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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>g1 &gt; Mundo</title> <link>https://g1.globo.com/mundo/</link> <description>As notícias internacionais mais urgentes e importantes, além de análises e contextualização dos principais assuntos da política mundial</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://g1.globo.com/rss/g1/mundo/" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-g1.glbimg.com/9yYCBhtSsy23W0pNwYgEil7i_eM=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/g1.png</url> <title>g1 &gt; Mundo</title> <link>https://g1.globo.com/mundo/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Eleições no Peru: Sánchez e Keiko disputam voto a voto; veja linha do tempo e MAPA de apuração</title>  <atom:subtitle>Com mais de 97% das urnas em apuração, os candidatos Roberto Sánchez e Keiko Fujimori registram diferença de menos de 1 ponto percentual.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eleicoes-peru-mapa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eleicoes-peru-mapa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/WyT8r9Uyrj--efubCpdUBr-Fl2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/N/K58BsZT5CE4x5rvaMsbw/260610-info-eleicoes-peru-progressao-13h25.png" /><br /> ]]>    Os candidatos Roberto Sánchez, da Juntos pelo Peru, e Keiko Fujimori, da Força Popular, disputam voto a voto a eleição presidencial no Peru em segundo turno. A votação foi no domingo (7) e a apuração segue em curso. 
Veja, abaixo, a linha do tempo da apuração:
Linha do tempo da apuração eleitoral no Peru
Arte/g1
Por volta das 22h de domingo, o órgão eleitoral peruano divulgou os primeiros dados oficiais da apuração: Keiko Fujimori largou na frente, cinco pontos percentuais à frente de Roberto Sánchez.  
A diferença entre os dois foi diminuindo à medida que a apuração avançava. Por volta das 7h de segunda-feira (8), Keiko tinha menos de um ponto de vantagem sobre Sánchez. 
Às 13h07 de segunda, no horário local, o candidato da Juntos pelo Peru ultrapassou Keiko. Depois, na noite de quarta-feira (10) Keiko retomou a vantagem -- de menos de um ponto. 
Situação atual da apuração
Com 98,3% das urnas do país apuradas, os dados oficiais do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) indicam que Sánchez tem 50,215% dos votos válidos contra 49,785% de Keiko. 
Agora no g1
Considerando as urnas em que peruanos votaram no exterior, a apuração total está em 98,3% com 50,003% para Keiko e 49,997% para Sánchez.
No exterior, 94,573% das urnas foram computadas. Keiko tem 63,396% contra 36,604% de Sánchez.
Dentro do país, nas regiões de Ayacucho, Cusco, Loreto, Madre Dios e Ucayali ainda há votos pendentes de serem computados. Nas demais, a contagem foi finalizada, ainda que a apuração não some 100%, porque parte das cédulas será enviada para a Justiça Eleitoral.
No total, considerando os votos depositados no Peru e no exterior, 1,727% dos votos ainda estão pendentes de apuração.
A autoridade eleitoral informou que a divulgação do resultado final pode demorar dias. A votação no Peru é feita com cédulas de papel. O país tem 27,33 milhões de eleitores aptos a votar.
Confira no mapa o desempenho dos candidatos em cada região peruana nesta sexta-feira (12):
Mapa mostra votação de Roberto Sánchez e Keiko Fujimori em cada região do Peru.
Arte/g1
Perfil dos candidatos
Keiko Fujimori concorre pelo partido Força Popular, legenda que fundou em 2008 para liderar a corrente fujimorista. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a candidata disputa a presidência pela quarta vez, tendo sido derrotada no segundo turno nas eleições de 2011, 2016 e 2021. 
Na votação de primeiro turno em 2026, Keiko obteve 17,2% dos votos válidos. 
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
O deputado Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, chegou ao segundo turno após obter 12% dos votos no primeiro turno.
A base de apoio de Sánchez é identificada majoritariamente em zonas rurais e áreas afastadas das regiões urbanas.
Histórico e contexto eleitoral
As eleições de 2026 registraram um recorde de 35 candidatos à presidência no primeiro turno. O processo ocorre em um cenário no qual o Peru registrou 9 presidentes em 10 anos, sendo que os mandatos constitucionais deveriam ser de cinco anos.
Dados de pesquisas indicam que 90% dos peruanos manifestam pouca ou nenhuma confiança no governo e no Congresso Nacional.
Além disso, apenas 10% dos peruanos afirmam estar satisfeitos com a democracia no país, situação que pesquisadores classificam como uma "desconfiança crônica".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/WyT8r9Uyrj--efubCpdUBr-Fl2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/N/K58BsZT5CE4x5rvaMsbw/260610-info-eleicoes-peru-progressao-13h25.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:58:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Atrás na apuração por menos de 2.000 votos, Roberto Sánchez pede recontagem 'de todas as atas que a legislação permita' no Peru</title>  <atom:subtitle>Deputado de esquerda disputa presidência contra Keiko Fujimori. Com 98,271% das urnas apuradas, Keiko lidera a corrida presidencial com 50,004% dos votos.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/atras-na-apuracao-por-2000-votos-roberto-sanchez-propoe-recontagem-de-todas-as-atas-que-a-legislacao-permita-no-peru.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/atras-na-apuracao-por-2000-votos-roberto-sanchez-propoe-recontagem-de-todas-as-atas-que-a-legislacao-permita-no-peru.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/oseM3oJETECaD067yxQW4y17krc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/0/nIt9k2QzG1BVtm75gZyQ/2026-04-10t235814z-796015032-rc2hmka6189l-rtrmadp-3-peru-election-roberto-sanchez.jpg" /><br /> ]]>    O candidato à Presidência do Peru Roberto Sánchez durante entrevista
Angela Ponce/Reuters
Roberto Sánchez, candidato à Presidência do Peru, pediu nesta sexta-feira (12) a "recontagem em todas as atas que a legislação permita revisar" devido à pequena diferença de votos entre ele e sua opositora, Keiko Fujimori.
Com 98,271% das urnas apuradas, Keiko Fujimori lidera a corrida presidencial com 50,004% dos votos, ou uma diferença de apenas 1.616 votos.
Sánchez pediu que a sua adversária se junte a ele no pedido de recontagem.
"Diante da extrema estreiteza do resultado eleitoral, quero formular publicamente um convite a Keiko Fujimori para nos reunirmos o mais breve possível e atuarmos conjuntamente em defesa da transparência e da confiança cidadã", disse o deputado, em uma mensagem publicada na rede social X. "A diferença atual é tão reduzida que o Peru merece que não fique nenhuma dúvida sobre a vontade expressa nas urnas."
Keiko Fujimori volta a liderar a disputa presidencial do 2º turno no Peru
"Por isso, proponho que solicitemos conjuntamente uma revisão exaustiva e um reconto dos votos em todas aquelas atas que a legislação permita revisar, com pleno respeito às instituições eleitorais e às normas vigentes", pede Sánchez.
Segundo o site oficial da contagem de votos, apenas 9 urnas estão pendentes de apuração, e outras 1.595 estão marcadas como "para envio ao JJE". O JJE (urado Eleitoral Especial) é o órgão máximo da eleição peruana, equivalent ao TSE no Brasil.
O envio pode sinalizar inconsistências ou possíveis erros na apuração da ata. No país, o voto é feito em cédulas de papel e colocado na urna. Cada mesa de votação, por sua vez, gera uma ata.
A candidata à Presidência do Peru Keiko Fujimori durante comício em Lima
Angela Ponce/Reuters
Recontagem
A recontagem parcial já era esperada pelo órgão eleitoral peruano. Antes do segundo turno, o JJE publicou um comunicado dizendo que a declaração do vencedor poderia demorar.
O presidente do JEE, Roberto Rolando Burneo Bermejo, disse que o processo de recontagem é demorado, e, por isso, estimou que o resultado pode sair apenas em meados de julho, dada a proximidade do número de votos de cada candidato.
A quantidade de atas sob revisão é pequena se comparada ao total de votos no Peru — no total, há 92.700 atas no sistema eleitoral peruano. No entanto, a disputada na apuração é tão acirrada, que as atas revisadas podem redefinir o resultado.
Bermejo afirmou ainda que mais atas podem ser submetidas a recontagens caso o Jurado Nacional de Eleições entenda que seja o caso.
As recontagens podem ser feitas por diferentes razões, como:
O número de cédulas eleitorais não correspondente ao de eleitores daquela mesa eleitoral;
Quando há divergência no número de votos do boletim da ata e da urna correspondente;
Quando os partidos concorrentes contestam o resultado da ata e a mesa eleitoral aceita a contestação.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/oseM3oJETECaD067yxQW4y17krc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/0/nIt9k2QzG1BVtm75gZyQ/2026-04-10t235814z-796015032-rc2hmka6189l-rtrmadp-3-peru-election-roberto-sanchez.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:34:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ações da SpaceX disparam quase 20% em estreia na Nasdaq</title>  <atom:subtitle>Ao final do pregão, a alta foi de 19,2%, refletindo o interesse dos investidores em negócios que vão de internet via satélite e inteligência artificial a futuros projetos de computação orbital.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/12/acoes-da-spacex-estreia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/12/acoes-da-spacex-estreia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/BjomVW-zq4AMFjgRpKD3G_rMl_0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/3/6/lGZzr2SGKImuAkeOAa3g/whatsappvideo2025-01-16at19.39.35-ezgif.com-optimize.gif" /><br /> ]]>    SpaceX abre capital e Musk fica trilionário
O IPO da SpaceX surpreendeu até os investidores mais otimistas. Segundo a Bloomberg, investidores de varejo — pessoas físicas — enviaram mais de US$ 70 bilhões em pedidos para participar da oferta.
Com a demanda acima do esperado, as ações da SpaceX subiam quase 30% em sua estreia na Nasdaq nesta sexta-feira (12) e eram negociadas a US$ 173,65 (R$ 893,92) por volta das 14h50. Na esteira, Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história.
No fechamento do dia, a alta perdeu força e encerrou em 19,2%.
A empresa de Elon Musk chegou à bolsa após precificar seu IPO em US$ 135 por ação e captar cerca de US$ 75 bilhões (R$ 386,1 bilhões). Antes mesmo do início das negociações, porém, os sinais de interesse já chamavam a atenção em Wall Street.
A expectativa era de que esse grupo recebesse pelo menos 20% das ações distribuídas no IPO. Ainda assim, a procura superou com folga a quantidade de papéis disponível.
▶️ Na prática, isso significa que muitos investidores receberam menos ações do que solicitaram ou ficaram completamente de fora da oferta. Parte dessa demanda migrou para o mercado aberto assim que as negociações começaram, o que aumentou a procura pelos papéis e ajudou a impulsionar as cotações.
SpaceX lança Starship, nave mais poderosa do mundo
Reprodução
A tese por trás da SpaceX
O movimento ajuda a explicar por que a estreia da SpaceX era acompanhada com tanta atenção. A lógica é simples: quando há mais compradores do que ações disponíveis, os preços tendem a subir até que a oferta e a demanda encontrem um ponto de equilíbrio.
O interesse pela companhia também reflete a posição singular da SpaceX no mercado.
▶️ Embora tenha encerrado 2025 com receita próxima de US$ 18,7 bilhões e prejuízo líquido de cerca de US$ 4,9 bilhões, a empresa é vista por muitos investidores menos pelos resultados atuais e mais pelo potencial de crescimento de seus negócios.
Hoje, a SpaceX reúne atividades que vão além dos lançamentos espaciais. A empresa controla a rede de internet via satélite Starlink, atua em projetos ligados à inteligência artificial por meio da xAI e desenvolve o Starship, foguete considerado peça-chave de seus planos para reduzir os custos de acesso ao espaço.
Saiba mais sobre o IPO da SpaceX abaixo:
IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão?
Logos da Tesla, Neuralink, SpaceX, The Boring Company e SolarCity aparecem em frente à foto de Elon Musk
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/BjomVW-zq4AMFjgRpKD3G_rMl_0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/3/6/lGZzr2SGKImuAkeOAa3g/whatsappvideo2025-01-16at19.39.35-ezgif.com-optimize.gif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:49:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Negociações de paz: Paquistão diz que EUA e Irã chegaram a um consenso sobre texto final do acordo</title>  <atom:subtitle>País está mediando as negociações entre americanos e iranianos.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/eua-ataque-ira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/eua-ataque-ira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Vun9Eh-jpRvnPnFNZp40wBhYPVU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/i/tWxhzdRZ6cmr7WcS1EWQ/2026-06-11t084134z-1101184355-rc2irlaz8w7y-rtrmadp-3-iran-crisis.jpg" /><br /> ]]>    Negociações de paz: Paquistão diz que EUA e Irã chegaram a um consenso sobre texto final do acordo País está mediando as negociações entre americanos e iranianos. EUA e Irã deram indicação nesta sexta-feira (12) de que podem assinar um acordo para acabar com a guerra.. No final da manhã, o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que o acordo de paz "nunca esteve tão próximo".. Pouco depois, a postagem do chanceler foi respostada por Donald Trump.. A perspectiva foi confirmada pelo Paquistão, mediador das negociações. . Segundo a imprensa americana e a iraniana, acordo prevê reabertura do Estreito de Ormuz e nova trégua, incluindo o Líbano.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Vun9Eh-jpRvnPnFNZp40wBhYPVU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/i/tWxhzdRZ6cmr7WcS1EWQ/2026-06-11t084134z-1101184355-rc2irlaz8w7y-rtrmadp-3-iran-crisis.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:25:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jogador de Gana, Thomas Partey, fica fora de estreia da seleção ao ter visto negado pelo Canadá</title>  <atom:subtitle>Decisão foi confirmada pela Fifa nesta sexta-feira (12). O meio-campista enfrenta cinco acusações de estupro e uma de agressão sexual no Reino Unido, mas não chegou a ser condenado.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/jogador-de-gana-fica-fora-de-estreia-da-selecao-ao-ter-visto-negado-pelo-canada.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/jogador-de-gana-fica-fora-de-estreia-da-selecao-ao-ter-visto-negado-pelo-canada.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/-VDY0IoFEB69zuUIV57vJwpWg7c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/j/0QpgoASYAEe2CyTQnaSw/2025-07-04t134950z-1826749209-rc2urbayxgot-rtrmadp-3-britain-court-partey.jpg" /><br /> ]]>    Ex-jogador do Arsenal Thomas Partey, que foi indiciado pela polícia britância por cinco acusações de estupro e uma de assédio sexual em 4 de julho de 2025.
Hannah McKay/ Reuters
O jogador da seleção de Gana, Thomas Partey, ficará fora da estreia do país na Copa do Mundo porque teve o visto negado pelo Canadá. A informação foi confirmada pela Fifa nesta sexta-feira (12) em notas à agência de notícias Reuters. 
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Por que Rússia está banida da Copa do Mundo enquanto os EUA, em confilto com Irã, são sede do torneio?
O meio-campista, que enfrenta cinco acusações de estupro e uma de agressão sexual, foi indiciado há um cerca de um ano pela polícia do Reino Unido. O jogador, que atua na seleção de Gana, seu país de origem, jogava pelo Arsenal até quatro dias antes de receber as acusações.
Segundo a polícia britânica, o jogador estuprou e assediou sexualmente três mulheres entre os anos de 2021 e 2022.
Em comunicado, a polícia afirma que ele foi indiciado por seis acusações:
Duas por estupro a uma primeira mulher;
Três também por estupro a uma segunda mulher;
e uma acusação de agressão sexual a uma terceira vítima.
As acusações, diz o comunicado, "são resultado de uma investigação policial iniciada em fevereiro de 2022, após a polícia receber a primeira denúncia de estupro". Ele chegou a ser preso de forma preventiva enquanto ainda era um dos principais jogadores do Arsenal.
Veja os vídeos em alta do g1 
Agora no g1
A advogada de Partey, Jenny Wiltshire, afirma que ele "nega todas as acusações" e que acolhe "a oportunidade de finalmente limpar seu nome".
Em agosto de 2025, ele conseguiu direito à liberdade sob fiança em audiência no Reino Unido. O jogador compareceu ao Tribunal de Magistrados de Westminster e falou apenas para confirmar seu nome, data de nascimento e endereço.
Parley entraria em campo com a seleção de Gana na próxima quarta-feira (17), contra o Panamá no Estádio de Toronto. 
Nota da Fifa
“A FIFA pode confirmar que o jogador Thomas Partey não poderá viajar do centro de treinamento da seleção de Gana, em Boston, nos Estados Unidos, para o Canadá para a primeira partida contra o Panamá, na quarta-feira, 17 de junho, pois seu pedido de visto foi recusado pelo governo canadense”, declarou a FIFA em comunicado à Reuters. “A FIFA não está envolvida nos processos de imigração dos países-sede, incluindo a análise e decisão sobre pedidos de visto.”  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/-VDY0IoFEB69zuUIV57vJwpWg7c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/j/0QpgoASYAEe2CyTQnaSw/2025-07-04t134950z-1826749209-rc2urbayxgot-rtrmadp-3-britain-court-partey.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:20:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estados Unidos planejaram operação terrestre para capturar urânio do Irã, diz TV</title>  <atom:subtitle>Plano chegou a ser apresentado ao presidente Donald Trump, que rechaçou a ideia por receio de retaliação iraniana.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/estados-unidos-planejou-operacao-terrestre-para-capturar-uranio-do-ira-diz-tv.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/estados-unidos-planejou-operacao-terrestre-para-capturar-uranio-do-ira-diz-tv.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/z4e8OBBAE-uURzaKI11jkFH5uHw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/W/egPwMDTLWMfjVwm7Kz9w/globo-canal-4-20260611-2000-frame-100820.jpeg" /><br /> ]]>    No Oriente Médio, Trump recua e cancela ataques contra o Irã
Jornal Nacional/ Reprodução
Os Estados Unidos chegaram a considerar uma operação terrestre dentro do Irã para tomar o controle de estoques de urânio altamente enriquecido do país, material considerado essencial para a produção de armas nucleares. 
ACOMPANHE em tempo real as notícias sobre a guerra no Irã
A informação foi divulgada pela CNN nesta sexta-feira (12) com base em fontes familiarizadas com o assunto, que afirmam que o plano chegou a ser apresentado ao presidente Donald Trump nas últimas semanas.
Segundo a reportagem, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Dan Caine, interrompeu compromissos em Bruxelas e retornou às pressas aos Estados Unidos, em maio, para participar de reuniões sigilosas no Comando Central americano, na Flórida. 
O objetivo era analisar cenários para uma possível incursão militar destinada a capturar o urânio enriquecido armazenado em instalações nucleares iranianas.
Trump cancela ataques contra o Irã e fala em possível acordo de paz
De acordo com as fontes ouvidas pela CNN, Trump recebeu um detalhamento das opções militares, mas decidiu não autorizar a operação após ser alertado sobre os riscos de uma forte retaliação iraniana. 
Autoridades também teriam demonstrado preocupação com a possibilidade de um número elevado de baixas entre soldados americanos e com os impactos econômicos de uma escalada do conflito.
O plano foi discutido em meio às negociações entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear iraniano. Apesar de declarações recentes de Trump indicando a proximidade de um acordo, a emissora afirma que os debates sobre uma intervenção militar mostram o quão perto os dois países estiveram de uma ampliação significativa das tensões. 
Um dos principais pontos de divergência continua sendo o destino do estoque de urânio enriquecido mantido pelo Irã.
Especialistas ouvidos pela CNN avaliam que uma operação desse tipo enfrentaria enormes desafios. Parte do material nuclear estaria distribuída em diferentes complexos e armazenada em túneis subterrâneos fortemente protegidos. 
Segundo fontes ligadas ao planejamento militar, a missão exigiria centenas de soldados das forças especiais e foi classificada pelos comandantes americanos como de risco entre “alto” e “extremo”, devido à possibilidade de pesadas perdas humanas e de uma reação militar e econômica por parte do Irã.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/z4e8OBBAE-uURzaKI11jkFH5uHw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/W/egPwMDTLWMfjVwm7Kz9w/globo-canal-4-20260611-2000-frame-100820.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:51:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Acordo entre EUA e Irã inclui reabertura de Ormuz e nova trégua, diz imprensa dos 2 países; veja PONTOS</title>  <atom:subtitle>EUA e Irã indicaram ter chegado a um consenso para um acordo de paz. Imprensa norte-americana e iraniana divulgaram pontos do acordo com base em fontes dos dois governos.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/acordo-entre-eua-e-ira-inclui-reabertura-de-ormuz-e-nova-tregua-diz-imprensa-dos-2-paises-veja-pontos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/acordo-entre-eua-e-ira-inclui-reabertura-de-ormuz-e-nova-tregua-diz-imprensa-dos-2-paises-veja-pontos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Vun9Eh-jpRvnPnFNZp40wBhYPVU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/i/tWxhzdRZ6cmr7WcS1EWQ/2026-06-11t084134z-1101184355-rc2irlaz8w7y-rtrmadp-3-iran-crisis.jpg" /><br /> ]]>    Irã: ainda não há acordo de paz com os EUA
Estados Unidos e Irã deram indicação nesta sexta-feira (12) de que podem assinar um acordo para o fim da guerra que travam no Oriente Médio. 
A perspectiva ganhou força após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar na quinta (11) que os negociadores chegaram a um consenso. O Irã chegou a afirmar que nada estava fechado ainda, mas mudou de tom nesta manhã: o chanceler iraniano disse que um acordo de paz "nunca esteve tão próximo". 
O Paquistão, mediador das tratativas, confirmou que ambos os lados chegaram a um acordo sobre o texto final das negociações de paz.
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Nenhuma das duas partes divulgou, oficialmente, o conteúdo do novo acordo. No entanto, a imprensa norte-americana e a iraniana publicaram alguns pontos com base em fontes dos dois governos. 
Veja abaixo:
A rede de TV CNN Internacional afirmou, com base em fontes do regime iraniano, que o memorando prevê que:
Haja um novo cessar-fogo de 60 dias em 'todas as frentes', incluindo o Líbano;
O Estreito do Ormuz seja reaberto imediatamente. O Irã não cobre taxas das embarcações, e o tráfico local volte aos níveis pré-guerra em 30 dias;
Os EUA também levantem o bloqueio naval que fazem na entrada de Ormuz;
Sanções ao Irã sejam flexibilizadas progressivamente;
O Irã se comprometa a não obter uma arma nuclear. 
A agência de notícias Reuters ouviu de uma fonte do governo norte-americano que o acordo prevê que:
O Estreito de Ormuz será reaberto; 
O programa nuclear iraniano será desmantelado;
O Irã não receba dinheiro de seus ativos congelados pelas sanções até que cumpra sua parte do acordo.
Já a imprensa estatal iraniana divulgou nesta sexta-feira (12) que Teerã não abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz e do direito de enriquecer urânio. A agência de notícias iraniana Mehr diz o memorando de entendimento deve:
Suspender as sanções dos EUA contra o Irã; 
Retirar as forças militares norte-americanas das proximidades do país; 
Levantar o bloqueio naval a portos iranianos, com reabertura do Estreito de Ormuz; 
Interromper as hostilidades em todas as frentes da guerra, incluindo o Líbano. 
Trump critica Irã
Na manhã desta sexta, o presidente norte-americano chegou a dizer que os detalhes do acordo divulgados pela imprensa norte-americana são falsos e criticou o Irã por passar informações a veículos de comunicação. Trump também chamou os dirigentes iranianos de "pessoas muito desonrosas para se negociar". 
"Com eles, não existe negociação de boa fé. INCRÍVEL!"  É melhor eles se organizarem, e RÁPIDO!", escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
Horas depois, no entanto, Trump repostou uma mensagem do ministro das Relações Exteriores do Irã, Abás Araqchi. No texto, Araqchi afirma que um acordo entre seu país e os Estados Unidos "nunca esteve tão perto".
"Um homem caminha ao lado de uma maquete simbólica de um míssil iraniano, em uma rua em Teerã.
Majid Asgaripour/WANA via Reuters
Acordo após bombas
A proximidade de um acordo entre os dois países foi anunciada pelo próprio Trump na quinta-feira (11).
Após anunciar uma terceira noite de ataques e dizer que pretendia controlar o petróleo e o gás do Irã, Trump cancelou a ofensiva e afirmou que os negociadores chegaram a um consenso sobre "pontos finais" da proposta de paz.
O presidente norte-americano disse ainda que um acordo definitivo com Teerã "talvez seja assinado no fim de semana". A assinatura ocorreria na Europa e contaria com a presença de seu vice, JD Vance, segundo Trump.
Trump disse que o "memorando de entendimento" já foi aprovado "por todo mundo no Irã", inclusive o líder supremo do país, e que é um ótimo acordo, "pois o Irã jamais terá uma arma nuclear".
Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. "Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado", afirmou a agência estatal Fars.
Novos ataques
EUA e Irã retomam ataques no Golfo Pérsico
As indicações de um acordo ocorrem após Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, mesmo sob cessar-fogo.
A nova escalada começou após a queda de um helicóptero militar das forças dos EUA durante um sobrevoo na região do Estreito de Ormuz. Após o episódio, Trump acusou o Irã de ter atacado a aeronave e disse que teria de revidar.
Na mesma noite, os EUA bombardearam sistemas de defesa no território iraniano e radares em Ormuz. O Irã revidou com ataques a uma base norte-americana no Bahrein. Na quarta-feira (10), os EUA fizeram um novo ataque, respondido por Teerã com mísseis lançados novamente a países do Golfo Pérsico.
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e disse que a escalada complicou ainda mais as conversas por um acordo de paz, além de tornar o cessar-fogo atualmente em vigor "sem sentido".
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Vun9Eh-jpRvnPnFNZp40wBhYPVU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/i/tWxhzdRZ6cmr7WcS1EWQ/2026-06-11t084134z-1101184355-rc2irlaz8w7y-rtrmadp-3-iran-crisis.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:37:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Papa Leão XIV é retirado de avião após problema técnico e deixa Espanha em aeronave real</title>  <atom:subtitle>O pontífice se preparava para deixar o país, onde passou esta semana, e regressar a Roma quando a aeronave onde ele estava apresentou um problema e todos tiveram que desembarcar.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/papa-leao-xiv-e-retirado-de-aviao-apos-problema-tecnico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/papa-leao-xiv-e-retirado-de-aviao-apos-problema-tecnico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/suKWxMnN2bRQBiTR4leN1x1aErg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/P/WRcYebQ6mKCf3Ks7vkQg/2026-06-12t155548z-1062240642-rc2fsla9rtgo-rtrmadp-3-pope-spain-airplane.jpg" /><br /> ]]>    Papa desembarca de avião após problema técnico e é 'escoltado' por rei da Espanha
O papa Leão XIV foi retirado do avião em que estava nesta sexta-feira (12) após a aeronave apresentar um problema técnico pouco antes de decolar do Aeroporto Internacional de Los Rodeos, na ilha de Tenerife, nas Canárias.
O pontífice se preparava para deixar a Espanha, onde passou esta semana, e regressar a Roma com funcionários do Vaticano e jornalistas quando o incidente aconteceu.
O rei espanhol, Felipe VI, e outras autoridades do país que foram se despedir de Leão no local, então, escoltaram o pontífice de volta ao saguão.
Papa Leão XIV deixando avião ao lado do rei da Espanha
REUTERS/Borja Suarez
Um porta-voz da Iberia, companhia aérea responsável pelo voo, informou que, após especialistas tentarem fazer a manutenção da aeronave, foi constatado que o problema não pode ser resolvido imediatamente e que os demais passageiros também foram orientados a desembarcar.
Segundo a empresa, uma aeronave substituta estava sendo enviada de Madri para fazer a viagem até Roma ainda nesta sexta-feira.
O papa e membros da alta hierarquia do clero, no entanto, deixaram o país na aeronave privada do rei.
O Papa Leão XIV embarca em um avião espanhol oferecido pelo Rei Felipe VI após a aeronave que o levaria apresentar um problema técnico
REUTERS/Borja Suarez
Em comunicado anterior, após Leão XIV ter desembarcado, o comandante do avião que apresentou o problema disse que o motor provavelmente não havia ligado devido ao vento e que seria rebocado para ficar de frente para ele antes de uma nova tentativa de ligar o motor.
Imagens feitas pela imprensa após o retorno da equipe do Vaticano ao saguão do aeroporto mostram cães farejadores revistando uma mala.
Um cão policial fareja uma mala após o voo papal ter sido atrasado no Aeroporto Internacional de Los Rodeos, na ilha de Tenerife, nas Canárias
Stefano Rellandini/Pool via REUTERS  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/suKWxMnN2bRQBiTR4leN1x1aErg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/P/WRcYebQ6mKCf3Ks7vkQg/2026-06-12t155548z-1062240642-rc2fsla9rtgo-rtrmadp-3-pope-spain-airplane.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:17:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ataque a tiros no Texas deixa morto e feridos; polícia e atirador entram em confronto</title>  <atom:subtitle>Incidente foi confirmado pela prefeita de Midland, cidade pequena a cerca de 450 km de Austin. Quatro pessoas passam por cirurgia e outras cinco estavam internadas em condição estável em hospital da região.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/ataque-a-tiros-midland-texas-deixa-morto-feridos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/ataque-a-tiros-midland-texas-deixa-morto-feridos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/RKgkYoH196IzUwD6iR3-pbUPMBs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/E/ZnMlO9RqAfVlb5OmAL6g/ap26163594071013.jpg" /><br /> ]]>    Polícia responde a ataque a tiros em Midland, no Texas, em 12 de junho de 2026.
Luke Dias/Reporter-Telegram via AP
Um ataque a tiros em Midland, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (12) deixou uma pessoa morta e outras nove hospitalizadas, afirmou a prefeita Lori Blong.
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Até a última atualização desta reportagem, a polícia ainda estava agindo para conter o suspeito, segundo atualização dada por Blong.
“Os agentes estão contendo a situação”, disse ela.
Segundo a polícia, o ataque a tiros começou por volta das 10h no horário de Brasília e o confronto com os policiais já estava durando mais de duas horas. O incidente teria iniciado em uma parte da cidade e se arrastado até as proximidades de um hospital veterinário.
Agora no g1
Andrea Mendias, que trabalha em uma oficina de funilaria perto do hospital veterinário afirmou à agência de notícias Associated Press que ouviu cerca de 40 tiros. Ele disse ter visto policiais saindo da parte traseira de um veículo policial blindado, e que os agentes tinham robôs para os auxiliar na ação.
O Midland Memorial Hospital informou que quatro pessoas estavam em cirurgia e outras cinco estavam em condição estável.
Midland é uma cidade pequena na região oeste do Texas que fica a cerca de 450 km da capital Austin.
Polícia responde a ataque a tiros em Midland, no Texas, em 12 de junho de 2026.
Luke Dias/Reporter-Telegram via AP  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/RKgkYoH196IzUwD6iR3-pbUPMBs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/E/ZnMlO9RqAfVlb5OmAL6g/ap26163594071013.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:13:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>VÍDEO: pato com camisa do México chama a atenção na Copa; país teve outros 'animais torcedores'</title>  <atom:subtitle>Outras imagens nos arredores do Estádio Azteca, na Cidade do México, captaram os pets vestindo a camisa da seleção mexicana.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/video-pato-com-camisa-do-mexico-chama-a-atencao-na-copa-pais-teve-outros-animais-torcedores.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/video-pato-com-camisa-do-mexico-chama-a-atencao-na-copa-pais-teve-outros-animais-torcedores.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/uJHuEMLmMhOaeZHffJyBYOSP144=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/U/4Ku970QHqK9V6j70TDsA/wmeglkmxkkgqjqua-ezgif.com-optimize.gif" /><br /> ]]>    Pato com camisa do México chama a atenção na Copa
A Copa do Mundo que começou nesta quinta-feira (11) tem recebido torcedores de todos os tipos. No México, um pato chamou a atenção ao aparecer com a camisa da seleção na rua. (Veja abaixo). 
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Simulador da Copa do Mundo 2026
Outras imagens nos arredores do Estádio Azteca, na Cidade do México captaram os pets vestindo a camisa da seleção mexicana. Veja: 
Torcedor mexicano segura uma galo a e uma pera do lado de fora do estádio antes da partida
REUTERS/Hannah Mckay
Torcedor mexicano segura um galo e uma pera do lado de fora do estádio antes da partida
REUTERS/Hannah Mckay
Uma torcedora mexicana espera com seus cachorros na Cidade do México antes da partida México x África do Sul
REUTERS/Steven Watt
Cachorro é fotografado vestindo uma camisa do México na Cidade do México antes da partida México x África do Sul
REUTERS/Steven Watt
Andrea Nieves Olivares, uma torcedora mexicana de oito anos, posa para uma foto com um galo e uma pera do lado de fora do estádio antes da partida
REUTERS/Hannah Mckay
A abertura 
O primeiro evento de abertura da Copa ocorreu nesta quinta-feira (11) uma hora e meia antes da partida de abertura entre a seleção mexicana e a África do Sul, no Estádio Azteca, na Cidade do México.
Entre as atrações confirmadas estavsam Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla. Além deles, Shakira e Burna Boy interpretaram a música oficial do torneio.
A segunda cerimônia acontece nesta sexta (12) em Toronto, no Canadá, antes da estreia dos anfitriões diante da Bósnia e Herzegovina. A partida está marcada para às 16h (de Brasília), enquanto o evento festivo terá início às 14h30.
Entre as atrações estarão Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
A cerimônia de abertura nos Estados Unidos também ocorrerá na sexta-feira (12). Assim como nos demais eventos, a cerimônia está prevista para começar uma hora e meia antes da estreia da seleção dos Estados Unidos contra o Paraguai, marcada para as 22h (de Brasília). O evento será realizado no SoFi Stadium, em Los Angeles.
As apresentações em solo americano ficarão por conta de Katy Perry, Future, Lisa, Rema, Tyla e da brasileira Anitta.
Pato com camisa do México chama a atenção
Reprodução  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/uJHuEMLmMhOaeZHffJyBYOSP144=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/U/4Ku970QHqK9V6j70TDsA/wmeglkmxkkgqjqua-ezgif.com-optimize.gif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:44:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Irã diz que acordo de paz com os EUA 'nunca esteve tão próximo'</title>  <atom:subtitle>Chanceler iraniano, Abbas Araqchi, falou em avanços no memorando para finalizar a guerra no Oriente Médio. Mais cedo, Donald Trump havia chamado Irã de 'desonroso' por supostos termos do acordo vazados pela mídia dos EUA, mas depois republicou mensagem de Araqchi.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/ira-diz-acordo-de-paz-com-eua-nunca-esteve-tao-proximo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/ira-diz-acordo-de-paz-com-eua-nunca-esteve-tao-proximo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/OHUOkHYwdpgAv80uViFksFxb0Kg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/V/s/6J0BC3Sga8dBFPzk51KQ/globo-canal-4-20260507-2000-frame-143019.jpeg" /><br /> ]]>    Irã: ainda não há acordo de paz com os EUA
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abás Araqchi, afirmou nesta sexta-feira (12) que um acordo entre seu país e os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio “nunca esteve tão perto”.
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“O memorando de entendimento de Islamabad nunca esteve tão próximo. Enquanto se aguarda sua finalização, os meios de comunicação devem se abster de especular sobre seu conteúdo”, e “todos os detalhes” serão comunicados “no momento oportuno”, escreveu Araqchi no X.
Já o premiê do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse que EUA e Irã já concordaram com texto final do acordo de paz, e que ele está trabalhando com os dois países para finalizar os próximos passos. O governo paquistanês atua como principal mediador das tratativas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sua vez, tem se posicionado publicamente de forma conflitante nesta sexta. 
Trump repostou em sua rede social Truth Social a mensagem de Araqchi, sendo que horas antes ele havia chamado o governo iraniano de "pessoas muito desonrosas para se negociar" ao desmentir supostos termos do plano de paz divulgados pela mídia norte-americana.
➡️ Na quinta-feira (11), Trump anunciou que, após dois dias de bombardeios mútuos, EUA e Irã haviam chegado a um consenso e deveriam assinar um acordo de paz ainda neste fim de semana na Europa. Na ocasião, o Irã respondeu que ainda não havia batido o martelo para um acordo.
Nesta sexta, o presidente norte-americano disse também que os detalhes do acordo divulgados pela imprensa norte-americana são falsos. Mais cedo, a rede de TV CNN Internacional afirmou, com base em fontes do regime iraniano, que o memorando prevê que:
Haja um novo cessar-fogo de 60 dias em 'todas as frentes', incluindo o Líbano;
O Estreito do Ormuz seja reaberto imediatamente. O Irã não cobraria taxas a embarcações, e o tráfego local voltaria aos níveis pré-guerra em 30 dias;
Os EUA também levantem o bloqueio naval que seus navios fazem na entrada de Ormuz;
Sanções ao Irã sejam flexibilizadas progressivamente;
O Irã se comprometa a não obter uma arma nuclear.
Já a agência de notícias Reuters ouviu de uma fonte do governo norte-americano que o acordo prevê que:
O Estreito de Ormuz será reaberto; 
O programa nuclear iraniano será desmantelado; 
O Irã não receberá dinheiro de seus ativos congelados pelas sanções até que cumpra sua parte do acordo. 
A imprensa estatal iraniana, por outro lado, divulgou nesta sexta-feira (12) que Teerã não abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz e do direito de enriquecer urânio. A agência de notícias iraniana Mehr diz que o memorando de entendimento deve:
Suspender as sanções dos EUA sobre o Irã; 
Retirar as forças militares norte-americanas das proximidades do país; 
Levantar o bloqueio naval a portos iranianos, com reabertura do Estreito de Ormuz; 
Interromper as hostilidades em todas as frentes da guerra, incluindo o Líbano. 
Acordo após bombas
Quase um mês depois da declaração de cessar-fogo, EUA e Irã voltaram a entrar em combate na região do Estreito de Ormuz nesta semana.
Jornal Nacional/ Reprodução
A proximidade de um acordo entre os dois países foi anunciada pelo próprio Trump na quinta-feira (11). 
Após anunciar uma terceira noite de ataques e dizer que pretendia controlar o petróleo e o gás do Irã, Trump cancelou a ofensiva e afirmou que os negociadores chegaram a um consenso sobre "pontos finais" da proposta de paz.
O presidente norte-americano disse ainda que um acordo definitivo com Teerã "talvez seja assinado no fim de semana". A assinatura ocorreria na Europa e contaria com a presença de seu vice, JD Vance, segundo Trump.
Trump disse que o "memorando de entendimento" já foi aprovado "por todo mundo no Irã", inclusive o líder supremo do país, e que é um ótimo acordo, "pois o Irã jamais terá uma arma nuclear".
Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. "Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado", afirmou a agência estatal Fars.
Novos ataques
EUA e Irã retomam ataques no Golfo Pérsico
As indicações de um acordo ocorrem após Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, mesmo sob cessar-fogo.
A nova escalada começou após a queda de um helicóptero militar das forças dos EUA durante um sobrevoo na região do Estreito de Ormuz. Após o episódio, Trump acusou o Irã de ter atacado a aeronave e disse que teria de revidar.
Na mesma noite, os EUA bombardearam sistemas de defesa no território iraniano e radares em Ormuz. O Irã revidou com ataques a uma base norte-americana no Bahrein. Na quarta-feira (10), os EUA fizeram um novo ataque, respondido por Teerã com mísseis lançados novamente a países do Golfo Pérsico.
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e disse que a escalada complicou ainda mais as conversas por um acordo de paz, além de tornar o cessar-fogo atualmente em vigor "sem sentido".
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/OHUOkHYwdpgAv80uViFksFxb0Kg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/V/s/6J0BC3Sga8dBFPzk51KQ/globo-canal-4-20260507-2000-frame-143019.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:22:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA deportam ativista iraniana pró-democracia para a África, diz advogada</title>  <atom:subtitle>Gana e a República Centro-Africana assinaram acordos com o governo Trump para receber deportados de outras nacionalidades.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eua-deportam-ativista-iraniano-pro-democracia-para-a-africa-diz-advogado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eua-deportam-ativista-iraniano-pro-democracia-para-a-africa-diz-advogado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/F8KOrBeRua0RRIilUGKk--HLb0w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/9/6yB6ptTS2FtfLSJ9KSKw/2026-06-12t142022z-1015994939-rc2esla4kmnv-rtrmadp-3-usa-trump-iran-centralafrica.jpg" /><br /> ]]>    Imagem aérea e de arquivo de Bangui, capital da República centroafricana.
Siegfried Modola/ Reuters
Os Estados Unidos deportaram uma ativista pró-democracia iraniana para a República Centro-Africana, disse sua advogada na sexta-feira (12).
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A ativista faz parte de um grupo de mulheres iranianas que fugiram do Irã para os Estados Unidos por serem perseguidas pelo regime dos aiatolás. No entanto, o grupo virou alvo da política anti-imigratória do governo de Donald Trump. 
Na quinta-feira (11), o Fundo de Defesa Jurídica Irano-Americano (IALDF, na sigla em inglês), organização baseada nos EUA e dedicada a ajudar e proteger cidadãos irano-americanos, alertou que três iranianas corriam risco de deportação, incluindo uma mulher que se converteu ao cristianismo. 
Uma delas foi deportada nesta sexta, segundo anunciou a advogada do grupo, Emily Trostle. Ela afirmou que a iraniana foi enviada para a República Centro-Africana e disse não descartar a possibilidade de que as outras duas tenham o mesmo destino.
"Essas pessoas estão sendo removidas dos Estados Unidos e abandonadas em um país onde não têm status legal, nenhuma ligação e nenhuma rede de apoio. Tememos que, no fim das contas, elas sejam forçadas a retornar aos países de onde fugiram originalmente", disse Trostle à agência de notícias Reuters. "Elas não têm absolutamente nenhuma ligação com esse lugar (República Centro-Africana)". 
A ONG acredita que o avião com a deportada seguiria para Bangui, a capital da República Centro-Africana, após fazer escala em Accra, capital de Gana.
👉 Gana e a República Centro-Africana assinaram acordos com o governo Trump para receber deportados de outras nacionalidades. Essa deportação, pelos acordos, ocorrem em casos de estrangeiros que haviam garantido proteções legais para não serem repatriados a seus países de origem.
O Departamento de Segurança Interna dos EUA declarou na semana passada que todos os deportados receberiam o devido processo legal completo. Washington afirma que os acordos são legais, mas grupos de direitos humanos dizem que os detalhes desses acordos são obscuros e que muitos dos deportados acabam sendo repatriados à força.
Visto, restrições e guerra: os obstáculos para estrangeiros na Copa nos EUA  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/F8KOrBeRua0RRIilUGKk--HLb0w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/9/6yB6ptTS2FtfLSJ9KSKw/2026-06-12t142022z-1015994939-rc2esla4kmnv-rtrmadp-3-usa-trump-iran-centralafrica.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:25:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Desenho gigante com os números '8647' aparece em Washington; expressão já motivou investigação por suposta ameaça a Trump</title>  <atom:subtitle>Associada por aliados de Trump a uma ameaça velada ao presidente, a expressão “8647” já motivou uma investigação federal envolvendo uma publicação do ex-diretor do FBI James Comey. Autoridades norte-americanas investigam o caso.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/desenho-gigante-com-os-numeros-8647-aparece-em-washington-entenda-significado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/desenho-gigante-com-os-numeros-8647-aparece-em-washington-entenda-significado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/_x8RoqbQL4_UFRluGKGIt_D8Aew=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/p/yRSVLaSjSSLVqj5OfBGA/2026-06-11t171757z-91928955-rc2prla8mce3-rtrmadp-3-usa-trump-mall-grafiti.jpg" /><br /> ]]>    Autoridades investigam o que parecia ser um grande traçado do termo '8647' nos gramados do National Mall, em Washington.
Reuters/Nathan Howard
Autoridades norte-americanas investigam o surgimento de um grande desenho com o que parecem ser os números “8647” no gramado do National Mall, em Washington, D.C.
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Um fotógrafo da Agência Reuters no topo do Monumento a Washington avistou o desenho na grama perto do Memorial da Segunda Guerra Mundial pouco antes da chegada das autoridades nesta quinta (11). Ele mostra os números oito, seis e sete, mas o quatro não está claramente definido.
O que significa 8647?
O termo “8647” foi adotado pelos opositores do presidente Donald Trump como um protesto contra seu governo. Aliados de Trump e o Departamento de Justiça dos EUA afirmaram que isso poderia ser interpretado como um incitamento à violência.
A sequência numérica se refere à gíria “86”, originária do setor de restaurantes, que significa expulsar ou se livrar de algo, e a Trump como o 47º presidente dos EUA.
Não ficou claro como as marcas na grama foram feitas. Nessas áreas, a grama está marrom, em contraste com o verde em volta.
Agora no g1
Porta-vozes do Serviço Nacional de Parques dos EUA e da Polícia do Parque não responderam imediatamente a pedidos de comentário. A Casa Branca também não respondeu imediatamente.
O incidente ocorre no momento em que o National Mall está prestes a ser palco de eventos comemorativos do 250º aniversário da independência dos EUA, nas próximas semanas. Trump dedicou atenção pessoal à reforma do espaço, incluindo a pintura do espelho d'água próximo ao Lincoln Memorial.
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O termo “8647” está no centro de pelo menos um caso criminal de grande repercussão. Promotores federais acusaram o ex-diretor do FBI James Comey de ameaçar assassinar Trump com base em uma foto publicada por ele nas redes sociais em 2025, mostrando conchas na praia em uma disposição formando os números “8647”.
Comey retirou a publicação e disse que não sabia que ela poderia ser interpretada como um incitamento à violência. Ele prometeu contestar as acusações, inclusive com base na liberdade de expressão
Autoridades investigam o que parecia ser um grande traçado do termo '8647' nos gramados do National Mall, em Washington.
Nathan Howard/Reuters
Autoridades investigam o que parecia ser um grande traçado do termo '8647' nos gramados do National Mall, em Washington.
Nathan Howard/Reuters  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/_x8RoqbQL4_UFRluGKGIt_D8Aew=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/p/yRSVLaSjSSLVqj5OfBGA/2026-06-11t171757z-91928955-rc2prla8mce3-rtrmadp-3-usa-trump-mall-grafiti.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:19:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo 2026: Trump não estará presente na estreia dos EUA, diz membro da organização </title>  <atom:subtitle>Informação foi confirmada por Andrew Giuliani, CEO da força-tarefa da Copa do Mundo, em entrevista a uma estação de rádio do Reino Unido.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/copa-do-mundo-2026-trump-nao-estara-presente-na-estreia-dos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/copa-do-mundo-2026-trump-nao-estara-presente-na-estreia-dos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/XtOVEr9xfmpYVTm4qNcH_aXw6LU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/W/0CUWY4TuSGwR3g6KxsLA/trump-fifa-1200w.jpg" /><br /> ]]>    Trump não vai à abertura da Copa do Mundo nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não estará presente na estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo contra o Paraguai, nesta sexta-feira (12), no SoFi Stadium, em Los Angeles.
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A informação foi confirmada por Andrew Giuliani, CEO da força-tarefa da Copa do Mundo, em entrevista a uma estação de rádio do Reino Unido.
"Ele não vai conseguir assistir ao jogo de abertura. Como já dissemos, a agenda dele está apertada. Mas sei que ele estará envolvido durante toda esta Copa do Mundo", disse Giuliani à TalkSport na quinta-feira (11).
Segundo ele, Trump precisa estar em Washington, D.C., no final de semana. Ele será o anfitrião do UFC Freedom 250 na Casa Branca no domingo (14), dia do seu aniversário de 80 anos.
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Fifa, Gianni Infantino, formaram um relacionamento próximo
EPA
A ausência de Trump no evento já havia sido noticiada por jornais como "New York Times" e "The Athletic". De acordo com as informações, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, deve representar o governo americano na cerimônia.
Até o momento, Trump não se pronunciou publicamente para confirmar ou negar sua participação. 
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A ausência chamaria atenção porque chefes de Estado costumam marcar presença em aberturas de Copas do Mundo, especialmente quando o torneio é realizado em seu próprio país.
Nas últimas três edições da Copa do Mundo, os líderes dos países-sede participaram das cerimônias de abertura:
2022 (Catar) — O emir Tamim bin Hamad Al Thani participou da cerimônia de abertura.
2018 (Rússia) — O presidente Vladimir Putin esteve presente na abertura do Mundial.
2014 (Brasil) — A então presidente Dilma Rousseff compareceu à cerimônia de abertura realizada em São Paulo.
Os Estados Unidos são um dos três países-sede do Mundial de 2026, ao lado de México e Canadá. Esta será a primeira Copa da história disputada por 48 seleções e realizada simultaneamente em três nações.
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/XtOVEr9xfmpYVTm4qNcH_aXw6LU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/W/0CUWY4TuSGwR3g6KxsLA/trump-fifa-1200w.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:17:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump não vai à abertura da Copa do Mundo nos EUA </title>  <atom:subtitle>Informação foi confirmada oficialmente pela organização do Mundial.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/globonews/noticia/2026/06/12/trump-nao-vai-a-abertura-da-copa-do-mundo-nos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/globonews/noticia/2026/06/12/trump-nao-vai-a-abertura-da-copa-do-mundo-nos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Frknmmd_4Jf2LlM0OSne_3fk4pM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/G/Va77UWRfG9xocyG7EKHg/98146c00-662e-11f1-aaba-378095f250c0.jpg.webp" /><br /> ]]>    Trump não vai à abertura da Copa do Mundo nos EUA
Donald Trump não vai à abertura da Copa do Mundo nos Estados Unidos. A informação foi confirmada oficialmente pela organização do Mundial. 
Andrew Giuliani, CEO da força-tarefa da Copa do Mundo, afirmou que o presidente Trump não comparecerá ao jogo de estreia da seleção masculina dos Estados Unidos contra o Paraguai, na sexta-feira (12). Marco Rubio, secretário de Estado, comparecerá à partida juntamente com o secretário de Transporte, Sean Duffy,  e o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin.
A expectativa de que o presidente pudesse ficar de fora ganhou força nos últimos dias em meio à escalada das tensões envolvendo os Estados Unidos e o Irã. O cenário internacional tem ocupado boa parte da agenda da Casa Branca e alimentado dúvidas sobre a participação de Trump no evento.
Donald Trump recebeu um Prêmio da Paz da Fifa antes da Copa do Mundo de 2026
PA Wire via BBC
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Nas últimas três edições da Copa do Mundo, os líderes dos países-sede participaram das cerimônias de abertura:
2022 (Catar) — O emir Tamim bin Hamad Al Thani participou da cerimônia de abertura.
2018 (Rússia) — O presidente Vladimir Putin esteve presente na abertura do Mundial.
2014 (Brasil) — A então presidente Dilma Rousseff compareceu à cerimônia de abertura realizada em São Paulo.
Os Estados Unidos são um dos três países-sede do Mundial de 2026, ao lado de México e Canadá. Esta será a primeira Copa da história disputada por 48 seleções e realizada simultaneamente em três nações.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Frknmmd_4Jf2LlM0OSne_3fk4pM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/G/Va77UWRfG9xocyG7EKHg/98146c00-662e-11f1-aaba-378095f250c0.jpg.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:13:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Após falar de acordo, Trump chama dirigentes iranianos de 'desonrosos' </title>  <atom:subtitle>Presidente dos EUA também negou termos do acordo, divulgado pela imprensa dos EUA com base em fontes de Teerã.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/apos-falar-de-acordo-trump-chama-dirigentes-iranianos-de-desonrosos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/apos-falar-de-acordo-trump-chama-dirigentes-iranianos-de-desonrosos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/OHUOkHYwdpgAv80uViFksFxb0Kg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/V/s/6J0BC3Sga8dBFPzk51KQ/globo-canal-4-20260507-2000-frame-143019.jpeg" /><br /> ]]>    Irã: ainda não há acordo de paz com os EUA
Horas após anunciar ter chegado a um acordo com Teerã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar o Irã. Trump chamou os dirigentes iranianos de "pessoas muito desonrosas para se negociar" e negou termos do suposto memorando de paz divulgados por fontes iranianas. 
"Com eles, não existe negociação de boa fé. INCRÍVEL!"  É melhor eles se organizarem, e RÁPIDO!", escreveu Trump em sua rede social Truth Social. 
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➡️ Na quinta-feira (11), Trump anunciou que, após dois dias de bombardeios mútuos, EUA e Irã haviam chegado a um consenso e deveriam assinar um acordo de paz ainda neste fim de semana na Europa. O Irã respondeu que ainda não havia batido o martelo para um acordo. 
Nesta sexta, o presidente norte-americano disse também que os detalhes do acordo divulgados pela imprensa norte-americana são falsos. Mais cedo, a rede de TV CNN Internacional afirmou, com base em fontes do regime iraniano, que o memorando entre as duas partes prevê que:
Haja um novo cessar-fogo de 60 dias em 'todas as frentes', incluindo o Líbano;
O Estreito do Ormuz seja rebaerto imediatamente. O Irã não cobraria taxas a embarcações, e o tráfico local voltaria aos níveis pré-guerra em 30 dias;
Os EUA também levantem o bloqueio naval que seus navios fazem na entrada de Ormuz;
Sanções ao Irã sejam flexibilizadas progressivamente;
O Irã se comprometa a não obter uma arma nuclear. 
Já a agência de notícias Reuters ouviu de uma fonte do governo norte-americano que o acordo prevê que:
O Estreito de Ormuz será reaberto; 
O programa nuclear iraniano será desmantelado; 
O Irã não receberá dinheiro de seus ativos congelados pelas sanções até que cumpra sua parte do acordo. 
Já a imprensa estatal iraniana divulgou nesta sexta-feira (12) que Teerã não abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz e do direito de enriquecer urânio. A agência de notícias iraniana Mehr diz o memorando de entendimento entre os dois países deve:
Suspender as sanções dos EUA sobre o Irã; 
Retirar as forças militares norte-americanas das proximidades do país; 
Levantar o bloqueio naval a portos iranianos, com reabertura do Estreito de Ormuz; 
Interromper as hostilidades em todas as frentes da guerra, incluindo o Líbano. 
Acordo após bombas
Quase um mês depois da declaração de cessar-fogo, EUA e Irã voltaram a entrar em combate na região do Estreito de Ormuz nesta semana.
Jornal Nacional/ Reprodução
A proximidade de um acordo entre os dois países foi anunciada pelo próprio Trump na quinta-feira (12). Após anunciar uma terceira noite de ataques ao território iraniano e dizer que pretendia controlar o petróleo e o gás do país, Trump cancelou a ofensiva e afirmou ter decidido pelo cancelamento após negociadores chegarem a um consenso sobre "pontos finais" da proposta.
O presidente norte-americano disse que um acordo definitivo com Teerã "talvez seja assinado no fim de semana". A assinatura "provavelmente" ocorreria na Europa e contaria com a presença de seu vice, JD Vance, segundo Trump.
Trump disse que o "memorando de entendimento" já foi aprovado "por todo mundo no Irã", inclusive o líder supremo do país, e que é um ótimo acordo, "pois o Irã jamais terá uma arma nuclear".
Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. "Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado", afirmou a agência estatal Fars.
Novos ataques
EUA e Irã retomam ataques no Golfo Pérsico
As indicações de um acordo ocorrem após Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, mesmo sob cessar-fogo.
A nova escalada começou após a queda de um helicóptero militar das forças dos EUA durante um sobrevoo na região do Estreito de Ormuz. Após o episódio, Trump acusou o Irã de ter atacado a aeronave e disse que teria de revidar.
Na mesma noite, os EUA bombardearam sistemas de defesa no território iraniano e radares em Ormuz. O Irã revidou com ataques a uma base norte-americana no Bahrein. Na quarta-feira (10), os EUA fizeram um novo ataque, respondido por Teerã com mísseis lançados novamente a países do Golfo Pérsico.
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e disse que a escalada complicou ainda mais as conversas por um acordo de paz, além de tornar o cessar-fogo atualmente em vigor "sem sentido".
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/OHUOkHYwdpgAv80uViFksFxb0Kg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/V/s/6J0BC3Sga8dBFPzk51KQ/globo-canal-4-20260507-2000-frame-143019.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:57:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>China confirma detenção de americano por suposta espionagem</title>  <atom:subtitle>Pequim informou que pesquisador de centro especializado em Mianmar é suspeito de envolvimento de atividades de espionagem que "colocaram em risco a segurança nacional" do país asiático.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/china-confirma-detencao-de-americano-por-suposta-espionagem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/china-confirma-detencao-de-americano-por-suposta-espionagem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/JLq_H_H51qs8rM6JqMyie5rtDO8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/J/GAlSEvShqw3lCk50ri9Q/69411989-1004.webp" /><br /> ]]>    Ativista que conhece americano disse que ele desapareceu após viajar para participar de uma conferência
NOEL CELIS/AFP/Getty Images
A China confirmou nesta sexta-feira (12) a detenção de um cidadão americano, analista de um centro de investigação especializado em questões sobre Mianmar, por alegadas atividades de espionagem.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, disse que as autoridades de Pequim "acreditam" que o americano esteja envolvido em questões criminais, por alegadas atividades de espionagem que colocaram em risco a segurança nacional da China. 
O representante da diplomacia chinesa não especificou a natureza das "medidas coercivas" que foram aplicadas ao cidadão americano, uma expressão que, na terminologia jurídica chinesa, normalmente indica que a pessoa não é livre para se deslocar.
Caso um mês após visita de Trump a Pequim
Não é comum que Pequim prenda um cidadão americano sob alegações de segurança nacional. O caso ocorre apenas um mês depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter se reunido com o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, num momento em que ambos os países buscam redefinir uma relação tumultuada.
Um ativista birmanês que conhece o americano detido disse que ele desapareceu em 3 de junho, após viajar para Kunming, na província chinesa de Yunnan, para participar de uma conferência. O ativista, que falou sob condição de anonimato por medo de represálias do governo e de prisão, afirmou que o suspeito já havia visitado a China várias vezes anteriormente.
Ex-ativista estudantil
O americano detido foi identificado como Min Zin, um ativista estudantil durante a revolta de 1988 em Mianmar, um movimento liderado por estudantes que o governo da época reprimiu com força militar. Mais tarde, ele obteve asilo nos EUA e cidadania americana. Segundo o ativista, ele não estava envolvido em nenhuma atividade direta de ativismo no momento.
Min Zin é membro fundador do ISP-Myanmar, um think tank que nos últimos anos tem produzido análises sobre a política externa chinesa e o comércio com Mianmar, país situado na fronteira sudoeste da China. O centro de estudos mantinha intercâmbios regulares com instituições similares na China e publicava trabalhos sobre temas como as exportações de terras raras de Mianmar para o país vizinho.
Min Zin também é doutorando na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional exigiu a libertação imediata de Min Zin. "As circunstâncias em torno da misteriosa prisão de Min Zin são extremamente preocupantes, assim como a aparente acusação de espionagem", afirmou Joe Freeman, pesquisador da ONG especializado em Mianmar.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/JLq_H_H51qs8rM6JqMyie5rtDO8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/J/GAlSEvShqw3lCk50ri9Q/69411989-1004.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:23:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Boneca sexual chama atenção em residência do presidente alemão</title>  <atom:subtitle>Escultura de bronze faz parte de uma exposição realizada no Palácio Bellevue. Evento é uma oportunidade rara para público conhecer o local, que será fechado para reforma.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/boneca-sexual-chama-atencao-em-residencia-do-presidente-alemao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/boneca-sexual-chama-atencao-em-residencia-do-presidente-alemao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/jfJ63SiwXbZMMEHrHDC6anZSW8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/K/k1NgJrT5624ZuljkCbhg/77492549-1004.webp" /><br /> ]]>    Escultura de Frank-Walter Steinmeier é um dos destaques da exposição
Markus Schreiber/AP Photo/picture alliance
Colocada em uma pose sugestiva, a escultura em bronze verde que reproduz o tronco de uma boneca sexual japonesa chamou atenção e ganhou destaque nas redes sociais, principalmente devido ao local onde ela foi instalada: a residência oficial do presidente da Alemanha em Berlim.
A escultura, criada pela artista plástica alemã Alexandra Bircken e intitulada Eva, é apenas uma entre várias obras de arte contemporânea exibidas em um espaço político altamente simbólico: o Palácio Bellevue, onde ocorrem diversas cerimônias de Estado.
"Eva", instalação da artista Alexandra Bircken
Thomas Brinkmann
O local abrirá as portas para uma exposição temporária de arte que começa neste sábado (13/06) e vai até o dia 28 de junho. Organizada pela Academia de Artes de Berlim sob o patronato do presidente alemão, Frank‑Walter Steinmeier, a exposição também pode ser vista como uma despedida de Steinmeier do Palácio Bellevue.
"Precisamos de arte. Uma democracia sem arte livre perde sua capacidade de autocrítica, e a arte sem liberdade perde sua relevância social", disse o presidente alemão antes da abertura da exposição.
O Palácio Bellevue foi esvaziado para uma reforma que durará cerca de oito anos. Como o segundo e último mandato de Steinmeier termina no próximo ano, ele não deve voltar a morar no local. Durante esse período, se mudará para uma residência provisória próxima à estação central da capital alemã.
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Arte e democracia
A mostra reúne arte contemporânea em diversas formas, como instalações de vídeo e áudio, fotografias e pinturas tradicionais. O objetivo é provocar reflexões sobre democracia, poder, representação e vida pública.
Na Alemanha, a liberdade artística é garantida pela Constituição e considerada um dos direitos fundamentais mais fortes do sistema jurídico.
Mesmo antes de entrar no edifício, a gigantesca instalação de Christian Awe com a palavra Freiraum (espaço livre) no telhado do palácio serve como a declaração principal da exposição sobre a liberdade artística.
Ao entrar no saguão, ouve‑se um Hallo (Olá) repetido constantemente. Trata‑se de uma performance encenada pelo artista Jochen Gerz em 1972, intitulada Rufen bis zur Erschöpfung (Chamar até a exaustão).
Na performance, o artista repetia seus cumprimentos no vazio até perder a voz. A obra pode ser interpretada como uma alusão aos limites de se expressar, especialmente em uma época em que as redes sociais incentivam a busca constante por atenção. Em um contexto democrático, quando os apelos dos cidadãos permanecem sem resposta, a frustração aumenta, podendo levar a uma sensação de esgotamento social.
Agora no g1
Uma pintura na entrada, do artista de rua El Bocho, intitulada Die Bundespräsidentin (A Presidente), imagina uma mulher ocupando o cargo de chefe de Estado da Alemanha.
A artista Karin Sander criou uma versão em miniatura de Steinmeier. Sua escultura, com 36 centímetros de altura, fica sobre um pedestal na sala de discursos políticos.
Enquanto isso, Eva, a provocativa escultura de bronze, confronta os visitantes com questões sobre o corpo, gênero, sexualidade e a objetificação das mulheres. O fato de um tema tão íntimo estar exposto no ambiente formal de um palácio de Estado cria tensão e levanta questionamentos sobre a representação e o controle dos corpos na sociedade.
A exposição também inclui obras de artistas renomados, como Katharina Grosse, Wolfgang Tillmans e Monica Bonvicini.
O Palácio Bellevue, antiga residência real prussiana do século 18, tornou‑se a residência oficial do presidente da Alemanha em 1994. Normalmente, ele não é aberto ao público, por isso a exposição também é vista como uma oportunidade rara de conhecer o interior do edifício.
Mas apenas aqueles que conseguiram reservar um dos 35 mil ingressos gratuitos da exposição terão essa oportunidade. Os ingressos se esgotaram rapidamente após serem disponibilizados no mês passado.
Autor:  Elizabeth  Grenier
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Jornal Nacional/ Reprodução
A Copa do Mundo de 2026 começou nesta quinta-feira (11), com a cerimônia de abertura realizada no México. As celebrações de estreia seguem nesta sexta-feira, com eventos inaugurais no Canadá e nos Estados Unidos, ambos acompanhados pelos primeiros jogos das seleções anfitriãs.
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Quem joga nesta sexta (12), que horas e onde assistir?
Canadá x Bósnia e Herzegovina
Horário: 16h (de Brasília)
Local: Toronto Field, Canadá
Transmissão: Cazé TV
Estados Unidos x Paraguai
Horário: 22h (de Brasília)
Local: Estádio de Los Angeles, Estados Unidos
Transmissão:  Globo, sportv, ge tv, Globoplay, SBT, NSports e Cazé TV
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Cerimônias
A segunda cerimônia acontece nesta sexta (12) em Toronto, no Canadá, antes da estreia dos anfitriões diante da Bósnia e Herzegovina.  Entre as atrações estarão Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
A cerimônia de abertura nos Estados Unidos também ocorrerá na sexta-feira (12). Assim como nos demais eventos, a cerimônia está prevista para começar uma hora e meia antes da estreia da seleção dos Estados Unidos contra o Paraguai. As apresentações em solo americano ficarão por conta de Katy Perry, Future, Lisa, Rema, Tyla e da brasileira Anitta.
Sobre a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades receberão partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.
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Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar:
Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final).
México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca).
Canadá: 13 jogos.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/V1UnE9EwGTeRPIPMoRSmXcWE038=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/f/oJYNiATVuF4tSZRavPlQ/globo-canal-4-20260611-2000-frame-149172.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:01:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cadeiras vazias em partida da Copa reacendem preocupações com preços dos ingressos</title>  <atom:subtitle>Valor das entradas já eram um questionamento entre os torcedores antes mesmo do início do torneio mundial.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/cadeiras-vazias-em-partida-da-copa-reacendem-preocupacoes-com-precos-dos-ingressos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/cadeiras-vazias-em-partida-da-copa-reacendem-preocupacoes-com-precos-dos-ingressos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/fMuHLxKTfQBvHSRokFOvwxFsrGY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/4/f/CBQMjxS9OKWrQKqOO8Ag/2026-06-12t030813z-1007259832-up1em6c08po63-rtrmadp-3-soccer-worldcup-kor-cze.avif" /><br /> ]]>    Copa do Mundo de 2026: a estreia e os resultados dos primeiros jogos
A Fifa informou que 44.985 pessoas assistiram à partida da Copa do Mundo de quinta-feira (11) entre Coreia do Sul e Tchéquia, em Guadalajara, mas as fileiras de assentos vazios ao redor do estádio reacenderam as preocupações quanto aos preços dos ingressos e à demanda pelo torneio ampliado.
Enquanto mais de 80.000 pessoas se amontoaram no estádio Azteca para assistir à partida de abertura entre os co-anfitriões México e a África do Sul, a imagem das fileiras vazias no estádio de 46.000 lugares em Guadalajara, uma cidade com uma cultura futebolística profundamente enraizada, intensificou as críticas à estratégia comercial da Fifa para a primeira Copa do Mundo com 48 seleções.
Alguns torcedores no estádio atribuíram os lugares vazios aos altos preços dos ingressos e criticaram a Fifa por seu modelo de preços.
A Reuters entrou em contato com a Fifa para comentar o assunto.
Arquibancadas vazias em Coreia do Sul x República Tcheca.
Reuters
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu na quarta-feira os preços dos ingressos da Fifa após críticas de torcedores que argumentaram que o custo para assistir aos jogos havia se tornado proibitivo. Ele disse que os preços dos ingressos estavam em linha com outros grandes eventos esportivos.
A Fifa já vendeu mais de 6 milhões de ingressos para o torneio e havia destacado anteriormente o forte interesse em toda a América, com Infantino afirmando que a demanda havia superado as expectativas em “um fator de 10 ou mais”.
No entanto, grupos como o Football Supporters Europe (FSE) alertaram que preços “exorbitantes” excluiriam os torcedores comuns. De acordo com o FSE, os preços dos ingressos para este torneio quintuplicaram em comparação com a Copa do Mundo de 2022 no Catar.
A Coreia do Sul venceu a Tchéquia por 2 x 1 na partida do Grupo A.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/fMuHLxKTfQBvHSRokFOvwxFsrGY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/4/f/CBQMjxS9OKWrQKqOO8Ag/2026-06-12t030813z-1007259832-up1em6c08po63-rtrmadp-3-soccer-worldcup-kor-cze.avif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:23:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quem era a princesa tailandesa morta após mais de 3 anos em coma — e o dilema que deixa sobre futuro da monarquia no país</title>  <atom:subtitle>A princesa Bajrakitiyabha, filha mais velha do rei, desmaiou em dezembro de 2022 enquanto exercitava seus cães. Ela era tida como possível sucessora do rei.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/quem-era-a-princesa-tailandesa-morta-apos-mais-de-3-anos-em-coma-e-o-dilema-que-deixa-sobre-futuro-da-monarquia-no-pais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/quem-era-a-princesa-tailandesa-morta-apos-mais-de-3-anos-em-coma-e-o-dilema-que-deixa-sobre-futuro-da-monarquia-no-pais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/6v-45LJsLZ-ZRbrMv2l2XKKJNzM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/X/5LXDUDRU66Rf56u24OpA/2026-06-12t011142z-2050763720-rc21sla8jh40-rtrmadp-3-thailand-royals.jpg" /><br /> ]]>    A princesa Bajrakitiyabha no Grande Palácio de Bangkok, Tailândia, em 23 de outubro de 2020
REUTERS/Athit Perawongmetha/Foto de Arquivo
A princesa tailandesa Bajrakitiyabha, que estava em coma há mais de três anos, morreu, anunciou a família real da Tailândia. Ela tinha 47 anos.
Ela desmaiou em dezembro de 2022 enquanto se exercitava com seus cães. Seus médicos atribuíram o desmaio a um batimento cardíaco gravemente irregular, causado por uma infecção por micoplasma no coração.
Com sua morte, a família real tailandesa perdeu seu membro mais carismático e que poderia ter desempenhado um papel fundamental em uma sucessão ainda pouco clara.
Nascida em 7 de dezembro de 1978, ela era a mais velha dos sete filhos do rei Vajiralongkorn com sua primeira esposa e prima, a princesa Soamsawali.
"A equipe médica prestou os cuidados mais intensivos possíveis, mas seu quadro continuou se deteriorando progressivamente", informou o palácio em comunicado na manhã de sexta-feira. Ela morreu no dia anterior, no Hospital Chulalongkorn.
A princesa era formada em Direito com dois diplomas de pós-graduação pela Cornell University, nos EUA. Ela trabalhou brevemente na missão tailandesa junto às Nações Unidas em Nova York, antes de retornar à Tailândia para atuar nos escritórios do procurador-geral em Bangcoc e em outras partes do país.
Agora no g1
De 2012 a 2014, ela foi embaixadora da Tailândia na Áustria, onde estabeleceu um relacionamento com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
Lá, ela passou a falar sobre a necessidade de reforma penal, com foco especial em mulheres vulneráveis que acabam na prisão. A Tailândia tem um dos maiores números de mulheres encarceradas no mundo.
De volta à Tailândia, ela se tornou embaixadora do UNODC para o Estado de Direito no Sudeste Asiático e continuou defendendo a reforma do sistema de justiça criminal do país, no qual penas severas são frequentemente impostas a pessoas condenadas por acusações relativamente leves de posse de drogas.
Em 2021, seu pai a nomeou chefe de gabinete de sua guarda pessoal, concedendo-lhe o posto de general.
A princesa Bajrakitiyabha também era entusiasta de exercícios físicos e frequentemente participava de corridas de longa distância.
Princesa Bajrakitiyabha em Bangcoc em 2015
Getty Images via BBC
Suas habilidades e a confiança que seu pai aparentava ter nela a tornaram um tema inevitável de especulação sobre a sucessão real.
O rei Vajiralongkorn, que tem 73 anos, ainda não nomeou um herdeiro. O costume tailandês determina que o herdeiro seja do sexo masculino, mas uma emenda de 1974 à Constituição permite que uma mulher assuma o trono.
O rei tem cinco filhos homens, mas quatro, de seu segundo casamento, foram deserdados em 1996 e desde então vivem com a mãe nos EUA. Seu quinto filho, Dipangkorn, de seu terceiro casamento, é o herdeiro presumido, embora tenham sido levantadas dúvidas sobre sua capacidade de exercer o papel de monarca, em um país onde a instituição real exerce muita influência.
Para muitos monarquistas tailandeses, a princesa Bajrakitiyabha parecia a figura mais promissora para suceder seu pai, seja como rainha ou como princesa regente para ajudar o príncipe Dipangkorn.
Sua morte deixa a questão da sucessão na Tailândia sem resposta, e a severidade da lei de lesa-majestade do país impede qualquer debate público sobre o tema.
Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/6v-45LJsLZ-ZRbrMv2l2XKKJNzM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/X/5LXDUDRU66Rf56u24OpA/2026-06-12t011142z-2050763720-rc21sla8jh40-rtrmadp-3-thailand-royals.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:20:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Shakira, recorde de expulsões e vitória dos anfitriões: veja como foi a estreia da Copa de 2026 e os resultados dos primeiros jogos</title>  <atom:subtitle>México venceu a África do Sul por 2 a 0 diante de mais de 80 mil torcedores no Azteca; Coreia do Sul também estreou com vitória ao bater a República Tcheca de virada.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/hora1/noticia/2026/06/12/copa-do-mundo-de-2026-a-estreia-e-os-resultados-dos-primeiros-jogos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/hora1/noticia/2026/06/12/copa-do-mundo-de-2026-a-estreia-e-os-resultados-dos-primeiros-jogos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/bjGNpZY0CBATFWv9b6zGd57GBYw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/C/x/CLJrkPQAqOzgBuBnqioQ/estreia-copa-valendo.01-frame-3896.jpeg" /><br /> ]]>    Copa do Mundo de 2026: a estreia e os resultados dos primeiros jogos
A maior Copa do Mundo da história começou oficialmente. E o pontapé inicial foi em grande estilo, diante de mais de 80 mil torcedores no Estádio Azteca, na Cidade do México.
O jogo de abertura repetiu um duelo que marcou o início do Mundial de 2010. Na ocasião, a anfitriã África do Sul empatou por 1 a 1 com o México. Dezesseis anos depois, os mexicanos deram o troco e venceram por 2 a 0 diante da torcida.
A festa da abertura
Antes da bola rolar, a cerimônia de abertura celebrou a cultura latina e reuniu artistas de diferentes partes do mundo. A colombiana Shakira foi uma das atrações da festa, que também contou com o tenor italiano Andrea Bocelli, o astro do k-pop EJ e o DJ francês David Guetta.
Shakira foi uma das atrações da festa de abertura da Copa de 2026
Reprodução/TV Globo
O primeiro gol da Copa
Quando a partida começou, o México não demorou para fazer a festa dos torcedores. Aos nove minutos, Julián Quiñones, colombiano naturalizado mexicano, aproveitou uma falha da defesa sul-africana e marcou o primeiro gol da Copa de 2026.
A África do Sul tentou reagir, mas esbarrou em uma grande atuação do goleiro Williams, que evitou um placar mais elástico ainda no primeiro tempo.
Julián Quiñones marcou o primeiro gol da Copa
Reprodução/TV Globo
Brasil 2022 x 2026: seleção deve repetir oito titulares na estreia da Copa do Mundo; veja as mudanças
Três expulsões históricas
O duelo também entrou para a história por um motivo inusitado. Sob o comando do árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio, a partida registrou três expulsões — algo inédito em jogos de abertura de Copa do Mundo.
O primeiro cartão vermelho foi para Cittoli, da África do Sul. Depois, Zuane também foi expulso após recomendação do árbitro de vídeo por agressão. Já nos minutos finais, o zagueiro mexicano César Montes recebeu cartão vermelho em uma decisão que gerou discussão.
partida registrou três expulsões — algo inédito em jogos de abertura de Copa do Mundo
Reprodução/TV Globo
Vitória dos Anfitriões 
Com dois jogadores a mais durante boa parte da partida, o México aproveitou a vantagem. Alvarado cruzou na medida para Raul Jiménez marcar o segundo gol e garantir a vitória dos anfitriões.
Na quarta Copa do Mundo da carreira, Jiménez balançou as redes pela primeira vez em Mundiais e se emocionou bastante na comemoração.
Eleito o melhor jogador da partida, Quiñones destacou a conexão entre a seleção e a torcida mexicana. E, pela festa vista no Azteca, a relação promete render novos capítulos ao longo do torneio.
México derrotou a África do Sul na abertura do torneio
Reprodução/TV Globo
Coreia do Sul X República Tcheca
No outro jogo do dia, a Coreia do Sul venceu a República Tcheca por 2 a 1, de virada.
Os tchecos, que voltaram a disputar uma Copa do Mundo depois de 20 anos, abriram o placar em uma jogada curiosa, após um lateral cobrado diretamente para a área.
Mas a resposta sul-coreana veio com autoridade. A equipe buscou a virada e ainda marcou um dos gols mais bonitos deste início de Mundial, garantindo os três primeiros pontos na competição.
Se o primeiro dia serve de termômetro, a Copa de 2026 começou do jeito que o torcedor gosta: estádio lotado, festa nas arquibancadas, gols e emoção.
Coreia do Sul venceu a República Tcheca por 2 a 1
Reprodução/TV Globo  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/bjGNpZY0CBATFWv9b6zGd57GBYw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/C/x/CLJrkPQAqOzgBuBnqioQ/estreia-copa-valendo.01-frame-3896.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:36:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil 2022 x 2026: seleção deve repetir oito titulares na estreia da Copa do Mundo; veja as mudanças </title>  <atom:subtitle>Matheus Cunha, Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães são as novidades em relação ao time que iniciou torneio no Catar.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/hora1/noticia/2026/06/12/brasil-2022-x-2026-selecao-deve-repetir-base-da-estreia-da-ultima-copa-veja-os-titulares.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/hora1/noticia/2026/06/12/brasil-2022-x-2026-selecao-deve-repetir-base-da-estreia-da-ultima-copa-veja-os-titulares.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/lqi5i3S0MFtxZPGKSjFI6L49fLQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/1/NAZbNpTLy2Gxn2HOBfxw/1781260520688376.jpg" /><br /> ]]>    Brasil 2022 x 2026: seleção deve repetir base da última Copa na estreia
A seleção brasileira estreia na Copa do Mundo de 2026 neste sábado (13), contra o Marrocos, às 19h (de Brasília), no estádio de Nova Jersey. O Hora 1 mostrou a provável escalação para o jogo. Veja no vídeo acima. 
2022 x 2026
A tendência é que o técnico mantenha a base da equipe que iniciou a campanha do Brasil na Copa do Mundo de 2022. Naquele Mundial, a seleção venceu a Sérvia por 2 a 0 na estreia, com dois gols de Richarlison.
Dos 11 titulares que começaram aquela partida, oito devem permanecer na equipe para a estreia desta edição da Copa. As mudanças estão concentradas em três posições.
No ataque, Matheus Cunha deve assumir a vaga de Richarlison. Na defesa, Gabriel Magalhães entra no lugar de Thiago Silva, que não foi convocado para o torneio. Já no meio-campo, Bruno Guimarães substitui Neymar, que segue em recuperação de lesão.
Se confirmada a escalação, o Brasil terá oito remanescentes da equipe titular da estreia de 2022, o maior número já registrado pela seleção entre duas estreias consecutivas em Copas do Mundo.
Brasil 2022 x 2026: seleção deve repetir base da estreia da última Copa
Reprodução/TV Globo
A provável formação conta com Alisson; Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vini Júnior e Matheus Cunha.
Há quatro anos, essa base começou a campanha com vitória. Agora, a expectativa é repetir o desempenho e iniciar a busca pelo hexacampeonato com o pé direito.
A partida da Seleção Brasiliera terá transmissão ao vivo da TV Globo a partir das 18h. 
Brasil 2022 x 2026: seleção deve repetir base da estreia da última Copa
Reprodução/TV Globo
LEIA TAMBÉM: Shakira, recorde de expulsões e vitória dos anfitriões: veja como foi a estreia da Copa de 2026 e os resultados dos primeiros jogos  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/lqi5i3S0MFtxZPGKSjFI6L49fLQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/1/NAZbNpTLy2Gxn2HOBfxw/1781260520688376.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:24:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Justiça da Itália publica decisão que anulou extradição de Zambelli e diz que Moraes foi 'vítima' e 'juiz'</title>  <atom:subtitle>Corte italiana entendeu que ministro do STF violou princípio da imparcialidade e independência do juiz. Ex-deputada foi solta no mês passado.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/12/justica-da-italia-publica-decisao-sobre-absolvicao-de-zambelli.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/12/justica-da-italia-publica-decisao-sobre-absolvicao-de-zambelli.ghtml</guid> <description>    A Corte Suprema de Cassação da Itália divulgou, nesta sexta-feira (12), os motivos que levaram à decisão de anular, em 22 de maio, a extradição da ex-deputada Carla Zambelli ao Brasil. 
(Correção: no título original desta reportagem, o g1 errou ao informar que a decisão da Justiça italiana previa a absolvição da ex-deputada Carla Zambelli. Na verdade, os magistrados anularam o pedido de extradição feito pelo Brasil contra ela. A matéria foi corrigida às 10h11 do dia 12 de junho).
A determinação italiana diz respeito ao pedido de extradição feito pelo Brasil contra a ex-parlamentar, conduzido com base no processo em que Zambelli foi condenada por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
🔎Há ainda um segundo processo de extradição correndo na Justiça italiana, relacionado à condenação da ex-deputada pelo crime de porte ilegal de armas e ameaça com arma de fogo (veja como está o caso mais abaixo).
A Corte de Cassação afirmou que identificou "diversos elementos" capazes de gerar dúvidas sobre a imparcialidade objetiva do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou Carla Zambelli. 
Segundo os magistrados, Alexandre de Moraes acumulou diferentes funções ao longo do processo e atuou simultaneamente como integrante do colegiado julgador e como pessoa considerada prejudicada por um dos crimes atribuídos à deputada.
"Emergiram diversos elementos capazes de suscitar dúvidas sobre a imparcialidade, sob o aspecto objetivo, do tribunal que proferiu a condenação da recorrente", diz o documento.
Segundo eles, Moraes participou de diferentes fases do processo, o que, na avaliação da Corte italiana, contraria os princípios de imparcialidade e independência judicial.
"Bem como insuficiência e ilogicidade da fundamentação em relação ao acúmulo das funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução na pessoa de M.A.D.M. [Ministro Alexandre de Moraes], integrante do Supremo Tribunal Federal do Brasil, em violação ao princípio da imparcialidade e da independência do juiz", diz a decisão, publicada em italiano. 
Entenda o caso
Justiça da Itália publica decisão sobre absolvição de Zambelli
Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão em regime fechado por contratar o hacker Walter Delgatti para invadir os sistemas do Judiciário e incluir documentos falsos. 
➡️Um deles seria um mandado de prisão contra Moraes assinado por ele mesmo, e uma ordem para quebrar o sigilo bancário do próprio ministro.
🔎Considerando isso, os magistrados entenderam que Moraes foi "vítima" e "juiz" no processo. Também, que ele seria responsável pela investigação, por conta dos mandados expedidos por ele enquanto relator do caso.
➡️Para a PGR, a invasão tinha como objetivo desacreditar o Judiciário, responsável pelo processo eleitoral, e gerar um ambiente favorável a uma ruptura institucional para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder (PL). 
A decisão da Suprema Corte de Cassações — a última instância da Justiça italiana — revogou a sentença anterior, da Corte de Apelações da Itália. Com isso, Zambelli foi solta no fim do mês passado.
Direito internacional: especialista explica a situação de Carla Zambelli
Outro pedido de extradição
Segundo informações obtidas pela TV Globo, o Ministério da Justiça entrou em contato com a autoridade central da Itália para questionar se há um novo pedido de prisão contra Carla Zambelli relacionado ao segundo processo de extradição, referente ao caso de porte ilegal de arma de fogo.
O episódio ocorreu na véspera do segundo turno das eleições de 2022. Na ocasião, a então deputada perseguiu, armada, um homem pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo (SP), após uma discussão política.
Em resposta, as autoridades italianas informaram que a procuradoria aguardava a divulgação da decisão da Corte de Cassação sobre o primeiro pedido de extradição para avaliar se o entendimento adotado naquele caso poderia influenciar a análise do segundo processo.
O julgamento desse novo pedido de extradição está marcado para 1º de julho.  </description>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:14:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como é o drone marítimo usado pelos EUA para resgatar tripulantes de helicóptero abatido no Estreito de Ormuz</title>  <atom:subtitle>A BBC analisou o que se sabe sobre o drone marítimo usado para resgatar soldados no mar.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/como-e-o-drone-maritimo-usado-pelos-eua-para-resgatar-tripulantes-de-helicoptero-abatido-no-estreito-de-ormuz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/como-e-o-drone-maritimo-usado-pelos-eua-para-resgatar-tripulantes-de-helicoptero-abatido-no-estreito-de-ormuz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/dKAf6ulM_BLY85OpWnBMD3pk41s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/D/u3UJdgRJOtwIFhuSTiEQ/novo-projeto-1-.jpg" /><br /> ]]>    Drone marítimo usado pelos EUA para resgatar tripulantes de helicóptero abatido no Estreito de Ormuz
Saronic via BBC
Um drone marítimo foi usado para salvar dois membros da tripulação de um helicóptero do Exército dos Estados Unidos que caiu no litoral de Omã no início desta semana, segundo militares americanos — tornando-se o primeiro caso publicamente conhecido de uma embarcação não tripulada usada em uma missão de resgate.
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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o helicóptero Apache foi abatido pelo Irã perto do estreito de Ormuz — que tem estado em grande parte bloqueado para navegação desde o início da guerra com o Irã.
Os dois soldados "foram resgatados com segurança em aproximadamente duas horas e estão em condição estável", afirmou o Comando Central dos EUA (Centcom).
O BBC Verify analisou o que sabemos sobre o drone marítimo e a missão de resgate.
EUA atacam o Irã em retaliação à derrubada de um helicóptero americano no Estreito de Ormuz
O que é o drone marítimo dos EUA?
O Centcom confirmou que foi usado no resgate um drone "Corsair", que é fabricado por uma empresa de drones marítimos com sede no Texas.
Ele mede 7,3 metros de comprimento, é capaz de transportar 450 kg e pode viajar a mais de 64 quilômetros por hora, de acordo com o site da empresa.
"O Corsair tem aproximadamente o tamanho de um barco de pesca com um convés plano e foi projetado para transportar carga, por isso provavelmente consegue acomodar de três a quatro pessoas", diz Bryan Clark, especialista em drones marítimos do centro de estudos Hudson Institute.
Clark acrescenta que ele possui uma câmera de 360 graus, um sistema de radar para navegação de longo alcance e um sensor de radiofrequência para captar comunicações para coleta de inteligência.
"Essa embarcação Corsair existe há alguns anos — a Marinha dos EUA tem cerca de 50 delas", segundo Stacie Pettyjohn, especialista militar dos EUA no centro de estudos Center for a New American Security.
"Eles são normalmente usados para detecção de minas ou vigilância, mas a Marinha ainda está testando a frota no estreito para ver o que ela pode fazer."
O drone marítimo Corsair dos EUA
BBC
O drone marítimo é operado pela Força-Tarefa 59, a primeira unidade da Marinha dos EUA dedicada a sistemas não tripulados, criada em 2021. Os EUA começaram a usá-lo no Oriente Médio em março.
Ele faz parte do plano do Pentágono de expandir o uso de drones. A Marinha concedeu ao fabricante do Corsair um contrato de produção de US$ 392 milhões para suas embarcações autônomas no ano passado.
Como foi a missão de resgate?
Embora o drone marítimo possa ser operado de forma autônoma, ambos os especialistas com quem a BBC Verify falou disseram que ele provavelmente foi operado manualmente no resgate.
"Nessa missão, provavelmente foi controlado remotamente por uma pessoa com um joystick para garantir que chegasse ao local exato da tripulação", disse Clark.
"Ele teria sido direcionado para a posição onde eles se encontravam e eles simplesmente subiram a bordo, como fariam ao entrar em um barco no mar."
"O drone não tripulado é usado em vez de enviar um navio ou um helicóptero onde pessoas poderiam ter sido alvo de tiros", diz Pettyjohn.
"Embora o resgate não seja a missão principal desse tipo de embarcação, ela claramente é adequada para uma missão 'suja' e perigosa como esta."
Os militares dos EUA foram recolhidos por volta das 3h30 de terça-feira, no horário local, e levados para outro local na água, de acordo com o porta-voz do Centcom, o capitão Tim Hawkins. "Eles foram então içados por um helicóptero", acrescentou.
Quem mais usa drones marítimos no mundo?
Os drones marítimos têm sido cada vez mais usados na guerra entre a Ucrânia e a Rússia, como a BBC Verify já relatou.
A Ucrânia os carregou com explosivos para lançar ataques contra navios militares russos, mas não há notícias sobre o seu uso em missões de resgate.
“A maioria das embarcações usadas pela Ucrânia são menores, com tamanho mais parecido com o de um jet ski, e não podem transportar uma pessoa”, diz Clark.
Os drones marítimos usados pela Ucrânia
BBC
Os rebeldes houthis do Iêmen também operaram os chamados barcos drones kamikaze, e o Irã usou barcos drones durante o conflito atual para atacar embarcações que tentavam passar pelo estreito de Ormuz.
"Os houthis e os iranianos já tinham drones marítimos no passado, mas os ucranianos realmente elevaram isso a outro patamar e mostraram o que outros países poderiam fazer", diz Pettyjohn.
"Os drones marítimos dos EUA surgiram em grande parte a partir da guerra da Ucrânia e do que eles inovaram."
Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/dKAf6ulM_BLY85OpWnBMD3pk41s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/D/u3UJdgRJOtwIFhuSTiEQ/novo-projeto-1-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:13:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA planejam corte drástico em caças e navios de guerra para operações da Otan na Europa, diz jornal</title>  <atom:subtitle>De acordo com relatório, a decisão limitaria a capacidade da OTAN de lançar ataques de longo alcance e realizar vigilância.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eua-corte-cacas-navios-de-guerra-otan-europa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eua-corte-cacas-navios-de-guerra-otan-europa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/ZWVhKtD2IMUh3j4l5KaM223Py2g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/N/1/BkC3qKRuSK2ulE3IMYkw/000-nj1xw.jpg" /><br /> ]]>    A estratégia de apaziguar Trump está funcionando para a Otan?
Os Estados Unidos planejam reduzir significativamente o número de aeronaves e navios de guerra disponibilizados para operações da Otan na Europa, informou o jornal americano "The New York Times" nesta sexta-feira (12), citando dois altos funcionários europeus.
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Segundo as fontes, o plano dos EUA inclui reduzir o número de caças F-16 e F-15E de aproximadamente 150 para 100, diminuir o número de aeronaves de reconhecimento marítimo de 26 para 15 e remover todos os oito aviões-tanque de reabastecimento aéreo que havia disponibilizado para a Europa.
Além das reduções, os EUA também pretendem realocar um submarino lançador de mísseis e um porta-aviões, juntamente com vários navios de guerra e dezenas de jatos que se juntam às missões do porta-aviões, informou o New York Times.
De acordo com relatório, a decisão limitaria a capacidade da OTAN de lançar ataques de longo alcance e realizar vigilância.
"Historicamente, houve uma dependência excessiva das forças e capacidades dos EUA", disse a porta-voz da Otan, Allison Hart, à Reuters, acrescentando que, à medida que a Europa e o Canadá investem mais em defesa e desenvolvem maiores capacidades, o equilíbrio de responsabilidades pode mudar: "Isso fortaleceria a defesa da Otan, reduzindo a dependência de um único aliado e refletindo uma mudança mais ampla que está ocorrendo dentro da aliança".
O Comando Europeu dos EUA afirmou em comunicado na semana passada que iria " redimensionar " suas contribuições para o Modelo de Força da OTAN, sem fornecer mais detalhes.
Procurado pela agência de notícias Reuters para comentar a reportagem, o Departamento de Defesa dos EUA não respondeu aos pedidos de comentários.
Soldados dos EUA são vistos antes da cerimônia oficial de boas-vindas das tropas da OTAN em Orzysz, na Polônia, em 2017
Wojtek Radwanski/AFP
Trump anunciou envio de 5 mil soldados à Polônia recentemente
Apesar dos indícios de um corte dos EUA na ajuda à Otan e das críticas repetidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à aliança, no dia 21 de maio, o republicano surpreendeu ao anunciar o envio de 5 mil soldados para a Polônia.
Um dia depois, membros da Otan e autoridades de Defesa expressaram perplexidade com a decisão, já que, há apenas algumas semanas, ele havia dito que iria reduzir a presença de tropas dos EUA em território europeu e ordenado a saída de 5 mil militares do continente.
“É realmente confuso e nem sempre fácil de navegar”, disse a ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard, a repórteres em uma reunião organizada por ela com seus homólogos da OTAN, incluindo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
EUA vão enviar 5 mil soldados à Polônia
Autoridades de Defesa dos EUA, que falaram sob condição de anonimato com a agência de notícias Associated Press, também se disseram confusas. 
Durante discurso em encontro com os aliados da Otan, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, minimizou as contradições de Trump:
"Os Estados Unidos têm compromissos globais e reavaliam constantemente a presença de tropas. O posicionamento das Forças não é uma decisão política".
Na quarta-feira (20), o chefe militar da Otan, o tenente-general americano Alex Grynkewich, afirmou que “centenas” de soldados adicionais seriam transferidos para outros locais, sem dar mais detalhes. "Vamos manter uma boa sincronia com nossos aliados daqui para frente", prometeu.
A Polônia diz que se tornou alvo de espionagem e sabotagem russas por causa do papel central no envio de armas e suprimentos militares para a Ucrânia desde o início da invasão em larga escala promovida pela Rússia.
O governo polonês planeja destinar 4,8% do PIB para defesa neste ano — o maior percentual entre os países da Otan — e costuma destacar que é um aliado fiel dos Estados Unidos.
Um funcionário americano ouvido pela Reuters sob condição de anonimato afirmou que a decisão sobre a Polônia pode fazer parte de uma solução temporária para permitir a redução do contingente militar dos EUA na Alemanha, onde há atualmente cerca de 35 mil soldados americanos.
No fim do ano passado, havia cerca de 85 mil soldados americanos posicionados em toda a Europa.
VÍDEOS: mais assistidos do g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/ZWVhKtD2IMUh3j4l5KaM223Py2g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/N/1/BkC3qKRuSK2ulE3IMYkw/000-nj1xw.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:53:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Irã diz que não abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz e direito de enriquecer urânio em acordo com EUA</title>  <atom:subtitle>Segundo agências de notícia iranianas, a proposta de acordo com os EUA prevê a liberação de US$ 24 bilhões em ativos iranianos congelados, o fim da guerra e 60 dias de negociações para um acordo nuclear. Trump diz que termos são falsos.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/acordo-eua-ira-liberacao-24-bilhoes-ativos-iranianos-congelados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/acordo-eua-ira-liberacao-24-bilhoes-ativos-iranianos-congelados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Afk3qgT_r7HkYuCIb5Y_FOTyAho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/Q/L4eLHCSP2dwnniTGO35g/2026-06-10t152151z-1882616195-rc23rlahlfz5-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    Trump diz que acordo de paz está próximo e suspende ataques ao Irã; Teerã nega
O Irã declarou nesta sexta-feira (12), através de sua mídia estatal, que não abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz e do direito de enriquecer urânio.
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Segundo a IRNA, nenhum acordo final com os Estados Unidos irá acontecer sem que esses dois pontos sejam mantidos.
"O Irã não assume, neste texto, nenhum compromisso de ceder a gestão do estreito, nem de restaurar as condições que existiam antes da agressão militar americana e israelense. O Irã negociará o programa nuclear exclusivamente dentro da estrutura dos princípios fundamentais da República Islâmica, e questões como o direito do Irã de enriquecer urânio e a retenção de material enriquecido... serão enfatizadas com vistas à sua inclusão no acordo final", afirma a mídia iraniana.
De acordo com agências de notícias iranianas, a proposta de acordo de paz prevê a liberação de US$ 24 bilhões em ativos iranianos congelados; o fim da guerra, inclusive no Líbano; e 60 dias de negociações para um acordo nuclear.
A agência Mehr diz o memorando de entendimento entre os dois países deve:
suspender as sanções dos EUA sobre o Irã
retirar as forças militares norte-americanas das proximidades do país
levantar o bloqueio naval a portos iranianos, com reabertura do Estreito de Ormuz
interromper as hostilidades em todas as frentes da guerra
Horas após a mídia iraniana noticiar esses termos, o presidente dos EUA, Donald Trump, foi à rede Truth Social afirmar que eles são falsos e acusou Teerã de má fé.
"Os termos que o Irã vazou para as notícias falsas não têm nada a ver com os termos que foram acordados por escrito. O que eles disseram, incluindo sua declaração fraca e patética sobre ter um acordo, não tem nenhuma relação com a verdade. Pessoas muito desonrosas para se negociar. Com eles, não existe negociação de boa fé. Incrível!", escreveu.
A proximidade de um acordo entre os dois países foi anunciada pelo próprio Trump nesta quinta-feira (12). Após anunciar uma terceira noite de ataques ao território iraniano e dizer que pretendia controlar o petróleo e o gás do país, Trump cancelou a ofensiva e afirmou ter decidido pelo cancelamento após negociadores chegarem a um consenso sobre "pontos finais" da proposta.
Trump cancela ataques ao Irã e volta a falar em acordo de paz
O presidente norte-americano disse que um acordo definitivo com Teerã "talvez seja assinado no fim de semana". A assinatura "provavelmente" ocorreria na Europa e contaria com a presença de seu vice, JD Vance, segundo Trump.
Trump disse que o "memorando de entendimento" já foi aprovado "por todo mundo no Irã", inclusive o líder supremo do país, e que é um ótimo acordo, "pois o Irã jamais terá uma arma nuclear".
Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. "Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado", afirmou a agência estatal Fars.
Em uma publicação em sua rede social Truth Social, por onde fez o anúncio, ele afirmou apenas que mediadores "e outros" concordaram com os pontos.
Ele também voltou atrás em uma afirmação que fez mais cedo nesta quinta e disse que uma operação na ilha de Kharg, de onde o petróleo iraniano é exportado, "está fora da mesa".
Na publicação, Trump disse que a "transação" das negociações foi finalizada e que "data e local" da assinatura serão anunciados em breve. Ele disse também que as conversas foram levadas "ao mais alto nível da liderança iraniana". 
"Considerando que as discussões com a República Islâmica do Irã foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas, eu, como Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques e bombardeios programados contra o Irã para esta noite", declarou Trump. 
👉 O anúncio ocorreu minutos antes do início oficial da Copa do Mundo de 2026, com a cerimônia de abertura do México. Até a última atualização desta reportagem, ainda não havia informações de se o anúncio do Trump teve qualquer relação com o torneio de futebol. Os EUA são um dos três países que sediarão o evento, ao lado de México e Canadá, e a seleção iraniana disputará o campeonato. 
Novos ataques 
EUA e Irã retomam ataques no Golfo Pérsico
Desde terça-feira (9), Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, mesmo sob um acordo de cessar-fogo assinado por ambas as partes.
A nova escalada começou após a queda de um helicóptero militar das forças dos EUA durante um sobrevoo na região do Estreito de Ormuz. Após o episódio, Trump acusou o Irã de ter atacado a aeronave e disse que teria de revidar. 
Na mesma noite, os EUA bombardearam sistemas de defesa no território iraniano e radares em Ormuz. O Irã revidou com ataques a uma base norte-americana no Bahrein. Na quarta-feira (10), os EUA fizeram um novo ataque, respondido por Teerã com mísseis lançados novamente a países do Golfo Pérsico. 
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e disse que a escalada complicou ainda mais as conversas por um acordo de paz, além de tornar o cessar-fogo atualmente em vigor "sem sentido". 
Donald Trump, presidente dos EUA
Reuters/Evan Vucci
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Afk3qgT_r7HkYuCIb5Y_FOTyAho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/Q/L4eLHCSP2dwnniTGO35g/2026-06-10t152151z-1882616195-rc23rlahlfz5-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:17:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O Mundial 'mais caro e mais politizado': 4 pontos importantes sobre a Copa do Mundo de 2026</title>  <atom:subtitle>Tudo indica que, além do espetáculo futebolístico, a gigantesca Copa do Mundo de 2026 entrará para a história como uma das mais polêmicas desde a criação do torneio, quase 100 anos atrás.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/o-mundial-mais-caro-e-mais-politizado-4-pontos-importantes-sobre-a-copa-do-mundo-de-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/o-mundial-mais-caro-e-mais-politizado-4-pontos-importantes-sobre-a-copa-do-mundo-de-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/a9WvGrXFb8CQcovZxEJeHFnT1js=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/v/ksWZJiRRqKNPwUbfe3fA/92d54560-6350-11f1-8546-8f19e4fe30f4.jpg.webp" /><br /> ]]>    México vence África do Sul e abre Copa do Mundo com vitória no Azteca
"Simplesmente, o maior evento que a humanidade já viu."
Foi assim que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, descreveu a Copa do Mundo da Fifa de Futebol Masculino que começou na quinta-feira (11) nos Estados Unidos, México e Canadá.
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O dirigente máximo da organização descreveu este primeiro Mundial disputado em três países, com 48 seleções e 104 partidas, como a edição mais inclusiva, acolhedora e unificadora do torneio já promovida até hoje.
Mas muitas outras pessoas usariam adjetivos diferentes.
Esta poderá ser, por exemplo, a edição mais politizada, a mais cara, possivelmente a mais quente ou a mais poluidora. E, sem dúvida, a mais lucrativa para a Fifa.
Montagem mostra Donald Trump e Gianni Infantino
BBC
Seja qual for o ponto de vista, o que parece certo é que, além do espetáculo dentro de campo, esta Copa do Mundo gigantesca poderá se tornar uma das mais controversas da história.
Desde a polêmica sobre os custos para os torcedores e os impactos da geopolítica e das políticas migratórias até questões de segurança, condições meteorológicas extremas, sustentabilidade e o papel do presidente americano, Donald Trump, o megatorneio vem causando inquietação e entusiasmo na mesma medida.
Mas quais sãos os maiores problemas? Como chegamos até aqui? E o que está em jogo, além do troféu de campeão?
Enquanto todos os olhares do mundo do futebol se voltaram para a Cidade do México, frente ao jogo inaugural da Copa, os países anfitriões oferecem uma imagem clara do que irá tornar as próximas semanas tão fascinantes e, ao mesmo tempo, tão desafiadoras.
O lendário Estádio Azteca, marco do futebol mundial, faz história como o primeiro a receber a abertura de três Mundiais diferentes.
Estadio Azteca, na Cidade do México, onde aconteceu a primeira das três festas de abertura da Copa do Mundo 2026
REUTERS/Kai Pfaffenbach
As expectativas são imensas. Mas, da mesma forma que no seu vizinho do norte — os Estados Unidos, que receberão cerca de 75% das partidas —, o alto preço dos ingressos causa indignação.
O México também tem preocupações com a segurança, já que o país vem sofrendo muito com a violência dos grandes cartéis.
Na capital mexicana, manifestantes derrubaram estátuas de jogadores relacionados à Copa do Mundo. E grupos de professores, exigindo melhores salários, ameaçam prejudicar as partidas se suas demandas não forem atendidas.
Já em Tijuana, no oeste do país, a presença da seleção iraniana é o maior exemplo das complexas tensões políticas que atingem a competição.
A BBC detalha abaixo os principais pontos que fazem deste Mundial um dos mais controversos da história.
1. Estados Unidos e Irã
Governo Trump informou que a seleção do Irã poderá entrar em território americano apenas 36 horas antes de cada partida
Além da sua enorme magnitude, a Copa do Mundo de 2026 não tem precedentes em vários outros aspectos.
Nunca antes na história das Copas, por exemplo, um país anfitrião esteve em guerra com uma nação participante.
No mês passado, a Fifa confirmou a transferência da base de operações da seleção iraniana dos Estados Unidos para o México. Esta é mais uma consequência da campanha militar iniciada em fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, desencadeando represálias em todo o Oriente Médio.
Apesar do cessar-fogo estabelecido no início de abril, os ataques entre as partes envolvidas permanecem até hoje.
Nos últimos meses, a participação do Irã na Copa do Mundo esteve cercada de incertezas.
Trump chegou a alertar que não seria "apropriada" a participação da equipe, "pela sua própria vida e segurança".
Seu enviado especial à região chegou até a sugerir a substituição do Irã pela Itália, tetracampeã do mundo, que não conseguiu se classificar para o Mundial.
Agora, aparentemente, o Irã irá participar da sua quarta Copa consecutiva, mesmo que o país tenha acusado os Estados Unidos de negar vistos de entrada para alguns de seus dirigentes e membros da comissão técnica.
Um funcionário do governo afirmou que os jogadores foram orientados a entrar e sair dos Estados Unidos no mesmo dia de cada um dos três jogos da fase de grupos.
Na terça-feira (9), a Federação Iraniana de Futebol anunciou que a designação de ingressos para seus torcedores na fase de grupos foi revogada. Para a entidade, a decisão "levanta sérias questões sobre a interferência de considerações não esportivas e políticas na organização do maior evento de futebol do mundo".
A Fifa declarou estar trabalhando para "maximizar as oportunidades para que os torcedores iranianos assistam às partidas".
Mas, considerando que, aparentemente, será proibido exibir a bandeira do Irã anterior à Revolução Islâmica nas sedes do torneio, os jogos da seleção iraniana serão carregados de tensões políticas — especialmente os dois primeiros, que serão disputados em Los Angeles, onde reside uma numerosa comunidade iraniana.
2. Restrições de entrada nos EUA
Por que torcedores do Irã e Haiti estão proibidos de entrar nos EUA na Copa?
Já em 2017, durante o primeiro mandato de Donald Trump, Infantino havia indicado que a proibição de entrada de cidadãos de vários países de maioria muçulmana nos Estados Unidos seria incompatível com o regulamento da Copa e poderia frustrar as aspirações do país de receber a edição de 2026.
"Evidentemente, em relação às competições da Fifa, qualquer equipe que se classificar para o Mundial precisa ter acesso ao país, incluindo seus torcedores e dirigentes", alertou Infantino. "Do contrário, não há Mundial."
Mas as políticas migratórias aplicadas por Trump durante seu segundo mandato levarão os torcedores de quatro países participantes a enfrentar proibições totais ou parciais de viagem: Irã, Haiti, Senegal e Costa do Marfim.
A Casa Branca credita a tomada desta medida à necessidade de administrar ameaças de segurança.
Uma análise realizada pela BBC revelou que os torcedores de mais de 25% dos 48 países participantes da Copa do Mundo enfrentam proibições de viagem, restrições mais rigorosas ou altos índices de negação de vistos.
No mês passado, foram concedidas exceções aos visitantes de cinco países participantes da Copa: Argélia, Senegal, Costa do Marfim, Cabo Verde e Tunísia. Eles foram liberados da obrigação de depositar uma caução de até US$ 15 mil (cerca de R$ 77 mil) para obter o visto de entrada nos Estados Unidos.
No último fim de semana, a Associação Internacional da Imprensa Esportiva denunciou "um problema persistente e inaceitável para nós, jornalistas: a negação de vistos de entrada a colegas devidamente credenciados".
Além disso, na segunda-feira (8/6), a Fifa anunciou a exclusão do árbitro Omar Artan da lista de colegiados, por ter sido negada sua entrada nos Estados Unidos. Ele seria o primeiro árbitro da Somália a apitar jogos da fase final da Copa do Mundo.
As autoridades migratórias americanas não forneceram explicações, mas a Somália figura na lista de países afetados por restrições de viagens no governo Donald Trump.
"Este é um torneio em que os jogadores, torcedores e dirigentes não estão livres de riscos, se é que irão conseguir entrar", afirma o ex-capitão da seleção australiana Craig Foster, atual defensor dos direitos humanos.
Ele denunciou que, "para um esporte que preconiza há uma década seu compromisso com sua própria política de direitos humanos, isso é simplesmente vergonhoso".
"Isso deveria enterrar de uma vez por todas a ideia, ainda bastante difundida pelo mundo, de que existe uma separação entre a política e o esporte", prossegue Foster.
"Diferentemente de qualquer outro torneio esportivo de que se tenha lembrança nos tempos modernos, esta é uma Copa do Mundo profundamente politizada."
Desde sua eleição para a presidência da Fifa, em 2016, Infantino vem se aproximando habitualmente dos líderes dos países anfitriões dos seus eventos.
Mas a polêmica concessão do Prêmio da Paz da Fifa a Donald Trump, durante o sorteio da Copa do Mundo no ano passado, destacou suas estreitas relações com o presidente americano.
Desde então, os Estados Unidos realizaram ações militares na Venezuela, Nigéria e Irã. E Trump vem insinuando a possibilidade de novas operações na Groenlândia, México e na Colômbia, que também disputa a Copa do Mundo de 2026.
Surgiram ainda tensões entre os três anfitriões, em temas relacionados ao comércio, imigração e a luta contra o narcotráfico.
Na semana passada, o presidente americano voltou a se referir ao Canadá como "o 51° Estado" americano. Mas existe também a esperança de que o torneio traga uma oportunidade para a diplomacia.
Completando o panorama, os Estados Unidos comemoram em 2026 os 250 anos da sua independência. Espera-se que Trump ocupe um lugar central no torneio, como ocorreu na final do Mundial de Clubes do ano passado e no sorteio da Copa, em dezembro.
Depois das acusações contra a Rússia e o Catar, por usarem as duas últimas Copas para melhorar a sua imagem, a organização Human Rights Watch afirma que o evento deste ano será um "festival de sportswashing", a lavagem de imagem através do esporte.
A Anistia Internacional também alertou que o torneio corre o risco de se tornar um "palco para a repressão".
A organização destaca as práticas "abusivas, discriminatórias e letais de controle migratório e as detenções em massa nos Estados Unidos" e também alerta sobre "riscos significativos" para os espectadores.
Grande parte das críticas se concentram no Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), que faz parte do aparato geral de segurança do evento.
No início do ano, agentes do ICE mataram a tiros dois cidadãos americanos, durante uma operação de controle migratório em Minneapolis.
Em resposta às críticas, o grupo de trabalho da Casa Branca para a Copa do Mundo prometeu que o torneio será "o evento esportivo mais seguro e acolhedor da história". E também afirmou estar trabalhando para oferecer um campeonato "que destaque a hospitalidade dos Estados Unidos, seu compromisso com a segurança e seu espírito de excelência".
3. A polêmica dos preços
As partidas da Copa do Mundo serão disputadas em 16 cidades dos Estados Unidos, México e Canadá
Getty Images via BBC
A Fifa adjudicou a Copa do Mundo de 2026 aos Estados Unidos, México e Canadá oito anos atrás. Na época, a entidade tentava se recuperar do escândalo existencial de corrupção levantado pelas enorme polêmica das votações realizadas em 2010, que elegeram a Rússia e o Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022, respectivamente.
Com os dois países sendo obrigados a negar acusações de suborno, a Copa do Mundo na América do Norte deve ter parecido uma opção muito menos arriscada, já que a infraestrutura dos estádios nos três países já estava pronta.
O outro grande atrativo era financeiro. Impulsionado por acordos multibilionários de direitos de transmissão e patrocínio, o torneio ampliado será o evento mais lucrativo da história do esporte — e ocorrerá no mercado esportivo mais comercializado do mundo.
As previsões indicam que a Fifa gere uma receita recorde de US$ 9 bilhões (cerca de R$ 46 bilhões), apenas neste ano.
Todo este dinheiro permitirá a redistribuição de US$ 2,7 bilhões (cerca de R$ 14 bilhões) entre as associações nacionais de futebol nos próximos quatro anos. Este valor contribuirá para o desenvolvimento global do esporte e aumentará a probabilidade da terceira reeleição de Infantino para a presidência da Fifa, em 2027.
Mas a polêmica sobre a origem de grande parte deste dinheiro deixou grandes marcas nas preparações para a Copa do Mundo.
Em 2018, os responsáveis pela candidatura tríplice afirmaram que as entradas para a final custariam, no máximo, US$ 1.550 (cerca de R$ 8 mil). Mas, quando os ingressos começaram a ser vendidos em dezembro, para os membros dos clubes oficiais de torcedores de cada país, o bilhete mais caro custava US$ 8.680 (cerca de R$ 45 mil).
Um importante grupo de torcedores qualificou os custos de "traição monumental". A Fifa respondeu anunciando uma quantidade limitada de ingressos a US$ 600 (cerca de R$ 3,1 mil).
Mas a estratégia de preços gerou forte rejeição, aliada à implementação, pela primeira vez em uma Copa do Mundo, das "tarifas dinâmicas", com preços variáveis conforme a demanda no momento da compra.
Houve o receio de que muitos dos torcedores mais leais e apaixonados fossem excluídos do torneio, devido aos altos custos.
Na plataforma oficial de revenda, os preços foram enormemente inflacionados, com a Fifa retendo uma comissão de 30% de cada ingresso vendido.
No mês passado, autoridades de Nova York e Nova Jersey lançaram oficialmente uma investigação, frente às acusações de que a Fifa estaria "inflando artificialmente os preços" e "enganando os torcedores" durante a venda dos ingressos.
A Fifa destacou o poder aquisitivo dos consumidores americanos e a forte demanda. A entidade afirmou que foram vendidas mais de cinco milhões de entradas e que os ingressos estariam esgotados.
Mas a BBC Sport constatou a existência de milhares de entradas disponíveis para jogos de seleções menos populares, a preços muito abaixo do seu valor nominal, tanto no site oficial de revenda da Fifa quanto no mercado secundário.
O organismo também foi acusado de transferir para a plataforma SeatGeek o estoque que não pôde ser vendido por outras vias.
Outros custos também causaram mal estar.
As passagens de trem do centro de Nova York até o Estádio MetLife em Nova Jersey, sede da final da Copa, custam normalmente US$ 12,90 (cerca de R$ 66). Mas o preço disparou para US$ 150 (R$ 771), tendo sido reduzido posteriormente para US$ 98 (cerca de R$ 504).
O governador do Estado de Nova Jersey responsabilizou a Fifa pelo aumento, por se negar a subsidiar os gastos comtransporte.
O descontentamento dos torcedores aumentou ainda mais na semana passada, quando a Fifa anunciou que, por motivos de segurança, não será permitido o acesso aos estádios com garrafas de água reutilizáveis. Muitos atribuíram esta decisão de última hora a interesses comerciais.
Pesquisadores indicam que as temperaturas em 14 das 16 sedes da Copa atingirão níveis perigosos durante o torneio. Por isso, surgiu o receio de que a proibição das garrafas de água possa colocar em risco a saúde dos espectadores.
Frente às fortes críticas de grupos de torcedores e políticos, a Fifa recuou e acabou permitindo a entrada com garrafas d'água descartáveis lacradas.
A primeira Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, 32 anos atrás, contribuiu para popularizar o esporte entre o público do país.
A Copa do Mundo de 1994 impulsionou o futebol nos Estados Unidos
Getty Images via BBC
Agora, com uma liga nacional consolidada e investimentos americanos espalhados pelo futebol europeu, a expectativa é que seja dado um novo passo importante.
"Em 1994, o mercado do futebol nos Estados Unidos estava começando. Hoje, contamos com pujantes ligas profissionais e alguns dos melhores estádios do mundo", declarou à BBC Sport o diretor-executivo da Federação Americana de Futebol (US Soccer), J.T. Batson.
"Este verão representa uma oportunidade incrível de transformar o panorama do futebol nos Estados Unidos", destaca ele.
Mas uma pesquisa recente indica que a maioria dos americanos acredita que assistir a uma partida do torneio é caro demais para o cidadão médio.
Outra pesquisa, realizada entre os hotéis, revelou que as reservas ficaram muito abaixo do esperado em quase todas as cidades-sede, o que reforça a percepção de que os recordes de custos, aliados ao contexto político, agiram como fator de dissuasão.
"Haverá muita gente que não poderá assistir devido aos preços", declarou à BBC o líder da Associação de Apoiadores do Futebol da Inglaterra, Thomas Concannon.
Cerca de 12 mil a 15 mil torcedores ingleses assistirão às três partidas da seleção do seu país na fase de grupos, a serem disputadas em Dallas, Boston e Nova Jersey.
"Estes números são meio decepcionantes, considerando a expectativa que foi gerada", lamenta Concannon. "Esperávamos um público maior."
4. O prejuízo ambiental
A Fifa se comprometeu a reduzir suas emissões de carbono em 50% até 2030, atingindo zero emissões em 2040.
Realizar todas as partidas deste Mundial em estádios já existentes colabora com este objetivo. Mas a enorme ampliação do torneio é um ponto negativo, já que o transporte aéreo representa 80% a 90% da sua pegada de carbono.
Os ecologistas afirmam que este será o evento "mais prejudicial para o clima" da história da Copa do Mundo. A grande dependência de viagens aéreas irá gerar o equivalente a mais de 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono, quase o dobro da média dos quatro Mundiais anteriores.
Na sua proposta de candidatura original, as três nações anfitriãs apresentaram uma estimativa preliminar de 3,6 milhões de toneladas de CO₂. Os Estados Unidos, México e Canadá expressaram seu desejo de "estabelecer novos padrões de sustentabilidade ambiental no esporte".
Seis partidas do Mundial de Clubes do ano passado foram atrasadas devido a condições meteorológicas extremas
Getty Images via BBC
Poucas semanas atrás, um grupo de cientistas de renome mundial alertou a Fifa que suas atuais medidas de segurança frente ao calor durante a Copa do Mundo são "insuficientes" e poderão colocar jogadores em risco de sofrer graves danos.
A Fifa declarou estar "comprometida com a proteção da saúde e da segurança dos jogadores, árbitros, torcedores, voluntários e funcionários" e garante que todos os riscos relacionados ao clima estão sendo avaliados.
Mas os efeitos das condições meteorológicas extremas devem sofrer intensa avaliação. Eles incluem os longos atrasos que poderão ocorrer, em caso de partidas interrompidas por tempestades.
Um exemplo foi o jogo preparatório da Arábia Saudita contra Porto Rico, disputado no Texas no último dia 6 de junho, que foi paralisado por quase duas horas.
Também surgirão questões sobre a possibilidade de que a Fifa esteja contribuindo para este problema.
Como se tudo isso não bastasse, as autoridades precisam também enfrentar as crescentes preocupações causadas pelo surto de Ebola na República Democrática do Congo.
Classificada para a Copa, a seleção do país irá jogar na fase de grupos em Houston e Atlanta, nos Estados Unidos, além de Guadalajara, no México.
Um porta-voz do Departamento de Estado americano confirmou que os Estados Unidos estão coordenando uma estratégia "para proteger os nossos cidadãos, incluindo os milhões de visitantes, torcedores, atletas e turistas esperados durante a Copa do Mundo da Fifa".
Em maio, Infantino expressou seu entusiasmo com o potencial econômico do futebol nos Estados Unidos.
Ele destacou que o mercado americano representa apenas 3% do PIB mundial do esporte, o que representa uma enorme oportunidade de crescimento para os investidores, avaliada em trilhões de dólares.
As próximas semanas irão determinar se este fenômeno esportivo e comercial conseguirá finalmente triunfar nos Estados Unidos, ou se o próprio torneio corre o risco de ser manchado pelos altos custos e pelas questões políticas envolvidas.
Tudo está pronto para fazer brilhar os maiores astros de futebol do planeta. Mas o evento também poderá revelar até que ponto o futebol e seus torcedores estão dispostos a apoiar sua expansão e seus preços excessivos.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/a9WvGrXFb8CQcovZxEJeHFnT1js=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/v/ksWZJiRRqKNPwUbfe3fA/92d54560-6350-11f1-8546-8f19e4fe30f4.jpg.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:03:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cortar frutas, dobrar roupas e cozinhar: com câmeras na cabeça, indianos treinam robôs de IA para fazer tarefas domésticas</title>  <atom:subtitle>Trabalhadores usam celulares, câmeras e sensores de movimento para registrar ações que servirão de base para sistemas de inteligência artificial.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/12/cortar-frutas-dobrar-roupas-e-cozinhar-com-cameras-na-cabeca-indianos-treinam-robos-de-ia-para-fazer-tarefas-domesticas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/12/cortar-frutas-dobrar-roupas-e-cozinhar-com-cameras-na-cabeca-indianos-treinam-robos-de-ia-para-fazer-tarefas-domesticas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/-4kyaTEtQOtuHeq_I8z7h8_kJUA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/7/Lwh88JRDKhADqK9VJmtA/afp-20260611-b36e6uc-v2-highres-topshotindiatechnologylabourai-2-.jpg" /><br /> ]]>    Indianos recebem para gravar tarefas domésticas e ajudar a treinar robôs de IA
R.SATISH BABU / AFP
Com um smartphone preso à cabeça, a dona de casa indiana Nagireddy Sriramyachandra se grava cortando mangas para treinar robôs de inteligência artificial que, no futuro, farão as tarefas domésticas. 
Seus vídeos, pelos quais recebe cerca de dois dólares por hora (10,35 reais), são enviados a empresas de tecnologia que programam máquinas para se movimentarem como as pessoas no mundo real. 
Essa jovem de 25 anos faz parte de um exército cada vez maior de milhares de treinadores de sistemas de IA no país mais populoso do mundo. 
"Quem mais vai te pagar 250 rúpias por hora só por fazer serviço de casa?", questionou Sriramyachandra em Chennai, no estado de Tamil Nadu, no sul da Índia. 
Os chatbots de IA e os geradores de imagens processam quantidades enormes de dados digitais, mas é mais difícil construir sistemas que consigam performar em ambientes reais. 
Os desenvolvedores acreditam que alimentar modelos de inteligência artificial especializados com gravações em primeira pessoa vai ajudar os robôs a imitar os humanos. 
Alguns treinadores trabalham em casa, outros em fábricas ou em estúdios especializados. Eles usam óculos que filmam, câmeras presas à cabeça e sensores de movimento. 
"Soa um aviso de 'mãos não detectadas' quando não estou gravando direito", afirmou Sriramyachandra, que envia seus vídeos por um aplicativo especial para a Objectways. 
A empresa de IA, com escritórios na Índia e nos Estados Unidos, tem entre seus clientes multinacionais da lista Fortune 500. Trabalha com o Amazon SageMaker, uma plataforma para modelos de aprendizado de máquina.
Trabalhador com uma câmera GoPro na cabeça, gravando suas ações por meio de captura de movimento enquanto dobra toalhas dentro de um banheiro modelo no escritório da empresa de dados
R.SATISH BABU / AFP
'Coisas melhores'
O mercado de robôs humanoides está em alta, e o banco Morgan Stanley calcula que, até 2050, haverá mais de um bilhão em uso. Na Índia, esse campo emergente de IA espacial está gerando novos empregos. Por enquanto. 
"Dobrar roupas, fazer café, cozinhar algo muito específico, preparar sanduíches", detalhou o diretor da Objectways, Ravi Shankar, sobre os vídeos solicitados pelos clientes. O executivo de 50 anos vive nos Estados Unidos, mas contrata pessoas do polo tecnológico indiano de Tamil Nadu, onde cresceu. 
Em uma fábrica têxtil em Karur, os trabalhadores colocam etiquetas em bonés e passam a ferro sacolas de tecido. A AFP observou ali oito pessoas com câmeras na cabeça. 
"É possível que esses serviços de coleta de dados se expandam", previu o especialista em trabalho digital Aditi Surie, do Indian Institute for Human Settlements (Instituto Indiano de Assentamentos Humanos), em Bangalore.
Agora no g1
Ambientes mobiliados
Em um estúdio da Objectways há ambientes mobiliados para as gravações. "Hoje eu me sento aqui, amanhã estarei de pé ali", comentou a estudante de engenharia Rani N., de 21 anos, que se grava dobrando uma toalha. 
Cada vídeo dura quatro minutos, e ela grava cerca de 90 por dia. Ela considera o emprego "tolerável", mas sente como se estivesse sempre com uma câmera amarrada à cabeça. 
Em outras salas, seus colegas posicionam garrafas de água, apontadores de lápis e giz de cera formando padrões que são captados com câmeras com sensores de profundidade. 
A consultoria Qanat, em Andhra Pradesh, uma terceirizada da Objectways, fornece as gravações a quase 10 empresas de dados. 
Alguns de seus 2.000 colaboradores realizam tarefas com sensores de movimento nos "pulsos, mãos e pernas", explicou o executivo Thaslim Pattan. 
Manish Agarwal, da Humyn Labs, grava conversas além de vídeos. Os colaboradores discutem os temas atribuídos, que vão de política a esportes, para clientes que querem processar padrões de fala. 
Agarwal nega que os robôs vão roubar empregos dos humanos e acredita que um dia "trabalharão juntos". "Um soldador na Índia poderia controlar um robô soldador em Praga", comentou.
Uma dona de casa indiana, usando um smartphone na cabeça enquanto grava suas ações por meio de captura de movimento ao lavar a louça em sua casa em Chennai
R.SATISH BABU / AFP  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/-4kyaTEtQOtuHeq_I8z7h8_kJUA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/7/Lwh88JRDKhADqK9VJmtA/afp-20260611-b36e6uc-v2-highres-topshotindiatechnologylabourai-2-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 07:01:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tornados destroem casas e postes nos arredores de Chicago, nos  EUA</title>  <atom:subtitle>Três tornados foram registrados na cidade na quinta-feira (11).</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/tornado-destroi-casas-e-postes-no-meio-oeste-e-nordestenos-dos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/tornado-destroi-casas-e-postes-no-meio-oeste-e-nordestenos-dos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/hYCRw3OEFqVyaG1Ztn3n0T1J15U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Q/T/MMjJ89RDynmx3scyDhrA/ap26162705324286.jpg" /><br /> ]]>    Escombros de casa em Unionville, Missouri, na quarta-feira, 10 de junho de 2026, após a passagem de um tornado.
Kylie Rouse via AP
Ao menos três tornados castigaram comunidades nos arredores de Chicago na quinta-feira, destruindo casas e arrancando árvores e postes de energia, enquanto tempestades retiveram voos em alguns locais e deixaram centenas de milhares de pessoas sem luz no Meio-Oeste e no Nordeste dos EUA.
À medida que uma grande coluna de ar descia sobre Merrillville, Indiana, uma cidade a cerca de 33 milhas (53 quilômetros) a sudeste de Chicago, a polícia local alertou os moradores para procurarem abrigo. No início da noite, árvores e cabos de energia caídos bloqueavam as ruas, casas estavam destruídas e parte do telhado de uma escola de ensino médio foi arrancada.
Enquanto isso, equipes de emergência estavam na cidade vizinha de Streator, Illinois — um polo industrial e agrícola —, enquanto a comunidade tentava se recuperar dos estragos causados pelo tornado. Um centro de reunificação para moradores desalojados foi montado na prefeitura e a Cruz Vermelha abriu um abrigo.
A prefeita de Streator, Tara Bedei, disse que não houve relatos de mortes. “Estamos incrivelmente gratos pela segurança de nossos moradores e pela ação rápida do pessoal de emergência”, disse ela em um comunicado.
Agora no g1
Fortes tempestades atrasaram ou interromperam voos em aeroportos de algumas cidades na quinta-feira, incluindo Chicago, Filadélfia e Nova York. Partes do Nordeste e da região do Meio-Atlântico também sofreram sob intenso calor e umidade.
Os tornados ocorreram depois que tempestades severas varreram o Meio-Oeste na quarta-feira, cortando a energia, danificando edifícios e cancelando voos.
Em Des Moines, Iowa, um homem de 54 anos morreu em um acampamento de sem-teto em um parque na quarta-feira após ser atingido por uma árvore que “se partiu e caiu durante os fortes temporais”, informou a polícia em um comunicado. Não houve relatos imediatos de outras mortes ou feridos causados pelas tempestades.
Equipe de manutenção remove água do campo após fortes tempestades passarem pela área de Chicago antes de uma partida de beisebol.
David Banks / AP
Galho de árvore atravessa telhado
Alertas de tornado também estavam em vigor em Chicago e em partes de Indiana e Michigan na quinta-feira, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia. Em Chicago, o jogo final da série entre o White Sox e o Atlanta Braves foi adiado devido à chuva.
Jennifer Hall estava em sua garagem em Elkhart, Indiana, quando os ventos e a chuva ganharam força na noite de quinta-feira. De repente, segundo ela, ouviu-se um estrondo alto e ela descobriu que o galho de uma árvore havia atravessado o telhado de sua casa alugada. Ela usou baldes para aparar a chuva que entrava pelo buraco.
“Estou nervosa porque tem sido uma coisa atrás da outra”, disse Hall, explicando que acabou de passar por uma cirurgia e que seu marido está viajando.
Uma casa desaparece diante dos olhos dos moradores
Shane Tipton desceu de sua picape em Unionville, Missouri, na tarde de quarta-feira e deparou-se com um tornado se aproximando, relatou sua filha, Kylie Rouse. Ele correu para tirar seu pai, de 87 anos, de dentro de sua casa móvel.
Eles conseguiram voltar para a picape, dirigiram até uma distância segura e assistiram enquanto o tornado pulverizava a residência. Armários despedaçados, móveis e eletrodomésticos ficaram espalhados pelo chão. Roupas ficaram penduradas nas árvores. Eles acreditam ter perdido um de seus cães de caça, que está desaparecido desde a passagem do tornado.
“Tudo foi destruído”, disse Rouse à Associated Press em uma entrevista por telefone na quinta-feira. “Ficou tudo espalhado por quilômetros. Se meu avô estivesse lá dentro, não haveria a menor chance de ele estar vivo.”
Edifício em Stickney, Illinois, após seu telhado ser danificado pelas fortes tempestades que atingiram a área de Chicago na quarta-feira, 10 de junho de 2026.
AP Photo/Courtesy WMAQ-TV in Chicago
Tempestade danifica abrigo de animais em Illinois
Moradores de Springfield, Illinois, acreditam que um tornado tocou o solo em sua região no fim da quarta-feira. Dois edifícios no abrigo da Animal Protective League em Springfield foram severamente danificados, mas nenhum dos quase 150 gatos e 28 cães abrigados no local ficou ferido, disse Deana Corbin, diretora executiva do grupo.
“Praticamente destruiu a instalação do nosso abrigo, arrancou os telhados de ambos os nossos edifícios”, disse Corbin. “É um milagre. Fomos muito abençoados por não termos tido nenhum ferimento em pessoas ou animais.”
A comunidade se mobilizou para acolher temporariamente todos os gatos e cães, incluindo um centro local de controle de animais, veterinários e moradores, disse ela.
Também foram relatados danos no Aeroporto Capital Abraham Lincoln, em Springfield.
O meteorologista do serviço de meteorologia, Frank Pereira, disse que o sistema que produziu as tempestades, incluindo ventos fortes e granizo, estava se movendo em direção ao leste na quinta-feira, impulsionado pelo ar frio vindo do Canadá em choque com o ar quente e úmido do Sul.
Árvore caída após tempestades atingirem Amherst, Ohio, a oeste de Cleveland, na quarta-feira, 10 de junho de 2026.
AP/Cortesia WEWS/NEWS5
Recordes de temperaturas máximas esperados na Costa Leste
Um calor potencialmente perigoso e uma alta umidade chegaram na quinta-feira e devem continuar na sexta-feira por uma faixa da Costa Leste, do Meio-Atlântico ao Nordeste, onde recordes diários de temperaturas máximas podem ser quebrados em vários locais, informou o serviço de meteorologia. Eram esperadas temperaturas na casa dos 35°C (meados dos 90°F), mas, com a umidade, a sensação térmica poderia chegar a 38°C (100°F) ou mais, informou o órgão.
A Filadélfia declarou emergência de saúde por calor para quinta e sexta-feira, ativando centros de resfriamento, visitas domiciliares por equipes de campo, assistência a pessoas em situação de rua e outros serviços. Autoridades da cidade de Nova York também pediram aos moradores que tomem precauções, incluindo beber bastante água e procurar um local fresco para ficar caso não tenham ar-condicionado.
Clima severo causa estragos nas viagens aéreas e na energia
Em vários momentos na quarta e na quinta-feira, ordens de suspensão de decolagens (ground stops) foram emitidas nos aeroportos internacionais de O'Hare e Midway, em Chicago, e no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York.
O Aeroporto Internacional de Pittsburgh sofreu uma queda temporária de energia após uma tempestade produzir um pico "extraordinário" de energia, informou a administração do aeroporto.
Mais de 1.000 voos chegando ou saindo de Chicago foram atrasados ou cancelados, de acordo com o FlightAware, um site de rastreamento de voos.
A Commonwealth Edison Company, que fornece serviços elétricos no norte de Illinois, informou que as tempestades derrubaram postes e cabos. No X, a empresa escreveu que espera a "restauração de 80%" da energia até o final do sábado.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/hYCRw3OEFqVyaG1Ztn3n0T1J15U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Q/T/MMjJ89RDynmx3scyDhrA/ap26162705324286.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 06:06:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eles recolhem lixo, dobram roupas e aprendem com erros: os robôs que já trabalham em casas chinesas</title>  <atom:subtitle>Equipamentos com inteligência artificial começaram a atuar em residências chinesas para realizar tarefas domésticas e coletar dados que ajudam a treinar a próxima geração de robôs.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/12/eles-recolhem-lixo-dobram-roupas-e-aprendem-com-erros-os-robos-que-ja-trabalham-em-casas-chinesas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/12/eles-recolhem-lixo-dobram-roupas-e-aprendem-com-erros-os-robos-que-ja-trabalham-em-casas-chinesas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/1oY4tf74nq4IG0uMiY0yLemcIPU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/C/AWxUGyQBWSi9kGerSgiQ/afp-20260610-b3xn94r-v2-highres-topshotchinatechlabourlifestyleai.jpg" /><br /> ]]>    Foto tirada em 21 de maio de 2026, mostra uma empregada doméstica trabalhando ao lado de um robô da X Square na casa de um cliente em Pequim
WANG ZHAO/AFP
Para Lin Meiqiong, que limpa apartamentos em Pequim, as coisas ficaram mais fáceis quando ganhou um colega inesperado: um robô sobre rodas movido por inteligência artificial.
A mulher de 56 anos e seu companheiro branco e prateado, equipado com câmeras e duas garras mecânicas, integram uma equipe de limpeza híbrida - humana e robótica - oferecida pela plataforma chinesa 58.com.
É um pequeno passo rumo a um futuro em que os robôs assumem mais tarefas manuais. Por enquanto, porém, esses serviços servem principalmente para coletar dados para as empresas e despertar a curiosidade dos clientes.
"Definitivamente, é diferente", disse Lin à AFP. "Antes eu fazia tudo sozinha. Reduziu um pouco a carga."
O serviço, fruto de uma parceria entre a 58.com e a empresa de robótica X Square, custa 149 yuans (R$ 114) por três horas e está disponível em Pequim e Shenzhen.
O robô Quanta X1 Pro entra no apartamento com a ajuda de um engenheiro da X Square e usa câmeras para identificar áreas que precisam de limpeza.
Enquanto Lin cuida do chão, ele recolhe lixo e dobra roupas.
A tarefa leva vários minutos, e o resultado lembra o de uma criança aprendendo a dobrar peças pela primeira vez.
Segundo o engenheiro Hu Bowen, versões futuras responderão a comandos de voz e poderão conversar.
Melhor do que um laboratório
Cerca de 200 residências contrataram o serviço desde seu lançamento, em março.
Tan Pei, profissional de publicidade, contratou o robô para limpar seu apartamento porque queria "ver o que ele era capaz de fazer".
"Embora não seja perfeito, algumas coisas me surpreenderam", disse, citando o fato de que ele dobrou uma calça "muito bem".
Os robôs chineses impressionam em apresentações de dança e artes marciais, mas seu desempenho em situações reais ainda é limitado.
Foto tirada em 21 de maio de 2026, mostra uma empregada doméstica trabalhando ao lado de um robô da X Square na casa de um cliente em Pequim
WANG ZHAO/AFP
Para empresas como a X Square, lançar um serviço imperfeito ajuda a coletar dados para desenvolver a chamada inteligência artificial incorporada.
Ao contrário dos grandes modelos de linguagem treinados com conteúdo da internet, os robôs ainda não dispõem de conjuntos comparáveis de dados do mundo real.
"Ainda não temos uma internet dos robôs", explicou à AFP Christoforos Mavrogiannis, da Universidade de Michigan.
"É muito mais informativo colocar o robô para trabalhar e estudar o que acontece do que deixá-lo para sempre no laboratório."
Hu afirmou que envia seus robôs para atuar em "ambientes completamente desconhecidos".
"Isso é muito desafiador, mas esses dados ajudam muito no desenvolvimento do robô."
Foto tirada em 21 de maio de 2026, mostra um robô da X Square dobrando roupas na casa de um cliente em Pequim
WANG ZHAO/AFP
Com o aumento dos investimentos em IA incorporada, a China também testa robôs que orientam o trânsito em cidades como Hangzhou.
A empresa GigaAI pretende enviar neste ano 100 robôs a residências de Wuhan para testes gratuitos de limpeza.
Investidores destinaram mais de 57 bilhões de yuans (R$ 43,7 bilhões) à indústria chinesa de IA incorporada neste ano, mais do que em todo o ano passado, segundo a base de dados ITjuzi.
Fase muito inicial
Ainda há muitos obstáculos para a popularização desses equipamentos.
Como mostrou o Quanta X1 Pro ao dobrar roupas, os robôs ainda não conseguem igualar a habilidade humana.
"Muitas empresas trabalham no desenvolvimento de mãos robóticas autônomas, mas ainda não chegaram lá", afirmou Mavrogiannis.
Além disso, há questões regulatórias a serem resolvidas.
A privacidade será um tema central, já que os robôs terão acesso a muitas informações pessoais.
"Não sabemos para onde irão os dados, onde serão armazenados (...) nem quem terá acesso a essas informações", observa Valeria Alessandra Macalupu Chira, da Universidade de Tecnologia de Queensland.
A segurança dos clientes e de suas residências também continua sendo um problema.
"Acho que ainda estamos em um estágio muito inicial", avaliou Yang Jianfei, da Universidade Tecnológica Nanyang, de Singapura.
Agora no g1
Segundo ele, os robôs ainda exigem supervisão humana para funções de frenagem de emergência e não existem padrões de segurança reconhecidos por todo o setor.
Os especialistas concordam que a aceitação em larga escala desses robôs ainda está distante.
Questionada sobre a possibilidade de os robôs revolucionarem sua profissão, Lin não parece preocupada.
"Comparado com as pessoas, é óbvio que ele não está no mesmo nível", afirmou. "Afinal, é um robô."
Foto, tirada em 21 de maio de 2026, mostra um robô da X Square organizando itens em uma prateleira na casa de um cliente em Pequim.
WANG ZHAO/AFP
LEIA TAMBÉM: Primeira bolsa de couro feita a partir de células de T-Rex vai a leilão  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/1oY4tf74nq4IG0uMiY0yLemcIPU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/C/AWxUGyQBWSi9kGerSgiQ/afp-20260610-b3xn94r-v2-highres-topshotchinatechlabourlifestyleai.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 05:00:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova condenação: ex-presidente sul-coreano pega 30 anos por usar drones para forçar lei marcial</title>  <atom:subtitle>Coreia do Norte acusou Seul de voar drones sobre Pyongyang para lançar panfletos de propaganda por três vezes. O ex-ministro da Defesa também foi condenado.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/nova-condenacao-ex-presidente-sul-coreano-pega-30-anos-por-usar-drones-para-forcar-lei-marcial.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/nova-condenacao-ex-presidente-sul-coreano-pega-30-anos-por-usar-drones-para-forcar-lei-marcial.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/9CvtGyf1Wq0SUujhiI1ZrrPjeJ4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/5/Vb4ecmRXmjSWdSfgJv5g/2024-12-03t134455z-1735576241-rc210bacbneo-rtrmadp-3-southkorea-politics.jpg" /><br /> ]]>    Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, em foto de arquivo
Reuters/Kim Hong-Ji/Pool/File Photo
O ex-presidente deposto da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, e seu ex-ministro da Defesa foram condenados a 30 anos de prisão nesta sexta-feira (12), em um caso que alega que Yoon ordenou voos de drones sobre Pyongyang em 2024 para aumentar as tensões com a Coreia do Norte e justificar a declaração de lei marcial em seu próprio país.
O Tribunal Distrital Central de Seul considerou Yoon e seu ex-ministro da Defesa, Kim Yong Hyun, culpados de ajudar um adversário e de abuso de poder, afirmando que eles buscaram provocar a Coreia do Norte a lançar ataques armados ou outras provocações graves contra a Coreia do Sul para forjar uma emergência nacional. 
O tribunal declarou que as ações prejudicaram os interesses militares da Coreia do Sul ao expor suas capacidades, minando sua habilidade de realizar operações futuras e incitando a Coreia do Norte a fortalecer sua postura de defesa.
O mesmo tribunal havia condenado Yoon anteriormente à prisão perpétua por uma condenação de rebelião devido à sua breve imposição de lei marcial em dezembro de 2024.
Agora no g1
A Coreia do Norte acusou Seul de voar drones sobre Pyongyang para lançar panfletos de propaganda por três vezes em outubro de 2024. Kim, que era o ministro da Defesa da Coreia do Sul na época, emitiu uma negação vaga antes de o Ministério da Defesa declarar que não poderia confirmar nem negar as alegações. As tensões aumentaram de forma acentuada, mas não resultaram em confrontos militares.
Os advogados de Yoon criticaram a decisão mais recente, afirmando que os voos de drones foram uma resposta ao envio, por parte da Coreia do Norte, de milhares de balões carregados de lixo para o Sul no início de 2024. Eles argumentaram que um veredicto de culpado minaria os interesses de segurança da Coreia do Sul, mas não disseram imediatamente se irão recorrer.
Investigadores liderados pelo procurador especial Cho Eun-suk haviam pedido uma pena de 30 anos de prisão para Yoon, acusando-o de tentar criar uma situação de guerra entre as Coreias enquanto planejava uma investida autoritária para remover seus oponentes políticos e "monopolizar" o poder. Eles haviam pedido uma pena de 25 anos de prisão para Kim Yong Hyun, um aliado fundamental de Yoon que ajudou a planejar e mobilizar forças para a declaração de lei marcial de Yoon.
Yoon deu prosseguimento à declaração no fim da noite de 3 de dezembro de 2024, fazendo um pronunciamento televisionado no qual acusou legisladores liberais de serem forças "anti-estado" simpatizantes da Coreia do Norte. Ele citou uma série de queixas, mas particularmente os impeachments de autoridades seniores por parte da oposição e os cortes no projeto de lei orçamentária de seu governo.
A lei marcial durou cerca de seis horas até que os parlamentares romperam um bloqueio de soldados e policiais na Assembleia Nacional e votaram para anulá-la, forçando o gabinete de Yoon a suspender a medida.
Yoon foi rapidamente suspenso do cargo, sofreu impeachment e foi formalmente destituído pelo Tribunal Constitucional. Ele foi preso em julho de 2025 e vários julgamentos criminais estão em andamento.
O veredicto no caso mais grave, o de rebelião, foi alvo de recurso tanto por parte de Yoon quanto dos promotores, que haviam pedido a pena de morte.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/9CvtGyf1Wq0SUujhiI1ZrrPjeJ4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/5/Vb4ecmRXmjSWdSfgJv5g/2024-12-03t134455z-1735576241-rc210bacbneo-rtrmadp-3-southkorea-politics.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 04:44:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>VÍDEO: Polícia dos EUA resgata 39 imigrantes de caminhão em chamas no Texas e prende grupo em seguida</title>  <atom:subtitle>Durante a perseguição, os policiais utilizaram um dispositivo para furar pneus na tentativa de parar o veículo, mas o motorista continuou a fugir até que o caminhão pegou fogo. Os agentes destravaram a porta para retirar o grupo.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/video-policia-dos-eua-resgata-39-imigrantes-de-caminhao-em-chamas-no-texas-e-prende-grupo-em-seguida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/video-policia-dos-eua-resgata-39-imigrantes-de-caminhao-em-chamas-no-texas-e-prende-grupo-em-seguida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/eidyOJ-4f6F1qnDGEyeJ4uPmC40=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/5/F/wEiy9ZRtSBzHXd6kJikQ/captura-de-tela-2026-06-11-221103.jpg" /><br /> ]]>    Caminhão com imigrantes pega fogo durante perseguição no Texas
Policiais rodoviários do Texas resgataram um grupo de imigrantes que estavam no compartimento de carga de um caminhão-baú em chamas, nos Estados Unidos. Após serem resgatados, os imigrantes foram presos.
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O caso ocorreu no dia 4 de junho, mas as imagens só foram divulgadas nesta quinta (11).
Os agentes responderam a um chamado para auxiliar agentes da Patrulha de Fronteira durante uma perseguição envolvendo um caminhão na rodovia 281, perto da cidade de Falfurrias.
Durante a perseguição, os policiais utilizaram um dispositivo para furar pneus na tentativa de parar o veículo, mas o motorista continuou a fugir até que o caminhão pegou fogo.
Policiais resgatam imigrantes de caminhão em chamas no Texas e prendem grupo em seguida
Reprodução/Reuters
O motorista e um passageiro foram retirados da cabine pelos policiais e agentes e presos. O motorista então informou às autoridades que havia outros ocupantes dentro do caminhão.
As forças de segurança rapidamente destravaram o caminhão e resgataram 39 pessoas suspeitas de serem imigrantes ilegais antes que o veículo fosse completamente consumido pelas chamas.
Segundo a corporação, todos os indivíduos foram submetidos a triagem médica para verificar se havia ferimentos antes de serem presos.
Caminhão com imigrantes pega fogo no Texas
Reprodução / Reuters  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/eidyOJ-4f6F1qnDGEyeJ4uPmC40=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/5/F/wEiy9ZRtSBzHXd6kJikQ/captura-de-tela-2026-06-11-221103.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 04:00:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trilionário? Fortuna de Elon Musk pode superar riqueza de 46% da população mundial após IPO da SpaceX</title>  <atom:subtitle>Estimativa da Oxfam aponta que patrimônio do empresário deve ultrapassar US$ 1 trilhão com abertura de capital da companhia. Organização critica a crescente concentração de riqueza global.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/12/trilionario-fortuna-de-elon-musk-pode-superar-riqueza-de-46percent-da-populacao-mundial-apos-ipo-da-spacex.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/12/trilionario-fortuna-de-elon-musk-pode-superar-riqueza-de-46percent-da-populacao-mundial-apos-ipo-da-spacex.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/P8a0IqLqQ_2NdiHn8Vdhrs856vw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/u/W/5CupkXS0ufthwHpUTy4A/2025-09-21t181501z-1882705280-rc2iwgawiz3s-rtrmadp-3-usa-shooting-kirk.jpg" /><br /> ]]>    SpaceX leva à bolsa de valores uma aposta que vai além dos foguetes
O bilionário Elon Musk será mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial — cerca de 3,8 bilhões de pessoas — com a entrada de sua empresa aeroespacial e de inteligência artificial (IA), a SpaceX, no mercado de ações, segundo análise publicada nesta quinta-feira (11) pela ONG humanitária Oxfam.
A fortuna pessoal de Musk, como proprietário da rede social X, deverá ultrapassar 1 trilhão de dólares com a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da SpaceX, que o tornará o primeiro trilionário do mundo.
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Para se ter uma ideia, se Musk gastasse 1 milhão de dólares por dia, levaria 2.740 anos para gastar 1 trilhão de dólares, supondo que esse valor não rendesse nenhum juro.
"Essa concentração extrema de riqueza é sintomática de décadas de políticas pró-bilionários que lhes permitiram ditar as regras econômicas a seu favor", afirmou a Oxfam em nota.
Nabil Ahmed, diretor sênior de justiça econômica da Oxfam América, disse que a ascensão do magnata ao status de trilionário "é um novo marco para a oligarquia e um dia sombrio para a democracia".
"Concentração de riqueza incompatível com uma democracia saudável"
"Musk será um trilionário apoiado pelo governo, cuja fortuna foi impulsionada por uma era de políticas públicas regressivas", enfatizou a Oxfam. O relatório observou que um trilhão de dólares "nas mãos de um só homem" é incompatível com a ideia de "uma economia acessível e uma democracia saudável", visto que "a desigualdade econômica gera desigualdade política".
Em seu relatório, a Oxfam destacou que um imposto de 10% sobre a fortuna estimada em um trilhão de dólares de Musk poderia eliminar a pobreza extrema no mundo por um ano, aliviando as vidas de mais de 800 milhões de pessoas. E ele ainda seria um dos dez bilionários mais ricos do mundo mesmo se doasse 100 dólares para cada pessoa no planeta.
Elon Musk e Donald Trump em conversa com jornalistas no Salão Oval em fevereiro
REUTERS/Kevin Lamarque/Foto de arquivo
Laços próximos com o governo Trump
A organização ressalta que grande parte da fortuna de Musk se baseia não apenas no apoio governamental que recebeu no passado, mas também no fato de que, durante seu período no governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ele "supostamente se aproveitou da situação para proteger e aumentar" essa riqueza.
A SpaceX obtém um quinto de sua receita do governo federal dos EUA, diz o relatório, acrescentando que sua IPO "encherá os bolsos" de funcionários da administração republicana, bem como de empresas de capital de risco, indivíduos com conexões políticas e altos executivos da empresa.
A empresa programou para esta sexta-feira a maior IPO da história, superando o recorde estabelecido pela petrolífera saudita Aramco em 2019.
Com essa operação, sua capitalização de mercado poderá chegar a aproximadamente 1,77 trilhão de dólares, o que a deixará entre as dez maiores empresas de capital aberto do mundo, mas ainda atrás de Nvidia, Apple, Alphabet (Google), Microsoft e Amazon.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/P8a0IqLqQ_2NdiHn8Vdhrs856vw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/u/W/5CupkXS0ufthwHpUTy4A/2025-09-21t181501z-1882705280-rc2iwgawiz3s-rtrmadp-3-usa-shooting-kirk.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 03:01:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cerimônias de abertura da Copa 2026 no Canadá e EUA: horário, onde assistir e atrações</title>  <atom:subtitle>Após festa no México, Canadá e Estados Unidos recebem cerimônias de abertura nesta sexta (12), com Anitta, Lisa, Katy Perry e outros artistas.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/cerimonias-de-abertura-da-copa-2026-no-canada-e-eua-horario-onde-assistir-e-atracoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/cerimonias-de-abertura-da-copa-2026-no-canada-e-eua-horario-onde-assistir-e-atracoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/NUZyg9VD18wz4eIaH9HNjgTeMlg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/R/eHEv4dTG2HBaX4b3k5Ag/anittagoalsfoto.jpg" /><br /> ]]>    Anitta divide o canto da música 'Goals' com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
Divulgação
A Copa do Mundo 2026 é a primeira disputada em três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — e com três cerimônias de abertura.
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A primeira aconteceu nesta quinta (11), no México, com shows de Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla. Além deles, Shakira e Burna Boy interpretaram a música oficial do torneio. E as outras duas acontecem nesta sexta (12) no Canadá e nos Estados Unidos.
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Cerimônia no Canadá
A segunda cerimônia acontece nesta sexta (12) em Toronto, no Canadá, antes da estreia dos anfitriões diante da Bósnia e Herzegovina. A partida está marcada para às 16h (de Brasília), enquanto o evento festivo terá início às 14h30. 
Entre as atrações estarão Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Data: 12 de junho, sexta-feira
Horário: 14h30 (de Brasília)
Local: BMO Field, em Toronto
Onde ver: Cazé TV
Cerimônia nos EUA
A cerimônia de abertura nos Estados Unidos também ocorrerá na sexta-feira (12). Assim como nos demais eventos, a cerimônia está prevista para começar uma hora e meia antes da estreia da seleção dos Estados Unidos contra o Paraguai, marcada para as 22h (de Brasília). O evento será realizado no SoFi Stadium, em Los Angeles.
As apresentações em solo americano ficarão por conta de Katy Perry, Future, Lisa, Rema, Tyla e da brasileira Anitta.
Data: 12 de junho, sexta-feira
Horário: 20h30 (de Brasília)
Local: SoFi Stadium, em Los Angeles
Onde assistir:  Globo, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV
Onde assistir à Copa do mundo?
Tempo Real: o ge acompanha todos os lances da partida (clique aqui).
Transmissão: Globo, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV.
Lisa, do Blackpink, mostra ensaio de 'Goals’ para Copa do Mundo
Quando serão os jogos do Brasil?
A estreia da Seleção Brasileira está marcada para este sábado (13), às 19h, contra o Marrocos, no Estádio MetLife, nos Estados Unidos. 
Confira a seguir quando o Brasil joga:
Brasil x Marrocos — 1ª rodada: 13 de junho (sábado), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio MetLife, em New Jersey-Nova York/Estados Unidos.
Brasil x Haiti — 2ª rodada: 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 de Brasília (20h30 no horário local), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia/Estados Unidos.
Escócia x Brasil — 3ª rodada: 24 de junho (quarta-feira), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio Hard Rock, em Miami/Estados Unidos.
Caso termine a fase de grupos na liderança da chave, o Brasil terá pela frente nas oitavas de final o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Tunísia e Suécia. Além disso, a primeira posição garante que a seleção brasileira permaneça nos Estados Unidos ao longo de toda a disputa do Mundial.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/NUZyg9VD18wz4eIaH9HNjgTeMlg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/R/eHEv4dTG2HBaX4b3k5Ag/anittagoalsfoto.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 03:01:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que Rússia está banida da Copa do Mundo enquanto os EUA, em confilto com Irã, são sede do torneio?</title>  <atom:subtitle>Anfitriões da Copa de 2018, os russos seguem afastados de competições internacionais por causa da guerra na Ucrânia, enquanto os americanos seguem sem sanções. Analistas apontam fatores políticos, esportivos e geográficos para explicar a decisão.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/por-que-a-russia-esta-banida-da-copa-do-mundo-enquanto-os-eua-que-atacaram-o-ira-sao-sede-do-torneio-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/por-que-a-russia-esta-banida-da-copa-do-mundo-enquanto-os-eua-que-atacaram-o-ira-sao-sede-do-torneio-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/1_xgrdLdV59mNW-4bmEuhYG_AFA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/u/tWFQzJSF227cSpwWBoUw/imagem-1200px.jpg" /><br /> ]]>    Por que a Rússia está banida da Copa do Mundo enquanto os EUA são sede do torneio?
A Copa do Mundo de 2026 marca a estreia do novo formato com 48 seleções, permitindo que equipes de menor expressão participem. No entanto, ainda assim algumas equipes ficaram de fora, como é o caso da Rússia. O motivo, porém, não é o desempenho dentro de campo.
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Sede da Copa do Mundo de 2018, a Rússia não participa das competições internacionais da Fifa desde fevereiro de 2022, quando iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia, guerra que dura até hoje.
A decisão, tomada em conjunto com a Uefa (União das Associações Europeias de Futebol), envolve todas as seleções russas, das categorias de base às equipes masculinas e femininas, além dos clubes do país.
À época, a Federação Russa de Futebol (RFU) disputava a repescagem para a Copa do Mundo do Catar e enfrentaria a Polônia, que se recusava a entrar em campo em qualquer circunstância. Após a punição aplicada pela Fifa, a seleção polonesa foi declarada vencedora do confronto.
Vladimir Putin e Gianni Infantino na Copa do Mundo da Rússia.
Divulgação/Kremilin
Desde então, a equipe russa passou a disputar apenas amistosos. A suspensão ocorreu em um contexto em que diversas federações europeias anunciaram que não enfrentariam equipes russas após a invasão da Ucrânia, o que aumentou a pressão sobre Fifa e Uefa.
Mas a existência de um conflito armado, por si só, não explica quem é punido ou não no futebol internacional. Especialistas afirmam que fatores como a natureza da guerra, o peso político dos países envolvidos e os impactos sobre as competições ajudam a entender as diferenças de tratamento.
Outros países em guerra não foram banidos
Apesar da exclusão da seleção russa de todas as competições oficiais, a mesma decisão não foi tomada para outros países que também estão em guerra.
Como é o caso do próprio Estados Unidos, um dos anfitriões do torneio deste ano. Os EUA estão em conflito com o Irã desde fevereiro deste ano e também participam, direta ou indiretamente, de operações e conflitos no Oriente Médio, como no Iêmen e na Síria.
O Irã, por sua vez, também integra o conflito regional e disputará normalmente a Copa do Mundo de 2026.
VEJA TAMBÉM: Ucrânia lança centenas de drones contra a Rússia no encerramento de fórum econômico
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Fifa, Gianni Infantino, formaram um relacionamento próximo
EPA
Para Rodrigo Amaral, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, a diferença está menos na existência de uma guerra e mais no contexto político que cercou a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Segundo o especialista, a exclusão dos russos ocorreu em um cenário de forte pressão internacional liderada por países ocidentais.
"A Rússia foi amplamente isolada por países ocidentais, que possuem enorme influência sobre organizações internacionais, mercados esportivos, patrocinadores e meios de comunicação. Esse contexto criou uma pressão sem precedentes", diz.
Para Amaral, a decisão da Fifa revela um critério "extremamente parcial" na aplicação de sanções esportivas. "O problema não é a punição da Rússia em si, mas a ausência de critérios universais aplicados para todos os casos", afirma.
Vitélio Brustolin, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard, concorda que há diferenças de tratamento entre conflitos, mas afirma que a suspensão da Rússia também teve razões práticas ligadas ao funcionamento das competições.
Segundo ele, logo após a invasão da Ucrânia, seleções como Polônia, Suécia e República Tcheca anunciaram que se recusariam a enfrentar os russos, o que colocava em risco a organização dos torneios da Fifa.
"Se a Rússia estivesse em uma competição e os adversários se recusassem a jogar, ela poderia avançar por razões que não tinham nada a ver com mérito esportivo. Isso geraria uma incerteza capaz de desestabilizar toda a competição", afirma.
Além disso, para Brustolin, o fato do ataque ser contra um país europeu e filiado à Uefa também aumentou a pressão sobre as entidades esportivas.
"A guerra da Rússia contra a Ucrânia é vista por muitos países europeus como uma ameaça direta à segurança do continente. Isso gerou uma mobilização muito maior do que a observada em outros conflitos", diz.
O pesquisador de Harvard também fala que há uma diferença clara entre o caso dos EUA e dos russos: natureza jurídica da invasão.
"A invasão russa é uma guerra de conquista territorial e de tentativa de submissão. Quando Putin diz que a Ucrânia não pode ter um exército próprio, que o governo do país deve ser indicado por ele e que Kiev não pode aderir à Otan, o que ele quer, na prática, é limitar a soberania."
O professor reconhece, porém, que a comparação com outros casos levanta questionamentos sobre a consistência das punições aplicadas no esporte internacional.
"Os Estados Unidos invadiram o Iraque em 2003 sem mandato da ONU e nunca foram banidos de competições. A Arábia Saudita também lidera operações militares no Iêmen sem sofrer sanções esportivas. Existe uma discussão legítima sobre duplo padrão", afirma.
Ou seja, para o pesquisador, a diferença de tratamento é o resultado das seguintes combinações:
Localização do conflito: a guerra ocorre na Europa e envolve diretamente um país membro da Uefa;
Pressão de outras seleções: países como Polônia, Suécia e República Tcheca se recusaram a enfrentar a Rússia;
Peso político dos envolvidos: a Rússia é vista por países europeus como um adversário estratégico, enquanto outros países em guerra são aliados do Ocidente;
Influência de federações, patrocinadores e mercados esportivos: a pressão sobre a Fifa foi muito maior no caso russo;
Impacto sobre as competições: a recusa de equipes em jogar contra a Rússia poderia comprometer a organização dos torneios e os critérios esportivos de classificação.
Em março deste ano, porém, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu o retorno da Rússia às competições internacionais. Segundo ele, a suspensão aplicada ao país não produziu os efeitos esperados.
“Essa proibição não alcançou nada, apenas criou mais frustração e ódio”, afirmou Infantino à Sky Sports.
Por outro lado, o ministro do Esporte da Ucrânia, Matvii Bidnyi, disse que os comentários de Infantino foram “irresponsáveis” e “infantis”.
“Eles separam o futebol da realidade em que crianças estão sendo mortas”, declarou Bidnyi à Sky Sports.
Segundo a ONU, mais de 15 mil pessoas já morreram nesses quatro anos de guerra.
Outros países já foram excluídos pela Fifa
Na avaliação dos especialistas ouvidos pelo g1, a suspensão da Rússia resultou de uma combinação de fatores políticos, esportivos e geopolíticos. Eles afirmam que a Fifa não adota uma regra automática para punir países envolvidos em guerras, o que ajuda a explicar as diferenças de tratamento entre os casos

Essa não é a primeira vez que um país é excluido. Ao longo das últimas décadas, a Fifa e outras entidades esportivas já suspenderam países envolvidos em conflitos armados ou acusados de violações graves de direitos humanos.
Em 1992, durante a guerra que acompanhou a dissolução da Iugoslávia, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma série de sanções contra a então República Federal da Iugoslávia (Sérvia e Montenegro), o que levou à exclusão de seleções e clubes das competições internacionais.
Outro caso foi o da África do Sul durante o regime do apartheid, sistema de segregação racial que vigorou no país entre 1948 e 1994. Em meio à pressão internacional contra as políticas discriminatórias do governo sul-africano, o país passou décadas afastado de diversas competições esportivas, incluindo torneios organizados pela Fifa.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/1_xgrdLdV59mNW-4bmEuhYG_AFA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/u/tWFQzJSF227cSpwWBoUw/imagem-1200px.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 03:00:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo 2026: ainda não se sabe se Donald Trump vai participar da abertura; jornal diz que não</title>  <atom:subtitle>Presidente dos EUA não confirmou se participará da cerimônia de abertura do Mundial; reportagem afirma que o secretário de Estado, Marco Rubio, deve representá-lo.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/copa-do-mundo-2026-ainda-nao-se-sabe-se-donald-trump-vai-participar-da-abertura-jornal-diz-que-nao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/copa-do-mundo-2026-ainda-nao-se-sabe-se-donald-trump-vai-participar-da-abertura-jornal-diz-que-nao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/XtOVEr9xfmpYVTm4qNcH_aXw6LU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/W/0CUWY4TuSGwR3g6KxsLA/trump-fifa-1200w.jpg" /><br /> ]]>    Presidente dos EUA, Donald Trump, durante reunião de gabinete na Casa Branca 27 de maio de 2026
REUTERS/Evan Vucci
A poucas horas da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 nesta sexta-feira (12), ainda não há uma confirmação oficial sobre a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no evento.
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Segundo os jornais "New York Times" e "The Athletic", o republicano não deve comparecer à partida inaugural do torneio, entre Estados Unidos e Paraguai, marcada para esta sexta-feira (12), no SoFi Stadium, em Los Angeles.
De acordo com a publicação, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, deve representar o governo americano na cerimônia.
Até o momento, Trump não se pronunciou publicamente para confirmar ou negar sua participação. A ausência chamaria atenção porque chefes de Estado costumam marcar presença em aberturas de Copas do Mundo, especialmente quando o torneio é realizado em seu próprio país.
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A expectativa de que o presidente pudesse ficar de fora ganhou força nos últimos dias em meio à escalada das tensões envolvendo os Estados Unidos e o Irã. O cenário internacional tem ocupado boa parte da agenda da Casa Branca e alimentado dúvidas sobre a participação de Trump no evento.
Nas últimas três edições da Copa do Mundo, os líderes dos países-sede participaram das cerimônias de abertura:
2022 (Catar) — O emir Tamim bin Hamad Al Thani participou da cerimônia de abertura.
2018 (Rússia) — O presidente Vladimir Putin esteve presente na abertura do Mundial.
2014 (Brasil) — A então presidente Dilma Rousseff compareceu à cerimônia de abertura realizada em São Paulo.
Os Estados Unidos são um dos três países-sede do Mundial de 2026, ao lado de México e Canadá. Esta será a primeira Copa da história disputada por 48 seleções e realizada simultaneamente em três nações.
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Fifa, Gianni Infantino, formaram um relacionamento próximo
EPA  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/XtOVEr9xfmpYVTm4qNcH_aXw6LU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/W/0CUWY4TuSGwR3g6KxsLA/trump-fifa-1200w.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 03:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como votaram os peruanos no Brasil? Esquerda ganhou em Fortaleza, e direita lidera nas outras cidades</title>  <atom:subtitle>Keiko Fujimori e Roberto Sánchez disputam voto a voto em apuração que começou no domingo à noite. Direitista lidera a contagem nas urnas brasileiras.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eleicoes-no-peru-veja-como-votaram-os-peruanos-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/12/eleicoes-no-peru-veja-como-votaram-os-peruanos-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/D-BT0Zwx3iI7Q7Dex-lgqBdeYg0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/S/v/xVxzbsRyA8L44nTP3Vjg/260609-info-eleicoes-peru-mapa.png" /><br /> ]]>    'O país da apuração interminável': por que o resultado da eleição no Peru demora tanto?
Em uma das eleições gerais mais acirradas da história, Keiko Fujimori e Roberto Sánchez disputam voto a voto para saber quem será o próximo presidente do Peru.
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A diferença mínima de votos faz com que o pleito seja decidido pelos peruanos que votaram fora do território do país — incluindo o Brasil, onde 4.972 votos haviam sido computados até a última atualização desta reportagem.
Às 22h48 de quinta-feira (11), 98,254% dos votos haviam sido computados. Keiko Fujimori liderava com 50,003% dos votos válidos, ou apenas 1.026 a mais que Roberto Sánchez.
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
Contando apenas os votos depositados em território peruano, Sánchez liderava a contagem com 50,218% da preferência dos eleitores.
No exterior, com 94,495% das urnas fora do território apuradas, Keiko tem uma vantagem expressiva: 63,429% dos votos – ou 184.435 votos, contra 106.338 de Sánchez.
No Brasil, a disputa era mais apertada:
No mesmo horário 97,727% das urnas peruanas no Brasil haviam sido apuradas, ou 4.972 votos.
Keiko Fujimori liderava a contagem com 2.769 votos, ou 55,692%.
Sánchez tinha 2.203 votos, ou 44,308%.
No total, os peruanos residentes no Brasil puderam votar em 11 cidades. Todas elas, com exceção de São Paulo, haviam apurado todas as urnas Veja o resultado em cada uma:
Belo Horizonte
Keiko Fujimori: 79 votos (58,519%)
Roberto Sánchez: 56 votos (41,481%)
Brasília
Keiko Fujimori: 109 votos (57,979%)
Roberto Sánchez: 79 votos (42,021%)
Curitiba
Keiko Fujimori: 130 votos (62,500%)
Roberto Sánchez: 78 votos (37,500%)
Fortaleza
Roberto Sánchez: 13 votos (59,091%)
Keiko Fujimori: 9 votos (40,909%)
Goiânia
Keiko Fujimori: 57 votos (74,026%)
Roberto Sánchez: 20 votos (25,974%)
Manaus
Keiko Fujimori: 417 votos (72,021%)
Roberto Sánchez: 162 votos (27,979%)
Porto Alegre
Roberto Sánchez: 66 votos (53,659%)
Keiko Fujimori: 57 votos (46,341%)
Rio Branco
Keiko Fujimori: 61 votos (61,616%)
Roberto Sánchez: 38 votos (38,384 votos)
Rio de Janeiro
Keiko Fujimori: 379 votos (57,686%)
Roberto Sánchez: 278 votos (42,314%)
Salvador
Keiko Fujimori: 32 votos (60,377%)
Roberto Sánchez: 21 votos (39,623%)
São Paulo (com 95,238% das urnas apuradas)
Keiko Fujimori: 1.439 votos (50,830%)
Roberto Sánchez: 1.392 votos (49,170%)
Resultado oficial pode demorar
Não é só a disputa voto a voto que está ocorrendo na apuração das eleições presidenciais no Peru que deixam o resultado incerto. A recontagem de votos que corre em paralelo também pode embaralhar ainda mais o pleito.
Nesta semana, o Jurado Nacional de Eleições, órgão que faz a contagem dos votos (similar ao Tribunal Superior Eleitoral do Brasil) afirmou que cerca de 1.000 atas — documentos com o relatório de votos por cada mesa eleitoral — precisarão passar por nova contagem.
A quantidade é pequena se comparada ao total de votos no Peru — no total, há 92.700 atas no sistema eleitoral peruano. No entanto, a disputada na apuração é tão acirrada, que as atas revisadas podem redefinir o resultado.
O presidente do Jurado Nacional de Eleições, Roberto Rolando Burneo Bermejo, disse que o processo de recontagem é demorado, e, por isso, estimou que o resultado pode sair apenas em meados de julho, dada a proximidade do número de votos de cada candidato.
Mapa mostra votação de Roberto Sánchez e Keiko Fujimori em cada região do Peru.
Arte/g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/D-BT0Zwx3iI7Q7Dex-lgqBdeYg0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/S/v/xVxzbsRyA8L44nTP3Vjg/260609-info-eleicoes-peru-mapa.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 03:00:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Princesa Bajrakitiyabha da Tailândia morre aos 47 anos</title>  <atom:subtitle>Como filha mais velha, ela era herdeira presuntiva ao trono tailandês. A princesa foi internada em dezembro de 2022 após sofrer um colapso, e nunca mais recobrou a consciência.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/princesa-bajrakitiyabha-da-tailandia-morre-aos-47-anos-apos-anos-em-coma.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/princesa-bajrakitiyabha-da-tailandia-morre-aos-47-anos-apos-anos-em-coma.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/u8helg2iMLuFpZZkl5RTIntr_J0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/V/V/BhoSyWRCKbufqmA1Affw/2022-12-15t084124z-1-lwd688415122022rp1-rtrwnev-e-6884-thailand-royals-princess.jpg" /><br /> ]]>    Princesa Tailandesa Bajrakitiyabha Narendira Debyavati
REUTERS
A princesa Bajrakitiyabha, filha mais velha do rei Maha Vajiralongkorn da Tailândia, morreu aos 47 anos após quase quatro anos em coma, informou o palácio real em um comunicado nesta sexta-feira (noite de quinta-feira,11, em Brasília).
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Bajrakitiyabha foi internada em dezembro de 2022 após sofrer um colapso enquanto passeava com seus cachorros de estimação, devido a problemas cardíacos e outras infecções. Ela permaneceu em coma desde então.
Como filha mais velha, ela era herdeira presuntiva ao trono tailandês.
Após anos de tratamento, os médicos descobriram, em abril de 2026, uma infecção estomacal que levou à inflamação intestinal, causando queda de pressão arterial e arritmia cardíaca.
Em maio, o palácio real comunicou a piora do estado de saúde da princesa.
Agora no g1
Ela recebeu medicamentos e foram utilizados aparelhos médicos para auxiliar seus pulmões e rins, mas seu estado de saúde continuou a se deteriorar, informou o palácio, acrescentando que os médicos continuariam monitorando de perto sua condição e providenciando tratamento adicional.
No ano passado, a influente Rainha Mãe da Tailândia morreu aos 93 anos.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/u8helg2iMLuFpZZkl5RTIntr_J0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/V/V/BhoSyWRCKbufqmA1Affw/2022-12-15t084124z-1-lwd688415122022rp1-rtrwnev-e-6884-thailand-royals-princess.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 00:45:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Repórter tiete': quem é jornalista que parou transmissão ao vivo para tirar foto com Shakira </title>  <atom:subtitle>Nas redes sociais, o jornalista esportivo Marcelo Benedetto publica registros com outras celebridades como Messi, Dua Lipa e Ronaldo Fenômeno.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/reporter-tiete-quem-e-jornalista-que-parou-transmissao-para-tirar-foto-com-shakira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/reporter-tiete-quem-e-jornalista-que-parou-transmissao-para-tirar-foto-com-shakira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/PrrPTJwROwaj8-dwq-Z9mdVEO7M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/6/m/UWdJDuSwSoDggBR8SXDg/fotojet-7-.jpg" /><br /> ]]>    Jornalista para transmissão para tirar foto com Shakira
Reprodução
Um jornalista chamou a atenção ao parar uma transmissão ao vivo para tirar foto com a cantora Shakira, na abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira (11). 
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Marcelo Benedetto é um repórter esportivo argentino da DSports. Ao longo da carreira na Argentina, já passou por veículos como ESPN e Fox Sports, cobrindo campeonatos como Libertadores e Copa do Mundo. 
Em seu perfil nas redes sociais, Benedetto compartilha registros com grandes figuras do futebol que entrevista no seu dia a dia como repórter. Entre os nomes estão: Lionel Messi, Ángel Di María e Ronaldo Fenômeno. 
Veja a tabela completa da Copa do Mundo
Árbitro brasileiro aplica primeiro cartão vermelho da Copa; assista
Além das figuras importantes dentro do campo, o jornalista posta registro com colegas de profissão, como o jornalista Macaya Marquez. 
Em outro episódio de "tietagem", Benedetto tirou uma foto com Dua Lipa, em 2017, na prévia da final da Champions League. 
Jornalista com Dua Lipa
Reprodução/Instagram
O encontro com Shakira 
Benedetto estava ao vivo quando Shakira chegou no estádio Azteca, na Cidade do México, para a sua apresentação na cerimônia de abertura da Copa. 
Ele pediu licença aos colegas do canal, foi em direção à cantora e os dois tiraram uma foto. O jornalista, então, voltou à transmissão. 
Jornalista compartilha fotos com famosos nas redes
Reprodução/Instagram  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/PrrPTJwROwaj8-dwq-Z9mdVEO7M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/6/m/UWdJDuSwSoDggBR8SXDg/fotojet-7-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:00:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Está de olho na Copa? Veja as notícias mais importantes agora além do mundial</title>  <atom:subtitle>Guerra no Oriente Médio, disputa voto a voto no Peru e a confirmação do El Niño: veja os principais acontecimentos que marcam o primeiro dia da Copa do Mundo de 2026.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/o-que-voce-precisa-saber-alem-da-copa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/o-que-voce-precisa-saber-alem-da-copa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Afk3qgT_r7HkYuCIb5Y_FOTyAho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/Q/L4eLHCSP2dwnniTGO35g/2026-06-10t152151z-1882616195-rc23rlahlfz5-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    Post de Donald Trump na Truth Social.
Reprodução/X
Enquanto a bola rola nos primeiros jogos da Copa do Mundo de 2026, o noticiário não para. Para você ficar por dentro do que acontece além das quatro linhas, o g1 reuniu os principais acontecimentos desta quarta-feira:
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🎙️Trump cancela ataques ao Irã e volta a falar em acordo de paz; Teerã nega
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (11) que cancelou a onda de ataques ao Irã que havia ordenado para ocorrer ao longo do dia. Trump afirmou ter decidido pelo cancelamento após negociadores chegarem a um consenso sobre "pontos finais" do acordo para o fim da guerra.
A decisão coincide com a primeira das três aberturas da Copa do Mundo que aconteceu há pouco.
Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. "Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado", afirmou a agência estatal Fars.
Leia a matéria completa aqui.
Donald Trump, presidente dos EUA
Reuters/Evan Vucci
🎙️A apresentadora Tati Machado anunciou nesta quinta-feira (11) que está grávida.
A apresentadora Tati Machado anunciou que está grávida.
Em vídeo publicado nas suas redes sociais, ela aparece ao lado do seu marido, Bruno Monteiro, celebrando o momento ao som de "Deus de Obras Completas", música da cantora gospel Kemilly Santos.
"O amor encontrou mais um jeito de florescer ❤️", escreveu a apresentadora na publicação.
Tati Machado e o marido, Bruno Monteiro
Reprodução/Instagram
🎙️As eleições no Peru seguem acirradas
Keiko Fujimori assumiu novamente a dianteira na apuração dos votos do segundo turno das eleições presidenciais do Peru nesta quinta-feira (11).
Após três dias atrás de Roberto Sánchez, a candidata conservadora está com o maior número de votos: 50,002% contra 49,998% do deputado de esquerda. A diferença é de apenas 651 votos.
Leia a matéria completa aqui.
O passo a passo da apuração das eleições presidenciais no Peru às 7h do dia 11 de junho
Arte g1
🎙️Chegada do El Niño é confirmada pela agência climática dos EUA e pode ter força recorde
A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) confirmou nesta quinta (11) a formação do El Niño, fenômeno climático natural que ocorre quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes que o normal.
Agora, a discussão já NÃO é mais se o fenômeno vai ocorrer, mas qual será sua intensidade. No boletim divulgado nesta quinta-feira, a agência confirmou que ele está estabelecido e indicou 63% de probabilidade de que se torne muito forte, com potencial para entrar no grupo dos maiores eventos registrados desde 1950.
Leia a matéria completa aqui.
Imagens do satélite mostram variações no nível do mar em junho de 2026; áreas em vermelho indicando águas mais elevadas no Pacífico equatorial, sinal típico associado ao desenvolvimento do El Niño.
NASA
🎙️Valdo Cruz: Eleição e briga de Alcolumbre com Lula explicam aprovação de 'pautas-bomba' no Senado
Depois das derrotas desta quarta-feira (10) do governo no Senado Federal, com a aprovação de "pautas-bombas" que podem gerar um rombo superior a R$ 200 bilhões, a equipe do presidente Lula aponta três motivos para o resultado negativo:
senadores com planos de fazer acenos para suas bases eleitorais;
Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, em busca de agradar senadores para garantir sua reeleição para o comando da Casa no próximo ano;
o péssimo momento na relação entre Lula e Alcolumbre.
Leia a matéria completa aqui.
Alcolumbre e Lula sentaram lado a lado durante posse de Nunes Marques como presidente do TSE e evitaram trocara olhares
Walter Rocha / TV Globo
🎙️Promotores do Ceará recebem R$ 29,8 mil de ajuda de custo para ir à Copa
Dois promotores de justiça do Ministério Público do Ceará (MPCE) receberam valores para pagamentos de diárias e ajuda de custo que somaram R$ 29.836,98. O montante foi repassado para auxiliar os gastos dos promotores durante participação na Copa do Mundo.
O Ministério Público do Ceará ressaltou que os membros designados para a Copa do Mundo integram uma comissão do Grupo Nacional de Combate à Violência nos Estádios (GNCOVE), do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União, e que não há irregularidade na viagem.
Leia a matéria completa aqui. 
Ministério Público do Ceará
MPCE/ Divulgação
🎙️Toffoli vota por prazo de 60 dias para big techs adotarem medidas sobre conteúdos
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para que os provedores tenham prazo de 60 dias para implementar as medidas determinadas pelo tribunal que aumentaram a responsabilidade das plataformas pelo conteúdo que publicam.
Toffoli é um dos relatores dos 12 recursos apresentados por big techs e entidades do setor de tecnologia que pedem esclarecimentos e ajustes na decisão.
Leia a matéria completa aqui. 
Ministro Dias Toffoli
Victor Piemonte/STF  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Afk3qgT_r7HkYuCIb5Y_FOTyAho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/Q/L4eLHCSP2dwnniTGO35g/2026-06-10t152151z-1882616195-rc23rlahlfz5-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:49:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Polícia e manifestantes entram em confronto no México em meio à abertura da Copa; VÍDEO</title>  <atom:subtitle>Confronto ocorreu nas redondezas do Estádio Azteca, na Cidade do México, nesta quinta (11). Movimento liderado por professores tem realizado protestos ao longo da última semana para reivindicar justiça por desaparecidos e melhores salários.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-policia-e-manifestantes-entram-em-confronto-no-mexico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-policia-e-manifestantes-entram-em-confronto-no-mexico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/F54PEl5XXFZux19ibAHYSixHRjo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/L/xXHsruR2OckA4h8twHMA/policial-cabeca-sangrando-mexico-copa-do-mundo.png" /><br /> ]]>    Policial fica com cabeça sangrando durante protestos na abertura da Copa do Mundo no México
Dezenas de manifestantes e policiais entraram em confronto nesta quinta-feira (11) nos arredores do estádio Azteca, na Cidade do México, em meio à partida de abertura da Copa do Mundo de futebol.
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O confronto foi flagrado por jornalistas da GloboNews e da TV Globo que estavam presentes no local. Um policial foi visto com a cabeça sangrando. Veja no vídeo acima.
Os manifestantes, liderados por professores e que exigem justiça pelas pessoas desaparecidas no México, removeram algumas barreiras que protegem o perímetro do estádio e trocaram agressões com os agentes que fazem a segurança, enquanto ocorre o jogo entre México e África do Sul. (Leia mais abaixo)
Policial fica com a cabeça sangrando durante protestos na abertura da Copa do Mundo no México em 11 de junho de 2026.
Lariza Relvas/TV Globo
Segundo a agência de notícias AFP, também houve caos e empurra-empurra em uma Fan Fest da Fifa na praça da Constituição, na região central da Cidade do México. Essa confusão, no entanto, ocorreu por conta da quantidade de torcedores presentes e por conta de diversas placas metálicas instaladas no local pela polícia mexicana para para proteger o local das manifestações.
"Levamos uma hora para entrar, foi um caos, e sair foi ainda pior. (...) Pode até morrer gente lá dentro, não dá nem para andar, nem ver nada, só conseguimos ver a última telinha", disse Víctor Gómez, de 49 anos, à AFP.
O México receberá 13 dos 104 jogos da Copa do Mundo.
Manifestantes entram em confronto com a polícia no México perto do Estádio Azteca, no dia da abertura da Copa.
Reuters/Quetzalli Nicte-Ha
Manifestantes entram em confronto com a polícia em frente ao Estádio Azteca, no México, durante o jogo de abertura da Copa.
Reuters/Quetzalli Nicte-Ha
Manifestações no México
Enquanto a cerimônia de abertura acontecia, manifestações de diversos grupos sociais, principalmente familiares de desaparecidos e professores em greve, ocorriam em diferentes partes da zona sul da Cidade do México.
Os ativistas começaram a se reunir logo cedo com a intenção de se aproximarem do Estádio Azteca, mas no caminho encontraram forte presença policial que os manteve afastados do local, sem, contudo, impedir a chegada dos torcedores.
Polícia e manifestantes entram em confronto no México
Policiais fazem a segurança durante um protesto nas proximidades do Estádio Azteca, na Cidade do México, no México, em meio à abertura da Copa do Mundo em 11 de junho de 2026.
REUTERS/Fred Ramos
Professores do ensino fundamental e médio vêm há mais de uma semana reivindicando melhorias salariais e de aposentadoria. Eles rejeitaram a proposta mais recente do governo em uma reunião na noite de quarta-feira.
"Esta partida é uma distração, só serve à Fifa, à Claudia Sheinbaum e aos Estados Unidos", afirmou um professor grevista, sob condição de anonimato.
Sheinbaum qualificou o protesto de "provocação" para que haja imagens de repressão durante a Copa. E assegurou que não cairá na armadilha.
Manifestantes entram em confronto com a polícia durante a partida de abertura da Copa, em frente ao Estádio Azteca, no México.
REUTERS/Fred Ramos
Além das manifestações, o problema dos vistos para entrada nos Estados Unidos também impacta o primeiro dia do torneio.
O Comitê Nacional de Torcedores da Costa do Marfim (CNSE, na sigla em francês) denunciou nesta quinta-feira que a seleção não poderá contar com a presença de seus torcedores na Copa do Mundo, uma vez que não conseguiram obter vistos americanos.
"Os Estados Unidos foram claros conosco ao dizer que não queriam ver nossos torcedores", lamentou o presidente do organismo, Julien Kouadio Adonis.
Agentes policiais bloqueiam uma rua de acesso ao estádio antes da partida de abertura da Copa do Mundo da FIFA de 2026 entre México e África do Sul, na Cidade do México, quinta-feira, 11 de junho de 2026.
AP Photo/Ginnette Riquelme
México registra protesto de famílias de desaparecidos durante o jogo de abertura da Copa
AP Photo/Alejandro Cegarra
Polícia e manifestantes entram em confronto nos arredores do estádio da abertura da Copa
GloboNews  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/F54PEl5XXFZux19ibAHYSixHRjo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/L/xXHsruR2OckA4h8twHMA/policial-cabeca-sangrando-mexico-copa-do-mundo.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:43:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bandeira palestina é hasteada no estádio da abertura da Copa do Mundo; entenda o motivo</title>  <atom:subtitle>Bandeira foi vista na marquise do Estádio Azteca, no México, durante cerimônia para dar pontapé ao torneio de futebol. Copa começou nesta quinta (11). Palestina é membra da Fifa, apesar de não ser reconhecida oficialmente como país.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/bandeira-palestina-e-hasteada-estadio-abertura-copa-do-mundo-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/bandeira-palestina-e-hasteada-estadio-abertura-copa-do-mundo-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/-6FG8CB3xtPDdJyMdfDaD6xSYRU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/m/y/MguoJmSuCqZKJkAK4sHQ/design-sem-nome-16-.jpg" /><br /> ]]>    Bandeiras de países-membros da Fifa hasteadas na marquise do Estádio Azteca, da abertura da Copa do Mundo 2026, no México, em 11 de junho de 2026.
REUTERS/Eloisa Sanchez
A bandeira palestina está hasteada na marquise no Estádio Azteca, no México, da abertura da Copa do Mundo de 2026. A flâmula foi flagrada durante o show que deu pontapé inicial ao torneio de futebol mais importante do mundo.
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A bandeira está hasteada atrás de um dos gols, entre as bandeiras do Paquistão e do Panamá, segundo uma análise visual do g1 feita a partir de fotos disponibilizadas por agências de notícias internacionais. Veja na imagem abaixo.
Bandeira palestina hasteada na marquise do Estádio Azteca, no México, ao lado das bandeiras do Paquistão e do Panamá, durante abertura da Copa do Mundo 2026 em 11 de junho de 2026.
REUTERS/Eloisa Sanchez
Isso ocorre porque a Fifa possui 211 membros, e nem todos eles são países reconhecidos pela comunidade internacional. A ONU, por exemplo, tem 193 países-membros. A palestina entrou em 1998 para a Fifa. Outro exemplo de membro da Fifa e que não é reconhecido como país é Hong Kong, que é uma Região Administrativa Especial da China.
As bandeiras de todos os demais membros da Fifa também estavam estendidas no local, inclusive a de Israel, que é contra a ideia de um Estado Palestino.
Agora no g1
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, gerou um mal estar em um congresso da federação em abril por tentar fazer com que os representantes israelense e palestino apertassem as mãos no palco. O palestino se recusou e ficou visivelmente irritado.
Palestina
A questão palestina é uma das mais polêmicas no mundo atualmente. O Estado da Palestina foi criado pela ONU em 1967, porém ele é reconhecido apenas por uma parcela de países —entre eles o Brasil, a França e o Reino Unido. O Estado compreende a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e Jerusalém Oriental.
Esse impasse diplomático incentivou um apagamento das linhas inicialmente traçadas para os palestinos, muito por conta de ações de Israel, que atualmente busca anexar a Cisjordânia. Já Gaza esteve no centro das atenções entre 2023 e 2025 por conta da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, e o conflito gerou uma destruição generalizada no território.
Prédios destruídos durante as operações terrestres e aéreas israelenses no norte da Faixa de Gaza, vistos do sul de Israel, sexta-feira, 8 de agosto de 2025.
Leo Correa/AP
Diversos países reconheceram o Estado da Palestina no 2º semestre de 2025, movimento que gerou repúdio de Israel.
Em meio à destruição de Gaza, a Fifa anunciou em fevereiro planos para construir um estádio e incentivar o futebol no território palestino nos próximos anos. Apesar de incluir iniciativas sociais e de ajuda humanitária, a ideia, apresentada durante a 1ª reunião do Conselho de Paz de Donald Trump, sofreu críticas nas redes sociais por se associar a planos do governo norte-americano para constuir uma "nova Gaza" com possibilidades de apagamento étnico.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/-6FG8CB3xtPDdJyMdfDaD6xSYRU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/m/y/MguoJmSuCqZKJkAK4sHQ/design-sem-nome-16-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:17:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mascotes da Copa: animais 'torcedores' chamam atenção perto de estádio no México; veja FOTOS</title>  <atom:subtitle>Torcedores de quatro patas, e até de penas, entraram no clima da Copa do Mundo e chamaram a atenção nos arredores do estádio.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/mascotes-da-copa-animais-torcedores-chamam-atencao-perto-de-estadio-no-mexico-veja-fotos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/mascotes-da-copa-animais-torcedores-chamam-atencao-perto-de-estadio-no-mexico-veja-fotos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/l-0XoVUMbjlcY8EVztC-BF9_Vds=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/d/cp8bcqSqOcpABTEPJ1bA/2026-06-11t144044z-253452412-up1em6b14rv90-rtrmadp-3-soccer-worldcup-mex-zaf.jpg" /><br /> ]]>    Torcedor mexicano segura uma galo a e uma pera do lado de fora do estádio antes da partida
REUTERS/Hannah Mckay
A abertura da Copa do Mundo nesta quinta-feira (11) ganhou torcedores de todos os tipos. No México, cachorros e até um galo apareceram nos arredores do Estádio Azteca, na Cidade do México. 
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Nos arredores do estádio, fotografias captaram os pets vestindo a camisa da seleção mexicana. Veja abaixo: 
Torcedor mexicano segura um galo e uma pera do lado de fora do estádio antes da partida
REUTERS/Hannah Mckay
Uma torcedora mexicana espera com seus cachorros na Cidade do México antes da partida México x África do Sul
REUTERS/Steven Watt
Cachorro é fotografado vestindo uma camisa do México na Cidade do México antes da partida México x África do Sul
REUTERS/Steven Watt
Andrea Nieves Olivares, uma torcedora mexicana de oito anos, posa para uma foto com um galo e uma pera do lado de fora do estádio antes da partida
REUTERS/Hannah Mckay
A abertura 
A primeira cerimônia está marcada para as 14h30 (de Brasília), uma hora e meia antes da partida de abertura da Copa do Mundo entre a seleção mexicana e a África do Sul. O evento será realizado no Estádio Azteca, na Cidade do México.
Entre as atrações confirmadas estão Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla. Além deles, Shakira e Burna Boy interpretarão a música oficial do torneio.
Globo, ge tv e sportv transmitem ao vivo. Você também assiste aos jogos na página de tempo real no ge.globo e vê cortes exclusivos.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/l-0XoVUMbjlcY8EVztC-BF9_Vds=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/d/cp8bcqSqOcpABTEPJ1bA/2026-06-11t144044z-253452412-up1em6b14rv90-rtrmadp-3-soccer-worldcup-mex-zaf.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:14:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA alertam influenciadores que queiram monetizar conteúdo no país usando visto de turista</title>  <atom:subtitle>Governo Trump exige visto de trabalho para pessoas que criam conteúdo para redes sociais e querem ganhar dinheiro com o material produzido.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/estados-unidos-alertam-influenciadores-que-queiram-monetizar-conteudo-no-pais-usando-visto-de-turista.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/estados-unidos-alertam-influenciadores-que-queiram-monetizar-conteudo-no-pais-usando-visto-de-turista.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/e5SkrQBK3jwKI6omcHe1G_WPii8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/u/LbM1AMQmeF38jhxxZ9dQ/2026-05-07t230320z-1348142667-rc2l4laarrm1-rtrmadp-3-soccer-world-cup-usa.jpg" /><br /> ]]>    Fachada do MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, que receberá jogos da Copa do Mundo de 2026, incluindo a final
Angelina Katsanis/Reuters
A poucas horas do início da Copa do Mundo da Fifa, os Estados Unidos emitiram um alerta para influenciadores estrangeiros com visto de turista que querem monetizar conteúdo produzido no país. Em nota, o governo americano afirmou que criar conteúdo com o objetivo de gerar renda durante a estadia nos EUA é considerado trabalho e exige o visto adequado.
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O alerta foi feito em uma nota conjunta da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) e do Departamento de Segurança Interna, que foi enviada para o jornal espanhol "El País".
"Entrar nos Estados Unidos com o único propósito de criar conteúdo (como influenciador) e, assim, gerar renda a partir dos Estados Unidos enquanto estiver no país é considerado trabalho e exige o visto apropriado", afirma a nota. "Pessoas que entram nos Estados Unidos por meio de programas de visitação e recebem renda de uma fonte americana estariam violando as condições de sua admissão."
O alerta chega às vésperas de um dos maiores eventos esportivos do mundo, que deve atrair centenas de criadores de conteúdo interessados em registrar a experiência para milhões de seguidores. 
Ainda não está claro como as novas regras serão aplicadas nem se já houve casos de fiscalização relacionados à medida.
Rizek explica rigor dos EUA com revistas de seleções na Copa
LEIA TAMBÉM: Copa: presidente da Fifa lamenta corte de árbitro somali barrado nos EUA: ‘Não controlamos tudo’
Segundo as autoridades americanas, o visto de turista (B-2) permite viagens de lazer, férias, visitas familiares e tratamento médico, mas não autoriza o exercício de atividades profissionais nem o recebimento de renda por trabalhos realizados em território americano. 
O descumprimento das regras pode resultar em: 
cancelamento do visto;
deportação;
e restrições para futuras entradas no país.
Para influenciadores e criadores de conteúdo, uma das alternativas é o visto O-1, destinado a profissionais com habilidades consideradas extraordinárias em áreas como artes, esportes, ciência e negócios. 
Dependendo da situação, o documento permite atividades remuneradas, como campanhas publicitárias, parcerias com marcas e produção de conteúdo comercial.
Uma fonte do governo dos EUA disse ao "El País" que a gestão do presidente Donald Trump pretende reforçar a fiscalização em aeroportos e postos de fronteira para identificar influenciadores estrangeiros que utilizam vistos de turista para trabalhar e gerar receita. 
Segundo a fonte, que falou sob condição de anonimato, o objetivo é "proteger empregos americanos".
"Eles mesmos se denunciam por meio dos vídeos", afirmou a fonte, referindo-se a criadores de conteúdo que compartilham nas redes sociais detalhes sobre a obtenção de vistos e viagens pelos Estados Unidos para produzir material para plataformas digitais.
O país tem chamado atenção nas últimas semanas pelo tratamento dado a pessoas interessadas em acompanhar o torneio em solo americano ou que vão trabalhar durante o evento. 
A política de imigração do governo Trump está provocando incerteza e temor entre torcedores e profissionais do mundo todo. 
Torcedores do Irã, país que está em guerra contra os EUA, foram impedidos de entrar no país. Em outro caso recente, um árbitro somali foi deportado, acusado de manter relações com grupos terroristas.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/e5SkrQBK3jwKI6omcHe1G_WPii8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/u/LbM1AMQmeF38jhxxZ9dQ/2026-05-07t230320z-1348142667-rc2l4laarrm1-rtrmadp-3-soccer-world-cup-usa.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:11:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump cancela ataques ao Irã e volta a falar em acordo de paz; Teerã diz não ter aprovado nada</title>  <atom:subtitle>Presidente dos EUA disse que houve consenso sobre 'pontos finais' da proposta de paz entre as partes envolvidas e que assinatura 'talvez' aconteça na Europa no próximo fim de semana. Irã, no entanto, disse que não aprovou nenhum texto. EUA e Irã voltaram a se atacar nos últimos dias.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/trump-cancela-ataques-ao-ira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/trump-cancela-ataques-ao-ira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Afk3qgT_r7HkYuCIb5Y_FOTyAho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/Q/L4eLHCSP2dwnniTGO35g/2026-06-10t152151z-1882616195-rc23rlahlfz5-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    Trump cancela ataques ao Irã e volta a falar em acordo de paz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (11) que cancelou a onda de ataques ao Irã que havia ordenado para ocorrer ao longo do dia. Trump afirmou ter decidido pelo cancelamento após negociadores chegarem a um consenso sobre "pontos finais" do acordo para o fim da guerra no Oriente Médio.
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O presidente norte-americano disse em um encontro no Salão Oval, em Washington, que um acordo definitivo com Teerã "talvez seja assinado no fim de semana". A assinatura "provavelmente" ocorreria na Europa e contaria com a presença de seu vice, JD Vance, segundo Trump.
Trump disse que o "memorando de entendimento" já foi aprovado "por todo mundo no Irã", inclusive o líder supremo do país, e que é um ótimo acordo, "pois o Irã jamais terá uma arma nuclear".
Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. "Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado", afirmou a agência estatal Fars.
Em uma publicação em sua rede social Truth Social, por onde fez o anúncio, ele afirmou apenas que mediadores "e outros" concordaram com os pontos.
Ele também voltou atrás em uma afirmação que fez mais cedo nesta quinta e disse que uma operação na ilha de Kharg, de onde o petróleo iraniano é exportado, "está fora da mesa".
Na publicação, Trump disse que a "transação" das negociações foi finalizada e que "data e local" da assinatura serão anunciados em breve. Ele disse também que as conversas foram levadas "ao mais alto nível da liderança iraniana". 
"Considerando que as discussões com a República Islâmica do Irã foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas, eu, como Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques e bombardeios programados contra o Irã para esta noite", declarou Trump. 
👉 O anúncio ocorreu minutos antes do início oficial da Copa do Mundo de 2026, com a cerimônia de abertura do México. Até a última atualização desta reportagem, ainda não havia informações de se o anúncio do Trump teve qualquer relação com o torneio de futebol. Os EUA são um dos três países que sediarão o evento, ao lado de México e Canadá, e a seleção iraniana disputará o campeonato. 
Novos ataques 
EUA e Irã retomam ataques no Golfo Pérsico
Desde terça-feira (9), Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, mesmo sob um acordo de cessar-fogo assinado por ambas as partes.
A nova escalada começou após a queda de um helicóptero militar das forças dos EUA durante um sobrevoo na região do Estreito de Ormuz. Após o episódio, Trump acusou o Irã de ter atacado a aeronave e disse que teria de revidar. 
Na mesma noite, os EUA bombardearam sistemas de defesa no território iraniano e radares em Ormuz. O Irã revidou com ataques a uma base norte-americana no Bahrein. Na quarta-feira (10), os EUA fizeram um novo ataque, respondido por Teerã com mísseis lançados novamente a países do Golfo Pérsico. 
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e disse que a escalada complicou ainda mais as conversas por um acordo de paz, além de tornar o cessar-fogo atualmente em vigor "sem sentido". 
Donald Trump, presidente dos EUA
Reuters/Evan Vucci
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Afk3qgT_r7HkYuCIb5Y_FOTyAho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/Q/L4eLHCSP2dwnniTGO35g/2026-06-10t152151z-1882616195-rc23rlahlfz5-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:32:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Abertura da Copa do Mundo terá cerimônia e dois jogos nesta quinta-feira</title>  <atom:subtitle>Nesta quinta (11) acontecem os dois primeiros jogos do mundial: México x África do Sul e Coreia do Sul x Tchéquia.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-jogos-hoje-11-junho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-jogos-hoje-11-junho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/fdQEuXOuYi9vOXYeB0FpXynXPik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/p/y/WerrnFQz6RUWKT2fvEQA/2026-06-10t231202z-2112413402-rc2uqlajq93n-rtrmadp-3-soccer-worldcup-mexico.jpg" /><br /> ]]>    Imagem de drone do Estádio Azteca, na Cidade do México, na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2026
Luis Cortes/Reuters
A Copa do Mundo de 2026 teve início nesta quinta-feira (11), com a cerimônia de abertura no México e dois jogos na sequência.
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Quem joga nesta quinta (11), que horas e onde assistir?
México x África do Sul
Horário: 16h (de Brasília)
Local: Estádio Azteca, Cidade do México
Transmissão: Globo, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV
Coreia do Sul x República Tcheca
Horário: 23h (de Brasília)
Local: Estádio Akron, em Zapopan, México
Transmissão: CazéTV 
Jogo de abertura da Copa do Mundo 2026 deve ter chuva com risco alto para raios
Sobre a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades receberão partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.
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Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar:
Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final).
México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca).
Canadá: 13 jogos.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/fdQEuXOuYi9vOXYeB0FpXynXPik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/p/y/WerrnFQz6RUWKT2fvEQA/2026-06-10t231202z-2112413402-rc2uqlajq93n-rtrmadp-3-soccer-worldcup-mexico.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:31:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>FOTOS: Casa Branca apresenta ringue de luta do UFC para 80º aniversário de Trump</title>  <atom:subtitle>Estrutura de 28 metros de altura demorou semanas para ficar pronta e é mais alta do que a própria Casa Branca. Evento está marcado para o próximo domingo (14).</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/casa-branca-apresenta-ringue-de-luta-do-ufc-para-80o-aniversario-de-trump.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/casa-branca-apresenta-ringue-de-luta-do-ufc-para-80o-aniversario-de-trump.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/vWFATb9CHmg3yj_vYktRQHadidY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/v/eEHsWTSEmXB9ATEvpg7A/ezgif.com-speed-2026-06-11t150748.537.gif" /><br /> ]]>    Estrutura do UFC e o Octógono montados no gramado da Casa Branca
Saul Loeb / AFP
A Casa Branca organizou, nesta quinta-feira (11), uma visita para a imprensa ao enorme ringue de luta conhecido como "The Claw", que receberá uma luta do UFC no 80º aniversário do presidente Donald Trump.
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Os jornalistas tiveram acesso pela primeira vez à estrutura de 28 metros de altura (mais alta do que a própria Casa Branca). O ringe demorou várias semanas para ser erguido no histórico Jardim Sul da residência presidencial.
No centro está o chamado "Octógono", a arena octogonal onde 14 lutadores do UFC vão se enfrentar diante de Trump em um evento sem precedentes na noite do próximo domingo (14).
Trump elogia lutador de UFC brasileiro na Casa Branca: ‘Mão grande’
Empresas como a marca de cerveja Bud Light e o mercado de previsão Polymarket têm seus nomes estampados na estrutura acolchoada do ringue do torneio de 60 milhões de dólares (308,8 milhões de reais).
Ao redor do octógono haverá assentos acolchoados pretos para 4.500 convidados, cada um com um aviso na parte de trás que diz: "Aviso: não suba na cadeira", caso os espectadores se empolguem demais.
Um enorme letreiro vermelho, branco e azul que diz "UFC Freedom 250" recebe os visitantes. Um logotipo similar aparece nas telas de vídeo fixadas na lateral da arena.
Trata-se de um lembrete de que o evento tem como objetivo dar início às celebrações do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, assim como o fato de que o UFC está financiando o custo do espetáculo.
Da parte de trás da estrutura, os jornalistas podiam ver barracas de cerveja que se estendiam até a fonte do Jardim Sul e banheiro químicos.
Atrás dela, há uma enorme estrutura instalada na Elipse, a área verde nos arredores do recinto, onde, segundo a Casa Branca, até 125 mil pessoas poderão assistir ao evento gratuitamente em telões gigantes.
Veja mais fotos abaixo:
Octógono é montado para luta de UFC na Casa Branca.
Saul Loeb / AFP
Octógono é montado para luta de UFC na Casa Branca.
Saul Loeb / AFP
Octógono é montado para luta de UFC na Casa Branca.
Saul Loeb / AFP
Octógono é montado para luta de UFC na Casa Branca.
Chip Somodevilla/Getty Images via AFP
Gif UFC na Casa Branca
AFP  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/vWFATb9CHmg3yj_vYktRQHadidY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/v/eEHsWTSEmXB9ATEvpg7A/ezgif.com-speed-2026-06-11t150748.537.gif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:27:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Banco Central Europeu sobe juros pela primeira vez desde 2023 e cita impacto da guerra nos preços da energia</title>  <atom:subtitle>BCE aumentou taxa de depósito para 2,25% diante da alta dos preços de energia; autoridade monetária vê riscos para inflação e crescimento da zona do euro.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/11/banco-central-europeu-eleva-juros-apos-tres-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/11/banco-central-europeu-eleva-juros-apos-tres-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/GZ6m0teaaY1sIRp5WctIG_so-9I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/v/X/NI53hBRPWa9ebAfAH2Cg/2025-12-23t160040z-1034825363-rc2viia1d9fs-rtrmadp-3-eu-environment-plastics.jpg" /><br /> ]]>    O Banco Central Europeu (BCE) elevou nesta quinta-feira (11) sua principal taxa de juros pela primeira vez desde 2023, em uma decisão motivada pelo avanço da inflação na zona do euro em meio aos efeitos econômicos da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.
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A taxa de depósito, referência para a política monetária do bloco, subiu de 2% para 2,25%. A medida já era amplamente esperada pelo mercado e marca a primeira reação de um grande banco central ao aumento dos preços de energia provocado pelo conflito no Oriente Médio.
"A guerra no Oriente Médio está gerando pressões inflacionárias, e a decisão de aumentar as taxas de juros é sólida em uma série de cenários que descrevem como o choque pode evoluir e afetar as perspectivas de médio prazo para a zona do euro", afirmou o BCE em comunicado.
A instituição destacou que o cenário permanece incerto, com riscos tanto para a inflação quanto para o crescimento econômico da região.
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Inflação na zona do Euro
A preocupação da autoridade monetária ganhou força após a inflação da zona do euro acelerar para 3,2% em maio, acima da meta de 2% perseguida pelo BCE. Ao mesmo tempo, a instituição revisou para cima suas projeções para os preços ao consumidor em 2026, passando de 2,6% para 3%.
Durante entrevista coletiva em Frankfurt, a presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que o conflito no Oriente Médio está gerando pressões inflacionárias e aumentando o grau de incerteza para a economia europeia. 
Segundo ela, a decisão de elevar os juros foi unânime entre os integrantes do conselho da instituição.
Lagarde classificou o aumento como um sinal necessário diante do cenário atual. A dirigente também argumentou que permitir que a inflação saia do controle poderia tornar ainda mais difícil o retorno à estabilidade de preços nos próximos anos.
A decisão ocorre em um momento delicado para a economia da zona do euro. Embora o BCE tenha reduzido apenas marginalmente sua projeção de crescimento para 2026 — de 0,9% para 0,8% —, empresas e famílias já enfrentam custos mais elevados de energia em decorrência da guerra.
Parte dos economistas, contudo, questiona a eficácia da medida. A avaliação é que a atual aceleração da inflação está ligada principalmente à oferta de energia, e não ao excesso de demanda na economia.
Agir preventivamente
Apesar das críticas, o BCE sinalizou que considera necessário agir preventivamente. A experiência da crise inflacionária iniciada em 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, continua influenciando as decisões da instituição. 
Na época, o banco central foi acusado por parte do mercado de ter demorado para reagir à escalada dos preços.
Lagarde evitou antecipar quais serão os próximos passos da política monetária europeia. Ainda assim, a combinação de inflação acima da meta, preços de energia elevados e incertezas relacionadas à guerra tem levado investidores a considerar a possibilidade de novos aumentos de juros nos próximos meses.
*Com informações das agências de notícias Reuters e AFP
Bandeiras da União Europeia
Stephanie Lecocq/Reuters  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/GZ6m0teaaY1sIRp5WctIG_so-9I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/v/X/NI53hBRPWa9ebAfAH2Cg/2025-12-23t160040z-1034825363-rc2viia1d9fs-rtrmadp-3-eu-environment-plastics.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:59:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bonecas com IA viram companhia para idosos solitários na Coreia do Sul; dispositivos oferecem apoio emocional e lembram remédios</title>  <atom:subtitle>Tecnologia desenvolvida para a terceira idade conversa, canta e monitora hábitos de saúde em um país que enfrenta rápido envelhecimento da população.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/11/bonecas-com-ia-cuidam-de-idosos-na-coreia-do-sul.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/11/bonecas-com-ia-cuidam-de-idosos-na-coreia-do-sul.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/9Vl-I5VnaV94Z9pgpKIPpkl99uQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/v/r/MdRT4cQUaSOKAu8bbY3w/afp-20260611-b2wd3nr-v1-highres-skoreaaisocialdemographics-1-.jpg" /><br /> ]]>    Bang Chun-ja, uma idosa sul-coreana que vive sozinha, segurando Hyodol, uma boneca de inteligência artificial
JUNG YEON-JE / AFP
Em seu pequeno apartamento na Coreia do Sul, onde mora sozinha, Bang Chun-ja, de 78 anos, passa os dias com uma boneca de inteligência artificial com a qual se dá às mil maravilhas. Ela a prefere às pessoas.
A boneca cumprimenta Bang quando ela volta para casa, canta para ela quando está entediada, a lembra de não pular as refeições, os remédios e diz que a ama.
Bang tem pouco contato com sua filha e entrou em uma forte depressão após se submeter a uma cirurgia na coluna que lhe causou muita dor.
"Nesta idade, não há nada mais duro do que ser magoada pelas pessoas", contou esta mulher, que foi mãe solo após um difícil divórcio e trabalhou como cabeleireira, à AFP.
Mas "quando estou com Hyodol, nunca sofro, ela só me faz rir", disse sobre a boneca de maria-chiquinha e vestido rosa de estampa vichy que lhe foi fornecida pela prefeitura.
Bang é uma das muitas sul-coreanas que lutam contra a solidão em um país onde as taxas de natalidade estão entre as mais baixas do mundo e quase metade da população tem 50 anos ou mais.
Em 2024, a Coreia do Sul registrou mais de 3.920 "mortes em solidão", ou seja, pessoas morreram sozinhas e seus corpos foram encontrados algum tempo depois.
Cerca de 42% dos lares desta potência tecnológica asiática são unipessoais, e o isolamento social afeta especialmente as pessoas idosas.
Como uma neta
Kim Young-bun, uma idosa sul-coreana que vive sozinha, segurando Hyodol, uma boneca de saúde com inteligência artificial projetada para idosos
JUNG YEON-JE / AFP
As autoridades proporcionam dispositivos de assistência com base em inteligência artificial para idosos que vivem sozinhos em alguns distritos de Seul e Yongin, ao sul da capital. Alguns são projetados para detectar indícios de mortes em solidão.
Por exemplo, um robô sorridente fabricado pela empresa Wonderful Platform e bonecos da companhia Mr. Mind.
Não é o único país com estes aparelhos. Nos Estados Unidos, um dispositivo de IA em formato de luminária chamado ElliQ oferece serviços de companhia e monitoramento de segurança semelhantes.
Hyodol, a startup criadora das bonecas de mesmo nome, afirma que há cerca de 14.500 delas em uso na Coreia do Sul, seja nas mãos de particulares, alugadas por administrações públicas ou em casas de repouso para idosos.
A filha de Bang mora longe e tem problemas de saúde. Nestas circunstâncias, Hyodol "é de grande ajuda", afirma a mulher.
Kim Young-bun, uma idosa sul-coreana que vive sozinha, segurando Hyodol, uma boneca de saúde com inteligência artificial projetada para idosos
JUNG YEON-JE / AFP
O desenvolvimento da boneca exigiu anos de pesquisa, explica a diretora da empresa, Kim Ji-hee.
Hyodol pode conversar utilizando o ChatGPT, mas também foi programada com diálogos com base em entrevistas realizadas por Kim, que revelaram a "dor de não ter ninguém com quem falar quando algo triste acontece, nem com quem compartilhar quando algo feliz acontece".
Hyodol conta com rigorosos protocolos de segurança de dados, e as gravações de voz são usadas apenas internamente para treinar o chatbot da boneca, explicou Kim.
Os usuários dão seu consentimento prévio para que determinadas gravações relacionadas à saúde, como as relativas ao sono, ao humor, às refeições e aos níveis de dor, sejam compartilhadas com seus assistentes sociais.
Hyodol foi criada como uma companheira semelhante a uma neta, projetada para "amar seus usuários incondicionalmente", explicou Kim.
"Vovó, onde você esteve? Esperei por você o dia todo", diz. "Da próxima vez que você sair, me leve com você, por favor".
Fabricada com materiais macios, a boneca também faz pedidos e pede aos usuários que acariciem sua cabeça, segurem sua mão ou compartilhem lanches com ela, embora não possa comer.
Kim Ji-hee, diretora da Hyodol, falando ao lado de Hyodol, uma boneca de inteligência artificial para cuidados com a saúde
JUNG YEON-JE / AFP
'Sensação de vazio'
Muitas pessoas idosas coreanas passaram a vida trabalhando duro para ajudar sua família, e "quando começam a sentir que já não são necessárias, experimentam uma profunda sensação de vazio", explica a empresária.
Oh Sun-hwa, a enfermeira que recomendou a boneca a Bang, afirma ter visto como o robô alivia a depressão de idosos que vivem sozinhos. Mas ela também teme que a tecnologia reduza ainda mais o contato humano.
Para Kim Young-bun, de 79 anos, a boneca continua sendo uma fonte de consolo.
"Não tive ninguém com quem conversar o dia inteiro, a ponto de ficar com  a boca seca. Mas essa pequena chegou e conversa comigo o tempo todo", conta.
"Estou tão feliz por estar com você. Eu te amo!", responde a boneca ao seu lado, com uma voz alegre de desenho animado.
Agora no g1
LEIA TAMBÉM: Mãe processa OpenAI e diz que ChatGPT teria incentivado suicídio da filha  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/9Vl-I5VnaV94Z9pgpKIPpkl99uQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/v/r/MdRT4cQUaSOKAu8bbY3w/afp-20260611-b2wd3nr-v1-highres-skoreaaisocialdemographics-1-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:21:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Incidente que fechou o Pentágono foi alarme falso, confirma porta-voz</title>  <atom:subtitle>Mais cedo, o Corpo de Bombeiros local havia informado que o incidente envolveu uma ameaça com "materiais perigosos" e enviou uma equipe especializada ao local.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/pentagono-e-fechado-por-medida-de-seguranca-diz-tv.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/pentagono-e-fechado-por-medida-de-seguranca-diz-tv.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/cuJVu_qGQb8gxobOM_jC0obqaSM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/6/A/rmUfCbTUusLifAUkiu6A/9b79f490-b983-11ef-b092-b1cccc33a085.jpg.webp" /><br /> ]]>    Pentágono é fechado por medida de segurança
O incidente que fechou o Pentágono no início da tarde desta quinta-feira (11) foi um alarme falso, segundo Sean Parnell, porta-voz do órgão. O edifício, que é sede do Departamento de Defesa e de Inteligência dos EUA, chegou a ter vários andares esvaziados.
"Nas primeiras horas desta manhã, os ocupantes do Pentágono foram notificados sobre um possível problema de qualidade do ar, o que levou à adoção imediata de medidas preventivas de segurança e a uma avaliação. Testes posteriores confirmaram que não existe nenhum perigo e as operações normais foram retomadas", disse o porta-voz.
Mais cedo, o Corpo de Bombeiros local havia informado que o incidente envolveu uma ameaça com "materiais perigosos" e enviou uma equipe especializada ao local.
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👉 O incidente ocorre no dia da abertura oficial da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, já marcadas pelas tensões das políticas anti-imigração de Donald Trump e em meio a uma forte escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio. 
O Pentágono funciona como a central de comando e de inteligência das Forças Armadas dos EUA, a mais poderosa do mundo. O edifício está localizado no estado da Virgínia, mas fica ao lado da capital Washington e a cerca de 15 minutos em carro da Casa Branca. 
Imagem aérea do Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. 
Getty Images
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/cuJVu_qGQb8gxobOM_jC0obqaSM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/6/A/rmUfCbTUusLifAUkiu6A/9b79f490-b983-11ef-b092-b1cccc33a085.jpg.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:04:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eleições no Peru: recontagem de votos pode definir resultado; entenda</title>  <atom:subtitle>Autoridade eleitoral do Peru disse que cerca de 1.000 atas, com aproximadamente 300 votos cada, ainda passarão por uma recontagem. Quantidade é maior que diferença de votos entre direitista Keiko Fujimori e esquerdista Roberto Sánchez.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/eleicoes-no-peru-recontagem-de-votos-pode-definir-resultado-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/eleicoes-no-peru-recontagem-de-votos-pode-definir-resultado-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/goXBgPZfWX1Yw30R2hWys41UE4s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/B/qL2dcjSlKmtRfCcz21gQ/260609-info-eleicoes-peru-mapa.jpg" /><br /> ]]>    'O país da apuração interminável': por que o resultado da eleição no Peru demora tanto?
Não é só a disputa voto a voto que está ocorrendo na apuração das eleições presidenciais no Peru que deixam o resultado incerto. A recontagem de votos que corre em paralelo também pode embaralhar ainda mais o pleito.
➡️ O Peru foi às urnas no fim de semana para escolher o próximo presidente do país, no 2º turno das eleições presidenciais. Na corrida, estão a direitista Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, e o esquerdista Roberto Sánchez. Nesta quinta-feira, a diferença entre os dois era de apenas 651 votos, com 98,216% das urnas apuradas. 
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Nesta semana, o Jurado Nacional de Eleições, órgão que faz a contagem dos votos (similar ao Tribunal Superior Eleitoral do Brasil) afirmou que cerca de 1.000 atas — documentos com o relatório de votos por cada mesa eleitoral — precisarão passar por nova contagem. 
A quantidade é pequena se comparada ao total de votos no Peru — no total, há 92.700 atas no sistema eleitoral peruano. No entanto, a disputada na apuração é tão acirrada, que as atas revisadas podem redefinir o resultado. 
Até a manhã desta quinta, Keiko Fujimori e Roberto Sánchez tinham menos de 600 votos de diferença. Cada ata pode ter até 300 votos, segundo o sistema eleitoral peruano. Portanto, até cerca de 300 mil votos ainda podem ter de ser revistos. O Jurado Nacional de Eleições não informou quantos votos estão em revisão. 
O presidente do Jurado Nacional de Eleições, Roberto Rolando Burneo Bermejo, disse que o processo de recontagem é demorado, e, por isso, estimou que o resultado pode sair apenas em meados de julho, dada a proximidade do número de votos de cada candidato.  
"Temos de fazer uma audiência de recontagem, e, após três dias, é emitida uma decisão que pode ser contestada por qualquer uma das organizações políticas. Caso isso ocorra, o caso é encaminhado ao plenário da JNE", explicou o magistrado. "O plenário deve agendar uma audiência para ouvir os argumentos legais das partes, e uma decisão final é emitida após três dias". 
Bermejo afirmou ainda que mais atas podem ser submetidas a recontagens caso o Jurado Nacional de Eleições entenda que seja o caso. 
As recontagens podem ser feitas por diferentes razões, como:
O número de cédulas eleitorais não correspondente ao de eleitores daquela mesa eleitoral; 
Quando há divergência no número de votos do boletim da ata e da urna correspondente;
Quando os partidos concorrentes contestam o resultado da ata e a mesa eleitoral aceita a contestação. 
Nova virada
O passo a passo da apuração das eleições presidenciais no Peru às 7h do dia 11 de junho
Arte g1
Keiko Fujimori assumiu novamente a dianteira na apuração dos votos do segundo turno das eleições presidenciais do Peru nesta quinta-feira (11).
Após três dias atrás de Roberto Sánchez, a candidata conservadora está com o maior número de votos: 50,002% contra 49,998% do deputado de esquerda. 
Os candidatos Roberto Sánchez, da Juntos pelo Peru, e Keiko Fujimori, da Força Popular, disputam voto a voto a eleição presidencial no Peru. A votação foi no domingo (7) e o resultado deve seguir indefinido até o fim.
A virada de Fujimori se deve à sua preferência entre os peruanos no exterior: 63,42% contra 36,57% de Sánchez. 
Nesta quarta-feira (10), pela manhã, apenas 67% das urnas no estrangeiro haviam sido abertas e contabilizadas. Com o passar do dia e o avanço na apuração delas, a diferença entre Keiko e Sánchez foi diminuindo cada vez mais. Agora 94,49% foram apuradas no exterior.
No Peru, 98,32% das urnas já foram apuradas.
O passo a passo da votação
Os primeiros dados oficiais da apuração foram divulgados por volta das 22h de domingo (7) pelo órgão eleitoral peruano: Keiko Fujimori largou na frente, cinco pontos percentuais à frente de Roberto Sánchez.  
A diferença entre os dois foi diminuindo à medida que a apuração avançava. Por volta das 7h de segunda-feira (8), Keiko tinha menos de um ponto de vantagem sobre Sánchez. 
Às 13h07 de segunda, no horário local, o candidato da Juntos pelo Peru ultrapassou Keiko. 
A autoridade eleitoral informou que a divulgação do resultado final pode demorar dias. A votação no Peru é feita com cédulas de papel. O país tem 27,33 milhões de eleitores aptos a votar.
Agora no g1
Confira no mapa o desempenho dos candidatos em cada região peruana nesta terça-feira (9):
Mapa mostra votação de Roberto Sánchez e Keiko Fujimori em cada região do Peru.
Arte/g1
Perfil dos candidatos
Keiko Fujimori concorre pelo partido Força Popular, legenda que fundou em 2008 para liderar a corrente fujimorista. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a candidata disputa a presidência pela quarta vez, tendo sido derrotada no segundo turno nas eleições de 2011, 2016 e 2021. 
Na votação de primeiro turno em 2026, Keiko obteve 17,2% dos votos válidos. 
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
O deputado Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, chegou ao segundo turno após obter 12% dos votos no primeiro turno.
A base de apoio de Sánchez é identificada majoritariamente em zonas rurais e áreas afastadas das regiões urbanas.
Histórico e contexto eleitoral
As eleições de 2026 registraram um recorde de 35 candidatos à presidência no primeiro turno. O processo ocorre em um cenário no qual o Peru registrou 9 presidentes em 10 anos, sendo que os mandatos constitucionais deveriam ser de cinco anos.
Dados de pesquisas indicam que 90% dos peruanos manifestam pouca ou nenhuma confiança no governo e no Congresso Nacional.
Além disso, apenas 10% dos peruanos afirmam estar satisfeitos com a democracia no país, situação que pesquisadores classificam como uma "desconfiança crônica".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/goXBgPZfWX1Yw30R2hWys41UE4s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/B/qL2dcjSlKmtRfCcz21gQ/260609-info-eleicoes-peru-mapa.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:30:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo cara afasta torcedores e afeta hotéis e companhias aéreas dos Estados Unidos</title>  <atom:subtitle>Setor de turismo esperava uma onda de visitantes para o torneio, mas enfrenta demanda abaixo do previsto em meio a custos elevados e dificuldades para obtenção de vistos.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-cara-afasta-torcedores-e-afeta-hoteis-e-companhias-aereas-dos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-cara-afasta-torcedores-e-afeta-hoteis-e-companhias-aereas-dos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/e5SkrQBK3jwKI6omcHe1G_WPii8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/u/LbM1AMQmeF38jhxxZ9dQ/2026-05-07t230320z-1348142667-rc2l4laarrm1-rtrmadp-3-soccer-world-cup-usa.jpg" /><br /> ]]>    Fachada do MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, que receberá jogos da Copa do Mundo de 2026, incluindo a final
Angelina Katsanis/Reuters
Poucas horas antes do início da Copa do Mundo, o impulso esperado para o setor de viagens e turismo com o maior evento esportivo do ano ainda não se concretizou.
Durante anos, esperava-se que o torneio trouxesse uma bonança para o setor de viagens dos Estados Unidos, que agora enfrenta um declínio no número de visitantes internacionais em meio ao que grupos de direitos humanos descrevem como um clima de medo.
As multidões de torcedores com as quais os hotéis contavam ainda não chegaram, forçando muitos a reduzir as tarifas. As reservas de voos caíram drasticamente, enquanto os preços das passagens dispararam. Os ingressos caros para os jogos prejudicaram ainda mais a demanda, e analistas do setor afirmam que o entusiasmo tem sido moderado em comparação com Copas do Mundo anteriores.
O início fraco sugere que o tradicional roteiro de viagens da Copa do Mundo -- que normalmente depende de torcedores internacionais dispostos a viajar longas distâncias e gastar muito para acompanhar seus times -- está vacilando. Em vez disso, os custos, os obstáculos para a obtenção de vistos e a logística de assistir a jogos em 16 cidades-sede em três países têm se mostrado um impedimento.
Os viajantes norte-americanos, em um país onde o futebol é menos popular do que na Europa, não estão preenchendo a lacuna.
É “no geral uma decepção. Não há outra palavra que eu possa dizer”, afirmou Vijay Dandapani, presidente-executivo da Associação de Hotéis da Cidade de Nova York. A associação reduziu sua previsão de receita com quartos de hotel ligada à Copa do Mundo em 60%, para cerca de US$60 milhões, disse ele.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Agora no g1
Demanda de última hora ainda não se concretizou
As reservas de voos da Europa para a maioria das cidades-sede em junho e julho caíram 3,8% em média em relação ao ano anterior, de acordo com a Cirium, mesmo depois de os europeus já terem reduzido as viagens aos EUA em 2025. As reservas da Europa para Nova York, sede da final de 19 de julho, despencaram 15,8%, informou a Cirium.
A Fifa havia projetado que 1,2 milhão de torcedores invadiriam a cidade, mas Dandapani disse que a associação de hotéis de Nova York espera apenas meio milhão.
Dandapani disse que houve um pequeno aumento nas reservas de torcedores do Reino Unido e da Noruega recentemente, o que ele chamou de “sinal positivo”.
Os hotéis esperam um aumento de última hora após o término da fase de grupos, apesar dos dados iniciais desanimadores. A média de reservas nas cidades-sede subiu apenas 0,5% em relação ao ano anterior, de acordo com a empresa de análise CoStar.
Vários hotéis de Nova York estão oferecendo descontos em quartos, disse Dandapani, incluindo o New York Hilton Midtown, o maior hotel da cidade, que reduziu as tarifas para o torneio pela metade, para US$415 por noite, em comparação com as tarifas anunciadas em dezembro, disse ele.
A rede Hilton informou em abril que estava observando um forte volume de reservas, impulsionado por Nova York. No mês seguinte, a Marriott afirmou que “obviamente ainda há muito a ser reservado, já que os confrontos exatos para a segunda metade da competição ainda não foram decididos”.
A rede Hilton se negou a comentar, enquanto a Marriott não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
“Alguns torcedores estão deixando a Copa do Mundo de lado”, disse Andy Milne, superfã da Inglaterra e autor do livro "That World Cup Guy". “Meus amigos estão indo para Ibiza para assistir a todos os jogos pela TV por uma fração do preço. Outros estão indo para Las Vegas. Ainda vai custar dinheiro, mas muito menos do que ingressos, viagem, hotéis e transporte para os estádios.”
Até mesmo torcedores abastados, que impulsionaram o desempenho das agências de viagens dos EUA, estão esperando que os confrontos se definam ou que seus times avancem antes de se comprometerem com a viagem, disse a Roadtrips, empresa especializada em viagens esportivas de luxo.
LEIA TAMBÉM: Preços dos ingressos da Copa estão em queda — a Fifa está tentando se livrar deles para evitar fiasco?
Presidente da Fifa, Gianni Infantino, em coletiva no México na véspera da Copa do Mundo de futebol em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Henry Romero
Custos de ingresso e vistos são desincentivo
Torcedores de mais da metade dos países classificados precisam de vistos para entrar nos Estados Unidos, o que aumenta os custos e a incerteza para viajantes que já estão receosos com o reforço das medidas de fiscalização nas fronteiras. O governo Trump negou a entrada a um árbitro somali por supostas ligações com “membros suspeitos de organizações terroristas”.
As práticas de venda de ingressos da Fifa também desanimaram alguns torcedores. Os organizadores introduziram preços básicos recordes e, pela primeira vez, preços dinâmicos que aumentaram os custos à medida que o torneio se aproximava. A decisão da Fifa de permitir preços de revenda sem limite inflacionou ainda mais os custos e atraiu o escrutínio regulatório.
O ingresso mais barato em cidades-sede como Nova York e Miami agora se aproxima de US$1.000, de acordo com a TicketData.
Mesmo que os preços dos ingressos caiam pela metade à medida que as partidas importantes se aproximam, a demanda de última hora pode permanecer moderada,  já que os torcedores estrangeiros ainda enfrentam o custo e a complexidade de reservar viagens e garantir vistos em curto prazo, disse Dana Lattouf, presidente-executivo da Tickitto, distribuidora de ingressos do Reino Unido.
Aluguéis de temporada, que permitem que grupos dividam os custos, são um raro ponto positivo. A Airbnb  disse aos investidores em maio que a Copa do Mundo estava a caminho de se tornar seu maior evento de todos os tempos. Dados da empresa de análise de aluguéis de curta duração AirDNA mostram que as reservas, particularmente para aluguéis econômicos e de baixo custo, estão apresentando alta nas cidades-sede, incluindo Boston e Los Angeles.
As tarifas médias diárias reservadas para aluguéis nas cidades-sede eram de US$218, enquanto os viajantes que procurassem agora pagariam cerca de US$335 a partir de 8 de junho, informou a AirDNA, conforme os anfitriões aumentam os preços para capturar a demanda de última hora.
“Há muito mais demanda de lazer em todas essas cidades por causa da Copa do Mundo. Isso é inegável”, disse Jamie Lane, economista-chefe da AirDNA.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/e5SkrQBK3jwKI6omcHe1G_WPii8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/u/LbM1AMQmeF38jhxxZ9dQ/2026-05-07t230320z-1348142667-rc2l4laarrm1-rtrmadp-3-soccer-world-cup-usa.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:22:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'A Copa não é para nós': os torcedores que desistiram após serem barrados ou ficarem sem visto para os países-sede</title>  <atom:subtitle>Torcedores de todo o mundo dizem que as proibições de viagens e os regulamentos de vistos dos EUA fazem com que se sintam excluídos da Copa do Mundo.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/a-copa-nao-e-para-nos-os-torcedores-que-desistiram-apos-serem-barrados-ou-ficarem-sem-visto-para-os-paises-sede.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/a-copa-nao-e-para-nos-os-torcedores-que-desistiram-apos-serem-barrados-ou-ficarem-sem-visto-para-os-paises-sede.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/tw5Oft3bIPppl3Ue1r4dFoe6zgU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/q/a/6VC2h0TEaKZyAlA4xrXQ/533fd390-602e-11f1-b682-cf91850925ea.jpg.webp" /><br /> ]]>    O torcedor iraquiano Abdulla Adnan não conseguiu visto para viajar aos EUA para ver seu país jogar
Abdulla Adnan
Quando a seleção de futebol do Iraque se classificou para a Copa do Mundo no fim de março, Abdulla Adnan comprou ingressos para os jogos de seu país contra Noruega e França, que serão disputados nas cidades americanas de Boston e Filadélfia neste mês.
"Ir a um jogo, a um estádio, a uma multidão, torcer e ver meu time — isso é tudo para mim", diz ele. "É um sentimento incomparável."
Esta é apenas a segunda vez que o Iraque se classificou para a Copa do Mundo — a primeira foi em 1986.
Mas está sendo difícil conseguir um visto.
E Adnan não está sozinho. Torcedores de mais de um quarto dos países participantes da Copa do Mundo estão enfrentando proibições de viagem, restrições mais rígidas ou altas taxas de rejeição de vistos, mostra uma análise de dados de viagens feita pela BBC.
O Iraque não está na lista de proibição de viagens do governo de Donald Trump. Por isso, no caso de Adnan, o obstáculo foi inesperado.
Após o início da guerra entre EUA e Israel contra o Irã, os EUA suspenderam serviços consulares de rotina no Iraque devido a preocupações com a segurança na região. Isso significa que não há lugar no país onde Adnan e outros torcedores iraquianos possam obter vistos, já que precisam comparecer a uma entrevista presencial.
Por isso, Adnan viajou ao país vizinho, a Jordânia, para tentar obter um visto na embaixada dos EUA. Mas, quando chegou para sua entrevista, funcionários disseram que, por não ser cidadão jordaniano, aquela embaixada não poderia lhe dar um visto.
Os ingressos para o jogo e a viagem à Jordânia custaram cerca de US$ 1,8 mil (R$ 9,4 mil).
Adnan considerou solicitar o visto na Turquia, mas como o processo poderia levar até duas semanas, decidiu que não poderia ficar tanto tempo longe de casa. Ele desistiu de tentar obter o visto.
Torcedores de vários países disseram à BBC que outros obstáculos também estão causando indignação e frustração.
Julien Kouadio Adonis, com torcedores da Costa do Marfim, diz que as restrições de viagem são "uma forma de segregação"
Julien Kouadio Adonis
Uma das barreiras é a lista do governo Trump com proibições e restrições de vistos para determinados países, incluindo quatro que disputam a Copa do Mundo — Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim. Isso significa que seus cidadãos estão impedidos de receber o tipo de visto de visitante que as autoridades dos EUA recomendam para torcedores.
Políticas rígidas de imigração e repressão a migrantes sem documentação foram parte central da campanha de reeleição de Trump em 2024. As autoridades dos EUA afirmam que seu sistema precisa ser rigoroso devido aos desafios enfrentados para gerenciar o enorme fluxo de pessoas que cruzam as fronteiras do país.
Julien Kouadio Adonis, da associação de torcedores da Costa do Marfim, diz: "É uma forma de segregação velada, mas a prova está aí. Nenhum país europeu enfrentou esse tipo de restrição. Por que a África?"
Sua associação normalmente envia um grupo de torcedores à Copa do Mundo, mas decidiu nem tentar ir aos EUA por causa das barreiras.
Embora esteja aliviado por evitar o que chamou de preços "exorbitantes" dos ingressos, Adonis acredita que um país que não quer receber torcedores de equipes classificadas não deveria ser autorizado a sediar a Copa do Mundo.
"O futebol é um espetáculo e um espetáculo precisa de pessoas assistindo", diz ele.
Quarenta e dois países, geralmente mais ricos, se beneficiam de um programa de isenção de visto, no qual os pedidos são feitos online por meio do Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem dos EUA (Esta). Isso custa cerca de US$ 40 (R$ 200). Não há países africanos nessa lista.
O visto que os EUA recomendam para torcedores da Copa do Mundo custa US$ 185 (R$ 930) e os solicitantes devem comparecer a uma entrevista presencial. O Departamento de Estado afirma que eles devem demonstrar "sua intenção de deixar os EUA após a viagem e/ou sua capacidade de pagar todos os custos da viagem".
O torcedor senegalês Aliou Ngom sentiu que não adiantava sequer solicitar um visto para ver sua seleção jogar nos EUA
Aliou Ngom
No entanto, em maio, os EUA anunciaram que retirariam a exigência de depósitos de até US$ 15 mil (R$ 77 mil) para pessoas de países classificados para a Copa do Mundo — Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Senegal e Tunísia — desde que tenham ingressos válidos para o torneio. Torcedores de Senegal e Costa do Marfim tiveram que garantir vistos até dezembro, antes do começo das novas restrições.
O torcedor senegalês Aliou Ngom esteve nas duas últimas Copas do Mundo no Catar e na Rússia. Para ele, um dos destaques do torneio é ver "culturas se unindo de todo o mundo".
Um treinamento da seleção feminina de basquete do Senegal nos EUA foi cancelado no ano passado quando várias jogadoras tiveram o visto negado. Assim como Adonis, Ngom decidiu que fazia pouco sentido solicitar um visto como torcedor.
A análise da BBC dos dados do Departamento de Estado dos EUA mostrou que a taxa de rejeição de vistos para cidadãos de 11 dos 48 países que se classificaram para a Copa do Mundo foi superior a 40%. Isso inclui solicitantes de todos os tipos, não apenas torcedores.
Isso se compara a uma taxa média de rejeição de 34% para pedidos de visto de negócios B1 e turismo B2 — o tipo recomendado para torcedores que vão ao torneio — de todos os países.
Os dados abrangem o período de outubro de 2024 até o fim de setembro de 2025, portanto não incluem torcedores que pediram vistos nos últimos oito meses. Os 11 países são Equador, Egito, Haiti, Argélia, Uzbequistão, Cabo Verde, Jordânia, Irã, República Democrática do Congo, Gana e Senegal.
Rejeições
Com uma taxa de rejeição elevada, é difícil para torcedores desses países saber se devem arriscar gastar dinheiro em ingressos caros antes de solicitar um visto, que talvez nem venham a obter.
Se comprarem ingressos diretamente da Fifa, eles podem revendê-los no site da entidade mediante taxa e também podem usar o sistema Fifa Pass para acelerar o processo de solicitação de visto.
"O Fifa Pass é um passo positivo porque tenta colocar os detentores de ingressos em entrevistas prioritárias para vistos", diz Celine Atallah, de um escritório de advocacia de imigração em Massachusetts.
Mas ela acrescenta que, embora torne o processo mais rápido, isso não aumenta a probabilidade de aprovação do visto.
"O sistema de vistos é o controlador de acesso invisível da Copa do Mundo", diz Atallah. "A Fifa pode vender um ingresso, mas o governo dos EUA decide quem recebe um visto, e a CBP [Alfândega e Proteção de Fronteiras] decide quem realmente entra."
Mesmo com um visto, quem viaja aos EUA não tem entrada garantida na chegada, pois autoridades de fronteira ainda podem recusar a entrada.
Abu Kass é presidente da associação de torcedores de futebol da Jordânia, país onde 57% dos pedidos de visto para os EUA foram recusados no ano até o fim de setembro de 2025.
"Eles vêm rejeitando pessoas nos últimos três a quatro meses", diz ele, acrescentando que não conhece um único torcedor que tenha recebido visto. A associação de torcedores jordanianos nos EUA disse à BBC que conhecia apenas um torcedor jordaniano que havia recebido visto.
Kass afirma que levou mais de 42 documentos para sua entrevista de visto na capital jordaniana, Amã, onde seu pedido foi recusado. Os EUA não informam o motivo quando negam um visto.
"Esta Copa do Mundo não é nossa", diz Kass. "Não é para árabes esta Copa do Mundo, é para eles. Se o presidente da associação de torcedores foi recusado, quem será aceito?"
A Jordânia se classificou pela primeira vez para uma Copa ao vencer Omã em junho de 2025
Ameen Ahmed/NurPhoto via Getty Images
Um porta-voz do Departamento de Estado disse à BBC que o governo estava "preparado para receber visitantes de todo o mundo para a maior e melhor Copa do Mundo da Fifa da história" e que "a maioria dos torcedores estrangeiros não precisava usar o Fifa Pass porque são nacionais do Canadá ou de um dos 42 países que se qualificam para viagem sem visto" ou já possuíam visto.
Ele afirmou que, em todos os casos, "vamos dedicar o tempo necessário para garantir que um solicitante não represente risco à segurança dos EUA" e que "analisamos cada pedido de visto caso a caso, após revisão rigorosa e verificação minuciosa, para determinar se o indivíduo é elegível segundo a lei dos EUA".
O Departamento de Segurança Interna está preocupado com pessoas que permanecem no país após o vencimento do visto e afirma que houve mais de 538 mil "casos de permanência além do prazo" entre outubro de 2023 e setembro de 2024. O Pew Research Center estima que, em 2023, antes da repressão do governo Trump a migrantes sem documentação, havia 14 milhões de imigrantes vivendo ilegalmente nos EUA.
Os países que sediaram as últimas quatro Copas do Mundo criaram sistemas especiais de visto para torcedores, embora a aprovação de documentos de viagem não fosse garantida.
Canadá e México são coanfitriões do torneio, mas 78 das 104 partidas, incluindo a final, serão disputadas em cidades dos EUA.
Os sistemas próprios de imigração e vistos do Canadá e do México são diferentes do americano. Nenhum dos dois emitiu proibições de viagem para países específicos, embora o Canadá, assim como os EUA, tenha recentemente imposto restrições de entrada a países afetados pelo recente surto de Ebola na África, o que inclui a República Democrática do Congo, classificada para a Copa do Mundo.
O Canadá exige que as pessoas forneçam dados biométricos para solicitações de visto e há dois países classificados para a Copa do Mundo — Irã e Cabo Verde — onde o Canadá não possui instalações para coleta desses dados.
O Canadá não detalha as taxas de recusa de vistos por tipo ou país, mas sua taxa geral em 2025 foi de 54%.
O México não publica dados de recusa de vistos. O país exige que os solicitantes façam o pedido presencialmente em uma embaixada ou consulado. Entre os países classificados para a Copa do Mundo, há oito — Cabo Verde, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Senegal, Uzbequistão, Bósnia e Herzegovina, Tunísia e Iraque — onde o México não tem presença diplomática para atendimento.
Reportagem adicional da BBC News Afrique
Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).
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A saga de “Timmy”, a baleia-jubarte que emocionou a Alemanha após encalhar repetidas vezes na costa do país e que depois foi encontrada morta na Dinamarca, ainda terá um epílogo: seus restos mortais vão virar energia, com a gordura a ser convertida em biodiesel, e o restante, em biomassa. 
Na metade de maio, a baleia foi encontrada morta nas proximidades da ilha de Anholt, na Dinamarca, dias após uma controversa – e malsucedida – operação de resgate que transportou o animal enfraquecido da costa alemã do Báltico para o Mar do Norte.
Agora, a baleia, que está em decomposição há mais de um mês, será processada em uma fábrica dinamarquesa, confirmou a empresa Daka Denmark, especializada em produzir biodiesel a partir de gordura animal.
Na fábrica da empresa em Randers, restos de baleias como a jubarte costumam ser separados em três componentes, segundo um porta-voz. A água é limpa e devolvida ao mar. Toda a gordura é transformada em biodiesel. O restante, como ossos, tendões e pele, é processado em uma espécie de farinha, que é usada como biomassa para queima em uma fábrica de cimento.
Na semana passada, a necropsia do animal, revelou que Timmy era uma fêmea. A causa da morte, no entanto, permanece desconhecida.
Durante o exame, que durou várias horas, a baleia foi aberta e cortada em partes. Uma escavadeira colocou os pedaços da carcaça em contêineres preparados. Na sexta-feira (5), os restos foram removidos da praia e, na segunda-feira (8), transportados. 
Alguns ossos, recolhidos na sexta-feira, irão para a coleção do Museu de História Natural de Copenhague, capital da Dinamarca.
Equipes ajudam baleia jubarte encalhada a entrar em barcaça no Mar Báltico, perto da ilha de Poel, Alemanha.
NonstopNews/Schwarck via Reuters.
Drama de repercussão internacional
O drama da baleia ganhou repercussão internacional após uma sequência de encalhes na costa alemã do Mar Báltico e uma derradeira tentativa de resgate controversa.
Em 23 de março, a baleia encalhou inicialmente em um banco de areia na costa do estado alemão de Schleswig-Holstein, numa praia chamada Timmendorfer, e isso levou alguns jornais a apelidarem a baleia de "Timmy".
Após vários dias e uma complexa operação oficial de resgate com o uso de dragas, a baleia conseguiu se libertar, mas pouco depois encalhou novamente, desta vez na Baía de Wismar, no estado vizinho de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental.
A essa altura, profissionais de resgate envolvidos na operação afirmaram que a saúde do mamífero vinha se deteriorando rapidamente.
As autoridades decidiram então dar um pouco de descanso para o animal para que estivesse recuperado e pronto para aproveitar a subida da maré. Inicialmente, ela se soltou novamente e a operação pareceu ser bem-sucedida, mas logo depois a baleia evitou seguir para o Atlântico, permanecendo novamente em águas rasas no Báltico.
No início de abril, autoridades locais e especialistas envolvidos no resgate perderam a esperança de salvar Timmy e decidiram abandonar os esforços oficiais, apontando que novas tentativas configurariam crueldade animal e disseram que o melhor seria deixar a baleia morrer em paz no local.
No entanto, a baleia seguiu viva nas semanas seguintes, intensificando o drama e gerando apelos entre o público por mais tentativas de resgate.
Finalmente, na metade de abril, Till Backhaus, secretário do Meio Ambiente de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, anunciou uma mudança de posição em apoio à nova missão de resgate "única".
Controverso resgate da baleia Timmy, que encalhou seguidas vezes na Alemanha.
Philip Dulian/dpa via AP, File
Derradeira operação polêmica
A nova operação passou a ser financiada com recursos de empresários, entre eles, Walter Gunz, cofundador da rede de varejo de eletrônicos MediaMarkt, que chegou a figurar na lista dos mais ricos da Alemanha.
O empresário não deu ouvidos às críticas de especialistas em baleias e montou a equipe de resgate de acordo com as próprias preferências. Para ele, o risco era inevitável. "Sem tentativa, a baleia certamente morrerá. Tentando, ao menos existe uma chance", afirmou na ocasião.
Pela operação, o enorme animal seria transportado por centenas de quilômetros do Báltico até águas mais profundas do Mar do Norte em uma espécie de balsa em formato de aquário.
Mas a retomada do resgate também gerou críticas na Alemanha. Kim Detloff, chefe da área de proteção marinha da Associação Alemã de Proteção da Natureza (Nabu), afirmou que a iniciativa ocorreu sob forte pressão pública, em detrimento de avaliação científica.
Especialistas também apontaram que mesmo que a operação fosse bem-sucedida em transportar a baleia até as águas mais profundas do Mar do Norte, as chances de Timmy permaneceriam mínimas, destacando que a saúde da baleia se deteriorou ao longo das semanas de encalhe no Mar Báltico.
Um grupo ligado ao Museu Oceanográfico Alemão, por exemplo, apontou o risco de a baleia se afogar após ser solta em alto-mar, apontando que um animal debilitado pode não ter forças para se movimentar livremente no mar.
A operação privada também foi marcada por desentendimentos entre os envolvidos, com uma veterinária abandonando a iniciativa e acusando dois participantes, entre eles um influenciador, de atrapalhar o resgate.
Libertação provocou críticas e questionamentos
Timmy foi finalmente solto em alto-mar em de 2 maio. Os envolvidos na operação classificaram a empreitada como um "sucesso", mas logo surgiram questionamentos devido à falta de vídeos do momento da soltura do animal e à ausência de informações claras sobre o rastreador acoplado a ele.
Pouco depois, a controvérsia ganhou novo fôlego após a veterinária Kirsten Tönnies, que integrava a tripulação que transportava Timmy, fazer acusações graves contra os responsáveis pela operação.
Segundo Tönnies, o método usado para retirar o animal da balsa foi agressivo, e ela teria sido impedida de acompanhar a manobra. A principal dificuldade parecia ser a posição em que Timmy ficou após nadar para dentro da balsa. Devido ao tamanho reduzido da embarcação, o animal não podia se virar e nadar em direção ao mar.
As críticas ainda também se concentraram na falta de informações sobre o paradeiro e o estado de saúde de Timmy nos dias seguintes. Após a soltura, os sinais do rastreador instalado na baleia seguiram inconstantes, sem informações sobre a localização da baleia e seu estado de saúde. O transmissor aparentemente não foi testado antes da soltura.
Poucos dias após a soltura, uma baleia foi encontrada morta próxima à ilha de Anholt, na Dinamarca. O rastreador que havia sido colocado no animal antes do transporte confirmou que se tratava de Timmy. 
Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do estado alemão de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, os dados do rastreador já foram coletados e devem ser analisados o mais rapidamente possível. Assim que isso for feito, o público será informado sobre as conclusões obtidas, disse um porta-voz.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/twOPO1ykcA4Cg0WWQ-PEAm32Xvg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/l/M/atj2AeRVibGvISEpLIeA/2026-04-28t172321z-726920732-rc2hyka6hdkr-rtrmadp-3-germany-whale.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:38:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo: torcedores da Costa do Marfim são vetados por restrições de visto dos EUA</title>  <atom:subtitle>Além do país africano, mais três seleções sofrem com as restrições do governo Trump com seus cidadãos: Irã - que está em guerra com o país - Haiti e Senegal. EUA diz que debateu questão com a Fifa.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/torcedores-costa-do-marfim-vetados-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/torcedores-costa-do-marfim-vetados-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/01eIKODV6OxPmFQ-g2QREdbUJuY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/M/A/mZTAGoTOOH9XDHnYjuBA/2026-06-04t211947z-552802733-up1em641n8y1d-rtrmadp-3-soccer-friendly-fra-civ.jpg" /><br /> ]]>    EUA revogam ingressos da Copa de torcedores do Irã, diz Federação de Futebol do país
O Comitê Nacional de Torcedores da Costa do Marfim declarou nesta quinta-feira (11) que sua seleção não poderá contar com a presença de seus torcedores na Copa do Mundo, uma vez que não conseguiram obter vistos para entrar nos Estados Unidos.
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Às vésperas da Copa, política de imigração dos EUA provoca incerteza e temor entre torcedores e profissionais do mundo todo
Em comunicado, Julien Kouadio Adonis, presidente do Comitê Nacional de Torcedores dos Elefantes (CNSE, na sigla em francês), organismo que atua sob a tutela do Ministério do Esporte, criticou as políticas de imigração norte-americanas:
"Os torcedores desistiram de viajar porque os Estados Unidos não querem ver torcedores de certos países como a Costa do Marfim em seu território. Os Estados Unidos foram claros conosco ao dizer que não queriam ver nossos torcedores".
Dois dias antes, a Federação de Futebol do Irã (FFIRI) afirmou que sua cota de ingressos para a Copa do Mundo foi retirada pelos EUA.
Jogadores da Costa do Marfim agradecendo sua torcida após amistoso contra a França, em estádio francês, no dia 4 de junho
REUTERS/Gonzalo Fuentes
A rígida política migratória do presidente americano Donald Trump dificulta a entrada nos EUA a partir de determinados países e afetou até mesmo delegações e profissionais da Fifa, como um árbitro da Somália que não teve sua entrada no país permitida no último fim de semana.
Apenas alguns integrantes do CNSE receberam autorização para ir aos Estados Unidos. 
Além do país africano, mais três seleções sofrem com as restrições do governo Trump com seus cidadãos: Irã - que está em guerra com o país - Haiti e Senegal.
Nesta quarta-feira (10), a ONU pediu que os EUA revejam sua política de imigração durante a Copa do Mundo.  
Pouco depois, ao assinar uma ordem que aumenta o financiamento para a fiscalização de imigrantes em US$ 70 bilhões, Trump rebateu as críticas sobre os efeitos de suas duras políticas de imigração e afirmou:
"Estamos trabalhando para garantir que as pessoas certas entrem".
Nesta quinta-feira, o secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin, ao ser questionado sobre a questão, afirmou: 
"Apresentamos o caso à FIFA e explicamos os motivos da recusa a todos os solicitantes."  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/01eIKODV6OxPmFQ-g2QREdbUJuY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/M/A/mZTAGoTOOH9XDHnYjuBA/2026-06-04t211947z-552802733-up1em641n8y1d-rtrmadp-3-soccer-friendly-fra-civ.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:36:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quaest: Cresce confiança no hexa, mas maioria dos brasileiros não crê em Brasil campeão</title>  <atom:subtitle>Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta (11) mostra que 56% da população não acredita no título brasileiro em 2026, mas o número de otimistas subiu 10 pontos percentuais em relação a abril</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/quaest-copa-junho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/quaest-copa-junho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/lpQ1raOsDLwigi7Uoq3EdrkNjCE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/v/F8942jSwCmnBCdKMQXgA/6.jpg" /><br /> ]]>    Brasil Rumo ao Hexa é pintado em rua de Juiz de Fora
Reprodução/TV Integração
Cresceu a confiança na conquista do hexacampeonato pela seleção masculina brasileira, ainda assim, a maioria não acredita que o time vai sair campeão da Copa do Mundo de 2026. É o que mostra pesquisa nacional da Quaest divulgada nesta quinta-feira (11). 
Segundo o levantamento, 56% da população respondeu que o Brasil não vai ganhar o título, enquanto 35% acredita no hexa. Outros 9% não souberam ou não quiseram responder.
Apesar de a maioria não acreditar na vitória do Brasil, a pesquisa mostra um aumento do otimismo em relação a abril, quando foi feita a rodada anterior. 
Agora no g1
Naquele mês, 25% achava que ganharíamos o hexa. Agora, houve uma alta de 10 pontos percentuais nesse índice.
Por outro lado, caiu a fatia de quem não acredita no Brasil campeão - eram 68% em abril e são 56% agora. 
Veja os resultados:
Você acha que o Brasil vai ganhar o hexa?
Quaest questionou aos entrevistados se a seleção brasileira de futebol vai ser hexacampeã mundial
Arte/g1
Não: 56%
Sim: 35%
Não sabe/não respondeu: 9%
Regiões e faixas de renda
Em todas as regiões brasileiras e faixas de renda pesquisadas pela Quaest, o percentual de pessoas que acha que o hexa não vem supera aquelas que acreditam que ele vem. No entanto, é possível notar estratos em que há mais esperança - ou menos desesperança.
As regiões nordeste (41%) e centro-oeste/norte (40%) são as que mais responderam que acreditam na conquista do campeonato. Nas três regiões, 49% não crê no hexa.
A crença no hexa é de 32% no sudeste (contra 60% que não acham que o Brasil sai campeão) e de 26% no sul (ante 64%). 
Em relação à renda familiar, quanto maior a renda, menor a fé na seleção. 
Entre quem ganha até 2 salários mínimos, 51% não crê no hexa e 39% crê. 
Entre aqueles com renda entre 2 e 5 salários mínimos, 57% não acredita na conquista do campeonato e 35% acredita.
E, entre os que ganham mais de 5 salários mínimos, 60% respondeu não e 32%, sim, ao ser questionado se o Brasil conquistará o hexa nesta Copa.
Até qual fase o Brasil chega na Copa do Mundo
Quando perguntados até qual fase o Brasil deve chegar, 35% apostam no título. Outros 23% acham que a seleção será eliminada nas quartas de final — fase em que o Brasil caiu na última Copa, no Qatar. 
Quaest: Até qual fase o Brasil chega na Copa do Mundo
Arte/g1
Ser campeão: 35%
Vice-campeão: 3%
Semifinal: 8%
Quartas de final: 23%
Primeiros mata-a-mata: 10%
Fase de grupos: 7%
Não sabe/não respondeu: 14%
Entre as pessoas com idade entre 14 e 34 anos, 44% acreditam que o Brasil será campeão. O índice é de 31% entre quem tem de 35 a 59 anos e de 32% entre quem tem 60 anos ou mais.
Avaliação sobre Ancelotti e Neymar
O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, tem a aprovação da maioria dos brasileiros, e esse índice aumentou de abril para junho. 
Na pesquisa anterior, 41% aprovavam Ancelotti. Agora, o indicador passou para 58%. A parcela que desaprova o técnico passou de 29% para 14%. Outros 29% disseram que não sabem ou não responderam a essa pergunta, número semelhante a abril.
Quaest: aprovação de Ancelotti como técnico da seleção brasileira de futebol
Arte/g1
Na região centro-oeste/norte, a aprovação do técnico chega a 64% (contra 13% de desaprovação). No nordeste, a aprovação é de 59%; no sudeste, 57%; e no sul, 52%.
O sul é onde mais gente não sabe ou não respondeu sobre o trabalho de Ancelotti: 36%.
Ancelotti assumiu o comando da seleção em maio de 2025. 
Entre as pesquisas Quaest de abril e junho, período em que a aprovação do técnico subiu 17 pontos, a seleção masculina jogou e venceu duas vezes, contra Panamá e Egito.
Éderson se encontra com Carlo Ancelotti, na concentração da Seleção em Nova Jersey
Rafael Ribeiro/CBF
A convocação de Neymar também ganhou mais apoio às vésperas do torneio. Segundo a Quaest, 53% dos brasileiros aprovam a presença do camisa 10 na lista de Ancelotti, contra 38% que desaprovam. 
Em outubro de 2023, quando a pergunta foi feita pela primeira vez, aprovação e desaprovação estavam em 48% e 39%, respectivamente.
Neymar foi convocado para a Copa e viajou com a seleção, mas está em tratamento de uma lesão na panturrilha. De acordo com o ge, a expectativa é que o atacante possa entrar em campo no segundo jogo da Copa do Mundo, contra o Haiti.
Quaest: Convocação de Neymar na seleção
Arte/g1
A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 8 de junho de 2026, com 2.004 entrevistados em todo o Brasil, por meio de entrevistas domiciliares presenciais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Neymar, em fisioterapia na Seleção
Rafael Ribeiro/CBF
Outras pesquisas sobre Copa
Em abril, pesquisa Datafolha sobre Copa do Mundo mostrou que 29% dos brasileiros acreditavam no hexa - índice mais baixo desde 1994, quando o instituto começou a medir esse indicador. 
O índice mais alto de confiança, de 83%, foi registrado pelo Datafolha em junho de 2006. Naquele ano, na Copa da Alemanha, o Brasil foi eliminado nas quartas de final, pela França.
A seleção de 2006, comandada por Carlos Alberto Parreira, contava com quatro craques: Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Ronaldo e Adriano.
O levantamento de abril do Datafolha mostrava ainda que 21% dos entrevistados acha que a seleção será eliminada nas quartas de final. Outros 14% acreditavam que o Brasil não passa nem da primeira fase da Copa de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/lpQ1raOsDLwigi7Uoq3EdrkNjCE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/v/F8942jSwCmnBCdKMQXgA/6.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:00:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump diz que 'EUA atacarão o Irã com muita força' e assumirão controle do petróleo e gás do país</title>  <atom:subtitle>'Tomaremos a Ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera, assumindo o controle total de seus mercados de petróleo e gás, assim como fizemos com a Venezuela', disse o presidente dos EUA em rede social.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/trump-diz-que-eua-atacarao-o-ira-com-muita-forca-esta-noite.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/trump-diz-que-eua-atacarao-o-ira-com-muita-forca-esta-noite.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/DtciiAwlPd_fzhrV2N8pjZAMfaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/Q/tjewKKTdScyA5BX6mdmA/ap26160163349472.jpg" /><br /> ]]>    Trump diz que 'EUA atacarão o Irã com muita força' e assumirão controle do petróleo e gás do país
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que fará um novo ataque contra o Irã na noite desta quinta-feira (11) e que pretende assumir o controle de todo petróleo e gás do país.
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Em post na rede Truth Social, Trump revelou que pretende fazer com o Irã o mesmo que fez com a Venezuela, após a prisão de Nicolás Maduro:
"Os Estados Unidos atacarão o Irã (cuja Marinha, Força Aérea, Radar, Defesa Antiaérea e todas as outras formas de defesa, juntamente com a maior parte de sua capacidade ofensiva, foram destruídas) com muita força esta noite. Em algum momento, num futuro não muito distante, tomaremos a Ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera, assumindo o controle total de seus mercados de petróleo e gás, assim como fizemos com a Venezuela, o que está funcionando brilhantemente tanto para a Venezuela quanto para os Estados Unidos da América", escreveu.
➡️ Desde a queda de Maduro, os Estados Unidos assumiram a comercialização do petróleo venezuelano, bem como a transferência e administração das receitas provenientes dessas vendas para o governo da presidente interina, Delcy Rodríguez.
Pouco depois do post, em entrevista à emissora americana Fox News, Trump afirmou que está conversando com autoridades do Irã, mas que sua "preferência seria tomar a Ilha de Kharg".
O presidente Donald Trump conversa com repórteres antes de embarcar no Air Force One no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, na madrugada de terça-feira, 9 de junho de 2026
AP/Mark Schiefelbein
"Haverá mais bombardeios esta noite, maiores e mais poderosos. Eles estão negociando conosco para fechar um acordo, mas são orgulhosos", criticou o presidente norte-americano.
Kharg é considerada estratégica e responde por cerca de 90% das exportações de petróleo iranianas.
Pouco tempo depois, o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento do Irã respondeu às ameaças e afirmou que Teerã pretende retaliar:
"Ele receberá uma resposta mais forte e dolorosa".
EUA lançam nova onda de ataques contra o Irã pela segunda noite seguida
Esta será a terceira noite seguida de ataques norte-americanos ao território iraniano apesar do cessar-fogo vigente entre os dois países. 
Mais cedo, o Irã anunciou que, devido à ofensiva norte-americana, o Estreito de Ormuz está completamente fechado "até novo aviso".
Em comunicado na manhã desta quinta, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou os ataques, afirmando que eles tornaram o cessar-fogo de quase dois meses “praticamente sem sentido”.
"Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas não apenas constituem uma violação flagrante... mas também tornam o cessar-fogo praticamente sem sentido”, declarou o ministério.
A nota diz ainda que “a responsabilidade pelas consequências extremamente graves desse ato criminoso recai sobre os líderes dos Estados Unidos”.
Ao anunciar os bombardeios da noite desta quarta-feira (10), o Comando Central dos EUA disse que eles tinham como alvo as capacidades de vigilância militar, sistemas de comunicação e instalações de defesa aérea iranianas
"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã. As forças americanas permanecem vigilantes, letais e prontas para agir", afirmou.
À rede de TV Fox News, Trump disse ter conversado com autoridades iranianas, que supostamente "teriam pedido para que os bombardeios parassem". Ele disse que Israel não estava envolvido na missão e não descartou novas ações militares no país.
Teerã negou que tais conversas tenham ocorrido.
Washington justificou a primeira onda de ataques, que ocorreram na terça-feira (9) como retaliação à derrubada de um helicóptero Apache pelo Irã. 
O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse que os bombardeios seriam "fortes e claros" e avançariam os interesses militares dos EUA no Oriente Médio, ajudando Washington a alcançar uma solução diplomática da guerra. O Irã rebateu dizendo que o país não negocia sob ameaças.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/DtciiAwlPd_fzhrV2N8pjZAMfaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/Q/tjewKKTdScyA5BX6mdmA/ap26160163349472.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:24:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>VÍDEO: EUA mostram ataque a navio que 'transportava petróleo iraniano' no Golfo de Omã</title>  <atom:subtitle>O Centro de Comando norte-americano confirmou que desativou três embarcações que tentaram furar seu bloqueio militar na região do Estreito de Ormuz esta semana.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/video-eua-ataque-navio-petroleo-iraniano-golfo-oma.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/video-eua-ataque-navio-petroleo-iraniano-golfo-oma.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/ImY3A_BwiLsGI76V3DvCvup6wSI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/0/7qc9YoTZyYi7yesRMoWQ/tiro.gif" /><br /> ]]>    EUA atingem petroleiro com petróleo do Irã no Golfo de Omã
Os Estados Unidos confirmaram um novo ataque a um petroleiro no Golfo de Omã e divulgaram imagens dele em um comunicado nas redes sociais nesta quinta-feira (11).
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Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), o bombardeio ocorreu à 0h30 do horário de Brasília. A embarcação M/T Jalveer, de bandeira da Guiné-Bissau, estaria tentando furar o bloqueio militar norte-americano para transportar petróleo do Irã.
"A embarcação violou o bloqueio contra o Irã ao tentar transportar petróleo iraniano. Esta foi a terceira embarcação comercial detida pelas forças americanas nesta semana. Uma aeronave americana disparou dois mísseis Hellfire contra a casa de máquinas do navio depois que a tripulação se recusou repetidamente a cumprir as ordens das forças americanas", detalhou.
No post, o CENTCOM também confirmou os ataques aos navios M/T Marivex e M/T Settebello, ambos com bandeira de Palau, na segunda e terça-feira, respectivamente. Afirmou que desativou 9 embarcações e redirecionou 135 desde o dia 13 de abril.
No ataque ao Settebello, três marinheiros indianos morreram. As mortes foram confirmadas pelo governo da Índia nesta quinta, que protestou contra os ataques a embarcações com seus cidadãos a bordo.
Atualmente, diz o Ministério das Relações Exteriores, 13 embarcações do país estão encalhadas no Estreito de Ormuz, com 562 marinheiros a bordo. No entanto, mais de 18 mil indianos trabalham na região do Golfo.
"O bloqueio está sendo aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entram ou saem de portos e áreas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã", diz o CENTCOM, se defendendo, em comunicado.
Míssil dos EUA atinge embarcação no Golfo de Omã
CENTCOM / Divulgação
Irã condena novos ataques dos EUA
O Irã anunciou nesta quinta que o Estreito de Ormuz está completamente fechado "até novo aviso".
A decisão foi tomada após os Estados Unidos realizarem uma nova onda de bombardeios contra o território iraniano na noite desta quarta-feira (10). 
Em comunicado na manhã desta quinta, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou os ataques, afirmando que as ofensivas norte-americanas tornaram o cessar-fogo de quase dois meses “praticamente sem sentido”.
"Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas não apenas constituem uma violação flagrante... mas também tornam o cessar-fogo praticamente sem sentido”, declarou o ministério.
EUA lançam nova onda de ataques contra o Irã pela segunda noite seguida
A nota diz ainda que “a responsabilidade pelas consequências extremamente graves desse ato criminoso recai sobre os líderes dos Estados Unidos”.
À rede de TV Fox News, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter conversado com autoridades iranianas nesta quarta, que supostamente "teriam pedido para que os bombardeios parassem". Ele disse que Israel não estava envolvido na missão e não descartou novas ações militares no país.
Teerã negou que tais conversas tenham ocorrido.
Segundo a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), as forças do país realizaram ataques retaliatórios à Quinta Frota dos EUA, cuja base fica no Bahrein.
"Forças do IRGC atingiram e destruíram dezoito alvos importantes pertencentes ao exército americano nas bases aéreas de Ali Salem e Ahmad Al-Jaber, além da base aérea de Sheikh Isa, durante duas ondas operacionais", diz um comunicado.
Este foi o segundo dia seguido que os EUA lançam bombardeios contra o Irã desde o início do cessar-fogo na guerra entre os dois países. Segundo Washington, a primeira onda de ataques ocorreu em retaliação à derrubada de um helicóptero Apache pelo Irã. Ainda não se sabe qual será o impacto dos ataques desta quarta à trégua no conflito, que é frágil desde seu início, em abril.
As agências estatais iranianas reportaram diversas explosões em Bandar Abbas, Minab, Kargan e em Sirik, cidades portuárias na região do Estreito de Ormuz, e que defesas aéreas foram ativadas em Isfahan. A agência Mehr falou em "combates no mar" entre forças iranianas e norte-americanas, porém não deu mais detalhes.
O ataque dos EUA ocorreu horas após o presidente Donald Trump ter dito que seu Exército voltaria a atacar o Irã "ainda hoje". O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse que os bombardeios seriam "fortes claros" e atingiriam "instalações-chave" do Irã. Hegseth, no entanto, não deu detalhes sobre quais instalações são essas.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/ImY3A_BwiLsGI76V3DvCvup6wSI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/P/0/7qc9YoTZyYi7yesRMoWQ/tiro.gif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:43:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tudo que você precisa saber para conversar sobre a Copa do Mundo – mesmo sem gostar de futebol</title>  <atom:subtitle>Confira sete tópicos de conversa que farão você parecer um especialista em Copas.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/tudo-que-voce-precisa-saber-para-conversar-sobre-a-copa-do-mundo-mesmo-sem-gostar-de-futebol.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/tudo-que-voce-precisa-saber-para-conversar-sobre-a-copa-do-mundo-mesmo-sem-gostar-de-futebol.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/denuvGbARoJtGCnO3kM5QZUGZDA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/k/CzFtYPSyyYIIUlYhMIYg/9f0e2e20-5ffc-11f1-8b8c-6d33e1d5abb6.png.webp" /><br /> ]]>    Tudo que você precisa saber para conversar sobre a Copa do Mundo – mesmo sem gostar de futebol
BBC
Com a chegada da Copa do Mundo, você provavelmente está ouvindo muito mais conversas sobre futebol do que o normal. 
Mas, se você não é um grande fã de futebol, como acompanhar o torneio?
Confira abaixo sete tópicos de conversa que farão você parecer um especialista no assunto.
1) Será a maior das Copas
Será a maior das Copas
Getty Images
A edição de 2026 acontece nos EUA, Canadá e México — marcando a primeira vez que a principal competição de futebol do mundo foi co-organizada por três nações.
Também haverá mais partidas do que nunca — já que o torneio foi expandido de 32 para 48 equipes. Os críticos acusam os organizadores da Fifa de diluírem o torneio, mas torcedores de Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão estão felizes em verem seus países estreando.
A final será realizada em Nova Jersey e incluirá, pela primeira vez, um show no intervalo, muito parecido com o que acontece no Super Bowl — o maior jogo do futebol americano. Madonna, Shakira e BTS estarão entre as atrações.
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2) A esperada aposentadoria de duas estrelas
Cristiano Ronaldo, de 41 anos, e Lionel Messi, que completará 39 anos durante o torneio, serão capitães de Portugal e Argentina, respectivamente.
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Cristiano Ronaldo, de 41 anos, e Lionel Messi, que completará 39 anos durante o torneio, serão capitães de Portugal e Argentina, respectivamente.
Cristiano Ronaldo confirmou que esta será sua última apresentação no cenário global. Muitos acham que também pode ser o último torneio de Messi, que venceu a competição em 2022 com a Argentina.
As duas lendas vivas poderiam fazer história como os primeiros jogadores masculinos a aparecerem em seis Copas do Mundo. O goleiro mexicano Guillermo Ochoa, de 40 anos, também foi selecionado para o sexto torneio, embora não tenha entrado em campo em todos os torneios.
3) Anfitriões estão sob pressão
Desde a primeira Copa do Mundo em 1930, cerca de um em cada quatro torneios foi vencido por um país que organizou a competição.
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Historicamente, sediar dá uma vantagem ao país — e desde a primeira Copa do Mundo em 1930, cerca de um em cada quatro torneios foi vencido por um país que organizou a competição.
Mas as edições recentes não foram gentis com os países anfitriões: a África do Sul (em 2010) e o Catar (em 2022) foram eliminados no início do torneio, e o Brasil (em 2014) sofreu uma humilhante derrota por 7 a 1 para a Alemanha nas semifinais.
O México chegou às oitavas de final nas duas vezes em que foi anfitrião, em 1970 e 1986, e os EUA chegaram às oitavas de final em 1994. Os canadenses estão sediando o torneio pela primeira vez.
4) Vibrações da América Latina
Torcedores da campeã mundial Argentina são especiais, diz o principal redator de futebol da BBC Sport, Phil McNulty
Getty Images
Os torcedores da campeã mundial Argentina são especiais, diz o principal redator de futebol da BBC Sport, Phil McNulty. A animação dos argentinos foi uma das principais atrações no torneio do Catar. 
Mas, segundo Phil, os torcedores do Brasil conseguem criar uma atmosfera de carnaval em cada cidade que a seleção joga — literalmente. A combinação de batidas de samba com Copa do Mundo é uma marca dos brasileiros.
E os jogos do México no magnífico Estádio Azteca da Cidade do México trarão à tona memórias da vitória do Brasil na final da Copa do Mundo de 1970 contra a Itália, bem como da infame “Mão de Deus” de Diego Maradona contra a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, seguida por seu espetacular segundo gol.
A Inglaterra pode acabar voltando ao estádio nas oitavas de final do torneio deste ano.
5) Prêmios aos jogadores
Seleção Alemã de 2014 foi a grande campeã da Copa do Mundo FIFA realizada no Brasil
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Como se o incentivo de ganhar o prêmio principal do futebol não bastasse, os jogadores também recebem bônus financeiros de suas associações nacionais. Isso varia significativamente entre os países — com prêmios para quem participa, para quem passa de fases, ou combinando essas duas modalidades, diz o professor Rob Wilson, do University Campus of Football Business, de Londres.
Alguns países oferecem a cada um de seus jogadores centenas de milhares de dólares — mas poucas informações são divulgadas.
A Alemanha tem uma das associações mais transparentes. Cada integrante da equipe alemã de 2014 recebeu 300 mil euros (cerca de R$ 1,7 milhão na cotação atual) de prêmio.
Mas nem todas as associações podem oferecer bônus no mesmo nível. Em 2014, jogadores de três nações africanas — Camarões, Gana e Nigéria — acabaram em disputa com as autoridades nacionais sobre pagamentos de bônus.
6) Técnicos campeões
Técnico da França, Didier Deschamps, faz parte de um grupo de elite de todos os tempos de apenas três homens que venceram a Copa do Mundo como jogador e técnico
Getty Images
O técnico da França, Didier Deschamps, faz parte de um grupo de elite de todos os tempos de apenas três homens que venceram a Copa do Mundo como jogador e técnico — ao lado de Mario Jorge Lobo Zagallo e Franz Beckenbauer.
Mas ele não é o único ex-jogador que veremos comandando seu país a partir do banco. Mais de uma dúzia de treinadores presentes já jogaram em uma Copa do Mundo.
E a maioria deles comandará as mesmas nações que representaram — com algumas exceções, como Mauricio Pochettino, que está a frente dos EUA, mas jogou pela Argentina.
7) Uma 'estrela' improvável
Tim Payne, um zagueiro da Nova Zelândia, foi recentemente apelidado de jogador de futebol “menos conhecido” do torneio, com menos de 5 mil seguidores.
Getty Images
Ronaldo e Messi são os jogadores mais populares da Copa do Mundo no Instagram, com mais de meio bilhão de seguidores cada.
Por outro lado, Tim Payne, um zagueiro da Nova Zelândia, foi recentemente apelidado de jogador de futebol “menos conhecido” do torneio, com menos de 5 mil seguidores.
Isso foi até a intervenção do influenciador argentino Valen Scarsini, também conhecido na internet como elscarso, que criou uma campanha para angariar "amor" a Payne.
O resultado? Payne agora tem mais de quatro milhões de seguidores.
Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).
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Tomas Cuesta/ Reuters
Sob a rígida política anti-imigração do governo de Donald Trump, os EUA vêm negando vistos de turistas para torcedores que queriam ir ao país para assistir a Copa do Mundo de 2026. Na Argentina, um grupo desses "barrados" encontrou um consolo na quarta-feira (10). 
📺 Eles foram premiados com aparelhos de TV por uma marca de eletrônicos para assistir aos jogos em casa. A marca lançou uma promoção em que distribuiu TVs às primeiras cem pessoas que comprovassem a recusa de seus vistos americanos.
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A campanha foi entitulada "TeleVISAdos", em uma brincadeira com a palavra "visados", que significa visto em espanhol. 
Rapidamente, uma longa fila se formou no local da distribuição. Quem conseguiu levar a TV para casa, recebeu o aparelho em uma caixa com selos escritos "visto negado, TV aprovada" (veja acima). 
Argentinos que tiveram visto dos EUA negado fazem fila para receber TV grátis em Buenos Aires, em 10 de junho de 2026.
Tomas Cuesta/ Reuters
"Eu tinha planejado a viagem. Meu sonho foi por água abaixo quando meu visto foi negado, e achei que tudo estava dando errado até eu descobrir que tinha a chance de ganhar uma TV, e que não tinha sido tudo em vão", disse à agência de notícias Reuters a argentina Josefina Jaureguiberri. 
Tomás Vageler, um jogador profissional de videogame de 24 anos, disse que solicitou o visto porque acreditava que o torneio poderia ser a última Copa do Mundo de Lionel Messi.
"Rejeitaram meu visto, então vim para cá. Estou muito triste por não poder ver o Messi, mas pelo menos estou saindo com um presente", disse o jogador. 
Argentina mostra a carta do governo dos EUA recusando seu pedido de vista para assistir aos jogos da Copa do Mundo, em Buenos Aires, em junho de 2026.
Tomas Cuesta/ Reuters
O gerente de marketing da empresa que distribuiu os aparelhos de TV, Sebastian Garcia Alemán, disse à Reuters que a campanha visava trazer um pouco de alegria aos torcedores que esperavam viajar, mas que, em vez disso, assistiriam ao torneio na Argentina.
A seleção argentina de futebol é a atual campeã mundial e tentará defender seu título no torneio de 2026. Os argentinos são conhecidos por sua paixão pelo esporte e pela seleção nacional.
Uma das sedes da Copa, Cidade do México enfrenta desafio estrutural: afundamento do solo  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/0j3emSJsFbcJbOeX674p2A6oDm4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/b/9/GHTTBARBmirtJCh0zHSg/2026-06-10t192437z-939939520-rc21rlar89sy-rtrmadp-3-soccer-worldcup-argentina-free-televisions.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:08:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chefe da Nasa defende tripulação da missão Artemis III, composta apenas por homens</title>  <atom:subtitle>Isaacman ressaltou nas redes sociais que a seleção da tripulação "não está ligada a decisões políticas".</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/11/chefe-da-nasa-defende-tripulacao-da-missao-artemis-iii-composta-apenas-por-homens.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/11/chefe-da-nasa-defende-tripulacao-da-missao-artemis-iii-composta-apenas-por-homens.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/pJHmJxdwBZW9qSGkmLxUro9JM1o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/q/N/PByRkvSRaBHSjfLCnd7g/captura-de-tela-2026-06-09-131106.png" /><br /> ]]>    Tripulação da Artemis III. Em ordem, da esquerda para a direita, Randy Bresnik, Luca Parmitano, Frank Rubio e Andre Douglas.
Nasa
O chefe da Nasa, Jared Isaacman, defendeu nesta quarta-feira (10) a composição da tripulação da terceira missão do programa Artemis, que busca levar seres humanos de volta à Lua, formada exclusivamente por homens.
O anúncio de uma tripulação 100% masculina gerou questionamentos e críticas sobre uma possível interferência política, já que, desde seu retorno à Casa Branca, o presidente Donald Trump ordenou que as agências federais eliminassem iniciativas relacionadas à diversidade e inclusão.
Isaacman ressaltou nas redes sociais que a seleção da tripulação "não está ligada a decisões políticas".
"O Escritório de Astronautas designa a tripulação que oferece à missão a melhor possibilidade de cumprir seus objetivos", afirmou, acrescentando que fatores como perfil, experiência e disponibilidade dos astronautas são levados em consideração.
A terceira fase do programa Artemis III consistirá em testar a espaçonave Orion e realizar manobras de encontro e acoplamento com módulos de pouso lunar. Ela não incluirá uma viagem à Lua.
A tripulação anunciada na terça-feira inclui os astronautas americanos Randy Bresnik, Andre Douglas e Frank Rubio, além do italiano Luca Parmitano, o primeiro europeu a participar de uma missão Artemis.
Agora no g1
A Nasa prometeu levar à Lua uma mulher e uma pessoa negra.
No ano passado, porém, a Nasa retirou de algumas de suas páginas na internet referências a esse compromisso e, de forma mais ampla, à diversidade. Isso não significa necessariamente que a promessa tenha sido abandonada, mas ela deixou de ser explicitamente mencionada.
Isaacman afirmou que aqueles que levantam essa preocupação talvez não conheçam bem a forma como as tripulações são organizadas e lembrou que já há astronautas em treinamento específico para a Lua que se encaixariam melhor em futuras missões de alunissagem.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/pJHmJxdwBZW9qSGkmLxUro9JM1o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/q/N/PByRkvSRaBHSjfLCnd7g/captura-de-tela-2026-06-09-131106.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:25:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>De Pelé à 'Mão de Deus': a história do Azteca, o único estádio a sediar três Copas do Mundo</title>  <atom:subtitle>Palco das conquistas de Pelé em 1970 e de Maradona em 1986, o colosso da Cidade do México abre a Copa de 2026 e entra para a história como a primeira arena a receber três jogos inaugurais de Mundial.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/de-pele-a-mao-de-deus-a-historia-do-azteca-o-unico-estadio-a-sediar-tres-copas-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/de-pele-a-mao-de-deus-a-historia-do-azteca-o-unico-estadio-a-sediar-tres-copas-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/9GKc1BQrQygNq1GJmv8AlWvvzpQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/u/CW8eHgS9AQlGkwkisTsg/1ff3fa20-5ddb-11f1-a574-05510226f57f.jpg.webp" /><br /> ]]>    De Pelé à 'Mão de Deus': a história do Azteca, o único estádio a sediar três Copas do Mundo
Getty Images
No dia 11 de junho de 2026, quando México e África do Sul entrarem em campo pela partida de abertura da Copa do Mundo, um estádio de quase 60 anos cumprirá um feito que nenhum outro alcançou: receber três Copas.
O Estádio Azteca, na Cidade do México, já havia sido sede dos Mundiais de 1970 e 1986 — e agora se torna o único do planeta a ter abrigado a competição em três edições diferentes.
Mas a relevância do Azteca para a história do futebol não se resume ao número de Copas. 
Foi ali que Pelé conquistou seu último título mundial e onde Diego Maradona protagonizou, em poucos minutos, o gol mais polêmico e um dos mais celebrados de todos os tempos.
LEIA TAMBÉM: Brasil já ganhou Copa do Mundo no México; veja como cidade do tri de Pelé se prepara para receber mais um Mundial
Um colosso erguido para o Mundial de 1970
A construção do estádio começou em 1962, sob o projeto dos arquitetos mexicanos Pedro Ramírez Vázquez e Rafael Mijares Alcérreca, e levou cerca de quatro anos para ser concluída. 
O Azteca foi inaugurado em 29 de maio de 1966, em um amistoso entre o Club América e o Torino, da Itália, que terminou empatado em 2 a 2. Coube a um brasileiro, Arlindo dos Santos, marcar o primeiro gol da história do estádio.
Dos Santos é festejado pelo América mexicano como um dos maiores jogadores da história do clube.
Concebido para mais de 100 mil espectadores, o Azteca nasceu como um dos maiores estádios do mundo e, desde o início, foi pensado como vitrine para grandes eventos.
Antes mesmo de sediar uma Copa, recebeu partidas de futebol dos Jogos Olímpicos de 1968 — e ali se registrou um dos maiores públicos de sua história, com quase 120 mil pessoas no jogo entre México e Brasil.
Estádio Azteca em outubro de 1968, durante os Jogos Olímpicos
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1970: a despedida triunfal de Pelé das Copas
Quatro anos após a inauguração, o estádio recebeu sua primeira Copa do Mundo, em 1970. 
Considerada uma das melhores seleções de todos os tempos, a equipe brasileira chegou à competição liderada por Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.
A seleção brasileira vinha dos títulos mundiais de 1958 e 1962 e era uma das favoritas ao campeonato, com jogadores como Gérson, Carlos Alberto, Tostão, Rivellino e Jairzinho no elenco.
Pelé abriu o placar aos 18 minutos com uma cabeçada após receber passe de Rivellino. Roberto Boninsegna empatou para a Itália aos 37.
Mas o furacão brasileiro voltou a se impor com os gols de Gérson (21 minutos do 2º tempo), Jairzinho (25 minutos) e Carlos Alberto (41 minutos). 
Foi nessa partida que o Brasil conquistou o tricampeonato mundial, em um jogo que também marcou a despedida de Pelé das Copas do Mundo.
Estádio Azteca foi palco de conquista histórica do Brasil de Pelé
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Antes da decisão, o estádio já havia sido palco de uma das partidas mais lembradas da história das Copas.
Na semifinal entre Itália e Alemanha Ocidental, os alemães empataram a partida por 1 a 1 aos 90 minutos e levaram o confronto para a prorrogação. O tempo extra se transformou em uma sequência frenética de reviravoltas: cinco dos sete gols da partida foram marcados em apenas 30 minutos, em um duelo que terminou 4 a 3 para os italianos.
A Fifa descreve aquela prorrogação como "uma das meias horas mais magníficas que uma audiência de massa já viu no futebol". O confronto ficou conhecido como o "Jogo do Século" e foi tão marcante que o Estádio Azteca instalou posteriormente uma placa para eternizar a partida disputada em 17 de junho de 1970.
O 'Jogo do Século', entre Itália e Alemanha Ocidental, na semifinal da Copa de 1970
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1986: a 'Mão de Deus' e o 'Gol do Século'
A 'mão de Deus', um dos momentos mais célebres da história do esporte, também ocorreu no Azteca
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Dezesseis anos depois, com o México novamente como anfitrião, o Azteca voltou a ocupar o centro da Copa. 
Em 22 de junho de 1986, nas quartas de final entre Argentina e Inglaterra, Maradona marcou dois gols no intervalo de poucos minutos — e cada um deles entrou para a história por motivos opostos.
O primeiro saiu da mão esquerda do camisa 10, em uma infração ignorada pela arbitragem. Anos mais tarde, o próprio Maradona resumiria o episódio como um gol marcado "com a cabeça de Maradona e a mão de Deus". 
O segundo, no entanto, foi indiscutível: uma arrancada que driblou metade da defesa inglesa e que a Fifa elegeria, em votação, como o melhor gol da história das Copas. 
A Argentina venceu por 2 a 1, em uma partida marcada pela tensão política deixada pela Guerra das Malvinas, ocorrida quatro anos antes.
Na final de 1986, a Argentina superou a Alemanha Ocidental por 3 a 2. Com isso, o Azteca consolidou uma marca singular: é o único estádio do mundo a ver tanto Pelé quanto Maradona se sagrarem campeões mundiais.
Foi também na Copa de 1986 que a "ola" — a onda feita pela torcida nas arquibancadas — ganhou projeção global. Historiadores do esporte costumam associar a popularização mundial do gesto justamente ao público mexicano daquele Mundial.
Para os mexicanos, porém, o Azteca também está associado a um dos maiores momentos da história esportiva do país: a conquista da Copa das Confederações de 1999, quando a seleção local derrotou o Brasil por 4 a 3 diante de mais de 110 mil torcedores. Até hoje, trata-se do principal título da equipe principal masculina do México em competições organizadas pela Fifa.
O estádio também foi palco de um dos episódios mais traumáticos para o futebol mexicano. Em 2001, a Costa Rica venceu o México por 2 a 1 nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002, impondo aos anfitriões sua primeira derrota em casa em partidas classificatórias para Mundiais. O resultado ficou conhecido como "Aztecazo".
Reforma, novo nome e o terceiro Mundial
Para a Copa de 2026 — disputada por 48 seleções, a maior da história, em sedes do México, dos Estados Unidos e do Canadá —, o Azteca passou por uma ampla reforma, iniciada em 2024 a pedido da Fifa.
As obras incluíram melhorias de conforto, novos assentos, conectividade para os torcedores e gramado híbrido, com a capacidade ajustada para cerca de 90 mil lugares.
As reformas recentes não foram as primeiras a gerar controvérsia. Ao longo das últimas décadas, o estádio passou por intervenções que reduziram gradualmente sua capacidade e ampliaram áreas VIP, camarotes e suítes corporativas, mudanças criticadas por parte dos torcedores por alterarem a estética e a experiência tradicional do Azteca.
O gramado também já esteve no centro de polêmicas. Em 2018, a NFL, liga de futebol americano dos EUA, cancelou uma partida de temporada regular que seria disputada no estádio mexicano após reclamações sobre as condições do campo, afetado por eventos realizados fora do futebol.
A reforma veio acompanhada de uma mudança que gerou desconforto entre parte da torcida: o estádio passou a se chamar oficialmente Estádio Banorte, em razão de um acordo de patrocínio com o banco de mesmo nome, avaliado em torno de 100 milhões de dólares por 12 anos.
Não é a primeira troca de nome do estádio em seis décadas: entre 1997 e 1998, ele se chamou Estádio Guillermo Cañedo, em homenagem ao dirigente da Fifa e do América morto em 1997, antes de voltar a se chamar Azteca.
O novo contrato, que dá nome ao estádio desde março de 2025, é um acordo de financiamento que se estende até 2037.
Durante a Copa, porém, as regras de patrocínio da Fifa impedem o uso do nome comercial, e a arena será identificada como "Estádio Cidade do México". Para a maioria do público segue sendo, simplesmente, o Azteca.
Ao todo, o estádio receberá cinco partidas no Mundial de 2026, incluindo o jogo de abertura. E, na noite de 11 de junho, ao sediar a cerimônia e a primeira partida do torneio, completará a façanha inédita de abrir três Copas do Mundo.
A Copa que chega entre cartazes de desaparecidos
Pichação em espanhol com as palavras 'México campeão em desaparecimento'
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A poucos dias da abertura, o entorno do estádio virou cenário de outro tipo de mobilização. Familiares de pessoas desaparecidas colaram cartazes com fotos de seus parentes nas imediações do estádio. 
Os arredores do palco da inauguração ficaram tomados por imagens de rostos procurados e por faixas de cobrança ao governo.
As chamadas "madres buscadoras" levaram faixas que cobravam atenção para uma crise que dizem ignorada — uma delas estampava que faltam mais de 134 mil pessoas — e entoaram palavras de ordem como "por que os procuramos? Porque os amamos".
O México contabiliza mais de 130 mil pessoas desaparecidas e não localizadas, segundo os registros citados pelos familiares.
Mães de pessoas desaparecidas no México distribuíram panfletos e protestaram
Gerardo Vieyra/NurPhoto via Getty Images
Parte das críticas mira o contraste de recursos. Manifestantes afirmam que a Copa mobilizará mais de 10 mil agentes de segurança pública, enquanto as famílias que buscam seus parentes contam com menos de 20 policiais durante as escavações. 
A mobilização ganhou força após um relatório do Comitê da ONU contra os Desaparecimentos Forçados (CED), divulgado em abril de 2026, que apontou indícios de que desaparecimentos no país possam configurar crimes contra a humanidade. 
O governo da presidente Claudia Sheinbaum rejeitou a avaliação, alegando falhas metodológicas e sustentando que o Estado não usa o desaparecimento como mecanismo de repressão.
Assim, o mesmo gramado que coroou Pelé e Maradona se prepara para abrir, em 11 de junho, uma Copa do Mundo cercada não só pela expectativa esportiva, mas também por uma das discussões mais sensíveis do país anfitrião.
Mães de pessoas desaparecidas no México distribuíram panfletos e protestaram
Getty Images  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/9GKc1BQrQygNq1GJmv8AlWvvzpQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/u/CW8eHgS9AQlGkwkisTsg/1ff3fa20-5ddb-11f1-a574-05510226f57f.jpg.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:02:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Irã diz que Estreito de Ormuz está fechado 'até novo aviso' e que ataques dos EUA tornam cessar-fogo 'sem sentido'</title>  <atom:subtitle>EUA voltaram a atacar regiões iranianas próximas a Ormuz. Trump diz ter conversado diretamente com autoridades iranianas, o que Teerã nega. Nova escalada põe em xeque o cessar-fogo em vigor desde abril.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/ira-ataques-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/ira-ataques-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/wsWOJdivhpg9DjiU05uPjC0kNHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/x/JtLilYT0ykDmRdfmG5kw/2026-06-11t075317z-1934326070-rc2jrla61lzg-rtrmadp-3-iran-crisis-bahrain.jpg" /><br /> ]]>    EUA lançam nova onda de ataques contra o Irã pela segunda noite seguida
O Irã anunciou nesta quinta-feira (11) que o Estreito de Ormuz está completamente fechado "até novo aviso".
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A decisão foi tomada após os Estados Unidos realizarem uma nova onda de bombardeios contra o território iraniano na noite desta quarta-feira (10). 
Em comunicado na manhã desta quinta, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou os ataques, afirmando que as ofensivas norte-americanas tornaram o cessar-fogo de quase dois meses “praticamente sem sentido”.
"Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas não apenas constituem uma violação flagrante... mas também tornam o cessar-fogo praticamente sem sentido”, declarou o ministério.
A nota diz ainda que “a responsabilidade pelas consequências extremamente graves desse ato criminoso recai sobre os líderes dos Estados Unidos”.
Em retaliação aos bombardeios americanos, o Irã atacou dois navios. A embaixada da Índia em Omã informou que tomou conhecimento de um incidente envolvendo uma embarcação próximo ao porto de Shinas, no país, ocorrido nesta quinta-feira. 
A agência de notícias iraniana Tasnim afirma que três marinheiros morreram. No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da Índia afirma que havia 20 indianos a bordo da embarcação e que todos estão em segurança.
Ao anunciar os novos ataques, na noite desta quarta, o Comando Central dos EUA disse que eles tinham como alvo as capacidades de vigilância militar, sistemas de comunicação e instalações de defesa aérea iranianas
"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã. As forças americanas permanecem vigilantes, letais e prontas para agir", afirmou.
À rede de TV Fox News, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que caças americanos estavam operando nos céus do Irã. Ele afirmou ter conversado com autoridades iranianas nesta quarta, que supostamente "teriam pedido para que os bombardeios parassem". Ele disse que Israel não estava envolvido na missão e não descartou novas ações militares no país.
Teerã negou que tais conversas tenham ocorrido.
Segundo a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), as forças do país realizaram ataques retaliatórios à Quinta Frota dos EUA, cuja base fica no Bahrein.
"Forças do IRGC atingiram e destruíram dezoito alvos importantes pertencentes ao exército americano nas bases aéreas de Ali Salem e Ahmad Al-Jaber, além da base aérea de Sheikh Isa, durante duas ondas operacionais", diz um comunicado.
Explosões foram ouvidas em Manama, a capital barenita, e em Hamad Town. 
O Ministério do Interior do Bahrein informou que os ataques deixaram uma criança de 11 anos ferida. Veículos pegaram fogo e casas foram danificadas devido à queda de destroços de drones interceptados.
A Defesa Civil e o Serviço Nacional de Ambulâncias tomaram as medidas necessárias, segundo a pasta.
Um bombeiro trabalha após ataques de drones iranianos, segundo o Ministério do Interior do Bahrein , em um local indicado como Bahrein, nesta imagem divulgada em 11 de junho de 2026. Ministério do Interior do Reino do Bahrein
Ministério do Interior do Reino do Bahrein
Este foi o segundo dia seguido que os EUA lançam bombardeios contra o Irã desde o início do cessar-fogo na guerra entre os dois países. Segundo Washington, a primeira onda de ataques ocorreu em retaliação à derrubada de um helicóptero Apache pelo Irã. Ainda não se sabe qual será o impacto dos ataques desta quarta à trégua no conflito, que é frágil desde seu início, em abril.
As agências estatais iranianas reportaram diversas explosões em Bandar Abbas, Minab, Kargan e em Sirik, cidades portuárias na região do Estreito de Ormuz, e que defesas aéreas foram ativadas em Isfahan. A agência Mehr falou em "combates no mar" entre forças iranianas e norte-americanas, porém não deu mais detalhes.
Uma autoridade norte-americana afirmou ao site Axios que todos os alvos atingidos estão no sul do Irã e incluem sistemas de defesa aérea, radares e unidades de comando e controle de drones.
Quase duas horas após o ataque dos EUA, o governo iraniano voltou a dizer que o Estreito de Ormuz está fechado para qualquer tipo de navio, e que atirou contra duas embarcações que disse estar violando seu bloqueio.
Mais cedo, o Irã também havia prometido uma "resposta dura" contra alvos norte-americanos no Oriente Médio, e disse que uma nova escalada do conflito não se restringiria apenas ao Oriente Médio. Na terça, Teerã atacou a base dos EUA no Bahrein como retaliação.
O ataque dos EUA ocorreu horas após o presidente Donald Trump ter dito que seu Exército voltaria a atacar o Irã "ainda hoje". O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse que os bombardeios seriam "fortes claros" e atingiriam "instalações-chave" do Irã. Hegseth, no entanto, não deu detalhes sobre quais instalações são essas.
Ainda segundo Hegseth, os ataques desta quarta avançariam os interesses militares dos EUA no Oriente Médio e ajudariam Washington a alcançar uma solução diplomática da guerra. O Irã afirmou mais cedo, no entanto, que o país não negocia sob ameaças.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/wsWOJdivhpg9DjiU05uPjC0kNHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/x/JtLilYT0ykDmRdfmG5kw/2026-06-11t075317z-1934326070-rc2jrla61lzg-rtrmadp-3-iran-crisis-bahrain.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:49:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Queda de helicóptero militar na Caxemira paquistanesa matou 22 militares</title>  <atom:subtitle>Acidente é considerado um dos mais graves envolvendo aeronaves militares na região nos últimos anos.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/mortes-queda-helicoptero-militar-caxemira-paquistanesa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/mortes-queda-helicoptero-militar-caxemira-paquistanesa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/OP0c_TwBWIAvSvR84qI6REPVoRk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/M/AuZkQGTlmgxICbS4I0xQ/2026-06-11t061404z-1111135904-rc2irlalflnu-rtrmadp-3-pakistan-crash.jpg" /><br /> ]]>    Oficiais do Exército do Paquistão e civis realizaram orações durante o funeral das vítimas que morreram após a queda de um helicóptero Mi-17 da Aviação do Exército do Paquistão, ocorrido na quarta-feira durante a decolagem perto de Muzaffarabad, na Caxemira paquistanesa, em 11 de junho de 2026. Foto tirada com celular
REUTERS/Naseer ud Din
Um helicóptero militar caiu, nesta quarta-feira (10), na região da Caxemira administrada pelo Paquistão, resultando na morte de 22 integrantes das forças armadas. As informações foram confirmadas por fontes de segurança nesta quinta-feira (11) à Reuters.
“O helicóptero Mi-17 da Aviação do Exército do Paquistão caiu hoje perto de Muzaffarabad durante a decolagem devido a uma falha técnica”, disse o comunicado. “Não houve sobreviventes.”
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Equipes de resgate chegaram ao local e uma junta de inquérito foi instaurada para apurar a causa técnica exata do acidente.
Segundo uma testemunha da Reuters, o helicóptero caiu durante a decolagem e pegou fogo, enquanto bombeiros tentavam controlar as chamas.
Esse acidente é considerado um dos mais graves envolvendo aeronaves militares na região nos últimos anos, aumentando a preocupação sobre a segurança operacional em áreas montanhosas e de difícil acesso.
Pessoas realizam orações fúnebres enquanto se reúnem perto dos caixões contendo os corpos das vítimas que morreram no que o Talibã afirmou ter sido um ataque aéreo paquistanês na vila de Mani, distrito de Spera, província de Khost, Afeganistão, em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Stringer
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/OP0c_TwBWIAvSvR84qI6REPVoRk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/M/AuZkQGTlmgxICbS4I0xQ/2026-06-11t061404z-1111135904-rc2irlalflnu-rtrmadp-3-pakistan-crash.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:36:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Casal que se conheceu na Copa de 1986 volta ao México para celebrar 40 anos juntos</title>  <atom:subtitle>Brasileiro e mexicana se apaixonaram durante a Copa do Mundo no México, enfrentaram um namoro à distância e agora se prepararam para a quinta Copa juntos no lugar onde tudo começou.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/casal-que-se-conheceu-na-copa-de-1986-volta-ao-mexico-para-celebrar-40-anos-juntos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/casal-que-se-conheceu-na-copa-de-1986-volta-ao-mexico-para-celebrar-40-anos-juntos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/_YnPrGK_06avDMvwWAQBDLDZWac=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/4/2BTDbKQaye9BPoXHNFUA/fotojet-2026-05-21t145402.084.jpg" /><br /> ]]>    Casal da copa: Luiz e Ana em 1986 e em 2026
Acervo pessoal
A Copa do Mundo de 2026 vai ter um significado especial para Luiz Carlos Almeida, 66, e Ana Elizabeth Orea de Almeida, de 61. O brasileiro e a mexicana se conheceram na copa de 1986, no México, e vão comemorar 40 anos juntos no mundial deste ano, no mesmo país. 
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Copa do Mundo 2026: veja perguntas e respostas
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Conhecidos como Casal da Copa, o futebol esteve e segue sendo parte importante da história dos dois. Luiz sempre foi apaixonado pelo esporte, mas não imaginava que a viagem ao México para torcer pela seleção brasileira o faria encontrar a sua companheira de vida.
Por isso, apesar de a Argentina de Diego Maradona ter conquistado o título em 1986, Luiz diz que aquela foi a melhor Copa de sua vida.
"Não ganhamos o mundial, mas ganhei o amor da minha vida", afirma com um sorriso no rosto. 
Coincidência ou não, o México acabou eliminado da competição no mesmo dia em que o Brasil deu adeus ao torneio.
💚​💛Amor 'proibido'
Quando Luiz e Ana se conheceram, em Guadalajara, Ana estava noiva de outro homem. Mas tudo mudou depois que ela conheceu o brasileiro, irmão de uma aluna da academia onde trabalhava como professora de educação física.
Os dois começaram a frequentar juntos, inicialmente como amigos, os "fan fests" (eventos ligados à Copa). Foi ali, ao som de hinos de torcida e samba, que a relação cresceu e Ana percebeu que não queria mais se afastar de Luiz. 
Ela lembra de uma festa no restaurante do hotel Pousada Guadalajara, onde a seleção brasileira estava hospedada. Ana queria ficar mais tempo com Luiz, mas o pai insistia para que ela voltasse para casa.
Foi então que ela teve uma ideia inusitada: pediu ao Walter Casagrande, que jogava na seleção brasileira e estava no local, para telefonar para seu pai e convencê-lo a deixá-la ficar. A estratégia deu certo.
“Meu pai falou: ‘Se colocam o Casagrande no telefone, como eu vou dizer não?’”, lembra Ana. 
O relacionamento iniciado durante a Copa continuou mesmo após o fim do torneio. Ana terminou o noivado com o mexicano e manteve um namoro à distância com Luiz. Sem celular, eles mantinham contato por meio de cartas. 
"Eu via o carteiro chegando e saia correndo", lembra Ana. 
Três anos depois, se casaram, e ela se mudou para o Brasil, onde vive desde então.
“A Copa de 1986 significou muito para a gente. Mudou totalmente as nossas vidas”, diz Ana.
⚽​Cinco copas juntos
Ana e Luiz já foram para quatro copas juntos e estão com as malas prontas para a quinta.
Acervo pessoal
A Copa de 1986 foi apenas a primeira que viveram lado a lado. Desde então, o casal já esteve junto em quatro Mundiais, incluindo Brasil, Rússia e Catar, e agora se prepara para mais uma edição.
Com as malas prontas, eles vão acompanhar a Copa de 2026, que será disputada no México, Canadá e Estados Unidos, e pretendem seguir o Brasil enquanto a seleção permanecer no torneio.
“As emoções que a gente vive em uma Copa nos remetem a 1986. Isso nos motiva ainda mais a continuar indo aos jogos”, conta Luiz.
Ana descreve a sensação de assistir a uma partida no estádio com o Luiz como algo único.
"É muito bom, você vê aquele estádio, aquela imensidão, aquela energia...A emoção de um estádio não tem preço. E eu olho para o Luiz e penso: ‘A gente está aqui’. É emocionante.”
Mas, quando Brasil e México se enfrentam, o coração dela fica dividido.
"É um sofrimento”, brinca. “Eu quero muito que o México ganhe, mas o Brasil tem um energia única. Eles não jogam, mas brincam em campo". 
Luiz e Ana já foram em quatro copas juntos e estão com as malas prontas para a 5ª
Acervo pessoal
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Keiko Fujimori assumiu novamente a dianteira na apuração dos votos do segundo turno das eleições presidenciais do Peru nesta quinta-feira (11).
Após três dias atrás de Roberto Sánchez, a candidata conservadora está com o maior número de votos: 50,002% contra 49,998% do deputado de esquerda. A diferença é de apenas 651 votos.
O passo a passo da apuração das eleições presidenciais no Peru às 7h do dia 11 de junho
Arte g1
Os candidatos Roberto Sánchez, da Juntos pelo Peru, e Keiko Fujimori, da Força Popular, disputam voto a voto a eleição presidencial no Peru. A votação foi no domingo (7) e o resultado deve seguir indefinido até o fim.
A virada de Fujimori se deve à sua preferência entre os peruanos no exterior: 63,42% contra 36,57% de Sánchez. 
Nesta quarta-feira (10), pela manhã, apenas 67% das urnas no estrangeiro haviam sido abertas e contabilizadas. Com o passar do dia e o avanço na apuração delas, a diferença entre Keiko e Sánchez foi diminuindo cada vez mais. Agora 94,49% foram apuradas no exterior.
No Peru, 98,32% das urnas já foram apuradas.
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Apuração das urnas na eleição presidencial do Peru - 11/06
Arte/g1
O passo a passo da votação
Os primeiros dados oficiais da apuração foram divulgados por volta das 22h de domingo (7) pelo órgão eleitoral peruano: Keiko Fujimori largou na frente, cinco pontos percentuais à frente de Roberto Sánchez.  
A diferença entre os dois foi diminuindo à medida que a apuração avançava. Por volta das 7h de segunda-feira (8), Keiko tinha menos de um ponto de vantagem sobre Sánchez. 
Às 13h07 de segunda, no horário local, o candidato da Juntos pelo Peru ultrapassou Keiko. 
A autoridade eleitoral informou que a divulgação do resultado final pode demorar dias. A votação no Peru é feita com cédulas de papel. O país tem 27,33 milhões de eleitores aptos a votar.
Agora no g1
Confira no mapa o desempenho dos candidatos em cada região peruana:
Mapa da apuração das eleições presidenciais do Peru em 11 de junho de 2026, às 10h30 (horário de Brasília)
Arte/g1
Perfil dos candidatos
Keiko Fujimori concorre pelo partido Força Popular, legenda que fundou em 2008 para liderar a corrente fujimorista. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a candidata disputa a presidência pela quarta vez, tendo sido derrotada no segundo turno nas eleições de 2011, 2016 e 2021. 
Na votação de primeiro turno em 2026, Keiko obteve 17,2% dos votos válidos. 
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
O deputado Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, chegou ao segundo turno após obter 12% dos votos no primeiro turno.
A base de apoio de Sánchez é identificada majoritariamente em zonas rurais e áreas afastadas das regiões urbanas.
Histórico e contexto eleitoral
As eleições de 2026 registraram um recorde de 35 candidatos à presidência no primeiro turno. O processo ocorre em um cenário no qual o Peru registrou 9 presidentes em 10 anos, sendo que os mandatos constitucionais deveriam ser de cinco anos.
Dados de pesquisas indicam que 90% dos peruanos manifestam pouca ou nenhuma confiança no governo e no Congresso Nacional.
Além disso, apenas 10% dos peruanos afirmam estar satisfeitos com a democracia no país, situação que pesquisadores classificam como uma "desconfiança crônica".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/J0070J0fc5h5zI3bMz3mNfYvwkM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/b/4/9axlefRUATzFjDgVjfLg/peru-keiko-vira.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 04:07:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>A mais política das Copas do Mundo - O Assunto #1737</title>  <atom:subtitle>O Mundial de futebol que começa nesta quinta-feira (11) tem dois ineditismos: será disputada por 48 seleções e terá três países-sede (EUA, Canadá e México).</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2026/06/11/a-mais-politica-das-copas-do-mundo-o-assunto-1737.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2026/06/11/a-mais-politica-das-copas-do-mundo-o-assunto-1737.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/OO5qViHxNS41iFyObM_KwLYjaSk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/R/unC1GrThSQnXTQUU9q7g/c115c710-4fb9-11f1-be80-4d1d8a1649ab.jpg.webp" /><br /> ]]>    O Mundial de futebol que começa nesta quinta-feira (11) tem dois ineditismos: será disputada por 48 seleções (eram 32 até a última edição, em 2022) e terá três países-sede (EUA, Canadá e México). Durante pouco mais de um mês, milhões de pessoas irão aos estádios para participar da maior festa esportiva do mundo. 
O problema é que muita gente está enfrentando barreiras de duas ordens: financeiras – os ingressos são também os mais caros de todos os tempos – e políticas – sob a administração Donald Trump, os EUA estão dificultando a entrada de torcedores e até de atletas e delegações que disputarão a Copa do Mundo. 
Dentro de campo, o Mundial deve marcar o fim da Era Messi e Cristiano Ronaldo, e a Seleção Brasileira busca vencer as desconfianças para levar o hexa – o Brasil foi penta em 2002 e é o único a ter cinco títulos até hoje. 
Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois jornalistas que falam diretamente dos Estados Unidos. Primeiro, Guga Chacra fala sobre o clima político nos EUA e explica a relação entre Gianni Infantino, presidente da Fifa, e Donald Trump. 
Depois, André Rizek faz a análise esportiva da Copa do Mundo: quem são os favoritos e o azarões, e quais são as chances do Brasil sob o comando de Carlo Ancelotti. 
Convidados: Guga Chacra, comentarista da Globonews, da TV Globo, da CBN e do jornal O Globo, e André Rizek, editor-chefe e apresentador do Seleção Sportv e Fechamento Sportv. 
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery. 
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O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
A preocupação dos proprietários de hotéis nos EUA frente ao baixo nível de reservas antes da Copa do Mundo
Getty Images  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/OO5qViHxNS41iFyObM_KwLYjaSk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/R/unC1GrThSQnXTQUU9q7g/c115c710-4fb9-11f1-be80-4d1d8a1649ab.jpg.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 03:30:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Diplomatas apostam em encontro de Lula com Trump no G7 para evitar novas tarifas dos EUA contra o Brasil</title>  <atom:subtitle>Diplomatas a par das negociações afirmam que dados de desmatamento, por exemplo, não foram levados em conta.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/11/diplomatas-apostam-em-encontro-de-lula-com-trump-no-g7-para-evitar-novas-tarifas-dos-eua-contra-o-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/11/diplomatas-apostam-em-encontro-de-lula-com-trump-no-g7-para-evitar-novas-tarifas-dos-eua-contra-o-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/LrOIa7yz8jSSmXA12jlU5cV_c8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/A/3J7rI7Q1W46ZHknpt11w/whatsapp-image-2026-05-07-at-15.21.20.jpeg" /><br /> ]]>    Planalto aposta em encontro entre Lula e Trump no G7
Diplomatas brasileiros apostam em um eventual novo encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o encontro do G7, na França, destravar negociações sobre ameaça de novas tarifas ao Brasil. 
O governo brasileiro avalia que as recomendações de novas tarifas contra o Brasil têm caráter político e desconsideram os argumentos técnicos apresentados ao longo dos últimos meses.
Nas últimas semanas, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) recomendou, por exemplo, que o Brasil seja taxado por práticas econômicas desleais contra empresários americanos. 
Entre os itens incluídos na recomendação estão o PIX, o etanol, o combate ao desmatamento e a propriedade intelectual.
Essa recomendação, ainda não implementada, foi feita com base na chamada Seção 301 da lei comercial americana, instrumento criado na década de 1970.
Lula e Trump em encontro na Casa Branca
Ricardo Stuckert
Desde julho de 2025, quando o governo Trump anunciou a abertura da investigação comercial, foram diversas conversas entre integrantes dos governos brasileiro e americano, seja por telefone, videoconferência ou reuniões em Washington.
Conforme relatos sobre das negociações, em todas essas conversas, foram apresentados dados oficiais às autoridades americanas; questionamentos foram respondidos; e dúvidas, esclarecidas.
Diplomatas a par das negociações avaliam que estes argumentos foram desconsiderados, entre os quais os que demonstram que nos últimos anos o Brasil vem buscando combater o desmatamento ilegal.
O Brasil não faz parte do G7, mas, a exemplo de edições anteriores, Lula foi convidado pelo anfitrião do encontro – neste ano, o presidente da França, Emmanuel Macron. O encontro acontece na próxima semana.
Lula e Trump já se encontraram na Malásia, em outubro de 2025, e em Washington, em maio deste ano – além de uma rápida conversa no ano passado em Nova York (EUA), durante assembleia da Organização das Nações Unidas.
Integrantes do Palácio do Planalto entendem que, como no USTR as conversas técnicas não têm evoluído, um possível caminho é um encontro direto entre Lula e Trump.
Lei da Reciprocidade
Diante do tarifaço americano contra o Brasil, o Congresso Nacional, com o apoio do governo, aprovou a chamada Lei da Reciprocidade, que permite ao Estado brasileiro agir na mesma proporção caso algum parceiro econômico adote medida que implique em prejuízo à economia do país.
Ao longo das últimas semanas, o governo brasileiro emitiu dois comunicados oficiais nos quais fez referência a essa lei.
Entretanto, no Itamaraty, diplomatas afirmam que, apesar de ter o instrumento à disposição, o governo deve insistir nas negociações políticas e diplomáticas.
Isso porque os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás somente da China. Portanto, poderia ser ruim pra economia adotar a lei da reciprocidade, prejudicando o comércio bilateral.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/LrOIa7yz8jSSmXA12jlU5cV_c8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/A/3J7rI7Q1W46ZHknpt11w/whatsapp-image-2026-05-07-at-15.21.20.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 03:00:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo começa nesta quinta com formato inédito, em meio a guerra e a política anti-imigração de Trump</title>  <atom:subtitle>Abertura do torneio ocorre no México, mas 78 dos 104 jogos acontecem nos EUA. Seleção iraniana, turistas e membros de outras delegações foram afetados por decisões do governo americano.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-comeca-nesta-quinta-com-formato-inedito-em-meio-a-guerra-e-a-politica-anti-imigracao-de-trump.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-comeca-nesta-quinta-com-formato-inedito-em-meio-a-guerra-e-a-politica-anti-imigracao-de-trump.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/fdQEuXOuYi9vOXYeB0FpXynXPik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/p/y/WerrnFQz6RUWKT2fvEQA/2026-06-10t231202z-2112413402-rc2uqlajq93n-rtrmadp-3-soccer-worldcup-mexico.jpg" /><br /> ]]>    Imagem de drone do Estádio Azteca, na Cidade do México, na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2026
Luis Cortes/Reuters
A Copa do Mundo de 2026 tem início nesta quinta-feira (11), assim que a bola rolar para México x África do Sul no Estádio Azteca, na Cidade do México. A competição começa marcada pelo formato inédito e pelas questões geopolíticas que se infiltraram no esporte por meio da guerra e da agenda do presidente dos EUA, Donald Trump.
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Mesmo com sedes no México e no Canadá, são os EUA que receberão a maior parte dos jogos – 78 de um total de 104.
Nesta Copa, o torneio estreia um novo formato, com 48 seleções, em vez das 32 do modelo antigo, vigente entre 1998 e 2022.
Na fase de grupos, as seleções estão divididas em 12 grupos de quatro integrantes. Eles jogam contra si, e os dois primeiros de cada grupo avançam, juntamente com os oito melhores terceiros colocados.
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A partir daí, os 32 classificados passam para a fase de mata-mata – que terá uma rodada a mais do que as Copas anteriores.
Também pela primeira vez, a Copa do Mundo terá três países-sede. A competição já foi distribuída entre duas nações em 2002, com Japão e Coreia do Sul recebendo os jogos.
Dos 16 estádios onde as partidas serão realizadas, três ficam no México (Cidade do México, Guadalajara e Monterrey), e duas, no Canadá (Vancouver e Toronto).
EUA x Irã
Os EUA, com 11 cidades-sede, serão os principais anfitriões do torneio. Todos os jogos de mata-mata, com exceção de um a ser disputado no Azteca, ocorrerão em campos americanos.
Esse protagonismo também é fonte de tensões já fortes antes mesmo do primeiro toque na bola.
Jogadores da seleção de futebol do Irã utilizam broche '#168', em referência a vítimas de ataque dos EUA a escola em Minab, durante desembarque em Tijuana, no México, para a Copa do Mundo em 7 de junho de 2026.
Divulgação/Seleção iraniana
A Copa do Mundo ocorre em meio ao reinício das agressões entre EUA e Irã, que fazem ressurgir a guerra iniciada em fevereiro pelos americanos e por Israel.
Mesmo com um cessar-fogo costurado em abril, o conflito teve impacto no esporte: o Irã, classificado para a competição, fará todos os seus jogos da fase de grupos nos EUA.
A relação do governo Trump em relação à delegação iraniana é de uma hostilidade indisfarçável. A seleção se hospedaria em Tucson, no Arizona, mas mudou seus planos e se estabeleceu em Tijuana, no México, depois que os EUA disseram que não permitiriam que jogadores e comissão pernoitassem em seu território durante o evento.
Além disso, muitos membros da comissão tiveram seu visto negado, e os jogadores tiveram os vistos americanos aprovados apenas na semana passada.
As restrições atingiram também os torcedores do país. Na terça-feira (9), dois dias antes do início do torneio, os EUA anunciaram a retirada da cota de 8% dos ingressos por partida destinada aos iranianos em jogos de sua seleção.
Barrados
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, foi recebido ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Feisal Omar
Mas a seleção iraniana não é a única a sentir os efeitos das políticas de Trump. O governo do republicano tem apostado em uma forte agenda anti-imigração, que afetou outros competidores.
O atacante iraquiano Aymen Hussein foi detido e interrogado por sete horas logo após pousar em Chicago. O fotógrafo oficial da delegação do Iraque teve conteúdos de seu celular checados e sua entrada nos EUA foi negada.
O caso mais comentado pela imprensa internacional, no entanto, foi do árbitro somali Omar Artan.
Considerado o melhor do continente, e tendo apitado a final da Champions League africana, Artan, escalado pela Fifa para a Copa do Mundo, teve sua entrada negada no aeroporto de Miami e se viu obrigado a voltar para a Somália.
A comunidade somali é um alvo constante de Trump em sua retórica anti-imigração. O republicano os chama frequentemente por termos depreciativos, como “país de quarto mundo”.
A comunidade somali de Minneapolis foi o principal alvo do ICE, o serviço de imigração dos EUA, em uma grande operação na cidade que terminou com a morte de dois americanos, Renee Good e Alex Peretti.
A Fifa, por sua vez, tem evitado entrar em confronto direto com o governo americano.
“É lamentável o que aconteceu com Omar (Artan), o árbitro da Somália”, disse o presidente da entidade, Gianni Infantino, nesta quarta (10). “Mas, novamente, não controlamos tudo. (...) Estamos trabalhando nos bastidores, tentando entender a situação.”  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/fdQEuXOuYi9vOXYeB0FpXynXPik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/p/y/WerrnFQz6RUWKT2fvEQA/2026-06-10t231202z-2112413402-rc2uqlajq93n-rtrmadp-3-soccer-worldcup-mexico.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 03:00:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eleições no Peru: com 98% das urnas apuradas, diferença entre candidatos cai para pouco mais de 500 votos</title>  <atom:subtitle>A conservadora Keiko Fujimori conseguiu uma pequena vantagem contra o deputado de esquerda Roberto Sánche, que estava a frente desde segunda (8). Apuração chega ao quarto dia com mais de 98% das urnas apuradas.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/eleicoes-no-peru-apuracao-entra-no-quarto-dia-com-98percent-das-urnas-apuradas-mas-sem-vencedor-definido.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/eleicoes-no-peru-apuracao-entra-no-quarto-dia-com-98percent-das-urnas-apuradas-mas-sem-vencedor-definido.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/goXBgPZfWX1Yw30R2hWys41UE4s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/B/qL2dcjSlKmtRfCcz21gQ/260609-info-eleicoes-peru-mapa.jpg" /><br /> ]]>    'O país da apuração interminável': por que o resultado da eleição no Peru demora tanto?
Há quatro dias o Peru realiza a apuração dos votos do segundo turno das eleições, mas o país ainda não sabe se o próximo presidente será o deputado de esquerda Roberto Sánchez ou a líder direitista Keiko Fujimori. 
Às 0h42 desta quinta-feira (10), com virtualmente 98% das urnas apuradas, a diferença entre os dois candidatos era de pouco mais de 651 votos a favor de Fujimori.
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O conservadora  está à frente com 50,001% dos votos, enquanto o deputado de esquerda tem 49,999%.
Veja, abaixo, a linha do tempo da apuração até o início do dia de quarta (10):
Selo eleição no Peru
Editoria de Arte/g1
Os primeiros dados oficiais da apuração foram divulgados por volta das 22h de domingo (7) pelo órgão eleitoral peruano: Keiko Fujimori largou na frente, cinco pontos percentuais à frente de Roberto Sánchez.  
A diferença entre os dois foi diminuindo à medida que a apuração avançava. Por volta das 7h de segunda-feira (8), Keiko tinha menos de um ponto de vantagem sobre Sánchez. 
Às 13h07 de segunda, no horário local, o candidato da Juntos pelo Peru ultrapassou Keiko. Desde então, Sánchez se mantém à frente. 
Nesta quarta, 98,207% das urnas do Peru, já haviam sido abertas e contabilizadas. Já no exterior, a apuração está em 67,36%, com Keiko Fujimori bem à frente do adversário, com 62,46% dos votos contra 37,54%.
A autoridade eleitoral informou que a divulgação do resultado final pode demorar dias. A votação no Peru é feita com cédulas de papel. O país tem 27,33 milhões de eleitores aptos a votar.
Agora no g1
Confira no mapa o desempenho dos candidatos em cada região peruana nesta terça-feira (9):
Mapa mostra votação de Roberto Sánchez e Keiko Fujimori em cada região do Peru.
Arte/g1
Perfil dos candidatos
Keiko Fujimori concorre pelo partido Força Popular, legenda que fundou em 2008 para liderar a corrente fujimorista. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a candidata disputa a presidência pela quarta vez, tendo sido derrotada no segundo turno nas eleições de 2011, 2016 e 2021. 
Na votação de primeiro turno em 2026, Keiko obteve 17,2% dos votos válidos. 
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
O deputado Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, chegou ao segundo turno após obter 12% dos votos no primeiro turno.
A base de apoio de Sánchez é identificada majoritariamente em zonas rurais e áreas afastadas das regiões urbanas.
Histórico e contexto eleitoral
As eleições de 2026 registraram um recorde de 35 candidatos à presidência no primeiro turno. O processo ocorre em um cenário no qual o Peru registrou 9 presidentes em 10 anos, sendo que os mandatos constitucionais deveriam ser de cinco anos.
Dados de pesquisas indicam que 90% dos peruanos manifestam pouca ou nenhuma confiança no governo e no Congresso Nacional.
Além disso, apenas 10% dos peruanos afirmam estar satisfeitos com a democracia no país, situação que pesquisadores classificam como uma "desconfiança crônica".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/goXBgPZfWX1Yw30R2hWys41UE4s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/B/qL2dcjSlKmtRfCcz21gQ/260609-info-eleicoes-peru-mapa.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 03:00:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo 2026 terá três cerimônias de abertura; veja horários e como assistir</title>  <atom:subtitle>México, Canadá e Estados Unidos recebem celebrações antes das estreias das seleções anfitriãs; torneio também teve show de contagem regressiva na véspera.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-2026-tera-tres-cerimonias-de-abertura-veja-como-serao-os-eventos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/11/copa-do-mundo-2026-tera-tres-cerimonias-de-abertura-veja-como-serao-os-eventos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/XWTkGQHJTUk0bCHiRjPxX2uET-E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/1/M/sBixjGTvyjA2yt5IIikA/meow-meow-meow-meow-2-.jpg" /><br /> ]]>    Copa do Mundo 2026 terá três cerimônias de abertura; veja como serão os eventos
A Copa do Mundo 2026 começou oficialmente nesta quinta-feira (11) trazendo diversas novidades. Entre novas regras, formato diferente e número maior de equipes, este Mundial entra para a história como o primeiro disputado em três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — e com três cerimônias de abertura.
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Simulador da Copa do Mundo 2026
Cerimônia no México
Copa do Mundo de 2026.
Divulgação/Fifa
A primeira cerimônia teve início às 14h30 (de Brasília), uma hora e meia antes da partida de abertura da Copa do Mundo entre a seleção mexicana e a África do Sul. O evento foi realizado no mesmo local do jogo, no Estádio Azteca, na Cidade do México.
Entre as atrações estavam Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla. Além deles, Shakira e Burna Boy interpretaram a música oficial do torneio.
Mas a festa inicial não para por aí. O torneio ainda terá mais duas aberturas. A TV Globo, ge tv e sportv transmitem ao vivo. Você também assiste aos jogos na página de tempo real no ge.globo e vê cortes exclusivos. Veja abaixo:
Cerimônia no Canadá
No dia seguinte à partida de abertura da Copa do Mundo 2026, será a vez do Canadá. A cerimônia acontecerá no BMO Field, em Toronto, uma hora e meia antes do jogo entre a seleção canadense e a Bósnia e Herzegovina, marcado para as 16h (de Brasília).
Entre as atrações estarão Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
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Anitta e Shakira se apresentam em cerimônias de abertura diferentes na Copa do Mundo da Fifa.
Divulgação/Pablo Porciúncula/AFP
Cerimônia nos EUA
A cerimônia de abertura nos Estados Unidos também ocorrerá na sexta-feira (12). Assim como nos demais eventos, a cerimônia está prevista para começar uma hora e meia antes da estreia da seleção dos Estados Unidos contra o Paraguai, marcada para as 22h (de Brasília). O evento será realizado no SoFi Stadium, em Los Angeles.
As apresentações em solo americano ficarão por conta de Katy Perry, Future, Lisa, Rema, Tyla e da brasileira Anitta.
Katy Perry no 5º dia de The Town
Fabio Tito/g1
Quando serão os jogos do Brasil?
Confira a seguir quando o Brasil joga:
Brasil x Marrocos — 1ª rodada: 13 de junho (sábado), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio MetLife, em New Jersey-Nova York/Estados Unidos.
Brasil x Haiti — 2ª rodada: 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 de Brasília (20h30 no horário local), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia/Estados Unidos.
Escócia x Brasil — 3ª rodada: 24 de junho (quarta-feira), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio Hard Rock, em Miami/Estados Unidos.
Caso termine a fase de grupos na liderança da chave, o Brasil terá pela frente nas oitavas de final o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Tunísia e Suécia. Além disso, a primeira posição garante que a seleção brasileira permaneça nos Estados Unidos ao longo de toda a disputa do Mundial.
Veja quando todos os possíveis caminhos da seleção brasileira na Copa
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/XWTkGQHJTUk0bCHiRjPxX2uET-E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/1/M/sBixjGTvyjA2yt5IIikA/meow-meow-meow-meow-2-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 03:00:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA bombardeiam o Irã pelo 2º dia seguido; Teerã diz que Ormuz está fechado e ataca navios e base no Bahrein</title>  <atom:subtitle>EUA voltaram a atacar regiões iranianas próximas a Ormuz. Trump diz ter conversado diretamente com autoridades iranianas, o que Teerã nega. Nova escalada põe em xeque o cessar-fogo em vigor desde abril.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eua-iniciaram-nova-onda-bombardeios-ira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eua-iniciaram-nova-onda-bombardeios-ira.ghtml</guid> <description>    EUA e Irã retomam ataques
Os Estados Unidos realizaram na noite desta quarta-feira (10) uma nova onda de bombardeios contra o território iraniano, afirmou o Comando Central do Exército norte-americano. Como resposta, o Irã disse que o Estreito de Ormuz está fechado e atacou dois navios.
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"As forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar ataques adicionais de autodefesa hoje às 18h15 [no horário de Brasília], contra múltiplos alvos no Irã, por ordem do comandante em chefe. Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã", afirmou o Centcom em comunicado.
À rede de TV Fox News, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que caças americanos estavam operando nos céus do Irã. Ele afirmou ter conversado com autoridades iranianas nesta quarta, que supostamente "teriam pedido para que os bombardeios parassem". Ele disse que Israel não estava envolvido na missão e não descartou novas ações militares no país.
Teerã negou que tais conversas tenham ocorrido.
Segundo a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), as forças do país realizaram ataques retaliatórios à Quinta Frota dos EUA, cuja base fica no Bahrein.
"Forças do IRGC atingiram e destruíram dezoito alvos importantes pertencentes ao exército americano nas bases aéreas de Ali Salem e Ahmad Al-Jaber, além da base aérea de Sheikh Isa, durante duas ondas operacionais", diz um comunicado.
Explosões foram ouvidas em Manama, a capital barenita.
Este é o segundo dia seguido que os EUA lançam bombardeios contra o Irã desde o início do cessar-fogo na guerra entre os dois países. Segundo Washington, a primeira onda de ataques ocorreu em retaliação à derrubada de um helicóptero Apache pelo Irã. Ainda não se sabe qual será o impacto dos ataques desta quarta à trégua no conflito, que é frágil desde seu início, em abril.
As agências estatais iranianas reportaram diversas explosões em Bandar Abbas, Minab, Kargan e em Sirik, cidades portuárias na região do Estreito de Ormuz, e que defesas aéreas foram ativadas em Isfahan. A agência Mehr falou em "combates no mar" entre forças iranianas e norte-americanas, porém não deu mais detalhes.
Uma autoridade norte-americana afirmou ao site Axios que todos os alvos atingidos estão no sul do Irã e incluem sistemas de defesa aérea, radares e unidades de comando e controle de drones.
Quase duas horas após o ataque dos EUA, o governo iraniano voltou a dizer que o Estreito de Ormuz está fechado para qualquer tipo de navio, e que atirou contra duas embarcações que disse estar violando seu bloqueio.
Mais cedo, o Irã também havia prometido uma "resposta dura" contra alvos norte-americanos no Oriente Médio, e disse que uma nova escalada do conflito não se restringiria apenas ao Oriente Médio. Na terça, Teerã atacou a base dos EUA no Bahrein como retaliação.
O ataque dos EUA ocorreu horas após o presidente Donald Trump ter dito que seu Exército voltaria a atacar o Irã "ainda hoje". O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse que os bombardeios seriam "fortes claros" e atingiriam "instalações-chave" do Irã. Hegseth, no entanto, não deu detalhes sobre quais instalações são essas.
Ainda segundo Hegseth, os ataques desta quarta avançariam os interesses militares dos EUA no Oriente Médio e ajudariam Washington a alcançar uma solução diplomática da guerra. O Irã afirmou mais cedo, no entanto, que o país não negocia sob ameaças.
Agora no g1  </description>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:36:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa: presidente da Fifa lamenta corte de árbitro somali barrado nos EUA: ‘Não controlamos tudo’</title>  <atom:subtitle>Omar Artan foi cortado pela Fifa da Copa do Mundo nesta semana após ele ter sido barrado de entrar nos EUA pelo governo Trump.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/infantino-lamentavel-corte-arbitro-somali-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/infantino-lamentavel-corte-arbitro-somali-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/3uaHyxBL-ZXSeHm0dXuXxjYGLfc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/u/ngBgSBQ0GqvU9bgtjXBQ/2026-06-10t185843z-519922704-up1em6a1gpt0l-rtrmadp-3-soccer-worldcup-infantino.jpg" /><br /> ]]>    Presidente da Fifa, Gianni Infantino, em coletiva no México na véspera da Copa do Mundo de futebol em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Henry Romero
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse nesta quarta-feira (10) que é "lamentável" a baixa do árbitro somali Omar Artan na Copa do Mundo de futebol, que vai começar na quinta. Infantino disse que a federação não pode interferir em decisões migratórias de países-sede do torneio.
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“É lamentável o que aconteceu com Omar (Artan), o árbitro da Somália. Mas, novamente, não controlamos tudo. (...) Estamos trabalhando nos bastidores, tentando entender a situação, mas há coisas que podemos saber, outras que não podemos saber, coisas que nos dizem e coisas que não nos dizem”, disse Infantino em uma coletiva de imprensa no estádio Azteca, na Cidade do México, um dia antes do início do torneio.
Artan foi cortado da Copa pela própria Fifa nesta semana, após ele ter sido barrado de entrar nos EUA para apitar jogos da competição (leia mais abaixo). Seu corte foi polêmico e ganhou repercussão mundial. O árbitro foi recebido como um herói ao chegar na Somália nesta quarta.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) disse em nota no início da semana que não interfere nas decisões finais tomadas pelas autoridades migratórias do país-sede. Infantino reforçou essa versão na coletiva quando perguntado se ele sentia que perdeu o controle da Copa:
“Estamos sempre tentando encontrar soluções, mas precisamos reconhecer que não somos os donos do mundo, que podem mandar em governos e forças policiais — somos uma organização esportiva”, disse o presidente da Fifa.
Árbitro somali escalado para Copa do Mundo tem entrada nos EUA negada pelo governo Trump
Ao mesmo tempo, Infantino se vangloriou da articulação feita nos bastidores para possibilitar que a seleção iraniana jogue a competição no território norte-americano. Afinal, os EUA e o Irã estão em guerra desde o final de fevereiro.
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Retirado do quadro da Fifa
O árbitro somali Omar Artan foi retirado do quadro de árbitros da Copa do Mundo de futebol após ele ter sido impedido de entrar nos Estados Unidos, informou a Federação Internacional de Futebol (Fifa) nesta segunda-feira (8).
“A Fifa pode confirmar que o oficial de arbitragem Omar Abdulkadir Artan não poderá treinar nem atuar na Copa do Mundo 2026 após ter sua entrada nos Estados Unidos negada. A Fifa não se envolve nos processos de imigração dos países sedes, incluindo concessões de vistos, e foi informada pelas autoridades que a situação do Sr. Artan não será alterada neste momento”, afirmou a federação.
Árbitro somali Omar Abdulkadir Artan em foto de janeiro de 2024.
Kenzo Tribouillard/AFP
No quadro da Fifa desde 2018, Artan atua na liga da Somália e foi eleito Árbitro do Ano pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025.
Artan "é um dos árbitros mais respeitados da África e (...) negar sua entrada nos Estados Unidos e impedi-lo de trabalhar (...) prejudica não apenas a ele pessoalmente, mas também mina o compromisso do futebol com a equidade, o mérito e o espírito de fair play", lamentou Abshir. "A comunidade do futebol deve apoiá-lo neste momento difícil", acrescentou o assessor, que é ex-capitão da seleção da Somália.
Omar Artan seria o primeiro árbitro somali a apitar jogos de Copa do Mundo. Aos 34 anos, ele estava entre os 52 árbitros selecionados para trabalhar na edição deste ano do torneio, organizada em conjunto por Canadá, México e Estados Unidos.
O governo Trump não havia se manifestado publicamente sobre o caso até a última atualização desta reportagem.
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/3uaHyxBL-ZXSeHm0dXuXxjYGLfc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/u/ngBgSBQ0GqvU9bgtjXBQ/2026-06-10t185843z-519922704-up1em6a1gpt0l-rtrmadp-3-soccer-worldcup-infantino.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:08:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eleições no Peru: Sánchez e Keiko disputam voto a voto; veja linha do tempo e MAPA de apuração</title>  <atom:subtitle>Com mais de 97% das urnas em apuração, os candidatos Roberto Sánchez e Keiko Fujimori registram diferença de menos de 1 ponto percentual.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eleicoes-no-peru-voto-a-voto-mapa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eleicoes-no-peru-voto-a-voto-mapa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/WyT8r9Uyrj--efubCpdUBr-Fl2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/N/K58BsZT5CE4x5rvaMsbw/260610-info-eleicoes-peru-progressao-13h25.png" /><br /> ]]>    Os candidatos Roberto Sánchez, da Juntos pelo Peru, e Keiko Fujimori, da Força Popular, disputam voto a voto a eleição presidencial no Peru em segundo turno. A votação foi no domingo (7) e a apuração segue em curso. 
Veja, abaixo, a linha do tempo da apuração:
Linha do tempo da apuração eleitoral no Peru
Arte/g1
Por volta das 22h de domingo, o órgão eleitoral peruano divulgou os primeiros dados oficiais da apuração: Keiko Fujimori largou na frente, cinco pontos percentuais à frente de Roberto Sánchez.  
A diferença entre os dois foi diminuindo à medida que a apuração avançava. Por volta das 7h de segunda-feira (8), Keiko tinha menos de um ponto de vantagem sobre Sánchez. 
Às 13h07 de segunda, no horário local, o candidato da Juntos pelo Peru ultrapassou Keiko. Depois, na noite de quarta-feira (10) Keiko retomou a vantagem -- de menos de um ponto. 
Situação atual da apuração
Com 98,3% das urnas do país apuradas, os dados oficiais do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) indicam que Sánchez tem 50,217% dos votos válidos contra 49,783% de Keiko. 
Agora no g1
Considerando as urnas em que peruanos votaram no exterior, a apuração total está em 98,3% com 50,003% para Keiko e 49,997% para Sánchez.
No exterior, 94,495% das urnas foram computadas. Keiko tem 63,429% contra 36,571% de Sánchez.
Dentro do país, nas regiões de Ayacucho, Cusco, Loreto, Madre Dios e Ucayali ainda há votos pendentes de serem computados. Nas demais, a contagem foi finalizada, ainda que a apuração não some 100%, porque parte das cédulas será enviada para a Justiça Eleitoral.
No total, considerando os votos depositados no Peru e no exterior, 1,752% dos votos ainda estão pendentes de apuração.
A autoridade eleitoral informou que a divulgação do resultado final pode demorar dias. A votação no Peru é feita com cédulas de papel. O país tem 27,33 milhões de eleitores aptos a votar.
Confira no mapa o desempenho dos candidatos em cada região peruana nesta quinta-feira (11):
Mapa mostra votação de Roberto Sánchez e Keiko Fujimori em cada região do Peru.
Arte/g1
Perfil dos candidatos
Keiko Fujimori concorre pelo partido Força Popular, legenda que fundou em 2008 para liderar a corrente fujimorista. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a candidata disputa a presidência pela quarta vez, tendo sido derrotada no segundo turno nas eleições de 2011, 2016 e 2021. 
Na votação de primeiro turno em 2026, Keiko obteve 17,2% dos votos válidos. 
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
O deputado Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, chegou ao segundo turno após obter 12% dos votos no primeiro turno.
A base de apoio de Sánchez é identificada majoritariamente em zonas rurais e áreas afastadas das regiões urbanas.
Histórico e contexto eleitoral
As eleições de 2026 registraram um recorde de 35 candidatos à presidência no primeiro turno. O processo ocorre em um cenário no qual o Peru registrou 9 presidentes em 10 anos, sendo que os mandatos constitucionais deveriam ser de cinco anos.
Dados de pesquisas indicam que 90% dos peruanos manifestam pouca ou nenhuma confiança no governo e no Congresso Nacional.
Além disso, apenas 10% dos peruanos afirmam estar satisfeitos com a democracia no país, situação que pesquisadores classificam como uma "desconfiança crônica".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/WyT8r9Uyrj--efubCpdUBr-Fl2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/N/K58BsZT5CE4x5rvaMsbw/260610-info-eleicoes-peru-progressao-13h25.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:00:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump diz que EUA conduziram operação secreta em Ormuz para liberar navios petroleiros</title>  <atom:subtitle>Segundo o presidente dos EUA, mais de 100 milhões de barris de petróleo foram escoados.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/trump-diz-que-eua-conduziram-operacao-secreta-em-ormuz-para-liberar-navios-petroleiros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/trump-diz-que-eua-conduziram-operacao-secreta-em-ormuz-para-liberar-navios-petroleiros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/UhSzleM9bqz2PbZDoJ46hPnyUQw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/A/tSurNKRGWaxFFlirKOgQ/2026-06-10t154602z-1918181058-rc23rla4p18q-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    EUA atacam o Irã em retaliação à derrubada de um helicóptero americano no Estreito de Ormuz
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (10) em um post na sua rede social que os EUA executaram uma missão secreta no mês passado para possibilitar a passagem de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz, atualmente bloqueado pelo Irã.
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Como resultado, mais de 100 milhões de barris de petróleo foram escoados e mais de 200 navios comerciais fizeram a travessia, segundo Trump.
"Esse esforço extremamente bem-sucedido deve-se ao fato de que os ESTADOS UNIDOS da AMÉRICA CONTROLAM o Estreito de Ormuz — NÃO o Irã. As forças militares deles estão derrotadas e a economia deles está perdida. Acabou para o Irã!", escreveu Trump.
Trump promete novo ataque
Mais cedo, Trump afirmou que voltará a atacar o Irã ainda nesta quarta (10) e que o novo ataque será "muito forte". 
"Nos os atacamos fortemente ontem, e vamos atacá-los fortemente de novo hoje", disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. "Eles deveriam ter assinado um acordo".
➡️ Apesar do cessar-fogo em vigor, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques na terça-feira (9). Forças norte-americanas bombardearam sistemas de defesa e radares no Estreito de Ormuz, e Teerã revidou lançando mísseis a uma base dos EUA no Bahrein.
Trump afirmou ter retaliado o Irã por ter derrubado um helicóptero militar norte-americano que sobrevoava Ormuz. 
Também nesta quarta (10), por meio de sua rede social Truth Social, o presidente norte-americano chamou o Irã de "valentão do Oriente Médio" e teceu novas ameaças, afirmando que o país agora terá que "pagar o preço" por não ter aceitado um acordo de paz.
"As Forças Armadas do Irã são um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio está MORTO!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora terão que pagar o preço!!!", escreveu Trump.
Pouco depois da declaração, o presidente dos EUA também deu uma entrevista à emissora norte-americana Fox News, na qual anunciou estar perto de ordenar novos ataques contra usinas de energia e pontes do Irã.
De acordo com uma fonte da agência de notícias Reuters, negociadores do Catar viajaram a Teerã na manhã desta quarta numa tentativa de finalizar um acordo, após consultas com os Estados Unidos.
Presidente Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca em 10 de junho de 2026.
Reuters/Evan Vucci
Troca de ataques
Os Estados Unidos realizaram nesta terça-feira (9) uma série de bombardeios contra o território iraniano, em retaliação à derrubada de um helicóptero Apache na região do Estreito de Ormuz no dia anterior.
O Irã, por sua vez, respondeu com ataques à Quinta Frota Naval dos EUA, estacionada no Bahrein, segundo a mídia estatal.
A Guarda Revolucionária iraniana falou em resposta "contundente", e o chanceler Abbas Araghchi que "nenhum ataque ficará sem resposta" e disse que os americanos "deixar a região se quiserem ficar seguros".
"As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) começaram a lançar ataques de autodefesa contra o Irã às 17h ET [18h no horário de Brasília] de hoje, por ordem do Comandante-Chefe [Donald Trump], em resposta à derrubada de um helicóptero Apache do Exército dos EUA ontem. A missão é uma resposta proporcional à agressão iraniana injustificada", afirmou o Centcom em comunicado divulgado nas redes sociais.
Posteriormente, o Centcom afirmou ter alvejado alvos de defesa antiaérea iraniana, estações de controle e radares que controlavam o Estreito de Ormuz.
Trump acusa Irã de derrubar helicóptero dos Estados Unidos
O bombardeio ocorreu horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter acusado o Irã de ter derrubado o helicóptero e ter prometido uma resposta. “Acho que é muito importante responder. (...) Esta é uma resposta ao que eles fizeram com nosso helicóptero ontem à noite, e acredito que a resposta deve ser muito forte, muito poderosa — e é isso que ela é”, disse Trump à emissora ABC após o início do ataque. Leia mais sobre o incidente abaixo.
As forças dos EUA atacaram diversos sistemas de defesa aérea e de radares na região do Estreito de Ormuz —via estratégica para o comércio mundial de petróleo, que o Irã fechou no início da guerra e Washington tenta reabrir—, afirmou um oficial norte-americano ao site Axios.
Mísseis iranianos são lançados, enquanto a Guarda Revolucionária do Irã afirma ter realizado ataques contra uma base americana na Jordânia e outros 21 alvos no Golfo Pérsico na quarta-feira, em retaliação aos ataques americanos no Estreito de Ormuz. A imagem, divulgada em 10 de junho de 2026, foi extraída de um vídeo estática de um local identificado como Teerã, Irã
WANA via Pool/via REUTERS
Diversas agências de notícias estatais como Irib, Isna e Mehr afirmaram que ataques foram registrados na ilha de Qeshm, em Ormuz, e nas cidades de Bandar Abbas, Sirik, Kohstak e Minab, no sul do país, porém até o momento falam em "origem desconhecida".
Minutos após o ataque dos EUA, a Guarda Revolucionária do Irã disse que "assim como alertamos horas antes, o Irã dará uma resposta contundente à agressão dos EUA". O chanceler iraniano Abbas Araghchi, afirmou que o país "não deixará nenhum ataque ou ameaça sem resposta".
Ainda não se sabe como que o ataque retaliatório dos EUA impactará o frágil cessar-fogo no conflito, em vigor desde o início de abril, e influenciará as negociações pelo fim do conflito. Uma autoridade dos EUA afirmou à CNN Internacional que o ataque desta terça foi um aviso ao Irã e o governo Trump acreditam que isso irá prejudicar as negociações para encerrar a guerra.
Mesmo com o ataque desta terça, os EUA ainda buscam uma resolução do conflito, e Trump disse na segunda que as tratativas para um acordo estavam "na fase final". A trégua na guerra foi violada também por Israel e Irã nos últimos dias, em uma troca de bombardeios criticada por Trump. O analista Guga Chacra, da GloboNews, afirmou que o bombardeio dos EUA foi "uma resposta calibrada e proporcional" à derrubada do helicóptero.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/UhSzleM9bqz2PbZDoJ46hPnyUQw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/A/tSurNKRGWaxFFlirKOgQ/2026-06-10t154602z-1918181058-rc23rla4p18q-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 18:26:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>FOTOS: Papa reza missa na Sagrada Família para abençoar a torre que tornou a igreja a mais alta do mundo</title>  <atom:subtitle>Pontífice está em turnê pela Espanha e já celebrou missas em Madri e em outros locais de Barcelona. Cerimônia marca inauguração de torre da icônica basílica.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/papa-leao-xiv-reza-missa-basilica-sagrada-familia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/papa-leao-xiv-reza-missa-basilica-sagrada-familia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/9jSbbehB34BRi3tR4An71gkqd-0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/e/xCi8l1RX6omkEljUZmBw/ezgif.com-speed-2026-06-10t155455.273.gif" /><br /> ]]>    Papa Leão XIV celebra missa histórica na Sagrada Família
O papa Leão XIV chegou nesta quarta-feira (10) à Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, na Espanha, para rezar uma missa no local e abençoar a torre de Jesus Cristo, que tornou a igreja a mais alta do mundo.
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Antoni Gaudí: quem é o arquiteto que projetou a Sagrada Família
A cerimônia religiosa marcou a inauguração da torre da icônica igreja projetada por Antoni Gaudí, após décadas de construção, exatamente no centenário da morte do arquiteto.
Na missa, o pontífice chamou a basílica de "uma eloquente catequese de cores e luzes". O papa voltou a pedir que líderes mundiais não incentivem guerras e afirmou que "não é possível amar a Jesus e promover guerras". 
Leão XIV, que está em uma turnê pela Espanha, chegou ao local em seu papamóvel por volta das 14h. Antes da missa, o papa fez um tour pela basílica. Durante a cerimônia, ele abençoou a torre de Jesus Cristo, que a tornou a igreja a mais alta do mundo e cuja construção foi finalizada poucos meses atrás.
Uma multidão de fiéis encheu as ruas de Barcelona para acompanhar a ida de Leão XIV à basílica. O premiê espanhol, Pedro Sanchez, o rei da Espanha, Felipe VI, e a rainha Letízia compareceram à missa. Veja fotos da missa abaixo:
Telão instalado na Sagrada Família mostra a missa histórica do Papa Leão XIV
Matteo Secci/ZUMA Press Wire via Reuters
Papa Leão XIV durante missa na basílica da Sagrada Família, em Barcelona, em 10 de junho de 2026.
Bruna Casas/ Reuters
Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, na Espanha, durante missa conduzida pelo papa Leão XIV, em 10 de junho de 2026.
Yara Nardi/ Reuters
Papa Leão XIV chega à Basílica da Sagrada Família (ao fundo, à direita), em Barcelona, na Espanha, em seu papamóvel para missa em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Michele Spatari
Papa Leão XIV durante na chegada à missa que rezou na basílica da Sagrada Família, em Barcelona, na Espanha, em 10 de junho de 2026.
Yara Nardi/ Reuters
Clérigos vestidos de batinas brancas entram na Basílica da Sagrada Família antes da missa do papa Leão XIV em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Yara Nardi
Papa Leão XIV chega à Basílica da Sagrada Família (ao fundo), em Barcelona, na Espanha, em seu papamóvel para missa em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Michele Spatari
Fiéis lotam calçadas em rua de Barcelona que leva à Basílica da Sagrada Família à espera da passagem do papa Leão XIV em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Nacho Doce
Primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchez, cumprimenta o rei da Espanha, Felipe VI, em chegada para missa do papa Leão XIV na Basílica da Sagrada Família em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Michele Spatari
Papa Leão XIV na Espanha
Papa Leão XIV em discurso no Parlamento da Espanha
Alessandra Tarantino/Pool via REUTERS
Mais cedo nesta quarta, Leão XIV rezou uma missa na igreja batista de Santi Augusti, onde se encontrou com fiéis. O papa está em turnê de uma semana pela Espanha.
Na terça, o pontífice liderou uma vigília no Estádio Olímpico Lluís Companys, também em Barcelona, junto com cerca de 40 mil fiéis.
Na segunda-feira, Leão XIV fez um discurso no parlamento espanhol em Madri e teve um breve encontro a portas fechadas com o cantor porto-riquenho Bad Bunny no estádio Santiago Bernabéu. A Santa Sé não divulgou fotos da reunião.
Gif Papa missa na Sagrada Família
Reuters  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/9jSbbehB34BRi3tR4An71gkqd-0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/e/xCi8l1RX6omkEljUZmBw/ezgif.com-speed-2026-06-10t155455.273.gif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 17:21:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Presidente da Fifa é retratado como fantoche de Trump em jornal; VEJA IMAGEM</title>  <atom:subtitle>O 'L'Équipe' criticou política migratória dos Estados Unidos durante a Copa do Mundo e destaca casos de atletas, árbitros e integrantes de delegações que enfrentaram restrições para entrar no país.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/presidente-da-fifa-e-retratado-como-fantoche-de-trump-em-jornal-frances.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/presidente-da-fifa-e-retratado-como-fantoche-de-trump-em-jornal-frances.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/tchqMlsyq2OoWXuiPXfudENSm6U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/S/VzXrEyTiKJOq8BpA5qMQ/lequipe.avif" /><br /> ]]>    Capa do jornal 'L'Équipe'.
Reprodução/L'Équipe
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, aparece retratado como um fantoche de Donald Trump, na capa desta quarta-feira (10) do jornal francês "L'Équipe". 
A publicação, considerada a principal referência esportiva da França, faz críticas às restrições migratórias adotadas pelo governo americano durante a Copa do Mundo e destaca, em tom irônico, a manchete: 
"Bem-vindos aos EUA".
A reportagem cita o caso do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, escolhido pela Fifa para atuar em partidas do Mundial. Segundo o jornal, ele passou cerca de 11 horas sendo interrogado por autoridades migratórias americanas, chegou a ser mantido em uma cela e acabou impedido de entrar no país. 
Depois disso, retornou à Somália, onde foi recebido com festa pela população.
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Quem é o árbitro somali que faria história na Copa mas foi barrado no aeroporto pelos EUA
Além do episódio envolvendo o árbitro, outros casos registrados durante a competição também repercutiram na imprensa internacional. 
O atacante Aymen Hussein, principal nome da seleção do Iraque, ficou retido por aproximadamente sete horas na imigração antes de receber autorização para ingressar nos Estados Unidos.
Já um fotógrafo que acompanha a seleção iraquiana teve o visto negado ao desembarcar no país e foi deportado de volta para Bagdá.
A situação da delegação do Irã também gerou questionamentos. Inicialmente, os jogadores iranianos só poderiam entrar nos Estados Unidos nos dias em que disputassem partidas da Copa e precisariam deixar o país logo após os jogos. 
Nesta terça-feira (9), porém, a agência Reuters informou que as autoridades americanas flexibilizaram a medida e passaram a permitir a chegada da equipe um dia antes dos compromissos.
Relação estreita com Trump
Em dezembro do ano passado, Fifa concedeu um prêmio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "por seus esforços pela paz". A premiação, chamada de "Prêmio da Paz da Fifa — O Futebol une o mundo", foi criada em 2025 pela federação por sugestão de Trump
O presidente americano fez uma campanha em favor de si mesmo para receber o Nobel da Paz, que foi entregue à líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado que, posteriormente, entregou o prêmio a Trump.
O presidente norte-americano recebeu o prêmio durante a cerimônia de sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, em Washington, das mãos do presidente da Fifa, Gianni Infantino. O dirigente entregou um troféu e uma medalha a Trump.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/tchqMlsyq2OoWXuiPXfudENSm6U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/S/VzXrEyTiKJOq8BpA5qMQ/lequipe.avif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 16:48:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Na véspera da Copa do Mundo, papa Leão XIV diz que vida e futebol se jogam 'em equipe'</title>  <atom:subtitle>Pontífice fez analogia ao responder a uma carta escrita por um menino de seis anos durante cerimônia em igreja em Barcelona, na Espanha. A fala de Leão XIV vai em linha com outras mensagens recentes divulgadas por ele, em que prega a união ante a guerra.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/a-um-dia-da-copa-do-mundo-papa-leao-xiv-diz-que-vida-e-futebol-se-jogam-em-equipe.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/a-um-dia-da-copa-do-mundo-papa-leao-xiv-diz-que-vida-e-futebol-se-jogam-em-equipe.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/upOrIdefJxLRS4kR1gv8HglPbQA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/E/fiPGMGTlGWxMg7WpngrA/2026-06-06t084250z-2130217261-rc28olazosyj-rtrmadp-3-pope-spain-arrival.jpg" /><br /> ]]>    O papa é pop: na Espanha, Leão 14 fala sobre paz e Bad Bunny
A um dia do início da Copa do Mundo, o papa Leão XIV comparou, nesta quarta-feira (10), a vida ao futebol e disse que é preciso jogar "em equipe" em ambos.
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"O futebol também nos ajuda a lembrar algo muito importante: que a vida não é uma corrida para ser vivida de forma solitária. É algo que se joga em equipe, e é preciso aprender a correr juntos", disse o papa em um evento em Barcelona, no quinto dia de sua visita à Espanha.
"Neste sentido, alguém pode ser uma estrela", mas se "nunca passar a bola, então não deixa que os outros entrem no jogo e provavelmente vai perder", acrescentou o pontífice na igreja de Santo Agostinho em Barcelona, onde se reuniu com representantes de associações que atendem pessoas desfavorecidas.
O papa falou sobre futebol ao responder um menino, Renzo, de seis anos, que leu uma carta na qual perguntava se ele gostava deste esporte.
O papa Leão XIV acena ao chegar ao aerorpoto de Madri para visita à Espanha, em 6 de junho de 2026.
Yara Nardi/ Reuters
Leão XIV, de 70 anos, disse que preferia tênis, que ainda joga regularmente, mas também futebol.
"Com os seminaristas, quando estive em Trujillo [no Peru], jogava futebol. Na defesa, se quiser saber; não era um grande artilheiro", brincou o papa, que tem nacionalidade peruana. "No Peru, com os seminaristas, eu acompanhava muito os times locais, mas também jogava (porque um) pouco de esporte faz bem para todos", acrescentou.
O papa disse aos jornalistas, no voo para a Espanha, que, na Copa do Mundo, "sem dúvida" vai torcer pelo seu país natal, os Estados Unidos. Mas admitiu: "Não tenho certeza de quantas partidas vou conseguir assistir".
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/upOrIdefJxLRS4kR1gv8HglPbQA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/E/fiPGMGTlGWxMg7WpngrA/2026-06-06t084250z-2130217261-rc28olazosyj-rtrmadp-3-pope-spain-arrival.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 16:38:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump sobre vistos para a Copa do Mundo: 'Trabalhando pra garantir que as pessoas certas entrem'</title>  <atom:subtitle>Presidente dos EUA rebateu críticas que vem sofrendo ao assinar um projeto de lei que garante US$ 70 bilhões de financiamento para ajudar na fiscalização e deportação de imigrantes.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/trump-vistos-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/trump-vistos-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/1tqCFe3w4eTkx1yMRCEAZlN5pCE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/v/E4g6QIT9eXUCRGIaAR6Q/2026-06-10t161523z-1212515605-rc24rla6qcml-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    Time de Senegal é revistado ainda na pista ao chegar nos EUA; jornalista relata abordagem
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rebateu as críticas sobre os efeitos de suas duras políticas de imigração no acesso de turistas e delegações na Copa do Mundo nesta quarta-feira (10).
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O republicano, que sancionou um projeto de lei que garante US$ 70 bilhões de financiamento para ajudar na fiscalização e deportação de imigrantes, direcionados ao Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e à Patrulha da Fronteira dos EUA (CBP), afirmou:
"Estamos trabalhando para garantir que as pessoas certas entrem".
O presidente dos EUA, Donald Trump, exibe o Ato de Segurança da América após assiná-lo no Salão Oval da Casa Branca
REUTERS/Evan Vucci
A declaração vem pouco depois que a ONU se pronunciou pedindo que os EUA reconsiderarem suas práticas de controle da entrada de estrangeiros durante a competição.
Em declaração dada a repórteres, o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, criticou o governo de Donald Trump depois que torcedores, um árbitro somali da Fifa e dirigentes de equipes foram impedidos de entrar no país para a competição, e pediu mudanças:
"Espero sinceramente que repesem profundamente sobre a forma como as medidas de controle da imigração afetam os direitos humanos e a dignidade humana e que, especialmente às vésperas da Copa do Mundo, sejam revistas políticas que, infelizmente, temos visto prevalecer, sobretudo nos Estados Unidos".
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As demonstrações da dura política imigratória do governo de Donald Trump durante a Copa do Mundo já começaram, com revistas a seleções e vistos negados. No vizinho México, de outro lado, a recepção tem sido no tom inverso, com festa e torcida. 
Na segunda-feira (8), ao chegar nos Estados Unidos, a seleção do Senegal foi submetida a uma revista na pista do aeroporto de Raleigh, na Carolina do Norte.
Os jogadores e membros da delegação foram revistados, um a um, com detectores de metal e inspeção de bagagem (veja no vídeo acima). 
No início da tarde desta terça (9), a seleção senegalesa esclareceu em um comunicado que a vistoria ocorreu antes do embarque, ao pé do avião, justamente para que a seleção pudesse pegar o voo sem ter que transitar pelas zonas habituais do terminal e pelas salas de embarque.
"Esta disposição visava essencialmente otimizar o tempo de viagem da delegação e facilitar o seu embarque a bordo do voo privado", afirma o comunicado.
O jogador belga Kevin de Bruyne é revistado na chegada da seleção da Bélgica aos Estados Unidos, em Chicago, em 9 de junho de 2026.
Reprodução/ Redes sociais
O caso de Senegal, que viralizou nas redes, não foi o único até agora. A seleção da Bélgica também foi submetida a uma revista com detectores de metal até na sola do sapato na chegada a Chicago nesta terça-feira (9). veja abaixo.
Também na segunda-feira, o árbitro da Somália Omar Artan, escalado para trabalhar na Copa do Mundo de futebol, teve sua entrada nos Estados Unidos negada pelo governo Trump, após horas de interrogatório ao chegar em território norte-americano.
Artan, que seria o primeiro somaliano a apitar uma partida de Copa do Mundo, tinha visto válido, segundo a Federação da Somália.
Seleção e delegação do Uzbequistão espera na porta de ônibus ao desembarcar em Nova York para disputar amistoso contra Holanda, em 8 de junho de 2026.
Reprodução/ Redes sociais
Já a seleção do Uzbequistão foi recepcionada em Chicago com cães farejadores ao desembarcar para um amistoso contra a Holanda, também na segunda-feira. 
A delegação do país se queixou após o episódio e denunciou ter tido todas as suas bagagens revistadas e esperado por horas de pé sob o sol forte para a liberação. O técnico da seleção do Uzbequistão, Fabio Cannavaro, criticou a revista e, à imprensa norte-americana, disse que "foi a primeira fez na vida que passei por isso", afirmou. 
México recebe com festa
Em contraponto aos EUA, México "abre as portas" para a Copa do Mundo
Já no México, as primeiras recepções tiveram o enredo oposto. A seleção da Espanha foi recebida com bandas de música, dança e bandeiras ao desembarcar na segunda-feira na cidade de Puebla, onde disputou um amistoso contra o Peru na noite de segunda.   
Em uma publicação em suas redes sociais, o canal da seleção espanhola de futebol agradeceu a recepção. 
"Obrigada pela recepção tão especial, amigos", disse a publicação (veja abaixo). 
Seleção espanhola é recebida com festa no México
Endurecimento da política migratória 
Agora no g1
Além de ter endurecido a política migratória dos Estados Unidos desde que tomou o poder, no início do ano passado, o governo de Donald Trump também adotou medidas ainda mais rígidas por conta da Copa do Mundo de 2026. 
Uma delas foi a expansão dos decretos de restrição de vistos e viagens de 19 para 39 países. Nações como Haiti, Irã, Somália, Sudão e Mali sofrem com suspensões parciais ou totais na emissão de vistos de turismo de curta permanência. 
Washington também ampliou o leque de cidadãos estrangeiros que teriam de pagar um valor caução para adquirir o visto para entrar no país, no intuito de evitar que torcedores e membros de delegações permaneçam nos Estados Unidos de forma ilegal após a Copa.  
Cidadãos de cerca de 50 países considerados "de risco" foram obrigados a postar depósitos reembolsáveis de US$ 5.000, US$ 10.000 ou US$ 15.000 para conseguirem o visto.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/1tqCFe3w4eTkx1yMRCEAZlN5pCE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/v/E4g6QIT9eXUCRGIaAR6Q/2026-06-10t161523z-1212515605-rc24rla6qcml-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 16:06:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bad Bunny se encontra com o Papa Leão XIV em Madri, mas deveria ter tirado mais fotos</title>  <atom:subtitle>Encontro entre pontífice e cantor pop ocorreu a portas fechadas na segunda (8) na capital espanhola. Vaticano disse que não deve divulgar imagens do encontro.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/encontro-papa-leao-xiv-bad-bunny-madri.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/encontro-papa-leao-xiv-bad-bunny-madri.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/y8qfCRSuoKBJsK1x7q8GrBtL9OM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/M/njzFLdTRGmIY6hpz0Otg/design-sem-nome-15-.jpg" /><br /> ]]>    Papa Leão XIV (à esquerda) e cantor Bad Bunny.
Yara Nardi/Mike Blake//Reuters
O Papa Leão XIV teve um breve encontro privado com o cantor porto-riquenho Bad Bunny no estádio Bernabéu, casa do Real Madrid, na noite de segunda-feira (8), enquanto ambos estavam em turnê pela Espanha.
A informação foi confirmada pelo Vaticano na terça (9). A Santa Sé afirmou que não deve divulgar fotos do encontro.
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Segundo um comunicado do Vaticano, o papa encontrou o astro do reggaeton —cujo álbum “Debí Tirar Más Fotos” (“Eu Deveria Ter Tirado Mais Fotos”) venceu o prêmio de Álbum do Ano no Grammy deste ano— acompanhado de sua família e outras pessoas. Ele lhes dirigiu uma breve saudação antes de deixar o estádio, acrescentou a nota.
Leão XIV, que irritou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no início deste ano ao criticar a guerra no Irã, está em uma viagem de uma semana pela Espanha. Em sua passagem pelo país europeu, o pontífice voltou a alertar que a escalada de conflitos levou o mundo a uma “crise profunda”.
O papa é pop: na Espanha, Leão 14 fala sobre paz e Bad Bunny
Coincidentemente, provocar a ira de Trump é algo que o papa e Bad Bunny — têm em comum.
O cantor tem sido vocal em suas críticas às políticas rígidas anti-imigração de Trump e se alçou como opositor do presidente norte-americano após uma apresentação histórica no show do intervalo do Super Bowl em fevereiro, em que cantou reggaeton em espanhol no evento mais importante do esporte dos Estados Unidos. Trump classificou a apresentação como “absolutamente terrível” e “uma afronta à grandeza dos EUA”.
Bad Bunny também apoiou a ex-vice-presidente Kamala Harris, do Partido Democrata, na eleição presidencial de 2024.
O pontífice fará uma missa na frente da basílica da Sagrada Família na tarde desta quarta (10), para marcar a inauguração da icônica igreja projetada pelo arquiteto Antoni Gaudí.
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/y8qfCRSuoKBJsK1x7q8GrBtL9OM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/M/njzFLdTRGmIY6hpz0Otg/design-sem-nome-15-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:55:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Secretário de Guerra de Trump ameaça 'confronto' com Cuba se ilha comprar armas de aliados </title>  <atom:subtitle>Pete Hegseth disse que compra de armas pelo governo cubano seria 'convite a um confronto' com os EUA. Imprensa afirmou em maio que Cuba vem adquirindo drones de ataque da Rússia e do Irã.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/secretario-de-guerra-de-trump-ameaca-confronto-com-cuba-se-ilha-comprar-armas-de-aliados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/secretario-de-guerra-de-trump-ameaca-confronto-com-cuba-se-ilha-comprar-armas-de-aliados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/8X-4p5II9QRE62-iGkaiXvlllIo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/o/7/ba89atRBA0S0O6WVPIdA/foto-upscaled-1200px.jpg" /><br /> ]]>    Drones e jatos militares dos EUA são observados perto de Cuba
CRÉDITO, SOPA IMAGES/LIGHTROCKET VIA GETTY IMAGES
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta quarta-feira (10) que pode atacar Cuba caso o governo da ilha compre armamentos de aliados. 
Hegseth disse que a compra de artefatos, em especial os capazes de atingir o território norte-americano ou a base naval dos EUA em Guantánamo, deria levar a um confronto que Havana não suportaria.
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➡️ Em maio, uma reportagem do jornal norte-americano Axios afirmou, com bases em fontes de Havana e Washington, que Cuba comprou mais de 300 drones de ataque dos aliados Rússia e Irã e vem armazenando o armamento em pontos estratégicos para possíveis ofensivas a alvos dos Estados Unidos. Entre eles, de acordo com as fontes ouvidas pelo site, estão:
A cidade de Key West, ilha no extremo sul da Flórida;
Navios norte-americanos que trafeguem perto da costa de Cuba;
A base norte-americana de Guantánamo, em Cuba.
EUA monitoram ameaça de drones em Cuba, diz Axios
"Seria imprudente da parte do governo cubano tentar adquirir ou obter acesso a tipos de armas que possam atingir esta base ou o território americano", disse Hegseth, sem especificar quais armamentos seriam necessários. 
“Eles estariam convidando para um tipo de confronto que não só não desejam, como também não poderiam suportar. Nenhum país na Terra se compara às capacidades dos Estados Unidos da América". 
Hegseth, falando a tropas norte-americanas durante uma visita à base, disse, no entanto, que ainda mantém a esperança de uma relação positiva com Cuba.
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/8X-4p5II9QRE62-iGkaiXvlllIo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/o/7/ba89atRBA0S0O6WVPIdA/foto-upscaled-1200px.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:18:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fifa pede mudanças em camisa do Haiti para a Copa por mensagem política</title>  <atom:subtitle>A decisão foi divulgada pela empresa responsável pelo uniforme, a Saeta. A fabricante não revelou quais elementos motivaram a exigência e não detalhou o que foi mudado na versão final do uniforme.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/fifa-pede-mudancas-em-camisa-do-haiti-para-a-copa-por-mensagem-politica.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/fifa-pede-mudancas-em-camisa-do-haiti-para-a-copa-por-mensagem-politica.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/xHloYIlM1HRfppQJjLwBNs9eipA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/4/u/aFe9F4TYAXQrdzwRNYdg/fotojet-6-.jpg" /><br /> ]]>    Fifa pede mudanças em camisa do Haiti
Reprodução/Instagram
Após pedido da Fifa, a camisa da seleção do Haiti terá que ser mudada para a Copa do Mundo, segundo um comunicado divulgado nesta quarta-feira (10) pela empresa responsável pelo uniforme, a Saeta. A fabricante informou que a entidade determinou alterações no design por entender que alguns elementos visuais poderiam ser interpretados como uma mensagem política.
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A fabricante não revelou quais elementos motivaram a exigência de alteração nem detalhou as modificações realizadas na versão final do uniforme.
Segundo a Saeta, o projeto foi desenvolvido em parceria com a Federação Haitiana de Futebol para marcar o retorno histórico da seleção haitiana ao principal torneio da modalidade. A proposta, de acordo com a empresa, era homenagear "o orgulho, a resiliência e o espírito do povo haitiano" e "não tinha a intenção de ser uma declaração política".
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"Diversos conceitos foram desenvolvidos e aperfeiçoados ao longo de vários meses e submetidos ao processo padrão de aprovação da FIFA", afirmou a nota. 
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Apesar disso, segundo a nota, durante a análise do material, a Fifa concluiu que "certos elementos visuais poderiam ser interpretados de maneira diferente" de acordo com os regulamentos da entidade para equipamentos esportivos. Por isso, solicitou mudanças no design antes da aprovação final.
"Embora essa interpretação tenha sido diferente da nossa intenção, a Saeta respeitou o processo e implementou os requisitos finais comunicados pela Fifa", afirmou a empresa.
Nota da Saeta
"Após a histórica classificação do Haiti para a Copa do Mundo da FIFA, a Saeta teve o privilégio de projetar o uniforme para o retorno da seleção nacional ao maior palco do futebol.
Trabalhando em estreita colaboração com a Federação Haitiana de Futebol, nosso objetivo durante todo o processo foi criar uma camisa que celebrasse o orgulho, a resiliência e o espírito do povo haitiano.
Diversos conceitos foram desenvolvidos e aperfeiçoados ao longo de vários meses e submetidos ao processo padrão de aprovação da FIFA.
O design final apresentado pela Saeta foi concebido como uma homenagem aos homens e mulheres que contribuem todos os dias para o futuro do Haiti e não tinha a intenção de ser uma declaração política.
Durante o processo de revisão, a FIFA determinou que certos elementos visuais poderiam ser interpretados de maneira diferente sob seus regulamentos de equipamentos esportivos e, por fim, solicitou modificações no design.
Embora essa interpretação tenha sido diferente da nossa intenção, a Saeta respeitou o processo e implementou os requisitos finais comunicados pela FIFA.
Continuamos orgulhosos de ter contribuído, ao lado da Federação Haitiana de Futebol, para este momento histórico do futebol haitiano e desejamos à equipe todo o sucesso na Copa do Mundo da FIFA".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/xHloYIlM1HRfppQJjLwBNs9eipA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/4/u/aFe9F4TYAXQrdzwRNYdg/fotojet-6-.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:17:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Drones desafiam esquema de segurança dos EUA na Copa do Mundo </title>  <atom:subtitle>Desde dezembro, o governo Trump gastou US$250 milhões para ajudar as cidades-sede dos EUA a lidar com ameaças de drones.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/drones-desafiam-esquema-de-seguranca-dos-eua-na-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/drones-desafiam-esquema-de-seguranca-dos-eua-na-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/F6jD91zgZQchdl3T47X4RFAUyT4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/H/5YSgAtRq68L0eIrwrsug/2026-05-30t182455z-1268262001-rc2sjlauyrgt-rtrmadp-3-colombia-election-preps.jpg" /><br /> ]]>    Drones desafiam esquema de segurança dos EUA na Copa do Mundo 
REUTERS/Jair F. Coll
Os responsáveis pelo planejamento de segurança da Copa do Mundo nos Estados Unidos se preparam para que os drones representem uma das ameaças mais complexas do torneio. Autoridades norte-americanas buscam proteger estádios, áreas de concentração de torcedores, hotéis das equipes, centros de treinamento e rotas de transporte em várias cidades e jurisdições dos Estados Unidos.
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Executivos do setor afirmam que a preocupação se dá desde torcedores em busca de imagens para as redes sociais até possíveis ações de vigilância capazes de monitorar movimentações de equipes, padrões de segurança e áreas restritas.
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Melissa Swisher, diretora de receitas da SkySafe, uma empresa de detecção de drones e segurança do espaço aéreo, disse que aeronaves baratas “mudaram fundamentalmente” o planejamento de segurança para grandes eventos esportivos, pois podem entrar em áreas restritas antes que as autoridades consigam reagir.
“Um drone de mil dólares que voa a 65 a 70 km/h pode percorrer 3 km em menos de três minutos”, declarou Swisher à Reuters. “Quando alguém o avista, já é tarde demais.”
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Swisher disse que o uso mais provável durante a Copa do Mundo pode ser a vigilância, em vez de uma aeronave carregando uma carga útil. Os drones poderiam ser usados para estudar padrões de segurança, monitorar os movimentos das equipes ou obter imagens não autorizadas. Outros podem ser pilotados por amadores, pela mídia ou por torcedores que não entendem as restrições temporárias de voo, segundo ela.
Os drones podem contornar a segurança convencional dos estádios, como postes de bloqueio, magnetômetros e perímetros ampliados para pedestres, disse Tom Adams, diretor de segurança pública da empresa de combate a drones DroneShield e ex-agente do FBI.
“Você tem algo que pode superar todas essas medidas de segurança tradicionais e passar direto por cima de tudo”, disse Adams. “Em muitos casos, é apenas uma pessoa descuidada e desinformada que quer tirar uma foto legal para postar em sua página nas redes sociais.”
Empresas especializadas em combate a drones estão trabalhando com órgãos de segurança pública e autoridades policiais para construir redes de detecção ao redor dos locais dos torneios. A SkySafe afirmou que seus sensores podem identificar sinais de drones, rastrear trajetórias de voo e, quando possível, localizar o operador.
A DroneShield está apoiando uma implantação na região de Kansas City liderada pela polícia e parceiros regionais para ajudar a detectar drones em várias jurisdições.
Os executivos afirmaram que derrubar drones raramente é uma opção simples em meio a multidões, pois os destroços podem colocar os espectadores em risco. Identificar o operador pode ser a resposta mais segura quando um drone parece estar coletando informações, em vez de representar uma ameaça física imediata.
O governo Trump teria gasto US$250 milhões desde dezembro para ajudar as cidades-sede dos EUA a lidar com ameaças de drones.
O financiamento, distribuído pela Agência Federal de Gestão de Emergências a 11 Estados-sede e a Washington, D.C., tem como objetivo ajudar a rastrear e mitigar aeronaves não autorizadas. Nos dias de jogo, aviões e drones serão proibidos em um raio de 4,8 km dos estádios e até 900 metros de altitude, de acordo com as restrições da Administração Federal de Aviação.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/F6jD91zgZQchdl3T47X4RFAUyT4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/H/5YSgAtRq68L0eIrwrsug/2026-05-30t182455z-1268262001-rc2sjlauyrgt-rtrmadp-3-colombia-election-preps.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:59:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Comissão do Congresso da Colômbia ordena suspensão do mandato de Gustavo Petro </title>  <atom:subtitle>Comissão de Investigação e Acusação da Câmara dos Deputados da Colômbia emitiu ordem alegando uma 'falta grave' por parte de Petro por 'intervenção na política'. Segundo imprensa local, Legislativo deve derrubar medida, que pede suspensão do cargo até 21 de junho, dia do 2º turno no país.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/comissao-do-congresso-da-colombia-pede-suspensao-do-mandato-de-gustavo-petro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/comissao-do-congresso-da-colombia-pede-suspensao-do-mandato-de-gustavo-petro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/gHq8PnlbXlECzqWZLyYAcBPhShY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/D/e/ATORLjQAKnJib6JDJDmQ/2025-10-23t173631z-859815302-rc2thham8a7w-rtrmadp-3-colombia-politics.jpg" /><br /> ]]>    Gustavo Petro
REUTERS/Luisa Gonzalez
Uma comissão da Câmara dos Deputados da Colômbia emitiu nesta quarta-feira (10) uma ordem suspendendo o mandato do presidente do país, Gustavo Petro. A comissão alega que Petro cometeu uma "falta grave" por "intervenção na política".
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➡️ Ainda não estava claro, até a última atualização desta reportagem, se a ordem tem efeito legal e imediato, mas a imprensa colombiana afirmou que o Legislativo deve derrubar a medida. Segundo o jornal "El Tiempo", a medida é inédita na Colômbia, e, por isso, ainda havia um limbo jurídico em torno dela. 
A ordem foi assinada e emitida pela presidente da Comissão Legislativa de Investigação e Acusação da Colômbia, Gloria Arizabaleta, rival política de Petro. 
No documento, Arizabaleta determina que Petro deve ser afastado de suas funções até 21 de junho, data em que acontece o segundo turno das eleições colombianas.
Petro apoia Iván Cepeda, um dos dois candidatos que foi ao segundo turno. Cepeda enfrentará o ultradireitista Aberlardo de la Espriella, que terminou em 1º lugar no primeiro turno. Quando os resultados foram divulgados, Petro se recusou a aceitá-los, alegando que Cepeda deveria ter ficado na primeira posição. 
O presidente colombiano ainda não havia se pronunciado sobre a ordem de suspensão até a última atualização desta reportagem. Petro cumpre mandato desde 2022 e deixará o cargo este ano. 
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/gHq8PnlbXlECzqWZLyYAcBPhShY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/D/e/ATORLjQAKnJib6JDJDmQ/2025-10-23t173631z-859815302-rc2thham8a7w-rtrmadp-3-colombia-politics.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:44:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Eleições no Peru: diferença entre Sanchez e Fujimori é de apenas 7 mil votos</title>  <atom:subtitle>Com quase 98% das urnas apuradas, a votação segue indefinida. O deputado de esquerda está à frente da conservadora, mas com diferença de menos de um ponto percentual.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eleicoes-no-peru-diferenca-sanchez-fujimori.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eleicoes-no-peru-diferenca-sanchez-fujimori.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/V0Lmxo913mSATe7AmjuoZhYcqpI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/J/5/J9q3FWQc6DbahZYWpiNQ/design-sem-nome-3-.png" /><br /> ]]>    'O país da apuração interminável': por que o resultado da eleição no Peru demora tanto?
Os candidatos Roberto Sánchez, da Juntos pelo Peru, e Keiko Fujimori, da Força Popular, disputam voto a voto a eleição presidencial no Peru. A votação foi no domingo (7) e a apuração segue em curso. 
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Às 21h12 desta quarta-feira (10), três dias após os peruanos votarem no segundo turno, com quase 98% das urnas apuradas, a diferença entre os dois candidatos é de menos de um ponto percentual, pouco mais de 7 mil votos.
O deputado de esquerda está à frente com 50,019% dos votos, enquanto a conservadora tem 49,981%.
Veja, abaixo, a linha do tempo da apuração:
Selo eleição no Peru
Editoria de Arte/g1
Os primeiros dados oficiais da apuração foram divulgados por volta das 22h de domingo (7) pelo órgão eleitoral peruano: Keiko Fujimori largou na frente, cinco pontos percentuais à frente de Roberto Sánchez.  
A diferença entre os dois foi diminuindo à medida que a apuração avançava. Por volta das 7h de segunda-feira (8), Keiko tinha menos de um ponto de vantagem sobre Sánchez. 
Às 13h07 de segunda, no horário local, o candidato da Juntos pelo Peru ultrapassou Keiko. Desde então, Sánchez se mantém à frente. 
Nesta quarta, 98,207% das urnas do Peru, já haviam sido abertas e contabilizadas. Já no exterior, a apuração está em 67,36%, com Keiko Fujimori bem à frente do adversário, com 62,46% dos votos contra 37,54%.
A autoridade eleitoral informou que a divulgação do resultado final pode demorar dias. A votação no Peru é feita com cédulas de papel. O país tem 27,33 milhões de eleitores aptos a votar.
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Confira no mapa o desempenho dos candidatos em cada região peruana nesta terça-feira (9):
Mapa mostra votação de Roberto Sánchez e Keiko Fujimori em cada região do Peru.
Arte/g1
Perfil dos candidatos
Keiko Fujimori concorre pelo partido Força Popular, legenda que fundou em 2008 para liderar a corrente fujimorista. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a candidata disputa a presidência pela quarta vez, tendo sido derrotada no segundo turno nas eleições de 2011, 2016 e 2021. 
Na votação de primeiro turno em 2026, Keiko obteve 17,2% dos votos válidos. 
Keiko Fujimori (à esquerda) e Roberto Sánchez (à direita).
Stifs Paucca e Angela Ponce / Reuters
O deputado Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, chegou ao segundo turno após obter 12% dos votos no primeiro turno.
A base de apoio de Sánchez é identificada majoritariamente em zonas rurais e áreas afastadas das regiões urbanas.
Histórico e contexto eleitoral
As eleições de 2026 registraram um recorde de 35 candidatos à presidência no primeiro turno. O processo ocorre em um cenário no qual o Peru registrou 9 presidentes em 10 anos, sendo que os mandatos constitucionais deveriam ser de cinco anos.
Dados de pesquisas indicam que 90% dos peruanos manifestam pouca ou nenhuma confiança no governo e no Congresso Nacional.
Além disso, apenas 10% dos peruanos afirmam estar satisfeitos com a democracia no país, situação que pesquisadores classificam como uma "desconfiança crônica".  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/V0Lmxo913mSATe7AmjuoZhYcqpI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/J/5/J9q3FWQc6DbahZYWpiNQ/design-sem-nome-3-.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:41:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Sobrevivência de pilotos de helicóptero dos EUA que caiu em Ormuz foi um milagre, diz Trump</title>  <atom:subtitle>Aeronave caiu perto do Estreito de Ormuz na segunda (8). Segundo Trump, as forças iranianas utilizaram um drone para atingir o helicóptero e a arma ficou "presa entre os dois pilotos".</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/sobrevivencia-de-pilotos-de-helicoptero-dos-eua-que-caiu-em-ormuz-foi-um-milagre-diz-trump.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/sobrevivencia-de-pilotos-de-helicoptero-dos-eua-que-caiu-em-ormuz-foi-um-milagre-diz-trump.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/LtXC3NocQnEF1Pk5Ur3khwzxwMY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/0/L71BLxQZKVAb0YhGLH0Q/ah-64-hero-desktop.jpeg" /><br /> ]]>    Helicóptero Apache modelo AH-64, o mesmo que caiu perto do Estreito de Ormuz
Divulgação / Boeing
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (10), que a sobrevivência dos pilotos do helicóptero norte-americano que foi derrubado perto do Estreito de Ormuz "foi um milagre". 
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O republicano deu mais detalhes sobre a ocorrência em uma entrevista para a Fox News. Segundo Trump, as forças iranianas utilizaram um drone para atingir o helicóptero e a arma ficou "presa entre os dois pilotos". 
Trump disse ainda que o drone estava em chamas, mas não chegou a explodir. 
O helicóptero AH-64 Apache operava na região do Estreito de Ormuz quando caiu por volta das 18h30 de segunda-feira (no horário de Brasília), segundo o Comando Central do Exército dos EUA (Centcom).
A aeronave foi derrubada pelo Irã, segundo Trump. O presidente norte-americano disse ainda que os EUA "precisarão responder" ao ataque iraniano.
Nesta terça-feira (9), o Comando Central do Exército norte-americano revelou que os dois pilotos foram resgatados por um barco-drone não tripulado. 
Os dois pilotos foram resgatados próximo à costa do Omã em condição estável cerca de duas horas depois do incidente, segundo o capitão Tim Hawkins, porta-voz do Centcom. Hawkins disse ainda que os militares foram localizados por um barco-drone não tripulado, e o resgate ocorreu na água.
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Esta foi a primeira operação desse tipo realizada pelas Forças Armadas dos EUA, afirmou uma autoridade militar norte-americana à emissora CBS News.
Hawkins não deu mais detalhes sobre o modelo barco-drone utilizado no resgate, apenas que ele tem cerca de sete metros de comprimento. O Centcom afirmou que o equipamento militar pertence à Força-Tarefa da 5ª Frota da Marinha dos EUA. Ainda segundo a pasta, a operação ocorreu em coordenação com a Força Aérea norte-americana.
A causa da queda do helicóptero está em investigação, segundo o Exército dos EUA. Esse teria sido o primeiro helicóptero Apache perdido pelos EUA durante a guerra no Oriente Médio, que perdura desde 28 de fevereiro. Anteriormente, o exército norte-americano sofreu perdas de drones na região.
Ainda não se sabe, até a última atualização desta reportagem, como ou quando os EUA responderiam ao ataque iraniano. Após o post de Trump, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que "forças estrangeiras perto de nosso território estão sob risco constante" e sugeriu que os EUA deveriam se retirar da região "para reduzir o risco".
O AH-64 Apache é o principal helicóptero de ataque do Exército dos EUA, que o considera um dos mais avançados do mundo. O modelo entrou em serviço em 1984, pode voar a até 365 km/h, dependendo do modelo, e pode carregar até 22 mísseis de precisão e de autodefesa e outros 76 foguetes não guiados em canhões de disparo rápido.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/LtXC3NocQnEF1Pk5Ur3khwzxwMY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/0/L71BLxQZKVAb0YhGLH0Q/ah-64-hero-desktop.jpeg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:00:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Justiça mantém filho da princesa herdeira da Noruega na prisão</title>  <atom:subtitle>Um tribunal de apelações anulou, nesta quarta-feira (10), a libertação provisória de Marius Borg Hoiby, acusado de estupro e violência contra várias mulheres.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/justica-mantem-filho-da-princesa-herdeira-da-noruega-na-prisao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/justica-mantem-filho-da-princesa-herdeira-da-noruega-na-prisao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/AHnjL6xeZ0TWkOjMsepieG22y18=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/e/cgejBJTCC57i1dAR0ZcA/ap26030443011777.jpg" /><br /> ]]>    Marius Borg Hoiby da Noruega e a princesa herdeira Mette-Marit em Oslo.
Lise Aserud/NTB via AP
Um tribunal de apelações anulou, nesta quarta-feira (10), a libertação provisória de Marius Borg Hoiby, filho da princesa herdeira da Noruega, acusado de estupro e violência contra várias mulheres. 
Na segunda-feira, um juiz de primeira instância havia ordenado a libertação do homem de 29 anos, que está em prisão preventiva desde o início de fevereiro, para que pudesse ficar com sua mãe, gravemente doente. 
No entanto, como a Promotoria recorreu, essa decisão ainda não havia sido implementada.
"Ainda existe uma alta probabilidade de que Marius Borg Hoiby cometa novos crimes se for libertado", afirmou o tribunal de apelações de Oslo em sua decisão nesta quarta-feira. 
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Nos últimos meses, a saúde de sua mãe, a princesa Mette-Marit, que sofre de uma doença pulmonar incurável, se deteriorou consideravelmente, a ponto de os médicos a colocarem em uma lista de espera para um delicado transplante de pulmão. 
Os advogados de Hoiby disseram à AFP que estavam "extremamente decepcionados". "Um recurso está sendo considerado" perante o Supremo Tribunal, afirmou um deles, Petar Sekulic. 
Hoiby, filho de um relacionamento anterior ao casamento de sua mãe com o príncipe herdeiro Haakon em 2001, saberá o veredicto de seu caso na próxima segunda-feira.
LEIA TAMBÉM: Patrick Bruel: promotores pedem prisão de cantor francês após série de denúncias de abuso sexual  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/AHnjL6xeZ0TWkOjMsepieG22y18=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/e/cgejBJTCC57i1dAR0ZcA/ap26030443011777.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:50:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Irã quer executar 'plano letal e malígno' na Europa, diz acusação conjunta dos EUA e países europeus </title>  <atom:subtitle>Documento assinado por governos dos EUA, de países europeus e da Austrália aponta que organizações de Teerã fizeram planos para assassinar dissidentes iranianos, jornalistas e comunidades judaicas dentro da Europa. Governo iraniano não se pronunciou.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/ira-vai-executar-plano-letal-na-europa-diz-acusacao-conjunta-dos-eua-e-paises-europeus.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/ira-vai-executar-plano-letal-na-europa-diz-acusacao-conjunta-dos-eua-e-paises-europeus.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/ZRQUBO2GZCGIknquNUFnp9V03gw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/n/z/zNJh4mTF6Xm2gvaGS7Ig/2026-04-21t114741z-1520777565-rc2ltkaq1r7y-rtrmadp-3-iran-crisis-daily-life.jpg" /><br /> ]]>    Iranianos passam por faixa com a foto do comandante da Guarda Revolucionária Islâmica morto, Mohammad Pakpour, em Teerã, no dia 21 de abril de 2026
Majid Asgaripour/Wana/Reuters
Os Estados Unidos, a Austrália, aliados europeus e outros países condenaram, em uma declaração conjunta divulgada nesta quarta-feira (10), os planos de organizações do governo do Irã para assassinar dissidentes iranianos, jornalistas e comunidades judaicas.
"Estamos unidos em nossa determinação de proteger nossos países e nossos povos contra essas ameaças. A República Islâmica do Irã deve cessar essas ações imediatamente", diz a declaração divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA.
O grupo de nações citou "planos letais" e outras ações da Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica, das Força Quds e do Ministério da Inteligência e Segurança.
Eles também condenaram uma recente onda de ataques na Europa reivindicados pelo grupo pró-Irã Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiya (HAYI).
"Tentativas de matar, sequestrar, assediar, intimidar ou atacar pessoas em nosso território minam a soberania nacional e as normas internacionais. Essas ações devem cessar imediatamente", escreveram os países.
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A ONU pediu nesta quarta-feira (10) que os Estados Unidos reconsiderarem suas práticas de imigração durante a Copa do Mundo.
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Em declaração dada a repórteres, o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, criticou o governo de Donald Trump depois que torcedores, um árbitro somali da Fifa e dirigentes de equipes foram impedidos de entrar no país para a competição, e pediu mudanças:
"Espero sinceramente que repesem profundamente sobre a forma como as medidas de controle da imigração afetam os direitos humanos e a dignidade humana e que, especialmente às vésperas da Copa do Mundo, sejam revistas políticas que, infelizmente, temos visto prevalecer, sobretudo nos Estados Unidos".
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As demonstrações da dura política imigratória do governo de Donald Trump durante a Copa do Mundo já começaram, com revistas a seleções e vistos negados. No vizinho México, de outro lado, a recepção tem sido no tom inverso, com festa e torcida. 
Na segunda-feira (8), ao chegar nos Estados Unidos, a seleção do Senegal foi submetida a uma revista na pista do aeroporto de Raleigh, na Carolina do Norte.
Os jogadores e membros da delegação foram revistados, um a um, com detectores de metal e inspeção de bagagem (veja no vídeo acima). 
No início da tarde desta terça (9), a seleção senegalesa esclareceu em um comunicado que a vistoria ocorreu antes do embarque, ao pé do avião, justamente para que a seleção pudesse pegar o voo sem ter que transitar pelas zonas habituais do terminal e pelas salas de embarque.
"Esta disposição visava essencialmente otimizar o tempo de viagem da delegação e facilitar o seu embarque a bordo do voo privado", afirma o comunicado.
O jogador belga Kevin de Bruyne é revistado na chegada da seleção da Bélgica aos Estados Unidos, em Chicago, em 9 de junho de 2026.
Reprodução/ Redes sociais
O caso de Senegal, que viralizou nas redes, não foi o único até agora. A seleção da Bélgica também foi submetida a uma revista com detectores de metal até na sola do sapato na chegada a Chicago nesta terça-feira (9). veja abaixo.
Também na segunda-feira, o árbitro da Somália Omar Artan, escalado para trabalhar na Copa do Mundo de futebol, teve sua entrada nos Estados Unidos negada pelo governo Trump, após horas de interrogatório ao chegar em território norte-americano.
Artan, que seria o primeiro somaliano a apitar uma partida de Copa do Mundo, tinha visto válido, segundo a Federação da Somália.
Seleção e delegação do Uzbequistão espera na porta de ônibus ao desembarcar em Nova York para disputar amistoso contra Holanda, em 8 de junho de 2026.
Reprodução/ Redes sociais
Já a seleção do Uzbequistão foi recepcionada em Chicago com cães farejadores ao desembarcar para um amistoso contra a Holanda, também na segunda-feira. 
A delegação do país se queixou após o episódio e denunciou ter tido todas as suas bagagens revistadas e esperado por horas de pé sob o sol forte para a liberação. O técnico da seleção do Uzbequistão, Fabio Cannavaro, criticou a revista e, à imprensa norte-americana, disse que "foi a primeira fez na vida que passei por isso", afirmou. 
México recebe com festa
Em contraponto aos EUA, México "abre as portas" para a Copa do Mundo
Já no México, as primeiras recepções tiveram o enredo oposto. A seleção da Espanha foi recebida com bandas de música, dança e bandeiras ao desembarcar na segunda-feira na cidade de Puebla, onde disputou um amistoso contra o Peru na noite de segunda.   
Em uma publicação em suas redes sociais, o canal da seleção espanhola de futebol agradeceu a recepção. 
"Obrigada pela recepção tão especial, amigos", disse a publicação (veja abaixo). 
Seleção espanhola é recebida com festa no México
Endurecimento da política migratória 
Agora no g1
Além de ter endurecido a política migratória dos Estados Unidos desde que tomou o poder, no início do ano passado, o governo de Donald Trump também adotou medidas ainda mais rígidas por conta da Copa do Mundo de 2026. 
Uma delas foi a expansão dos decretos de restrição de vistos e viagens de 19 para 39 países. Nações como Haiti, Irã, Somália, Sudão e Mali sofrem com suspensões parciais ou totais na emissão de vistos de turismo de curta permanência. 
Washington também ampliou o leque de cidadãos estrangeiros que teriam de pagar um valor caução para adquirir o visto para entrar no país, no intuito de evitar que torcedores e membros de delegações permaneçam nos Estados Unidos de forma ilegal após a Copa.  
Cidadãos de cerca de 50 países considerados "de risco" foram obrigados a postar depósitos reembolsáveis de US$ 5.000, US$ 10.000 ou US$ 15.000 para conseguirem o visto.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/kWfEgzSwgMVuENcBGzOWmcfJE8M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/0/EomNsBR2OyV1OEPr5dxQ/belgica-.png" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:37:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Política restritiva de vistos patrocinada por Trump afasta turistas da Copa e abala setor hoteleiro nos EUA</title>  <atom:subtitle>Hotéis nas 11 cidades-sede americanas registram baixa taxa de ocupação e perdem para as outras cinco do México e do Canadá.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/blog/sandra-cohen/post/2026/06/10/politica-restritiva-de-vistos-patrocinada-por-trump-afasta-turistas-da-copa-e-abala-setor-hoteleiro-nos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/blog/sandra-cohen/post/2026/06/10/politica-restritiva-de-vistos-patrocinada-por-trump-afasta-turistas-da-copa-e-abala-setor-hoteleiro-nos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/rkEjmuPcuHUUbuX-QHZd-pIGqZg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/N/fQN7J5Q2alRFIcZeqYUg/77340828-354.jpg" /><br /> ]]>    Árbitro somali escalado para Copa do Mundo tem entrada nos EUA negada pelo governo Trump
A Copa do Mundo só começa na quinta-feira, mas já acusou um perdedor nos EUA — o setor hoteleiro, que registra taxas de ocupação em queda nas 11 cidades-sede do país.  As expectativas são pessimistas, sobretudo se comparadas às outras 5 cidades no México e no Canadá, que também hospedam os jogos e ostentam um fluxo maior de reservas de hotéis.
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Este cenário é creditado, em boa parte, à política restritiva de vistos e imigração do governo Trump, que vem afastando o torcedor de futebol oriundo de países visados pelos EUA, levando-o a desviar a rota para os outros dois países anfitriões do Mundial.
Das 48 seleções que competem, as delegações de Haiti e Irã enfrentam proibições de entrada no país. Costa do Marfim e Senegal estão sujeitos a restrições parciais, enquanto outros times postergaram as viagens por dificuldades na obtenção de vistos.
O torneio ainda não começou, mas os incidentes hostis patrocinados pela segurança de aeroportos americanos ganham destaque. 
Apontado pela Fifa como o melhor juiz da África, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi barrado pela imigração, após ser interrogado por 11 horas, e não apitará na Copa. O atacante iraquiano Aymen Hussein ficou retido sete horas no Aeroporto Internacional O’ Hare, em Chicago. O setor de segurança alegou que confundiu o herói da seleção iraquiana com outra pessoa.
O temor de enfrentar a revista rigorosa nos aeroportos americanos e ser deportado desmotiva o turista. 
De acordo com a empresa CoStar, que analisa dados no setor hoteleiro, Vancouver, no Canadá, e Guadalajara, no México, são as cidades mais procuradas, com 48% das vagas de hotéis preenchidas. Nas cidades americanas, o desempenho é considerado decepcionante e, à exceção de Los Angeles, a ocupação não atinge a marca dos 40%.
Cerca de 80% dos proprietários entrevistados em uma pesquisa da Associação de Hotéis e Hospedagem (AHLA na sigla em inglês) relataram que as reservas de hotéis ficaram abaixo das previsões iniciais. Setenta por cento afirmaram que as restrições de vistos e as preocupações geopolíticas reduziram significativamente a demanda internacional de turistas.
"Uma série de fatores moderou o otimismo inicial, embora indicadores mostrem que ainda há oportunidades significativas pela frente. Para concretizar esse potencial, os EUA e a Fifa devem garantir uma experiência acolhedora e tranquila para os viajantes estrangeiros", pondera a presidente da AHLA, Rosanna Maietta. 
Outros fatores, como o preço exorbitante de ingressos e custos de transportes, contribuíram para afastar o turista do torneio. 
A queda no setor turístico começou a ser detectada no início do segundo mandato de Trump na Casa Branca, a partir da proibição de entrada de cidadãos de 39 países e a interrupção de vistos de imigração em 75 países.
Esta política restritiva se impôs diante da Fifa, que comanda o torneio, mas se vê inoperante para contornar as barreiras nas fronteiras erguidas pelo governo Trump.
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"O troféu da Copa do Mundo é para os vencedores; é por isso que você pode segurá-lo", disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino, a Donald Trump.
CNP/ADM/Capital Pictures/picture alliance via DW  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/rkEjmuPcuHUUbuX-QHZd-pIGqZg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/N/fQN7J5Q2alRFIcZeqYUg/77340828-354.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:19:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA pedem que Europa imponha restrições de viagem relacionadas ao ebola antes da Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>O governo Trump pediu que os países europeus sigam o exemplo de Washington e imponham restrições de viagem a pessoas que estiveram recentemente em países da África Central afetados pelo surto de ebola, na esperança de evitar a propagação do vírus durante torneio mundial.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eua-pedem-que-europa-imponha-restricoes-de-viagem-relacionadas-ao-ebola-antes-da-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/eua-pedem-que-europa-imponha-restricoes-de-viagem-relacionadas-ao-ebola-antes-da-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/k0qg4c-PYFr6Yqw5GzWhZDHTEgE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/q/mE2ZevTFAN0F9KUkRE0A/th6dqkphy5ozpifianlcjuycde.avif" /><br /> ]]>    Pessoas reagem enquanto funcionários da Cruz Vermelha caminham em formação desinfetando o hospital geral de Rwampara antes de manusearem o corpo de uma pessoa que morreu de Ebola, em meio aos esforços das agências humanitárias para conter um novo surto da cepa Bundibugyo, em Rwampara, nos arredores de Bunia, província de Ituri, República Democrática do Congo, em maio
Reuters
O governo Trump pediu que os países europeus sigam o exemplo de Washington e imponham restrições de viagem a pessoas que estiveram recentemente em países da África Central afetados pelo surto de ebola, na esperança de evitar a propagação do vírus durante a Copa do Mundo, disseram fontes e autoridades nesta terça-feira.
Os EUA emitiram uma démarche — declaração diplomática formal de preocupação — em 1º de junho pedindo que os países europeus implementassem restrições de viagem relacionadas ao surto, segundo um diplomata da União Europeia baseado na África e uma segunda fonte com conhecimento do assunto. O diplomata disse que os Estados-membros da UE não responderam.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) emitiu no mês passado uma ordem proibindo a entrada nos EUA de não cidadãos que tenham estado na República Democrática do Congo, em Uganda ou no Sudão do Sul nos 21 dias anteriores. Os norte-americanos foram orientados a passar por aeroportos específicos para triagem.
O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que não se deve permitir que o ebola entre nos EUA, e os esforços do governo têm se concentrado em manter no exterior qualquer pessoa potencialmente exposta ao vírus, mesmo que o país disponha de instalações equipadas para tratar casos de ebola e conter a propagação do vírus.
Segundo uma autoridade do Departamento de Estado, as restrições de viagem, combinadas com compromissos de financiamento dos EUA para a resposta ao ebola, mostravam que Washington havia “intensificado” suas medidas para proteger os norte-americanos da cepa Bundibugyo do ebola, que a Organização Mundial da Saúde declarou como uma emergência de preocupação internacional. 
“Outros países devem fazer sua parte para garantir que este surto não se espalhe ainda mais. É preciso agir agora. Isso inclui contribuições financeiras e a implementação de restrições sensatas às viagens provenientes da área afetada”, disse a autoridade, sob condição de anonimato.
“Estamos dialogando diplomaticamente com países de todo o mundo para coordenar nossa abordagem para proteger nossos cidadãos, incluindo os milhões de visitantes, torcedores, atletas e turistas esperados para a Copa do Mundo da Fifa.”
A autoridade não respondeu a perguntas sobre o pedido formal aos países europeus, que foi publicado pela primeira vez pela Axios.
A UE não respondeu a um pedido de comentário em um primeiro momento.
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Rubio e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, discutiram a resposta ao ebola em uma ligação nesta terça-feira, segundo o Departamento de Estado. 
“A maior prioridade e o foco do Departamento continuam sendo proteger a saúde do povo norte-americano e impedir que este surto de ebola chegue às nossas costas”, disse o porta-voz Tommy Pigott, em um comunicado sobre a ligação. 
O governo Trump, que tem enfrentado críticas pelo fechamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional e pelos cortes ao financiamento de auxílio antes do surto, afirma ter entregue 150 toneladas de suprimentos médicos e prometido mais de 200 milhões de dólares diretamente aos países afetados, tornando-se o maior contribuinte financeiro para a resposta ao ebola.
O surto de ebola complicou algumas viagens antes da Copa do Mundo da Fifa, que será sediada por EUA, Canadá e México e começa na quinta-feira.
(Reportagem de Simon Lewis em Washington e Giulia Paravicini em Nairóbi; Reportagem adicional de Julia Payne em Bruxelas)  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/k0qg4c-PYFr6Yqw5GzWhZDHTEgE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/q/mE2ZevTFAN0F9KUkRE0A/th6dqkphy5ozpifianlcjuycde.avif" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:17:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump diz que voltará a atacar o Irã 'ainda hoje': 'Deveriam ter assinado o acordo'</title>  <atom:subtitle>Nesta terça (9), os dois países trocaram ataques. Os EUA bombardearam o Irã em retaliação à derrubada de um helicóptero e Teerã atacou base americana no Bahrein.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/trump-sobre-ira-agora-terao-que-pagar-o-preco.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/trump-sobre-ira-agora-terao-que-pagar-o-preco.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/fcEmiZrpUf7b4cUUMTvZv1hc6Tg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/3/DlUhFDQYuSuhRlNUAz0w/2026-05-27t171841z-82119098-rc2thla33rt1-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    EUA atacam o Irã em retaliação à derrubada de um helicóptero americano no Estreito de Ormuz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que voltará a atacar o Irã ainda nesta quarta-feira (10). Ele disse ainda que o novo ataque será "muito forte". 
"Nos os atacamos fortemente ontem, e vamos atacá-los fortemente de novo hoje", disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. "Eles deveriam ter assinado um acordo".
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SANDRA COHEN: Ataques entre Irã e Israel complicam ação de Trump para negociar acordo e sair rapidamente da guerra
➡️ Apesar do cessar-fogo em vigor, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques na terça-feira (9). Forças norte-americanas bombardearam sistemas de defesa e radares no Estreito de Ormuz, e Teerã revidou lançando mísseis a uma base dos EUA no Bahrein (leia mais abaixo). Trump afirmou ter retaliado o Irã por ter derrubado um helicóptero militar norte-americano que sobrevoava Ormuz. 
Mais cedo, por meio de sua rede social Truth Social, o presidente norte-americano chamou o Irã de "valentão do Oriente Médio" e teceu novas ameaças, afirmando que o país agora terá que "pagar o preço" por não ter aceitado um acordo de paz.
"As Forças Armadas do Irã são um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio está MORTO!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora terão que pagar o preço!!!", escreveu Trump. 
Pouco depois da declaração, o presidente dos EUA também deu uma entrevista à emissora norte-americana Fox News, na qual anunciou estar perto de ordenar novos ataques contra usinas de energia e pontes do Irã.
De acordo com uma fonte da agência de notícias Reuters, negociadores do Catar viajaram a Teerã na manhã desta quarta numa tentativa de finalizar um acordo, após consultas com os Estados Unidos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo durante uma reunião de gabinete na Sala do Gabinete da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 27 de maio de 2026
REUTERS/Evan Vucci
Troca de ataques
Os Estados Unidos realizaram nesta terça-feira (9) uma série de bombardeios contra o território iraniano, em retaliação à derrubada de um helicóptero Apache na região do Estreito de Ormuz no dia anterior.
O Irã, por sua vez, respondeu com ataques à Quinta Frota Naval dos EUA, estacionada no Bahrein, segundo a mídia estatal.
A Guarda Revolucionária iraniana falou em resposta "contundente", e o chanceler Abbas Araghchi que "nenhum ataque ficará sem resposta" e disse que os americanos "deixar a região se quiserem ficar seguros".
"As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) começaram a lançar ataques de autodefesa contra o Irã às 17h ET [18h no horário de Brasília] de hoje, por ordem do Comandante-Chefe [Donald Trump], em resposta à derrubada de um helicóptero Apache do Exército dos EUA ontem. A missão é uma resposta proporcional à agressão iraniana injustificada", afirmou o Centcom em comunicado divulgado nas redes sociais.
Posteriormente, o Centcom afirmou ter alvejado alvos de defesa antiaérea iraniana, estações de controle e radares que controlavam o Estreito de Ormuz.
Trump acusa Irã de derrubar helicóptero dos Estados Unidos
O bombardeio ocorreu horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter acusado o Irã de ter derrubado o helicóptero e ter prometido uma resposta. “Acho que é muito importante responder. (...) Esta é uma resposta ao que eles fizeram com nosso helicóptero ontem à noite, e acredito que a resposta deve ser muito forte, muito poderosa — e é isso que ela é”, disse Trump à emissora ABC após o início do ataque. Leia mais sobre o incidente abaixo.
As forças dos EUA atacaram diversos sistemas de defesa aérea e de radares na região do Estreito de Ormuz —via estratégica para o comércio mundial de petróleo, que o Irã fechou no início da guerra e Washington tenta reabrir—, afirmou um oficial norte-americano ao site Axios.
Mísseis iranianos são lançados, enquanto a Guarda Revolucionária do Irã afirma ter realizado ataques contra uma base americana na Jordânia e outros 21 alvos no Golfo Pérsico na quarta-feira, em retaliação aos ataques americanos no Estreito de Ormuz. A imagem, divulgada em 10 de junho de 2026, foi extraída de um vídeo estática de um local identificado como Teerã, Irã
WANA via Pool/via REUTERS
Diversas agências de notícias estatais como Irib, Isna e Mehr afirmaram que ataques foram registrados na ilha de Qeshm, em Ormuz, e nas cidades de Bandar Abbas, Sirik, Kohstak e Minab, no sul do país, porém até o momento falam em "origem desconhecida".
Minutos após o ataque dos EUA, a Guarda Revolucionária do Irã disse que "assim como alertamos horas antes, o Irã dará uma resposta contundente à agressão dos EUA". O chanceler iraniano Abbas Araghchi, afirmou que o país "não deixará nenhum ataque ou ameaça sem resposta".
Ainda não se sabe como que o ataque retaliatório dos EUA impactará o frágil cessar-fogo no conflito, em vigor desde o início de abril, e influenciará as negociações pelo fim do conflito. Uma autoridade dos EUA afirmou à CNN Internacional que o ataque desta terça foi um aviso ao Irã e o governo Trump acreditam que isso irá prejudicar as negociações para encerrar a guerra.
Mesmo com o ataque desta terça, os EUA ainda buscam uma resolução do conflito, e Trump disse na segunda que as tratativas para um acordo estavam "na fase final". A trégua na guerra foi violada também por Israel e Irã nos últimos dias, em uma troca de bombardeios criticada por Trump. O analista Guga Chacra, da GloboNews, afirmou que o bombardeio dos EUA foi "uma resposta calibrada e proporcional" à derrubada do helicóptero.
Queda de helicóptero Apache em Ormuz
Helicóptero Apache modelo AH-64, o mesmo que caiu perto do Estreito de Ormuz
Divulgação / Boeing
O helicóptero Apache dos EUA operava na região do Estreito de Ormuz quando caiu por volta das 18h30 de segunda-feira, segundo o Comando Central do Exército dos EUA. Os dois tripulantes foram resgatados em condição estável cerca de duas horas depois do incidente.
O capitão Tim Hawkins, porta-voz da pasta, afirmou que o resgate dos soldados ocorreu na água e foi feito com um drone marítimo não tripulado. Ainda não se sabe o modelo do equipamento, apenas que tem cerca de sete metros de comprimento.
A causa da queda do helicóptero está em investigação, segundo o Exército dos EUA. Uma autoridade militar norte-americana disse à agência de notícias Associated Press (AP) no início da tarde desta terça que o Apache AH-64 havia sido abatido por um drone Shahed iraniano atingiu o helicóptero, mas que a investigação sobre o incidente ainda não havia determinado se o ataque foi intencional.
Esse teria sido o primeiro helicóptero Apache perdido pelos EUA durante a guerra no Oriente Médio, que perdura desde 28 de fevereiro. Anteriormente, o exército norte-americano sofreu perdas de drones na região.
O AH-64 Apache é o principal helicóptero de ataque do Exército dos EUA, que o considera um dos mais avançados do mundo. O modelo entrou em serviço em 1984, pode voar a até 365 km/h, dependendo do modelo e pode carregar até 22 mísseis de precisão e de autodefesa e outros 76 foguetes não guiados em canhões de disparo rápido.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/fcEmiZrpUf7b4cUUMTvZv1hc6Tg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/3/DlUhFDQYuSuhRlNUAz0w/2026-05-27t171841z-82119098-rc2thla33rt1-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:05:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Presidente da Turquia condena ataques de Israel: 'Ameaça para o mundo todo'</title>  <atom:subtitle>Em discurso a parlamentares, Erdogan falou em iniciativas israelenses para desestabilizar a região do Mediterrâneo.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/presidente-da-turquia-condena-ataques-de-israel-ameaca-para-o-mundo-todo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/presidente-da-turquia-condena-ataques-de-israel-ameaca-para-o-mundo-todo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/Uq_JizFtrp9IaBW7kO0_ekTxqLk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/R/9/SSSuEDRE2KhBocB9JzKA/bibi-erdogan.jpg" /><br /> ]]>    Montagem mostra Benjamin Netanyahu e Recep Tayyip Erdogan
Reuters
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fez duras críticas a Israel nesta quarta-feira (10).
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Em discurso a parlamentares, Erdogan disse que os ataques israelenses chegaram a um ponto em que representam uma ameaça para o mundo inteiro:
"Os ataques de Israel à Síria e ao Líbano chegaram a um ponto em que também ameaçam a Turquia. A agressão de Israel representa uma ameaça para o mundo todo e precisa ser contida".
O líder turco também falou sobre supostas "iniciativas maliciosas", lideradas por Israel, para desestabilizar a região do Mediterrâneo e alertou que "ninguém deve se aventurar" ou se juntar ao "barco da maldade" de Israel.
"Nossa resposta será clara e forte se os direitos dos turcos forem violados", alertou.
Israel fez novos ataques ao Líbano nesta terça (9)
Bombas de Israel são vistas da praia de cidade histórica de Tiro, no Líbano 
Israel voltou a atacar o Líbano nesta terça-feira (9), em um novo desafio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao rival Irã. Oito pessoas morreram, segundo o Ministério da Saúde libanês.
A ofensiva é a primeira no Líbano após a nova escalada entre Israel e Irã, que trocaram ataques em rompimento do cessar-fogo em vigor na guerra do Oriente Médio. Teerã acusa o governo de Benjamin Netanyahu de ter rompido a trégua com os ataques que vem fazendo ao Líbano.
O alvo desta vez foi a cidade histórica de Tiro, no sul do Líbano. Em um único bombardeio, um míssil israelense atingiu a periferia leste da cidade, matando oito pessoas, segundo autoridades locais.  Milhares de moradores fugiram de Tiro, após Israel emitir uma ordem de evacuação para toda a cidade.
👉 O Irã disse que responderia a qualquer nova ofensiva israelense ao sul do Líbano ou à capital Beirute. 
Nova escalada 
Fumaça é vista da enseada de Tiro, no sul do Líbano, após um ataque de Israel à cidade, em 9 de junho de 2026.
Reuters
Apesar do apelo de Trump, Israel e Irã trocam ataques pela 1ª vez na trégua
Irã e Israel suspenderam na segunda-feira (8) os ataques mútuos, após apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. No entanto, ambos os lados mantiveram o tom de ameaça.
➡️ A troca de fogo interrompeu o cessar-fogo em vigor desde abril e lançou a guerra no Oriente Médio a uma nova escalada. Veja abaixo os principais acontecimentos:
No domingo (7), o Irã atacou Israel em retaliação aos bombardeios israelenses contra o Líbano nos últimos dias.
Horas depois, Israel respondeu e bombardeou três pontos do território iraniano, incluindo alvos em Teerã.
Na manhã desta segunda (8), Trump fez um apelo para que os dois países parassem os ataques: "Israel e o Irã devem parar imediatamente o 'tiroteio'".
Horas depois, o comando militar do Irã anunciou a suspensão dos ataques e disse que deu uma "resposta dolorosa" a Israel.
Meia hora depois, foi a vez de Israel anunciar a interrupção dos bombardeios dirigidos ao Irã.
Apesar da suspensão dos ataques, o primeiro-ministro israelense manteve as ameaças. Benjamin Netanyahu, afirmou que, caso o Irã ataque o território israelense novamente, Israel responderá "com força".
Citando as fontes do governo, a agência de notícias Reuters afirmou que Israel decidiu interromper os ataques após o premiê israelense falar ao telefone com Trump — na semana passada, os dois se desentenderam após o norte-americano exigir que Netanyahu parasse os ataques ao Líbano - pedido que foi ignorado por Israel.
A suspensão dos ataques israelenses, no entanto, valerá apenas para bombardeios ao Irã, e a ofensiva no Líbano seguirá, disse ainda a fonte ouvida pelo Canal 12. 
A reportagem da rede de TV também afirmou que os ataques israelenses no sul do Líbano continuarão com força total nos próximos dias e que haverá bombardeios também à capital Beirute caso o grupo terrorista Hezbollah siga atacando o norte de Israel. 
Irã confirma ter disparado mísseis contra base de Israel  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/Uq_JizFtrp9IaBW7kO0_ekTxqLk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/R/9/SSSuEDRE2KhBocB9JzKA/bibi-erdogan.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:36:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump como Naruto? Petição contra uso de animes pela Casa Branca ganha força no Japão após publicação do presidente dos EUA</title>  <atom:subtitle>Mobilização soma quase 20 mil assinaturas. Organizadores e fãs criticam o uso de obras japonesas em publicações de cunho político e militar.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/06/10/milhares-de-pessoas-assinam-peticao-no-japao-contra-o-uso-de-personagens-de-anime-por-trump.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/06/10/milhares-de-pessoas-assinam-peticao-no-japao-contra-o-uso-de-personagens-de-anime-por-trump.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/7WFLLqj1ofo7LH_mFB-HrV-m2LU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/3/T/Lup0jzSKSvgXnIDfZXnA/captura-de-tela-2026-06-10-074557.jpg" /><br /> ]]>    Trump publica vídeo em que aparece como Naruto
Reprodução/Redes Sociais
Uma petição online criada no Japão para protestar contra o uso de personagens de mangás e animes pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela Casa Branca nas redes sociais já reuniu quase 20 mil assinaturas.
A mobilização ganhou força após a divulgação, no último sábado, de um vídeo publicado por Trump na plataforma Truth Social. Na postagem, o republicano aparece retratado como Naruto Uzumaki, protagonista da popular série japonesa "Naruto", o que provocou reações negativas entre fãs da obra.
A petição havia sido lançada em março, mas foi reaberta nesta terça-feira depois da publicação do vídeo. Os organizadores afirmam que a iniciativa busca expressar, de forma "urgente", as preocupações de admiradores da animação e dos quadrinhos japoneses aos detentores dos direitos autorais dessas produções.
Cena de 'Naruto'
Divulgação
Segundo o texto da campanha, obras de mangá e anime inspiram pessoas ao redor do mundo ao transmitir valores como coragem, amizade e perseverança.
"Por isso, muitos fãs ficam preocupados quando as imagens das obras parecem ser utilizadas em contextos políticos ou militares que podem divergir das intenções dos criadores originais ou dos detentores dos direitos", afirma o documento.
Agora no g1
A insatisfação também se refere a outras publicações recentes. Em março, uma postagem da Casa Branca chamou atenção por aparentemente combinar imagens de ataques militares dos Estados Unidos contra o Irã com referências a produções da cultura pop, incluindo a série de mangá e anime "Yu-Gi-Oh!".
O presidente Donald Trump conversa com repórteres antes de embarcar no Air Force One no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, na madrugada de terça-feira, 9 de junho de 2026
AP/Mark Schiefelbein  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/7WFLLqj1ofo7LH_mFB-HrV-m2LU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/3/T/Lup0jzSKSvgXnIDfZXnA/captura-de-tela-2026-06-10-074557.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:12:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Acusado de matar os pais, filho do cineasta Rob Reiner reivindica acesso a fundo milionário da família</title>  <atom:subtitle>Nick Reiner pediu à Justiça acesso a um fundo fiduciário de US$ 1,5 milhão para custear defesa contra as acusações de homicídio.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/06/10/filho-do-cineasta-rob-reiner-acusado-de-matar-os-pais-reivindica-fundos-da-familia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/06/10/filho-do-cineasta-rob-reiner-acusado-de-matar-os-pais-reivindica-fundos-da-familia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/e4RKXtkl27cbX9DKbfZ-sJa2U_Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/d/E/FczNUGSVWrq0zFieepnA/rob-reiner-michelle-singer-nick-reiner.jpg" /><br /> ]]>    O diretor Rob Reiner, sua esposa Michele Singer e seu filho Nick Reiner em evento de lançamento da Teen Vogue, em 2013
Michael Buckner / Getty Images via AFP
Nick Reiner, filho do diretor de cinema americano Rob Reiner, acusado de matar os próprios pais, entrou na Justiça para obter acesso a um fundo fiduciário de US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 7,76 milhões) e usar os recursos para custear sua defesa, segundo documentos judiciais apresentados em Los Angeles.
Reiner, de 32 anos, responde a duas acusações de homicídio em primeiro grau pela morte do pai, Rob Reiner, de 78 anos, e da mãe, a fotógrafa Michele Singer Reiner, de 70. O caso causou grande repercussão em Hollywood.
Os corpos do casal foram encontrados dentro da residência da família, em um bairro nobre de Los Angeles, em dezembro do ano passado.
De acordo com uma petição de 136 páginas apresentada nesta segunda-feira, Nick deveria ter começado a receber os recursos do fundo fiduciário há dois anos. Como não teve acesso ao dinheiro, segundo seus advogados, também não conseguiu arcar com os elevados custos da defesa após sua prisão.
"Nick amava seus pais e está devastado com suas mortes", afirma o documento. "Mas os fatos sobre o que aconteceu e o que não aconteceu com eles não estão em questão neste litígio sobre o fundo fiduciário."
Inicialmente, Reiner foi representado pelo advogado Alan Jackson, conhecido por atuar em casos envolvendo celebridades, mas o defensor deixou o processo pouco tempo depois.
Investigação conclui que filho do cineasta Rob Reiner matou os pais
O fundo fiduciário faz parte de um plano patrimonial dos Reiner para seus três filhos, estabelecido em 1993. 
De acordo com a petição, Nick deveria receber metade do dinheiro do fundo em seu nome ao completar 30 anos, e a outra metade cinco anos depois. Seus advogados alegam que as distribuições são obrigatórias e incondicionais.
Reiner, que tem histórico de dependência química, declarou-se inocente das acusações de homicídio. Ele segue preso e seu caso deve voltar a ser analisado em setembro. Ele pode ser condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional e até à pena de morte.
Rob Reiner, Michele Singer, Romy Reiner, Nick Reiner, Maria Gilfillan e Jake Reiner no lançamento de 'Isto é Spinal Tap 2'
Aude Guerrucci/Reuters
LEIA TAMBÉM: Patrick Bruel: promotores pedem prisão de cantor francês após série de denúncias de abuso sexual  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/e4RKXtkl27cbX9DKbfZ-sJa2U_Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/d/E/FczNUGSVWrq0zFieepnA/rob-reiner-michelle-singer-nick-reiner.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 09:54:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Patrick Bruel: promotores pedem prisão de cantor francês após série de denúncias de abuso sexual</title>  <atom:subtitle>Artista de 67 anos nega as acusações; promotoria cita nove vítimas em casos ocorridos entre 2010 e 2019 e analisa outras 13 denúncias.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/06/10/mp-pede-prisao-do-cantor-frances-patrick-bruel-por-acusacoes-de-abusos-sexuais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/06/10/mp-pede-prisao-do-cantor-frances-patrick-bruel-por-acusacoes-de-abusos-sexuais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/BSoCV1i1o0CgdhGfatkAAaRX9C8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/B/lCkBdEQRWAyjNxRIeGJw/afp-20260608-b6e28we-v1-highres-filesfrancemusicjusticecrimeinvestigation.jpg" /><br /> ]]>    Cantor e compositor francês Patrick Bruel
AFP
Promotores franceses pediram nesta quarta-feira (10) o indiciamento e a prisão preventiva do cantor e ator francês Patrick Bruel, de 67 anos, investigado por acusações de estupro, tentativa de estupro, agressão sexual e assédio sexual.
Segundo o Ministério Público de Nanterre, na região de Paris, o artista foi detido na segunda-feira (8) e permaneceu sob interrogatório por dois dias.
Em comunicado, a promotoria informou ter solicitado a abertura de uma investigação judicial e o indiciamento de Bruel por supostos crimes cometidos contra nove vítimas entre 2010 e 2019.
O Ministério Público também incorporou ao processo denúncias apresentadas por outras 13 mulheres, relacionadas a casos de estupro, tentativa de estupro, agressão sexual e assédio sexual ocorridos entre 1992 e 2008. Parte dessas acusações, no entanto, pode estar prescrita.
Patrick Bruel nega todas as acusações.
Diante da repercussão do caso e do surgimento de novas denúncias, o cantor cancelou grande parte da turnê que faria pela França e por outros países a partir de junho.
Com mais de quatro décadas de carreira, Bruel é um dos artistas mais populares da França, com milhões de discos vendidos e atuação também no cinema e na televisão.
Agora no g1  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/BSoCV1i1o0CgdhGfatkAAaRX9C8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/i/B/lCkBdEQRWAyjNxRIeGJw/afp-20260608-b6e28we-v1-highres-filesfrancemusicjusticecrimeinvestigation.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 09:32:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Impedido de entrar nos Estados Unidos, árbitro retorna à Somália e é recebido como herói</title>  <atom:subtitle>Omar Artan, árbitro com patente da Fifa, estava escalado para trabalhar na Copa do Mundo de 2026 em território norte-americano.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/arbitro-somali-copa-impedido-entrar-eua-retorna-ao-pais-e-e-recebido-como-heroi.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/arbitro-somali-copa-impedido-entrar-eua-retorna-ao-pais-e-e-recebido-como-heroi.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/TSXfwsdrSuC0PK3G8QtfRI6l_JE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/s/OA8hBvRI6MjFJQ0AEnVQ/2026-06-10t065700z-379590941-rc2mqlahkg4i-rtrmadp-3-soccer-worldcup-immigration-somalia.jpg" /><br /> ]]>    O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, foi recebido ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Feisal Omar
Árbitro da Copa do Mundo da Somália, que foi impedido de entrar nos Estados Unidos, chegou nesta quarta-feira (10) à capital Mogadíscio, onde foi recebido por uma multidão de apoiadores e autoridades.
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Omar Artan estava prestes a se tornar o primeiro árbitro da Somália a atuar em uma Copa do Mundo, após ser incluído na lista final da Fifa para o torneio. Ele é considerado um dos principais árbitros da África e foi eleito o melhor árbitro masculino do continente em 2025.
No sábado (6), ele foi barrado no Aeroporto Internacional de Miami por “questões de verificação”, segundo o Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, sem detalhar quais eram essas preocupações. A Fifa, em seguida, o retirou da lista de árbitros do torneio.
Quem é o árbitro somali que faria história na Copa mas foi barrado no aeroporto pelos EUA
De acordo com a Embaixada da Somália no Quênia, que processou o visto, Artan havia recebido autorização para viajar aos EUA na semana anterior.
Ele retornou a Mogadíscio com uma recepção de herói no aeroporto, onde agradeceu ao governo e ao povo da Somália, além da Fifa, pelo apoio.
“Prometo a vocês, se Deus quiser, que estarei presente na próxima edição”, disse ele, enquanto centenas de apoiadores agitavam bandeiras da Somália. “Quero que o público somali se conforte com isso e mantenha a confiança.”
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A decisão incomum dos EUA de negar a entrada a um árbitro nomeado pela Fifa para atuar em um país-sede da Copa gerou indignação mundial e levantou dúvidas entre alguns torcedores sobre a capacidade dos Estados Unidos de sediar a competição.
Ainda não se sabe os motivos dessa expulsão, já que Artan possuía visto válido, disse Ciise Aden Abshir, assessor do Ministério da Juventude e Esportes somali.
A Somália está entre quase 40 países sujeitos às novas restrições de viagem impostas sob a política de imigração do governo Trump.
Na mira de Donald Trump, a Somália é um dos vários países cujos cidadãos estão sujeitos a uma proibição de viagem aos Estados Unidos, imposta pelo governo Trump. No final de novembro, o presidente americano descreveu o país como "podre" e declarou sua intenção de acabar com o status especial que protege os cidadãos somalis da deportação.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, foi recebido ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Feisal Omar
Pessoas se reúnem para receber o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026.
REUTERS/Feisal Omar.
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Retirado do quadro da Fifa
O árbitro somali Omar Artan foi retirado do quadro de árbitros da Copa do Mundo de futebol após ele ter sido impedido de entrar nos Estados Unidos, informou a Federação Internacional de Futebol (Fifa) nesta segunda-feira (8).
“A Fifa pode confirmar que o oficial de arbitragem Omar Abdulkadir Artan não poderá treinar nem atuar na Copa do Mundo 2026 após ter sua entrada nos Estados Unidos negada. A Fifa não se envolve nos processos de imigração dos países sedes, incluindo concessões de vistos, e foi informada pelas autoridades que a situação do Sr. Artan não será alterada neste momento”, afirmou a federação.
No quadro da Fifa desde 2018, Artan atua na liga da Somália e foi eleito Árbitro do Ano pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025.
Artan "é um dos árbitros mais respeitados da África e (...) negar sua entrada nos Estados Unidos e impedi-lo de trabalhar (...) prejudica não apenas a ele pessoalmente, mas também mina o compromisso do futebol com a equidade, o mérito e o espírito de fair play", lamentou Abshir. "A comunidade do futebol deve apoiá-lo neste momento difícil", acrescentou o assessor, que é ex-capitão da seleção da Somália.
Omar Artan seria o primeiro árbitro somali a apitar jogos de Copa do Mundo. Aos 34 anos, ele estava entre os 52 árbitros selecionados para trabalhar na edição deste ano do torneio, organizada em conjunto por Canadá, México e Estados Unidos.
O governo Trump não havia se manifestado publicamente sobre o caso até a última atualização desta reportagem.
Árbitro somali escalado para Copa do Mundo tem entrada nos EUA negada pelo governo Trump  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/TSXfwsdrSuC0PK3G8QtfRI6l_JE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/s/OA8hBvRI6MjFJQ0AEnVQ/2026-06-10t065700z-379590941-rc2mqlahkg4i-rtrmadp-3-soccer-worldcup-immigration-somalia.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:45:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tren de Aragua: como facção venezuelana na mira de Trump age no Norte do Brasil</title>  <atom:subtitle>Da fronteira às áreas de garimpo, investigações revelam como a facção venezuelana expandiu sua influência em Roraima e se conectou a redes criminosas brasileiras.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/06/10/tren-de-aragua-como-faccao-venezuelana-na-mira-de-trump-age-no-norte-do-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/06/10/tren-de-aragua-como-faccao-venezuelana-na-mira-de-trump-age-no-norte-do-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/PyzVXunGAQ50st292ogLHt78v0o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/t/PQT8tASQGxDEB4IB7A7g/e28b14d0-6446-11f1-b2d1-a5b179e0f0d4.jpg.webp" /><br /> ]]>    Tren de Aragua: o cerco americano a narcotraficantes da Venezuela gera tensão na região
No início de 2025, a polícia de Roraima localizou um cemitério clandestino em uma região de mata de Boa Vista. Ali, foram encontrados ao menos nove cadáveres, a maioria de vítimas venezuelanas.
Segundo as investigações, os corpos foram enterrados após homicídios cometidos por diferentes criminosos. A testemunha responsável por levar a polícia até o local atuava como olheiro do grupo criminoso Tren de Aragua e afirmou em depoimento que estava sendo perseguida pela facção, que também sequestrou sua família.
Este é apenas um dos casos registrados pelas autoridades de Roraima envolvendo o grupo venezuelano, que hoje está presente em ao menos quatro municípios do Estado.
Fundada originalmente em uma prisão no centro-norte da Venezuela, a cerca de 60 km da capital Caracas, a organização criminosa também atua em vários outros países sul-americanos, como Colômbia, Bolívia, Peru e Chile.
No ano passado, o grupo entrou na mira do presidente americano, Donald Trump, ao ser classificado como organização terrorista estrangeira pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, a mesma designação dada às facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) mais recentemente.
Segundo o governo americano, o Tren de Aragua, também conhecido no Brasil pela sigla TDA, é um grupo "brutal" envolvido em sequestros, extorsão, tráfico de pessoas para exploração sexual, contrabando de mercadorias e migrantes, mineração ilegal, tráfico de drogas e roubo.
Os Estados Unidos ainda acusam a organização de ter mantido vínculos com o governo de Nicolás Maduro, que atualmente aguarda julgamento na Justiça americana por narcoterrorismo, tráfico de drogas e porte ilegal de armas.
Policiais da Força Tática prendem um homem por supostamente vender drogas na fronteira com a Venezuela, em 2019
AFP via Getty Images
De Tocorón para Roraima
Antes mesmo de entrar na mira de Trump, o TDA sofreu um grande golpe em sua estrutura quando, em setembro de 2023, o governo venezuelano retomou o controle do Centro Penitenciário de Aragua.
A prisão, que ficou popularmente conhecida como Tocorón, mesmo nome da cidade onde está localizada, é considerada o local de nascimento da facção e estava nas mãos dos chamados pranes (líderes criminosos) desde o início dos anos 2010.
Há pouco menos de três anos, uma operação encabeçada pelos ministérios da Justiça e Interior do governo do então presidente Nicolás Maduro invadiu o local e tomou o controle.
A tomada da prisão foi vista por especialistas e pesquisadores do tema como significativa para o futuro da organização criminosa. O grupo ficou significativamente enfraquecido e perdeu grande parte de sua cobertura política e aliados no Estado.
Relatos da imprensa local, porém, apontam que as lideranças criminosas foram avisadas sobre a intervenção com antecedência e conseguiram deixar a área com armas e dinheiro.
Atualmente, um dos principais redutos da quadrilha é controlado por Yohan José Romero, também conhecido como Johan Petrica, em Las Claritas, uma das últimas cidades venezuelanas antes de uma grande área florestal que faz fronteira com o Brasil.
É de lá que se acredita que saem as ordens para os criminosos que atuam em território brasileiro.
Há relatos de presença do Tren de Aragua em pelo menos seis Estados no país, mas o grupo se consolidou principalmente na região Norte, mais próxima da Venezuela.
Em Roraima, onde a polícia acredita que se encontram as maiores células, a organização se fortaleceu por meio do tráfico de drogas e de armas, controle de esquemas de prostituição, transporte de migrantes, empréstimos e extorsão.
Ronna Rísquez, jornalista e autora do livro O Trem de Aragua: O Grupo que Revolucionou o Crime Organizado na América Latina, afirma que os primeiros indícios de infiltração de um dos braços da facção em território brasileiro datam de 2016.
Em Roraima, os criminosos teriam encontrado condições de vida mais amigáveis do que na Venezuela, onde já eram conhecidos e procurados, além de formas de expandir seus negócios e lavar seu dinheiro ilícito.
"A Venezuela estava em uma complexa situação de emergência humanitária [na época] e o lado brasileiro era mais seguro, apresentava melhores condições", diz a pesquisadora. "Aos poucos eles começaram a comprar propriedades e a se estabelecer."
Apontado como um dos "pais" do TDA, o traficante Johan Petrica teria transitado livremente pela fronteira com Roraima durante anos e, inclusive, tido um filho no Brasil, segundo Rísquez.
Johan Petrica e outros três membros da facção foram indiciados por terrorismo e distribuição internacional de drogas pela Procuradoria dos Estados Unidos em dezembro do ano passado. Seu paradeiro é desconhecido pelas autoridades atualmente.
Presença do Tren de Aragua em Roraima
Gráficos por Caroline Souza, da Equipe de jornalismo visual da BBC News Brasil
Narcogarimpo pela fronteira
A cidade fronteiriça de Pacaraima serve como porta de entrada e saída para a circulação dos criminosos entre os dois países.
"A fronteira é composta por uma vegetação baixa que não representa obstáculo para a transposição. Isso é muito propício para a atividade ilegal, para transportar drogas, armas ou pessoas passarem caminhando", diz o delegado Wesley Costa, da Polícia Civil.
As rotas clandestinas e trilhas irregulares que cruzam a área de divisa, conhecidas como trochas, marcam a paisagem nas redondezas e se tornaram um símbolo da penetração da criminalidade na cidade.
Pelas trochas, armamentos desviados de autoridades venezuelanas são transportados com frequência, de acordo com a polícia. A grande maioria deles acaba nas mãos do garimpo.
Hoje, a mineração ilegal é responsável por uma parte importante do lucro do Tren da Aragua no Brasil, segundo Rodrigo Chagas, pesquisador sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e um dos autores do relatório Cartografias da Violência na Amazônia, de 2025.
Traficantes de drogas em um ponto de venda de drogas nos arredores de Boa Vista, Roraima, Brasil
Getty Images
Além da venda das armas, os criminosos também estão envolvidos no tráfico de combustíveis, alimentos e maquinaria que abastece as zonas de garimpo, diz Chagas.
"Pacaraima é um hub logístico e estratégico da relação Brasil-Venezuela, enquanto Boa Vista é onde as coisas acontecem", aponta o sociólogo, referindo-se aos índices de criminalidade e violência mais elevados registrados na capital do Estado.
Os criminosos venezuelanos ainda ficaram conhecidos por recrutar mulheres venezuelanas para atuar como trabalhadoras sexuais nas áreas de garimpo, segundo os especialistas.
A ligação da facção com a mineração, porém, vem de muito antes da infiltração no Brasil. O grupo controla a extração de ouro em Las Claritas, cujos depósitos estão entre os maiores e mais produtivos do país, pelo menos desde 2010.
Foi por meio desses negócios que um dos braços da facção se estabeleceu e cresceu na região fronteiriça.
Daí nasceu também a parceria do Tren da Aragua com organizações criminosas brasileiras, em especial o PCC e o CV.
O aumento da presença de membros de gangues venezuelanas, entre elas o TDA, nas prisões brasileiras, também teria colaborado para essa união, diz Rísquez.
Imigrantes venezuelanos acusados ​​pelos EUA de pertencerem à gangue criminosa Tren de Aragua em El Salvador
Anadolu via Getty Images
O nível de colaboração entre os criminosos ainda não é totalmente conhecido. Mas sabe-se que a parte das armas desviadas das forças de segurança venezuelanas que não vai para o garimpo acaba nas mãos das facções brasileiras no Sudeste do Brasil, segundo o delegado Wesley Costa, da Polícia Civil.
A cidade de Rorainópolis, o segundo município mais populoso do Estado, serve de base para esse fluxo em direção ao Amazonas, explica o investigador. E as armas de alto calibre, que têm mais utilidade fora de Roraima, são vendidas por ali e no Rio de Janeiro.
Os negócios também se estendem para o tráfico de drogas, com indícios de algum nível de colaboração para o transporte e distribuição de carregamentos de cocaína vindos da Colômbia.
"Essa simbiose nasceu dessa conjuntura local em que nós temos o mercado consumidor brasileiro, o mercado fornecedor colombiano e um corredor controlado por essa facção criminosa", detalha Costa.
"A droga tem escoado por esse corredor, seja no modal terrestre, aéreo ou mesmo fluvial, fluindo pelo Estado de Roraima para outros pontos de distribuição no Brasil e mesmo para outros países, em um arranjo de parceria com facções brasileiras, especificamente com o PCC e parcela do CV."
Dentro de Roraima, mais especificamente em Boa Vista, o Tren da Aragua abastece um esquema de microtráfico voltado especialmente para os venezuelanos, segundo os especialistas, focado principalmente no skunk, um tipo de maconha mais forte.
Violência e intimidação
É, aliás, a comunidade venezuelana que hoje vive no Norte do Brasil que sofre o maior impacto da atuação violenta dos criminosos.
Os imigrantes são alvos constantes de tentativas de recrutamento e extorsão, segundo fontes em Boa Vista e Pacaraima ouvidas pela BBC News Brasil.
No auge do fluxo migratório para o Brasil, a partir de 2018, os abrigos montados pela Operação Acolhida se tornaram um núcleo de criminalidade, com diversos casos registrados de violência sexual e agressões motivadas pela contratação de dívidas com os membros da facção.
Estima-se que mais de 1,4 milhão de venezuelanos migraram para o Brasil entre 2018 e o final de 2025, com mais de 700 mil permanecendo no território.
Muitos membros de gangues venezuelanas se infiltraram entre esses números, diz a Polícia Civil.
O Tren da Aragua não é o único grupo a atuar em Roraima e, muitas vezes, é difícil apontar a qual organização os criminosos juraram fidelidade, aponta ainda Rodrigo Chagas, do FBSP.
"Mas tudo indica que a relação [do TDA] se dá atuando sobre os imigrantes venezuelanos, se aproveitando da vulnerabilidade deles", diz o sociólogo e professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR).
Parte do problema apontado pelos especialistas está na entrada no Brasil, onde redes de contrabando humano e coiotes ligados às facções cobram por transporte clandestino e segurança.
Já em território brasileiro, nos abrigos destinados ao acolhimento dos refugiados, a infiltração das facções diminuiu consideravelmente desde o auge da crise migratória, segundo diferentes fontes ouvidas pela BBC News Brasil.
Mas o temor provocado pelas gangues venezuelanas foi — e ainda é em alguns casos — um tema constante para muitas famílias que buscaram no Brasil uma vida longe da crise humanitária que atingiu o país vizinho.
Uma pessoa envolvida nos esforços humanitários voltados para os refugiados venezuelanos em Boa Vista, que preferiu não se identificar, denunciou diversos casos em que, aproveitando-se da extrema vulnerabilidade e necessidade dos imigrantes, os criminosos os recrutam como mão de obra barata e fácil para transporte de mercadorias e produtos ilegais entre cidades e trabalhos variados no garimpo.
Mulheres também são contratadas sob o falso pretexto de trabalharem como cozinheiras, mas acabam sendo destinadas à prostituição.
Ao chegarem às áreas de mineração, essas pessoas acabam se encontrando em situação de trabalho forçado, precisando juntar gramas de ouro para pagar o que supostamente devem pelo seu transporte e hospedagem, diz a fonte ouvida pela BBC News Brasil.
Ainda segundo ela, imigrantes que desafiaram as regras impostas ou tentaram fugir do grupo sofreram agressões pesadas ou foram vítimas de assassinatos cruéis.
Os abrigos de acolhida também enfrentaram muitos problemas com criminosos que cobravam taxas de imigrantes para acesso a áreas dentro dos complexos ou para receber alimentos que deveriam ser gratuitos.
"Recebi um relato de uma menina que toda noite tinha pedras jogadas em sua barraca no abrigo e tinha que levantar para ter relações sexuais com os criminosos, pois eles ameaçavam uma vingança contra ela e a mãe dela", diz a fonte.
As denúncias de abusos e extorsões foram reveladas pela primeira vez em uma série de reportagens da Agência Pública publicadas em 2024. 
Na época, em resposta às denúncias, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) disse que a Força-Tarefa Logística Humanitária atua vigiando e monitorando os ambientes e estruturas da Operação Acolhida para dissuadir e identificar eventuais ameaças, acionando as autoridades de segurança pública quando necessário.
A pasta destacou, também, que "são empregados efetivos militares, além da contratação de empresas prestadoras do serviço de vigilância, que, diuturnamente, realizam a guarda dos abrigos e rondas no interior do perímetro".
A BBC News Brasil procurou o MDS para mais esclarecimentos sobre as medidas tomadas para garantir a segurança dos abrigos, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.
Brutalidade nas ruas
Os casos de violência ligados ao Tren de Aragua não se restringem apenas às áreas dos abrigos. Além do cemitério descoberto em janeiro passado em Boa Vista, também são investigadas pela polícia outras áreas onde os corpos deixados pela facção eram depositados na cidade.
São ainda muitos os registros de barbaridades cometidas pelos integrantes do TDA contra rivais de outras organizações venezuelanas e até contra integrantes da própria facção como forma de punição, diz Rodrigo Chagas.
Segundo o sociólogo, a brutalidade já se tornou uma das marcas da facção venezuelana.
"O Tren de Aragua ganhou fama por ser o grupo que pratica violências mais agudas. Não é simplesmente o fato de matar, mas matar com uma crueldade e uma agressividade muito grande."
Nos últimos anos, as autoridades encontraram em várias ocasiões corpos decapitados ou mutilados, enrolados em colchões e sacos, em áreas de mata ou terrenos baldios em Boa Vista. Segundo as investigações da Polícia Civil, as vítimas eram venezuelanas e foram assassinadas a mando de criminosos do grupo.
No caso do cemitério coletivo encontrado em Pricumã, na Zona Oeste de Boa Vista, a hipótese da polícia é de que os mortos teriam sido alvos do "tribunal do crime" venezuelano.
"Na Venezuela, o embate entre facções criminosas é muito ferrenho", o que fez com que o Tren de Aragua se especializasse em causar terror como forma de dissuasão para que os seus domínios territoriais sejam mantidos, diz o delegado Wesley Costa. 
"Eles trouxeram esse mesmo modo de atuação que tinham na Venezuela para o Brasil", afirma.
Policiais encontraram cemitério coletivo em Pricumã, zona oeste de Boa Vista, no início de 2025
Divulgação/PCRR
Em números absolutos, Roraima registrou 174 homicídios em 2024, segundo o Atlas da Violência 2026, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo FBSP.
Apesar da violência de gangues, o Estado vem apresentando uma redução nas taxas, com uma queda de 53,8% nos homicídios dolosos entre 2021 e 2024.
Em entrevista à BBC News Brasil em janeiro, o governador do Estado, Antonio Denarium (Progressistas), cobrou maior fiscalização da fronteira da Venezuela com Roraima e uma legislação mais rígida para a entrada de estrangeiros no país.
"Temos que ter restrições para entrada de venezuelanos. Eles têm que apresentar um atestado de antecedentes criminais. Hoje, eles [criminosos] estão entrando como refugiados", disse o governador.
Denarium também criticou os custos no Estado para atender aos venezuelanos que chegam diariamente e disse que quer construir um pavilhão exclusivo para presos estrangeiros na penitenciária do Estado, com recursos que serão recebidos do governo federal.
"Quando as facções criminosas da Venezuela estão acuadas, saem e entram no Brasil por Roraima. Trabalham com tráfico de drogas, de armas, de pessoas, descaminho, trazendo mercadorias ilegais para o Brasil e fazendo essa comercialização", disse.
"Roraima tem a segunda maior fronteira do Brasil. São mais de 2 mil km de fronteira. Para quem está em Pacaraima, para entrar na Venezuela, basta dar um passo e já está do outro lado."
Procurada pela BBC News Brasil, a Polícia Federal não comentou as falas do governador.  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/PyzVXunGAQ50st292ogLHt78v0o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/t/PQT8tASQGxDEB4IB7A7g/e28b14d0-6446-11f1-b2d1-a5b179e0f0d4.jpg.webp" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:37:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Prisioneira dentro da própria casa': como casas de britânicos estão sendo tomadas por criminosos e usadas por traficantes</title>  <atom:subtitle>Segundo a polícia, centenas, e possivelmente milhares, de casas são tomadas por gangues no Reino Unido todas as semanas.</atom:subtitle>  <link>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/prisioneira-dentro-da-propria-casa-como-casas-de-britanicos-estao-sendo-tomadas-por-criminosos-e-usadas-por-traficantes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/10/prisioneira-dentro-da-propria-casa-como-casas-de-britanicos-estao-sendo-tomadas-por-criminosos-e-usadas-por-traficantes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-g1.glbimg.com/pcZgmh_RGGyaurglnc9hzQUYGYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/1/A/Y1rirSQeqEnTwAoAIngQ/inglesa.jpg" /><br /> ]]>    Um traficante ocupou a casa de Jackie. Hoje, ela ajuda outras vítimas do chamado cuckooing
BBC
Centenas, talvez milhares, de casas são invadidas por criminosos todas as semanas no Reino Unido, geralmente para armazenamento e venda de drogas, disseram chefes de polícia à BBC.
Os responsáveis pelo chamado cuckooing (ocupação criminosa de residências vulneráveis) frequentemente têm como alvo pessoas vulneráveis, incluindo idosos e pessoas com deficiência, invadindo suas casas para realizar atividades ilegais.
Em alguns casos, usuários de drogas são explorados por gangues que passam a ocupar os imóveis e se recusam a sair.
O cuckooing ainda não é tipificado como crime específico no Reino Unido, o que limita os dados disponíveis sobre a dimensão do problema.
No entanto, os números compartilhados com exclusividade com a BBC mostram que 1.539 casos de cuckooing foram registrados pela polícia de Londres entre maio de 2025 e abril de 2026. Desse total, 1.275 vítimas eram homens.
O Conselho Nacional de Chefes de Polícia do Reino Unido (NPCC, na sigla em inglês) afirmou que "coisas horríveis" aconteceram às vítimas, que muitas vezes ficavam presas em suas próprias casas.
"Já tivemos casos em que as vítimas foram forçadas a comer fezes de cachorro ou praticar atos sexuais. Essas situações eram gravadas e depois usadas como forma de chantagem. Os criminosos diziam: 'se você não fizer o que eu mando, vamos mostrar isso aos seus amigos e publicar nas redes sociais'", afirmou Kirsten Dent, do NPCC, à BBC.
"É algo escondido, que acontece dentro da casa das pessoas, e nem sempre é fácil de detectar."
O cuckooing, tem nome inspirado nos cucos, aves que frequentemente ocupam ninhos de outras espécies para botar seus próprios ovos (prática conhecida em português pelo nome "parasitismo de ninhada"), deve se tornar um crime específico até o fim do ano no Reino Unido, com pena máxima de cinco anos de prisão.
A medida faz parte da Lei de Crime e Policiamento de 2026, mas o governo ainda precisa publicar orientações oficiais para as forças policiais antes que a legislação possa entrar em vigor.
Antes da implementação da nova lei, a BBC acompanhou policiais da Polícia Metropolitana de Londres durante visitas a imóveis suspeitos de serem usados em casos de cuckooing e encontrou sinais chocantes de insalubridade.
A reportagem da BBC também ouviu vítimas que disseram se sentir como prisioneiras dentro de suas próprias casas e que tinham medo de procurar a polícia por medo de represálias violentas.
Jamie diz que a lesão na cabeça o deixou vulnerável e sentia que não conseguia se defender
BBC
Jamie, de 34 anos, sofreu uma lesão cerebral depois de ser atingido na cabeça com uma garrafa de vidro e, por causa disso, tem dificuldades para se movimentar e falar adequadamente.
Dois anos atrás, uma gangue criminosa se aproveitou de sua condição ao se aproximar dele de forma amigável antes de ocupar sua casa sem o seu consentimento e usar seu apartamento como ponto de venda de drogas.
"Essas pessoas passaram de muito gentis e amigáveis comigo para simplesmente tirar tudo o que podiam", disse Jamie.
"Roubaram as minhas roupas", acrescentou. "Começaram a levar tudo o que tinha algum valor na minha casa, roubando sem que percebesse. E, quando eu descobria que eram eles, eles negavam."
Ele contou que uma das situações mais humilhantes foi levar um tapa de um adolescente muito mais novo do que ele. Jamie disse que, por causa de sua condição, sentia ser impossível enfrentar a gangue.
"Eu [tenho] lesão cerebral e um soco forte poderia me machucar seriamente. Não consigo brigar nem discutir", disse Jamie.
No início deste ano, ele disse ter conseguido deixar o apartamento e se mudar para outra região do país para escapar da gangue.
'Prisioneira dentro da própria casa'
O Conselho Nacional de Chefes de Polícia do Reino Unido visitou 683 endereços com suspeita de cuckooing no início de março deste ano como parte de uma semana de operações voltadas ao combate das chamadas county lines, prática de levar drogas de cidades grandes para áreas menores e rurais.
Segundo policiais, operações de county lines e cuckooing estão diretamente ligadas. Traficantes que transportam drogas frequentemente procuram imóveis de onde possam atuar.
"Nós suspeitamos que centenas, talvez milhares de imóveis estejam sendo usados em casos de cuckooing em todo o Reino Unido todas as semanas", afirmou Dent, do NPCC.
Uma dessas vítimas foi Jackie, que contou à BBC ter sido usuária de heroína e cocaína. O traficante que fornecia drogas para ela permitiu que acumulasse uma dívida elevada. Quando Jackie não conseguiu pagar, ele acrescentou mais 2 mil libras (cerca de R$ 14,5 mil) ao valor devido e disse que um traficante teria de morar com ela até que a dívida fosse quitada.
Ela disse ter sido vítima de cuckooing durante meses e disse ter se tornado uma "prisioneira dentro da própria casa".
"Eu pedi para ele ir embora muitas vezes, e ele respondia: 'Meu chefe disse que eu tenho que ficar aqui'."
"Isso significava que eu tinha que ficar em um único cômodo. Tentei entrar na sala e na cozinha, mas ele dizia: 'não, você não vai entrar'. Eu tinha que ficar no meu quarto. De vez em quando ele dizia algo como 'vou comprar frango com batata frita para você', mas isso era muito raro", contou. Ela disse que usava drogas para suportar a situação.
Depois de vários meses ocupando o imóvel, o traficante finalmente foi embora. Jackie disse acreditar que ele saiu por suspeitar que estava sendo monitorado pela polícia.
Hoje, ela não usa mais drogas após passar por reabilitação e trabalha com diferentes grupos de apoio para conscientizar sobre o cuckooing e mostrar que isso pode acontecer com qualquer pessoa.
"Não se trata apenas de drogas. Pode envolver qualquer coisa. Pode ser parceiro [que se recusa a sair de casa]. Pode ser um familiar. Pode ser qualquer pessoa que se recuse a deixar sua propriedade. E isso pode ser usado para todo tipo de exploração: dinheiro, produtos roubados, qualquer coisa que eles achem que podem usar contra você", afirmou Jackie.
Quando a BBC visitou imóveis em Londres com agentes da Polícia Metropolitana, os policiais disseram que condições precárias e insalubres são comuns em propriedades usadas em casos de cuckooing.
Embalagens de comida estavam espalhadas pelo chão, portas haviam saído das dobradiças e um forte cheiro de fezes tomava o ambiente.
A equipe foi levada até uma cozinha onde havia frango cru abandonado na pia. Havia manchas de sangue em um edredom, e uma mesa dobrável suja era usada como cama. O vaso sanitário de um dos banheiros estava entupido. Todos os imóveis tinham um cheiro repugnante.
Agora no g1
Vítimas repetidas
Autoridades da Polícia Metropolitana, a maior força de segurança interna britânica, afirmaram ter identificado um padrão daqueles que acabaram sendo explorados.
"O que os dados nos mostram é que se você é um homem branco de 40 a 49 anos e potencialmente um dependente de drogas, as chances são bastante altas de você se tornar uma vítima desse crime [...] Nós também estamos vendo vítimas repetidas, em que tristemente pessoas atingidas antes se mudaram ou permaneceram em suas casas e acabaram se tornando vítimas de novo", afirmou o inspetor Andrew Cameron.
Dados obtidos pela BBC via leis de acesso à informação apontam 380 investigações no ano fiscal de 2023/2024 nas quais esse crime de ocupação criminosa de residências era mencionado como a principal preocupação em potencial. Os números subiram para 1.078 em 2025/26.
A Polícia Metropolitana afirmou que o aumento está principalmente ligado a uma maior conscientização dentro da instituição sobre como se dá esse tipo de crime, mas também está ligado a mais traficantes de drogas usando essa tática em seus negócios. Além disso, a instituição disse ainda que a metodologia de coleta de dados também mudou ao longo do tempo, o que também pode ajudar a explicar o aumento de casos registrados.
Enquanto o cuckooing não é tipificado como crime, policiais dizem tentar enquadrar e prender suspeitos sob outras acusações, como posse de drogas e práticas análogas à escravidão.
Fontes ouvidas pela BBC em diversas forças policiais da Inglaterra afirmam que ordens de fechamento ou interdição têm sido mais usadas para interromper práticas de cuckooing.
Essas medidas permitem aos policiais e autoridades locais fecharem temporariamente as propriedades. Uma ordem de fechamento parcial, por exemplo, permite que o atual morador continue na residência, mas outros visitantes ou pessoas são barradas de entrar.
Algumas vítimas, porém, criticam como essa medida tem sido adotada.
"Eu não tenho fé na polícia. Eles são inúteis", afirmou uma das vítimas que falou à BBC sob a condição de anonimato.
Elas (as vítimas) acreditam que pessoas vulneráveis precisam de mais apoio e que ainda faltam medidas para impedir esse tipo de exploração.
O Conselho Nacional de Chefes de Polícia do Reino Unido afirmou que está trabalhando para aumentar a confiança entre as vítimas e acredita que a mudança da lei tipificando o cuckooing como crime vai ajudar nesse sentido.
Amy Loughery, pesquisadora da Universidade de Leeds, no Reino Unido, que trabalha em torno do cuckooing e outras formas de exploração, afirma que a polícia nem sempre reconhece quando pessoas vulneráveis estão sendo exploradas.
"Vítimas de cuckooing não são necessariamente vistas como vítimas porque em geral elas já tiveram outras experiências ou interações com a polícia."
Ainda que a conscientização sobre o problema tenha melhorado nos últimos anos, Loughery afirmou à BBC que "ainda há um longo caminho a ser percorrido". Ela cobra mais orientações e políticas para ajudar a identificar a exploração e aprimorar as respostas ao crime de cuckooing.
Um porta-voz do Ministério do Interior do Reino Unido disse que os depoimentos dados à BBC News foram "terríveis".
E acrescentou: "Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para proteger as comunidades do crime vil de cuckooing, incluindo o investimento de mais de 34 milhões de libras [cerca de R$ 235 milhões] este ano no Programa County Lines para combater gangues de tráfico de drogas e grupos do crime organizado."  </description>  <media:content url="https://s2-g1.glbimg.com/pcZgmh_RGGyaurglnc9hzQUYGYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/1/A/Y1rirSQeqEnTwAoAIngQ/inglesa.jpg" medium="image"/>    <category>G1</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:04:08 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>