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	<title>Grupo de Ação pelo Desenvolvimento</title>
	
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		<title>Campanha divulgará ações voluntárias durante a Conferência Rio+20</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 01:03:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Iniciativa, lançada hoje (17) pelo Programa de Voluntários das Nações Unidas, chama a atenção para a importância do voluntariado. O programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) e parceiros lançaram nesta terça-feira (17) a campanha &#8220;Ações Voluntárias Contam&#8221;. A iniciativa buscará mostrar, na Rio+20, a importância da ação voluntária para o desenvolvimento sustentável. Através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciativa, lançada hoje (17) pelo Programa de Voluntários das Nações Unidas, chama a atenção para a importância do voluntariado.</p>
<p>O programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) e parceiros lançaram nesta terça-feira (17) a campanha <strong>&#8220;Ações Voluntárias Contam&#8221;</strong>. A iniciativa buscará mostrar, na Rio+20, a importância da ação voluntária para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Através de um <a href="http://www.volunteeractioncounts.org/pt/" target="_blank">site interativo</a> e de mídias sociais (Twitter e Facebook), a campanha oferece uma oportunidade a voluntários, comunidades e organizações para mostrar o que fazem pelo futuro do nosso planeta e pelas gerações futuras. Os resultados dessas ações voluntárias serão apresentados durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, em junho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A campanha quer tornar a discussão sobre o papel e importância do voluntariado parte central da Conferência Rio+20, defendendo o voluntariado, a participação cidadã e o engajamento da sociedade civil nas deliberações da Conferência, declarações, documentos resultantes e na sua subsequente implementação.</p>
<p>Os debates e consultas realizados durante o 10º Aniversário do Ano Internacional dos Voluntários (AIV+10), comemorado em 2011, e os resultados do primeiro Relatório sobre o Estado do Voluntariado no Mundo e da Resolução A/Res/66/67 da Assembleia Geral da ONU de 05 de dezembro 2011 destacaram a universalidade do voluntariado como força motriz para uma abordagem para a paz e o desenvolvimento centrada nas pessoas, destacando que o voluntariado, o engajamento de lideranças comunitárias e a ação cívica desempenham um papel essencial na promoção do progresso e do bem-estar social.</p>
<p>&#8220;É fundamental o envolvimento de todos – voluntários, organizações e comunidades – nesta campanha. Só assim o voluntariado, que é tão importante e essencial para o alcance do desenvolvimento sustentável, terá o reconhecimento que merece&#8221;, destaca Ananda Osório, Assistente de Programa do VNU no Brasil.</p>
<p>Os banners da campanha podem ser <a href="http://volunteeractioncounts.org/partners/partner_page.html" target="blank_">baixados aqui</a>. Além do site, as interações podem ser feita através da conta no <a href="https://twitter.com/#%21/ActionCounts" target="blank_">Twitter</a> e pela página da campanha no <a href="http://www.facebook.com/ActionCounts" target="blank_">Facebook</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD e VNU<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Rio+20: ‘Participação da sociedade civil é uma necessidade’, diz ONU</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 03:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
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		<category><![CDATA[rio+20]]></category>

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		<description><![CDATA[Em visita ao Brasil, o Coordenador-Executivo da ONU para a Rio+20 se disse otimista quanto aos resultados da Conferência de junho O Coordenador-Executivo da ONU para a Rio+20, Brice Lalonde, acredita que a sociedade civil e as mídias sociais terão um papel fundamental sobre os resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em visita ao Brasil, o Coordenador-Executivo da ONU para a Rio+20 se disse otimista quanto aos resultados da Conferência de junho</em></p>
<p>O Coordenador-Executivo da ONU para a Rio+20, Brice Lalonde, acredita que a sociedade civil e as mídias sociais terão um papel fundamental sobre os resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece em junho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em entrevista ao site do PNUD Brasil, Lalonde reforçou a importância desta participação social na mobilização e no convencimento dos chefes de Estado para que medidas concretas sejam tomadas ao final do encontro de cúpula que encerra a Conferência. &#8220;Esta é uma das minhas funções principais: garantir a participação da sociedade civil. Empresas, ONGs, coletividades locais, prefeituras e cidadãos em geral, todos precisam pressionar seus governos com propostas inovadoras e coerentes em prol do desenvolvimento sustentável e do futuro do nosso planeta&#8221;, disse.</p>
<p>Antes de ser nomeado para o cargo, em janeiro de 2011, pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, Lalonde ocupava o posto de Embaixador da França para negociações sobre as mudanças climáticas. Ele já foi ministro do Meio Ambiente de seu país durante administração do presidente Jaques Chirac e concorreu, no início da década de 80, à presidência da França com uma plataforma verde.</p>
<p>Em missão ao Brasil na semana que antecedeu o Carnaval, o Coordenador-Executivo da ONU para a Rio+20 disse que veio ao país para verificar o andamento dos preparativos. &#8220;Não podemos nos atrasar. Por isso, eu vim tentar, como a gente diz em francês, apertar os parafusos, verificar quem faz o quê, para poder, em seguida, repercutir isto em Nova York&#8221;.</p>
<p>Confira abaixo a entrevista:</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/AS8cnpjzB2s" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>As expectativas são certamente muito altas para esta Conferência. Em sua opinião, o que poderia ser considerado um sucesso em termos de resultados?</strong></p>
<p>Em primeiro lugar a quantidade de pessoas que deverão vir, os chefes de Estado que deverão estar presentes, e um pacote contendo tanto o engajamento das empresas, das prefeituras, os compromissos, como dizemos, quanto a própria Declaração do Rio; e também que possamos tentar obter, em seguida, um processo através do qual possam se estabelecer diálogos regulares sobre energia, agricultura, cidades, o lado social. Enfim, uma série de encontros para trabalharmos especialmente sobre a ideia de elaboração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que serão combinados com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Então, nós teremos decisões que serão tomadas no Rio – e espero que elas sejam muitas – e também o acerto de encontros até 2015, já que que os Objetivos do Milênio serão revistos em 2015. A ideia agora é a de termos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para as famílias de nações.</p>
<p>Eu espero que haja decisões. Por exemplo, o Brasil – e eu a título pessoal sou totalmente favorável a isso – gostaria que um dos princípios da Agenda 21 de 1992, o da participação e informação de todos os cidadãos, fosse organizado dentro de uma convenção internacional. Seria formidável termos isso. Se pudéssemos ter também uma decisão para o engajamento de um processo de negociação para proteção das algas marinhas em alto mar, isto também seria muito importante. Poderíamos ter também uma decisão sobre a maneira como as empresas organizam seus balanços, como uma convenção internacional sobre os balanços contábeis. Ou seja, há decisões que poderão ser tomadas para já, no Rio.</p>
<p><strong>A sociedade civil e a mídia podem ter um papel muito importante para a Conferência desta vez. Como o senhor acredita que eles poderão influenciar este processo até o encontro de cúpula de junho?</strong></p>
<p>Nós temos absolutamente necessidade da pressão da sociedade civil. As coletividades locais, prefeituras, as cidades, todas terão um papel muito importante. As empresas também. E somente com uma forte pressão e mobilização dos cidadãos e cidadãs do planeta, no momento da conferência, eles conseguirão pressionar os governos. Porque os governos estão numa situação complicada neste momento. Tem a crise econômica, tem as eleições, então é preciso pressionar os governos. Este é o papel da sociedade civil.</p>
<p><strong>É uma oportunidade, então?</strong></p>
<p>Uma necessidade e uma oportunidade. Nós precisamos realmente disso. Em 1992 não havia internet. Hoje nós não só temos internet como temos ferramentas de mobilização muito mais fortes. Espero, de verdade, que a sociedade civil faça pressão e que esteja presente neste debate.</p>
<p><strong>A Conferência corre o risco de ser somente uma Conferência verde?</strong></p>
<p>A dificuldade vem do fato de que, geralmente, quando falamos de uma Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável, geralmente, em muitos países, este assunto fica a cargo do Ministro do Meio Ambiente. Então precisamos trazer também os ministros de finanças e de economia/políticas sociais.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Conferência Rio+20: oportunidade e vitrine para o trabalho voluntário</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 02:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
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		<category><![CDATA[rio+20]]></category>
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		<description><![CDATA[Para dirigente do programa VNU, evento vai ajudar a mostrar a força da ação voluntária para o alcance do desenvolvimento sustentável A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que movimentará a cidade do Rio de Janeiro entre os dias 13 e 22 de junho, será um momento excepcional para que o trabalho voluntário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para dirigente do programa VNU, evento vai ajudar a mostrar a força da ação voluntária para o alcance do desenvolvimento sustentável</em></p>
<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que movimentará a cidade do Rio de Janeiro entre os dias 13 e 22 de junho, será um momento excepcional para que o trabalho voluntário mostre sua força e importância em eventos de grande porte. Essa é a opinião de <strong>Marco van der Ree</strong>, chefe da Área de Parcerias da Divisão de Parcerias e Comunicação do programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU).</p>
<p>Ampliar o reconhecimento, segundo Ree, é um dos principais desafios que o voluntariado tem pela frente, especialmente no atual contexto, em que as discussões sobre a implantação de um modelo sustentável de desenvolvimento ganham força mundialmente. Para o dirigente, a ação voluntária, se melhor reconhecida, estimulada e fortalecida, pode contribuir fortemente com a construção desse novo paradigma.</p>
<p>Leia a seguir os principais trechos da entrevista que Ree concedeu ao PNUD em recente passagem por Brasília. Fluente em português, conquistado depois de uma longa temporada morando e trabalhando no Brasil, o representante do VNU, que é holandês de origem, explicou como a Rio+20 pode contribuir e se beneficiar da ação voluntária. Ele também fez reflexões sobre os avanços e desafios do voluntariado em âmbito mundial.</p>
<p><strong>2011 foi um ano especial para o voluntariado: a data marcou uma década desde que a ONU estabeleceu o Ano Internacional do Voluntariado (AIV+10). Quais as principais conquistas nesse período?</strong></p>
<p>Bom, é um período bastante grande, mas eu acho que tivemos vários avanços nesses dez anos, tivemos um pouco mais de informação sobre como medir o que é o voluntariado, tivemos um pouco mais reconhecimento em nível global, mas fizemos justamente o AIV+10 porque ainda não tivemos conquistas suficientes e pensamos que o voluntariado ainda não foi suficientemente reconhecido em nível global. Em muitas sociedades, sim, tem mais reconhecimento, tem mais apoio do governo, tem mais apoio de entidades da sociedade civil, mas outros lugares ainda deixam muito a desejar quanto ao reconhecimento do que é o voluntariado e do que significa para a sociedade como um todo.</p>
<p><strong>Entre as atividades realizadas em 2011 em comemoração ao AIV+10, há alguma em especial que o senhor destaque?</strong></p>
<p>Uma coisa que nos deixou muito orgulhosos no VNU no ano passado foi o lançamento do primeiro relatório global sobre o voluntariado (State of the World’s Volunteerism Report), que foi lançado no dia 5 de dezembro, na Assembleia Geral, pela Administradora do PNUD, Helen Clark. O relatório fala sobre todos os aspectos do voluntariado em nível global &#8211; eu acho que não chegamos ao ponto de termos todas as informações necessárias, então tem um trabalho futuro a fazer, ainda mais pesquisas sobre o que significa o voluntariado &#8211; mas o relatório mostra o valor para a inclusão social, o valor do voluntariado para as pessoas, as comunidades, a coesão social, mostra como medir um pouco melhor o voluntariado dentro de estatísticas de certos países. Tivemos um trabalho com a John Hopkins University e a OIT nos últimos anos que mostra um pouco mais disso, e mostra o valor, mesmo, do voluntariado, um valor ético das pessoas, mostra que o voluntariado é uma coisa profundamente humana das pessoas, querendo ajudar o outro dentro da sua comunidade ou talvez muito além.</p>
<p><strong>Que desafios ainda precisam ser enfrentados pelo voluntariado em âmbito global?</strong></p>
<p>Eu acho que o que falta ainda é o reconhecimento, o que o voluntariado significa para a sociedade e o que significa dentro de um contexto de desenvolvimento sustentável. Podemos trabalhar mais com base na vontade humana das pessoas, ou seja, o voluntariado dentro de comunidades. Um exemplo muito interessante sobre isso foi um projeto na Índia que se chama Teach India. Foi um projeto de alfabetização de pessoas &#8211; adultos e crianças &#8211; de bairros pobres, populações pobres, e foi então gente de classe média, muitas vezes, com trabalho bom, com escolaridade universitária, que foi trabalhar nas escolas na periferia das cidades. Assim juntam-se as duas classes dessa sociedade indo trabalhar em conjunto, um ajudando ao outro. Assim é possível fortalecer a coesão social de uma comunidade.</p>
<p><strong>Quando se fala em desastres naturais, há a impressão de que sempre é preciso ajudar de alguma forma, seja fazendo doações, seja estando no local. Como o voluntariado se encaixa nesse contexto?</strong></p>
<p>O que a gente vê é que quando tem desastres, sempre tem pessoas que querem ajudar e é importante apoiar, coordenar e organizar esse apoio. Então é importante canalizar a vontade humana das pessoas que querem ajudar e coordenar e organizar. Por isso, necessitamos de mais coordenação quando há desastres. O que deu para ver agora no Japão, no ano passado, depois do terremoto e do tsunami, dentro de um período de oito meses, eu acho que o dado foi que 800 mil voluntários foram ajudar a população nessa região no norte do Japão. Visitamos a região junto com a Coordenadora Executiva do VNU em novembro e realmente o lugar foi totalmente devastado. Mas deu para ver ao mesmo tempo a capacidade humana de querer ajudar. Eu vi um trabalho muito bonito lá em que os voluntários foram dentro do desastre procurar itens pessoais, inclusive fotos das pessoas, e foram limpando cada foto, registrando cada foto numa base de dados para que os sobreviventes pudessem encontrar suas fotos antigas. Então esse foi um trabalho muito grande, porque eles tinham necessidade, eram mais de 100 mil itens, então imagine o que é cadastrar todos os itens e depois ajudar as pessoas a reencontrar suas coisas é um trabalho muito grande e não tem recursos, muitas vezes.</p>
<p><strong>O que pesa mais no processo de escolha de um voluntário pelo programa VNU: a qualificação profissional ou a motivação?</strong></p>
<p>Ambas são importantes para o programa VNU. Nós temos quase oito mil voluntários por ano em 130 países, dos quais uns 2,5 mil são voluntários nacionais e o resto são voluntários internacionais. Para nós, o mais importante é que essas pessoas vão para o lugar onde eles vão fazer o seu trabalho voluntário, que é um trabalho voluntário de longo prazo – seis meses, um ano, dois anos, às vezes um pouco mais – que tenham a capacidade profissional para fazer o que eles têm a fazer. Não é um posto de treinamento, não é um estágio, por exemplo, realmente esses voluntários têm que ser profissionais. Ao mesmo tempo, sem a motivação do voluntário, eu acho que não vão poder fazer o trabalho. Se vão trabalhar numa missão de paz no leste do Congo, em situações muito complicadas, as pessoas têm que ter a motivação para fazer isso, não é suficiente somente ter a qualificação profissional, porque talvez não possam aguentar, mas se eles têm a motivação eles vão querer fazer.</p>
<p><strong>Que papel o voluntariado terá na Rio+20 e nos próximos grandes eventos que ocorrerão no Brasil?</strong></p>
<p>Essa é uma pergunta muito interessante e tem dois aspectos fundamentais. Um, que já falamos um pouco, é sobre a necessidade de reconhecimento, o que é o voluntariado dentro do contexto de desenvolvimento sustentável, a questão da Rio+20, e como isso poderia fazer parte das discussões dos estados membros das Nações Unidas. Uma das atividades do ano passado no contexto do AIV+10 foi a conferência do Departamento de Informações das Nações Unidas, que tem anualmente uma conferência para ONGs. Chamava-se Sociedades Sustentáveis, Cidadãos Responsáveis. Então aí tentamos ter uma discussão sobre o que significa a sociedade civil dentro do contexto de desenvolvimento sustentável, o que significa engajamento cívico dentro do contexto de desenvolvimento sustentável e o que significa voluntariado dentro do contexto de desenvolvimento sustentável. E saiu uma declaração muito grande, com muitas recomendações para a Rio+20. Então esperamos que a própria conferência vai levar em conta este documento como uma das sugestões para a Conferência e esperamos que essa questão seja muito mais discutida e faça parte do documento resultado da Rio+20, e que no futuro possamos trabalhar muito mais sobre o voluntariado e desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A outra parte é a de que, como para qualquer evento grande, é preciso muitos voluntários. E muitas vezes isso não é visível ou não é reconhecido. Você tem as Olimpíadas, você tem conferências grandes e tem sempre muitos voluntários atrás ajudando, então o governo brasileiro também está trabalhando neste momento já num programa de mobilização de voluntários para a Rio+20 e isso teria componentes de discussão sobre desenvolvimento sustentável na cidade do Rio com populações carentes, nas favelas, com toda a população do Rio, e tentar ter pessoas das comunidades do Rio de Janeiro trabalhando como voluntários dentro da Conferência.</p>
<p><strong>Há uma estimativa de quantos voluntários deverão atuar na Rio+20?</strong></p>
<p>É complicado dizer agora o número de voluntários para a Rio+20, acho que o governo está pensando em três mil voluntários. Para as Olimpíadas em Pequim, que o VNU também, junto com o PNUD, trabalhou apoiando o comitê organizador, eu acho que houve mais de 100 mil voluntários. Então você pode ver que a nossa sociedade não funcionaria sem voluntários e esses eventos também precisam de um grande número deles.</p>
<p>Assista ao vídeo com a entrevista completa.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Lo0qh4t1Pak" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Compromisso empresarial pela sustentabilidade será reforçado na Rio+20</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 13:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Fórum reunirá líderes e representantes do setor para mostrar práticas inovadoras e ampliar colaboração ao desenvolvimento sustentável A exposição de práticas inovadoras e o aumento da colaboração em ações de sustentabilidade são algumas das contribuições que o setor empresarial levarà à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Organizações que integram a Rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fórum reunirá líderes e representantes do setor para mostrar práticas inovadoras e ampliar colaboração ao desenvolvimento sustentável</p>
<p>A exposição de práticas inovadoras e o aumento da colaboração em ações de sustentabilidade são algumas das contribuições que o setor empresarial levarà à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Organizações que integram a Rede Brasileira do Pacto Global, autoridades locais, representantes de governos, da sociedade civil e das Nações Unidas estarão reunidos entre os dias 15 e 18 de junho no Fórum sobre Sustentabilidade Corporativa para a Rio+20: Inovação e Colaboração para o Futuro que Queremos (do inglês, Rio+20 Corporate Sustainability Forum: Innovation &amp; Collaboration for the Future We Want).</p>
<p>A atividade faz parte dos eventos preparatórios à Rio+20, que acontecem a partir do dia 13 de junho na capital fluminense. As oficinas e sessões de trabalho foram elaboradas de acordo com a agenda temática da Conferência e a expectativa é que o Fórum reúna cerca de dois mil participantes.</p>
<p>Para Maria Celina Berardinelli Arraes, Coordenadora da Unidade de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Capacidades do PNUD, a sustentabilidade corporativa &#8211; baseada no respeito ao meio ambiente, aos aspectos sociais e à boa governança &#8211; pode ser considerada como a mais importante contribuição do setor privado ao desenvolvimento sustentável. “O Fórum ajudará a consolidar e concretizar esse conceito, principalmente pelos casos empresariais que serão apresentados. Será, portanto, uma oportunidade para conscientizar as empresas sobre a importância dos aspectos sociais na gestão estratégica corporativa”, avalia Maria Celina.</p>
<p>Em Nova York, durante a Cúpula da KPMG: Perspectiva Empresarial para o Crescimento Sustentável (KPMG Summit: Business Perspective for Sustainable Growth), o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, convidou os líderes presentes a participarem do Fórum de Sustentabilidade Corporativa. Em seu discurso, Ban encorajou mais empresas a abraçar os princípios da sustentabilidade em suas estratégias. Com a maioria dos ecossistemas do mundo em deterioração, ampliando a desigualdade social e as mudanças climáticas, a prosperidade global, a produtividade e a estabilidade estão em risco, observou o Secretário-Geral em seu discurso.</p>
<p>“A sustentabilidade corporativa precisa ser incorporada ao DNA da cultura dos negócios e investimentos”, disse Ban, destacando que a sustentabilidade empresarial atualmente não é devidamente valorizada e muitas inovações e soluções comprovadas &#8211; de eficiência energética a redução de emissões &#8211; não recebem o incentivo adequado.</p>
<p>“Na verdade, as estruturas de incentivo ainda tendem a encorajar comportamentos insustentáveis. Como resultado, muitas empresas limitam seus esforços de sustentabilidade a programas-piloto que nunca decolam. Ainda pior, a sustentabilidade torna-se mais uma questão de relações públicas do que um modo operacional das empresas“, acrescentou.</p>
<p>O Secretário-Geral elogiou as quase 7.000 empresas em 140 países que aderiram ao Pacto Global das Nações Unidas, iniciativa que procura promover práticas empresariais responsáveis. A Rede Brasileira do Pacto Global tem se destacado mundialmente pelo significativo crescimento tanto no número de empresas quanto de representantes da sociedade civil engajados na iniciativa. Atualmente, 436 organizações fazem parte da Rede Brasileira.</p>
<p>Salientando o compromisso da ONU com o apoio às empresas para que realizem negócios de forma sustentável, Ban Ki-moon citou os Princípios para Investimento Responsáveis, iniciativa das Nações Unidas abraçada por mais de 900 investidores institucionais que representam pelo menos US$ 30 trilhões em ativos, e os Princípios para Educação Empresarial Responsável, através do qual mais de 400 escolas de negócios e instituições relacionadas incluíram a sustentabilidade em seus currículos e temas de pesquisas.</p>
<p>Ban Ki-moon também destacou a campanha Energia Sustentável para Todos, iniciativa que está mobilizando o setor privado para uma economia de energia mais acessível, eficiente e limpa.</p>
<p><strong>Saiba Mais</strong><br />
<em>Evento:</em> Fórum sobre Sustentabilidade Corporativa para a Rio+20: Inovação e Colaboração para o Futuro que Queremos<br />
<em>Data:</em> 13 a 18 de junho<br />
<em>Local:</em> Windsor Barra Hotel, Rio de Janeiro<br />
<em>Inscrições e mais informações:</em> Acesse o site do <a href="http://unglobalcompact.cvent.com/events/rio-20-corporate-sustainability-forum/event-summary-251b87a2deaa4e56a3e00ca1d66e5bfd.aspx" target="_blank">evento</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Inscrições abertas para o Prêmio Mundial de Negócios e Desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[odm]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa reconhece contribuições de empresas para o desenvolvimento sustentável e o alcance dos ODM O World Business and Development Awards (Prêmio Mundial de Negócios e Desenvolvimento) abriu inscrições para um concurso global de iniciativas do setor privado que estejam alinhadas à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. As empresas brasileiras terão uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa reconhece contribuições de empresas para o desenvolvimento sustentável e o alcance dos ODM</em></p>
<p>O World Business and Development Awards (Prêmio Mundial de Negócios e Desenvolvimento) abriu inscrições para um concurso global de iniciativas do setor privado que estejam alinhadas à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. As empresas brasileiras terão uma categoria especial nesta edição do concurso, como forma de homenagem ao Brasil, país sede da Rio+20.</p>
<p>Empresas pequenas, médias e grandes, de qualquer parte do mundo, que se empenham na melhoria das condições sociais, econômicas e ambientais podem se candidatar pela internet até o dia 13 de abril de 2012, baixando o formulário (em inglês) <a href="http://worldbusinessawards.net" target="_blank">aqui</a>. A cerimônia de premiação será no dia 19 de junho, quando governos se reunirão no Rio de Janeiro para a Conferência Rio+20, fechando o Dia da Ação Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>O prêmio é organizado a cada dois anos pela Câmara Internacional do Comércio (ICC, na sigla em inglês), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Fórum Internacional de Líderes Empresariais (IBLF, na sigla em inglês). O objetivo é mostrar como as empresas podem envolver as comunidades para ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – oito metas acordadas internacionalmente para reduzir a pobreza e a degradação ambiental e melhorar as condições de saúde e igualdade de gênero até 2015.</p>
<p>“Quando as empresas dedicam suas atividades a ajudar a superar os desafios do desenvolvimento e medem seus resultados não só pelo lucro, mas tambem por resultados sociais, não há limite para o que pode ser alcançado”, disse Clare Melford, Diretora do Fórum Internacional de Líderes Empresariais. “Esperamos que o prêmio mais uma vez estimule empresas de qualquer porte e em todas as regiões a apresentar os seus melhores exemplos e assim ajudar a acelerar o progresso para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.”</p>
<p>As premiações de 2012 serão exclusivamente para empresas que demonstram modelos empresariais que ajudam a combater a pobreza, com soluções sustentáveis que ampliem o acesso a bens, serviços e oportunidades de subsistência para comunidades de baixa renda, gerando ao mesmo tempo vendas e aumento dos lucros.</p>
<p>Antes da cerimônia de premiação no Rio de Janeiro haverá um workshop sobre negócios inclusivos. O World Business Development Awards oferece também uma plataforma para que empresas e empreendedores compartilhem experiências e promovam melhores práticas após a Conferência Rio+20, incentivando outras empresas e governos para que se inspirem e implementem as iniciativas.</p>
<p>Uma comissão internacional &#8211; constituída por representantes das instituições que organizam o prêmio, bem como organizações não governamentais, universidades, empresas e instituições internacionais &#8211; vai julgar os vencedores deste ano.</p>
<p>Na edição anterior, em 2010, entre associações empresariais, ONGs e empresas privadas de mais de 42 países, um número recorde de 172 iniciativas se inscreveram. As 10 empresas vencedoras mostraram iniciativas variadas: de moradias para a população de baixa renda no México, assistência a agricultores em Serra Leoa à oferta de serviços de saúde materna na Índia.</p>
<p>“Os vencedores anteriores já provaram que empresas podem ser essenciais para gerar crescimento e desenvolvimento sustentável,” disse Helen Clark, Administradora do PNUD. “Elas podem ser uma fonte de inovação e soluções sustentáveis que ajudam a melhorar as vidas das pessoas.”</p>
<p>“O prêmio destaca o papel fundamental do setor privado para estimular o crescimento econômico sustentável e o desenvolvimento; algo fundamental num momento em que o ambiente econômico atual ameaça o progresso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio,” disse o Secretário-Geral da Câmara Internacional do Comércio, Jean-Guy.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Ação voluntária amplia cidadania</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 02:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[relatorio]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento feito pelo programa VNU e pela Civicus destaca diversidade dos caminhos e fatores que levam ao voluntariado e considera a ação fundamental ao pleno exercício cívico “Eu sou voluntário porque eu quero um mundo melhor, e sei que só podemos alcançá-lo juntos.” A frase de Flávio Lopes Ribeiro, dita durante Assembleia Geral da ONU [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento feito pelo programa VNU e pela Civicus destaca diversidade dos caminhos e fatores que levam ao voluntariado e considera a ação fundamental ao pleno exercício cívico</em></p>
<p>“Eu sou voluntário porque eu quero um mundo melhor, e sei que só podemos alcançá-lo juntos.” A frase de Flávio Lopes Ribeiro, dita durante Assembleia Geral da ONU no dia 5 de dezembro de 2011, resume a motivação do psicólogo que trabalha atualmente como voluntário em um projeto de cooperação do governo brasileiro e do programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) em El Salvador.</p>
<p>“Estou trabalhando para aliviar o sofrimento humano, em contato próximo com pessoas que estão privadas de comida e são vítimas de preconceito, violência e pobreza. Isto é o que os voluntários fazem: doamos nossa energia e habilidades pessoais como um pequeno presente para o mundo, e o que nós recebemos de volta está além das palavras”, disse.</p>
<p>O que leva Flávio a praticar o voluntariado (vocação, esperança, solidariedade), a forma como ele desenvolve esse trabalho, através de um programa da ONU, e os caminhos que o levaram a praticá-lo formam apenas um dos muitos conjuntos de razões que norteiam a ação voluntária. É o que constata um estudo recente chamado <a href="http://www.gade.org.br/download/13">Broadening Civic Space through Voluntary Action</a> (Ampliando o Espaço Cívico através da Ação Voluntária), realizado em conjunto pelo programa VNU e pela Civicus: Aliança Mundial para a Participação Cidadã.</p>
<p>O relatório aponta que 2011, ano em que foi comemorado o décimo aniversário do Ano Internacional dos Voluntários (AIV+10), viu um aumento do voluntariado em suas diferentes formas em muitos países ao redor do mundo. A publicação destaca exemplos recentes de como o voluntariado socialmente orientado foi conectado ao ativismo direcionado para a mudança, caso das mobilizações populares deflagradas pela crise internacional, como a Primavera Árabe, o movimento Occupy Wall Street (Ocupe Wall Street) e os diversos protestos no Chile, Grécia, Espanha e Malawi, entre outros.</p>
<p>A publicação também explora como a ação voluntária informal, realizada fora de organizações, pode: levar a uma maior participação dos cidadãos no processo de governança; servir como recurso para ajudar as organizações da sociedade civil a explorar as oportunidades para o engajamento; e sugerir como ambos – ação cidadã voluntária informal e ativismo social dentro das organizações da sociedade civil – podem ser fortalecidos.</p>
<p>O material conclui que os legisladores, doadores, líderes de ONGs e outros envolvidos com a sociedade civil devem ver o voluntariado como uma parte valiosa de um espectro de participação e ativismo social. Isso encoraja um entendimento de que as pessoas se voluntariam por diversas razões, através de uma série de caminhos e a serviço de uma grande variedade de objetivos.</p>
<p>Afirma, ainda, que os principais interessados precisam ter uma compreensão ampla do que constitui a ação voluntária. Este entendimento deve incluir uma gama de possibilidades, que vai desde funções formais de voluntariado em diferentes organizações, serviços menos formais de voluntariado para a comunidade, voluntariado online e até momentos individuais de ativismo.</p>
<p>No Brasil, segundo a análise de Flávio, o voluntariado ainda é pouco difundido. “As pessoas precisam entender qual é a questão central que envolve este tipo de trabalho: o empoderamento social. “Precisamos fortalecer o desenvolvimento social do Brasil, e isso se faz trabalhando em conjunto pelo bem da comunidade. Melhorando a vida alheia estaremos contribuindo para melhorar também a nossa vida.”</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Feliz 2012!</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 04:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A chegada de um novo ano sempre traz: novas atitudes, novas esperanças e novos voluntários. Um Feliz 2012, com muita saúde, paz e felicidade! São os votos do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento (GADE).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada de um novo ano sempre traz: novas atitudes, novas esperanças e novos voluntários.</p>
<p><strong>Um Feliz 2012, com muita saúde, paz e felicidade!</strong></p>
<p>São os votos do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento (GADE).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-849" title="cartao de ano novo gade" src="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/cartao-de-ano-novo-gade.jpg" alt="" width="400" height="600" /></p>
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		<title>GADE realiza ação de Natal na Associação Santa Luiza de Marilac</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 03:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[ação de natal]]></category>

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		<description><![CDATA[No último Domingo, dia 18 de Dezembro, o GADE juntamente de seus voluntários e parceiros realizou uma manhã de atividades na associação, que há quase oito décadas visa à assistência de pessoas idosas, em especial senhoras. A Associação Santa Luiza de Marilac foi inaugurada em Belém no dia 15 de março de 1935, no bairro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último Domingo, dia 18 de Dezembro, o GADE juntamente de seus voluntários e parceiros realizou uma manhã de atividades na associação, que há quase oito décadas visa à assistência de pessoas idosas, em especial senhoras. A Associação Santa Luiza de Marilac foi inaugurada em Belém no dia 15 de março de 1935, no bairro do Umarizal, como um ramo da Associação das Damas de Caridade, fundada por São Vicente de Paulo, com objetivo de ajudar pobres e doentes. Com o passar dos anos, esse espaço tornou-se um local de convivência da terceira idade, onde essas senhoras buscam não somente doações, mas principalmente acolhimento, atenção e amor.</p>
<p>A associação resistiu ao tempo nunca deixando de cumprir seu objetivo de atender idosos necessitados e desamparados, graças à ajuda de inúmeros voluntários e a constante e renovável vontade de servir e ajudar. Com tal propósito, a Associação foi escolhida pelo GADE no intuito de somar ao trabalho já realizado na instituição através de uma grande ação de Natal.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557257335"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7003/6557257335_b0b5899405.jpg" /></a></div>
					
<p>A ação teve quatro momentos. Logo cedo, a própria associação promoveu uma Missa para as senhoras presentes. Depois da missa, O GADE organizou e serviu um bom café da manhã com café, sucos, pães, tapiocas, cuscuz, bolos e biscoitos.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557259579"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7002/6557259579_ffc5241ba9.jpg" /></a></div>
					
<p>Ao final do café da manhã, a ação continuou com a ajuda da “<a href="http://blogdatrupe.wordpress.com" target="_blank">Trupe da Pró-cura</a>”, que é um projeto da parceria entre o Diretório Acadêmico de Medicina (DAM-UFPA) e a IFMSA-Brasil que busca explorar a arte no contexto da saúde e de membros da <a href="http://ciamoderno.wordpress.com" target="_blank">Companhia de Dança do Colégio Moderno</a>. Esse foi o momento de maior interação entre os voluntários da ação, os palhaços da trupe e as senhoras.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557261955"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7159/6557261955_2e87f8c98c.jpg" /></a></div>
					
<p>Ao final da ação, realizaram-se inúmeros sorteios de brindes diversos doados por parceiros do GADE e da Associação. Posterior aos sorteios, o GADE realizou a entrega de cestas básicas arrecadadas pelo grupo para cerca de 60 senhoras. Foi o momento de encerramento da ação e também o momento mais gratificante, onde várias delas agradeceram não somente pelos brindes e pelas cestas, mas principalmente pela manhã de atividades e de acolhimento.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557262913"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7003/6557262913_47093bd3d7.jpg" /></a></div>
					
<p>Para ler o relatório completo da ação <a href="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/Relatório-Ação-de-Natal-2011.pdf">clique aqui</a>, já para conferir todas as fotos dela visite o nosso Flickr! <a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/gade8/</a></p>
<p><strong>O GADE agradece pelo apoio, suporte e colaboração de todos seus voluntários e parceiros, renovando votos de que em 2012 possamos realizar ainda mais ações juntos!</strong></p>
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		<title>Mais de 140 milhões de pessoas são voluntárias, diz ONU</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 21:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo analista do estudo, o Voluntaristão, o país do voluntariado, seria o nono mais populoso do mundo São Paulo &#8211; O trabalho voluntário movimenta cerca de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa consta de um estudo da Universidade John Hopkins, de Baltimore (EUA), citado no Relatório sobre o Estado do Voluntariado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo analista do estudo, o Voluntaristão, o país do voluntariado, seria o nono mais populoso do mundo</p>
<div id="attachment_840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_doacoes-enchentes-rio.jpg"><img class="size-full wp-image-840" title="size_590_doacoes-enchentes-rio" src="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_doacoes-enchentes-rio.jpg" alt="" width="590" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Voluntários na região serrana do Rio: o Brasil é citado no relatório por sua experiência com mutirões</p></div>
<p>São Paulo &#8211; O trabalho voluntário movimenta cerca de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa consta de um estudo da Universidade John Hopkins, de Baltimore (EUA), citado no Relatório sobre o Estado do Voluntariado no Mundo, divulgado hoje (5) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o programa Voluntários das Nações Unidas (VNU). O lançamento do relatório, o primeiro sobre o voluntariado no mundo, marca as comemorações do décimo aniversário do Ano Internacional dos Voluntários.</p>
<p>Em mais de 120 páginas, o relatório não cita números consolidados, mas elenca várias experiências e estudos internacionais, concluindo que o voluntariado é “universal e considerável”, presente em todos os países.</p>
<p>“Se juntarmos todas essas pessoas para criar o Voluntaristão, o país do voluntariado, esse seria o nono país mais populoso do mundo, atrás da Rússia, por exemplo. Essa estatística mostra o peso que o voluntariado tem no mundo”, disse Daniel de Castro, analista de comunicação do Pnud.</p>
<p>O estudo, que analisa a situação em 36 países, também estima que a contribuição econômica desses voluntários é US$ 400 bilhões por ano, o que representa, em média, 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nesses países. Nas nações em desenvolvimento, o trabalho voluntário representa 0,7% do PIB. Nos países desenvolvidos, o trabalho dos voluntários representa 2,7% do PIB.</p>
<p>Segundo Anika Gärtner, coordenadora nacional do VNU, voluntário é aquela “pessoa que ajuda, com conhecimento específico, sem esperar nada em troca”. E que depois, segundo ela, percebe que também sai ganhando nesse processo. “É uma troca, uma ajuda. Você doa seu tempo e conhecimento e recebe muito em troca”, disse Anika.</p>
<p>Outro dado citado no relatório mostra que a taxa de pobreza na América Latina seria 10% mais alta sem o trabalho voluntário conduzido pelas mulheres, segundo projeção feita pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>O relatório também mostra, sem citar números específicos, que o voluntariado não ocorre somente por meio de organizações não governamentais, não é exclusivo de países desenvolvidos e não é uma tarefa apenas para mulheres.</p>
<p>“O relatório destaca novas formas de voluntariado, como o online, em que as pessoas não precisam estar presentes no local para contribuir. O relatório também fala da importância do voluntariado para o alcance dos Objetivos do Milênio, para a sustentabilidade de projetos e para o bem-estar das pessoas, além de apresentar a questão em situações de crise e de ajuda humanitária”, explicou Anika.</p>
<p>Para demonstrar que o voluntariado é universal e está presente em todos os países, o relatório cita várias experiências, como o a do grupo de chilenos que, em 1997, iniciou a construção de 350 moradias populares para famílias que vivem nas favelas e depois expandiu essa experiência para 19 países da América Latina, mobilizando, por ano, 50 mil jovens voluntários de 17 a 28 anos. Outra experiência citada pelo relatório é a ação mundial contra a poliomielite que, desde 1998, já mobilizou 20 milhões de voluntários em todo o mundo.</p>
<p>O voluntariado, segundo o documento, tem impacto importante na prevenção de conflitos violentos e quando há desastres naturais. Há inclusive países, como a China, que tem cerca de 100 milhões de voluntários treinados e prontos para atuar em desastres de grande escala. “Depois de uma tragédia, há uma sensibilização mais forte nas pessoas que quererem se engajar. E muitas pessoas que acabam ajudando nessa situação de tragédia depois continuam (o trabalho voluntário)”, acrescentou a coordenadora.</p>
<p>A base de dados para o relatório foi coletada durante um ano por meio de pesquisas e entrevistas com políticos, autoridades governamentais, agentes internacionais, estudiosos, voluntários e profissionais do desenvolvimento. Mais de 130 países foram analisados, segundo Anika. O Brasil é citado no relatório por sua experiência com mutirões.</p>
<p>Entre os dias 15 e 17 de dezembro, o Centro de Exposições e Convenções Expo Center Norte, em São Paulo, vai sediar a Conferência Internacional do Voluntariado. Durante o evento será divulgado estudo que analisa o voluntariado no Brasil.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank">Agência Brasil</a><br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://exame.abril.com.br" target="_blank">EXAME</a>.</strong></p>
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		<title>Miséria é o principal problema que Belém precisa resolver, diz diretor de ONG</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[municipalização]]></category>
		<category><![CDATA[odm]]></category>
		<category><![CDATA[sessão]]></category>

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		<description><![CDATA[Belém deu, nesta terça-feira (29), mais um passo para conseguir cumprir com os &#8217;8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)&#8217;, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano 2000. Na sessão especial na Câmara Municipal de Belém, que debateu a municipalização dos ODM, o secretário-geral da Presidência da República, Geraldo Magela, disse que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belém deu, nesta terça-feira (29), mais um passo para conseguir cumprir com os &#8217;8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)&#8217;, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano 2000.</p>
<p>Na sessão especial na Câmara Municipal de Belém, que debateu a municipalização dos ODM, o secretário-geral da Presidência da República, Geraldo Magela, disse que o Brasil tem bons indicadores em relação aos objetivos, mas que é preciso voltar a atenção para os problemas mais regionais. &#8216;O Governo Federal tem trabalhado de forma mais ampla, mas é preciso observar em qual ponto as regiões, os Estados e os municípios são mais fracos e atuar mais efetivamente nessas questões para conseguirmos cumprir com os objetivos&#8217;, disse.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-835" title="ormodm" src="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/11/ormodm.jpg" alt="" width="570" height="428" /></p>
<p>De acordo com o diretor do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento, Willian Rocha, ONG ligada à ONU em Belém, a ideia do debate é trazer a agenda global de discussões sobre os ODM e adaptá-las às especificidades da região. &#8216;Só trabalhando essas especificidades de cada região é que vamos de fato conseguir alcançar todas as metas&#8217;, afirmou. &#8216;Além disso, queremos que a partir de agora, a sociedade paraense e o governo se envolvam mais nas causas sociais para atingirmos os 8 Objetivos&#8217;, complementou.</p>
<p>Ainda segundo o diretor do grupo, a capital paraense tem bons indicadores em alguns dos objetivos, mas ainda não são suficientes. &#8216;Em educação, saúde das gestantes, diminuição da mortalidade infantil e no engajamento das pessoas em prol do desenvolvimento, Belém tem conseguido manter uma boa média, mas no que se refere às ações para combater a fome e a miséria, Belém tem deixado a desejar&#8217;, afirmou.</p>
<p>Atingir os pontos mais frágeis de cada município é essencial para atingir todas as metas, acredita a coordenadora da ONG Noolhar. &#8216;Os gestores têm ferramentas para saber como estão os indicadores de cada município e, assim, saberem onde devem focar suas políticas públicas, o que seria até uma maneira de economizar recursos em projetos que não são tão necessários&#8217;, opina.</p>
<p>&#8216;Mas não são apenas os gestores que devem se preocupar em cumprir os ODM. É necessário um engajamento maior dos cidadãos. Se uma pessoa mudar de atitude já vai fazer uma grande diferença e elas podem fazer isso, por exemplo, pesquisando na própria comunidade em que vivem quais os principais problemas, se é com saneamento básico, saúde, etc.&#8217;, disse a coordenadora.</p>
<p><strong>Objetivos do Milênio</strong> &#8211; Após verificar quais os principais problemas do mundo, a ONU percebeu que era preciso, prioritariamente, acabar com a fome e a miséria, garantir educação básica de qualidade para todos, promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde das gestantes, combater a Aids e outras doenças, dar qualidade de vida e respeito ao meio ambiente e que todos pudessem trabalhar pelo desenvolvimento.</p>
<p><strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.orm.com.br" target="_blank">Portal ORM</a>.</strong></p>
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