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	<title>Grupo de Ação pelo Desenvolvimento</title>
	
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		<title>Inscrições abertas para o Prêmio Mundial de Negócios e Desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Iniciativa reconhece contribuições de empresas para o desenvolvimento sustentável e o alcance dos ODM O World Business and Development Awards (Prêmio Mundial de Negócios e Desenvolvimento) abriu inscrições para um concurso global de iniciativas do setor privado que estejam alinhadas à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. As empresas brasileiras terão uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa reconhece contribuições de empresas para o desenvolvimento sustentável e o alcance dos ODM</em></p>
<p>O World Business and Development Awards (Prêmio Mundial de Negócios e Desenvolvimento) abriu inscrições para um concurso global de iniciativas do setor privado que estejam alinhadas à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. As empresas brasileiras terão uma categoria especial nesta edição do concurso, como forma de homenagem ao Brasil, país sede da Rio+20.</p>
<p>Empresas pequenas, médias e grandes, de qualquer parte do mundo, que se empenham na melhoria das condições sociais, econômicas e ambientais podem se candidatar pela internet até o dia 13 de abril de 2012, baixando o formulário (em inglês) <a href="http://worldbusinessawards.net" target="_blank">aqui</a>. A cerimônia de premiação será no dia 19 de junho, quando governos se reunirão no Rio de Janeiro para a Conferência Rio+20, fechando o Dia da Ação Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>O prêmio é organizado a cada dois anos pela Câmara Internacional do Comércio (ICC, na sigla em inglês), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Fórum Internacional de Líderes Empresariais (IBLF, na sigla em inglês). O objetivo é mostrar como as empresas podem envolver as comunidades para ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – oito metas acordadas internacionalmente para reduzir a pobreza e a degradação ambiental e melhorar as condições de saúde e igualdade de gênero até 2015.</p>
<p>“Quando as empresas dedicam suas atividades a ajudar a superar os desafios do desenvolvimento e medem seus resultados não só pelo lucro, mas tambem por resultados sociais, não há limite para o que pode ser alcançado”, disse Clare Melford, Diretora do Fórum Internacional de Líderes Empresariais. “Esperamos que o prêmio mais uma vez estimule empresas de qualquer porte e em todas as regiões a apresentar os seus melhores exemplos e assim ajudar a acelerar o progresso para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.”</p>
<p>As premiações de 2012 serão exclusivamente para empresas que demonstram modelos empresariais que ajudam a combater a pobreza, com soluções sustentáveis que ampliem o acesso a bens, serviços e oportunidades de subsistência para comunidades de baixa renda, gerando ao mesmo tempo vendas e aumento dos lucros.</p>
<p>Antes da cerimônia de premiação no Rio de Janeiro haverá um workshop sobre negócios inclusivos. O World Business Development Awards oferece também uma plataforma para que empresas e empreendedores compartilhem experiências e promovam melhores práticas após a Conferência Rio+20, incentivando outras empresas e governos para que se inspirem e implementem as iniciativas.</p>
<p>Uma comissão internacional &#8211; constituída por representantes das instituições que organizam o prêmio, bem como organizações não governamentais, universidades, empresas e instituições internacionais &#8211; vai julgar os vencedores deste ano.</p>
<p>Na edição anterior, em 2010, entre associações empresariais, ONGs e empresas privadas de mais de 42 países, um número recorde de 172 iniciativas se inscreveram. As 10 empresas vencedoras mostraram iniciativas variadas: de moradias para a população de baixa renda no México, assistência a agricultores em Serra Leoa à oferta de serviços de saúde materna na Índia.</p>
<p>“Os vencedores anteriores já provaram que empresas podem ser essenciais para gerar crescimento e desenvolvimento sustentável,” disse Helen Clark, Administradora do PNUD. “Elas podem ser uma fonte de inovação e soluções sustentáveis que ajudam a melhorar as vidas das pessoas.”</p>
<p>“O prêmio destaca o papel fundamental do setor privado para estimular o crescimento econômico sustentável e o desenvolvimento; algo fundamental num momento em que o ambiente econômico atual ameaça o progresso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio,” disse o Secretário-Geral da Câmara Internacional do Comércio, Jean-Guy.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Ação voluntária amplia cidadania</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 02:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[relatorio]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento feito pelo programa VNU e pela Civicus destaca diversidade dos caminhos e fatores que levam ao voluntariado e considera a ação fundamental ao pleno exercício cívico “Eu sou voluntário porque eu quero um mundo melhor, e sei que só podemos alcançá-lo juntos.” A frase de Flávio Lopes Ribeiro, dita durante Assembleia Geral da ONU [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento feito pelo programa VNU e pela Civicus destaca diversidade dos caminhos e fatores que levam ao voluntariado e considera a ação fundamental ao pleno exercício cívico</em></p>
<p>“Eu sou voluntário porque eu quero um mundo melhor, e sei que só podemos alcançá-lo juntos.” A frase de Flávio Lopes Ribeiro, dita durante Assembleia Geral da ONU no dia 5 de dezembro de 2011, resume a motivação do psicólogo que trabalha atualmente como voluntário em um projeto de cooperação do governo brasileiro e do programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) em El Salvador.</p>
<p>“Estou trabalhando para aliviar o sofrimento humano, em contato próximo com pessoas que estão privadas de comida e são vítimas de preconceito, violência e pobreza. Isto é o que os voluntários fazem: doamos nossa energia e habilidades pessoais como um pequeno presente para o mundo, e o que nós recebemos de volta está além das palavras”, disse.</p>
<p>O que leva Flávio a praticar o voluntariado (vocação, esperança, solidariedade), a forma como ele desenvolve esse trabalho, através de um programa da ONU, e os caminhos que o levaram a praticá-lo formam apenas um dos muitos conjuntos de razões que norteiam a ação voluntária. É o que constata um estudo recente chamado <a href="http://www.gade.org.br/download/13">Broadening Civic Space through Voluntary Action</a> (Ampliando o Espaço Cívico através da Ação Voluntária), realizado em conjunto pelo programa VNU e pela Civicus: Aliança Mundial para a Participação Cidadã.</p>
<p>O relatório aponta que 2011, ano em que foi comemorado o décimo aniversário do Ano Internacional dos Voluntários (AIV+10), viu um aumento do voluntariado em suas diferentes formas em muitos países ao redor do mundo. A publicação destaca exemplos recentes de como o voluntariado socialmente orientado foi conectado ao ativismo direcionado para a mudança, caso das mobilizações populares deflagradas pela crise internacional, como a Primavera Árabe, o movimento Occupy Wall Street (Ocupe Wall Street) e os diversos protestos no Chile, Grécia, Espanha e Malawi, entre outros.</p>
<p>A publicação também explora como a ação voluntária informal, realizada fora de organizações, pode: levar a uma maior participação dos cidadãos no processo de governança; servir como recurso para ajudar as organizações da sociedade civil a explorar as oportunidades para o engajamento; e sugerir como ambos – ação cidadã voluntária informal e ativismo social dentro das organizações da sociedade civil – podem ser fortalecidos.</p>
<p>O material conclui que os legisladores, doadores, líderes de ONGs e outros envolvidos com a sociedade civil devem ver o voluntariado como uma parte valiosa de um espectro de participação e ativismo social. Isso encoraja um entendimento de que as pessoas se voluntariam por diversas razões, através de uma série de caminhos e a serviço de uma grande variedade de objetivos.</p>
<p>Afirma, ainda, que os principais interessados precisam ter uma compreensão ampla do que constitui a ação voluntária. Este entendimento deve incluir uma gama de possibilidades, que vai desde funções formais de voluntariado em diferentes organizações, serviços menos formais de voluntariado para a comunidade, voluntariado online e até momentos individuais de ativismo.</p>
<p>No Brasil, segundo a análise de Flávio, o voluntariado ainda é pouco difundido. “As pessoas precisam entender qual é a questão central que envolve este tipo de trabalho: o empoderamento social. “Precisamos fortalecer o desenvolvimento social do Brasil, e isso se faz trabalhando em conjunto pelo bem da comunidade. Melhorando a vida alheia estaremos contribuindo para melhorar também a nossa vida.”</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Feliz 2012!</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 04:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A chegada de um novo ano sempre traz: novas atitudes, novas esperanças e novos voluntários. Um Feliz 2012, com muita saúde, paz e felicidade! São os votos do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento (GADE).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada de um novo ano sempre traz: novas atitudes, novas esperanças e novos voluntários.</p>
<p><strong>Um Feliz 2012, com muita saúde, paz e felicidade!</strong></p>
<p>São os votos do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento (GADE).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-849" title="cartao de ano novo gade" src="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/cartao-de-ano-novo-gade.jpg" alt="" width="400" height="600" /></p>
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		<title>GADE realiza ação de Natal na Associação Santa Luiza de Marilac</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 03:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[ação de natal]]></category>

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		<description><![CDATA[No último Domingo, dia 18 de Dezembro, o GADE juntamente de seus voluntários e parceiros realizou uma manhã de atividades na associação, que há quase oito décadas visa à assistência de pessoas idosas, em especial senhoras. A Associação Santa Luiza de Marilac foi inaugurada em Belém no dia 15 de março de 1935, no bairro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último Domingo, dia 18 de Dezembro, o GADE juntamente de seus voluntários e parceiros realizou uma manhã de atividades na associação, que há quase oito décadas visa à assistência de pessoas idosas, em especial senhoras. A Associação Santa Luiza de Marilac foi inaugurada em Belém no dia 15 de março de 1935, no bairro do Umarizal, como um ramo da Associação das Damas de Caridade, fundada por São Vicente de Paulo, com objetivo de ajudar pobres e doentes. Com o passar dos anos, esse espaço tornou-se um local de convivência da terceira idade, onde essas senhoras buscam não somente doações, mas principalmente acolhimento, atenção e amor.</p>
<p>A associação resistiu ao tempo nunca deixando de cumprir seu objetivo de atender idosos necessitados e desamparados, graças à ajuda de inúmeros voluntários e a constante e renovável vontade de servir e ajudar. Com tal propósito, a Associação foi escolhida pelo GADE no intuito de somar ao trabalho já realizado na instituição através de uma grande ação de Natal.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557257335"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7003/6557257335_b0b5899405.jpg" /></a></div>
					
<p>A ação teve quatro momentos. Logo cedo, a própria associação promoveu uma Missa para as senhoras presentes. Depois da missa, O GADE organizou e serviu um bom café da manhã com café, sucos, pães, tapiocas, cuscuz, bolos e biscoitos.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557259579"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7002/6557259579_ffc5241ba9.jpg" /></a></div>
					
<p>Ao final do café da manhã, a ação continuou com a ajuda da “<a href="http://blogdatrupe.wordpress.com" target="_blank">Trupe da Pró-cura</a>”, que é um projeto da parceria entre o Diretório Acadêmico de Medicina (DAM-UFPA) e a IFMSA-Brasil que busca explorar a arte no contexto da saúde e de membros da <a href="http://ciamoderno.wordpress.com" target="_blank">Companhia de Dança do Colégio Moderno</a>. Esse foi o momento de maior interação entre os voluntários da ação, os palhaços da trupe e as senhoras.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557261955"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7159/6557261955_2e87f8c98c.jpg" /></a></div>
					
<p>Ao final da ação, realizaram-se inúmeros sorteios de brindes diversos doados por parceiros do GADE e da Associação. Posterior aos sorteios, o GADE realizou a entrega de cestas básicas arrecadadas pelo grupo para cerca de 60 senhoras. Foi o momento de encerramento da ação e também o momento mais gratificante, onde várias delas agradeceram não somente pelos brindes e pelas cestas, mas principalmente pela manhã de atividades e de acolhimento.</p>
						<div class="flickr-gallery image none"><a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/6557262913"><img class="flickr medium" title="Ação de Natal 2011" alt="Ação de Natal 2011" src="http://farm8.static.flickr.com/7003/6557262913_47093bd3d7.jpg" /></a></div>
					
<p>Para conferir todas as fotos da ação, visite o nosso Flickr! <a href="http://www.flickr.com/photos/gade8/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/gade8/</a></p>
<p><strong>O GADE agradece pelo apoio, suporte e colaboração de todos seus voluntários e parceiros, renovando votos de que em 2012 possamos realizar ainda mais ações juntos!</strong></p>
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		<title>Mais de 140 milhões de pessoas são voluntárias, diz ONU</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 21:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo analista do estudo, o Voluntaristão, o país do voluntariado, seria o nono mais populoso do mundo São Paulo &#8211; O trabalho voluntário movimenta cerca de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa consta de um estudo da Universidade John Hopkins, de Baltimore (EUA), citado no Relatório sobre o Estado do Voluntariado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo analista do estudo, o Voluntaristão, o país do voluntariado, seria o nono mais populoso do mundo</p>
<div id="attachment_840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_doacoes-enchentes-rio.jpg"><img class="size-full wp-image-840" title="size_590_doacoes-enchentes-rio" src="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_doacoes-enchentes-rio.jpg" alt="" width="590" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Voluntários na região serrana do Rio: o Brasil é citado no relatório por sua experiência com mutirões</p></div>
<p>São Paulo &#8211; O trabalho voluntário movimenta cerca de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa consta de um estudo da Universidade John Hopkins, de Baltimore (EUA), citado no Relatório sobre o Estado do Voluntariado no Mundo, divulgado hoje (5) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o programa Voluntários das Nações Unidas (VNU). O lançamento do relatório, o primeiro sobre o voluntariado no mundo, marca as comemorações do décimo aniversário do Ano Internacional dos Voluntários.</p>
<p>Em mais de 120 páginas, o relatório não cita números consolidados, mas elenca várias experiências e estudos internacionais, concluindo que o voluntariado é “universal e considerável”, presente em todos os países.</p>
<p>“Se juntarmos todas essas pessoas para criar o Voluntaristão, o país do voluntariado, esse seria o nono país mais populoso do mundo, atrás da Rússia, por exemplo. Essa estatística mostra o peso que o voluntariado tem no mundo”, disse Daniel de Castro, analista de comunicação do Pnud.</p>
<p>O estudo, que analisa a situação em 36 países, também estima que a contribuição econômica desses voluntários é US$ 400 bilhões por ano, o que representa, em média, 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nesses países. Nas nações em desenvolvimento, o trabalho voluntário representa 0,7% do PIB. Nos países desenvolvidos, o trabalho dos voluntários representa 2,7% do PIB.</p>
<p>Segundo Anika Gärtner, coordenadora nacional do VNU, voluntário é aquela “pessoa que ajuda, com conhecimento específico, sem esperar nada em troca”. E que depois, segundo ela, percebe que também sai ganhando nesse processo. “É uma troca, uma ajuda. Você doa seu tempo e conhecimento e recebe muito em troca”, disse Anika.</p>
<p>Outro dado citado no relatório mostra que a taxa de pobreza na América Latina seria 10% mais alta sem o trabalho voluntário conduzido pelas mulheres, segundo projeção feita pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe.</p>
<p>O relatório também mostra, sem citar números específicos, que o voluntariado não ocorre somente por meio de organizações não governamentais, não é exclusivo de países desenvolvidos e não é uma tarefa apenas para mulheres.</p>
<p>“O relatório destaca novas formas de voluntariado, como o online, em que as pessoas não precisam estar presentes no local para contribuir. O relatório também fala da importância do voluntariado para o alcance dos Objetivos do Milênio, para a sustentabilidade de projetos e para o bem-estar das pessoas, além de apresentar a questão em situações de crise e de ajuda humanitária”, explicou Anika.</p>
<p>Para demonstrar que o voluntariado é universal e está presente em todos os países, o relatório cita várias experiências, como o a do grupo de chilenos que, em 1997, iniciou a construção de 350 moradias populares para famílias que vivem nas favelas e depois expandiu essa experiência para 19 países da América Latina, mobilizando, por ano, 50 mil jovens voluntários de 17 a 28 anos. Outra experiência citada pelo relatório é a ação mundial contra a poliomielite que, desde 1998, já mobilizou 20 milhões de voluntários em todo o mundo.</p>
<p>O voluntariado, segundo o documento, tem impacto importante na prevenção de conflitos violentos e quando há desastres naturais. Há inclusive países, como a China, que tem cerca de 100 milhões de voluntários treinados e prontos para atuar em desastres de grande escala. “Depois de uma tragédia, há uma sensibilização mais forte nas pessoas que quererem se engajar. E muitas pessoas que acabam ajudando nessa situação de tragédia depois continuam (o trabalho voluntário)”, acrescentou a coordenadora.</p>
<p>A base de dados para o relatório foi coletada durante um ano por meio de pesquisas e entrevistas com políticos, autoridades governamentais, agentes internacionais, estudiosos, voluntários e profissionais do desenvolvimento. Mais de 130 países foram analisados, segundo Anika. O Brasil é citado no relatório por sua experiência com mutirões.</p>
<p>Entre os dias 15 e 17 de dezembro, o Centro de Exposições e Convenções Expo Center Norte, em São Paulo, vai sediar a Conferência Internacional do Voluntariado. Durante o evento será divulgado estudo que analisa o voluntariado no Brasil.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank">Agência Brasil</a><br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://exame.abril.com.br" target="_blank">EXAME</a>.</strong></p>
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		<title>Miséria é o principal problema que Belém precisa resolver, diz diretor de ONG</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[municipalização]]></category>
		<category><![CDATA[odm]]></category>
		<category><![CDATA[sessão]]></category>

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		<description><![CDATA[Belém deu, nesta terça-feira (29), mais um passo para conseguir cumprir com os &#8217;8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)&#8217;, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano 2000. Na sessão especial na Câmara Municipal de Belém, que debateu a municipalização dos ODM, o secretário-geral da Presidência da República, Geraldo Magela, disse que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belém deu, nesta terça-feira (29), mais um passo para conseguir cumprir com os &#8217;8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)&#8217;, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) no ano 2000.</p>
<p>Na sessão especial na Câmara Municipal de Belém, que debateu a municipalização dos ODM, o secretário-geral da Presidência da República, Geraldo Magela, disse que o Brasil tem bons indicadores em relação aos objetivos, mas que é preciso voltar a atenção para os problemas mais regionais. &#8216;O Governo Federal tem trabalhado de forma mais ampla, mas é preciso observar em qual ponto as regiões, os Estados e os municípios são mais fracos e atuar mais efetivamente nessas questões para conseguirmos cumprir com os objetivos&#8217;, disse.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-835" title="ormodm" src="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/11/ormodm.jpg" alt="" width="570" height="428" /></p>
<p>De acordo com o diretor do Grupo de Ação pelo Desenvolvimento, Willian Rocha, ONG ligada à ONU em Belém, a ideia do debate é trazer a agenda global de discussões sobre os ODM e adaptá-las às especificidades da região. &#8216;Só trabalhando essas especificidades de cada região é que vamos de fato conseguir alcançar todas as metas&#8217;, afirmou. &#8216;Além disso, queremos que a partir de agora, a sociedade paraense e o governo se envolvam mais nas causas sociais para atingirmos os 8 Objetivos&#8217;, complementou.</p>
<p>Ainda segundo o diretor do grupo, a capital paraense tem bons indicadores em alguns dos objetivos, mas ainda não são suficientes. &#8216;Em educação, saúde das gestantes, diminuição da mortalidade infantil e no engajamento das pessoas em prol do desenvolvimento, Belém tem conseguido manter uma boa média, mas no que se refere às ações para combater a fome e a miséria, Belém tem deixado a desejar&#8217;, afirmou.</p>
<p>Atingir os pontos mais frágeis de cada município é essencial para atingir todas as metas, acredita a coordenadora da ONG Noolhar. &#8216;Os gestores têm ferramentas para saber como estão os indicadores de cada município e, assim, saberem onde devem focar suas políticas públicas, o que seria até uma maneira de economizar recursos em projetos que não são tão necessários&#8217;, opina.</p>
<p>&#8216;Mas não são apenas os gestores que devem se preocupar em cumprir os ODM. É necessário um engajamento maior dos cidadãos. Se uma pessoa mudar de atitude já vai fazer uma grande diferença e elas podem fazer isso, por exemplo, pesquisando na própria comunidade em que vivem quais os principais problemas, se é com saneamento básico, saúde, etc.&#8217;, disse a coordenadora.</p>
<p><strong>Objetivos do Milênio</strong> &#8211; Após verificar quais os principais problemas do mundo, a ONU percebeu que era preciso, prioritariamente, acabar com a fome e a miséria, garantir educação básica de qualidade para todos, promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde das gestantes, combater a Aids e outras doenças, dar qualidade de vida e respeito ao meio ambiente e que todos pudessem trabalhar pelo desenvolvimento.</p>
<p><strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.orm.com.br" target="_blank">Portal ORM</a>.</strong></p>
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		<title>ONU lança no Rio de Janeiro campanha “Rio+20: O Futuro que Queremos”</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[rio+20]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo da campanha é promover a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá em junho de 2012 A ONU lançou nesta segunda-feira (28), no Rio de Janeiro, a campanha “Rio+20: O Futuro que Queremos”. A iniciativa do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) e do Departamento de Informação Pública (DPI) das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O objetivo da campanha é promover a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá em junho de 2012</em></p>
<p>A ONU lançou nesta segunda-feira (28), no Rio de Janeiro, a campanha <strong>“Rio+20: O Futuro que Queremos”</strong>. A iniciativa do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) e do Departamento de Informação Pública (DPI) das Nações Unidas tem como objetivo divulgar mundialmente a Rio+20, conferência sobre desenvolvimento sustentável que será realizada no Brasil em junho de 2012.</p>
<p>A campanha vai contar com a participação pública para vislumbrar como as sociedades podem construir um futuro que promova a prosperidade e a melhoria na qualidade de vida dos cidadãos, sem provocar a degradação ambiental.</p>
<p>Pessoas em todos os lugares do planeta estão sendo estimuladas a se engajar em um diálogo global no qual serão coletadas suas visões de futuro. O resultado desse intercâmbio público global será exibido em uma exposição durante a Rio+20.</p>
<p>“Com o lançamento da campanha <strong>Rio+20: O Futuro que Queremos</strong>, estamos provocando um diálogo global sobre o nosso futuro. Através desta conversa, nós estamos buscando envolver as pessoas de todos os lugares sobre como o futuro deveria ser e o que precisamos fazer para concretizar esta visão”, disse Kiyo Akasaka, subsecretário-geral para Comunicações e Informação Pública da ONU.</p>
<p>“Precisamos fazer mais para tirar o desenvolvimento sustentável do reino abstrato e torná-lo real para as pessoas. Precisamos mostrar, agora mais do que nunca, que é possível ter um desenvolvimento que gere prosperidade e uma melhor qualidade de vida para todos, protegendo nosso meio ambiente”, disse Akasaka.</p>
<p>Para a campanha, a ONU está trabalhando com a ONG <a href="http://www.futurewewant.org/" target="_blank">O Futuro que Queremos</a>. Através de formatos eletrônicos e não eletrônicos, especialmente para aqueles que não têm acesso à internet, o projeto reunirá as contribuições online, aos vídeos, fotos, cartas, ensaios e desenhos oferecendo diferentes perspectivas sobre um futuro sustentável. O conjunto será apresentado durante a conferência.</p>
<p>A ONU também lançou seu novo <a href="http://www.un.org/en/sustainablefuture/index.shtml" target="blank_">website</a>, conectando a Rio+20 ao projeto de futuro que queremos. O site serve como uma plataforma para informar o público sobre várias questões importantes relacionadas ao desenvolvimento sustentável, incluindo cidades, resistência a desastres, energia, alimentos, empregos, água e oceanos. A vasta gama de ações sobre estas questões-chave serão apresentadas na Rio+20.</p>
<p>Para o analista de comunicação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Daniel de Castro, o engajamento da sociedade civil nas discussões da Rio+20 é essencial para a validação dos resultados esperados para a conferência. &#8220;Vivemos em um mundo cada vez mais conectado e consciente das ameaças que enfrentamos quanto ao futuro do nosso planeta&#8221;, afirma. &#8220;O Relatório de Desenvolvimento Humano de 2011 mostrou que a sociedade brasileira, por exemplo, está entre as mais preocupadas com essa questão. A campanha serve de ponte para que as vozes destas pessoas sejam ouvidas pelo mundo&#8221;, conclui Castro.</p>
<p><strong>Vídeo da campanha</strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/32680704?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="273" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Participaram da cerimônia de lançamento da campanha o subsecretário-geral para Comunicação e Informação Pública das Nações Unidas, Kiyotaka Akasaka; o coordenador residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek; o porta-voz do Itamaraty, embaixador Tovar da Silva Nunes; a subsecretária-geral de Assuntos Políticos do Ministério das Relações Exteriores, ministra Vera Machado; o presidente do Grupo Meio &amp; Mensagem, José Carlos de Salles Gomes Neto; e a presidente do Instituto Humanitare, Sheila Pimentel.</p>
<p>Diretores de cerca de 30 Centros de Informação da ONU (UNICs) de todos os continentes também compareceram ao evento, realizado no Palácio Itamaraty. Eles estão no Brasil para participar do Encontro Global de Diretores de UNICs que acontece entre os dias 28 e 30 de novembro, como parte das atividades da ONU para promoção da Rio+20.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD e UNIC Rio<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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		<title>Sessão Especial sobre a Municipalização dos Objetivos do Milênio</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[municipalização]]></category>
		<category><![CDATA[odm]]></category>
		<category><![CDATA[sessão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo de Ação pelo Desenvolvimento (GADE) e a Ong No Olhar, a convite da Câmara Municipal de Belém, participarão da Sessão Especial sobre a Municipalização dos Objetivos do Milênio. Tal plenário contará com a presença do Sr.Geraldo Magela, da Secretaria Geral da Presidência da República, de parlamentares e representantes da Sociedade Civil. O Gade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Ação pelo Desenvolvimento (GADE) e a Ong No Olhar, a convite da Câmara Municipal de Belém, participarão da <strong>Sessão Especial sobre a Municipalização dos Objetivos do Milênio</strong>. Tal plenário contará com a presença do Sr.Geraldo Magela, da Secretaria Geral da Presidência da República, de parlamentares e representantes da Sociedade Civil.</p>
<p>O Gade torna público o <a href="http://www.gade.org.br/wp-content/uploads/2011/11/convite-audiência.pdf">convite</a> e estende para os demais interessados, participem!</p>
<p><em>Informações:</em><br />
<strong>Local:</strong> Câmara Municipal de Belém<br />
<strong>Endereço:</strong> Trav.Curuzú s/n. Marco<br />
<strong>Data:</strong> 29 de Novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 15h</p>
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		<title>Certificados Disponíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 03:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualizações]]></category>
		<category><![CDATA[certificados]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão disponíveis os certificados digitais do Seminário Estadual de Lançamento da 4ª.Edição do Prêmio ODM Brasil, realizado no dia 22/09/11, com carga horária de 8 horas. Para efetuar o download, basta acessar este link e procurar pelo seu nome. O certificado está em formato PDF; então, para visualizá-lo, será necessário que o programa Adobe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estão disponíveis os certificados digitais do <strong>Seminário Estadual de Lançamento da 4ª.Edição do Prêmio ODM Brasil</strong>, realizado no dia <strong>22/09/11</strong>, com <strong>carga horária de 8 horas</strong>.</p>
<p>Para efetuar o download, basta acessar este <a href="http://www.gade.org.br/downloads/certificados/seminario-estadual-de-lancamento-da-4%C2%AA-edicao-do-premio-odm-brasil/">link</a> e procurar pelo seu nome. O certificado está em formato PDF; então, para visualizá-lo, será necessário que o programa Adobe Acrobat Reader esteja instalado em seu computador. Caso seja preciso imprimi-lo, o Núcleo Nós Podemos Pará recomenda o uso de papel reciclado.</p>
<p>Pedimos desculpas pela demora.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>RDH 2011 cita práticas brasileiras como exemplos sustentáveis e equitativos</title>
		<link>http://www.gade.org.br/2011/11/14/rdh-2011-cita-praticas-brasileiras-como-exemplos-sustentaveis-e-equitativos/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=rdh-2011-cita-praticas-brasileiras-como-exemplos-sustentaveis-e-equitativos</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 00:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GADE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[RDH 2011]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De olho na Rio+20, Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 alerta para a relação entre degradação ambiental e desigualdade No momento em que a comunidade internacional se prepara para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 2011 aponta os desafios para que o mundo alcance um progresso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>De olho na Rio+20, Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 alerta para a relação entre degradação ambiental e desigualdade</em></p>
<p>No momento em que a comunidade internacional se prepara para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o <a href="http://hdr.undp.org/en/reports/global/hdr2011/download/pt/" target="_blank">Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 2011</a> aponta os desafios para que o mundo alcance um progresso sustentável e equitativo. Para o Brasil que, por sediar a Rio+20 se tornará foco das atenções do mundo em junho de 2012, o tema sustentabilidade não poderia ser mais pertinente. Segundo o RDH 2011, o país tem se destacado mundialmente em relação aos investimentos e usos de fontes de energias renováveis, que respondem por 44,5% de toda a oferta de energia primária. O número é próximo do registrado pela Noruega (número 1 no ranking global do IDH 2011) e seis vezes maior do que os índices registrados na Europa e na Ásia Central.</p>
<p>Lançado nesta quarta-feira (2) em Copenhague, na Dinamarca, o documento explora de que forma a degradação ambiental intensifica a desigualdade, através de impactos adversos em pessoas que já se encontram em situação desfavorecida, e como as desigualdades no desenvolvimento humano agravam a degradação ambiental. “O Relatório deste ano faz muitas menções ao Brasil, colocando o país como exemplo a ser seguido em várias áreas, em especial, nas políticas que conjugam desenvolvimento humano, equidade e sustentabilidade”, afirma Rogério Borges de Oliveira, economista do PNUD para o Relatório de Desenvolvimento Humano Brasileiro.</p>
<blockquote><p>Muitos dos avanços mais recentes alcançados pelo Brasil ainda não estão refletidos no relatório porque usamos dados comparáveis a todos os 187 países, mas as tendências positivas deixam em evidência as melhoras e conquistas do Brasil nas últimas décadas. Fica claro que o Brasil está trilhando o caminho correto.</p></blockquote>
<p>Outro componente em que o país se destaca nos indicadores de sustentabilidade é o das emissões de dióxido de carbono. O Brasil emitiu em 2008, de acordo com o relatório, um total de 2,1 toneladas per capita, enquanto a China emitiu um total de 5,2 toneladas per capita. Nos países que ocupam o topo da ranking do IDH, este número é muito maior. Nos Estados Unidos, por exemplo, a emissão per capita de CO2 estava em 17,3 em 2008. “O grande desafio de países do BRICS, como China, Índia e Brasil, é conciliar o desenvolvimento econômico e social com os critérios de sustentabilidade”, aponta Oliveira. “Percebemos por este relatório que, de 1970 a 2008, o ritmo de crescimento anual do Brasil na emissão per capita de dióxido de carbono foi de 2%, enquanto na China este número foi de 4,6%, ou seja, mais que o dobro”, constata o economista do PNUD Brasil.</p>
<p>As emissões per capita são muito mais elevadas nos países desenvolvidos do que nos países em desenvolvimento devido ao maior número de atividades com utilização intensiva de energia, como automóveis, refrigeração e aquecimento de casas e escritórios e consumo de alimentos industrializados. Uma pessoa num país com um IDH muito elevado é responsável, em média, por mais do quádruplo das emissões de dióxido de carbono do que uma pessoa num país com um IDH baixo, médio ou elevado.</p>
<p>As cidades são, ao mesmo tempo, fontes de grande poluição e de oportunidades para o fomento da sustentabilidade. As pessoas que vivem nas cidades consomem de 60% a 80% da energia produzida em todo o mundo e são responsáveis por proporções aproximadamente semelhantes de emissões de carbono. Mas cidades podem fomentar a sustentabilidade especialmente quando o planejamento urbano leva em conta preocupações ambientais.</p>
<p>O RDH 2011 mostra que as estimativas são de que, quando uma cidade duplica a sua população, o aumento da necessidade de infraestrutura associada é de apenas 85%. Segundo o relatório, as emissões per capita na cidade de Nova York são de apenas 30% da média dos EUA. O mesmo se aplica ao Rio de Janeiro em relação ao Brasil.</p>
<p>Outro exemplo positivo citado no documento vem de Curitiba. A capital paranaense implementou com êxito abordagens inovadoras quanto ao planejamento urbano, à gestão da cidade e aos transportes para enfrentar o desafio do crescimento demográfico rápido. De acordo com o relatório, Curitiba tem agora a mais elevada taxa de utilização de transportes públicos do Brasil (45% de todas as viagens) e uma das mais baixas taxas de poluição do ar do país.</p>
<p>O Brasil e a região da América Latina e Caribe como um todo aparecem em destaque também por apresentar o maior nível de conscientização frente aos problemas ambientais. De acordo com as pesquisas, 94,8% dos entrevistados da região dizem que o aquecimento global representa uma grave ameaça ao meio ambiente, um número expressivo comparado à média global, que é de 67,9%.</p>
<p>Já o percentual de entrevistados na região que acreditam que o aquecimento global é causado pelos seres humanos é de 72,8%, frente a uma média mundial de 53,5%. No Brasil, este número sobe para 81,3%. Em termos de satisfação geral com a vida, numa escala de 0 a 10, os brasileiros declaram, em média, um nível de satisfação de 6,8, número que também fica acima da média global, de 5,3.</p>
<p>Para o Representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Coordenador do Sistema ONU no país, Jorge Chediek, o relatório confirma o sucesso do Brasil em políticas de sustentabilidade, inclusão social e desenvolvimento, colocando o país como um exemplo concreto para a Rio+20. “Muitos dos avanços mais recentes alcançados pelo Brasil ainda não estão refletidos no relatório porque usamos dados comparáveis a todos os 187 países, mas as tendências positivas deixam em evidência as melhoras e conquistas do Brasil nas últimas décadas. Fica claro que o Brasil está trilhando o caminho correto”, afirma Chediek.</p>
<p>Iniciativas locais de apoio às comunidades pobres podem ser, ao mesmo tempo, ambientalmente vantajosas e altamente eficientes em termos de custos. Como exemplo, é citado o Programa Bolsa Família, do Brasil, que ao custo de 0,4% do PIB, aproximadamente, tem fornecido redes de proteção social para cerca de um quinto de sua população.</p>
<p><strong>Privações ambientais</strong></p>
<p>O RDH 2011 identifica, ainda, o alastramento das privações ambientais – o acesso a combustíveis modernos para cozinhar, a água potável e a saneamento básico – entre os multidimensionalmente pobres. Nos países em desenvolvimento, pelo menos seis em cada dez pessoas sofrem de uma dessas privações ambientais e quatro em cada dez são sujeitas a duas ou mais.</p>
<p>As privações ambientais integram o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM), que mede graves déficits nas dimensões de saúde, educação e padrão de vida, avaliando tanto o número de pessoas com carências como a intensidade de suas privações. No caso do Brasil, 2,7% da população são considerados multidimensionalmente probres. No período compreendido entre 2000 e 2010, o Brasil figura como o país que tem a mais baixa parcela de pessoas multidimensionalmente pobres com pelo menos uma privação ambiental. O país se destaca também por estar entre as dez nações com a menor parcela de multidimensionalmente pobres que sofrem com as três privações ambientais.</p>
<p>O relatório destaca que o governo brasileiro tem expandido o acesso a água e saneamento básico, investido no abastecimento de água e recorrido a subsídios cruzados para beneficiar famílias de baixa renda. Algumas inovações têm ajudado neste sentido, segundo o documento: a implantação, em Brasília, de sistemas de esgotos residenciais que usam tubos finos, instalados em menor profundidade, em vez das construções convencionais, que são mais onerosas.</p>
<p>Em Manaus, o governo investiu US$ 5 milhões para ligar 15 mil habitações pobres a uma rede de esgotos moderna, oferecendo serviços a habitações pobres que, de outro modo, não poderiam pagá-los. A fim de estimular a adesão, o projeto trabalhou no sentido de sensibilizar as populações para os benefícios, pois mesmo um pequeno número de habitações que não adote sistemas de saneamento modernos pode resultar na contaminação das fontes de água.</p>
<p>De acordo com o relatório, exemplos como esses consolidam a ideia de que abordagens bem-sucedidas devem envolver gestão comunitária, instituições inclusivas, com foco nos menos favorecidos, e transversalidade na coordenação orçamentária e nas parcerias. O desenvolvimento humano baseia-se na partilha dos recursos naturais e a promoção do desenvolvimento humano exige rever a sustentabilidade em âmbito local, nacional e globalmente, afirma o relatório.</p>
<p>De maneira geral, o relatório “Sustentabilidade e equidade: Um futuro melhor para todos” alerta que o progresso do desenvolvimento nos países mais pobres do mundo pode ser interrompido ou mesmo revertido até meados do século, caso não sejam tomadas medidas arrojadas para reduzir as variações climáticas, evitar mais danos ambientais e diminuir as desigualdades profundas existentes tanto dentro de cada nação quanto entre elas.</p>
<p>O relatório argumenta que a sustentabilidade ambiental pode ser mais justa e eficazmente alcançada se forem abordados temas como as disparidades em saúde, educação, renda e gênero, juntamente com a necessidade de uma ação global sobre a produção de energia e a proteção dos ecossistemas. Desse modo, a sustentabilidade deve ser abordada como uma questão de justiça social básica, tanto para as gerações atuais como para as futuras.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PNUD<br />
<strong>Notícia retirada do site <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD Brasil</a>.</strong></p>
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