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	<title>Fora de Órbita</title>
	
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	<description>ordinary life is a pretty complex stuff.</description>
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		<title>Da arte de esfregar na cara</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Afora quaisquer questões éticas ou políticas&#8230;
Foi ou não a maneira mais criativa de dizer &#8220;eu sempre estive certo&#8221; de toda a história?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Afora quaisquer questões éticas ou políticas&#8230;<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-742" title="app9146151257732539" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/11/app9146151257732539.jpg" alt="app9146151257732539" width="500" height="375" />Foi ou não a maneira mais criativa de dizer &#8220;eu sempre estive certo&#8221; de toda a história?<br />
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		<title>Um bocejo pelo Kindle</title>
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		<comments>http://foradeorbita.com/2009/10/26/um-bocejo-pelo-kindle/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 01:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>

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		<description><![CDATA[Então, todo mundo já conhece o Kindle. Meu objetivo com a assertiva anterior foi &#8211; como determinados conferencistas que, ao iniciarem sua fala, afirmam que &#8220;todos aqui já leram Feyerabend&#8221; &#8211; nivelar o debate e fazer com que alguém que não saiba o que é o Kindle se sinta deslocado. Se tu não sabe o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;; color: black;">Então, todo mundo já conhece o Kindle. Meu objetivo com a assertiva anterior foi &#8211; como determinados conferencistas que, ao iniciarem sua fala, afirmam que &#8220;todos aqui já leram Feyerabend&#8221; &#8211; nivelar o debate e fazer com que alguém que não saiba o que é o Kindle se sinta deslocado. Se tu não sabe o que é o Kindle, lê <a href="http://www.amazon.com/Wireless-Reading-Display-International-Generation/dp/B0015T963C/ref=sr_tr_1?ie=UTF8&amp;s=electronics&amp;qid=1256601030&amp;sr=8-1">aqui</a><span> antes </span>do que se trata e vai por mim, nunca, sob nenhuma hipótese, te guia pelo que diz a Época de algumas semanas atrás.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 14.25pt; background: white;"><img class="aligncenter size-full wp-image-725" title="0,,181118,00" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/10/018111800.jpg" alt="0,,181118,00" width="327" height="450" /></p>
<p style="text-align: justify;">Calma, o problema não está na suposição de que o último livro do Paulo Coelho que tu comprou foi em formato físico e que a partir de agora tu vai ler o cara direto do Kindle. O problema é acreditar que o Kindle realmente ameaça o livro DE PAPEL.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas vejamos. O que o Kindle nos oferece? Ele guarda até 1500 livros, é pouco mais fino que uma revista, baixa livros diretamente da Amazon por uma rede 3G. São umas três centenas de milhares de livros disponíveis e não me dei o trabalho de pesquisar quais são os títulos em português, mas tenho a leve impressão de que não são muitos. Os preços dos livros variam, mas parecem estar na faixa das 10 doletas. No começo do ano, alguns livros ultrapassaram essa faixa e outros chegaram a custar mais caro do que sua cópia física, <a href="http://www.wired.com/gadgetlab/2009/04/kindle-readers/"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">o que levou os consumidores a se manifestarem no maior estilo #forasarney</span></span></a>. O preço do Kindle é de U$ 259,00, o que convertendo para o Real e somando os impostos  chega a quase R$ 1.000,00.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais afobadinhos da era digital (argh) e masturbadores de gadgets acham que o Kindle deu um golpe de misericórdia nos livros e que a ordem é de não ressucitar. Desculpa, mates, mas vocês estão enganados. Mais fácil vocês morrerem antes dos livros.</p>
<p style="text-align: justify;">O Kindle apresenta suas vantagens, sim. Dentre elas, quase todas estão ali nos features da bagaça. É pequeno, é fino, tu carrega até 1500 títulos (a maioria das pessoas não tem 1/3 disso na biblioteca de casa), e tem tudo na mochila assim que precisar. É um quebra-galho danado. Mas tu não vai pagar quase mil reais por um quebra-galho se não for absurdamente necessário. Mais fácil pagar 1000 reais em 20 livros de 50 do que 1000 reais em livro algum, só no leitor. E porque o livro te proporciona algumas coisas que um leitor de ebooks não te proporciona, dentre elas o prazer de ler.</p>
<p style="text-align: justify;">Para um leitor voraz e bom comprador de livros, existem alguns prazeres que são insubstituíveis. E o público-alvo do Kindle é esse, sim. E é para esses que estou falando. Quem mais estaria interessado em ter 1.500 ebooks senão um apaixonado pela leitura?</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, na escolha do livro: pegar, folhear, ler a orelha, comparar com outras obras do mesmo autor que estejam na mesma prateleira, encontrar imediatamente do lado um livro igualmente interessante, sentar numa poltrona próxima e tomar um espresso. Nada disso seria feito se tu tivesse em casa ou no escritório, com um pedaço de plástico e escolhendo livros pela internet. Que me digam os entusiastas da leitura: vocês também não sentem que pularam alguma etapa quando compram livro à distância?</p>
<p style="text-align: justify;">O outro está no próprio uso do livro: tu lê, grifa partes interessantes, faz algumas anotações, cola um post it, deixa na prateleira e dois anos depois pega o mesmo livro, relê as anotações, tem novos insights, escreve alguma coisa por cima, deixa lá denovo.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas insistem em argumentar que a mesma coisa ocorreu com o CD há alguns anos atrás, quando diante do mp3 e dos mp3 players. Não, não é a mesma coisa. Explico: o mp3 <a href="http://vagalume.uol.com.br/caetano-veloso/texto-verdade-tropical.html"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">tinha, teve, tem</span></span></a> potencial pra substituir o CD porque o salto não é tão grande se comparado com as vantagens obtidas. Atribuo isso a quatro fatores: a gratuidade (quem nunca baixou 10 álbuns de graça que atire a primeira pedra), a pequena diferença na qualidade, os poucos prazeres de que se abre mão e a facilidade do consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tu não grifa um CD. Tu não escreve observações na margem da faixa 14. Tu não toma um espresso enquanto folheia páginas de um CD que estás prestes a comprar. Sim, se tu migrar para o mp3 tu acaba suprimindo o prazer de escolher CDs e de colecionar CDs, claro. Alguns sentem diferença na qualidade, eu não. Em compensação tu podes transportar todos no bolso e, quando sentir a vontade de escutar Dogs (Pink Floyd) ou Saigon (Emílio Santiago), elas estarão nas tuas mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorre pela facilidade com a qual se consome música. Quem aí sente vontade de ler Verdade e Método (Gadamer) e depois A vida como ela é (Nelson Rodrigues) enquanto lancha em algum lugar?</p>
<p style="text-align: justify;">Como bem lembrou a<span> </span><a href="http://mahideia.wordpress.com/"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Marina</span></span></a>,<span> </span><a href="http://twitter.com/marina_m/status/5179390287"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">se os livros algum dia morrerem, isso vai acontecer por falta de leitores, não por causa dos ebooks</span></span></a>. Os ebooks já existem há um bom tempo e, melhor ainda, de graça. Mas não me recordo de alguém dizendo que deixou de comprar livros porque pôde baixar pela internet. Alguém deixa de comprar livros porque pode tirar Xerox. Denovo a questão do preço. Tu também podes me responder: é porque ler na tela do computador é um saco, já a tela do Kindle é propícia para a leitura, yada yada yada. Desculpa, <a href="http://yourargumentisinvalid.com/"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">seu argumento é inválido.</span></span></a> Se tu consegues passar 5h lendo no msn e no twitter, talvez o problema não esteja na tela do computador, mas nas tuas prioridades.</p>
<p style="text-align: justify;">De mais a mais, com a mesma autoridade dos que proclamam a morte dos livros, eu proclamo aqui a morte do Kindle. Quem tá comigo?</p>
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		<title>Tenho a sensação / de que essa é a pior música do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[I Gotta Feeling, de acordo com a digníssima Wikipedia, é o segundo single do quinto álbum THE END do Black Eyed Peas. Essas informações realmente não tem importância nenhuma.

Alguns artistas &#8211; o pessoal lá do indie rocks pode confirmar o que eu tou dizendo &#8211; se esforça pra criar algo que realmente pareça antigo.  Sabe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">I Gotta Feeling, de acordo com a digníssima Wikipedia, é o segundo single do quinto álbum THE END do Black Eyed Peas. Essas informações realmente não tem importância nenhuma.</p>
<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lB_QGKW_bbI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/lB_QGKW_bbI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns artistas &#8211; o pessoal lá do indie rocks pode confirmar o que eu tou dizendo &#8211; se esforça pra criar algo que realmente pareça antigo.  Sabe quando tu para e pensa &#8220;bom era antigamente&#8221;? Então, essa é a mentalidade da galera. Não me parece ter sido a inteção do Black Eyed Peas ou mesmo da Lady Gaga quando criam os seus HITS.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro, como se pode extrair do último grande sucesso BOOM BOOM POW, os negões acompanhados da gostosa Fergie se gabam de ser altamente 3008, enquanto o pessoal que tá escutando é bem 2000 e tarde. Na verdade eu nunca entendi o que eles quiseram dizer com toda aquela música, mas isso é papo pra outra hora.</p>
<p style="text-align: justify;">A tal da Lady Gaga, por sua vez, tem nome de velha e costuma se vestir daquele jeito &#8220;putz, isso vai ser o futuro&#8221; que pensavam as pessoas da década de 80. Ela é o futuro do passado, mas certamente não é o presente, acho que me fiz entender. Se não deu, assistam <a href="http://www.imdb.com/title/tt0083658/">Blade Runner</a> e vejam como ela é uma versão piorada da <a href="http://www.mitologica.com.br/joomla/images/bladerunner/daryl%20hannah%20blade-runner-1982%20(4).jpg">Pris</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, o que quero dizer com tudo isso é que I Gotta Feeling é uma música que te dá a sensação de que estão resgatando alguma parada do passado e tentando te enfiar goela abaixo, mas certamente não foi essa a intenção dos caras. É a mesma coisa que Lady Gaga fez com POKER FACE e o resto das suas músicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A obra:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">I gotta feeling&#8230; / <strong>Tenho a sensação&#8230;</strong><br />
That tonight&#8217;s gonna be a good night / <strong>De que hoje vai ser uma noite legal</strong><br />
That tonight&#8217;s gonna be a good night / <strong>De que hoje vai ser uma noite legal</strong><br />
That tonight&#8217;s gonna be a good good night /<strong> De que hoje vai ser uma noite muito legal</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso se repete por 4 vezes e demonstra o caráter motivacional da música. Para algumas pessoas, é a típica música pra escutar em casa, se arrumando, pra partir com tudo na night. Tem outras pessoas que tem coragem de escutá-la em qualquer outra hora do dia, como se estivesse escutando música. E algumas outras escutam quando são forçadas. Tipo eu.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Tonight&#8217;s the night / <strong>Hoje a noite é a noite</strong><br />
Let&#8217;s live it up / <strong>Vamos vivê-la</strong><br />
I got my money / <strong>Tenho uns trocos</strong><br />
Let&#8217;s spend it up / <strong>Vamo gastar tudo</strong><br />
Go out and smash it / <strong>Vamos arrasar </strong><br />
Like Oh My God / <strong>Como Oh Meu Deus (?)</strong><br />
Jump off that sofa / <strong>Pula desse sofá</strong><br />
Let&#8217;s kick it OFF / <strong>Vamo QUEBRA TUDO</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Reforçando o caráter motivacional, essa esfrofe demonstra que se a música fosse escrita em português, ela certamente faria mais sucesso do que já faz entre os jovens (ou velhos até) que escutam forró com a mala do carro aberta em um posto de gasolina misturando whisky com energético pra poder disfarçar o gosto e aquilo descer um pouquinho mais fácil. Gente que nunca será Caleb Nichol (obrigado </span><a href="http://www.grandeabobora.com"><span style="color: #000000;">Marcus</span></a><span style="color: #000000;">).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Nessa estrofe, aliás, é que a música toma um ritmo completamente GINCANA. É o tipo do trecho que eu colocaria como trilha sonora de alguma prova do Domingo Legal ou do Celso Portioli. Nas duas estrofes seguintes, mesma coisa:</span></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">I know that we&#8217;ll have a ball / <strong>Sei que temos um baile</strong><br />
If we get down  and go out / <strong>E se nós descermos e sairmos</strong><br />
And just lose it all / <strong>E nos soltarmos</strong><br />
I feel stressed out / <strong>Me sinto estressado<br />
</strong>I wanna let it go / <strong>Q</strong><strong>uero que isso passe </strong><br />
Lets go way out spaced out / <strong>Vamos muito mais longe</strong><br />
And loosing all control / <strong>E perdendo a linha</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fill up my cup / <strong>Encha minha xícara</strong><br />
Mazel tov / <strong>Parabéns de Judeu</strong><br />
Look at her dancing / <strong>Olha ela dançando</strong><br />
Just take it&#8230; OFF / <strong>Só tira isso (a roupa, só pode)</strong><br />
Lets paint the town / <strong>Vamos pintar o sete</strong><br />
We&#8217;ll shut it down / <strong>Vamos fechar tudo</strong><br />
Let&#8217;s burn the roof / <strong>Vamos queimar o teto </strong><br />
And then we&#8217;ll do it again / <strong>E vamos fazer isso denovo</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa estrofe não faz sentido algum. Xícara, Mazal Tov, pintar o sete, queimar o teto, tirar a roupa e fazer tudo denovo. </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Lets do it (x4) / <strong>Vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer isso</strong><br />
And do it (2x) / <strong>E fazer isso, e fazer isso</strong><br />
Let&#8217;s live it up / <strong>Vamos viver isso</strong><br />
And do it (3x) / <strong>Vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer isso</strong><br />
Do it, do it / <strong>Fazer isso, fazer isso</strong><br />
Lets do it(3x) / <strong>Vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer isso</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Essa repetição excessiva demonstra o caráter LOBOTÔMICO  da música.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">I gotta feeling&#8230; / <strong>Tenho a sensação</strong><br />
That tonight&#8217;s gonna be a good night / <strong>De que hoje vai ser uma noite legal</strong><br />
That tonight&#8217;s gonna be a good night / <strong>De que hoje vai ser uma noite legal</strong><br />
That tonight&#8217;s gonna be a good good night / <strong>De que hoje vai ser uma noite muito legal</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Só mais uma vez pra não perder o costume, os caras falam que a noite vai ser legal. O diferencial dessa estrofe é que agora ela vem acompanhada com algumas VAIAS após os versos, que despertam em mim uma vergonha alheia impossível de quantificar. É porque nesse momento que o DJ abaixa o som e as pessoas que estão no local VAIAM JUNTAS. A hora em que recolho meus pertences e me retiro do local.</p>
<p style="text-align: justify;">É a hora que paro de falar dessa música também, noite de merda.</p>
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		<title>Top 6 aeronaves que eu não gostaria que sobrevoassem a minha residência</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Top alguma coisa]]></category>
		<category><![CDATA[aeronave]]></category>
		<category><![CDATA[airbus beluga]]></category>
		<category><![CDATA[airfrance]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[bartini bariev]]></category>
		<category><![CDATA[being phalcon]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
		<category><![CDATA[northrop tacit blue]]></category>
		<category><![CDATA[pregnant guppy]]></category>
		<category><![CDATA[super guppy]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo sabe que voar é um negócio Um Tanto Quanto Complicado. Alguns bichos já nasceram pra isso, outros nem tanto. Pra facilitar um pouco a vida desses, Santos Dumont inventou o avião (irmãos Wright é o caralho), um negócio feito de pau e pano pesando 205kg que carregava uma só pessoa.
Insatisfeita com essa obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo mundo sabe que voar é um negócio Um Tanto Quanto Complicado. Alguns bichos já nasceram pra isso, outros nem tanto. Pra facilitar um pouco a vida desses, Santos Dumont inventou o avião (irmãos Wright é o caralho), um negócio feito de pau e pano pesando 205kg que carregava uma só pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Insatisfeita com essa obra de arte, a humanidade resolveu complicar tudo e criar umas paradas pesando toneladas e que matam centenas de milhares de pessoas todos os anos. Blogueiro profissional que sou, vou aproveitar o HYPE em cima desse recentíssimo acidente do Airfrance e vou ver se consigo ganhar alguns trocados de AdSense.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de passar horas explicando como ocorreu &#8211; algo que a Jaqueline Khury (<a href="http://benetti.files.wordpress.com/2008/01/jaqueline-khury_sh_011.jpg">link para o lattes da moça</a>) já o fez com muita propriedade - vou te listar algumas aeronaves que simplesmente não mereciam um lugar nos ares.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-668" title="jaque" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/09/jaque.jpg" alt="jaque" width="500" height="233" /></p>
<p><strong>Northrop Tacit Blue</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter" title="Northrop Tacit Blue" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3b/Tacit_blue_side_runway.jpg" alt="" width="550" height="361" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse avião foi utilizado como um demonstrativo da tecnologia &#8220;stealth&#8221; em aeronaves de vigilância, cuja atuação se daria, principalmente, próxima à linha de combate. Tecnologia Stealth é quela homônima ao <a href="http://www.imdb.com/title/tt0382992/">clássico hollyoodiano</a>, com a diferença que é muito mais legal porque ela PRESTA. Esses aviões são praticamente invisíveis aos radares inimigos e podem destruir todo as suas tropas em poucos minutos. Stealth é tipo o CHEAT da guerra. Se é tão legal assim, por que esse aviãozinho não merece estar nos céus? É óbvio que o problema dele está 1) na ausência de armas nucleares, o que faz dele um negócio praticamente inútil e 2) nesse design inspirado nos PLATELMINTOS.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Boeing 707-385C Phalcon</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter size-full wp-image-688" title="Untitled-2" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/09/Untitled-21.jpg" alt="Untitled-2" width="491" height="327" /></p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia Phalcon foi desenvolvida por empresas israelenses e consiste na possibilidade de transformar uma gama de aeronaves em verdadeiros radares aéreos. A monitoração é tão precisa que independe das condições metereológicas ou do período do dia. Mas, sinceramente, dê uma olhada denovo nessa imagem. A lógica é simples: se uma aeronave parece com um mamífero marinho, é porque ela não deveria estar no céu. Posso estar sendo conservador demais, mas aviões deveriam parecer com PÁSSAROS, não com golfinhos. Ou com o <a href="http://sp3.fotolog.com/photo/3/8/7/sweet_strange/1238291269446_f.jpg">Billy</a>. Ou com um dildo.</p>
<p><strong>Bartini Beriev VVA 14</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter" src="http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/0/9/4/0788490.jpg" alt="" width="430" height="316" /><span style="font-weight: normal;">Sim, é um avião. O Bartini Beriev é uma aeronave anfíbia e de decolagem vertical que foi desenvolvida pela União Soviética por volta dos anos 70. O principal objetivo desse Airbus CARANGUEJO era destruir submarinos nucleares americanos.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;">O primeiro vôo do Beriev foi em 1972 e o projeto foi abandonado em 1974. Sucesso.</span></strong></p>
<p><strong>3 hits combo: Pregnant Guppy (1962) / Super Guppy (1965) / Airbus Beluga (1994)</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Todas essas aeronaves foram desenhadas para carregar partes de outras, mormente as derivadas do programa aeroespacial americano. Em 1962 o <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f7/Pregnant_Guppy_NASA.jpg">Pregnant Guppy</a> voou pela primeira vez, trabalhando para a NASA. Com a expansão do programa espacial americano, mais 25 obsoletos <a href="http://www.stinsonflyer.com/prop/bo377-10.jpg">Boeing 377 Stratocruiser</a> foram encomendados pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aero_Spacelines">Aero Spacelines</a> e foram adaptados, construindo, assim, os <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/48/Super_Guppy_N941_NASA.jpg/747px-Super_Guppy_N941_NASA.jpg">Super Guppy</a>.</p>
<p style="text-align: justify; ">Após o sucesso das missões Apollo, o seu uso ficou bastante restrito. A evolução dos Guppy resultou no <a href="http://media-2.web.britannica.com/eb-media/01/60801-004-17446DA3.jpg">Airbus Beluga</a>, um <a href="http://www.flightglobal.com/airspace/photos/a300/images/16471/tunisair-airbus-a300-600.jpg">Airbus A300-600</a> também adaptado pela Aero Spacelines para transportar foguetes e outras cargas desinteressantes.</p>
<p style="text-align: justify; ">O mesmo aqui, mates. Todas essas aeronaves são desdobramentos de uma mesma árvore genealógica: a das <a href="http://4.bp.blogspot.com/_VyCyQf5_-PA/Sobzefv-4_I/AAAAAAAAAUk/RZCiGuuymUg/s400/0.jpg">baleias brancas</a>. Estes mamíferos super fofinhos forneceram o DESIGN do seu crânio para a indústria aeroespacial, cuja gratidão pode ser claramente demonstrada a partir desta foto:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.alexstoll.com/AircraftOfTheMonth/BelugaLoad.jpg" alt="" width="515" height="370" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;">Cabeça oca é o caralho. Inteligentíssimas que são, as baleias brancas são capazes de conviver com seres humanos e assimilarem seus hábitos. Mas ainda acho que SUBMARINOS deveriam ser desenhados assim, não aviões.</span></strong></p>
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		<title>Pra cantar juntinho</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 15:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe quando tu tá numa boa, escrevendo um paper com as pernas em cima da mesa, o twitter aberto em outra janela, um amigo chato torrando a paciência no msn e teu Winamp te presenteia com uma música fantástica que tu precisa acompanhar impecavelmente?
Seus problemas acabaram. Com o Lyrics Plugin, basta abrir o teu Media Player [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sabe quando tu tá numa boa, escrevendo um paper com as pernas em cima da mesa, o twitter aberto em outra janela, um amigo chato torrando a paciência no msn e teu Winamp te presenteia com uma música fantástica que tu precisa acompanhar impecavelmente?</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-685" title="Untitled-2" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/09/Untitled-2.jpg" alt="Untitled-2" width="500" height="423" />Seus problemas acabaram. Com o <a href="http://www.lyricsplugin.com/">Lyrics Plugin</a>, basta abrir o teu Media Player (Winamp ou WMP) e a letra estará lá, esperando pra ser cantada. Mas calma, amiga, não precisa espernear. Se tu for <span style="text-decoration: line-through;">gay</span> usuário Mac, também tenho uma dica pra ti. Pega o <a href="http://www.apple.com/downloads/dashboard/music/harmonic.html">Harmonic</a> aí e para de choramingar.</p>
<p style="text-align: justify;">Abs</p>
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		<title>Queixo de Graviola</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 15:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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Por favor, escutem. Não há nada igual. Abs
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TC357R5OBH4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/TC357R5OBH4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Por favor, escutem. Não há nada igual. Abs</p>
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		<title>Unanimidades literárias não me interessam</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem três grupos bem definidos de livros: os livros ruins, os livros divertidos e os livros bons.
Os livros ruins englobam tanto os livros absurdamente ruins como os livros &#8220;neutros&#8221; ou indiferentes. Livros ruins são aqueles listados entre os best-sellers da Veja e os livros do Paulo Coelho, basicamente. O motivo da inserção dos livros indiferentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem três grupos bem definidos de livros: os livros ruins, os livros divertidos e os livros bons.</p>
<p style="text-align: justify;">Os livros ruins englobam tanto os livros absurdamente ruins como os livros &#8220;neutros&#8221; ou indiferentes. Livros ruins são aqueles listados entre os best-sellers da Veja e os livros do Paulo Coelho, basicamente. O motivo da inserção dos livros indiferentes no grupo dos ruins é simples: o tempo despendido com a leitura de um livro ruim ou indiferente é o tempo que poderia ser gasto com a releitura de um livro bom, com a leitura de um livro potencialmente bom, ou simplesmente com a leitura de um livro divertido.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-664" title="kanye paulo" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/09/kanye-paulo.jpg" alt="kanye paulo" width="500" height="353" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os divertidos, por sua vez, são aqueles que tu lê &#8220;livremente&#8221;. São livros que não te cobram fidelidade na leitura e que não te deixam pesado. Geralmente, o sentimento ao virar a última página é um simples &#8220;hmm legal, próximo&#8221;. Nessa categoria, pelo menos pra mim, entra a maioria das histórias em quadrinhos, fantasias, ficções científicas, biografias, coletâneas de entrevistas. Todas essas coisas que divertem, mas só.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bons. Livro bom é aquele que te prende. Não falo da só da concentração, é aquele que te prende enquanto pessoa. É uma obra que pode cruzar com a tua história ou com teus sentimentos, e que te faz sentir parte daquilo. O livro bom te atribui uma &#8220;co-autoria passiva&#8221; da trama: o significado e a intensidade daquilo depende e é graduado por ti, leitor. A tua individualidade e à medida em que o livro se torna parte de ti é o que vai determinar a profundidade com a qual tu te relacionas com aquela obra. É possível que tu leia Em Busca do Tempo Perdido (Proust) ou o Livro do Desassossego (Fernando Pessoa) e ache duas belas bostas. Mas pra mim são as duas obras mais importantes de todos os tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entende o grau de subjetividade que separa o livro bom de um lixo completo?</p>
<p style="text-align: justify;">E eis o que meus sentidos apreenderam: eu não devo indicar meus livros preferidos. O caminho inverso também deve ser evitado: por favor, não me indiquem os melhores livros da sua vida, tampouco me façam criar grandes expectativas em cima deles. Isto porque, se não nos conhecemos muitíssimo bem, é  provável que nós nos encontremos somente no grupo número dois, aquele lá dos livrinhos divertidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí a minha aversão aos bestsellers e às unanimidades literárias. A listinha de livros mais vendidos da Veja ou qualquer lista que enumere as maiores obras literárias de todos os tempos (eu sei que são coisas distintas) me garantirão, muito provavelmente, só uma diversão. O resto pode ir pro lixo.</p>
<p style="text-align: justify;">PS: O Apanhador no Campo de Centeio é uma bosta. Abs</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Tirinhas: episódio piloto</title>
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		<comments>http://foradeorbita.com/2009/09/02/tirinhas-episodio-piloto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 14:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tirinhas]]></category>

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		<title>Hamburgers caseiros para dummies</title>
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		<comments>http://foradeorbita.com/2009/08/22/hamburgers-caseiros-para-dummies/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 21:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[bombom deluxe]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[hamburger]]></category>
		<category><![CDATA[ritz]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu nunca fui apaixonado por hamburgers.  Burger King, Bob&#8217;s, McDonald&#8217;s, apesar de gostosos, sempre foram tratados como uma refeição qualquer. Em minha última visita a São Paulo, em maio desse ano, resolvi experimentar dois dos que dizem ser os melhores hamburgers da cidade. A ideia de pagar mais de 30 reais por um hamburger não me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Eu nunca fui apaixonado por hamburgers.  Burger King, Bob&#8217;s, McDonald&#8217;s, apesar de gostosos, sempre foram tratados como uma refeição qualquer. Em minha última visita a São Paulo, em maio desse ano, resolvi experimentar dois dos que dizem ser os melhores hamburgers da cidade. A ideia de pagar mais de 30 reais por um hamburger não me era muito cara, afinal nunca imaginei que poderia valer isso tudo.</p>
<p style="text-align: justify; ">A partir da minha experiência com o <a href="http://foradeorbita.com/2009/05/31/ritz-burger/">Ritz</a> e o <a href="http://foradeorbita.com/2009/06/04/bombom-deluxe/">Bombom Deluxe</a>, entretanto, a minha concepção acerca dos hamburgers começou a mudar. Me decepcionei com o Bombom Deluxe, mas o Ritz Burger me fez crer que isso é um troço que deve ser levado a sério. Resolvi aprender como se faz e, depois de algumas rodadas de hamburgers, posso dizer que acertei a mão.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com uma leve pesquisada no Google, é possível tu ver que existem inúmeras receitas de carne de hamburger. E te sendo bem sincero, elas não variam muito umas das outras. Então aí vai, sem muita enrolação, a receita que julgo ideal de um belo hamburger caseiro:</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A carne</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Começando pela escolha da carne, vale <a href="http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/2008/02/06/hamburgravata_aprensa_a_fazer_um_hamburg/">a dica do caro Gravata</a>: fraldinha. Patinho é carne magra, dura e sem gosto. A picanha de boa qualidade, mesmo depois de removida a capa de gordura, é bastante marmorizada, mas é cara e completamente dispensável para qualquer receita que não envolva brasa e sal grosso. Filé, apesar de macia, também é uma carne sem graça. A fraldinha é uma boa escolha.</p>
<p style="text-align: justify; ">Peça pro açougueiro limpar (bastante)<strong> 1,5kg  de fraldinha</strong> (quantidade ideal para <strong>6 hamburgers médios</strong>) e passar no moedor só uma vez. O tempero básico para essa quantidade de carne é um saquinho de <strong>65g de Sopa de Cebola (Maggi)</strong> e <strong>um ovo</strong>. Receitas interwebs a fora recomendam o Creme de Cebola. Minhas experiências anteriores dizem que o Creme de Cebola Knorr é um tanto quanto forte: impregna a carne, rouba muito o sabor e dá má digestão.</p>
<p style="text-align: justify; ">Peneire a Sopa de Cebola e dispense as &#8220;cebolinhas&#8221; que vem misturadas ao pó.  O ovo pode ser colocado numa xícara e batido levemente (movimentos circulares) com um garfo, até misturar clara e gema. Depois, mão na massa. É só misturar tudo até formar um troço bem homogêneo. A carne básica tá pronta: qualquer tempero, a partir daqui, vai da tua criatividade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para fazer os hamburgers propriamente ditos, tu podes utilizar forminhas, garrafa pet cortada ou simplesmente dois pratos. A última opção é a minha preferida, afinal tu podes variar o tamanho e espessura da carne de acordo com o teu gosto ou o tamanho do pão. Encha uma mão com carne e faça uma bola, prensando bastante. Em seguida, basta colocar a parada no centro de um prato e pressionar levemente a carne com o outro (de sobremesa). Recomendo que o prato seja liso (pra não deformar a carne) de vidro (pra que tu possa ver o tamanho que tá ficando).</p>
<p style="text-align: justify; ">Pronto, agora os bifes estão prontos e é só levar à frigideira ou grill. Deve ficar mais ou menos assim:</p>
<div id="attachment_614" class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><img class="size-full wp-image-614" title="hamburgers" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/08/2lUZK8fthr0x4k2xLotyEUCEo1_1280.jpg" alt="hamburgers" width="372" height="496" /><p class="wp-caption-text">Cada uma de um tamanho, chapa</p></div>
<p style="text-align: justify; ">A carne pode ficar mal passada, ao ponto ou bem passada. Se tiver interesse em comer bem passada, basta fritar os hamburgers em fogo alto até o ponto em que eles param de sangrar. Com cuidado pra não queimar, claro. Particularmente, gosto do hamburger ao ponto: levemente torrado por fora, com o interior um pouco avermelhado.</p>
<p style="text-align: justify; ">Antes de passar pro sanduba &#8211; que é o que tu deve preparar primeiro, pra receber a carne em seguida, e agora eu percebo que meu post está cronologicamente comprometido &#8211; ainda há algumas coisas a serem resolvidas na frigideira/grill.</p>
<p style="text-align: justify; ">Se tu for usar <strong>queijo</strong>, é importante colocá-lo em cima das carnes e tampar. Em alguns minutinhos o troço tá todo derretido. Recomendo dois: <strong>cheddar </strong>e<strong> gorgonzola</strong>. Duas outras coisas podem ser acrescentadas: <strong>bacon </strong>ou<strong> pancetta.</strong> Já falei sobre a pancetta por aqui, ela é o grande segredo do Ritz.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O sanduba</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Essa etapa é bem tranquila. Na banda inferior do pão, <strong>maionese </strong>ou<strong> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dijon#Mustard">Dijon</a></strong>. Na superior, uma camada de <strong><a href="http://www.heinzchilisauce.com/">Heinz Chili Sauce.</a></strong> Pra quem curte salada, fatias finas de tomate e alface americana são uma boa ideia. Mas nada muito além disso, hamburger é comida de macho.</p>
<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter size-full wp-image-618" title="foto" src="http://foradeorbita.com/wp-content/uploads/2009/08/foto.jpg" alt="foto" width="449" height="299" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Quanto aos acompanhamentos: onion rings ou batatas fritas, já que não há a menor possibilidade de tu fazer um bolinho de arroz. Para temperar: ketchup e mostarda Heinz. Pra beber: Fanta Uva.</p>
<p>Divirtam-se. Abs</p>
<p><strong>Obs: </strong>Se tu tens uma leve tendência a virar um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Soup_Nazi">burger nazi</a>, recomendo esse <a href="http://www.cheeseandburger.com">site</a>. São 30 pequenos cheeseburgers e um monte de ideias.</p>
<p><strong>[UPDATE]</strong></p>
<p>O DoisEspressos resolveu profissionalizar tudo e postou uma receita do que seria o seu hamburger perfeito. Sigam as <a href="http://doisespressos.wordpress.com/2009/08/26/meu-hamburger-perfeito-regras-e-dicas/">dicas do rapaz</a>, que entende mais disso do que eu.<br />
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<li>31/05/2009 &#8212; <a href="http://foradeorbita.com/2009/05/31/ritz-burger/" title="Ritz burger">Ritz burger</a></li>
<li>04/05/2009 &#8212; <a href="http://foradeorbita.com/2009/05/04/engodo-molecular/" title="Engodo molecular">Engodo molecular</a></li>
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		<title>Entomofobia: a origem</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 01:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[I&#8217;ve got another confession to make: i&#8217;m your fool eu morro de medo de insetos. Eu sei que tu acha que é vergonhoso um marmanjo ter medo de um insetinho de nada, mas porra, é porque tu não tá na minha pele negra, meu chapa.
Tudo começou há uns 15 anos atrás. Minha família estava passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">I&#8217;ve got another confession to make: <span style="text-decoration: line-through;">i&#8217;m your fool</span> eu morro de medo de insetos. Eu sei que tu acha que é vergonhoso um marmanjo ter medo de um insetinho de nada, mas porra, é porque tu não tá na minha pele negra, meu chapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começou há uns 15 anos atrás. Minha família estava passando uns dias na fazenda de um tio, no interior do Maranhão. Toda aquela primalhada reunida e um monte de velhos preocupados só em encher a cara. Meus primos e eu ficávamos soltos pela fazenda, cujos dois maiores perigos eram, sei lá, arame farpado e coice.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos reunimos debaixo de uma mangueira, ficamos numa nice comendo umas frutas e batendo um papo descontraído. Até que um primo avistou uma casa gigantesca de marimbondos e teve a magnífica idéia de lhe arremessar&#8230; frutas. Todo cidadão de bem ficaria muitíssimo puto se lhe arremessassem bolas de beisebol nas suas janelas de vidro. Agora imaginem como se sentiriam se tentassem derrumar as paredes das suas casas de surpresa. Os caras que estavam dentro do World Trade Center devem ter se sentido mais ou menos assim, alguns até tentaram sair voando como os marimbondos, mas divago.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que derrubar casa de marimbondos nunca foi e, ouso dizer, nunca será uma boa ideia. Não há registros na história da derrubada de uma casa de marimbondos que tenha tido um resultado positivo e por algum motivo aleatório, naquele dia, nós desafiamos Hari Seldon. Em vão, caríssimos. Pelo menos pra mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os primos mais velhos, mais espertos e até os mais gordos saíram em disparada, enquanto os marimbondos cambaleantes ainda se recuperavam da queda. Em alguns milissegundos os himenópteros voadores já estavam reunidos em uma só nuvem (que se bem me recordo tinha um formato de uma mão) voando em minha direção.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que me pegaram, meus queridos, a única lembrança que tenho é de um trechinho de Ezequiel, 25:17, sendo sussurrado em meus ouvidos&#8230;</p>
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