<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567</atom:id><lastBuildDate>Thu, 05 Dec 2024 07:42:31 +0000</lastBuildDate><category>Urnas Eletrônicas no Brasil</category><category>Casos de suspeita de fraude</category><category>Reportagens (TV e Jornais)</category><category>Voto Eletrônico no exterior</category><category>Opiniões e comentários</category><category>Ações parlamentares</category><category>Reforma Eleitoral - Voto Impresso</category><category>Movimentos e campanhas</category><category>Seleção de Links</category><category>Teste de Segurança</category><category>Séries de Artigos</category><category>Mensagens do Moderador</category><category>Vídeos</category><category>Enquetes</category><category>Panorama Político-Eleitoral</category><category>Fala Brasil</category><category>Urnas Biométricas</category><title>Boletim Informativo do Fraude Urnas Eletrônicas</title><description>O direito ao voto é constitucional e não podemos jamais ter dúvidas quanto ao seu destino.&#13;
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Participe! Deixe seu comentário no site. Dúvidas, críticas e sugestões poderão ser encaminhadas ao administrador através do formulário de contato.</description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>252</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-1176289614940483226</guid><pubDate>Fri, 07 Nov 2014 22:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-11-07T20:24:15.120-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>Pesquisador americano se oferece para auditar segurança da urna eletrônica brasileira</title><description>&lt;p&gt;Considerado autoridade mundial em segurança da votação eletrônica, o pesquisador J. Alex Halderman esteve no Brasil participando do XIV Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais (SBSeg)&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Realizado de 03 a 06 de novembro, o simpósio coincidiu com o período em que o país aguardava a resposta do TSE ao pedido de auditoria do processo de votação&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-2"&gt;[2]&lt;/a&gt;, requerido pelo PSDB.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Organizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC)&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, o evento reúne pesquisadores e profissionais da área de segurança computacional. Nesta edição, o simpósio contou, pela primeira vez, com um Workshop em Tecnologia Eleitoral&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-4"&gt;[4]&lt;/a&gt;, onde foram discutidas as oportunidades e perigos abertos pelo uso de computadores no processo de votação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Halderman, que é professor da Universidade de Michigan&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-5"&gt;[5]&lt;/a&gt;, esteve presente para apresentar sua experiência analisando sistemas de votação de diversos países.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em entrevista exclusiva, o pesquisador fala de como suas pesquisas contribuíram para que governos substituíssem seus sistemas de votação por tecnologias mais seguras e se mostrou interessado em analisar a urna eletrônica brasileira. Confira abaixo.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;Como o seu trabalho acadêmico o levou à pesquisas sobre tecnologia eleitoral?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Eu sou professor de ciência da computação e engenharia na Universidade de Michigan, onde ensino e pesquiso segurança computacional e privacidade. Nos últimos 10 anos, uma das minhas especializações tem sido segurança na votação eletrônica. Como o voto é uma das funções centrais da democracia, eu me interesso profundamente em garantir que seja o mais seguro possível.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;Que tipo de pesquisa você tem feito nessa área? Que resultados tem alcançado?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Eu estudei a segurança de sistemas de voto eletrônico usados em países ao redor do mundo, incluindo nos Estados Unidos, na Europa e na Índia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 2007, ajudei a liderar a primeira auditoria pública de segurança&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-6"&gt;[6]&lt;/a&gt; em voto eletrônico sancionada por um estado americano, que resultou em grandes mudanças na tecnologia eleitoral usada na Califórnia&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-7"&gt;[7]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 2010, participei da primeira análise de segurança das urnas eletrônicas da Índia. O estudo&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-8"&gt;[8]&lt;/a&gt; foi recentemente citado pela Suprema Corte indiana em uma decisão&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-9"&gt;[9]&lt;/a&gt;que concedeu aos cidadãos o direito à trilha de auditoria em papel conferida pelo eleitor [VVPAT--&lt;em&gt;voter-verified paper audit trail&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-10"&gt;[10]&lt;/a&gt;].&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eu também estudei sistemas de votação via Internet, incluindo um sistema criado pela cidade de Washington, D.C. O governo realizou um teste público do sistema e convidou qualquer pessoa no mundo a tentar invadi-lo durante uma eleição simulada. Meus alunos e eu tentamos e, em 48 horas, ganhamos controle completo dos servidores e mudamos todos os votos&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-11"&gt;[11]&lt;/a&gt;. Por causa disso, a cidade acabou não usando em uma eleição real este sistema perigosamente inseguro&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-12"&gt;[12]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;Como especialista em segurança computacional, como você vê as revelações de Edward Snowden de que o governo americano está praticando vigilância em escala global, inclusive no Brasil?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Vejo a vigilância em massa como uma das maiores ameaças à privacidade e à liberdade no mundo moderno. Os Estados Unidos precisam de uma grande reforma para garantir que agências de inteligência sejam responsabilizadas. Mas mudanças em política pública não são suficientes--precisamos de proteções técnicas também. Eu e muitos outros pesquisadores em segurança estamos trabalhando duro para tornar a criptografia mais forte e mais amplamente disponível para ajudar usuários de Internet a se manterem seguros.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;Que tipo de impacto essas revelações tiveram no seu trabalho em tecnologia eleitoral?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Além da vigilância, outro desenvolvimento recente informado pelas revelações do Snowden é o quanto ciberataques estatais têm se tornado uma realidade cotidiana. Muitos países ao redor do mundo, incluindo os Estados Unidos, China e Rússia, têm programas de guerra cibernética bem desenvolvidos, e hoje em dia lemos nos jornais sobre ataques cibernéticos lançados por governos quase toda semana.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Do ponto de vista eleitoral, esses ataques são uma enorme nova ameaça. Sistemas de votação computacionais precisam ser seguros não apenas contra tradicionais políticos corruptos e criminosos online, mas também contra ciberataques provenientes de potências estrangeiras que queiram interferir na política de um país.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em um estudo recente focado no sistema de votação via Internet usado na Estônia, eu mostrei como um estado estrangeiro poderia realisticamente invadir o sistema e mudar os resultados de uma eleição&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-13"&gt;[13]&lt;/a&gt;. Como atacantes com financiamento estatal têm capacidades técnicas poderosas, é extremamente difícil defender-se contra eles em um sistema de votação eletrônica.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;O que você sabe sobre a tecnologia de votação usada no Brasil? Você já lidou com sistemas similares antes?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Tenho acompanhado de perto o sistema brasileiro há vários anos. Fiquei impressionado com o trabalho de Diego Aranha durante os testes conduzidos em 2012&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-14"&gt;[14]&lt;/a&gt;, apresentado na a principal conferência internacional de pesquisa acadêmica em segurança da votação eletrônica, EVT/WOTE [Workshop de Tecnologia de Votação Eletrônica/Workshop de Eleições Confiáveis, do inglês &lt;em&gt;Electronic Voting Technology Workshop/Workshop on Trustworthy Elections&lt;/em&gt;]&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-15"&gt;[15]&lt;/a&gt;. Esses testes foram conduzidos sob circunstâncias extremamente restritas, então é fantástico que ele tenha conseguido descobrir algo. E os problemas que ele encontrou--falhas que enfraquecem a integridade de resultados de eleições e poderiam comprometer a privacidade do voto de todos--são profundamente perturbadoras. Elas sugerem que há muitos problemas que ainda precisam ser descobertos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cientistas da computação tiveram mais tempo para estudar sistemas de votação similares usados nos EUA e na Europa, e em &lt;strong&gt;todos eles, sem exceção&lt;/strong&gt; [ênfase do entrevistado], os pesquisadores encontraram vulnerabilidades graves que poderiam comprometer a privacidade do eleitor e permitir que atacantes alterassem os votos. Nos Estados Unidos, eu mesmo demonstrei um vírus de urna eletrônica que poderia infectar uma urna e silenciosamente se disseminar para outras, comprometendo os resultados das eleições de um estado inteiro&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#nota-16"&gt;[16]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assumindo que as falhas encontradas pelo Prof. Aranha tenham sido consertadas, será que o sistema brasileiro tem outros problemas similares? Não saberemos com certeza até que haja uma investigação pública e rigorosa. Em todos os países onde trabalhei, autoridades eleitorais e fornecedores de tecnologia de votação prometeram que seus sistemas eram perfeitamente seguros, até terem o exato oposto demonstrado por cientistas.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;Que critérios podemos usar para determinar se um sistema eleitoral é realmente transparente e seguro?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Segurança tem que começar com o projeto fundamental do sistema. Como é muito difícil garantir que computadores sejam totalmente seguros e sem falhas, um sistema de votação bem projetado deve ter um jeito de detectar qualquer tipo de erro ou fraude computacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um jeito de conseguir isso é tendo um rastro em papel--um registro impresso de cada voto que o eleitor pode conferir, e que é depositado em uma urna física. Assim, podemos auditar as urnas físicas para garantir que os resultados batem com os registros digitais, e isso nos dá um mecanismo para verificar que os computadores são honestos e corretos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este é um teste para ver se um sistema de votação é transparente: ele requer que o público aceite cegamente as alegações de representantes do governo, ou ele provê alguma forma de o público verificar que o sistema é seguro e livre de erros? Pessoalmente, eu acredito que autoridades eleitorais são honestas, mas eleitores céticos não deveriam ser forçados a confiar nos representantes para crer que o resultado das eleições é correto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Agentes eleitorais têm um trabalho extremamente difícil. Há tantas coisas que podem dar errado com um sistema moderno &lt;em&gt;high-tech&lt;/em&gt; de votação, de &lt;em&gt;hacking&lt;/em&gt; intencional a erros acidentais de computador. Projeto e auditoria de segurança apropriados do sistema de votação podem tornar esse trabalho muito mais fácil ao garantir que há defesas fortes que podem detectar e se recuperar de tais problemas.&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;Recentemente, um partido político no Brasil pediu para auditar o sistema de votação. Você foi contactado? Estaria disposto a auditar o sistema de votação brasileiro?&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Se convidado, eu ficaria feliz em contribuir com uma auditoria de segurança do sistema brasileiro, desde que os resultados sejam disponibilizados ao público do país. Eleitores, não importa onde, merecem saber como seus votos são contados e se o processo é confiável.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;h4&gt;Referências&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-1"&gt;[1]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://www.sbseg2014.dcc.ufmg.br/"&gt;SBSEG 2014 - XIV Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-2"&gt;[2]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://law.genius.com/Carlos-sampaio-versao-original-do-pedido-de-auditoria-do-processo-eleitoral-enviado-ao-tse-em-30-10-2014-annotated"&gt;Versão original do pedido de auditoria do processo eleitoral enviado ao TSE em 30/10/2014&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-3"&gt;[3]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://www.sbc.org.br/"&gt;Sociedade Brasileira de Computação - SBC&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-4"&gt;[4]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://www.sbseg2014.dcc.ufmg.br/programacao"&gt;SBSEG 2014 - XIV Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais | Programação&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-5"&gt;[5]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://www.eecs.umich.edu/eecs/etc/fac/facsearchform.cgi?jhalderm+"&gt;J. Alex Halderman | University of Michigan&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-6"&gt;[6]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://jhalderm.com/pub/papers/diebold-ttbr07.pdf"&gt;Source Code Review of the Diebold Voting System&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-7"&gt;[7]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://www.alternet.org/story/59077/the_fallout_from_california%27s_ban_on_electronic_voting_machines"&gt;The Fallout From California's Ban on Electronic Voting Machines&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-8"&gt;[8]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://indiaevm.org/"&gt;India's EVMs are Vulnerable to Fraud&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-9"&gt;[9]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://thevotingnews.com/at-last-electronic-voting-machines-will-have-a-paper-trail-jagran-post"&gt;India: At last, Electronic Voting Machines will have a paper trail | Jagran Post&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-10"&gt;[10]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Software_em_Sistemas_Eleitorais"&gt;Independência do Software em Sistemas Eleitorais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-11"&gt;[11]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://jhalderm.com/pub/papers/dcvoting-fc12.pdf"&gt;Attacking the Washington, D.C. Internet Voting System&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-12"&gt;[12]&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://voices.washingtonpost.com/debonis/2010/10/hacker_infiltration_ends_dc_on.html"&gt;Hacker infiltration ends D.C. online voting trial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-13"&gt;[13]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://estoniaevoting.org/"&gt;Security Analysis of the Estonian Internet Voting System&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-14"&gt;[14]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://sites.google.com/site/dfaranha/pubs/aranha-karam-miranda-scarel-12-pt"&gt;Vulnerabilidades no software da urna eletrônica brasileira&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-15"&gt;[15]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://www.usenix.org/blog/whats-store-evtwote-12"&gt;EVT/WOTE '14 | USENIX&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html#ref-16"&gt;[16]&lt;/a&gt;: &lt;a href="https://citp.princeton.edu/research/voting"&gt;Security Analysis of the Diebold Accuvote-TS Voting Machine&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.brasilpost.com.br/helder-ribeiro/pesquisador-americano-auditoria-urna-eletronica_b_6115292.html"&gt;Brasil Post&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/11/pesquisador-americano-se-oferece-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-4570935091586118325</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2014 00:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-10-20T22:26:55.841-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Casos de suspeita de fraude</category><title>Delegado Protógenes (PCdoB-SP) denuncia fraude nas urnas eletrônicas</title><description>&lt;h5&gt;Suspeita de fraudes nas urnas eletrônicas a uma semana da eleição&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-FCkT-KQBnSl2muejAwqlkfL3yy-GwjdkfQ33druo290CdbAKdLq0mOLqzTTcrmG4Jz7kPgv9-6GBxt_ZqHAWt1iisR-J76wA8xG5F9R83m81Ubwi1maAgoRTmqllMgiLPnWj0nZIDo12/s1600-h/urnas%252520protogenes%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="urnas protogenes" border="0" alt="urnas protogenes" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrDqgheaSizSJR1JBLk4EH3VJ5zJEtW5oKx15vdUjzdQ6-v09ReUP83UadF7X0vVl-zfiA1TyAuhM41h3jMu4VDSAUurg8rbiLgXBshoSd0GViZfBbMrfby4JHFAyB29rbVF_HFrB_FCpf/?imgmax=800" width="470" height="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Pelo Twitter, Delegado Protógenes (PCdoB-SP) denuncia fraude nas urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); “Fui vítima desse sistema na minha eleição de deputado federal em 2014”, denuncia o parlamentar que é delegado da Polícia Federal; Blog do Esmael apurou que uma emissora nacional de televisão está finalizando reportagem explosiva sobre o assunto, que pode colocar em xeque a confiabilidade e a inviolabilidade do sistema de apuração brasileiro.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Faltando sete dias para a eleição do segundo turno, quando o Brasil vai escolher entre Aécio Neves e Dilma Rousseff para a Presidência da República, e 13 estados e o Distrito Federal elegerão os novos governadores, aumentam as suspeitas de fraudes nas urnas eletrônicas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Blog do Esmael&lt;/strong&gt; apurou que uma emissora nacional de televisão está finalizando uma reportagem explosiva sobre o assunto, que pode colocar em xeque a confiabilidade e a inviolabilidade do sistema de votação e apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A esse respeito, o deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) &lt;a href="https://twitter.com/ProtogenesQ"&gt;tuitou um vídeo&lt;/a&gt; afirmando que Diego Aranha, professor da Universidade de Brasília (UNB), considera a urna eletrônica é insegura. “Fui vítima desse sistema na minha eleição de deputado federal em 2014”, denunciou o parlamentar que é delegado da Polícia Federal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O assunto “fraude nas urnas eletrônicas” mereceu neste domingo (19) um &lt;em&gt;&lt;a href="https://twitter.com/requiaopmdb"&gt;retweet&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; do senador Roberto Requião (PMDB-PR). É do paranaense um projeto no Senado que permite a recontagem no sistema eletrônico atual por meio de impressão do voto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.esmaelmorais.com.br/2014/10/suspeita-de-fraudes-nas-urnas-eletronicas-a-uma-semana-da-eleicao/"&gt;Blog do Esmael&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="https://twitter.com/ProtogenesQ?lang=pt"&gt;Delegado Protógenes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/10/delegado-protogenes-pcdob-sp-denuncia.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrDqgheaSizSJR1JBLk4EH3VJ5zJEtW5oKx15vdUjzdQ6-v09ReUP83UadF7X0vVl-zfiA1TyAuhM41h3jMu4VDSAUurg8rbiLgXBshoSd0GViZfBbMrfby4JHFAyB29rbVF_HFrB_FCpf/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-1702314538833044859</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2014 00:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-10-20T22:05:09.399-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Casos de suspeita de fraude</category><title>Candidato ao governo do RJ denuncia fraude nas urnas eletrônicas</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=17682"&gt;Queremos somente a verdade das eleições e que a vontade do povo seja respeitada&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muita gente estranhou o resultado da eleição no 1º turno, mas como democrata que sou, minhas declarações imediatas foram de que respeito a soberania do povo. O povo tem o direito de escolher o melhor caminho - na sua visão - para o estado. Porém nos dias seguintes comecei a receber uma série de denúncias, que foram se encaixando, e orientado por advogados e especialistas em sistemas eletrônicos de voto, resolvi ingressar com uma ação, que hoje foi distribuída no Tribunal Regional Eleitoral, para o desembargador Edson Vasconcelos. O número da reclamação é 794431, e questiona as ligações de uma empresa responsável pela inseminação, votação e totalização das urnas com o Governo do Estado. A empresa além de ser cliente do Estado é defendida pelo escritório de Caputo Bastos, que tem como parceiros de advocacia os senhores Eduardo Damian (chefe de gabinete de Wilson Carlos, secretário de Governo de Cabral, e advogado do PMDB) e Terence Zveiter, que vem a ser primo do ex-presidente do TRE, Luiz Zveiter e do atual deputado federal Sérgio Zveiter, ligados à campanha de Pezão.   &lt;br /&gt;O resumo da ação é o seguinte: em cada urna a cada três votos que eu recebia, dois ficavam para mim, o terceiro era distribuído alternadamente entre Pezão, nulo e branco.    &lt;br /&gt;Alertei hoje, num encontro que tive pela manhã com o senador Marcelo Crivella, nosso candidato a governador, que solicite ao TRE providência no sentido de que uma firma especializada, independente, possa realizar testes que impeçam uma fraude como as denúncias que os senhores poderão verificar na ação que está no link abaixo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNX8XzhAWCsg18tjw2smnsHpz-lyQpgQPhhbk603MZ8-UNFrN8Sv5DWJCZQEPIeO1dxtlugM-N1mpNz7A_YMS17BFOPnM5mbC7-E8YRYeoDWE8LWr43NdlFfzsr1J_-avs1CVPqY2kRdnI/s1600-h/image%25255B5%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFuGRQMPPVPjkJuOBzNyUHatffaxgJ7B46QXwgMBRzWD9KQnahvNk4eoXd_MkP70uThQUJa5bC2rfllBdf9iA2kinUU1vd1qvrcZ1QxITSYSkjbDsSwYK5_7XFmL1T29DBFqcQR3Gw6Zv9/?imgmax=800" width="486" height="459" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.blogdogarotinho.com.br/download/RECLAMACAO_GAROTINHOAOTRE-RJ.pdf"&gt;Baixe aqui o documento completo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=17682"&gt;Blog do Garotinho&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/10/candidato-ao-governo-do-rj-denuncia.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFuGRQMPPVPjkJuOBzNyUHatffaxgJ7B46QXwgMBRzWD9KQnahvNk4eoXd_MkP70uThQUJa5bC2rfllBdf9iA2kinUU1vd1qvrcZ1QxITSYSkjbDsSwYK5_7XFmL1T29DBFqcQR3Gw6Zv9/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-6369836880639461823</guid><pubDate>Thu, 18 Sep 2014 16:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-18T13:09:12.211-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>TSE admite que urna não é totalmente segura</title><description>&lt;p&gt;A cada eleição, a confiabilidade da urna eletrônica usada no país é colocada em xeque. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) admite que os mecanismos para evitar sabotagens na urna eletrônica &amp;quot;nem sempre 'garantidamente' impedem uma fraude&amp;quot;, mas defende que o sistema é aperfeiçoado à medida que é exposto a riscos e vulnerabilidades. &lt;a href="http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/08/29/especialistas-alertam-para-possibilidade-de-fraudes-na-urna-eletronica.htm"&gt;&lt;strong&gt;Especialistas consultados pelo UOL afirmam que o sistema eletrônico de votação utilizado no país não é totalmente confiável e não permite auditoria&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;O que a Justiça Eleitoral tem buscado fazer é tornar eventuais fraudes impingidas ao processo eleitoral inviáveis, impondo, ao eventual atacante, uma sucessão muito numerosa de barreiras, tornando o esforço de se atacar muito superior ao eventual benefício da fraude. Tais barreiras nem sempre 'garantidamente' impedem uma fraude, porém são concebidas de tal forma que o invasor ou atacante, em sua tentativa, com grande margem de certeza, deixe suas marcas, permitindo posterior identificação do autor, sua localização e o instante da ação do ataque&amp;quot;, afirma Giuseppe Janino, secretário de Tecnologia de Informação do TSE, em entrevista por e-mail.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;O funcionário do TSE também reconhece que &amp;quot;é incorreto afirmar categoricamente que um sistema seja totalmente seguro&amp;quot; e &amp;quot;igualmente incorreto afirmar que ele seja totalmente inseguro&amp;quot;. Segundo Janino, o sistema eleitoral é dinâmico e é aprimorado quando exposto a riscos.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;O TSE realizou testes públicos para analisar a confiabilidade da urna eletrônica apenas duas vezes, em 1999 e 2012. Uma equipe da UnB (Universidade de Brasília) descobriu uma lacuna no sistema de segurança no último exame. Embora a tecnologia evolua com o tempo, o tribunal não permitiu novos testes públicos e não respondeu ao &lt;strong&gt;UOL&lt;/strong&gt; por que não promoveu novas provas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segurança da urna eletrônica&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;p&gt;Pesquisadores da UnB identificam vulnerabilidade no equipamento&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Os votos são armazenados em urna eletrônica e embaralhados de forma aleatória. Durante o teste os pesquisadores conseguiram colocar em ordem os votos registrados na urna. Se os votos podem ser reordenados, é possível identificar quem votou em determinado candidato considerando os horários que os eleitores votaram em determinada seção eleitoral. A lacuna na segurança compromete o sigilo do voto.&lt;/p&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Fonte: UnB (Universidade de Brasília)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;É importante também deixar claro que há um compromisso entre segurança e custo. Como exemplo, se me desloco de carro da minha casa para o trabalho e ganho um salário de R$ 1.000 por mês, não faria sentido eu gastar mais de R$ 1.000 por mês para, por exemplo, comprar um carro blindado ou contratar uma escolta. Em suma, as barreiras devem ser implantadas de acordo com riscos e vulnerabilidades reais e não baseado em suposições infundadas&amp;quot;, completou Janino.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Questionado sobre o histórico de suspeitas de fraude, o TSE reconheceu que algumas ocorrências foram identificadas. &amp;quot;Há alguns casos de suspeição de fraudes, invariavelmente levantadas por candidatos derrotados no pleito. Todas as denúncias formalizadas foram devidamente apuradas e consideradas improcedentes pelas instituições competentes que realizam as perícias&amp;quot;, respondeu Janino sobre casos suspeitos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O tribunal, no entanto, não respondeu quantos casos são suspeitos e de que forma se procedeu a investigação que julgou os casos improcedentes.   &lt;br /&gt;Ainda sobre os mecanismos de segurança, o TSE afirma o sistema pode ser fiscalizado por agentes do Ministério Público ou por partidos. &amp;quot;A versão oficial dos softwares de cada eleição é assinada digitalmente, inclusive o software das urnas eletrônicas, que dispõem de vários mecanismos de verificação&amp;quot;, disse Janino.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O &lt;strong&gt;UOL&lt;/strong&gt; perguntou a um especialista em segurança digital sobre quais garantias de confiança uma assinatura digital traria ao processo eleitoral. Para o engenheiro Amilcar Brunazo Filho, supervisor do Fórum do Voto Eletrônico, a técnica não impossibilita ataques de pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;O Bruce Schneier, um dos cinco mais conhecidos e premiados criptógrafos e autor dos livros mais vendidos sobre segurança em TI, em seu livro 'Segurança.com' disse uma frase significativa: 'Se você acredita que a tecnologia pode resolver seus problemas de segurança, então você não conhece os problemas e nem a tecnologia.' Ele escreveu isso para explicar que concluiu que segurança de sistemas tem a ver com as pessoas que operam o sistema e não com as tecnologias adotadas&amp;quot;, defendeu Brunazo Filho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O engenheiro também cita o Ph.D. Ronald Rivest, que segundo ele, é outro entre os cinco principais criptógrafos no mundo. &amp;quot;Ele&amp;#160; é o inventor da técnica de assinatura digital RSA que o TSE usa, e nega que sua técnica de assinatura digital seja suficiente para garantir, por si só, a integridade do software embarcado em sistemas eleitorais&amp;quot;, disse Brunazo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/08/29/tse-sugere-que-urna-eletronica-esta-sujeita-a-fraudes.htm" target="_blank"&gt;UOL&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/09/tse-admite-que-urna-nao-e-totalmente.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>22</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-321863602291970252</guid><pubDate>Thu, 18 Sep 2014 14:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-18T11:47:23.011-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>MPF irá investigar empresa de aliado de Sarney para gestão de urnas</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinnpTIgvfiAA_G8TLLei8SVXK5NZqSI3w8r3_IK-nw4CfioWGaCTnm7QdDmmOjfF6pTD7964Pej7KyYdyqeP42YjBXz2lSkVCHBsHxzEVYl8JfLZijhZypru2ofL7daiuvt4k2Jgtd413I/s1600-h/mp%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="mp" border="0" alt="mp" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8zpEVgokMXCqWajlUM0I258J-PEtDq-9QhciYbxNQAutVaXJgjZv6UyHc0Xj1RGWDsXnqhZICvo2UeDYTdhPY_7Nm4XO-MR3juTnuYLhw3MBZiqrCdBoX8gVGWsJ67dcqUuHNqkbqOSt8/?imgmax=800" width="334" height="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) instaurou procedimento para investigar o processo licitatório realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral no Maranhão (TRE/MA) para gestão das urnas eletrônicas nas eleições de 2014, que teve como vencedor a empresa Atlântica Serviços Gerais Ltda.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No intuito de esclarecer os fatos e apurar as denúncias noticiadas na imprensa, o procurador da República José Raimundo Leite Filho informou ao TRE/MA que instaurou o procedimento e pediu cópia integral do processo licitatório e do contrato administrativo que atribuiu à empresa Atlântica a gestão das urnas eletrônicas no Maranhão. E, ainda, notificou a empresa para que, no prazo de dez dias, se manifeste sobre a denúncia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A empresa já recebeu mais de R$ 50 milhões do governo Roseana Sarney no atual mandato e seu dono tem vínculos com o marido da governadora, Jorge Murad.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vencedora de uma licitação promovida pelo TRE-MA (Tribunal Regional Eleitoral), a Atlântica Serviços Gerais, de propriedade de Luiz Carlos Cantanhede Fernandes (empresário que tem ligações estreitas com membros do clã Sarney) foi contratada em 28 de agosto por R$ 2.999.499 para cuidar de uma série de serviços com as urnas no dia da eleição.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Luiz Carlos é também ex-sócio e amigo de Edinho Lobão, como o próprio candidato a governador do clã Sarney admitiu durante debate na Fiema.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outra empresa de Luiz Carlos Catanhede Fernandes, a Atlântica Segurança Técnica, foi contratada pelo governo de Roseana para controlar os presídios do Estado. Vale lembrar ainda que em 2002, quando a Polícia Federal apreendeu mais de 1 milhão de reais na sede da Lunus, empresa de Murad, o marido de Roseana atribuiu a Catanhede a posse de metade do dinheiro. À época, os amigos criaram um contrato de empréstimo, no valor de 650.000 reais, para a Pousada dos Lençóis. E escalaram o empresário para o papel de emprestador do dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.jornalpequeno.com.br/johncutrim/2014/09/17/mpf-ira-investigar-contratacao-da-empresa-de-aliado-de-sarney-para-gestao-de-urnas-ma/" target="_blank"&gt;Blog do John Cutrim&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/09/mpf-ira-investigar-empresa-de-aliado-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8zpEVgokMXCqWajlUM0I258J-PEtDq-9QhciYbxNQAutVaXJgjZv6UyHc0Xj1RGWDsXnqhZICvo2UeDYTdhPY_7Nm4XO-MR3juTnuYLhw3MBZiqrCdBoX8gVGWsJ67dcqUuHNqkbqOSt8/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-7522450407496523253</guid><pubDate>Thu, 14 Aug 2014 01:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-13T22:34:30.669-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teste de Segurança</category><title>Ministério Público: urna eletrônica é falha</title><description>&lt;p&gt;Urna eletrônica: conclusão é do MPF em SP, com base em relatório apresentado à Procuradoria dos Direitos do Cidadão por pesquisadores da UnB.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjp3EvwOUn9YnNbE8mBbb55m82K44RpgRvuf19leZtmrpRfzI3uu_cGYti_-57_HuAQMHMQC6f0aDz2kFUBDSx4SVL_Ym1_I7XXV2eQfql140C8VDbXmrMyidfcSj96hujIMXj3N48UT-cz/s1600-h/Urna%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 24px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Urna" border="0" alt="Urna" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKDzl3YKJ2XXou4dx_dPiNsncHYLI8PQAqTxUDcvQt4VhwXf8IIxtYfnebCfFp-y_aKaH1MbGR_B7p0eP-b-H2nSKDLy6hIQuV7XEA7srkMLuL4bcexDPzSYbbAZM6hA9h9d933i3_Mz-Z/?imgmax=800" width="244" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h6&gt;&lt;font size="3"&gt;Urna eletrônica é falha, alerta MP&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;O sistema atual de &lt;strong&gt;votação eletrônica&lt;/strong&gt; é falho e não pode garantir o sigilo do voto e a integridade dos resultados das eleições. A conclusão é do &lt;strong&gt;Ministério Público Federal&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;MPF&lt;/strong&gt;) em São Paulo, com base em relatório apresentado à &lt;strong&gt;Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadã&lt;/strong&gt;o por pesquisadores da&lt;strong&gt; Universidade de Brasília&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;UnB&lt;/strong&gt;). O documento aponta ainda outras vulnerabilidades no programa usado nas urnas eletrônicas, com “efetivo potencial para &lt;strong&gt;violar a contagem dos votos&lt;/strong&gt;“, destaca.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Consta de investigação preliminar do procurador &lt;strong&gt;Pedro Antonio Machado&lt;/strong&gt; que &lt;strong&gt;urnas eletrônicas&lt;/strong&gt; submetidas a teste de segurança apresentaram fragilidade principalmente para garantir o caráter &lt;strong&gt;secreto do voto&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em tese os &lt;strong&gt;votos&lt;/strong&gt; devem ser armazenados na &lt;strong&gt;urna eletrônica&lt;/strong&gt; e misturados aleatoriamente pelo &lt;strong&gt;software&lt;/strong&gt; programado para seguir um padrão matemático. No entanto, durante prova técnica laboratorial conduzida em 2012, os pesquisadores conseguiram colocar em ordem os 950 registros usados no teste, que foi realizado em atendimento a chamada pública do &lt;strong&gt;Tribunal Superior Eleitoral&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;TSE&lt;/strong&gt;).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O responsável pelo relatório, professor &lt;strong&gt;Diego Aranha&lt;/strong&gt;, alertou para o fato de a prova revelar a possibilidade de descobrir em quem o eleitor votou: “Com a reordenação dos votos, é possível, sabendo os horários que os eleitores foram a determinada seção eleitoral, descobrir em quem eles votaram, sendo certo que, para isso, basta que um dos fiscais anote tais horários”, esclareceu o especialista, que hoje atua no Instituto de &lt;strong&gt;Computação da Universidade Estadual de Campinas&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Unicamp&lt;/strong&gt;). “No caso de personalidades, como candidatos das eleições majoritárias, basta que se acompanhe o noticiário para saber o horário em que exerceram o voto”, complementou Aranha.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com o documento a falha foi descoberta com rapidez pela equipe da &lt;strong&gt;UnB&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No entanto, devido às restrições impostas pelo comitê organizador do &lt;strong&gt;TSE&lt;/strong&gt;, os pesquisadores não puderam submeter tais &lt;strong&gt;vulnerabilidades&lt;/strong&gt; a novos testes, que poderiam demonstrar a existência de mais fragilidades. Segundo Aranha, os pesquisadores tiveram acesso ao código-fonte (programa em linguagem de computação) do &lt;strong&gt;software&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;de votação&lt;/strong&gt; por um período de apenas cinco horas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após os testes de 2012, a área de tecnologia da informação do &lt;strong&gt;TSE&lt;/strong&gt; deveria corrigir as falhas apresentadas pela equipe da &lt;strong&gt;UnB&lt;/strong&gt;. O detalhamento e a verificação de outras &lt;strong&gt;vulnerabilidades&lt;/strong&gt;, no entanto, não avançaram. Para as&lt;strong&gt; eleições deste ano&lt;/strong&gt; o tribunal não vai realizar novos testes públicos na &lt;strong&gt;urna eletrônica&lt;/strong&gt;, como vinha fazendo desde a eleição de 2010. Para a próxima &lt;strong&gt;eleição&lt;/strong&gt; foi criado um grupo de trabalho – quase todo integrado por servidores do próprio &lt;strong&gt;TSE&lt;/strong&gt; – pela portaria nº 215 do diretor-geral da secretaria da corte eleitoral. O objetivo é estudar e propor soluções aos problemas referentes à segurança do sistema automatizado de votação adotado no país.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os autos foram encaminhados ao procurador regional eleitoral &lt;strong&gt;André de Carvalho Ramos&lt;/strong&gt;. Ele deve remetê-los ao &lt;strong&gt;Tribunal Regional Eleitoral&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;TRE&lt;/strong&gt;) de SP, que dará conhecimento ao &lt;strong&gt;TSE&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.jogodopoder.com/blog/politica/ministerio-publico-urna-eletronica-e-falha/#ixzz3AKFkCCsv"&gt;http://www.jogodopoder.com/blog/politica/ministerio-publico-urna-eletronica-e-falha/#ixzz3AKFkCCsv&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/08/ministerio-publico-urna-eletronica-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKDzl3YKJ2XXou4dx_dPiNsncHYLI8PQAqTxUDcvQt4VhwXf8IIxtYfnebCfFp-y_aKaH1MbGR_B7p0eP-b-H2nSKDLy6hIQuV7XEA7srkMLuL4bcexDPzSYbbAZM6hA9h9d933i3_Mz-Z/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-8318097114872312251</guid><pubDate>Wed, 02 Jul 2014 23:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-07-02T20:40:21.199-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teste de Segurança</category><title>TSE não fará teste público das urnas eletrônicas antes das eleições</title><description>&lt;p&gt;RIO — Apesar de reconhecer que “os testes de segurança das urnas eletrônicas fazem parte do conjunto de atividades que garantem a melhoria contínua deste projeto”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não fará nenhum antes das eleições de outubro. Desde 2012, aliás, quando uma equipe de técnicos da Universidade de Brasília (UnB) simulou uma eleição com 475 votos na urna eletrônica e conseguiu colocá-los na ordem em que foram digitados, o tribunal não expõe seus sistemas e aparelhos à prova de técnicos independentes. Mesmo assim, continua a afirmar que eles são seguros e invioláveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZPj51QexbyCcKoWkqWG08piaFk9TfpjG7TFFsSXr7d7QtGDmmVfAcQBOS9kfTSEOo1UgWc9EqAvBEGu_8JdI_tm5BDS_1bYWepBsabJdwdqpndBFeJiKUBx_EnfHoW5YOReCuXc5h8M3Y/s1600-h/Urna%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 17px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Urna" border="0" alt="Urna" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5vzIyvG5Aal0fWIKqASTeJXcuXvSUBCAi-EfaEFvv_Bpgi0h-y_gQWasv7JSf3lflQn4505BqzseGhmotceluMw2YPKtyC7Q1I4PIIiOlrcviMhamQHogdvoXvv35y3GbJVj5PX3d6aQS/?imgmax=800" width="244" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;Para especialistas em computação, o TSE se arrisca ao dispensar as contribuições e os ajustes que poderiam florescer em testes públicos independentes e erra ao adotar uma postura de extrema confiança em relação a seus sistemas de registro, transmissão e contagem de votos. Muitos lembram que, recentemente, até mesmo as comunicações da presidente Dilma Rousseff foram rastreadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) americana.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— Eu aguardava ansiosamente os testes de 2014 para verificar pelo menos se os problemas de segurança que descobrimos (em 2012) haviam sido corrigidos — disse ao GLOBO o professor de computação Diego Aranha, hoje trabalhando na Unicamp. — Mas isso não vai acontecer e lamento por isso. Eu realmente acredito que as urnas eletrônicas brasileiras seriam viradas pelo avesso se pudéssemos fazer testes realistas e sem restrições nelas. Mas o TSE nos impede.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 2012, Diego e três técnicos da UnB se cadastraram no TSE para participar de um teste público das urnas e, segundo contam, conseguiram provar a vulnerabilidade delas sem precisar abri-las.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— No teste, o TSE abriu o código de programação do software da urna e nos deu cinco horas para analisar mais de 10 milhões de linhas de programação. Em menos de uma hora descobrimos a equação usada pelas urnas para embaralhar os votos que ela registra e, para provar isso, simulamos uma eleição com 475 votos e, em seguida, ordenamos os votos que foram registrados nela. Resumindo: achamos um erro banal do sistema — afirmou Aranha.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde então o TSE não realiza testes desse tipo. E afirma, via assessoria de imprensa, que não tem previsão para fazê-los.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— A ausência de testes públicos, livres, sem controle sobre o que será testado, per se, já é um dano. Independentemente de eventuais riscos técnicos — o professor da FGV Direito Rio, Pablo Cerdeira. — É direito nosso, de todos os cidadãos, não apenas saber dos resultados mas também como foi todo o processo para se chegar a ele. Imagine se a apuração de uma eleição feita em papel fosse realizada a portas fechadas, de forma secreta, sem que ninguém pudesse acompanhar. O sistema não seria confiável. É a mesma coisa com a votação eletrônica. Se a sociedade não puder acompanhar, sem restrições, como funcionam as urnas, podemos dizer que temos dois danos: não estão respeitando nosso direito à transparência e estamos corremos o risco de ter alguma falha no sistema que permita a violação das eleições.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cerdeira lembra que a presença de erros em computadores é algo “muito comum” e que, nos últimos 30 dias, foram descobertas duas “falhas catastróficas” em sistemas utilizados por empresas do mundo todo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— O OpenSSL, com a falha conhecida como Heartbleed, responsável pela comunicação criptografada de bancos, e-mails e redes sociais, por exemplo, afetou dois terços de todos os computadores do mundo. Falha descoberta na semana passada no Internet Explorer, da Microsoft, permite a violação de segurança de todos os computadores com Windows e Internet Explorer. Tão séria a ponto de o Governo Norte-americano sugerir que as pessoas não usem esse navegador. Imaginar que nosso sistema de urnas eletrônicas é mais seguro do que os sistemas desenvolvidos por milhares ou mesmo milhões de programadores, como é o caso do Internet Explorer e do OpenSSL, não parece razoável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para tentar contornar essa questão, em fevereiro o TSE lançou uma portaria convocando um “grupo de segurança” para testar os aparelhos e sistemas usados nas eleições. A equipe de 12 pessoas tem, no entanto, apenas um membro “independente”. Oito são oriundos de tribunais regionais eleitorais e três do próprio TSE.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo o tribunal, o “grupo de segurança” tem por objetivo completar quatro trabalhos — sem data fixada para sua conclusão. Ele deve “mapear requisitos de segurança das diversas fases do processo eleitoral brasileiro, elaborar um plano nacional de segurança do voto informatizado, propor um modelo ágil de auditoria da votação e totalização dos votos e estudar, propor e validar modelos de execução do teste de segurança”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Diante da informação oficial o professor Diego Aranha retruca:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— Mas isso não deveria já ter sido feito há muito tempo?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E, sobre a composição do grupo, o professor Pablo Cerdeira comenta:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— A escolha de tanta gente de dentro dos tribunais é uma decisão política — diz ele. — Mas o importante é observar que há dois problemas aqui: a baixa representação independente (apenas um) e, depois, a dúvida sobre o que uma única pessoa conseguirá auditar. Na prática, quase nada. É preciso não apenas que outros atores auditem o sistema, mas que eles realizem testes em ambientes não controlados pelo TSE. Imagine que um novo modelo de carro só possa ter sua segurança testada no laboratório, dentro das condições que os desenvolvedores definirem. É claro que na prática ele vai enfrentar situações que muitas vezes podem não ter sido previstas pelos desenvolvedores. É por isso que é preciso testes no ambiente real.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Professor titular da Faculdade de Ciência da Informação e diretor do Centro de Pesquisa em Arquitetura da Informação da UnB, Mamede Lima-Marques integra o “grupo de segurança”. É, na verdade, o único membro “independente”. Lima-Marques conta que a equipe já fez uma reunião presencial em Brasília, mas que mantém contato virtual. Em sua meta estão a preparação de um Plano Nacional de Segurança, para que as decisões tomadas pelo TSE cheguem de forma mais transparente e rápida aos TREs, e a “instrumentalização da auditoria do sistema eleitoral”, que busca facilitar a rechecagem do sistema.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— Estamos trabalhando para a criação de uma agenda de trabalho para o grupo, mas agimos de forma completamente independente ao calendário das eleições — ressalta ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Lima-Marques reconhece que os testes públicos são de “suma importância”. Ele, inclusive, coordenou o de 2012, mas diz que essas provas não precisam ser realizadas todos os anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;— As urnas que vamos usar em outubro são da mesma geração das usadas em 2012, e as fragilidades detectadas no último teste já foram sanadas — explica. — Fazer esses testes é algo caro, complicado e demorado. E a vulnerabilidade das urnas não depende do tempo de vida delas. Está muito mais vinculado às condições técnicas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/brasil/tse-nao-fara-teste-publico-das-urnas-eletronicas-antes-das-eleicoes-12715187" target="_blank"&gt;O GLOBO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/07/tse-nao-fara-teste-publico-das-urnas.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5vzIyvG5Aal0fWIKqASTeJXcuXvSUBCAi-EfaEFvv_Bpgi0h-y_gQWasv7JSf3lflQn4505BqzseGhmotceluMw2YPKtyC7Q1I4PIIiOlrcviMhamQHogdvoXvv35y3GbJVj5PX3d6aQS/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-68882326726153914</guid><pubDate>Sun, 29 Jun 2014 02:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-28T23:55:19.908-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>Eleições: Procuradoria de SP pede verificação de “falha grave” em urnas eletrônicas no Brasil</title><description>&lt;p&gt;Uma falha em urnas eletrônicas usadas nas eleições no Brasil foi alvo de um procedimento por parte da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) de São Paulo. O documento, encaminhado ao procurador regional eleitoral, André Carvalho Ramos, pede que os problemas &lt;a href="http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6375"&gt;já verificados por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), em 2012&lt;/a&gt;, sejam verificados para as eleições deste ano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 2012, o grupo de especialistas do Centro de Informática da UnB, coordenado peloprofessor Diego Aranha, do Departamento de Ciência da Computação, conseguiram passar pela segurança da urna eletrônica durante uma série de testes realizados. Os votos são armazenados na urna eletrônica e embaralhados aleatoriamente; porém, durante os testes, realizados atendendo a chamada pública do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os pesquisadores conseguiram colocar em ordem os 950 registros realizados.Com base nos resultados, foi possível detectar a fragilidade da proteção ao sigilo do voto e à integridade dos resultados. “Os partidos recebem o arquivo com a votação embaralhada, o que é feito pelo software instalado nas urnas eletrônicas. Com a reordenação dos votos, é possível, sabendo os horários que os eleitores foram a determinada seção eleitoral, descobrir em quem eles votaram, sendo certo que, para isso, basta que um dos fiscais anote tais horários”, explicou o professor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O mesmo estudo apontou ainda a possibilidade de alterar a contagem dos votos, apesar de que tais vulnerabilidades não tenham sido testadas por limitações feitas pelo próprio TSE. &lt;a href="http://www.prsp.mpf.mp.br/sala-de-imprensa/noticias_prsp/03-06-14-2013-pr-sp-encaminha-para-mp-eleitoral-procedimento-para-verificar-seguranca-de-urnas-eletronicas-no-brasil"&gt;De acordo com o Ministério Público Federal (MPF)&lt;/a&gt;, a área de Tecnologia da Informação do TSE deveria corrigir as falhas apresentadas pela equipe da UnB relativas à proteção ao sigilo do voto, mas isso não aconteceu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para as eleições deste ano, a preocupação existe em razão da ausência de novos testes públicos como os realizados há dois anos pela UnB, ficando o processo restrito a servidores do TSE.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.sitewilsonmonteiro.com/?p=8534" target="_blank"&gt;Site do Wilson Monteiro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/06/eleicoes-procuradoria-de-sp-pede.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-8124168792383402165</guid><pubDate>Wed, 23 Apr 2014 06:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-04-23T03:59:44.101-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teste de Segurança</category><title>Depois de quebra do sigilo da urna, TSE evita novos testes</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0dDRBtD7UBHhd1sLj2s0WHV1O-Ckfu6m5z_UpEJyyb3eSpnJ0C6hb2TXUYnqe1Nkjdxbyfyso7G8w6VkE8tXjOuylomkzg24c5iNjD6ZVMNYXAd7reCu4vLjpeKtdfbEaNTegEjgiBhy1/s1600-h/Urna%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 3px 17px 4px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Urna" border="0" alt="Urna" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVImjEB9TxZ8fZg1QQqDYMEq9MiZINMBX14hYAgfenCXJe0-pPsu4fO94NM6gDSxwHXG1eUfpQ3gK9nTuc63Z1YvKAJOhc1NzHZxYzyAune4KGJw-ZZGPdlprQ-oOZeIl9eKtgbs1lxz6j/?imgmax=800" width="244" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;O Tribunal Superior Eleitoral não vai realizar novos testes públicos na urna eletrônica nesta véspera de eleições, como vinha sendo uma tradição desde o pleito de 2010. Por uma incrível coincidência, a decisão vem depois que uma equipe da UnB quebrou o sigilo da urna nos últimos testes, há dois anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo o tribunal, “o objetivo do TSE é a realização periódica destes testes, porém não há um calendário fixado para tanto”. Além disso, “considerando tratar-se de um ano eleitoral, não haverá teste de segurança neste ano” – curiosamente isso não impediu a realização de testes em 2012.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No lugar dos testes públicos, o TSE decidiu criar um grupo de trabalho sobre a segurança da urna eletrônica. O grupo é constituído essencialmente por integrantes da Justiça Eleitoral, além do professor Mamede Lima Marques, da Universidade de Brasília.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Marques, no entanto, não fez parte do grupo da UnB que teve sucesso em violar o sigilo dos votos nos últimos testes – ele integrava o grupo responsável pela avaliação dos testes e entende que a urna brasileira é suficientemente segura, sendo desnecessária, inclusive, a reintrodução da impressão do voto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os objetivos desse GT são:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;I - mapear os requisitos de segurança das diversas fases do processo eleitoral; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;II - atuar como interlocutor nos tribunais regionais nas demandas decorrentes de denúncias de fraudes no sistema eletrônico de votação; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;III - elaborar um plano nacional de segurança do voto informatizado, para ser amplamente divulgado junto nas STI [Secretarias de Tecnologia da Informação] dos tribunais regionais; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;IV - propor um modelo ágil de auditoria da votação e totalização dos votos, tal como auditoria interna, que possa ser aplicada pelos tribunais regionais durante e após as eleições; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;V - elaborar material institucional que divulgue a sociedade os mecanismos de segurança do processo eleitoral;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;VI - estudar, propor e validar modelos de execução de testes de segurança.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Agora professor da Unicamp, Diego Aranha, que liderou a equipe que quebrou o sigilo da urna, se surpreendeu com a decisão. “Pedi esclarecimentos ao TSE. Não teremos testes e o TSE criou um grupo de segurança. Mapear requisitos e elaborar um plano não deveria ter sido feito há muito tempo?”, questiona ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em tempo: Embora o professor tenha conseguido identificar a lista de quem votou em quem no teste de 2012, o TSE jamais reconheceu que houve ‘quebra de sigilo’. Ainda assim, por conta desse resultado, o tribunal anunciou na época uma “melhoria do sistema” com a “correção do algoritmo”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36487&amp;amp;sid=18#.U1deaFVdXeM" target="_blank"&gt;Convergência Digital&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/04/depois-de-quebra-do-sigilo-da-urna-tse.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVImjEB9TxZ8fZg1QQqDYMEq9MiZINMBX14hYAgfenCXJe0-pPsu4fO94NM6gDSxwHXG1eUfpQ3gK9nTuc63Z1YvKAJOhc1NzHZxYzyAune4KGJw-ZZGPdlprQ-oOZeIl9eKtgbs1lxz6j/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>18</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-5301224669622153797</guid><pubDate>Mon, 27 Jan 2014 11:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-01-27T09:40:24.628-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Paraguai veta uso de urnas eletrônicas brasileiras e voto é manual</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Alegação foi de que as urnas eletrônicas brasileiras não são confiáveis porque podem ser burladas&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIZ_xSbbKV_UI7vIxHmMt2-SgUG_9bbYJW98Cxx8Do-7h8Cfbfufcep1owTPcLM3e7e1TRWXJbPWXjSBdX8PMsTuWBBMLjQ8SbyciXwJ_C1FzFz5qgdccbtsw0q-NOIyS66hgqEX8vg5E-/s1600-h/Urna%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 23px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Urna" border="0" alt="Urna" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1vso1ND2lX-jYR5zCbW5kX9TnSFHpbOakP6-otlLjMWdZ-WIoir0qy_xId0LmUyu3PUBYU-miqpeOVarICsPz2tzSqZ-Kkp9eJbtmtQDzSxngqozFsv584X_4rQ2deVd_yxKHeHWdeFTH/?imgmax=800" width="244" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;Os votos dos 3,5 milhões de paraguaios que escolhem neste domingo (21) o novo presidente do país será manual. O Congresso do Paraguai vetou as urnas eletrônicas brasileiras que foram usadas em eleições anteriores. A alegação foi de que não são confiáveis porque podem ser burladas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A decisão precisou ser acatada pela Justiça Eleitoral, mas gerou protestos. O Coordenador Geral das Eleições, Carlos María Ljubetic, reprovou a iniciativa dos políticos. “É um absurdo. Creio que a urna eletrônica oferece muita garantia. O resultado sai mais rápido e não há manipulação de membros da mesa”, diz. As urnas brasileiras foram usadas em três eleições no Paraguai, a última delas em um pleito municipal, em 2006.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No sistema manual, os eleitores recebem seis boletins, um correspondente a cada cargo que precisa votar. Ao final do pleito, os mensários fazem a contagem dos votos, digitam os resultados e transmitem à Justiça Eleitoral. Embora a votação seja manual, a transmissão é eletrônica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A votação será realizada das 8 às 17h (horário brasileiro). A Justiça Eleitoral estima que o nome do novo presidente paraguaio deve ser conhecido por volta das 20h locais (21 horas no Brasil).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pleito&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No total estão habilitados 1.046 locais de votação em todo país. Cerca de 12 mil pessoas irão trabalhar nas eleições. Há ainda 58 mil membros de mesa dos partidos que estarão envolvidos no processo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O voto no Paraguai é obrigatório e há multa para quem não comparecer às urnas. No entanto, muitos eleitores não se importam porque a sanção não é aplicada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As últimas pesquisas apontam empate técnico entre os dois candidatos mais bem cotados, Horacio Cartes (Partido Colorado) e Efraín Alegre (Partido Liberal Radical Autêntico). Se o resultado for apertado, não se descarta a possibilidade de um dos partidos solicitar recontagem de votos, a exemplo do que ocorreu na Venezuela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/conteudo.phtml?id=1365228" target="_blank"&gt;Gazeta do Povo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2014/01/paraguai-veta-uso-de-urnas-eletronicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1vso1ND2lX-jYR5zCbW5kX9TnSFHpbOakP6-otlLjMWdZ-WIoir0qy_xId0LmUyu3PUBYU-miqpeOVarICsPz2tzSqZ-Kkp9eJbtmtQDzSxngqozFsv584X_4rQ2deVd_yxKHeHWdeFTH/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-2771307973529714942</guid><pubDate>Mon, 09 Dec 2013 21:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-12-09T19:04:14.244-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>“Muito mais do que questão técnica, voto eletrônico é uma questão política”</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglsEcVKjnhqg1jLqrjibwvDid-iu7O4zkb0VsWHKa2xY2RgEgFnPbY-G1WZaiZhCa0pNMx-Sl5FuxMpemScsyzs_t_DktKSDD2y-uaVBkXnUqhbkQzxHCafVsxUCfgJEPJ77QdxNXUx-eM/s1600-h/maneschy.cuenca.600_1_3308b2%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 14px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="maneschy.cuenca.600_1_3308b2" border="0" alt="maneschy.cuenca.600_1_3308b2" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4iTdDtlrD3qfWWsYvdqIjpfuam4eMZC6Dy_9gnqV43dEPCuUBgxljsXc4NmIrlXpMmgKo3PqLq-uP6zEfkCbooe1PCRFcF0lJH_OO99kgRzEDEH2toZX-iTyvwPk8TVfYnNeyJCj_xpEP/?imgmax=800" width="204" height="104" /&gt;&lt;/a&gt;O Caso Proconsult de 1982, tentativa de fraudar as eleições do Rio de Janeiro que elegeram Brizola governador; a campanha das Diretas Já; o recadastramento nacional de eleitores do Brasil de 1986; o advento das urnas eletrônicas a partir das eleições de 1996 e a luta de Leonel Brizola pela transparência do processo eleitoral brasileiro foram alguns dos temas abordados pelo jornalista Osvaldo Maneschy, em palestra na Universidade de Cuenca, no Equador, no último dia 27/11, sobre o voto eletrônico para cerca de 200 estudantes de diferentes cursos.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(Na foto -Juan Diaz (E), Anita Cerón (Capel), Amilcar Brunazo, Marcela Bueno (Capel) e Osvaldo Maneschy)&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Palestra na Universidade de Cuenca, Equador, dia 27/11/2013    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Em primeiro lugar, quero dizer que é uma honra estar aqui, conversando com vocês. Pela oportunidade quero agradecer a doutora Marcela Bueno, da Capel, quero agradecer ao engenheiro Felipe Reyes, do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador, que está comandando esta experiência; e quero muito agradecer também ao meu amigo, engenheiro Amilcar Brunazo Filho, que há muitos anos, lá no Brasil, me ajuda na luta pela transparência do voto eletrônico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Quero dizer que muito mais do que uma questão técnica, o voto eletrônico é uma questão política. Amílcar Brunazo é engenheiro; Juan Diaz que me antecedeu, do Paraguai, é especialista em informática; e eu sou jornalista. Tenho 40 anos de profissão, trabalhei em grandes jornais no Rio de Janeiro – minha base de trabalho e também sou militante político.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Fui filiado ao MDB, partido político brasileiro que existiu na época da ditadura militar, fui filiado depois ao PMDB, uma evolução do antigo MDB fundado em 1978, ainda na ditadura militar, na reformulação dos partidos políticos brasileiros; e desde 1981 sou filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), do Brasil, criado por Leonel de Moura Brizola e ligado à Internacional Socialista. O PDT é filiado a Internacional Socialista.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“A questão fundamental para estar aqui falando com vocês é a da democracia. Eu concordo com tudo o que vocês acabaram ouvir do meu colega Juan Diaz, do Paraguai, sobre a modernidade do voto eletrônico – de como é fácil para a população usá-lo. Ele não é nenhum bicho-de-sete-cabeças; não morde; não come ninguém. O voto eletrônico é uma modernidade hoje usada em vários países do mundo: na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil etc.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“No Paraguai, o voto eletrônico chegou há cinco anos atrás. No Brasil, voto eletrônico existe há 27 anos. Ele começou a ser implantado no Brasil em 1986, e é por isto que eu e Amílcar o conhecemos muito bem, porque a gente está há muito tempo – como dizemos lá no Brasil – nessa praia. A gente convive com o voto eletrônico no Brasil – Amílcar, como técnico e engenheiro; e eu como militante político – há tempos. Detalhe importante: sou militante do partido fundado por um político brasileiro que foi o principal inimigo da ditadura militar brasileira, Leonel Brizola.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“O voto eletrônico no Brasil começou em 1986, com um recadastramento nacional de eleitores, executado numa fase de transição política, quando saíamos da ditadura militar que se instalara no Brasil em 1964. É importante que vocês compreendam porque não estamos tratando somente de uma questão técnica, mas também política. As máquinas de votar que usamos no Brasil começaram a funcionar efetivamente – como Amílcar explicou para vocês – em 1986. Então, temos 27 anos de convivência com as máquinas de votar de primeira geração que usamos no Brasil. Quero afirmar para vocês, do alto dos meus 63 anos de idade, pelos meus 40 anos de militância política, iniciada ainda no movimento estudantil, que, com as urnas eletrônicas do Brasil – não estou falando de máquinas de outros países: estou falando do meu país – é possível eleger candidatos sem votos e deseleger candidatos que tenham votos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Abram bem os seus olhos, porque informação é fundamental; é preciso ter conhecimento do que está acontecendo. Aqui no Equador, vocês estão implantando o voto eletrônico agora. Aqui, em Cuenca, em fevereiro do ano que vem, no dia 23 de fevereiro, vocês terão a primeira eleição eletrônica. Pois quero dizer para vocês que a principal crítica que faço ao sistema eletrônico de votação existente no Brasil, contra o qual eu tanto luto, é porque os 141 milhões de eleitores brasileiros perderam a capacidade de conferir o seu próprio voto. Conferir se ele está sendo somado corretamente. Explico melhor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Quando se vota no papel, vocês sabem exatamente em quem estão votando. O voto inviolável e secreto é a base do sistema democrático. O voto só interessa ao eleitor. Que os candidatos disputem as eleições em condições iguais e que vença sempre o melhor, o que tiver maior quantidade de votos; o que tiver o apoio da maioria da população. E as urnas eletrônicas de primeira geração usadas no meu país suprimiram este direito. O eleitor brasileiro – como Amílcar explicou para vocês – digita o número do candidato em um teclado; aperta uma tecla verde, que confirma seu voto; e pronto, está feita a escolha. A máquina escreve a mensagem “fim” – está feita a votação. Isto significa que você, eleitor, precisa confiar que o software que está dentro da máquina de votar seja honesto. E nós temos experiência no Brasil, pela nossa vivência com esse sistema, que muitas vezes votos foram desviados em benefício de um candidato “a” ou “b”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“O que não acontece no Paraguai, quero dizer a vocês, acontece sim no Brasil. Urnas eletrônicas de primeira geração como as brasileiras, totalmente dependentes de softwares, não permitem que nenhum cidadão – nenhum de vocês; nem mesmo um estudante de informática – confira o próprio voto. Poucos entendem como um software funciona dentro de um computador, dentro de uma urna eletrônica. E você depender de um software é muito perigoso. Nós vivemos este perigo lá no Brasil. Lá, somos obrigados a confiar piamente que os softwares que estão dentro das urnas eletrônicas que usamos são confiáveis, seguros e honestos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Para vocês terem idéia da dimensão do problema, o Brasil é um país continental, com 180 milhões de habitantes, 141 milhões de eleitores que votam de dois em dois anos, em 450 mil seções eleitorais que, por sua vez, correspondem a 450 mil urnas eletrônicas – cada seção equivale a uma urna. Qual é o partido político, qual é o cidadão que não fiscaliza o próprio voto, que pode ter o controle desse processo? Quem controla as eleições brasileiras é a Justiça Eleitoral. O problema é que ela concentra os seguintes poderes: Legislativo, é ela que cria as normas para funcionamento das máquinas de votar no Brasil; Executivo, é ela quem administra as eleições, gasta dinheiro, compra as urnas eletrônicas e faz o que bem entende com o sistema; e é ela que tem em suas mãos o Poder Judiciário, porque são juízes. Eles decidem – se reúnem, discutem. E nós, representantes de partidos? Nós, representantes dos eleitores? Quando temos dúvidas em relação a alguma coisa, temos que chegar a eles e pedir que analisem e julguem isto ou aquilo que eles estão fazendo. Uma relação subordinada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Então, entendam, o processo eleitoral brasileiro está concentrado nas mãos da Justiça Eleitoral. É uma coisa muito complicada para nós, cidadãos comuns, fazer valer nossos direitos. Quero dizer também para vocês que o sistema eletrônico de votação que vocês vão implantar em fevereiro, aqui no Equador, está correto, ao contrário do nosso, no Brasil, instituído no finalzinho da ditadura militar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“O computador entrou no processo eleitoral brasileiro em 1981. Na época, o voto era em papel – como ainda é aqui no Equador – e se usou o computador apenas para totalizar resultados. Os votos eram apurados manualmente; só a totalização era feita no computador. Em 1982, o presidente do meu partido, Leonel Brizola, candidatou-se a governador do Estado do Rio de Janeiro. A justiça eleitoral contratou uma firma e ela era manipulada pelo Serviço Nacional de Informações (SNI), o serviço de inteligência da ditadura militar. Na eleição de 1982, no Rio de Janeiro, foi usado um software de totalização que desviava os votos de Brizola – opositor ao regime que estava voltando de 15 anos no exílio – para nulos e brancos. Brizola percebeu a armação, denunciou tudo isto, inclusive à imprensa internacional; criou um caso danado, lá no Brasil, e venceu a tentativa de fraude contra ele, o que ficou conhecido, no nosso país, como ‘escândalo da Proconsult’.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Em 1984, dois anos depois deste fato, todos os brasileiros se uniram numa campanha política, que chamamos de campanha das Diretas, Já! – em que a população foi às ruas em todas as capitais do Brasil, com grandes manifestações – no Rio foram 1 milhão de pessoas – exigindo eleições diretas para a Presidência da República. A ditadura militar brasileira teve uma característica diferente das demais ditaduras latino-americanas. O ditador de plantão trocava de quatro em quatro anos, escolhido pelo Estado Maior das Forças Armadas, as mesmas que deram o golpe em 1964. De quatro em quatro anos, o alto comando do Exército se reunia e designava o próximo ditador-presidente. E este ditador era eleito, indiretamente, pelo Congresso. É bom explicar também que os militares brasileiros cassaram todos os políticos – deputados e senadores – de esquerda ou que se opusessem à ditadura. O Congresso era tutelado e era ele que elegia – indiretamente – o presidente referendado pelo Estado Maior das Forças Armadas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Foi assim que a ditadura se manteve durante mais de 20 anos. Ela começou em 64 e durou praticamente até 1985, mais ou menos. Mas esta é uma história longa: a história política do Brasil. O que quero frisar para vocês é que as eleições no Brasil eram tuteladas, que tivemos gigantescas manifestações populares pelas eleições diretas em 1984, quando o povo brasileiro exigiu, nas ruas, votar direto para presidente da República; e em 1986 começou o recadastramento nacional de eleitores, que permitiu que – 10 anos depois – em 1996, fosse implantado o voto eletrônico no Brasil. Com detalhe importante e fundamental: nessa época no Brasil, 1986, ninguém sabia que o voto eletrônico estava sendo implantado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Nós estamos aqui discutindo com vocês a implantação do voto eletrônico aqui no Equador, em fevereiro do ano que vem. Pois no Brasil não tivemos discussões deste tipo. Lá, tivemos a implantação do voto eletrônico sem discussão, sem apresentação, sem informação, sem que nada que fosse dito à população. As pessoas, estudantes, movimentos sociais, partidos políticos, ninguém soube de nada. Implantaram o voto eletrônico no Brasil, porque já tinham interesse, na época, de fazer ele como ele é até hoje: com pouca transparência. A máquina de votar que usamos no Brasil começou a ser usada em 1996 e até hoje é a mesma máquina, de primeira geração, porque a característica principal desse sistema no Brasil é a falta de transparência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Por isso, repito, que cada eleitor tem que ser fiscal do próprio voto! As urnas eletrônicas que vocês vão testar na província de Santo Domingo imprime o voto. Isto é uma característica das urnas a partir da segunda geração, como as que vão ser usadas lá em Santo Domingo. Urnas já usadas e testadas – como Amílcar disse para vocês – na Venezuela e na Bélgica. Na Venezuela, vocês se lembram, a oposição a Chavez, numa eleição, resolveu não disputar contra o Chaves. Criticou Chaves, criticou o regime. Problema deles, não vou entrar aqui em detalhes. Depois, eles mudaram de idéia e passaram a usar essas urnas que vocês vão usar aqui. São as mesmas, fabricadas nos Estados Unidos, urnas de segunda geração que imprimem o voto. Urnas que devolveram ao eleitor a capacidade de fiscalizar se o próprio voto no momento em que ele é impresso. Isto permite que cada eleitor fiscalize o próprio voto, o que não acontece no Brasil – onde o eleitor tem cruzar os dedos, rezar e pedir a Deus para que o seu voto seja corretamente computado. Pelo fato de imprimirem o voto, as urnas de segunda geração são seguras. E é o que nós queremos no Brasil: a impressão do voto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Para vocês terem uma idéia de nosso problema, o Congresso brasileiro já aprovou por duas vezes, e também já foram revogadas, leis que determinavam a impressão do voto eletrônico. Isto com a minha ajuda, a do Amílcar e de mais as pessoas que, brincando, nos autodenominamos de “exército de brancaleone do voto eletrônico” – Maria Aparecida Cortiz; professor Pedro Antonio Dourado Rezende e professor Diego Aranha, ambos da Universidade de Brasília – mais gente da área, da Universidade de Campinas, da Universidade do Rio de Janeiro e da Universidade de São Paulo. A comunidade acadêmica da área de informática do Brasil sabe perfeitamente do que é capaz a urna eletrônica que usamos no Brasil. E cada vez mais se mobiliza para que as urnas brasileiras evoluam para a segunda geração, a que permite a impressão do voto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Aqui na província de Azuay, vocês vão ter a oportunidade, logo na primeira experiência de vocês com voto eletrônico, de usar máquinas de terceira geração – máquinas que, como explicamos, vou repetir para fixarem bem: além de imprimirem o voto (pelo que, há anos, brigamos lá no Brasil), registram o mesmo voto digitalmente. A máquina de votar que vocês usarão aqui é a mais moderna que existe no mundo. Só existe nos Estados Unidos e na Argentina. Quero dizer para vocês que fico feliz em ver vocês fazerem as coisas de forma correta. Esta máquina, além de imprimir o voto, registra-o digitalmente, dando uma dupla garantia de que o voto de vocês está sendo corretamente computado. Vocês vão ter a oportunidade de, depois de votar, conferir no verso do voto a impressão dele e, se quiserem, graças ao chip embutido no papel, grosso, que vai gravar também eletronicamente o mesmo voto, conferirem o mesmo voto no leitor digital. Esta máquina, de terceira geração, tem um leitor óptico que permite que você confira eletronicamente o conteúdo do seu voto. Ele vai mostrar na tela exatamente o seu voto. Não haverá nenhuma dúvida de que ele está correto, perfeito. Não haverá problemas nos testes porque serão usadas máquinas de votar de segunda e de terceira gerações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt; “Você estão fazendo a experiência de forma correta: reunindo as pessoas para discutir. Estão fazendo um esforço para capacitar, treinar os eleitores para aprenderem a mexer no equipamento. Por isto, repito: tudo o que Juan Diaz falou em relação à facilidade de uso da urna eletrônica, concordo em gênero, número e grau. É muito fácil usar o voto eletrônico. Lá no Brasil, esta máquina de votar – a que estou criticando, que estou dizendo que é muito ruim – é aprovada por mais de 90 por cento da população brasileira. Se fizerem uma pesquisa no Brasil, 90 por cento da população acham-na ótima, muito boa, perfeita. Exatamente esta máquina que estou dizendo para vocês que é obsoleta e que qualquer pessoa com um mínimo de informação sobre informática desaprova. Uma pessoa que tenha a mínima preocupação de como está sendo computado o próprio voto, desaprova. A máquina de votar que usamos no Brasil – reafirmo para vocês – não é boa, não serve. Se aqui no Equador fossem usar nas eleições de fevereiro máquinas semelhantes às brasileiras, eu diria a vocês exatamente o contrário do que estou dizendo: ‘Abram o olho’. Porque, neste caso, vocês estariam sendo vítimas de uma tentativa de armação; seria uma eleição inconfiável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“No Brasil, até hoje, a população é vítima desse sistema. A urna eletrônica brasileira só é como é – mesmo aprovada pela população – porque não houve discussão no país no momento de sua implantação. Ela começou a ser usada pelas costas da cidadania, pelas costas da população: sem discussão, sem instrução, sem informação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“O voto eletrônico fascina as pessoas pela facilidade do ato de votar e de anunciar os resultados. Agora, pergunto a vocês, o que é mais importante, fechando esta palestra, o eleitor ter controle sobre o próprio voto ou a velocidade do resultado?    &lt;br /&gt;“Há um outro ponto fundamental: o controle sobre a totalização dos votos. Não é só votar direito; é preciso que os votos sejam contados deforma correta. Lá no Brasil, temos experiência de que a fraude eletrônica começou exatamente pela soma.    &lt;br /&gt;“Outra questão fundamental necessária que compreendam é que os dois modelos de máquinas de votar que vocês usarão, aqui no Equador, permitem a recontagem dos votos. Uma questão básica, fundamental, para haja respeito à verdade eleitoral é que vença o melhor, o candidato que obtiver mais votos. A apuração não pode permitir, jamais, desvio de votos; fraudes: seja para ‘a”; seja para “b”. Aqui, no Equador, vocês terão como conferir a eleição. Há ainda uma outra coisa importante, que tem que ser dita.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Vocês é que têm que conferir o resultado. Vocês: eleitores e partidos políticos. No Brasil é impossível para os partidos conferirem os resultados. Quando a gente encontra alguma coisa errada, a autoridade eleitoral do Brasil abafa o assunto; some com o assunto. Não sai nada nos jornais, na tevê, em lugar nenhum.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Mas para as eleições serem efetivamente seguras é preciso fiscalizar. Fiscalizar o Dr. Felipe Reyes que é o homem da CNE, fiscalizar tudo. O sistema que estão implantando aqui no Equador permite que vocês – cidadãos comuns, estudantes, professores – tenham a possibilidade de fiscalizar o processo. Os partidos políticos do Equador precisarão ter um fiscal em cada seção eleitoral, tomando conta das autoridades eleitorais – das cédulas que permitirão que cada eleitor fiscalize o próprio voto. Esse fiscal tem que estar na seção eleitoral, porque os votos serão somados na seção eleitoral. A máquina é facílima de ser usada; e ela também conta os votos. Cada partido político – que deverá receber uma cédula com os resultados daquela seção – terá possibilidade de conferir o resultado e fazer totalização paralela à oficial, já que os resultados serão divulgados na internet. Inicialmente daqui, da província de Azuay e lá da província de Santo Domingo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Quero reafirmar que a autoridade eleitoral do Equador está fazendo a coisa certa. Entretanto, cabe a vocês – cada um de vocês; as pessoas que vocês conhecem – levar esta questão: a importância da fiscalização do processo eleitoral. A informática por si só (isto foi dito aqui por um especialista em informática, Juan Diaz; e por um engenheiro, Amílcar Brunazo) não garante a lisura do processo. Quem garante a lisura são vocês, eleitores, fiscalizando todo o processo. Obrigado pela atenção”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://pdt.org.br/index.php/noticias/muito-mais-do-que-questao-tecnica-voto-eletronico-e-uma-questao-politica" target="_blank"&gt;PDT&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/12/muito-mais-do-que-questao-tecnica-voto.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4iTdDtlrD3qfWWsYvdqIjpfuam4eMZC6Dy_9gnqV43dEPCuUBgxljsXc4NmIrlXpMmgKo3PqLq-uP6zEfkCbooe1PCRFcF0lJH_OO99kgRzEDEH2toZX-iTyvwPk8TVfYnNeyJCj_xpEP/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-2832458169752372888</guid><pubDate>Thu, 05 Dec 2013 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-12-05T19:01:43.702-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Amilcar Brunazo critica urna brasileira em palestra no Equador</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz40mcl_W9dBdaBDoDMCWYV2_xu8CIIRkmDWjs8eSXgMtVETdX9X1Gm9Fjy6MgxJh41gVjZ4ioH1RFnNQ474OepIrlb4ADRY1-rgacuksFtvhy2OdijKI6WGsfx2t397rfk6xIRaQvBC3q/s1600-h/amilcar.600_cd7037%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 3px 19px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="amilcar.600_cd7037" border="0" alt="amilcar.600_cd7037" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhW0nwPCztbtXFoBpJBqZT2MQ1gocr7qktYoMGIfn1Mmr4kNCv4MbYL9gzFl57iXg7P-92JQLriUOIWSpiQ4X9hkkTHZtGv4LGzT2FKgERFr0lYkQW_zhnHwNWa-ju-UyYqZMxwPGD42ddG/?imgmax=800" width="204" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;Em palestra aos estudantes da Universidade de Cuenca, no Equador, o engenheiro Amilcar Brunazo Filho, representante do PDT junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), explicou no último dia 27/11 as diferenças entre as máquinas de votar disponíveis e em uso no mundo. Amílcar fez palestras para empresários, formadores de opinião, funcionários da justiça eleitoral do Equador e estudantes em um seminário internacional sobre voto eletrônico, palestra que por sua atualidade transcrevemos. (OM) (&lt;strong&gt;Na foto, Amilcar Brunazo (D) em uma rua da Universidade de Cuenca&lt;/strong&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Palestra de Amílcar Brunazo na Universidade de Cuenca, Equador, no dia 27/11/2013.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Bom dia a todos estudantes da Universidade de Cuenca aqui presentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Meu nome é Amílcar Brunazo Filho,&amp;#160; sou engenheiro do Brasil especializado em votação eletrônica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Antes de mais nada quero agradecer ao CNE e à CAPEL por esta oportunidade de trazer meus conhecimentos para um público universitário, com mentes curiosas e sedentas de conhecimento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Devo, logo de início, esclarecer que nunca trabalhei para o órgão que faz a eleição no Brasil. Nunca trabalhei como administrador do processo eleitoral. Então, não falo a vocês como alguém que oferece algum sistema de voto eletrônico. Eu falo do ponto de vista de quem usa o voto eletrônico, do ponto de vista do eleitor. Isto é, do ponto de vista de vocês.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Desde&amp;#160; o ano de 2000 eu acompanho muito atento o desenvolvimento do voto eletrônico no Brasil. Participo de um grupo chamado Comitê Multidisciplinar Independente, o CMind, que é formado por engenheiros, advogados, técnicos em tecnologia da informação, professores universitários – e somos todos muito críticos ao sistema do voto eletrônico do Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E porque eu, que sou um critico, fui chamado para vir falar para vocês bem no momento em que o voto eletrônico está sendo implantado aqui no Equador?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A resposta é: porque aqui no Equador está sendo implantado um sistema muito moderno que atende as nossas criticas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Vou aproveitar, então, para falar sobre as características desse sistema que está sendo implantado aqui, comparando com o sistema que usamos no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Mas antes de começar a apresentação, quero manisfestar que estou muito orgulhoso de estar falando para estudantes no auditório de uma Faculdade de Direito e, por isso, vou sair um pouco do meu roteiro original para falar primeiro sobre a importância de se conhecer e compreender os conceitos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Vocês sabem que a palavra “faculdade” significava originalmente na Grécia Clássica?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Faculdade” queria dizer “escolha” ou a capacidade de escolher entre opções. Quem não tinha acesso aos estudos ficava sem saber como decidir sobre os temas, perdia a “faculdade”. Já aqueles que iam a academia aprendiam as coisas e ganhavam a faculdade de escolher com ciência dos fatos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E é exatamente essa a opção que o sistema eleitoral eletrônico de 3ª geração a ser implantado aqui na Província de Azuay oferece aos senhores: a faculdade de decidirem por si próprios sobre a confiabilidade&amp;#160; do sistema, como veremos a seguir.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“É muito importante vocês também entenderem os demais conceitos que envolvem a questão do voto eletrônico. Vocês não devem confiar que o sistema é seguro porque outros dizem. Vocês devem conhecer e entender o sistema.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vocês têm que entender quais conceitos o voto eletrônico, que lhes está sendo oferecido, deve atender para se tornar um sistema de voto seguro, um sistema confiável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Então, outro conceito que devo falar é sobre o que é confiança. O que é confiabilidade?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Existe a confiança psicológica, intuitiva. Alguém confia no outro, em uma situação qualquer porque confia. Isto é pessoal, é um sentimento. Os americanos usam a palavra para definir confiança&amp;#160; - confidence – a confiança psicológica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Mas existe outro tipo de confiança, a confiança que a gente pode chamar de confiança técnica. Se você quer saber se pode confiar ou não no equipamento, vai lá – estuda o equipamento, mede, confere, pede o que for necessário e verifica se o sistema é tecnicamente confiável. Os ingleses usam para isto a palavra trust.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Em português nós não temos essas duas palavras. Nós usamos “confiança” e “confiança” para um ou para outro caso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O que eu pretendo passar para vocês é que obter a confiança técnica no sistema eleitoral, é um direito de vocês.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E a sorte de vocês aqui no Equador - sorte que nós não temos no Brasil - é que está sendo implantado aqui um sistema que permite para vocês olharem, examinarem, medirem, entenderem e compreenderem que este sistema pode ser confiável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Outra coisa, um conceito básico, importante para que vocês entendam, é que não existe equipamento feito com tecnologia que seja 100% segura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Tem uma frase de um criptógrafo muito famoso, um auditor de segurança que diz o seguinte: “quem acha que a tecnologia vai resolver seus problemas de segurança, não conhece a tecnologia e nem entende quais são os seus problemas”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Porque a confiabilidade do sistema eleitoral só vai ser estabelecida no momento em que os atores do processo eleitoral, que são os eleitores e os candidatos, quando eles participarem e através de procedimentos que o sistema permite que eles façam, verifiquem, meçam e calculem que o sistema é confiável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O sistema nunca será seguro se eleitor e os candidatos ficarem em casa e não fizerem nada. Só forem votar e o forem embora. Aí, nunca os sistema será seguro. Ele só será seguro quando os eleitores fiscalizarem o que lhes compete e os candidatos escolhidos pelos partidos fiscalizarem o processo como um todo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E, agora, vou retomar meu roteiro prévio para falar de seis coisas. Três princípios básicos para as eleições eletrônicas e sobre as três gerações de equipamentos de votação que existem no mundo para que vocês conheçam todos eles.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O primeiro princípio básico é o Princípio da Publicidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Estou aqui falando numa Faculdade de Direito e vocês devem saber o que é o princípio jurídico da publicidade. Quer dizer que a coisa pública, o feito público, aquilo que é feito por órgãos públicos tem que ser&amp;#160; transparente. Tem que ser dado conhecimento ao público.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E no processo eleitoral os atos mais importantes são como o voto de cada eleitor é guardado e como esse voto é contado. Estes atos tem que ser públicos atendendo ao Princípio da Publicidade e do direito.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Este princípio teve destacada a sua importância no julgamento da Corte Constitucional da Alemanha no ano de 2009. Lá havia sido usado um sistema eletrônico de 1ª geração em 2005. Houve um processo de quem não confiava no sistema e a Corte decidiu que aquele sistema usado era inconstitucional porque não atendia ao Princípio da Publicidade. O sistema não permitia ao eleitor comum, aquele que não conhece criptografia, que não sabe o que código-fonte, não sabe o que é software, o eleitor comum, tem direito de – usando seus próprios recursos – saber se o processo eleitoral, a contagem de seu voto, está sendo feita corretamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E aquele sistema de 1ª geração que foi usado na Alemanha em 2005 não atendia e este princípio. Por isso ele foi declarado inconstitucional por não atender ao Princípio da Publicidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O sistema eleitoral eletrônico precisa ser transparente para eleitor e para os candidatos. O eleitor tem o direito de votar e o candidato tem o direito de receber o voto. Os dois agentes tem o direito à transparência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Este é o Princípio da Publicidade aplicado ao processo eleitoral eletrônico: “O voto eletrônico tem que ser transparente para os principais atores do processo eleitoral, o eleitor e o candidato. O eleitor tem direito a votar, os candidatos têm direito a receber o voto. Os cidadãos comuns, que não têm conhecimentos técnicos especializados, têm o direito de ler e comprovar o registro do seu voto, se o voto foi registrado corretamente. E os candidatos têm o direito de solicitar a recontagem desses votos, requisitar a recontagem e acompanhar a recontagem dos votos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O segundo princípio que vou falar é importante, ainda mais para vocês que são jovens e podem não entender direito a importância deste conceito: a inviolabilidade do voto, o segredo do voto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Uma fraude eleitoral muito comum é a coerção de eleitores. Onde uma pessoa poderosa induz os eleitores a votarem nos seus candidatos sob pena de alguma punição. No Brasil, por exemplo, tem gente que dá um pé de sapato antes da eleição e outro só depois e se o candidato dele for eleito. São formas de coação ou coerção que no Brasil chamamos de voto de cabresto – cabresto é aquela correia que se põe no cavalo para dirigi-lo -. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“É uma fraude que produz muito efeito. Ela consegue distorcer o que se chama de Verdade Eleitoral. A verdade eleitoral é a vontade do povo que tem que ser apurada para determinar quem foi o eleito. E essa coerção de eleitores destoa a verdade eleitoral, faz com que o resultado final seja diferente do que realmente deveria ser. Este é um conceito democrático.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Por isso se criou o conceito do Princípio da Inviolabilidade do Voto. O sistema eleitoral tem que ser planejado e concebido de maneira tal que ninguém possa saber em quem o eleitor votou. Ninguém possa saber, comprovadamente. Se perguntar ao eleitor e ele falar, isto pode. O que não pode ir lá no sistema e descobrir. Tal eleitor, tal voto. Isto não pode.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Este principio é tão importante que é absoluto. Você já devem ter ouvido falar no sigilo bancário, no sigilo telefônico que todo cidadão tem direito por lei. Mas também deve ter ouvido falar que algum juiz tenha quebrado o sigilo bancário de fulano de tal para que se possa fazer uma investigação sobre se ele agiu certo ou errado. O sigilo bancário e o sigilo telefônico podem ser quebrados por ordem judicial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O sigilo do voto&amp;#160; não pode ser quebrado nem por decisão de juiz. Ele é absoluto, nenhum juiz pode determinar essa quebra de sigilo. Ele que garante a defesa do eleitor contra o agente que vem coagi-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E como ser faz isso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O ato de votar tem que ser em um ambiente fechado, a cabine indevassável, em que ninguém esteja observando o eleitor. Se durante a votação for permitido que alguém veja o seu voto, se perde o sigilo do voto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Isto já mostra uma coisa importante: nunca vai acontecer de vocês poderem votar nas suas casa ou nos seus telefones celulares, numa eleição oficial. Senão poderia acontecer de eu estar na minha casa, com dez pessoas em que eu garantiria voto das dez pessoas no meu candidato. Então, a necessidade da cabine indevassável é fundamental no processo eleitoral.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Não tem esse negócio de voto pela internet.. vai acontecer no futuro... Não vai! O que pode é o voto ser transmitido pela internet. Isto já se faz. Mas o ato de votação tem que ser numa cabine isolada. Não tem essa de ir para praia, ou em um passeio, votar pelo celular e continuar o passeio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Bom, eu falei aqui em dois princípios: Princípio da Publicidade – que tem que ser um voto transparente, aberto. E falei do Princípio do Sigilo – que tem que ser&amp;#160; secreto. Isto parece uma contradição..., mas não é.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O que tem que ser público é o conteúdo do voto. O eleitor tem direito a ver se aquele documento onde está escrito o seu voto, onde está registrado, gravado o seu voto, tem mesmo o seu voto. É isto, o conteúdo do voto tem que ser público, cada eleitor tem que ver o registro de seu voto. E para o candidato, que na hora da contagem de votos, saber se o voto foi contado corretamente. Tem que ver o conteúdo do voto. O conteúdo do voto é público.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E o sigilo é do autor. O autor do voto não pode ser conhecido. O sistema tem que ser feito de uma maneira tal em que a gente não possa saber em quem o eleitor votou. Mas tem saber quem foi votado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Então não há como confundir esses dois princípios. E dá para fazer sistemas que atendam a esses dois princípios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O terceiro princípio – esses dois que falei antes servem para qualquer sistema eleitoral, qualquer modelo, antigo ou novo-. Esse terceiro, só vale para sistema eletrônico. É o Princípio da Independência do Software.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Software é o programa do computador.&amp;#160; A máquina de votar é um computador, a gente tem lá uns chips, pode ser um equipamento só de votação ou uma urna eletrônica, mas é um computador – com tela, teclado, memória e programa que é o software. Esse princípio diz que um programa de computador, o sistema que vai registrar e contar os votos, tem que ser independente do software.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O que quer dizer isto? Não quer dizer que não possa ter software. Tem que ter software. Mas o resultado final – a verdade eleitoral – tem que ser independente do software.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O conceito é o seguinte: um erro não detectado no software – não detectado por quem? Pelos fiscais -&amp;#160; “um erro não detectado no software não pode causar erro indetectável no resultado”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se houver algum um erro no software que provoque modificação no resultado final, esta modificação tem que ser detectável de algum jeito. Este é o Princípio da Independência do Software que foi criado em 2006 por um professor de tecnologia famoso, que também criou a técnica da assinatura digital, chamado Ronald Rivest – ele inventou a técnica de assinatura digital usada no mundo inteiro e disse que esta técnica não é suficiente para garantir a qualidade do software eleitoral-. Por isso prof. Ron Rivest afirmou que o resultado produzido pela urna eletrônica tem que ser independente do software.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Para conseguir isto - o sistema eleitoral eletrônico não depender software - é preciso que se criem dois registros diferentes por cada voto – o voto precisa ser gravado em dois meios diferentes&amp;#160; - independentes e por técnicas diferentes de forma que pelo um deles seja conferível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Daí surgem as máquinas de votação de segunda e de terceira geração eleitorais que vou falar para vocês agora, para mostrar quais atendem a que princípios, e as que vocês usarão aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Sobre a primeira geração, vou falar nas máquinas Diebold que são usadas no Brasil desde 1996.&amp;#160; Na máquina de&amp;#160; segunda geração vou me referir ao modelo Smarmatic usado na Venezuela, desde 2004; e que em 2012 começou a ser usada na Bélgica. E o terceiro modelo é a máquina de VotAR usada na Argentina desde 2009.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Aqui em Cuenca vai ser o usado o modelo argentino, de 3ª. geração; e em, Santo Domingo, serão usadas máquinas semelhantes as venezuelanas, também usadas nas eleições da Bélgica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“As máquinas usadas no Brasil, do tipo DRE (Direct Recording Electronic), são totalmente dependentes de softwares e não atendem ao Princípio da Publicidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Por quê?&amp;#160; Porque o eleitor, quando vota nessas máquinas, digita em um teclado o número do seu candidato, aparece uma foto, ele aperta a tecla verde e&amp;#160; confirma o voto. Esse voto é gravado na memória da máquina, gerando um ‘Registro Digital do Voto’. Mas o eleitor não tem como saber se o que foi gravado é o que ele viu na tela. Ou seja: não há transparência. O eleitor não pode conferir o registro do próprio voto; em quem ele votou.&amp;#160;&amp;#160; Por isto esse tipo de máquina de 1 ª geração não atende ao Princípio da Publicidade e foi declarada inconstitucional na Alemanha.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Outro problema é que, ao final do dia, quando acaba a votação e se faz a apuração dos votos, o presidente da mesa digita uma senha e a máquina totaliza o resultado. O resultado se chama ‘ata de escrutínio’ (ou Boletim de Urna, no Brasil), que é a soma dos votos registrados e contados naquela máquina. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Acontece que esse total dos votos não pode ser conferido pelos fiscais dos partidos. Eles não podem saber - não têm como saber - se aqueles totais que estão ali, naquela ata, são a soma dos votos dos eleitores viram na tela. Ou seja:&amp;#160; novamente o agente do processo, que são os candidatos, não tem como saber se a soma dos votos foi correta. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Também por isso, esta máquina não atende ao Princípio da Publicidade e também não contempla o Princípio da Independência do Software .&amp;#160;&amp;#160; Esta máquina funciona corretamente, se o software estiver correto. Se houver algum erro não detectado no software, ela pode, eventualmente, afetar o resultado de maneira indetectável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Já esta máquina que aparece aqui nessa outra transparência, a Smarmatic, é uma urna eletrônica de segunda geração. É a máquina que serão testadas nas eleições de fevereiro/14 na Província de Santo Domingo. Aqui na foto, vocês podem ver o eleitor pegando o voto impresso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“A primeira máquina que mostrei, a DRE, grava o voto na memória, é um modelo de primeira geração. Já esta máquina aqui&amp;#160; é de segunda geração. Ele grava o voto diretamente na memória, como o modelo DRE, mas também cria um segundo registro do voto - que é a impressão do voto eletrônico, como vocês podem ver na transparência. Este registro, o nome técnico que se dá, em inglês, é Voter Verifiable Paper Audit Trail (trilha de auditoria em papel conferível pelo eleitor) então a máquina é DRE + VVPAT&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Ela já atende ao Princípio da Publicidade, atende ao Princípio da Independência do Software e atende ao Princípio do Sigilo do Voto. A confiabilidade desta máquina, então, não depende de confiarmos ou não no software - não precisa ter confiança cega, a confiança afetiva se o software é honesto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Vocês podem determinar se ela somou corretamente o voto, pegando aqueles papéis da eleição e somando para ver se o resultado que ela publicou é o correto. Ou seja: o sistema não depende do software, ela atende ao principio da independência. É esta máquina de 2ª geração,&amp;#160; que será usada na província de Santo Domingo em fevereiro de 2014.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Já as máquinas de votar de 3ª geração, como as que serão usadas aqui em Cuenca, também atendem ao Princípio da Publicidade – o eleitor tem a capacidade de conferir o próprio voto porque ela imprime esse voto-. A diferença é como ela registra a vontade do eleitor, já que ela não tem memória permanente interna própria. O voto eletrônico produzido pela máquina de 3ª geração que vocês vão usar aqui no Equador em fevereiro não é gravado na máquina: é gravado no papel que ela usa para materializar o voto – que é a boleta única do voto eletrônico: um cartão de papel que tem, dentro dele um chip embutido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Quando o eleitor vota nesta máquina ela produz uma dupla garantia de registro do voto do eleitor: o voto é gravado no chip que está embutido dentro da boleta de votação e, ao mesmo tempo, é impresso no verso dessa boleta de papel. Ou seja: o mesmo documento tem as duas vias do voto. Além do voto impresso, o eleitor conta com um chip que registra digitalmente o seu voto&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“E depois que o eleitor completa o processo de votação, pode perfeitamente conferir se o que está gravado no chip eletrônico é o mesmo que está no voto impresso. Para conferir o registro digital, basta aproxima o boleto da máquina (é uma leitura a distância por rádio frequência; não precisa encostar) e vai aparecer na tela o mesmo que está registrado no voto impresso no verso. Ou seja, esta máquina que será usada aqui na eleição de Cuenca é segura porque atende a todos os princípios de segurança.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Já a urna que usamos no Brasil, do tipo DRE de 1ª geração, só atende ao sigilo do voto mas não oferece as garantias dos demais princípios de segurança.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“A conclusão a que podemos chegar é que os equipamentos eletrônicos de votar de segunda e terceira gerações, exatamente os que serão usados aqui no Equador, atendem aos princípios de segurança. Dá para confiar nos equipamentos que serão usados, desde que vocês entendam o processo, se capacitem, confiram o registro do próprio voto, e saibam também que os partidos estão fiscalizando a contagem dos votos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Se esses dois agentes – eleitores e candidatos – fizerem a sua parte e fiscalizarem os equipamentos que serão usados aqui, permitirão se chegar a uma eleição tecnicamente confiável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Encerrando, é preciso reafirmar que para a lisura do processo eleitoral ser obtida é fundamental a participação de cada um de vocês, fiscalizando esse mesmo processo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;A participação de vocês, equatorianos, fiscalizando o registro do próprio voto – o que no Brasil não é permitido -&amp;#160; é o elemento fundamental para a segurança de todo o processo eleitoral eletrônico que vai ser usado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Obrigado”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://pdt.org.br/index.php/noticias/amilcar-brunazo-critica-urna-brasileira-em-palestra-no-equador" target="_blank"&gt;PDT&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/12/amilcar-brunazo-critica-urna-brasileira.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhW0nwPCztbtXFoBpJBqZT2MQ1gocr7qktYoMGIfn1Mmr4kNCv4MbYL9gzFl57iXg7P-92JQLriUOIWSpiQ4X9hkkTHZtGv4LGzT2FKgERFr0lYkQW_zhnHwNWa-ju-UyYqZMxwPGD42ddG/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-6681057029092424574</guid><pubDate>Mon, 02 Dec 2013 23:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-12-02T21:55:10.428-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagens (TV e Jornais)</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Falta de segurança leva Holanda a proibir o uso de urnas eletrônicas</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Relembrando…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://pcworld.uol.com.br/noticias/2008/05/19/falta-de-seguranca-leva-holanda-a-proibir-o-uso-de-urnas-eletronicas/?0.820055808629" target="_blank"&gt;Reportagem publicada na revista PC Worl&lt;/a&gt; em 19 de maio de 2008. &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;País diz que não há garantia de segurança de uma urna e, além disso, também teme armazenar votos na memória de um computador. &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O governo da Holanda proibiu o uso de urnas eletrônicas devido ao risco de fraudes. O país voltará a utilizar cédulas de papel, revelou o Ministro de Negócios Internos na sexta-feira (16/05).&lt;/p&gt; &lt;span id="fullpost"&gt;   &lt;p align="justify"&gt;“Pesquisas indicam que não há garantias da existência de uma urna segura, que não permita espionagem dos votos. Desenvolver novos equipamentos requer grande investimento - financeiramente e em termos de organização. A administração julga que a urna eletrônica oferece menos valor do que a votação em papel”, declarou o ministro.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;O governo também sugeriu impressoras comuns como alternativas a máquinas que armazenam a contagem de votos em sua memória.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Um grupo de especialistas dispensou a opção da impressora, pois conclui que, mesmo com testes regulares em cada equipamento, não é garantido que todos os dispositivos estejam de acordo com os limites de emissão exigidos, o que mantém a possibilidade de espionagem à distância.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Os responsáveis pela eleição iniciarão dois testes. Em um deles, uma pessoa lerá o voto selecionado na cédula e outra contará o voto digitalizando um código de barras. O outro teste usará um dispositivo voltado à contagem.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Um grupo local que se intitula “Não confiamos em computadores de votação” publicou uma nota em seu site declarando vitória e citando sentenças anteriores contra urnas eletrônicas - nos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Irlanda e Itália.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Opiniões Publicadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;blockquote&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;&lt;em&gt;Na Holanda impera a segurança, no Brasil a festança. Como tudo sempre fica na boa e velha pizza, a questão sempre divulgada da falta de segurança destas máquinas, feita por e para políticos, devem mesmo á continuar com a festança de fraudes e erros que se somam também fora das urnas.&lt;/em&gt;&amp;quot; José Carlos - 27 Mai 2008, 18h30&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt;    &lt;blockquote&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;&lt;em&gt;No Brasil, a urna eletrônica é cantada como a oitava maravilha do mundo. Mas, quem têm um pouco de conhecimento de bits e bytes sabe que a única vantagem da urna eletrônica é a velocidade na contagem de votos. Já houve centenas de casos de fraudes nas eleições recentes no Brasil e num país com tantos hackers como o nosso, nunca se terá certeza de que nossos eleitos receberam realmente aqueles votos.&lt;/em&gt;&amp;quot; Albertino - 20 Mai 2008, 02h44&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Sobre o assunto, segue entrevista da Daniela Braun, editora executiva do IDG Now, para a Rádio CBN, dia 21 de maio de 2008. &lt;/p&gt;    &lt;p align="center"&gt;&lt;iframe style="width: 390px; height: 194px" height="193" marginheight="0" src="http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2008%2Fcolunas%2Ftecnologia_080521&amp;amp;OAS_sitepage=cbn/colunas/tecnologiadainformacao" frameborder="0" width="475" marginwidth="0" scrolling="no" autostart="no" bgcolor="#CCCCCC"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;    &lt;h3&gt;Saiba mais sobre o assunto:&lt;/h3&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/fraudeurnas/~3/Y3izrao6pDA/descarte-das-urnas-eletronicas.html"&gt;Descarte das urnas eletrônicas&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/fraudeurnas/~3/d0JatNnX1EA/aumento-no-numero-de-urnas-biometricas.html"&gt;Aumento no número de urnas biométricas&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/fraudeurnas/~3/nThlmz11w5c/as-urnas-eletronicas-continuam-as.html"&gt;As urnas eletrônicas continuam as mesmas, mas as suas telas… quanta diferença!&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/fraudeurnas/~3/b0NryHnf5lo/as-urnas-eletronicas-encalharam-no.html"&gt;As urnas eletrônicas encalharam no Paraguai&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/fraudeurnas/~3/rwQBDLKV4Ck/tribunal-alemao-considera-urnas.html"&gt;Tribunal alemão considera urnas eletrônicas inconstitucionais&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:b2dac0ae-26bd-4cde-813b-dfa779e86da0" class="wlWriterSmartContent"&gt;Technorati Marcas: &lt;a href="http://technorati.com/tags/urnas+eletr%c3%b4nicas" rel="tag"&gt;urnas eletrônicas&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://technorati.com/tags/Holanda" rel="tag"&gt;Holanda&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://technorati.com/tags/proibi%c3%a7%c3%a3o" rel="tag"&gt;proibição&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 5px 5px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" border="0" alt="RSS Feeds" align="right" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJ-1ujiUAqaxo6QHRD0_eA1jHEa4j-e6IrfrlkZsahaQae1FndMQ6Upmy8-PJErfXbre6daQhgzv3BXLCw5EaVtmffvmGPO4D_FUnWODlOrCns8S_23g678d1hDBcVJByOrcP2SSWDCscI/s144/Newspaper_Feed_add_512x512%20240.jpg" /&gt;Gostou deste artigo?&lt;/strong&gt; Então, não se esqueça de comentar. 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Do ponto de vista da missão da qual sou parte, houve fraude eleitoral por diferentes mecanismos e caminhos&amp;quot;, disse o ex- magistrado. Garzón, membro de uma delegação de onze membros da FIDH, disse que houve compra de credenciais, compra de intenções no momento da votação e outros tipos de fraude descritas no relatório apresentado em Honduras.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O ex- juiz, que ganhou notoriedade em 1990, quando prendeu em Londres o ditador chileno Augusto Pinochet , disse que o importante é que a situação não se degenere em um estado de violência em Honduras. &amp;quot;Um processo democrático tem que ser muito mais claro&amp;quot;, disse o jurista espanhol ao considerar que o financiamento de campanhas políticas em Honduras &amp;quot;é uma escuridão total, sem limites, e isso é muito perigoso&amp;quot;.    &lt;br /&gt;A fraude é denunciada por Xiomara Castro, esposa do ex-presidente Manuel Zelaya, deposto em 2009, e candidata do Partido Liberdade e Refundação, que não reconhece a vitória do dirigente Juan Orlando Hernandez na eleição de domingo. O TSE (Tribunal Supremo Eleitoral) anunciou a vitória de Hernandez, do Partido Nacional, na quarta-feira (27).    &lt;br /&gt;&amp;quot;A decisão do tribunal foi de manter o resultado de qualquer maneira, mas as impugnações estão em andamento; falsificações de registros estão sendo comprovadas e isso terá que ser estudado nos tribunais, que têm que tomar uma decisão&amp;quot;, disse Garzón. O ex-juiz espanhol visitou o Paraguai convidado pela Comissão de Verdade e Justiça e pela Defensoria do Povo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/32696/orgao+de+direitos+humanos+diz+que+houve+fraude+nas+eleicoes+de+honduras.shtml" target="_blank"&gt;Opera Mundi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/12/orgao-de-direitos-humanos-diz-que-houve.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-6081298444909876842</guid><pubDate>Wed, 23 Oct 2013 18:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-23T16:14:21.472-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>Por que o voto impresso da urna eletrônica é importante?</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quintas-feiras.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/platb/files/2118/2013/10/urna_eletronica1.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline; float: left" title="urna_eletronica" alt="" align="left" src="http://g1.globo.com/platb/files/2118/2013/10/urna_eletronica1.jpg" width="300" height="225" /&gt;&lt;/a&gt;Após um ano em compasso de espera, entrou na pauta da mais alta corte da Justiça do país o tema da impressão do voto na urna eletrônica. O Congresso Nacional aprovou o registro em papel da escolha digitada pelo eleitor, algo previsto a vigorar nas eleições do ano que vem. Mas o Ministério Público Federal viu a questão de forma diferente e ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4543, que resultou em uma decisão temporária pela suspensão do voto impresso. A ação entra agora nos temas a serem analisados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que haja uma decisão final sobre o assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Câmara dos Deputados já se posicionou: além da aprovação do voto impresso, dois projetos que tentavam sua revogação foram derrubados e arquivados. Logo, os parlamentares mantiveram o entendimento de que a impressão é constitucional e necessária para as eleições. No Senado, um projeto com o mesmo intuito ainda tramita.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os deputados estão corretos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A impressão do voto, para aqueles que são contrários à proposta, é desnecessária. O registro em papel, dizem eles, não contribui para a segurança das eleições, além de criar custos com equipamento e papel, o que também prejudica o meio ambiente. O sigilo do voto também fica comprometido, uma vez que pessoas cegas podem ser obrigadas a solicitar auxílio para votar, o que permitirá que um terceiro veja em quem eles votaram.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os argumentos relacionados a custos e problemas técnicos (“atolamento de papel” foi citado como justificativa em um dos projetos para revogar a medida) podem ser descartados sem dificuldade. As mesmas dificuldades e custos existem quando se realiza uma compra ou qualquer pagamento com cartões de crédito ou débito. Milhões de comprovantes são impressos diariamente para coisas muito menos importantes que defender a democracia plena.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dito isso, qual a necessidade de imprimir o voto? O voto impresso não é como o cupom fiscal que levamos para casa após uma compra no mercado. O voto impresso fica na seção eleitoral e é depositado em uma urna, da mesma forma que ocorria quando o voto era feito totalmente em papel, devendo ter as mesmas garantias de sigilo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O voto impresso cumpre a importante função de permitir que o leitor possa verificar, por si mesmo, qual foi o voto registrado pela urna eletrônica. Isso é importante porque sistemas eletrônicos não obedecem ao operador, e sim ao software instalado. Não faz diferença alguma o candidato escolhido pelo eleitor se a urna estiver programada para registrar o voto para outra pessoa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com o papel, o próprio eleitor lê o nome de seus candidatos, sabendo que, pelo menos ali, o voto foi registrado corretamente. Sem o papel, o voto é sigiloso até para o eleitor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existe um conjunto de regras populares na engenharia, conhecidas como “As Leis de Akin para a Criação de Espaçonaves”. A segunda lei é: “projetar uma espaçonave correta necessita de empenho infinito. É por isso que é mais fácil criá-las de modo a operarem mesmo que algumas coisas saiam erradas”. O mesmo vale para a urna: não se pode criar uma urna perfeita e inviolável, mas pode-se criar uma urna que nos permita perceber quando as coisas não funcionam como deveriam. E o voto impresso é essa garantia – e por isso tem sido adotado em outros países do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A mais recente decisão ocorreu este mês, na Índia, onde a Justiça obrigou a impressão do voto. Na Alemanha, urnas exclusivamente eletrônicas como a brasileira são proibidas por serem consideradas inadequadas. A Argentina também já adota um sistema com impressão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E como ficam os cegos que não podem ver seus votos? Não é justo argumentar que, como algumas pessoas não poderão ver seus votos, que ninguém tem o direito de vê-lo, desconsiderando qualquer medida alternativa para que eles tenham esse direito. Sem a impressão do voto, cegos somos todos nós.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Foto: Erico Andrade/G1&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/platb/seguranca-digital/2013/10/22/por-que-o-voto-impresso-da-urna-eletronica-e-importante/" target="_blank"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/10/por-que-o-voto-impresso-da-urna.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>16</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-3458824121481897670</guid><pubDate>Sun, 20 Oct 2013 14:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-20T12:47:29.009-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>Urna eletrônica tem falhas, afirmam especialistas em debate sobre voto impresso</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHidR-YsDqfhCFO7mIANu5s1aBmwppBfKwkpKc0YNzzGrAyrHZCFqQhDecSIOtnNaQvd7km8myQFiqAsI7S6uIqOhMZwl73a_DHyoD0PuAYq5zQhQuRcoTh3_99OjVc2lAOCFGLTjkm1MJ/s1600-h/20131015_00393mo%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 22px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="CCT - Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática" border="0" alt="CCT - Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIzMik7IXgI4loZ6s6Mswn4K9H2XYpS2EYPQ5OoFpwxCL29ys2I4EG0F3y1kE93jxy_gF871TPzeUI0N87Bo07DgD-BZmsf3Q9DcrXLG7z8i-3PUFrfee-uIMU-mHnHSb0YRYclSMhntiM/?imgmax=800" width="244" height="160" /&gt;&lt;/a&gt;A urna eletrônica tem falhas que permitem ataques e manipulações de dados, disseram nesta terça-feira (15) especialistas em segurança digital ouvidos&amp;#160; pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Para eles, o voto impresso poderia aumentar a segurança das eleições.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O voto impresso a partir das eleições de 2014 foi estabelecido em mudança na lei eleitoral sancionada em 2009. A previsão está suspensa desde 2011 por decisão liminar – ou seja, provisória – do Supremo Tribunal Federal (STF), e um projeto em análise no Senado propõe que a impressão do comprovante pela urna eletrônica seja abolida de vez.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Especialistas ouvidos a pedido do relator da proposta, senador João Capiberibe (PSB-AP), apontaram falhas na urna eletrônica e defenderam o voto impresso como uma medida eficiente para combater fraudes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pedro de Rezende, professor de Matemática e Criptologia da Universidade de Brasília, explicou que a urna eletrônica foi um avanço, mas o Brasil parou na primeira geração, enquanto já existe a terceira, que permite auditoria de todos os votos contabilizados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já Amílcar Brunazo Filho, moderador do Fórum do Voto Seguro na Internet, negou que a introdução do voto impresso vá tornar as eleições mais demoradas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O voto impresso já vem sendo usado na Argentina, no México e na Venezuela, o Peru está testando, a Bélgica, os Estados Unidos, eles usam o voto escaneado, não impresso, mas é equivalente. E todos eles apresentam resultados rapidamente, não tem nada dessa história que vai demorar, que vai atrasar, que vai dar problema – afirmou Amílcar Filho.&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Diego Aranha, também professor de Ciências da Computação da UnB, coordenou testes públicos do software de segurança do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E alertou para vulnerabilidades que ele considera “infantis” no sistema, as quais permitem até identificar em quem o eleitor votou.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;- Se alguém consegue monitorar a ordem que os eleitores votam e ele é capaz de recuperar os votos em ordem após a eleição, apenas examinando informação que não é privilegiada, informação pública, ele consegue correlacionar exatamente quem votou em quem. Essa fraude do sigilo do voto obviamente permite, não é?, o retorno de uma versão digital do que a gente chama de voto de cabresto no Brasil – observou Diego Aranha.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que foi o autor do projeto quando era senador, compareceu à audiência e classificou os temores de violação das urnas como “paranoia”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Existe uma certa paranoia nessa questão da urna eletrônica. Esses mesmos problemas que são apontados, de criptografia, eles existem no Imposto de Renda eletrônico, que é feito pela internet. Quer dizer, o que nós temos que fazer é evoluir, sim. Mas evoluir na segurança, evoluir no tipo de criptografia – afirmou Eduardo Azeredo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O senador João Capiberibe, no entanto, está convencido de que há falhas que precisam ser resolvidas e defendeu que os gastos com a implantação do voto impresso são um investimento em segurança.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;– Não tem custo que pague uma fraude eleitoral. Porque quem frauda eleição é quem tem muito dinheiro para fazer isso. Então você retira a possibilidade de uma representação mais ampla da sociedade brasileira. E já é muito restrita.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No mesmo debate, Diego Aranha observou que&amp;#160; ainda que há pontos centrais que podem ser usados para fazer fraudes em larga escala, afetando várias urnas. Ele disse também que a impressão do voto é uma ferramenta para fazer auditorias e para evitar manipulação dos dados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Reportagem de Roberto Fragoso, da Rádio Senado&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: Agência Senado &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/10/urna-eletronica-tem-falhas-afirmam.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIzMik7IXgI4loZ6s6Mswn4K9H2XYpS2EYPQ5OoFpwxCL29ys2I4EG0F3y1kE93jxy_gF871TPzeUI0N87Bo07DgD-BZmsf3Q9DcrXLG7z8i-3PUFrfee-uIMU-mHnHSb0YRYclSMhntiM/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-4853688232122723321</guid><pubDate>Thu, 10 Oct 2013 01:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-09T22:10:58.447-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Casos de suspeita de fraude</category><title>Supremo Tribunal das Maldivas anula resultados das eleições</title><description>&lt;h4&gt;Sufrágio volta a realizar-se a 20 de outubro&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMmn7wYNsyEtAAI51JpcGJQKqZ7m9OpztNNq038L6RQRGnhPfoIr3BRSQEqAuhhoO7_YAL20tW2XO2l0fdiylWiQeIYd-5_RFHfeLSqJ2Ra7C_pc86-AUYNx00jDQMgvxP6tgxFqARK_-d/s1600-h/550%25255B2%25255D.gif"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 10px 17px 3px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="550" border="0" alt="550" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeSj4xR5Pcrbwbk6VOmgeu4azRDd6BSWvbcLSr3Eo8El6i1F18I94mEHG7eyBV_SvmhYpi1owBoV53gyhQvS5WSCMuXrbme9toHYti7hm3Ow_4VVheWddS1dpud6ma8yzPJrKQeHGOWE-N/?imgmax=800" width="244" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;O Supremo Tribunal das Maldivas anulou os resultados da primeira volta das presidenciais por irregularidades e definiu que as eleições voltarão a realizar-se a 20 de outubro, informou esta terça-feira o presidente da Comissão Eleitoral citado pela agência Efe.    &lt;br /&gt;«O Supremo anulou ontem [segunda-feira] os resultados por fraude e as eleições voltarão a realizar-se com uma primeira volta a 20 de outubro e, se for necessário, uma segunda volta a 03 de novembro», disse o presidente da Comissão Eleitoral das Maldivas, Fuwad Thowfeek.    &lt;br /&gt;O tribunal tomou esta decisão depois de ter detetado irregularidades em 5.623 votos, nomeadamente pessoas que votaram mais de uma vez e apresentação de documentos de falecidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: tvi 24&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/10/supremo-tribunal-das-maldivas-anula.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeSj4xR5Pcrbwbk6VOmgeu4azRDd6BSWvbcLSr3Eo8El6i1F18I94mEHG7eyBV_SvmhYpi1owBoV53gyhQvS5WSCMuXrbme9toHYti7hm3Ow_4VVheWddS1dpud6ma8yzPJrKQeHGOWE-N/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-3543877705258343990</guid><pubDate>Sat, 06 Jul 2013 20:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-06T17:05:55.370-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>Especialista questiona funcionalidade da urna para plebiscito</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgR695uWYXIp9bOtNideEPXIft0LiVVgy0zI1un86D_B0bpYzqu9e7H4Y8YaZMld0NlcJieA_We6ziv7xeL78l_8XrppnzshqQSuLZzYuzgjLVU0TZCL_I_KrQmv3Xje7p4zxwjsi4ypsAJ/s1600-h/urna_eletronica%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 9px 21px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="urna_eletronica" border="0" alt="urna_eletronica" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSrp7Sd3UB2zEBrfmywj7ivQeJAVbX3kxRS2s8HqChBPaJ5aukNxaePlBfC97iOVvwoyuSXDIWJX8GrSrAKETukJ6U1WzNqw-Hv61rh2MJmnltKTGvlOqo9O6x5pr5rY6fihDUXxxbMt4J/?imgmax=800" width="244" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;Especialista em urnas eletrônicas, o engenheiro Amílcar Brunazo afirmou em entrevista ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; que o atual modelo de urna eletrônica &amp;quot;não é amigável&amp;quot; para a realização de um plebiscito. Para ele, as urnas são &amp;quot;antiquadas&amp;quot; e terão que ser usadas com &amp;quot;artificialismo&amp;quot; em eventual consulta popular, já que o eleitorado terá que digitar um número para a alternativa de resposta escolhida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Amílcar Brunazo é um dos principais especialistas em urna eletrônica no país. Autor do livro &amp;quot;Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico&amp;quot;, já deu consultoria para o Senado sobre votação eletrônica e assessora partidos no TSE em relação à votação. Também participa de congressos e discussões em todo o país sobre o tema. Ele é um dos principais críticos do sistema de votação e apuração do Brasil. Para Brunazo, não há garantia da segurança de uma apuração precisa no modelo atual.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;[A urna] não é amigável [para plebiscito]. Ainda mais com 10 perguntas, por exemplo. Como as urnas são antiquadas, não se tem opção&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Amílcar Brunazo, engenheiro especialista em urna eleitoral&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sempre defendeu o modelo brasileiro, afirmando, inclusive, que o país é exemplo para o resto do mundo. O TSE afirma que, com as urnas eletrônicas, foram realizados referendo do desarmamento e plebiscito sobre a divisão do Pará sem questionamentos. De acordo com o tribunal, nas consultas populares o &amp;quot;sim&amp;quot; e o não&amp;quot; são representados por números de dois dígitos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A sugestão de um plebiscito foi feita pela presidente Dilma Rousseff como resposta às manifestações populares que ocorrem há um mês em todo o país por melhores condições e vida e medidas de combate à corrupção. Para Dilma, é preciso que o povo decida o que quer ver alterado no sistema político e eleitoral. Nesta semana, ela &lt;a href="http://g1.globo.com/bahia/noticia/2013/07/dilma-diz-acreditar-na-inteligencia-do-povo-para-responder-em-plebiscito.html"&gt;disse acreditar na &amp;quot;inteligência, sagacidade e esperteza do povo brasileiro&amp;quot;&lt;/a&gt; para responder às perguntas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apesar da sugestão de Dilma, a decisão de convocar o plebiscito precisa partir do Congresso. Segundo juristas, os parlamentares poderão decidir quais perguntas serão feitas ou apenas apontar o tema e deixar as questões a cargo do TSE.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O TSE poderá, dizem os especialistas, alterar a pergunta caso venha pronta do Congresso para deixá-la mais clara. Aos parlamentares, o governo sugeriu que o plebiscito &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/07/dilma-sugere-que-plebiscito-aborde-ao-menos-5-temas-diz-cardozo.html"&gt;aborde ao menos cinco temas&lt;/a&gt;: financiamento público ou privado de campanha; sistema eleitoral (voto proporcional ou distrital); manutenção ou não da suplência para senador; fim ou não do voto secreto em deliberações do Congresso; e manutenção ou não de coligações partidárias proporcionais. Algumas perguntas em um plebiscito sobre reforma política poderão, eventualmente, ter mais opções, além do &amp;quot;sim&amp;quot; ou &amp;quot;não&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No plebiscito mais recente, em 2011, os eleitores paraenses tiveram de digitar 55 para &amp;quot;não&amp;quot; e 77 para &amp;quot;sim&amp;quot;. Foram perguntadas duas questões: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?” e “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás?”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Amílcar Brunazo diz que, em um plebiscito sobre reforma política, com mais perguntas, o eleitor poderá ser prejudicado. &amp;quot;Imagine um plebiscito com 10 perguntas. Não tem 'sim' ou 'não'. Pelo artifício do software, você escolhe um número e confirma. Não é amigável. Ainda mais com 10 perguntas, por exemplo. Como as urnas são antiquadas, não se tem opção. Eles farão um software que funcione, mas não será amigável para o eleitor&amp;quot;, afirma o engenheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Brunazo relatou ter sugerido ao TSE, quando houve aquisição de equipamentos em 2009, a compra de urnas mais modernas, mas a sugestão não foi aceita. Segundo ele, seriam mais convenientes para um plebiscito urnas com tela sensível ao toque, como a utilizada na Argentina, país que adotou recentemente o modelo touch-screen, em vez do teclado fixo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O engenheiro aponta ainda que, caso o plebiscito seja realizado em curto espaço de tempo, outro prejuízo será a impossibilidade de testes mais específicos sobre a segurança do sistema. &amp;quot;Os partidos têm que examinar. Leva seis meses para desenvolver um software que possa ser testado adequadamente.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo ele, o sistema atual não permite a recontagem dos votos, o que seria outra vulnerabilidade - Amílcar Brunazo defende que o sistema emita um voto impresso que o leitor possa conferir e colocar em uma urna, que pudesse ser auditada posteriormente. &amp;quot;Falta transparência para o eleitor, que tem que confiar no resultado e não pode questionar.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Brunazo destaca que o plebiscito precisa ter perguntas simples para facilitar a consulta. &amp;quot;A do referendo do desarmamento foi confusa. Apesar de a pessoa ter uma opinião, se confundiu na hora de responder&amp;quot;, frisou. A pergunta era &amp;quot;Você é a favor da proibição da venda de armas de fogo e munição no Brasil?&amp;quot;. O &amp;quot;sim&amp;quot; era contra a comercialização de armas e o &amp;quot;não&amp;quot;, a favor da venda de armas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outras opiniões&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), Diego Aranha encontrou uma vulnerabilidade no sistema da urna eletrônica durante os testes para as eleições de 2012. Para ele, o modelo da urna não é o ideal para um plebiscito, mas o professor não crê em dificuldades para a realização da consulta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Para utilizar a urna eletrônica atual em uma consulta popular, é preciso que os eleitores conheçam os códigos numéricos correspondentes às respostas 'sim' e 'não'. Não vejo essa questão como um grande obstáculo, até porque as urnas foram utilizadas em referendos passados sem grandes problemas. A utilização de telas sensíveis ao toque certamente aprimora a usabilidade, mas acredito que o custo adicional não justifique uma possível substituição&amp;quot;, disse Aranha.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim como Amilcar Brunazo, ele também defende que a urna eletrônica possa imprimir o voto para que haja auditoria posterior. &amp;quot;Durante os testes de segurança, encontramos uma vulnerabilidade que nos permitiu derrotar o único mecanismo de segurança implementado no software da urna para proteção do sigilo do voto. Utilizando essa vulnerabilidade, minha equipe conseguiu recuperar a lista ordenada dos votos em eleições simuladas com até 475 eleitores a partir unicamente de informação pública, com impacto potencial até em eleições passadas.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As pessoas já estão bem informadas, senão não estaria nas ruas. A população está pronta para decidir o que quer que seja&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sandra Cureau, vice-procuradora-geral eleitoral&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perguntas fáceis e objetivas&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;O juiz eleitoral Márlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), também não considera o modelo da urna um empecilho para a consulta popular, mas disse que a principal preocupação é com as perguntas que serão eventualmente feitas. &amp;quot;Poderia ser melhor, mas não me parece que seja tão difícil a adaptação. No referendo das armas, falou-se muito de erro com a formulação da pergunta, mas não da questão técnica.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Márlon Reis acredita que a reforma política poderia ser realizada por meio de projeto de lei de iniciativa popular no Congresso. O MCCE e outras entidades &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/06/entidades-propoem-projeto-para-reforma-politica-de-iniciativa-popular.html"&gt;coletam assinaturas para apresentação da proposta&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, também afirmou ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; que é preciso cuidado com as perguntas. Para ela, não se pode colocar &amp;quot;coisas demais&amp;quot; no plebiscito e as perguntas devem ser &amp;quot;claras, objetivas e poucas&amp;quot; para não prejudicar o processo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sobre os custos previstos para o plebiscito – segundo algumas estimativas, poderiam superar os R$ 500 milhões –, a vice-procuradora eleitoral afirmou que, &amp;quot;nesse caso, o que vale é o ganho da população, da democracia&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O plebiscito feito em 2011, para decidir sobre a divisão do Pará, custou R$ 19 milhões. O referendo de 2005 para decidir sobre o porte de armas custou cerca de R$ 250 milhões.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para ela, os movimentos populares nas ruas mostram que a população está bem informada para decidir sobre o que deve ser alterado. &amp;quot;As pessoas já estão bem informadas, senão não estaria nas ruas. A população está pronta para decidir o que quer que seja.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/07/especialista-questiona-funcionalidade-da-urna-para-plebiscito.html" target="_blank"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/07/especialista-questiona-funcionalidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSrp7Sd3UB2zEBrfmywj7ivQeJAVbX3kxRS2s8HqChBPaJ5aukNxaePlBfC97iOVvwoyuSXDIWJX8GrSrAKETukJ6U1WzNqw-Hv61rh2MJmnltKTGvlOqo9O6x5pr5rY6fihDUXxxbMt4J/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-8922618274354168413</guid><pubDate>Tue, 25 Jun 2013 11:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-25T08:12:59.906-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagens (TV e Jornais)</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Tribunal alemão considera urnas eletrônicas inconstitucionais</title><description>&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 14 dez 2008, o Fraude Urnas Eletrônicas publicou artigo informando sobre a proibição do uso das urnas eletrônicas na Holanda – &lt;a href="http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2008/12/falta-segurana-holanda-proibir-urnas.html"&gt;Falta de segurança leva Holanda a proibir o uso de urnas eletrônicas&lt;/a&gt;. Esta semana, (03 mar 2009) foi a vez da Alemanha entrar para a lista dos países que vetam o uso destes aparelhos nas eleições.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhR15_jE3OjNqeLgax23n-r-4aQODHEiDEEAPjqMwOh58t7XkEm1AM7jJYqkS_TdeDjcByd3LqHctiOdJ7iX_oNDqVa6GACvSQl5js3WhQugrbXGj7bj6Dq-wMfnJt5XpvX4WOlMVpY3-YG/s1600-h/Urna%20Eletr%C3%B4nica%20Alem%C3%A3%2001%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 7px 5px 0px; display: inline" title="Urna Eletrônica Alemã 01" alt="Urna Eletrônica Alemã 01" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCT01VUu5M1jIAOsGzSVJTirLvD-0rajNNbDeUiCn59cIGxmnPm1YoFSr14DWMZKIGlUSvux3ALwpfoWlp2LqNxtT2gZqd-sPBmoVI-d-ntBpkjnqvC83l0K9N58ODXq62g201Du9ux8nm/?imgmax=800" width="185" height="136" /&gt;&lt;/a&gt; Segundo informações dos sites &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/03/03/corte-mais-alta-da-alemanha-proibe-utilizacao-de-urnas-eletronicas/" target="_blank"&gt;IDG NOW!&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4070568,00.html" target="_blank"&gt;DW-World.DE Deutsche Welle&lt;/a&gt;, a Corte Constitucional Federal (em alemão Bundesverfassungsgericht; em inglês Federal Constitutional Court), órgão judicial mais importante da Alemanha, vetou o uso de urnas eletrônicas nas eleições alemãs deste ano citando riscos ao processo democrático. &lt;/p&gt; &lt;span id="fullpost"&gt;   &lt;p align="justify"&gt;O tribunal entendeu que uso de computadores no processo eleitoral de 2005 foi inconstitucional. Na época, cerca de 1,8 mil máquinas modelos ESD1 e ESD2 da fabricante Nedap foram utilizadas em 39 dos 299 estados alemães, atingindo um total de 2 milhões de eleitores. O pleito foi responsável por compor o Bundestag, o parlamento nacional da Alemanha. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Segundo artigo do &lt;a href="http://www.spiegel.de" target="_blank"&gt;Jornal Spiegel&lt;/a&gt;, a corte decidiu que &lt;strong&gt;o sistema contradiz o princípio de transparência necessário para uma eleição pública&lt;/strong&gt; e proibiu o uso dos equipamentos nas eleições gerais deste ano. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;A decisão da corte segue acusações feitas pelo físico Ulrich Wiesner junto ao seu pai, o cientista social Joachim Wiesner, que alegam que os equipamentos contêm falhas que podem comprometer a decisão democrática do voto. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;A Corte Constitucional Federal, sediado na cidade de Karlsruhe, garantiu que as eleições gerais de 2009 estão mantidas e serão realizadas usando o tradicional método de lápis e papel.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;O juiz Andreas Vosskuhle, ao anunciar sua decisão no tribunal, afirmou que:&lt;/p&gt;    &lt;blockquote&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A eleição como fato público é o pressuposto básico para&amp;#160; uma formação democrática e política. Ela assegura um processo eleitoral regular e compreensível, criando, com isso, &lt;strong&gt;um pré-requisito essencial para a confiança fundamentada do cidadão no procedimento correto do pleito.&lt;/strong&gt; A forma estatal da democracia parlamentar, na qual o domínio do povo é midiatizado através de eleições, ou seja, não exercido de forma constante nem imediata, exige que haja um controle público especial no ato de transferência da responsabilidade do Estado aos parlamentares.”&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Formas de controle - &lt;/b&gt;Para a corte máxima alemã, um &amp;quot;evento público&amp;quot; como uma eleição implica que qualquer cidadão possa dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem possuir, para isso, conhecimentos especiais. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;No processo eleitoral tradicional, isso nunca foi um problema. Uma vez que o voto tenha sido depositado na urna, qualquer pessoa pode acompanhar de perto a contagem junto ao domicílio eleitoral. Manipulações, nesses casos, são difíceis, uma vez que podem a qualquer momento ser descobertas. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Resultados não foram anulados - &lt;/strong&gt;O que não ocorre no caso das urnas eletrônicas, em que o eleitor simplesmente aperta um botão e o computador, horas mais tarde, expele um resultado. &lt;u&gt;O cidadão comum, neste caso, não tem meios para apurar possíveis erros de programação ou manipulações propositais.&lt;/u&gt; Neste sentido, acreditam os juízes alemães, houve, com o uso da urna eletrônica nas eleições de 2005, uma transgressão das leis que garantem o pleito como um fato público. &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;O tribunal, contudo, não chegou a anular os resultados do pleito realizado há mais de três anos, baseando-se no argumento de que não há indícios que levam a crer que tenha havido qualquer mau funcionamento nas urnas eletrônicas usadas naquelas eleições (Redação de Martin Roeber) . &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;No site &lt;a title="" href="http://slashdotptbr.blogspot.com/"&gt;SlashDot Pt Br&lt;/a&gt;, o leitor Dr. Hok afirma que: &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;blockquote&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Urnas eletrônicas não são ilegais &lt;em&gt;per se&lt;/em&gt;, mas com estas máquinas não foi possível verificar os resultados após a votação. O procedimento de verificação das autoridades alemãs também foi falho: apenas amostras foram testadas, não máquinas realmente usadas nas eleições, e os resultados detalhados (incluindo o código fonte) não foram disponibilizados publicamente. Os resultados das eleições&amp;#160; permanecem legalmente válidos.&amp;quot;&lt;/p&gt;      &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt;        &lt;p align="justify"&gt;No Portal do &lt;a href="http://www.spiegel.de" target="_blank"&gt;Jornal Spiegel&lt;/a&gt; é possível ter acesso a um vídeo (em alemão) intitulado &lt;a href="www.spiegel.de/video/video-54147.html" target="_blank"&gt;Die Zukunft ist analog: Karlsruhe stoppt Wahlcomputer&lt;/a&gt; – em português, algo como “O futuro será semelhante: Tribunal pára o computador de votar”.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;» Fonte da Imagem: &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4070568,00.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;DW-World.DE Deutsche Welle&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;h3&gt;Saiba mais sobre o assunto:&lt;/h3&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~r/fraudeurnas/~3/535184291/falta-segurana-holanda-proibir-urnas.html"&gt;Falta de segurança leva Holanda a proibir o uso de urnas eletrônicas&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~r/fraudeurnas/~3/535184278/urnas-eletrnicas-em-xeque.html"&gt;Urnas eletrônicas em xeque&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~r/fraudeurnas/~3/535184283/sistema-de-segurana-urna-eletrnica.html"&gt;Sistema de segurança da urna eletrônica é colocado em xeque&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~r/fraudeurnas/~3/535184280/voto-impresso-cmara-estuda-medidas-para.html"&gt;Voto impresso - Câmara estuda medidas para alterar o processo de votação&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~r/fraudeurnas/~3/535184279/laudo-feito-pela-unicamp-contestado-por.html"&gt;Laudo feito pela Unicamp é contestado por especialistas&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;        &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:b3ccfe62-5a34-4f07-bdea-5120c807d0d7" class="wlWriterSmartContent"&gt;Technorati Marcas: &lt;a href="http://technorati.com/tags/Alemanha" rel="tag"&gt;Alemanha&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://technorati.com/tags/urnas+eletr%c3%b4nicas" rel="tag"&gt;urnas eletrônicas&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://technorati.com/tags/elei%c3%a7%c3%a3o" rel="tag"&gt;eleição&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;       &lt;span class="sbmLink"&gt;     &lt;table cellspacing="1" cellpadding="1"&gt;&lt;tbody&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td class="sbmText"&gt;Achou interessante? 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A imprensa burguesa nacional e internacional, como sempre, não tratou da questão, limitando-se apenas a noticiar questões de menos importância. Diante da gravidade do problema, é possível que o mundo comece a ter uma visão mais crítica do voto eletrônico, até porque o assunto foi tratado nos dois países, acima citados, de forma bastante diferente.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Na Venezuela, desde as sucessivas vitórias de Hugo Chaves que os críticos daquele país comentavam sobre as possibilidades de fraudes das urnas eletrônicas. Há poucos dias, a vitória apertada do chavista Nicolás Maduro sobre o oposicionista Capriles talvez fosse motivo de uma recontagem de votos. De forma estranha, os Estados Unidos pediram recontagem de votos, enquanto o Brasil, como era de se esperar, foi o primeiro país a aceitar a vitória de Maduro. Ora, os Estados Unidos sabem muito bem que não tem sentido se fazer recontagem de votos numa eleição eletrônica. Tanto é assim, que no ano 2000, quando tiveram o grande problema com urnas eletrônicas, não pediram recontagem de votos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Neste caso, o Conselho Eleitoral da Venezuela (CNE) descartou a recontagem de votos e propôs a tão falada auditoria. A farsa das auditorias em votação eletrônica são bastante conhecidas. Não existe recontagem de votos na legislação da Venezuela, da mesma forma que não tem sentido fazê-la em urnas eletrônicas. O resultado sempre vai ser o mesmo. Os dados e os algoritmos das urnas são idênticos. Qualquer processo de recontagem oferece o mesmo resultado. É possível que Capriles tenha entendido que existe um poder econômico por trás de uma eleição eletrônica, fazendo com que suas denúncias não tenham tido tanto êxito. Para o mundo ficou a lição de que o voto eletrônico não deve ser tratando de forma limitada, dentro de suas tecnalidades, como sempre tem sido o caso.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;No Brasil, pouco se comenta sobre o voto eletrônico. Alguns comentários sobre o assunto se limitam à questão de segurança. Não se fala da relação entre o voto eletrônico e a cidadania, por exemplo. Não adianta discutir a falta de segurança do voto eletrônico, uma vez que este discurso só interessa as grandes corporações, que direcionam o tema para dar crédito a outras discussões e batalhas fúteis inerentes a assinaturas digitais, certificação, criptografia, voto impresso ou não impresso etc.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Há poucos anos, contudo, a Alemanha deu um exemplo ao mundo no tocante ao voto eletrônico, quando a corte de justiça daquele país enterrou, de uma vez por todas, as eleições eletrônicas. Este fato deu origem a uma nova discussão de voto eletrônico, chamando a atenção de juristas do mundo inteiro. Este fato, com certeza, influenciou os filipinos a partirem nesta direção, após incansáveis denúncias de fraudes causadas pelo voto eletrônico, sobretudo durante a realização da primeira eleição eletrônica no país, em 2010.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Assim sendo, além de ser suscentível a fraudes, o voto eletrônico é, acima de tudo, uma violação dos direitos humanos. É neste sentido que o voto eletrônico deve ser tratado.&amp;#160; Não foi por questões de segurança ou de código fonte que a Alemanha sepultou o voto eletrônico. Foi facilmente decidido que o voto eletrônico é uma violação dos direitos humanos. Neste sentido, antes da realização das eleições, ocorridas há poucos dias, os filipinos entraram com um pedido junto à Comissão de Direitos Humanos da ONU, alegando a violação de seus direitos, ou seja, do direito de expressão e do direito de votar livremente. Além disto, surgiram até comentários de&amp;#160; se boicotar as eleições, no sentido de pressionar a Justiça daquele país a tomar uma decisão contrária ao voto eletrônico. Infelizmente, pelo que se comenta, as cortes de justiça no mundo capitalista estão mais a serviço das grandes corporações do que a serviço do direito do povo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Na América Latina, o Paraguai foi o primeiro país a abandonar a utilização de urnas eletrônicas, quando a Justiça Eleitoral daquele país, em 2008, rejeitou o uso das urnas eletrônicas brasileiras, após ouvir os partidos de oposição e outras instituições contrárias ao voto eletrônico. As eleições da Venezuela e das Filipinas devem ser motivos de muitas preocupações, principalmente nos países em desenvolvimento. É preciso compreender que as eleições são para o povo, pelo povo e do povo. Enfim, as eleiçoes são para o povo e não para as corporações. No próximo texto tratraremos do voto eletrônico no Brasil e a violação dos direitos humanos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* José Rodrigues Filho&lt;/strong&gt; é professor da Universidade Federal da Paraíba. Foi pesquisador nas Universidades de Harvard e Johns Hopkins (EUA). &lt;/em&gt;&lt;a href="http://jrodriguesfilho.blogspot.com.br/"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;http://jrodriguesfilho.blogspot.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/outros-destaques/o-poder-de-fraudes-do-voto-eletronico-na-venezuela-e-filipinas/" target="_blank"&gt;Congressoemfoco&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/05/o-poder-de-fraudes-do-voto-eletronico.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYvjqHMe9tKsLvdXUP1yBiRW7MfJyGf2uedYmTBR_U6QIz4p19z58PjrdyBkCrk8mZ-rY7NumjfMsuoAdmsed4OkJEdn_QgjpYBVg0hClZByEWavUp6wkepOWgQ9tNLhfDpFheWqqKjdmR/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-2063609230331285684</guid><pubDate>Sat, 27 Apr 2013 15:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-27T12:33:25.961-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Movimentos e campanhas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urnas Eletrônicas no Brasil</category><title>Fórum no ICMC discute possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas brasileiras</title><description>&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;strong&gt;Participantes concluíram que o sistema atual está sujeito a fraudes, e encaminharam ao TSE um memorando apoiando a transição para um sistema mais seguro&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtioEWyo3M82UpzyrCYfsE6PDN4iYr7mTB7DAIgDu8KJ9mxMzY0eZjCW6pRPvXTD9DGU5xTWDgVufvNXQUA3G65FqgM3PIyj9Z-S7xewtO2n0HTW5A9d3SBd_zvyhQBNzlpWxcbpsGIJ-k/s1600-h/forum2%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="forum2" border="0" alt="forum2" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXVuXLAnFJYTTssK4v6crucGr5xiYzEFio3kraaGV9PQY7Fe4g0_QLP5-iMmn9ZdXyoEJ07XKSXejN4n2zqw1WLVpmajDaiJ2uqlBHnULOXgbsHevfKiK1DX25daQd1c00-6YpU5E1l_Dy/?imgmax=800" width="474" height="327" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na última quarta-feira, 17 de abril, o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) promoveu o 1.º Fórum Nacional de Segurança em Urnas Eletrônicas. O evento foi realizado no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no campus USP de São Carlos, e contou com especialistas em política e em segurança da informação, que discutiram as possibilidades tecnológicas de ocorrência de fraudes nas urnas eletrônicas utilizadas no Brasil. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na abertura, o diretor do ICMC, José Carlos Maldonado, agradeceu a presença dos participantes e destacou a relevância do evento: &amp;quot;É um tema de importância nacional e mesmo internacional, pois os destinos do Brasil impactam os do mundo. O ICMC fica muito orgulhoso de sediar essa iniciativa&amp;quot;, acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O fórum foi iniciado com a palestra do engenheiro Amilcar Brunazo Filho, especialista em segurança de sistemas de informática e moderador do fórum VotoSeguro.org. Ele apresentou os princípios básicos de um sistema eleitoral tradicional eletrônico, e levantou o conflito entre os princípios da inviolabilidade absoluta do voto e da publicidade: “O autor do voto deve ser absolutamente secreto, mas o conteúdo do voto deve ser absolutamente público”, completou. Discorreu também sobre a disponibilidade absoluta. “É necessário que se faça um sistema seguro, mas com objetivo social. O sistema não pode falhar”. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O especialista apresentou ainda o trâmite do projeto de lei cujo artigo 5º regulamentaria o avanço da segurança das urnas brasileiras para a chamada segunda geração, permitindo a auditoria dos resultados por meio da impressão da cédula do voto, bem como suspensão sumária desse artigo pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) logo após a sanção da lei, com alegações de ordem técnica e jurídica.   &lt;br /&gt;Ao finalizar sua apresentação, Brunazo Filho emocionou-se ao ver que a mobilização em torno da luta que há tanto tempo tem travado, até hoje com pouco apoio. “A minha expectativa é sensibilizar alguns dos que estão presentes aqui. Gostaria de ver no meio acadêmico uma iniciativa por parte de vocês”, finalizou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na segunda palestra, o professor Diego Aranha, da Universidade de Brasilia (UnB), apresentou os detalhes de seu relatório técnico sobre a segurança das urnas eletrônicas, resultado de testes feitos em 2012 por meio de edital do próprio TSE. Segundo o pesquisador, sua equipe conseguiu, com sucesso, atingir o nível de fraude do sistema, pois recuperou a lista de votação completa durante o tempo de análise da urna, além de descobrir que um número muito importante para decodificar todo o registro de votos era justamente a hora de inicio de operação da urna, informação pública, impressa nos boletins de urna que são enviados aos partidos.   &lt;br /&gt;O palestrante destacou que o TSE não considerou o ataque como sendo capaz de causar fraude, e sim de causar apenas falhas no sistema da urna, o que, segundo Aranha, não corresponde com os reais feitos de sua equipe. Os membros da banca do edital concordaram com o feito técnico da equipe da UnB e a entenderam o ataque como um sucesso na execução de fraude, demonstrando a fragilidade do sistema de segurança das urnas. Aranha informou que sua equipe apresentou um relatório técnico ao TSE para adequação de todas as irregularidades nas urnas. Segundo ele, o TSE respondeu dizendo que tais requisitos haviam sido atendidos, porém, não divulgou um boletim informando quais detalhes e procedimentos haviam sido tomados. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqVl4Aun2yZ5YfPqT4xGVNY_0a2YBtV2nxsLETXxSwVzpIiArFH4r90EZuILgzz_a9zsbWUrDo6ra83aR5dmh7mSB1cBzRvs3Hb_qVAdFMTd-_PnsaejRihrhOFpAR4LcRhfnztmeu2mj4/s1600-h/forum1%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="forum1" border="0" alt="forum1" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgX09bScujnjw28frDmUT0mUdvfH8MQExfj9rVGL9l6kZpgg_GNotKhyphenhyphen9a17JG2fcAmez2JVa1e3S9KqKvUg6sgh1wu4Io456wFn4GRbptCFneOGdxvXHVPF4g_IVgi9fDTb8WyhmgMVr7Z/?imgmax=800" width="455" height="307" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Da esq. para a dir.: Kalinka Castelo Branco, Diego Aranha, Mario Gazziro,   &lt;br /&gt;Pedro Ribeiro, Oscar Marques, Vilson Palaro Jr. e Amilcar Brunazo Filho&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Mesa redonda e resultados&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após as palestras, teve início uma mesa redonda que contou com a participação de Pedro Floriano Ribeiro e Maria do Socorro Braga, pesquisadores em ciência política da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Kalinka Castelo Branco e Mario Gazziro, docentes do ICMC, e Oscar Marques, do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO). Participou também do debate Vilson Palaro Junior, juíz de direito civil e juiz eleitoral de São Carlos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após o debate, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font style="background-color: #ffff00"&gt;conclusão dos participantes do evento foi que as fraudes podem realmente acontecer&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, passando despercebidas pela justiça eleitoral. A partir dessa informação, um memorando de apoio ao&lt;a href="http://vototransparente.com.br/"&gt;&amp;#160; projeto de lei&lt;/a&gt; que obriga a transição para urnas de segunda geração foi preparado pelos participantes do fórum e será encaminhado ao TSE, em Brasília. O documento na íntegra está disponível em &lt;a href="http://goo.gl/BhFgH"&gt;http://goo.gl/BhFgH&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A discussão deve continuar. Os organizadores pretendem realizar em 2014 um congresso nacional de segurança do voto eletrônico, com inscrição de trabalhos, estendendo o tema aos sistemas de transmissão de informações eleitorais, sistemas de totalização de votos, servidores de exibição dos resultados parciais e de pesquisas na web.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A filmagem com a íntegra das palestras e da mesa redonda do fórum está disponível no canal do ICMC no YouTube: &lt;a href="http://youtu.be/4_706EoJMjU"&gt;http://youtu.be/4_706EoJMjU&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Por: Maristela Galati - Assessoria de Comunicação do ICMC&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.icmc.usp.br/Portal/Noticias/leituraNoticias.php?id_noticia=159&amp;amp;tipoPagina=Noticias&amp;amp;tipoNoticia=Eventos%20realizados" target="_blank"&gt;ICMC&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/04/forum-no-icmc-discute-possibilidade-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXVuXLAnFJYTTssK4v6crucGr5xiYzEFio3kraaGV9PQY7Fe4g0_QLP5-iMmn9ZdXyoEJ07XKSXejN4n2zqw1WLVpmajDaiJ2uqlBHnULOXgbsHevfKiK1DX25daQd1c00-6YpU5E1l_Dy/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>23</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-600270427300643941</guid><pubDate>Fri, 26 Apr 2013 14:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-26T11:45:25.304-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Farsa eleitoral na Venezuela: Crônica de uma fraude anunciada</title><description>&lt;p&gt;ESCRITO POR GEN. CARLOS JULIO PEÑALOZA | 23 ABRIL 2013    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;em&gt;O segredo da fraude radica na existência de redes secretas entre as máquinas de SMARTMATIC e um controle central clandestino em Cuba, cuja existência os reitores do CNE desconhecem.&lt;/em&gt;      &lt;br /&gt;&lt;em&gt;       &lt;br /&gt;Dada a importância de fazer conhecer essa brecha de segurança do sistema e a impossibilidade de denunciá-la ante as autoridades do governo, decidi torná-las públicas através do meu Twitter, &lt;a href="https://twitter.com/genpenaloza"&gt;@genpenaloza.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cuba controlou as eleições mediante rede secreta&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Cuba desenvolveu um Plano de Controle Eleitoral Revolucionário (PROCER) na Venezuela, que inclui a manipulação das máquinas de votar e cujo objetivo é estabelecer neste país um regime comunista sob uma fachada eleitoral democrática.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em artigo anterior sobre a SMARTMATIC, afirmei que essa empresa, fundada por quatro inteligentes engenheiros venezuelanos recém-graduados, foi o cavalo de Tróia desenhado pelo G2 cubano para controlar as eleições venezuelanas. No presente escrito descreverei a forma como se formulou e desenvolve esse plano, cujo objetivo é perpetuar um governo comunista por trás de uma máscara democrática na Venezuela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O que lerão na continuação não é ficção científica nem especulações, senão o produto de uma detalhada investigação sobre tão delicado tema. É parte de uma seqüência de artigos escritos na convicção de que quanto mais conheçamos a fraude eletrônica que se nos aplica, melhor poderemos combatê-la. O que não devemos fazer é ignorá-la ou, pior, negá-la.   &lt;br /&gt;O “Plano de Controle Eleitoral Revolucionário” (PROCER), é a primeira aplicação cibernética do “Projeto Futuro” de Fidel Castro. Este mega-plano foi formulado como parte da estratégia a utilizar no cenário internacional que Castro chamou de “a batalha das idéias”. O objetivo é construir o que eles chamam a “Pátria Grande Socialista”, dirigida vitaliciamente por Fidel e seus sucessores mediante o controle das mentes nos países dominados. Isto aparece escrito em detalhes no meu livro “O império de Fidel”, que circulará nos próximos dias. O plano PROCER é só uma faceta de um plano mestre que vai além do meramente eleitoral.    &lt;br /&gt;O “Plano PROCER” foi desenvolvido no máximo segredo por um seleto grupo dos mais brilhantes professores e alunos da Universidade de Ciências Informáticas (UCI) de Cuba, em conjunção com o G2. Seu objetivo foi controlar o sistema eleitoral venezuelano desde Havana para potencializar o carisma e popularidade de Chávez. Na Venezuela seria fácil desenvolver o plano, dada sua arraigada cultura do voto. Este país conta, além disso, com recursos financeiros para custear o investimento e tem predisposição ao uso de tecnologias avançadas.    &lt;br /&gt;A “Universidade de Ciências Informáticas” (UCI) de Cuba, foi fundada em 2002 como um projeto favorito de Fidel desde que o chefe do G2, Ramiro Valdés, lhe vendeu a idéia. Este centro de estudos tem seu pedigree na inteligência militar cubana porque foi criado nas antigas instalações da “Base Lourdes”. Esta instalação secreta era a sofisticada estação de rádio-escuta e guerra eletrônica soviética criada para espionar e atacar ciberneticamente os Estados Unidos durante a Guerra Fria. A instalação foi inicialmente operada exclusivamente por brilhantes técnicos em comunicações e computação da URSS, mas depois do colapso soviético passou para mãos cubanas. Antes de se retirar, os soviéticos deram treinamento técnico aos novos operadores do G2 cubano. Na UCI forma-se o creme e a nata dos experts em telemática e espiões eletrônicos cubanos. A telemática é disciplina que se ocupa da integração dos sistemas informáticos de controle e comunicações em projetos cibernéticos aplicados a sistemas sócio-políticos como o “PROCER”.    &lt;br /&gt;A UCI serve de fonte de pessoal técnico e cobertura para a “Operação Futuro”, a mais apreciada jóia da coroa cubana. “Futuro” é o nome-chave do desígnio hegemônico de Fidel na Hispano-América. Para conseguir esse objetivo, a UCI dirigida pelo G2 cubano desenha e executa uma série de projetos telemáticos super secretos, que vão desde o controle de identidade até aplicações eleitorais e controle cibernético do governo e do Estado. Estes projetos estão enquadrados em um cenário estratégico que Fidel chama “a batalha das idéias”.    &lt;br /&gt;O plano “PROCER” para a Venezuela complementa a política de infiltração de agentes e guerrilheiros que Fidel manteve desde que chegou ao poder em 1959. Constitui o passo decisivo que permitirá aos irmãos Castro dominar a Venezuela.    &lt;br /&gt;A arma cibernética tem como objetivo a penetração dos sistemas informáticos de alguns países vizinhos através de seus sistemas de comunicações. Esta estratégia permitiria obter informação classificada e eventualmente controlar os países escolhidos, em conjunção com os agentes cubanos infiltrados em seu seio e seus colaboradores. Depois do colapso soviético esta idéia permaneceu congelada por longo tempo por falta de recursos. A chegada de Chávez ao poder em 1999, permitiu a Fidel contar com financiamento adequado para desenvolvê-la. Naquela ocasião, o “PROCER” estava pronto.    &lt;br /&gt;Em 1999, um pequeno grupo de chavistas coordenados por assessores cubanos iniciaram a pôr em prática o “Plano PROCER”. Os iniciadores integraram uma equipe coordenada por Jorge Rodríguez, um médico psiquiatra membro da Direção de Estratégia Nacional do MBR. Jessy Chacón, um tenente aposentado, engenheiro de sistemas e expert em telemática, e Socorro Fernández, engenheira de sistemas especialista em sistemas operacionais da PDVSA. Naquela ocasião, Rodríguez era um alto funcionário do CNE, Chacón era o presidente da CONATEL (Companhia Nacional de Telecomunicações) e Fernández trabalhava na PDVSA como gerente de meios informáticos.    &lt;br /&gt;A primeira tarefa desta equipe foi tirar a INDRA do CNE. Esta missão foi cumprida no ano de 2000. Estas incidências foram cobertas no primeiro destes artigos. A segunda tarefa foi criar uma companhia à medida, para executar o “Plano PROCER”. Lá entra em cena a SMARTMATIC. Seguem os detalhes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crônica de uma fraude anunciada&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Nicolás Maduro esperava que na noite de 14 de abril subiria ao céu cavalgando na sombra do caudilho de Sabaneta. Jorge Rodríguez lhe havia prometido que com a SMARTMATIC não poderiam perder. Porém, Maduro estava razoavelmente inquieto. Capriles rondava perto, segundo as pesquisas privadas de Jessy e Schemel, e por isso Maduro ordenou que não se publicassem. Jorge Rodríguez insistiu que ele não devia se preocupar porque o sistema estava blindado e a operação, o reboque ao final do dia, pulverizaria a oposição tal como haviam feito em 7-O (7 de outubro).    &lt;br /&gt;Naqueles momentos de euforia os confabulados contra a integridade do sistema eleitoral venezuelano acreditavam que tudo estava sob controle. As denúncias de fraude que pessoas bem inteiradas fizemos haviam sido neutralizadas. O Grupo La Colina ainda respirava dentro da MUD (Mesa de Unidade Democrática) e à frente havia um glorioso caminho aberto para suas maquinações com os irmãos Castro. Nesses sonhos de grandeza para consolidar “O império de Fidel” [1], não havia indícios de derrota, só um frenesi de poder total e absoluto. A Venezuela seria outra Cuba e ele, Maduro, seria o Vice-rei com aspirações a receber o cetro das mãos de Raúl.    &lt;br /&gt;Com esta segurança Maduro não percebeu que ele era só um “fiapo de palha” no vendaval. O furacão que se desataria se se detectasse a fraude era impossível. Estava equivocado. A fraude não estava blindada em que pese que muita gente havia acreditado na história de SMARTMATIC, de que o sistema só transmite ao final do dia e que não é bi-direcional. Isso é uma mentira grosseira para o consumo de pessoas que não conhecem a área de inteligência telemática, nem as tecnologias de ponta que existem. Telemática é a inter-relação entre telecomunicações e informática. O sistema SMARTMATIC e a CANTV constituem um sistema telemático.    &lt;br /&gt;Essas falsidades que SMARTMATIC e o CNE repetiam foram denunciadas, porém o governo negou o fato e fez caso omisso das acusações. Por sua parte, o Grupo La Colina defendeu a posição do governo sobre este assunto e convenceu a MUD de que o sistema de SMARTMATIC é honesto, seguro, confiável e blindado.    &lt;br /&gt;Duas semanas antes das eleição de 14-A, chegou aos Estados Unidos um novo exilado político fugindo dos corpos de segurança do Estado venezuelano. Tratava-se de Christopher Bello Ruiz, um engenheiro eletrônico expert em segurança de sistemas de informáticos e em telemática. Esse engenheiro tinha uma pequena empresa privada que havia feito vários trabalhos secretos nos computadores de Diosdado Cabello. Uma de suas últimas designações foi um trabalho de checagem ordenado por Cabello dentro da rede de computadores do CNE. Nessa atividade Bello detectou a presença de redes secretas utilizadas para enviar mensagens ilegais. Curiosamente, estas redes secretas não incluíam os reitores do CNE e vários dos usuários clandestinos estavam fora das instalações do CNE. Bello tomou nota das chaves para monitorá-las no dia das eleições, para denunciar o uso ilegal de informação que se estava fazendo.    &lt;br /&gt;Antes das eleições Cabello o acusou de revelar informação pessoal e deu instruções para que o SEBIN (Serviço Bolivariano de Inteligência) e o CICPC (Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas) começassem a investigá-lo. Bello soube que lhe preparavam um “cozido” para desacreditá-lo e metê-lo na cadeia, e decidiu sair do país. Este engenheiro encontra-se nos Estados Unidos e está solicitando asilo político. Christopher Bello possui informação classificada sobre a fraude realizada em 14-A que fará estremecer não só o CNE ou o PSUV, senão toda a Venezuela. Essa informação está bem resguardada e será entregue às autoridades norte-americanas no caso de que nos ocorra algo a Bello ou a minha pessoa, em razão desta denúncia.    &lt;br /&gt;O CNE diz que as máquinas só enviam os dados ao centro de totalização em teleport depois do fechamento das mesas. Essa é a informação que eles têm, porém, como no caso do marido cornudo, são os últimos a saber. Esta transmissão se faz efetivamente no final da eleição, mas o segredo da fraude radica na existência de redes secretas entre as máquinas de SMARTMATIC e um controle central clandestino em Cuba, cuja existência os reitores do CNE desconhecem. No dia das eleições esse sistema transmite secretamente, em tempo real, através de duas redes dentro de uma intranet secreta que tem um limitado e secreto número de usuários. A intranet é uma espécie de Internet privada que os governos e grandes empresas têm. Uma dessas redes é quem transmite os pacotes de dados com informação do voto em tempo real. Durante o dia esses dados não vão para o CNE senão provavelmente para Cuba. Em uma rede ultra-secreta um grupo de usuários privilegiados, que não inclui os reitores do CNE nem seus gerentes, se comunicam privadamente. Essa rede “top secret” é a rede cubana. Nela só há um ou dois venezuelanos com capacidade de acesso.    &lt;br /&gt;Através da “rede cubana” se transmitem a cada hora atualizações dos totais da marcha da eleição. Um dos usuários é alguém no comando de campanha de Chávez. Isto implica dizer que esse comando sabe quantos votaram, como vai a eleição e quantos votos leva cada candidato. Com esta valiosa informação secreta e ilegal, esse comando pode tomar decisões para se assegurar do triunfo no final do dia. Enquanto se mantivesse o segredo, o jogo estava em suas mãos.    &lt;br /&gt;No domingo 14, Christopher Bello, usando suas chaves, conseguiu entrar no sistema informático do CNE e monitorou a rede cubana obtendo informação sobre a marcha da votação que me passou durante o dia. Dada a importância de fazer conhecer essa brecha de segurança do sistema e a impossibilidade de denunciá-la ante as autoridades do governo, decidi torná-las públicas através do meu Twitter, @genpenaloza. Nesse momento considerei que meu dever como cidadão estava acima da proibição de difundir essa informação antes do fechamento. Obviamente um bando de embusteiros tinha acesso à informação e era meu dever denunciar esse fato ilegal.    &lt;br /&gt;Durante o transcurso do dia, até às 5 PM Capriles esteve à frente nessa contagem. A essa hora sua vantagem era de 3%. A partir dessa hora, Bello me reportou que notava uma insólita explosão de votos para Maduro que em poucos minutos passou adiante com quase 9% de vantagem, quando se havia contado 13.600.000 votos. Em poucos minutos houve um avanço noticioso no qual Jorge Rodríguez, visivelmente nervoso, dizia que já haviam votado 13.600.000 pessoas e que o processo caminhava bem. Como Rodríguez soube dessa cifra de votantes? Pouco antes do fechamento das mesas Bello me reportou que ele havia sido detectado pelos sistemas de segurança do CNE e que seu acesso havia sido bloqueado. Por sorte antes de se desconectar ele conseguiu detectar que estavam reduzindo a margem de triunfo de Maduro que agora era próximo a 2%.    &lt;br /&gt;O engenheiro Bello está iniciando os trâmites para solicitar seu asilo político e oferece ao Comando Bolívar acesso à informação que ele tem. As provas dessa fraude estão bem resguardadas. Espero que os diretores desse comando se comuniquem comigo com a máxima brevidade possível. O caso de Bello se une agora ao de Anthony Daquin, um engenheiro de sistemas exilado político. Daquin também teve acesso aos sistemas do CNE e aos de uma cedulação, e inclusive viajou a Cuba para fazer treinamento. Daquin está exilado nos Estados Unidos e deu declarações em CNN antes das eleições. Este fato causou alarme entre os cubanos que controlam o sistema. Agora Bello confirma as denúncias que vem fazendo desde há mais de um ano. Bello e Daquin estão dispostos a depor ante técnicos do Comando Bolívar para dar mais detalhes da fraude e apresentar suas provas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;     &lt;br /&gt;Nota do autor:&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;[1] “O império de Fidel” é meu livro sobre as ingerências de Castro na Venezuela, em busca de se apoderar de nosso petróleo. Está à venda em Tecnociencia e Las Novedades.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O general &lt;strong&gt;Carlos Julio Peñaloza&lt;/strong&gt; foi Comandante Geral do Exército da Venezuela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução: &lt;strong&gt;Graça Salgueiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/14068-farsa-eleitoral-na-venezuela-cronica-de-uma-fraude-anunciada.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+midiasemmascara+(MSM)" target="_blank"&gt;Mídia Sem Máscara&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/04/farsa-eleitoral-na-venezuela-cronica-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-4449960848104812251</guid><pubDate>Sat, 20 Apr 2013 23:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-20T20:48:42.055-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Paraguai veta uso de urnas eletrônicas brasileiras e voto é manual</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Alegação foi de que as urnas eletrônicas brasileiras não são confiáveis porque podem ser burladas&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os votos dos 3,5 milhões de paraguaios que escolhem neste domingo (21) o novo presidente do país será manual. O Congresso do Paraguai vetou as urnas eletrônicas brasileiras que foram usadas em eleições anteriores. A alegação foi de que não são confiáveis porque podem ser burladas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A decisão precisou ser acatada pela Justiça Eleitoral, mas gerou protestos. O Coordenador Geral das Eleições, Carlos María Ljubetic, reprovou a iniciativa dos políticos. “É um absurdo. Creio que a urna eletrônica oferece muita garantia. O resultado sai mais rápido e não há manipulação de membros da mesa”, diz. As urnas brasileiras foram usadas em três eleições no Paraguai, a última delas em um pleito municipal, em 2006.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No sistema manual, os eleitores recebem seis boletins, um correspondente a cada cargo que precisa votar. Ao final do pleito, os mensários fazem a contagem dos votos, digitam os resultados e transmitem à Justiça Eleitoral. Embora a votação seja manual, a transmissão é eletrônica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A votação será realizada das 8 às 17h (horário brasileiro). A Justiça Eleitoral estima que o nome do novo presidente paraguaio deve ser conhecido por volta das 20h locais (21 horas no Brasil).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pleito&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No total estão habilitados 1.046 locais de votação em todo país. Cerca de 12 mil pessoas irão trabalhar nas eleições. Há ainda 58 mil membros de mesa dos partidos que estarão envolvidos no processo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O voto no Paraguai é obrigatório e há multa para quem não comparecer às urnas. No entanto, muitos eleitores não se importam porque a sanção não é aplicada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As últimas pesquisas apontam empate técnico entre os dois candidatos mais bem cotados, Horacio Cartes (Partido Colorado) e Efraín Alegre (Partido Liberal Radical Autêntico). Se o resultado for apertado, não se descarta a possibilidade de um dos partidos solicitar recontagem de votos, a exemplo do que ocorreu na Venezuela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/conteudo.phtml?id=1365228" target="_blank"&gt;GAZETA DO POVO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="0" src="http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/1951781435" width="1" height="1" /&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/04/paraguai-veta-uso-de-urnas-eletronicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-8607255772617406156</guid><pubDate>Fri, 19 Apr 2013 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-19T09:00:50.158-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Conselho anuncia auditoria de urnas das eleições na Venezuela</title><description>&lt;p&gt;Leandra Felipe   &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Correspondente da Agência Brasil/EBC&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Bogotá - O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) decidiu na noite dessa quinta-feira (18) auditar 46% das urnas usadas nas eleições presidenciais de domingo (14) na Venezuela, que deram a vitória ao candidato Nicolás Maduro. Os 54% restantes já haviam sido verificados, de acordo com o CNE. O governador do estado de Miranda e candidato oposicionista, Henrique Capriles, que liderou &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-18/eleitores-de-capriles-continuam-com-panelaco-por-recontagem-de-votos-na-venezuela"&gt;protestos&lt;/a&gt; no país pela recontagem manual dos votos, aceitou a decisão do CNE. Os votos digitados nas urnas eletrônicas foram impressos e guardados em caixas para auditoria posterior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Aceitamos o que foi decidido pelo conselho sobre recontar os votos. O que estávamos pedindo está aqui na nossa Constituição e fortalece nossa democracia”, destacou, poucos minutos depois do anúncio da decisão do CNE, por volta das 23h no horário de Caracas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Vamos fazer isso para frear os violentos que buscavam acabar com a democracia&amp;quot;, destacou&amp;#160; a presidenta do CNE, Tibisay Lucena. Ela explicou como será feita a auditoria. “Selecionaremos uma amostra que será auditada inicialmente por dez dias. O processo se completará por ciclos de dez em dez dias até completar 30 dias e no final o resultado será entregue em um informe ao país.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo a presidenta, o procedimento será feito na presença de técnicos dos dois comandos de campanha. A data do início do processo será informada na semana que vem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois da vitória de Nicolás Maduro, com margem pequena de cerca de 300 mil votos (1,8%) sobre Henrique Capriles, o oposicionista pediu a verificação manual, alegando ter havido irregularidades. Logo depois do resultado divulgado na noite de domingo, Maduro havia dito que aceitava a recontagem. Mas, no dia seguinte, o CNE informou que não seria possível fazer a verificação completa. Vários protestos ocorreram no país, com panelaços em diversas cidades na noite de segunda-feira (16) e enfrentamentos violentos entre manifestantes e policiais. O governo do país contabiliza oito mortes e 80 feridos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após a decisão do conselho, Capriles pediu aos seus eleitores que cessem as manifestações que vinham sendo feitas desde o início da semana. Hoje (19) será realizada a cerimônia de posse de Nicolás Maduro. “Na hora da festa, zero anarquia. Este governo segue sendo governo até que vejamos. Temos que ter paciência e tolerância”, aconselhou ele, recomendando que seus eleitores &amp;quot;ouçam música durante a posse&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pelo Twitter, o vice-presidente do país, Jorge Arreaza respondeu ao governador de Miranda. &amp;quot;[Houve] mortes e assédios, e não solicitaram nada ao CNE, no dia seguinte depois que fizeram o pedido, o CNE respondeu&amp;quot;, escreveu referindo-se ao fato de o oposicionista ter apresentado o pedido formal de recontagem na tarde de quarta-feira (17).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enquanto o CNE anunciava a recontagem e a oposição dizia ter acatado a decisão, o presidente eleito, Nicolás Maduro, reunia-se com outros presidentes de países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em Lima (Peru). A cúpula extraordinária foi convocada para tratar da tensão no país após as eleições.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-19/conselho-anuncia-auditoria-de-urnas-das-eleicoes-na-venezuela" target="_blank"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/04/conselho-anuncia-auditoria-de-urnas-das.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8626512754421975567.post-7612464951641372145</guid><pubDate>Thu, 04 Apr 2013 11:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-04T08:10:26.769-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Voto Eletrônico no exterior</category><title>Venezuela investiga acesso de governistas a urnas eletrônicas</title><description>&lt;h4&gt;Senha de acesso caiu nas mãos de técnico do PSUV, partido de Maduro. Dirigente de conselho eleitoral diz que incidente não afeta eleição.&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgernVTBIHnPDGc-tRc__oJyP5fFz2RjuGUx0UjC1rYGpXIgJTfsNu8Rj_sxqe78EZPbXuXcBHOByEOfXz6MAy1LDtvI_dyICXAgaDcVSD2hbVcra74fGkCdabkB9lJ_F2RNBE57qkr8w-F/s1600-h/1_6%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 6px 15px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="1_6" border="0" alt="1_6" align="left" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoU91F3EdJcX7J9yIZNuqiejgdiI_6prjtJMDeUPDu-IN-UkrOPk4FWb-lUFsShwRLgcP00bP_oodFgsvsgyaUgvTVxUM_TPN3nEbTgbL8xClZVhsqvLnsglt1GxOQoV-6lpP3FATUmbpC/?imgmax=800" width="244" height="156" /&gt;&lt;/a&gt;O Conselho Nacional Eleitoral da &lt;a href="http://g1.globo.com/topico/venezuela/"&gt;Venezuela&lt;/a&gt; (CNE) investiga uma falha de segurança que teria permitido o acesso de partidários do governo a urnas eletrônicas, informou nesta quarta-feira (3) Vicente Díaz, dirigente do CNE, acrescentando que o incidente não coloca em dúvida a credibilidade do sistema para a votação presidencial de 14 de abril.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&amp;quot;Uma das senhas de acesso para iniciar as urnas eletrônicas caiu nas mãos de um técnico&amp;quot; do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), do candidato chavista e presidente interino Nicolás Maduro.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Díaz confirmou assim a denúncia da oposição, qualificada de &amp;quot;calúnia&amp;quot; pelos governistas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O dirigente do CNE explicou que a senha não permite &amp;quot;tocar no sistema eleitoral&amp;quot; e, portanto, &amp;quot;não afeta em nada a eleição&amp;quot; de 14 de abril para a presidência venezuelana.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo Díaz, &amp;quot;há risco de sabotagem, mas isto seria detectado de forma imediata&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;A gravidade do fato não está no risco de uso da senha (...), mas em que nenhum partido político, da oposição ou do governo, pode ter acesso a qualquer senha do CNE&amp;quot;, disse Díaz, um dos cinco dirigentes do órgão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Há uma falha de segurança de nossa parte, do Conselho, que está sendo investigada&amp;quot;, destacou Díaz, perguntando se por trás disto &amp;quot;não há uma intenção de alguns de semear dúvidas e desmobilizar os eleitores&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mais cedo, o candidato da oposição à presidência, Henrique Capriles, disse que &amp;quot;esta denúncia (...) reforça a necessidade de se lutar ainda mais para derrubar o atual governo&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O líder da campanha chavista, Jorge Rodríguez, qualificou a denúncia de &amp;quot;calúnia contra as forças da revolução&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: G1&lt;/p&gt;  </description><link>http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2013/04/venezuela-investiga-acesso-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Fraude Urnas Eletrônicas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoU91F3EdJcX7J9yIZNuqiejgdiI_6prjtJMDeUPDu-IN-UkrOPk4FWb-lUFsShwRLgcP00bP_oodFgsvsgyaUgvTVxUM_TPN3nEbTgbL8xClZVhsqvLnsglt1GxOQoV-6lpP3FATUmbpC/s72-c?imgmax=800" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>