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	<title>Gnosis Online &#8211; O seu portal do esoterismo</title>
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	<description>O maior portal sobre Gnosis do mundo!</description>
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		<title>A sagrada ordem do Tibete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 02:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gnosis]]></category>
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					<description><![CDATA[A ORDEM SAGRADA DO TIBETE Disse Papus em seu Tratado Elementar de Ciência Oculta que os verdadeiros INICIADOS do Oriente são os vinculados aos santuários secretos do Bramanismo, pois somente eles são capazes de nos entregar a chave real do ARCANO AZF, graças ao conhecimento da primitiva língua atlante WATAN, raiz fundamental do sânscrito, do hebraico e do chinês. A Ordem Sagrada do Tibete, antiquíssima, é certamente a genuína depositária do verdadeiro Tesouro do Aryavarta. Dizem antigas tradições arcaicas, perdidas na aterradora noite de todas as eras, que essa venerável instituição compõe-se de 201 membros; e que sua cúpula maior é formada por 72 brâmanes. Está escrito no fundo dos séculos, com caracteres de fogo, que BHAGAVAN ACLAIVA, o grande Maharishi, é o regente secreto dessa misteriosa ordem. Mediante o Santo Oito, signo do infinito, qualquer Chela, desde que possua conduta reta, pode colocar-se em contato direto com essa organização secreta. O Santo Oito, traçado horizontalmente é, sem sombra de dúvida, uma clepsidra viva. Se considerarmos intimamente a extraordinária formação desse maravilhoso signo, torna-se evidente a continuidade de um mesmo traço que fecha um duplo circuito em seu primeiro movimento, enquanto no segundo fecha apenas um, desviando-se no outro para projetar-se para fora, depois de cortar o signo exatamente no ponto de seu cruzamento central. Um fecha e o outro abre. É, pois, esta a chave requerida para abrir todas as portas e cortar todas as correntes formadas pela energia atômica, desde aquela que imaginamos e depositamos no fundo da consciência até a originária de todas, a qual circula da mesma forma no centro vital da Nona Esfera. Salvar-se, por meio desses recursos, dos riscos próprios de toda experiência astral e obter uma saída Autoconsciente e rápida é, entre outras razões, motivo mais do que suficiente para que a Ordem Sagrada do Tibete possa enfatizar seu lema: “NADA RESISTE AO NOSSO PODER”. De acordo com a descrição anterior, sugere-se o seguinte exercício: 1º — Quietude e silêncio mental;2º — Imaginar vividamente o Santo Oito;3º — Meditar profundamente na Ordem Sagrada do Tibete;4º — Esse signo une ou separa todos os elementos regidos pela energia atômica quando traçado com os dedos médio, indicador e polegar da mão direita sobre a superfície do plexo cardíaco. Amai o Santo Oito, venerai-o, concentrai-vos profundamente nele. Tal número converte-se assim em um claro emblema daquele Mercúrio Filosófico — verdadeira encarnação de Hermes — com o qual o Iniciado deve trabalhar no Magistério do Fogo. Meditai no signo sagrado do infinito, perfeita representação do elo vivo que une sabiamente os mundos divino e material, que governa respectivamente as águas de cima e as águas de baixo do espaço profundo na segunda fase da Criação, e que por fim se unem no foco central interno da consciência individual, como veículo, canal e meio de expressão de um no outro. Concentrai-vos profundamente no santo símbolo, no Oito inefável, nessa dupla corrente de fogo e água que se entrecruza sabiamente na Nona Esfera dentro das entranhas vivas da Terra. Recordai a nobre figura alquímica de Basilius Valentinus, resplandecente variação do caduceu, símbolo sacratíssimo do Mercúrio dos sábios, no qual se unem as propriedades ativas do Enxofre à maravilhosa fecundidade produtora do sal, realizando sabiamente o místico conúbio de dois luminares em três mundos. Que haja profundidade em vossa concentração Meditai na Ordem Sagrada do Tibete. Evocai esses Oito KABIRES ou Kabirim do signo do Infinito; esses Oito Irmãos, divindades semíticas inefáveis cujo culto e Mistérios passaram depois aos gregos e romanos, encontrando seu centro especial em Samotrácia. Considerados deuses santos, filhos de Hefesto ou Vulcano e de uma bela filha de Proteu, aparecem como nascidos do Fogo Sagrado que se desenvolve e se desdobra dentro do interior da Terra. São, pois, esses Oito Irmãos os Regentes da Natureza; os geradores dos fenômenos vitais; os reguladores de todas as atividades fundamentais do organismo planetário em que vivemos. Meditai e orai; permanecei alertas e vigilantes como o sentinela em tempos de guerra e não caiais em tentação. Que o Santo Oito, inefável e terrivelmente divino, mergulhe como precioso bálsamo em vosso dolorido coração, e que os oito Kabires guiem vossos passos rumo à Ordem Sagrada do Tibete. Sede — digo-vos — ÍNTEGROS, UNITOTAIS, RECEPTIVOS. Numa noite qualquer, não importa qual, sereis chamados desde o templo dos Himalaias. “Pedi e vos será dado; batei e vos será aberto.” Ó Lanú! Dizei-me: estais disposto a suportar as provas? Dizem os antigos sábios do Oriente que sete são as provas básicas, fundamentais e indispensáveis para a recepção iniciática na Ordem Sagrada do Tibete. Sobre a última dessas provas já havia falado o Mestre Luxemil. Acaso é agradável experimentar o terror da morte? Entretanto, somente assim chegamos a compreender que o preço da AUTORREALIZAÇÃO ÍNTIMA DO SER se paga com a própria vida. Lúgubre sorte me cabe ao contemplar o ígneo rastro daquilo que foi! Eu estive nas lutas; conheci provas; bati, como tantos outros, às portas do templo. Aquela beleza sedutora do Templo Oriental lançou um lampejo de vida em minha alma sofrida, como o raio que colore a nuvem chorosa com o arco-íris que alegra. Imagem sagrada do templo, grata e radiante, foste como estrela errante ou veloz meteoro; o raio que abriu em minha noite um ardente sulco de ouro. Esse inefável santuário do Tibete é o farol e a tocha; o hálito que refresca e o turbilhão que tumultua; a calma do espírito que recria e a tormenta que açoita. Mistério insondável, harmonia doce e forte, severa e grave; Deus me conceda alcançar-te como fúnebre lirismo, glória de sangue, flor do Abismo, luto e esplendor da morte. Sobre esse negro rió da existência profana, a verdade austera e solene brilha como o silêncio das estrelas acima do terrível estrépito das ondas. E fui submetido a provas indizíveis dentro daqueles muros sagrados, no pátio solarengo do templo. Quantas recordações! Que a tarde dobre sua asa de ouro sobre o vazio; que venham à minha mente, para o bem de meus leitores,]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ORDEM SAGRADA DO TIBETE</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disse Papus em seu <em>Tratado Elementar de Ciência Oculta</em> que os verdadeiros INICIADOS do Oriente são os vinculados aos santuários secretos do Bramanismo, pois somente eles são capazes de nos entregar a chave real do ARCANO AZF, graças ao conhecimento da primitiva língua atlante WATAN, raiz fundamental do sânscrito, do hebraico e do chinês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ordem Sagrada do Tibete, antiquíssima, é certamente a genuína depositária do verdadeiro <em>Tesouro do Aryavarta</em>. Dizem antigas tradições arcaicas, perdidas na aterradora noite de todas as eras, que essa venerável instituição compõe-se de <strong>201 membros</strong>; e que sua cúpula maior é formada por <strong>72 brâmanes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está escrito no fundo dos séculos, com caracteres de fogo, que <strong>BHAGAVAN ACLAIVA</strong>, o grande Maharishi, é o regente secreto dessa misteriosa ordem. Mediante o <strong>Santo Oito</strong>, signo do infinito, qualquer <strong>Chela</strong>, desde que possua conduta reta, pode colocar-se em contato direto com essa organização secreta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Santo Oito, traçado horizontalmente é, sem sombra de dúvida, uma clepsidra viva. Se considerarmos intimamente a extraordinária formação desse maravilhoso signo, torna-se evidente a continuidade de um mesmo traço que fecha um duplo circuito em seu primeiro movimento, enquanto no segundo fecha apenas um, desviando-se no outro para projetar-se para fora, depois de cortar o signo exatamente no ponto de seu cruzamento central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um fecha e o outro abre. É, pois, esta a chave requerida para abrir todas as portas e cortar todas as correntes formadas pela energia atômica, desde aquela que imaginamos e depositamos no fundo da consciência até a originária de todas, a qual circula da mesma forma no centro vital da Nona Esfera.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="496" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo.png" alt="" class="wp-image-72898" style="width:771px;height:auto" srcset="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo.png 700w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo-300x213.png 300w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo-593x420.png 593w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo-150x106.png 150w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo-696x493.png 696w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/templo-100x70.png 100w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Salvar-se, por meio desses recursos, dos riscos próprios de toda experiência astral e obter uma saída Autoconsciente e rápida é, entre outras razões, motivo mais do que suficiente para que a Ordem Sagrada do Tibete possa enfatizar seu lema: <strong>“NADA RESISTE AO NOSSO PODER”.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a descrição anterior, sugere-se o seguinte exercício:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1º — Quietude e silêncio mental;<br>2º — Imaginar vividamente o Santo Oito;<br>3º — Meditar profundamente na Ordem Sagrada do Tibete;<br>4º — Esse signo une ou separa todos os elementos regidos pela energia atômica quando traçado com os dedos <strong>médio, indicador e polegar da mão direita</strong> sobre a superfície do plexo cardíaco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amai o Santo Oito, venerai-o, concentrai-vos profundamente nele. Tal número converte-se assim em um claro emblema daquele Mercúrio Filosófico — verdadeira encarnação de Hermes — com o qual o Iniciado deve trabalhar no Magistério do Fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meditai no signo sagrado do infinito, perfeita representação do elo vivo que une sabiamente os mundos divino e material, que governa respectivamente as águas de cima e as águas de baixo do espaço profundo na segunda fase da Criação, e que por fim se unem no foco central interno da consciência individual, como veículo, canal e meio de expressão de um no outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concentrai-vos profundamente no santo símbolo, no Oito inefável, nessa dupla corrente de fogo e água que se entrecruza sabiamente na Nona Esfera dentro das entranhas vivas da Terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recordai a nobre figura alquímica de Basilius Valentinus, resplandecente variação do caduceu, símbolo sacratíssimo do Mercúrio dos sábios, no qual se unem as propriedades ativas do Enxofre à maravilhosa fecundidade produtora do sal, realizando sabiamente o místico conúbio de dois luminares em três mundos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que haja profundidade em vossa concentração</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meditai na Ordem Sagrada do Tibete. Evocai esses Oito <strong>KABIRES </strong>ou Kabirim do signo do Infinito; esses Oito Irmãos, divindades semíticas inefáveis cujo culto e Mistérios passaram depois aos gregos e romanos, encontrando seu centro especial em Samotrácia. Considerados deuses santos, filhos de Hefesto ou Vulcano e de uma bela filha de Proteu, aparecem como <strong>nascidos do Fogo Sagrado que se desenvolve e se desdobra dentro do interior da Terra</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="600" height="449" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim.png" alt="" class="wp-image-72899" style="width:782px;height:auto" srcset="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim.png 600w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim-300x225.png 300w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim-561x420.png 561w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim-80x60.png 80w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim-150x112.png 150w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/8-kabirim-265x198.png 265w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São, pois, esses Oito Irmãos os Regentes da Natureza; os geradores dos fenômenos vitais; os reguladores de todas as atividades fundamentais do organismo planetário em que vivemos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meditai e orai; permanecei alertas e vigilantes como o sentinela em tempos de guerra e não caiais em tentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que o Santo Oito, inefável e terrivelmente divino, mergulhe como precioso bálsamo em vosso dolorido coração, e que os oito Kabires guiem vossos passos rumo à Ordem Sagrada do Tibete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sede — digo-vos — ÍNTEGROS, UNITOTAIS, RECEPTIVOS. Numa noite qualquer, não importa qual, sereis chamados desde o templo dos Himalaias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pedi e vos será dado; batei e vos será aberto.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ó Lanú! Dizei-me: estais disposto a suportar as provas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dizem os antigos sábios do Oriente que sete são as provas básicas, fundamentais e indispensáveis para a recepção iniciática na Ordem Sagrada do Tibete. Sobre a última dessas provas já havia falado o Mestre Luxemil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acaso é agradável experimentar o terror da morte? Entretanto, somente assim chegamos a compreender que o preço da AUTORREALIZAÇÃO ÍNTIMA DO SER se paga com a própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lúgubre sorte me cabe ao contemplar o ígneo rastro daquilo que foi! Eu estive nas lutas; conheci provas; bati, como tantos outros, às portas do templo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquela beleza sedutora do Templo Oriental lançou um lampejo de vida em minha alma sofrida, como o raio que colore a nuvem chorosa com o arco-íris que alegra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem sagrada do templo, grata e radiante, foste como estrela errante ou veloz meteoro; o raio que abriu em minha noite um ardente sulco de ouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse inefável santuário do Tibete é o farol e a tocha; o hálito que refresca e o turbilhão que tumultua; a calma do espírito que recria e a tormenta que açoita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mistério insondável, harmonia doce e forte, severa e grave; Deus me conceda alcançar-te como fúnebre lirismo, glória de sangue, flor do Abismo, luto e esplendor da morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre esse negro rió da existência profana, a verdade austera e solene brilha como o silêncio das estrelas acima do terrível estrépito das ondas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E fui submetido a provas indizíveis dentro daqueles muros sagrados, no pátio solarengo do templo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas recordações! Que a tarde dobre sua asa de ouro sobre o vazio; que venham à minha mente, para o bem de meus leitores, essas reminiscências esotéricas; que titilem as estrelas; que as aves noturnas me revelem em segredo muitas coisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E naquele pátio de mistérios, uma Dama Adepto, depois de tantas e tão espantosas provas, mostrou-me sinistramente a descarnada e horrível figura da morte: uma ossuda caveira entre duas tíbias cruzadas&#8230;</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="500" height="313" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/caveira.png" alt="" class="wp-image-72897" style="width:657px;height:auto" srcset="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/caveira.png 500w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/caveira-300x188.png 300w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2026/05/caveira-150x94.png 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Deixai-me viver um pouco mais&#8230; Estou trabalhando pela humanidade sofredora&#8230; Pagarei tudo o que devo sacrificando-me pela grande órfã. Tende compaixão de mim.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se estivesses preparado, morrerias diante desta figura.” Essa foi a resposta. E depois veio um aterrador silêncio. Eu, miserável verme do lodo da Terra, permanecia de pé junto a uma daquelas solenes colunas invictas do santuário&#8230; Ai de mim! Ai! Ai!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tremendas recordações vieram então à minha mente&#8230; Eu estava dentro da Ordem Sagrada do Tibete, mas aquilo não me era novo. Recordei que em outros tempos já estivera ali, naquele mesmo lugar, junto àquela mesma coluna veneranda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pátio, ao redor da mesa sagrada, um grupo de <strong>Nirmanakayas</strong> encontrava-se sentado&#8230; Aqueles seres inefáveis irradiavam felicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ó Deus! Que túnicas tão formosas! Vestiduras de paraíso! Que rostos tão divinos!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É evidente que entre eles não faltavam alguns <strong>Sambhogakayas</strong>, os quais, como é sabido, possuem três perfeições a mais que os Nirmanakayas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Permitam-me dizer algumas palavras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste instante vem à minha memória a lembrança de outros tempos. Faz já muitos séculos que permaneci aqui, neste mesmo lugar e junto desta mesma coluna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se não tivesses estado aqui antes” — respondeu-me um venerável ancião — “não terias voltado a bater às portas deste templo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Avancei alguns passos, afastando-me da coluna para colocar-me reverentemente diante da mesa dos santos. O ancião que tomara a palavra em nome de todos os eleitos levantou-se para dirigir-me justas recriminações. Que rosto majestoso! Parecia um Cristo vivo. Em seus olhos refletiam-se muitos dias e noites cósmicas; sua barba sagrada era viva representação do Verbo Universal da Vida, e sua imaculada cabeleira, caindo sobre os ombros inefáveis, fazia-nos recordar o Ancião dos Dias da Cabala Hebraica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falou então palavras terríveis. Mencionou uma mulher que eu havia conhecido após o submergimento do antigo continente atlante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recordas-te de tal mulher?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sim, Venerável Mestre, lembro-me dela.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era evidente que eu havia fracassado por causa dela em tempos antigos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Te recordas de outra?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sim, Venerável Mestre, também me lembro dela.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então veio à minha mente a viva lembrança de uma rainha tibetana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Ásia Central, no próprio coração dos Himalaias, ao lado do Tibete, existiu um reino maravilhoso há cerca de 1 milhão de anos. Os habitantes daquele antigo país eram resultado de uma mistura ário-atlante. Todo esoterista sabe muito bem que a primeira Sub-Raça de nossa atual 5ª Raça-Raiz floresceu na Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu vivi naquele antigo país e conheci a citada rainha, aquela mesma que o Mestre me recordava de forma recriminatória. Ela veio a mim quando eu era sacerdote da Ordem Sagrada do Tibete. A infeliz sofria e contou-me suas tragédias. O monarca, seu esposo, estava enamorado de outra mulher, e naturalmente a desventurada rainha havia caído em desespero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quis ajudá-la. Fiz o que pude por ela, porém cometi graves erros. Assaltar a mente alheia é um delito, e seria absurdo negar meus próprios erros. Usei os poderes psíquicos de maneira evidentemente negativa e cheguei inclusive ao erro de aceitar algum dinheiro. O tesouro real pagou-me certa soma referente às despesas da rainha. O esposo abandonou a concubina; rei e rainha reconciliaram-se para o bem daquele país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aparentemente fiz o bem, porém recordemos as palavras do Mestre Morya: “Entre as cadências do verso também se oculta o delito”. Torna-se claro compreender que caí num absurdo, que cometi estupidezes e, por tal motivo, apesar de ser um “duas vezes nascido”, fui severamente castigado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ali estava o ancião recordando-me todas essas coisas, e é evidente que minha dor moral foi espantosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recorreste à Ordem da Jarreteira?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sim, vVenerável Mestre, recorri a ela.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como negá-lo? O olhar daquele ancião sacratíssimo atravessava-me o coração. Impossível esconder-se diante da divindade. Recordei então aquela antiga personalidade que tive na velha Roma. Foi-me confiada a missão de estabelecer um poderoso cenário para a quarta sub-raça desta quinta raça-raiz, e então utilizei a personalidade humana de Julius Caesar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formei o grande Império Romano, combati como um leão nas Gálias, e todo o mundo sabe que fui assassinado por Bruto, o traidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tinha necessidade de recorrer à Ordem da Jarreteira; as leis secretas da Grande Vida Universal teriam, de toda forma, ajudado-me sem necessidade daquela instituição romana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois dessas recriminações, senti vergonha de mim mesmo, aflito e com o coração profundamente dolorido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma Dama-Adepto disfarçada, vestida com os trajes do verdugo ritual, avançou resolutamente em minha direção trazendo na mão direita o látego sagrado. Compreendi imediatamente que deveria passar pela flagelação evangélica. Caminhei rumo ao interior do templo, lentamente&#8230; ao longo daquele vetusto pátio cercado por muralhas arcaicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Morra! Morra! Morra!” — exclamou a Dama, enquanto me golpeava verdadeiramente com o látego sagrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sim, isso é o que desejo: morrer, morrer, morrer! Açoitai-me com mais força!”</p>



<p class="wp-block-paragraph">E aqueles açoites, em vez de produzirem em mim o horrível sofrimento da tortura, penetravam-me como descargas elétricas, beneficiando-me interiormente, pois sentia que aquelas entidades que constituem o Eu Pluralizado estavam sendo abatidas pela morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está escrito que Hórus deve vencer e destruir os demônios de Seth (Satã), para que a alma ressuscite no coração de Osíris (o Cristo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É evidente, certo e profundamente patético que, após haver regressado ao segundo nascimento, eu necessitava morrer em mim mesmo, aqui e agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta não é a morte ordinária, comum e corrente dos profanadores da vida, aquela que infunde tão grande terror às multidões vulgares que povoam a face da Terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certamente esta é a morte iniciática ou filosófica dos Mestres, à qual fazia referência Giordano Bruno ao escrever:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Coloro Che Filosofano Dirittamente Intendono a Morire.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a morte de Seth, do mim mesmo, do si mesmo, tão adorado por tantos sinceros equivocados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já se passaram muitos anos de minha vida e jamais pude esquecer esse acontecimento cósmico ocorrido no coração dos Himalaias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hoje estou morto!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhei intensamente com a ajuda de minha serpente sagrada; os demônios vermelhos foram derrotados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande foi a luta, porém alcancei a <strong>morte iniciática</strong>. O caminho é mais amargo que o fel. Muitos são os chamados e poucos os escolhidos. A senda da vida é formada pelas marcas dos cascos do cavalo da morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Necessitava dissolver o EGO, morrer, sim&#8230; e agora falo porque&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(Cap. 6 &#8211; Meu Regresso ao Tibete &#8211; Samael Aun Weor)</strong></p>
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		<title>Bhagavan Aclaiva e a Sagrada Ordem do Tibet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 14:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste texto do site GnosisOnline fizemos uma pequena compilação das principais referências que o VM Samael Aun Weor faz sobre a mais antiga e poderosa ordem da Venerável Loja Branca: a Sagrada Ordem do Tibet. Dizem os gnósticos que esta ordem é a que possui as Chaves supremas da autorrealização, e que todos os Avataras que vieram a este plano físico para ensinar sobre o Arcano AZF saíram das fileiras desta Ordem oriental. No livro Curso Esotérico de Cabala, o Mestre Samael enfatiza que podemos e devemos invocar, em nossas orações diárias, este grande Mestre da Luz, para sermos ajudados no Despertar da Consciência. O braço &#8220;armado&#8221;, marcial, desta Ordem Cósmica são os Dharmapalas do Tibet, regentes e guardiães sagrados incumbidos de lutar contra as Forças do Mal, cuja expressão maior é o chamado Clã dos Dag-Dugpas. Dois de seus símbolos supremos são, como veremos nos relatos em seguida, o Santo Oito (ou do Infinito) e a Caveira Sobre Dois Fêmures. O VM Samael, em algumas de suas obras, exorta a que todos nós façamos práticas, exercícios, correntes, &#8220;mentalizações&#8221; com os sagrados símbolos da Ordem do Tibet e também com o próprio Reitor máximo, chamado Bhagavan Aclaiva. Leiamos, a seguir, o que Samael ensina sobre a Sagrada Ordem do Tibet e seu Regente, Bhagavan Aclaiva: &#8220;A Igreja Gnóstica dos Mundos Superiores tem sua expressão, indubitavelmente, naquela antiga Ordem Sagrada do Tibet. Conta esta Ordem Sacerdotal com 201 membros. O Plano Maior está formado por 72 Brâmanes. Inquestionavelmente, tão benemérita organização mística conserva o tesouro do Aryavarta Ashram. Estas três grandes riquezas do tesouro Aryavarta Ashram, a saber, são: A Pedra Filosofal, A Clavícula de Salomão e O Gênese de Enoque. Neste Monastério da Igreja Gnóstica da Sagrada Ordem do Tibet celebram-se grandes festas cósmicas. Situado neste sublime monastério na terra do Éden, dentro da Quarta Vertical. No meio de três grandes montanhas, está o Vale Celestial, onde resplandece, augusto, o Monastério Sagrado da Ordem do Tibet. E posso dizer, com inteira claridade meridiana, que o membro mais exaltado da Ordem e chefe supremo da mesma é o Venerável Mestre e Patriarca da Igreja Gnóstica Bhagavan Aclaiva, que é o Supremo Diretor desta Ordem da Loja Branca. O monastério sagrado dessa ordem está situado ao lado direito do Vale de Amitaba. Nós temos o grande tesouro Aryavarta Ashram e por isso posso dizer com inteira claridade meridiana que os membros mais exaltados da Ordem são indivíduos sagrados porque possuem a Pedra Filosofal. &#8212; Sobre a cabeça do mago aparece o Santo Oito, símbolo sagrado do Infinito. Este símbolo encerra, define e enlaça as correntes magnéticas da Mente Superior (consciência no sono) com as da Mente Inferior (consciência em vigília). Tal signo junta ou separa todos os elementos regidos pela energia atômica, quando traçado com os dedos médio, indicador e polegar sobre a superfície do plexo cardíaco. PRÁTICA. De acordo com a descrição anterior, sugere-se este exercício: 1. Retire da mente toda classe de pensamentos2. Aquiete a mente3. Serene o pensamento e4. Imagine depois o Santo Oito na forma gráfica que se representa aqui Deixe que esta figura se submerja em sua consciência e adormeça. A seguir, ponha a mente em branco, sem pensar em nada. Assim, após algum tempo, &#8220;despertarão a consciência no corpo astral&#8221;. Pois bem, ao se considerar a formação desse signo, ressalta a continuidade de um mesmo braço que fecha um duplo circuito no primeiro risco, enquanto no segundo só fecha um, desviando-se no outro para projetar-se para fora, depois de cortar o signo no mesmo ponto de seu cruzamento central. Um fecha e o outro abre. Esta é a chave para abrir todas as portas e para cortar todas as correntes formadas pela energia atômica, desde a que temos imaginado e depositado no fundo da consciência até a originária de todas, a qual circula, da mesma forma, no centro da Nona Esfera. Portanto, suprimir com esses recursos os riscos próprios de toda experiência astral e obter uma saída rápida e perfeita é, entre outras, uma razão mais que suficiente para que a Ordem Sagrada do Tibet possa afirmar seu lema: Nada Resiste ao Nosso Poder. O discípulo, momentos antes de se deitar para fazer a prática, deve invocar com todo o seu coração e com toda a sua alma ao Grande Regente da Sagrada Ordem do Tibet. O nome do grande Guru é Bhagavan Aclaiva. Esta Ordem, a qual temos a alta honra de representar aqui no México, é a mais poderosa de toda a tradição oriental. Compõe-se de 201 membros, onde o Plano Maior está formado por 72 brâmanes. Papus, em seu Tratado Elementar de Ciência Oculta, diz que os verdadeiros Iniciados do Oriente são os inscritos nos Santuários Secretos do bramanismo porque são os únicos que dão a chave real do Arcano AZF, graças ao conhecimento da língua atlante primitiva, o Watan, raiz fundamental do sânscrito, hebraico e chinês. A Sagrada Ordem do Tibet é a depositária genuína do real Tesouro do Aryabarta. Este tesouro é o Grande Arcano. Bhagavan Aclaiva o ajudará a sair em corpo astral conscientemente. Invoque-o quando estiverem meditando com o Signo Sagrado do Infinito. Uma noite qualquer será chamado desde o Templo do Himalaia. Ali será submetido a sete provas. Ali aprenderá a Ciência Secreta. Agora, voltemos ao ponto inicial depois de nossa digressão. O Santo Oito simboliza o Caduceu de Mercúrio e representa os dois cordões ganglionares que, esotericamente, se enroscam na medula espinhal e são: Idá e Píngala, as duas testemunhas, as duas oliveiras, os dois castiçais que estão diante do trono do Deus da terra. Pelo cordão da direita, sobem os átomos solares e pelo da esquerda, os átomos lunares. Esses átomos solares e lunares levantam-se desde nosso sistema seminal. O fogo do Flagetonte e a água do Aqueronte entrecruzam-se na Nona Esfera, formando o Signo do Infinito. &#8211; &#8211; &#8211; Samael é o nome da minha Mônada. Estou aqui, com a humanidade, desde que raiou a Aurora, depois da noite profunda do Grande Pralaya. Eu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste texto do site GnosisOnline fizemos uma pequena compilação das principais referências que o VM Samael Aun Weor faz sobre a mais antiga e poderosa ordem da Venerável Loja Branca: a Sagrada Ordem do Tibet.</p>
<p>Dizem os gnósticos que esta ordem é a que possui as Chaves supremas da autorrealização, e que todos os Avataras que vieram a este plano físico para ensinar sobre o Arcano AZF saíram das fileiras desta Ordem oriental.</p>
<p>No livro <strong><span style="color: #0000ff;"><em><span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://www.esotera.com.br/lista/livros-revistas-comics/gnose-samael">Curso Esotérico de Cabala</a></span></em></span></strong>, o Mestre Samael enfatiza que podemos e devemos invocar, em nossas orações diárias, este grande Mestre da Luz, para sermos ajudados no Despertar da Consciência.</p>
<p>O braço &#8220;armado&#8221;, marcial, desta Ordem Cósmica são os Dharmapalas do Tibet, regentes e guardiães sagrados incumbidos de lutar contra as Forças do Mal, cuja expressão maior é o chamado <em><strong><span style="text-decoration: underline; color: #333399;"><a href="http://www.gnosisonline.org/mestres-da-senda/cla-dos-dag-dugpas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #333399; text-decoration: underline;">Clã dos Dag-Dugpas</span></a></span></strong></em>.</p>
<p>Dois de seus símbolos supremos são, como veremos nos relatos em seguida, o Santo Oito (ou do Infinito) e a Caveira Sobre Dois Fêmures.</p>
<p>O VM Samael, em algumas de suas obras, exorta a que todos nós façamos práticas, exercícios, correntes, &#8220;mentalizações&#8221; com os sagrados símbolos da Ordem do Tibet e também com o próprio Reitor máximo, chamado Bhagavan Aclaiva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1521 alignleft" title="Sanat_Kumara" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/04/Sanat_Kumara.jpg" alt="" width="343" height="468" />Leiamos, a seguir, o que Samael ensina sobre a Sagrada Ordem do Tibet e seu Regente, Bhagavan Aclaiva:</p>
<p>&#8220;A Igreja Gnóstica dos Mundos Superiores tem sua expressão, indubitavelmente, naquela antiga Ordem Sagrada do Tibet. Conta esta Ordem Sacerdotal com 201 membros. O Plano Maior está formado por 72 Brâmanes.</p>
<p>Inquestionavelmente, tão benemérita organização mística conserva o tesouro do Aryavarta Ashram. Estas três grandes riquezas do tesouro Aryavarta Ashram, a saber, são: A Pedra Filosofal, A Clavícula de Salomão e O Gênese de Enoque.</p>
<p>Neste Monastério da Igreja Gnóstica da Sagrada Ordem do Tibet celebram-se grandes festas cósmicas. Situado neste sublime monastério na terra do Éden, dentro da Quarta Vertical.</p>
<p>No meio de três grandes montanhas, está o Vale Celestial, onde resplandece, augusto, o Monastério Sagrado da Ordem do Tibet.</p>
<p>E posso dizer, com inteira claridade meridiana, que o membro mais exaltado da Ordem e chefe supremo da mesma é o Venerável Mestre e Patriarca da Igreja Gnóstica Bhagavan Aclaiva, que é o Supremo Diretor desta Ordem da Loja Branca.</p>
<p>O monastério sagrado dessa ordem está situado ao lado direito do Vale de Amitaba.</p>
<p>Nós temos o grande tesouro Aryavarta Ashram e por isso posso dizer com inteira claridade meridiana que os membros mais exaltados da Ordem são indivíduos sagrados porque possuem a Pedra Filosofal.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Sobre a cabeça do mago aparece o Santo Oito, símbolo sagrado do Infinito. Este símbolo encerra, define e enlaça as correntes magnéticas da Mente Superior (consciência no sono) com as da Mente Inferior (consciência em vigília).</p>
<p>Tal signo junta ou separa todos os elementos regidos pela energia atômica, quando traçado com os dedos médio, indicador e polegar sobre a superfície do plexo cardíaco.</p>
<p>PRÁTICA. De acordo com a descrição anterior, sugere-se este exercício:</p>
<p>1. Retire da mente toda classe de pensamentos<br />2. Aquiete a mente<br />3. Serene o pensamento e<br />4. Imagine depois o Santo Oito na forma gráfica que se representa aqui</p>
<p>Deixe que esta figura se submerja em sua consciência e adormeça. A seguir, ponha a mente em branco, sem pensar em nada. Assim, após algum tempo, &#8220;despertarão a consciência no corpo astral&#8221;.</p>
<p>Pois bem, ao se considerar a formação desse signo, ressalta a continuidade de um mesmo braço que fecha um duplo circuito no primeiro risco, enquanto no segundo só fecha um, desviando-se no outro para projetar-se para fora, depois de cortar o signo no mesmo ponto de seu cruzamento central. Um fecha e o outro abre.</p>
<p>Esta é a chave para abrir todas as portas e para cortar todas as correntes formadas pela energia atômica, desde a que temos imaginado e depositado no fundo da consciência até a originária de todas, a qual circula, da mesma forma, no centro da Nona Esfera.</p>
<p>Portanto, suprimir com esses recursos os riscos próprios de toda experiência astral e obter uma saída rápida e perfeita é, entre outras, uma razão mais que suficiente para que a Ordem Sagrada do Tibet possa afirmar seu lema: <strong>Nada Resiste ao Nosso Poder.</strong></p>
<p>O discípulo, momentos antes de se deitar para fazer a prática, deve invocar com todo o seu coração e com toda a sua alma ao Grande Regente da Sagrada Ordem do Tibet. O nome do grande Guru é Bhagavan Aclaiva. Esta Ordem, a qual temos a alta honra de representar aqui no México, é a mais poderosa de toda a tradição oriental. Compõe-se de 201 membros, onde o Plano Maior está formado por 72 brâmanes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-50440" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2014/03/bhagavan-infinito.jpg" alt="" width="653" height="653" /></p>
<p>Papus, em seu <em>Tratado Elementar de Ciência Oculta</em>, diz que os verdadeiros Iniciados do Oriente são os inscritos nos Santuários Secretos do bramanismo porque são os únicos que dão a chave real do Arcano AZF, graças ao conhecimento da língua atlante primitiva, o <strong>Watan</strong>, raiz fundamental do sânscrito, hebraico e chinês.</p>
<p>A Sagrada Ordem do Tibet é a depositária genuína do real Tesouro do Aryabarta. Este tesouro é o Grande Arcano. Bhagavan Aclaiva o ajudará a sair em corpo astral conscientemente. <strong>Invoque-o quando estiverem meditando com o Signo Sagrado do Infinito.</strong></p>
<p>Uma noite qualquer será chamado desde o Templo do Himalaia. Ali será submetido a sete provas. Ali aprenderá a Ciência Secreta. Agora, voltemos ao ponto inicial depois de nossa digressão.</p>
<p>O Santo Oito simboliza o Caduceu de Mercúrio e representa os dois cordões ganglionares que, esotericamente, se enroscam na medula espinhal e são: Idá e Píngala, as duas testemunhas, as duas oliveiras, os dois castiçais que estão diante do trono do Deus da terra.</p>
<p>Pelo cordão da direita, sobem os átomos solares e pelo da esquerda, os átomos lunares. Esses átomos solares e lunares levantam-se desde nosso sistema seminal. O fogo do Flagetonte e a água do Aqueronte entrecruzam-se na Nona Esfera, formando o Signo do Infinito.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18pt;"><strong><span style="color: #0000ff;">&#8211; </span><span style="color: #ffff00;">&#8211; </span><span style="color: #ff0000;">&#8211;</span></strong></span></p>
<p>Samael é o nome da minha Mônada. Estou aqui, com a humanidade, desde que raiou a Aurora, depois da noite profunda do Grande Pralaya. Eu vi afundar a Lemúria, através de 10 mil anos, no Oceano Pacífico. Conheci a Atlântida e acompanhei o Manu Vaivasvata em seu êxodo, rumo ao Planalto Central da Ásia. Eu conservava o mesmo corpo.</p>
<p>No próprio coração dos Himalaias, ao lado do Tibet, existiu um reino maravilhoso faz já cerca de 1 milhão de anos. Eu vivi nesse país, e então ingressei, com muita humildade, na Ordem Sagrada do Tibet e me converti em um autêntico Lama. Desgraçadamente, cometi certos erros demasiadamente graves.</p>
<p>Querendo ajudar, com a Chave Sagrada IT, à rainha do meu país. Devido a isso, fui expulso da Venerada Ordem e continuei metido dentro do Sanrara. Já caído, tiraram-me aquele corpo esplêndido da Lemúria imortal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50441" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2014/03/bhagavan.jpg" alt="" width="623" height="662" /></p>
<p>Retornar ao vetusto monastério tibetano foi sempre meu melhor anelo. Dizem os velhos sábios do Oriente que sete são as provas básicas, fundamentais, indispensáveis para a recepção iniciática na Ordem Sagrada do Tibet.</p>
<p>Eu estive nas lutas, soube das provas, golpeei, como outros, na porta do templo. Uma Dama-Adepto, depois de tantas e tantas provas espantosas e terríveis, em grande estilo, mostrou-me, sinistramente, a descarnada e horrível figura da morte, ossuda caveira entre suas duas canelas cruzadas.</p>
<p>Estou trabalhando pela humanidade doente&#8230; Pagarei tudo o que devo, sacrificando-me pela Grande Órfã&#8230; Tende compaixão de mim! “ Se estivesses preparado, morrerias na presença desta figura.” Esta foi a resposta, e logo veio um silêncio aterrador.</p>
<p>Com o traje ritual de verdugo, avançou resolutamente até mim, com o látego sagrado empunhado em sua direita. De imediato compreendi que devia passar pela flagelação evangélica. Caminhei rumo ao interior do templo, devagarinho&#8230; ao longo daquele pátio vetusto, rodeado de muralhas arcaicas. “Morre! Morre! Morre!”, exclamou a Dama, enquanto me açoitava, em verdade, com o látego sagrado.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1523 aligncenter" title="morte_simbolo" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/04/morte_simbolo.jpg" alt="" width="550" height="411" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong><em>A Caveira representa o Fator Morte do Ego,</em></strong></span><br /><span style="color: #0000ff;"><strong> <em>e os dois Fêmures representam a União</em></strong></span><br /><span style="color: #0000ff;"><strong> <em>do Masculino e do Feminino,</em></strong></span><br /><span style="color: #0000ff;"><strong> <em>ou seja, o Fator Alquimia</em></strong></span></p>
<p>Jamais pude esquecer esse evento cósmico, ocorrido no coração dos Himalaias. Hoje estou morto, trabalhei intensamente com a ajuda de minha Serpente Sagrada, os demônios vermelhos foram derrotados. Entre minha Mãe e eu compartilhamos o duro trabalho; eu compreendia e ela eliminava.</p>
<p>Na noite em que regressei à Ordem Sagrada do Tibet, fui feliz. Para o retorno não há festas&#8230; assim está escrito e disso sabem os divinos e os humanos. Simplesmente e sem ostentação alguma, voltei a ocupar meu posto dentro da Ordem e continuei com o trabalho que outrora havia abandonado, quando me distanciei do Caminho Reto.</p>
<p>Dizem antigas tradições arcaicas que se perdem na noite aterradora de todas as idades, que esta Veneranda Instituição se compõe de 201 membros. O plano maior é formado por 72 Brâmanes. São os únicos capazes de nos dar a chave real do Arcano AZF, graças ao conhecimento da língua atlante primitiva, o Watan, raiz fundamental do sânscrito, hebraico e chinês.</p>
<p>A Ordem Sagrada do Tibet, antiquíssima, é, certamente, a genuína depositária do Real Tesouro do Aryavarta. Esses místicos sabem das raças vencidas, que viveram ou morreram à sombra de sua massa colossal. Eles sabem dos voos das águias e do raio que as marca com sua rubrica de fogo.</p>
<p>Nos flancos de suas montanhas, roda o trovão dos broncos vendavais e em seus templos sepulcrais se fundem cósmicos sinais ao sabor de eternidade.</p>
<p>Mas, ó meu Deus! Recorda, querido leitor, que não há rosas sem espinhos! Tu o sabes! Afortunadamente, o Monastério da Ordem Sagrada do Tibet está muito bem protegido dentro da quarta dimensão. Escrito está, no fundo dos séculos e com caracteres de fogo, que Bhagavan Aclaiva é o Regente secreto da Misteriosa Ordem&#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Tratado Gnóstico de Demonologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Defesa Psíquica]]></category>
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					<description><![CDATA[Nós, do Portal Gnosisonline e da Editora Esotera, temos a grande alegria de anunciar mais uma grandiosa obra literária de Samael Aun Weor: Tratado Gnóstico de Demonologia (para adquirir, clique AQUI). Este é um impressionante estudo feito pelo grande Mestre Gnóstico acerca de um tema muito controverso, que poucos líderes gnósticos sequer se atrevem a pesquisar profundamente. A palavra &#8220;Demonologia&#8221; é um ramo da teologia (acadêmica e esotérica) que estuda as origens do Mal, os Anjos Caídos (como vemos no Livro de Enoque) e também os seres infernais, como demônios, magos negros e bruxas, entre outros seres que viveriam nas dimensões inferiores da Natureza, ou, como queiram, no Astral Inferior ou Inferno. Samael Aun Weor diferenciou-se dos demais tratadistas de demonologia, porque utilizou seus próprios poderes paranormais para investigar in loco quem são os membros da Execrável Loja Negra e sua organização tenebrosa. Este autor gnóstico nos revela que tal Fraternidade das Trevas possui uma estrutura hierárquica bem organizada e, por incrível que possa parecer, planos bem específicos para sabotar e destruir o progresso da Humanidade. O Mestre Samael também revela quem são os chamados Anjos Caídos (que eram grandes mestres da Fraternidade Branca do período lemuriano) e por que muitos deles se degeneraram tanto que terminaram por se transformar em cruéis e impiedosos demônios (chamados de Hierarcas das Trevas, para diferenciá-los dos demônios comuns e correntes), os quais são membros das Altas Categorias dessa Grande Fraternidade Negra. Tratado Gnóstico de Demonologia é uma obra única na literatura esotérica mundial, lançamento inédito e exclusivo do Gnosisonline e da Esotera para o público brasileiro. Eis alguns temas abordados por Samael nesta impressionante obra: &#8211; As Trevas Cósmicas&#8211; O Sol Negro de nosso sistema solar (você sabia que há um sol branco, que enxergamos com nossos olhos, e um sol negro, visto somente no mundo astral, e que alimenta o inferno?)&#8211; A Alta Cúpula da Loja Negra, constituída pelos &#8220;12 Supremos&#8221; (e seus planos de destruição da Humanidade da Terra desmascarados por Samael)&#8211; Quem é Javé, líder máximo da Loja Negra, o grande inimigo de Jesus o Cristo&#8211; Quem são os Cabeças de Legião, os Anjos Caídos e os Príncipes das Trevas&#8211; Magos negros, bruxas e demais seres trevosos&#8211; Por que a Humanidade está aprisionada pelas forças hipnóticas das trevas&#8211; Técnicas diversas de proteção psíquica&#8230;&#8211; Inúmeras ilustrações, inéditas Você precisa ter esse impactante Tratado Gnóstico de Demonologia e abrir sua mente e visão de mundo sobre a Guerra entre a Luz e as Trevas, na visão do grande Iluminado Gnóstico Samael Aun Weor. ATENÇÃO: ESTOQUE LIMITADO! Autor: Samael Aun Weor248 págs.21 X 28 cm (formato revista)ISBN: 9786599798535 P.S.: Aguarde para breve o livro Tratado Gnóstico de Angelologia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nós, do Portal Gnosisonline e da Editora Esotera, temos a grande alegria de anunciar mais uma grandiosa obra literária de Samael Aun Weor: <strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Tratado Gnóstico de Demonologia (<a href="https://br.shp.ee/EcCF2Ei" data-type="link" data-id="https://br.shp.ee/EcCF2Ei">para adquirir, clique AQUI</a>)</em></span></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é um impressionante estudo feito pelo grande Mestre Gnóstico acerca de um tema muito controverso, que poucos líderes gnósticos sequer se atrevem a pesquisar profundamente. A palavra &#8220;Demonologia&#8221; é um ramo da teologia (acadêmica e esotérica) que estuda as origens do Mal, os Anjos Caídos (como vemos no <a href="https://www.esotera.com.br/MLB-1657648476-livro-de-enoque-o-apocrifo-dos-anjos-caidos-c-108-capitulos-_JM"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Livro de Enoque</em></span></strong></a>) e também os seres infernais, como demônios, magos negros e bruxas, entre outros seres que viveriam nas dimensões inferiores da Natureza, ou, como queiram, no Astral Inferior ou Inferno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Samael Aun Weor diferenciou-se dos demais tratadistas de demonologia, porque utilizou seus próprios poderes paranormais para investigar <em>in loco</em> quem são os membros da <strong>Execrável Loja Negra</strong> e sua organização tenebrosa. Este autor gnóstico nos revela que tal Fraternidade das Trevas possui uma estrutura hierárquica bem organizada e, por incrível que possa parecer, planos bem específicos para sabotar e destruir o progresso da Humanidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Mestre Samael também revela quem são os chamados Anjos Caídos (que eram grandes mestres da Fraternidade Branca do período lemuriano) e por que muitos deles se degeneraram tanto que terminaram por se transformar em cruéis e impiedosos demônios (chamados de Hierarcas das Trevas, para diferenciá-los dos demônios comuns e correntes), os quais são membros das Altas Categorias dessa Grande Fraternidade Negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tratado Gnóstico de Demonologia </em>é uma obra única na literatura esotérica mundial, lançamento inédito e exclusivo do Gnosisonline e da Esotera para o público brasileiro. Eis alguns temas abordados por Samael nesta impressionante obra:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; As Trevas Cósmicas<br>&#8211; O Sol Negro de nosso sistema solar (você sabia que há um sol branco, que enxergamos com nossos olhos, e um sol negro, visto somente no mundo astral, e que alimenta o inferno?)<br>&#8211; A Alta Cúpula da Loja Negra, constituída pelos &#8220;12 Supremos&#8221; (e seus planos de destruição da Humanidade da Terra desmascarados por Samael)<br>&#8211; Quem é Javé, líder máximo da Loja Negra, o grande inimigo de Jesus o Cristo<br>&#8211; Quem são os Cabeças de Legião, os Anjos Caídos e os Príncipes das Trevas<br>&#8211; Magos negros, bruxas e demais seres trevosos<br>&#8211; Por que a Humanidade está aprisionada pelas forças hipnóticas das trevas<br>&#8211; Técnicas diversas de proteção psíquica&#8230;<br>&#8211; Inúmeras ilustrações, inéditas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você precisa ter esse impactante <em><a href="https://br.shp.ee/EcCF2Ei"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Tratado Gnóstico de Demonologia</strong></span></a> </em>e abrir sua mente e visão de mundo sobre a Guerra entre a Luz e as Trevas, na visão do grande Iluminado Gnóstico Samael Aun Weor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ATENÇÃO: ESTOQUE LIMITADO!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Autor: Samael Aun Weor<br>248 págs.<br>21 X 28 cm (formato <strong>revista</strong>)<br>ISBN: 9786599798535</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>P.S.:</strong> Aguarde para breve o livro <em><strong>Tratado Gnóstico de </strong></em><strong>Angelologia</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://br.shp.ee/2xyvCvJ"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="775" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2024/02/capa-demonologiagol.png" alt="" class="wp-image-71857" srcset="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2024/02/capa-demonologiagol.png 564w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2024/02/capa-demonologiagol-218x300.png 218w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2024/02/capa-demonologiagol-150x206.png 150w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2024/02/capa-demonologiagol-300x412.png 300w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2024/02/capa-demonologiagol-306x420.png 306w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></a></figure>
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		<title>Mantras gnósticos de proteção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 13:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Defesa Psíquica]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mantras de defesa, ou proteção, psíquica são importantes em inúmeras situações na vida do estudante gnóstico. Não servem somente para nos protegermos de energias deletérias de &#8220;entidades astrais&#8221;, mas também de pessoas encarnadas ao nosso redor, de ambientes que frequentamos (rua, ônibus, casas, trabalho). E, mui especialmente, nos protegem de nós mesmos, de nossas expressões egóicas pesadas, pois há determinados Eus que se especializam em SABOTAR O TRABALHO GNÓSTICO: eus do medo, da preguiça, do &#8220;deixar para amanhã&#8221;, da dúvida, do ceticismo e, mais ultimamente, um eu mental alimentado pela internet: o Eu Questionador da Gnose&#8230; Os mantras e orações de Proteção, percebido pelo gnóstico mais sensível, criam um ambiente energético/psíquico mais harmonioso, purificado, limpo, propício às manifestações de nossa Mãe Divina e nosso Pai Interno. Diz o VM Samael: &#8220;Quando o Sacerdote pede à sua Divina Mãe e ao seu Pai que está em segredo para que sejam ELES que dirijam, que façam o Rito, que façam as Conjurações e os Exorcismos, o resultado tem de ser maravilhoso. Caso contrário, prejudicam-se os demais quando se efetua mecanicamente&#8221;. A seguir, alguns exemplos de Mantras e Orações para Proteção: CONJURAÇÃO DE JÚPITER Quando o devoto é atacado por tenebrosos nos mundos internos, ou quando tem uma sensação ruim em determinado momento ou lugar, dirigirá/apontará para a entidade ou para o ambiente o braço direito (com os dedos polegar, índice e médio estendidos), e com grande voz ou mentalmente, conjurará, dizendo: Em nome de Júpiter, Pai de todos os Deuses, eu te conjuro! Te Vigos Cossilim&#8230; Te Vigos Cossilim&#8230; Te Vigos Cossilim&#8230; CONJURAÇÃO DO TETRAGRAMMATON Da mesma forma que no caso anterior, o teurgo estenderá o braço direito rumo à entidade, ao malfeitor ou ao ambiente &#8220;pesado e tenebroso&#8221; e pronunciará com voz potente, sem titubear: Em nome do Tetragrammaton, eu te conjuro, ambiente tenebroso! (Ou nome da entidade, se soubermos.) E, em seguida, mentalmente, pronunciar o poderoso nome TETRAGRAMMATON quantas vezes se quiser, até visualizar o ambiente livre de toda energia pesada. CRISTALIZAÇÃO DO PENTAGRAMA A estrela de cinco pontas é símbolo do Verbo Divino, do Verbo Universal da Vida, do Cristo Cósmico, de Vishnu em sua forma mais luminosa. Pode-se fazer resplandecer instantaneamente o Pentagrama Mágico com certos mantras sagrados, que são: Klim, Krishnaya, Govindaya, Gopijana, Vallabhaya, Suáha&#8230; Pronunciam-se estes mantras ininterruptamente até se sentir a presença do Pentagrama Mágico, que é uma estrela de cinco pontas de luz azul elétrico no mundo astral (seja ao nosso redor, seja no ambiente ou nas pessoas que intencionamos purificar). Ao vocalizar com fé, concentração e constância, forma-se instantaneamente a Estrela, ante a qual fogem, aterrorizados quaisquer tenebrosos (internos e externos). Qualquer entidade que ataque o estudante gnóstico que esteja trabalhando com Castidade, Morte e Caridade será rechaçada poderosamente por esses mantras sagrados, pois eles canalizam a LUZ INEFÁVEL E IRRESISTÍVEL DO CRISTO CÓSMICO. CONJURO DO NOME DE CRISTO Não há justificativa para não usarmos corretamente os mantras e orações de Proteção. Mesmo que não nos lembremos no momento dos nomes complexos ensinados pela Santa Gnose, no mínimo o estudante iniciante deve se lembrar da seguinte frase poderosíssima: Em nome do Cristo, pelo poder do Cristo e pela glória do Cristo, eu te conjuro&#8230; O &#8220;simples&#8221; uso da palavra CRISTO movimenta poderosos influxos de LUZ vindos dos Mundos do Logos Solar, purificando, limpando, defendendo e afastando quaisquer expressões das Trevas, sejam internas, sejam externas. Fé, Força e Castidade são os pré-requisitos para usar essa oração mágica! CONJURAÇÃO DO ARCANJO GABRIEL Sobre a Conjuração de Gabriel, esta é ótima para realizar antes de qualquer RITUAL, MISSA e RITUAIS DE LIMPEZA etc. Ou para proteger um ambiente, nosso escritório, o quarto, a sala de meditação etc. E até mesmo nosso AUTOMÓVEL&#8230; Se me permitem, esta Conjuração da Lua (ou de Gabriel, como queiram), sempre que possível, deve ser realizada em Luas Crescente ou Cheia para se tornar mais efetiva&#8230; Deve-se fazer o Conjuro de Gabriel 4 vezes, voltado para cada ponto cardeal: primeiro se faz a Conjuração voltado para o Norte, segundo repete-se esta Conjuração voltado para o Sul, depois para o Leste e por fim, para o Oeste. A cada ponto cardeal se faz o Conjuro e com a mão direita estendida (apontando os dedos polegar, indicador e médio), abençoa-se o ponto cardeal na ordem acima descrita. (A bênção é o sinal da cruz e em seguida o sinal de um círculo ao redor da cruz já traçada.) Treze mil raios tem o sol&#8230; Treze mil raios tem a lua&#8230; Treze mil vezes sejam arrependidos e afugentados os inimigos que tenho. Amém, Amém, Amém&#8230; CONTRA GRAVES E DIVERSAS AMEAÇAS FÍSICAS Amigos, este é um Conjuro poderoso, e dou testemunho de sua eficácia (não só para mim, mas para diversos conhecidos gnósticos que passaram por problemas sérios de ameaças de pessoas violentas, ameaças físicas de tiros, ciladas e diversos atentados contra a pessoa física. Deve-se invocar com muitíssima Fé e Sentido de Urgência os três grandes mestres: &#8211; Arcanjo Samael &#8211; Anjo Adonai &#8211; Senhor Anúbis Pedir suas ajudas em nome do Cristo, pelo poder do Cristo e pela majestade do Cristo. Em seguida, ler em voz alta por 7 vezes as palavras mágicas: FONS ALPHA ET OMEGA, FIGA, FIGALIS, SABBAOTH, EMMANUEL, ADONAY, O, NERAY, ELA, IHE, REUTONE, NEGER, SAHE, PANGETON, COMMEN, AGLA, MATHEUS, MARCUS, LUCAS, JOHANNES, TITULUS TRIUNPHALIS, JESUS NAZARENOS REX IUDAEORUM, ECCE DOMINICAE CRUCIS SIGNUM FUGITE PARTES ADVERSAE, VICIT, LEO DE TRIBU JUDAE, RADIX DAVID ALELUYAH, KYRIE ELEISON, CHRISTIE ELEISON, PATER NOSTER, AVE MARIA, ET NE VOS, ET VENIA SUPER NOS SALUTARE TUUM. OREMUS&#8230; Como ensina Samael: As palavras mágicas todas devem ser decoradas e rezadas com fé nos momentos de grave perigo. Assim vos salvareis das facadas, das balas, dos inimigos secretos, das ciladas etc. Tradução das palavras mágicas anteriores Fonte, Princípio e Fim&#8230; Exércitos Celestiais, Deus conosco, Senhor&#8230; Mateus, Marcos, Lucas, João&#8230; Título Triunfal, Jesus Nazareno Rei dos Judeus&#8230; Pronto, Bandos Hostis, Fugi do Sinal da Cruz do Senhor&#8230; Venceu o Leão da Tribo de Judá da Estirpe de Davi&#8230; Glorificai ao]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Os mantras de defesa, ou proteção, psíquica são importantes em inúmeras situações na vida do estudante gnóstico.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Não servem somente para nos protegermos de energias deletérias de &#8220;entidades astrais&#8221;, mas também de pessoas encarnadas ao nosso redor, de ambientes que frequentamos (rua, ônibus, casas, trabalho).</span></p>
<p><span style="color: #000000;">E, mui especialmente, nos protegem de nós mesmos, de nossas expressões egóicas pesadas, pois há determinados Eus que se especializam em SABOTAR O TRABALHO GNÓSTICO: eus do medo, da preguiça, do &#8220;deixar para amanhã&#8221;, da dúvida, do ceticismo e, mais ultimamente, um eu mental alimentado pela internet: o Eu Questionador da Gnose&#8230;</span></p>
<p><figure id="attachment_50707" aria-describedby="caption-attachment-50707" style="width: 865px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-50707" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2017/11/protecao-psiquica-gnosisonline.jpg" alt="" width="865" height="526" /><figcaption id="caption-attachment-50707" class="wp-caption-text"><span style="color: #0000ff;"><strong>Uma Aura equilibrada e ampliada é como uma parede de aço: INTRANSPONÍVEL!</strong></span></figcaption></figure></p>
<p><span style="color: #000000;">Os mantras e orações de Proteção, percebido pelo gnóstico mais sensível, criam um ambiente energético/psíquico mais harmonioso, purificado, limpo, propício às manifestações de nossa Mãe Divina e nosso Pai Interno.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Diz o VM Samael: <span style="color: #ff0000;"><strong>&#8220;Quando o Sacerdote pede à sua Divina Mãe e ao seu Pai que está em segredo para que sejam ELES que dirijam, que façam o Rito, que façam as Conjurações e os Exorcismos, o resultado tem de ser maravilhoso. Caso contrário, prejudicam-se os demais quando se efetua mecanicamente&#8221;</strong></span>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A seguir, alguns exemplos de Mantras e Orações para Proteção:</span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CONJURAÇÃO DE JÚPITER</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">Quando o devoto é atacado por tenebrosos nos mundos internos, ou quando tem uma sensação ruim em determinado momento ou lugar, dirigirá/apontará para a entidade ou para o ambiente o braço direito (com os dedos polegar, índice e médio estendidos), e com grande voz ou mentalmente, conjurará, dizendo:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Em nome de Júpiter, Pai de todos os Deuses, eu te conjuro</strong><strong>!<br />
Te Vigos Cossilim&#8230;<br />
<strong> Te Vigos Cossilim&#8230;</strong><br />
<strong> Te Vigos Cossilim&#8230;</strong></strong></span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CONJURAÇÃO DO TETRAGRAMMATON</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">Da mesma forma que no caso anterior, o teurgo estenderá o braço direito rumo à entidade, ao malfeitor ou ao ambiente &#8220;pesado e tenebroso&#8221; e pronunciará com voz potente, sem titubear:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Em nome do Tetragrammaton, eu te conjuro, ambiente tenebroso</strong><strong>!</strong> (Ou nome da entidade, se soubermos.)</span></p>
<p><span style="color: #000000;">E, em seguida, mentalmente, pronunciar o poderoso nome TETRAGRAMMATON quantas vezes se quiser, até visualizar o ambiente livre de toda energia pesada.</span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CRISTALIZAÇÃO DO PENTAGRAMA</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">A estrela de cinco pontas é símbolo do Verbo Divino, do Verbo Universal da Vida, do Cristo Cósmico, de Vishnu em sua forma mais luminosa. Pode-se fazer resplandecer instantaneamente o Pentagrama Mágico com certos mantras sagrados, que são:</span></p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Klim, Krishnaya, Govindaya, Gopijana, Vallabhaya, Suáha&#8230;</strong></span></h3>
<p><span style="color: #000000;">Pronunciam-se estes mantras ininterruptamente até se sentir a presença do Pentagrama Mágico, que é uma estrela de cinco pontas de luz azul elétrico no mundo astral (seja ao nosso redor, seja no ambiente ou nas pessoas que intencionamos purificar).</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao vocalizar com fé, concentração e constância, forma-se instantaneamente a Estrela, ante a qual fogem, aterrorizados quaisquer tenebrosos (internos e externos). Qualquer entidade que ataque o estudante gnóstico que esteja trabalhando com Castidade, Morte e Caridade será rechaçada poderosamente por esses mantras sagrados, pois eles canalizam a LUZ INEFÁVEL E IRRESISTÍVEL DO CRISTO CÓSMICO.</span></p>
<p><figure id="attachment_50708" aria-describedby="caption-attachment-50708" style="width: 861px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-50708" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2017/11/protecao-psiquica-gnosisonline2.png" alt="" width="861" height="607" /><figcaption id="caption-attachment-50708" class="wp-caption-text"><span style="color: #0000ff;"><strong>A invocação do santo nome de Cristo nos atrai uma poderosíssima proteção energética</strong></span></figcaption></figure></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CONJURO DO NOME DE CRISTO</span></strong></h3>
<p><strong><span style="color: #000000;">Não há justificativa para não usarmos corretamente os mantras e orações de Proteção.</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Mesmo que não nos lembremos no momento dos nomes complexos ensinados pela Santa Gnose, no mínimo o estudante iniciante deve se lembrar da seguinte frase poderosíssima:</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Em nome do Cristo, pelo poder do Cristo e pela glória do Cristo, eu te conjuro</strong><strong>&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O &#8220;simples&#8221; uso da palavra CRISTO movimenta poderosos influxos de LUZ vindos dos Mundos do Logos Solar, purificando, limpando, defendendo e afastando quaisquer expressões das Trevas, sejam internas, sejam externas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fé, Força e Castidade são os pré-requisitos para usar essa oração mágica!</span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CONJURAÇÃO DO ARCANJO GABRIEL</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">Sobre a Conjuração de Gabriel, esta é ótima para realizar antes de qualquer RITUAL, MISSA e RITUAIS DE LIMPEZA etc. Ou para proteger um ambiente, nosso escritório, o quarto, a sala de meditação etc. E até mesmo nosso AUTOMÓVEL&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Se me permitem, esta Conjuração da Lua (ou de Gabriel, como queiram), sempre que possível, deve ser realizada em Luas Crescente ou Cheia para se tornar mais efetiva&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Deve-se fazer o Conjuro de Gabriel 4 vezes, voltado para cada ponto cardeal: primeiro se faz a Conjuração voltado para o Norte, segundo repete-se esta Conjuração voltado para o Sul, depois para o Leste e por fim, para o Oeste.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A cada ponto cardeal se faz o Conjuro e com a mão direita estendida (apontando os dedos polegar, indicador e médio), abençoa-se o ponto cardeal na ordem acima descrita.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">(A bênção é o sinal da cruz e em seguida o sinal de um círculo ao redor da cruz já traçada.)</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Treze mil raios tem o sol&#8230;<br />
<strong>Treze mil raios tem a lua&#8230;</strong><br />
Treze mil vezes sejam arrependidos e afugentados os inimigos que tenho.<br />
Amém, <strong>Amém</strong>, <strong>Amém</strong>&#8230;</strong></span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CONTRA GRAVES E DIVERSAS AMEAÇAS FÍSICAS</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">Amigos, este é um Conjuro poderoso, e dou testemunho de sua eficácia (não só para mim, mas para diversos conhecidos gnósticos que passaram por problemas sérios de ameaças de pessoas violentas, ameaças físicas de tiros, ciladas e diversos atentados contra a pessoa física.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Deve-se invocar com muitíssima Fé e Sentido de Urgência os três grandes mestres:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8211; Arcanjo Samael</span><br />
<span style="color: #000000;"> &#8211; Anjo Adonai</span><br />
<span style="color: #000000;"> &#8211; Senhor Anúbis</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pedir suas ajudas em nome do Cristo, pelo poder do Cristo e pela majestade do Cristo. Em seguida, ler em voz alta por 7 vezes as palavras mágicas:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>FONS ALPHA ET OMEGA, FIGA, FIGALIS, SABBAOTH, EMMANUEL, ADONAY, O, NERAY, ELA, IHE, REUTONE, NEGER, SAHE, PANGETON, COMMEN, AGLA, MATHEUS, MARCUS, LUCAS, JOHANNES, TITULUS TRIUNPHALIS, JESUS NAZARENOS REX IUDAEORUM, ECCE DOMINICAE CRUCIS SIGNUM FUGITE PARTES ADVERSAE, VICIT, LEO DE TRIBU JUDAE, RADIX DAVID ALELUYAH, KYRIE ELEISON, CHRISTIE ELEISON, PATER NOSTER, AVE MARIA, ET NE VOS, ET VENIA SUPER NOS SALUTARE TUUM. OREMUS&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Como ensina Samael: As palavras mágicas todas devem ser decoradas e rezadas com fé nos momentos de grave perigo. Assim vos salvareis das facadas, das balas, dos inimigos secretos, das ciladas etc.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #000000;">Tradução das palavras mágicas anteriores</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Fonte, Princípio e Fim&#8230; Exércitos Celestiais, Deus conosco, Senhor&#8230; Mateus, Marcos, Lucas, João&#8230; Título Triunfal, Jesus Nazareno Rei dos Judeus&#8230; Pronto, Bandos Hostis, Fugi do Sinal da Cruz do Senhor&#8230; Venceu o Leão da Tribo de Judá da Estirpe de Davi&#8230; Glorificai ao Senhor, Senhor Tende Piedade; Cristo, Tem Piedade. Pai Nosso, Salve Maria&#8230; E </em><em>Vós </em><em>não não Vencereis (bandos hostis)&#8230; E Venha Tu, Salvação, Sobre Nós. Oremos&#8230;</em></span></p>
<p><figure id="attachment_70065" aria-describedby="caption-attachment-70065" style="width: 1889px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70065" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando.jpg" alt="" width="1889" height="1587" srcset="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando.jpg 1889w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-300x252.jpg 300w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-1024x860.jpg 1024w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-768x645.jpg 768w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-1536x1290.jpg 1536w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-150x126.jpg 150w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-696x585.jpg 696w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-1068x897.jpg 1068w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2018/06/jesus-expulsando-500x420.jpg 500w" sizes="(max-width: 1889px) 100vw, 1889px" /><figcaption id="caption-attachment-70065" class="wp-caption-text"><strong>Jesus, como grande Hierofante Egípcio, conhecia profundamente as técnicas de Proteção Psíquica</strong></figcaption></figure></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">MANTRA DO CÍRCULO MÁGICO</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">Criar um Círculo Mágico ao nosso redor serve para a defesa de ataques psíquicos, sejam eles de que natureza forem. Sugiro que se visualize uma luz branca bem brilhante, como uma neblina ao redor, abaixo dos pés, acima da cabeça, atrás, à frente e aos lados, de no mínimo meio metro além da pele&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ensina Samael: &#8220;Quando traçardes ao vosso redor o Círculo Mágico, seja com a espada, seja unicamente com a Vontade e a Imaginação unidas em vibrante harmonia, ou com ambas as coisas ao mesmo tempo, pronunciai os seguintes mantras:</span></p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Helion-Melion-Tetragrammaton&#8230;</strong></span></h4>
<p><span style="color: #000000;"><em>Assim, pois, o discípulo que quiser se defender da ação da Magia Negra deve se habituar a formar mentalmente seu círculo. Pode-se fazer isso antes de se entregar ao sono ou toda vez que o necessitar</em>&#8220;.</span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">CANTO MÂNTRICO DO ANJO AROCH</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;É necessário que o estudante aprenda a se defender de ataques noturnos. Efetivamente, o Anjo Aroch nos revelou um canto mântrico para a defesa pessoal e contra os tenebrosos. Esse canto entoa-se antes de dormir:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Belilin&#8230; <strong>Belilin&#8230; <strong>Belilin&#8230;</strong></strong><br />
Ânfora de salvação, quisera estar junto a ti&#8230;<br />
O materialismo não tem força junto a mim&#8230;<br />
<strong>Belilin&#8230; <strong>Belilin&#8230; <strong>Belilin&#8230;</strong></strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Esses mantras devem ser cantados pondo todo nosso amor e sentimento.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assim nos defendemos dos tenebrosos. Recordai que no Amanhecer da Vida os Pais dos Deuses ensinaram aos Construtores do Universo as leis cósmicas, cantando deliciosamente&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Há que se cantá-los com profundo sentimento.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assim nos defenderemos dos tenebrosos.&#8221;</span></p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">EXORCISMO DO FOGO</span></strong></h3>
<p><span style="color: #000000;">Não há entidades ou situações adversas (interna e externamente) que resista ao poder das Salamandras do Fogo e especialmente dos Gênios do Raio do Fogo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Acenda uma ou três velas. (Se for o casal, a mulher é que deve acendê-las, se não estiver menstruada ou grávida.)</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em seguida, exorcize o Fogo ficando de frente para o Sul e sustentando uma espada ou punhal com a ponta para cima, com a mão direita, enquanto se invoca o poderoso Deus do Fogo AGNI. (Caso não possua uma espada ou punhal, use a vela acesa.)</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Seguidamente, diz-se com Fé, Concentração e Força o seguinte Exorcismo do Fogo:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Michael, Rei do Sol e do Raio.<br />
Samael, Rei dos Vulcões e Terremotos.<br />
Anael, Príncipe da Luz Astral&#8230;<br />
Assisti-nos em nome do Cristo, pelo poder do Cristo e pela majestade do Cristo&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">E finalmente, após a invocação, vocalizar o mantra sagrado S:</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Ssssssssssssssssssssss&#8230;</strong></span></p>
<p><strong><em><span style="color: #0000ff;">(Repetir esta operação &#8211; os chamamentos e a mantralização &#8211; quantas vezes desejar.)</span></em></strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Com este Exorcismo Ígneo, pode-se limpar um ambiente, como a casa, o quarto, o escritório ou pessoas obsedadas&#8230; É de um poder depurativo terrível!</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>P.S.:</strong> Qualquer pessoa que deseje dialogar com os Gênios (especialmente os do Fogo) deve estudar seriamente e praticar a Alquimia Gnóstica.</span></p>
<h3 style="text-align: center;"><a href="https://www.esotera.com.br/MLB-1680030166-o-livro-completo-dos-mantras-samael-aun-weor-_JM"><strong>SAIBA MAIS SOBRE OS MAIS DE 130 MANTRAS</strong></a></h3>
<h3 style="text-align: center;"><a href="https://www.esotera.com.br/MLB-1680030166-o-livro-completo-dos-mantras-samael-aun-weor-_JM"><strong>CONTIDOS NESTE LIVRO&#8230; CLIQUE <em><span style="text-decoration: underline;">AQUI</span></em> OU NA IMAGEM ABAIXO:</strong></a></h3>
<p><a href="https://www.esotera.com.br/MLB-1680030166-o-livro-completo-dos-mantras-samael-aun-weor-_JM"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-70387" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2022/03/LIVRO-COMPLETO-DOS-MANTRAS.png" alt="" width="669" height="900" srcset="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2022/03/LIVRO-COMPLETO-DOS-MANTRAS.png 669w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2022/03/LIVRO-COMPLETO-DOS-MANTRAS-223x300.png 223w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2022/03/LIVRO-COMPLETO-DOS-MANTRAS-150x202.png 150w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2022/03/LIVRO-COMPLETO-DOS-MANTRAS-300x404.png 300w, https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2022/03/LIVRO-COMPLETO-DOS-MANTRAS-312x420.png 312w" sizes="(max-width: 669px) 100vw, 669px" /></a></p>
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		<title>O mistério do manuscrito 512</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos Antropológicos]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[cidade perdida]]></category>
		<category><![CDATA[cidade perdida bahia]]></category>
		<category><![CDATA[manuscrito 512]]></category>
		<category><![CDATA[muribeca]]></category>
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					<description><![CDATA[O venerável mestre Samael Aun Weor afirma, em suas diversas obras, especialmente no livro Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática, que existem cidades misteriosas, mágicas, ocultas pelo véu do Mistério. São cidades míticas, que na verdade não se encontram no mundo físico, mas na quarta dimensão (estado de Jinas). Muitas das cidades, por algum motivo estranho, são visitadas por exploradores e até por cidadãos que não têm nenhum conhecimento esotérico. Mas quando retornam para uma segunda visita, essas cidades simplesmente desaparecem. Tais são os casos de Manoa e El Dorado. Esses exemplos de cidades “Jinas”, ou seja, que existem eventualmente no mundo físico e eventualmente em outra dimensão, são mencionados em abundância pelo grande mestre gnóstico Samael Aun Weor. Vejamos agora outro caso de cidade Jinas. Existe uma lenda interessantíssima, a de uma cidade misteriosa que se localiza na Bahia. Essa cidade mítica foi mencionada por um grupo de exploradores paulistas, os famosos bandeirantes, em algum rincão desse estado nordestino, mas até hoje ninguém conseguiu encontrá-la, salvo depoimentos de alguns exploradores. Afinal, qual é a verdadeira história da cidade misteriosa? Na Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro, existe um documento datado do século 16, batizado com o nome de Manuscrito 512. Foi escrito supostamente por bandeirantes, famosos caçadores paulistas de tesouros e de escravos. Vejamos do que se trata essa história. No fim do século 16, um navio português naufragou na costa central do Brasil. Diz-se que houve um único sobrevivente, de nome Diogo Álvares, que foi resgatado pelos índios guarani. Permaneceria o resto de sua vida junto a eles, com quem conviveu em paz e harmonia, chegando inclusive a casar com uma indígena. Um de seus descendentes, de nome Muribeca, descobriu no interior certas minas nas quais supostamente havia ingentes quantidades de ouro, prata e pedras preciosas. Começou a explorá-las e ficou muito rico comercializando com o que extraía delas desde os portos baianos. Seu filho partiu dali rumo a Portugal, em uma das múltiplas viagens nos quais levava à metrópole os tesouros obtidos nas minas de seu pai. Tal era sua ambição, que não hesitou em prometer ao rei revelar-lhe a localização de ditas minas em troca de obter um título de nobreza, o de marquês. Uma vez conseguido, retornou ao Brasil junto a uma expedição da Coroa portuguesa. Porém, ao chegar para a Bahia e mostrar a todos sua nobiliarquia, descobriu que em lugar de um marquesado o que lhe haviam outorgado era realmente uma capitania provisória. Indignado, negou-se a revelar a localização exata das minas e morreu na prisão, levando o segredo para a tumba. Semelhante história daria pano para mangas ao que ainda hoje é considerado um dos maiores mitos arqueológicos do Brasil, porém, que nada tem a ver com supostas minas de ouro, e sim com uma civilização perdida. Já no século 19, um botânico que andava mariposeando pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro encontrou por casualidade um antigo manuscrito no qual era narrada a viagem de um grupo de bandeirantes, comandados por Francisco Raposo, e a fabulosa descoberta que fizeram. No manuscrito, catalogado com o número 512, Francisco Raposo reporta-se ao vice-rei a descoberta de uma cidade que devia estar abandonada há bastante tempo, porém, com traços de civilização similares às de qualquer cidade de estilo greco-romana. O Manuscrito Número 512 Existe um manuscrito datado do século 16, cujo título é Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiquíssima sem moradores, que se descobriu no ano de 1753. Esse manuscrito é uma espécie de confirmação da cidade misteriosa, descoberta por Muribeca e, posteriormente, redescoberta pelos bandeirantes. De fato, a descrição que se faz nesse manuscrito 512 é muito impressionante. Lê-se que os bandeirantes encontraram um caminho empedrado que desembocava em um arco de pedra com três corpos e que guardaria certa semelhança com a cidade romana de Timgad, na Argélia. E mais. Os edifícios residenciais seriam parecidos às insulae romanas, mesmo que todas elas sejam praticamente iguais. Nessa cidade haveria várias edificações parecidas com palácios, decorados com baixos-relevos bastante singulares. Também teria sido vista uma praça central que conteria um obelisco de pedra negra encimado pela estátua de um jovem indicando com a mão direita o norte terrestre. E como se essa descrição no manuscrito fosse pouca, a dois dias de caminho dessa cidade misteriosa encontraram uma grande cascata rodeada por covas em cujo interior os exploradores encontraram jazidas auríferas com sinais de terem sido exploradas há muito tempo. No rio onde desembocava a cachoeira, distinguiram ao longe uma canoa tripulada por dois homens com traços europeus, que fugiram quando perceberam que estavam sendo observados. É de supor que uma história assim não passaria despercebida. Um dos melhores exploradores de todos os tempos, o britânico Richard Burton, publicou uma tradução do Manuscrito 512 em sua obra Explorations of the Highlands of Brazil. Sua leitura cativou outro insigne aventureiro, Percy Harrison Fawcett, cuja trajetória Steven Spielberg baseou para criar o famoso personagem de cinema Indiana Jones. O caso é que o coronel Fawcett conseguiu um financiamento necessário e, em 1925, adentrou na Bacia do Rio Xingu, em Mato Grosso, com a esperança de chegar à cidade perdida. Fawcett nunca mais foi visto. Porém, o sumiço desse coronel inglês o que fez foi aumentar mais ainda o mistério das cidades perdidas nas florestas, tanto brasileiras quanto de outras regiões da América do Sul. Ainda hoje, há quem explora a selva para ver se ainda é capaz de encontrar alguma misteriosa cidade. Em qualquer caso, a América do Sul em geral, e o Brasil em particular, é um imenso tesouro que ainda vale a pena descobrir. As Estranhas Inscrições do Manuscrito 512 De acordo com arqueolinguistas, alguns dos símbolos contidos no Manuscrito 512 podem ser da Caldeia ou do Egito ptolomaico. Essas inscrições foram vislumbradas pelos bandeirantes em diversos pontos da cidade, principalmente nos pórticos da entrada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O venerável mestre Samael Aun Weor afirma, em suas diversas obras, especialmente no livro <span style="text-decoration: underline;"><strong><em>Tratado de Medicina Oculta e Magia Prática</em></strong></span>, que existem cidades misteriosas, mágicas, ocultas pelo véu do Mistério.</p>
<p>São cidades míticas, que na verdade não se encontram no mundo físico, mas na quarta dimensão (estado de Jinas). Muitas das cidades, por algum motivo estranho, são visitadas por exploradores e até por cidadãos que não têm nenhum conhecimento esotérico.</p>
<p>Mas quando retornam para uma segunda visita, essas cidades simplesmente desaparecem. Tais são os casos de <em>Manoa</em> e <em>El Dorado</em>. Esses exemplos de cidades “Jinas”, ou seja, que existem eventualmente no mundo físico e eventualmente em outra dimensão, são mencionados em abundância pelo grande mestre gnóstico Samael Aun Weor.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50132" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/Chapada-Diamantina.jpg" alt="chapada-diamantina" width="700" height="394" /></p>
<p><figure id="attachment_50105" aria-describedby="caption-attachment-50105" style="width: 1070px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-50105" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/7.jpg" alt="Na Chapada Diamantina, na Bahia, eventualmente surgem luzes misteriosas, que depois somem da vista. Veja o exemplo desta foto. Seria esta uma Cidade Jinas?" width="1070" height="470" /><figcaption id="caption-attachment-50105" class="wp-caption-text"><span style="color: #0000ff;"><strong>Na Chapada Diamantina, na Bahia, eventualmente surgem luzes misteriosas, que depois somem da vista. Veja o exemplo das fotos acima. Seria esta uma Cidade Jinas que apareceu e em seguida sumiu?</strong></span></figcaption></figure></p>
<p>Vejamos agora outro caso de cidade Jinas. Existe uma lenda interessantíssima, a de uma cidade misteriosa que se localiza na Bahia. Essa cidade mítica foi mencionada por um grupo de exploradores paulistas, os famosos bandeirantes, em algum rincão desse estado nordestino, mas até hoje ninguém conseguiu encontrá-la, salvo depoimentos de alguns exploradores. Afinal, qual é a verdadeira história da cidade misteriosa?</p>
<p>Na Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro, existe um documento datado do século 16, batizado com o nome de Manuscrito 512. Foi escrito supostamente por bandeirantes, famosos caçadores paulistas de tesouros e de escravos. Vejamos do que se trata essa história.</p>
<p>No fim do século 16, um navio português naufragou na costa central do Brasil. Diz-se que houve um único sobrevivente, de nome Diogo Álvares, que foi resgatado pelos índios guarani. Permaneceria o resto de sua vida junto a eles, com quem conviveu em paz e harmonia, chegando inclusive a casar com uma indígena.</p>
<p>Um de seus descendentes, de nome <span style="color: #0000ff;">Muribeca</span>, descobriu no interior certas minas nas quais supostamente havia ingentes quantidades de ouro, prata e pedras preciosas.</p>
<p>Começou a explorá-las e ficou muito rico comercializando com o que extraía delas desde os portos baianos. Seu filho partiu dali rumo a Portugal, em uma das múltiplas viagens nos quais levava à metrópole os tesouros obtidos nas minas de seu pai. Tal era sua ambição, que não hesitou em prometer ao rei revelar-lhe a localização de ditas minas em troca de obter um título de nobreza, o de marquês.</p>
<p>Uma vez conseguido, retornou ao Brasil junto a uma expedição da Coroa portuguesa. Porém, ao chegar para a Bahia e mostrar a todos sua nobiliarquia, descobriu que em lugar de um marquesado o que lhe haviam outorgado era realmente uma capitania provisória. Indignado, negou-se a revelar a localização exata das minas e morreu na prisão, levando o segredo para a tumba.</p>
<p><figure id="attachment_50107" aria-describedby="caption-attachment-50107" style="width: 691px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-50107" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/1.jpg" alt="O Manuscrito nº 512 é um texto da época do Brasil Colonial e encontra-se na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro" width="691" height="1024" /><figcaption id="caption-attachment-50107" class="wp-caption-text"><span style="color: #0000ff;"><strong>O Manuscrito nº 512 é da época do Brasil Colonial, encontra-se na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e conta a história de uma cidade misteriosa que some e aparece constantemente</strong></span></figcaption></figure></p>
<p>Semelhante história daria pano para mangas ao que ainda hoje é considerado um dos maiores mitos arqueológicos do Brasil, porém, que nada tem a ver com supostas minas de ouro, e sim com uma civilização perdida.</p>
<p>Já no século 19, um botânico que andava mariposeando pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro encontrou por casualidade um antigo manuscrito no qual era narrada a viagem de um grupo de bandeirantes, comandados por Francisco Raposo, e a fabulosa descoberta que fizeram. No manuscrito, catalogado com o número 512, Francisco Raposo reporta-se ao vice-rei a descoberta de uma cidade que devia estar abandonada há bastante tempo, porém, com traços de civilização similares às de qualquer cidade de estilo greco-romana.</p>
<h3><strong><span style="color: #0000ff;">O Manuscrito Número 512</span></strong></h3>
<p>Existe um manuscrito datado do século 16, cujo título é <em>Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiquíssima sem moradores, que se descobriu no ano de 1753</em>. Esse manuscrito é uma espécie de confirmação da cidade misteriosa, descoberta por Muribeca e, posteriormente, redescoberta pelos bandeirantes.</p>
<p>De fato, a descrição que se faz nesse manuscrito 512 é muito impressionante. Lê-se que os bandeirantes encontraram um caminho empedrado que desembocava em um arco de pedra com três corpos e que guardaria certa semelhança com a cidade romana de Timgad, na Argélia. E mais. Os edifícios residenciais seriam parecidos às <em>insulae</em> romanas, mesmo que todas elas sejam praticamente iguais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50108" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/4.jpg" alt="4" width="584" height="321" /></p>
<p>Nessa cidade haveria várias edificações parecidas com palácios, decorados com baixos-relevos bastante singulares. Também teria sido vista uma praça central que conteria um obelisco de pedra negra encimado pela estátua de um jovem indicando com a mão direita o norte terrestre.</p>
<p>E como se essa descrição no manuscrito fosse pouca, a dois dias de caminho dessa cidade misteriosa encontraram uma grande cascata rodeada por covas em cujo interior os exploradores encontraram jazidas auríferas com sinais de terem sido exploradas há muito tempo.</p>
<p>No rio onde desembocava a cachoeira, distinguiram ao longe uma canoa tripulada por dois homens com traços europeus, que fugiram quando perceberam que estavam sendo observados.</p>
<p>É de supor que uma história assim não passaria despercebida. Um dos melhores exploradores de todos os tempos, o britânico Richard Burton, publicou uma tradução do Manuscrito 512 em sua obra <em>Explorations of the Highlands of Brazil</em>. Sua leitura cativou outro insigne aventureiro, Percy Harrison Fawcett, cuja trajetória Steven Spielberg baseou para criar o famoso personagem de cinema Indiana Jones.</p>
<p>O caso é que o coronel Fawcett conseguiu um financiamento necessário e, em 1925, adentrou na Bacia do Rio Xingu, em Mato Grosso, com a esperança de chegar à cidade perdida. Fawcett nunca mais foi visto. Porém, o sumiço desse coronel inglês o que fez foi aumentar mais ainda o mistério das cidades perdidas nas florestas, tanto brasileiras quanto de outras regiões da América do Sul.</p>
<p>Ainda hoje, há quem explora a selva para ver se ainda é capaz de encontrar alguma misteriosa cidade. Em qualquer caso, a América do Sul em geral, e o Brasil em particular, é um imenso tesouro que ainda vale a pena descobrir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50111" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/9.jpg" alt="9" width="287" height="402" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-50110" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/8-240x67.jpg" alt="8" width="240" height="67" /><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50113" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/11/3-2.png" alt="3" width="845" height="600" /></p>
<h3><span style="color: #0000ff;">As Estranhas Inscrições do Manuscrito 512</span></h3>
<p>De acordo com arqueolinguistas, alguns dos símbolos contidos no Manuscrito 512 podem ser da Caldeia ou do Egito ptolomaico. Essas inscrições foram vislumbradas pelos bandeirantes em diversos pontos da cidade, principalmente nos pórticos da entrada.</p>
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		<title>Atlântida &#8211; 4ª raça-raiz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos Antropológicos]]></category>
		<category><![CDATA[atlântida]]></category>
		<category><![CDATA[planeta]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>
		<category><![CDATA[raca-raiz]]></category>
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		<category><![CDATA[vimanas]]></category>
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					<description><![CDATA[Comecemos recordando este antigo continente submerso, chamado Atlântida. No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon que a Atlântida havia sido destruída 9 mil anos antes de com ele terem conversado. A civilização atlante, no entanto, não poderia ser superada por nossa moderna civilização. Conheceram a energia atômica e a utilizaram tanto na guerra quanto na paz. A ciência atlante teve a vantagem de estar unida à magia, fabricaram-se extraordinários robôs, dotados então de inteligência. Pareciam seres humanos e serviam fielmente aos seus amos. Qualquer robô podia informar a seu dono dos perigos que o cercavam e geralmente sobre as múltiplas coisas da vida prática. Os atlantes possuíam máquinas tão poderosas e maravilhosas como aquela que telepaticamente podia transmitir à mente de qualquer ser humano informação preciosa intelectual. As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. As naves marítimas e aéreas eram impulsionadas por energia nuclear. Eles aprenderam também a desgravitacionar os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho que cabia na sua palma da mão podiam levantar qualquer corpo, por mais pesado que este fosse. O Deus Netuno governou sabiamente a Atlântida. Era de admirar ao ver o templo sacratíssimo desse Santo Deus. As paredes e muros prateados do referido templo assombravam pela sua beleza e as cúpulas e tetos eram todos de ouro maciço e da melhor qualidade. O marfim, o ouro, a prata e o latão reluziam dentro do Templo de Netuno com todos os régios esplendores dos antigos tempos. A gigantesca e sagrada escultura do muito venerável e muito sublime Deus Netuno era de puro ouro. Aquela inefável e misteriosa estátua, montada num belo carro arrastado por exóticos corcéis, mais a respeitável corte de cem sereias, infundia na mente dos devotos atlantes profunda veneração. As cidades atlantes floresceram enquanto seus habitantes permaneceram fiéis à religião de seus pais, enquanto cumpriam com os preceitos do Deus Netuno, enquanto não violaram a lei e a ordem. Porém, quando as coisas sagradas foram profanadas, quando abusaram do sexo, quando caminharam com os 7 Pecados Capitais, foram castigados e submergidos no fundo do oceano. Os sacerdotes de Saís disseram a Sólon: &#8220;Todos quantos corpos celestes movem-se em suas órbitas sofrem perturbações que determinam em tempo uma destruição periódica das coisas terrestres por um grande fogo&#8221;. O continente Atlante estendia-se e orientava-se em direção ao Austro (vento sul) e os lugares mais elevados em direção ao norte, seus montes excediam-se em grandeza, elevação e número aos atualmente existentes. A famosa história do Dilúvio Universal, cujas versões encontram-se em todas as tradições humanas, são simples recordações da grande catástrofe atlante. Todos os ensinamentos religiosos da América primitiva, todos os sagrados cultos dos incas, maias, astecas, etc. etc., os deuses e deusas dos antigos gregos, fenícios, escandinavos, hindustânicos, etc., são de origem atlante. Os deuses e deusas citados por Homero na Ilíada e na Odisséia, foram heróis, rainhas e reis da Atlântida. Ela unia geograficamente a América com o Velho Mundo e as antigas civilizações indo-americanas são originárias da Atlântida, assim como tiveram a mesma origem as religiões egípcias, incas, maias, etc. O alfabeto fenício, pai de todos os alfabetos europeus, tem sua raiz em um antigo alfabeto atlante, que foi corretamente transmitido aos Maias pelos atlantes. Todos os símbolos egípcios e maias, provêm da mesma fonte e assim explica-se a semelhança, demasiado grande, para ser casualidade. Os atlantes possuíam um metal mais precioso do que o ouro a que chamavam Orichaulcum. A catástrofe que submergiu a Atlântida foi pavorosa. Não resta dúvida de que foi resultado da violação da Lei e, por isso, é sempre catastrófico. A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de transformações geológicas. Emergiram do profundo seio do mar outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes. Alguns sobreviventes refugiaram-se em um pequeno continente chamado Grabontzi, atual África, o qual aumentou de tamanho e extensão devido a que outras áreas de terra foram emergidas depois de somaram-se ao mesmo. O Golfo do México antigamente foi um formoso vale. As ilhas das Antilhas, das Canárias, a Espanha, são partes da submersa Atlântida. O antigo mar de Kolhidius, situado a noroeste do continente recém-formado e conhecido como Ashartk (Ásia) mudou de nome, sendo conhecido agora com o nome de Mar Cáspio. As costas desse Mar Cáspio são formadas por terras que ao emergirem do oceano haviam-se reunido ao continente asiático. A Ásia, o Mar Cáspio e todo este bloco de terra anexado são o que hoje conhecemos com o nome de Cáucaso. Esse bloco, naqueles tempos, chamou-se Frianktzanaráli e mais tarde Kolhidishissi, porém hoje em dia, repito, chama-se Cáucaso. Naquele tempo havia um grande rio que fertilizava a rica terra de Tikliamis, que desembocava no Mar Cáspio. Esse rio denominava-se Okoseria, ele ainda existe, mas não desemboca mais no Mar Cáspio porque um tremor de terra secundário o desviou para a direita. O rico caudaloso precipitou-se violentamente pela zona mais deprimida do continente Asiático, dando origem ao pequeno Mar de Aral; mas o antiquíssimo leito desse velho rio, atualmente chamado Amu-Dária, ainda pode ser visto como sagrado testemunho do curso dos séculos. Depois da terceira grande catástrofe que exterminou com a Atlântida, o antigo país de Tikliamis, com sua formidável capital, situada às margens do mencionado rio, foi coberto com todos os povos e aldeias pelas areias e agora é apenas deserto. Por aquela época, desconhecida para um César Cantu e sua História Universal, existia na Ásia outro belo país, conhecido com o nome de Maralpleicie. Esse país comerciava com Tikliamis e até existia entre eles muita concorrência comercial. Mais tarde, esse país de Maralpleicie recebeu o nome de Goblândia, devido à grande cidade de Gob. Goblândia e sua poderosa cidade de Gob foram tragados pelas areias do deserto. Entre suas areias estão ocultos riquíssimos tesouros, poderosas máquinas desconhecidas por esta Raça Ária. De quando em quando, as areias deixam a descoberto todos esses tesouros, mas ninguém atreve-se a tocá-los, porque quem o intenta é instantaneamente morto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comecemos recordando este antigo continente submerso, chamado Atlântida.</p>
<p>No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon que a Atlântida havia sido destruída 9 mil anos antes de com ele terem conversado. A civilização atlante, no entanto, não poderia ser superada por nossa moderna civilização.</p>
<p>Conheceram a energia atômica e a utilizaram tanto na guerra quanto na paz. A ciência atlante teve a vantagem de estar unida à magia, fabricaram-se extraordinários robôs, dotados então de inteligência. Pareciam seres humanos e serviam fielmente aos seus amos. Qualquer robô podia informar a seu dono dos perigos que o cercavam e geralmente sobre as múltiplas coisas da vida prática.</p>
<p>Os atlantes possuíam máquinas tão poderosas e maravilhosas como aquela que telepaticamente podia transmitir à mente de qualquer ser humano informação preciosa intelectual.</p>
<p>As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. As naves marítimas e aéreas eram impulsionadas por energia nuclear. Eles aprenderam também a desgravitacionar os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho que cabia na sua palma da mão podiam levantar qualquer corpo, por mais pesado que este fosse.</p>
<p>O Deus Netuno governou sabiamente a Atlântida. Era de admirar ao ver o templo sacratíssimo desse Santo Deus. As paredes e muros prateados do referido templo assombravam pela sua beleza e as cúpulas e tetos eram todos de ouro maciço e da melhor qualidade.</p>
<p>O marfim, o ouro, a prata e o latão reluziam dentro do Templo de Netuno com todos os régios esplendores dos antigos tempos.</p>
<p>A gigantesca e sagrada escultura do muito venerável e muito sublime Deus Netuno era de puro ouro. Aquela inefável e misteriosa estátua, montada num belo carro arrastado por exóticos corcéis, mais a respeitável corte de cem sereias, infundia na mente dos devotos atlantes profunda veneração.</p>
<p>As cidades atlantes floresceram enquanto seus habitantes permaneceram fiéis à religião de seus pais, enquanto cumpriam com os preceitos do Deus Netuno, enquanto não violaram a lei e a ordem. Porém, quando as coisas sagradas foram profanadas, quando abusaram do sexo, quando caminharam com os 7 Pecados Capitais, foram castigados e submergidos no fundo do oceano.</p>
<p>Os sacerdotes de Saís disseram a Sólon: &#8220;Todos quantos corpos celestes movem-se em suas órbitas sofrem perturbações que determinam em tempo uma destruição periódica das coisas terrestres por um grande fogo&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-51675" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2014/10/netuno.jpg" alt="" width="800" height="712" /></p>
<p>O continente Atlante estendia-se e orientava-se em direção ao Austro (vento sul) e os lugares mais elevados em direção ao norte, seus montes excediam-se em grandeza, elevação e número aos atualmente existentes.</p>
<p>A famosa história do Dilúvio Universal, cujas versões encontram-se em todas as tradições humanas, são simples recordações da grande catástrofe atlante. Todos os ensinamentos religiosos da América primitiva, todos os sagrados cultos dos incas, maias, astecas, etc. etc., os deuses e deusas dos antigos gregos, fenícios, escandinavos, hindustânicos, etc., são de origem atlante.</p>
<p>Os deuses e deusas citados por Homero na Ilíada e na Odisséia, foram heróis, rainhas e reis da Atlântida.</p>
<p>Ela unia geograficamente a América com o Velho Mundo e as antigas civilizações indo-americanas são originárias da Atlântida, assim como tiveram a mesma origem as religiões egípcias, incas, maias, etc.</p>
<p>O alfabeto fenício, pai de todos os alfabetos europeus, tem sua raiz em um antigo alfabeto atlante, que foi corretamente transmitido aos Maias pelos atlantes. Todos os símbolos egípcios e maias, provêm da mesma fonte e assim explica-se a semelhança, demasiado grande, para ser casualidade. Os atlantes possuíam um metal mais precioso do que o ouro a que chamavam <em>Orichaulcum</em>.</p>
<p>A catástrofe que submergiu a Atlântida foi pavorosa. Não resta dúvida de que foi resultado da violação da Lei e, por isso, é sempre catastrófico. A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de transformações geológicas.</p>
<p>Emergiram do profundo seio do mar outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.</p>
<p>Alguns sobreviventes refugiaram-se em um pequeno continente chamado Grabontzi, atual África, o qual aumentou de tamanho e extensão devido a que outras áreas de terra foram emergidas depois de somaram-se ao mesmo.</p>
<p>O Golfo do México antigamente foi um formoso vale. As ilhas das Antilhas, das Canárias, a Espanha, são partes da submersa Atlântida.</p>
<p>O antigo mar de Kolhidius, situado a noroeste do continente recém-formado e conhecido como Ashartk (Ásia) mudou de nome, sendo conhecido agora com o nome de Mar Cáspio. As costas desse Mar Cáspio são formadas por terras que ao emergirem do oceano haviam-se reunido ao continente asiático.</p>
<p>A Ásia, o Mar Cáspio e todo este bloco de terra anexado são o que hoje conhecemos com o nome de Cáucaso. Esse bloco, naqueles tempos, chamou-se Frianktzanaráli e mais tarde Kolhidishissi, porém hoje em dia, repito, chama-se Cáucaso.</p>
<p>Naquele tempo havia um grande rio que fertilizava a rica terra de Tikliamis, que desembocava no Mar Cáspio. Esse rio denominava-se Okoseria, ele ainda existe, mas não desemboca mais no Mar Cáspio porque um tremor de terra secundário o desviou para a direita. O rico caudaloso precipitou-se violentamente pela zona mais deprimida do continente Asiático, dando origem ao pequeno Mar de Aral; mas o antiquíssimo leito desse velho rio, atualmente chamado Amu-Dária, ainda pode ser visto como sagrado testemunho do curso dos séculos.</p>
<p>Depois da terceira grande catástrofe que exterminou com a Atlântida, o antigo país de Tikliamis, com sua formidável capital, situada às margens do mencionado rio, foi coberto com todos os povos e aldeias pelas areias e agora é apenas deserto.</p>
<p>Por aquela época, desconhecida para um César Cantu e sua História Universal, existia na Ásia outro belo país, conhecido com o nome de Maralpleicie. Esse país comerciava com Tikliamis e até existia entre eles muita concorrência comercial.</p>
<p>Mais tarde, esse país de Maralpleicie recebeu o nome de Goblândia, devido à grande cidade de Gob.</p>
<p>Goblândia e sua poderosa cidade de Gob foram tragados pelas areias do deserto. Entre suas areias estão ocultos riquíssimos tesouros, poderosas máquinas desconhecidas por esta Raça Ária.</p>
<p>De quando em quando, as areias deixam a descoberto todos esses tesouros, mas ninguém atreve-se a tocá-los, porque quem o intenta é instantaneamente morto pelos Gnomos que o guardam. Somente os homens da grande Sexta Raça Koradhi, que no futuro habitará este planeta, poderão conhecê-los e isso em troca de uma conduta reta.</p>
<p>Muitos comerciantes de pérolas salvaram-se da catástrofe atlante refugiando-se em Perlândia, atual Índia.</p>
<p>Os estudantes ocultistas enchem-se de horror quando revisam os arquivos Akáshicos da Natureza e encontram acontecimentos como o que relataremos a seguir.</p>
<p>Eles recordaram-se daquela bela mulher, rainha dos países do sul do continente submerso e a poderosa cidade das portas de ouro, chamada Katebet, a das tristes recordações. Realmente não existe na história dos Bórgias e dos Medicis, semelhante perversidade. Essa bela mulher cativava pela sua beleza e necromancias, seduzia com seus encantos a príncipes e reis&#8230; Fascinava com seus embelezamentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-51676" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2014/10/mapa-atlantida.jpg" alt="" width="756" height="432" /></p>
<p>Muitos adolescentes e meninos foram imolados em nome das tenebrosas entidades do mundo interior.</p>
<p>A medicina sacerdotal atlante descobriu naquela época o que hoje podemos chamar cientificamente Opoterapia Humana, quer dizer, a aplicação nos enfermos e senis de sucos glandulares de pituitrina, tiroidina, adrenalina etc. etc. Os médicos-sacerdotes não usavam apenas a química&#8230;</p>
<p>As vítimas de imolação depois de serem retiradas dos altares de sacrifícios, eram levadas a certas câmaras secretas, onde os sacerdotes médicos extraíam dos cadáveres as preciosas glândulas endócrinas tão necessárias para conservar o corpo da rainha fatal, com todo o seu encanto e a beleza de uma juventude que chegou a suportar o peso dos séculos, muitos séculos. O mais espantoso daquilo era que os sacerdotes, depois de extrair as glândulas dos cadáveres, arrojavam-nos às fantásticas multidões aviltadas, que, sequiosas, devoravam-nos. Assim, esses povos tornaram-se antropófagos.</p>
<p>Reflexionando sobre todas essas coisas, nos espantamos, nos horrorizamos, mas todas essas barbáries tornam-se pequenas e ridículas se as compararmos com as atrocidades cometidas durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais e com a espantosa explosão atômica de Hiroshima e Nagasaki.</p>
<p>Todo o barbarismo atlante torna-se insignificante, comparado com a câmara de gás, onde milhões de pessoas, mulheres, crianças e anciães, despojados de suas vestimentas, morreram na mais infinita desesperação.</p>
<p>Nos horrorizamos com a bestialidade atlante, porém mil vezes horrorosos foram os bombardeios de Londres, campos de concentração, forca, cidades destruídas por criminosas bombas, enfermidades, fome e desespero.</p>
<p>Nunca antes na história houve perversidade maior do que a desta Quinta Raça Ária, caduca e degenerada.</p>
<p>Assim como a Atlântida submergiu-se com todos os seus habitantes nas profundezas dos oceanos, assim também esta Raça Ária será destruída e dela não restará nem mesmo cinza.</p>
<p>QUE SE SAIBA DE UMA VEZ E PARA SEMPRE QUE DE TUDO ISSO QUE A HUMANIDADE TANTO ESTIMA E ADMIRA NÃO FICARÁ PEDRA SOBRE PEDRA.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.esotera.com.br/lista/livros-revistas-comics/gnose-samael"><strong>Samael Aun Weor (Saiba mais, clique aqui)</strong></a></span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Os mistérios eucarísticos gnósticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1. A Eucaristia Por Arnold Krumm-Heller (VM Huiracocha) O problema mais profundo das religiões cristãs é a Eucaristia que, de fato, nunca deixou de preocupar os sacerdotes. Basta consultar a Teologia de Sacrest para perceber-se o esforço dos Católicos na demonstração de que o pão, ou melhor, a hóstia está convertida em Deus, De Verum, como diz o dogma e sustentava o próprio Santo Tomás. É este o grande ato de magia que o sacerdote, quando pronuncia os mantras: HOC EST ENIM CORPUS MEUM e HIC EST CALIX SANGUINIS MEI, como pronunciara o Nazareno por ocasião da Ceia e que significam: Este é meu corpo e Este é meu sangue. No fundo o Catolicismo afirma que a hóstia é realmente Deus e, por isto, a coloca em exposição nos seus altares, no momento das cerimônias religiosas. Os fiéis prostram-se de joelhos na consumação deste santo sacrifício. Não pensam do mesmo modo os Protestantes que, acentuando com Lutero as seguintes palavras do Senhor: FAZE ISTO EM MINHA MEMÓRIA, deduzem que a Eucaristia nada tem de comum com o corpo e o sangue do Cristo e que tudo se limita a uma cerimônia sem a mínima transcendência, constituindo-se numa mera recordação da Ceia do Nazareno. Ficou, portanto, a comunhão, para os Protestantes, reduzida à expressão de um símbolo e nada mais. Disso deriva, efetivamente, a diferença que distingue o Catolicismo do Protestantismo, que, se pudessem entrar em acordo, com relação a outros pontos de doutrina, jamais se harmonizariam quanto ao Sacramento da Eucaristia. O Catolicismo Romano compreende perfeitamente o valor de tudo isto e por este motivo não deixa de realizar periodicamente os seus Congressos eucarísticos. E&#8217; também notável a devoção que o Catolicismo tributa à hóstia, exposta por ocasião da missa. Os GNÓSTICOS, que procuram esclarecer esses assuntos, encaram o problema através de um prisma muito mais transparente e cristalino. A hóstia e o vinho são ou não o corpo e o sangue do Cristo? Se a razão está com os Católicos é insignificante o cerimonial que executam para a celebração de tão sagrados elementos; se está, porém, com os Protestantes, carece de importância, pois, o Nazareno aludiu a coisas muito mais elevadas que a Igreja não celebra, pelo menos, com tanta retumbância. A crucificação, por exemplo, seria um ato ritualístico de sublime significação. Os Mistérios antigos no Egito ou na Grécia realizavam sempre idênticas solenidades e a UNÇÃO foi, do mesmo modo, considerada uma cerimônia de assinalada preponderância. Daí, certamente, o interesse que o Sacramento desperta. Para a solução do problema lançamos mão da nossa CHAVE: o México nos antigos Mistérios do Sol que, ainda hoje, são celebrados, na sua original pureza, pelos Chuch-kahau, que são Magos ou Sacerdotes existentes no Departamento de Chiche, na Guatemala, e em outras localidades do Yucatán. Acentuamos que se trata do Cristo e, para isto, basta refletir quem foi Quetzalcóatl. Fixemos nossa mente no Sol, não no sentido puramente material e astronômico de centro do sistema planetário, não como o Sol que é apenas um expoente parcial, mas no Sol como essência da sua luz, que é, em si mesma, o Reino do Céu, a Substância Cristônica, esparsa por todo o Cosmo. Deste modo, os Mistérios antigos compreenderam Quetzalcóatl e assim, justamente, devemos compreender o Cristo, na sua qualidade de substância íntima, solar. Os antigos mexicanos tinham o costume de pôr nos túmulos diversos alimentos como pão e o pulque, isto é, pão e vinho, e acreditavam que os mortos, depois de abandonarem o corpo material, possuíam necessidades físicas e precisavam, portanto, alimentar-se. Ainda mantêm esses velhos hábitos que, por mais extravagantes que pareçam, não deixam de ter uma explicação. Quando morremos, e a alma deixa o corpo, continuamos a sentir, por muito tempo, o ambiente em que vivemos, e nos parecerá estranho como conseguimos atravessar as paredes das habitações familiares, sem despertar a atenção dos que nos cercam. O conhecimento desses fenômenos deu origem ao Espiritismo, que não deixa de ter suas razões. Pois bem, quando vivemos, tomamos alimentos, entre eles, pão e vinho, que, ao penetrarem em nosso organismo, são transformados e assimilados. Quando mortos, não dispomos dos órgãos necessários à alimentação, mas a Alma do ser desencarnado percebe que tudo, agora, se opera de um modo absolutamente contrário. Em vez do alimento, por exemplo, penetrar no organismo, o organismo penetra no alimento, e nisso está a CHAVE ou a explicação do Mistério. Todos nós recebemos, em particular, essa energia solar, essa luz íntima do Cosmo. Jesus foi o único que se saturou e se converteu nessa luz. O Mistério do Gólgota reside em que a alma do Nazareno, depois do sacrifício da cruz, difundiu-se por todo o Cosmo, sem perder, contudo, a sua personalidade e sua missão de Guia de nosso Planeta. Um sacerdote consciente pode, portanto, invocar o Cristo e conseguir que a substância cristônica penetre realmente no pão e no vinho, que, uma vez em nosso organismo, SE UNE AO CRISTO DO NOSSO REAL SER. Assim, nem os Católicos nem os Protestantes têm razão. A explicação do Mistério está no que acabamos de expor. O México, com seu culto solar, nos dá a CHAVE DO GRANDE MISTÉRIO e se as filosofias e religiões que nos chegam do Oriente exaltam a Índia, o Egito e a Grécia, por este motivo, com maior razão temos o dever de exaltar o México. 2. A Eucaristia e Os Anjos da Presença, Do Amor e da Morte Por Geoffrey Hodson As almas desencarnadas assistem frequentemente aos serviços físicos das igrejas, porém na ocasião especial da Missa de Réquiem, vê-se presente um grande número delas. Muitas chegam, algum tempo antes do início do serviço, concentrando-se a maior parte ao redor das alas da igreja e na galeria, e ocupando grande parte do espaço sob o teto. Em suas consciências mais elevadas muitos membros da congregação física podiam saudar a seus amigos superfísicos. A alegria de muitas reuniões felizes que assim ocorreram, não foi em nada afetada pelo fato de pouco ou nenhum conhecimento dos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>1. A Eucaristia<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.mercadolivre.com.br/plantas-sagradas-arnold-krumm-heller-de-arnol-krumm-vol-1-editora-esotera-capa-mole-em-portugus-2020/p/MLB23958346" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Por Arnold Krumm-Heller (VM Huiracocha)</a></span></strong></h3>
<p>O problema mais profundo das religiões cristãs é a Eucaristia que, de fato, nunca deixou de preocupar os sacerdotes.</p>
<p>Basta consultar a Teologia de Sacrest para perceber-se o esforço dos Católicos na demonstração de que o pão, ou melhor, a hóstia está convertida em Deus, De Verum, como diz o dogma e sustentava o próprio Santo Tomás.</p>
<p>É este o grande ato de magia que o sacerdote, quando pronuncia os mantras:</p>
<p>HOC EST ENIM CORPUS MEUM e HIC EST CALIX SANGUINIS MEI, como pronunciara o Nazareno por ocasião da Ceia e que significam: Este é meu corpo e Este é meu sangue.</p>
<p>No fundo o Catolicismo afirma que a hóstia é realmente Deus e, por isto, a coloca em exposição nos seus altares, no momento das cerimônias religiosas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-209 aligncenter" title="ultima_ceia" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/ultima_ceia.jpg" alt="" width="580" height="297" /></p>
<p>Os fiéis prostram-se de joelhos na consumação deste santo sacrifício.</p>
<p>Não pensam do mesmo modo os Protestantes que, acentuando com Lutero as seguintes palavras do Senhor: FAZE ISTO EM MINHA MEMÓRIA, deduzem que a Eucaristia nada tem de comum com o corpo e o sangue do Cristo e que tudo se limita a uma cerimônia sem a mínima transcendência, constituindo-se numa mera recordação da Ceia do Nazareno.</p>
<p>Ficou, portanto, a comunhão, para os Protestantes, reduzida à expressão de um símbolo e nada mais.</p>
<p>Disso deriva, efetivamente, a diferença que distingue o Catolicismo do Protestantismo, que, se pudessem entrar em acordo, com relação a outros pontos de doutrina, jamais se harmonizariam quanto ao Sacramento da Eucaristia.</p>
<p>O Catolicismo Romano compreende perfeitamente o valor de tudo isto e por este motivo não deixa de realizar periodicamente os seus Congressos eucarísticos.</p>
<p>E&#8217; também notável a devoção que o Catolicismo tributa à hóstia, exposta por ocasião da missa.</p>
<p>Os GNÓSTICOS, que procuram esclarecer esses assuntos, encaram o problema através de um prisma muito mais transparente e cristalino. A hóstia e o vinho são ou não o corpo e o sangue do Cristo?</p>
<p>Se a razão está com os Católicos é insignificante o cerimonial que executam para a celebração de tão sagrados elementos; se está, porém, com os Protestantes, carece de importância, pois, o Nazareno aludiu a coisas muito mais elevadas que a Igreja não celebra, pelo menos, com tanta retumbância.</p>
<p>A crucificação, por exemplo, seria um ato ritualístico de sublime significação.</p>
<p>Os Mistérios antigos no Egito ou na Grécia realizavam sempre idênticas solenidades e a UNÇÃO foi, do mesmo modo, considerada uma cerimônia de assinalada preponderância.</p>
<p>Daí, certamente, o interesse que o Sacramento desperta.</p>
<p>Para a solução do problema lançamos mão da nossa CHAVE: o México nos antigos Mistérios do Sol que, ainda hoje, são celebrados, na sua original pureza, pelos Chuch-kahau, que são Magos ou Sacerdotes existentes no Departamento de Chiche, na Guatemala, e em outras localidades do Yucatán.</p>
<p>Acentuamos que se trata do Cristo e, para isto, basta refletir quem foi Quetzalcóatl.</p>
<p>Fixemos nossa mente no Sol, não no sentido puramente material e astronômico de centro do sistema planetário, não como o Sol que é apenas um expoente parcial, mas no Sol como essência da sua luz, que é, em si mesma, o Reino do Céu, a Substância Cristônica, esparsa por todo o Cosmo.</p>
<p>Deste modo, os Mistérios antigos compreenderam Quetzalcóatl e assim, justamente, devemos compreender o Cristo, na sua qualidade de substância íntima, solar.</p>
<p>Os antigos mexicanos tinham o costume de pôr nos túmulos diversos alimentos como pão e o pulque, isto é, pão e vinho, e acreditavam que os mortos, depois de abandonarem o corpo material, possuíam necessidades físicas e precisavam, portanto, alimentar-se.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-210" title="jesus.big" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/jesus.big_.jpg" alt="" width="167" height="241" /></p>
<p>Ainda mantêm esses velhos hábitos que, por mais extravagantes que pareçam, não deixam de ter uma explicação. Quando morremos, e a alma deixa o corpo, continuamos a sentir, por muito tempo, o ambiente em que vivemos, e nos parecerá estranho como conseguimos atravessar as paredes das habitações familiares, sem despertar a atenção dos que nos cercam. O conhecimento desses fenômenos deu origem ao Espiritismo, que não deixa de ter suas razões.</p>
<p>Pois bem, quando vivemos, tomamos alimentos, entre eles, pão e vinho, que, ao penetrarem em nosso organismo, são transformados e assimilados. Quando mortos, não dispomos dos órgãos necessários à alimentação, mas a Alma do ser desencarnado percebe que tudo, agora, se opera de um modo absolutamente contrário. Em vez do alimento, por exemplo, penetrar no organismo, o organismo penetra no alimento, e nisso está a CHAVE ou a explicação do Mistério.</p>
<p>Todos nós recebemos, em particular, essa energia solar, essa luz íntima do Cosmo. Jesus foi o único que se saturou e se converteu nessa luz. O Mistério do Gólgota reside em que a alma do Nazareno, depois do sacrifício da cruz, difundiu-se por todo o Cosmo, sem perder, contudo, a sua personalidade e sua missão de Guia de nosso Planeta.</p>
<p>Um sacerdote consciente pode, portanto, invocar o Cristo e conseguir que a substância cristônica penetre realmente no pão e no vinho, que, uma vez em nosso organismo, SE UNE AO CRISTO DO NOSSO REAL SER.</p>
<p>Assim, nem os Católicos nem os Protestantes têm razão. A explicação do Mistério está no que acabamos de expor.</p>
<p>O México, com seu culto solar, nos dá a CHAVE DO GRANDE MISTÉRIO e se as filosofias e religiões que nos chegam do Oriente exaltam a Índia, o Egito e a Grécia, por este motivo, com maior razão temos o dever de exaltar o México.</p>
<h3><strong>2. A Eucaristia e Os Anjos da Presença, Do Amor e da Morte<br />
<span style="text-decoration: underline;">Por Geoffrey Hodson</span></strong></h3>
<p>As almas desencarnadas assistem frequentemente aos serviços físicos das igrejas, porém na ocasião especial da Missa de Réquiem, vê-se presente um grande número delas. Muitas chegam, algum tempo antes do início do serviço, concentrando-se a maior parte ao redor das alas da igreja e na galeria, e ocupando grande parte do espaço sob o teto.</p>
<p>Em suas consciências mais elevadas muitos membros da congregação física podiam saudar a seus amigos superfísicos. A alegria de muitas reuniões felizes que assim ocorreram, não foi em nada afetada pelo fato de pouco ou nenhum conhecimento dos desencarnados ter penetrado na consciência física dos encarnados.</p>
<p>A maior parte da congregação física havia criado nítidas formas-pensamento de seus amigos particulares falecidos e estas foram mais tarde substituídas pelos próprios amigos. Em alguns casos os desencarnados trouxeram consigo seres com quem haviam feito amizade no outro lado. Estes, junto a outros visitantes e os frequentadores superfísicos da Igreja, humanos e angélicos, formaram uma congregação muito grande nos mundos ocultos.</p>
<p>A congregação superfísica ficou de frente para o altar no início do serviço, e daí em diante foi gradualmente se aproximando cada vez mais do mundo físico. Desde o começo eles viram nitidamente os candelabros, porque a luz da vela de cera é visível nos mundos ocultos e algumas vezes é usada como um sinal para os do outro lado do véu.</p>
<p>A chama de luz e força emanada do Sacramento Reservado também é claramente vista, bem como os anjos ministrantes e as correntes de força fluindo através dos vários símbolos e joias. Entretanto, estranhamente alguns nada veem, apesar de sua visão não ser limitada como a nossa, por possuirmos corpo físico.</p>
<p>O efeito geral, entretanto, era para revelar o interior do plano físico da igreja, como se tivesse sido aberta uma cortina de um palco. Este afastamento do véu não se estendeu na mesma proporção ao exterior da Igreja. O conjunto da congregação ficou isolado das vibrações e fenômenos do mundo externo. Um grande anjo a quem nos referiremos mais adiante, vigiava este isolamento e mantinha a congregação superfísica dentro de sua aura, e assim ajudava a criar as condições em que o véu poderia ser seguramente afastado.</p>
<p>Os ANJOS DA EUCARISTIA têm também o cuidado de incluir tanto os vivos quanto os desencarnados no edifício interno espiritual, de forma que todos possam compartilhar tanto quanto possível das influências derramadas. Eles ajudavam as pessoas no que era necessário e possível, e gradualmente, como resultado de suas carinhosas ministrações e do serviço, as congregações física e superfísica eram unidas uma a outra. No final do serviço os desencarnados estão aptos a ver o edifício físico, seus amigos, e especialmente os sacerdotes e os servidores no interior do Santuário.</p>
<p>Isso os enchia de intensa felicidade, embora alguns experimentassem vaga saudade e mesmo anseio de retornar a vida e camaradagem do plano físico. Uns poucos não haviam achado a nova vida tão feliz quanto poderia ter sido, e sentiam-se solitários ali.</p>
<p>Para muitos, sua consciência interna se desvanecia um tanto à medida que a percepção física aumentava, embora alguns poucos retivessem sua visão de seus próprios mundos. Alguns penetravam na aura de seus amigos e permaneciam de pé ou sentados com eles, porém a maioria dos que tinham amigos físicos presentes flutuavam bem acima deles. Quase todos sentiam a alegria da reunião e de receber os pensamentos e recordações amorosas de seus amigos e parentes.</p>
<p>Gradativamente, a medida que todos se tornavam completamente harmonizados, as palavras e a música eram ouvidas com crescente clareza. Isto os tornava muito ditosos, evocando-lhes antigas recordações. Para eles era um grande prazer ouvir as vozes atuais de seus amigos particulares, deixados no plano físico. Ouviam muito atentamente o sermão, e no Credo, todos inclinavam suas cabeças. Alguns deles evidentemente conheciam bem as palavras e ajoelhavam-se no exato momento, porém todos acompanhavam com compreensão e assentimento reverentes.</p>
<p>Decorrido algum tempo, todas as considerações pessoais cederam lugar ao ato de adoração conjunta, quando as duas congregações se integraram no ritmo e poder do serviço. Pouco a pouco, com poucas exceções, se tornaram unificadas e harmonizadas, e os anjos puderam tratá-las como uma unidade. As exceções foram os que não haviam sido acostumados ao culto da igreja; estes permaneciam um tanto afastados, observando com interesse, mas não participando.</p>
<p>O Anjo da Presença resplandecia em toda a perfeita beleza espiritual do Senhor, cujos amor e bênção fluíam continuamente através d&#8217;Ele. Todos eram envolvidos nesse maravilhoso fluxo, especialmente os sentados a parte, pois o Anjo parecia volver sua atenção para eles com o mais terno e compassivo amor, que paulatinamente vencia seu afastamento e os atraía.</p>
<p>Um grande anjo de tipo inteiramente novo para o autor apareceu na extremidade ocidental da igreja. Embora fosse essencialmente um Anjo de Amor, e vertesse uma qualidade especial de amor e proteção sobre os desencarnados, sua aparência externa era tal que nos fazia pensar no Anjo da Morte. Parecia ser um representante do grande Deus da Morte, cuja mão poderosa corta o cordão de prata que ata a alma ao corpo durante a vida terrena. Sua fisionomia era enérgica e inspirava tímido respeito com sua inescrutável expressão de poder e mistério. Era de cor verde escuro e da altura do corpo da igreja.</p>
<p>Mantinha a congregação invisível muito coesa no interior de sua consciência e exercia uma influência protetora sobre a mesma, de forma que nenhum dano poderia ocorrer aos vivos como aos mortos. Ele permanecia imóvel e impassível, zelando como se mencionou acima o isolamento da igreja do mundo externo, e dando a impressão de uma estátua enorme, viva e verde escura do Anjo da Morte.</p>
<p>No mundo do Além, como neste mundo existem muitos seres indesejáveis que tomariam vantagem imediata das condições especiais, do íntimo intercâmbio de forças entre os dois mundos. Esta proteção angélica era, portanto, adicionada ao isolamento propiciado pela consagração original da igreja e pelas &#8220;paredes&#8221; do edifício eucarístico.</p>
<p>Parece também ter havido uma rarefação do véu no mundo externo, porém isto se restringiu aos níveis mais elevados dos planos concernentes. Isto parece ser o resultado de certas mudanças que ocorrem em todo sistema solar nesta época do ano. A influência do espiritual, como distinta do material, parece ser de algum modo aumentada e a divisão entre o espírito e a matéria como um conjunto, parece ser marcante.</p>
<p>Talvez haja uma lei cíclica sob a qual, nesta época do ano, todos os véus se tornam definidamente mais tênues, de sorte que os níveis sem forma e com forma se tornara mais intimamente associados e os planos dentro destas divisões, mais intimamente sincronizados. Os subplanos mais elevados dos mundos mental, emocional e etérico, são fundidos e mutuamente entrelaçados de maneira que o pulsar da vida e força no mundo material e através do mesmo é muito mais livre, do que normalmente.</p>
<p>Dentro da igreja, onde se criam condições especiais, isto se estende através de todos os subplanos, decrescentemente, e daí a necessidade de medidas especiais de precaução.</p>
<p>Aparentemente é função do Anjo da Morte manter a necessária proteção, pois a ele concerne a passagem de poder, consciência e vida de plano para plano, e a transferência da consciência humana do plano físico ao plano emocional, na morte. Ele pode exercer uma função, que é complementar e o inverso da de Nossa Senhora, a qual preside a todo nascimento humano. Sugere-se correspondência, porém o autor não está habilitado a dar um pronunciamento definido sobre o assunto.</p>
<p>Retornando ao serviço em si, notou-se que a repetição de um nome em uma cerimônia liga instantaneamente o seu dono, aonde quer que esteja, com o oficiante, e através dele, com o poder da cerimônia. Quando foi recitada a prece pelos mortos e mencionados os nomes dos falecidos, os designados fulguravam subitamente com uma luz maior, a bênção do Senhor verteu-se do Santuário sobre eles, e fez o princípio crístico brilhar dali para dentro deles.</p>
<p>Os não efetivamente presentes tiveram sua atenção atraída para os ali mencionados. Em alguns casos vieram imediatamente para a igreja, chamados pelo poder do Senhor e pelo amor dos que os lembraram.</p>
<p>Os próprios anjos trouxeram para a igreja muitos daqueles cujos nomes foram mencionados, ao mesmo tempo que adicionavam outros, não mencionados. Muitos anjos se assemelham a lindos pastores, cada um com seu rebanho destas &#8220;ovelhas&#8221; humanas, que haviam reunido e trazido a presença do Senhor. Muitos auxiliares humanos invisíveis, estavam também muito ocupados em trazer gente desencarnada para a igreja, e em ajudá-los a assimilar a atmosfera e a bênção do serviço.</p>
<p>O Anjo Construtor incluía todos estes em sua esfera de trabalho, e o Anjo da Presença saudava-os com o seu glorioso sorriso de amor e ternura a medida que chegavam. Era maravilhoso contemplar a expressão e o sorriso do Anjo da Presença.</p>
<p>Seu sorriso revela muitíssimo mais do que qualquer sorriso humano pode expressar; inclui um jubiloso reconhecimento de um velho e muito amado amigo, uma profunda compreensão espiritual de todas as suas mais elevadas esperanças e possibilidades, e o terno amor compassivo de um pai para com o seu filho predileto. A expressão na face do Anjo é sempre a de exaltação espiritual, enquanto que o irradiante poder, vida e amor fluem através dele continuamente.</p>
<p>Quando, pois, ele sorri, a beleza e amor profundamente compassivo revelados excedem a toda concepção humana, e nenhuma palavra pode retratar com propriedade a maravilha deste glorioso Representante Angélico de Nosso Senhor.</p>
<p>Uma tal visão do Bom Pastor e Seus servos angélicos e Seu rebanho demonstrou prontamente que Ele conhece cada indivíduo deste planeta, que todos os homens estão envolvidos no abraço de Seu Amor, e que de fato &#8220;por baixo estão os eternos braços&#8221;. O Anjo da Presença reconhecia, cumprimentava, abençoava e enviava amor a cada indivíduo que chegava, e extraía o mais elevado no interior de cada um, em resposta.</p>
<p>A medida desta resposta variava consideravelmente. Alguns nessa hora estavam preocupados e concentrados em si e não responderam completamente; todos eram definidamente auxiliados, cada um na medida em que estava apto a receber e assimilar a bênção vertida e o Cristo interno podia ser despertado.</p>
<p>Àqueles que estavam lutando com grandes dificuldades quando a bênção os atingiu &#8211; frequentemente acompanhada por um anjo &#8211; se sentiam de repente livres da tensão o iIuminados com as soluções de seus problemas. Para muitos era um nítido ponto de retorno no longo ciclo de encarnações; pode mesmo influenciar o restante de sua peregrinação para a perfeição.</p>
<p>Como fez o Filho Pródigo, desde então &#8220;se levantarão e irão a seu Pai&#8221;. Teve lugar uma verdadeira conversão e determinaram-se desde esse dia a dedicar-se à vida espiritual e ao trabalho profícuo.</p>
<h3><strong>3. Os Anjos e sua Função na Eucaristia e nos Rituais<br />
<span style="text-decoration: underline;">Por Charles Leadbeater</span></strong></h3>
<p>Quando um homem adentra na igreja, ele se põe na presença de Nosso Senhor, entronizado sobre Seu altar; e só por este fato ele também entra na presença de uma grande multidão de Anjos adorantes. O quanto será possível fazer por ele depende de até onde ele pode abrir seu coração à sua influência, e de sua disposição física, moral e mental.</p>
<p>Alguns de nós sentem tais influências fácil e nitidamente, por termos aguçado nossos sentidos em tal direção; outros as percebem apenas vaga e incertamente; mas um número crescente de pessoas está se tornando cônscia delas. O homem está andando em lentos passos em direção a tornar-se o tipo de criatura que os Anjos podem ajudar, e à medida que avança mais para dentro de sua esfera, percebe melhor seu interesse e sua graciosa resposta.</p>
<p>A presença dos Anjos não nos deveria ser incerta, vaga ou hipotética; deveríamos começar a pensar que são realidades perfeitamente definidas, e ainda que não possamos de fato vê-los mais do que vemos uma corrente elétrica, são reais como uma corrente elétrica o é, e seus efeitos podem ser notados por aqueles que são capazes de senti-los.</p>
<p>Grandes legiões de Anjos assistem à celebração da Eucaristia. Os maiores Anjos acodem para tomar uma parte definida no trabalho. A Sagrada Eucaristia não é celebrada para nós, ainda que muito benefício possamos obter dela. Nós não vamos no intuito de receber, mas principalmente no de dar.</p>
<p>Nós vamos porque este é o método pelo qual Cristo irradia influência espiritual sobre todo o Seu mundo, e nós vamos lá para ajudá-lo nesta distribuição de divina energia. Incidentalmente obtemos muito para nós mesmos, mas este não é nosso objetivo principal.</p>
<p>Os Anjos vêm – os grandes Anjos – a fim de fazer tudo isso possível para nós. Ao fim do <em>Asperges</em>, pedimos a Deus que envie Seu Anjo para nos ajudar e para estar conosco. Em resposta a aquele apelo acorre o Anjo da Eucaristia e constrói um receptáculo a partir de nossa devoção e de nossos sentimentos, e da energia liberada pela parte musical do serviço.</p>
<p>Maiores que ele são os Anjos que vêm quando os chamamos justamente antes do <em>Sanctus </em>– quando o sacerdote ou bispo, tendo pedido que elevássemos nossos corações e déssemos graças a Deus, prossegue dizendo que com os Santos Anjos (enumerando os diferentes tipos), também fazemos nossa parte.</p>
<p>Este é o chamamento tradicional a eles, e a melodia com que cantamos “Corações ao alto!” e “Nosso coração está em Deus” tem quase 2 mil anos, se não mais. Ela remonta aos primeiros tempos em que tais músicas eram cantada na Igreja.</p>
<p>Então eles vêm e tomam parte no serviço. É claro que não devemos pensar nem por um momento que este é um privilégio nosso. Em todas as Igrejas Cristãs onde não houve ruptura na sucessão apostólica, permanece o mesmo mecanismo; na verdade não devemos sequer imaginá-lo confinado ao Cristianismo. Todas as religiões existem para o auxílio do mundo, e em quase todas algum sistema é arranjado para a recepção e distribuição de força espiritual.</p>
<p>Este trabalho dos Anjos é tornado mais fácil quando a congregação compreende o que está sendo feito e colabora inteligentemente através do pensamento. Destarte deveríamos nos aplicar em saber e compreender, para que pudéssemos ajudar os Anjos no trabalho que têm de fazer.</p>
<p>Esses Espíritos gloriosos são de tantos tipos diversos que é praticamente impossível tentar alguma descrição deles. Muitos deles têm forma humana, ainda que usualmente maiores que a estatura do homem. Suas cores, sua radiância e iridescência são de uma maravilha além de toda palavra; eles nos olham com seus olhos faiscantes, plenos da paz eterna.</p>
<p>Suas auras são tão grandes e tão mais magnificentes que as nossas, que à distância parecem somente esferas de luz fulgurante. Nunca os vi com asas; na verdade, imagino que as asas usadas pelos Anjos da arte e da poesia devam simbolizar seus diversos poderes, como o ilustram algumas escrituras.</p>
<p>Esta suposição pode ser corroborada pelo fato de que mesmo nas histórias bíblicas, quando o Anjo do Senhor vem visitar Seu Povo (como Abraão, Pedro e outros), ele costumeiramente é tomado por um homem, o que dificilmente ocorreria se portasse um par de asas enormes.</p>
<p>A aura de um grande Anjo é muito mais expansível e flexível que a nossa; ele se expressa simultaneamente em formas-pensamento de desenho maravilhosamente belo, em fulgurações de gloriosas cores e através de uma pletora da mais deslumbrante música.</p>
<p>Para ele um sorriso de boas-vindas poderia ser um coruscante relampejar de cores e uma torrente de harmonias sonoras; uma frase proferida por um desses valorosos Filhos de Deus seria como um grandioso oratório; uma conversação entre dois grandes Anjos seria como uma poderosa fuga (estilo de composição musical contrapontística onde as várias vozes, que têm aqui igual importância, entram em distâncias e alturas sucessivos e predeterminados, dialogando em forma de imitação mútua ou eco), com motivo (ou tema, fragmento melódico apresentado na abertura da peça) respondendo a motivo, ecoando em cataratas de harmonia acompanhada de caleidoscópicas mutações de tons flamantes, cintilando como miríades de arco-íris.</p>
<p>Anjos há que vivem e se expressam pelo que para nós são fragrâncias e perfumes – mesmo que dizer assim seja degradar e materializar as exóticas emanações nas quais se comprazem tão jubilosos.</p>
<p>Sempre há Anjos cerca da Hóstia Consagrada, mas quando o fulgor aumenta, na Elevação ou no Benedictus, vemos uma surpreendente e ainda mais formosa adição à falange, pois um número de pequeninos Anjos volteiam em seu redor.</p>
<p>A maioria dos membros da Hoste Angélica são pelo menos do tamanho humano, e muitos deles são bem maiores que o homem; mas há uma tribo de diminutos querubins que são como aqueles pintados por Ticiano ou Michelangelo. São todos pequenas e maravilhosamente perfeitas criaturas – não diversos de certos tipos de espíritos da natureza, exceto pelo fato de que são muitíssimo mais radiantes e indubitavelmente angélicos em feição; têm aparência de crianças, mas ainda assim parecem muito, muito velhos.</p>
<p>São uma imagem do fulgor eterno que é impossível de expressar em palavras; são como aves do paraíso no esplendor de suas cores, seres feitos de luz viva; e eles voejam ou quedam em atitude de adoração, volteando adiante e atrás ao se mover, criam uma espécie de esfera oca em torno da Hóstia – uma esfera de talvez seis metros de diâmetro.</p>
<p>Penso que nenhum deles desce ao nível astral; a maioria deles é distinguível somente com a visão do plano causal, o que significa que seu veículo mais denso é feito de matéria pertencente ao plano mental. São da mais alta valia no serviço, pois refletem e transmutam algumas das mais poderosas forças empregadas, e podem veicular grandes quantidades de outras; assim, um torvelinho de indescritível atividade está sempre acontecendo dentro e em torno da esfera.</p>
<p>Há também um outro tipo destas criaturinhas ao qual o título de Anjo é menos adequado. São igualmente graciosas e belas à sua maneira, mas na realidade pertencem ao reino dos elfos ou espíritos da natureza.</p>
<p>Eles não se expressam através de perfumes, mas vivem nas cercanias e misturados a tais emanações, e estão onde quer que fragrâncias estejam sendo disseminadas. Há muitas variedades, algumas vivendo de odores repulsivos e pesados, outras somente daqueles delicados e refinados. Entre eles existem algumas poucas espécies que são especialmente atraídas pelo cheiro do incenso, e são encontradas sempre que este é queimado.</p>
<p>Quando o sacerdote incensa o altar, criando um campo magnético, enclausura dentro dele um número destes deliciosos elfinhos, e eles absorvem grande quantidade da energia que é acumulada ali, tornando-se valiosos agentes de sua distribuição no momento oportuno.</p>
<p>Nós podemos também guardar em afetuosa lembrança a grande classe de Anjos-Pensamento, que estão especialmente conectados com os serviços da Igreja.</p>
<p>O maior de todos é o Anjo da Presença, que aparece toda vez que a Santa Eucaristia é celebrada, e consuma por nós aquele tremendo sacrifício; pois, ao completar os deveres de seu ofício sagrado, o sacerdote pronunciando as palavras de poder, aquele Anjo fulgura, e pelo seu ígneo toque acontece aquela espantosa transmutação que é ao mesmo tempo o maior de todos os milagres e ao mesmo tempo o de todos o mais natural, uma expressão íntima do Amor Divino.</p>
<p>Ele é em verdade uma forma-pensamento do próprio Senhor Cristo, uma projeção daquela prodigiosa Consciência.</p>
<p>Não há alegria maior para Seus Santos Anjos que seguir o clarão daquele pensamento, e banhar-se naquele rio de vida, aquele inefável derramar de influência espiritual. E isso acontece em cada Eucaristia; em cada Missa a congregação é de longe muito mais numerosa da que pode ser vista com os olhos físicos; e quando celebramos estes sagrados mistérios, os esquadrões da falange celeste juntam-se a nós, aqui e agora.</p>
<h3><strong>4. A Missa Sagrada, A Eucaristia e A Visão Gnóstica<br />
<span style="text-decoration: underline;">Por Helena Blavatsky</span></strong></h3>
<p>Prestemos alguns momentos de atenção às assembléias dos &#8220;Construtores do Templo Superior&#8221; nos primeiros tempos do Cristianismo. Ragon nos mostrou plenamente a origem dos seguintes termos:</p>
<p>a) &#8220;A palavra &#8216;Missa&#8217; vem do latim Messis – &#8216;colheita&#8217;, donde o nome de Messis, aquele que faz amadurecer as colheitas &#8211; o &#8216;Cristo-Sol&#8217;.</p>
<p>A palavra &#8216;Loja&#8217;, da qual se servem os maçons, fracos sucessores dos Iniciados, toma sua raiz em Loga (<em>Loka</em> em sânscrito), uma localidade e um Mundo; e do grego Logos – a Palavra, um discurso, cujo pleno significado é: um local onde certas coisas são discutidas&#8221;.</p>
<p>c) As reuniões dos Logos dos Maçons, Primitivos Iniciados, acabaram sendo chamadas <em>Synaxys</em>, &#8216;assembleias&#8217; de Irmãos, com o fim de rezar e celebrar a Ceia (refeição), onde eram utilizadas somente as oferendas não manchadas de sangue, tais como os frutos e cereais. Logo depois essas oferendas foram chamadas Hostiae, ou Hóstias puras e sagradas, em contraste com os sacrifícios impuros (como os prisioneiros de guerra, Histes, donde o francês Hostage – Ôtage ou Refém), e porque as oferendas consistiam de frutos da colheita, as primícias de Messis. Já que nenhum Padre da Igreja menciona, como certos sábios o teriam feito, que a palavra missa vem do hebreu Missah (Oblatum, oferenda), esta explicação é tão boa quanto a outra. (Para um estudo profundo da palavra Missah e Mizda, ver Os Gnósticos, de King, pág. 124 e seguintes).</p>
<p>A palavra Synaxis tinha seu equivalente entre os gregos na palavra Agyrmos (reunião de homens, assembleia). Referia-se à Iniciação nos Mistérios. As duas palavras, Synaxis e Agyrmos (14) caíram em desuso, e a palavra Missa prevaleceu e ficou.</p>
<p>Desejosos como estão os teólogos de velar pela sua etimologia, diremos que o termo &#8220;Messias&#8221; (Messiah) deriva da palavra latina Missus (Mensageiro, o Enviado). Mas, se assim é, essa palavra poderia também ser aplicada ao Sol, o mensageiro anual, enviado para trazer nova vida à terra e à sua produção. A palavra hebraica Messiah, Mashiah (o ungido, de Mashah, ungir) dificilmente poderia ser aplicada no sentido eclesiástico, ou seu emprego ser justificado como autêntico, tanto quanto a palavra latina Missah (missa) não deriva da outra palavra latina Mittere, Missum, &#8220;enviar&#8221; ou &#8220;reenviar&#8221;. Porque o serviço da comunhão, seu coração e sua alma, se fundamenta na consagração e oblação da Hóstia (sacrifício), um pão ázimo (fino como uma folha) representando o corpo de Cristo na Eucaristia, e sendo feito de flor de farinha, é um desenvolvimento direto da colheita ou oferendas de cereais.</p>
<p>Ainda mais, as missas primitivas eram Ceias (ou último alimento do dia), simples refeição dos romanos, em que eles &#8220;faziam abluções&#8221;, eram ungidos e se vestiam do Senatory, e foram transformadas em refeições consagradas à memória da última ceia de Cristo.</p>
<p>No tempo dos apóstolos, os judeus convertidos se reuniam em seus Synaxis para ler os Evangelhos e suas correspondências (Epístolas). São Justino (ano 150 de nossa era) nos diz que essas Assembleias solenes eram feitas nos dias chamados &#8220;sun&#8221; (o dia do Senhor, e em latim, Dies Magnus).</p>
<p>Nesses dias, havia o canto dos Salmos, a &#8220;colação&#8221; do batismo com água pura e o Ágape da Santa Ceia &#8220;com água e o vinho&#8221;. Que tem a ver essa combinação híbrida das refeições romanas pagãs, erigidas em mistério sagrado pelos inventores dos dogmas da Igreja, com o Messiah hebreu, &#8220;aquele que deve descer às profundezas&#8221; (ou Hades), ou com o Messias (que é a sua tradução grega)?</p>
<p>Como demonstrou Nork, Jesus jamais foi ungido, nem como grande sacerdote, nem como rei, e é por isso que seu nome Messias não pode derivar da palavra equivalente hebraica, ainda mais que a palavra &#8220;ungido&#8221; ou &#8220;untado de óleo&#8221;, termo homérico, é CHRI e CHRIO, ambos significando Untar o Corpo de Óleo (ver Lúcifer, 1887: <em>The Esoteric Meaning of the Gospels – O Significado Esotérico dos Evangelhos</em>).</p>
<p>As frases seguintes de outro maçom de grau elevado, autor da Sources des Mesures, resumem em algumas linhas esse &#8220;imbróglio&#8221; secular: &#8220;O fato é , diz ele, que existem Dois Messias: um, descendo por sua própria vontade ao abismo para a salvação do mundo &#8211; é o Sol despojado de Seus Raios de Ouro e coroado de raios negros como espinhos (simbolizando essa perda); o outro, o Messias triunfante, que alcançou o Ápice do Arco do Céu, personificado pelo Leão da Tribo de Judá. Em ambos os casos, ele tem a cruz&#8230;</p>
<p>Nas Ambarválias, festas romanas dadas em honra a Ceres, o Arval, assistente do Grande Sacerdote, vestido de branco imaculado, colocava sobre a Hóstia (a oferenda do sacrifício) um bolo de trigo, água e vinha; provava o vinho das libações e dava-o a provar aos outros.</p>
<p>A Oblação (ou oferenda) era então erguida pelo Grande Sacerdote. Tal oferenda simbolizava os três reinos da natureza: o bolo de trigo (o reino vegetal), o vaso do sacrifício ou Cálice (o reino mineral) e o Pal (a estola) do Hierofante, uma de cujas extremidades pousava sobre o cálice contendo o vinho da oblação. Essa estola era feita de pura lã branca de tosão de cordeiro.</p>
<p>Os padres modernos repetem gesto por gesto os atos do culto pagão. Eles erguem e oferecem o pão para a consagração; benzem a água que deve ser posta no cálice, e em seguida vertem o vinho, incensam o altar, etc., etc&#8230;, e, voltando ao altar, lavam os dedos, dizendo: &#8220;Eu lavarei minhas mãos entre o Justo e rodearei teu altar, Ó Grande Deus!&#8221;</p>
<p>Assim o fazem porque o antigo sacerdote pagão assim o fazia, e dizia: &#8220;Eu lavo minhas mãos (<em>com água lustral</em>) entre o Justo (<em>os irmãos completamente Iniciados</em>) e rodeio teu altar, ó Grande Deusa (<em>Ceres</em>)&#8221;.</p>
<p>O Grande Sacerdote fazia três vezes a volta ao altar, levando as oferendas, erguendo acima de sua cabeça o cálice coberto com a extremidade de sua estola feita de lã de cordeiro, branca como a neve&#8230;</p>
<p>A vestimenta consagrada, usada pelo papa, Pallium, tem a forma de uma manta feita de lã branca, com um galão de cruzes púrpura. Na Igreja grega, o padre cobre o cálice com a extremidade de sua estola pousada sobre seu ombro.</p>
<p>O Grande Sacerdote da Antiguidade repetia três vezes durante o serviço divino seu &#8220;O Redemptor Mundi&#8221; a Apolo &#8211; o Sol; seu &#8220;Mater Salvatoris&#8221; a Ceres – a Terra; seu Virgo Partitura à Virgem Deusa, etc&#8230; pronunciando Sete Comemorações Ternárias. (<strong>Ouvi, ó maçons!</strong>)</p>
<p>O número ternário tão reverenciado na Antiguidade como em nossos diasé pronunciado sete vezes durante a Missa; temos três Introito, três Kyrie Eleison, três Mea-Culpa, três Agnus Dei, três Dominus Vobiscum, verdadeiras séries maçônicas. Acrescentemos-lhes os três <em>Et Cum Spiritu Tuo</em>, e a missa cristã nos oferecerá as mesmas Sete Comemorações Tríplices.</p>
<p>Paganismo, Maçonaria, Teologia, tal é a trindade histórica que governa o mundo <em>Sub-Rosa</em>.</p>
<p>Podemos terminar com uma saudação maçônica, e dizer: Ilustre dignitário de Hiram Abif, Iniciado e &#8220;Filho da Viúva&#8221;: o Reino das Trevas e da ignorância desaparece rapidamente, mas há regiões ainda inexploradas pelos sábios e que são tão negras quanto a noite do Egito.</p>
<p><em>Fratres Sobrii Estote et Vigilate.</em></p>
<h3><strong>5. Os 7 Sacramentos da Comunidade dos Iniciados</strong></h3>
<table style="width: 100%;" border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff; font-size: small;"><strong>SACRAMENTOS</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff; font-size: small;"><strong>Planeta</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff; font-size: small;"><strong>Arcanjo</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" width="47%"><span style="color: #0000ff; font-size: small;"><strong>Significado</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Batismo</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Lua</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Gabriel</strong></td>
<td style="text-align: center;">O Conhecimento dos Mistérios Alquímicos, pacto do Batismo para ser orientado internamente.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Confirmação<br />
(Crisma)</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Mercúrio</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Rafael</strong></td>
<td style="text-align: center;">Aprofundamento e tomada de Consciência da importância desses Mistérios para nossa Autorrealização.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Matrimônio</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Vênus</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Uriel</strong></td>
<td style="text-align: center;">A efetiva prática desses Mistérios, é executar o que já se estudou e se praticou o be-á-bá da Alquimia, como os pranayamas, mantras, desbloqueios dos nadís etc. Aqui se trabalha de verdade no 1º Fator.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Eucaristia</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Sol</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Michael</strong></td>
<td style="text-align: center;">Ajuda vinda dos Mundos do Cristo, aqui se absorvem os Átomos Crísticos, tão necessários para nosso crescimento interior.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Confissão</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Marte</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Samael</strong></td>
<td style="text-align: center;">Aqui se conhece e se pratica realmente a Morte do Ego, o 2º Fator.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Apostolado</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Júpiter</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Zacariel</strong></td>
<td style="text-align: center;">O Apostolado é sinônimo do 3º Fator, da ajuda à humanidade, amor consciente ao próximo, entregando a Doutrina Gnóstica.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Extrema-Unção</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Saturno</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Orifiel</strong></td>
<td style="text-align: center;">Aprofundamento do Trabalho dos 3 Fatores para a total transcendência do si mesmo. A morte absoluta e a Renúncia.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3></h3>
<h3><strong>6. Quem Ensinou o Mistério da Santa Eucaristia ao <a href="https://www.esotera.com.br/loja/gnose-samael"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #05a8a0; text-decoration: underline;">V.&#8217;. M.&#8217;. Samael Aun Weor</span></span></a></strong></h3>
<p>Estando nos Mundos Superiores de Consciência Cósmica, o mestre Samael fez &#8220;amizade&#8221; com um poderoso Anjo de Deus, Anjo de Mando e do Poder, chamado Aroch.</p>
<p>Foi este Anjo, todo sabedoria, Amor e Poder, que ensinou ao mestre Samael, entre outras coisas, o mantra mais poderoso para se despertar a Kundalini, o antibiótico mais eficiente do mundo, a Conjuração de Proteção mais poderosa do Universo (<em>Belilin</em>) etc.</p>
<p>Esse Anjo sagrado também ensinou ao Mestre Samael e a toda a Comunidade Gnóstica os Mistérios da Santa Unção Gnóstica, ou Mistério Eucarístico Gnóstico.</p>
<p>Leiamos o que o mestre Samael escreveu, no livro Tratado Esotérico de Magia Prática:</p>
<p>Quando o Anjo Aroch, Anjo de Mando, me ensinou esta chave maravilhosa da Unção Gnóstica, também me ensinou a ORAR:</p>
<p>&#8220;São indizíveis aqueles instantes em que o anjo Aroch, na figura de um menino, ajoelhado e com as mãos unidas sobre o peito, levantou seus olhos puríssimos até os Céus&#8230;</p>
<p>Seu rosto parecia ser de Fogo naquels instante, e, cheio de Amor profundo, esclamava:</p>
<p>&#8220;SENHOR, SENHOR, NÃO ME DEIXES CAIR, NÃO ME DEIXES JAMAIS SAIR DA LUZ&#8230; Etc&#8230;&#8221;</p>
<p>Logo, repartiu o Pão e o deu de comer, e pôs o vinho dentro de uma pequena jarra de prata. Serviu-o em alguns cálices e nos deu de beber&#8230;&#8221;</p>
<p>Até aqui, as palavras de nosso querido mestre Samael.</p>
<p>Como se pode invocar a este Anjo, toda vez que necessitarmos Iluminação, Consolo, Proteção e Sabedoria? Continua o Mestre, explicando:</p>
<p>À noite, antes de dormirmos, faremos uma oração. Devemos ter uma vela acesa (que deverá ser apagada depois de feita a oração), um copo com água e uma rosa (esta deverá estar sem o cabo, somente em botão. Se tivermos um altar, melhor. Se não, também está bom&#8230;)</p>
<p>Acendemos uma vela, colocamos no copo a água e, mergulhado na água colocamos um botão de rosa (sem o cabo, somente o botão).</p>
<p>Aí fazemos a oração conforme sabemos e podemos, e de manhã, logo após acordarmos, bebemos esta água&#8230;</p>
<p>Podemos repetir esta prática por 3 dias seguidos&#8230;</p>
<p>(Do livro <em>Tratado de Magia Prática</em>)</p>
<h3><strong>7. O Milagre da Transubstanciação<br />
(Texto retirado do livro <span style="text-decoration: underline;"><em>O Parsifal Desvelado</em></span>, do <a href="https://www.mercadolivre.com.br/autentica-biografia-de-jesus-de-samael-aun-weor-editora-esotera-em-portugues/up/MLBU3705244375">VM Samael Aun Weor</a></strong></h3>
<p>Na Missa Gnóstica encontramos o seguinte relato:</p>
<p>“(&#8230;) E Jesus, o Divino Grande Sacerdote Gnóstico, entoou um doce cântico em louvor do Grande Nome e disse aos seus discípulos: ‘Vinde a Mim e eles assim o fizeram’.</p>
<p>Então, dirigiu-se aos quatro pontos cardeais, estendeu seu tranquilo olhar e pronunciou o nome profundamente sagrado “Jeú”, abençoou-os e lhes soprou nos olhos.</p>
<p>Olhai para cima – exclamou. Já sois clarividentes. Eles então levantaram seus olhares para onde Jesus assinalara, e viram uma grande cruz que nenhum ser humano poderia descrever.<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-10682" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2013/09/eucaristia-gnosisonline-700x486.jpg" alt="eucaristia-gnosisonline" width="261" height="184" /></p>
<p>E o Grande Sacerdote disse: Afastai a vista dessa grande luz e olhai para o outro lado. Então viram um grande fogo, vinho e sangue. (Aqui abençoa-se o pão e o vinho.)</p>
<p>E continuou: Em verdade vos digo que eu não trouxe nada ao mundo, senão o fogo, a água, o vinho e o sangue da redenção.</p>
<p>Trouxe o fogo e a água do lugar da luz, dali onde a luz se encontra.</p>
<p>Trouxe o vinho e o sangue da morada de Barbelos.</p>
<p>Depois de passado algum tempo, o Pai me enviou o Espírito Santo em forma de branca pomba, mas, ouvi-me: o fogo, a água e o vinho são para a purificação e o perdão dos pecados.”</p>
<p>O Evangelho de Taciano testemunha o sacramento do corpo e do sangue, dizendo:</p>
<p>“E Jesus tomou o pão e o abençoou.</p>
<p>E deu-os aos seu discípulos, dizendo: Tomai e comei, porque este é o meu corpo, que lhes é dado.</p>
<p>E, tomando o cálice, deu graças, e o ofereceu aos seus discípulos.</p>
<p>E disse: Tomai e bebei, porque este é o meu sangue que será vertido na remissão dos pecados.</p>
<p>E desde agora não beberei mais do fruto da videira até o dia em que o beba convosco no reino de meu Pai. Fazei isto em minha comemoração.”</p>
<p>Lucas desvenda inteligentemente o profundo significado desta mística cerimônia mágica, dizendo:</p>
<p>“Chegou o dia dos pães sem fermento, no qual era necessário sacrificar o Cordeiro Pascal.</p>
<p>E Jesus enviou a Pedro (cujo evangelho é o sexo) e a João (cujo evangelho é o Verbo), dizendo: Ide preparar-nos a Páscoa, para que a comamos.”</p>
<p>O Nome Oculto de Pedro é “Patar” com suas três consoantes, que no alto esoterismo são radicais: “P”, nos recorda o Pai que está oculto, o ancião dos dias da cabala hebraica; “T” ou Tau, letra cruz, estudada em nosso capítulo anterior, famosa no Sexo-Yoga; e “Ra”, Fogo Sagrado, Divindade, Logos.</p>
<p>João descompõe-se nas cinco vogais IEOUA (Ieouan, Swan, Choan, Ioan), o Verbo, a palavra.</p>
<p>Pedro morre crucificado na cruz invertida com a cabeça para baixo e os pés para cima, como se nos convidasse a baixar à Forja dos Ciclopes, à Nona Esfera, para trabalharmos com a água e o fogo, origem de mundos bestas, homens e deuses.</p>
<p>Toda autêntica Iniciação Branca começa por ali.</p>
<p>João, o inefável, recosta sua cabeça no coração do grande Cabir Jesus como que declarando: o amor alimenta-se com o amor.</p>
<p>É fácil compreender que o Verbo criador, em cilada mística, aguarda enroscado no fundo da arca o instante preciso de ser realizado.</p>
<p>Ao que sabe, a palavra dá poder. Ninguém a pronunciou, ninguém a pronunciará, a não ser aquele que a tiver encarnado.</p>
<p>No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.</p>
<p>Está escrito com palavras de fogo no grande livro da existência cósmica que primeiro devemos percorrer firmemente o caminho de Pedro.</p>
<p>O Verbo que jaz oculto no âmago misterioso de todas as idades ensina, claramente, que depois é necessário caminhar pela senda de João.</p>
<p>Porém, dentro destas duas sendas divinas, existe um Abismo.</p>
<p>É indispensável ter uma ponte de prodígios maravilhosos entre os dois caminhos&#8230; e, após, morrer de instante a instante (morte mística).</p>
<p>Transmutar para falar no horto puríssimo da divina língua é, certamente, o profundo significado místico da Unção Gnóstica.</p>
<p>O pão e o vinho, a semente de trigo e o fruto da videira devem ser regiamente transformados na carne e no sangue do Cristo Íntimo.</p>
<p>O Logos Solar, com a sua vida pujante e ativa, faz germinar a semente para que a espiga cresça de milímetro em milímetro e, logo, encerrar-se como em um cofre precioso dentro da pétrea dureza do grão.</p>
<p>Os raios solares, penetrando solenes na cepa da videira, desenvolvem silenciosamente até amadurecer no fruto santo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-212 alignleft" title="eucaristia-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/03/eucaristia10-164x239.jpg" alt="" width="203" height="297" /></p>
<p>O Sacerdote Gnóstico, em estado de êxtase, percebe essa substância cósmica do Cristo-Sol encerrada no pão e no vinho e atua desligando-a de seus elementos físicos para que os Átomos Crísticos penetrem, vitoriosos, nos organismos humanos.</p>
<p>Esses Átomos Solares, essas vidas ígneas, esses agentes secretos do Adorável, trabalham silenciosos dentro do Templo-Coração, convidando-nos uma ou outra vez a trilharmos a Senda que nos conduzirá ao Nirvana.</p>
<p>É evidente e palpável a misteriosa ajuda dos Átomos Crísticos.</p>
<p>E resplandece a luz nas trevas e aparecem sobre a Ara os 12 pães da proposição, alusão manifesta aos signos zodiacais ou diversas modalidades da substância cósmica.</p>
<p>Isto nos faz recordar a décima segunda carta do Tarô, o Apostolado, o Magnus Opus, o liame da cruz com o triângulo.</p>
<p>Enquanto o Vinho deriva do fruto maduro da videira, é o símbolo maravilhoso do fogo, do sangue e da vida que se manifesta na substância, mesmo que as palavras Vinho, Vida, Videira tenham diferentes origens. Nem por isso deixam de ter certas afinidades simbólicas. Não de outra forma relaciona-se o Vinho com Vis, “Força”, e Virtus, “Força moral”, assim como Virgo, “Virgem” (a Serpente Ígnea de nossos mágicos poderes).</p>
<p>O Sahaja Maithuna (a Magia Sexual) entre Varão e Fêmea, Adam-Eva, no leito delicioso do amor autêntico, guarda, em verdade, sublimes concordâncias rítmicas com o ágape místico do grande Cabir Jesus.</p>
<p>O germe encantador da espiga sagrada tem seu expoente máximo e íntimo na humana semente.</p>
<p>O fruto sacrossanto da videira é realmente o emblema natural da vida que se manifesta com todo o seu esplendor na substância.</p>
<p>Transformar o pão (semente) em carne solar, e o vinho delicioso em sangue crístico e fogo santo é o milagre mais extraordinário do Sexo-Yoga.</p>
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		<title>Magia elemental nas religiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magia Elemental]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conhecimento Iniciático sempre se utilizou de imagens específicas para representar os Cosmos e os Infinitos, o Universo, a vida espiritual e suas múltiplas formas de manifestação, Evolução, Involução e Reciclagem&#8230; De acordo com os postulados da psicologia interior, essas realidades eram representadas em linguagem simbólica, parabólica e/ou metafórica. Temos arquétipos universalmente aceitos por todas as culturas e pensamentos, como as Montanhas, os Templos, as Espadas e os Cálices, as lagoas encantadas&#8230; e temos também as árvores sagradas. A Árvore Misteriosa, situada no centro do paraíso e indicada como o centro do Universo, é um símbolo encontrado em todas as culturas espirituais representando a estrutura dos mundos. Normalmente, seus galhos tocam os confins do Infinito e suas múltiplas dimensões, e seus frutos representam os atributos do Eterno. Sem exceção, a Árvore Sagrada fez parte das tradições genesíacas de povos, tais como os maias, astecas e incas, os egípcios, os cabalistas hebreus, persas, druidas, povos nórdicos, chineses, japoneses, coreanos, maoris, nativos africanos etc. Vejamos alguns exemplos como ilustração. A Árvore Bodhi É universalmente reconhecida a imagem do Buda Gautama recebendo sua iluminação, após 49 dias de meditação profunda, sentado sob a árvore bodhi, normalmente representada como uma figueira-da-índia (na verdade, um trabalho profundo de iluminação dos 49 níveis de sua mente pela energia sagrada da Kundalini, simbolizada pela Árvore do Bem e do Mal. Na Bíblia, lê-se: &#8220;Comereis dos frutos de todas as árvores, menos da árvore do Bem e do Mal&#8221;, ou seja, não usar a energia sexual animalescamente, mas magicamente). Daí essa portentosa árvore ser considerada na Ásia como a Árvore da Vida. Afirmam as tradições budistas que a árvore sagrada protegia o Buda das investidas do demônio Marah; ela O protegia envolvendo o Iluminado com seus galhos. A Árvore Escandinava A versão nórdica da árvore da vida está bem detalhada nos Eddas, a bíblia escandinava, na verdade uma coletânea de contos de fundo esotérico. Chamada de Yggdrasil, essa árvore representava o deus Ygg (ou Odin) e era um gigantesco freixo situado no cimo de uma montanha. O Yggdrasil servia de abrigo para as reuniões e concílios dos deuses e seus galhos ultrapassavam os limites dos céus. Quatro cervos (os Devarajas) alimentavam-se de seus brotos, em seu topo vivia uma majestosa águia (o Espírito, o Ser Divino) e em suas raízes encontrava-se uma poderosa serpente, a Nidhugg (a Kundalini a ser desperta). Essa árvore sagrada era eterna porque estendia suas três raízes (as três forças primárias) até duas fontes: a da primavera e a da sabedoria, guardadas pelo lobo Fenris (a Lei Divina) e pelo gigante de gelo Mímir (as forças instintivas da Natureza). O Yggdrasil é a única potência capaz de levar os &#8220;mortos na batalha&#8221; para o Valhalla (o Paraíso) e de impedir o fim do mundo, dos Deuses e dos homens (esse Fim do Mundo, entre os nórdicos, chama-se Ragnarók). Plantas Sagradas Entre os Gregos A magia vegetal esteve intimamente ligada aos deuses e tradições greco-romanos. Vejamos algumas, como referência: TRIGO: Foi o dom supremo de Deméter, ou Ceres, Deusa da Terra. É o alimento do corpo e da alma. Como o arroz entre os orientais e o milho entre os pré-colombianos, o trigo representa a chave da vida e da abundância. É a energia à espera de sua morte e ressurreição (transmutação). O trigo pertence ao Raio do Sol. UVA: Dedicado ao deus Baco, ou Dionisios, do Êxtase, da Castidade e das Artes. O vinho representa o trabalho sagrado da transmutação alquímica. Com o trigo, eram os dois principais símbolos do anelo de Liberação nos Templos de Elêusis e posteriormente se transformaram em parte do mistério crístico da Salvação (Mistério Eucarístico). Na Alquimia egípcia e depois na medieval, o pão e o vinho foram representados pelo Sal e pelo Enxofre. Este é um Elemental Venusiano, especialista em Magia Mental. OLIVEIRA: É ao mesmo tempo alimento, medicina e combustível. Está ligado a Minerva, ou Palas Atena, deusa da Sabedoria e do Fogo. A oliveira pertence ao Raio da Lua. LOURO: Árvore sagrada do solar Apolo, ou Helios, representa o triunfo conquistado depois de longas batalhas e duros sacrifícios íntimos. É um dos símbolos dos videntes e profetas. Elemental Solar. ARTEMÍSIA: Planta consagrada a Diana caçadora (Ártemis), a que socorre as mulheres no parto. O interessante é que essa planta regula a menstruação e evita a gravidez. Elemental do Fogo, marciano. MURTA: Consagrada a Vênus-Afrodite. Além de afrodisíaca, diz-se que a aura da murta alimenta o amor nos lares. Planta venusiana. PINHEIRO: Associado a Júpiter-Zeus, por sua presença majestosa e força. Esta árvore, pela solidez de sua madeira, representa a perpetuidade da vida. Elemental Saturniano e símbolo da Era de Aquário. Além das associações com as divindades, muitas plantas tinham íntima relação com determinados templos oraculares. Delfos e Delos estavam ligados ao louro, Dodona ao carvalho, Epidamo e Boécia à canela e diversas árvores condimentares. Também temos muitas outras representações que nos remontam à presença e à manifestação da Divindade. Temos o Ashvata ou figueira sagrada da sabedoria oriental; o Haoma dos mazdeístas, onde se vê Zoroastro esquematizando o homem cósmico; o Zampoun tibetano e o carvalho de Ferécides e dos celtas. Duas das tradições que nos chegaram de forma mais complexa são a das plantas bíblicas e seu simbolismo e a Árvore da Vida cabalística. Magia Elemental Bíblica Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento são considerados mananciais abundantes dos simbolismos vegetais. O mistério do mundo das plantas é tão importante que vemos Deus criando com especial ênfase o reino vegetal no primeiros Dias do Mundo. Vejamos em Gênese (1: 11): &#8220;Em seguida, Ele disse: &#8216;Que a Terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que deem sementes e árvores que deem frutos&#8217;.E assim aconteceu. A Terra produziu todo tipo de vegetais: plantas que dão sementes e árvores que dão frutos. E Deus viu que o que havia acontecido era bom. A noite passou e veio a manhã. Esse foi o terceiro Dia.&#8221; A partir disso, vemos centenas de citações, algumas complexas, outras de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conhecimento Iniciático sempre se utilizou de imagens específicas para representar os Cosmos e os Infinitos, o Universo, a vida espiritual e suas múltiplas formas de manifestação, Evolução, Involução e Reciclagem&#8230;</p>
<p>De acordo com os postulados da psicologia interior, essas realidades eram representadas em linguagem simbólica, parabólica e/ou metafórica. Temos arquétipos universalmente aceitos por todas as culturas e pensamentos, como as Montanhas, os Templos, as Espadas e os Cálices, as lagoas encantadas&#8230; e temos também as árvores sagradas.</p>
<p>A Árvore Misteriosa, situada no centro do paraíso e indicada como o centro do Universo, é um símbolo encontrado em todas as culturas espirituais representando a estrutura dos mundos. Normalmente, seus galhos tocam os confins do Infinito e suas múltiplas dimensões, e seus frutos representam os atributos do Eterno.</p>
<p>Sem exceção, a Árvore Sagrada fez parte das tradições genesíacas de povos, tais como os maias, astecas e incas, os egípcios, os cabalistas hebreus, persas, druidas, povos nórdicos, chineses, japoneses, coreanos, maoris, nativos africanos etc. Vejamos alguns exemplos como ilustração.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-53429" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2017/01/Buddha-and-Bodhi-Tree.jpg" alt="" width="1000" height="556" /></p>
<h3><span style="color: #0000ff;">A Árvore Bodhi</span></h3>
<p>É universalmente reconhecida a imagem do Buda Gautama recebendo sua iluminação, após 49 dias de meditação profunda, sentado sob a árvore <em>bodhi</em>, normalmente representada como uma figueira-da-índia (na verdade, um trabalho profundo de iluminação dos 49 níveis de sua mente pela energia sagrada da Kundalini, simbolizada pela Árvore do Bem e do Mal.</p>
<p>Na Bíblia, lê-se: &#8220;Comereis dos frutos de todas as árvores, menos da árvore do Bem e do Mal&#8221;, ou seja, não usar a energia sexual animalescamente, mas magicamente).</p>
<p>Daí essa portentosa árvore ser considerada na Ásia como a Árvore da Vida. Afirmam as tradições budistas que a árvore sagrada protegia o Buda das investidas do demônio Marah; ela O protegia envolvendo o Iluminado com seus galhos.</p>
<h3><span style="color: #0000ff;">A Árvore Escandinava</span></h3>
<p>A versão nórdica da árvore da vida está bem detalhada nos <em>Eddas</em>, a bíblia escandinava, na verdade uma coletânea de contos de fundo esotérico. Chamada de Yggdrasil, essa árvore representava o deus Ygg (ou Odin) e era um gigantesco freixo situado no cimo de uma montanha. O Yggdrasil servia de abrigo para as reuniões e concílios dos deuses e seus galhos ultrapassavam os limites dos céus.</p>
<p>Quatro cervos (os Devarajas) alimentavam-se de seus brotos, em seu topo vivia uma majestosa águia (o Espírito, o Ser Divino) e em suas raízes encontrava-se uma poderosa serpente, a Nidhugg (a Kundalini a ser desperta). Essa árvore sagrada era eterna porque estendia suas três raízes (as três forças primárias) até duas fontes: a da primavera e a da sabedoria, guardadas pelo lobo Fenris (a Lei Divina) e pelo gigante de gelo Mímir (as forças instintivas da Natureza). O Yggdrasil é a única potência capaz de levar os &#8220;mortos na batalha&#8221; para o Valhalla (o Paraíso) e de impedir o fim do mundo, dos Deuses e dos homens (esse Fim do Mundo, entre os nórdicos, chama-se Ragnarók).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-53431" src="https://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2017/01/Yggdrasil.jpg" alt="" width="1024" height="839" /></p>
<h3><span style="color: #0000ff;">Plantas Sagradas Entre os Gregos</span></h3>
<p>A magia vegetal esteve intimamente ligada aos deuses e tradições greco-romanos. Vejamos algumas, como referência:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>TRIGO:</strong> </span>Foi o dom supremo de Deméter, ou Ceres, Deusa da Terra. É o alimento do corpo e da alma. Como o arroz entre os orientais e o milho entre os pré-colombianos, o trigo representa a chave da vida e da abundância. É a energia à espera de sua morte e ressurreição (transmutação). O trigo pertence ao Raio do Sol.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>UVA:</strong> </span>Dedicado ao deus Baco, ou Dionisios, do Êxtase, da Castidade e das Artes. O vinho representa o trabalho sagrado da transmutação alquímica. Com o trigo, eram os dois principais símbolos do anelo de Liberação nos Templos de Elêusis e posteriormente se transformaram em parte do mistério crístico da Salvação (Mistério Eucarístico). Na Alquimia egípcia e depois na medieval, o pão e o vinho foram representados pelo Sal e pelo Enxofre. Este é um Elemental Venusiano, especialista em Magia Mental.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>OLIVEIRA:</strong></span> É ao mesmo tempo alimento, medicina e combustível. Está ligado a Minerva, ou Palas Atena, deusa da Sabedoria e do Fogo. A oliveira pertence ao Raio da Lua.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>LOURO:</strong></span> Árvore sagrada do solar Apolo, ou Helios, representa o triunfo conquistado depois de longas batalhas e duros sacrifícios íntimos. É um dos símbolos dos videntes e profetas. Elemental Solar.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>ARTEMÍSIA:</strong> </span>Planta consagrada a Diana caçadora (Ártemis), a que socorre as mulheres no parto. O interessante é que essa planta regula a menstruação e evita a gravidez. Elemental do Fogo, marciano.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>MURTA:</strong></span> Consagrada a Vênus-Afrodite. Além de afrodisíaca, diz-se que a aura da murta alimenta o amor nos lares. Planta venusiana.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>PINHEIRO:</strong></span> Associado a Júpiter-Zeus, por sua presença majestosa e força. Esta árvore, pela solidez de sua madeira, representa a perpetuidade da vida. Elemental Saturniano e símbolo da Era de Aquário.</p>
<p>Além das associações com as divindades, muitas plantas tinham íntima relação com determinados templos oraculares. Delfos e Delos estavam ligados ao louro, Dodona ao carvalho, Epidamo e Boécia à canela e diversas árvores condimentares.</p>
<p>Também temos muitas outras representações que nos remontam à presença e à manifestação da Divindade. Temos o Ashvata ou figueira sagrada da sabedoria oriental; o Haoma dos mazdeístas, onde se vê Zoroastro esquematizando o homem cósmico; o Zampoun tibetano e o carvalho de Ferécides e dos celtas.</p>
<p>Duas das tradições que nos chegaram de forma mais complexa são a das plantas bíblicas e seu simbolismo e a Árvore da Vida cabalística.</p>
<h3><span style="color: #0000ff;">Magia Elemental Bíblica</span></h3>
<p>Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento são considerados mananciais abundantes dos simbolismos vegetais. O mistério do mundo das plantas é tão importante que vemos Deus criando com especial ênfase o reino vegetal no primeiros Dias do Mundo. Vejamos em Gênese (1: 11):</p>
<p>&#8220;Em seguida, Ele disse: &#8216;Que a Terra produza todo tipo de vegetais, isto é, plantas que deem sementes e árvores que deem frutos&#8217;.<br />E assim aconteceu. A Terra produziu todo tipo de vegetais: plantas que dão sementes e árvores que dão frutos. E Deus viu que o que havia acontecido era bom. A noite passou e veio a manhã. Esse foi o terceiro Dia.&#8221;</p>
<p>A partir disso, vemos centenas de citações, algumas complexas, outras de forma superficial, de diversas plantas e árvores. Chegamos a contar mais de 50 espécies diferentes ao longo do livro judaico-cristão.</p>
<p>Citemos algumas plantas encontradas na Bíblia:</p>
<p>Abóbora, Açafrão, Aloés, Amendoeira, Carvalho, Cedro, Cevada, Endro, Feno, Figueira, Hena, Junco, Lentilha, Lírio, Mirra, Murta, Nardo, Olíbano, Oliveira, Palmeira, Salgueiro, Tamareira, Trigo, Videira (uva), Zimbro etc.</p>
<p>Por trás de meras citações, esconde-se uma sabedoria maravilhosa, um mistério conhecido por poucos esoteristas. A Magia Bíblica é algo muito profundo e merece um estudo à parte. Sabemos que a Bíblia é um aglomerado de livros altamente simbólicos, onde se vê o Caminho Iniciático completo; o trabalho total da realização alquímica da Alma e do Espírito; a história, não só do povo hebreu, mas de nosso planeta e também da Galáxia.</p>
<p>É um livro fantástico para quem sabe interpretá-lo: os que possuírem as chaves interpretativas da Alquimia, da Astrologia Hermética, da Psicologia esotérica, da Cabala e da Simbologia conhecerão a letra viva e não a letra morta, como a maioria. A Magia Elemental é um dos legados ocultos desse livro.</p>
<p>Os elementais encarnados nas plantas bíblicas podem ser trabalhados na cura, na harmonia, na aceleração de nosso processo espiritual, no fortalecimento de nossas virtudes e poderes internos etc.</p>
<p>Vejamos dois exemplos da Santa Magia Bíblica, para o leitor ter uma pequena noção do ensinamento escondido em cada citação. Em Jeremias 1: 9 lemos:</p>
<p>&#8220;Aí o Eterno estendeu a mão, tocou em meus lábios e disse: &#8216;Veja, estou lhe dando a mensagem que você deve anunciar. Hoje, estou lhe dando poder sobre nações e reinos, poder para arrancar e derrubar, para destruir e arrasar, para construir e plantar&#8217;.</p>
<p>O Eterno me perguntou: &#8216;O que é que você está vendo?&#8217; &#8216;Um galho de amendoeira&#8217; &#8211; respondi.</p>
<p>O Eterno me disse: &#8216;Você está certo; eu também estou vigiando para que minhas palavras se cumpram&#8217;.</p>
<p>Além de conter informações secretas de outro vegetal (a planta da coca), a vara da amendoeira representa o cetro do mago e o bastão dos patriarcas, símbolos iniciáticos do trabalho alquímico e da ascensão da energia da Kundalini, que dá poder sobre tudo e todos. Além disso, temos o trabalho mágico propriamente, com o elemental da amendoeira, poderoso tanto para o bem quanto para o mal. Os magos europeus, especialmente os druidas, costumavam dissolver trabalhos de magia negra e também curar a distância com essa planta. É interessante notar que as palavras amendoeira e vigiando são muito parecidas, na língua hebraica.</p>
<p>Esotericamente falando, a amendoeira é uma planta que pertence ao Raio de Mercúrio, portanto, seu elemental ajuda na cura de enfermidades mentais, além de ajudar na purificação dos canais Idá, Píngala e Sushumna.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50241" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2014/05/johfra-FAUNO.jpg" alt="" width="1768" height="1768" /></p>
<p>Reflexão sobre o Gênese 3: 1: A Serpente era o animal mais esperto que o Deus Eterno havia feito. Ela perguntou à mulher: &#8216;É verdade que Deus mandou que vocês não comessem as frutas de nenhuma árvore do Jardim?&#8217;</p>
<p>A mulher respondeu: &#8216;Podemos comer as frutas de qualquer árvore, menos da árvore que fica no meio do Jardim. Deus nos disse que não devemos comer dessa fruta nem tocar nela. Se fizermos isso morreremos.</p>
<p>Mas a Serpente afirmou: &#8216;Vocês não morrerão coisa nenhuma! Deus disse isso porque sabe que, quando vocês comerem a fruta dessa árvore, seus olhos se abrirão e vocês serão como Deuses, conhecendo o Bem e o Mal.&#8217;</p>
<p>A mulher viu que a árvore era bonita e que as suas frutas eram boas de se comer. E ela pensou como seria bom ter Conhecimento. Aí apanhou uma fruta e comeu; e deu ao seu marido e ele também comeu. Nesse momento os olhos dos dois se abriram e eles perceberam que estavam nus. Então, costuraram umas folhas de <strong>figueira</strong> para usar como tangas&#8230;&#8217;</p>
<p>Nesse caso, a Magia da Figueira está intimamente ligada às energias sexuais. O Avatara de Aquário, Samael Aun Weor, afirma que os Anjos que regem a evolução dos elementais das figueiras determinam nosso karma baseados em nossa conduta sexual; são anjos ligados aos 43 Senhores do Karma que dirigem todo o Sistema Solar. Além disso, o elemental dessa planta pode ser utilizado para curar nossa função sexual e amor à Castidade. É curioso observar que o figo maduro se assemelha a um escroto e dentro dele veem-se centenas de pequenos filamentos parecidos com espermatozoides.</p>
<h3><span style="color: #0000ff;">A Árvore Cabalística</span></h3>
<p>Os místicos judeus, ou cabalistas, primeiro criaram um Jardim repleto de árvores frutíferas; em seguida, estabeleceram duas delas (a árvore da ciência e a árvore do Bem e do Mal) no meio do Éden e as transformaram no centro de todo o drama da humanidade.</p>
<p>A Árvore Sefirótica, ou Cabalística, é um esquema mágico-filosófico que representa a Adão Kadmon, ou Homem Cósmico, e às muitas dimensões onde Ele se manifesta e trabalha. Na verdade é uma tentativa de esquematizar de forma diagramática as forças universais. A Árvore Sefirótica possui dez galhos, ou Emanações divinas, que seriam os dez mundos ou Dimensões em nosso Sistema Solar.</p>
<p>Podemos notar a relação entre cada uma dessas Séfiras e as diversas Ordens de seres espirituais que se manifestam no Universo.</p>
<p>Cada Ordem possui seus atributos, poderes, virtudes. Conhecendo os mantras e exercícios para se entrar em contato com essas dimensões, temos a possibilidade de manipular os atributos dos Seres daqueles mesmos planos. Parafraseando o grande Hermes: &#8220;O que está em cima é como o que está embaixo e o que está fora é como o que está dentro (e vice-versa)&#8221;, descobriremos o motivo de se estudar o Diagrama Sefirótico. As potências divinas, angélicas e elementais, quando invocadas, fazem vibrar nossos diversos corpos internos, e as virtudes e poderes desses Deuses atômicos se farão sentir dentro de nós.</p>
<p>As três primeiras Emanações (Kether, Chokmah e Binah) são batizadas com o nome de Coroa Sefirótica, ou Triângulo Divino, e representam a chamada Santíssima Trindade de todas as religiões solares. São as três forças primárias organizativas de tudo o que é e o que será. A partir daí, temos as sete Séfiras, que vêm a ser os sete mundos, ou planos. Vêm a ser os sete corpos de nossa constituição interna, como já estudamos anteriormente, ou seja, de Chesed a Yesod, temos nossos corpos internos e Malkuth (o Reino) vem a ser nosso corpo físico.</p>
<p>Exemplos: Queremos trabalhar sobre nosso corpo astral, otimizar nossas emoções, equilibrar nossos chacras astrais e preparar-nos para os exercícios de magia prática? Trabalhemos com os anjos lunares, regidos por Gabriel! Necessitamos curar alguém com sérios desequilíbrios mentais, ou compreender as forças mentais que regem nosso Destino? Invoquemos o Meritíssimo Arcanjo Rafael, de Mercúrio, e seus auxiliares! Necessitamos unir um casal em conflito, ou encher um lar desarmônico com os Átomos do Amor, que se encontram estacionados no mundo causal(pois o Amor é a Causa e a Origem de tudo)? Realizemos a Magia do Amor com Uriel e seus inefáveis anjos rosa! Ou necessitamos despertar os atributos solares, superiores, de nossa Consciência Espiritual, como Dignidade, Humildade, Fé, Esperança, Empatia, Obediência à Lei etc.? Supliquemos ao Cristo Michael, Arcanjo de nosso Sistema Solar, que incita o fortalecimento da Geburah interior, a Bela Helena! Gostaríamos de despertar os valores guerreiros de nosso Espírito, nosso Pai Interno? Chamemos a Samael, Gênio do planeta Marte e que faz vibrar nosso Chesed Íntimo!!!</p>
<h3><span style="color: #0000ff;">Prática</span></h3>
<p>É necessário que você tenha, para esta prática, um vaso de planta. Pode ser um pequeno vaso com uma roseira, violeta ou outra qualquer. Sugerimos um pé de hortelã-pimenta, planta maravilhosa que nos ajuda a recordarmos nossa vida passada. Se desejar deitar-se na cama, coloque o vaso no criado-mudo. Relaxe o corpo como das vezes anteriores e vocalize seu mantra de preferência. Pode ser o AOM. Peça à sua Divindade Interior, ao seu Cristo Interno ou à sua Mãe Natureza Interior para que você sinta/veja a presença do elemental da planta que está no vaso. Entre em meditação e vibre com a Inteligência que existe dentro dessa planta.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Autor: Ali Onaissi &#8211; Jornalista, escritor e coordenador do Portal GnosisOnLine</strong></span></p>


<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A maternidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 14:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Gnóstica]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida do ser humano começa como uma simples célula sujeita, como é natural, ao tempo extraordinariamente rápido das células vivas. Concepção, gestação e nascimento é sempre o trio maravilhoso com o qual começa a vida de qualquer criatura. É realmente surpreendente saber que nossos primeiros momentos de existência devemos vivê-lo no infinitamente pequeno, convertidos em uma simples célula microscópica. Começamos a existir na forma de uma insignificante célula e terminamos a vida velhos, anciões e sobrecarregados de recordações. O eu é memória. Muitos anciões nem remotamente vivem o presente. Muitos velhos vivem unicamente recordando o passado. Todo velho não é mais do que uma voz e uma sombra. Todo ancião é um fantasma do passado, memória acumulada, e isso é o que continua nos genes de nossos descendentes. A concepção humana inicia-se em tempos extraordinariamente velozes, porém, através dos vários processos da vida, vai se tornando cada vez mais e mais lenta. A muitos leitores convém recordar a relatividade do tempo. O insignificante inseto que só vive umas quantas horas de uma tarde de verão parece que quase não viveu. Porém, viveu realmente tudo o que um homem vive em oitenta anos. O que acontece é que vive rapidamente tudo o que um homem vive em oitenta anos e tudo o que um planeta vive em milhões de anos. Quando o zoosperma junta-se ao óvulo, começa a gestação. A célula com a qual começa a vida humana contém 48 cromossomos. Os cromossomos dividem-se em genes. Uma centena deles ou algo mais constituem certamente isso que é um cromossomo. Os genes são muito difíceis de serem estudados porque são constituídos por umas poucas moléculas que vibram com inconcebível rapidez. O mundo maravilhoso dos genes constitui-se numa zona intermediária entre o mundo tridimensional e o mundo da quarta dimensão. Os genes encontram-se nos átomos hereditários. O Eu Psicológico de nossos antepassados vêm a impregnar o óvulo fecundado. Nesta era de eletrotécnica e ciência atômica, de forma alguma resulta exagerado afirmar que o vestígio eletromagnético deixado por um antepassado que exalou seu último suspiro tenha vindo a se imprimir nos genes e cromossomos do óvulo fecundado por um descendente. O sendeiro da vida está formado com as pegadas dos cascos do cavalo da morte. Durante o curso da existência, diferentes tipos de energia fluem pelo organismo humano. Cada tipo de energia tem seu próprio sistema de ação, cada tipo de energia manifesta-se em seu tempo e em sua hora. Aos dois meses de concepção, temos a função digestiva e, aos quatro meses de concepção, entra em ação a força motriz tão intimamente ligada aos sistemas respiratório e muscular. É maravilhoso o espetáculo científico do nascer e morrer de todas as coisas. Muitos sábios afirmam que existe uma íntima analogia entre o nascimento de uma criatura humana e o nascimento dos mundos no espaço sideral. Aos nove meses, nasce a criança. Aos dez, começa o crescimento com todos os seus maravilhosos metabolismos e o desenvolvimento simétrico e perfeito dos tecidos conjuntivos. Quando a fontanela frontal dos recém-nascidos se fecha, aos 2 ou 3 anos de idade, é sinal de que o sistema cerebrospinal ficou perfeitamente terminado. Muitos cientistas disseram que a natureza tem imaginação e que esta imaginação dá forma vivente a tudo o que é, a tudo o que foi e a tudo o que será. Infinidade de pessoas ri da imaginação e alguns até chamam-na de &#8220;a louca da casa&#8221;. Em volta da palavra imaginação, existe muita confusão e são muitos os que confundem a imaginação com a fantasia. Certos sábios dizem que existem duas imaginações. À primeira chamam de imaginação mecânica e a segunda de imaginação intencional. A primeira está constituída por resíduos da mente e a segunda corresponde ao mais digno e decente que temos dentro. Através da observação e da experiência, podemos verificar que existe também um subtipo de imaginação mecânica, morbosa, infraconsciente e subjetiva. Essa subimaginação automática funciona por baixo da zona intelectual. As imagens eróticas, o cinema morboso, os contos picantes com sentido duplo, as piadas morbosas etc., costumam pôr a trabalhar de forma inconsciente esta subimaginação mecânica. Análises de fundo levaram-nos à conclusão lógica de que os sonhos eróticos e as poluções noturnas são devidos à subimaginação mecânica. A castidade absoluta é impossível enquanto existir a subimaginação mecânica. É, sob todas as luzes, perfeitamente claro que a imaginação consciente é radicalmente diferente disso que se chama imaginação mecânica subjetiva, infraconsciente e subconsciente. Qualquer representação pode ser percebida de forma autoenaltecedora e dignificante, porém, a subimaginação de tipo mecânica, infraconsciente, subconsciente e inconsciente pode nos atraiçoar funcionando automaticamente com matizes e imagens sensuais, passionais, submersas. Se quisermos a castidade integral, unitotal, de fundo, necessitamos vigiar não somente a imaginação consciente como também a imaginação mecânica e a subimaginação inconsciente, automática, subconsciente e submersa. Não devemos esquecer jamais a íntima relação existente entre sexo e imaginação. Através da meditação de fundo, devemos transformar todo tipo de imaginação mecânica e toda forma de subimaginação ou infraimaginação automática em imaginação consciente e objetiva. A imaginação objetiva é, em si mesma, essencialmente criadora. Sem ela, o inventor nunca teria conseguido conceber o telefone, o rádio, o avião etc. A imaginação da mulher em estado de gravidez é fundamental para o desenvolvimento do feto. Está demonstrado que toda mãe pode, com a sua imaginação, alterar a psique do feto. É urgente que a mulher grávida contemple belos quadros, sublimes paisagens, que escute música clássica e palavras harmoniosas. Assim, poderá operar sobre a psique da criatura que leva em suas entranhas harmoniosamente. A mulher grávida não deve beber álcool, fumar oucontemplar o feio, o desagradável, porque tudo isso é prejudicial para o harmonioso desenvolvimento da criatura. Há que se desculpar todos os caprichos e erros da mulher grávida. Muitos homens intolerantes, vazios de verdadeira compreensão, se desagradam com a mulher em estado de gravidez e a injuriam. As suas amarguras, as aflições causadas pelo marido ausente de caridade, repercutem sobre o feto em estado de gestação não só física, como também]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida do ser humano começa como uma simples célula sujeita, como é natural, ao tempo extraordinariamente rápido das células vivas.</p>
<p>Concepção, gestação e nascimento é sempre o trio maravilhoso com o qual começa a vida de qualquer criatura.</p>
<p>É realmente surpreendente saber que nossos primeiros momentos de existência devemos vivê-lo no infinitamente pequeno, convertidos em uma simples célula microscópica.</p>
<p>Começamos a existir na forma de uma insignificante célula e terminamos a vida velhos, anciões e sobrecarregados de recordações.</p>
<p>O eu é memória. Muitos anciões nem remotamente vivem o presente. Muitos velhos vivem unicamente recordando o passado. Todo velho não é mais do que uma voz e uma sombra. Todo ancião é um fantasma do passado, memória acumulada, e isso é o que continua nos genes de nossos descendentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-28993" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/03/maternidade-gnosisonline.jpg" alt="maternidade-gnosisonline" width="359" height="288" />A concepção humana inicia-se em tempos extraordinariamente velozes, porém, através dos vários processos da vida, vai se tornando cada vez mais e mais lenta.</p>
<p>A muitos leitores convém recordar a relatividade do tempo. O insignificante inseto que só vive umas quantas horas de uma tarde de verão parece que quase não viveu.</p>
<p>Porém, viveu realmente tudo o que um homem vive em oitenta anos. O que acontece é que vive rapidamente tudo o que um homem vive em oitenta anos e tudo o que um planeta vive em milhões de anos.</p>
<p>Quando o zoosperma junta-se ao óvulo, começa a gestação. A célula com a qual começa a vida humana contém 48 cromossomos.</p>
<p>Os cromossomos dividem-se em genes. Uma centena deles ou algo mais constituem certamente isso que é um cromossomo.</p>
<p>Os genes são muito difíceis de serem estudados porque são constituídos por umas poucas moléculas que vibram com inconcebível rapidez.</p>
<p>O mundo maravilhoso dos genes constitui-se numa zona intermediária entre o mundo tridimensional e o mundo da quarta dimensão.</p>
<p>Os genes encontram-se nos átomos hereditários. O Eu Psicológico de nossos antepassados vêm a impregnar o óvulo fecundado.</p>
<p>Nesta era de eletrotécnica e ciência atômica, de forma alguma resulta exagerado afirmar que o vestígio eletromagnético deixado por um antepassado que exalou seu último suspiro tenha vindo a se imprimir nos genes e cromossomos do óvulo fecundado por um descendente.</p>
<p>O sendeiro da vida está formado com as pegadas dos cascos do cavalo da morte.</p>
<p>Durante o curso da existência, diferentes tipos de energia fluem pelo organismo humano. Cada tipo de energia tem seu próprio sistema de ação, cada tipo de energia manifesta-se em seu tempo e em sua hora.</p>
<p>Aos dois meses de concepção, temos a função digestiva e, aos quatro meses de concepção, entra em ação a força motriz tão intimamente ligada aos sistemas respiratório e muscular.</p>
<p>É maravilhoso o espetáculo científico do nascer e morrer de todas as coisas. Muitos sábios afirmam que existe uma íntima analogia entre o nascimento de uma criatura humana e o nascimento dos mundos no espaço sideral.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28994 aligncenter" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/03/maternidade2-gnosisonline.jpg" alt="maternidade2-gnosisonline" width="581" height="437" /></p>
<p>Aos nove meses, nasce a criança. Aos dez, começa o crescimento com todos os seus maravilhosos metabolismos e o desenvolvimento simétrico e perfeito dos tecidos conjuntivos.</p>
<p>Quando a fontanela frontal dos recém-nascidos se fecha, aos 2 ou 3 anos de idade, é sinal de que o sistema cerebrospinal ficou perfeitamente terminado.</p>
<p>Muitos cientistas disseram que a natureza tem imaginação e que esta imaginação dá forma vivente a tudo o que é, a tudo o que foi e a tudo o que será.</p>
<p>Infinidade de pessoas ri da imaginação e alguns até chamam-na de &#8220;a louca da casa&#8221;.</p>
<p>Em volta da palavra imaginação, existe muita confusão e são muitos os que confundem a imaginação com a fantasia.</p>
<p>Certos sábios dizem que existem duas imaginações. À primeira chamam de imaginação mecânica e a segunda de imaginação intencional. A primeira está constituída por resíduos da mente e a segunda corresponde ao mais digno e decente que temos dentro.</p>
<p>Através da observação e da experiência, podemos verificar que existe também um subtipo de imaginação mecânica, morbosa, infraconsciente e subjetiva.</p>
<p>Essa subimaginação automática funciona por baixo da zona intelectual.</p>
<p>As imagens eróticas, o cinema morboso, os contos picantes com sentido duplo, as piadas morbosas etc., costumam pôr a trabalhar de forma inconsciente esta subimaginação mecânica.</p>
<p>Análises de fundo levaram-nos à conclusão lógica de que os sonhos eróticos e as poluções noturnas são devidos à subimaginação mecânica.</p>
<p><figure id="attachment_28995" aria-describedby="caption-attachment-28995" style="width: 591px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28995 " src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/03/fantasia-gnosisonline.jpg" alt="A fantasia sexual, egoica, provoca desgaste das energias vitais, emocionais e mentais, gerando enfermidade, distúrbios e infelicidade" width="591" height="533" /><figcaption id="caption-attachment-28995" class="wp-caption-text"><span style="color: #0000ff;"><strong>A fantasia sexual, egoica, provoca desgaste das energias vitais, emocionais e mentais, gerando enfermidade, distúrbios e infelicidade</strong></span></figcaption></figure></p>
<p><strong>A castidade absoluta é impossível enquanto existir a subimaginação mecânica.</strong></p>
<p>É, sob todas as luzes, perfeitamente claro que a imaginação consciente é radicalmente diferente disso que se chama imaginação mecânica subjetiva, infraconsciente e subconsciente.</p>
<p>Qualquer representação pode ser percebida de forma autoenaltecedora e dignificante, porém, a subimaginação de tipo mecânica, infraconsciente, subconsciente e inconsciente pode nos atraiçoar funcionando automaticamente com matizes e imagens sensuais, passionais, submersas.</p>
<p>Se quisermos a castidade integral, unitotal, de fundo, necessitamos vigiar não somente a imaginação consciente como também a imaginação mecânica e a subimaginação inconsciente, automática, subconsciente e submersa.</p>
<p>Não devemos esquecer jamais a íntima relação existente entre sexo e imaginação.</p>
<p>Através da meditação de fundo, devemos transformar todo tipo de imaginação mecânica e toda forma de subimaginação ou infraimaginação automática em imaginação consciente e objetiva.</p>
<p>A imaginação objetiva é, em si mesma, essencialmente criadora. Sem ela, o inventor nunca teria conseguido conceber o telefone, o rádio, o avião etc.</p>
<p>A imaginação da mulher em estado de gravidez é fundamental para o desenvolvimento do feto. Está demonstrado que toda mãe pode, com a sua imaginação, alterar a psique do feto.</p>
<p>É urgente que a mulher grávida contemple belos quadros, sublimes paisagens, que escute música clássica e palavras harmoniosas. Assim, poderá operar sobre a psique da criatura que leva em suas entranhas harmoniosamente.</p>
<p>A mulher grávida não deve beber álcool, fumar oucontemplar o feio, o desagradável, porque tudo isso é prejudicial para o harmonioso desenvolvimento da criatura.</p>
<p>Há que se desculpar todos os caprichos e erros da mulher grávida.</p>
<p>Muitos homens intolerantes, vazios de verdadeira compreensão, se desagradam com a mulher em estado de gravidez e a injuriam. As suas amarguras, as aflições causadas pelo marido ausente de caridade, repercutem sobre o feto em estado de gestação não só física, como também psiquicamente.</p>
<p>Tendo em conta o poder da imaginação criadora, é lógico afirmar que a mulher grávida não deve contemplar o feio, o desagradável, o desarmônico, o asqueroso etc.</p>
<p>Chegou a hora de os governos começarem a se preocupar em resolver os grandes problemas relacionados com a maternidade.</p>
<p>Resulta incongruente que, em uma sociedade que se declara cristã e democrática, não se saiba respeitar e venerar o sentido religioso da maternidade. É monstruoso verem-se milhares de mulheres grávidas sem amparo algum, abandonadas pelo marido e pela sociedade, mendigando um pedaço de pão, um emprego ou exercendo, muitas vezes, trabalhos materiais rudes para poderem sobreviver com a criatura que levam no ventre.</p>
<p>Estes estados infra-humanos da sociedade atual, esta crueldade e falta de responsabilidade dos governantes e das pessoas, estão indicando, com toda a clareza, que a democracia ainda não existe.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-28996" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2016/03/maternidade3-gnosisonline.jpg" alt="maternidade3-gnosisonline" width="658" height="437" /></p>
<p>Os hospitais, com suas salas de maternidade, ainda não solucionaram o problema porque a estes hospitais as mulheres só podem chegar quando o parto já se aproxima.</p>
<p>São necessários, com urgência, lares coletivos, verdadeiras cidades jardins, dotadas de salões e residências para as mulheres grávidas pobres, bem como de clínicas e escolinhas para os filhos delas.</p>
<p>Esses lares coletivos alojariam as mulheres pobres em estado de gravidez e estariam cheios de todo o tipo de comodidades, flores, música, harmonia, beleza etc. Eles solucionariam totalmente o grande problema da maternidade.</p>
<p>Devemos compreender que a sociedade humana é uma grande família e que não existe problema alheio, porque todo problema, de uma ou de outra forma, afeta, dentro de seu respectivo círculo, a todos os membros da sociedade.</p>
<p>É absurdo discriminar as mulheres grávidas pelo fato de serem pobres. É criminoso subestimá-las, depreciá-las ou recolhê-las a um asilo de indigentes.</p>
<p>Nesta sociedade onde vivemos não pode haver filhos e enteados, porque todos são humanos e todos têm os mesmos direitos.</p>
<p>Precisamos criar a verdadeira democracia, se é que, de verdade, não queremos ser devorados pelo comunismo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #993300;"><a style="color: #993300; text-decoration: underline;" href="https://www.esotera.com.br/gnose-samael">(Samael Aun Weor, <em>Educação Fundamental</em>)</a></span></strong></span></p>
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		<title>O que são as escolas gnósticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ali Onaissi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Movimento Gnóstico é o movimento-síntese da Nova Era de Aquário. Todas as Sete Escolas de Yoga estão na Gnose, mas de forma sintética e absolutamente prática. Há Hata Yoga Tântrica no Maithuna (Magia Sexual). Há Raja Yoga prática no trabalho com os chacras. Há Gnana Yoga nos trabalhos e disciplinas mentais que, desde milhões de anos, cultivamos em segredo. Temos Bakti Yoga em nossas orações e Rituais. Temos Laya Yoga na meditação e exercícios respiratórios. Há Samadhi em nossas práticas com o Maithuna e durante as meditações de fundo. Vivemos o caminho do Karma Yoga na Reta Ação, no Reto Pensar, no Reto Sentir etc. A Ciência Secreta dos sufis e dervixes dançantes está na Gnose. A doutrina secreta do budismo e do taoísmo está na Gnose. A magia sagrada dos nórdicos está na Gnose. A Sabedoria de Hermes, Buda, Confúcio, Maomé, Quetzalcoatl etc. está na Gnose. A Doutrina de Cristo é a Gnose. Jesus de Nazaré é, de fato, o Homem das Sínteses. Jesus de Nazaré foi essênio e estudou a sabedoria hebraica e teve dois mestres rabinos durante sua infância. Contudo, e além de seus profundos conhecimentos do Talmude e da Torá, é Iniciado Eegípcio, Maçom egípcio. Jesus estudou na pirâmide de Kéfren. Jesus é um Hierofante egípcio. Além disso, viajou pela Caldeia, Pérsia, Europa, Índia e Tibete. As viagens de Jesus não foram de turista, as viagens de Jesus foram de estudo. Existem documentos secretos no Tibete que demonstram que Jesus, o Grande Mestre Gnóstico, esteve em Lhasa, capital do Tibete, sede sagrada do dalai-lama. Jesus visitou a Catedral de Jo Kang, a santa catedral do Tibete. Foram magníficos os conhecimentos que Jesus adquiriu em todos esses países e em todas essas antigas Escolas de Mistérios&#8230; O Grande Mestre entregou-nos todos esses conhecimentos yogues, todos esses conhecimentos budistas, herméticos, zoroastrianos, talmúdicos, caldeus, tibetanos etc. de forma sintética, já digeridos em sua Gnose. Jesus não fundou a Igreja Católica Romana. Jesus fundou a Igreja Gnóstica, a que existia nos tempos de Santo Agostinho; a que conheceu Jerônimo, Empédocles, Santo Tomás, Marcião do Ponto, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Santo Ambrósio, Harpócrates e todos os primeiros padres da Igreja que, naquela época, se chamava Igreja Gnóstico-Católica. A Igreja Católica Romana, em sua forma atual, não foi fundada por Jesus; ela é um desvio ou corrupção, um ramo desprendido da Santa Gnose, um cadáver. A humanidade necessita voltar ao ponto de partida, regressar à Santa Gnose do Hierofante Jesus. Retornar ao cristianismo primitivo, ao cristianismo da Gnose. A doutrina de Jesus, o Cristo, é a doutrina dos essênios, a doutrina dos Nazarenos, Peratisenos ou Peratas etc. Na doutrina de Jesus Cristo, há Yoga digerida, Yoga essencial, magia tibetana, budismo zen, budismo prático, ciência hermética etc. Na Gnose está toda a sabedoria antiga já totalmente mastigada e digerida. Jesus, o Divino Mestre, é o Instrutor do Mundo. Se quisermos, de verdade, a Auto-Realização Íntima, estudemos a Gnose, pratiquemos a Gnose, vivamos a senda do Arhat gnóstico. A melhor exposição da Doutrina Secreta está na síntese gnóstica do Hierofante Jesus, o Cristo. A Gnose nos economiza trabalho e estudo; se não fosse pela Síntese do Cristo, necessitaríamos colocar na cabeça milhões de volumes e viajar pelo mundo inteiro, a fim de achar o caminho. Afortunadamente, Um já o fez, e esse foi o Cristo. Ele mesmo estudou na catedral budista de Jo Kang, investigando antiquíssimos livros tibetanos. Para que necessitamos fazer esse mesmo trabalho de investigação? Ele já fez esse trabalho e, de forma sintética, entregou-nos toda a Yoga, toda a Ciência Secreta. Que mais queremos? Nosso dever é estudar a Gnose e vivê-la, isto é o importante. Que riam de nós, que nos ataquem, que nos caluniem, que importa à ciência e a nós? Pode estar seguro, querido leitor, que o melhor que a Yoga tem está na Gnose. O melhor que tem o budismo está na Gnose, o melhor da ciência Eegípcia, caldeia, zoroastriana etc. está na Gnose. Então, e aí? Que mais queremos? Que mais buscamos? O Movimento Gnóstico é o movimento revolucionário da nova Era de Aquário. Atualmente, existem muitos indivíduos reacionários, extemporâneos, retardatários, que se dizem gnósticos e nos excomungam porque divulgamos o Grande Arcano, o Maithuna, dizendo que nós estamos fazendo labor pansexualista, pecaminoso. Não querem que a humanidade receba a Chave da Autorrealização Íntima. O Secretário das Instituições Gnósticas tem recebido cartas de um desses Pseudo-Rosacruzes, Pseudo-Gnósticos, nas quais afirma estar com a Gnose e com o Maithuna (Magia Sexual), mas quer que a dita chave não seja entregue à pobre humanidade doente&#8230; Diz que se preparem primeiro as pessoas antes de entregar-lhes o Maithuna etc. Contudo, quando dito líder dirige-se a certos estudantes se contradiz falando contra o Movimento Gnóstico e contra o Grande Arcano, qualificando-nos de pornográficos etc. Realmente, o que ele quer é não deixar os demais entrarem pela Senda do Fio da Navalha. Estes são os que não entram e nem deixam entrar. Ele sabe a chave sexual, ele conhece o Maithuna, mas não quer que os demais o saibam, está empenhado em ocultar a verdade aos pobres seres humanos. Nós, francamente, resolvemos nos lançar a uma luta sem quartel. A uma luta de morte para iniciar a nova Era de Aquário. Não importa que nos critiquem, que nos insultem, que nos atraiçoem. A Gnose deve ser entregue à humanidade, custe o que custar. Jesus ensinou a Gnose e nós a entregaremos à humanidade, custe o que custar. O Movimento Gnóstico apresenta o conhecimento Gnóstico de forma Revolucionária. O Movimento Gnóstico é revolucionário cem por cento. O Movimento Gnóstico se formou para iniciar uma nova Era, dirigida por um planeta revolucionário. Este planeta é Urano, o planeta da sexualidade, o planeta da revolução em marcha. Neste ano de Aquário, o Movimento Gnóstico Cristão Universal deve lutar tremendamente, à boa batalha, pela nova Era de Aquário. Cada santuário gnóstico deve eleger seu missionário. Todos os missionários devem lançar-se a uma luta de morte pela vitória do Cristo Jesus. Todos os lumisiais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Gnóstico é o movimento-síntese da Nova Era de Aquário.</p>
<p>Todas as Sete Escolas de Yoga estão na Gnose, mas de forma sintética e absolutamente prática. Há Hata Yoga Tântrica no Maithuna (Magia Sexual). Há Raja Yoga prática no trabalho com os chacras. Há Gnana Yoga nos trabalhos e disciplinas mentais que, desde milhões de anos, cultivamos em segredo. Temos Bakti Yoga em nossas orações e Rituais. Temos Laya Yoga na meditação e exercícios respiratórios. Há Samadhi em nossas práticas com o Maithuna e durante as meditações de fundo. Vivemos o caminho do Karma Yoga na Reta Ação, no Reto Pensar, no Reto Sentir etc.</p>
<p>A Ciência Secreta dos sufis e dervixes dançantes está na Gnose. A doutrina secreta do budismo e do taoísmo está na Gnose. A magia sagrada dos nórdicos está na Gnose. A Sabedoria de Hermes, Buda, Confúcio, Maomé, Quetzalcoatl etc. está na Gnose. A Doutrina de Cristo é a Gnose.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3867 aligncenter" title="escola-gnostica-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/escola-gnostica-gnosisonline-240x222.jpg" alt="" width="496" height="459">Jesus de Nazaré é, de fato, o Homem das Sínteses. Jesus de Nazaré foi essênio e estudou a sabedoria hebraica e teve dois mestres rabinos durante sua infância. Contudo, e além de seus profundos conhecimentos do Talmude e da Torá, é Iniciado Eegípcio, Maçom egípcio. Jesus estudou na pirâmide de Kéfren. Jesus é um Hierofante egípcio. Além disso, viajou pela Caldeia, Pérsia, Europa, Índia e Tibete. As viagens de Jesus não foram de turista, as viagens de Jesus foram de estudo.</p>
<p>Existem documentos secretos no Tibete que demonstram que Jesus, o Grande Mestre Gnóstico, esteve em Lhasa, capital do Tibete, sede sagrada do dalai-lama.</p>
<p>Jesus visitou a Catedral de Jo Kang, a santa catedral do Tibete. Foram magníficos os conhecimentos que Jesus adquiriu em todos esses países e em todas essas antigas Escolas de Mistérios&#8230;</p>
<p>O Grande Mestre entregou-nos todos esses conhecimentos yogues, todos esses conhecimentos budistas, herméticos, zoroastrianos, talmúdicos, caldeus, tibetanos etc. de forma sintética, já digeridos em sua Gnose.</p>
<p>Jesus não fundou a Igreja Católica Romana. Jesus fundou a Igreja Gnóstica, a que existia nos tempos de Santo Agostinho; a que conheceu Jerônimo, Empédocles, Santo Tomás, Marcião do Ponto, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Santo Ambrósio, Harpócrates e todos os primeiros padres da Igreja que, naquela época, se chamava Igreja Gnóstico-Católica.</p>
<p>A Igreja Católica Romana, em sua forma atual, não foi fundada por Jesus; ela é um desvio ou corrupção, um ramo desprendido da Santa Gnose, um cadáver.</p>
<p>A humanidade necessita voltar ao ponto de partida, regressar à Santa Gnose do Hierofante Jesus. Retornar ao cristianismo primitivo, ao cristianismo da Gnose.</p>
<p>A doutrina de Jesus, o Cristo, é a doutrina dos essênios, a doutrina dos Nazarenos, Peratisenos ou Peratas etc.</p>
<p>Na doutrina de Jesus Cristo, há Yoga digerida, Yoga essencial, magia tibetana, budismo zen, budismo prático, ciência hermética etc.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50491" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2013/12/Issa-Jesus-in-India.jpg" alt="" width="700" height="425"></p>
<p>Na Gnose está toda a sabedoria antiga já totalmente mastigada e digerida.</p>
<p>Jesus, o Divino Mestre, é o Instrutor do Mundo. Se quisermos, de verdade, a Auto-Realização Íntima, estudemos a Gnose, pratiquemos a Gnose, vivamos a senda do Arhat gnóstico.</p>
<p>A melhor exposição da Doutrina Secreta está na síntese gnóstica do Hierofante Jesus, o Cristo.</p>
<p>A Gnose nos economiza trabalho e estudo; se não fosse pela Síntese do Cristo, necessitaríamos colocar na cabeça milhões de volumes e viajar pelo mundo inteiro, a fim de achar o caminho.</p>
<p>Afortunadamente, Um já o fez, e esse foi o Cristo. Ele mesmo estudou na catedral budista de Jo Kang, investigando antiquíssimos livros tibetanos. Para que necessitamos fazer esse mesmo trabalho de investigação? Ele já fez esse trabalho e, de forma sintética, entregou-nos toda a Yoga, toda a Ciência Secreta. Que mais queremos?</p>
<p>Nosso dever é estudar a Gnose e vivê-la, isto é o importante. Que riam de nós, que nos ataquem, que nos caluniem, que importa à ciência e a nós?</p>
<p>Pode estar seguro, querido leitor, que o melhor que a Yoga tem está na Gnose.</p>
<p>O melhor que tem o budismo está na Gnose, o melhor da ciência Eegípcia, caldeia, zoroastriana etc. está na Gnose. Então, e aí? Que mais queremos? Que mais buscamos?</p>
<p>O Movimento Gnóstico é o movimento revolucionário da nova Era de Aquário. Atualmente, existem muitos indivíduos reacionários, extemporâneos, retardatários, que se dizem gnósticos e nos excomungam porque divulgamos o Grande Arcano, o Maithuna, dizendo que nós estamos fazendo labor pansexualista, pecaminoso. Não querem que a humanidade receba a Chave da Autorrealização Íntima.</p>
<p>O Secretário das Instituições Gnósticas tem recebido cartas de um desses Pseudo-Rosacruzes, Pseudo-Gnósticos, nas quais afirma estar com a Gnose e com o Maithuna (Magia Sexual), mas quer que a dita chave não seja entregue à pobre humanidade doente&#8230; Diz que se preparem primeiro as pessoas antes de entregar-lhes o Maithuna etc. Contudo, quando dito líder dirige-se a certos estudantes se contradiz falando contra o Movimento Gnóstico e contra o Grande Arcano, qualificando-nos de pornográficos etc.</p>
<p>Realmente, o que ele quer é não deixar os demais entrarem pela Senda do Fio da Navalha. Estes são os que não entram e nem deixam entrar. Ele sabe a chave sexual, ele conhece o Maithuna, mas não quer que os demais o saibam, está empenhado em ocultar a verdade aos pobres seres humanos.</p>
<p>Nós, francamente, resolvemos nos lançar a uma luta sem quartel. A uma luta de morte para iniciar a nova Era de Aquário. Não importa que nos critiquem, que nos insultem, que nos atraiçoem. A Gnose deve ser entregue à humanidade, custe o que custar. Jesus ensinou a Gnose e nós a entregaremos à humanidade, custe o que custar.</p>
<p>O Movimento Gnóstico apresenta o conhecimento Gnóstico de forma Revolucionária. O Movimento Gnóstico é revolucionário cem por cento. O Movimento Gnóstico se formou para iniciar uma nova Era, dirigida por um planeta revolucionário. Este planeta é Urano, o planeta da sexualidade, o planeta da revolução em marcha.</p>
<p>Neste ano de Aquário, o Movimento Gnóstico Cristão Universal deve lutar tremendamente, à boa batalha, pela nova Era de Aquário.</p>
<p>Cada santuário gnóstico deve eleger seu missionário. Todos os missionários devem lançar-se a uma luta de morte pela vitória do Cristo Jesus.</p>
<p>Todos os lumisiais gnósticos devem lançar intensíssima propaganda Gnóstica, folhetos, folhas, convites, livros, avisos pelo rádio, jornais etc.</p>
<p>Quem quiser cristificar-se deve estar disposto a dar até a última gota de sangue pelo Cristo e pela humanidade doente.</p>
<p>Os egoístas, aqueles que só pensam em si mesmos e em seu próprio progresso, jamais lograrão a cristificação.</p>
<p>Atualmente [<em>Nota do Gnosisonline: esta conferência foi proferida em 1970</em>], o Movimento Gnóstico tem mais de 4 milhões de pessoas em toda a América. Mas necessita crescer mais, necessita voltar-se poderoso, gigantesco, a fim de transformar o mundo para a Nova Era que já começamos.</p>
<p>O ano passado foi terrível&#8230; Fomos traídos por um vilão na zona afetada&#8230; Mas vencemos&#8230; Ganhamos a batalha&#8230; Agora estamos mais poderosos&#8230; Mais fortes&#8230; Mais numerosos&#8230; Terminou o ano passado com vitória total para o Movimento Gnóstico.</p>
<p>Este ano de Aquário deve ser de guerra de morte contra a ignorância, o fanatismo e o erro. É necessário trabalhar intensamente na Grande Obra do Pai e trazer às nossas fileiras gnósticas milhares de pessoas. Necessitamos robustecer o Exército de Salvação Mundial.</p>
<p>Recordai, Irmãos Gnósticos, que na Gnose do Cristo Cósmico está a Síntese Prática de todas as yogas, lojas, ordens, religiões, escolas, sistemas etc.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-50492" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2013/12/gnosis.png" alt="" width="826" height="519"></p>
<p>Nosso Grande Mestre Jesus, o Cristo, estudou a fundo essa Yoga, toda essa sabedoria antiga, e logo a entregou para nós em sua Gnose, mas já digerida e perfeitamente simplificada, de forma absolutamente prática.</p>
<p>Há Gnose na doutrina budista, no budismo tântrico do Tibete, no budismo zen do Japão, no budismo chan da China, no sufismo, nos dervixes dançantes, na sabedoria egípcia, persa, caldeia, pitagórica, grega, asteca, maia, inca etc.</p>
<p>Se estudarmos cuidadosamente os Evangelhos Cristãos, acharemos nele a Matemática Pitagórica, a Parábola Caldeia e Babilônica e a formidável Moral Budista.</p>
<p>O sistema de ensinamento adotado por Jesus foi o sistema dos essênios. Certamente, os essênios foram gnósticos cem por cento.</p>
<p>Os quatro evangelhos são gnósticos e não podem ser entendidos sem o Maithuna (Magia Sexual).</p>
<p>Resulta absurdo adulterar a Gnose com ensinamentos distintos. O Evangelho cristão proíbe o adultério. É absurdo conceber a Gnose sem o Maithuna.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3868 aligncenter" title="escola-gnostica2-gnosisonline" src="http://www.gnosisonline.org/wp-content/uploads/2010/07/escola-gnostica2-gnosisonline-240x222.jpg" alt="" width="526" height="486"></p>
<p>Podemos beber o vinho da Gnose (Sabedoria Divina), numa taça grega, budista, sufi, asteca, egípcia etc., mas não devemos adulterar esse vinho delicioso com doutrinas estranhas.</p>
<p>No Movimento Gnóstico está a síntese prática da Gnose, em sua forma absolutamente revolucionária.</p>
<p>O Movimento Gnóstico corresponde ao signo zodiacal de Aquário e, portanto, é absolutamente revolucionário.</p>
<p>Os lumisiais do Movimento Gnóstico devem ser academias esotéricas e templos de Liturgia Solar.</p>
<p>Os Rituais Gnósticos realmente são Liturgia Solar. Hoje em dia, o ser humano ainda não tem corpo solar (corpo astral); esse é um luxo que muito poucos podem se dar. O ser humano atual, isto é, o animal intelectual, só tem corpo lunar (corpo molecular).</p>
<p>O animal intelectual é escravo da influência lunar. Carrega a Lua em seu corpo molecular, fantasmal, negativo lunar. Realmente, o ser humano atual é uma mescla híbrida de planta e de fantasma.</p>
<p>O que leva o animal intelectual dentro de seu corpo lunar é, unicamente, a Legião do Eu e o budhata adormecido.</p>
<p>O Movimento Gnóstico ensina o Maithuna para que o ser humano fabrique o corpo solar. É necessário que o homem se liberte da Lua e se converta em Espírito Solar.</p>
<p>Os Rituais Gnósticos nos identificam com a força solar. É necessário lutar contra a força lunar, fazer-nos livres de verdade. Isso é o que quer o Movimento Gnóstico.</p>
<p>A Lua é morte, o Sol é vida em abundância. A Lua é materialismo, bebedeiras, banquetes, luxúria, ira, cobiça, inveja, orgulho, preguiça, incredulidade etc.</p>
<p>O Sol é Fogo, Sabedoria, Amor, Espírito Divino, Esplendor etc.</p>
<p>O Sol é o Cristo Cósmico, o Verbo, a Grande Palavra. Os Quatro Evangelhos gnósticos constituem o Drama Solar, o Drama do Cristo.</p>
<p>Nós necessitamos viver o Drama Solar, necessitamos converter-nos no personagem central desse Drama Cósmico.</p>
<p>Não importa que nos critiquem, que nos aborreçam, que nos odeiem por divulgar o Maithuna (Magia Sexual), para o bem desta pobre humanidade fracassada.</p>
<p>Os infrassexuais degenerados jamais nos perdoarão pelo fato de nós defendermos a suprassexualidade.</p>
<p>Realmente, causa dor ver esses pobres infrassexuais no mundo molecular depois da morte. Seu corpo lunar converte-os em mulheres lunares, que vagam pelo mundo molecular como sonâmbulas, adormecidas, frias, inconscientes.</p>
<p>De que serviriam a esses pobres infrassexuais todas suas práticas subjetivas? De que lhes serviriam todas as suas crenças, sistemas, ordens etc.? Os infrassexuais, inutilmente, tentarão a liberação desprezando o sexo, renunciando ao Maithuna (Magia Sexual), abstendo-se ou abusando, seguindo o caminho degenerado dos homossexuais, masturbadores etc.</p>
<p>Inutilmente, os equivocados sinceros tentarão criar os corpos solares praticando exercícios respiratórios, ou yoguismo sem Maithuna, exercícios similares, dietas vegetarianas etc.</p>
<p>Está completamente demonstrado que somos filhos do sexo e que só com o sexo se pode criar&#8230;</p>
<p>Realmente, só com o sexo podemos criar os corpos solares. Só com a força maravilhosa do Terceiro Logos podemos converter-nos em Espíritos Solares.</p>
<p>Queremos ensinar à humanidade a Religião Solar. Queremos entregar a esses pobres fantasmas lunares a Doutrina Solar do Cristo Cósmico, com o único propósito de que o homem se cristifique.</p>
<p>É urgente que nasça o Cristo no coração do Homem. É necessário que cada ser humano se converta num Anjo Solar.</p>
<p>O Movimento Gnóstico tem uma gigantesca tarefa na Era de Aquário, que estamos começando. Compete a nós a Missão Sagrada de ensinar a esta pobre humanidade a Doutrina do Logos Solar.</p>
<p>Devemos lutar até a morte, para fazer cada vez mais e mais poderoso o Movimento Gnóstico. Necessitamos que este Movimento se faça onipotente para o bem de tantos milhões de seres humanos, que estão no caminho da Segunda Morte. Necessitamos ser compassivos e entregar à humanidade a Doutrina Solar, custe o que custar.</p>
<p>Samael Aun Weor, <em>As Escolas Esotéricas</em></p>
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