROSA</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Antes de oferecer o peito ao bebê faça massagens circulares em toda a extensão da mama e aréola, fazer também um “milk shake” chacoalhando as mamas</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Esvazie a aréola para ficar macia e o seu bebê poder abocanhar a mesma. Através do polegar e indicador em forma de C, pegar ao redor da aréola e pressiona-la contra o tórax e faça como se você quisesse encostar o indicador no polegar ou seja, aperte e solte várias vezes a aréola e aos poucos o leite vai saindo, faça isso até que a aréola esteja macia e então está na hora de oferecer o peito ao seu bebê</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">O bebê deve ficar bem de frente para as mamas, com a cabeça e o tronco alinhados, as nádegas apoiadas, o queixo tocando o seio, a boca bem aberta e o lábio inferior voltado para fora (boca de peixinho). A auréola deverá ficar  mais visível acima da boca do bebê do que abaixo,  as bochechas  devem estar arredondadas e o único barulho que deverá ser ouvido é o da deglutição</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Nunca esquecendo que não se deve ficar trocando de mama durante a mamada, ou seja, o bebê deve mamar na mesma mama até esvaziar e somente depois disso passar para a outra mama o que certamente será na próxima mamada.</div>
</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Seguindo essas pequenas dicas, você certamente terá uma amamentação tranquila e eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/anjos-do-leite/" target="_blank">Anjos do Leite<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como prevenir e tratar as câimbras durante a gravidez através dos alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 07:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A câimbra é uma contração súbita, de curta duração, dolorosa e involuntária de um músculo ou grupamento muscular. Ocorre com maior frequência durante ou após atividades físicas intensas, mas também são comuns durante o repouso, como o sono. A partir do segundo trimestre gestacional, muitas mulheres se queixam de câimbras nas pernas, pés e até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A câimbra é uma contração súbita, de curta duração, dolorosa e involuntária de um músculo ou grupamento muscular. Ocorre com maior frequência durante ou após atividades físicas intensas, mas também são comuns durante o repouso, como o sono.</p>
<p>A partir do segundo trimestre gestacional, muitas mulheres se queixam de câimbras nas pernas, pés e até mesmo nas costas. As causas não estão totalmente esclarecidas pela medicina. Possivelmente este desconforto durante a gestação é conseqüência da pressão exercida pelo peso do bebê na circulação sanguínea.</p>
<p>Sabe-se que alimentação também está envolvida no surgimento de câimbras. O aumento da demanda fetal por determinados nutrientes juntamente com uma dieta inadequada são os principais desencadeadores nutricionais das famosas câimbras.</p>
<p>Os estudos mostram que o desequilíbrio de magnésio e cálcio pode alterar a contração muscular. A baixa reserva pré-gestacional somado ao aumento das necessidades fetais e ao baixo consumo destes minerais pela mãe, reduzem as taxas de magnésio e cálcio no músculo.</p>
<p>Além do magnésio e do cálcio, outros micronutrientes igualmente estão envolvidos na contração muscular e devem estar presentes em quantidades adequadas na dieta materna. São eles o sódio, o potássio e as vitaminas B1 e B6.</p>
<p>Outro fator importante é a desidratação. É comum na gravidez devido azia, refluxo e sensação de empanzinamento muitas mulheres passam a beber líquidos com menor freqüência. A água participa diretamente do processo circulatório e da contração muscular sendo fundamental para prevenir as câimbras.</p>
<p>A seguir, algumas dicas para prevenir e tratar as câimbras.</p>
<ul>
<li>Consuma diariamente alimentos ricos em cálcio, como castanhas, gergelim, sardinha, couve, couve-flor, brócolis e laticínios</li>
<li>Não ingira refrigerantes, pois são ricos em fósforo mineral que rouba o cálcio dentro do organismo</li>
<li>Consuma água de coco, laranja, maracujá, mamão e melão, são excelentes fonte de potássio</li>
<li>Use alimentos ricos em magnésio como cebola, salsa e gergelim, para incrementar as preparações</li>
<li>Consuma alimentos ricos em vitamina B6 como ovos, farinha de trigo integral e castanhas</li>
<li>Ingira alimentos ricos em vitamina B1, como farelo de trigo e carnes</li>
<li>Durma com os pés ligeiramente elevados para favorecer o retorno do sangue para o coração. Mudar de posição também ajuda, pois manter-se na mesma posição pode predispor as câimbras</li>
<li>Fortaleça os músculos e ative a circulação, praticando atividade física durante toda a gestação</li>
</ul>
<p><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dra-isabel-jereissati-santos/" target="_blank">Drª Isabel Jereissati<br />
Nutricionista pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional e em Nutrição Materno-infantil<br />
</a></p>
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		<title>Como o bebê aprende</title>
		<link>http://filhosecia.com.br/2012/04/como-o-bebe-aprende/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 07:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebês até 1 ano]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças de 2 a 6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeiras]]></category>
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		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A fase de 0 a 4 anos é quando teremos o nosso maior desenvolvimento emocional, neurológico e motor. Os pais podem ajudar nesse desenvolvimento estimulando o bebê com algumas brincadeiras. E necessário que se evite as brincadeiras muito violentas ou com atitudes muito agressivas. Os pais podem conversar com as crianças. Elas já entendem tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A fase de 0 a 4 anos é quando teremos o nosso maior desenvolvimento emocional, neurológico e motor. Os pais podem ajudar nesse desenvolvimento estimulando o bebê com algumas brincadeiras. E necessário que se evite as brincadeiras muito violentas ou com atitudes muito agressivas. Os pais podem conversar com as crianças. Elas já entendem tudo o que é falado com elas. Não poderão responder verbalmente. Mas com certeza poderão demonstrar as reações através de risos, balanço com a cabeça ou gestos de contentamento ou não. A criança entende o que está sendo falado através do tom de voz e da linguagem corporal.</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente da casa deve ser seguro para a criança. Alguns materiais não devem estar ao alcance das crianças como: materiais de limpeza, remédios, materiais quebráveis. Assim você estará evitando que o seu filho se machuque ou corra algum risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Os móveis podem continuar na casa. No começo, principalmente quando o seu filho está começando a andar é necessária uma supervisão maior de um adulto para que ele possa aprender como usar os móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Crie uma rotina para o seu filho desde muito cedo. Essa rotina vai dar ao bebê uma tranqüilidade o deixará menos ansioso. O bebê que tem uma rotina sabe o que virá depois de acordar, tomar banho ou trocar.</p>
<p style="text-align: justify;">Brincar, dançar, cantar, contar historias ajudam no desenvolvimento do seu filho. Quanto aos brinquedos até os 3 anos escolha brinquedos que não tenham peças muito pequenas, que não sejam fáceis de engolir. Em qualquer idade evite dar ao seu filho brinquedos que imitem armas ou monstros muito agressivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tirar algumas dúvidas os pais podem procurar um profissional que os ajude com as brincadeiras, histórias e músicas para cada idade. Existem alguns grupos que se reúnem uma vez por semana para atividades específicas para cada idade. Sempre com a orientação de um profissional os pais e as crianças terão um espaço para se divertir ao mesmo tempo aprendem como brincar.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a função de alguns profissionais: orientar os pais para que os filhos possam atingir todo o seu potencial com segurança e para o relacionamento de pais e filhos possa ser estreitado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/betina-serson/" target="_blank">Betina Serson<br />
Psicopedagoga<br />
</a></p>
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		<title>A Educação Infantil não é um sofrimento para as crianças pequenas é o alicerce da vida adulta</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 07:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças de 2 a 6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[limites]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a obrigatoriedade de matrícula para as crianças de 4 e 5 anos na educação infantil muitos familiares (pais, mães, avós e avôs) estão sofrendo por que ficam com dó de colocar os pequenos tão cedo na escola. O que antes era uma escolha colocar ou não a criança na educação infantil agora passa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a obrigatoriedade de matrícula para as crianças de 4 e 5 anos na educação infantil muitos familiares (pais, mães, avós e avôs) estão sofrendo por que ficam com dó de colocar os pequenos tão cedo na escola. O que antes era uma escolha colocar ou não a criança na educação infantil agora passa a ser Lei Emenda Constitucional 59 (Novembro de 2009), que estabelece o prazo até 2016, Art. 208 &#8220;Educação Básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para muitos familiares parece cedo demais colocar as crianças na escola com esta idade, porém isto não precisa ser encarado com todo este sofrimento. Para os pequenos, o acesso e o convívio com outras crianças e entre elas e os adultos favorece o seu desenvolvimento bio-psico-social, por que são nas interações que as crianças ampliam, diversificam e sistematizam sua relação com o mundo. Por meio destas relações vão sendo estimuladas a pensarem, sentirem e agirem em um mundo que não é só o dela, mas também, de outras crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Elas brincam, aprendem a cantar, a dançar, a desenhar, a usar o próprio talher para comer, a ir ao banheiro, enfim uma série de situações que muitas vezes em casa no convívio somente com adultos estas aprendizagens não acontece. Elas precisam aprender a repartir, a dividir, a ver o outro, ou seja, precisam aprender a conviver. Precisam desenvolver o seu processo cognitivo e o seu afetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Elas precisam aprender que a professora também tem outras crianças e que todas precisam saber esperar para falar em grupo, precisam aprender a usar e guardar o seu material e o material de uso coletivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, as crianças em casa com os familiares não possuem todo este aprendizado, então colocar as crianças na Educação Infantil não pode ser considerado um sofrimento para os adultos.  Tente ver de outra forma a inserção dos pequenos na instituição de ensino em lugar de sofrimento a alegria de ver seu(ua) pequeno(a) crescer de forma saudável e com alicerce para a vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando adulto saberá conviver, pois aprendeu quanto pequeno a ouvir, falar e ver a opinião do outro. Não vivemos sozinhos, isolados em uma ilha deserta, estamos a todo o momento com outras pessoas no trabalho, no restaurante, no shopping, na praia, enfim em todos os lugares. E saber conviver é um aprendizado, talvez um dos mais importantes e difíceis na vida. Pois saber conviver e respeitar o outro se aprende nas relações quando pequenos. A Educação Infantil, portanto, é muito importante para que a criança aprenda a conviver de forma equilibrada consigo mesma e com os outros. Neste sentido, colocar seu pequeno na instituição deve ser um momento de comemoração, de alegria e não de sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dra-vanda-cristina-moro-minini/" target="_blank">Dra. Vanda Cristina Moro Minini<br />
Pedagoga<br />
</a></p>
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		<title>Waffle</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças na cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ingredientes: - 1 xícara de chá de farinha de trigo. - 1 colher de chá de fermento em pó. - ½ colher de chá de sal. - 1 colher de sopa de manteiga derretida. - 1 colher de chá de açúcar. - 1 xícara de chá de leite. - 1 gema. - 1 clara. Modo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ingredientes:<br />
- 1 xícara de chá de farinha de trigo.<br />
- 1 colher de chá de fermento em pó.<br />
- ½ colher de chá de sal.<br />
- 1 colher de sopa de manteiga derretida.<br />
- 1 colher de chá de açúcar.<br />
- 1 xícara de chá de leite.<br />
- 1 gema.<br />
- 1 clara.<br />
Modo de preparo:<br />
Peneire todos os ingredientes secos. Depois acrescente a gema, o leite, a manteiga derretida e misture bem. Bata a clara em neve e acrescente aos poucos a massa. Aqueça a forma de waffle e despeje ½ xícara de chá da mistura. Retire e acrescente sorvete, geleia, chocolate, mel e etc.</p>
<p><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/betina-serson/" target="_blank">Betina Serson<br />
Psicopedagoga<br />
</a></p>
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		<title>O nascimento de um bebê com deficiência</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 07:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crianças Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crianças especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Down]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>

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		<description><![CDATA[O nascimento de um bebê desperta nos pais grandes trocas emocionais, fantasias, expectativas, sonhos. Quando um bebê nasce com algum tipo de deficiência, os pais apresentam imediatamente uma dificuldade de se identificarem com seu bebê, que antes estava idealizado em uma fantasia, estava nos seus pensamentos antes mesmo dele nascer. Consideramos também que este bebê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nascimento de um bebê desperta nos pais grandes trocas emocionais, fantasias, expectativas, sonhos. Quando um bebê nasce com algum tipo de deficiência, os pais apresentam imediatamente uma dificuldade de se identificarem com seu bebê, que antes estava idealizado em uma fantasia, estava nos seus pensamentos antes mesmo dele nascer.</p>
<p>Consideramos também que este bebê carrega uma continuidade dos pais, reflete seu futuro, desejos, representa os próprios valores e a maneira pela qual estabelecerão o vinculo afetivo com ele.</p>
<p>A partir da notícia de que o bebê tem uma deficiência como a síndrome de Down, ou qualquer alteração inesperada, os pais se veem profundamente afetados emocionalmente em seu aspecto narcisista. É um momento de luto, do bebê que foi imaginado, para o real.</p>
<p>Esse processo é relativamente longo e variável para cada casal para recuperarem-se, adequando-se às características do recém nascido.</p>
<p>Na realidade, não é somente a questão do diagnóstico que paralisa os pais, mas os sentimentos intensos relacionados ao atual bebê. Produz-se uma ruptura das fantasias sonhadas, com o vínculo que se havia estabelecido previamente, há um conflito entre sentimentos de perda do bebê desejado e a aceitação do bebê real.</p>
<p>A elaboração desse conflito depende da vinculação interna do filho ideal para o filho real, com as características dele enquanto sujeito. É um processo de reconstrução, de um novo lugar interno para esse bebê ser acolhido.</p>
<p>Os pais precisarão pensar em seu bebê que crescerá com uma personalidade própria, com um ritmo de desenvolvimento determinado, com um futuro de possibilidades diversas, com suas singularidades e também parecidas e pertencentes àquela família, mesmo com síndrome de Down.</p>
<p>No momento da noticia é importante que se oriente os pais a não deixarem de ter esperanças e manterem um projeto de vida para seu bebê, talvez um outro projeto de vida, mas que não se perca nunca. Portanto, permitir-se construir novas fantasias e esperar outras gratificações desse bebê que não era o imaginado, desejado e sonhado seria um bom começo.</p>
<p>Quando se trata de um bebê com síndrome de Down, com algum transtorno no desenvolvimento, o conceito de deficiência envolverá diretamente a identidade do recém nascido. Por isso,  é necessário que  os pais possam ser acolhidos para poderem iniciar um vinculo afetivo como qualquer bebê necessita. Um bebê com qualquer deficiência precisa que os pais, o amem, o toquem, brinquem com ele, falem, estimulem, mas tudo isso, inicialmente, é muito sofrido e difícil para os pais.</p>
<p>O nascimento de um bebê com deficiência gera muita angústia e constitui-se a origem de reações psicológicas complexas que variam, segundo o tipo de déficit da patologia, dos fatores que causaram e da personalidade dos pais.</p>
<p>A partir do comunicado do diagnóstico aos pais, os mesmos atravessam por diferentes etapas emocionais, já descritas na literatura especializada, que poderíamos resumir em: estado de choque, negação da situação, decepção, intensa tristeza e elaboração do luto.</p>
<p>Quando os pais conseguem um equilíbrio dos sentimentos finalmente conseguem organizar-se e ocupar-se dos cuidados necessários com seu bebê. Aparece a esperança, a força em continuar sua vida familiar em função das necessidades reais do novo bebê.</p>
<p>Oferecer aos pais apoio emocional, acolhimento, informações será importante para que os pais possam interagir vincularmente com seu bebê, aprendendo a observá-lo, descobrindo suas reações, necessidades e oferecendo respostas e atitudes adequadas sem superproteger ou rejeitá-lo. Cada bebê tem reações diferentes, capacidades, potencialidades e a evolução de cada um também é única, os pais precisarão ser compreendidos emocionalmente para poderem perceber a evolução de seu bebê e recuperarem seu bem estar.</p>
<p><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dra-marina-s-rodrigues-almeida/" target="_blank">Drª Marina S. Rodrigues Almeida<br />
Psicóloga, Psicopedagoga e Consultora de Educação Inclusiva</a></p>
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