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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Finanças - Últimas Notícias</title><link>http://www.portaleducacao.com.br/financas</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>30/05/2012 07:30:09</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/financasnoticias" /><feedburner:info uri="financasnoticias" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Quando um fundo pode "garantir" rentabilidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/PE_YiyTpPzk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem quer investir em um fundo imobiliário e está tentando decidir em qual aplicar pode se deparar com um &amp;ldquo;benefício&amp;rdquo; oferecido por muitos deles na forma de renda mínima garantida. Mas como um fundo poderia prometer rentabilidade, se isso é proibido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM)? Ele não pode, e, de fato, não é do que se trata. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São comuns os fundos imobiliários que usam esse recurso, já oferecido por fundos como o Shopping West Plaza, o Shopping Parque Dom Pedro e o Campus Faria Lima. Em geral, o fundo oferece a renda mínima porque está captando recursos para a construção ou a reforma de imóveis. Ou seja, um projeto de médio ou longo prazo que envolve um terceiro, que pode ser uma construtora ou administradora de shopping. É este terceiro o responsável por pagar essa renda mínima aos cotistas, mas não se trata absolutamente de uma rentabilidade garantida, como o nome pode sugerir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Essa renda não é garantida. Existe o risco deste terceiro quebrar ou dar calote&amp;rdquo;, lembra Arthur Vieira de Moraes, agente autônomo e membro orientador do Instituto Nacional de Investidores (INI). Segundo ele, quando houver a chamada renda mínima garantida, o investidor deve procurar saber quem é a empresa responsável pelo pagamento e avaliar se é merecedora de sua confiança. Isso porque, em caso de inadimplência, o administrador do fundo não pode fazer muita coisa além de entrar com uma ação judicial contra a empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inadimplência não é o único problema. No ano passado, por exemplo, os cotistas do Fundo Caixa Cedae ficaram a ver navios durante alguns meses, porque o prazo para distribuição da renda mínima terminou e as obras do imóvel que abrigaria a sede da Cedae no Rio de Janeiro ainda não haviam sido concluídas. Como o locatário ainda não podia ocupar o prédio e começar a pagar aluguéis, os cotistas ficaram sem rendimentos durante os meses de julho e agosto. Apenas em setembro o contrato de aluguel passou a vigorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E de onde vem o dinheiro para a empresa remunerar os cotistas? De ninguém mais do que do próprio cotista. O fundo capta o dinheiro junto aos cotistas e o entrega à construtora que vai executar as obras &amp;ndash; de reforma, expansão ou construção de um imóvel. É captada uma quantia maior do que a necessária para a obra, pois o excedente deve ser investido em uma aplicação financeira para render e, mensalmente, ser repassado de volta aos cotistas. Por exemplo, se são necessários 100 milhões de reais para uma obra, são captados 110 milhões, de modo que os 10 milhões permaneçam aplicados para gerar a renda mínima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se, portanto, de uma engenharia financeira &amp;ndash; legalizada, vale frisar &amp;ndash; para incentivar os cotistas a manterem o dinheiro aplicado no fundo por um bom tempo. Como as obras são investimentos de médio e longo prazo, os cotistas podem precisar de um incentivo para manter seu dinheiro aplicado por mais tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Renda mínima não deve ser prioridade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para Vieira de Moraes, o fato de o fundo imobiliário ter uma renda mínima garantida não deve ser um critério para a escolha de um fundo. &amp;ldquo;A única coisa na qual ele tem que prestar atenção, nesse quesito, é no índice de reajuste que o emissor está propondo, se é o IPCA, o CDI etc. Mas a decisão de investimento não deve ser tomada por ocasião da renda mínima&amp;rdquo;, observa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele explica que fora o risco, a renda mínima tem um lado bom e um lado ruim. O lado ruim é o fato de encarecer as cotas, uma vez que todos pagam um valor maior que o necessário para a obra, a fim de custear a distribuição de renda mínima. O lado bom é o fato de ajudar a manter o preço das cotas num patamar estável no mercado secundário, além de gerar certo conforto ao investidor, enquanto ele espera o retorno do investimento, ainda que sem garantias de sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o melhor mesmo, segundo Arthur Vieira de Moraes, seria que os investidores fossem mais pacientes e investissem nesse tipo de fundo já com uma visão de prazo mais longo, de modo que os fundos não precisassem se valer deste artifício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais do que a renda mínima, o investidor deve definir se prefere receber aluguéis &amp;ndash; modalidade mais conservadora &amp;ndash; ou lucrar com a valorização dos imóveis da carteira do fundo &amp;ndash; modalidade mais arrojada. Em seguida, deve avaliar o patrimônio do fundo: quais são os imóveis, se teria imóveis naquela região, quem é o locatário, se há boa liquidez em Bolsa, o histórico de rentabilidade e de pagamento de aluguéis, bem como se são feitas ou não novas emissões de cotas, o que é positivo para aumento de patrimônio e liquidez do fundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro fator importante a observar é o valor da cota. Para saber se a cota está cara ou não, basta dividir seu preço pelo valor patrimonial do fundo, e quanto mais próximo de 1 for o resultado, mais justo será o valor da cota. Abaixo de 1, significa que o valor está descontado em relação ao patrimônio do fundo. Acima de 1, significa que que está cara em relação ao patrimônio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/PE_YiyTpPzk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/05/2012 00:00:00 19:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53521</feedburner:origLink></item><item><title>6 maus hábitos que fazem você perder dinheiro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/2_0jcjhfc2U/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Alguns maus hábitos podem nos levar a gastar muito dinheiro desnecessariamente. Não que não se deva ter prazeres na vida &amp;ndash; e alguns maus hábitos definitivamente são prazerosos. Mas quem não quiser desperdiçar dinheiro pode ter isso em mente para maneirar nos vícios e pequenos prazeres que não fazem de fato tanta diferença. Às vezes, é apenas uma questão de ser mais organizado. Veja a seguir quanto você gasta com seis maus hábitos que você poderia reduzir e até cortar: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Pagar o cartão de crédito atrasado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Entrar no crédito rotativo é certeza de pagar juros altos. Os bancos já anunciaram reduções significativas de juros no rotativo para determinados tipos de clientes. Mas a última pesquisa de juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), datada de abril, mostra que a taxa do rotativo permaneceu, naquele mês, em 10,69% ao mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para uma pessoa que tenha 1.000 reais de dívida no cartão de crédito e deseje quitá-la em 12 meses sem incorrer em novas dívidas, o valor pago apenas em juros será de 821,11 reais. Para isso, considera-se que, a cada mês, o devedor pagará uma parcela ligeiramente superior a um mínimo de 15% do saldo devedor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Comer "bobagem"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Muita gente gosta de carregar balas e chocolates no bolso ou na bolsa para beliscar no dia a dia. Não há nada de mais em uma pessoa saudável comer uma guloseima de vez em quando, mas quando beliscar se torna algo frequente, o hábito pode pesar na saúde e até no bolso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comer apenas uma barrinha de chocolate, daquelas entre 30 e 70 gramas, cinco vezes por semana, leva a um gasto de 260 a 780 reais em um ano. Isso se consideradas as marcas mais baratas, cujas barrinhas custam entre um e três reais. Quem ainda se farta com balas e biscoitos recheados ao longo da semana pode, ao final de um ano, facilmente gastar mais de 1000 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fumar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quem decide parar de fumar também passa a economizar. O preço mínimo de um maço de cigarros no Brasil é 3 reais, o que representa um gasto de 1.095 reais ao final de um ano para uma pessoa que fume um maço por dia. Em 10 anos, sem considerar correções monetárias, o gasto seria de mais de 10.000 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Beber muita cerveja&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cerveja (Sindicerv), o brasileiro consome entre 50 e 60 litros de cerveja por ano. Isso representa um gasto anual entre 285 e 342 reais, considerando-se um custo, no varejo, de aproximadamente dois reais para uma latinha de cerveja de 350 mililitros, das marcas mais populares. Considerando-se um preço entre cinco e sete reais para uma garrafa de 600 mL em bares e restaurantes, o custo anual desse consumo ficaria entre 416 e 700 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas os amantes da bebida facilmente consomem mais do que isso. Uma pessoa que beba dois litros de cerveja por fim de semana, chega a consumir 104 litros da bebida por ano. Pelos parâmetros acima, o gasto chega a quase 600 reais por ano, no caso das latinhas, ou a 1.200 reais, no caso das garrafas consumidas fora de casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Beber muito café&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O brasileiro consome cerca de 80 litros de café por ano, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC). Isso equivale a algo como três xícaras de 75 mL por dia. Uma pessoa que consuma essa quantidade de café, a três reais a xícara, termina o ano com um gasto de 3.200 reais. Sorte de quem tem acesso a café de graça no trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Beber refrigerante todos os dias&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Beber refrigerante com frequência também pode ter um custo alto para a saúde e para o bolso. Imagine uma pessoa que, cinco vezes por semana, passe por uma máquina de refrigerante e compre uma latinha. Ao final de um ano, essa pessoa terá gasto 650 reais, uma vez que cada lata custa 2,50 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/2_0jcjhfc2U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/05/2012 00:00:00 19:21:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53520</feedburner:origLink></item><item><title>Jovens podem ajudar famílias a planejar orçamento doméstico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/vpEmWTgKaZ4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Daniel Mendes completará 16 anos no próximo mês de junho. Ele já tirou a carteira de trabalho e começou a procurar emprego. Sua motivação é ajudar a mãe nas despesas de casa, mas não só isso. O jovem tem planos de construir um patrimônio para o futuro. Mas ainda não conquistou o consentimento da mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo que a mãe não o deixe trabalhar ou se o emprego demorar a aparecer, Daniel pode desde já a ajudar em casa. Para jovens, a maior contribuição em casa não é monetária, mas fundamentalmente participar do planejamento financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao ajudar a mãe com informações para construir um orçamento doméstico sustentável, Daniel dará uma enorme contribuição para o caixa da família e ainda aprenderá ele próprio a cultivar hábitos financeiros saudáveis que vão acompanhá-lo por toda a vida adulta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quando o assunto é dinheiro e criança, não se pode esquecer:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Quanto mais cedo começar a investir, menor precisará ser o esforço para formar um patrimônio, pois as taxas compostas no longo prazo têm o mesmo efeito de uma bola de neve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Quanto mais jovem, mais indicado é o mercado de ações. Crianças podem e devem investir em ações, segundo os consultores financeiros, porque têm o tempo a seu favor. Ou seja, como se trata de investimento de longo prazo aumenta fortemente a chance de sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Educação financeira é como escovar os dentes, quanto mais cedo a criança aprender, mais rápido se tornará um hábito. Então o mais importante para o jovem não é começar a trabalhar, mas fundamentalmente participar da construção do orçamento doméstico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/vpEmWTgKaZ4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>25/05/2012 00:00:00 20:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53388</feedburner:origLink></item><item><title>Inadimplência para compra de carros sobe pelo 16º mês e bate recorde</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/gCLWCksDAaE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Banco Central informou nesta sexta-feira (25) que a taxa de inadimplência para compra de veículos, que mede atrasos superiores a 90 dias, subiu de 5,7% em março para 5,9% em abril e, com isso, bateu novo recorde histórico. Abril foi o décimo sexto mês seguido de elevação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inadimplência de pessoas físicas na aquisição de veículos vem crescendo continuamente desde dezembro de 2010, quando estava em 2,5%. Ou seja, a taxa mais que dobrou em pouco mais de um ano. "A alta da inadimplência para compra de veículos reflete a safra de crédito de 2010", declarou Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como consequência da inadimplência alta, os bancos continuaram emprestando menos para as pessoas físicas. De março para abril, segundo números do BC, o estoque de linhas de crédito para compras de veículos ("leasing" e crédito ao consumidor) registraram queda de 0,3%, passando de R$ 201 bilhões para R$ 200 bilhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, por sua vez, foi registrada uma queda de 0,5%. Em 2010 e 2011, respectivamente, o crescimento destas linhas de crédito foi de 19,9% e de 7,9%. Para destravar a concessão do crédito para compra de veículos, os bancos das montadoras já estão conversando com o Ministério da Fazenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para compra de carros, além da diminuição do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para todas as operações de crédito de pessoas físicas de 2,5% para 1,5% ao ano. A redução do IPI vale até 31 de agosto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo das medidas é estimular a atividade econômica. "Estamos diante do agravamento da crise financeira internacional. E isto está trazendo problemas para os emergentes como um todo. Exige esforços redobrados para manter a taxa de crescimento em um patamar razoável", explicou Mantega a jornalistas na ocasião.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/gCLWCksDAaE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>25/05/2012 00:00:00 20:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53387</feedburner:origLink></item><item><title>O que você precisa saber antes de construir</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/gaxFRa3kJWk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Sair do aluguel e construir a casa própria é o sonho de muitas pessoas. O mercado oferece inúmeros tipos de imóveis prontos e na planta e, claro, a opção de você construir sua própria casa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construir geralmente fica mais barato, você faz tudo do seu gosto, não precisa pagar comissão para as construtoras e imobiliárias, mas é exatamente aí que mora o perigo. Juntar dinheiro, contratar arquitetos, pesquisar terrenos, comprar materiais de construção, acompanhar a obra são alguns dos desafios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para não correr riscos desnecessários, o planejamento é sempre a melhor solução. Anote tudo, tenha tabelas e calcule cada gasto que terá, desde a contratação de profissionais até detalhes simples do acabamento, como as lâmpadas. Dessa forma, certamente a construção e finalização da obra sairão mais baratas do que se você fosse comprar um imóvel pronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A superintendente de incorporação da ACS, Jeane Machado, dá outra boa dica: &amp;ldquo;É preciso analisar para não fazer um imóvel fora do padrão da vizinhança. Tome cuidado para não exagerar e estourar o orçamento, pois casas têm menos liquidez do que apartamentos. Se você faz muito diferente das demais ou opta por um projeto muito específico, tem mais dificuldade no momento da venda&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, é preciso ficar atento ao quesito mão de obra. Hoje em dia os custos com os profissionais do setor estão altos. &amp;ldquo;A mão de obra é cara, pois tem poucos profissionais preparados e de confiança. Os bons já estão lotados de serviço. É preciso contratar um profissional experiente e confiável para coordenar a obra, além de ficar de olho diariamente no que os profissionais contratados estão fazendo&amp;rdquo;, finaliza Jeane.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/gaxFRa3kJWk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>25/05/2012 00:00:00 19:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53386</feedburner:origLink></item><item><title>PontoFrio.com cria lista de casamento no Facebook</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/4w-CUZv2lN8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O PontoFrio.com criou um aplicativo no Facebook integrado ao serviço Listas de Casamento para aumentar as vendas do e-commerce. A ideia é oferecer mais uma alternativa para os noivos divulgarem seus pedidos de presentes, além de praticidade para quem vai comprar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O programa disponibiliza para os convidados, além das opções de artigos para a compra, informações sobre o Casamento e um mural de recados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A visualização da página segue as regras de privacidade definidas pelos noivos, que escolhem quem pode ver as informações no mural e para quais pessoas as mensagens serão enviadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os participantes podem navegar pela Lista de Presentes dentro da rede social filtrando por departamento, preço ou itens que ainda não foram adquiridos.&lt;br /&gt;
Nos primeiros 15 dias de disponibilização do serviço, o site registrou 15% de crescimento na procura pela Lista de Casamento em relação ao mesmo período de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/4w-CUZv2lN8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 12:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53290</feedburner:origLink></item><item><title>MercadoLivre lança seu próprio cartão de crédito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/sHjDpNOvwvs/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O MercadoLivre, empresa de e-commerce, apresentou hoje ao mercado seu próprio cartão de crédito, o Cartão MercadoLivre, resultado da parceria com o banco Cetelem BGN. O produto, já disponível para o público, conta com a bandeira Mastercard e terá a primeira anuidade grátis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande destaque do cartão, porém, é a expansão do parcelamento. Agora, clientes do MercadoLivre terão a chance de dividir em até 24 vezes todas as compras feitas no site ou em parceiros, desde que aceitem o MercadoPago como modalidade de pagamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como não poderia deixar de ser, o cartão também oferece sua versão de programa de fidelidade. A cada real gasto, o consumidor irá acumular um ponto que pode ser trocado por produtos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cartão só pode ser usado no Brasil e, apesar de ser mais uma alternativa para pagamento de compras eletrônicas, a parceria com a Mastercard permite que o Cartão MercadoLivre seja usado no comércio off-line. Ou seja, os clientes também vão poder comprar em todos os estabelecimentos associados à bandeira e realizar até saques em caixas eletrônicos. &lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/sHjDpNOvwvs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 11:59:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53289</feedburner:origLink></item><item><title>Queda de juros incentiva para compra de títulos prefixados</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/YFhDk0e9oX8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A queda dos juros básicos da economia serve de incentivo para que as pessoas físicas comprem títulos públicos prefixados de longo prazo, disse hoje o coordenador de Operações da Dívida Pública José Franco de Morais. Ao comentar o resultado da Dívida Pública Federal (DPF) em abril, ele disse que os investidores que adquirirem esses tipos de papéis podem obter rendimentos maiores que a poupança, cujo rendimento foi alterado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Em um cenário de queda de juros, quem tem títulos prefixados ganha porque as taxas não se alteram. Quem tem LFT [papel corrigido pela taxa Selic] perde porque o rendimento acompanha a diminuição dos juros&amp;rdquo;, explicou Morais. Segundo ele, modalidades como o Tesouro Direto, programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas pela internet, aparecem como alternativa, principalmente para os pequenos investidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, a Selic, taxa de juros básicos da economia, está em 9% ao ano. Um título prefixado de curto prazo paga uma taxa próxima a esse valor. Já um papel prefixado que vence em 2023 paga 10% ao ano. Nesse caso, o investidor terá de esperar 11 anos para obter o dinheiro, mas, no fim do período, receberá quase o triplo do que aplicou. Mesmo com os impostos e as taxas, Morais considera o rendimento atraente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Morais, esse rendimento é superior ao dos fundos de investimento, que aplicam os recursos dos investidores em títulos vinculados a Selic e obtêm rendimentos de 9% ao ano, sem considerar o pagamento de Imposto de Renda e taxa de administração. A caderneta de poupança é isenta de impostos e taxas. Pela nova regra, a caderneta terá rendimento de 70% da taxa Selic caso os juros básicos fiquem abaixo de 8,5% ao ano ou de 6,17% ao ano mais a Taxa Referencial (TR) caso a Selic fiquem acima desse nível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por meio da dívida pública, o governo pega emprestados recursos dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com taxas definidas no momento da venda, os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão maior previsibilidade à administração da dívida pública. Isso porque o governo sabe exatamente quanto vai pagar no vencimento do papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/YFhDk0e9oX8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>24/05/2012 00:00:00 11:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53288</feedburner:origLink></item><item><title>Saiba como escolher a cama dos sonhos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/vL-aN5R6dVk/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Existem alguns móveis indispensáveis para qualquer lar e a cama, certamente, é um deles. Por isso, na hora de comprar uma nova, você precisa estar atento para não errar na escolha e poder desfrutar de agradáveis noites de sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipos de cama e de colchão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente, a cama box é a mais procurada. Ela possui uma base de apoio ao colchão, mas é comum encontrar exemplares unificados de colchão e base. Você também pode optar pelos modelos convencionais com estrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a escolha da cama é muito mais uma decisão &lt;a href="http://www.esteticacursos.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;estética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, escolher o colchão certo é o que irá determinar o conforto e as boas noites de sono. O mercado oferece várias opções de colchão, mas dois tipos são mais usuais: os de mola e os de espuma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os de mola são formados por estruturas de aço, que podem ser interligadas, chamados de bonnel, ou ensacadas individualmente, conhecido como pocket. A diferença é que no modelo bonnel o movimento de uma mola interfere em todas as outras, enquanto no pocket o movimento fica restrito a cada mola, ou seja, se a pessoa que dorme com você se mexer muito na cama, você não irá sentir tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os de espuma são classificados por sua densidade (indicada pela letra D), que é um valor estipulado de quanto peso o colchão suporta. A tabela do Inmetro indica que um D28 deve ser usado por pessoas com até 60kg, o D33 até 90kg e o D45 acima de 90kg. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras opções são os ortopédicos, da Nasa e de látex. Os ortopédicos são indicados para quem tem problemas na coluna, pois são mais firmes que os normais por possuírem uma tábua de madeira revestida por espuma. Os colchões de espuma viscoelástica, conhecido como da Nasa, tem uma estruturação diferente e foi desenvolvida especialmente para os astronautas. O conforto extremo ao ser pressionado torna o produto indicado para casais com muita diferença de peso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tipo látex foi desenvolvido a partir do material extraído da seringueira e, por isso, não deforma e é antiácaro.&lt;br /&gt;
Por fim, há os colchões magnéticos, que possuem imãs no interior e muitos fabricantes afirmam que são terapêuticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Durabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A vida útil de um colchão depende do cuidado pessoal de cada um com o produto. De acordo com os fabricantes, as peças de espuma simples duram no máximo oito anos. Já de mola, entre dez e 15 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/vL-aN5R6dVk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 19:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53243</feedburner:origLink></item><item><title>BB reduz pela terceira vez juros para aquisição de veículos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/vslD7EA9GqM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Banco do Brasil anunciou nesta ter&amp;ccedil;a-feira a terceira redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de taxas de juros para aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos em menos de 60 dias. Segundo nota divulgada pelo BB, as taxas para financiamento de ve&amp;iacute;culos novos, que variavam de 0,95% a 1,99% ao m&amp;ecirc;s, com taxa m&amp;eacute;dia de 1,29%, agora passam para 0,77% a 1,79% ao m&amp;ecirc;s, com taxa m&amp;eacute;dia de 1,09%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra medida anunciada hoje pelo Banco do Brasil &amp;eacute; a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do limite financi&amp;aacute;vel para at&amp;eacute; 100% do valor do ve&amp;iacute;culo.&lt;br /&gt;
Conforme o comunicado, a nova redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que vigora a partir desta quinta-feira, dia 24, reflete as medidas anunciadas ontem pelo governo federal para estimular o consumo de autom&amp;oacute;veis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princ&amp;iacute;pio, as novas taxas de juros ser&amp;atilde;o oferecidas at&amp;eacute; o dia 30 de junho, acompanhando a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas regras para libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dep&amp;oacute;sitos compuls&amp;oacute;rios anunciada ontem pela resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o 3594 do Banco Central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vice-presidente de Neg&amp;oacute;cios de Varejo do BB, Alexandre Abreu, disse, na nota, que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas taxas de juros ir&amp;aacute; se somar a outras medidas anunciadas ontem pelo governo federal para reduzir o custo dos financiamentos de ve&amp;iacute;culos. &amp;quot;Nossa expectativa &amp;eacute; que as presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos financiamentos de ve&amp;iacute;culos no BB tenham uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa com esta nova diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das taxas de juros, somada aos benef&amp;iacute;cios com a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no IOF (Imposto sobre Opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es Financeiras) e as mudan&amp;ccedil;as no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que ir&amp;atilde;o reduzir o custo final de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos ve&amp;iacute;culos&amp;quot;, afirmou Abreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Banco do Brasil informou tamb&amp;eacute;m que j&amp;aacute; est&amp;aacute; preparado para operar com as novas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es das linhas de cr&amp;eacute;dito do Programa de Sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Social (BNDES), destinadas a pessoas jur&amp;iacute;dicas, t&amp;atilde;o logo ocorra a normatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ir&amp;aacute; vigorar at&amp;eacute; 31 de agosto e tem o objetivo de apoiar a ind&amp;uacute;stria automotiva de &amp;ocirc;nibus e caminh&amp;otilde;es. Entre as linhas contempladas est&amp;atilde;o a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caminh&amp;otilde;es e &amp;ocirc;nibus, cr&amp;eacute;dito para aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens de capital e Proengenharia.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/vslD7EA9GqM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>22/05/2012 00:00:00 14:00:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53193</feedburner:origLink></item><item><title>Vendas de moradias usadas nos EUA sobem 3,4 porcento em abril</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/sqFwp8LEK2M/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;As vendas de moradias usadas nos Estados Unidos subiram para a maior taxa anual em abril em quase dois anos, e uma queda nas execuções hipotecárias puxou uma alta nos preços, dando sinais esperançosos sobre o ritmo de recuperação do setor imobiliário, que ainda enfrenta dificuldades no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Associação Nacional de Corretores (NAR, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira que as vendas de imóveis usados cresceram 3,4 por cento, para uma taxa anual de 4,62 milhões de unidades no mês passado, atingindo o nível mais alto desde maio de 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O preço mediano de venda de uma moradia usada saltou para 177.400 dólares em abril, com avanço de 10,1 por cento ante o mesmo período do ano anterior. Esse foi o maior aumento na base anual desde janeiro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vendas de casas advindas de execuções hipotecárias responderam por 28 por cento das vendas, em uma retração de 29 por cento em relação a março.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O economista da NAR Lawrence Yun disse que a queda nas execuções hipotecárias alimentou a venda desse tipo de imóvel, que guiou o aumento no preço mediano das vendas.&lt;br /&gt;
O ritmo de comercializações de março foi levemente revisado para baixo, para 4,47 milhões de unidades, ante 4,48 milhões de unidades previamente reportadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Economistas consultados pela Reuters esperavam uma taxa anual de 4,6 milhões de unidades no mês passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estoques, por sua vez, subiram para 2,54 milhões, o que Yun atribui amplamente a fatores sazonais, pois muitas casas são colocadas à venda na primavera (do hemisfério norte).&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/sqFwp8LEK2M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>22/05/2012 00:00:00 13:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53192</feedburner:origLink></item><item><title>Até que a falta de dinheiro os separe</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/8fdUGSW_iFA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Se a questão é o marido &amp;ldquo;pão duro&amp;rdquo; e a mulher consumista, Gustavo Cerbasi dá a sua opinião. &amp;ldquo;Economizar com algum objetivo em vista é naturalmente menos penoso do que fazer isso por pura mesquinhez. Por outro lado, gastar dinheiro sem pensar às vezes pode ser até saudável para o casamento, principalmente se for para comprar algo que deixe ambos felizes&amp;rdquo; (trecho do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Mara Luquet, jornalista especializada em finanças e economia, vários casais falam muito pouco sobre dinheiro e, geralmente, a percepção que um tem do outro em relação à situação financeira está totalmente errada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A receita não é ter muito ou pouco dinheiro para um casamento bem sucedido. Mas fundamentalmente saber lidar com os desafios financeiros que vão surgir ao longo do caminho, seja quando os recursos são escassos ou abundantes", comenta a jornalista em seu mais recente livro &amp;ldquo;Meninas normais casam, meninas iradas investem na relação&amp;rdquo; - o terceiro da série 'Meninas Iradas' - escrito junto com Andrea Assef, profissional também com experiência na área de Economia e de Negócios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com texto bem humorado, Mara mostra aos casais como as decisões financeiras tem um peso fundamental na saúde do casamento, com exemplos simples da rotina de um casal. Uma situação bastante comum é quando a mulherada extrapola o limite do cartão de crédido e vai comunicar a notícia ao marido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Esconder a verdade vai dar um trabalho danado e não ajuda. Assim, respire fundo e vá direto ao ponto. Algumas sugestões de como fazer o comunicado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Direta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Tenho um problema, estou muito endividada. Correção, excessivamente endividada. Melhor, quebrei, esta é a realidade. Mas já comecei um plano de reestruturação. Neste caso você não está pedindo ajuda, mas sim comunicando um problema".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Prática&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;"Pegue os cartões de crédito e quebre um a um na frente dele e chorando diga: Esses cartões me levaram a loucura, eu simplesmente não posso mais usá-los, nunca mais quero vê-los".&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
"Para sair do buraco em que se meteu você precisará ficar longe de seus cartões de crédito. Isso não quer dizer que nunca mais poderá ter um. Ao contrário, assim que se livrar das dívidas poderá requisitar novos cartões que esperamos que você utilize com mais cuidado".&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/8fdUGSW_iFA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>22/05/2012 00:00:00 13:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53191</feedburner:origLink></item><item><title>O que toda mãe deve saber sobre dinheiro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/5GWEjIYUTRs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Antes ou depois de se tornar mãe, toda investidora deve saber que o planejamento financeiro fica mais complexo quando o filho chega: são mais despesas e mais um ser humano que, até chegar à vida adulta, vai demandar investimentos e educação financeira. Da mesma forma, a mãe que quer se tornar investidora precisa tomar alguns cuidados para não cair nas armadilhas que podem acabar com o equilíbrio do seu orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a seguir o que você deve ter em mente se quiser ser, a um só tempo, mãe e investidora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Filhos pesam no orçamento: prepare-se&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;De acordo com Daniele Duarte, consultora de investimentos da corretora Geração Futuro, um filho costuma aumentar as despesas dos pais entre 40% e 60%. Ou seja, antes de ter um filho, é aconselhável que o casal crie uma folga no orçamento e já tenha reservas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filhos demandarão gastos e investimentos durante muitos anos, mas algumas das despesas poderão ser abatidas do imposto de renda, pelo menos em parte e até seus filhos começarem a ter rendimentos tributáveis &amp;ndash; aí pode ser que a sua renda tributável aumente de modo a tornar a dedução desvantajosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É difícil estimar quanto custa criar os filhos, uma vez que esses gastos variam muito de família para família. Mas pelo menos para a chegada dos pequenos, é de bom tom criar uma reserva para os gastos iniciais com fraldas, enxoval, quartinho do bebê e tudo que cerca os primeiros meses da maternidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se preocupar em não desperdiçar dinheiro com aquilo de que a criança, nos primeiros anos de vida, não vai sentir falta: festas de aniversário pomposas para bebês de um ano, ou roupas de marca para crianças de até dez anos, por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Você não consome mais só para si&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ter uma família significa que você não vai mais consumir apenas para você, mas sim pelos seus filhos e para a casa. Cônjuges que dividem essas despesas evitam que a responsabilidade recaia sobre apenas um dos dois, fazendo com que este tenha seu orçamento e plano de investimentos desestabilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cultive o bom hábito de fazer um orçamento e anotar os gastos em uma planilha, pesquise bastante antes de efetuar uma compra, aproveite liquidações e compras no atacado quando for possível, aprenda a barganhar e se discipline para evitar compras por impulso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Dinheiro não tem gênero: quebre os mitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mulheres são mais consumistas, previdentes, avessas ao risco e afetivas que os homens, devem se preocupar mais em se manter e cuidar do que em prover e comandar, e lidam pior com o dinheiro. Todas essas afirmações são mitos, e devem ser deixadas de lado pela mulher que quer enriquecer, realizar seus sonhos e prover o melhor para a sua família, pois só servem para travar o desenvolvimento da investidora. Uma das máximas do mercado financeiro, afinal, é que &amp;ldquo;o dinheiro não tem gênero&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Primeiro o seu futuro, depois o do seu filho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Muitas mulheres começam a maternidade sem ter traçado objetivos nos quais investir, ou então desistem de seus planos em função dos filhos. Para aquelas que sofrem com a culpa e abdicam de si mesmas em prol dos filhos, a orientação dos especialistas é clara: não deixe de investir na sua aposentadoria e nos seus sonhos, para não onerar seus filhos no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode investir para seus filhos, mas é cuidadoso que o primeiro dinheiro a sair da sua conta seja o da sua aposentadoria. &amp;ldquo;A mulher pode ficar dividida entre comprar e investir para si mesma ou para os filhos. Mas ela precisa entender que deve traçar seus objetivos e segui-los à risca&amp;rdquo;, diz Daniele Duarte, da Geração Futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Investimentos são os melhores presentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Investir no futuro dos seus filhos é o melhor presente que eles podem ganhar. Criar um colchão financeiro para eles desde a primeira infância é uma maneira não só de lhes garantir os estudos, mas também os primeiros passos da vida profissional e até, quem sabe, o início de um negócio próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns especialistas recomendam que investimentos iniciados para os filhos na infância devem ter um bom percentual em renda variável. Há quem presenteie o próprio filho com ações em Bolsa a cada aniversário e Natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que o tempo vai passando, o percentual em renda variável pode ir diminuindo, enquanto que o percentual em renda fixa pode ir aumentando, até que o jovem tenha 18 ou 20 anos. O dinheiro pode ser utilizado para pagar uma faculdade, uma pós-graduação no exterior, dar entrada em um apartamento ou mesmo iniciar um negócio, dependendo da prioridade do seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para quem não quer investir diretamente em ações, não faltam opções: fundos de ações voltados especificamente para crianças, fundos de previdência infantil, títulos públicos de prazos longos &amp;ndash; há títulos de 20 anos &amp;ndash;, ou clubes de investimento são alguns exemplos de aplicações que os pais costumam usar para acumular patrimônio para os filhos. Alguns pais chegam mesmo a já pensar na aposentadoria dos pequenos. Mas lembre-se: primeiro a sua, depois a deles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. Educação financeira é fundamental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para que seus filhos tenham uma vida material confortável no futuro, é bom orientá-los a desenvolver uma mentalidade investidora e empreendedora desde cedo. E como maternidade significa não pensar mais apenas em si, mas também no outro, além de se informar e educar a si mesma, a mãe deveria se preocupar em passar conceitos e valores financeiros para os filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma série de instrumentos experimentados por educadores financeiros especializados em crianças para ajudar nessa tarefa nem sempre fácil. A mesada, o cofrinho e a divisão de responsabilidades dentro da família são apenas algumas delas. &amp;ldquo;Não condicione a criança a ganhar presentes ou dinheiro como recompensa por ter feito algo, incentive-a a poupar para um objetivo e leve-a para comprar aquilo para o qual ela economizou. Assim é possível ensinar-lhe o valor do dinheiro&amp;rdquo;, orienta Daniele Duarte.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/5GWEjIYUTRs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53146</feedburner:origLink></item><item><title>Vale a pena manter o dindim na poupança?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/rQa0W6HEbrE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Recentemente o governo anunciou novas regras para a poupança.  Toda vez que a taxa Selic, a taxa de juros oficial do governo, estiver abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento será menor. Assim, em um ano, uma poupança com R$ 2 mil renderia R$ 24 a menos, caso a taxa de juros ficasse em 8,5%. Hoje, ela está em 9%, mas a previsão dos economistas é de que a taxa caia &amp;ndash; aí, a poupança deve ficar menos atraente.  As novas regras valem para depósitos feitos desde 4 de maio. O que estava lá antes disso continua sujeito às normas antigas. Segundo especialistas, além da poupança, investir no Tesouro Direto ou no Fundo CDB pode ser opções melhores na hora de fazer o dinheiro render. Conheça as vantagens e desvantagens de cada uma delas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Tesouro Direto&lt;br /&gt;
O que é?&lt;/strong&gt;  Títulos da dívida do governo que rendem de acordo com taxas fixas ou índices, como a Selic e a inflação.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais as vantagens?&lt;/strong&gt;  Dá para aplicar pelo site www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto. &amp;ldquo;Há corretoras que não cobram  taxa de administração, e você pode  aplicar valores baixos, como R$ 150&amp;rdquo;,  diz o consultor Rogério Nakata.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais as desvantagens?&lt;/strong&gt; Paga IR e tem prazo definido. Não vale a pena retirar antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fundo CDB&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que é?&lt;/strong&gt; Certificado de Depósito Bancário. Pode ter rendimento pré ou pós-fixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais as vantagens?&lt;/strong&gt; É um fundo de baixo risco. Se for prefixado, você sabe quanto terá no resgate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais as desvantagens?&lt;/strong&gt; Paga Imposto de Renda e tem prazo mínimo para  resgate. &amp;ldquo;Se render menos de 95% do CDI (outro fundo), dá menos que a poupança&amp;rdquo;, diz o consultor Alexandre Lignos. O valor mínimo de investimento é de R$ 1 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/rQa0W6HEbrE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53143</feedburner:origLink></item><item><title>7 tabus que você não quer abordar, mas deveria</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/hFWRBI2gXaA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Alguns assuntos que mexem com seu bolso e seu emocional são tabus, mas faz bem discuti-los com a sua família. &amp;ldquo;Tudo que envolve dinheiro e emoção deixa o ser humano fragilizado, sem pensar direito&amp;rdquo;, diz o consultor financeiro e gerente geral do Instituto Nacional dos Investidores (INI), Mauro Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de ser pego desprevenido frente a uma situação difícil &amp;ndash; um divórcio, a perda de um emprego, uma doença ou uma morte na família &amp;ndash; previna-se. Remediar, via poder Judiciário, por exemplo, pode ser muito pior. &amp;ldquo;Você pode recorrer à Justiça para retardar os processos, mas essa é a alternativa dos desesperados&amp;rdquo;, diz Calil. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a seguir 7 situações financeiras sobre as quais você talvez não queira conversar, mas deveria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. E se você se divorciar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quem casa não pensa em descasar, mas é inegável que nenhum relacionamento é imune a percalços ou mesmo ao fim. E o resultado de um mau planejamento pode resultar numa vida financeira desestabilizada após um eventual divórcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para prevenir os problemas financeiros advindos do divórcio, o melhor caminho é fazer uma escolha de regime de bens consciente. Na comunhão parcial, que é o regime padrão no Brasil, todos os bens adquiridos e rendimentos auferidos após o casório serão divididos irmãmente; os bens adquiridos antes do casamento não entram na divisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso não seja de interesse do casal dividir absolutamente tudo &amp;ndash; se houver uma diferença grande de patrimônio e renda entre ambos, por exemplo &amp;ndash; é possível fazer um pacto antenupcial para pedir a separação total de bens. Em caso de divórcio, cada um fica com os bens e rendimentos que estiverem em seu nome. Essa medida é interessante também para casais que já tenham filhos de casamentos anteriores, para não haver problemas na hora da partilha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem já casou sem o pacto antenupcial ainda pode mudar o regime de bens. É possível fazer um pacto pós-nupcial, redefinindo os termos do &amp;ldquo;contrato&amp;rdquo; em caso de divórcio. É possível, inclusive, customizar o regime de bens, escolhendo quais bens podem ser divididos e quais não. Para quem está se divorciando e não fez essa alteração, a saída para que nenhum dos dois saia perdendo é um acordo amigável &amp;ndash; o que pode ser difícil caso haja ressentimento entre as partes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. E se eu perder o emprego?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para que uma demissão não derrube as finanças da família, é fundamental construir um colchão financeiro de emergência. Trata-se do custo total de vida da família para um período de seis a 18 meses, acumulado em uma aplicação de alta liquidez, como caderneta de poupança. Antes de começar a poupar para a aposentadoria &amp;ndash; ou concomitantemente a isso &amp;ndash; comece a formar a sua reserva de emergências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. E se você morrer acidentalmente ou ficar inválido?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Como seu marido ou mulher se viraria se você morresse hoje? Quem pagaria a educação dos seus filhos ou a prestação da casa? Pensar na própria morte ou de seus entes queridos é incômodo, mas faz parte da preocupação amorosa em relação à família. E garantir-lhes meios de prosseguir a vida normalmente é fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça um seguro de vida, para garantir à sua família os meios de passar pelos primeiros dois ou três anos sem você. Para escolher o valor da cobertura, você deve calcular suas despesas anuais e incluir eventuais custos de inventário &amp;ndash; em caso de morte acidental, certamente não terá havido tempo de fazer planejamento sucessório. Se seus filhos estiverem em idade escolar, é importante reforçar a cobertura. Se você tiver financiamentos não cobertos por um seguro prestamista, lembre-se de incluí-los na apólice. É interessante incluir cobertura para invalidez, pois em um caso como esse, o custo para a família será certamente maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem tiver filhos menores de idade deve ainda se preocupar em designar como tutor uma pessoa de extrema confiança, caso os pais faltem antes que as crianças completem 18 anos. Além do seguro de vida, também não entram em inventário quantias acumuladas em planos de previdência tipo VGBL e uma conta poupança conjunta com o tutor. O seguro de vida, porém, não depende de terceiros e provavelmente será mais barato. Uma apólice de 100.000 reais com cobertura por morte e invalidez custaria cerca de 30 reais por mês a uma pessoa de 30 anos de idade, e 45 reais por mês a uma pessoa de 40 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. E se ocorrer uma morte na família?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O tabu de se falar sobre morte é tão grande que pouca gente sabe quais são os custos envolvidos quando ocorre um falecimento na família. Só um túmulo simples, para uma pequena família, custa no mínimo uns 6.000 reais na Grande São Paulo, enquanto um caixão bem simples custa entre 500 e 700 reais, fora todos os custos da cerimônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a morte na família seja repentina ou ocorra em um momento de fragilidade financeira, o baque nas finanças pode ser grande, e a mistura com o abalo emocional tornará o momento ainda mais difícil. De acordo com João Lopes, diretor-presidente do cemitério Colina dos Ipês, em Suzano (SP), um funeral simples na cidade de São Paulo ou arredores pode custar cerca de 2.000 reais, sem incluir o túmulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do colchão financeiro e do seguro de vida, outra opção para horas como essa são os planos funerários. Eles incluem toda a cerimônia e podem beneficiar até dez pessoas, entre os titulares, os descendentes diretos e os ascendentes. O custo médio de um plano na cidade de São Paulo é de 70 reais por mês. &amp;ldquo;No interior, custa de 25 a 30 reais, e na Colina dos Ipês, custa 55 reais&amp;rdquo;, diz Lopes. Para as famílias sem jazigo, o plano pode incluir uma gaveta temporária, por quatro anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra opção é contratar antecipadamente um funeral que poderá ser usado por qualquer membro da família. Na Colina dos Ipês, por exemplo, o custo desse serviço é de 3.500 reais, que podem ser parcelados em até 36 vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. E se você bater em um carro de luxo ou atropelar alguém?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ao contratar o seguro do seu veículo, certifique-se de que há uma cobertura contra terceiros ampla ou contrate separadamente um seguro de responsabilidade civil. &amp;ldquo;As corretoras normalmente são muito amarradas, e oferecem coberturas contra terceiros reduzidas, de 30.000 a 50.000 reais, por exemplo. Isso pode não ser suficiente para pagar uma indenização por atropelamento ou o conserto de um carro importado&amp;rdquo;, alerta Mauro Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele lembra que é difícil mensurar esse tipo de prejuízo, por ausência de base estatística nas seguradoras. &amp;ldquo;Converse com um bom corretor de seguros, que conheça bem os produtos, e procure uma seguradora interessada nesse tipo de cobertura. Não adianta conversar com o gerente do banco, e há corretoras de seguros que simplesmente não se interessam por esses produtos&amp;rdquo;, aconselha Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. E se a minha casa pegar fogo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Seguros residenciais não são populares no Brasil, mas são provavelmente os mais vantajosos que existem. Eles têm o melhor custo-benefício do mercado &amp;ndash; não chegam a custar nem 1% do valor do bem &amp;ndash; e cobrem o valor total do imóvel e de seu conteúdo contra uma série de acidentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cobertura básica inclui danos por incêndio, explosão e fumaça, mas é possível incluir coberturas contra roubo, furto, vendaval, alagamentos, colisão de veículos e responsabilidade civil por danos a terceiros dentro de casa. &amp;ldquo;Seguros devem ser feitos para bens de difícil reposição, como carros ou casas. Imagine só perder o patrimônio da família, de uma vida inteira, que é a casa própria?&amp;rdquo;, observa Mauro Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. E quando eu morrer, mesmo que bem idoso, como fica a minha família?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Quem tem bens, herdeiros e idade mais avançada pode começar a pensar no planejamento sucessório. Novamente, trata-se de se defrontar com a possibilidade da própria morte, o que não é nada fácil para algumas pessoas. Mas para quem se preocupa em desonerar a família em um momento delicado de perda, é o mais indicado a se fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forma mais em conta de se fazer o planejamento sucessório é por meio de doações em vida. Respeitando-se as proporções entre os herdeiros estabelecidas por &lt;br /&gt;
Lei, é possível doar todo o patrimônio. Só é necessário pagar o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), cuja alíquota varia de estado para estado, e informar a transmissão na declaração de IR de quem doa e de quem recebe. O ITCMD só será pago se o valor da doação ultrapassar o teto de isenção estadual. O recolhimento é de responsabilidade de quem recebe a doação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doação em vida dispensa a família de arcar com o alto custo e a demora de um processo de inventário. Para quem quiser fazer a partilha sem respeitar a proporção legal para cada herdeiro &amp;ndash; incluindo alguém que não seja da família, por exemplo &amp;ndash; o correto é fazer um testamento, que é a forma mais cara de partilhar os bens. No entanto, para quem não deseja respeitar as proporções estabelecidas por Lei para cada herdeiro, o testamento é a única forma que não pode ser contestada na Justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mauro Calil dá outra sugestão para resguardar o restante da família após a morte: &amp;ldquo;um pai com idade mais avançada pode fazer uma apólice de seguro para cada filho, que será paga até o fim da sua vida. Após sua morte, os herdeiros levam uma bolada. No Brasil pode haver quem considere isso um &amp;lsquo;lucro&amp;rsquo; com a morte do pai. Mas na verdade, é uma forma de o pai demonstrar que, até nessa hora, quer ajudar os filhos&amp;rdquo;, diz Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/hFWRBI2gXaA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 15:09:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53142</feedburner:origLink></item><item><title>É mais fácil realizar um sonho hoje ou antigamente?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/_k00eftwVtQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A realização de sonhos está sim atrelada a um bom planejamento de ideias e de finanças. Porém, nossa iniciativa muitas vezes encontra na economia muitas barreiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Cristina Helena Pinto de Mello, professora de Economia da PUC-SP nos &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de Administração e de Economia, um bom padrão de vida hoje depende de muito esforço, uma vez que a carga tributária é maior e, portanto, é necessário trabalhar muito para ganhar mais e melhorar o padrão de vida se comparamos, por exemplo, há trinta anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A taxa de juros vem caindo, dificultando ganhos financeiros. Também não conseguimos obter ganhos especulando com inflação. A administração do dinheiro com aplicações em renda fixa dificilmente permite ganhos de padrão de vida".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A professora sugere aplicações de renda variável como saída, mas ressalta: "A melhora do padrão de vida através desta estratégia depende da continuidade do crescimento econômico e do bom desempenho do mercado acionário."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa luta de viver guardando dinheiro nos remete às mesadas que recebíamos dos nossos pais. Na série "Girls", da HBO, a personagem Hannah, de 24 anos, está formada há dois, ainda não arranjou um emprego de verdade e gasta tudo em festas, celular e aluguel. Até que os pais decidem que é hora de cortar a mesada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo bem que ela aparentemente não sabe aproveitar bem o dinheiro que recebe, mas, analisando as dificuldades econômicas atuais, será que uma mesada dessas não seria uma forma de ajudar os filhos a terem (ou tentar obter) um melhor padrão de vida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristina, que é mãe de um rapaz de 19 anos, defende que o certo é os pais ensinarem os filhos a administrarem o dinheiro e a mesada é essencial para ensiná-los a viver com limitação orçamentária e a fazer escolhas. "Tenho ensinado meu filho a viver com a própria mesada e a economizar para adquirir seus desejos e a conquistar seus sonhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, se desejamos dar a eles um padrão de vida melhor, devemos pensar em fazer um plano de pensão desde pequenos. Esta medida pode permitir a eles uma aposentadoria melhor e, para nós, pode significar um abatimento no Imposto de Renda devido".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andrew Frank Storfer, membro do Conselho de Administração da Anefac - Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, também opina sobre o tema, dizendo que a mesada tem duas finalidades: uma em idade menor, para se ensinar os filhos a administrarem o dinheiro e a se planejarem e também para ajudar os filhos que precisam de ajuda, por estarem ou procurando emprego ou se dedicando ao aprimoramento profissional. Mas declara: mesada não é fundamental. "O importante é os pais acompanharem o andamento de gastos e economias e o planejamento para que possa dar a orientação adequada. Dar a mesada e esquecer o resto, achando que cumpriu o seu dever não dará o resultado esperado." &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo insatisfeita com muito de seu cotidiano, Cristina consegue ver progresso entre o que o brasileiro foi e o que é. "Creio que pais e filhos, no futuro, poderão comemorar várias conquistas: a redução das desigualdades sociais, o crescimento econômico e, quem sabe, se sentir mais representados politicamente", finaliza.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/_k00eftwVtQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 16:42:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53051</feedburner:origLink></item><item><title>Controle das finanças pelo iPhone</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/WH5V2StmOGY/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Cada vez mais conectadas, as mulheres modernas resolvem muitos problemas em qualquer lugar por meio do celular. Por esse motivo, o aplicativo "Finanças Iradas" surgiu para auxiliá-las a controlar o próprio dinheiro pelo iPhone.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as mais atarefadas e antenadas nas últimas novidades tecnológicas, o aplicativo ajuda tanto na administração das finanças pessoais quanto ensina a realizar aplicações na Bolsa de Valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferramenta é baseada na coleção de livros "Meninas normais casam... Meninas iradas investem na relação" (editora Letras &amp; Lucros/ Saraiva), das jornalistas e especialistas em economia, Andrea Assef e Mara Luquet. Aliás, excelente dica de presente para o Dia dos Namorados, um dos livros aborda exatamente a vida de casal e as finanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando ao aplicativo, este é mais do que um simples conjunto de regras financeiras, é um meio de administrar as receitas e despesas, apontando onde é possível economizar e fazer o dinheiro render.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro diferencial é um jogo educacional onde o participante tem a chance de conhecer o mercado de ações por meio de notícias reais e fazer simulações com o intuito de se familiarizar com a Bolsa de Valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para participar do jogo, é preciso ter um iPhone 3GS ou 4, ou ainda, iPods touch 2&amp;ordf;, 3&amp;ordf; ou 4&amp;ordf; gerações. O aplicativo já está à venda na Apple Store por US$ 3,99.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/WH5V2StmOGY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 16:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53050</feedburner:origLink></item><item><title>Designers criam novo cartão de crédito mais seguro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/jYvR-Ki7Wn8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;No mundo, fraudes com cartão de crédito são uma ocorrência diária. É por isso que empresas criam formas inteligentes de bloquear a ação dos hackers em compras pela internet, mas o risco também existe no mundo off line.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando nisso, os designers americanos Kyoung Mo Baek, Jang Won Park e Jang Hyun Woo criaram o Safe Card, uma opção de proteção que permite usar o cartão de crédito só depois de desbloqueá-lo com uma senha. Além disso, permite que o próprio cliente digite o preço que será cobrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A compra funciona assim: o cartão tem um teclado parecido com o de uma calculadora. Na hora de pagar o usuário precisa digitar uma senha para desbloquear o cartão. Depois, precisa digitar o valor a ser pago no próprio cartão, antes de fazer a leitura magnética.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/jYvR-Ki7Wn8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=53049</feedburner:origLink></item><item><title>Educação financeira: exemplos valem mais que a teoria</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/7EP_27lDw98/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ir com os pais ao mercado, shopping ou viagens, as crianças vêem eles pagando os custos, mas não sabem exatamente de onde vem o dinheiro. Desde cedo, os pais devem se preocupar em ensinar a educação financeira às crianças, e a melhor forma é dar bons exemplos, evitando gastos desnecessários ou o excesso de consumismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o economista José Paschoal Vaz, não existe uma idade para começar a ensinar o filho que o dinheiro não cai do céu, é preciso sentir a necessidade dos pequenos e a realidade familiar, mostrando, através dos exemplos, o que realmente é necessário gastar e o que deve ser economizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"As crianças aprendem muito com os exemplos, então não adianta os pais falarem que é preciso economizar, como é difícil ganhar dinheiro, se ao irem ao shopping, por exemplo, saem comprando tudo sem controle", argumenta o especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O economista recomenda dar pequenas mesadas para os pequenos, orientando como e quando gastas, sempre deixando claro que se acabar, só terão mais dinheiro na próxima semana ou mês de acordo com o combinado no início. E o mais importante: tem que cumprir o combinado, para que a criança saiba qual é o limite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acostumado a dar palestra sobre o assunto para adolescentes, Vaz sempre utiliza um ótimo exemplo para conscientizar os jovens sobre a necessidade de economizar para garantir um futuro mais tranquilo ao envelhecer. O economista ensina que se começar a economizar R$ 50,00 por mês aos 15 anos, aos 60, 45 anos depois, se o dinheiro for bem aplicado, a pessoa poderá ter uma renda fixa de R$ 2,6 mil reais por mês durante 20 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Os jovens não estão preocupados com o futuro, querem viver o hoje, aproveitar a vida, não pensam que vão envelhecer, então tento explicar que é importante poupar para garantir um futuro mais sossegado financeiramente. Hoje são poucos os idosos que tem uma renda superior a R$ 2,5 mil e acabam passando dificuldades ou dependendo dos filhos", ressalta o economista.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
E dizer que não sobra dinheiro para poupar também é uma desculpa, segundo Vaz, já que as famílias gastam demais com telefones celulares, internet, TV à cabo, roupas de marca, entre outros itens.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/7EP_27lDw98" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 14:51:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52978</feedburner:origLink></item><item><title>Visa e Marvel criam gibi sobre educação financeira</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/GtcXUT2sMOc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Visa criou o gibi "Vingadores: Salvando o Dia", em parceria com a Marvel Comics, para ensinar conceitos básicos de finanças pessoais às crianças. A revista possui 16 páginas e traz em seu enredo os personagens de Os Vingadores, que aprendem sobre finanças pessoais enquanto lutam contra o vilão Toupeira durante uma tentativa de assalto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo é ajudar os pais e professores a transmitirem de forma criativa os conceitos fundamentais da gestão de dinheiro às crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O material é acompanhado por um Guia do Professor que utiliza os personagens da Marvel para introduzir conceitos financeiros básicos, como orçamento, poupança e termos específicos. A publicação está disponível gratuitamente, tanto na versão impressa como na online.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/GtcXUT2sMOc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 14:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52977</feedburner:origLink></item><item><title>Dívidas podem causar depressão e distúrbios do sono</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Q6t5JN3uAbQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Todo mundo conhece alguém que já perdeu ao menos uma noite de sono por problemas financeiros. Dificilmente é possível esquecer as contas vencidas, mesmo porque os credores não deixam! Pois saiba que excesso de preocupação com dinheiro pode causar prejuízos para a sua saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Problemas ainda maiores devem ter aqueles que foram milionários e perderam toda a fortuna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos casos mais famosos é o da cantora norte-americana Whitney Houston, morta em fevereiro deste ano. A diva pop vendeu mais de 170 milhões de discos em todo o mundo e perdeu todos os bens após se envolver em constantes escândalos e abuso de drogas. Adepressão se tornou ainda maior com a perda de todo o dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a psicóloga clinica e orientadora do comportamento financeiro, Dra. Patrícia Rezende, problemas financeiros podem, sim, trazer males à saúde. Ela não fala apenas da perda de fortunas, mas de simples contas atrasadas, perda do emprego, empréstimos a quitar ou necessidades básicas para suprir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doenças graves e crônicas podem surgir de momentos como estes. Para a psicóloga, as mais comuns são as cardiovasculares, por exemplo: pressão alta, arritmia cardíaca e acidente vascular cerebral. Estudos do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (São Paulo) apontam que 29,4% dos brasileiros sofrem de doenças como essas, 60% desses pacientes são homens, com média de idade de 56 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Indivíduos que têm personalidade mais controladora tendem a sofrer mais de problemas do coração. Já pessoas emocionais tendem a deprimir diante da crise financeira", afirma a psicóloga. "Depende do perfil da pessoa. Ela se deprime ou se desespera", completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A psicóloga Marcella Almeida, da Clinica de Especialidades Integrada, concorda com Dra. Patrícia e acrescenta que problemas financeiros podem causar ainda depressão, estresse, alcoolismo, ansiedade e distúrbios do sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dra. Patrícia avalia que pessoas com autoestima baixa sofrem mais com estas doenças. Ela explica: "Pessoas desse perfil têm tendência a apresentar mais problemas. Elas confiam no dinheiro e no poder financeiro, não nelas próprias."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tratamento mais comum nestes casos é a terapia. "Mesmo quando a doença é física o médico recomenda o tratamento psicológico", diz. O próprio acometido pode ter a consciência de que não está bem e procurar orientação médica, de acordo com a psicóloga. "A família também pode ajudar a pessoa que está passando por este tipo de dificuldade, dando o amparo necessário", completa a Dra. Marcella.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Até as empresas, por saberem das consequências que as crises financeiras podem trazer aos seus funcionários, já tomaram uma atitude. "As organizações estão adotando protocolos para checagem do estado de saúde de seus colaboradores. O objetivo é detectar precocemente todo tipo de disfunção, sejam elas financeiras ou afetivas", cometa Dra. Marcella.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Q6t5JN3uAbQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52887</feedburner:origLink></item><item><title>Reformar a casa - dicas para não estourar o orçamento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/5OXrcw0k3y0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O educador financeiro Reinaldo Domingos, idealizador do método Disop comenta que a reforma é uma das ações que mais desequilibra financeiramente as pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, para evitar sofrimento, a melhor coisa é fazer um levantamento correto do que se quer reformar, de quanto vai custar, quanto há em caixa disponível e quanto será possível pagar de prestação se for preciso financiar o valor. E nunca, mas nunca mesmo, comece uma reforma sem dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Se possível, tenha o montante guardado. Caso você chegue à conclusão de que não possui o total, faça uma boa pesquisa para descobrir as melhores taxas do mercado. Assim, o sonho da reforma não se transforma em pesadelo e nem em inadimplência", diz o educador financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evite também fazer um orçamento por conta própria. Um profissional do ramo -arquiteto ou engenheiro - terá uma dimensão mais qualificada de como pode ser a reforma, tendo como base o orçamento do cliente. "Às vezes o morador acha que é só trocar uma coisinha, mas aí quando começa a mexer na casa percebe que será necessário estender um pouco mais e gastar mais também", diz Reinaldo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tenha um projeto definido. Porque, conforme diz Lucas Antunes Chedid, diretor comercial da Total Reformas e Reparos, obra sem ele é um &amp;lsquo;tiro no escuro. "O cliente deve cobrar do arquiteto um projeto minucioso, com detalhes de piso, forro, elétrica e hidráulica, não somente uma planta de layout. E todos os pontos abordados devem constar em contrato."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O tal do "já que"&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Lucas dá outras orientações: "Os serviços não devem ser acordados em função de tempo, mas sim das tarefas. E antes de começar a obra, o cliente deve ir à loja para saber quanto gastará em materiais de acabamento para não ter surpresas". Uma vez fechado o escopo da obra, evite colocar em prática a expressão "já que" (Já que quebrei esta parede, vou fazer mais isso e aquilo"). E segure a ansiedade! "Não comece a obra sem a antes finalizar o projeto. Um dia de planejamento significa mais de um dia a menos de obra e até de gastos".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabendo o valor da reforma, o morador deve sempre poupar 40% ou 50% a mais do total, pois reformas costumam exceder os orçamentos iniciais. Se a reforma ficará em R$ 3.000, guarde no mínimo R$ 4.200. Outro ponto importante: as contas normais não param (luz, água, telefone, alimentação) e o custo das obras da casa não pode comprometer o pagamento das faturas já existentes. Então, antes de começar, tenha certeza se realmente pode arcar com mais essa dívida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Reúna a família, exponha o desejo e a necessidade de reformar a casa e bole um plano de redução de custos de luz, água, supérfluos. É fato que quando a família se policia, a economia doméstica chega a 20 ou 30%", afirma Reinaldo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Revestimentos - o segredo está nos detalhes&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Com o projeto nas mãos, comece a pesquisa. Hoje é possível fazer isso pela internet, sem sair de casa. E fique atento: quanto mais difícil o serviço, mais caro ele fica. "Pastilhas são mais caras que porcelanato e cerâmica, sem contar que, no caso destes dois, quanto maior a peça, mais cara será a colocação. Peças acima de 0,60m x 0,60m costumam ter preço bastante elevado". No caso das tintas, uma pesquisa também é muito bem-vinda, lembrando que um bom material de pintura gera melhor produtividade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Materiais em ponta de estoque, segundo Chedid, podem ser uma boa alternativa. E o ideal é comprar sempre 15% a 20% a mais (margem de erro para desperdício e estoque). "Mesmo que sejam do mesmo modelo, peças de fornadas diferentes não são idênticas. Suas diferenças ficam à mostra ao serem colocadas lado a lado", afirma Lucas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na hora de comprar artigos menores, como portas, puxadores, saiba exatamente da quantidade de armários. "Sugiro também que o morador siga os tamanhos padronizados de mercado. "Por exemplo, uma pia de 80cm, fora do padrão, tende a custar mais que uma pia de 1.10m, que está dentro do padrão", diz Lucas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Recentemente aconteceu a Feicon 2012 (Salão Internacional da Construção). E muitas inovações foram apresentadas. Lucas cita duas: lâmpadas de LED (são mais caras do que as lâmpadas frias e comuns, porém duram 10 anos e geram enorme economia de eletricidade e manutenção); e os fechamentos e paredes em Drywall. "Este método pode ser mais rápido e barato que alvenaria", &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/5OXrcw0k3y0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>terra.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52886</feedburner:origLink></item><item><title>Compro ou alugo um novo imóvel?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/B0U0PS94Ob0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Dúvida do internauta:&lt;/strong&gt; Sou bancário, tenho 25 anos e acabo de ser promovido pra outra cidade. Saí da casa dos meus pais e estou pagando um aluguel de 550 reais por mês. Vou casar daqui a pouco mais de um ano. Tenho algumas opções de compra de imóvel na planta de valores de até 200.000 reais para entrega em até dois anos. Quando casar vou ter que me mudar para um apartamento maior, mas ainda não descobri se a melhor opção é alugar ou comprar. O apartamento de 200.000 reais hoje valia 100.000 reais há cerca de quatro anos aqui em São José dos Campos (SP), mas o noticiário é praticamente unânime em dizer que os imóveis vão parar de valorizar. O aluguel do novo apartamento deve ser parecido com a parcela do financiamento, cerca de 1.200 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Joe Powell*:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Realmente desde 2008 os preços dos imóveis no Brasil tiveram um reajuste muito grande em um prazo muito curto. Mesmo considerando esse fenômeno, é importante lembrar que a compra de um imóvel é um projeto de longo prazo, e que você deve projetar uma valorização do imóvel que pretende comprar no longo prazo também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantendo em mente essa ideia, utilizar um financiamento imobiliário para comprar o seu imóvel pode ser uma boa ideia, especialmente se a parcela mensal ficaria próxima do aluguel que pagaria. Assim, você vai investir todo mês para construir um patrimônio que pode valorizar com o tempo, e conquistar pouco a pouco a sua independência financeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser proprietário do seu imóvel vai lhe trazer uma bela segurança para poder prosseguir com os seus projetos de vida pessoais. Ademais, sendo você bancário, você pode ter acesso a taxas de juros muito competitivas &amp;ndash; menores ainda de que as oferecidas no mercado atualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Joe Powell é diretor da Associação Brasileira dos Corretores de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/B0U0PS94Ob0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 11:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52810</feedburner:origLink></item><item><title>Fundo cambial protege dinheiro para a viagem</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/ZZvOOWjlqJg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Sempre surgem dúvidas sobre o melhor momento para comprar a moeda estrangeira antes de viajar. Quem prefere dispensar as adivinhações, tem uma alternativa: o fundo cambial.  Um fundo de investimentos que permite comprar euros ou dólares com antecedência e manter o valor de compra até a viagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Previsto inicialmente para fechar o ano entre 1,70 e 1,80 real, o dólar comercial fechou a 1,96 real nesta quarta-feira, acumulando alta de 3,48% no mês e 4,37% no ano. Para quem vai viajar para o exterior e está de olho no dólar &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a taxa fechou a 2,01 reais. Na conjuntura atual, os fundos cambiais devem ganhar mais adeptos. Eles tiveram o maior retorno da indústria de fundos nos últimos 12 meses, com um rendimento de 22,67%, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fundo cambial aplica recursos em títulos emitidos em moeda estrangeira por bancos e empresas, acompanhando assim o comportamento da moeda. Por isso, com a valorização do dólar, a rentabilidade aumentou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marcelo Pacheco, gerente executivo de fundos multimercado do BB DTVM, a tendência é que a rentabilidade se mantenha em alta. &amp;ldquo;O fundo deve se manter atraente porque a economia americana irá iniciar um processo de recuperação, e o dólar continuará se valorizando&amp;rdquo;, avalia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por garantir a proteção contra a variação cambial, processo chamado de hedge cambial, a aplicação vale principalmente para investidores que tenham qualquer compromisso no exterior que deve ser pago no futuro com a moeda estrangeira.  Seja ele uma dívida, um negócio, um curso ou uma viagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além deste tipo de fundo ser composto por títulos atrelados à variação cambial, ele tem aplicações em títulos que pagam juros sobre a variação da moeda, taxa chamada de cupom cambial. Dessa forma, mesmo que a moeda referida tenha sofrido uma alta no período, se a Taxa Selic aumentar e o fundo tiver papéis com juros de longo prazo, as cotas podem &lt;br /&gt;
sofrer uma perda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto positivo, já que a Selic tem perspectiva de queda para os próximos meses.&lt;br /&gt;
Para pequeno investidor, não é boa opção para multiplicar patrimônio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar dos apelos momentâneos, os fundos cambiais são arriscados para fins de multiplicação de patrimônio. Eles podem trazer prejuízos em um cenário de desvalorização dólar. Um investidor que aplicou 19.000 reais em um fundo cambial, com o dólar a 1,90 real terá 10.000 dólares. Se o dólar passar a 1 real, o investidor continua a ter 10.000 dólares, mas se fizer o resgate em reais terá apenas 10.000 investidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Com o agravamento da situação política e econômica na Europa, existem muitos riscos externos. O dólar pode ser afetado e parar de subir&amp;rdquo;, comenta Pacheco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, utilizar o fundo com objetivo único de aumentar o patrimônio é mais indicado para quem tem maior conhecimento do mercado ou ainda como estratégia de diversificação de investimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Especulação em moeda é muito difícil, tão ou mais do que especular em ações. Por isso, o fundo cambial não é recomendável para o pequeno investidor, somente para quem tenha algum pagamento para fazer em dólares no exterior", defende André Massaro, especialista em finanças pessoais da MoneyFit.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como investir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O primeiro passo para fazer essa aplicação é procurar um banco que ofereça o serviço. O investimento inicial desta modalidade de fundo é de 1.000 reais, mas fica a critério da instituição estabelecer um piso maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também variam de acordo com a instituição as taxas de administração cobradas. Segundo os analistas, este é um critério que deve balizar a escolha de onde investir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O investidor deve observar também que existe uma tributação de imposto de renda sobre os ganhos, que varia de 22,5% a 15%, dependendo do prazo da aplicação. Por isso, se a aplicação for de curto prazo, as taxas cobradas podem não compensar o investimento. Este tipo de fundo não cobra taxas de performance.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, os fundos cambiais possuem liquidez diária, isto é, o investimento pode ser resgatado a qualquer hora. Por se tratar de um investimento mais utilizado para hedge, o prazo para resgate é o necessário para a proteção.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/ZZvOOWjlqJg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 11:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52809</feedburner:origLink></item><item><title>Contribuinte já pode ver se caiu na malha fina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/dFk7sNV2HbU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Já está disponível no site da Receita Federal a consulta sobre a declaração do Imposto de Renda de 2012. Por meio da consulta, o contribuinte pode checar se caiu na malha fina ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acessar as informações, o contribuinte deve entrar no site da Receita Federal e entrar no portal e-CAC. Em seguida, ele deve criar um código de acesso informando o número do recibo das últimas duas declarações. Por fim, ele deve acessar a área de atendimento virtual, onde poderá realizar a consulta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para declarações analisadas que não tiveram erros, será visualizada a mensagem &amp;ldquo;em processamento&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;processada&amp;rdquo; - apenas nos casos de quem teve IR a pagar e já iniciou a quitação das cotas, ou de pessoas com 60 anos ou mais, que têm prioridade para receber a restituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o contribuinte caiu na malha fina, o sistema irá informar que a declaração está "com pendências". Isto significa que foi identificado algum tipo de omissão. Ele deverá então fazer a declaração retificadora para corrigir a informação incorreta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Multas só serão aplicadas caso a informação omitida resulte em um valor maior de IR a pagar. Sobre esta diferença do imposto a pagar, será cobrada multa de 0,33% ao dia mais os juros da Taxa Selic.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um contribuinte, portanto, que teria 1.000 reais de impostos a pagar, mas pelos cálculos anteriores pagou imposto apenas sobre 600 reais terá que pagar multa sobre os 400 reais omitidos. Se ele fizer a retificação no dia 11 de maio, por exemplo, ele teria que pagar as multas diárias no valor de 0,33%, multiplicadas pelos 11 dias de atraso, além de 1% de juros Selic.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o contribuinte cair na malha fina, mas tiver documentos que comprovem a regularidade da declaração, ele deve aguardar a abertura da malha de 2012 para agendar um atendimento. Segundo informações da assessoria de imprensa da Receita Federal, os atendimentos devem começar em janeiro de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/dFk7sNV2HbU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>11/05/2012 00:00:00 11:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52808</feedburner:origLink></item><item><title>Como acabar - de vez - com as dívidas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/uM9oPvewT50/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Se você não conseguiu evitar o endividamento e se encontra numa situação complicada, é importante conhecer alguns caminhos que podem facilitar a solução de seus problemas financeiros. A psicanalista Márcia Tolotti, autora do livro As Armadilhas do Consumo, dá as dicas. Confira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Renegocie as dívidas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Diversas instituições estão habituadas com renegociação. Portanto, não há qualquer problema em fazer uma renegociação, desde que seja um bom negócio e rompa com o endividamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Desfaça-se de algum bem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É uma decisão difícil, mas muitos economistas recomendam que bens como carro, dinheiro aplicado e, em casos mais extremos, imóvel devem ser vendidos para sanar as dívidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Revise os gastos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É possível que, quando o endividamento chegar, o "cinto já tenha sido apertado", mas ainda assim os pequenos gastos e os artigos considerados indispensáveis devem ser revistos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Analise empréstimos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Longe de ser uma recomendação tomar empréstimo, caso esteja pensando nessa possibilidade, consulte um especialista financeiro. Além de empréstimo pessoal, existem outras linhas de crédito que são oferecidas. E, ainda assim, caso a opção seja pelo empréstimo, é importante observar que seja no menor prazo possível, e que se consulte mais de uma instituição para comparar juros e condições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/uM9oPvewT50" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 20:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52689</feedburner:origLink></item><item><title>Como reorganizar o orçamento doméstico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/pBrpyHzBfdw/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Comprar um apartamento, levar a família para uma viagem inesquecível, ter o primeiro filho são desejos que custam muito caro.  Consultores ensinam como realizar esses projetos sem ter de vender a alma. Organize a sua vida financeira: seu sonho pode estar bem mais perto do que imagina. Confira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Casa própria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Alguns desejos parecem tão inatingíveis que ficamos paralisadas, pensando em quanto vão custar e se teremos fôlego para a empreitada, não é mesmo? O "imobilismo" pode ser vencido com uma estratégia que Reinaldo Domingos, autor de Terapia Financeira (Ed. Gente), resume numa palavra: planejamento. "É preciso ver o que entra e sai do bolso para decidir a quantia que você destinará à realização do seu desejo e em quanto tempo ele se tornará palpável", diz. O planejamento se apoia num velho instrumento: o caderno de notas. Ou, claro, um programa de computador. Anote tudo, até as despesas miúdas, como a gorjeta e o cafezinho, que não entram no orçamento. "Os microgastos são o ralo perigoso por onde escoa nosso dinheiro", adverte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Viagem do sonho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para sua família viajar é sagrado? Então, organize suas finanças logo no começo do ano. Para o consultor financeiro Stefanno Rocco, o primeiro passo do planejamento da viagem é a família gastar menos do que ganha. O ideal é guardar uma mesma quantia todos os meses. Nos dois últimos meses (antes da viagem), a família precisará guardar o dobro do valor estipulado - para despesas inesperadas e para pagar o cartão de crédito na volta. Para isso, devem anotar também os gastos pequenos. "Assim saberão exatamente para onde está indo o dinheiro, vão planejar melhor as despesas dos próximos meses, estancar o ralo e poupar, explica Rocco."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Já dá para ter nosso filho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os custos com a chegada de um filho em uma família de classe média atingem cerca de 20 mil reais. Os cálculos são do economista Marcos Silvestre. Estão incluídos aí cerca de 6 mil reais para o quartinho, 2,7 mil para carrinho, cadeirinha de transporte, bebê-conforto etc. e 2 mil para o enxoval do primeiro ano. O custo maior é com o parto: em torno de 12 mil reais (médicos e internação). O ideal é ter um convênio que cobre a maternidade. Assim, o casal pagará apenas os médicos, economizando metade. Assim, teriam que juntar cerca de 16 mil. Separando 2 mil por mês, terão a quantia em oito meses", diz Marcos. A segunda etapa, após o nascimento, será incorporar o pequeno no orçamento. "As despesas com um filho consomem de 20% a 25% da renda familiar." É bom também já ir pensando nas aulas de natação, no aparelho ortodôntico, no acampamento de férias... O futuro chega rapidinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/pBrpyHzBfdw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 20:37:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52688</feedburner:origLink></item><item><title>4 dicas para fazer o seu dinheiro render</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/xxaFKuGGkys/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Livre-se dos seus preconceitos: dinheiro não é um assunto chato. Já a falta dele, todo mundo concorda, é algo muitíssimo aborrecido. Portanto, o jeito é aprender a lidar com ele da melhor forma possível, certo? Caso contrário, você vai cair o tempo todo em armadilhas, que têm três únicos objetivos: fazer você gastar mais, gastar mal e ganhar menos do que poderia. Pensando nisso, fomos atrás de dicas para fazer o seu dinheiro render. Assim, você poderá gastar no que vale a pena. Confira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. Faça seu orçamento pessoal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Anotar os gastos não é coisa de gente que não tem o que fazer. Muito pelo contrário. É a atitude financeira mais esperta que existe. Não dá para economizar sem saber quanto e no que se gasta. "No primeiro mês, basta guardar todas as notas do que você gastou. Aí, no mês seguinte, você terá uma idéia do que ocorre com o seu dinheiro", diz Carlos Kawamoto, assessor de investimento e co-autor de Seu Dinheiro em Boas Mãos (ed. Futura). "A finalidade do orçamento é saber qual o seu poder de compra. Assim, você consegue enxugar aqui e ali e, melhor ainda, aumentar a sua receita para gastar mais."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Seja aplicada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Você treme quando escuta termos como renda fixa, renda variável, aplicações de curto e longo prazo e bolsa de valores? Pois então há grandes chances de estar perdendo dinheiro sem saber ou, no mínimo, deixando de ganhar. Rafael Paschoarelli, autor de A Regra do Jogo - Descubra o Que Não Querem Que Você Saiba no &lt;br /&gt;
Jogo do Dinheiro (ed. Saraiva), alerta para alguns perigos: "Deixar o gerente do banco cuidar do seu dinheiro é como pedir para o lobo cuidar do galinheiro. Não que ele seja má pessoa: o problema é que ele tem que vender o que é bom para o banco, seja poupança, seja títulos de capitalização. E isso pode ser péssimo para você", diz. Outra coisa é saber qual é o seu perfil como investidora. "Se ele for radical, o melhor é aplicar em fundos de renda variável e na bolsa de valores. Se for conservador, melhor aplicar em renda fixa", explica. Mas como escolher entre as dezenas de siglas e nomes misteriosos sem pedir socorro para o solícito gerente? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Paschoarelli, você tem três alternativas: "Pergunte para um amigo isento, contrate um consultor financeiro ou compre um livro de finanças pessoais. Mas já adianto que a poupança raramente é um bom negócio", avisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Faça o listão do guarda-roupa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Saia para fazer compras de roupa tão preparada como quando se vai ao supermercado. Para não perder dinheiro comprando peças desnecessárias, liste o que falta no seu closet e vá à luta. "É preciso foco na hora de comprar, principalmente nas liquidações. Elaborar uma lista serve para economizar dinheiro e otimizar tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tente ir ao supermercado sem idéia do que comprar: você vai voltar para casa com um monte de coisas de que não precisava e sem o que faltava", explica a stylist Emanuela Carvalho. A lista de roupas pode ser elaborada aos poucos, sempre que você se lembrar de algo que não tem. "Outra técnica é fazer três listas: uma de curto prazo, com itens básicos, como camisetas brancas e lingeries, outra de médio prazo, que inclui peças boas de verão e de inverno, e uma de longo prazo, que é a lista dos sonhos, na qual entram o casaco ou o vestido de grife que você sempre quis", diz Emanuela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Ligue já&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Agora existem tantas opções no mundo das comunicações que a gente acaba arrancando os cabelos e usando o celular quase 100% do tempo. "Para economizar, o melhor é optar por um serviço com &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; VOIP (Comunicação de Voz Entre Computadores), como o Skype. Com esse tipo de comunicador, uma ligação entre duas pessoas conectadas ao Skype sai de graça, vinda e recebida de qualquer lugar do mundo. Outra vantagem é que você pode usar o Skype para ligar para um celular ou telefone fixo - dentro e fora do país - pagando o preço de uma ligação local", explica Samuel Possebon, jornalista . Outra idéia é você adotar um dos milhares de planos que as operadoras de telefonia oferecem. "Aquele que permite cadastrar vários números e falar com eles usando uma tarifa reduzida é uma boa opção. Mas preste atenção: as operadoras exigem um tempo de permanência mínimo e cobram multa caso você decida sair antes", explica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/xxaFKuGGkys" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 20:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52687</feedburner:origLink></item><item><title>O que fazer com a nova e com a velha poupança</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Nu3DkDSVK5g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A remuneração da poupança mudou e, com a perspectiva de uma queda da Selic para 8,5% em breve, é hora do investidor repensar sobre o que vai fazer com o dinheiro aplicado em renda fixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa revisão envolve decidir o que fazer com a quantia que já estava na poupança antes da mudança, as novas quantias poupadas, e se buscar mais rentabilidade será ou não uma prioridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o consultor financeiro Mauro Calil, gerente geral do Instituto Nacional dos Investidores (INI), quem já tinha dinheiro depositado na caderneta antes do dia 4 de maio de 2012 deve, de preferência, deixar tudo como está. A rentabilidade dessa aplicação está agora travada em 6,17% ao ano, rendimento que será considerável no dia em que a taxa Selic chegar a esse patamar ou menos, por mais que este dia demore a chegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto aos novos depósitos, feitos a partir do dia 4 de maio, cabe analisar mais de perto a melhor aplicação de acordo com o prazo e o objetivo. Agora, para cada cenário econômico, o investidor deverá comparar a poupança com outras aplicações, se quiser fazer bom proveito dos seus investimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem busca rentabilidade em aplicações muito conservadoras, a alternativa que é mais rentável em alguns cenários são as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), títulos públicos operados via Tesouro Direto. Também existem possibilidades em CDBs de grandes e médios bancos, dependendo do apetite por risco do aplicador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fundos DI agora perderam bastante a atratividade, a menos que tenham taxas realmente baixas, abaixo de 1,0% ao ano. Finalmente, para quem ainda crê numa queda maior de juros, existem papéis prefixados e atrelados à inflação, tanto públicos quanto privados.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Nu3DkDSVK5g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 17:48:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52678</feedburner:origLink></item><item><title>Os Vingadores ensinam finanças à criançada</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Vud5p-qk_b4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Hoje em dia, todo est&amp;iacute;mulo &amp;eacute; pouco para prender a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das crian&amp;ccedil;as. Por isso, uma ideia de um gibi de super-her&amp;oacute;is pode ajudar bastante os pais na &amp;quot;tarefa &amp;aacute;rdua&amp;quot; de apresentar aos filhos alguns conceitos b&amp;aacute;sicos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira. Para testar o m&amp;eacute;todo, o gibi &amp;quot;Os Vingadores: Salvando o Dia&amp;rdquo;, elaborado pela Marvel Comics e a Visa Inc, pode ser baixado gratuitamente no site da Marvel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A historinha come&amp;ccedil;a com um Homem Aranha um pouco confuso, que pede ajuda aos Vingadores para comprar um bom presente para sua tia: &amp;ldquo;Se quiser dar algo realmente grande de presente para a sua tia voc&amp;ecirc; sempre pode abrir uma poupan&amp;ccedil;a ou fazer um investimento. As duas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pagariam juros, &amp;eacute; como fazer aumentar seu dinheiro&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio a ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es chamativas, os outros personagens continuam a passar considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es b&amp;aacute;sicas de finan&amp;ccedil;as, como a import&amp;acirc;ncia de controlar um or&amp;ccedil;amento e reservar parte das economias para uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emerg&amp;ecirc;ncia e como fazer um planejamento financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gibi educativo foi criado por uma equipe com bastante experi&amp;ecirc;ncia em hist&amp;oacute;rias em quadrinhos da Marvel, composta pelo escritor James Asmus (Generation Hope), Andrea Di Vito (Avengers Academy) e Tom Grummett.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 16 p&amp;aacute;ginas faz parte do programa de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira da Visa e est&amp;aacute; sendo lan&amp;ccedil;ada em v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses. Ela est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel em &amp;aacute;rabe, bahasa Indon&amp;eacute;sia (Malaio), chin&amp;ecirc;s, ingl&amp;ecirc;s, franc&amp;ecirc;s, portugu&amp;ecirc;s, russo e espanhol.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Vud5p-qk_b4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>09/05/2012 00:00:00 17:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52677</feedburner:origLink></item><item><title>Caixa amplia financiamento do turismo interno</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/P_Be6M6cXME/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Caixa Econ&amp;ocirc;mica Federal concedeu mais de R$ 2,5 bilh&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;ditos para empresas de &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, de janeiro a agosto deste ano. O banco estatal &amp;eacute; o que mais investe no setor, com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quase 63% de todos os recursos negociados com empresas de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi dada pelo vice-presidente de Pessoa F&amp;iacute;sica da Caixa, F&amp;aacute;bio Lenza, ao anunciar que a estimativa &amp;eacute; que a Caixa empreste at&amp;eacute; R$ 3,8 bilh&amp;otilde;es ao setor neste ano. Ser&amp;aacute;, portanto, um aumento de 27,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos R$ 2,98 bilh&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;ditos para o &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a Caixa, o total aplicado at&amp;eacute; agora d&amp;aacute; uma m&amp;eacute;dia mensal de R$ 312,5 milh&amp;otilde;es, o que equivale a expans&amp;atilde;o de 25,84% sobre a m&amp;eacute;dia mensal de R$ 248,33 milh&amp;otilde;es do ano passado. Lenza diz que a m&amp;eacute;dia deve aumentar ainda mais at&amp;eacute; o final do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bom resultado obtido pela Caixa no segmento tur&amp;iacute;stico &amp;eacute; fruto de um trabalho iniciado em 2003, quando o banco definiu que o &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; seria um de seus nichos estrat&amp;eacute;gicos, identificou as peculiaridades e necessidades do setor, criou linhas de cr&amp;eacute;dito para atender as necessidades de capital de giro das empresas e passou a atuar em parceria com o Minist&amp;eacute;rio do Turismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lenza lembrou que as aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Caixa est&amp;atilde;o voltadas tamb&amp;eacute;m para o atendimento das necessidades da pessoa f&amp;iacute;sica, que pode financiar pacotes de viagens at&amp;eacute; R$ 10 mil, parcelados at&amp;eacute; 24 meses. Ele disse que TAM, CVC e Turismo Carrefour tamb&amp;eacute;m firmaram parcerias para financiar pacotes a pessoas f&amp;iacute;sicas, correntistas ou n&amp;atilde;o da Caixa, diretamente em suas lojas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expectativa do vice-presidente de Pessoa F&amp;iacute;sica &amp;eacute; que a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Caixa no segmento de &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; seja ainda maior nos pr&amp;oacute;ximos meses, uma vez que as empresas do setor come&amp;ccedil;am a se preparar para receber os turistas que vir&amp;atilde;o para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimp&amp;iacute;adas de 2016. Al&amp;eacute;m disso, a Caixa tem linhas espec&amp;iacute;ficas para financiamento direto do pr&amp;oacute;prio turista.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/P_Be6M6cXME" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>07/05/2012 00:00:00 16:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52623</feedburner:origLink></item><item><title>Use as moedas a favor do seu bolso</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/quuKeL4ueOI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você usa as moedas que recebe de troco para fazer pagamentos de valores quebrados? Ou as esquece sobre os móveis de casa, em cinzeiros ou potinhos? Nesta semana, o Banco Central divulgou que atualmente 27% do dinheiro brasileiro em metal está parado, o equivalente a 5,134 bilhões de moedas fora de circulação. O diretor de Administração do BC, Altamir Lopes, disse que aproximadamente 5% de todas as moedas produzidas anualmente estão depositadas em cofrinhos ou simplesmente foram esquecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós perguntamos a dois especialistas em finanças como fazer as moedas circular pode ser útil tanto para os adultos que simplesmente as deixam estacionadas, quanto para as crianças que não as tiram de seus porquinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No livro &amp;ldquo;A Receita do Bolo&amp;rdquo;, o consultor financeiro e gerente geral do Instituto Nacional de Investidores (INI), Mauro Calil, mostra como pequenas economias podem fazer uma grande diferença no bolso a longo prazo. Simplificadamente, é a ideia de que a cada cafezinho denecessário economizado, uma pessoa pode deixar de gastar milhares de reais ao longo dos anos. No caso das moedas, o princípio também vale e até é mais fácil de ser aplicado. Você não precisa deixar de tomar seu café, basta apenas raciocinar um pouco antes de dizer não ao troco, ou de esquecer uma moeda na gaveta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Se falarmos em 10 centavos por dia, vezes 365 dias, estamos falando de 36,50 reais, o que dá meio tanque de gasolina. Se fizermos a comparação com uma moeda maior, como a de 25 centavos, em um ano são 91,25 reais e aí eu pergunto: &amp;lsquo;Você quer ter noventa reais a mais hoje?&amp;rsquo; &amp;lsquo;Quero&amp;rsquo;. Pois é, se você tivesse prestado atenção nessas pequenas economias, você poderia ter isso hoje&amp;rdquo;, explica Calil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ele, quem tem mais dinheiro costuma desprezar menos as pequenas quantias e acaba tratando o dinheiro com mais respeito. &amp;ldquo;Dois amigos meus muito ricos estavam se preparando para passear de iate e perceberam que uma senhora não conseguia dar a partida na BMW dela. Os dois resolveram ajudá-la e ela deu 20 reais como agradecimento. Um deles aceitou e o outro ficou um pouco surpreso, então ele disse: &amp;lsquo;Vamos tomar uma cerveja com esse dinheiro&amp;rsquo;. Logo em seguida, o mesmo amigo que aceitou os 20 reais foi encher o tanque do iate e gastou 20.000 reais. A pessoa rica parece ter mais respeito pelo dinheiro. Um centavo não resolve nada, 20.000 reais resolve, mas acontece que 20.000 não ficam dando sopa na gaveta&amp;rdquo;, brinca o consultor.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porquinho&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Do outro lado da relação brasileiro-moeda estão os cofrinhos, uma das principais opções das crianças na hora de guardar dinheiro. Sobre este suposto culpado pelo sumiço das moedas, o diretor de Administração do Banco Central fez a seguinte declaração: "O cofrinho é um instrumento importantíssimo para a educação financeira, é uma das primeiras noções econômicas para passar aos filhos. Mas também é importante que os pais passem o dinheiro para o banco e o depositem de tempos em tempos".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mas aí vem a dúvida:&lt;/strong&gt; a partir de qual idade a criança já está preparada para avançar da realidade do cofrinho para a dos bancos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Eu acho que para ela saber lidar com a noção do dinheiro em banco, do valor abstrato do dinheiro, ela tem que ter por volta de 10, 11 anos. O dinheiro é um conceito complicado, mas desde quando a criança é alfabetizada, os pais podem levá-la ao banco e dizer que aquele dinheiro que está lá guardado vai aumentar um pouquinho a cada mês, porque é o preço que o banco paga pelo empréstimo que você fez a ele&amp;rdquo;, esclarece Celina Macedo, psicóloga e autora do livro &amp;ldquo;Filhos: Seu Melhor Investimento&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra opção que pode ajudar tanto o Banco Central quanto o seu filho é a troca das moedas por cédulas. Celina explica que é importante ensinar a criança a poupar, mas também a gastar. &amp;ldquo;É bom que a criança aprenda a poupar, e o cofrinho é uma boa opção para isso, mas os pais devem ensinar que ela tem que aprender também a gastar. Eles ensinam a criança a ter uma meta de valor a ser atingido para comprar algo que elas queiram, como será no futuro com viagens, carros, e depois devem ajudá-la a trocar por dinheiro para que ela compre o que ela queria. Afinal, ela não pode também ficar a vida inteira com cofrinhos&amp;rdquo;, pondera Celina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/quuKeL4ueOI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>07/05/2012 00:00:00 16:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52622</feedburner:origLink></item><item><title>O que muda na sua vida com a nova poupança</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/yF4vfO8dTiY/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Nesta sexta-feira entram em vigor as novas regras da poupança, que estabelecem uma remuneração atrelada à Selic para os novos depósitos em poupança sempre que a taxa básica de juros for igual ou inferior a 8,5% ao ano. Mas de que maneira isso vai mudar a vida do investidor? Veja, a seguir, como ficam seus investimentos a partir de agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1. O que mudou na rentabilidade da poupança?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os depósitos feitos a partir de hoje terão duas regras de remuneração: quando a Selic estiver acima de 8,5% ao ano, permanece a remuneração antiga, de 6% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Sempre que a Selic estiver igual ou inferior a 8,5%, a remuneração passa a ser de 70% da Selic, mais TR. Entenda melhor o funcionamento da Selic.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Todo mundo vai se enquadrar na nova regra?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Estarão sujeitos às novas regras os depósitos feitos a partir de hoje, e somente eles. Ou seja, para quem já tinha dinheiro depositado na poupança até o dia 3 de maio, a nova regra só vai valer para os depósitos que caírem na conta a partir do dia 4; o dinheiro que já estava lá vai continuar a ser remunerado pela regra antiga enquanto permanecer na poupança. Isso significa que, mesmo se a Selic chegar a 3% ao ano, quem ainda tiver &amp;ldquo;dinheiro antigo&amp;rdquo; depositado vai ter essa quantia remunerada a 6% ao ano mais TR. Quem abrir uma conta poupança a partir desta sexta, porém, terá todo o seu dinheiro enquadrado na nova regra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. O que muda hoje, na prática?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nada. Como a Selic ainda está em 9% ao ano, permanece a remuneração de 6% ao ano mais TR para os depósitos novos, assim como para o dinheiro antigo. Apenas se e quando a Selic chegar a 8,5% ao ano ou menos é que os depósitos feitos a partir de 4 de maio estarão sujeitos à nova remuneração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. E o que acontece se, depois de cair, a Selic voltar a ficar acima de 8,5% ao ano?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nesse caso, mesmo os depósitos feitos a partir desta sexta voltarão a ser remunerados pela regra antiga: 6% ao ano mais TR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Eu vou precisar ter duas contas poupança a partir de agora?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não. Seus novos depósitos poderão ser feitos na mesma conta que você já tinha, e lá eles vão permancer. A diferença vai se dar apenas na hora da remuneração: depósitos novos se enquadram na nova regra e dinheiro &amp;ldquo;antigo&amp;rdquo; permanece com a regra anterior, sempre que a Selic estiver igual ou inferior a 8,5% ao ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6. A poupança ficou mais ou menos vantajosa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em comparação a outras aplicações de renda fixa ligadas ao CDI &amp;ndash; CDBs, Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) e fundos DI &amp;ndash; a poupança fica mais vantajosa no curto prazo (até um ano) e menos vantajosa no longo prazo (mais de um ano de aplicação). Se a taxa de juros chegar a patamares bem baixos &amp;ndash; algo como 5% ao ano ou menos &amp;ndash; aí a poupança volta a recuperar atratividade, tanto no curto quanto no longo prazo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7. As novas regras da poupança ameaçam matar CDBs e fundos DI?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mais ou menos. Quando a taxa de juros estiver igual ou inferior a 8,5% ao ano, fuja dos fundos DI com taxas altas &amp;ndash; acima de 1,0% ao ano &amp;ndash; e de CDBs que paguem menos do que 90% do CDI. Ainda assim, para aplicações de até um ano, mesmo quando a poupança for mais desvantajosa a diferença de rentabilidade será pequena. Pode ser que, para o investidor, valha mais a pena manter o dinheiro na caderneta, por sua praticidade e isenção de IR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, para o pequeno investidor, os CDBs oferecidos costumam ter remuneração baixa nos grandes bancos, e os fundos DI costumam ser caros. A tendência é que após a medida do governo, os fundos DI reduzam suas taxas de administração, e que os grandes bancos passem a oferecer CDBs que remunerem um percentual maior do CDI. A conferir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8. Quais serão as melhores opções entre os investimentos indexados à Selic quando a taxa de juros estiver igual ou inferior a 8,5% ao ano?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tanto no curto quanto no longo prazo, as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) &amp;ndash; títulos públicos pós-fixados &amp;ndash; são boas pedidas para ter uma remuneração um pouco maior do que a da poupança e com nível semelhante de segurança. Elas podem ser operadas peloTesouro Direto, e por serem títulos de dívida pública, são os papéis mais conservadores e seguros que existem no mercado. Mas atenção: para que o investimento se mantenha vantajoso, prefira operar o Tesouro Direto por meio de corretoras que não cobrem taxa de administração. Atualmente quatro corretoras isentam o cliente dessa cobrança: Banif, Título/Easynvest, Spinelli e Socopa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, seus únicos custos serão a taxa de custódia de 0,3% ao ano, mais a taxa de 0,1% a cada negociação.&lt;br /&gt;
Se você encontrar um fundo DI com taxa de administração realmente baixa, algo como 0,5% ao ano ou menos, é possível bater poupança. Os fundos DI também são bastante seguros, pois investem em LFTs. Mas é claro que você estará pagando a mais para fazer algo que pode fazer por conta própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra opção, de risco um pouco maior, são os CDBs oferecidos por bancos médios, que pagam 100% do CDI mesmo no curto prazo e com liquidez diária. Para investimentos de até 70.000 reais por CPF, por instituição financeira, a segurança é a mesma da poupança, pois existe garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Mas não aplique mais do que essa quantia em seu nome em um mesmo banco, pois o risco de crédito passa a ser alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para prazos mais longos, de dois ou três anos, mesmo bancos grandes oferecem 100% do CDI em CDBs. Os bancos médios, por sua vez, oferecem mais de 100% do CDI em CDBs de longo prazo. Mas tais remunerações só são atingidas se o dinheiro permanecer aplicado até o fim do prazo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;9. E se a Selic cair demais, para onde eu vou?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As demais aplicações de renda fixa pós-fixadas e com liquidez de poupança só serão eventualmente mais vantajosas enquanto a Selic permanecer em patamares considerados mais factíveis por ora, como 8,5%, 8,0%, chegando talvez até a 7,0% ao ano. À medida que a Selic cair, a diferença entre a remuneração da poupança e o rendimento das demais aplicações financeiras vai ficando cada vez menor. Se a taxa básica de juros chegar a algo como 4,0% ou menos, a poupança, pela nova remuneração, volta a ser mais atrativa que quase todas as demais aplicações conservadoras e pós-fixadas. A exceção poderá ficar por conta dos CDBs que remunerem acima de 90% do CDI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/yF4vfO8dTiY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52528</feedburner:origLink></item><item><title>SAQUES DA POUPANÇA SERÃO DEBITADOS PRIMEIRO DOS DEPÓSITOS MAIS RECENTES</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/20udE0KDMsc/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Medida Provisória 567, que altera a fórmula de cálculo do rendimentodos depósitos da caderneta depoupança a partir desta sexta-feira (04/05), estabelece que os saques serão debitados, inicialmente, dosaldo dos depósitos efetuados a partir de 4 de maio de 2012. Somente após o esgotamento desses depósitos é que o saque passará a ser feito dos saldos das poupanças antigas. Caso não concorde com este critério, determina a MP, o poupador pode fazer uma manifestação formal ao banco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As instituições financeiras estão obrigadas a segregar, do saldo dos depósitos de poupança efetuados a partir desta sexta-feira, o saldo dos depósitos de poupança anterior àquela data. Os demonstrativos de movimentação da conta de poupança terão de mostrar "de modo claro, preciso e de fácil entendimento", os saldos separadamente. O primeiro demonstrativo deverá ser enviado ao cliente em até 30 dias contados a partir desta sexta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Banco Central, diz a MP, poderá solicitar aos bancos informações sobre o procedimento adotado no cálculo da remuneração das cadernetas de poupança e sobre a evolução dos saldos. Pela nova regra de remuneração, o dinheiro depositado na poupança será corrigido mensalmente pelo equivalente a 70% da taxa básica de juros (Selic) mais a variação da Taxa Referencial (TR) sempre que a Selic estiver em 8,50% ao ano ou em patamar inferior a esse. Se a taxa estiver acima de 8,5% ao ano o rendimento continuará sendo o atual, de 0,5% ao mês mais a variação da TR. A mudança não afetará as poupanças com depósitos feitos até a quinta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/20udE0KDMsc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52527</feedburner:origLink></item><item><title>Qual a melhor forma de negociar mais de uma dívida?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/6eynmnweyxU/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;Dúvida do internauta:&lt;/strong&gt; Devo no banco cartão de crédito, cheque especial e empréstimos. Gostaria de saber se devo negociar individualmente ou se negocio todas as dívidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Resposta de Anísio Castelo Branco*:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Negociar suas dívidas individualmente ou em conjunto, além de ser uma opção sua, é um direito garantido pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Porém, o banco tem a opção de aceitar ou de negar uma proposta de negociação. Ou seja, o banco não é obrigado a negociar com nenhum cliente, a não ser que exista alguma irregularidade na operação contratada com a instituição financeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Independentemente de qual seja sua opção (individual ou em conjunto), para uma negociação cabem algumas dicas, a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Cartão de crédito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Junte todas as faturas a partir do momento em que você começou a ter problemas com o pagamento;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Some todos os juros cobrados pelo cartão no período analisado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Vamos supor que a soma dos juros seja igual a 3.000 reais. Neste caso, solicite 80% de desconto nos juros (3.000 x 80% = 2.400), desconte este valor da sua dívida total e negocie a partir deste número.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Cheque especial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Junte todos os extratos a partir do momento em que você começou a entrar do limite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Some todos os juros cobrados no período analisado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Vamos supor que os juros somados cheguem a 3.000. Neste caso, solicite 80% de desconto nos juros (3.000 x 80% = 2.400), desconte este valor da sua dívida total e negocie a partir deste número.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3. Empréstimos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Neste caso, o importante é saber o saldo devedor correto para quitação. Cuidado, pois o banco pode não fazer corretamente este cálculo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;Anísio Castelo Branco é presidente do Instituto Brasileiro de Finanças, Perícias e Cálculos (Ibrafin), autor do livro &amp;ldquo;Matemática Financeira Aplicada&amp;rdquo; e professor do SENAC e do MBA de Controladoria e Finanças da PUC-SP&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/6eynmnweyxU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 12:46:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52458</feedburner:origLink></item><item><title>Mirae lança home broker para Android</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/l73ZmfM1tyg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Depois de lançar no começo de abril o aplicativo de home broker para iPhone, a corretora Mirae Asset lança este mês a versão do aplicativo para Android. Junto com o lançamento do serviço, a corretora oferece uma promoção de corretagem para mobile ilimitada durante um ano por 99 reais por mês aos 3.000 primeiros clientes interessados. E, ao entrar na promoção, estes clientes ainda ganham um celular Samsung Galaxy Note.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;Acreditamos que a quantidade de usuários do home broker móvel dobre em um ano, já que a ferramenta surgiu exatamente devido a sugestões de nossos clientes&amp;rdquo;, diz Luana Mancera, coordenadora de home broker da Mirae.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por meio do aplicativo, é possível comprar e vender ações, opções, fazer a custódia da carteira, acompanhar ordens no Livro de Ofertas e monitorar as variações do mercado. Além disso, também é possível acessar as informações sobre os fundos que a Mirae distribui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para participar da promoção, o interessado deve se cadastrar na corretora e realizar um depósito de 1.200 reais entre os dias 2 de maio e 30 de junho. O acesso ao aplicativo é gratuito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informações sobre como fazer o cadastro na corretora podem ser encontradas no site ou pelo telefone (11) 2789-2000.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/l73ZmfM1tyg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 12:45:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52457</feedburner:origLink></item><item><title>10 segredos para guardar dinheiro todos os meses</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/gz__d2PSKJA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Você vive no vermelho e não consegue juntar um tostão para realizar seus sonhos? Leia já essas 10 dicas que vão ajudar você a poupar dinheiros todos os meses.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
1. Coloque os gastos no papel. O primeiro passo é saber exatamente para onde vai o dinheiro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
2. Corte os custos supérfluos de modo que tenha uma folga para aplicar ou pagar dívidas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
3. Defina quanto quer poupar e aplique assim que receber. Se deixar para guardar o que sobra, nunca vai começar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
4. Tenha objetivos. Eles são o estímulo para manter a disciplina financeira.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
5. Compre à vista sempre que possível. E peça desconto, você tem direito.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
6. Pesquise preços, especialmente quando se trata de uma compra de valor alto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
7. Fuja ao máximo do cheque especial. Os juros são exorbitantes!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
8. Cuidado com os pequenos gastos. Eles arrasam seu orçamento sem que você perceba. Um cafezinho aqui, uma bijuteria acolá parecem inofensivos, mas, somados, podem significar um bom dinheiro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
9. Não espere ter um aumento de salário para investir. O segredo é adaptar seu padrão de vida àquilo que recebe.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
10. Reserve algum dinheiro para diversão. Mas procure alternativas de lazer mais em conta - uma pizza com os amigos em casa pode ser tão divertido quanto ir ao restaurante. E sai bem mais barato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/gz__d2PSKJA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 12:44:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52456</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/wFBgC7snaWE/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/wFBgC7snaWE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Declaração atrasada e retificação já podem ser entregues</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/dYyVP16Hv8Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quem precisa fazer a retificação da declaração de IR ou entregar a declaração atrasada já pode fazê-lo. O programa para fazer a Declaração de Ajuste Anual, o mesmo utilizado para as retificações, está novamente disponível no site da Receita Federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem entregar a declaração a partir de hoje terá de pagar multa que varia de 165,74 reais a 20% do Imposto de Renda devido. Até ser quitado, o imposto aumenta em 1% ao mês. Quem não tem imposto a pagar, deverá apenas 165,74 reais. O pagamento deve ser efetuado em 45 dias a partir da entrega da declaração. Depois desse período, o montante ainda estará sujeito à incidência de juros de mora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após concluída e enviada a declaração, o contribuinte vai imprimir o Darf para o pagamento da multa e do imposto. Quem não tiver imposto a pagar terá a multa descontada da restituição. Mas quem tiver de quitar débitos com a Receita deve correr: a primeira cota ou cota única do IR venceu também no dia 30, e a multa para imposto atrasado é de 0,33% ao dia, também limitada a 20% do IR pendente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Retificações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Já aqueles que precisarem apenas corrigir a declaração já entregue &amp;ndash; seja porque faltaram informações, seja porque foram declaradas informações incorretas &amp;ndash; devem apenas responder &amp;ldquo;sim&amp;rdquo; à pergunta &amp;ldquo;Esta declaração é retificadora?&amp;rdquo;, no mesmo programa da Declaração de Ajuste Anual. Em seguida, é preciso informar o número do recibo da declaração a ser retificada para conseguir fazer as alterações necessárias e enviar novamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível fazer esse procedimento com declarações entregues há até cinco anos. Esse procedimento é importante porque erros do passado podem prejudicar a sua declaração atual e levá-la à malha fina. Quem fizer a retificação agora só não poderá alterar o modelo da declaração, de simplificada para completa ou vice-versa. Quem tiver retificações para fazer deve se apressar, pois depois que a declaração cai na malha fina não é mais possível corrigi-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/dYyVP16Hv8Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:35:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52405</feedburner:origLink></item><item><title>Mudança na poupança seria positiva, segundo Febraban</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/m3XooYkWNSI/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Um possível movimento do governo para alterar a remuneração da caderneta de poupança seria bem-vindo, segundo Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban. &amp;ldquo;Na medida em que as taxas de juros diminuem é razoável remover algumas regras antigas, de um período de inflação mais alta&amp;rdquo;, afirmou Sardenberg em coletiva de imprensa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Febraban prevê que a Selic, a taxa básica de juros, caia dos atuais 9,0% para 8,5% até o final do ano &amp;ndash; com quedas de 0,25 ponto percentual nas duas próximas reuniões do Copom. Com essa taxa, a poupança pode funcionar como um obstáculo, segundo o economista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, o cálculo dos rendimentos de poupança é feito com base na remuneração básica (Taxa Referencial) mais 0,5 ponto percentual ao mês. A poupança não recolhe imposto de renda sobre os rendimentos e é livre da taxa de administração cobrada pelos bancos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esse modelo, as quedas na Selic tornam a poupança mais atrativa para os investidores, em detrimento da renda variável &amp;ndash; o que significa que o investidor fica sem incentivos para investir na dívida do governo ou dos bancos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as possibilidades de mudança que o governo deve avaliar, estão atrelar o rendimento da poupança à variação da taxa básica de juros ou cobrar imposto de renda sobre a poupança, segundo a Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade. Atrelar o rendimento a um percentual da Selic poderia ser uma boa alternativa, segundo Sardenberg. &amp;ldquo;Remove a rigidez e é uma medida simples&amp;rdquo;, disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Federação não comenta as pressões do governo para que os bancos privados reduzam os juros cobrados a consumidores.&lt;br /&gt;
A Febraban apresentou hoje sua Pesquisa de projeções macroeconômicas e expectativas de mercado para 2012-2013.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/m3XooYkWNSI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:34:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52404</feedburner:origLink></item><item><title>ORGANIZE SUA VIDA PROFISSIONAL E FINANCEIRA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/RiSYHK3tY3w/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Muita gente tem dificuldade em organizar as coisas. São pessoas que vivem cercadas de pilhas de papel, e sempre têm alguma coisa inacabada para fazer. Normalmente perdem prazos e compromissos profissionais e, com frequência, se atrapalham também na gestão de suas finanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você se identifica com a descrição acima, tenha calma. Nem tudo está perdido. A primeira lição é saber que organização é uma habilidade que pode ser desenvolvida por qualquer um. Assim como exercícios físicos desenvolvem os músculos, existem certos exercícios que desenvolvem sua capacidade de se organizar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ESTABELEÇA METAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O primeiro passo para se organizar - e talvez o mais difícil - é traçar metas para sua vida profissional. Você precisa se investigar internamente e definir o que espera conseguir a longo prazo, e ter estas metas bem claras. Se possível, por escrito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma boa dica é não cair na armadilha de traçar apenas metas materiais. Todo mundo quer um aumento para comprar um carro novo, mas este não é um objetivo para toda a vida. Objetivos para a vida devem envolver valores que podem ser mudanças de atitudes que te levarão a uma promoção, por exemplo. Lembre-se também de repensar estas metas de tempos em tempos. Nossos valores e objetivos mudam e você deve rever se aquelas metas ainda continuam válidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo é algo muito poderoso. Escorre pelos dedos e, se não o controlamos, ele vai embora e não volta mais. Tenho certeza de que conhece alguém que faz milhares de coisas que você pensa não ter tempo para fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós temos as mesmas 24 horas por dia à disposição. A diferença é a forma como as utilizamos. Para algumas pessoas, fazer esta organização da administração do tempo é fácil e automático, mas se você não é membro deste grupo, então uma agenda pode ajudar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo como pano de fundo suas metas de vida, analise os compromissos que surgirem para você, dividindo-os em "importantes", "desejáveis" e "supérfluos". Use esta classificação para incluir ou não tarefas em sua agenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dica: anote na agenda tudo o que você se comprometeu a fazer. O segredo é pensar muito bem antes de incluir uma nova tarefa, mas depois de feito, concentre-se em cumprir seu planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenha medo de dispensar compromissos profissionais que não pode ou não quer assumir. Seja transparente e recuse com educação. Com o tempo as pessoas vão reconhecer isto como uma qualidade sua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, por último, lembre-se também de deixar algum tempo livre para o seu lazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GUARDE SOMENTE O ESSENCIAL&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Nós passamos a vida juntando um monte de documento e informações que, em um momento nos pareceram interessantes guardar. No entanto, depois de alguns meses - ou anos - armazenar esse material acaba ficando desnecessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que certas coisas não podemos jogar fora, e você deve ser responsável e cuidadoso com estas. Mas é preciso cuidado. Guarde apenas aquilo que for realmente necessário - pense muito bem nesta definição. E procure soluções práticas para organizar este arquivo. Caixas e pastas são boas opções para manter seus documentos organizados e de fácil recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segredo aqui é ter um método para o arquivamento. Você pode escolher guardar todas as coisas de um determinado mês em um mesmo lugar, ou pode preferir guardar coisas em comum juntas, como por exemplo, todas as faturas de cartão de crédito em uma única pasta, todas as contas em outra, etc. Defina qual o método com o qual você mais se adapta e monte seu arquivo. Se organizar papéis é uma tarefa chata para você, experimente fazer isto simultaneamente com algo que gosta, como por exemplo, ouvindo música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dica: de tempos em tempos reveja seu arquivo. Reorganize-o e analise o que já não precisa mais ser mantido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ADMINISTRE BEM AS FINANÇAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Cultive o hábito de sempre saber com o que você está gastando seu dinheiro. Monte uma tabela e anote tudo o que gasta - despesas pequenas ou grandes. Some todos os meses e acompanhe como você tem lidado com seu dinheiro. Tenha também uma tabela para controlar sua conta bancária e seu cartão de crédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira dica aqui é: você não deve gastar mais do que ganha, e não deve usar recursos como o limite do cheque especial ou o parcelamento da fatura do cartão de crédito para gastar mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda dica é que você se lembre das metas que definiu para sua vida e crie uma poupança para ajudar a conquistá-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TOME A INICIATIVA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em qualquer área de sua vida, exercite a proatividade. Não espere que as coisas aconteçam ao seu redor para depois reagir. Engaje-se nos projetos de sua família, de seus amigos ou de sua empresa. Se isso não estiver em sintonia com suas metas pessoais, então é a hora de começar a pensar em fazer novas amizades ou até mudar de emprego ou profissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se preocupe em estar certo o tempo todo. Isto dá muito trabalho. Preocupe-se antes em aprender com seus erros e em fazer parte da solução - e não do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/RiSYHK3tY3w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:31:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52403</feedburner:origLink></item><item><title>Os destinos dos brasileiros que buscam imóveis no exterior</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/financasnoticias/~3/Wxv3qCmV2cs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As famílias mais abastadas que procuram imóveis no exterior já não se limitam mais ao estado americano da Flórida, nem mesmo aos Estados Unidos. Outras cidades americanas, cidades caribenhas e vizinhas sul-americanas também entram no radar de quem busca uma segunda residência no exterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo dados da Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando, as localidades estrangeiras que mais vêm sendo buscadas pelo público brasileiro são Punta del Este, no Uruguai, Nova York, além das ilhas de Aruba e Saint Barths. A maioria busca uma segunda residência para veraneio ou para fazer negócios, ou mesmo aluguel para temporada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Punta del Este, Uruguai&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a Century 21, a procura de brasileiros por imóveis em Punta del Este cresceu 55% entre 2010 e 2011. A operação uruguaia da companhia começou em março deste ano. &amp;ldquo;O Uruguai tem benefícios tributários, além de fazer parte do Mercosul. É possível, por exemplo, fazer a transferência do capital a custos muito baixos&amp;rdquo;, explica Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros fatores de forte atração de brasileiros são a proximidade com o Brasil &amp;ndash; existem voos diretos para Punta &amp;ndash; e a existência de cassinos, uma vez que o jogo é legalizado no país. O metro quadrado de imóveis de alto padrão em Punta custa em média 4.000 dólares, mais ou menos o preço médio do metro quadrado na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Índice FipeZap de março. As localidades preferidas de quem busca uma segunda residência no local são La Barra, José Ignacio, Praya Brava, Bosque e Beverly Hills.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Nova York, Estados Unidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A cidade de Nova York teve um aumento de 21% nas buscas feitas por brasileiros de 2010 para 2011, por dois aspectos importantes: o de &lt;a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"&gt;&lt;strong&gt;turismo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e o de negócios, tanto para pessoas físicas, que vão passar temporadas na cidade a trabalho, quanto para empresas que buscam instalações para montar uma filial nos Estados Unidos. &amp;ldquo;Quatro empresas já fizeram negócio conosco este ano: uma de fundos imobiliários, uma de mercado de capitais e duas de serviços&amp;rdquo;, diz Ernani Assis. O preço do metro quadrado de imóveis residenciais de alto padrão na Grande Maçã, porém, é bem salgado: 13.000 dólares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Aruba&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Aruba é uma ilha caribenha que funciona como território autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. Houve uma alta de 15% nas buscas de brasileiros por imóveis à venda na região de 2010 para 2011. &amp;ldquo;É uma das ilhas com maior desenvolvimento econômico do Caribe, onde os brasileiros buscam um lugar mais exclusivo e confortável, porém a um preço médio razoável&amp;rdquo;, diz Ernani Assis. Também existe voo direto para Aruba, que conta ainda com cassinos legalizados, outro fator de atração de brasileiros. O metro quadrado médio dos imóveis de alto padrão custa 3.500 dólares, pouco mais do que o metro quadrado médio na cidade de São Paulo em abril, segundo o Índice FipeZap de março.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saint-Barths&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Também localizada no Caribe, a ilha de Saint-Barths tem um perfil um pouco diferente das demais localidades citadas por Ernani Assis. Houve um aumento de 15% na procura por imóveis na região de 2010 para 2011, mas a maioria desses brasileiros buscava propriedades para alugar para as férias ou para feriados. &amp;ldquo;Saint-Barths é onde os ricos e famosos passam férias, e dispõe de uma quantidade enorme de hotéis e mansões de luxo&amp;rdquo;, explica o CEO da Century 21 no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ilha de colonização primordialmente francesa tem apenas 21 quilômetros quadrados, o que resulta em imóveis muito caros por um lado, e um ar de refúgio e exclusividade por outro. &amp;ldquo;Saint-Barths tem um dos Réveillons mais nobres do mundo. Na virada do ano passado, alugamos 11 mansões para brasileiros. Uma delas custou 40.000 dólares para uma semana&amp;rdquo;, conta Assis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/financasnoticias/~4/Wxv3qCmV2cs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 12:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.portaleducacao.com.br/financas/financas/principal/noticia_view.asp?id=52316</feedburner:origLink></item></channel></rss>

