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<?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/rss2full.xsl" type="text/xsl" media="screen"?><?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css" type="text/css" media="screen"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Folha de Seu Paulo</title><link>http://www.folhadeseupaulo.com/search/label/Colunas</link><description>Um blog jornalístico, ou quase, com a difícil missão de mostrar os fatos mais relevantes de um ponto de vista bem humorado. Conta, além de notícias, com colunas, charges, vídeos e temas que vão de televisão à tecnologia. Tudo isso e mais um blogueiro nada sério.</description><language>en</language><managingEditor>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</managingEditor><lastBuildDate>Sat, 06 Sep 2008 10:07:31 -0500</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">44</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/folhadeseupaulo/colunas" type="application/rss+xml" /><item><title>Você tem medo de mudar?</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/371836767/voc-tem-medo-de-mudar.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 22 Aug 2008 01:19:41 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-6441213588586757991</guid><description>Esta semana, estive acompanhando as festividades de formatura de uma turma de Jornalismo, e com as mudanças naturais de fase, bate sempre aquele medo. Mas mudar sempre é necessário. A vietnamita &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kim_Phuc_Phan_Thi"&gt;Kim Phuc&lt;/a&gt;, o Povo Alemão, o Povo Brasileiro e o Presidente Lula não tiveram medo de mudar e superaram a opressão, a pobreza e se destacam no Mundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
 
Vejam o vídeo, com trilha sonora de Lenine:&lt;br&gt;&lt;br&gt;
 
&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="324"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ezQf4AkYNPA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ezQf4AkYNPA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="400" height="324"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e medrosa por natureza.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-08-22T03:19:41.508-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/08/voc-tem-medo-de-mudar.html</feedburner:origLink></item><item><title>Quando as máscaras se quebram</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/340785046/quando-as-mscaras-se-quebram.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 23:20:09 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-3488646374964947983</guid><description>&lt;i&gt;Uma aula do que não fazer no Jornalismo&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10" height="10" rowspan="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;img src="http://img509.imageshack.us/img509/33/glassss0.jpg" alt="glass" width="250" height="300" border="1" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt;Stephen Glass (Imagem: &lt;a href="http://www.salon.com/" target="_blank" class="linkmenu"&gt;Salon&lt;/a&gt;)&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;Um norte-americano que poderia muito bem ser professor de Jornalismo, ou melhor, do que não fazer em termos de Jornalismo, se chama Stephen Glass. Aos 36 anos, ele é advogado e comediante. Antes, ele era repórter da revista &lt;i&gt;New Republic&lt;/i&gt; e sua história é contada no filme &lt;i&gt;O Preço de uma Verdade&lt;/i&gt; (“Shattered Glass”, no título original, em inglês).&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Ele subiu rapidamente, escrevendo artigos para e revista quando ele tinha apenas 23 anos de idade. Glass foi empregado em tempo integral no periódico, mas ele também escreveu textos para revistas como &lt;i&gt;George&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Rolling Stone&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;Harper's&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Escândalo&lt;/b&gt; - Começaram a surgir as primeiras acusações, através de cartas à redação do &lt;i&gt;New Republic&lt;/i&gt;, no entanto, o editor, além de acreditar piamente no que Glass escrevia, exigia que os acusadores pedissem desculpas ao jornalista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O artigo que desvendou a carreira de “jornalista de ficção” de Stephen Glass foi sobre um garoto de 15 anos, que havia hackeado uma empresa e acabaria sendo convidado para integrar a corporação. O jovem, segundo a matéria, queria, além de um salário astronômico, uma viagem à Disney, assinatura de revistas masculinas e que estava sendo incrivelmente atendido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto... TUDO ERA MENTIRA, o garoto, a empresa, a história, e, acima de tudo, a carreira jornalística de alguém que acabara de quebrar a sua máscara de vidro (não por acaso, “glass” significa “vidro” em inglês).&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Um jornalista de uma revista concorrente, a &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt;, resolveu investigar essa história mais a fundo, depois de levar um “sonoro esporro” de seu editor por não ter descoberto uma história tão incrível e tão vendável.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O mais inacreditável de tudo isso é que Adam Penemberg, o jornalista que investigou, descobriu, entre outros dados, que além de tudo ser uma mentira deslavada, Stephen Glass ainda colocou o irmão nessa “aventura”, quando este criara o website da empresa supostamente hackeada pelo garoto de 15 anos. Glass ainda forjou números, anotações e cartões de visita, para mascarar suas mentiras.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Das 41 matérias que Stephen Glass escreveu para a &lt;i&gt;The New Republic&lt;/i&gt;, nada menos que 27 eram feitas com material falsificado... Com o escândalo, Glass foi demitido da publicação e deu adeus ao Jornalismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Glass hoje&lt;/b&gt; – Após sair da &lt;i&gt;The New Republic&lt;/i&gt;, Stephen Glass formou-se em Direito e mora em Los Angeles. Lançou o livro &lt;i&gt;The Faboulist&lt;/i&gt;, no qual se baseou o filme &lt;i&gt;O Preço de uma Verdade&lt;/i&gt; e hoje, além de ser advogado, Glass é um comediante e faz parte de um grupo chamado &lt;i&gt;Un-Cabaret&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="324"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nA4N9ex56jA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nA4N9ex56jA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="400" height="324"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Trailer do filme O Preço de uma Verdade (em inglês)&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Site do grupo de comédia Un-Cabaret:&lt;br&gt;
&lt;a href="http://www.uncabaret.com/" target="_blank"&gt;www.uncabaret.com&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e acha que a mentira tem perna curta.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-07-19T01:20:09.400-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/07/quando-as-mscaras-se-quebram.html</feedburner:origLink></item><item><title>O Jornalismo de cara limpa</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/326759103/o-jornalismo-de-cara-limpa.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><category>Humor</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Thu, 10 Jul 2008 15:51:06 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-214342763364623720</guid><description>&lt;i&gt;A história do periódico mais rebelde da Imprensa Brasileira&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A cara mais irreverente do Jornalismo Brasileiro tomou corpo em plena época de Ditadura Militar e mais ainda do Ato Institucional nº 5 (AI-5), que instituiu a Censura Prévia e o Recesso no Congresso Nacional. Trata-se do Pasquim, tablóide criado pelo cartunista Jaguar e pelos jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral (sim, o pai do atual governador fluminense).&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nomes como Millôr Fernandes e Ziraldo acabaram por integrar o grupo e a primeira edição foi lançada em 26 de junho de 1969. O nome “Pasquim” significa “jornal difamador” e foi escolhido justamente porque a redação sabia que o mínimo da crítica que o informe receberia era de que era um “pasquim”. De uma revista de comportamento (afinal o mundo vivia uma revolução sexual), O Pasquim tornou-se um tablóide político, à medida em que a ditadura ficava mais repressora no Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A tiragem inicial foi de 20 mil exemplares, chegando a 200 mil em seu auge, na década de 1970. Certamente, um dos momentos mais marcantes da revista foi o “Decreto Leila Diniz”, que após uma entrevista da atriz ao tablóide (recheada de palavrões e opiniões polêmicas na época), foi instituída a Censura Prévia no Brasil. O outro foi quando toda a redação (exceto Millôr Fernandes, que conseguiu escapar) foi presa em novembro de 1970. O motivo foi uma sátira ao quadro de Pedro Américo, "Independência".&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="324"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vfSX7zx9sfU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vfSX7zx9sfU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="400" height="324"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Documentário "O Pasquim - A Subversão do Humor", da TV Câmara&lt;br&gt;
Vídeo completo &lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/default.asp?selecao=MAT&amp;Materia=17536" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Bancas de jornais que “ousassem” vender O Pasquim eram ameaçadas e algumas chegaram a sofrer atentados a bomba. O periódico ainda sobreviveu à redemocratização e sua última edição circulou em 1991. O Pasquim ainda teve alguns ensaios de retorno, como a revista Bundas, que satirizava a revista Caras, e o Pasquim21.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Entre os nomes de colaboradores do Pasquim estão Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Gláuber Rocha e os atuais “cassetas” Hubert e Reinaldo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Leia &lt;a href="http://www.ziraldo.com/leitura/piadas2.htm" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; algumas piadas do Pasquim.

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista era fã do Pasquim.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Seo Paulo é o chefe mais bonzinho do mundo. Daqueles que não dão esporro. Daqueles que têm toda paciência de reler seu trabalho e dar opiniões que deixam o texto sensacional. Daqueles que observam a gente chegando atrasado e sorriem porque entendem. Seo Paulo devia era ser meu chefe na vida real.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas Seo Paulo não é, infelizmente. Meu chefe de verdade cobra muito. Meu chefe de verdade me deu três meses pra fazer um bom trabalho ou é rua. E eu tenho outros chefes, também. A família que chegou ao Rio semana passada. O diretor de criação da faculdade, que está cobrando um trabalho complicado. O corretor que me mostra apartamentos, o dono do apartamento pro qual me mudei e o dono do apartamento do qual eu sai também cobram muito. Nem todo mundo é igual ao Seo Paulo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Então é essa a minha justificativa pra não estar atualizando a coluna com a freqüência que eu gostaria. Acreditem, estou muito, muito corrida e nem meu blog pessoal tenho atualizado. Mas eu sei que vocês entendem. E se não entenderem, sei que Seo Paulo entende.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas pra não deixar vocês sem atualizações, vou falar hoje rapidinho sobre o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_de_Publicidade_de_Cannes" target="_blank"&gt;Festival de Cannes&lt;/a&gt;, que está acontecendo em Cannes, na França. É nada menos que o maior e mais badalado festival do mundo e seu prêmio máximo são os Leões – Titanium, Ouro, Prata e Bronze.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O Brasil tem se saído bem neste festival. O Brasil está liderando a categoria Press – ou impressa, com 14 leões (França vem atrás com 10). Sim, são muitas categorias e na próxima coluna o festival já terá acabado e eu poderei falar direitinho sobre ele, com todos os detalhes e fofocas. Promessa heim! Mas por enquanto vocês ficam com a campanha impressa que ganhou Ouro, da brilhante Almap. (clique nas imagens para ampliar)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;a href="http://img241.imageshack.us/img241/2118/cherl3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img510.imageshack.us/img510/4272/thumbchekl5.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;a href="http://img241.imageshack.us/img241/1408/gibbonnz5.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img241.imageshack.us/img241/2874/thumbgibbonad0.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;a href="http://img241.imageshack.us/img241/4863/kafkaux2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img149.imageshack.us/img149/2866/thumbkafkayc5.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Agora deixa eu correr porque tenho &lt;i&gt;job&lt;/i&gt; pra matar até meio dia. E não é Seo Paulo quem tá me olhando da mesa do chefe. &lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária, só tem dormido 5 horas por dia e está tomando Dorflex pra dor nas costas de tanto carregar mala.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-24T23:53:38.337-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/06/correndo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Futebol, mídia e preconceito</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/311221473/futebol-mdia-e-preconceito.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Esportes</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Tue, 24 Jun 2008 22:09:18 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-4032576333077267063</guid><description>&lt;i&gt;Porque a mídia do “Sul Maravilha” engole seco o futebol pernambucano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O Sport é o campeão da Copa do Brasil e pelo visto isso não agrada nem um pouco a imprensa brasileira, ou melhor, imprensa sulista. A mesma imprensa não perde a oportunidade de “detonar” o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o estadista que mais olhou para o Nordeste, nem de enfatizar os inúmeros problemas (infelizmente reais) que tem a região.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Enquanto isso, o mesmo preconceito conseguiu prejudicar o Clube Náutico Capibaribe, que por causa da pressão de um atleta com &lt;a href="http://www.dpnet.com.br/esportes/nota.asp?materia=200861183434" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;atitudes anti-desportivas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, acabou severamente prejudicado e deve perder o mando de campo em três partidas. Inclusive, dois dos três jogos não serão nem no Recife, talvez sendo em Caruaru.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O que dói, muitas vezes, são paraibanos, alagoanos, cearenses, piauienses, que acabam torcendo para os times da moda, os times da mídia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Esta semana recebi de várias pessoas por e-mail esse texto e achei fantástico, pois sintetiza bem porque se torce tanto o nariz para o futebol pernambucano. Podem falar o quanto quiser, mas em Pernambuco (ao contrário de estados vizinhos), Corinthians, Botafogo, Flamengo, Palmeiras e companhia NÃO TÊM VEZ AQUI!!!&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Segue o texto de Marcelo Carneiro Leão:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;UM PAÍS DE CAOLHOS&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Um OLHO vê o portão do vestiário dos aflitos fechado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O OUTRO OLHO é cego para enxergar o portal fechado em São Januário, que impediu o Sport Recife de aquecer no gramado, tendo que fazê-lo dentro de um vestiário com cheiro de cola de sapateiro e de tinta de parede.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Um OLHO arregala-se para ouvir a referência de caráter Wanderley Luxemburgo dizer que teve dificuldades para chegar à ilha, e que a comida de um Hotel 5 estrelas fez mal aos seus jogadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O OUTRO OLHO é cego para enxergar as imagens do ônibus do Sport Recife sendo apedrejado no mesmo São Januário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Um OLHO vê a “truculência” da Polícia Pernambucana ao prender um indivíduo (igual a outro qualquer), após desrespeitar várias leis (gestos obscenos, agressão, etc).&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O OUTRO OLHO é cego para enxergar a mesma “truculência” quando no Morumbi um jogador argentino foi algemado e preso ainda no estádio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Um OLHO assiste passivamente o presidente da federação carioca de futebol pedir para que não haja mais jogos de futebol em Pernambuco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O OUTRO OLHO é cego para lembrar que o estádio de São Januário pertence a um clube filiado a esta mesma federação carioca.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Um OLHO se enche de brilho para falar e criticar os fogos de artifícios soltados por torcedores no Recife em frente a hotéis que hospedam delegações de clubes do sul.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O OUTRO OLHO é cego para enxergar as imagens dos foguetórios realizados em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, sempre que partidas decisivas são realizadas lá.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Um OLHO se abre para criticar o Estado de Pernambuco, seus Estádios de Futebol (onde se diga nunca houve mortes por brigas de torcidas), e seus Clubes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
O OUTRO OLHO fica cego e não se lembra das mortes de torcedores em estádios do Sudeste e do Sul.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Um OLHO se abre de PRECONCEITO. O OUTRO OLHO se fecha de VERGONHA.&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;object width="400" height="324"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2JYTJR9RpCs&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2JYTJR9RpCs&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="324"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Luciano do Vale, paulista de Campinas e morador do Recife, comenta&lt;br&gt;
indignado a parcialidade da imprensa sulista&lt;/i&gt;
&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Andei fuçando na internet e vejam a “imparcialidade” da imprensa, hehehehe:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Imagens: &lt;a href="http://img92.imageshack.us/img92/522/estadaoif4.jpg" target="_blank"&gt;1&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://img92.imageshack.us/img92/4181/terracorinthiansap3.jpg" target="_blank"&gt;2&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://img92.imageshack.us/img92/2784/uolah5.jpg" target="_blank"&gt;3&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://img366.imageshack.us/img366/1776/igcorinthianszd9.jpg" target="_blank"&gt;4&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista, adora futebol e tem como desgosto um sobrinho alagoano de 17 anos que é assumidamente corintiano.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-25T00:09:18.020-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/06/futebol-mdia-e-preconceito.html</feedburner:origLink></item><item><title>Para ler</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/300616844/para-ler.html</link><category>Colunas</category><category>Publicidade</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Thu, 29 May 2008 10:28:32 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-8355060408436684759</guid><description>&lt;i&gt;(da série “e em publicidade se estuda?”)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna O Elefante É Fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Ah, a leitura. Se tem algo que eu gosto no mundo é de ler. Faço amizade com donos de sebos, os atendentes da Saraiva me conhecem pelo primeiro nome, batizo meus bichos e objetos favoritos com apelidos de personagens. Então, nada mais justo que eu também leia livros relacionados a minha profissão. E nada mais justo que indique alguns, claro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Criação Sem Pistolão – Carlos Domingos&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
O melhor livro sobre propaganda que já li na vida, especialmente pra quem ta começando. Fala sobre tipos de propaganda, abre um pouco a história da propaganda brasileira, dá dicas e puft, quando você vê já leu o livro todo sem notar. Pudera: grande redator, Carlos passou por grandes agências até abrir a própria, a Age. Vale o investimento.&lt;br&gt;
(&lt;a href="http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1858601498&amp;ordem=prec&amp;site_origem=1336097" target="_blank"&gt;Buscapé&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://afiliados.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?Query=Cria%E7%E3o%20Sem%20Pistol%E3o&amp;franq=144849" target="_blank"&gt;Submarino&lt;/a&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Propaganda Ilimitada – Francesc Petit&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Petit é o P da DPZ, uma das mais antigas agências do Brasil. Nem preciso comentar sobre o que é o livro: fundamentos, macetes, procedimentos e filosofia do negócio, vistos pela visão do Petit, tudo aqui. E, claro, um pouco sobre o trabalho do cara.&lt;br&gt;
(&lt;a href="http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1857413208&amp;ordem=prec&amp;site_origem=1336097" target="_blank"&gt;Buscapé&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?Query=Propaganda%20Ilimitada&amp;franq=144849" target="_blank"&gt;Submarino&lt;/a&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Criatividade Em Propaganda – Robert Menna Barreto&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
É um bom livro, também. Conta boas histórias, mas o melhor é a história dele mesmo, contada no começo do livro. Um estímulo otimista pra quem pensa em desistir.&lt;br&gt;
(&lt;a href="http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1853230002&amp;ordem=prec&amp;site_origem=1336097" target="_blank"&gt;Buscapé&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?Query=Criatividade%20Em%20Propaganda&amp;franq=144849" target="_blank"&gt;Submarino&lt;/a&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Razão e Sensibilidade No Texto Publicitário, A Evolução do Texto Publicitário e Redação Publicitária – João Carrascoza&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Isso é pra quem é redator e quer se aprofundar um pouco mais em alguns aspectos do trabalho. Foram muito úteis para traçar um panorama da propaganda no Brasil e tipos de texto publicitário, quando fiz meu projeto de conclusão de curso.&lt;br&gt;
(&lt;a href="http://compare.buscape.com.br/prod_unico?idu=1857413192&amp;ordem=prec&amp;site_origem=1336097" target="_blank"&gt;Buscapé&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?Query=Raz%E3o%20e%20Sensibilidade%20No%20Texto%20Publicit%E1rio&amp;franq=144849" target="_blank"&gt;Submarino&lt;/a&gt;)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Manual do Estagiário – Eugênio Mohallem&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Disponível no site do CCSP (www.ccsp.com.br) ele fala tudo que você precisa saber pra se dar bem ao começar em uma agência. Eugênio tem anos de propaganda, trabalhou nas maiores agências do Brasil, é um dos mais premiados redatores do mundo e agora tem sua própria agência, a MohallemMeirelles. Vale também a visita.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária e seu maior sonho é morar dentro de uma livraria.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;b&gt;Coluna O Elefante é fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Eu costumo dizer que o que eu mais gosto em propaganda – criação, mais especificamente – é que a gente não tem currículo: tem pasta. A pasta ou portfólio nada mais é do que uma pasta cheia de trabalhos que a gente fez, veiculados ou não, reais ou não, para clientes que existem ou não.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;img src="http://img440.imageshack.us/img440/9434/foto1sw7.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;img src="http://img440.imageshack.us/img440/8316/foto2au3.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Você quer emprego na agência? Leva a pasta e se o chefe gostar o emprego é seu. Sem precisar dizer que estudou na Estácio, fala inglês e língua do P fluente e fez cursinho de Corel Draw na SOS Computadores. Eu acho isso legal porque aí mostra do que você realmente é capaz. Porque vamos combinar, currículo tem muito de embromation.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Pra quem tá afim de ingressar nesse mercado ou só tá curioso sobre como funciona, tia Nana dá as dicas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

1 – As peças. Varia entre 5 e 15. Cinco acho pouco, 15 acho muito. Fica nesse meio termo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

2 – Os clientes. Pode ser qualquer cliente, mas é sempre bom ter de briefings conhecidos. Sabão em pó, celular, ONG de defesa do meio ambiente, TV fina, academia de ginástica. Pelo amor, só evitem Havaianas (é tanta coisa boa que já foi feita, que é difícil superar – escolha outra marca, sei lá, Dupé é legal, tem coisa boa, mas dá caminho), Whiskas (sempre tem em pasta de menina porque é fofo) e camisinha (sem comentários).&lt;br&gt;&lt;br&gt;

3 – A pasta. Não precisa ser da Versace, de couro preto. Pode ser de courina. Pode ser só um fichário preto. Pode ser pra um A3 ou um A4. Geralmente é A4, que é mais fácil transportar. Preto é legal porque é sóbrio e destaca o trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

4 – A impressão. É bem mais legal imprimir a laser, em gráfica. Nada pior do que aquela impressão tosca de jato de tinta com cartucho reciclado. Capriche, é seu trabalho. Também é legal colar o trabalho em uma prancha de papel cartão preto, pra ficar bem arrumadinha. Uma dica legal que me deram foi revelar como foto, fica lindo.&lt;br&gt;&lt;br&gt; 

5 – Colocando online. Hoje é bem comum você colocar sua pasta na Internet. Claro que o bom é sentar com o diretor de criação e fazer um olho no olho, mas em compensação não é sempre que o cara pode ver tuas coisas e a Internet tem a vantagem de você poder colocar os vídeos em vez de só os roteiros. Eu tenho uma hospedada no Carbonmade, que é onde a maioria prefere. Tem que coloque no Flickr ou faça um Blog pra isso. Fica a seu critério.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

6 – Um último conselho. Criativos são os anúncios. A pasta tem que ser sóbria. E tenha sempre um cartão de visitas à mão. Se o cara gostar, pode entrar em contato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Pronto. É basicamente isso que você precisa ter pra procurar um emprego. É complicado? Quando eu comecei, até que achei. Mas muito melhor do que preencher dado de currículo, não é?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com;" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária e tem uma pasta que mais parece expositor de papel de carta.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-13T09:09:36.105-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/05/pasta.html</feedburner:origLink></item><item><title>Toda unanimidade é burra!</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/288632937/toda-unanimidade-burra.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Mon, 12 May 2008 04:55:47 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-7384931210985491928</guid><description>&lt;i&gt;A flor de obsessão de um anjo pornográfico&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250" colspan="3" align="center"&gt;&lt;img src="http://img206.imageshack.us/img206/2011/nelsonrodrigueste2.jpg" border="1"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td colspan="4" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;'Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico.'&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nelson Rodrigues nasceu na cidade do Recife - PE, em 23 de agosto de 1912, o quinto dos 14 filhos da família. Aos quatro anos, muda-se para o Rio de Janeiro com a família. Aos oito, na escola, participa de um concurso de redação em que sua composição, pasmem, era uma história de adultério que acabava em morte. Embora admirada com a fluência na escrita, a professora não poderia ler em classe.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nessa época, o autor descobriu o Fluminense, time que seria sua paixão até o fim da vida. Um dos irmãos de Nelson era o cronista esportivo Mário Filho, que teve seu nome escolhido para ser o nome oficial do estádio do Maracanã. O pai, envolvido com o Jornalismo e a política, foi preso e Nelson Rodrigues caiu em depressão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Voltando da cadeia, o pai de Nélson havia sido demitido do jornal onde trabalhava e fundou seu periódico: A Manhã. Aos 13 anos, inicia a carreira no jornal de seu pai. Como repórter policial, sabia como poucos dramatizar os acontecimentos. Logo, ganhou  uma coluna literária, mas ao atacar Rui Barbosa, foi rebaixado e voltou à editoria policial.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mal teve tempo de voltar à coluna e o pai perde o jornal para o sócio. Logo, a família cria um novo jornal, A Crítica. Nessa época, viaja para o Recife, para tentar curar-se da depressão. Com a viagem, escapa da cadeia. Mas o pai e os irmãos são presos por ordem da polícia carioca, que os acusara de matar outro jornalista. A temporada no Recife o cura da tristeza e ele volta ao Rio a todo o vapor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em 26 de dezembro de 1929 o jornal estampa matéria, na primeira página, sobre o desquite de Sylvia e José Thibau Jr. Foi a fórmula encontrada para o diário não sair sem assunto, já que era o primeiro dia após o natal. No dia 27, pela manhã, Sylvia entra na redação da Crítica procurando por Mário Rodrigues. Não o encontrando, pede para falar com seu filho Roberto e dá-lhe um tiro no estômago. Nelson viu e ouviu aquilo tudo. Com dezessete anos e quatro meses, era a primeira cena de violência brutal que presenciava. Seu irmão faleceu no dia 29.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

De luto, a família ainda sofre outro baque: a morte do pai, aos 44 anos, de trombose cerebral. Sylvia, a mulher que baleara o irmão, havia sido absolvida. Com a revolução de 1930, o jornal é fechado. Os Rodrigues começam a procurar emprego, coisa que para eles não estava nada fácil. Foram meses batendo em portas fechadas. Começaram a vender tudo o que tinham para poder sobreviver e, devido ao aluguel sempre atrasado, eram obrigados a mudar de casa a cada três meses. Até que um dia uma porta se abriu para Mário Filho e os outros irmãos penetraram por ela: O Globo. Para arranjar mais algum dinheiro, trabalhou como redator da firma Ponce &amp; Irmão, distribuidora no Rio dos filmes da RKO Radio Pictures. Criava textos para os anúncios dos filmes nos jornais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;
 
Nessa época, contrai tuberculose e se interna em um sanatório em Campos do Jordão/SP. Na casa de saúde, outro paciente propôs encenarem um teatrinho. Claro, Nelson Rodrigues fez o texto. Era uma comédia, um 'sketch' cômico sobre eles mesmos. Logo nas primeiras cenas a platéia começou a gargalhar e, com isso, surgiram os ataques de tosse que quase fizeram vítimas. Foi a primeira experiência de dramaturgia de Nelson.&lt;br&gt;&lt;br&gt; 

De volta ao Rio de Janeiro, começa a escrever no caderno de cultura. Mas uma critica ferrenha a uma ópera o faz sair do suplemento. Entre abril e dezembro de 1936, a tuberculose ataca seu irmão Joffre, e Nelson cuida dele em um hospital no interior do Rio de Janeiro. Após a morte do irmão, volta ao Rio e à carreira de jornalista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em abril de 1936, a terrível doença atacou seu irmão Joffre, com 21 anos, que foi levado para o Sanatório em Correias - RJ. Nelson ficou a seu lado durante sete meses. No dia 16 de dezembro de 1936 Joffre faleceu. No ano seguinte conhece Elza Bretanha, com quem se casa em 1939. Seis meses depois de casado, estava cego, provavelmente uma conseqüência da tuberculose. Tratou-se, voltou a enxergar, mas 30% de sua visão estava perdida. Nessa época, começou a escrever teatro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

No meio do ano de 1941 escreveu sua primeira peça, A mulher sem pecado. Nessa época as peças ficavam, no máximo, duas semanas em cartaz. Batalha para continuar encenando, mas as coisas são difíceis. Nasce Joffre, seu primeiro filho. O autor, por ordens médicas, não podia ficar perto do filho. Descobre que foi acometido com uma úlcera do duodeno.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Depois de muita luta, em 09 de dezembro de 1942, A mulher sem pecado foi levada à cena pela 'Comédia Brasileira', com direção de Rodolfo Mayer, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Lá ficou por duas semanas e não teve repercussão nenhuma perante o público. Alguns críticos e amigos elogiaram, e isso bastava ao autor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em janeiro de 1943 Nelson escreve sua segunda peça teatral: Vestido de Noiva. Elza, sua mulher, fez mais de vinte cópias datilografadas para serem entregues a jornalistas, críticos e amigos. O primeiro a receber foi Manuel Bandeira. Ele gostou. Como outros, escreveu sobre ela e elogiou. Só Thomaz Santa Rosa, um pernambucano ex-funcionário do Banco do Brasil, cantor lírico, desenhista, músico e poeta, achou que era possível. Falou então com um polonês recém-chegado ao Brasil: Ziembinski, que afirmou: 'Não conheço nada no teatro mundial que se pareça com isso'. Depois de meses de ensaio, a peça fez sucesso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em 1945, transferiu-se para os Associados, como diretor de redação das revistas Detetive e O Guri. Para O Jornal, da mesma rede, usou o pseudônimo de Suzana Flag e escreveu o folhetim Meu destino é pecar. Do sucesso, o começo de outro folhetim, Escravas do amor, cujo sucesso foi também retumbante. Após cair novamente doente, foi para Campos do Jordão. Teve alta e no fim do ano, nasceu Nelsinho, seu segundo filho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em 1946, começa a escrever, então, Álbum de família. Em fevereiro, o texto é submetido à censura federal e os censores ficam de cabelos em pé. A peça foi proibida de ser encenada. As opiniões se dividiam. A peça só foi liberada em 1965 e levada pela primeira vez em julho de 1967.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Outro sucesso de 1946 foi a publicação de Minha Vida, uma 'autobiografia' de Suzana Flag. Como das vezes anteriores, além de publicada em O Jornal , virou livro e vendeu horrores. Anjo negro, estréia em abril de 1948. Como sempre, gerou comentários polêmicos. Senhora dos afogados é proibida em janeiro de 1948. Com duas peças interditadas, o autor luta para tentar liberá-las. Não conseguindo, escreve Dorotéia, em 1949, que muitos consideram seu melhor trabalho teatral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Ainda em 1948 é publicado mais um folhetim, Núpcias de fogo, ainda como Suzana Flag. Uma mulher chama a atenção do autor nas coxias do Teatro Phoenix, quando da encenação de Anjo negro: era Eleonor Bruno, mãe da atriz Nicete Bruno, que estreava, com apenas 13 anos. Nelson se apaixonou por ela, ficaram juntos algum tempo, mas Elza descobrira o romance e fez um escândalo. Nelson voltou pra casa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250" colspan="3" align="center"&gt;&lt;img src="http://img180.imageshack.us/img180/6867/nelsonrodrigues2ag3.jpg" border="1"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td colspan="4" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;Em 1949 Freddy Chateaubriand vai comandar o jornal Diário da Noite e leva Nelson consigo. Para trás fica Suzana Flag, que o autor não agüentava mais. Em seu lugar surgiu Myrna, a nova máscara feminina do biografado. A diferença é que Myrna respondia a cartas de leitoras. Escreveu a comédia Dorotéia e na peça estreavam Eleonor Bruno e a irmã do dramaturgo, Dulcinha, aos 21 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em 1950 o autor dá adeus aos Diários Associados e fica esperando convites de outros jornais. Ficou um ano esperando... Nesse período, salvam a família as economias de Elza e um 'bico' no Jornal dos Sportes de seu irmão Mário Filho. No ano seguinte sai do buraco e vai para a Última Hora e começa a escrever A vida como ela é... .  Em junho Nelson estréia uma nova peça, Valsa nº. 6, um monólogo estrelado por sua irmã Dulcinha. E como Suzana Flag, de volta, escreve O Homem Proibido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em 08 de junho de 1953 estréia no Teatro Municipal do Rio a peça 'A falecida'. Chamada de 'tragédia carioca' era, na verdade, uma comédia. Foi escrita em 26 dias. Com tudo isso acontecendo, o autor produziu o último folhetim de Suzana Flag, que chamou-se 'A mentira' e foi publicado no semanário 'Flan', lançado por S. Wainer.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Perdoa-me por me traíres teve, também, problemas de liberação com a censura, em 1957 — sofreu cortes. Outra surpresa ocorreu na estréia: Nelson interpretava o personagem Raul. Mais uma vez as vaias e os que aplaudiam pediam para o autor falar. Ele não se fez de rogado: 'BURROS! ZEBUS!'. Ninguém esperava, mas aconteceu: um tiro! Na discussão entre prós e contras, o vereador Wilson Leite Passos sacou de seu revolver e deu um tiro para amedrontar alguém que o havia chamado de 'palhaço'. Tumulto geral. No dia seguinte a censura proibiria a peça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

'Viúva, porém honesta' estreou em 13 de setembro do mesmo ano. Dizem que nela o autor procurava atingir aos críticos que atacaram 'Perdoa-me por me traíres'. Um dos atores era Jece Valadão, cunhado do autor. Dercy Gonçalves estréia 'Dorotéia' em São Paulo. Ficou um mês em cartaz. Nelson não gostava dos improvisos que a atriz introduzia no texto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em 1958 estréia 'Os sete gatinhos', também com Jece Valadão no elenco. Apesar de malhar o presidente da República da época, Juscelino Kubitschek, Nelson vai até ele pedir um emprego. Consegue um cargo de tesoureiro em um instituto de aposentadoria e pensões (IAPETEC), mas é reprovado no exame de vista. Pede, então, a vaga para Elza. Juscelino queria agradar Mário Filho e a nomeia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nos anos 70, consagrado como jornalista e teatrólogo, a saúde de Nélson começa a decair, por causa de problemas estomacais e cardíacos, e que era portador. O período coincide com os anos da ditadura militar, que Nélson sempre apoiou. Entretanto, seu filho Nelsinho torna-se guerrilheiro e se passa para a clandestinidade. Neste período também aconteceu o fim de seu casamento com Elza e o início do relacionamento com Lúcia Cruz Lima, com quem teria uma filha, Daniela, nascida com problemas mentais. Depois do término do relacionamento com Lúcia, Nélson ainda manteria um rápido casamento com sua secretária Helena Maria, antes de reatar seu casamento com Elza.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nélson faleceu numa manhã de domingo, em 1980, aos 68 anos de idade, de complicações cardíacas e respiratórias. Foi enterrado no Cemitério São João Batista, na capital carioca. No fim da tarde daquele mesmo dia ele faria treze pontos na Loteria Esportiva, num 'bolão' com seu irmão Augusto e alguns amigos de 'O Globo'. Dois meses depois, Elza cumpriu o seu pedido — de, ainda em vida, gravar o seu nome ao lado do dele na lápide de seu túmulo, sob a inscrição: 'Unidos para além da vida e da morte. E é só'.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
 
&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Rodrigues" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; você pode ler a lista de todas as obras.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Veja algumas cenas de obras do Nelson Rodrigues:&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=WKFCXS5AzSU" target="_blank"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=WKFCXS5AzSU&lt;/a&gt; – Vestido de Noiva&lt;br&gt;
&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=8eoDbklPfjc" target="_blank"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=8eoDbklPfjc&lt;/a&gt; – Bonitinha, mas ordinária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Site: &lt;a href="http://www.nelsonrodrigues.com.br" target="_blank"&gt;www.nelsonrodrigues.com.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e ODEIA a obra do Nelson Rodrigues, mas acha válido escrever sobre ele porque a memória e a cultura nacionais são mais importantes do que gostos pessoais. A única coisa que concorda com o dramaturgo é a frase "Toda unanimidade é burra".&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-12T06:55:47.852-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/05/toda-unanimidade-burra.html</feedburner:origLink></item><item><title>Campanhas pra ganhar</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/285448836/campanhas-pra-ganhar.html</link><category>O Elefante é fã de Parmalat</category><category>Colunas</category><category>Publicidade</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Tue, 06 May 2008 15:10:54 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-8858680083890080393</guid><description>&lt;i&gt;Da série “Não precisa preencher cupom”&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna O Elefante é fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Eu quero que vocês fiquem ricos. Milionários. Bilionários. Assim podem lembrar dos amigos e passar mais tempo na internet lendo minhas asnices.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Por isso a coluna de hoje traz uma porção de concursos para participar e ganhar.  E aí, aproveito para falar que concursos são ótimas formas de se fazer propaganda, gerar conteúdo pelo próprio consumidor, aumentar a simpatia da marca, ampliar as vendas (a gente pensa que não, mas vende mais nas épocas de concurso) e, principalmente, amplia o recall do consumidor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Se antes pra ganhar prêmio você basicamente mandava recortes de códigos de barra respondendo uma pergunta &lt;i&gt;mongol&lt;/i&gt;, hoje as coisas mudaram: você manda vídeos, fotos, torpedos e interage de uma forma nunca antes vista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;1. Pitú e a Mania de Brasileiro&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A Pitú, tradicional indústria de bebidas do Nordeste, lançou um concurso cultural que tem como base a web e o CGC (conteúdo gerado pelo consumidor).&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;img src="http://img329.imageshack.us/img329/966/qualeasuamaniaqm9.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A empresa, que está completando 70 anos em 2008, possui há muitos desses, o slogan:  MANIA DE BRASILEIRO. E foi aí que a Ampla Ponto, agência de marketing promocional sediada em Recife, viu uma oportunidade e desenvolveu a campanha &lt;i&gt;Qual é a sua mania?&lt;/i&gt;. Ao entrar no hotsite da campanha, os consumidores podem responder a pergunta Qual é a sua mania através de vídeos, fotos ou textos e os melhores materiais, segundo o público e um júri, ganharão prêmios como laptop e TV LCD.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Com apenas 02 dias de campanha, já foram enviadas mais de 60 manias ao hotsite.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Veja: &lt;a href="http://www.qualeasuamania.com.br" target="_blank"&gt;www.qualeasuamania.com.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Outras informações no blog Ideavertising: &lt;a href="http://www.ideavertising.com.br/marketing-digital/qual-e-a-sua-mania-pitu.html" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. (pelo Thiago, gente fina)&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;b&gt;2. Terra e o dia das mães&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Terra fez uma promoção que parece caretinha: Você diz por que sua mãe é a melhor do mundo e pode ganhar prêmio. Mas o diferencial é que são palavras espalhadas pelo site Terra Shopping, e você obrigatoriamente tem que usar algumas. Não é uma boa revisitada no Faça Sua Frase?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Clica &lt;a href="http://www.terra.com.br/clubeterra/diadasmaes2008/_fla/home.htm" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;b&gt;3. Pe360Graus e Coquetel o dia todo&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Alguns portais distribuem entre seus leitores alguns brindes cedidos por empresas. Convites, ingressos, camisas, kits, cursos, tem de tudo. Não é uma ótima maneira de falar com muita gente gastando pouco mais que um presentinho?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Acessa &lt;a href="http://pe360graus.com" target="_blank"&gt;pe360graus.com&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://coquetel.com.br" target="_blank"&gt;coquetel.com.br&lt;/a&gt; lá na parte de promoções.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária e já recortou muito código de barra pro Caminhão do Faustão, mas hoje se dedica a fazer frases respondendo por que merece ganhar os prêmios. Já ganhou boné, camisa, mousepad, ingressos de cinema, convite de espetáculo, DVD e um pacote de camisinha.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-06T17:10:54.589-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/05/campanhas-pra-ganhar.html</feedburner:origLink></item><item><title>Denis, a Foice e a Liberdade de Imprensa</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/283404721/denis-foice-e-liberdade-de-imprensa.html</link><category>Política</category><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 02 May 2008 13:47:38 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-5837370488815748894</guid><description>&lt;i&gt;A verdade dói nos ouvidos de quem a esconde&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;
 
O radialista Denis Araújo está acusando o prefeito de Carpina, Zona da Mata Norte de Pernambuco, Manoel Botafogo (PSDB), de tentar matá-lo com uma foice. Araújo conta que estava cobrindo um protesto de sem-tetos na cidade quando o prefeito apareceu e, segundo relato do radialista, corrido para cima dele com um facão. Na foto do diretor do Sindicato dos Radialistas, Petrônio Lucas, o prefeito aparece com a ferramenta nas mãos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="450"&gt; &lt;img src="http://img247.imageshack.us/img247/8368/imagempetroniolucasjk2.jpg" width="450" height="338" border="1" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt;Prefeito Manuel Botafogo sendo contido por guardas (Imagem: Petrônio Lucas). No detalhe, foto do radialista Denis Araújo.&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Denis Araújo prestou queixa na delegacia municipal e teve uma audiência com o Governador Eduardo Campos (PSB). Na cidade, não é a primeira vez que um profissional de Comunicação é atingido. Em 1º de julho de 2007, o radialista e vereador Jota Cândido foi assassinado e o processo corre no Ministério Público de Pernambuco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Isso acendeu um debate sobre a liberdade de imprensa, de denuncias e de investigação. De acordo com a &lt;a href="http://www.liberdadedeimprensa.org.br" target="_blank"&gt;Rede de Liberdade de Imprensa no Brasil&lt;/a&gt;, “A liberdade de imprensa é um bem da sociedade, antes mesmo de ser um direito de profissionais e de empresas ligadas a essa atividade e por sua própria natureza, exige mobilização constante, vigilância permanente e firme posicionamento diante de fatos que representam ameaça ou que efetivamente a atinjam”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A Constituição Brasileira é bem clara em seu artigo 220: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; é jornalista, radialista e faz deste artigo um manifesto de solidariedade a Denis Araújo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-02T15:47:38.160-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/05/denis-foice-e-liberdade-de-imprensa.html</feedburner:origLink></item><item><title>Jornalismo e Terceiro Setor</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/277565875/jornalismo-e-terceiro-setor.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Thu, 24 Apr 2008 19:21:38 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-2054289273772535167</guid><description>&lt;i&gt;As divergências entre duas entidades públicas&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="450"&gt; &lt;img src="http://img245.imageshack.us/img245/8349/terceirosetorfq4.jpg" width="450" border="1" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt;(Imagem: &lt;a href="http://www.flickr.com/people/maira_soares/" target="_blank" class="linkmenu"&gt;Maíra Soares&lt;/a&gt;)&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br&gt;

Uma das atividades consideradas “novas” pelo Jornalismo é a atuação no Terceiro Setor. ONGs, Entidades Filantrópicas, Associações de Moradores. Essas são algumas das entidades que podem ser trabalhadas. Assessoria de Imprensa, Treinamento de pessoal, Mídia Segmentada, essas são algumas das atividades exercidas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

No entanto, o Terceiro Setor ainda não tem muita vez na mídia tradicional. Mesmo com dados, estatísticas, pesquisas, trabalhos comprovados, raras vezes são dados grandes espaços às atividades do chamado Setor Organizado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas por quê?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A natureza do Terceiro Setor é ambígua: uma entidade particular, com interesse público, considerando que a cultura brasileira sempre viu o Estado como provedor dos interesses da população. Outro motivo de divergência está no choque ideológico. Enquanto o Terceiro Setor apresenta soluções, a mídia (sob o argumento de “informar a verdade para vender mais”) apresenta denúncias e problemas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Além do que, raríssimas vezes, as universidades ensinam cadeiras que ligam o Jornalismo ao Terceiro Setor. São ensinadas muitas matérias para impresso e televisão, e mais atualmente, a internet. Mas nem sempre se volta para áreas comunitárias, salvo honrosas exceções de iniciativas de professores e alunos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas essa realidade pode mudar. Basta entrarmos na essência do Jornalismo e do interesse público.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; é jornalista, radialista e estudou cadeiras específicas de Comunicação Popular na universidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;b&gt;Coluna O Elefante é fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Recentemente fez um aninho que eu me formei. Talvez tenha sido por isso que eu tenha pensado muito sobre a época da faculdade. A bem dizer, eu pensei mais nas coisas ruins, e entre todas elas a pior sem dúvida foi o TCC. O trabalho de conclusão de curso foi um ensaio sobre a propaganda alltype e eu lembro toda dor e sofrimento que foi escrever esse maldito ensaio com pouquíssimos livros falando sobre o assunto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Todavia, todo mal traz um bem: hoje é esse o assunto da coluna. O que é propaganda alltype e o que é propaganda no-type. No ensaio, eu fui obrigada a definir o que é imagem e o que é texto, escavucando filósofos, gramáticos e dicionaristas. Mas aqui, tia Nana resume: all type é anuncio só com textinho. No-type é anúncio só com imagem. E anúncio com texto e imagem, tia Nana? É anúncio mesmo, não tem definição.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Antigamente, como era muito complicada a produção das imagens – não é como hoje que a gente tem macs, photoshop e illustrator e qualquer câmera digital resolve o problema. Antes era desenho, munheca e suor: ficava o layout man suando em cima de uma prancha e papel. Além do mais, não existia essa quantidade de peças que estão por aí – o boom da propaganda veio com a abertura econômica no Brasil. Por isso, o anunciante podia se dar ao luxo de escrever muito, muito, muito e era muito fácil encontrar anúncios com texto e sem imagens – nosso alltype.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Todavia, a tendência se inverteu. Tem gente que diz que é tanta informação que a gente tem que chamar atenção com um visual bonito. Tem gente que diz que é porque o mundo ficou corrido e dinâmico e ninguém tem tempo de ler. E tem gente que diz que é porque os jurados do concurso acham mudérnos os anúncios sem texto. Ai foi especialmente no começo desse século (acho feio década de 00) que começaram a pipocar os no-types, anúncio só com figura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Perainda, Nana Flash, e tu tá dizendo que alltype é antiquado e no-type é moderno? Não. É justamente esse o ponto que eu defendi no meu ensaio: propaganda boa é a propaganda que vende. E se texto vende, se tem que passar informação e principalmente se a idéia é f*da, por que não pode usar propaganda só com texto?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Ai eu separei aqui um monte de propaganda pra vocês verem assim, bonito, a diferença entre alltype e no type. E ver que os dois podem ser legais, os dois podem vender e os dois podem caminhar juntinhos e felizes, pra alegria geral dos anunciantes, dos consumidores e do diretor de criação, que fica desesperado quando a dupla ameaça se estapear no meio da sala de reuniões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td colspan="4" bgcolor="#E2DDB1" class="titulomenu" style="padding: 0px 10px 0px 10px"&gt;&amp;#8226; Veja as imagens&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://img72.imageshack.us/img72/7024/alltypede30anosatrasuk9.jpg" target="_blank" title="Alltype, 30 anos atrás"&gt;&lt;img src="http://img166.imageshack.us/img166/8984/thumballtypede30anosaoh6.jpg" alt="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://img206.imageshack.us/img206/4329/alltypedoanopassadoyb4.jpg" target="_blank" title="Alltype, ano passado"&gt;&lt;img src="http://img233.imageshack.us/img233/9499/thumballtypedoanopassadva9.jpg" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://img530.imageshack.us/img530/7052/alltypequepegueihjhb4.jpg" target="_blank" title="Alltype, hoje"&gt;&lt;img src="http://img166.imageshack.us/img166/2103/thumballtypequepegueihjxw8.jpg" name="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="114" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://img72.imageshack.us/img72/8617/notypeanos80zh2.jpg" target="_blank" title="No-type, anos 80"&gt;&lt;img src="http://img233.imageshack.us/img233/5968/thumbnotypeanos80ew4.jpg" name="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://img206.imageshack.us/img206/2972/notypedeunsanosatras2oc1.jpg" target="_blank" title="No-type de alguns anos atrás"&gt;&lt;img src="http://img233.imageshack.us/img233/6713/thumbnotypedeunsanosatbd4.jpg" name="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://img206.imageshack.us/img206/6237/notypequepegueihjgb6.jpg" target="_blank" title="No-type, hoje"&gt;&lt;img src="http://img530.imageshack.us/img530/5138/thumbnotypequepegueihjkp2.jpg" alt="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2008/04/01/carla_bruni_sarkozy_dara_licoes_de_estilo_aos_ingleses_1_de_abril_1251677.html" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="114" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td colspan="4" class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br&gt;

E ai? Gostam? De qual gostam mais? Quais vocês acham que funcionam? Dêem ai a opinião de vocês nos comentários. Pode ter se passado um ano, mas esse assunto ainda me interessa muito.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária e acredita que as pessoas sejam como ela: não podem ver um texto que já saem lendo, incluindo bulas de remédio e anúncios de “compro e vendo ouro”.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="450"&gt; &lt;img src="http://img232.imageshack.us/img232/6292/cordeisxv0.jpg" width="450" height="250" border="1" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt;(Imagem: &lt;a href="http://www.flickr.com/people/maulopes/" target="_blank" class="linkmenu"&gt;Maurício Lopes&lt;/a&gt;)&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br&gt;

Eu agora vou contar&lt;br&gt;
Todo mundo vai saber&lt;br&gt;
A história do Cordel&lt;br&gt;
Que o Povão gosta de ler&lt;br&gt;
Em sextilha ritmada&lt;br&gt;
Eu escrevo pra você&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E surgiu na Idade Média&lt;br&gt;
Poesia Popular&lt;br&gt;
No início era falada&lt;br&gt;
Ou o poeta ia cantar&lt;br&gt;
Mas depois veio a escrita&lt;br&gt;
E o Cordel foi se espalhar&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Pelo Mundo foi surgindo&lt;br&gt;
O livreto de Cordel&lt;br&gt;
Impresso em folha dura&lt;br&gt;
Rudimento de Papel&lt;br&gt;
Pra ser vendido na feira&lt;br&gt;
O freguês compra a granel&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O Cordel também existe&lt;br&gt;
Na Espanha e Portugal&lt;br&gt;
No México e na Itália&lt;br&gt;
Na Europa Ocidental&lt;br&gt;
Mas não é tão popular&lt;br&gt;
Como em terra nacional&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Os assuntos mais comuns&lt;br&gt;
São Virgulino Lampião,&lt;br&gt;
O cantor Luiz Gonzaga&lt;br&gt;
E também Frei Damião&lt;br&gt;
Também se faz poesia&lt;br&gt;
Com a vida do Povão&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A história do Brasil&lt;br&gt;
Também muito ritmada&lt;br&gt;
A política e a economia&lt;br&gt;
Quase sempre recontadas&lt;br&gt;
E os heróis do nosso esporte&lt;br&gt;
Têm a glória retratada&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10" rowspan="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250"&gt; &lt;img src="http://img230.imageshack.us/img230/2944/jborges4qk2.jpg" alt="felipe massa" width="250" height="368" border="1" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt;Xilogravura do mestre-escultor pernambucano J. Borges &lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;Tem história de amor&lt;br&gt;
E também de safadeza&lt;br&gt;
As histórias da Igreja&lt;br&gt;
Recontadas com pureza&lt;br&gt;
E as lendas do Nordeste&lt;br&gt;
São contadas com destreza&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Leandro Gomes de Barros&lt;br&gt;
Patativa do Assaré&lt;br&gt;
Raimundo Santa Helena&lt;br&gt;
Poetas que faço fé&lt;br&gt;
João Martins de Athayde&lt;br&gt;
E da Luz tem o Zé¹&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Esse que falei agora&lt;br&gt;
São poetas famosos&lt;br&gt;
Do Nordeste Brasileiro&lt;br&gt;
Terra de homens briosos&lt;br&gt;
Mas no anonimato tem&lt;br&gt;
Cantadores gloriosos&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O Cordel chega até onde&lt;br&gt;
Tiver gente que não lê&lt;br&gt;
O analfabeto decora&lt;br&gt;
A história que se vê&lt;br&gt;
Quase sempre ele entende&lt;br&gt;
E quer também aprender&lt;br&gt;&lt;br&gt;

O folheto de Cordel&lt;br&gt;
É tradição do Nordeste&lt;br&gt;
Representa o Jornalismo&lt;br&gt;
De um povo cabra da peste&lt;br&gt;
Mas já não se vê nas feiras&lt;br&gt;
Literatura que preste&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E por isso essa peleja&lt;br&gt;
Pra não haver extinção&lt;br&gt;
Porque a modernidade&lt;br&gt;
Convive com a tradição&lt;br&gt;
E a Folha de Seu Paulo&lt;br&gt;
Abre espaço pro quinhão&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Há quem estude o Cordel&lt;br&gt;
Fazendo virar manchete&lt;br&gt;
Essa arte centenária&lt;br&gt;
No ano 2007&lt;br&gt;
Academia Brasileira&lt;br&gt;
Tem até site na internet&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Aqui vou me despedindo&lt;br&gt;
Depois de ter tentado&lt;br&gt;
Escrever bem diferente&lt;br&gt;
Esse texto ritmado&lt;br&gt;
Pra mostrar pro internauta&lt;br&gt;
Que o Cordel é arretado!&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Alguns dos sites sobre Literatura de Cordel:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- &lt;a href="http://www.ablc.com.br/" target="_blank"&gt;Academia Brasileira de Cordel&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
- &lt;a href="http://literaturadecordel.vilabol.uol.com.br/frame.htm" target="_blank"&gt;Literatura de Cordel&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E tem também na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cordel" target="_blank"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e adora Literatura de Cordel&lt;br&gt;
¹ Poeta Zé da Luz&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;Hoje eu não quero falar sobre uma propaganda. Eu nem sei se Seo Paulo vai topar postar isso. Mas acho que hoje eu quero fazer um texto mais pessoal. Porque eu na verdade sempre fui superficialmente pessoal aqui. Acho que essa foi a reflexão mais pessoal de propaganda que eu já fiz na vida. Talvez porque não fale só de propaganda. Enfim. Ontem a noite eu escrevi isso.&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Eu achava que já sabia de tudo. Que já sabia fazer título, que já sabia escrever texto, que já sabia fechar conceito. A verdade é que eu vim para cá, arrogante e distraída, achando que não havia tanto mais para aprender. Eu me enganei. Eu voltei a quebrar a cabeça para fechar o título. Eu voltei a quebrar a cabeça para encontrar o melhor conceito. Exatamente quando eu tinha 20 anos e estava aprendendo a fazer propaganda. Eu acho isso bonito e fico orgulhosa de mim, porque eu tô aprendendo tudo de novo: se antes eu fazia propaganda, aqui eu aprendi a fazer propaganda boa. A diferença entre elas é o tempo e esforço gastos entre o que eu acho que está bom para o mais perto que eu consigo chegar do perfeito, do novo, do que vai fazer o cara na frente da revista pensar "porra!" e dar um soco no ar. Eu tenho pena de quem nunca conseguiu perceber isso e acha que já sabe tudo. Eu tenho pena de quem pára de aprender.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; é redatora publicitária e anda muito sentimental. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-04-17T20:36:27.051-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/04/aprender.html</feedburner:origLink></item><item><title>Primeiro de Abril cria “Barriga”</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/264543416/primeiro-de-abril-cria-barriga.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Erros</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 04 Apr 2008 14:58:55 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-3984259419752617325</guid><description>&lt;i&gt;Como o dia da Mentira origina farsas jornalísticas&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;img src="http://img209.imageshack.us/img209/3395/chargepinoquiolk5.jpg" border="0" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Para quem não é do mundo jornalístico, “Barriga”, no jargão profissional, significa “notícia mentirosa” e o dia 1º de Abril é um terreno fértil para isso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A data é considerada o dia da mentira porque antes de vigorar o calendário em que vivemos hoje, o Primeiro de Abril era o primeiro dia do ano (que antes durava 10 meses). Festas, banquetes, trocas de presentes, tudo era festejo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas com a chegada do novo calendário, o primeiro dia do ano passou a ser 1º de janeiro e o povo reagiu com bom humor à mudança. Presentes “de grego” e notícias mentirosas passaram a ser o mote do Primeiro dia do mês de Abril.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Veja agora algumas barrigas que povoaram os sites de notícias neste último Primeiro de Abril:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td colspan="4" bgcolor="#E2DDB1" class="titulomenu" style="padding: 0px 10px 0px 10px"&gt;&amp;#8226; Clique nas imagens para ir aos sites&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2008/04/01/carla_bruni_sarkozy_dara_licoes_de_estilo_aos_ingleses_1_de_abril_1251677.html" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img20.imageshack.us/img20/1256/carlabrunithumbbb2.jpg" alt="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://fabioseixas.folha.blog.uol.com.br/arch2008-03-30_2008-04-05.html#2008_04-01_17_36_34-11074102-0" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img238.imageshack.us/img238/3666/coulthardthumblj0.jpg" name="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="112" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://www.jacarebanguela.com.br/?p=4239" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img291.imageshack.us/img291/7156/pretagilthumbro5.jpg" name="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="114" align="center" valign="top" bgcolor="#F7F5E8" style="padding: 10px 10px 10px 10px"&gt;&lt;a href="http://www.sempretops.com/bbb8/ex-bbb-rafinha-sofre-acidente-de-carro-e-esta-na-uti/" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img382.imageshack.us/img382/2108/rafinhabbb8thumbwp1.jpg" name="" width="80" height="80" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td colspan="4" class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e também acredita que mentira tem perna curta.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-04-04T16:58:55.992-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/04/primeiro-de-abril-cria-barriga.html</feedburner:origLink></item><item><title>Jornalismo é uma piada</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/260141618/jornalismo-uma-piada.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><category>Humor</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 28 Mar 2008 10:57:25 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-4714643707448873363</guid><description>&lt;i&gt;Uma coletânea de piadas jornalísticas&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras Em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="450"&gt; &lt;img src="http://img252.imageshack.us/img252/7581/jornalistanaescadafh8.jpg" alt="jornalista na escada" border="1" /&gt; 
  &lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt;(Imagem: &lt;a href="http://www.flickr.com/people/zakas/" target="_blank" class="linkmenu"&gt;Laimonas Zakas&lt;/a&gt;)&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;1) Jornalistas trocam lâmpadas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

P: Quantos editores precisam para trocar uma lâmpada?&lt;br&gt;
R: 4. Um pra trocar a lâmpada, e 3 para revisar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

P: Quantos repórteres precisam para trocar uma lâmpada?&lt;br&gt;
R: 5. Um pra trocar a lâmpada e 4 para distorcer a notícia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

P: Quantos diagramadores precisam para trocar uma lâmpada?&lt;br&gt;
R: 2. Um pra trocar a lâmpada e outro pra cortar os textos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

P: Quantos jornalistas precisam para trocar uma lâmpada?&lt;br&gt;
R: 3. Um para trocar a lâmpada e 2 para criticar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;2) O fotógrafo e o gol&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Há muitas luas, um fotógrafo louco pelo Santa Cruz foi incumbido de cobrir o jogo de seu time do coração. O gol da vitória do tricolor não foi fotografado e o editor de Esportes foi cobrar do profissional:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Mas rapaz, o gol era o lance mais importante do jogo e você não clicou?&lt;br&gt;
- Não tive condição nenhuma, sabe como é...&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A foto do gol foi comprada de uma fotógrafa &lt;i&gt;freelance&lt;/i&gt; e na imagem, além do gol, estava a torcida comemorando e tinha alguém conhecido, bem perto da rede. Era o fotógrafo, vibrando com o gol.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;3) O casamento não aconteceu&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Um repórter inexperiente foi convocado para cobrir o casamento de uma jovem socialite com um empresário poderoso. Em menos de uma hora, o repórter já estava de volta à redação, jogando paciência no computador. O editor estranhou:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Ei, cara! Cadê a matéria do casamento?&lt;br&gt;
- Não rolou.&lt;br&gt;
- Como assim, não rolou?&lt;br&gt;
- É que simplesmente o amante da noiva apareceu, levou ela embora e o noivo ficou tão desgostoso que deu um tiro na cabeça. Por isso, não teve casamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;4) O locutor intimista&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E aquele radialista costumava chamar o nome dos cantores pelo diminutivo:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Vocês ouviram Emoções, do Robertinho Carlos, Aquele Abraço, do Gilbertinho Gil e no começo da programação, Espumas ao vento, com Raimundinho Fagner.&lt;br&gt;

O diretor da rádio não gostava daquilo e, no intervalo, resolveu chamar a atenção do locutor:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Você tem intimidade com os artistas pra chamar de Robertinho, Gilbertinho, Raimundinho?&lt;br&gt;
- Não. Mas...&lt;br&gt;
- Mas nada! Deixe de frescura e chame direito.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

No ar, o locutor foi anunciando a próxima música:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Agora vocês vão ouvir Aquarela, do Toco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;5) Está “dizido”!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E um apresentador de rádio estava anunciando uma sorveteria e  dizia entusiasmado:
- Olha, gente, com o calor que tem fazido aqui, nada melhor que um sorvete.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

No intervalo, alguém avisou que não era “fazido”, mas sim “feito”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E de volta, o locutor bradou:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

- Olha gente, me corrigiram aqui, falei errado, me desculpem, eu disse “o calor que tem fazido”, mas o certo é “o calor que tem feito”, mas comigo é assim: &lt;b&gt;feito ou fazido, já está dizido!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

6) E a piada final: &lt;b&gt;Todos os Jornalistas terão aumento...&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

...De serviço;&lt;br&gt;
...De pressa na apuração;&lt;br&gt;
...De pressão com o &lt;i&gt;dead-line&lt;/i&gt;;&lt;br&gt;
...De jogo-de-cintura com as fontes;&lt;br&gt;
...De trabalho;&lt;br&gt;
...De escravidão;&lt;br&gt;
...De abdicação da vida própria;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

(essa não teve graça, admito)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e também acha sua profissão uma piada.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;i&gt;&lt;b&gt;Coluna O Elefante É Fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Então eu vou fazer assim: aparecer uma semana sim outra não, numa meia greve, até Seo Paulo me pagar o &lt;i&gt;template&lt;/i&gt; que me deve. Esqueci não, Seo Paulo. Tenha pena dos meus leitores, que há mais de ano se deparam com as girafinhas azuis estampando minha página.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Enfim, passado o momento jabá, hoje eu decidi falar de Conar. Perguntei ao meu chefe, escavuquei uns livros, consultei a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt; e vou explicar melhor o que raios é essa organização que é responsável pela regulamentação da publicidade brasileira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Em primeiro lugar, Conar significa Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária. Comassiiiiim, Nana Flash, os publicitários se auto-regulamentam? E então, menino. Começou no fim dos anos 70 (quem estudou história lembra da época complicada que foi), o Governo Federal ameaçava sancionar uma lei criando uma espécie de censura prévia da propaganda. Ou seja, antes de ser veiculado o anúncio da &lt;i&gt;Caxangá Veículos&lt;/i&gt;, tinha que ganhar o mega carimbo de que estava Ok.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Pra fugir, foi criado um departamento de auto-regulamentação, sintetizada num Código, que deveria se comprometer a cuidar da liberdade de expressão comercial e defender os interesses das partes envolvidas no mercado publicitário, inclusive os do consumidor. A idéia é do modelo inglês e ganhou forma de todo o mercado.

E assim foi feito: representantes de agências, anunciantes e veículos de comunicação sentaram e articularam o reconhecimento do Código pelas autoridades federais, conseguindo convencer o Governo Federal que a publicidade brasileira era madura o bastante pra se virar sozinha.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E sabe o que é mais legal? Foi um sucesso. Anunciantes, agências, veículos e consumidores toparam subordinar seus interesses ao Código. Logo em seguida foi fundado o Conar, que é na verdade uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ONG" target="_blank"&gt;ONG&lt;/a&gt; que se encarrega de fazer valer o Código. E funciona, viu? Se tiver qualquer problema, pode ligar pra lá. Nesse tempo, o Conar já instaurou processos éticos, moveu conciliações e nunca foi desrespeitado pelos veículos de comunicação – quer dizer, já foi, mas ganhou na Justiça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas nem é isso que pra mim garante que o negócio vai ser legal. O Conselho de Ética da instituição é formado por publicitários, mas também por representantes da sociedade civil (médicos, advogados, jornalistas, dentre outros), todos voluntários. Um anúncio reprovado pode ser retirado de circulação em poucas horas – horas, é isso mesmo. Consumidores podem fazer reclamações através do web-site, sem nenhum custo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

É isso aí. Agora você já sabe quem manda nessa bagunça que se chama publicidade. Sua profissão também se auto-regulamenta? Dá certo? Quem quiser pode deixar o comentário aí embaixo, falando sobre isso. E quem quiser saber mais sobre esse órgão, é aqui: &lt;a href="http://www.conar.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.conar.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária e precisa desesperadamente de um template novo.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;Eita portugueis beim dizido, qui ningem correje!&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Pessoas, eu estava adoentada nos últimos dias e fiquei navegando na net, sozinha em casa. Quase pioro da febre e dos enjôos quando vi as páginas abaixo (clique na imagem para ampliar):&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;
&lt;a href="http://img260.imageshack.us/img260/6821/viajemvy4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img248.imageshack.us/img248/9122/viajemthumbuj0.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;O nome do site até está correto, mas a barra de título acabou com a viagem&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img248.imageshack.us/img248/9167/geitofn0.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img409.imageshack.us/img409/6555/geitothumbfl7.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Eu é que não quero uma roupa desse jeito!!!&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img245.imageshack.us/img245/2513/servissort0.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img237.imageshack.us/img237/8923/servissothumbnr8.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Um serviço desses ninguém merece...&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img186.imageshack.us/img186/792/papeuredejn8.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img211.imageshack.us/img211/1576/papeuredethumbmo0.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;E o pior que é capaz da Globo contratar essa figura, já contratou piores&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img340.imageshack.us/img340/951/sertesacw5.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img402.imageshack.us/img402/6287/sertesathumbyw1.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Essa estudou na mesma escola que a Cajuína do BBB8&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img267.imageshack.us/img267/9972/baichoar2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img338.imageshack.us/img338/5043/baichothumbbd6.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Com esse novo site o buraco é mais “en baicho”, é só reparar na barra de título&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img301.imageshack.us/img301/1285/encinoui8.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img442.imageshack.us/img442/3630/encinothumbvh1.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Se nem sindicatos de profissionais de “encino” escrevem “serto”, dá tudo “herrado”&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a href="http://img443.imageshack.us/img443/5927/licheirawi2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://img252.imageshack.us/img252/112/licheirathumbwn5.jpg" border="1" alt=""&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;E a língua portuguesa foi para o lixo&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

É por isso que sigo a cartilha do grande Carlos Drummond de Andrade (1902-1986): “Acho que estou ficando velho. Ainda uso as conjunções, admito a existência do a-bê-cê e obedeço à gramática".&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e está começando uma campanha pela volta da função do Copidesque na imprensa.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;i&gt;&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10" rowspan="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250"&gt; &lt;img src="http://img182.imageshack.us/img182/9729/euclidesdacunhadq4.jpg" border="1" alt="euclides da cunha" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt; Euclides da Cunha (1866 - 1909)&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;Durante a Guerra de Canudos (1896), o escritor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Euclides_da_Cunha"&gt;Euclides da Cunha&lt;/a&gt; vai ao sertão da Bahia apurar os fatos e o resultado é o livro &lt;a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?franq=144849&amp;Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=182062&amp;ST=SE" target="_blank" class="linkbusca"&gt;Os Sertões&lt;/a&gt;, publicado em 1902, que mesmo escrito sob o ponto de vista de um intelectual do Centro-Sul do País, vale pelo registro. À época, o pensamento vigente era do determinismo, em que o clima, a raça, a cultura e os costumes eram fatores da vida de uma pessoa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Durante a análise do ocorrido em Canudos, o autor rejeita a noção de que no litoral se encontrariam condições de avanço civilizatório em oposição ao interior. Pelo contrário, se vivia sempre em uma barbárie, bastava atentar para a crueldade com que se reprimiu o movimento de Antônio Conselheiro, que criou uma sociedade igualitária e monárquica em Arraial dos Canudos. O livro divide-se em três partes: A terra, O homem e A luta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Infelizmente Euclides da Cunha acabou se tornando mais conhecido pela minissérie Desejo (veja o &lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=ozKyl17WBeE" target="_blank" class="linkimportante"&gt;vídeo&lt;/a&gt;), que passou na TV Globo em 1990. Lembro-me inclusive de um colega, quando eu fazia a 8ª Série (Faz tempo... Hehehehe), quando o professor passou o livro e o colega disse: “eita, é do escritor que morreu corneado...”. A ira do professor foi tamanha, que ele nos mandou ler o livro completamente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E o que me arrepia a espinha é o seguinte: se o Jornalismo de outrora gera grandes obras literárias, o que serão os livros de história do futuro? Big Brother Brasil? Novelas? Ihhhhhhh...&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;object width="340" height="285"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XWwm4gn26Ec&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XWwm4gn26Ec&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="340" height="285"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;
&lt;i class="rodape"&gt;Os Sertões: Um Olhar&lt;/i&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista, leu Os Sertões, assistiu Desejo e assiste o BBB torcendo para que o programa tenha o mesmo destino que seus participantes: o limbo do esquecimento...&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;b&gt;Coluna O Elefante é Fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10" rowspan="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250"&gt; &lt;img src="http://img291.imageshack.us/img291/7244/vale1po8.jpg" border="1" alt="vale do rio doce" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt; Logo da nova Vale: Chupada, inspiração coletiva ou homenagem ao filtro de café?&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;Eu lembro da primeira vez que ouvi a palavra chupada. Não, não foi aos 12 anos vendo &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?franq=144849&amp;Query=porno" target="_blank" class="linkbusca"&gt;filme pornô&lt;/a&gt; com as primas escondido da mamãe. Foi numa aula de introdução à publicidade. O professor, um cara simpático e que me fez seguir na redação, explicou que em publicidade chupada nada mais é do que pegar um anúncio alheio e copiar. Pode ser a idéia, pode ser o conceito, pode ser o layout ou o título. Não é simples?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Não. É bem mais complexo. Fazer um anúncio igualzinho a outro pode ser uma mera coincidência – as idéias estão aí, e juntá-las pode acontecer aqui ou lá na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eti%C3%B3pia" target="_blank"&gt;Etiópia&lt;/a&gt;. Pode ser uma referência – o cara viu uma manifestação artística e resolveu fazer algo nesse estilo. E pode ser cara-de-pau mesmo, quando o cara está sem idéia e saca aquela idéia genial de um &lt;a href="http://www.folhadeseupaulo.com/2007/01/vdeo-o-que-um-blog.html" target="_blank"&gt;blog&lt;/a&gt; obscuro, de um anuário de país distante ou até de uma pasta de estagiário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas, espera, você quer dizer que chupar é ruim? É péssimo. Mas não facilita o trabalho? Uai, facilita. Mas se apoderar de uma idéia de alguém pra vender seu produto é muito feio. E publicitário não perdoa. Num meio onde a gente preza pela criatividade, luta para tornar uma marca única e mexe com muito &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?franq=144849&amp;Query=dinheiro" target="_blank" class="linkbusca"&gt;dinheiro&lt;/a&gt; do cliente, pegar uma idéia alheia para não se dar ao luxo de pensar é no mínimo tosco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas e aí, como a gente prova que não foi chupada? Aí é mais difícil. Eu sou boazinha e tendo a achar que tudo é coincidência – mesmo porque já aconteceu comigo: fiz um anúncio e olha, tinha com o mesmo conceito numa &lt;i&gt;Archive&lt;/i&gt; de 2001.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Alguns blogs se especializam em zoar das chupadas. Quiser procurar para entender melhor o conceito, é só digitar "chupadas" no Google. Recomendo ativar o filtro anti-pornografia antes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária, já está melhor do dodói e gostaria de ter uma profissão onde chupadas fossem apenas coisas agradáveis.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-14T06:50:03.381-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/03/sobre-chupadas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Os clichês no Rádio</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/260141623/os-clichs-no-rdio.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 07 Mar 2008 12:43:22 -0600</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-898860028877038408</guid><description>&lt;i&gt;&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Se você ouve Rádio AM, certamente já escutou alguma dessas “pérolas”. São erros ortográficos, erros de concordância, pleonasmos, redundâncias, enfim... Enjoy it:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="260" border="0" align="right" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="10" rowspan="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="250"&gt; &lt;img src="http://img138.imageshack.us/img138/9218/radiobt6.jpg" border="1" alt="radio" /&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="rodape" style="padding: 0px 10px 5px 10px"&gt; Rádio: Seus clichês e fantasmas (Edição: Taís Paranhos)&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;- Abrir as comportas;&lt;br&gt;
- Abrir (ou fechar) com chave de ouro;&lt;br&gt;
- Acabamento final;&lt;br&gt;
- Acertar os ponteiros;&lt;br&gt;
- Acrescentar mais um;&lt;br&gt;
- Adiar para depois;&lt;br&gt;
- A duras penas;&lt;br&gt;
- Aeronave (use "Avião");&lt;br&gt;
- Agora já;&lt;br&gt;
- Agradar a gregos e troianos;&lt;br&gt;
- Agente da lei;&lt;br&gt;
- À guisa de;&lt;br&gt;
- Alto e bom som;&lt;br&gt;
- Ambos os dois;&lt;br&gt;
- A mil;&lt;br&gt;
- A nível de (use "em nível de");&lt;br&gt;
- Anos dourados;&lt;br&gt;
- Ao mesmo tempo;&lt;br&gt;
- Apaixonada defesa;&lt;br&gt;
- Aparar as arestas;&lt;br&gt;
- Apertar o cinto;&lt;br&gt;
- Aquecer as turbinas;&lt;br&gt;
- Arrebentar a boca do balão;&lt;br&gt;
- A sete chaves;&lt;br&gt;
- As mais altas autoridades civis e militares;&lt;br&gt;
- Ataque fulminante;&lt;br&gt;
- Atingir em cheio;&lt;br&gt;
- A todo vapor;&lt;br&gt;
- A toque de caixa;&lt;br&gt;
- Atual estágio das obras;&lt;br&gt;
- Audaciosa manobra;&lt;br&gt;
- Banco dos réus;&lt;br&gt;
- Bárbaro assassinato;&lt;br&gt;
- Bater em retirada;&lt;br&gt;
- Cadáver do morto;&lt;br&gt;
- Cair como uma bomba;&lt;br&gt;
- Cair como uma luva;&lt;br&gt;
- Calor escaldante;&lt;br&gt;
- Calor senegalesco;&lt;br&gt;
- Cantar vitória;&lt;br&gt;
- Carro-chefe;&lt;br&gt;
- Causa mortis;&lt;br&gt;
- Causar espécie;&lt;br&gt;
- Cenas dantescas;&lt;br&gt;
- Chefe do executivo (use governador/ presidente/ prefeito);&lt;br&gt;
- Chegar a um denominador comum;&lt;br&gt;
- Chover a cântaros;&lt;br&gt;
- Chover no molhado;&lt;br&gt;
- Chumbo grosso;&lt;br&gt;
- Colhido pelo veículo;&lt;br&gt;
- Colocação (o mesmo que "opinião"; "comentário");&lt;br&gt;
- Colocar um ponto final;&lt;br&gt;
- Com a bola toda;&lt;br&gt;
- Com a corda toda;&lt;br&gt;
- Com a rapidez de um raio;&lt;br&gt;
- Como nos contos de fadas;&lt;br&gt;
- Complexo viário;&lt;br&gt;
- Conclusão final;&lt;br&gt;
- Condição sine-qua-non;&lt;br&gt;
- Conjugar esforços;&lt;br&gt;
- Conquistar espaços;&lt;br&gt;
- Consternar profundamente;&lt;br&gt;
- Contabilizar (e do mesmo jeito: "somar"; "totalizar");&lt;br&gt;
- Continuar ainda;&lt;br&gt;
- Conviver junto;&lt;br&gt;
- Coroado de Êxito;&lt;br&gt;
- Criar novos;&lt;br&gt;
- Crivar de balas;&lt;br&gt;
- Cumprir extenso programa;&lt;br&gt;
- Curtir;&lt;br&gt;
- Danos materiais de grande monta;&lt;br&gt;
- Dar com os burros n'água;&lt;br&gt;
- Dar o último adeus;&lt;br&gt;
- Data natalícia;&lt;br&gt;
- Debelar as chamas;&lt;br&gt;
- Deitar e rolar;&lt;br&gt;
- Deixar a desejar;&lt;br&gt;
- De mão beijada;&lt;br&gt;
- Desbaratar a quadrilha;&lt;br&gt;
- Descer para baixo;&lt;br&gt;
- Desculpa esfarrapada;&lt;br&gt;
- Desponta nas preferências;&lt;br&gt;
- De repente, não mais que de repente;&lt;br&gt;
- Detonar (por "provocar", "desencadear");&lt;br&gt;
- De vento em popa;&lt;br&gt;
- Dimensionamento;&lt;br&gt;
- Dirimir dúvidas;&lt;br&gt;
- Discorrer sobre o tema;&lt;br&gt;
- Discussão acalorada;&lt;br&gt;
- Dispensa apresentação;&lt;br&gt;
- Dizer cobras e lagartos;&lt;br&gt;
- Divisor de Águas;&lt;br&gt;
- Do Oiapoque ao Chuí;&lt;br&gt;
- Edil (use "vereador");&lt;br&gt;
- Elemento (como "indivíduo");&lt;br&gt;
- Elo de ligação;&lt;br&gt;
- Em compasso de espera;&lt;br&gt;
- Em grande estilo;&lt;br&gt;
- Eminente personagem;&lt;br&gt;
- Em ponto de bala;&lt;br&gt;
- Em sã consciência;&lt;br&gt;
- Em última análise;&lt;br&gt;
- Encarar de frente;&lt;br&gt;
- Ensaiar os primeiros passos;&lt;br&gt;
- Ente querido;&lt;br&gt;
- Entrar em rota de colisão;&lt;br&gt;
- Entrar para dentro;&lt;br&gt;
- Entrementes;&lt;br&gt;
- Equacionamento;&lt;br&gt;
- Erário público;&lt;br&gt;
- Está na sua;&lt;br&gt;
- Estrelas do Céu;&lt;br&gt;
- Exitoso;&lt;br&gt;
- Faca de dois gumes;&lt;br&gt;
- Famílias inconsoláveis;&lt;br&gt;
- Fazer das tripas coração;&lt;br&gt;
- Ficar à deriva;&lt;br&gt;
- Fincar pé;&lt;br&gt;
- Forças vivas;&lt;br&gt;
- Fortes contingentes militares;&lt;br&gt;
- Fortuna incalculável;&lt;br&gt;
- Fugir da raia;&lt;br&gt;
- Galera (no sentido de "torcida", "platéia");&lt;br&gt;
- Ganhar grátis;&lt;br&gt;
- Genitor(a) (use "pai" ou "mãe");&lt;br&gt;
- Gentilmente cedido;&lt;br&gt;
- Guardado a sete chaves;&lt;br&gt;
- Há (...) atrás (use apenas um deles);&lt;br&gt;
- Habitat natural;&lt;br&gt;
- História passada;&lt;br&gt;
- Hora da verdade;&lt;br&gt;
- Imperdível;&lt;br&gt;
- Inserido no contexto;&lt;br&gt;
- Instrumentalização;&lt;br&gt;
- Ironia do Destino;&lt;br&gt;
- Isto posto;&lt;br&gt;
- Jogar a pá de cal;&lt;br&gt;
- Jogo de vida ou morte;&lt;br&gt;
- Larápio;&lt;br&gt;
- Leque de alternativas;&lt;br&gt;
- Leque de opções;&lt;br&gt;
- Logradouro;&lt;br&gt;
- Lugar ao sol;&lt;br&gt;
- Malha viária;&lt;br&gt;
- Mandatário;&lt;br&gt;
- Manter/ Continuar/ Permanecer o mesmo;&lt;br&gt;
- Mau tempo reinante;&lt;br&gt;
- Maximização/ Minimização;&lt;br&gt;
- Medidas drásticas;&lt;br&gt;
- Meliante;&lt;br&gt;
- Monopólio exclusivo;&lt;br&gt;
- Morreu ao dar entrada no Hospital;&lt;br&gt;
- Morrer de amores;&lt;br&gt;
- Morto prematuramente;&lt;br&gt;
- Mulher do morto (use "viúva");&lt;br&gt;
- Municipalidade;&lt;br&gt;
- Na flor da idade;&lt;br&gt;
- Na flor da pele;&lt;br&gt;
- Não obstante;&lt;br&gt;
- Na oportunidade;&lt;br&gt;
- Na ordem do dia;&lt;br&gt;
- Nau sem rumo;&lt;br&gt;
- Necrópole (use "cemitério");&lt;br&gt;
- No bojo de;&lt;br&gt;
- Nosocômio (use "hospital");&lt;br&gt;
- Outrossim;&lt;br&gt;
- Página virada;&lt;br&gt;
- Palavra de ordem;&lt;br&gt;
- Paradigmático;&lt;br&gt;
- Países do Mundo;&lt;br&gt;
- Parlamentares;&lt;br&gt;
- Parece que foi ontem;&lt;br&gt;
- Passar em branco;&lt;br&gt;
- Passar em nuvens brancas;&lt;br&gt;
- Pensamento político dominante;&lt;br&gt;
- Perder o bonde da História;&lt;br&gt;
- Permanecer inalterado;&lt;br&gt;
- Pintar (no sentido de "surgir");&lt;br&gt;
- Poder de fogo;&lt;br&gt;
- Pomo da discórdia;&lt;br&gt;
- Pôr a casa em ordem;&lt;br&gt;
- Pôr a mão na massa;&lt;br&gt;
- Pôr as barbas de molho;&lt;br&gt;
- Pôr as cartas na mesa;&lt;br&gt;
- Por conseguinte;&lt;br&gt;
- Por outro lado;&lt;br&gt;
- Posição/ Posicionamento/ Posiciona-se;&lt;br&gt;
- Postulante;&lt;br&gt;
- Precioso líquido (use "água");&lt;br&gt;
- Preço salgado;&lt;br&gt;
- Prefeitura municipal;&lt;br&gt;
- Preencher a lacuna;&lt;br&gt;
- Prendas domésticas;&lt;br&gt;
- Problematização;&lt;br&gt;
- Proeminente cidadão;&lt;br&gt;
- Professores que ensinam;&lt;br&gt;
- Propriamente dito;&lt;br&gt;
- Quadro político nacional;&lt;br&gt;
- Quem viver verá;&lt;br&gt;
- Recebeu o sinal verde;&lt;br&gt;
- Relações bilaterais entre os dois países;&lt;br&gt;
- Relevante serviço;&lt;br&gt;
- Repetir de novo;&lt;br&gt;
- Requintes de crueldade;&lt;br&gt;
- Respirar aliviado;&lt;br&gt;
- Reta final;&lt;br&gt;
- Sagrar-se campeão;&lt;br&gt;
- Sair para fora;&lt;br&gt;
- Saraivada de balas;&lt;br&gt;
- Sendo que;&lt;br&gt;
- Senti firmeza;&lt;br&gt;
- Separar o joio do trigo;&lt;br&gt;
- Sinistro (no sentido de "incêndio");&lt;br&gt;
- Sob os auspícios de;&lt;br&gt;
- Sob o signo de;&lt;br&gt;
- Sofrer melhora;&lt;br&gt;
- Soldado de fogo;&lt;br&gt;
- Solenidade de praxe;&lt;br&gt;
- Sorriso nos lábios;&lt;br&gt;
- Subir para cima;&lt;br&gt;
- Surpresa inesperada;&lt;br&gt;
- Tábua de salvação;&lt;br&gt;
- Tecer comentários;&lt;br&gt;
- Tirar o bolso do colete;&lt;br&gt;
- Tirar o cavalo da chuva;&lt;br&gt;
- Tirar uma posição (por "definir-se");&lt;br&gt;
- Tiro de misericórdia;&lt;br&gt;
- Titular daquela pasta;&lt;br&gt;
- Todavia;&lt;br&gt;
- Todos são unânimes;&lt;br&gt;
- Todos sem exceção;&lt;br&gt;
- Trafegam por aquela artéria;&lt;br&gt;
- Trair-se pela emoção;&lt;br&gt;
- Transar;&lt;br&gt;
- Tratativa;&lt;br&gt;
- Trazer à tona;&lt;br&gt;
- Trocar farpas;&lt;br&gt;
- Ultimando preparativos;&lt;br&gt;
- Verdadeiro caos;&lt;br&gt;
- Vereadores da câmara municipal;&lt;br&gt;
- Via de regra;&lt;br&gt;
- Vida de cachorro;&lt;br&gt;
- Vítima fatal;&lt;br&gt;
- Voltar à estaca zero;&lt;br&gt;
- Viúva do falecido;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e gosta de ouvir Rádio AM, apesar dos clichês.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;b&gt;Coluna O Elefante é Fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Lascada de trabalho e coberta de suor frio que a enxaqueca + a febre provocam, o post vai ser curtinho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Tem poucas propagandas na TV que prendem minha atenção hoje. O único comercial que realmente despluga meu fone de ouvido do computador é o novo &lt;i&gt;jingle&lt;/i&gt; da Brahma, criado por ninguém menos que Nizan Guanaes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

(Adendo: Nizan é o cara. Ganhou todos os prêmios que existem no mundo em publicidade e fundou uma &lt;i&gt;holding&lt;/i&gt; que conta com as mega agências Africa, DM9DDB, Loducca e MPM. Foi ele quem bolou o comercial que dá nome ao subtítulo dessa coluna. Foi ele quem bolou a campanha do Hitler pra Folha, que já postei aqui. Enfim, é o cara que bolou isso &lt;a href="http://ccsp.com.br/busca/busca.php?t=nizan+guanaes&amp;SearchArea=anuarios&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank" class="linkimportante"&gt;aqui&lt;/a&gt;.)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Curtam aí o comercial, com Seu Pagodinho. É tão bom, que eu, que não bebo, &lt;i&gt;tô&lt;/i&gt; pensando em ir tomar uma. Assim que a enxaqueca e a febre passarem, claro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;center&gt;&lt;object width="340" height="285"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-4ofFW__1i4"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-4ofFW__1i4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="340" height="285"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://nanaflash.blogspot.com/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nana Flash&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é redatora publicitária e sofre porque não tem mamãe pra cuidar dela nos dias de doença.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-05T14:16:13.108-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/03/olha-que-jingle-legal.html</feedburner:origLink></item><item><title>Hoje é aniversário da Taís!</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/260141625/hoje-aniversrio-da-tas.html</link><category>Colunas</category><category>Blog</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Sat, 01 Mar 2008 08:26:34 -0600</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-8698158703918959629</guid><description>&lt;table width="119" border="0" align="left" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="109" colspan="3"&gt; &lt;img src="http://img225.imageshack.us/img225/9698/1377899wc5.jpg" border="1" alt="tais paranhos" /&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="10"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="5" bgcolor="#F7F5E8" class="rodape"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="99" bgcolor="#F7F5E8" class="rodape"&gt;(Imagem: Arquivo Pessoal)&lt;/td&gt;
  &lt;td width="5" bgcolor="#F7F5E8" class="rodape"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="10"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="10"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="10"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;Lá se vão vários anos de amizade (é bom nem falar, pra não revelar idades hehehe). Taís é uma das pessoas que me fizeram reforçar a decisão em seguir o jornalismo, numa época que eu ainda estava em dúvidas se passaria fome ou seria eng. aeronáutico. Já imaginou o perigo? É por isso que torço muito por essa moça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Parabéns, minha amiga e parceira, e que o destino te reserve muito sucesso e felicidade!&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e desde novembro escreve uma coluna semanal aqui no blog.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-01T11:26:34.030-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/03/hoje-aniversrio-da-tas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Eu sou um meio de comunicação</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/260141626/eu-sou-um-meio-de-comunicao.html</link><category>Palavras em Off</category><category>Jornalismo</category><category>Colunas</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Thu, 28 Feb 2008 21:05:51 -0600</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-117957015560386996</guid><description>&lt;i&gt;(ou "descobri a pólvora, a roda e a agricultura")&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna Palavras em Off&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Taís Paranhos*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Quando me formei, achei que iria trabalhar em um veículo de comunicação. Nunca ousei imaginar Rede Globo. Meu sonho sempre foi rádio. Realizei-me há quase 10 anos quando passei três meses no Estágio Curricular da Rádio Jornal do Commercio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas me formei e em quase oito anos de formada, mais de sete dedicados à Assessoria de Imprensa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;table width="450" border="0" align="center" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="450" colspan="3"&gt; &lt;img src="http://img183.imageshack.us/img183/6448/bbcblogszs9.jpg" alt="workshop bbc" border="1" /&gt; 
  &lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td width="5" bgcolor="#F7F5E8" class="rodape"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="440" bgcolor="#F7F5E8" class="rodape"&gt;&amp;quot;BBC Blogs Workshop&amp;quot;, ministrado para blogueiros e jornalistas por Chris Vallance, do BBC Radio 5 Live's&lt;/td&gt;
  &lt;td width="5" bgcolor="#F7F5E8" class="rodape"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td bgcolor="#F7F5E8" class="espaco"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
 &lt;tr&gt; 
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="espaco-teto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

Recentemente, com &lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" target="_blank" class="linkimportante"&gt;meu blog&lt;/a&gt; (desculpa o &lt;i&gt;merchan&lt;/i&gt;, Seu Paulo, hahaha), descobri uma coisa: posso criar um império de Comunicação. E com algumas armas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;»&lt;/b&gt; Se eu quiser fazer matérias pra impresso: Coisa mais fácil, é só apurar e escrever;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;»&lt;/b&gt; Se eu quiser fazer exposição de fotos: Qualquer máquina digital ou uma analógica mais um scanner resolvem;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;»&lt;/b&gt; Se eu quiser um programa de rádio (de até 10 minutos): Recorro a um portal (eu recomendo o &lt;i&gt;Goear.com&lt;/i&gt;);&lt;br&gt;
&lt;b&gt;»&lt;/b&gt; E se eu quiser um vídeo: Preciso responder que recorro ao YouTube?&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Afora os programas que temos no PC ou que podemos baixar gratuitamente: Windows Media Player, Audacity, Corel, Photoshop, até o Paint ajuda.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Nunca a Comunicação Social esteve tão próxima das pessoas, basta um pouco de conhecimento básico de Informática. Hoje não parece nada demais, mas acreditem que as empresas de Comunicação vão ficar de olho em blogueiros, videastas digitais, fotógrafos eletrônicos, etc. Vide a pressão hoje sobre as rádios comunitárias, desde que o povão aprendeu que o &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?franq=144849&amp;Query=r%E1dio" target="_blank" class="linkbusca"&gt;rádio&lt;/a&gt; não é só pra ouvir “músicas” e notícias de artistas que casam e separam.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Ainda vamos dominar o mundo. (Mwhahahaha)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

E isso parece óbvio, mas não é.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i class="rodape"&gt;*&lt;a href="http://taisparanhos.blig.ig.com.br/" class="linkmenu" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Taís Paranhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; é jornalista, radialista e não mexe com pólvora, fica tonta e enjoando quando roda e não sabe plantar nada, muito menos bananeira.&lt;/i&gt;

&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-29T00:05:51.598-03:00</app:edited><feedburner:origLink>http://www.folhadeseupaulo.com/2008/02/eu-sou-um-meio-de-comunicao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Uma campanha legal para filmes</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/folhadeseupaulo/colunas/~3/260141627/uma-campanha-legal-para-filmes.html</link><category>O Elefante é fã de Parmalat</category><category>Colunas</category><category>Publicidade</category><category>Cinema</category><author>contato@folhadeseupaulo.com (Seu Paulo)</author><pubDate>Fri, 29 Feb 2008 22:49:52 -0600</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38916807.post-668264937545679403</guid><description>&lt;i&gt;(Da série "Isto precisa de cor")&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Coluna O Elefante É Fã de Parmalat&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Por Nana Flash*&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Eu brinco dizendo que existem mais cinéfilos que seres humanos no mundo. A palavra banalizou tanto que se você for no meio do Mercado da Madalena e gritar "&lt;i&gt;quem é cinéfilo aê?&lt;/i&gt;", todo mundo vai levantar a mão. Mas tem razão de ser: &lt;a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?OrderBy=sortordersell&amp;franq=144849&amp;Query=filme" target="_blank" class="linkbusca"&gt;cinema&lt;/a&gt; é divertido. É uma caixinha mágica de passar histórias e dar vida a personagens e é acessível pra todo mundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Então este domingo foi noite de &lt;i&gt;Oscar&lt;/i&gt;. Incrível que, na segunda, todo mundo – do cobrador de ônibus até o pessoal da agência e do curso – ou falava da final da taça Guanabara (e os flamenguistas dançavam o &lt;i&gt;créu&lt;/i&gt;, é claro), ou do Oscar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Eu nem imaginava que o Oscar tava com essa bola toda. Eu assisti só pra ficar de olho nos vestidos das atrizes e pra ver se rolava beijo na boca – alguém discorda que foi muito mais divertido &lt;a href="http://obnubilado.blogs.sapo.p