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	<title>Ftec faculdades</title>
	
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	<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 15:29:04 +0000</pubDate>
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		<title>Valdecir de Oliveira Anselmo lança Estro: Engenho Poético</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 15:28:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ “A poesia exige a presteza para registrar-lhe os passos lépidos. Ela te mostra a beleza das coisas, ela te mostra a beleza da vida, ela te deslinda a beleza do teu espírito, ela te mostra a face de Deus”, com estas palavras o Bibliotecário da Ftec Unidade de Caxias do Sul e Poeta, Valdecir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> “A poesia exige a presteza para registrar-lhe os passos lépidos. Ela te mostra a beleza das coisas, ela te mostra a beleza da vida, ela te deslinda a beleza do teu espírito, ela te mostra a face de Deus”</strong>, com estas palavras o Bibliotecário da <strong>Ftec Unidade de Caxias do Sul e Poeta</strong>, Valdecir de Oliveira Anselmo, lança neste sábado (dia 28), a partir das 15 horas, na Livraria do Maneco, seu quarto livro <strong>ESTRO – ENGENHO POÉTICO.</strong></p>
<p> Sob o gênero poesia, o poeta, consolida seu estilo e a obra, busca de forma equilibrada e sem artifícios, trabalhar a trama com perfeição, requinte, sem pieguices, sem a dualidade estafante do bem e do mal. Valdecir já possui três livros anteriores publicados, também de poesias.</p>
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		<title>Gestor da Ftec Porto Alegre participa de evento na FIERGS</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 14:58:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira (24), o Gestor do Curso de Recursos Humanos, da Ftec – Unidade de Porto Alegre, Prof. Carlos Stein, participou do seminário “A Evolução das idéias”, promovido pela Revista Amanhã, no centro de eventos da FIERGS, em Porto Alegre. “O evento também premiou as empresas que se destacaram em inovação e criatividade na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira (24), o Gestor do Curso de Recursos Humanos, da Ftec – Unidade de Porto Alegre, Prof. Carlos Stein, participou do seminário “A Evolução das idéias”, promovido pela Revista Amanhã, no centro de eventos da FIERGS, em Porto Alegre. “O evento também premiou as empresas que se destacaram em inovação e criatividade na região sul no ano de 2008.” </p>
<p>O foco do evento foi estimular as empresas que atuam  no mercado altamente competitivo investirem em CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO por meio de programas de P&#038;D, pois somente pessoas competentes agregam valores aos produtos. Também frizou que é fundamental as empresas formarem parcerias junto às universidades, faculdades e institutos de pesquisas aplicadas, sendo que é nestes ambientes que acontece a evolução das idéias.</p>
<p><img src="http://www.ftec.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/dsc000031.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Florense Móveis lança Universidade Corporativa em Fortaleza</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 13:42:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (26) a UCF – Universidade Corporativa Florense, apresenta para seus franqueados do Norte e do Nordeste, seu novo projeto em parceria com o Instituto de Educação em Negócios (IEN), em Fortaleza. 
O objetivo principal da UCF é prover a toda a cadeia de valor da Florense Móveis (funcionários, franqueados, fornecedores, etc.), programas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (26) a UCF – Universidade Corporativa Florense, apresenta para seus franqueados do Norte e do Nordeste, seu novo projeto em parceria com o Instituto de Educação em Negócios (IEN), em Fortaleza. </p>
<p>O objetivo principal da UCF é prover a toda a cadeia de valor da Florense Móveis (funcionários, franqueados, fornecedores, etc.), programas de capacitação continuada, atrelados às necessidades estratégicas da empresa, de forma presencial e a distância. O projeto compreende três escolas: Comunicação e Varejo, Tecnologia e Design e Gestão Estratégica.</p>
<p>A coordenação do projeto está sendo realizada pela Coordenadora do IEN, Elenise Rocha, informações pelo telefone (54) 3027.9190. </p>
<p><img src="http://www.ftec.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/ucf1011.jpg" alt="" /></p>
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		<title>O corpo fala</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 13:19:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: www.administradores.com.br
É dia de entrevista – e você sabe, na ponta da língua, tudo o que precisa fazer para agarrar aquela vaga. Preparou um currículo exemplar, caprichou no visual e ensaiou, diante do espelho, cada resposta que irá dar. Mas, na hora agá, o corpo se recusa a colaborar. Os dedos tamborilam, as pernas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: www.administradores.com.br</strong></p>
<p>É dia de entrevista – e você sabe, na ponta da língua, tudo o que precisa fazer para agarrar aquela vaga. Preparou um currículo exemplar, caprichou no visual e ensaiou, diante do espelho, cada resposta que irá dar. Mas, na hora agá, o corpo se recusa a colaborar. Os dedos tamborilam, as pernas não sossegam, o olhar fica inquieto&#8230;</p>
<p>Acredite: esses gestos, em questão de segundos, vão denunciar que você não está confortável naquela situação. E, em alguns casos, podem passar uma imagem de insegurança, fraqueza e despreparo. O entrevistador, treinado para ler a linguagem do corpo, não fará vista grossa. E você, ao tentar se acalmar, pode ficar ainda mais nervoso. Resultado: sua performance vai pelo ralo e, com ela, suas chances de passar na seleção.</p>
<p>A culpa de tudo isso, acredite, é da ansiedade. “Muitos candidatos não controlam o nervosismo e assim ele transparece durante as entrevistas”, diz Marilda Lopes, psicóloga de São Paulo. Por isso, a especialista recomenda muita calma nesses momentos – e atenção aos olhos, mãos, pernas e braços. É preciso aprender a regê-los, como se fossem uma pequena orquestra, para comunicar exatamente o que você precisa.</p>
<p>Os olhos</p>
<p>Sim, eles são o espelho da alma. E, para um observador atento, vão revelar quase tudo sobre você. Um olhar inquieto, que raramente encontra os olhos do interlocutor, pode passar uma imagem de insegurança e de falta de confiança. “Já um olhar firme e que se detém nos olhos do entrevistador, demonstra segurança e passa firmeza em suas colocações”, explica Marilda.</p>
<p>O aperto de mão</p>
<p>Deve ser firme, com rápidos movimentos para cima e para baixo, enquanto os olhos encaram o entrevistador. Um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado no Journal of Applied Psychology, revelou que o aperto de mão certo causa uma ótima impressão nas seleções de emprego. Os pesquisadores analisaram 98 pessoas e descobriram que aquelas que adotavam o gesto exatamente como foi descrito acima receberam as melhores avaliações nas entrevistas.</p>
<p>As pernas</p>
<p>Firmes e bem equilibradas no chão, elas vão comunicar exatamente o que você precisa. Por outro lado, cruzar e descruzar as pernas o tempo inteiro, no mínimo, irá desviar a atenção de quem está conduzindo a entrevista. “Para as mulheres, algumas vezes, esse movimento pode ser tão mal interpretado quanto os decotes exagerados ou as roupas justas”, alerta Marilda.</p>
<p>Os braços</p>
<p>Cruzados sobre o peito, eles vão informar que você está na defensiva. Portanto, relaxe e encontre um lugar mais confortável para eles. Se, ainda assim, você não se sentir à vontade, experimente segurar algo – uma caneta ou o seu currículo, por exemplo.</p>
<p>As mãos</p>
<p>Acima de tudo, evite usá-las para explorar o ambiente ao seu redor. “Se houver algum objeto em cima da mesa, é melhor não tocá-lo. E procure não tamborilar os dedos”, recomenda Marilda. Segundo a psicóloga, esses gestos – e também roer unhas e estalar os dedos – são indicativos de ansiedade. </p>
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		<title>Empresa Hidrover recebeu alunos de Logística da Ftec Caxias do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 20:39:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os alunos da disciplina de Embalagem e Armazenamento de Materiais, do Curso de Logística, da Ftec – Unidade de Caxias do Sul participaram na última segunda-feira (23), da visita técnica a empresa Hidrover Oleodinâmica Indústria e Comércio Ltda.
O objetivo da visita foi mostrar aos alunos sistemas de armazenamento e estocagem em uma indústria metal-mecânica, mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos da disciplina de Embalagem e Armazenamento de Materiais, do Curso de Logística, da Ftec – Unidade de Caxias do Sul participaram na última segunda-feira (23), da visita técnica a empresa Hidrover Oleodinâmica Indústria e Comércio Ltda.</p>
<p>O objetivo da visita foi mostrar aos alunos sistemas de armazenamento e estocagem em uma indústria metal-mecânica, mostrar diversas formas/tipos de embalagens (utilização, manuseio e movimentação), conhecer um pouco sobre layout utilizado no processo de fabricação de cilindros hidráulicos.</p>
<p>No primeiro momento da visita foi explanado o novo procedimento para manuseio e escolha de embalagem na empresa, neste momento foi abordado etapas para uma boa escolha de embalagem, critérios dos “por quês” das quantidades em cada embalagem, tipo, tamanho, sistemas de manuseios identificação. Após houve a visita na fábrica onde na prática pode-se evidenciar o procedimento. Os alunos puderam ver de perto um layout celular e verificar com o que foi aprendido em sala. </p>
<p><img src="http://www.ftec.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/dsc049441.jpg" alt="" /></p>
<p><img src="http://www.ftec.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/dsc04947.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Universidade Coorporativa da Florense será lançada em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 14:44:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda e terça-feira (23 e 24) a UCF – Universidade Coorporativa Florense, projeto construído em parceria com o IEN - Instituto de Educação em Negócios, é lançada para as franquias de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Centro Oeste, em São Paulo.
O objetivo da instituição é desenvolver programas de capacitação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda e terça-feira (23 e 24) a UCF – Universidade Coorporativa Florense, projeto construído em parceria com o IEN - Instituto de Educação em Negócios, é lançada para as franquias de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Centro Oeste, em São Paulo.</p>
<p>O objetivo da instituição é desenvolver programas de capacitação continuada, de forma presencial e a distância para o desenvolvimento dos profissionais da Empresa de Móveis Florense e seus parceiros. O projeto compreende três escolas: Comunicação e Varejo, Tecnologia e Design e Gestão Estratégica.</p>
<p>A coordenação do projeto está sendo realizada pela Coordenadora do IEN, Elenise Rocha, informações pelo telefone (54) 3027.9190. </p>
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		<title>Alunas do Curso Gestão de RH de Bento Gonçalves apresentarão trabalho no Congresso</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 13:49:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As alunas Angela Storti e Rosane Monego Pinto, do Curso Gestão de RH da Ftec – Unidade de Bento Gonçalves apresentarão um trabalho no 9º Congresso de Stress da ISMA-BR e 11º Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho, que acontecerá em junho em Porto Alegre. O trabalho &#8220;Ergonomia e qualidade de vida: uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As alunas Angela Storti e Rosane Monego Pinto, do Curso Gestão de RH da <strong>Ftec – Unidade de Bento Gonçalves</strong> apresentarão um trabalho no <strong>9º Congresso de Stress da ISMA-BR e 11º Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho</strong>, que acontecerá em junho em Porto Alegre. O trabalho &#8220;Ergonomia e qualidade de vida: uma experiência para diminuir a distância entre o discurso e a prática&#8221; foi desenvolvido na disciplina Auditoria em Recursos Humanos, sob orientação da Prof.ª Débora Frizzo, foi submetido ao comitê científico e aprovado para apresentação oral.</p>
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		<title>Gestor da Ftec Porto Alegre visita a FIERGS</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:43:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira (17), o Gestor do Curso de Logística da Ftec - Unidade de Porto Alegre, Prof. Fabio Capecchi, reuniou-se com a Gestora de Serviços Administrativos da FIERGS, Sra. Rosane Andrioli. O objetivo da visita foi aproximar a Ftec da FIERGS, no sentido de que as duas instituições identifiquem e atendam suas demandas sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira (17), o Gestor do <strong>Curso de Logística da Ftec - Unidade de Porto Alegre</strong>, Prof. Fabio Capecchi, reuniou-se com a Gestora de Serviços Administrativos da FIERGS, Sra. Rosane Andrioli. O objetivo da visita foi aproximar a Ftec da FIERGS, no sentido de que as duas instituições identifiquem e atendam suas demandas sociais em comuns e possam sinergir esforços.</p>
<p>Como pontos em concreto, buscam-se prospectar necessidades das entidades associadas à FIERGS e atendê-las com os serviços prestados pela Ftec Jr. de Porto Alegre na área de Logística, Recursos Humanos, Gestão Comercial e Marketing. Além disso, a Ftec busca participar ativamente das discussões e ações desenvolvidas pelos grupos temáticos da FIERGS.</p>
<p><img src="http://www.ftec.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/fiergs-x-ftec-11.jpg" alt="" /></p>
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		<title>O empreendedorismo como opção de carreira</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 13:29:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: Gazeta Mercantil
A crise oferece oportunidades aos empreendedores, pois representa um momento de descontinuidade de tendências. Quem consegue perceber para onde o mercado caminha, terá sucesso. A opinião é do executivo, professor e escritor Ronald Jean Degen, considerado uma referência em empreendedorismo no País. Ele lançou, ontem, em São Paulo, o livro &#8220;O empreendedor: Empreender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: Gazeta Mercantil</strong></p>
<p>A crise oferece oportunidades aos empreendedores, pois representa um momento de descontinuidade de tendências. Quem consegue perceber para onde o mercado caminha, terá sucesso. A opinião é do executivo, professor e escritor Ronald Jean Degen, considerado uma referência em empreendedorismo no País. Ele lançou, ontem, em São Paulo, o livro &#8220;O empreendedor: Empreender como opção de carreira&#8221;, no qual elabora um panorama sobre o tema.</p>
<p>Para Degen, quando a economia vai bem, é preciso deslocar alguém para se encontrar boas oportunidades de negócio. Os momentos de instabilidade, ao contrário, costumam oferecer oportunidades. &#8220;Hoje, por exemplo, todos querem reduzir custos. É uma oportunidade para quem trabalha com terceirização.&#8221; Degen vê o empreendedorismo como uma das soluções para acelerar o crescimento do Brasil. Ele foi um dos pioneiros a tratar do tema de modo mais sistemático no País, durante as aulas de novos negócios (ou iniciação empresarial) que ministrou na Fundação Getulio Vargas (FGV) entre 1981 e 1897. Suíço, ele conta que, quando chegou ao Brasil e conheceu os problemas locais, acreditou que uma das soluções se daria por meio da disseminação dos valores da livre iniciativa. &#8220;Minha ideia foi mostrar aos alunos que o melhor caminho era criar riqueza.&#8221; Para o autor, o ensino brasileiro sempre esteve preocupado em formar profissionais funcionais, ou seja, que pudessem realizar tarefas específicas nas empresa. Por isso, diz ele, formar as pessoas para que elas desenvolvessem negócios era algo era pouco comum na década de 1980.</p>
<p>Segundo o autor, a maior entrave ao empreendedorismo na América Latina - e no Brasil - é aquilo que ele chama de &#8220;barreira de imagem social&#8221;. Degen conta que costuma perguntar, durante as aulas, quem gostaria de ser o proprietário de uma loja badalada. Muitos respondiam positivamente à indagação, mas alegavam que não possuíam dinheiro para abrir esse tipo de negócio. &#8220;Mas o problema não é esse. Diversas empresas começam com um mínimo de capital. O verdadeiro empreendedor aprende na prática, ralando, o que precisa fazer para desenvolver sua empresa&#8221;. O verdadeiro dilema, diz o autor, é que muitos não querem ser vistos em uma situação considerada inferior, como trabalhar em finais de semana ou ir de porta em porta para apresentar produtos. &#8220;As pessoas têm medo do que os outros pensarão. Trata-se de algo que acontece muito com executivos. Quando precisam criar uma empresa, a primeira coisa que fazem é alugar um escritório e contratar uma secretária. Assim, o fracasso é certo&#8221;, a firma.</p>
<p>Sem colegas para culpar</p>
<p>Para o diretor-executivo da UP Language, Lúcio Sardinha, o empreendedor precisa ter convicção daquilo que deseja realizar. &#8220;Seu desejo não pode ser apenas uma aspiração vaga ou fruto de briga com o chefe. O indivíduo deve sentir que realizará aquilo nem que leve 20 anos&#8221;, diz. Ele considera fundamental que o empreendedor tenha elevado nível de autoconfiança, pois precisará tomar decisões por conta própria. &#8220;Ele aprende errando. Não pode culpar os colegas.&#8221;</p>
<p>Sardinha observa ainda que é preciso coragem para se abdicar do conforto financeiro e psicológico para se dedicar à própria empresa. Além disso, o empreendedor deve ser um líder carismático, capaz de conquistar a confiança do funcionários e do mercado. &#8220;Não podemos, como empresários, repetir os erros daqueles chefes incompetentes. Só cheguei até aqui porque as pessoas acreditam no que faço&#8221;, assegura.</p>
<p>Formado em Engenharia de Produção, Sardinha teve uma carreira de destaque no mundo corporativo. Ainda na faculdade, foi convidado para estagiar em uma empresa de aparelhos de som profissionais. Mais tarde, ingressou em uma multinacional como engenheiro de venda. Nesta empresa, em 1990, recebeu um convite do presidente para assumir a gerência comercial. &#8220;Ele perguntou quais eram meus pontos fracos. Disse que não falava uma palavra de inglês. A resposta foi que esse problema era meu, não dele. Caso quisesse o cargo, precisaria viajar, dentro de três meses, para a Holanda e lá representar a companhia durante um evento&#8221;, recorda. Sardinha correu até uma escola de inglês e, no prazo estipulado, aprendeu o suficiente para ler uma apresentação escrita no idioma e responder a algumas perguntas sobre o assunto apresentado. A experiência deu a Sardinha não só um salário mais atraente no fim do mês, mas também a certeza de que saber inglês é um pré-requisito para os profissionais que qu erem galgar os escalões superiores da vida corporativa. Foi naquele momento que ele decidiu entrar no ramo das escolas de idiomas, associando-se a um dos sócio da UP Language.</p>
<p>Dagen lembra que outra dificuldade que um executivo pode enfrentar na hora de trocar um emprego pelo empreendedorismo é a falta de garantias. &#8220;Quando você é empregado, tem salário quase que independente do resultado. Remuneração garantida é algo que o empresário nunca terá&#8221;, concorda Sardinha, que por três anos conciliou a vida de empreendedor com a rotina de funcionário.</p>
<p>Além de carregar o sonho de ser empresário, Sardinha tomou a decisão de se dedicar exclusivamente à escola de idiomas porque sentia que a maioria dos chefes com quem tinha convivido não eram competentes na proporção que ele esperava. &#8220;Infelizmente, os cargos de chefia são concedidos por motivos políticos, não por competência. Decidi ser o meu próprio patrão e correr os riscos. Caso eu estivesse certo, eu cresceria&#8221;, comenta. Ele não poupou esforço para fazer seu empreendimento prosperar. Um dos sacrifícios foi acordar, por anos, às cinco da manhã para chegar bem cedo aos escritório, de onde não saía antes das 19 horas. Hoje, sua empresa tem mais de 30 produtos ligados ao ensino de idiomas, desde auditorias até programas de imersão que simulam viagens internacionais. </p>
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		<title>Existe vida longe das corporações</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 13:20:36 +0000</pubDate>
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Eliana Gialain, então gerente de RH na Unilever, decidiu estudar para mudar o rumo da carreira e se tornar independente
Eliana Gialain, então gerente de recursos humanos da área de vendas da Unilever, estava prestes a completar 30 anos e a um passo de ser promovida ao cargo de diretora, quando decidiu deixar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: Valor Econômico</strong></p>
<p>Eliana Gialain, então gerente de RH na Unilever, decidiu estudar para mudar o rumo da carreira e se tornar independente</p>
<p>Eliana Gialain, então gerente de recursos humanos da área de vendas da Unilever, estava prestes a completar 30 anos e a um passo de ser promovida ao cargo de diretora, quando decidiu deixar a empresa. Formada em administração pela Fundação Getúlio Vargas, em 1996, ela era considerada uma profissional com &#8220;alto potencial de crescimento&#8221;. &#8220;Embora os ventos fossem favoráveis, descobri que o mundo corporativo não era o que eu queria&#8221;, justifica. Eliana demitiu-se em 2007 e matriculou-se no curso de mestrado da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP) com a intenção de fazer uma transição na carreira que lhe garantisse mais autonomia, satisfação pessoal e liberdade. &#8220;Hoje, trabalho como consultora. Ganho menos, mas levo uma vida de melhor qualidade.&#8221;</p>
<p>A decisão de Eliana- que, há uma década, poderia ser qualificada de imatura e até de irresponsável-, é típica de um movimento cada vez mais comum no mundo do trabalho, denominado &#8220;opt out&#8221;. O termo- que numa tradução livre significaria optar por fora ou, no caso, afastar-se de uma organização- foi cunhado em 2003 pela jornalista Lisa Belkin, em reportagem publicada no &#8220;New York Times&#8221;, para descrever a iniciativa de um número alarmante de mulheres executivas, altamente qualificadas, que, na época, trocavam a carreira pela maternidade. O termo foi posteriormente apropriado por especialistas em carreiras, como Lisa Mainero e Sherry Sullivan, para analisar o crescente êxodo de profissionais de ambos os sexos que, voluntariamente, decidem romper com as formas de carreira tradicionais. &#8220;Qualquer decisão que interrompa as premissas clássicas de ascensão na carreira- maior remuneração, mais status ou mais responsabilidade profissional- caracteriza o &#8220;opt out&#8221;", define Ana Carla Scal abrini, autora de uma tese de mestrado sobre trajetórias descontínuas, defendida na FEA - USP, um dos primeiros estudos sobre o tema no Brasil.</p>
<p>O movimento &#8220;opt out&#8221;, por isso, diz respeito a formas muito específicas de afastamento do trabalho, ela enfatiza. Uma dessas formas está exemplificada no caso de Eliana, que recusou uma promoção e deixou a Unilever, redirecionando sua carreira para fora do ambiente corporativo. Outra manifestação de &#8220;opt out&#8221; descreve situações temporárias ou definitivas de afastamento para, por exemplo, investir na qualificação. É o caso de Maria Ângela Loguercio Bouskela, médica, pós-graduada em pediatria e com um MBA pela USP, que fez carreira na indústria farmacêutica. Começou dando aulas na área de treinamento do laboratório Roche e, em 17 anos, tornou-se diretora da divisão de biotecnologia/hospitalar- que na época chegou a representar 60% do faturamento da empresa - administrando um time de 250 pessoas. Deixou a Roche em 2005 para assumir a gerência-geral Brasil de um laboratório norte-americano.</p>
<p>No ano passado, ao 47 anos de idade, deixou a empresa, para renovar &#8220;habilidades essenciais no exercício de liderança e comando de empresas&#8221;. Foi aprovada no curso de Leadership Coaching, na Georgetown University, e mudou-se para Washington com o marido. &#8220;O curso oferece recursos para transformar o executivo em uma pessoa plenamente consciente de seu espaço, suas declarações e compromissos e abre também a possibilidade de um novo plano de carreira como coach de executivos, já que a universidade confere o Federal Coach Certificate&#8221;, ela explica. O investimento é alto e Maria Ângela está financiando o seu novo projeto. &#8220;Minha estratégia, de ter sido sempre econômica, facilitou a decisão de investir em aquisição de conhecimento nesta fase da carreira e da vida. Quando o executivo sente que é hora de respirar fundo, mergulhar e renovar com completa independência e autonomia, é preciso estar preparado para isso&#8221;, sublinha. Ela não descarta a possibilidade de voltar ao mercado farm acêutico. &#8220;Já tenho convites para ficar nos Estados Unidos, mas não excluo a possibilidade de voltar ao Brasil.&#8221;</p>
<p>Uma terceira forma de &#8220;opt out&#8221; se caracteriza pela decisão do profissional de deixar o mundo corporativo para empreender. E um bom exemplo é o de Luiz Menezes, engenheiro de mineração formado pela Escola Politécnica da USP, em 1973, que, ao longo da carreira, chegou ao cargo de diretor na Serrano S.A de Mineração, atualmente Bungue Fertilizantes. Vivenciou os efeitos da crise do petróleo, na década de 1980; o impacto das políticas do governo Collor para o setor no início da década de 1990; suportou, tanto quanto pôde, as pressões corporativas por resultados, até capitular ante uma &#8220;paixão&#8221; literalmente infantil: a de colecionar minerais, coisa que fazia desde os dez anos de idade. A paixão virou negócio. Menezes instalou-se em Belo Horizonte e exporta quartzo, turmalinas, topázio, entre outros, encontrados sob a forma de cristais bastante apreciados pelos colecionadores. &#8220;A crise afetou duramente esse mercado e muitos acham que sou louco de continuar no negócio, mas o que re almente sei fazer bem e gosto de fazer, é trabalhar com minerais&#8221;. Prova disso é que entre as 15 espécies minerais descobertas no Brasil e que levam o nome de brasileiros, uma delas é a &#8220;menezesita.&#8221;</p>
<p>Os rumos que Eliana, Maria Ângela e Menezes deram às suas carreiras, movimentando-se para fora do mercado, não são casos isolados. Em sua tese de mestrado, Ana Clara consultou 248 ex-alunos de graduação e pós-graduação da FEA-USP reunidos em encontro promovido pela universidade, em 2007, a maioria altamente qualificada, com vivência no exterior e metade ocupando cargo de comando em organizações. Ela constatou que 60,3% - numa proporção semelhante de homens e mulheres- já tinham feito algum tipo de &#8220;opt out&#8221; em suas carreiras. Cerca de 33% se afastaram de cargos para se qualificar ou cuidar da família, por exemplo; 30,3% adotaram caminhos alternativos de carreira que implicaram na redução de jornada e de responsabilidades; e 19% saíram para empreender. &#8220;É uma decisão difícil, já que implica, muitas vezes, em perda salarial e alguma discriminação&#8221;, reconhece Ana Clara, ela mesma egressa do mundo corporativo para o mercado de consultoria em recursos humanos.</p>
<p>Esse movimento, de acordo com Ana Clara é, em parte, a contrapartida do novo formato de organização assumido pelas empresas na última década, que substituiu a evolução ascendente de profissionais na estrutura hierárquica, por trajetórias baseada na competência e na habilidade dos indivíduos. Rompidas as amarras com a organização, os indivíduos podem transitar livremente entre várias empresas, empreendendo um projeto de carreira sem fronteiras. Nesse novo contexto, afastamentos definitivos ou temporários do mercado- para, a qualquer tempo, realizar um curso de mestrado ou MBA, por exemplo - podem se vistos como parte de um projeto profissional.</p>
<p>Mas o &#8220;opt out&#8221; também pode expressar o protesto &#8220;de corações e mentes&#8221; contra as pressões e a baixa satisfação no ambiente de trabalho, ela sublinha. &#8220;Três parâmetros norteiam as decisões de carreira: autenticidade, balanço e desafio. Em certos momentos, um deles fica em evidência&#8221;, explica a autora do estudo. O parâmetro autenticidade está ligado à questão da identidade e ao auto-conceito e induz o indivíduo a questionar-se sobre a escolha certa. O balanço, diz respeito à busca pelo delicado equilíbrio entre as atividades pessoais, profissionais e familiares. E o desafio está relacionado às necessidades de aprendizado, novas experiências e investimento na competência.</p>
<p>&#8220;A cada momento da vida profissional, um desses parâmetros ganha força para modelar um movimento de carreira&#8221;, afirma Ana Clara. Se o dinheiro está curto, as questões profissionais ganham prioridade; se a demanda é familiar, os ajustes podem contemplar um melhor atendimento aos filhos e marido. Mas, quando esses dois parâmetros estão &#8220;inativos&#8221;, há espaço para questões existenciais do tipo: &#8220;Estou fazendo o que queria da minha vida?&#8221;</p>
<p>Essa foi a pergunta que colocou Eliana fora da Unilever. &#8220;A dinâmica do mundo corporativo é um seqüestro da vida, sobretudo para as mulheres. As empresas já se dão conta disso quando oferecem creches, períodos sabáticos ou quando permitem, por exemplo, que ela saia mais cedo para jantar com o filho. Mas aí ela vai trabalhar em casa, até meia noite, para dar conta de concluir sua tarefa profissional, sem dar atenção ao marido. Hoje, fora da empresa, levo uma vida mais feminina.&#8221; </p>
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