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	<title>Filhos&amp;Cia</title>
	
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	<description>Website sobre bebês recem nascidos até 12 anos</description>
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		<title>Mães estressadas podem gerar filhos intolerantes</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 07:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O estresse é a doença do século XX, há pelo menos três  séculos, a doença representava aflição, hoje representa pressão. Considerando as cobranças do dia a dia, a doença é vista como porta de entrada para depressão, enfarte entre diversas outras doenças.  De acordo com a Organização Mundial de SAÚDE (OMS ), nos próximos 20 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000011961195XSmall.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;">O estresse é a doença do século XX, há pelo menos três  séculos, a doença representava aflição, hoje representa pressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando as cobranças do dia a dia, a doença é vista como porta de entrada para depressão, enfarte entre diversas outras doenças.  De acordo com a Organização Mundial de SAÚDE (OMS ), nos próximos 20 anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que os problemas cardíacos, isso tudo atribuído ao estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um artigo publicado aqui no Portal Filhos e Cia, comentamos sobre os  malefícios e as consequências que o estresse pode trazer à  gestação e ressaltamos que estudos mostram que o estresse feminino em relação à gravidez é três vezes maior que o do homem, ocasionando  o nascimento prematuro do bebê, pressão alta, depressão pós-parto e até aborto espontâneo.<br />
<a href="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000011961195XSmall.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4000" title="hard relationship - mom and son  (or teacher and boy)" src="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000011961195XSmall.jpg" alt="" width="425" height="282" /></a><a href="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000011961195XSmall.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente um estudo divulgado pela Revista  Translational Psychiatry  revelou que o estresse da mãe grávida atinge o bebê em seu útero, e que esse estresse atinge a criança ao longo da vida. Especialistas concluíram que os bebês que recebem da mãe esse sinais, são menos tolerantes e sensíveis ao estresse. Para os estudiosos, o que ocorre é uma alteração biológica em um receptor de hormônios associados ao estresse em fetos cujas mães sofreram tensão intensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas que desenvolveram o estudo  falam que é possível que essas crianças possam vir a desenvolver doenças mentais no futuro. Isto foi concluído após uma análise com os genes das mães e dos filhos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns desses jovens apresentavam alterações em um gene, o receptor de glucocorticóide, que regula a resposta hormonal do organismo ao estresse. Essa alteração é provocada pelo estado emocional  da mãe durante a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipe Filhos &amp; Cia.<br />
Por Marcela França</p>
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		<title>Consumismo, como enfrentar?</title>
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		<comments>http://filhosecia.uol.com.br/2012/02/consumismo-como-enfrentar-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 07:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[ Que a sociedade moderna supervaloriza os bens materiais é questão que não carece discutir. Natasl chegando então &#8211; dá até calafrio em alguns&#8230; Porque hoje, o grande desafio da família é descobrir como educar de forma a que crianças e jovens não se deixem levar por valores que, longe de lhes garantir felicidade, acabam apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> Que a sociedade moderna supervaloriza os bens materiais é questão que não carece discutir. Natasl chegando então &#8211; dá até calafrio em alguns&#8230; Porque hoje, o grande desafio da família é descobrir como educar de forma a que crianças e jovens não se deixem levar por valores que, longe de lhes garantir felicidade, acabam apenas envolvendo-os numa louca espiral de desejos e gastos crescentes, que quase nunca tem final feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, a primeira questão é lembrar que adultos consumistas dificilmente poderão enfrentar o desafio de forma convincente. O consumismo contamina os adultos também, e não poucos buscam felicidade &#8220;comprando&#8221;. Em geral, acabam infelizes, incompletos. Colocar a felicidade pessoal na aquisição de objetos pode até propiciar prazer. Momentâneo e fugaz, porém.</p>
<p style="text-align: justify;">Consumir significa &#8220;gastar, aniquilar, anular&#8221; ou ainda &#8220;ficar reduzido a cinzas&#8221; . O processo é mesmo assim: o prazer de comprar se extingue por si só, para retornar logo adiante, como uma fênix ressurgida das cinzas. É, portanto, um processo sem fim e dificilmente as pessoas poderão continuar por toda vida atendendo a desejos &#8211; seus e de seus filhos depois. </p>
<p style="text-align: justify;">Preocupa-me constatar que, a cada dia, mais pessoas adotam o modelo subliminarmente inculcado, sentindo-se compelidas a adquirir mais e mais produtos (muitos desnecessários ou similares aos que já possuem).</p>
<p style="text-align: justify;">Quantos de nós tínhamos, há dez anos, um celular? E quantos ainda estão com o primeiro modelo adquirido, aqueles enormes, Deus o livre, que horror! Sem críticas a quem gosta de estar &#8220;na última moda hi-tech&#8221;, proponho somente que, por um instante, um segundinho só, pense se trocou a TV ou o telefone móvel porque realmente precisava.</p>
<p style="text-align: justify;">Necessidade ou impulso? Qual foi a relação custo-benefício da nova aquisição? Tem gente que ainda nem utiliza todos os recursos do atual ícone de consumo, mas não admite viver sem os waps, wips e outras siglas indecifráveis que cada modelo mais recente agrega. Tem horror em ao menos pensar em ler aqueles manuais, mas que o telefone novo está na bolsa, está&#8230; Ao menos isso! Porque carro importado ou do ano, TV de plasma – bem grande – não deu ainda para comprar, talvez nem dê, mas o celular colorido, fininho, que troca de &#8220;roupa&#8221; deu&#8230; Então, ótimo! Não que eu ache que não se deva comprar o que se quer (desde que com verba ganha honestamente, claro). A questão, porém, é exatamente essa: a gente queria mesmo? Ou alguma coisa ocorreu (influência das mídias, talvez?) que nos fez pensar que era imprescindível trocar, e o quanto antes?</p>
<p style="text-align: justify;">Voltemos aos nossos filhos. Os que desejam vaciná-los contra a febre do consumo irracional devem começar mantendo-os a par da situação financeira da família, especialmente, fazendo com que compreendam de que forma o dinheiro &#8220;chega&#8221; em casa: através do trabalho diário. Ele não &#8220;aparece&#8221; na carteira do papai ou da mamãe magicamente&#8230; Famílias têm gastos fixos mensais que precisam ser honrados – filhos podem e devem saber sobre eles;  também precisam saber que é importante guardar uma parcela, mesmo pequena, para extras (uma infiltração no teto, uma geladeira que pifa etc.)</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante, porém, é discutir o impulso que leva milhares de pessoas a acumularem mais e mais &#8220;coisas&#8221;, às vezes pagando juros sobre juros, vivendo apertados, cortando itens talvez mais importantes e transformando a própria vida numa eterna loucura. Viver no limite total do orçamento (ou além dele) é se condenar ao desequilíbrio a qualquer evento não programado (uma doença, por exemplo). Por isso é bom manter os filhos informados especialmente, sobre a que sua família dá, de fato, valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais cedo ou mais tarde, nossos filhos conviverão com pessoas de maior poder aquisitivo. E se foram acostumados a olhar sempre para quem tem mais, para os estão a cada fim-de-semana com novas roupas e possibilidades financeiras para fazer mil programas, independentemente de ser sábado ou segunda-feira, as coisas podem ficar complicadas&#8230; Não prometa o que não pode comprar &#8211; nem se endivide para isso; deixe claro que se tivesse dinheiro sobrando até compraria, mas não deixe de dizer que não considera importante nem necessário&#8230; Em outras situações, procure mostrar que poderia lhes dar o que pedem, mas &#8211; em vez de sair correndo para chegar à loja antes que feche &#8211; faça seus filhos saberem onde se situam as prioridades da família, como estudos, comida farta, segurança, saúde, conforto em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que não é nada mau para uma criança ou jovem desejar coisas sem conseguir logo, assim de mão beijada, rapidinho&#8230; Esses desejos não realizados podem bem acabar constituindo fonte importante de desejo de conquista pessoal. É muito saudável para o jovem querer realizar, produzir, trabalhar para alcançar o que os pais não lhes deram ou não puderam dar – ou às vezes até preferiram não lhes dar.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso corrigir a idéia torta – e muito comum hoje, especialmente entre as classes A e B – de que os pais têm obrigação de aos filhos carro, viagens ao exterior, festas apoteóticas etc. Do ponto de vista educacional não é nada salutar que eles tenham convicção de que nunca precisarão lutar para conquistar alguma coisa. Desejos não concretizados podem até produzir alguma frustração – mas não se assustem, nem toda frustração é negativa, como pensa a maioria. Muitas delas são a base que impulsiona as novas gerações a produzir, se independentizar, a ter o &#8220;seu dinheiro&#8221; (não o da mesada, é claro), para não ter que &#8220;prestar contas a ninguém&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem orientados eticamente, o &#8220;não ter tudo&#8221; conduz à necessidade de estudar, trabalhar, produzir, enfim.</p>
<p style="text-align: justify;">Dediquemo-nos sim, de corpo e alma &#8211; a dar aos filhos o que é essencial: estudo, formação moral e ética, princípios e objetivos de vida. O resto (roupas de grife, dezenas de tênis e roupas) é secundário e como tal deve ser encarado. E, cá para nós, não é uma maravilha (e um alívio&#8230;) saber que você pode dar menos bens materiais, para que seus filhos sejam mais gente?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/tania-zagury/" target="_blank">Tânia Zagury<br />
Escritora, Professora e Educadora<br />
</a></p>
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		<title>Saiba quais exames são necessários durante o Pré Natal</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 07:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O acompanhamento Pré Natal é essencial não só para a futura mamãe, como também para o bebê. No período dos nove meses de gestação, a mamãe recebe assistência médica e de enfermagem, visando evitar problema na gravidez, até o dia do parto. Portanto , se você está grávida, prepare-se para a bateria de exames que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O acompanhamento Pré Natal é essencial não só para a futura mamãe, como também para o bebê. No período dos nove meses de gestação, a mamãe recebe assistência médica e de enfermagem, visando evitar problema na gravidez, até o dia do parto.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto , se você está grávida, prepare-se para a bateria de exames que irá fazer neste período, o primeiro trimestre vem acompanhado de vários exames, além de algumas adaptações que a mulher pode passar nesta fase da gestação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Portal Filhos &amp; Cia, elenca alguns exames que são fundamentais e indispensáveis no seu Pré Natal:</p>
<p style="text-align: justify;">• Hemograma completo – Este exame tem como objetivo avaliar o nível de hemoglobina, que deve estar acima de 10 g/dl , a quantidade total de leucócitos (Glóbulos brancos) que deve ficar abaixo de 15.000 e as plaquetas acima de 100.000. Além de detectar infecções e anemias e deve ser feito mensalmente no período da gestação.</p>
<p style="text-align: justify;">•  Sistema ABO e fator Rh – Serve para analisar a tipagem do sangue da mulher, e se o fator Rh é positivo ou negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em caso da mulher ter Rh negativo e o homem Rh positivo, existem riscos de o corpo da mãe produzir anticorpos contra o sangue do bebê este exame possibilita impedir a produção dos anticorpos tomando algumas medidas necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">• Fezes – Muitos agentes presentes nas fezes podem ser tratados ainda na gravidez, principalmente os organismos que podem determinar distúrbios de absorção e anemia materna.</p>
<p style="text-align: justify;">• Urina I e Urocultura &#8211; Este exame analisa qualitativamente o número de leucócitos, hemácias e bactérias que há na  urina, e é o exame indicado para a o diagnóstico da infecção urinária.</p>
<p style="text-align: justify;">• Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) &#8211; É uma espécie de rastreamento da diabetes. A Diabetes Gestacional é uma doença frequente, comprometendo tanto a saúde da grávida quanto a do bebê. O exame é realizado entre 24 a 28 semanas de gestação da seguinte forma: a mulher toma 50 gramas de frutose e colhe-se a glicemia 1 hora após. O Teste é considerado positivo quando maior ou igual a 140 mg/dl. É importante frisar que o teste positivo não significa Diabetes Gestacional, pois requer um outro teste confirmatório, chamada GTT de 3 horas onde colhe–se a glicemia de jejum, toma-se 100 gramas de glicose e colhe-se mais 3 amostras 1, 2 e 3 horas após a ingestão</p>
<p style="text-align: justify;">• Papanicolau – Este exame serve para verificar possíveis alterações nas células do colo do útero (onde o bebê será formado), além de detectar possíveis infecções, verrugas genitais e herpes, entre outras doenças.  O teste também pode passar informações sobre seus hormônios, especialmente a progesterona e estrogênio.</p>
<p style="text-align: justify;">• Sorologias: servem para detectar se há algum vírus, se esse vírus está presente no organismo ou se o paciente já foi infectado com o mesmo. As sorologias realizadas durante o pré natal, são:</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para Sífilis (VDRL E FTA-ABS)</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para HIV</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para Citomegalovírus</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para Hepatite B</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para Hepatite C</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para Toxoplasmose</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Sorologia para Rubéola</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">• Exames de Imagem:</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;">Ultrassom Básico obstétrico, Endovaginal ou Transvaginal</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Recomendam-se também em casos de necessidade os seguintes exames:</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;">TRH, TSH,T3, T4 E T4 Livre</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Ecocardiografia Fetal</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E não se esqueça, em caso de dúvidas, esclareça com seu médico Ginecologista/Obstetra.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipe Filhos &amp; Cia<br />
por Marcela França</p>
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		<item>
		<title>Pai solteiro</title>
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		<comments>http://filhosecia.uol.com.br/2012/02/pai-solteiro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 07:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ser pai]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[pai]]></category>
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		<description><![CDATA[Desempenhar as tarefas de pai e mãe ao mesmo tempo é algo que exige muita responsabilidade e disposição. Afinal, o pai não é responsável apenas pelas questões econômicas do filho, como também as necessidades afetivas, emocionais e educacionais exigidas por toda criança. Papel que normalmente é realizado pela mãe, quando esta, está presente. Ser pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desempenhar as tarefas de pai e mãe ao mesmo tempo é algo que exige muita responsabilidade e disposição. Afinal, o pai não é responsável apenas pelas questões econômicas do filho, como também as necessidades afetivas, emocionais e educacionais exigidas por toda criança. Papel que normalmente é realizado pela mãe, quando esta, está presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai solteiro não é com certeza uma tarefa fácil de realizar, mas segundo pesquisas é algo muito prazeroso.  Um estudo realizado pelo site de relacionamento espanhol Edarling, mostra que os pais solteiros se sentem mais satisfeitos do que os homens solteiros sem filhos. A amostra foi feita com 3.500 homens entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo revelou que as obrigações diferenciadas desses dois tipos de homens solteiros são determinantes. Os pais solteiros costumam ser menos otimistas e exigir mais de suas relações. Já os pais solteiros, mesmo com as responsabilidades extras, se sentem mais satisfeitos por usufruir da companhia dos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, está mais fácil para os pais solteiros, conseguirem um bom relacionamento amoroso, é o que também revela a pesquisa onde, 90% das mulheres entrevistas aceitariam sem nenhum preconceito, que o companheiro ‘tivesse filhos de outra relação e não se importariam de ter outros ou adotar.</p>
<p style="text-align: justify;">Parte das entrevistadas veem esses homens mais responsáveis e dedicados, além de mais carinhosos pelo fato deles terem o sentimento “materno” mais aforado.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa mostrou também que os pais solteiros não dão tanta importância para o físico da parceira. O site relata que esses homens buscam confiança plena na mulher, além da capacidade de falar e ouvir sobre problemas pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso a aparência atrativa não é essencial para que o relacionamento possa funcionar bem.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com especialistas trocar a fralda do filho, ir à reunião dos pais ou levá-lo à escola não muda a masculinidade do homem, pelo ao contrário, ele se torna muito mais realizado e feliz, criando mais harmonia com os filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje mesmo com o divórcio, os pais estão mais presentes e isso é importantíssimo em qualquer fase da vida dos filhos, sejam quando crianças, adolescentes, quando se forma a personalidade da criança, ou até mesmo quando adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se pode esquecer que para a criança é algo muito triste não ter ao seu lado o pai ou a mãe, e que ela precisa de ambos ao seu lado, para ter um bom desenvolvimento, seja ele psicológico, afetivo, emocional e até mesmo sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipe Filhos &amp; Cia<br />
por Marcela França<br />
Fonte  da pesquisa: Universia Brasil</p>
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		<title>Irmãos Gêmeos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 07:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
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		<description><![CDATA[Gêmeos são dois ou mais irmãos que nascem de uma mesma gestação da mãe, chamada gestação gemelar, podendo ser idênticos ou não.  Por extensão, as crianças nascidas de partos triplos, quádruplos ou mais também são chamados de gêmeos. Embora não haja uma estatística precisa estima-se que, em meio a 85 gestantes, uma seja mãe de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gêmeos são dois ou mais irmãos que nascem de uma mesma gestação da mãe, chamada gestação gemelar, podendo ser idênticos ou não.  Por extensão, as crianças nascidas de partos triplos, quádruplos ou mais também são chamados de gêmeos.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não haja uma estatística precisa estima-se que, em meio a 85 gestantes, uma seja mãe de gêmeos.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com uma pesquisa publicada na revista científica  Journal of Reproductive Medicine, uma dieta rica em produtos lácteos também pode aumentar a possibilidade de gravidez gemelar, ou seja, de gêmeos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um fator importante pode ser a idade materna, segundo um estudo realizado  pela Universidade Vrije, na Holanda, o nascimento de gêmeos é mais comum entre mães acima dos 35 anos. Isto é,  atribuído às mudanças hormonais, elas seriam mais sensíveis a produzir vários óvulos num ciclo. A incidência de gêmeos também é maior entre as afrodescendentes.  O que também tem contribuido  muito para a gravidez gemelar são os tratamentos de reprodução assistidas,  quando o médico insemina o sémem do homem na cavidade do últero da mulher. Na maioria das vezes, é colocado  uma quantidade maior que um embrião, e em alguns casos, dois ou mais destes embriões podem se desenvolver, acontecendo assim, as gestações de dois, três, quatro ou até mais bebês.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de gêmeos, os idênticos, também conhecidos como univitelinos. Estes casos correspondem a 29% dos gêmeos, e os bivitelinos representam a maioria dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Idênticos/Uniivitelinos: Os bebês são iguais fisicamente, pois foram fecundados em apenas um óvulo, que se dividiu em duas ou mais partes idênticas, gerando bebês com o mesmo sexo e as mesmas características físicas e podem ou não compartilhar a mesma placenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Não Idênticosa /Bivitelinos: Neste caso. os bebês não têm necessariamente as mesmas características físicas e o sexo também pode ser distinto, pois dois óvulos e dois espermatozóides com características diferentes foram fecundados. Eles são gerados em placentas diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os filhos gêmeos podem até ter características físicas semelhentes , não se engane, estas semelhenças  não são regra quando se trata de comportamento, vontades ou desejos de ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para pais que têm dois ou mais filhos, um dos maiores desafios é dedicar atenção e carinho na medida certa. Este “problema” é comum em qualquer família que tenha mais de uma criança com idades iguais ou aproximadas. Eles nascem juntos, choram juntos, e até mamam juntos, cada um em um seio. Como dar atenção a duas ou mais crianças ao mesmo tempo?</p>
<p style="text-align: justify;">Os irmãos gêmeos mal cresceram e vivem disputando carinho, atenção e dedicação dos pais. Para, para alguns especialistas, é comum está  disputa por parte deles.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que os pais identifiquem as particularidades e necessidade d e cada criança, além do gosto e interesse, evitar as famosas “dobradinhas” é fundamental, afirmam os especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesma roupa, cor e modelo, mesmo penteado, mesmo sapato, isso tudo pode prejudicar a capacidade de escolha e decisão da criança, ao longo da vida e não percam suas próprias identidades.</p>
<p>Equipe Filhos &amp; Cia<br />
por Marcela França</p>
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		<title>Existe tratamento para bebês com a cabecinha torta?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 07:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebês até 1 ano]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[deformidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a pergunta mais feita pelos pais de bebês que apresentam algum tipo de assimetria craniana. E a resposta, para alívio de todos, é: Sim! Podemos reverter o quadro com muito sucesso e em pouco tempo! Adoro dar essa boa notícia aos pais, que normalmente chegam ao consultório bastante angustiados. A tensão vivida por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa é a pergunta mais feita pelos pais de bebês que apresentam algum tipo de assimetria craniana. E a resposta, para alívio de todos, é: Sim! Podemos reverter o quadro com muito sucesso e em pouco tempo!</p>
<p style="text-align: justify;">Adoro dar essa boa notícia aos pais, que normalmente chegam ao consultório bastante angustiados. A tensão vivida por eles desaparece quase que instantaneamente. Claro, na sequência surgem mais e mais perguntas, mas todas são sanadas com bastante tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O que procuro deixar sempre muito claro é uma premissa básica para o sucesso do tratamento. O bebê precisa ser submetido às iniciativas de correção entre os 4 e 14 meses de idade. Depois disso, infelizmente, não há o que ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira recomendação e a mais importante é observar o comportamento do bebê e também das pessoas que convivem com ele, como os próprios pais, avós, tios, primos, babás e até irmãos. É que dependendo de como a criança estiver recebendo os estímulos sonoros e visuais, poderá desenvolver o apoio viciado da cabecinha em apenas um ponto. Explico melhor: imagine que o berço do seu bebê esteja posicionado em um dos cantos do quarto, encostado à parede, que por sua vez é branca. Tudo que for dito ou mostrado ao bebê virá do lado oposto à parede, ou seja, o bebê terá a tendência de apoiar a cabeça sempre em um dos lados para acompanhar o que acontece à sua volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como mencionei no artigo anterior, a cabeça cresce muito mais do que o corpo do bebê nos primeiros meses de vida e as suturas cranianas estão aberta para viabilizar o desenvolvimento do cérebro. Com o apoio viciado, a cabeça tende a crescer para as regiões livres de apoio. O resultado disso tudo é a assimetria!</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse motivo, sempre indico que após a observação desses costumes a família modifique algumas coisas. No caso do berço, quando possível, o ideal é posicioná-lo no meio do quarto e provocar estímulos à criança de maneira variada. Se o espaço não for suficiente para tal, uma dica é alternar a posição do neném no próprio berço. A cabeceira pode fazer as vezes do pé da caminha  em algumas noites e você terá a alternância do local de apoio.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra dica bacana é ficar atento à posição do bebê na hora de dormir. Essa parte é um pouco mais difícil e exige mais atenção da mãe, do pai ou da cuidadora. A ideia é que sempre que a criança posicionar a cabeça no ponto com maior incidência de assimetria, um desses responsáveis possa modificar tal apoio, provocando o costume de virar a cabecinha para o lado contrário. O mesmo vale para os momentos em que a criança estiver no bebê conforto, cadeirinha do carro etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Também vale estimular a criança de formas diferentes. O que acha, por exemplo, de colocá-la  para brincar com a barriguinha  apoiada na cama ou mesmo no chão? Essa posição, conhecida como “Tummy Time, além de não possibilitar o apoio da cabeça, vai estimular o bebê a fortalecer a musculatura do pescoço e das costas, um auxílio importante ao seu desenvolvimento!</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendamos a alteração da rotina e desses comportamentos pelo período de um mês. Após esse tempo  sempre faço uma nova avaliação da assimetria apresentada pelo bebê. Boa parte dos casos é revertida com essas dicas simples, mas desconhecidas de muita gente.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo artigo, vou comentar um pouco mais sobre o que pode ser feito quando o reposicionamento do bebê não surte efeito. Até mais!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dr-gerd-schreen/" target="_blank">Dr. Gerd Schreen<br />
Especialista em Assimetrias Cranianas<br />
</a></p>
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		<title>Dicas de cores para uma decoração perfeita</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 07:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quarto e enxoval]]></category>
		<category><![CDATA[Ser mãe]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[decoração]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é a cor ideal para um ambiente e que mais combina com sua personalidade? É comum termos dúvidas ao escolher uma cor para dar a um ambiente ou ajudar com a decoração do nosso quarto ou objetos de decoração. Mas fique tranquilo, o Portal Filhos&#38;Cia vai falar sobre o significado de algumas cores, tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Qual é a cor ideal para um ambiente e que mais combina com sua personalidade? É comum termos dúvidas ao escolher uma cor para dar a um ambiente ou ajudar com a decoração do nosso quarto ou objetos de decoração. Mas fique tranquilo, o Portal Filhos&amp;Cia vai falar sobre o significado de algumas cores, tanto para a decoração do quarto do bebê, como para o quarto o casal e, até mesmo,  para a decoração do quarto do filho ou da filha adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Iremos falar das cores violeta, lilás, marrom, bege, dourado e também do preto, que é a mistura de todas as cores.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong><span style="color: #800080;">violeta</span></strong> representa mistério e expressa sensação de individualidade, personalidade, associado à intuição, com o poder de influenciar humores e emoções, transmitindo a sensação de prosperidade, nobreza e respeito. O aconselhável é não pintar um ambiente inteiro desta cor e sugiro  apenas uma ou duas paredes, harmonizando com o branco ou um sobre tom lilás. Estas cores têm um profundo efeito sobre a mente e são utilizadas por psiquiatras para acalmar e tranquilizar.</p>
<p style="text-align: justify;">O <span style="color: #cc99ff;"><strong>lilás</strong></span> é uma cor que também surgiu da mistura do vermelho com o azul, porém, a quantidade de azul, neste cas o, é predominante o vermelho. Significa espiritualidade e intuição, portanto, uma cor metafísica. É considerada a cor da magia e da energia cósmica. Esta cor simboliza respeito, dignidade, devoção, piedade, sinceridade, purificação e transformação, representa o mistério, expressa sensação de individualidade e de personalidade. Fica bonito, charmoso e elegante em qualquer ambiente, principalmente, nos quartos das futuras adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong><span style="color: #990000;">marrom</span></strong> é uma mistura da tonalidade de cor terra e cor madeira, é a cor da terra por excelência. Significa maturidade, consciência e responsabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O <span style="color: #000000;">marrom</span> está muito ligado  ao conforto e está em harmonia com a cor bege, pode dar ainda mais uma sensação de aconchego, (o bege pode ser considerado como um castanho claro), a estabilidade, a resistência e simplicidade.<br />
Representa a firmeza, a disciplina, a uniformidade e a observação das regras. A cor conecta a pessoa à natureza e à  terra. Usado em excesso traz autocrítica exagerada, dependência afetiva e isolamento, por isso, moderação com a escolha da cor.</p>
<p style="text-align: justify;">Opte em harmonizar o marrom com o bege, com a cor palha ou se quiser ousar, aposte no dourado (para o quarto do casal) . Com a cor laranja pode criar uma combinação que deixa o ambiente bem descontraído,  proporcionando uma agradável harmonia entre as cores.</p>
<p style="text-align: justify;">A cor bege é uma cor que transmite calma e passividade. Está associada à melancolia e ao clássico, além de transmitir a sensação de segurança e conforto , oferecendo ao ambiente leveza. Esta cor, ao invés de causar impactos,  ele ameniza, causando serenidade ao lugar. Por isso recomenda-se o uso do bege a  cores de tons fortes como marrom, verde musgo e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong><span style="color: #ffff00;">dourado</span></strong> é a cor do ouro e está diretamente associado à riqueza, a algo majestoso. Significa vibração elevada, grandeza, vigor, inteligência superior e nobreza. É a cor do luxo, da luz e da prosperidade. Traz charme e constrói confiança, além de poder, persuasão, energia e inteligência. O dourado simboliza vibração elevada, vigor, inteligência superior e nobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o <strong>preto</strong>, que é a mistura de todas as core s, é a cor do poder, induz à  sensação de elegância e é mais indicada para ser usada em detalhes, objetos, e no caso  de ser usada em paredes, a sugestão é que seja no máximo uma, para que o lugar não ganhe um aspecto pesado, sugerindo também em casos de papéis de parede, que a cor seja usada com qualquer outra, e ainda para o quarto do casal, uma belíssima sugestão : o clássico branco e preto, uma combinação que está sempre na moda.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipe Filhos &amp; Cia<br />
Por Marcela França</p>
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		<title>A criança no divã</title>
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		<comments>http://filhosecia.uol.com.br/2012/01/a-crianca-no-diva/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 07:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças de 2 a 6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças de 7 a 12 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante todo o tempo em que atendi, muitas (verdadeiramente MUITAS) mães me procuraram para que seus filhos fossem atendidos por mim. Nem todas, eu aceitei. Explico o porquê. Vamos primeiramente imaginar a situação de terapia em adultos. Eu (ser maduro, dotado de liberdade e dono de minhas emoções) me sinto despreparado para enfrentar determinada situação em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000001985189XSmall.jpg"></a>Durante todo o tempo em que atendi, muitas (verdadeiramente MUITAS) mães me procuraram para que seus filhos fossem atendidos por mim. Nem todas, eu aceitei. Explico o porquê.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos primeiramente imaginar a situação de terapia em adultos. Eu (ser maduro, dotado de liberdade e dono de minhas emoções) me sinto despreparado para enfrentar determinada situação em meu dia-a-dia. Sou inseguro, ansioso, medroso, assustado, enfim, uma variedade infinita de possibilidades que o próprio adulto pode julgar. Bem, eu procuro a terapia por achar que estou assim e tenho condições de mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, vamos à criança. Basicamente, a criança age pelo “princípio do prazer”, age atendendo suas vontades. E, normalmente, está bastante satisfeita com os resultados de suas ações e comportamentos.</p>
<p> <a href="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000001985189XSmall.jpg"><img class="size-full wp-image-3998 aligncenter" title="iStock_000001985189XSmall" src="http://filhosecia.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/11/iStock_000001985189XSmall.jpg" alt="" width="425" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança buscaria terapia? Mude a pergunta para facilitar o entendimento. Por que uma criança buscaria terapia? Ela vive feliz, tem suas vontades atendidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui chegamos a um ponto importante. Sempre que me solicitam atendimento a uma criança são os pais que têm queixa sobre um (ns) determinado(s) comportamento(s) de seu filho. A criança não deseja (voluntariamente) esta mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">E posso assegurar aos senhores que são OS PAIS, responsáveis por 99% dos comportamentos de seus filhos. Inclusive, os indesejados por eles!</p>
<p style="text-align: justify;">De nada adianta levar seus filhos a terapias se os PAIS não acompanharem as sessões. Muitas vezes, (ouso dizer na maioria delas) que com pequenas mudanças de hábitos dos pais é possível ver mudanças substanciais no comportamento indesejado do filho. Mãe melhor, filho melhor!</p>
<p style="text-align: justify;">Porém deixar o filho por alguns minutos na terapia pode ter a sua eficiência. Mas deixo claro uma forma MUITO melhor. Acompanhem seus filhos (caso a terapia seja a melhor solução), mas antes procurem olhar para vocês mesmos. Vejam onde e quando este comportamento apareceu. Como VOCÊS estavam emocionalmente? É possível pensar em mudanças nos pais para que o filho também mude? Ou devemos pensar que os filhos mudem sozinhos?</p>
<p style="text-align: justify;">É lógico que a terapia tem sua importância, mas devemos saber que não é algo mágico. Quando se trata de terapia de crianças posso assegurar que são poucos os casos em que mudanças na própria criança são necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">É um assunto complicado e polêmico. E escreverei mais sobre este tema em colunas futuras.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dr-geison-stein-meirelles-ramos/" target="_blank">Dr. Geison Stein Meirelles Ramos<br />
Psicólogo<br />
</a></p>
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		<item>
		<title>Os pais devem obrigar os filhos a comer?</title>
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		<comments>http://filhosecia.uol.com.br/2012/01/os-pais-devem-obrigar-os-filhos-a-comer/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 07:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês até 1 ano]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças de 2 a 6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças de 7 a 12 anos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[É natural a preocupação dos pais com a quantidade de comida que seus filhos consomem diariamente. Mas será que ao forçar a criança a ingerir mais alimento do que deseja estamos trazendo algum benefício para a saúde dos pequenos? Obrigar os filhos a “raspar o prato” pode trazer consequências indesejáveis, como o ganho de peso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É natural a preocupação dos pais com a quantidade de comida que seus filhos consomem diariamente. Mas será que ao forçar a criança a ingerir mais alimento do que deseja estamos trazendo algum benefício para a saúde dos pequenos?</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigar os filhos a “raspar o prato” pode trazer consequências indesejáveis, como o ganho de peso excessivo. As crianças nascem com o controle da saciedade em perfeito equilíbrio, ou seja, elas respondem imediatamente ao sinal de saciedade interrompendo a ingestão de alimentos. Também são capazes de identificar quando estão com fome e não se alimentando por gulodice.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao consumir alimentos em excesso, a criança não respeita os sinais de saciedade e se acostuma a comer até sentir estufamento e desconforto abdominal, ao invés da leveza e bem estar que uma refeição deve proporcionar. Além disso, a criança pode achar que só deve parar de se alimentar com ordem dos pais, passando a comer em grande quantidade na ausência de seus responsáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A obrigação na hora da refeição também pode causar seletividade alimentar.  =e o comentário de um estudo britânico publicado na revista Appetite em dezembro de 2011. Mães de 104 crianças de 3 a 6 anos de idade responderam a um questionário sobre práticas e comportamentos alimentares que demonstrou que, além de comprometer a noção de saciedade, as crianças obrigadas a “raspar o prato” podem desenvolver recusa alimentar, pouco apetite e desinteresse pelo alimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a dieta é extremamente seletiva, a criança consome os mesmos alimentos diariamente e exclui muitos outros que são essenciais para o seu crescimento e desenvolvimento adequado. Cada alimento é rico em um nutriente diferente, por exemplo, crianças que não consomem duas a três porções de frutas por dia dificilmente atingem suas necessidades de vitamina C, micronutriente essencial para fortalecer o sistema imunológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ainda lembrar que assim como os adultos, as crianças apresentam fases da vida em que estão naturalmente com menos apetite e devemos respeitar este momento. Mas em caso de perda de apetite súbita, sem alterações do sono e de humor, deve-se procurar imediatamente o pediatra.</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal é sempre respeitar a fome, assim como a saciedade do seu filho e, quando os pais não conseguem resolver o problema, a ajuda de um nutricionista especializado em alimentação infantil se torna necessária.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dra-isabel-jereissati-santos/" target="_blank">Drª Isabel Jereissati<br />
Nutricionista pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional e em Nutrição Materno-infantil <br />
</a></p>
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		<item>
		<title>Influência paterna, até que ponto a presença do pai influencia os filhos?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/filhosecia/~3/qmCKiba_rZY/</link>
		<comments>http://filhosecia.uol.com.br/2012/01/influencia-paterna-ate-que-ponto-a-presenca-do-pai-influencia-os-filhos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 07:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giselle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ser pai]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da Universidade de Concórdia no Canadá, avaliou cerca de 140 crianças entre 3 e 5 anos e depois entre 9 e 13 anos para analisarem a influencia dos pais em relação a suas habilidades emocionais entre outras. Pesquisadores concluíram que a habilidade do pai de estabelecer limites e estruturar o comportamento dos filhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa da Universidade de Concórdia no Canadá, avaliou cerca de 140 crianças entre 3 e 5 anos e depois entre 9 e 13 anos para analisarem a influencia dos pais em relação a suas habilidades emocionais entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores concluíram que a habilidade do pai de estabelecer limites e estruturar o comportamento dos filhos influenciou positivamente a habilidade de resolver problemas e diminuiu questões emocionais, como tristeza, isolamento social e ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas algumas ativistas  afirmam que esta tese não passa de machismo, pois o que constrói e estimula as habilidades culturais associadas ao homem  não é necessariamente o pai e sim o instinto humano e também materno.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a psicóloga Marina Almeida, hoje em dia muitas famílias têm exercido as funções de formas diferentes, muitas mulheres além de trabalharem fora de casa e serem responsáveis pela educação dos filhos, assumem  integralmente o papel de chefe de família, responsabilizando-se pela  casa sozinha e desempenhando na grande maioria das vezes a função do pai. Por outro lado, atualmente muitos pais desenvolvem a função materna, levando os filhos para escola, cuidando, acolhendo, e até os alimentando, o que nos loeva a dizeer que há uma inversão de valores na sociedade em que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A dialética familiar atual está em uma condição modificada de gênero, quero dizer, na função que estes homens e mulheres se comportam frente aos filhos e promovem desenvolvimento e marcas psíquicas”, afirma a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Marina ainda diz que hoje as configurações dos casais são  diferentes, tanto a função materna, quanto a paterna em relação aos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão não está só no fato de ser o homem ou a presença ou participação do pai, porque ficaríamos pensando de forma nostálgica. Só as famílias que possuem  o pai  poderiam estimular os filhos a serem felizes?! Seria reducionista.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, pode não ser uma verdade a ser generalizada, mas sim um fato. Porque quem faz está função paterna tem estes resultados com os filhos, a questão também pode ser contrária, famílias que tem pai e mãe e os filhos são infelizes ou problemáticos seria porque nenhum dos genitores faz sua função nem paterna ou materna? O foco recai na função que exercem sobre os filhos, limites, conversação, relação e não no gênero, mas a presença sim é importante, porque alguém tem que fazer isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o filho, pai e mãe são e serão sempre insubstituíveis, jamais poderemos substituir um ou outro, mas podemos sim cumprir seus papéis e tentar minimizar danos ou traumas que esta ausência pode trazer para nossos herdeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe Filhos &amp; Cia<br />
por Marcela França<br />
</strong>Colaboração <a href="http://filhosecia.uol.com.br/colunistas/dra-marina-s-rodrigues-almeida/" target="_blank">Drª Marina S. Rodrigues Almeida &#8211; Psicóloga, Psicopedagoga e Consultora de Educação Inclusiva</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>                       </strong></p>
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