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<title>FOROALFA: Artigos recentes em português</title>
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<language>pt</language>
<description>Reflexão + Debate. As reflexões mais atuais no âmbito da comunicação, o branding e o design</description>
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<title>FOROALFA: Artigos recentes em português</title>
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<item><title>Em que consiste projetar experiências? - Felip Vidal</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/em-que-consiste-projetar-experiencias</link><pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:01:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Para compreender o design como a criação das condições de possibilidade para a construção de experiências, é necessário fazer previamente várias distinções fundamentais.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/em-que-consiste-projetar-experiencias</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Jeremy Rifkin já alertava há duas décadas, em seu célebre livro A era do acesso, que naquela época estávamos começando a presenciar o surgimento de um novo sistema econômico baseado nas relações de acesso a redes e não na troca de propriedades. Além disso, apontou que transitaríamos de um comércio de natureza principalmente industrial para um cultural. A arte, o turismo, os parques e as cidades temáticas, a moda, a culinária, o esporte... se tornariam a forma dominante de uma atividade econômica orientada para a comercialização de experiências, em vez da venda de produtos industriais. No futuro, o principal objeto de consumo seriam as experiências. Tal prognóstico foi, como comprovamos hoje, um diagnóstico certeiro do nosso presente.

Salvo raras exceções, todos os aspectos da vida atual nada mais são do que recursos para a exploração comercial. Em seu propósito de mercantilizar todas as esferas da atividade humana, o sistema econômico expandiu-se até apreender a forma dominante e ma…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/em-que-consiste-projetar-experiencias">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Como transmitir o conceito de marca em branding - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/como-transmitir-o-conceito-de-marca-em-branding</link><pubDate>Mon, 29 Dec 2025 11:01:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>As marcas podem comunicar ao público suas ideias e valores essenciais por meio do design de seus signos de identidade (logos)?</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/como-transmitir-o-conceito-de-marca-em-branding</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se você perguntar ao Google, ao YouTube, ao Chat GPT ou a qualquer um: «o que um logo ou marca gráfica deve transmitir?», é altamente provável que você encontre mais ou menos esta resposta: para projetar uma marca ou um sistema de identificação visual, é preciso definir um «conceito de marca» para que ele possa ser refletido cada vez que o público observar a marca gráfica, ou a chamada «identidade visual». Isso dá a entender que a marca gráfica (o logo), juntamente com outros elementos da comunicação visual, teria que cumprir o requisito de transmitir um conceito de marca.

Seja qual for a fonte, quase todo mundo parece concordar com a ideia de que a marca deve ser única –não se parecer com nenhuma outra–, e para conseguir isso deve transmitir seus valores, seu propósito, sua visão, sua missão, seu posicionamento, sua personalidade, sua mensagem, sua «história da marca» (storytelling)... Ou seja, deve transmitir algum conceito fundamental da marca, embora nunca fique muito claro qual…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/como-transmitir-o-conceito-de-marca-em-branding">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Identidade, identificação e imagem em branding - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/identidade-identificacao-e-imagem-em-branding</link><pubDate>Fri, 26 Dec 2025 11:01:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Desmistificando a construção de marca: descubra a diferença crucial entre identidade, imagem e identificação para um branding eficaz.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/identidade-identificacao-e-imagem-em-branding</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os profissionais que colaboram no branding das marcas (designers, profissionais de marketing e branders), há muitos que afirmam que a identidade de uma marca seria «o que o público pensa» de uma empresa ou de um produto. Outros garantem o contrário, que seria «a essência da marca», representada por sua «personalidade», seus valores, sua promessa de valor, sua missão e visão, sua oferta de produtos e serviços e seu «conceito de marca». Tudo isso junto. Há também quem entenda que a identidade de uma marca é seu «sistema gráfico de identificação»: o que aparece no manual de marca (também erroneamente chamado de «manual de identidade»).

Começamos mal, porque essas três ideias tão frequentes são incompatíveis e excludentes entre si. Não faz sentido que a identidade de uma marca seja ao mesmo tempo «o que o público pensa», «a essência da marca» e «o que aparece no manual de marca».

«Identidade corporativa»: a origem das confusões

Provavelmente, a origem de todas as confusões q…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/identidade-identificacao-e-imagem-em-branding">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>O culto ao cliente - Jorge Luis Valverde-Bartlett</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-culto-ao-cliente</link><pubDate>Wed, 24 Dec 2025 11:01:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>«O cliente tem sempre razão»: uma mentira politicamente correta de mais de 100 anos.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-culto-ao-cliente</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>«O cliente tem sempre razão» talvez seja uma das frases mais mercadológicas da história e, da mesma forma que se tornou um paradigma do atendimento ao cliente, muito provavelmente também levou seu inventor à falência. Costuma-se contar a primeira parte, a "bonita", mas pouco se fala da segunda.

Construiu-se um culto ao conceito de cliente que muitas vezes compromete a capacidade de progresso das organizações. Em alguns casos, os clientes também são o problema das empresas e, ultimamente, com o advento das love marks (que nada mais são do que marcas que potencializaram valores corporativos empáticos com o público) e, depois, com a «humanização das marcas», certas fragilidades se tornaram visíveis, acabando por cercear a integridade corporativa ao ponto ridículo de se considerar que o cliente sabe mais que o empresário.

É preciso lembrar que o conceito de «empresa» tem duas raízes, uma latina e outra grega, que em resumo remetem muito a empreender: «agarrar-se a algo para desenvolv…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/o-culto-ao-cliente">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>As marcas gráficas podem transmitir conceitos ou significados? - Nicolás Téllez</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/as-marcas-graficas-podem-transmitir-conceitos-ou-significados</link><pubDate>Mon, 22 Dec 2025 11:01:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Logotipos e marcas gráficas podem comunicar significados complexos? Analisamos os limites do signo visual, a diferença entre narrar e conotar, e a importância da coerência.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/as-marcas-graficas-podem-transmitir-conceitos-ou-significados</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em branding, é comum falar em «transmitir» significados, mas, em primeira instância, convém esclarecer que a palavra não é totalmente precisa. Segundo Berlo1, estritamente falando, não é possível transmitir nem transferir conceitos ou significados. Por quê? Porque os significados não residem nos signos ou palavras que empregamos, mas são produzidos na mente das pessoas. Por exemplo, ao falar, o que se transmite são palavras ou sons que, para o ouvinte adequado, se associam a certos significados. Portanto, a compreensão depende dos significados que cada pessoa tem em sua mente e associa ao som percebido. No caso da marca gráfica, não é diferente: não é uma antena de rádio que emite coisas e quem não as recebe está com a antena desligada. Levando isso em conta, reformulamos a pergunta: é possível codificar uma marca gráfica de modo que, a partir de sua aparência visual, ela suscite certos significados no observador?

Diversos estudos confirmam isso. Por exemplo, diferentes tipografias…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/as-marcas-graficas-podem-transmitir-conceitos-ou-significados">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>A singularidade tem um limite - Raúl Belluccia</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/a-singularidade-tem-um-limite</link><pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:00:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>As organizações buscam e necessitam destacar-se constantemente, mas essa busca por inovação e originalidade deve respeitar os códigos da comunicação.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/a-singularidade-tem-um-limite</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nas empresas que competem no mercado, costuma existir uma ansiedade para se diferenciar, para ser novidade e inovar, para se destacar e atrair a atenção. É a lógica natural da concorrência para conquistar o olhar e a preferência dos públicos. Mas essa necessidade, essa urgência ou compulsão, tem um limite intransponível: os códigos da comunicação.

Todo diálogo, toda comunicação (projetada ou não) é possível graças a uma série de convenções prévias que permitem aos interlocutores interpretar as mensagens que recebem; e formular, por sua vez, mensagens compreensíveis para os outros.

Se estamos em uma comunidade onde se fala francês e queremos nos fazer entender, a única alternativa será falar ou escrever nesse idioma; ou seja, usar a convenção comum existente nessa sociedade: a língua francesa.

Mas as convenções não pertencem apenas à linguagem oral: se sobre a mesa de uma sala de espera há revistas, folhetos e jornais, numa rápida olhada qualquer um de nós saberá quais são as r…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/a-singularidade-tem-um-limite">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Marca: a força identificadora do nome - Raúl Belluccia</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/marca-a-forca-identificadora-do-nome</link><pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:00:06 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>O nome, muito além do logotipo, é o recurso que constrói a identidade e o reconhecimento de uma marca.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/marca-a-forca-identificadora-do-nome</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Toda entidade que atua socialmente tem um nome próprio para se identificar, para ser reconhecida. Ter uma marca significa, antes de tudo, ter um nome. É impossível projetar um logotipo se antes não houver um nome.

O significado do nome é a própria instituição nomeada. Lacoste significa «aquela empresa chamada Lacoste». O nome, enquanto marca, é empregado como som na linguagem falada, como palavra escrita com os signos do alfabeto nos textos, ou como forma estável nas marcas gráficas.

Ford, IBM, Louvre, Cruz Vermelha, Motorola, Ministério da Cultura, são nomes que se pronunciam, se escrevem com qualquer tipografia (como aqui) ou se manifestam com a forma particular de seus logotipos.

Os nomes próprios das entidades são palavras que todos empregamos cotidianamente. Um grupo de dentistas pode conversar e/ou trocar mensagens por um bom tempo sobre marcas de instrumental e insumos para seu trabalho apenas nomeando-as, sem a necessidade de recorrer aos logotipos para se fazer entend…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/marca-a-forca-identificadora-do-nome">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>O caso FTX: um bom logo pode evitar a falência de uma empresa? - Lucas Raveglia</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-caso-ftx-um-bom-logo-pode-evitar-a-falencia-de-uma-empresa</link><pubDate>Thu, 04 Dec 2025 01:54:50 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>A falência da FTX foi causada por decisões financeiras. Esta análise refuta a tese de que um design de logotipo ruim pode ser a causa de um colapso e define o verdadeiro valor do design de marca.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-caso-ftx-um-bom-logo-pode-evitar-a-falencia-de-uma-empresa</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecendo ou não o mundo cripto e o ambiente fintech, é provável que você tenha ouvido falar sobre uma notícia impactante de alguns anos atrás: a FTX, uma importante plataforma de troca de criptomoedas (exchange), declarou-se insolvente e pediu falência, sendo este o primeiro de uma série de eventos relevantes nessa indústria.

A notícia se difundiu amplamente, alimentando o viés de confirmação sobre a volatilidade do mercado de criptoativos. No entanto, a opinião generalizada sobre a queda de um dos maiores exchanges do mundo costuma se concentrar no aspecto financeiro. Analistas, economistas e jornalistas explicam que a empresa se alavancou com seus próprios tokens para financiar sua outra companhia (Alameda), provocando uma situação de insolvência que culminou na falência da gigante FTX.

Observando esta parte da história, tudo parece coerente: é um fenômeno financeiro derivado das decisões tomadas pelo CEO Sam Bankman-Fried, o multimilionário mais jovem do mundo cripto (Forbes…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/o-caso-ftx-um-bom-logo-pode-evitar-a-falencia-de-uma-empresa">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Logotipo do G1: análise da mudança e proposta alternativa - Kadu Lombarde</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/logotipo-do-g1-analise-da-mudanca-e-proposta-alternativa</link><pubDate>Fri, 03 Oct 2025 17:57:10 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>A mudança do logotipo do G1 para minúsculas gerou controvérsias. Os impactos dessa alteração na identidade visual da marca e uma proposta alternativa que busca preservar sua legibilidade e reconhecimento.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/logotipo-do-g1-analise-da-mudanca-e-proposta-alternativa</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, o G1, principal portal de notícias online do Brasil, revelou seu novo logotipo, escrito em letras minúsculas. Segundo o portal, a ideia foi trazer um visual «mais leve» e «representar a proximidade com o público». Outro fator da mudança seria o alinhamento visual com a marca da Globo, atualizada em janeiro.

Neste texto, abstenho-me de analisar as justificativas apresentadas (e sua fragilidade) e foco em algumas implicações imediatas que essa mudança de caixa alta para caixa baixa pode trazer para a marca.

Para tanto, analiso três questões básicas:


	A marca do G1 precisava se parecer com a marca da Globo?
	A opção por letra minúscula trouxe algum ganho real?
	Que outro caminho a marca poderia ter seguido?


1. A marca do G1 precisava se parecer com a marca da Globo?

A ideia de vincular uma marca menor a uma maior é viável, principalmente em casos onde a marca menor é nova ou desconhecida e precisa desse aval para gerar legitimidade (HBO Max, por exempl…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/logotipo-do-g1-analise-da-mudanca-e-proposta-alternativa">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Por que o melhor design pode ser o mais óbvio - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/por-que-o-melhor-design-pode-ser-o-mais-obvio</link><pubDate>Wed, 01 Oct 2025 18:55:47 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>O vírus da originalidade e o medo de ser óbvio estão arruinando o design.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/por-que-o-melhor-design-pode-ser-o-mais-obvio</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Me aproximo de uma porta com a intenção de entrar. Olho para ela: uma chapa de vidro e metal, lisa, sem uma única pista sobre seu funcionamento. Empurro ou puxo? Tento algo, mas falho. Finalmente, descubro uma pequena fenda, quase invisível, e consigo entrar, sentindo-me um pouco bobo. A culpa é minha? Não, é da porta. E essa porta é o sintoma de uma doença silenciosa, mas generalizada, no campo do design e da comunicação: o «horror à obviedade».

Fruto de sua característica lucidez, o mestre Norberto Chaves nos deixou este conceito tão esclarecedor que se explica assim: existe um tabu, um preconceito generalizado entre designers, comunicadores e profissionais de marketing que nos faz rejeitar instintivamente as soluções claras e evidentes. É assim que consideramos as soluções óbvias como de categoria inferior, desprovidas de engenho, indignas de um «criativo» como nós. E nessa busca desesperada por originalidade, damos um tiro no próprio pé; e o que é pior, damos um tiro no pé do us…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/por-que-o-melhor-design-pode-ser-o-mais-obvio">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Regras no design: limite ou ponto de partida? - Luis Ernesto Guerrero</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/regras-no-design-limite-ou-ponto-de-partida</link><pubDate>Fri, 19 Sep 2025 17:40:26 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>As regras no design e branding: obstáculo ou trampolim para a criatividade? Descubra como usá-las a seu favor para gerar ideias inovadoras.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/regras-no-design-limite-ou-ponto-de-partida</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>«O próprio do saber não é ver nem demonstrar, mas interpretar».

— Michel Foucault


Ao criar designs ou estratégias de marketing, a primeira reação pode ser romper com o estabelecido, visto como um obstáculo. Entretanto, entender as regras como um teto, e não como um chão, pode limitar a geração de novas ideias. Inclusive a partir das próprias regras.

No cenário profissional, observam-se três atitudes distintas em relação à geração de ideias:


	Quem não questiona nenhuma regra: as regras são dogmas inquestionáveis. O processo criativo obedece cegamente, limitando o profissional.
	Quem cria dentro dos limites do estabelecido: o briefing delimita a criação, mas há liberdade dentro dos parâmetros definidos.
	Quem não considera nenhuma regra: essa postura é adotada como norma, consciente ou inconscientemente.


As regras sempre têm exceções que as rompem — seja descumprindo-as, refutando-as ou modificando-as. Curiosamente, são essas exceções que nos fazem questionar as…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/regras-no-design-limite-ou-ponto-de-partida">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Funções das marcas visuais: como criar identidades gráficas eficazes - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/funcoes-das-marcas-visuais-como-criar-identidades-graficas-eficazes</link><pubDate>Sat, 30 Aug 2025 16:01:18 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Nem todas as marcas visuais têm o mesmo propósito. Conhecer suas funções é essencial para criar identidades gráficas eficazes e alinhadas aos objetivos.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/funcoes-das-marcas-visuais-como-criar-identidades-graficas-eficazes</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para que servem realmente os logotipos da Shell, Rolling Stones (a banda de rock), Dolby, DVD Video, MasterCard, Selo ABNT, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, 50 anos da CNBB, Chupa Chups, Produto reciclável, Energy Star, Selo Inmetro, México, Lycra, Jogos Olímpicos Rio 2016, Ministério da Educação do Brasil, etc.?

Evidentemente, todas essas marcas gráficas são usadas para fazer referência visual às entidades mencionadas, que são de naturezas muito diversas: empresas, instituições, lugares, repartições públicas, produtos, certificações, campanhas de comunicação, eventos, comemorações, artistas, etc. Mas, se analisarmos cada caso em particular, perceberemos que é possível desagregar essa ideia de “referir visualmente”, diferenciando funções muito mais específicas.

Por exemplo, o logotipo da Dolby System, aplicado em um equipamento de áudio, não cumpre a mesma função que o logotipo da Sony aplicado no mesmo equipamento: o primeiro indica um atributo ou característica do equ…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/funcoes-das-marcas-visuais-como-criar-identidades-graficas-eficazes">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Logotipos de produto: como analisá-los e desenhá-los - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/logotipos-de-produto-como-analisa-los-e-desenha-los</link><pubDate>Wed, 30 Jul 2025 10:23:25 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Chaves para a análise e design de logotipos para embalagens de supermercado.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/logotipos-de-produto-como-analisa-los-e-desenha-los</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>No universo do design gráfico, o logotipo de produto ocupa um lugar singular, especialmente quando falamos das embalagens que povoam as gôndolas dos supermercados. Esses signos, que identificam alimentos, produtos de cuidado pessoal e artigos de limpeza, cumprem funções específicas que os distinguem de outras categorias de marcas gráficas, como as marcas corporativas, de lugar, de eventos, etc. No entanto, a literatura especializada e os estudos sobre esse subgênero marcário são praticamente inexistentes, o que evidencia um conhecimento ainda incipiente e um vasto caminho a percorrer. Neste artigo, exploraremos as características essenciais do logotipo de produto, suas particularidades no contexto da embalagem e as chaves para seu design eficaz, com o objetivo de avançar em sua compreensão e otimizar seu desempenho.

O que é um logotipo de produto?

O logotipo de produto é aquele aplicado diretamente nas embalagens para identificá-las; ou seja, para que, no ponto de venda, principa…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/logotipos-de-produto-como-analisa-los-e-desenha-los">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>O que é um logotipo e o que é um logo - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-que-e-um-logotipo-e-o-que-e-um-logo</link><pubDate>Mon, 28 Jul 2025 10:00:02 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>São “logo” e “logotipo” a mesma coisa? De onde vieram essas palavras e a que se referem hoje em dia?</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-que-e-um-logotipo-e-o-que-e-um-logo</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>A seguir, vemos duas marcas. O público comum se refere a qualquer um desses dois signos com a palavra “logo”. No entanto, os profissionais sabemos que apenas um deles é um logotipo: o da Coca-Cola. Porque o símbolo da Shell não é um logotipo.



Mas a palavra “logo” não é uma espécie de diminutivo de “logotipo”? Sim e não. O problema que temos com as palavras em branding é que elas se estabelecem pelo uso, e isso, às vezes, vai contra a origem etimológica e também contra a precisão técnica. De onde vem a palavra logotipo?

Origem etimológica de “logotipo”

Logotipo é uma palavra composta por outras duas de origem grega: logos e typos. Logos tem vários significados, mas em latim foi traduzido como “verbo” ou “palavra”. Typos também tem vários significados, bastante compatíveis com o sentido que damos a essa palavra no âmbito do design. Um logotipo seria uma “palavra-impressão” ou uma “palavra-molde” ou uma “palavra-marca”. E quem inventou essa palavra?

Com a invenção da impre…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/o-que-e-um-logotipo-e-o-que-e-um-logo">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Sou ou não sou um bom estudante? - Norberto Chaves</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/sou-ou-nao-sou-um-bom-estudante</link><pubDate>Fri, 28 Feb 2025 17:40:59 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Método simples de autoavaliação para estudantes universitários de design gráfico.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A profissão de design gráfico conta, internacionalmente, com um grupo de designers de alto nível, com uma excelente formação cultural e técnica; e que, por conseguinte, possuem uma visão claríssima de seu ofício. Lamentavelmente, isso não se observa em uma parte significativa dos estudantes de design gráfico. Nesse setor, persiste a desorientação sobre o próprio conceito e missão da disciplina e, portanto, sobre o tipo de formação que deve ser adquirida para dominá-la. Isso fica evidente pelas dúvidas e questionamentos que, insistentemente, surgem nos seminários e meios de opinião. Deficit das universidades?

Para colaborar com estudantes e jovens designers na solução desse problema, ocorreu-me redigir uma série de perguntas que seria conveniente que eles se fizessem e respondessem, para saber se estão conduzindo corretamente seu processo de formação e capacitação. São as seguintes:


	Sinto um enorme interesse pela arte gráfica, histórica e contemporânea, e de todas as culturas,…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/sou-ou-nao-sou-um-bom-estudante">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Como definir o tipo de marca apropriado - Luciano Cassisi</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/como-definir-o-tipo-de-marca-apropriado</link><pubDate>Tue, 27 Aug 2024 11:49:44 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Conhecer os atributos, as limitações e as características dos tipos de marcas ajuda a definir, em cada caso, qual ou quais são os mais adequados.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/como-definir-o-tipo-de-marca-apropriado</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>En el texto Pensamento tipológico, Norberto Chaves apresenta uma tipologia de marcas (elaborada em conjunto com Raúl Belluccia e este escritor) que, embora possa parecer óbvia e elementar para muitos, esclarece um tema misteriosamente pouco explorado. Todos os dias, um grande número de marcas gráficas (logos) é projetado e redesenhado em todo o mundo, o que merece uma conceituação mínima, que ajuda a eficácia do trabalho daqueles que gerenciam programas de branding e daqueles que projetam marcas gráficas.1


Esquema dos tipos de marcas gráficas (Chaves, Belluccia e Cassisi).


O problema tipológico está presente em todo processo de tomada de decisão, mesmo na vida cotidiana. Sempre que precisamos nos vestir para uma determinada ocasião, dependendo da ocasião, há sempre uma série de itens em nosso guarda-roupa que são imediatamente descartados. Por exemplo, se tivermos que ir a uma festa muito formal, descartaremos todos os shorts, todas as sandálias de praia e muitas outras peças…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/como-definir-o-tipo-de-marca-apropriado">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>O mesmo e o diferente - Norberto Chaves</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-mesmo-e-o-diferente</link><pubDate>Fri, 16 Aug 2024 18:06:30 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Para fornecer uma base real para a ideia de “originalidade”.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/o-mesmo-e-o-diferente</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo foi motivado por uma nota interessante de Raúl Campuzano, no seminário Tipología de Marcas do FOROALFA. Nela, Raúl colocou sobre a mesa os conceitos de “analogia” e “identidade”, com base em um texto de Enrique Dussel. E esses conceitos comprometem diretamente a ideia de “originalidade”, uma ideia recorrente nas reflexões sobre design.

Para ir direto ao ponto, é preciso partir de duas realidades:


	Tudo, absolutamente tudo, seja um fato natural ou uma obra do ser humano, está inscrito em um ou outro paradigma que associa tudo o que compartilha uma ou mais características. A singularidade não é um fato da realidade, e o cérebro não a concebe.
	Mas nada, absolutamente nada, é idêntico a qualquer outro membro de seu paradigma. A igualdade é uma categoria exclusivamente lógico-matemática.


E essa realidade está ao alcance da mente humana, que pode captar, simultaneamente, o mesmo e o diferente em cada fato real. Conhecer um objeto é inscrevê-lo no universo de seus a…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/o-mesmo-e-o-diferente">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Design e tempo de projeto - Gabriel Bergmann Borges Vieira</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/design-e-tempo-de-projeto</link><pubDate>Mon, 08 Jan 2024 15:43:55 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Reflexões sobre o imediatismo e a prática em design.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O termo «imediatismo» geralmente se refere a uma abordagem ou mentalidade que valoriza a gratificação instantânea, a busca de resultados imediatos ou a tomada de decisões sem considerar as consequências de longo prazo.

A ânsia por resposta rápida tem na tecnologia digital e na internet um meio para acesso ágil a conteúdos. No entanto, esse comportamento progressivamente ansioso gera a fragmentação dos saberes pelas fontes dispersas de informação.

Diferentes perspectivas e autores entendem o comportamento imediatista como um modo impaciente e que estabelece uma nova abordagem em relação ao tempo, centrado no instante presente. Nesse contexto, o indivíduo imediatista pouco considera o passado e, por outro lado, a incerteza quanto ao futuro o distancia de planejamentos e de compreender projetos.

Imediatismo e Design

O fazer design pressupõe envolvimento profundo com a área, promovendo o aprendizado e aprimoramento contínuo de repertório. Como processo, o design requer dedicaçã…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/design-e-tempo-de-projeto">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Por que a nova marca da Loja Integrada foi tão mal explicada? - Kadu Lombarde</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/por-que-a-nova-marca-da-loja-integrada-foi-tao-mal-explicada</link><pubDate>Wed, 26 Jul 2023 21:10:34 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Breve análise das justificativas apresentadas a respeito do rompimento com a identidade anterior.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/por-que-a-nova-marca-da-loja-integrada-foi-tao-mal-explicada</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Loja Integrada, popular plataforma brasileira para a criação de lojas virtuais, mudou sua marca pela primeira vez em 5 anos. A marca vinha evoluindo em torno do elemento «cubo», desde o lançamento da plataforma, em maio de 2013. Agora foi introduzido um novo posicionamento, que inclui tom de voz, proposta de valor e outros elementos do sistema de identificação visual.



Evolução da marca em torno do elemento «cubo».


Mas o que justifica um rompimento tão radical com o que vinha sendo feito? Afinal, a marca é bem conhecida do público, não mudou o produto nem passou por uma crise de reputação. Pelo contrário, ao longo de 8 anos a empresa cresceu e se consolidou como uma das líderes do setor no Brasil, o que de certa forma torna mais difícil entender o movimento de abandonar a identidade anterior.

Justificativas vagas

Para tentar entender a motivação dessa mudança, vamos analisar alguns trechos da justificativa dada pela empresa, citados na matéria do site Mercado & Consu…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/por-que-a-nova-marca-da-loja-integrada-foi-tao-mal-explicada">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item><item><title>Currículo, teoria e prática na formação em design - Gabriel Bergmann Borges Vieira</title>
<link>https://foroalfa.org/pt/artigos/curriculo-teoria-e-pratica-na-formacao-em-design</link><pubDate>Fri, 05 May 2023 15:42:57 -0300</pubDate>
<category>Artículos</category>
<description>Reflexões sobre o ensino-aprendizagem em cursos de bacharelado em design no Brasil.</description>
<guid>https://foroalfa.org/pt/artigos/curriculo-teoria-e-pratica-na-formacao-em-design</guid>
<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de design exige a articulação de saberes oriundos de diferentes campos do conhecimento. Para tanto, o ensino do design requer a integração de diferentes disciplinas, utilizando os projetos como momentos de síntese e aplicação prática do conhecimento obtido.

Para a realização de projetos, além dos tópicos inerentes ao design, tais como ferramentas, métodos, processos de projeto, fatores técnico-produtivos (ergonomia, processos de fabricação, entre outros), é fundamental considerar fatores e relações sociais, culturais e históricas.

O ensino e aprendizagem em design tem como grande centro de referência os cursos superiores em design, bacharelados ou tecnólogos. Os bacharelados em design no Brasil são estruturados respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais que estabelecem exigências profissionais a serem atendidas na concepção dos mesmos. Também a organização curricular dos cursos segue o estabelecido pelas Diretrizes, com o apontamento de tópicos e conteúdos a serem…</p><p><a href="https://foroalfa.org/pt/artigos/curriculo-teoria-e-pratica-na-formacao-em-design">Ler artigo completo</a></p>]]></content:encoded>
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</item></channel></rss>