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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Finanças - Últimas Notícias</title><link>http://www.portaleducacao.com.br/financas</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>14/08/2012 11:12:35</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/financasnoticias" /><feedburner:info uri="financasnoticias" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Portal Educação está pela 3ª vez consecutiva entre as 100 Melhores Empresas para se Trabalhar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Y9-iH6bfafU/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Pelo terceiro ano consecutivo, o &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Portal Educação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, maior empresa de Educação a Distância do país, está entre as 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. O resultado de mais essa conquista aconteceu ontem, dia 13 de agosto, durante cerimônia de premiação do Great Place to Work e Revista Época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 16&amp;ordf; edição da pesquisa, participaram do processo de 2012, 1.013 companhias e foram ouvidos 1,8 milhão de colaboradores. As campeãs foram divididas nas categorias Grandes e Multinacionais e as 30 Melhores Empresas para Trabalhar &amp;ndash; Médias e Pequenas. Além disso, o estudo destacou as melhores em sub-rankings, onde o &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Portal Educação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ficou entre as dez campeãs em três categorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as 100 Melhores que &amp;ldquo;treinam melhor&amp;rdquo;, a empresa de EaD ficou em 10º lugar. Também ganhou destaque no quesito &amp;ldquo;As empresas com mais jovens&amp;rdquo;. Nessa categoria, as dez campeãs em porcentagem de funcionários com até 25 anos o Portal atingiu a 9&amp;ordf; posição. Outro destaque em que a empresa conquistou a 8&amp;ordf; colocação foi no quesito &amp;ldquo;As melhores em qualidade de vida&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As informações de como foi o evento e como ficou o ranking das Melhores para se Trabalhar no País estarão no Guia GPTW na edição da revista Época que estará disponível nas bancas no próximo fim de semana.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Y9-iH6bfafU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Assessoria de Comunicação</author><pubDate>14/08/2012 00:00:00 11:08:00</pubDate><id>56310</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56310</feedburner:origLink></item><item><title>Itaú muda cobrança de juros nos cartões de crédito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/kUL-6nBlf4U/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Itaú quer mudar a forma de o brasileiro se relacionar com o cartão de crédito. O banco vai reduzir o juro do meio de pagamento de 12% para 5,99% ao mês, mas ampliará o período de cobrança. Para quem entrar no rotativo, a taxa retroagirá ao dia da compra, e não do vencimento. Além disso, gastos feitos após o pagamento parcial da fatura terão incidência automática de juros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição diz acreditar que a mudança será, na maioria dos casos, vantajosa ao consumidor, embora admita que parte dos clientes possa terminar pagando mais juros. &amp;ldquo;Com base no comportamento atual da nossa base, 80% das pessoas vão pagar menos juros e 20% vão passar a pagar mais&amp;rdquo;, afirmou Fernando Teles, diretor de cartões do Itaú.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As novas regras valerão somente para o produto Itaucard 2.0, a ser lançado na semana que vem. Só vai migrar para a nova modalidade o cliente que assim escolher - quem se arrepender, poderá voltar atrás. Segundo executivos da instituição, a mudança é uma forma de o Itaú reduzir os juros. À medida que o modelo pegar, o Itaú afirma que a ideia é baixar o juro cobrado - taxas partindo de 3,99% ao mês já estão no horizonte do banco. O Itaú argumenta ainda que retroagir a cobrança à data da compra é uma prática comum em países como Inglaterra e Estados Unidos. Nesses mercados, no entanto, as taxas da modalidade de pagamento são bem mais baixas, e variam de 0,8% a 1,5% ao mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No modelo atual, se o consumidor faz uma compra de R$ 500 no dia 8 e paga R$ 75 de sua fatura que vence no dia 25, ele pagará 12% sobre os R$ 425 que refinanciou no próximo vencimento: total de R$ 51. Na nova regra, a pessoa pagará 5,99% sobre os R$ 425 e a mesma taxa sobre a diferença de 17 dias entre a compra e o vencimento (despesa de R$ 42,43). No entanto, caso a compra tenha sido feita 30 dias antes do vencimento, a vantagem do corte de juro se perde, pois o período de cobrança dobrará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra mudança que aumenta a chance de o consumidor pagar mais juros é a determinação de que, a partir do pagamento parcial de uma fatura, todas as compras posteriores terão automaticamente a cobrança da taxa de 5,99% (hoje, o cliente só vai arcar com mais juros se voltar a pagar o mínimo no mês seguinte). Segundo Teles, o objetivo é mostrar ao cliente que, ao pagar o mínimo, ele está usando o cartão como instrumento de crédito, sobre o qual incidem taxas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, considera a mudança confusa demais para o cliente e diz que o Itaú está tentando adotar um modelo americano com juros ainda bastante elevados. &amp;ldquo;Dependendo da situação, pode ficar igual a hoje ou até ser uma desvantagem&amp;rdquo;, afirma. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/kUL-6nBlf4U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 15:58:00</pubDate><id>56226</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56226</feedburner:origLink></item><item><title>Vale a pena contratar um corretor para vender meu imóvel?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/bmxGLenzAjM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;D&amp;uacute;vida do internauta:&lt;/strong&gt; Eu e meus irm&amp;atilde;os possu&amp;iacute;mos um im&amp;oacute;vel residencial na Zona Sul de S&amp;atilde;o Paulo. Um amigo que entende melhor do mercado imobili&amp;aacute;rio disse que o metro quadrado na regi&amp;atilde;o, por onde passar&amp;aacute; uma linha de metr&amp;ocirc;, custa 8.000 reais. Temos a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vender a casa, mas temos d&amp;uacute;vida acerca do pre&amp;ccedil;o que pretendemos cobrar. Estamos relativamente tranquilos para concretizar a venda. Como somos leigos no assunto, gostaria de saber qual a melhor forma de efetuar essa venda: contratando um corretor ou sozinho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Luiz Calado*:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Eu, pessoalmente, prefiro contratar o servi&amp;ccedil;o de um corretor de im&amp;oacute;veis. Um bom corretor tem sempre um grupo potencial de interessados em adquirir im&amp;oacute;veis e isso possibilita a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de melhores propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m disso, ter algu&amp;eacute;m intermediando aumenta a credibilidade a respeito dos coment&amp;aacute;rios sobre o im&amp;oacute;vel. Considerando que as partes interessadas (comprador e vendedor) visam sempre seu pr&amp;oacute;prio favorecimento, seus pr&amp;oacute;prios coment&amp;aacute;rios podem at&amp;eacute; gerar suspeitas. Os coment&amp;aacute;rios vindos de terceiros, a princ&amp;iacute;pio, s&amp;atilde;o menos parciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas pessoas d&amp;atilde;o mais valor &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando ela vem de outra fonte que n&amp;atilde;o da parte interessada. Eu at&amp;eacute; j&amp;aacute; negociei im&amp;oacute;veis diretamente, n&amp;atilde;o obstante minha predile&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo uso de corretores, mas nesse caso j&amp;aacute; conhecia alguns poss&amp;iacute;veis compradores, considerando que realizo palestras e aulas sob o assunto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Algumas pessoas pensam que pagar a corretagem &amp;eacute; uma grande despesa, mas o custo-benef&amp;iacute;cio geralmente compensa. Na maioria das vezes, o processo de venda direta pelo propriet&amp;aacute;rio acaba sendo mais lento, a n&amp;atilde;o ser que o im&amp;oacute;vel esteja em &amp;aacute;rea de alta atratividade, onde a especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria acaba sendo um fator positivo e at&amp;eacute; impulsionador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for esse o caso, talvez voc&amp;ecirc; possa at&amp;eacute; arriscar em vend&amp;ecirc;-lo por conta. Se optar por isso, certifique-se de que est&amp;aacute; amparado juridicamente com um bom contrato de compra e venda e considere sempre a possibilidade do futuro comprador aparecer com um corretor para auxili&amp;aacute;-lo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Pode ser contraproducente contatar diretamente um comprador em potencial, pois em alguns casos ele possui expectativas irreais acerca do im&amp;oacute;vel, principalmente os iniciantes nesse mercado. Geralmente quem os devolve &amp;agrave; raz&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os corretores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
H&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m a concorr&amp;ecirc;ncia entre os pr&amp;oacute;prios corretores que disputam a venda dos im&amp;oacute;veis e acabam exagerando no discurso, dizendo somente aquilo que voc&amp;ecirc; quer ouvir - por exemplo, que o seu im&amp;oacute;vel vale $100, quando, na verdade, vale $50. Al&amp;eacute;m de n&amp;atilde;o ser &amp;eacute;tico, isso acaba dificultando muito o processo de compra e venda no mercado imobili&amp;aacute;rio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O corretor imobili&amp;aacute;rio &amp;eacute; uma boa fonte de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pode ser muito &amp;uacute;til para voc&amp;ecirc; nos neg&amp;oacute;cios. Eles est&amp;atilde;o no ramo da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sabem o que est&amp;aacute; ou estar&amp;aacute; &amp;agrave; venda. Algumas pessoas julgam que investidores imobili&amp;aacute;rios e corretores s&amp;atilde;o profissionais inescrupulosos e trapaceiros, mas posso afirmar que os que sobrevivem dessa presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o no longo prazo s&amp;atilde;o pessoas que realmente merecem nosso respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos novatos nesse universo podemos dizer que &amp;ldquo;o mundo &amp;eacute; um lugar bem pequeno&amp;rdquo; e agir sem &amp;eacute;tica pode tornar qualquer a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou ina&amp;ccedil;&amp;atilde;o um tormento inimagin&amp;aacute;vel. Aos que pensam ser imunes &amp;agrave;s retalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es saibam: ningu&amp;eacute;m sai ileso. Sendo assim, reitero que o papel do corretor &amp;eacute; de extrema import&amp;acirc;ncia: munir o comprador e o vendedor das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es exatas e necess&amp;aacute;rias ao neg&amp;oacute;cio, buscando ser o mais honesto poss&amp;iacute;vel quanto ao pre&amp;ccedil;o justo do im&amp;oacute;vel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;*Luiz Calado&lt;/strong&gt; &amp;eacute; economista, doutorando em finan&amp;ccedil;as sustent&amp;aacute;veis, vice-presidente do IBEF (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finan&amp;ccedil;as) e autor dos livros &amp;ldquo;Im&amp;oacute;veis: seu guia para fazer da compra e venda um grande neg&amp;oacute;cio&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Fundos de investimento: Conhe&amp;ccedil;a antes de investir&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/bmxGLenzAjM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 15:33:00</pubDate><id>56225</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56225</feedburner:origLink></item><item><title>Um guia para organizar as finanças a partir do zero</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Ly8iBDAc0XE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O professor e palestrante de finanças pessoais Elisson de Andrade acaba de lançar seu e-book &amp;ldquo;As 5 etapas do planejamento financeiro&amp;rdquo;. O livro é voltado para pessoas que querem começar a se planejar financeiramente, mas não sabem por onde começar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utilizando a mesma metodologia dos seus &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de finanças pessoais na Faculdade Dom Bosco de Piracicaba e em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de MBA da Universidade Metodista de Piracicaba, o professor divide em cinco etapas o processo de organização financeira, sistematizando alguns conceitos e tornando-os mais aplicáveis ao dia a dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, o professor mostra de maneira prática como é possível se convencer de forma consistente a iniciar os planejamentos, como iniciar uma economia para alcançar um objetivo financeiro e como começar escolher as melhores formas de aplicação. "Existem livros que falam sobre como chegar ao primeiro milhão, mas há uma carência de metodologia para apresentação desses temas, e no livro eu coloco isso em uma ordem lógica", afirma Andrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro, que será vendido apenas na versão digital, pode ser comprado na página do professor Elisson na internet.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a seguir as cinco etapas do planejamento financeiro apresentadas no livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Convencimento pessoal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nesta etapa, basicamente, o autor explica como passar o planejamento financeiro do campo das ideias para a prática. Neste ponto, o professor propõe uma reflexão sobre o conceito de riqueza e defende que o enriquecimento extrapola a noção meramente financeira e pode significar maior liberdade de escolhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Nesta fase do livro eu faço uma discussão sobre a riqueza para mostrar onde as finanças pessoais se encaixam na vida de cada um. A partir do momento que a pessoa se convence que esta é uma dimensão importante da vida, começa o processo. Como é preciso uma série de ações práticas para fazer o planejamento financeiro, se ela não estiver convencida de que isso é importante, ela vai ficar apenas na boa intenção e não fará nada de prático&amp;rdquo;, explica o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Conhecimento financeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O leitor, uma vez convencido da importância de iniciar um plano financeiro, passaria então para a fase da compreensão técnica sobre como iniciar as mudanças que o levarão ter uma nova postura financeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O professor apresenta os conceitos de balanço patrimonial e fluxo de caixa, que, segundo ele, são fundamentais para o bom gerenciamento do dinheiro. Em suma, ele explica que o balanço patrimonial mostra tudo que uma pessoa possui e o que ela deve em determinada data e o fluxo de caixa mostra as entradas e saídas de dinheiro ao longo do tempo. E em seguida, ele mostra como utilizar estes instrumentos na prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É preciso que se entenda numericamente, com os instrumentos fluxo de caixa e balanço patrimonial, o que leva uma pessoa a um fracasso financeiro ou a acumular riqueza. A educação financeira tem dois pilares, um pessoal, de autoconvencimento e outro técnico, no qual se compreende como funciona o mercado capitalista. Essa parte é demonstrada com estes instrumentos de educação financeira&amp;rdquo;, relata o professor.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Ly8iBDAc0XE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 15:31:00</pubDate><id>56224</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56224</feedburner:origLink></item><item><title>Diárias de hotéis londrinos sobem até 300 por cento com Olimpíadas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/LTj-DYbW6Pw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O preço das diárias de hotéis na capital britânica subiu até 300% durante a realização dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, que começam na próxima semana, segundo um estudo do Banco Santander.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise compara o preço da estada de uma semana de uma família de quatro pessoas em Londres, em dois quartos, a partir do dia da abertura, 27 de julho, com o custo dos mesmos quartos durante a última semana de agosto, assim que terminar o evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O preço da estada em um hotel de quatro estrelas no centro da cidade aumentará 5.666 libras (cerca de R$ 17.918), 245% a mais, enquanto a estada nos hotéis das proximidades do Parque Olímpico será 5.054 libras (R$ 15.983) mais caros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A região de Stratford, onde fica o Estádio Olímpico e que receberá mais de 180 mil visitantes por dia, quase não tem mais vagas em hotéis durante a semana inaugural dos Jogos, que aumentarão seu custo em 301%, segundo o estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O preço da estada em um hotel do centro da cidade aumentará 139%, até 2.891 libras (cerca de 3.713 euros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O estudo mostra a enorme demanda de quartos que há em Londres durante o evento esportivo deste verão (no hemisfério norte). O fato de que os hotéis estão aumentando tanto os preços apenas demonstra que os turistas estão dispostos a pagar quantias tão altas'', deduziu um porta-voz do Santander.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aumento do preço dos hotéis durante os Jogos Olímpicos é consideravelmente maior ao que aconteceu durante o fim de semana do Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth II no início de junho, quando a alteração foi, em média, de 54%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Londres, a cidade mais visitada do mundo, recebe cerca de 14 milhões de turistas por ano e prevê receber milhões a mais pela realização do evento olímpico, que termina em 12 de agosto.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/LTj-DYbW6Pw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 18:14:00</pubDate><id>56112</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56112</feedburner:origLink></item><item><title>Como preparar o imóvel para vender ou alugar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/68IAD7wyGh0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Vender ou alugar um im&amp;oacute;vel &amp;eacute; uma decis&amp;atilde;o que envolve buscar a melhor rentabilidade para o investimento feito naquele bem. Para que isso seja alcan&amp;ccedil;ado, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que o im&amp;oacute;vel seja atraente para o mercado. Isso n&amp;atilde;o significa, necessariamente, grandes reformas. &amp;Agrave;s vezes, pequenos reparos em locais estrat&amp;eacute;gicos modificam completamente a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual e, consequentemente, a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o interessado far&amp;aacute;, favorecendo o fechamento de um bom neg&amp;oacute;cio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;&amp;Eacute; fundamental estar atento aos detalhes para causar boa impress&amp;atilde;o na visita. Limpeza e pintura, por exemplo, s&amp;atilde;o alguns dos crit&amp;eacute;rios que podem ser determinantes no desempate para a escolha na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outros im&amp;oacute;veis&amp;rdquo;, alerta Tiago Seltenreich, gerente comercial de loca&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Guarida Im&amp;oacute;veis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Confira a seguir os pontos que devem ser levados em conta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Reparos importantes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O primeiro passo &amp;eacute; dar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos reparos menores, como a troca de azulejos quebrados, o conserto de vazamentos, rachaduras e furos nas paredes ou forros e a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ma&amp;ccedil;anetas e tomadas com defeito. Se forem identificados mofo, umidade ou entupimentos, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio tir&amp;aacute;-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- Mantenha o im&amp;oacute;vel limpo e organizado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;Eacute; importante tornar o im&amp;oacute;vel acolhedor, para que os visitantes se sintam em casa. Deixe-o sempre limpo e perfumado, sem odores desagrad&amp;aacute;veis, como de animais dom&amp;eacute;sticos, fritura, mofo e cigarro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Uma boa pintura faz a diferen&amp;ccedil;a &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se a pintura do im&amp;oacute;vel estiver manchada ou em cores fortes e chamativas, pinte novamente em tons neutros, como bege, gelo ou branco. Eles transmitem sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de limpeza e d&amp;atilde;o a impress&amp;atilde;o de que os ambientes s&amp;atilde;o maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Cuidado com m&amp;oacute;veis e objetos pessoais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se voc&amp;ecirc; ainda estiver morando no im&amp;oacute;vel enquanto tenta negoci&amp;aacute;-lo, deixe a decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o o mais neutra poss&amp;iacute;vel. Os objetos muito pessoais, que se relacionem &amp;agrave; sua personalidade, tamb&amp;eacute;m devem retirados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao desocupar o im&amp;oacute;vel, deixe apenas o que for essencial para o futuro morador ou ent&amp;atilde;o deixe o im&amp;oacute;vel vazio. No caso do aluguel, o apartamento mobiliado &amp;eacute; ideal para quem pretende permanecer um tempo curto no local e n&amp;atilde;o quer se preocupar com o transporte ou a compra dos m&amp;oacute;veis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5- Instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es el&amp;eacute;tricas e hidr&amp;aacute;ulicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s reformas estruturais, como aquelas feitas na parte el&amp;eacute;trica ou hidr&amp;aacute;ulica, o reparo ou moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ajuda a valorizar o im&amp;oacute;vel. Mas, antes de gastar tempo e dinheiro nesses reparos, verifique se a falta ir&amp;aacute; prejudicar o neg&amp;oacute;cio. No caso da venda, por exemplo, a sugest&amp;atilde;o &amp;eacute; deixar claro para o comprador que esses ajustes ser&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios ap&amp;oacute;s a compra.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/68IAD7wyGh0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 18:12:00</pubDate><id>56111</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56111</feedburner:origLink></item><item><title>Turista brasileiro troca hotel por aluguel em Orlando</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/YrZXGd5nZRk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Não basta ser o número um no ranking de turistas estrangeiros que mais gastam na Flórida. Não basta lotar parques da Disney, outlets e restaurantes. O brasileiro agora quer se &lt;br /&gt;
sentir como um local. Saem de cena os hotéis três estrelas sem café da manhã e entram os casarões em estilo americano, com piscina, sótão, quintal e garagem. A moda agora em Orlando é alugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A clientela brasileira da Orlando Fun Rentals, uma das agências que atuam na área, mais do que dobrou nos últimos três anos. Em todo o mercado de locação de casas e &lt;br /&gt;
apartamentos da cidade, brasileiros já respondem por 30%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Antes, os pais mandavam as crianças para a Disney com excursão. Agora, cada vez vêm mais famílias, que não cabem em um quarto de hotel", diz o corretor e dono da Orlando Fun Rentals, Martônio Pinto, brasileiro que mora há 26 anos nos Estados Unidos. Dona de uma casa que mantém apenas para alugar em Orlando, a empresária norte-americana Gina Medina diz que "pelo menos 50% dos meus clientes são brasileiros."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A relação custo-benefício é boa. Em média, uma casa de quatro quartos para até oito pessoas sai por US$ 150 a diária - a mesma quantidade de pessoas só caberia em dois quartos grandes de hotel a US$ 100 por dia, ou distribuídas em quartos duplos de US$ 90 a diária em hotéis duas estrelas. Quanto maior a casa, maior a economia: casarões de sete quartos para 14 pessoas saem entre U$ 250 e U$ 300. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/YrZXGd5nZRk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 18:11:00</pubDate><id>56109</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56109</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer para não gastar tudo que ganho?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/98vUao7F0SE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta do internauta:&lt;/strong&gt; Após ler muitas reportagens sobre como guardar dinheiro, investir e não gastar tudo, continuo confuso e gastando tudo que ganho. Hoje tenho um salário de 2.700 reais mais comissões mensais que variam entre 1.200 e 2.000 reais. Meu gasto mensal é de apenas 1.780 reais (400 reais de aluguel, 450 de faculdade, 330 reais de prestação do carro e 600 reais do cartão). O resto eu não tenho ideia de onde vai parar. Estou ficando preocupado, pois tenho 26 anos e ainda não tenho meu apartamento. O que eu devo fazer para salvar um pouco do meu dinheiro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Cássia d'Aquino*:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De maneira geral, três destinos se apresentam ao dinheiro da gente: gastá-lo, poupá-lo ou investi-lo. O melhor conselho que se pode dar a respeito destas três possibilidades é o seguinte: gaste com sensatez, poupe com regularidade e invista com prudência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É verdade que nem sempre é fácil seguir esse conselho. Mas é verdade também que um orçamento bem elaborado permite encontrar maneiras de distribuir o dinheiro entre as três categorias. Além disso, é ele que nos ajuda a avançar do ponto em que estamos agora para a realização das metas financeiras que planejamos para o futuro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
O primeiro passo para a construção de um orçamento consiste em acompanhar de perto o dinheiro que &amp;ldquo;entra&amp;rdquo; e o dinheiro que &amp;ldquo;sai&amp;rdquo; do nosso bolso. Este acompanhamento ajuda a descobrir se as despesas são superiores à renda. Serve também para ajudar a identificar onde se pode cortar gastos ou encontrar maneiras de poupar mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir desse ponto será possível definir metas financeiras realistas. Algumas dessas metas serão de curto prazo e poderão ser alcançadas rapidamente. Algumas outras exigirão um prazo maior. Assim que você tiver definido suas metas prioritárias, descubra o custo de cada uma e estabeleça um prazo para alcançá-las. Em seguida, calcule quanto vai precisar poupar todos os meses a fim de alcançá-las. Se o valor for maior do que você acredita poder destinar em seu orçamento, faça ajustes. Amplie o prazo de poupança, encontre maneiras de reduzir o custo imaginado ou - paciência! - altere a meta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Cássia D&amp;rsquo;Aquino é autora de diversos livros sobre educação financeira e consultora em projetos do Banco Central, Banco Nacional de Angola, BM&amp;FBovespa, Febraban e United States Agency for International Development (USAID).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/98vUao7F0SE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 18:10:00</pubDate><id>56108</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=56108</feedburner:origLink></item><item><title>Finanças: qual o melhor jeito de poupar?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/DyroZxWOtao/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo brasileiro vem baixando a taxa básica de juros há vários meses e incentivando o consumo através da redução de impostos sobre produtos específicos, como carros e eletrodomésticos. Por conta desse movimento, muita gente acha que é hora de gastar e se confunde com as informações sobre o quanto seus investimentos estão rendendo. A poupança não vale mais a pena? Preciso mudar meu dinheiro de lugar? Que tipo de aplicação é melhor para mim?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você é pai ou mãe, deve estar com a preocupação dobrada. Afinal, precisa poupar para você e para o seu filho. É isso mesmo, você precisa. Porque ao guardar algum dinheiro vai ser mais fácil de concretizar sonhos maiores lá na frente. Seja para reformar o quarto do seu filho daqui a três anos ou para bancar os estudos dele daqui a quinze, é necessário um pouco de disciplina. &amp;ldquo;As famílias devem poupar seja como, quanto e onde for&amp;rdquo;, afirma Álvaro Modernell, educador financeiro. Mas como poupar quando os gastos com os filhos aumentam a cada ano? Para facilitar a sua vida, reunimos algumas dicas: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
- Tenha objetivos concretos &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;É difícil guardar dinheiro só por guardar. A gente quer satisfazer nossos desejos imediatos e quando vê já está pensando &amp;ldquo; No mês que vem eu guardo...&amp;rdquo; Para facilitar, crie objetivos. &amp;ldquo;Quem não tem um objetivo mais concreto pode usar os sonhos&amp;rdquo;, afirma o especialista em finanças Mario Petronilho. Vale do videogame que você quer dar de Natal à viagem internacional que pretende oferecer quando ele for adolescente. Pense em quanto você consegue economizar e por quanto tempo. Ter metas também ajuda a escolher o melhor tipo de investimento, porque a aplicação que é vantajosa em um prazo de dois anos pode ter o pior rendimento se seu horizonte for de 10 anos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Saiba onde você está colocando seu dinheiro&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Não adianta inventar moda na hora de investir. &amp;ldquo;A decisão sobre o destino do dinheiro depende do nível de informação que a pessoa tem e a facilidade com cada serviço financeiro. É preciso ter segurança na hora de escolher&amp;rdquo;, aconselha Modernell. Ou seja, trocar sua poupança por ações só porque seu cunhado disse que ganhou uma bolada na bolsa não é uma boa ideia se você não sabe como fazer isso. Caso você queira diversificar os investimentos, estude bem e peça conselhos antes de tomar qualquer atitude. Além disso, fique atento às taxas, pois elas podem diminuir seu rendimento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
- Não existe receita de bolo &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quando se trata de investimentos pessoais, cada caso é um caso. Tudo depende da quantia que você vai guardar por mês, por quanto tempo você vai deixar o dinheiro rendendo e qual risco você está disposto a correr. Se você quer testar novos produtos financeiros e buscar uma alternativa à boa e velha caderneta de poupança, estude qual é a melhor opção com todas essas variáveis em mente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- A caderneta de poupança ainda é um bom investimento, sim! &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As regras da poupança mudaram. Ela está rendendo um pouco menos do que antes, é fato, mas suas duas principais características, que garantem que ela seja a alternativa preferida dos brasileiros, continuam as mesmas: facilidade e segurança. &amp;ldquo;A poupança é um grande negócio porque você não precisa ter um dicionário do lado para entender como funciona&amp;rdquo;, explica o economista Luiz Calado. Para quem guarda pequenas quantias por mês (R$ 500 ou menos) e não sabe quando vai precisar tirar de lá &amp;ndash; ou sabe que vai tirar em um prazo pequeno &amp;ndash; ela ainda traz o melhor retorno. Caso você tenha um horizonte de médio ou longo prazo e uma quantia maior para investir, aí, sim, pode pensar em alternativas como fundos de investimento, títulos do governo ou ações. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Transmita para seus filhos o hábito de guardar dinheiro&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se você está poupando para seus filhos, mostre isso para eles. Afinal, dar o exemplo é fundamental. &amp;ldquo;Os estímulos para consumir são muito grandes. É importante mostrar para a criança a importância de poupar&amp;rdquo;, afirma Calado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os pais também precisam guardar para si mesmos&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O tempo em que se vivia o final da vida só com o dinheiro da aposentadoria passou. Todos os especialistas consultados para essa matéria foram unânimes em dizer que quem ainda não começou uma previdência privada está atrasado. Isso porque a perspectiva de longevidade da população só aumenta, e para o sistema público de previdência vai ser cada vez mais difícil arcar com tanta gente vivendo tanto tempo. &amp;ldquo;O INSS não só no Brasil, mas no resto do mundo, tem sofrido muito desgaste. O sistema não vai aguentar e você precisa pensar em como vai se sustentar. Contar com o filho para isso definitivamente não é a melhor saída&amp;rdquo;, opina Calado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A saída é tomar a iniciativa. Algumas empresas oferecem um plano de previdência para os funcionários. Eles costumam ser mais vantajosos do que os particulares porque incluem um subsídio que não é descontado do salário. Se não for o caso da sua, ou se você não trabalhar, procure se informar sobre a melhor alternativa e garanta uma vida mais tranquila aos 80, 90, ou quem sabe 100 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/DyroZxWOtao" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 16:49:00</pubDate><id>55942</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55942</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer para o dinheiro trazer felicidade de fato</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/EAJ2puQ7ITg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Simplesmente ganhar dinheiro com o fruto do trabalho não é garantia de felicidade a ninguém, ainda que a renda seja alta. E não se trata do clichê de dizer que dinheiro não traz felicidade, mas sim que é preciso fazer com que ele trabalhe para a sua felicidade. Em seu novo livro &amp;ldquo;Separe uma verba para ser feliz&amp;rdquo; (Ed. Gente), o consultor financeiro e gerente geral do Instituto Nacional dos Investidores (INI) Mauro Calil explica seu método de planejamento financeiro apelidado de FAST, que ensina ao poupador a direcionar seu dinheiro aos objetivos que de fato levam à felicidade e ao enriquecimento, resgatando-o das finalidades que nada lhe acrescentam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desafiando alguns dos mitos e das desculpas que as pessoas usam para não começarem a enriquecer, Calil ensina que o que leva à felicidade financeira é direcionar o planejamento financeiro a grandes objetivos geradores de felicidade, &amp;ldquo;salvando&amp;rdquo; o dinheiro das situações que o desvirtuam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O que é gasto inútil ou não é uma questão pessoal. Mas é preciso haver uma hierarquia do que é importante para a sua vida. Se você consegue priorizar as grandes conquistas, elas começam a se tornar corriqueiras. Por que algumas pessoas conseguem passar quase todo fim de semana em Buenos Aires e para outras este é um sonho distante? Não é tanto uma questão de poder aquisitivo quanto de prioridades&amp;rdquo;, diz o consultor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para exemplificar seu ponto, Mauro Calil conta, no livro, uma série de histórias reais, como a do amigo que tinha todo tipo de eletroeletrônico em casa, mas não punha vidros nas janelas, pois só era possível parcelar essa compra em poucas vezes; ou ainda da senhora que sempre fora dona de casa e que acabou transformando seu hobby de crochê e tricô em uma formidável fonte de renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, para ele, antes de mais nada é preciso definir o que traria felicidade e, a partir de então, traçar um plano para alcançá-la. Em seguida, é preciso começar a &amp;ldquo;salvar&amp;rdquo; o dinheiro dos gastos corriqueiros que fazem pouca diferença na qualidade de vida. Não se trata, portanto, de abrir mão de prazeres e viver espartanamente para enriquecer e acumular bens, mas sim de concentrar os gastos apenas no que gera felicidade real e duradoura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Uma pessoa que volta todos os dias do trabalho em um trem ou metrô lotado e compra sempre um pão de queijo e um café com leite durante a espera do transporte pode se perguntar: o que me traz mais felicidade, o lanche ou sair desse aperto? Se a resposta for sair do aperto, ela pode começar a salvar dinheiro para comprar seu próprio carro abrindo mão do pão de queijo com o café com leite&amp;rdquo;, exemplifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quebrando mitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Acontece que no meio do caminho do enriquecimento existe uma pedra: uma série de mitos &amp;ndash; ou até de desculpas &amp;ndash; para não começar a traçar objetivos e salvar dinheiro. Calil se preocupa em quebrar alguns deles no livro, como, por exemplo, o de a riqueza virá repentinamente após uma &amp;ldquo;tacada de mestre&amp;rdquo; ou uma grande ideia de negócio; o de que ser rico é o mesmo que ter bens ou dinheiro acumulado; ou ainda de que quem tem um bom emprego com altos salários está garantido para o resto da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por meio de suas histórias, o consultor mostra justamente que não é nada disso. Um conhecido que apenas queria aproveitar grandes oportunidades de negócio &amp;ndash; que muitas vezes pareciam furadas &amp;ndash; dizia que não conseguiria comprar nada se não fossem os financiamentos; ter um patrimônio que só se deprecia e dá trabalho não é sinônimo de riqueza, mas de gastos e dor de cabeça; e mesmo um alto executivo pode estar endividado por sempre tentar viver um degrau acima do que seu salário permite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O método FAST&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Partindo do princípio de que qualquer pessoa que aufere renda pode ter felicidade financeira &amp;ndash; e de que mesmo os mais abastados precisam repaginar as finanças de vez em quando &amp;ndash; Calil também apresenta o que chama de método FAST de enriquecimento, uma sigla que representa os quatro passos básicos de planejamento financeiro. Numa tentativa de recriar conceitos financeiros, Mauro Calil nomeou-os da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fazer dinheiro:&lt;/strong&gt; o autor pega a expressão emprestada da língua inglesa (&amp;ldquo;to make money&amp;rdquo;) para mostrar que dinheiro não se &amp;ldquo;ganha&amp;rdquo;, como se fosse algo dado de presente; dinheiro se faz. Nos países de língua inglesa se usa a expressão fazer dinheiro, ou ainda o verbo &amp;ldquo;to earn&amp;rdquo;, que tem mais a ver com merecer do que simplesmente com ganhar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, Calil quer mostrar que é possível fazer tanto dinheiro quanto necessário, inclusive precificando serviços que normalmente você faria de graça, por serem frutos de seus talentos ou da sua expertise. &amp;ldquo;Esse verbo mostra que o dinheiro é infinito, e não um recurso natural limitado&amp;rdquo;, diz Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Antever:&lt;/strong&gt; envolve todo ato de planejar algo. A mente humana funciona de modo a tentar achar padrões em tudo &amp;ndash; até nos eventos aleatórios &amp;ndash; para conseguir fazer planos com base em previsões, ainda que falhas. Para Mauro Calil, a capacidade de o poupador conseguir se precaver contra emergências ou fatalidades, ou mesmo visualizar as más consequências de uma conduta financeira irresponsável deve ser tão corriqueiro quanto olhar para os dois lados da rua ao atravessar, já antevendo um possível atropelamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Salvar:&lt;/strong&gt; mais uma expressão emprestada do inglês, &amp;ldquo;to save money&amp;rdquo;, equivalente ao nosso &amp;ldquo;economizar&amp;rdquo;. O autor acha a palavra &amp;ldquo;salvar&amp;rdquo; mais adequada, pois a ideia é justamente de salvar o seu dinheiro de gastos laterais e menos importantes por um objetivo maior. &amp;ldquo;É mais poupar do que economizar. É a mesma palavra usada para, por exemplo, &amp;lsquo;salvar uma vida&amp;rsquo;&amp;rdquo;, diz Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Turbinar:&lt;/strong&gt; finalmente, não adianta salvar o dinheiro e deixá-lo embaixo do colchão ou até na caderneta de poupança. &amp;ldquo;É preciso buscar uma rentabilidade maior que a média, que é a taxa de juros CDI&amp;rdquo;, afirma o consultor financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/EAJ2puQ7ITg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 16:40:00</pubDate><id>55938</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55938</feedburner:origLink></item><item><title>5 jeitos inteligentes de usar sua poupança</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/pBOrp5gsFtk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A rentabilidade mais baixa n&amp;atilde;o fez a caderneta de poupan&amp;ccedil;a deixar de ser a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o preferida do brasileiro. No primeiro semestre, a capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 12,5 bilh&amp;otilde;es de reais foi 33% maior que o valor captado pela poupan&amp;ccedil;a em todo o ano passado. Para quem quer preservar o patrim&amp;ocirc;nio da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o com algum ganho real ou at&amp;eacute; mesmo enriquecer, ser&amp;aacute; certamente necess&amp;aacute;rio buscar outros tipos de investimentos. Mas isso n&amp;atilde;o significa que a poupan&amp;ccedil;a deva ser demonizada e a sua conta encerrada. Mesmo para quem busca maiores rendimentos, a caderneta pode ser bem &amp;uacute;til em algumas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Para objetivos de curto prazo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com a Selic a 8% ao ano, a caderneta de poupan&amp;ccedil;a &amp;eacute; definitivamente a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o conservadora mais vantajosa para qualquer objetivo em um horizonte de seis meses, ganhando do Tesouro Direto, dos CDBs de grandes bancos e dos fundos DI dispon&amp;iacute;veis &amp;agrave; pessoa f&amp;iacute;sica &amp;ndash; mesmo aqueles com taxas de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o baixas. Uma rentabilidade ligeiramente maior que a poupan&amp;ccedil;a pode ser encontrada em CDBs p&amp;oacute;s-fixados de bancos m&amp;eacute;dios que rendam 100% do CDI com liquidez di&amp;aacute;ria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; juntando dinheiro para comprar um tablet ou fazer uma viagem curta, a poupan&amp;ccedil;a ser&amp;aacute; seu melhor instrumento. At&amp;eacute; para um horizonte de 12 meses a poupan&amp;ccedil;a &amp;eacute; vantajosa pela sua praticidade. Outras aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es igualmente seguras e l&amp;iacute;quidas ter&amp;atilde;o uma rentabilidade apenas levemente maior nesse prazo, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cobran&amp;ccedil;a de IR sobre os rendimentos, da qual a poupan&amp;ccedil;a est&amp;aacute; isenta. Assim, at&amp;eacute; para planejar suas f&amp;eacute;rias no fim do ano a caderneta ser&amp;aacute; uma boa op&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Para juntar dinheiro para investimentos mais caros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para quem deseja buscar mais rentabilidade em outros tipos de investimento, mas tem pouca capacidade de poupan&amp;ccedil;a mensal, a caderneta &amp;eacute; um excelente instrumento para literalmente juntar dinheiro. Isso porque, para algumas aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, quanto mais dinheiro voc&amp;ecirc; puder investir de uma s&amp;oacute; vez, menores ser&amp;atilde;o os seus custos. &amp;Eacute; o caso do investimento direto em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, dos fundos de investimento de todo tipo, dos CDBs de grandes bancos e dos fundos imobili&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro caso, os lotes-padr&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou de cotas de ETF (fundos atrelados a &amp;iacute;ndices e com cotas negociadas em Bolsa) muitas vezes demandam o investimento de alguns milhares de reais. Existe hoje a possibilidade de comprar lotes fracion&amp;aacute;rios, mas para Andr&amp;eacute; Massaro, especialista em finan&amp;ccedil;as pessoais da consultoria MoneyFit, isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; recomend&amp;aacute;vel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O mercado fracion&amp;aacute;rio tem menos liquidez, o que faz com que os pre&amp;ccedil;os dos pap&amp;eacute;is oscilem mais do que no mercado de lotes-padr&amp;atilde;o. Fora o custo. Enquanto algumas corretoras oferecem taxas de corretagem mais baixas para esse mercado, outras cobram um valor fixo, o que impacta negativamente na rentabilidade&amp;rdquo;, diz Massaro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos fundos de investimento, os fundos com taxas de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais competitivas geralmente requerem aportes iniciais maiores, de alguns milhares de reais, al&amp;eacute;m de movimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais tamb&amp;eacute;m mais elevadas. Se para voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o &amp;eacute; trivial obter 5.000 ou 10.000 reais para aplicar em um bom fundo de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou de renda fixa com taxa em conta, a poupan&amp;ccedil;a &amp;eacute; um bom instrumento de acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o para atingir o valor necess&amp;aacute;rio, com a vantagem do jurinho extra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fundos imobili&amp;aacute;rios, negociados em Bolsa ou mercado de balc&amp;atilde;o, t&amp;ecirc;m um problema parecido. Embora seja poss&amp;iacute;vel comprar apenas uma cota desses fundos, elas podem custar mais de 1.000 reais em alguns casos. No caso de uma oferta p&amp;uacute;blica de cotas, h&amp;aacute; n&amp;uacute;mero m&amp;iacute;nimo de cotas para subscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que pode exigir investimentos ainda maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na renda fixa, nem sempre h&amp;aacute; essa necessidade de aportes maiores. Ela &amp;eacute; mais comum para obter boas taxas nos fundos de investimento e uma rentabilidade maior em CDBs de grandes bancos, que muitas vezes condicionam a rentabilidade ao valor investido. Em CDBs de bancos m&amp;eacute;dios n&amp;atilde;o existe essa diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rentabilidade por aporte, assim como no Tesouro Direto, cujo investimento m&amp;iacute;nimo &amp;eacute; de 10% do valor de um t&amp;iacute;tulo, o que muitas vezes n&amp;atilde;o chega a 100 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se ainda de que os custos fixos sobre aportes de baixo valor s&amp;atilde;o mais pesados. Se voc&amp;ecirc; &amp;eacute; obrigado a pagar um DOC ou um TED para transferir seus recursos do banco para a sua corretora, esse valor pesar&amp;aacute; muito se a quantia for baixa, mais ser&amp;aacute; dilu&amp;iacute;do se ela for mais alta. Existe a possibilidade de optar por um pacote de tarifas com isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse custo, ou mesmo por uma corretora que aceite dep&amp;oacute;sito via boleto banc&amp;aacute;rio. Leia mais sobre o impacto desses custos sobre o seu investimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Para a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira dos filhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a educadora financeira C&amp;aacute;ssia D&amp;rsquo;Aquino, a caderneta de poupan&amp;ccedil;a deve ser o primeiro investimento de toda crian&amp;ccedil;a. Por ser um produto de f&amp;aacute;cil entendimento, ela pode ser apresentada aos pequenos j&amp;aacute; a partir dos dez anos de idade. Mas a poupan&amp;ccedil;a aberta em nome da crian&amp;ccedil;a para que ela mesma fa&amp;ccedil;a as movimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es deve ser diferente do investimento que os pais fazem para o futuro dos filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Eu recomendo aos pais que abram uma caderneta de poupan&amp;ccedil;a para que os filhos invistam as sobras da mesada e do dinheiro que recebem de presente para j&amp;aacute; aprender a poupar para alcan&amp;ccedil;ar seus objetivos de curto prazo. Os pais podem visitar o banco com a crian&amp;ccedil;a periodicamente e apresent&amp;aacute;-la ao gerente, para que ela entenda desde cedo como as coisas funcionam&amp;rdquo;, aconselha C&amp;aacute;ssia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Para o seu &amp;ldquo;colch&amp;atilde;o&amp;rdquo; de emerg&amp;ecirc;ncia&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;Eacute; recomend&amp;aacute;vel que todo mundo, seja abastado ou dono de ganhos modestos, tenha uma reserva de emerg&amp;ecirc;ncia de alta liquidez suficiente para bancar suas despesas por um per&amp;iacute;odo de tr&amp;ecirc;s meses a um ano e meio, dependendo do qu&amp;atilde;o confort&amp;aacute;vel a pessoa quiser se sentir. Esse fundo servir&amp;aacute; para gastos em caso de desemprego ou qualquer eventualidade na fam&amp;iacute;lia, como um problema de sa&amp;uacute;de grave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado &amp;ldquo;colch&amp;atilde;o&amp;rdquo; financeiro deve estar em alguma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o segura e altamente l&amp;iacute;quida. &amp;Eacute; claro que a poupan&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o &amp;eacute; a &amp;uacute;nica. Os t&amp;iacute;tulos do Tesouro mais conservadores (as Letras Financeiras do Tesouro &amp;ndash; LFT), os fundos DI e os CDBs tamb&amp;eacute;m podem ser utilizados com essa finalidade. No caso dos t&amp;iacute;tulos p&amp;uacute;blicos, por&amp;eacute;m, o investidor deve manter em mente que s&amp;oacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel vend&amp;ecirc;-los &amp;agrave;s quartas-feiras, o que pode atrapalhar um pouco o planejamento. De qualquer forma, o objetivo dessa reserva n&amp;atilde;o &amp;eacute; render, mas garantir a capacidade de sustento do investidor caso o pior aconte&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Para os desorganizados come&amp;ccedil;arem a poupar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, a caderneta de poupan&amp;ccedil;a &amp;eacute; o instrumento ideal para as pessoas menos organizadas come&amp;ccedil;arem a p&amp;ocirc;r suas finan&amp;ccedil;as em ordem. A boa e velha poupan&amp;ccedil;a &amp;eacute; o instrumento ideal para aprender a poupar para fazer compras mais caras &amp;agrave; vista ou mesmo juntar o primeiro p&amp;eacute; de meia para investir em produtos mais sofisticados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ap&amp;oacute;s quitadas eventuais d&amp;iacute;vidas e feito o planejamento financeiro, deve-se come&amp;ccedil;ar a separar at&amp;eacute; 10% da renda mensal para destinar &amp;agrave; poupan&amp;ccedil;a. Pode-se come&amp;ccedil;ar com apenas 1% e ir aumentando a quantia de ponto percentual em ponto percentual at&amp;eacute; atingir os 10% recomendados para quem est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando. O dinheiro deve ser o primeiro a sair da conta todo m&amp;ecirc;s, e n&amp;atilde;o as sobras. Se a sua conta poupan&amp;ccedil;a for atrelada &amp;agrave; sua conta corrente, pode ser poss&amp;iacute;vel programar uma reserva mensal autom&amp;aacute;tica diretamente no caixa eletr&amp;ocirc;nico, para n&amp;atilde;o esquecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/pBOrp5gsFtk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 16:03:00</pubDate><id>55930</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55930</feedburner:origLink></item><item><title>Como escolher um bom fundo de renda fixa?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/jfBng5ddf_M/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Dúvida do internauta:&lt;/strong&gt; Tenho visto muitas reportagens que falam que se deve buscar fundos de investimento (previdência e renda fixa) com taxas de administração abaixo de 1%. Mas, como a rentabilidade dos fundos é líquida da taxa de administração, o melhor não seria procurar um fundo com histórico de bons rendimentos? Histórico de bons rendimentos em renda fixa seria algo acima de 90% do CDI?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Fernando Meibak*:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As taxas de administração de produtos de investimento (fundos e previdência) são em geral elevadas para o público comum. Essa indústria cresceu num ambiente de juros altos, onde o peso das taxas era mais diluído. Com a queda dos juros, o impacto da taxa de administração ficou muito relevante. A natureza da conta é relativamente simples:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Um exemplo de um investimento bruto com o parâmetro de 100% da taxa básica de juros (que é de 8% atualmente):&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; a tabela de imposto de renda sobre ganhos de capital depende do prazo: até seis meses: 22,5%; de seis meses a um ano = 20%; de um a dois anos = 17,5% e acima de dois anos = 15%;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; a poupança rende 70% da taxa básica e é isenta de IR; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull; Vamos considerar que o IR será de 20%;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Assim, você investidor teria de rendimento 80% da taxa básica, depois do IR. Veja a conta esmiuçada:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;bull;  investimento = 100; rendimento = 8; IR = 20% sobre 8 = 1.6; rendimento líquido= 6.4, que é igual a 80% da taxa básica (6.4/8.0).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O redutor da poupança é 30% da taxa básica. Ou seja, se a poupança rende 70% da taxa básica e um investimento em renda fixa rende 80% da taxa básica depois do IR (mas ainda sem descontar a taxa de administração), seu custo de investimento para continuar com vantagem em relação à poupança pode ser de no máximo essa diferença de 10%, numa conta simples.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Significa que se você investir em um CDB que renda, antes de IR, 85% da taxa do CDI por um ano, por exemplo, você perderá para a poupança (rendimento bruto = 6.8, que é 85% de 8%); IR = 1,36; rendimento líquido (descontado o IR, único custo do CDB) = 5,44%. A poupança renderia 5,6% (70% de 8%). O mesmo raciocínio serve se o investimento for num fundo que cobra 1,5% ou mais de taxa de administração (nesse caso, desconta-se da rentabilidade o valor do IR e da taxa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidado com performance passada. Os fundos podem ter apresentado ganhos com a queda dos juros, pois tivemos fechamento das taxas pré e pós fixadas, que provocam impactos positivos nas carteiras. Continue selecionando investimentos atento aos custos. O patamar de teto de 1% de taxa de administração (ou mínimo de rendimento de 90% do CDI no caso de investimentos em CDBs, por exemplo), é um bom parâmetro. Para investimentos de muito longo prazo, minha forte recomendação é Tesouro Direto. Pesquise e verá que o sistema é simples e muito vantajoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Fernando Meibak é sócio da consultoria Moneyplan, ex-diretor de gestão de investimentos do ABN-Amro Real e HSBC Brasil e autor do livro &amp;ldquo;O Futuro Irá Chegar! Você Está Preparado Financeiramente para Viver até os 90 ou 100 Anos?&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/jfBng5ddf_M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 15:56:00</pubDate><id>55924</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55924</feedburner:origLink></item><item><title>Aprenda a usar as redes sociais para reclamar seus direitos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Bq2n1z8bh9o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Comprou um produto e recebeu outro? Recebeu uma cobrança indevida? Reclamou uma entrega que não chega nunca e ela continua sem resposta? Calma. Antes de arrancar os cabelos, aprenda a botar a boca no trombone quando alguma empresa ferir seus direitos de consumidor. Com medidas simples, você pode evitar longas esperas e muito estresse. Confira nossas dicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Se você se sentir lesada, faça valer seus direitos. Veja as etapas:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Recorra a SACs, ouvidorias e call centers&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A primeira providência é procurar a empresa . É uma tarefa chata, mas pode evitar que você tenha de recorrer a outras instâncias. Não se esqueça de guardar o número do protocolo de todas as suas ligações.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Procure o Procon&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Reclamações sobre compras feitas pela internet devem ser registradas no site da instituição. Nos demais casos, basta ir a um posto de atendimento com a documentação sobre o caso (protocolos, notas fiscais, etc.). O Procon envia uma notificação e o fornecedor tem até dez dias para dar uma resposta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Apele ao Juizado Especial Cível&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se a questão envolver um valor menor do que 40 salários mínimos, dá para procurar esse órgão do Poder Judiciário sem nenhum custo. Ações de até 20 salários não precisam de advogado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Xingue no Twitter&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Reclamar nas redes sociais, citando os perfis das empresas envolvidas, pode repercutir muito rápido e em grande escala. A resposta costuma vir em menos de 24 horas. Vale fazer foto, vídeo, áudio e até poema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Avise a imprensa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As empresas gastam fortunas com propaganda para passar uma boa imagem pública e, certamente, nenhuma delas seria favorecida por denúncias de maus serviços em grandes veículos. Se for reclamar por e-mail, mande cópia para defesa.agora@grupofolha.com.br ecidadesua@uol.com.br. Em geral, a resposta do prestador de serviço vem a jato - antes que a denúncia seja publicada.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Bq2n1z8bh9o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 13:41:00</pubDate><id>55814</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55814</feedburner:origLink></item><item><title>Como colocar a vida financeira em ordem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/cY9r1WofDvA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Organizar a vida financeira não é nada excitante. Mas sabemos também que nenhuma mulher de NOVA merece perder o bom humor por ver a conta no vermelho, deixar o cartão de crédito estourar ou passar vontade diante de um escarpim maravilhoso. Por isso, fomos atrás de soluções práticas e objetivas que a deixem em paz com seu rico dinheiro. Reunimos aqui o básico que todas nós deveríamos colocar em prática sobre poupar, investir, administrar as despesas e até pedir aumento. Tome nota agora e vá namorando as vitrines preferidas. Logo vai poder sair do shopping cheia de sacolas e sem nenhum peso na consciência.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Sem aperto numa emergência&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Perder o emprego, bater o carro... Para construir uma reserva que cubra imprevistos, comece a poupar até ter o suficiente para viver em 12 semanas. Uma vez que tenha atingido a meta, nada de tocar nela (e não, aquela sandália incrível não conta como emergência!). Como guardar? Todo dia de pagamento, transfira direto para um fundo conservador 10% de seu salário.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como fazer uma divisão esperta de despesas...&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Antes de mais nada, você precisa estar ciente de quanto ganha por mês. O passo seguinte é destinar uma parte do montante para algum investimento. "Aconselho aplicar 10% do salário. Os 90% restantes podem ser usados como você bem entender", orienta Sandra Blanco, consultora de investimentos e autora dos livros A Bolsa para Mulheres (Campus) e Mulher Inteligente Valoriza o Dinheiro (Qualitymark). Para você ter uma base de quanto gastar com cada despesa, pode seguir estas estatísticas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Uma mulher gasta em média&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;bull; Até 25 % com moradia, incluindo aluguel, impostos e taxas, serviços públicos e manutenção&lt;br /&gt;
&amp;bull; De 5 a 7% com educação&lt;br /&gt;
&amp;bull; De 7 a 8% com roupas, acessórios e afins&lt;br /&gt;
&amp;bull; De 5 a 6% com alimentação&lt;br /&gt;
&amp;bull; Se 44 a 48% com outras despesas, prazeres (como uma viagem) ou até mesmo compras. Fica a seu critério&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Compra inteligente&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Estabeleça um limite para aquisições por impulso. Se uma sandália custa mais de 200 reais, dê a si mesma 24 horas para pensar se vale mesmo a pena ou pode viver sem aquele mimo. Nesse tempo, pode até encontrar uma bem parecida por menos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;...E não escorregar nas tentações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;bull; Investigando suas despesas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Escreva tudo o que você gasta em um mês: da garrafa de água ao bombom do meio da tarde. Uma tática tão clássica quanto eficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull;&lt;strong&gt; Abrindo o jogo com amigos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em vez de ficar inventando desculpas toda vez que for convidada para um programa caro, explique que está numa fase de organizar suas finanças. É um jeito elegante de dizer que não pode gastar. Dessa forma, eles não vão deixar que passe vontade, tampouco insistirão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;bull; Enchendo a carteira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No começo da semana, saque o dinheiro que poderá gastar. Cá para nós, é mais fácil se controlar quando você consegue ver fisicamente quanto tem em sua bolsa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;bull; Compra inteligente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Vai se jogar em uma promoção ou no bazar? Faça questão de saber quanto custava a peça originalmente. E economize a diferença. Exemplo: se um par de ankle boots custa 100 reais, mas valia 150, coloque 50 numa poupança.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saias justas que valem $$$  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
P. Como digo não quando alguém me pede um empréstimo?&lt;br /&gt;
R.&lt;/strong&gt; "Fale firmemente: &amp;#145;Dívidas estragam ótimos relacionamentos. Como valorizo muito o nosso, prefiro não emprestar dinheiro a você&amp;#146;", aconselha a psicoterapeuta Lois Frankel, autora de Mulheres Boazinhas Não Enriquecem (Gente). Vai ceder? Escreva um e-mail formalizando a quantia emprestada e o prazo para receber de volta o valor. Só entregue o dinheiro se a pessoa responder com um ok.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;P. Meu namorado quer abrir uma conta conjunta. Devo manter outra separada?&lt;br /&gt;
R.&lt;/strong&gt; "Sim! Estimula sua liberdade financeira", diz Lois. "Abra a conjunta para aluguel, comida e contas. E mantenha a individual para gastar e economizar como quiser."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;P. Como peço um aumento de salário?&lt;br /&gt;
R.&lt;/strong&gt; "Dê exemplos concretos de como ajudou a companhia a fazer ou economizar dinheiro", sugere Lois. "Peça uma quantia específica em vez de &amp;#145;mais dinheiro&amp;#146; ou cogite uma promoção no lugar. Junto com as responsabilidades extras, deveria vir um aumento naturalmente."&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
5 atitudes para ter dinheiro sobrando  &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Controlar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Assuma o comando de suas despesas. É importantíssimo saber quanto pode gastar e para onde vai cada centavo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
2. Cortar o extra&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Avalie o que pode tirar do seu orçamento e não fará muita falta. Exemplos: drinques caros na balada, escova toda semana no salão...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
3. Guardar o cartão de crédito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ele é um parceiro das compras por impulso. Que tal começar a usar apenas o de débito? Assim só gastará o que tem disponível na conta-corrente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
4. Procurar o mais barato&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Antes de fechar a compra de um eletrônico, por exemplo, visite sites de lojas. Vale ainda comparar preços em portais como buscape.com.br, mercadolivre.com.br e bondfaro.com.br.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
5. Usar a criatividade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pense no que poderia fazer se não tivesse nenhum centavo para gastar. Como renovaria seus looks? Como se divertiria com os amigos? Pode apostar: a necessidade fará, por exemplo, com que invente novas combinações de roupas. E, quando um peep toe de sonho sorrir para você numa vitrine, poderá levá-lo para casa sem se endividar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/cY9r1WofDvA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 13:37:00</pubDate><id>55813</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55813</feedburner:origLink></item><item><title>Trocar ou guardar: o que fazer quando sobra dólar da viagem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/oDLQArlvTpU/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Na volta de uma viagem ao exterior podem surgir várias dúvidas a respeito do que fazer com os dólares ou qualquer outra moeda estrangeira que tenha sobrado. Será melhor trocá-la imediatamente por reais ou guardá-la para a próxima viagem? Posso encontrar alguma dificuldade para vender o dinheiro de volta para uma casa de câmbio? E guardar moeda estrangeira em casa por muito tempo pode causar algum problema? Veja o que fazer e o que não fazer com as sobras de viagem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Guarde só se for viajar novamente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não existem restrições legais quanto a guardar moeda estrangeira em casa. Mas é claro que manter dinheiro vivo na gaveta, seja em moeda nacional ou estrangeira, representa um risco caso ocorra um roubo à residência. Ainda assim, se você for viajar de novo em breve, não há problema algum em aproveitar as sobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Se houver perspectiva de uma nova viagem dentro de um ou dois anos é até aconselhável guardar&amp;rdquo;, diz Nelson Gasparian, diretor da casa de câmbio Cotação, do grupo Rendimento. Ele lembra que o melhor, para quem vai viajar ao exterior, é ir comprando a moeda aos poucos, para criar uma taxa de câmbio média favorável, em vez de acabar sofrendo com um pico de preços em cima da hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gasparian lembra, porém, que essa ideia de dólar ou libra como reserva de valor caiu por terra. Se na época da hiperinflação brasileira comprar dólar era uma maneira de conservar o poder de compra em uma moeda estável, hoje a volatilidade da moeda americana frente ao real tornou-a um péssimo negócio para este fim. Com a inflação brasileira controlada, o risco de se especular com moeda estrangeira não compensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Não deixe o dinheiro criar teia de aranha na gaveta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Caso não tenha perspectiva de viajar novamente, melhor reconverter o papel-moeda novamente para reais. Deixar o dinheiro em casa por muitos anos &amp;ndash; digamos uns cinco ou até dez anos &amp;ndash; pode ser arriscado, e não apenas em caso de roubos ou furtos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;É comum as cédulas passarem por atualizações de segurança para dificultar a falsificação. A nota de 50 reais, por exemplo, mudou recentemente. Quando uma pessoa guarda cédulas em casa durante anos, corre o risco de ficar com uma moeda desatualizada, que deverá ser trocada em um banco do próprio país emissor daquela moeda&amp;rdquo;, explica Gasparian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele frisa que não é que o dinheiro perca o valor; ele simplesmente pode não ser mais aceito nos estabelecimentos comerciais daquele país. &amp;ldquo;Não é o caso dos Estados Unidos, onde notas emitidas em 1928 ainda circulam. Mas em outros países a moeda mais antiga pode não ser mais aceita no comércio, pois já foi recolhida ao Banco Central local&amp;rdquo;, diz o diretor da Cotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses dólares desatualizados, assim como qualquer outra moeda nesta situação, também dificilmente serão aceitos nas casas de câmbio. &amp;ldquo;Se a casa de câmbio comprar essa moeda, não terá como revendê-la, uma vez que ela não é mais aceita correntemente em seu país de origem&amp;rdquo;, completa. Ou seja, ficar com notas antigas em mãos pode acabar dando mais trabalho do que se imagina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cartões pré-pagos não deixam o dinheiro &amp;ldquo;envelhecer&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Já quem volta de viagem com um cartão pré-pago com sobras não precisa ter toda essa preocupação com a desatualização das notas. Só precisa ficar atento a duas coisas. Primeiro, se seu cartão tiver cobrança de taxa de inatividade por falta de uso, após determinado prazo, você vai perder um trocadinho todo mês, o que ao final de muitos anos pode zerar o seu cartão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do Visa Travel Money (VTM) emitido pelo Banco Rendimento, a taxa de inatividade só é cobrada após seis meses se houver menos de 100 dólares no cartão, e custa três dólares por mês. Já o American Express GlobalTravel Card não cobra essa taxa de inatividade. Portanto, se a sua intenção é deixar a sobra de viagem guardada no cartão, preste bastante atenção a essa informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Os bancos pagam para a bandeira do cartão, então fazem essa cobrança para recuperar o valor e deixar o cartão ainda ativo&amp;rdquo;, diz Nelson Gasparian. O segundo ponto de preocupação é o fato de que o cartão pode ficar inativo após certo tempo. No caso do VTM do Banco Rendimento, após quatro anos o cartão deixa de funcionar. Mesmo assim, o usuário não perde os valores carregados. Basta comparecer a uma casa de câmbio e trocar o valor de volta para reais ou solicitar a transferência para outro pré-pago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra vantagem do cartão pré-pago é a segurança, inclusive para quem quer simplesmente ir comprando moeda aos poucos antes de viajar. Ele pode ficar bloqueado em território nacional e ser desbloqueado apenas na hora de viajar. E em caso de perda, furto ou roubo, pode ser desativado e reposto, sem perda de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Na hora da troca, preciso comprovar a origem de dinheiro guardado por muito tempo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Além do problema do dinheiro ficar desatualizado, muita gente pode se perguntar se terá de comprovar a origem da moeda ao tentar trocar alguns milhares de dólares que sobraram de uma viagem feita há muitos anos. Segundo Nelson Gasparian, o portador da moeda não deve ter problemas para trocar esse dinheiro, nem precisará apresentar comprovante de origem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Estou falando de algo como dois, três mil reais. Mesmo que tenham se passado muitos anos desde a compra daquela moeda, é de se supor que isso é uma sobra de viagem. Agora, se o sujeito aparece com 30.000 dólares, vai ter que mostrar comprovantes emitidos por instituições financeiras brasileiras de que ele adquiriu esse valor nos últimos anos&amp;rdquo;, diz o diretor da Cotação. Ainda assim, não existe um valor máximo de troca de moeda estrangeira sem comprovação. &amp;ldquo;É uma questão de bom senso mesmo&amp;rdquo;, observa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Não volte do exterior com moedas exóticas ou moedinhas metálicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Casas de câmbio não trocam moedinhas metálicas nem moedas exóticas. Portanto, não volte com esses &amp;ldquo;micos&amp;rdquo; em mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro caso, Nelson Gasparian explica que no Brasil ninguém quer comprar moedas metálicas, o que torna as casas de câmbio resistentes a aceitá-las. &amp;ldquo;Talvez por causa da inflação o brasileiro não desenvolveu o hábito de usar moedas no dia a dia. Aí, quando viaja, vai colocando todas as moedas em um saquinho, em vez de colocá-las para circular. Só que ao final do passeio, o saquinho virou um sacão com uma bela quantia que ele não vai conseguir recuperar&amp;rdquo;, diz o diretor da Cotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação às moedas exóticas, de menor liquidez, Gasparian aconselha a trocá-las por dólares ou euros antes de retornar ao Brasil. O dinheiro de países como Turquia, Rússia, &lt;br /&gt;
Peru ou Venezuela não encontram compradores no Brasil. &amp;ldquo;Um cliente outro dia chegou aqui com moeda iraniana. Eu tive de dizer que infelizmente não dava para comprá-la, e ele não tinha mais o que fazer com aquilo&amp;rdquo;, diz Gasparian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não guarde qualquer moeda estrangeira&lt;br /&gt;
Armazenar valor nessas moedas também é uma tremenda armadilha. Muitos desses países têm economias instáveis ou inflação galopante, o que pode fazer você perder muito dinheiro. É o que acontece com o peso argentino, que embora tenha bastante liquidez no Brasil, é aconselhável trocar de volta para reais imediatamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Nelson Gasparian, as moedas mais líquidas e estáveis para deixar armazenadas em casa são dólar americano, dólar canadense, dólar neozelandês, dólar australiano, libra, euro, iene e franco suíço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/oDLQArlvTpU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 18:19:00</pubDate><id>55617</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55617</feedburner:origLink></item><item><title>7 itens para analisar na vistoria do imóvel alugado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/vmN_ZRuuS8M/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma das cláusulas do contrato de locação diz que o inquilino deve devolver o imóvel alugado para o proprietário da mesma forma que o encontrou no início do contrato. Se a pintura era nova, será preciso pintar novamente, da mesma cor; se o carpete era novo, ou se estava limpo, será preciso mandar lavá-lo &amp;ndash; e se houver algum dano, até trocá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer dano deverá ser reparado, mas os desgastes que já existiam antes da chegada do locatário poderão permanecer como estão. Para evitar problemas na hora da entrega das chaves, portanto, é fundamental fazer um laudo de vistoria assim que o contrato é firmado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No laudo de vistoria, inquilino e proprietário devem listar todas as condições de conservação do imóvel, como o estado da pintura, do piso, do carpete, das portas e de eventuais móveis, além de fotografar cada detalhe. Esse laudo se torna parte integrante do contrato de locação, e é baseado nele que o inquilino vai ajeitar o imóvel para a entrega, quando for embora. Mas o que exatamente deve ser observado? Confira a seguir um check list com 7 itens que devem estar presentes na vistoria do imóvel alugado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1- Pintura:&lt;/strong&gt; especifique com que cor e tipo de tinta as paredes, tetos, portas e janelas da casa estão pintados e qual é o estado da pintura;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- Fechaduras e trincos:&lt;/strong&gt; sinalize o estado de conservação e funcionamento de todos os trincos e fechaduras da casa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Hidráulica:&lt;/strong&gt; abra todas as torneiras e cheque o escoamento em todos os pontos de água do imóvel;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Pisos, azulejos e revestimentos:&lt;/strong&gt; documente o tipo de piso e revestimento de todos os cômodos e o estado de conservação de cada um deles; nas áreas molhadas que tiverem azulejo na parede, faça a mesma coisa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5- Parte elétrica:&lt;/strong&gt; acenda as luzes, teste todas as tomadas e verifique o quadro de luz para documentar o funcionamento e estado de conservação da rede elétrica;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6- Vidros:&lt;/strong&gt; é importante notar se os vidros das janelas estão em bom estado, bem como se as janelas estão abrindo e fechando normalmente; registre qualquer trinco ou rachadura que encontrar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7- Mobília:&lt;/strong&gt; caso o imóvel possua algum móvel, como armários, estantes, gabinetes etc., certifique-se de inserir no laudo de vistoria o estado de conservação de cada um deles, bem como o funcionamento de puxadores e dobradiças, no caso de portas de armários, gabinetes e afins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se depois da vistoria o inquilino encontrar algum problema estrutural, como um entupimento do prédio que afetou os canos do apartamento, ou mesmo uma infiltração, que não pôde ser identificado na hora de fazer o laudo inicial, a responsabilidade pelo conserto é do proprietário. Nesse caso, ou o locador paga o conserto, ou abate o valor do aluguel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/vmN_ZRuuS8M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 18:15:00</pubDate><id>55616</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55616</feedburner:origLink></item><item><title>Tenho direito à herança sendo filha adotiva?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/N6RwNk-VhLo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Dúvida do internauta:&lt;/strong&gt; Eu moro em uma casa que fica atrás da casa da minha mãe (adotiva), mas ela faleceu e meu irmão, que é filho biológico, herdou a casa que era dela, incluindo o terreno que eu moro. Agora, ele quer vender a casa e me tirar do terreno. Eu queria entrar com uma ação de usucapião, mas não sei se essa é a melhor opção no meu caso, gostaria de uma opinião especializada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Rodrigo da Cunha Pereira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Desde a Constituição da República de 1988 não há mais distinção ou diferença de direitos entre filhos do casamento ou fora do casamento, adotivo ou não. Filho é filho independentemente de sua origem. Portanto, você também é herdeira. Se a sua adoção não foi formalizada, isto é, se o nome de sua mãe não consta em sua certidão de nascimento, ainda assim, você poderá regularizá-la, através de um processo judicial, reivindicando a filiação socioafetiva/adotiva para que seja herdeira legitima e necessária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este caminho é mais simples que a reivindicação de usucapião, que deve preencher vários requisitos para se obtê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/N6RwNk-VhLo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 18:13:00</pubDate><id>55614</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55614</feedburner:origLink></item><item><title>Serasa promove feirão para renegociar dívidas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/B9SP34bFz3g/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Entre os dias 25 e 28 de julho a Serasa Experian promove o "Feirão Limpa Nome", que possibilitará aos consumidores com pendências financeiras a renegociação de dívidas com descontos individuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oito instituições participarão do feirão: Banco Santander, Santander Financeira, Caixa Econômica, Casas Bahia, Banco PanAmericano, Banco HSBC, Losango Financeira e AES Eletropaulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o evento, os clientes terão a oportunidade de conversar diretamente com representantes destas empresas para tentar renegociar suas dívidas obtendo descontos sobre multas e juros e também para renegociar a extensão de prazos de pagamentos. Para facilitar o processo, as empresas utilizarão ferramentas da Serasa Experian que permitem analisar a situação de cada consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Para fazer a negociação, o participante deve levar um documento de identidade com foto e o CPF.&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A iniciativa ocorre diante de um aumento da inadimplência do consumidor no primeiro semestre de 2012, que cresceu 19,1 sobre igual período do ano passado, segundo a Serasa. Os economistas atribuem o aumento às amplas ofertas de crédito durante o ano de 2010 e boa parte de 2011, que levaram ao endividamento de consumidores.&lt;br /&gt;
Os organizadores estimam que cerca de 40.000 a 60.000 inadimplentes participem do evento para buscar renegociar as dívidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Palestras e adesão ao cadastro positivo&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
No evento, os participantes poderão assistir a palestras gratuitas de educação financeira, ministradas por voluntários da Serasa Experian, especializados em consumo consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem quiser também pode aproveitar o feirão para preencher o termo de adesão ao Cadastro Positivo, que autoriza a Serasa Experian a anotar o histórico de pagamentos dos consumidores. O Cadastro Positivo é um banco de dados que pode auxiliar os bons pagadores a obter juros mais baixos na concessão de crédito.&lt;br /&gt;
Os pais que precisarem levar os filhos, terão à disposição um espaço de recreação para crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Serviço&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feirão Serasa Experian Limpa Nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;/strong&gt; 25 a 28 de julho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Horário:&lt;/strong&gt; das 9h às 17h&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Local:&lt;/strong&gt; Expo Barra Funda &amp;ndash; São Paulo &amp;ndash; próximo ao Metrô Barra Funda&lt;br /&gt;
Rua Tagipuru, Nº 1.000 (Esquina com a R. Germaine Bouchard) - Barra Funda.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/B9SP34bFz3g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>19/07/2012 00:00:00 18:11:00</pubDate><id>55613</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55613</feedburner:origLink></item><item><title>Como conversar com meu marido sobre problemas financeiros?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/qgc_Fan_hTE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Dúvida da internauta:&lt;/strong&gt; Sou casada há seis meses e eu e meu marido não falamos muito sobre dinheiro, mas isso vem me incomodando. É que eu ganho mais do que ele (não muito, uns 30% a mais), só que quem mais gasta é ele. O irmão dele mora com a gente e não contribui com os gastos da casa. Quem termina por sustentá-lo sou eu. Como posso resolver esse problema de dinheiro na minha família sem ser indelicada com o meu cunhado, nem continuar sustentando-o?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Celina Macedo*:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A relação financeira de vocês dois só será resolvida quando as cartas forem colocadas na mesa, ou seja, quando vocês falarem abertamente sobre dinheiro. Essa conversa pode começar pela sua sugestão de iniciar um orçamento mensal em conjunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer o orçamento mensal nada mais é do que anotar em uma agenda, ou uma planilha eletrônica, as entradas do mês de um lado (salários, pensões, recebimento de aluguéis) e os gastos fundamentais do outro (aluguéis, prestações, plano de saúde, alimentação e transporte) assim como os supérfluos (passeios, roupas, sapatos e presentes). No final, subtraia gastos e rendimentos e vocês saberão de onde vem e para onde está indo o dinheiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois, é hora de analisar as despesas. Começando pelos supérfluos, analise se eles melhoraram a vida de vocês e se não estão pesando no bolso. Se forem positivos, eles devem ser mantidos no orçamento. Caso contrário, estes gastos são considerados desperdícios e devem ser eliminados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que a conversa não fique só em cortes, aproveite para falar sobre os seus sonhos e conheça também os dele. A partir daí vocês podem começar a fazer uma poupança que será destinada à realização dos sonhos. Não se esqueçam de poupar também para as emergências e para a aposentadoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para um não exercer total controle financeiro sobre o outro, na hora de fazer o orçamento mensal utilizem o item que chamo de mesada do casal. Funciona da seguinte forma: vocês devem estipular uma parte do rendimento total do casal (por exemplo, 10%) e dividir por dois. A partir daí, cada um faz o que bem desejar com a sua parte. Esses gastos não precisam ser discriminados no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Controlar gastos e poupar não é uma tarefa agradável, mas é possível tomar alguns cuidados com o uso do dinheiro, eliminando os desperdícios, planejando gastos, fazendo pesquisa de preços e estabelecendo limites, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao cunhado, é preciso analisar a situação com cautela. Ele vai ficar até quando? É importante que esse prazo seja explícito e limitado. Qual o motivo de ele não contribuir financeiramente? Não ficou claro que ele deve contribuir já que moram juntos? Questões como essas devem ser conversadas entre vocês três.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os problemas, inclusive os financeiros, só são resolvidos quando se conversa sobre eles. Ninguém gosta de se sentir injustiçado. O sentimento de injustiça leva à desarmonia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já quando todos colaboram, crescem os laços de camaradagem. Sob o mesmo teto, cada um deve contribuir conforme as suas possibilidades de acordo com as necessidades da família, inclusive no trabalho doméstico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por último, lembre que o principal objetivo de se fazer orçamento mensal não é gastar menos, é gastar melhor para alcançar metas e objetivos. &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/qgc_Fan_hTE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:10:00</pubDate><id>55612</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55612</feedburner:origLink></item><item><title>Brasileiros esquecem 1,5 bilhões de reais em fundos 157</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/dJNWDioHmCo/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Milhões de brasileiros que declararam Imposto de Renda entre 1967 e 1983 têm uma bolada a receber, mas se esqueceram de correr atrás do dinheiro. Criados para estimular o mercado de capitais no Brasil, os fundos 157 têm cerca de R$ 1,5 bilhão até agora não resgatados. De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), essas aplicações somavam, até ontem (17), 3.553.431 cotas em um montante de R$ 1.493.589.778,86. Como um aplicador pode ter mais de uma cota, a CVM não sabe o número exato de contribuintes com direito ao benefício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fundos 157 permitiam a destinação de parte do Imposto de Renda devido para cotas de fundos administrados por instituições financeiras de livre escolha do contribuinte. O percentual variava a cada ano, mas, em média, o governo abria mão de 10% do imposto devido para investimentos no mercado financeiro. O dinheiro era corrigido de acordo com a política de cada fundo, que aplicava os recursos em ações, títulos ou modalidades de aplicação criadas na época de inflação alta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O incentivo fiscal deixou de vigorar no início dos anos 1980. Os fundos continuaram a render, mas o aplicador não podia mais usar parte do Imposto de Renda para investir. Em 1985, todos os fundos 157 foram transformados em fundos mútuos de investimentos em ações. Dois anos mais tarde, a CVM assumiu a regulamentação dessas aplicações. O órgão coordenou a transferência dos fundos para outras instituições financeiras, nos casos de extinção daquela onde o dinheiro foi investido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu site, a CVM oferece a consulta em relação aos fundos 157. Basta o aplicador digitar o CPF para encontrar uma relação com o antigo e o atual administrador dos recursos. &lt;br /&gt;
O investidor deve então ir à qualquer unidade da instituição financeira responsável pelo fundo. De acordo com a CVM, o prazo para o saque não pode ser superior a cinco dias úteis a partir da conversão das cotas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em caso de morte do titular, os herdeiros podem fazer a retirada. Em tese, basta apresentar certidão de óbito, comprovação de parentesco, mas as instituições financeiras costumam pedir documentos adicionais. O resgate é mais rápido caso o sacador seja o advogado responsável pelo inventário. O investidor pagará Imposto de Renda apenas se a retirada for maior que R$ 20 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o dinheiro continua rendendo, nem sempre o saque é a melhor opção. Nos últimos dois anos, o estoque dos recursos nos fundos 157 passou de R$ 800 milhões para cerca de R$ 1,5 bilhão. Primeiramente, o aplicador deve pedir o extrato e verificar a situação dos investimentos. &amp;ldquo;Pode ser que o fundo esteja rendendo e não valha a pena fazer a retirada&amp;rdquo;, diz o advogado Marcelo Lapolla, especialista em mercado de capitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O advogado, no entanto, adverte que o rendimento depende da política de cada fundo. &amp;ldquo;Na média, o estoque praticamente dobrou de 2010 para cá, mas existem fundos que renderam muito e outros mal administrados, que não renderam praticamente nada&amp;rdquo;, ressalta. Marcelo Lapolla aconselha o investidor a ter um comportamento ativo caso deseje manter o dinheiro. &amp;ldquo;Ele deve conferir os extratos, ir às assembleias e se inteirar dos rendimentos&amp;rdquo;, recomenda.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/dJNWDioHmCo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:08:00</pubDate><id>55611</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55611</feedburner:origLink></item><item><title>Como baratear o financiamento da sua casa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/l5_kLAya1PA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Ao se tornar sócio da consultoria de financiamentos imobiliários Canal do Crédito, o guru Gustavo Cerbasi pretende pôr em prática um programa de educação financeira para quem vai financiar o seu imóvel. Nas oito dicas abaixo, o consultor financeiro e o presidente da consultoria, Marcelo Prata, mostram quais despesas comumente esquecidas devem ser postas na ponta do lápis para quem está de mudança para uma casa financiada e como tornar essa longa e pesada dívida mais barata e justa no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Ao se mudar para um bairro mais caro, calcule um aumento de 15% a 20% nos gastos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mudar-se para um bairro mais nobre implica maiores gastos na padaria, supermercado e escola. &amp;ldquo;Na dúvida entre dois imóveis, é melhor optar pelo que tem valor de 15% a 20% mais baixo, porque esta parcela normalmente é o que é destinado ao novo custo de vida no local&amp;rdquo;, diz Cerbasi. &amp;ldquo;É a mesma coisa que ocorre quando você compra um DVD Blu-Ray que, além de ser mais caro que o normal, envolve a compra dos discos Blu-Ray, que são mais caros que os outros&amp;rdquo;, comenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerbasi também diz que muitas dívidas com financiamentos ocorrem quando o proprietário calcula o gasto mensal com as parcelas e se esquece de calcular os gastos agregados, como o novo custo de vida, a manutenção do imóvel, as contas de energia, gás, IPTU, reformas e principalmente gastos variáveis, com lazer. &amp;ldquo;O financiamento do imóvel está previsto, mas não se prevê o gasto com cinema, restaurante e aí este gasto é passado para o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito, levando a dívidas&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Considere que taxas e impostos correspondem a 4% do valor financiado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Marcelo Prata, sócio e fundador do Canal do Crédito, cerca de 4% do valor do imóvel é usado para pagar apenas taxas e impostos. &amp;ldquo;Eu já vi algumas pessoas chegarem na hora da compra sem saber que estes gastos estavam envolvidos&amp;rdquo;, diz Prata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente, os gastos envolvidos são: ITBI (Imposto sobre transmissão de bens imóveis), que varia de acordo com a cidade, mas gira em torno de 2% do valor total do imóvel; taxas cartorárias, que ficam em torno de 1% do valor do imóvel e oscilam de acordo com o valor da propriedade e da localização; e as taxas de análise jurídica, cobradas pelos bancos na hora de contratar o financiamento, que também podem variar em torno de 1% do valor total.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Não comprometa mais que 30% da renda&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Cerbasi recomenda que sejam comprometidos, no máximo, de 25% a 30% da renda mensal em um financiamento. Para não cair na tentação de fazer um financiamento mais caro e depois não conseguir arcar com os custos, o consultor diz que o segredo é inverter a ordem das escolhas. Ou seja, em vez de buscar os imóveis e fazer a escolha baseada nos preços, é importante ter todos os gastos previstos em mente e a capacidade de comprometimento com o financiamento para depois avaliar as opções de compra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Cerbasi, pode ser muito melhor morar em uma casa aquém do desejado, mas onde se tenha uma capacidade de gastos maior no dia a dia. &amp;ldquo;Do que adianta viver em uma casa grande, mas na monotonia?&amp;rdquo;, pondera. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Prefira os menores prazos: 15 anos para imóveis novos e sete anos para usados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cerbasi ressalta que os prazos ideais de financiamento seriam de 15 anos para um imóvel novo e sete anos para um imóvel usado, uma vez que, depois destes prazos, provavelmente o proprietário terá que arcar com custos de reforma. Se o financiamento não estiver quitado então, os gastos somados podem pesar demais no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerbasi afirma que o melhor é sempre fazer o financiamento no menor prazo possível. &amp;ldquo;Nós conseguimos dominar a segurança financeira no prazo curto, mas em 30 anos, por exemplo, é muito mais difícil prever as condições que o comprador terá para pagar o financiamento. Entre um financiamento de 30 anos e 25 anos, prefira o de 25 anos&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Recém-casados: esperem cinco anos para comprar um imóvel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cerbasi explica que o financiamento deixa o casal exposto a diversas limitações de renda, de oportunidades de emprego e de mobilidade. Por isso, o ideal é que eles só comprem o imóvel depois de cinco anos de casados. &amp;ldquo;Para recém-casados a renda ainda é muito instável e limitada. Por isso, muitos jovens ainda querem mudar de emprego. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um aluguel, como um elemento de flexibilidade, é oportuno, e poder se mudar para ficar perto do trabalho, por exemplo, ajuda a economizar no transporte. Depois de comprar uma casa diminuem as chances de se conseguir um emprego para morar longe", diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele sugere que os recém-casados aluguem uma quitinete, por exemplo, enquanto poupam o valor para a compra do apartamento antes de entrar em um financiamento. Ele ressalta, no entanto, que se o valor pago pelo aluguel for superior ao de um financiamento, vale considerar se o investimento vale a pena, mesmo com todos os comprometimentos que a decisão pode gerar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Prefira taxas pós-fixadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com as quedas nos juros, as taxas pós-fixadas e a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante) se tornam a melhor opção para o mutuário. Na tabela SAC, são pagas parcelas mais altas no início e o valor cai conforme a dívida é amortizada. O valor do pagamento da dívida permanece constante, enquanto o valor correspondente ao pagamento de juros diminui progressivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conjuntura atual, de mudanças na economia, se mostra favorável para o comprador ter maior fôlego para arcar com parcelas mais altas no início dos pagamentos.&lt;br /&gt;
Cerbasi acredita também que a tendência das quedas nas taxas deve se manter, favorecendo taxas pós-fixadas. &amp;ldquo;Os juros devem cair ainda e as taxas prefixadas podem ficar muito caras diante de taxas mais baixas &amp;rdquo;, explica. As taxas prefixadas são definidas no início do financiamento e as pós-fixadas variam de acordo com a Taxa Referencial e índices atrelados à inflação, como IGP-M ou IPCA . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da tabela Price, as parcelas são fixas. No começo do pagamento, o valor abatido do saldo devedor é muito baixo, porque a maior parte da parcela é composta pelos juros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. Pesquise entre os bancos as melhores condições&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com as recentes reduções nas taxas de juros, a diferença nas taxas cobradas entre um banco e outro podem ser significativas. Além de visitar diferentes agências para consultar as opções, o comprador pode fazer simulações do financiamento pela internet. Existem consultorias que oferecem esse serviço. O Canal do Crédito é uma delas, e o serviço é gratuito. Em consultorias como a Crédito Imobiliário Fácil e a Financiar Casa (antiga Sagace), o serviço é cobrado. Leia mais sobre esse tipo de serviço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem quiser saber o custo médio de um financiamento imobiliário pode fazê-lo por meio de uma ferramenta disponível em EXAME.com.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8. Portabilidade só é vantajosa se a diferença de juro for de no mínimo 1,5%&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As taxas menores também podem ser vantajosas para quem já tem um financiamento e quer aproveitar as taxas mais baixas de outro banco. É possível migrar a dívida por meio da chamada portabilidade de crédito. Marcelo Prata, sócio-fundador do canal do Crédito, dá uma dica que pode ajudar o mutuário a perceber de maneira simplificada se vale a pena fazer a transferência: &amp;ldquo;Se a diferença entre a taxa de um banco e outro for maior ou igual a 1,5% vale a pena fazer a portabilidade&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for verificada a diferença maior ou igual a 1,5%, o proprietário deve: observar a taxa de juro cobrada no atual financiamento e no financiamento cotado; calcular a diferença entre a soma das prestações que restam no banco atual e as que serão pagas se a dívida for transferida para outro banco; e por fim, deve subtrair as taxas de cartório cobrada pela alteração do financiamento, a diferença entre os custos dos seguros de cada instituição e entre as taxas de administração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fazer a portabillidade, o proprietário paga novamente as mesmas taxas cartorárias que pagou no início do financiamento, a taxa de averbação do valor declarado (pelo cancelamento do financiamento) e a de registro do novo financiamento, que variam de acordo com o valor do imóvel e com a região, podendo chegar a 1% do valor da propriedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, se os gastos com cartório forem muito altos, o valor gasto no presente pode não compensar a economia com parcelas futuras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/l5_kLAya1PA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:05:00</pubDate><id>55610</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55610</feedburner:origLink></item><item><title>Como não perder dinheiro por causa de amigos e parentes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/yLAkkICKnyc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Amigos, amigos, negócios à parte. O ditado popular se aplica a todas as vezes em que misturar amigos e dinheiro &amp;ndash; e por que não, parentes e dinheiro &amp;ndash; pesa no bolso e na relação. Por melhor que seja o relacionamento, emprestar dinheiro a um amigo, comprar um apartamento com o irmão ou dar aquela força para o cunhado desempregado pagando sua consulta médica pode terminar em dor de cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a seguir sete situações em que essa mistura pode dar muito errado, como evitá-las e como resolvê-las: empréstimo, compra de um bem, pagamento e recebimento de aluguéis, imposto sobre doações, planejamento sucessório, e deduções errôneas do IR:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. O empréstimo &amp;ldquo;no fio do bigode&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Uma das coisas que mais facilmente causam problemas é o empréstimo informal de dinheiro entre parentes e amigos. A camaradagem pode custar caro para o bolso do credor e, em última análise, prejudicar bastante a relação entre as partes envolvidas. O empréstimo entre parentes e amigos geralmente se dá sem a cobrança de juros, mas muitas vezes, reaver o dinheiro emprestado é o maior problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do Instituto Brasileiro de &lt;a href="http://www.portaldireito.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Direito&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Família (IBDFAM), emprestar sem prazo definido é o primeiro erro. O segundo é não formalizar o empréstimo. &amp;ldquo;É saudável estabelecer contratos por escrito para preservar a relação. Se houver uma discussão e ela for levada à Justiça, o credor precisa de uma prova. Mesmo entre parentes e amigos é bom ter alguma formalidade&amp;rdquo;, aconselha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o devedor não paga no prazo, é possível entrar na Justiça com uma ação monitória, que é uma ação de cobrança com base em um documento. Sem um contrato de empréstimo, fica muito difícil cobrar. A formalização também é importante para poder fazer corretamente a declaração de IR, principalmente no caso de empréstimos de valores altos, de alguns milhares de reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O devedor deve declarar a quantia recebida na ficha de Dívidas e Ônus Reais sob o código 14 &amp;ndash; pessoa física, informando o nome e os dados do credor, além do valor devido. Já o credor deve informar o valor emprestado na Declaração de Bens e Direitos sob o código 51 &amp;ndash; crédito decorrente de empréstimo, informando o valor emprestado e os dados do devedor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. A compra de imóveis ou carros com amigos ou parentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Bens de alto valor, como imóveis e carros, podem ser comprados em conjunto por quaisquer pessoas. É possível comprar uma casa, por exemplo, não apenas com o cônjuge, mas com um irmão, os pais e até mesmo um amigo, desde que todos os compradores assinem o contrato de compra e venda e constem na escritura. Se todos pretenderem morar no imóvel, é possível até usar o FGTS de cada um.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas é preciso saber muito bem com quem você está fazendo negócio. Novamente, nesse caso, a relação familiar ou de amizade pode ir pelo ralo se um dos dois se endividar demais. &amp;ldquo;Se alguém entrar com uma ação de cobrança de dívidas contra a pessoa que comprou o bem com você, o risco aumenta. Se o endividado tiver a sua parte do bem penhorada, o coproprietário que está livre de dívidas pode ter problemas&amp;rdquo;, diz Rodrigo da Cunha Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele que não tem pendências pode ficar impedido de vender sua parte e até perder o bem, se este for a leilão. É claro que, neste caso, ele não perde o dinheiro, apenas é forçado a vender o bem sem o direito de opinar no preço. Após ter o bem leiloado, a pessoa sem dívidas recebe a sua parte em dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. As estripulias com aluguéis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Existem duas estripulias principais que as famílias e os grupos de amigos costumam fazer com aluguéis de imóveis. Do lado dos locadores, existem famílias em que o proprietário recebe o aluguel, mas o reverte total ou parcialmente para outro membro da família, como o pai, um irmão ou um filho. Mas esse procedimento não é correto. Na hora de declarar o IR, é fácil ter problemas. O certo é que todos os beneficiários do aluguel constem no contrato de locação, com o respectivo percentual devido a cada um.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra estripulia é feita pelo lado dos locatários. Jovens amigos que dividem o aluguel de um apartamento. Para efeitos de declaração de IR, todos os responsáveis por pagar essa despesa precisam constar no contrato como inquilinos. Se apenas um deles constar no contrato, ele terá de declarar à Receita que é o responsável pelo pagamento de todo aquele aluguel &amp;ndash; o que pode ser incompatível com sua renda e levá-lo à malha fina. Leia sobre como regularizar essas duas situações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. O imposto sobre o presente do papai&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nem todo mundo sabe, mas presentes e doações em dinheiro de alto valor não só precisam ser informados na declaração de IR como também são tributados pelos governos estaduais. Trata-se do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), cuja alíquota é geralmente de 4% sobre o valor doado, com variações em alguns estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse imposto só é devido quando a doação ultrapassa um teto, que varia de estado para estado anualmente. Em São Paulo, por exemplo, é de pouco mais de 45.000 reais em 2012, mas no Rio é de apenas cerca de 2.700 reais neste ano. Em ambos os estados, a alíquota é de 4%, pagos por quem recebe a doação. Ou seja, se um jovem carioca receber dos pais um carro de 40.000 reais de presente, em seu nome, e não pagar o ITCMD corre o risco de ser inscrito na dívida ativa do estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. O herdeiro &amp;ldquo;preferido&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A divisão dos bens de um falecido entre os herdeiros deve ser feita em partes iguais. Mas muita gente hoje em dia faz planejamento sucessório, doando os bens em vida aos poucos para os herdeiros, ou colocando-os como beneficiários de planos de previdência tipo VGBL, no qual é investido o patrimônio a ser herdado. Ambas as maneiras são boas para evitar os longos e caros processos de inventário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há, portanto, duas preocupações importantes que o doador precisa ter: a primeira é a de pagar o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD) quando necessário. A outra é em fazer as doações nas proporções corretas. Se você tem três herdeiros, cada um deles deve receber exatamente um terço dos seus bens, a chamada legítima. Se essas doações não forem feitas de forma correta, os demais herdeiros poderão contestá-las na Justiça após sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Mesmo que não haja necessidade de inventário, os herdeiros insatisfeitos poderão solicitar a abertura de um inventário para fazer a chamada colação, que é uma listagem de todos os bens para reparti-los novamente&amp;rdquo;, diz Rodrigo da Cunha Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer a divisão de bens em proporções diferentes para cada herdeiro é preciso fazer um testamento &amp;ndash;que é a modalidade mais cara de transmissão de herança, mas a única que permite deixar os bens para qualquer pessoa, em qualquer proporção &amp;ndash; ou então fazer as doações com anuência dos demais herdeiros. &amp;ldquo;Se você quiser deixar mais para um filho que para os demais e todos estiverem de acordo, basta os herdeiros assinarem um documento para concordar com a transação&amp;rdquo;, diz o advogado.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. A dedução de despesas com não dependentes do IR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um dos erros mais comuns de quem declara IR é abater as despesas com educação e saúde feitas com pessoas que não são seus dependentes. Portanto, nem adianta tentar deduzir aquela consulta médica que você pagou a um amigo necessitado &amp;ndash; se for fazer isso, seja desapegado, para não cair na malha fina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Você só pode fazer esse abatimento se o recibo tiver sido emitido no seu nome, o nome de quem efetuou o pagamento. Mas se for necessário emiti-lo em nome do paciente, não adianta. Em geral, os hospitais precisam emitir os comprovantes em nome do paciente, para que os recibos batam com seus apontamentos&amp;rdquo;, diz Antonio Teixeira Bacalhau, especialista do IOB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. A dedução da previdência privada de dependentes que não trabalho do IR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Você pode pagar previdência privada para seus filhos e cônjuge, ou mesmo INSS para uma dona de casa que seja sua dependente, a fim de dar-lhes conforto no futuro. Mas lembre-se de que, para maiores de 16 anos que não trabalham, essas quantias não podem ser abatidas na declaração de IR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A previdência privada tipo PGBL só pode ser abatida quando é paga para filhos menores de 16 anos, ou quando complementar à previdência de dependentes que já tenham trabalho remunerado e paguem INSS. Da mesma forma, o INSS chamado facultativo &amp;ndash; aquele pago para pessoas que não têm trabalho remunerado &amp;ndash; também não pode ser abatido.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/yLAkkICKnyc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 18:02:00</pubDate><id>55608</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55608</feedburner:origLink></item><item><title>Os melhores carros para cada idade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/nivhgOa7UcQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A idade pode ser um critério bastante significativo para balizar a escolha de um carro. Ainda que em cada fase a compra varie muito de acordo com a renda, o gênero e o gosto pessoal, algumas características são comuns dentro de uma mesma faixa etária. Jovens dão preferência a carros com design moderno, quem tem mais de 30 anos costuma buscar carros que tenham espaço para toda a família, e depois dos 60 anos o conforto é o fator principal.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a seguir dicas de modelos que combinam com cada idade e que podem ajudar na hora da compra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até 30 anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Especialistas são unânimes ao falar sobre o principal fator de decisão da compra do jovem: o design. Os modelos inspirados em carros esportivos, que não são tão caros quanto os verdadeiros carros esportivos, mas que possuem um design moderno, podem ser ótimas opções. &amp;ldquo;Para uma pessoa nova, por volta dos 20 anos, são indicados carros com design atrativo&amp;rdquo;, diz Daniel Mello, vendedor da concessionária Fiat Itavema, maior rede de concessionárias da América Latina, lembrando que esse tipo de carro tem ar mais jovial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um carro com design esportivo e econômico que tem agradado bastante os jovens, segundo Mello, é o Fiat Novo Uno. O Novo Uno Sporting, com motor 1.4, tem valor inicial sugerido de 33.340 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessórios também são levados em consideração na escolha, como som com entrada para USB, controle de som no volante e porta-objetos. O Kia Picanto se encaixa perfeitamente neste quesito: os carros da linha trazem como itens de série rádio com CD e MP3 player, com entrada auxiliar para iPod e USB, além de controles no volante; bancos com porta-revistas, porta-garrafas e porta-copos; e painel digital com medição de tempo de viagem. O modelo J.138 com motor 1.0 tem preço sugerido de 38.900 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Giancarlo Pereira, especialista em indústria automotiva, sugere os modelos ideiais para jovens com valor um pouco mais elevado do que os populares, na faixa dos 40.000 reais ou mais: &amp;ldquo;Alguns modelos que vendem bem para jovem são os Hyundai esportivos, como o Hyundai i30, Volkswagen Golf, Volkswagen New Beetle e o Citro&amp;euml;n C3, que é bastante procurado pelo público feminino. Estes carros agradam porque têm design mais arrojado, mais novo&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os jovens que buscam modelos mais econômicos, mas que não deixam de ter design moderno, algumas sugestões são: Fiat Palio, Volkswagen Fox, Chevrolet Celta e Volkswagen Gol, que ficam na faixa dos 30.000 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pereira diz que até os 30 anos são mais indicados carros com motor 1.4 ou 1.6. &amp;ldquo;Os jovens preferem carros com motor um pouquinho mais potente. O 1.0 já é mais procurado por um perfil de baixa renda, normalmente quem quer mais economia&amp;rdquo;, explica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, é importante lembrar que nesta faixa etária o valor cobrado pelos seguros é mais alto, porque a incidência de acidentes e roubos é maior. Entre os carros mais populares, por exemplo, o Gol tem o seguro mais caro, custando em média 2.583 reais, segundo levantamento da Economizenoseguro.com para EXAME.com. O Chevrolet Celta, por sua vez, pode ser uma boa opção - ele ficou em penúltimo lugar no levantamento, com preço médio do seguro de 1.565 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Entre 30 e 60 anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A partir dos 30 anos, uma das principais indicações são os carros mais espaçosos, que permitem acomodar os filhos. &amp;ldquo;Nesta idade, os clientes já procuram um carro mais família e também não querem sair do conforto que já adquiriram no carro anterior&amp;rdquo;, explica Daniel Mello. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os modelos sedã e os SUV são ideias para comportar famílias. Entre os sedãs, que têm a vantagem do porta-malas mais espaçoso, é possível encontrar desde modelos mais populares, como o Fiat Siena, o Chevrolet Corsa Sedan e o Peugeot 207 Sedan, na faixa dos 30.000 reais, até alguns mais luxuosos como o Volkswagen Passat, que supera os 100.000 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na categoria SUV não existem opções de modelos mais populares. Estes são carros famosos por gastar bastante combustível, portanto são indicados para quem busca um carro com uma faixa de preço um pouco mais elevada. O Chery Tiggo, o mais barato da categoria e também um dos que menos consome comsbustível, parte de 52.990 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Giancarlo Pereira, nesta fase, além do espaço, a performance é um fator decisivo para a compra. &amp;ldquo;A preferência é por um carro com motor 2.0 ou 2.2, que apresentam bom desempenho, com um consumo bastante razoável&amp;rdquo;, define.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, nesta idade é muito comum que o carro seja usado para ir ao trabalho, por isso o câmbio automático é muito bem-vindo. Ele permite maior conforto em congestionamentos e é ideal para quem utiliza o carro com frequência. &amp;ldquo;O carro automático tem entrado no mercado brasileiro com bastante força. Há 10 anos, ele correspondia a 2,3% do mercado, e hoje está acima de 10%&amp;rdquo;, afirma Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas sugestões do especialista de carros com bom desempenho e conforto para esta faixa são o Fiat Bravo (preço sugerido a partir de 53.140 reais), Mitsubish Pajero (com preço inicial por volta de 65.000 reais) e o Toyota SW4 (a partir de 114.150 reais).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Mello diz que o Fiat Bravo é mais procurado por clientes divorciados. &amp;ldquo;É um carro para um sujeito bem-sucedido, que acaba de terminar o relacionamento e que quer chamar atenção. É muito comprado por homens separados de 45 e 50 anos&amp;rdquo;, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Acima de 60 anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nesta faixa etária, conforto é a palavra-chave. O carro ideal nesta idade deve ter boa visibilidade, fácil acesso, possibilidade de ajuste do assento e dos espelhos, boa legibilidade do painel e dirigibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2008, o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) desenvolveu um índice de classificação segundo o grau de visibilidade dos carros. Os veículos que ficaram com a maior pontuação, de 4,5 estrelas (sendo que a pontuação variava de uma a cinco estrelas) foram: VW Jetta (2006 a 2010); Audi A6 (2009 a 2010); Mercedes ML 320 (2008 a 2009); Nissan 350 Z (2004 a 2010); Chamonix Spyder (2008 a 2010); e Audi A5 (2008 a 2010).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carros automáticos são definitivamente os mais indicados. A comodidade de não ter que pisar na embreagem a cada troca de marcha é uma grande vantagem, principalmente porque nesta idade a mobilidade é reduzida e são mais comuns doenças como artrite e artrose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preferência de quem tem mais de 60 anos são os sedãs. &amp;ldquo;O sedã é a preferência por ser um modelo com design mais conservador e por serem mais confortáveis. Os preferidos são aqueles que dão um certo status. Nesta idade, quem busca carro se preocupa com isso&amp;rdquo;, diz Giancarlo Pereira. O Volkswagen Passat, por exemplo, é um carro que atende aos quesitos segurança, conforto e status, segundo ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segurança do carro também é priorizada na escolha dos clientes seniores. Segundo o vendedor da Itavema, esta é a principal preocupação dos seus clientes nesta idade. &amp;ldquo;Eles querem que o carro tenha freio ABS (Antilock Braking System, "Sistema de Freio Antitravamento", em português), airbag, sistema anticapotamento e outras coisas. Eles são super informados sobre itens de segurança&amp;rdquo;, diz Mello. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No site da Latin NCAP (programa independente de avaliação de carros novos vendidos na America Latina e Caribe) é possível consultar o nível de segurança de carros vendidos no Brasil que foram testados em crash-tests (testes de impacto). Entre os carros mais seguros vendidos em território nacional, segundo o LatinNCAP, estão o Chevrolet Cruze LT e Ford Focus Hatchback. Já os carros Chevrolet Corsa Classic, Fiat Novo Uno, Chevrolet Celta e Ford Ka tiveram suas estruturas consideradas instáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/nivhgOa7UcQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 13:38:00</pubDate><id>55564</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55564</feedburner:origLink></item><item><title>Quando a economia favorece os fundos imobiliários?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/cl59v7duU6E/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta da internauta Damiana Galli:&lt;/strong&gt; Como a taxa de juros básica da economia, a Selic, e a variação do índice de inflação influenciam o comportamento dos fundos imobiliários?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Arthur Vieira de Moraes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Inflação e Selic estão sempre na mira do Banco Central do Brasil, que tem a missão de manter a inflação sob controle, dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (atualmente 4,5% ao ano), e usa a taxa básica de juros (Selic) como principal instrumento de controle da inflação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos querem estimular a economia e gerar crescimento, mais ninguém quer inflação alta. Essa difícil equação é a eterna preocupação do BC: encontrar a medida certa da taxa Selic para permitir crescimento sustentável, com inflação dentro da meta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda vez que a inflação sobe o Banco Central aumenta a taxa Selic para encarecer o crédito, desestimular o consumo e frear a inflação. Até que a situação se normalize e a inflação comece a baixar. Aí os juros voltam a cair para estimular a economia e seguem caindo enquanto possível. Mas se o estímulo for demais a inflação volta e os juros precisam subir novamente. Sempre assim, em busca do equilíbrio, a taxa Selic vai subindo e descendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;E os fundos imobiliários com isso?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
No mercado dos ativos reais a demanda por imóveis vai ser maior ou menor conforme o ritmo da economia nacional. O preço dos imóveis e o valor dos aluguéis sobem nos momentos de expansão e caem quando a economia retrai. A Selic é um dos fatores que influenciam esses movimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A negociação das cotas na bolsa (mercado secundário) também é impactada, principalmente em função do custo de oportunidade. Aplicações financeiras referenciadas no CDI (CDB, LCI, LFT etc) têm seus rendimentos atrelados à variação da taxa Selic. Essas aplicações definem o custo de oportunidade dos investimentos de renda variável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Custo de oportunidade é um raciocínio que todo investidor consciente faz, comparando uma aplicação financeira de baixo risco com um investimento que possui riscos. Quer dizer, se ao aplicar meu dinheiro num CDB, por exemplo, terei rendimento de X% ao ano com risco muito baixo, só me interessa assumir os riscos maiores de um investimento se a minha perspectiva for de oportunidade de ganhar mais do que os mesmos X% da renda fixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos na prática. Um CDB que pague 100% do CDI no prazo de um ano deverá render 7,85% atualmente. Esse rendimento é tributado em 20% nesse prazo. Portanto, o rendimento líquido será de 6,28% ao ano. Sendo assim, investir dinheiro num mercado de risco (dentre eles os fundos imobiliários) só deve ser interessante se a expectativa de ganhos for superior a esse valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais baixa a taxa Selic, menor é o custo de oportunidade, e os investidores em fundos imobiliários aceitam pagar mais caro pelas cotas. Nesse cenário, temos tendência de alta no mercado. O inverso também é verdadeiro: Selic alta &amp;ldquo;encarece&amp;rdquo; o custo de oportunidade e os investidores precisam pagar menos pelas cotas para obter rendimentos maiores que os da renda fixa. Ocorrerá tendência de queda no preço das cotas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas atenção: tendência não é certeza de alta ou de baixa nos preços das cotas dos fundos imobiliários. Mercados são influenciados por &amp;ldquo;N&amp;rdquo; fatores, uns matemáticos e racionais, outros subjetivos e emocionais. O custo de oportunidade é uma medida racional de decisão de investimento, mas não é a única.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/cl59v7duU6E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 13:36:00</pubDate><id>55563</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55563</feedburner:origLink></item><item><title>Aprenda a fiscalizar a construção do seu imóvel</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/pTCwfc88YgU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ao comprar um imóvel na planta ou em construção, o consumidor tem que ter em mente que terá um longo período pela frente até a entrega definitiva do imóvel. Isso não quer dizer, no entanto, que o comprador pode esquecer do imóvel e só voltar a se preocupar com ele na hora de receber as chaves. Pelo contrário. Para evitar surpresas e problemas, é importante acompanhar a obra de perto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o presidente da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo), Marco Aurélio Luz, fiscalizar a obra é fundamental e a melhor forma de fazer isso é definindo uma Comissão de Representantes. De acordo com Luz, é dever das construtoras informar aos novos proprietários o direito de organizar essa comissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso contrário, o próprio comprador do imóvel pode tomar a iniciativa de convocar uma assembleia com as pessoas que também estão comprando uma unidade para eleger, no mínimo, três representantes que irão acompanhar o andamento da construção e repassar as informações aos demais moradores. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
A fiscalização da obra inclui examinar a qualidade dos materiais utilizados, o cronograma da construção, a metragem do imóvel e checar a idoneidade da construtora e incorporadora. A verificação deve ser feita no mínimo de três em três meses e, após esse período, os representantes deverão apresentar um relatório completo aos demais compradores.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Para finalizar, o presidente da AMSPA afirma que a formação da comissão não deve ter como objetivo confrontar as construtoras, mas, sim, realizar um trabalho em conjunto.&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A composição da &amp;lsquo;Comissão de Representantes&amp;rsquo; visa encontrar a melhor solução para quando surgir eventualidades durante a obra, ou seja, a intenção é incentivar a transparência para que os compradores não sejam pegos de surpresa nos casos de contratempos ou encontrem problemas quando receberem as chaves do imóvel&amp;rdquo;, completa Luz.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/pTCwfc88YgU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>12/07/2012 00:00:00 11:56:00</pubDate><id>55285</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55285</feedburner:origLink></item><item><title>Dinheiro alivia a dor, diz pesquisa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/4Nxqx7FRibQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O dinheiro pode diminuir a dor física e aliviar a rejeição social, de acordo com uma nova pesquisa, realizada por psicólogos chineses e uma professora de marketing estadunidense. Em seis experimentos realizados pelo grupo, foi demonstrado que tocar notas de dinheiro ou apenas pensar em gastos passados afeta os participantes fisicamente e emocionalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um experimento, 84 alunos universitários foram divididos em dois grupos. Um dos grupos contou 80 notas de 100 dólares, enquanto o outro grupo contou papel. Depois disso, os voluntários jogaram Cyberball, um jogo de computador em que quatro jogadores passam uma bola um ao outro. Eles acreditavam estar jogando com pessoas reais, mas, na verdade, um computador simulava os outros jogadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na metade dos jogos, todos os participantes receberam a bola em um número igual de vezes, mas na outra metade eles foram excluídos depois de dez passes. Os que participaram da segunda versão do jogo contaram que se sentiram esnobados. Entretanto, aqueles que mexeram no dinheiro antes do jogo reportaram se sentir melhor que aqueles que lidaram com papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para testar o efeito do dinheiro sobre a dor física, 96 voluntários foram divididos em dois grupos e também contaram dinheiro ou papel. Depois, um assistente mergulhou as mãos dos participantes na água quente, com 50 graus. Os participantes que contaram dinheiro afirmaram, na maior parte, sentir menos dor que aqueles que contaram papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas então se perguntaram se a contagem de dinheiro não teria sido apenas uma distração, então os experimentos foram repetidos, mas sem as cédulas de dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez disso, eles pediram a um grupo de voluntários que escrevessem sobre os seus gastos no último mês, e o outro grupo escreveu sobre o clima. Depois, os participantes jogaram Cyberball ou colocaram as mãos na água quente. O simples ato de escrever sobre o dinheiro gasto causou desconforto social, de acordo com os participantes, e intensificou a dor da água quente e o incômodo após o jogo de Cyberball.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Estes efeitos falam sobre o poder do dinheiro, mesmo como um símbolo, para modificar as percepções de sentimentos muito reais, como a dor&amp;rdquo;, afirma Kathleen Vohs, professora de marketing da Universidade de Minnesota e co-autora do estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O poder do dinheiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com os autores do estudo, os resultados da pesquisa reiteram outras pesquisas que afirmam que o efeito do dinheiro sobre as emoções surge de seu poder simbólico sobre as interações sociais. Ele dá popularidade e aceitação às pessoas, além de permitir àqueles que têm dinheiro possam conseguir o que querem socialmente &amp;ndash; independente de serem populares ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos físicos ligados ao dinheiro podem estar ligados à evolução dessas interações sociais. Uma pesquisa anterior, realizada pelos psicólogos Geoff MacDonald, da Universidade de Toronto, no Canadá, e Mark Leary, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, mostrou uma ligação entre a dor psicológica e a física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A hipótese mais bem aceita é de que no princípio das interações sociais, o cérebro humano não criou novos &amp;ldquo;caminhos&amp;rdquo; para processar coisas como relacionamos e cultura, e sim utilizou seu antigo caminho, da dor física, para trabalhar para as duas tarefas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Xinyue Zhou, psicólogo da Universidade de Sun Yat-Sem, na China, e co-autor do estudo, os resultados provam que a compensação em dinheiro para pessoas que foram fisicamente agredidas é justificada. Segundo Zhou, já que o dinheiro é ligado à dor física, então obrigar agressores a pagar suas vítimas é uma punição que se aplica bem ao crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/4Nxqx7FRibQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://hypescience.com</author><pubDate>06/07/2012 00:00:00 10:15:00</pubDate><id>55256</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55256</feedburner:origLink></item><item><title>Como utilizar os pontos do seu cartão de crédito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Fd4gXwaX568/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você pode acompanhar o seu número de pontos por meio da fatura mensal. A partir daí, é só entrar em contato com a operadora do seu cartão e ver a melhor forma de usufruir deste benefício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Veja outras vantagens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Para garantir milhas nas passagens aéreas verifique como se cadastrar em uma companhia aérea para fazer a devida transferência de pontos. E, neste caso, geralmente as passagens devem ser reservadas com antecedência de três a seis meses;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;- Se você gosta de comprar pela internet, procure saber se sua loja de confiança tem parceria com alguma rede, se possui algum programa de pontos e como é feito o cadastro;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos postos de gasolina o consumidor pode acumular pontos em dobro: no programa de pontos do próprio posto e na operadora do cartão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Fd4gXwaX568" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>06/07/2012 00:00:00 10:13:00</pubDate><id>55255</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55255</feedburner:origLink></item><item><title>5 ideias para economizar na reforma</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Giky6pFCnGA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O sonho de reformar a casa pode ser transformar em motivo de estresse se mal planejado. Nada pior que começar a quebradeira e descobrir que vai faltar dinheiro e a obra precisará ser interrompida. Para você não ter que enfrentar este tipo de problema e tirar de letra os dias de bagunça na sua casa, confira cinco atitudes essenciais para economizar na reforma e evitar imprevistos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Projeto&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ter em mãos um bom projeto arquitetônico é fundamental para estipular e definir as metas. É preciso saber exatamente onde a reforma vai começar para que nada saia do controle. O projeto dá uma boa dimensão do que é preciso comprar e qual a real necessidade de cada item.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Planejamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com o projeto definido, é hora de partir para a etapa do planejamento. Se tudo estiver estipulado, fica mais difícil acontecer imprevistos no cronograma e nos gastos. Essa fase requer mais atenção para evitar desperdícios, tanto de dinheiro quanto de tempo. Você precisará pesquisar tudo, desde coisas básicas como cimento até itens de acabamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E toda essa demanda precisa estar definida no cronograma. Por exemplo, se a reforma for começar por um quarto, a ideia é saber exatamente quantos pacotes de cimento serão necessários para aquele determinado ambiente. Hoje em dia a maioria das grandes lojas de material de construção está na web, muitas possuem dicas e fazem vendas online, inclusive.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Pagamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Depois de pesquisar e comprar os materiais, pague sempre à vista. Desta forma você pode pechinchar um bom desconto, muitas vezes além dos 5 ou10% oferecidos pela loja. E se você encontrou materiais em promoção, não se iniba! Faça estoque para aproveitar o preço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Profissionais competentes e de confiança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na hora da elaboração do projeto você já deve ter contratado um bom arquiteto. Isso porque ele saberá exatamente onde pode haver mudanças, como por exemplo, a demolição de uma parede sem afetar o sistema hidráulico e elétrico. Mas grande parte dos problemas, geralmente, ocorre durante a execução da reforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, é importantíssima a contração de mão de obra eficiente e especializada. Converse com amigos que já reformaram, pesquise na internet e peça dicas para descobrir os melhores profissionais da área. Se o orçamento permitir, é sempre bom contratar alguém para fiscalizar todas as etapas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Reutilize materiais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Converse bastante com seu arquiteto para saber exatamente o que pode ser reaproveitado. Muitas vezes, um taco na sala pode ser colocado em outro ambiente ou ainda as portas e armários podem ser reutilizados.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Giky6pFCnGA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>05/07/2012 00:00:00 10:10:00</pubDate><id>55254</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55254</feedburner:origLink></item><item><title>Pão de Açúcar lança um novo jeito de fazer compras</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/cIa2yBX8hJE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Com o desenvolvimento do comércio eletrônico, as rotineiras compras de supermercado ganham a cada dia mais facilidades. A rede Pão de Açúcar lança nesta sexta-feira (06/07), no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, um projeto piloto de supermercado virtual. Inspirada numa iniciativa da cadeia varejista britânica Tesco, a empresa irá montar painéis simulando as clássicas gôndolas com imagens e códigos de mais de 300 produtos. Para fazer as compras, bastará o consumidor usar seu smartphone ou tablet, pelos quais selecionará os produtos que quer receber. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A compra é feita por meio de um aplicativo do Pão de Açúcar. Com o app instalado, o consumidor deve escanear os códigos de barra (Qr Codes) dos itens que deseja comprar. Os produtos serão entregues pelo Pão de Açúcar Delivery no endereço de entrega escolhido. A área de abrangência para as entregas envolve cerca de 30 cidades, entre elas, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Fortaleza. O custo do primeiro frete será de R$ 13,90, porém, segundo o Pão de Açúcar, o valor será regressivo nas próximas compras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os produtos que irão estrear o supermercado virtual estão queijos, vinhos, cervejas especiais, orgânicos, frios nobres, frutas e legumes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o final do ano, o Pão de Açúcar pretende instalar mais unidades do novo modelo de supermercado. Para a empresa, é uma boa estratégia para estar presente em locais interessantes comercialmente onde não há lojas físicas. E para o consumidor? Você acha que a iniciativa irá facilitar sua vida?&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/cIa2yBX8hJE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>05/07/2012 00:00:00 10:07:00</pubDate><id>55253</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55253</feedburner:origLink></item><item><title>Preços no varejo de São Paulo sobem pelo terceiro mês seguido</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/BrE-Tu0988M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os preços dos produtos no varejo da cidade de São Paulo subiram 0,29% em maio, na terceira alta mensal seguida, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (4) pela FecomercioSP. No ano, o Índice de Preços no Varejo (IPV) acumula alta de 0,61%. Em 12 meses, a variação é de 2,39%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesaram no ICV as altas nos grupos supermercados, de 0,69% &amp;ndash; pressionada por safras menores de itens como abobrinha e cebola &amp;ndash;, e drogarias e perfumarias, de 1,07%, impactada pelo reajuste dos medicamentos ocorrido em 31 de março.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Queda de preços&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na ponta contrária, o grupo eletroeletrônicos e outros teve queda de 0,61% nos preços, completando 39 meses consecutivos de taxas redução. Em 12 meses, o segmento acumula queda de 9,43%.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/BrE-Tu0988M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>04/07/2012 00:00:00 10:06:00</pubDate><id>55252</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55252</feedburner:origLink></item><item><title>Custo de vida em São Paulo sobe menos em junho, diz Dieese</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/uM-xKponltU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A inflação na cidade de São Paulo medida pelo Índice do Custo de Vida (ICV), calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), variou 0,23% em junho, taxa inferior à registrada em maio, de 0,43%. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (4).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O ICV acumula alta nos últimos 12 meses, de julho de 2011 a junho de 2012, de 6,39%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os preços relativos à alimentação seguiram pressionado o ICV, ainda que em ritmo menor, com alta de 0,46%. No mês anterior, a taxa havia variado 1,05%. Todos os subgrupos que compõem essa classe de despesas sofreram aumento de preços em junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dos alimentos, também exerceram pressão sobre a alta do custo de vida os preços referentes aos grupos despesas pessoais (2,20%) e habitação (0,36%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na contramão, registraram recuo de preços os grupos equipamento doméstico (-0,75%) e transporte (-0,51%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/uM-xKponltU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>04/07/2012 00:00:00 10:04:00</pubDate><id>55251</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55251</feedburner:origLink></item><item><title>Caixa vende seguros odontológicos via chat</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/RYOf-KnNgZU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Caixa Seguros lançou nesta semana as vendas pela internet do seu seguro odontológico. O produto funciona como um plano de saúde odontológico e cobre consultas em oito mil clínicas do país que fazem parte da rede referenciada da Caixa, além de oferecer reembolso em consultas realizadas em clínicas não relacionadas na lista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seguros custam 40 e 45 reais e são vendidos via chat. O plano mais barato, o Odonto Fundamental, inclui consultas de emergência e de prevenção, realização de radiografias, colocação de coroas e outros. E o seguro de 45 reais, o Odonto Vital, inclui os mesmos serviços do plano básico, além de outros 19, como clareamento, cirurgias e colocação de aparelho fixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para contratar os seguros, o interessado deve acessar o site da Caixa Seguros, clicar em &amp;ldquo;Produtos&amp;rdquo; e depois em &amp;ldquo;Seguro Odontológico Pessoa Física&amp;rdquo;. Em seguida, ele deve escolher um dos planos e clicar em &amp;ldquo;compre agora&amp;rdquo;. O pagamento é feito por meio de débito automático nas contas correntes das instituições financeiras conveniadas. Na compra de um seguro, o cliente ganha um desconto de 5 reais na mensalidade de cada dependente.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/RYOf-KnNgZU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/07/2012 00:00:00 10:02:00</pubDate><id>55250</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55250</feedburner:origLink></item><item><title>Cartão de crédito é campeão da inadimplência e da taxa de juros</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/rLaWANQ6ntE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Números do Banco Central revelam que o cartão de crédito das pessoas físicas é campeão de inadimplência, ou seja, é a linha de crédito que possui o maior percentual de atrasos acima de 90 dias, critério utilizado pela autoridade monetária para calcular as operações inadimplentes. Ao todo, a pesquisa do BC envolve 20 linhas de financiamento, sendo 13 para empresas e 7 para pessoas físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dados do BC mostram que, em maio, a taxa de inadimplência nas operações com cartões de crédito somou 29,5%, a maior de todas as linhas de crédito calculadas pela instituição. Em segundo lugar, aparece as operações com "export notes", linhas buscadas por empresas, com 20%, seguida por linhas de refinanciamento de saldo devedor de cheque especial e cartão de crédito - com 19,5% de inadimplência. No caso do cheque especial propriamente dito, e do crédito pessoal para pessoa física, a inadimplência somou 11,3% e 5% em maio deste ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A taxa média de inadimplência, de todas as modalidades de crédito, totalizou 6% em maio deste ano, segundo o BC, e, no caso das operações com pessoas físicas, somou 8% no mês retrasado. Os dados mostram que a inadimplência com cartão de crédito é quase cinco vezes maior do que a média geral e 3,6 vezes superior à média de todas as operações bancárias com pessoas físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Atrasos acima de 15 dias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dados da autoridade monetária revelam ainda que as operações com cartão de crédito com atrasos acima de 15 dias, ou seja, sobre os quais já incidem os juros do crédito rotativo, somaram 42% de todas as operações desta modalidade em abril deste ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora os juros bancários já incidam nos atrasos acima de 15 dias no cartão de crédito, o Banco Central informou não considerar, entretanto, estas operações propriamente como "inadimplentes" e, por isso, não pede provisionamento para os bancos (manutenção de recursos em caixa para fazer frente a um eventual calote). A inadimplência vale somente para atrasos acima de três meses, lembra a autoridade monetária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a série histórica da autoridade monetária, os atrasos acima de 15 dias, que somaram 42% em maio deste ano, cresceram bastante nos últimos dez anos. Em abril de 2002, por exemplo, estavam em 27%. Com isso, o crescimento foi de 55% neste período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Juro mais caro do mercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A autoridade monetária, apesar de realizar pesquisa mensalmente sobre várias modalidades de crédito, não faz levantamento sobre os juros do cartão. Estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra, porém, que a taxa de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartões de crédito é a mais alta do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de ser a mais alta de todas modalidades de crédito, os números mostram que o patamar registrado em maio deste ano, de 238,3% ao ano, também é a maior desde maior desde junho de 2000 (238,67% ao ano), ou seja, em mais de dez anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a Anefac, os juros do cartão de crédito, que começam a incidir quando os clientes não pagam toda a fatura do mês, é mais do que o dobro da média das operações de crédito para pessoas físicas, de 105,3% ao ano em maio deste ano. Os juros do cartão de crédito superam até mesmo as taxas cobradas pelos bancos no cheque especial, que também são extremamente elevadas (158,6% ao ano em maio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Recomendações da Proteste&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, considera as taxas de juros cobradas nas linhas de crédito rotativo do cartão de crédito "escorchantes" (extorsivos). "O consumidor que fica inadimplente não consegue pagar. Não consegue porque, além dos juros, há outras taxas que são cobradas, o que aumenta consideravelmente o débito", explicou ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A advogada recomenda que os consumidores não utilizem essa linha de créditou, ou seja, que paguem integralmente a fatura do cartão todos os meses, evitando entrar no crédito rotativo. "Se ele está preciando de empréstimos, há outros meios mais baratos. Se ele não conseguir pagar a totalidade do cartão, de repente vale a pena fazer um empréstimo para pagar do que ficar com estes juros altíssimos", declarou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os consumidores que já estão com uma "situação crítica" no cartão de crédito, com débitos altos, Dolci aconselha uma renegociação com os bancos, que pode, inclusive, ser intermediada pelas associações de defesa do consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Aqueles que já estão em uma situação crítica, que já vêm pagando o mínimo há muito tempo, e o volume da dívida está muito grande, pode-se buscar na justiça uma forma de reduzir os juros. Mas recomendamos que, tão logo se perceba que não pode pagar, pedir logo uma renegociação", concluiu a coordenadora da Proteste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/rLaWANQ6ntE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>03/07/2012 00:00:00 10:00:00</pubDate><id>55249</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55249</feedburner:origLink></item><item><title>Poupança: veja os erros que os consumidores cometem ao economizar recursos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/gBBiIP-Jpbg/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Quando é preciso pagar as parcelas dos empréstimos, o aluguel da casa e comprar os mantimentos mensais, fazer uma poupança acaba sendo um dos últimos destinos do seu dinheiro. Entretanto, no logo prazo e em casos de emergência, essa reserva de capital será imprescindível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse cenário, mesmo aqueles que estão determinados a reservar recursos podem cometer uma série de erros. Pensando nisso, o site Learn Vest elaborou uma lista com os principais enganos que se pode cometer ao encarar a poupança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Confira.&lt;br /&gt;
1. Não encarar como hábito -&lt;/strong&gt; poupança não é algo se que faz um dia ou outro, um mês ou outro. É algo que deve ser feito como hábito, todos os meses, como o pagamento das contas. Os consumidores devem, portanto, considerar a poupança dentro do orçamento, ou seja, deve ser um dos itens das despesas mensais.&lt;br /&gt;
Uma boa estratégia é fazer depósitos automáticos em alguma aplicação, por exemplo. Assim, vale começar imediatamente a inserir o item poupança nas contas mensais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Fazer investimentos que você não entende -&lt;/strong&gt; aqui a estratégia é simples: evite o que você não conhece ou não entende. Quando o consumidor resolve poupar, um grande erro é partir direto para investimentos arriscados e que desconhece o seu funcionamento. O ideal é iniciar uma reserva, da forma mais simples possível e apenas depois pensar em colocar seu dinheiro para trabalhar para você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua conta poupança - a princípio - deve ser simples, segura e líquida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Nada de guardar dinheiro em casa -&lt;/strong&gt; guardar dinheiro em casa, seja debaixo do colchão ou em um caixa de sapatos não é nada inteligente. Além de não ser seguro, não rende absolutamente nada. E com a inflação e os juros do mercado, tomar esse tipo de atitude só vai fazer com que você perca poder de compra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ideal, portanto, é manter uma conta poupança, que você possa retirar - facilmente - em caso de emergência. É importante evitar ter todas as economias afundadas em investimentos que lhe cobrarão altas taxas caso seja necessário fazer uma retirada rápida e emergencial. Opte por aplicações flexíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Conta corrente longe da conta poupança -&lt;/strong&gt; a sugestão aqui é manter a conta que você utiliza para pagar as despesas diárias e mensais bem longe daquela que usa para guardar seus recursos. O objetivo é dificultar o uso do dinheiro que está sendo reservado. Ter as duas contas sob o mesmo teto, ou seja, no mesmo banco, só aumenta a tentação e facilita o descontrole.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Poupar sem objetivo -&lt;/strong&gt; é importante ter objetivos ao poupar por uma simples razão, sem ele fica mais fácil se auto convencer de que hoje você não precisa poupar e que é possível deixar para depois. Ou seja, de se esquivar com frequência de reservar recursos. Ter um objetivo ajuda a ter foco. Também é interessante definir prazos e metas. Assim, cada mês você sabe quanto precisa economizar e não se sente tentado a mexer nas economias para outros fins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Não fazer subdivisões com as economias -&lt;/strong&gt; aqui a estratégia é dividir as economias em sub-contas, com propósitos específicos, como, por exemplo, fundo de emergência, ou outro destinado para eventualidades com seu carro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. Usar as economias para pagar as dívidas -&lt;/strong&gt; Nem sempre pagar as dívidas com as reservas financeiras é a melhor opção. Por mais estranho que parece &amp;ndash; ter uma poupança ao mesmo tempo em que carrega algum empréstimo &amp;ndash; a reserva financeira pode ser ainda mais importante em casos de emergência. Assim, o ideal é ir administrando seus empréstimos ao mesmo tempo mantém suas reservas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8. Usar os recursos da poupança em situações determinadas -&lt;/strong&gt; o poupador deve ter bem claro em mente que só deve mexer nas reservas em situação extremas, como desemprego, problemas de saúde, ou qualquer outra real emergência. Além disso, precisa entender que uma coisa é aquilo que você precisa e, outra, bem diferente, são as coisas que quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Separe, portanto, esses conceitos. Usar as reservas financeiras no conserto do carro para poder ir trabalhar, é uma necessidade. Trocar seu automóvel por um modelo mais novo, já não é uma necessidade, mas sim um desejo que não deve ser atendido com as reservas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/gBBiIP-Jpbg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>infomoney.com.br</author><pubDate>02/07/2012 00:00:00 09:48:00</pubDate><id>55248</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55248</feedburner:origLink></item><item><title>Quando comprar vira vício</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/xWik6mVet34/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A bolsa era do designer Baby Phat, e custava apenas 10 reais. Mas quando Elizabeth Deiter a comprou, na loja em que trabalha, teve que correr imediatamente para o banco depositar dinheiro, ou ficaria no negativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela e seu marido só conseguiram quitar o aluguel há pouco tempo, após quatro ou cinco meses de dívida, mas o número de bolsas dela já chega perto das 100. Agora, parando para pensar em tudo o que comprou sem precisar, Deiter começa a se considerar uma compradora compulsiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Estou envergonhada&amp;rdquo;, comenta a jovem de 22 anos. &amp;ldquo;Eu fiz muita besteira. Sei que deveria ter parado&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com os descontos de fim de ano gritando para ela, acaba sendo muito fácil cair na armadilha de gastar o dinheiro que não tem. Mas além do mau cuidado com as finanças, os compradores compulsivos têm uma doença mental reconhecida por psicólogos, mas ainda pouco estudada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a psicóloga americana Bonny Forest, para os que sofrem desse distúrbio, comprar algo cria uma sensação perto da euforia induzida pelo álcool. E assim como os alcoólatras, é muito difícil fugir do prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do senso comum, muitos homens também sofrem desse problema. Cerca de 6% das mulheres e 5,5% dos homens são compradores compulsivos.&lt;br /&gt;
A psicóloga April Lane Benson, autora do livro &amp;ldquo;Comprar ou não comprar: porque compramos demais e como parar&amp;rdquo;, estima que entre um terço e metade dos compradores compulsivos acabam se tornando colecionadores de algo, mas outra parte apenas compra e se livra do que é antigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas de onde a vontade incontrolável de comprar vem? Algumas vezes, pessoas adquirem objetos para lidar com o caos e a sensação de falta de controle. &amp;ldquo;Você compra algo e passa a ter controle sobre ela&amp;rdquo;, comenta Benson.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como muitas outros distúrbios, pode ter relação com a infância. Os pais podem ter dado presentes ao invés de tempo e atenção, levando a criança a crescer esperando mais posses materiais. Outros podem ter crescido com muita privação financeira, e quando passam por cima disso, querem comprar acima do necessário para provar que os tempos mudaram. Outra teoria, de acordo com Benson, é que &amp;ldquo;compramos como forma de tentar lidar com nosso medo da certeza da morte&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compras compulsivas também podem caminhar junto com alcoolismo e distúrbios alimentares. Os psicólogos enxergam isso mais como um problema de controle de impulsos do que um distúrbio compulsivo-obsessivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há uma divisão clara entre se dar um par de sapatos em um dia ruim e ser um comprador compulsivo. Quando o ato de comprar se torna um modo de lidar com as sensações ruins, pode ser que esteja se tornando um problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forrest comenta que os que sofrem do distúrbio talvez consigam sempre dar desculpas para o comportamento. E Deiter confirma isso: &amp;ldquo;Quando estou estressada, acontece mais. Se eu brigo com meu marido ou meu dia está indo mal, eu definitivamente gasto mais&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando seu marido pergunta o que aconteceu com os mais 800 reais que deveriam estar no banco, ela honestamente não sabe &amp;ndash; não consegue se lembrar onde gastou tudo. E ela revela que ele já ameaçou terminar o relacionamento caso as contas voltem a atrasar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas épocas de troca de estação ou festividades, os compradores ficam ainda mais vulneráveis, devido às promoções. &amp;ldquo;Pense nos freios de um carro. Se você não os tem, não pode parar. Como o impulso de jogar, beber, comprar, você não tem freio&amp;rdquo;, afirma Forrest.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deiter lembra que seus hábitos de compras começaram pequenos, com lanches. Então passou para outras fontes. Há dois meses, ela comprou cerca de 150 reais em missangas para fazer joias; elas ainda estão em uma caixa, intactas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Eu sempre encontro um modo de pagar as contas&amp;rdquo;, afirma. &amp;ldquo;Então caio de novo nos antigos padrões&amp;rdquo;. Alguns meses atrás, Deiter entrou em um grupo de ajuda online, mas os encontros acontecem enquanto ela trabalha, e ela não tem dinheiro para pagar um terapeuta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma estratégia que ajuda alguns compradores compulsivos é ver o quanto estão gastando. Para Forrest, eles também podem tentar ir às compras acompanhados de alguém que sirva como &amp;ldquo;fiscalizador&amp;rdquo;, garantindo que não vão gastar demais. Quando estão online, devem ficar longe de suas informações de cartão de crédito, para que tenham mais tempo de pensar sobre a compra. A psicóloga recomenda 24 horas antes de comprar algo que você não tenha urgência, para dar tempo de reconsiderar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benson tem um programa de terapia voltado para compradores compulsivos. Começa com um exame do porque de tal comportamento &amp;ndash; quais as causas e consequências. Ela ajuda o cliente a entender os custos e benefícios dessa prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Eu realmente os faço pensar no futuro, na visão de vida deles, para que possam projetar-se e entender se esse modo de vida está ajudando nesse projeto de vida&amp;rdquo;, comenta a psicóloga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A motivação para mudar geralmente vem ao reconhecer a diferença entre o que querem e o que são no momento.&lt;br /&gt;
Após esse primeiro momento, vem o básico das finanças: quanto gastaram e quanto queriam gastar? Quanto poderiam economizar não gastando tanto? Esse é um processo de nove semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pacientes também costumam criar um &amp;ldquo;autorretrato no shopping&amp;rdquo;, no qual visualizam uma situação de compra e o arrependimento posterior. Quais necessidades são satisfeitas no shopping? Amor, afeto, estima e autonomia são aspectos que eles deveriam satisfazer de outros modos, não comprando.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/xWik6mVet34" height="1" width="1"/&gt;</description><author>http://hypescience.com</author><pubDate>02/07/2012 00:00:00 09:35:00</pubDate><id>55078</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=55078</feedburner:origLink></item><item><title>Existe dívida boa, sim. Aprenda a identificar as que valem a pena</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/983E0eprUN4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Fugir do endividamento é uma tarefa quase impossível nos dias atuais. Quem não nasceu rica, não tem vocação para hippie nem costuma encontrar dinheiro no chão como o Gastão, personagem de Walt Disney, fatalmente fará um financiamento ou uma compra parcelada. O segredo é saber selecionar os melhores gastos e ficar esperta para avaliar quando vale a pena se enforcar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É furada, por exemplo, comprar em infinitas prestações o que não é essencial no momento. Ou ainda se endividar por causa de uma aquisição que não traga aumento de patrimônio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confira os conselhos da especialista em finanças pessoais Eliana Bussinger, autora do livro A Dieta do Bolso (Ed. Campus/Elsevier). Não esqueça que que é perfeitamente possível brecar gastos desnecessários para investir no que realmente vale a pena para você e sua família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Gastou além da conta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ninguém acorda endividado, pelo contrário, a bola de neve vai crescendo ao longo dos anos. Mas não há motivo para se desesperar. Com um pouco de paciência, disciplina e perseverança, é possível pagar suas dívidas. Aproveite e exercite suas habilidades de negociação!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resista à tentação de...&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;- Comprar por impulso. Se existe uma chance mínima de você se arrepender depois e o produto acabar esquecido no armário, dê meia-volta e desista de gastar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pagar por produtos que se depreciem rápido. Ninguém merece ter um objeto desvalorizado e ainda estar pagando as prestações dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Manter caprichos. Quem adota um padrão de vida que não condiz com o salário acaba se afundando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Adquirir coisas difíceis de vender. Numa hora de aperto financeiro, se você precisar vender o objeto, não vai conseguir receber de volta a dinheirama que gastou para comprá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fazer dívida para saldar outras dívidas. Isso tende a virar uma bola de neve. Só vale se a nova dívida for menor do que a anterior. Exemplo: pedir um empréstimo no banco para quitar o cartão de crédito &amp;ndash; que tem juros três vezes maiores &amp;ndash; pode compensar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aceitar juros exorbitantes. De que adianta ter uma televisão de plasma &amp;ldquo;último modelo&amp;rdquo; se você vai precisar passar o ano fazendo hora extra para pagá-la?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Financiar bens que você não consiga manter. Seu salário paga um carro 1.0? Deixe para mais para frente os carros mais potentes e que bebem mais combustível &amp;ndash; eles são mais caros e exigem&lt;br /&gt;
despesas maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Comprar itens e não fazer seguro. Ninguém quer que algo de ruim aconteça. Mas, em caso de perda ou destruição do objeto, adeus dinheirinho suado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Adquirir objetos que sabotem seu futuro. Os desejos pequenos são mais fáceis de se realizar, sim. Mas, se a gente não fechar o bolso (pelo menos de vez em quando), os grandes sonhos nunca deixarão de ser apenas sonhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gastar dinheiro com coisas que possam atrasar sua aposentadoria. Quem faz uma dívida muito longa ou alta pode precisar trabalhar além do tempo para pagar as contas. E trabalhar vira uma tortura se a gente já está mais velha e com problemas de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alimentar vícios. Você já parou para calcular quanto custa fumar um maço de cigarro por dia durante 50 anos? Faça a conta!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Pode colocar a mão no bolso para...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
- Comprar uma casa. Poder fazer com ela o que você quiser, sem medo de precisar desocupar o imóvel correndo porque o proprietário decidiu vender, não tem preço. E morar de aluguel&lt;br /&gt;
a vida inteira acaba saindo mais caro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pagar por um bem essencial. Ele pode ser um carro, dependendo da necessidade da sua família. Ou algo menor, como um computador, que pode ser útil para o desempenho escolar de seus filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Investir em educação e cultura. Pode ser curso universitário, de extensão ou até livre. Se o curso escolhido vai ajudá-la a ter um diferencial no mercado de trabalho, melhor ainda!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Abrir um negócio próprio. Ele pode ajudar toda a família. Mas atenção! Faça as contas e tenha em mente que é preciso ter uma reserva de dinheiro para que o negócio funcione até começar a dar lucro.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/983E0eprUN4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 11:49:00</pubDate><id>54863</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54863</feedburner:origLink></item><item><title>Pensando nas férias? Confira o aluguel para a temporada</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/GnjV4hjkzhE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Em julho, as baixas temperaturas, tornam as cidades serranas os destinos mais cobiçados. Quem quiser curtir o frio das montanhas nessa época vai gastar entre R$ 500,00 e R$ 1.158,33 para alugar um imóvel em Campos do Jordão, Águas de Lindoia ou Atibaia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os preços foram levantados em pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) com 10 imobiliárias da região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diária de R$ 500,00 é o valor médio que está sendo pedido pelos proprietários de casas de um e dois dormitórios. Apartamentos de 2 dormitórios estão custando R$ 650,00 por dia e os de 3, R$ 1.125,00. Já casas de três e quatro dormitórios estão sendo ofertadas, respectivamente, por R$ 992,86 e R$1.158,33.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Opções mais baratas podem ser encontradas, evidentemente, mas é preciso cuidado com quem faz a oferta e com o tipo e a localização do imóvel", adverte José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O difícil, no entanto, pelo menos em Campos do Jordão, é a disponibilidade: na cidade, onde o tradicional Festival de Inverno atrai turistas de todo o País, as imobiliárias tinham poucas opções de imóveis disponíveis. O jeito, então, é correr e reservar logo o seu destino pra essas férias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/GnjV4hjkzhE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 11:45:00</pubDate><id>54862</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54862</feedburner:origLink></item><item><title>Adolescentes gastam tudo que têm e até se endividam</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/W7zEu4rTFWk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo realizado pela Visa com jovens entre 13 e 18 anos na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia, na Guatemala e no México mostrou como e onde os adolescentes costumam gastar seu dinheiro. Entre os brasileiros, 83% afirmaram gastar tudo que têm no curto prazo e 76% informaram que gastam dinheiro com compras por impulso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além das compras por impulso, os outros destinos dos gastos são: transporte público (47%), roupas (37%), material escolar (33%), festas (29%) e telefone celular (22%). O estudo mostrou também que parte dos gastos são comprometidos com dívidas desde cedo: 20% dos entrevistados usam parte do seu dinheiro para pagar o que devem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação a serviços bancários, o levantamento mostrou que apenas 10% dos jovens afirmaram possuir uma conta bancária e a grande maioria das contas são de poupança. Aproximadamente 17% dos adolescentes disseram poupar dinheiro de alguma forma e desses, 20% mantêm o dinheiro em casa, 67% mantêm no banco e 62% afirmaram ter um cartão de débito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pais se preocupam com gastos dos filhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa também questionou os pais sobre suas principais preocupações em relação aos hábitos dos filhos. E as respostas citadas foram: saber como e onde eles gastam seu dinheiro, assegurar-se de que eles pratiquem hábitos seguros e responsáveis na internet, ensinar habilidades para gerenciar o orçamento e oferecer-lhes ferramentas de pagamento seguras e convenientes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A educação financeira envolve um trabalho sólido e contínuo dos pais sobre as formas corretas de lidar com o dinheiro para que o filho evite que os problemas só aumentem com a idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns produtos bancários  podem ajudar no controle dos gastos dos filhos quando os pais não estiverem por perto. Um dos mais eficazes é o cartão pré-pago, que pode ser utilizado pelos filhos para saques ou realização de compras desde que os pais tenham depositado dinheiro previamente. É uma boa alternativa para os pais que já sofreram com o descontrole de gastos dos filhos nos cartões de crédito. Cartões pré-pagos de viagem, cartões de desconto e cartões de presente, apesar de serem mais usados no exterior, também podem ser úteis na &amp;ldquo;missão&amp;rdquo; de evitar que os jovens causem prejuízos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Metodologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O estudo encomendado pela Visa foi realizado em agosto de 2010 pela Kitelab. Foram realizadas 4.832 entrevistas telefônicas, pesquisas online e visitas domiciliares com adolescentes de 13 a 18 anos de idade e seus pais na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala e México.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/W7zEu4rTFWk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 11:44:00</pubDate><id>54861</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54861</feedburner:origLink></item><item><title>5 impactos da internet na sua relação com o dinheiro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/x-LBgJ9h2HU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Para algumas pessoas, talvez não seja um exagero dizer que hoje em dia é impossível viver sem internet. Algumas tarefas já não podem mais ser realizadas fora da web e é até estranho pensar, em alguns casos, como elas eram executadas antes do acesso à rede. A relação com o dinheiro sofreu uma verdadeira revolução com o surgimento da internet, facilitando, e muito, operações de investimentos, pagamento de contas e transferências de dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acesso à internet possibilita desde a compra online de itens bizarros, como esqueletos humanos, até a utilização de ferramentas de enorme utilidade, como aplicativos que permitem organizar as finanças e prospectar rendimentos. Veja a seguir cinco relações financeiras que a internet modificou completamente e as vantagens de ser adepto às novas tecnologias em cada um dos casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Organização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ainda que alguns ainda prefiram usar um bom e velho caderninho de anotações e os extratos em papel, fato é que os aplicativos e outras ferramentas da internet revolucionaram as possibilidades de controlar as finanças. Por um lado, estão as vantagens mais óbvias, como a possibilidade de consultar pagamentos a fazer e gastos passados a qualquer hora. Por outro, estão os aplicativos e sites que aprimoraram as antigas versões de planilhas de orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns exemplos de aplicativos de finanças são: o InvestCalc, que possui um conversor de juros e relatórios detalhados sobre a sugestão de investimentos mais adequadas de acordo com os objetivos do usuário; o FinanceMobile, que mostra quando os gastos estão prestes a atingir o limite de despesas permitido e um arquivo com histórico mensal para que o usuário consulte e compare os gastos e ganhos passados; e o Financisto, aplicativo disponível apenas para Android que cria gráficos que mostram para o usuário seus gastos mais frequentes, de acordo com as despesas passadas e pode ser usado por &lt;br /&gt;
mais de uma pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe, porém, um contraponto. Jurandir Sell Macedo, consultor de Finanças Pessoais do Itaú e professor da UFSC comenta que, ainda que as novas ferramentas sejam favoráveis à organização financeira, o fato de elas existirem não significa necessariamente que estejam sendo utilizadas. &amp;ldquo;As ferramentas melhoram muito a possibilidade de controle, mas, entre ter a possibilidade e executar o controle tem um espaço, e eu não sei se as pessoas estão aproveitando essas ferramentas como deveriam&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pagamento de contas e transferências de valor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Além das conveniências de não pegar filas e não precisar pisar fora de casa para fazer um pagamento, a possibilidade de fazer transações pela internet permitiu maior alcance geográfico e eficiência, ao dispensar a necessidade de o dinheiro físico viajar de um lugar a outro, também reduzindo os riscos de assaltos, com o menor movimento de pessoas, moeda e serviços nas agências bancárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pagamentos virtuais permitem economizar com deslocamentos, além da diminuição de custos fixos de manutenção de uma agência bancária com pessoal, o que pode reverter em menos custos aos clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A redução dos custos para o bancos pode ser bem alta. Tanto isto é fato, que foi criada uma modalidade de conta gratuita que pode ser movimentada exclusivamente por meios eletrônicos, como internet, terminais de autoatendimento e celular. Bancos como Itaú e Santander já oferecem esta opção de conta.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra facilidade louvável é a possibilidade de utilizar serviços bancários fora do horário de atendimento, das 9h às 17h. Por essas e outras vantagens, as transações bancárias realizadas por meio do Internet banking representam 24% do total das operações do setor, um crescimento de 20% em 2011, na comparação com o ano anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Comparação de preços&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se antes a busca dos melhores preços exigia deslocamentos e grandes esforços de garimpagem, hoje existem sites que já oferecem as comparações mastigadas aos consumidores. Uma pesquisa feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o site Buscapé mostra que os instrumentos de comparação de preços pela internet devem proporcionar uma economia de 5,9 bilhões de reais aos consumidores no Brasil neste ano. A estimativa considera ganhos obtidos tanto no comércio eletrônico quanto nas compras em lojas físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo mostrou que muitos usuários pesquisam os preços virtualmente antes de concluir a compra na loja virtual. E a diferença encontrada entre o maior e o menor preço para um mesmo produto na internet foi, em média, de 39,2%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E muito além da economia com a pesquisa de itens de consumo, a comparação na internet permite, por exemplo, redução de gastos significativos com a comparação de preços e modalidades de financiamentos entre carros e imóveis em simuladores que podem ser encontrados nos sites das instituições bancárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Comércio eletrônico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A internet possibilitou não só novas maneiras de fazer compras, como ampliou significativamente o acesso aos itens desejados. Hoje é possível comprar pela web desde esqueletos humanos a almas, à venda no site Demonical. Já houve quem vendesse a própria vida no site de leilões eBay, e sites como o thisiswhyimbroke.com (é por isso que estou "duro", em tradução livre) dedicam-se apenas a vender itens interessantes, apaixonantes, mas nem sempre úteis e muitas vezes caros ao que se propõem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bizarrices à parte, o mercado de e-commerce tem crescido bastante no Brasil. Segundo o levantamento da Fipe em parceira com o site Buscapé, há uma expectativa de crescimento de 25% nas vendas pela internet no Brasil neste ano, que resultariam em um total de 23 bilhões de reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da comodidade de receber a compra em casa e a vantagem de encontrar produtos dificilmente encontrados em lojas e shoppings, a internet possibilita também a venda e compra de produtos usados. O que pode ser bom para o comprador, que quer encontrar um item por um preço abaixo do valor de mercado, e para quem está vendendo, que tem mais possibilidades de encontrar um comprador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, algumas orientações devem ser seguidas para que não haja problemas de segurança na compra pela internet. As principais delas são: utilizar as versões mais atualizadas de navegadores, que enviam dados de forma mais protegida, por meio da &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de encriptação; ler o texto sobre a política de privacidade do site; não fornecer senhas ou outras informações de identificação por e-mail; observar se o site possui algum certificado digital; verificar o recebimento de e-mail de confirmação depois da compra; e verificar o extrato do cartão de crédito para checar se os débitos correspondem ao calor da compra realizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Investimentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As buscas pela internet já são prática comum e indispensável para a maior parte dos investidores. Pela web é possível consultar notícias, tirar dúvidas e simular investimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paula Sá, gerente de atendimento ao Cliente da WinTrade/Alpes Corretora, afirma que a internet modificou completamente as formas de investimento no mercado de ações. A primeira mudança destacada por ela é a possibilidade de realizar o atendimento a investidores pela internet ou telefone, o que reduziu a necessidade de manter uma mesa de operações com uma grande equipe para fazer o atendimento. &amp;ldquo;Nossa relação com os clientes hoje, em 99% dos casos, é virtual&amp;rdquo;, explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o atendimento pela internet, também foi possível reduzir custos. Paula conta que o valor mínimo da operação realizada pela internet na corretora é de 20 reais, enquanto presencialmente, o valor sobe para 40 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paula comenta ainda que agora as informações chegam aos investidores de maneira uniforme, evitando distorções. &amp;ldquo;Antes o acesso à informação ficava mais limitado ao papel, jornal, revista e televisão. Hoje, se acontece alguma coisa do outro lado do mundo todo mundo fica sabendo praticamente ao mesmo tempo, e isso evita que meia dúzia de investidores tenham informações privilegiadas&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jurandir Macedo ressalta, porém, que com acesso maior aos investimentos em ações, o investidor tem a impressão de que tem controle maior sobre o mercado. Em vez de a internet ajudar, portanto, acaba prejudicando os investidores que compram e vendem ações de maneira excessiva. &amp;ldquo;Pesquisas mostram que, com o excesso de operações, o investidor acaba liquidando investimentos no pior momento. O maior acesso aos home brokers gera também um sentimento exagerado de confiança, e o investidor acha que vai conseguir acertar o momento de entrar e sair. Por isso, existe um paradoxo entre ter mais controle e obter resultados&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colaborações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Também as fronteiras da colaboração foram quebradas com a internet. As transações eletrônicas possibilitam, por exemplo, que um país em uma situação de catástrofe natural receba rapidamente milhões de doações provenientes de diversos continentes. As colaborações pela internet podem variar desde a contribuição para uma campanha política, a doação para uma família que precisa de dinheiro para uma operação e mora do outro lado do mundo e até o investimento em uma banda iniciante que precisa de recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este último exemplo tem ganhado cada vez mais adeptos. O modelo de crowdfunding é um tipo de financiamento colaborativo, no qual artistas, pequenos empreendedores e start-ups buscam angariar recursos para seus projetos por meio de doações de pessoas interessadas na iniciativa. Em boa parte dos casos de crowdfunding, a apresentação do projeto e sua divulgação são feitas pela internet. Existem sites, inclusive, que agregam diversos projetos, aumentando as chances de atrair investidores.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/x-LBgJ9h2HU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>28/06/2012 00:00:00 09:35:00</pubDate><id>54705</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54705</feedburner:origLink></item><item><title>Carro zero: é essa a sua prioridade?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/GVctjWTWrws/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Como diz a mais nova gíria dos tempos modernos da internet, "todos comemoram" o primeiro final de semana de vendas de veículos com o IPI reduzido. Os feirões de carros realizados pelas montadoras em diversos pontos da cidade venderam o triplo de veículos do que um feirão típico de vendas sem a promoção. As montadoras conseguiram reduzir os estoques em seus pátios. Em uma loja, a meta de vendas para o mês de maio era vender 340 carros. Com as medidas do governo, venderam 536, superando a marca de março de 2009, quando foi a primeira edição de vendas com o IPI reduzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, a medida foi boa para todos: montadoras, lojas e consumidores. Realmente, será que apenas uma questão de um desconto era o que separava os consumidores do seu sonho de consumo? Ou algumas pessoas agiram por completo impulso, sem planejar realmente se precisavam trocar de carro? Para quem não trocou e pensa em ir ao próximo feirão, seguem algumas dicas para ajudar na decisão:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Se você tem um carro usado e pensa em comprar um novo primeiro para aproveitar os preços reduzidos, lembre-se que seu usado tende a desvalorizar ainda mais. O certo seria vendê-lo primeiro, e com o dinheiro, ajudar a dar uma boa entrada no novo. Você corre o risco de ficar com dois ou mais carros na garagem, pagando impostos, seguros e outras despesas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Qual é a real necessidade da sua família? É ter um carro novo? Ou o usado, com uma boa reforma, não garante mais alguns quilômetros e esse dinheiro poderia ir para uma outra necessidade, quem sabe algum investimento como uma viagem, pós-graduação ou até mesmo uma casa maior?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Qual o carro que a família necessita? Um Sedan? Um Hatch? Uma SUV? Uma boa dica é visitar os sites das montadoras e conhecer todos os modelos de veículos que elas oferecem. O Brasil já deixou a um bom tempo de ser um mercado de poucas montadoras presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Quais as despesas extras com o carro novo? Seguro mais caro, IPVA mais caro... Seria bom pesquisar em sites o quanto sairia essas despesas extras antes de ir para as lojas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Não se deixe ir pela empolgação das lojas, com o "pouquinho a mais" você leva isso, aquilo, um carro maior... Vá com o plano definido, com uma meta e procure não sair dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Fique bem atento as taxas e juros cobrados na negociação. Peça uma simulação completa ao vendedor, pesquise em fóruns, redes sociais. Lembre-se que está comprando um bem para os próximos anos, não uma camisa que pode ser doada para qualquer um caso ela não lhe agrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Consulte suas finanças, seu bolso e sua família antes de ir à loja. Com certeza, essa não será a última liquidação do ano. Graças aos consumidores que não estavam aceitando os preços cobrados, eles foram reduzidos. A gente se esquece, mas quem faz o preço é o consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Se for o primeiro carro, calcule gastos extras com combustível, estacionamento, lavagem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&amp;#61607;&lt;/strong&gt; Lembre-se: carro não é investimento. Saiu da loja, perdeu no mínimo 10% do seu valor. Nos primeiros 2 anos, chega a perder 20%. Será que não tem um bom usado dando "sopa" por aí? Alguém desesperado para vender seu usado para comprar o novo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/GVctjWTWrws" height="1" width="1"/&gt;</description><author>administradores.com.br</author><pubDate>27/06/2012 00:00:00 09:34:00</pubDate><id>54704</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54704</feedburner:origLink></item><item><title>Custo da construção tem leve alta e fecha junho em 1,31 porcento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/NNZrkCEounE/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Índice Nacional de Custo da Construção &amp;ndash; Mercado (INCC-M) registrou leve alta e ficou em 1,31% em junho, ante 1,30% registrado em maio. No acumulado do ano, o índice apresenta variação de 4,98%. Nos últimos 12 meses, a taxa chega a 7,03%. O INCC-M, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de maio e 20 de junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leve alta foi motivada pelo acréscimo no grupo mão de obra, que registrou variação de 2,28% em junho, ante 2,22% em maio. A mão de obra auxiliar (2,44%) foi o item com maior elevação, uma alta de 0,48 ponto percentual em comparação com maio (1,96%). A mão de obra especializada também registrou variação positiva, passando de 2,06% para 2,37%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho dos técnicos (2,07%), por sua vez, teve redução de custo, um decréscimo de 0,47 ponto percentual ante maio (2,54%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a FGV, as altas no custo da mão de obra registradas em Brasília (3,01%) e São Paulo (4,18%) ocorreram devido a reajustes salariais em função da data-base.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo materiais, equipamentos e serviços registrou leve redução, passando de 0,35% para 0,30% neste mês. Os dois subgrupos que compõem esse índice tiveram decréscimos: materiais e equipamentos (de 0,35% para 0,29%) e serviços (de 0,37% para 0,34%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois dos quatro itens que formam o subgrupo materiais e equipamentos tiveram taxas menores em junho: materiais para estrutura (de 0,4% para 0,27%) e materiais para acabamento (de 0,37% para 0,25%). Materiais para instalação (0,52%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,14%) registraram alta ante maio, quando as taxas ficaram em 0,35% e 0,04%, respectivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No subgrupo serviços, houve decréscimo nos itens aluguéis e taxas (de 0,15% para 0,11%) e serviços pessoais (de 0,73% para 0,49%). O item serviços técnicos foi o único com acréscimo, passando de 0,35%, em maio, para 0,52%, em junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O INCC mede a variação em sete capitais. A maior redução ocorreu no Rio de Janeiro, passando de 2,66% para 0,26%. Também houve decréscimo em Recife (de 0,29% para 0,23%) e Porto Alegre (de 0,38% para 0,27%). Já a maior alta ocorreu em Brasília (de 0,15% para 1,68%). As demais elevações foram registradas em Salvador (de 0,08% para 0,34%), Belo Horizonte (de 0,23% para 0,59%) e São Paulo (de 2,17% para 2,23%). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/NNZrkCEounE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>administradores.com.br</author><pubDate>27/06/2012 00:00:00 09:32:00</pubDate><id>54703</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54703</feedburner:origLink></item><item><title>8 segredos para usar o celular sem gastar nada</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/N5QWCnzO-Lw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Bendita seja a &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Se sua conta de celular anda salgada, saiba que dá para enviar torpedos, e-mails e até transformar o aparelho de celular num rádio walkie-talkie sem pagar nada a mais por isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com um smartphone, você investe num pacote de internet (cujos preços começam em R$ 9,90), baixa os aplicativos gratuitos na loja virtual da plataforma Android ou Apple e passa a ter acesso a serviços como videochamada e envio de fotos grátis. VIVA! selecionou as melhores opções para você ficar conectada 24 horas. Use e abuse!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
CONVERSA DIA E NOITE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Torpedinho SMS já era! Aplicativos de mensagem de texto permitem que você troque mensagens de graça com quem também tem o programa instalado. Ah, ainda dá para enviar fotos e vídeos de graça!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;WhatsApp Messenger -&lt;/strong&gt; Ela identifica na agenda os amigos que têm o aplicativo, que serve em qualquer plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
ICQ Messenger -&lt;/strong&gt; Antigo programa de computador que voltou com tudo nos smartphones. Tem um sinal de alerta que é uma graça!&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Messenger With You -&lt;/strong&gt; Leve o MSN para todo canto com esse aplicativo, que também serve para conversar com quem está no computador.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Facebook Messenger -&lt;/strong&gt; O aplicativo da rede social permite ver quem está online e conversar em grupo.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OLHA SÓ QUEM ESTÁ FALANDO!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Skype já é muito popular nos computadores, mas o aplicativo para celular é ainda mais incrível! Você pode fazer videochamadas de graça, falando com gente que está em outro smartphone ou em casa, no computador. O app também tem um serviço de assinaturas para ligar para números fixos de todo o Brasil, com tarifas a partir de 3,7 centavos o minuto. É muito mais barato que qualquer interurbano! Vale muuuito a pena!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
PARA PAPEAR NA FAIXA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Viber tem uma &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; especial, que garante a transmissão da sua voz em alta definição. Isso resulta numa qualidade de áudio superior à da ligação tradicional. Ele também localiza os telefones dos seus amigos. Então, é só instalar e sair falando de graça com quem também tem o programa no celular em qualquer lugar do Brasil ou do mundo! Incrível, né?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
BILHETINHOS DE VOZ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Que tal mandar um recadinho de voz, em vez da mensagem de texto tradicional? Com o Voxer, a comunicação fica igual a um walkie-talkie: um fala, o outro escuta. O aplicativo guarda as mensagens e você ouve quando puder!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o TiKL permite que você mande as mensagens de voz para um grupo de amigas ao mesmo tempo. Os dois aplicativos sincronizam direto com o Facebook, atualizando, assim, todos os seus contatos automaticamente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Só não estoure o plano!&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Aproveite os aplicativos, mas é bom lembrar que eles consomem seu plano de dados da internet. Algumas operadoras limitam a velocidade de conexão depois que a cota estourou. Já outras cobram pelos dados a mais. A não ser que seu plano seja ilimitado, a dica é buscar locais com acesso grátis a redes wi-fi (sem fio), como aeroportos, bares, shoppings e até baladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/N5QWCnzO-Lw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>26/06/2012 00:00:00 09:31:00</pubDate><id>54702</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=54702</feedburner:origLink></item></channel></rss>
