<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6942940</id><updated>2026-04-11T23:38:54.850-03:00</updated><title type='text'>hopeless</title><subtitle type='html'>o purgatorio</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://frah.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Anderson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05712480900825904968</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6942940.post-7015842746460859028</id><published>2026-04-11T23:38:00.000-03:00</published><updated>2026-04-11T23:38:54.603-03:00</updated><title type='text'> O Silêncio da Rã: A Arquitetura do Nosso Cansaço</title><content type='html'>&lt;p&gt;Vivemos em um tempo onde a sensação de liberdade é, ironicamente, o nosso maior sistema de controle. Olhamos para o lado e vemos serviços essenciais — da água que bebemos ao correio que entrega nossas memórias — sendo fatiados e vendidos sob a promessa de uma eficiência que raramente chega à ponta final. Mas o que quase não se discute é como essa &quot;ineficiência do Estado&quot; é, muitas vezes, um projeto de engenharia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O roteiro é repetitivo, mas eficaz: primeiro, retira-se o investimento e o fôlego da empresa pública. O serviço piora, a fila aumenta, e o cidadão, já exausto por uma rotina de sobrevivência, passa a desejar a venda daquilo que é seu. É a síndrome da rã fervida. Não percebemos que estamos perdendo patrimônio porque a temperatura sobe grau a grau, camuflada por uma retórica política que domina os meios de comunicação e simplifica problemas complexos em frases de efeito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa &quot;limpeza&quot; do público para o privado não visa a universalização, mas o lucro imediato. Grupos de capital transnacional, após exaurirem mercados em países desenvolvidos — que hoje já fazem o caminho de volta para a reestatização ao perceberem o erro — buscam novas fronteiras. Eles exportam modelos que já falharam, vendendo-os como modernidade para nações onde o ensino foi sucateado para não formar cidadãos, mas sim engrenagens que não questionam quem segura a alavanca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E agora, temos um novo carcereiro: o algoritmo. As Big Techs não apenas transmitem a informação; elas moldam o que sentimos. Em uma era de pós-verdade, o debate técnico sobre logística ou saneamento morre na praia da polarização. Enquanto brigamos por cores partidárias nas redes sociais, as instituições — Parlamento, Judiciário e Executivo — operam em um sistema de castas e servidão, onde o representante do povo deve mais ao dono do seu partido do que ao eleitor que o colocou lá.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mudança parece impossível porque o sistema aprendeu a se auto-sustentar. O controle não precisa mais de repressão policial constante (embora ela esteja lá, pronta para agir se a corda esticar); ele conta com a nossa própria apatia. Criamos uma sociedade onde quem tenta &quot;furar a bolha&quot; e buscar alternativas, como pedagogias que libertam o pensamento ou modelos de gestão comunitária, é ridicularizado pelos seus iguais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ter esperança nesse cenário é um ato de resistência. Não é uma esperança ingênua de que tudo mudará amanhã, mas a compreensão de que a consciência é o primeiro passo para a ruptura. Questionar o que se lê, entender a quem interessa o nosso ódio e proteger a nossa capacidade analítica do bombardeio digital são as pequenas sementes de uma mudança que, talvez, não vejamos hoje, mas que é a única forma de garantir que o coletivo não seja totalmente devorado pelo privado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sistema quer que você desista. Continuar questionando é a única forma de não ser apenas mais um dado processado por eles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frah.blogspot.com/feeds/7015842746460859028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/2026/04/o-silencio-da-ra-arquitetura-do-nosso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default/7015842746460859028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default/7015842746460859028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/2026/04/o-silencio-da-ra-arquitetura-do-nosso.html' title=' O Silêncio da Rã: A Arquitetura do Nosso Cansaço'/><author><name>Anderson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05712480900825904968</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6942940.post-1870915877782382458</id><published>2025-07-20T09:39:00.003-03:00</published><updated>2025-07-20T09:41:27.700-03:00</updated><title type='text'>Saudade sorriso</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;Em ondas de lembranças, eu me perco&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;E encontro pedaços de um amor que ficou&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Mas em vez de dor, eu sinto um sorriso&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Que brota de dentro, como um sol que raiou&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;A saudade não é mais um peso&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Mas uma lembrança que me faz sorrir&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Eu celebro a vida que compartilhamos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;E a alegria que ainda posso sentir&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Na saudade, eu encontro a beleza&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;De um amor que não morre, não se apaga&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;É um fio que nos liga ao passado&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;E nos faz apreciar o presente que temos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Eu sorrio ao lembrar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Dos momentos que compartilhamos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;E embora a saudade seja forte&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;A alegria é o que me resta&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frah.blogspot.com/feeds/1870915877782382458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/2025/07/saudade-sorriso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default/1870915877782382458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default/1870915877782382458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/2025/07/saudade-sorriso.html' title='Saudade sorriso'/><author><name>Anderson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05712480900825904968</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6942940.post-428119414936553152</id><published>2024-02-03T08:50:00.001-03:00</published><updated>2024-02-03T08:50:09.667-03:00</updated><title type='text'>Tempestade</title><content type='html'>Querida tempestade,

Você é a força da natureza que me fascina e me assusta ao mesmo tempo. Você é a manifestação da beleza e do poder que me faz sentir vivo e pequeno. Você é a música que me acalma e me agita, o ritmo que me envolve e me surpreende.

Eu amo a forma como você se anuncia com os seus trovões, como você ilumina o céu com os seus relâmpagos, como você molha a terra com a sua chuva. Eu amo a forma como você muda o clima, o humor, a paisagem. Eu amo a forma como você me desafia, me inspira, me transforma.

Você é a minha paixão, a minha aventura, a minha poesia. Você é a minha tempestade, a minha amante, a minha arte.

Com amor,
Seu admirador
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frah.blogspot.com/feeds/428119414936553152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/2024/02/tempestade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default/428119414936553152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6942940/posts/default/428119414936553152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frah.blogspot.com/2024/02/tempestade.html' title='Tempestade'/><author><name>Anderson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05712480900825904968</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>