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--><generator uri="http://www.google.com/reader">Google Reader</generator><id>tag:google.com,2005:reader/user/16628840753338208700/bundle/Sites - Mídias Livres RSS OP</id><title>Sites - Mídias Livres RSS OP</title><subtitle type="html">2013</subtitle><gr:continuation>CLma39PxoLcC</gr:continuation><author><name>Mandala</name></author><updated>2013-05-19T12:26:42Z</updated><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/google/Osym" /><feedburner:info uri="google/osym" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368966402050"><id gr:original-id="27898 at http://www.esquerda.net">tag:google.com,2005:reader/item/4bb947135943505d</id><category term="Notícias sociedade" scheme="http://www.esquerda.net/category/not%C3%ADcias/not%C3%ADcias-sociedade" /><category term="Esquerda com Memória" scheme="http://www.esquerda.net/category/pol%C3%ADtica/esquerda-com-mem%C3%B3ria" /><title type="html">Há 80 anos o país mudou de mãos</title><published>2013-05-19T12:17:09Z</published><updated>2013-05-19T12:17:09Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.esquerda.net/artigo/h%C3%A1-80-anos-o-pa%C3%ADs-mudou-de-m%C3%A3os/27898" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.esquerda.net/rss/geral" type="html">&lt;p&gt;&lt;br&gt;
	Entre 1924 e 1933, a esquerda e a direita combateram-se em Portugal e no Império até à morte: depois de 16 anos de regime republicano e uma Guerra Mundial brutalmente destruidora, a esquerda ensaiava os primeiros passos de uma democracia social e de um partido de massas moderno, e a direita uma Ditadura política, “ordeira” e antidemocrática, de carácter corporativista e fascizante.&lt;/p&gt;</summary><author gr:unknown-author="true"><name>(author unknown)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.esquerda.net/rss/geral"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.esquerda.net/rss/geral</id><title type="html">RSS esquerda.net</title><link rel="alternate" href="http://www.esquerda.net/rss/geral" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368966273644"><id gr:original-id="http://passapalavra.info/?p=77609">tag:google.com,2005:reader/item/fae043a8782bcf4e</id><category term="Destaques" /><category term="Quénia" /><category term="Trabalho_e_sindicatos" /><title type="html">Quénia: reforçar o espírito de solidariedade entre trabalhadores</title><published>2013-05-19T11:51:44Z</published><updated>2013-05-19T11:51:44Z</updated><link rel="alternate" href="http://passapalavra.info/2013/05/77609" type="text/html" /><content xml:base="http://passapalavra.info/" type="html">&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;Os sindicatos e as suas lideranças não protegem os trabalhadores e esses sindicatos são antros de corrupção no Quénia. Há que dar nova vida a um movimento sindical genuíno. &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Por Julius Okoth&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;O Quénia não é excepção à regra: o número de trabalhadores que se filiam no movimento sindical vem a decrescer, ao contrário dos anos 1960 e 1970, em que o futuro dos que arranjavam um emprego começava por aderir a um sindicato. Mas nos dias de hoje filiar-se num sindicato no Quénia é um acto de autodestruição, um acto de suicídio em si mesmo. Os trabalhadores quenianos têm pouca ou nenhuma fé em tudo o que diga respeito aos sindicatos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img title="PP_QueniaSind(4)" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/05/PP_QueniaSind4.jpg" alt="" width="270" height="152"&gt;São os trabalhadores sindicalizados os primeiros a serem dispensados quando surge uma crise numa instituição ou numa empresa. Frequentemente são perseguidos, intimidados, rebaixados e por fim demitidos dos empregos. E quando esses trabalhadores sindicalizados procuram ajuda dos seus sindicatos, que se esperaria os assistissem e tomassem para si as suas causas, os miseráveis e frustrados trabalhadores ficam sozinhos contra a parede.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;A condição actual da classe trabalhadora do Quénia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;Cerca de três quartos da força total de trabalho do Quénia são do nível mais baixo e a parte mais oprimida da classe trabalhadora, com baixos salários e enfrentando más condições de trabalho. Naturalmente são os mais atingidos pela crise económica queniana. A maioria deles tem dificuldade em aguentar o fardo da inflação e em fazer face às despesas devido ao alastramento das subidas de preços às mercadorias e serviços básicos, enquanto os seus magros ganhos continuam os mesmos. No Quénia de hoje, um trabalhador normal tem de ter um emprego extra, como fazer comércio paralelo num local de trabalho, para conseguir sobreviver. Alguns chegam mesmo a mendigar nos locais de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Violações dos direitos dos trabalhadores são comuns a todos os sectores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;Basta dar uma volta ampla pelo Quénia, nos locais de construção, onde se fazem estradas e se edificam prédios, e ir às zonas industriais onde os bens são manufacturados, depois dar uma volta pelos sectores de serviços, hospitais, escolas, herdades de habitação e hotéis, e por fim pelo sector agrícola, nas quintas de flores, de chá, de açúcar e de sisal. Reparem nos gestos dos trabalhadores, nos seus movimentos, e verão a exploração e a violação dos direitos do trabalho. E para tornar tudo pior, se os trabalhadores desses sectores suspeitarem que vocês são funcionários de um sindicato, em vez de vos acolherem, fugirão como pombos atacados por um gato. Será preciso isto quando se tem a sorte de possuir uma das classes operárias mais experientes de África?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img title="PP_QueniaSind(2)" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/05/PP_QueniaSind2.jpg" alt="" width="287" height="176"&gt;&lt;strong&gt;A perda de confiança nos sindicatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;Os trabalhadores quenianos perderam a confiança no movimento sindical. A toda hora os trabalhadores são confrontados, não só com os patrões ditatoriais e os funcionários corruptos do Ministério do Trabalho, mas também com os seus sindicatos. Existe uma convicção profunda de que os sindicatos e as suas lideranças não protegem os trabalhadores e de que os sindicatos são antros de corrupção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;No passado recente quase todos os sindicatos do Quénia foram fundados e registados, não por verdadeiros agentes da mudança, mas por indivíduos não empregáveis e incapazes de auto-emprego que formaram sindicatos como um investimento pessoal para ganhos futuros, nos quais possam saquear, enganar e ameaçar empregadores e manipular trabalhadores, tudo para proveito próprio e privado à custa do bem comum dos trabalhadores. A estes vem sendo negado um tratamento justo e igualitário na condução destes sindicatos, que deveriam proporcionar-lhes maneiras de resolver reivindicações prementes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Sindicatos tirânicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;Estes sindicatos não são democráticos, não são amigos dos trabalhadores; praticam o velho estilo de sindicalismo em que a sede do sindicato é vista como uma espécie de escritório de advogados, e o secretário do sindicato como a única pessoa que pode cuidar das nossas queixas. O mais usual é os trabalhadores não conseguirem qualquer justiça, ilegalmente despedidos do emprego sem salário, nem indemnização nem benefícios de antiguidade. Algumas trabalhadoras têm sido mesmo forçadas a demitirem-se ou a reformarem-se depois de serem sexualmente assediadas ou quando ficam grávidas, sem lhes darem o bónus de fim de contrato, nem certificado de trabalho, nem carta de recomendação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img title="PP_QueniaSind(5)" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/05/PP_QueniaSind5.jpg" alt="" width="417" height="210"&gt;Alguns são expulsos das suas habitações de empresa sem pré-aviso, enquanto outros são corridos sem indemnização na sequência de ferimentos ou doenças ocorridos nos locais de trabalho. Há quem reclame que as suas contribuições para a segurança social e para o seguro de saúde não estão a ser entregues pelos patrões, e os processos que movem são liquidados pelo próprio sindicato. A maior parte dos trabalhadores sindicalizados lamenta-se ou protesta acerca da traição do seu sindicato, incumprindo promessas dos seus funcionários.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;O Quénia está a mudar, e muda depressa numa era de globalização, mas os sindicatos do Quénia ainda estão prisioneiros dos velhos métodos de acção e os da velha guarda não se resolvem a dar lugar aos quadros mais jovens e enérgicos para das continuidade ao longo processo de luta pelos direitos dos trabalhadores. Isto levou os trabalhadores jovens do Quénia a afastarem-se dos movimentos sindicais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Os trabalhadores quenianos precisam de dar nova vida a um movimento sindical genuíno&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;A solidariedade, argumento fundamental do sindicalismo, está completamente morta no Quénia. Os sindicatos têm sido subdivididos pelo governo em pequenos sindicatos especializados, segundo uma política de divisão, enquanto a Federação Queniana de Empregadores se mantém uma só como poderosa união de patrões opressores. A Organização Central dos Sindicatos [COTU], que se apresenta como sistema de amparo dos trabalhadores quenianos, é um buldogue sem dentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img title="PP_QueniaSind(3)" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/05/PP_QueniaSind3.jpg" alt="" width="278" height="181"&gt;Os sindicatos da construção, da agricultura, das manufacturas e dos serviços não se constituem em rede solidária nos casos de conflitos de trabalho num determinado sector. A greve industrial declarada legalmente pelos trabalhadores de um dado sector não é um problema para os outros, e vice-versa, uma vez que os sindicatos se mantêm afastados dos trabalhadores e descaradamente os traem quando os patrões ou o governo declaram que uma greve legal é uma greve selvagem. É claro para todos que os sindicatos não protegem os trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;A condição dos trabalhadores quenianos é uma versão moderna da exploração humana que invoca imagens da servidão e da escravidão. Os trabalhadores quenianos têm de pôr um ponto final nisso. Têm de fazer o que é preciso. Têm de compreender que os seus filhos não vão herdar um mundo estável, seguro e sustentável a menos que alterem as condições terríveis do movimento operário.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Julius Okoth &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;é um activista pela justiça social envolvido no movimento social Bunge la mwananchi.&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Artigo original (em inglês) &lt;a title="http://www.pambazuka.org/en/category/comment/87281" href="http://www.pambazuka.org/en/category/comment/87281"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Tradução do Passa Palavra. &lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content><author gr:unknown-author="true"><name>(author unknown)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://passapalavra.info/?feed=rss2"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://passapalavra.info/?feed=rss2</id><title type="html">Passa Palavra</title><link rel="alternate" href="http://passapalavra.info" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368965112118"><id gr:original-id="">tag:google.com,2005:reader/item/92d3844a9730ea2d</id><category term="NOTICIA" /><title type="html">Tensão eleva na Coreia com lançamento de míssil pelo Norte e movimentação de defesa do Sul</title><published>2013-05-19T11:39:00Z</published><updated>2013-05-19T11:39:00Z</updated><link rel="alternate" href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/28966/tensao+eleva+na+coreia+com+lancamento+de+missil+pelo+norte+e+movimentacao+de+defesa+do+sul.shtml" type="text/html" /><summary xml:base="http://operamundi.uol.com.br/" type="html">Tensão eleva na Coreia com lançamento de míssil pelo Norte e movimentação de defesa do Sul</summary><author gr:unknown-author="true"><name>(author unknown)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://operamundi.uol.com.br/rss.php"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://operamundi.uol.com.br/rss.php</id><title type="html">Opera Mundi</title><link rel="alternate" href="http://operamundi.uol.com.br/" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368964175905"><id gr:original-id="27913 at http://www.esquerda.net">tag:google.com,2005:reader/item/2e8eaee0104870a4</id><category term="Notícias sociedade" scheme="http://www.esquerda.net/category/not%C3%ADcias/not%C3%ADcias-sociedade" /><title type="html">Dados do IEFP mostram razia no emprego dos professores</title><published>2013-05-19T11:44:27Z</published><updated>2013-05-19T11:44:27Z</updated><link rel="alternate" 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cultural à brasileira</title><published>2013-05-19T09:12:11Z</published><updated>2013-05-19T09:12:11Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.diarioliberdade.org/brasil/cultura-m%C3%BAsica/38501-revolu%C3%A7%C3%A3o-cultural-%C3%A0-brasileira.html" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.diarioliberdade.org/brasil.html" type="html">&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.diarioliberdade.org/archivos/Colaboradores_medios/salvia/2013-05/cineasta_nelson_pereira_dos_santos_durante_a_filmagem_de_como_era_gostoso_o_meu_frances_197142702.jpg" width="290" height="186" alt="cineasta nelson pereira dos santos durante a filmagem de como era gostoso o meu frances 197142702" style="float:left"&gt;[Carlos Haag] Nos anos 1950, cultura e política tiveram ligação de mão dupla que interessava a artistas e ao Partido Comunista do Brasil (PCB)&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. "Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma 'brasilidade revolucionária', que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação", diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura, é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. "É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder. Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]", explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (Veja aqui)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num período turbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970", observa o pesquisador. Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação "ornamental" ou "instrumental", ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. "Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla", observa o autor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso", fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. "A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento", lembra. Na maioria vindos da classe média que se expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum dos dois espaços. "O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Legitimidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. "O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte de 1946", conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. "Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas", diz o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. &amp;quot;Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de Gabriela, cravo e canela (1958)&amp;quot;, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. &amp;quot;Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como formuladores originais&amp;quot;, nota o autor. &amp;quot;Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma&amp;quot;, lembra o historiador Marcos Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudoPolíticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas&amp;quot;, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em O pensamento social na literatura e no cinema, com apoio da FAPESP. &amp;quot;Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação&amp;quot;, nota Ridenti.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autonomia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos. "Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido", diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o terreno para a renovação futura. "O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas", nota Ridenti.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de &amp;#39;vendidos&amp;#39;, quando estavam continuando a sua política cultural&amp;quot;, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo Mario Pedrosa: art and revolution. &amp;quot;Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política&amp;quot;, diz Ridenti.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas", finaliza o pesquisador.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><author><name>diarioliberdade@gmail.com (Sálvia Lois)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;layout=blog&amp;id=267&amp;Itemid=435&amp;format=feed&amp;type=rss"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;layout=blog&amp;id=267&amp;Itemid=435&amp;format=feed&amp;type=rss</id><title type="html">Brasil</title><link rel="alternate" href="http://www.diarioliberdade.org/brasil.html" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368963272981"><id gr:original-id="http://www.dw.de/divergências-internas-dificultam-avanço-da-oposição-na-síria/a-16814151?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf">tag:google.com,2005:reader/item/adde962c8a5898e3</id><category term="Política" /><title type="html">Divergências internas dificultam avanço da oposição na Síria</title><published>2013-05-19T11:13:00Z</published><updated>2013-05-19T11:13:00Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.dw.de/diverg%C3%AAncias-internas-dificultam-avan%C3%A7o-da-oposi%C3%A7%C3%A3o-na-s%C3%ADria/a-16814151?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.dw.de/brazil/?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" type="html">Oposição a Assad se encontra cada vez mais dividida. Único objetivo comum é a queda do regime. Brigas antes somente ideológicas se ampliam para discordâncias estratégicas e sectárias, emperrando avanço dos rebeldes.</summary><author gr:unknown-author="true"><name>(author unknown)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://rss.dw-world.de/rdf/rss-br-all"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://rss.dw-world.de/rdf/rss-br-all</id><title type="html">Deutsche Welle: DW-WORLD.DE - Alemanha</title><link rel="alternate" href="http://www.dw.de/brazil/?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368963272981"><id gr:original-id="http://www.dw.de/1970-mao-tse-tung-declara-apoio-a-pol-pot/a-520263?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf">tag:google.com,2005:reader/item/da9bf34320dbec2b</id><category term="Calendário Histórico" /><title type="html">1970: Mao Tse-tung declara apoio a Pol Pot</title><published>2013-05-19T11:10:00Z</published><updated>2013-05-19T11:10:00Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.dw.de/1970-mao-tse-tung-declara-apoio-a-pol-pot/a-520263?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.dw.de/brazil/?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" type="html">No dia 20 de maio de 1970, o líder chinês manifestou seu apoio ao príncipe cambojano derrubado, Sihanouk, e a Pol Pot. Pequim começou a desempenhar um papel ativo no conflito do Camboja.</summary><author gr:unknown-author="true"><name>(author unknown)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://rss.dw-world.de/rdf/rss-br-all"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://rss.dw-world.de/rdf/rss-br-all</id><title type="html">Deutsche Welle: DW-WORLD.DE - Alemanha</title><link rel="alternate" href="http://www.dw.de/brazil/?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368961239377"><id gr:original-id="http://www.diarioliberdade.org/america-latina/institucional/38499-apostasia-coletiva-marca-ativismo-por-estado-laico-na-argentina.html">tag:google.com,2005:reader/item/9cd7ef8a8de48de0</id><category term="Institucional" /><title type="html">Apostasia coletiva marca ativismo por Estado laico na Argentina</title><published>2013-05-19T08:31:38Z</published><updated>2013-05-19T08:31:38Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.diarioliberdade.org/america-latina/institucional/38499-apostasia-coletiva-marca-ativismo-por-estado-laico-na-argentina.html" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.diarioliberdade.org/america-latina.html" type="html">&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.diarioliberdade.org/archivos/Colaboradores_medios/salvia/2013-05/apostasia_bsas_27032013.jpg" width="620" height="440" alt="apostasia bsas 27032013" style="float:left"&gt;No país do papa, religiosidade popular se revitalizou, assim como o ativismo dos que decidem romper vínculos com Igreja&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;A eleição do papa Francisco, em março passado, reacendeu o debate sobre o Estado laico na Argentina. Com o ex-arcebispo de Buenos Aires à frente da Igreja, o catolicismo ganhou destaque nos meios de comunicação e nas ruas, assim como o ativismo por um Estado sem vínculo com religiões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com mais de 21 mil membros na rede social Facebook, o movimento Apostasia Coletiva organizou eventos nas principais cidades do país, entre 24 de março (data do aniversário do último golpe militar) e a semana santa, para que grupos de pessoas que querem anular seu batismo entreguem coletivamente o pedido às dioceses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;É uma expressão coletiva de desacordo, de protesto&amp;quot;, aponta Andrés Miñones, do movimento Apostasia Coletiva, em entrevista a Opera Mundi. &amp;quot;O trâmite é pessoal, mas fazê-lo em conjunto ajuda a compartilhar as dificuldades e a aprender com a experiência de outras pessoas que já tramitaram a anulação de seu vínculo com a Igreja.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andrés acredita que, com Francisco no Vaticano, a Igreja ganhou legitimidade para avançar sobre temas como aborto ou educação sexual para adolescentes em escolas públicas. "No entanto, as necessidades do país, como os direitos das mulheres, não devem mudar porque o papa é argentino", acredita. "Queremos a possibilidade de um Estado laico, com maior separação da Igreja."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Constituição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo dados do Questionário sobre Crenças e Atitudes Religiosas na Argentina, realizado pelo Conicet (equivalente ao CNPq) em 2008, 76,5% dos entrevistados se reconhecem como católicos. Ateus, agnósticos e pessoas que afirmam não ter religião aparecem em segundo lugar (11,3% dos entrevistados), seguidos por evangélicos, que somam 9% do total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Fernando Lozada, um dos fundadores da Associação Civil Ateus de Mar del Plata, a apostasia é uma forma de retirar apoio à Igreja, que usa o número de fiéis na Argentina como justificativa para que o Estado sustente a instituição no país. "A Igreja legitima seu discurso com o argumento de que estão unidos ao país por uma tradição, que são parte dos processos de construção da nação. É falso. Muitas revoluções latino-americanas foram condenadas pela Igreja", lembra. "E também se legitimam pela quantidade de fiéis que contabilizam em seus registros, para afirmar que o país é majoritariamente católico."&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><author><name>diarioliberdade@gmail.com (Sálvia Lois)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;layout=blog&amp;id=269&amp;Itemid=225&amp;format=feed&amp;type=rss"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;layout=blog&amp;id=269&amp;Itemid=225&amp;format=feed&amp;type=rss</id><title type="html">América Latina</title><link rel="alternate" href="http://www.diarioliberdade.org/america-latina.html" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368960295068"><id gr:original-id="27912 at http://www.esquerda.net">tag:google.com,2005:reader/item/60391e5047b39c44</id><category term="Notícias política" scheme="http://www.esquerda.net/category/not%C3%ADcias/not%C3%ADcias-pol%C3%ADtica" /><title type="html">Porto: José Soeiro propõe 100 milhões de euros para reabilitação urbana</title><published>2013-05-19T10:39:10Z</published><updated>2013-05-19T10:39:10Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.esquerda.net/artigo/porto-jos%C3%A9-soeiro-prop%C3%B5e-100-milh%C3%B5es-de-euros-para-reabilita%C3%A7%C3%A3o-urbana/27912" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.esquerda.net/rss/geral" type="html">&lt;p&gt;&lt;br&gt;
	Para “virar o Porto ao contrário”, a candidatura de José Soeiro à câmara municipal da capital nortenha foi lançada na noite de sábado na cooperativa Árvore, com sala cheia e a presença dos dois coordenadores do Bloco de Esquerda.&lt;/p&gt;</summary><author gr:unknown-author="true"><name>(author unknown)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.esquerda.net/rss/geral"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.esquerda.net/rss/geral</id><title type="html">RSS esquerda.net</title><link rel="alternate" href="http://www.esquerda.net/rss/geral" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368956599862"><id gr:original-id="http://www.diarioliberdade.org/brasil/consumo-e-meio-natural/38497-exposição-buda-chora-em-jadugoda-leva-mineração-do-urânio-ao-rj.html">tag:google.com,2005:reader/item/a6bed0cdebf8669d</id><category term="Consumo e meio natural" /><title type="html">Exposição 'Buda chora em Jadugoda' leva mineração do urânio ao RJ</title><published>2013-05-19T07:40:03Z</published><updated>2013-05-19T07:40:03Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.diarioliberdade.org/brasil/consumo-e-meio-natural/38497-exposi%C3%A7%C3%A3o-buda-chora-em-jadugoda-leva-minera%C3%A7%C3%A3o-do-ur%C3%A2nio-ao-rj.html" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.diarioliberdade.org/brasil.html" type="html">&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.diarioliberdade.org/archivos/Colaboradores_avanzados/manu/2013-05/photographerChinkyShukla.jpg" width="450" height="380" alt="photographerChinkyShukla" style="float:left"&gt;Dois fotógrafos indianos revelam em preto e branco o seu olhar sobre a mineração de urânio, no nordeste da Índia, em Jadugoda, Estado Jharkhand.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;O ponto de vista de duas lentes: a da jornalista e fotógrafa Chinky Shukla de Nova Delhi, que visitou o lugar da mineração com uma bolsa de estudos por 3 meses. E o ponto de vista do fotógrafo Ashish Birulee que nasceu em Jadugoda e está vivendo lá com o risco diáro da radiação. O que eles percebem? Cada um revela o seu próprio olhar.O apresentator da exposição é o cineasta indiano Shri Prakash. O título da exposição "Buda Chora em Jadugoda" é o mesmo título do seu filme - que será exibido durante o festival.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma parte da exposição é instalada no Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo (Chinky Shukla) e a outra parte na Cinemateca do Museu de Arte Moderna - MAM Rio (Ashish Birulee).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Laxmi teve três abortos e perdeu cinco filhos todos com uma semana de nascimento. Quando o seu nono filho, Gudia, sobreviveu, ela se considerou feliz, até quando descobriu que seu bebê tinha paralisia cerebral e viveria acamado por toda a vida. Gudia faleceu recentemente, deixando as cicatrizes de sua memória. Em Jadugoda, um distrito rico em urânio no leste do estado indiano de Jharkhand, há muitas mulheres que compartilham o destino pungente de Laxmi. Especialistas de radiação e saúde em todo o mundo falam que os materiais tóxicos e a radioatividade gerados pela mineração e processamento de urânio causam infertilidade generalizada, deformidades congênitas, abortos espontâneos, mutação genética, morte de recém-nascidos, câncer, doenças pulmonares, etc. &amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Chincky Shukla: &lt;/strong&gt;&lt;strong style="line-height:1.3em"&gt;Exposição Fotográfica "Buda Chora em Jadugoda -&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Índia em Preto e Branco"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centro Cultural Laurinda Santos Lobo &amp;amp; Cinemateca do MAM Rio, 16 de Maio a 26 Maio de 2013&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Foto: Uranium FF - Chincky Shukla&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><author><name>diarioliberdade@gmail.com (Manuel Medina)</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;layout=blog&amp;id=267&amp;Itemid=435&amp;format=feed&amp;type=rss"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;layout=blog&amp;id=267&amp;Itemid=435&amp;format=feed&amp;type=rss</id><title type="html">Brasil</title><link rel="alternate" href="http://www.diarioliberdade.org/brasil.html" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368955037712"><id gr:original-id="http://www.sul21.com.br/jornal/?p=184679">tag:google.com,2005:reader/item/ef84058b9a00c21c</id><category term="Opinião Pública" /><title type="html">Educação Profissional: novos rumos para um Brasil profissionalizado e desenvolvido social e economicamente</title><published>2013-05-19T08:58:07Z</published><updated>2013-05-19T08:58:07Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/educacao-profissional-novos-rumos-para-um-brasil-profissionalizado-e-desenvolvido-social-e-economicamente/" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.sul21.com.br/jornal" type="html">Por Marisa Formolo &lt;p&gt; Tornou-se corrente afirmar que o conhecimento é hoje o principal fator da produção. Há, portanto, urgência no rompimento dos paradigmas tradicionais para que se alcancem os objetivos propostos para a educação básica e para a educação profissional.&lt;/p&gt;</summary><author><name>miltonribeiro</name></author><source gr:stream-id="feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/</id><title type="html">Sul 21</title><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368955037712"><id gr:original-id="http://www.sul21.com.br/jornal/?p=184947">tag:google.com,2005:reader/item/9855746925cb04cc</id><category term="Cultura" /><category term="DestaqueA" /><category term="Destaques" /><category term="Noticias" /><category term="Abismo Místico" /><category term="Adolf Hitler" /><category term="Anel dos nibelungos" /><category term="antissemitismo" /><category term="Bayreuth" /><category term="Beckmesser" /><category term="Berg" /><category term="Céline" /><category term="Cosima Wagner" /><category term="Daniel Barenboim" /><category term="Das Judenthum in der Musik" /><category term="Edward Said" /><category term="Goebbels" /><category term="Gustav Mahler" /><category term="Hamsun" /><category term="Hans Sachs" /><category term="Israel" /><category term="leitmotiv" /><category term="LIzst" /><category term="melodia contínua" /><category term="Mendelssohn" /><category term="Meyerbeer" /><category term="Mime" /><category term="motivo condutor" /><category term="mystischer Abgrund" /><category term="nazismo" /><category term="O Judaísmo na Música" /><category term="obra de arte total" /><category term="Os Mestres Cantores de Nurenberg" /><category term="Paralelos e Paradoxos" /><category term="Parsifal" /><category term="Pound" /><category term="Richard Wagner" /><category term="Schoenberg" /><category term="Stolzing" /><category term="Tannhäuser" /><category term="Terceiro Reich" /><category term="Tristão e Isolda" /><category term="Webern" /><category term="Wieland Wagner" /><category term="Wolfgang Wagner" /><title type="html">Os 200 anos do genial e ainda polêmico Richard Wagner</title><published>2013-05-19T08:55:29Z</published><updated>2013-05-19T08:55:29Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/os-200-anos-do-genial-e-ainda-polemico-richard-wagner/" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.sul21.com.br/jornal" type="html">Milton Ribeiro Uma mente madura deve ser capaz de admitir a coexistência de dois fatos contraditórios: que Wagner foi um grande artista e, segundo, que Wagner foi um ser humano abominável. Edward Said, em Paralelos e Paradoxos (obra escrita em parceria com Daniel Barenboim) Cinquenta anos após a morte, a biografia de qualquer autor costuma [...]</summary><author><name>miltonribeiro</name></author><source gr:stream-id="feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/</id><title type="html">Sul 21</title><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368952015599"><id gr:original-id="http://www.sul21.com.br/jornal/?p=185058">tag:google.com,2005:reader/item/46a1f9169f961e2b</id><category term="Arthur de Faria" /><category term="Colunas" /><title type="html">Elis (Parte VII)</title><published>2013-05-19T08:22:32Z</published><updated>2013-05-19T08:22:32Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/elis-parte-vii/" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.sul21.com.br/jornal" type="html">O Fino seria gravado sempre nas segundas, pra ir ao ar em videoteipe  nas noites de quarta-feira (em Porto Alegre o teipe rodava domingo à noite no Canal 12). O programa, em tese, seria apresentado por Elis e Jair, mas na prática, acabava tudo com ela (Jair só cantaria).</summary><author><name>miltonribeiro</name></author><source gr:stream-id="feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/</id><title type="html">Sul 21</title><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368948607138"><id gr:original-id="http://www.sul21.com.br/jornal/?p=185055">tag:google.com,2005:reader/item/8ad3df1cd198b1b4</id><category term="Colunas" /><category term="José Dirceu" /><title type="html">Repúdio à tortura</title><published>2013-05-19T07:15:07Z</published><updated>2013-05-19T07:15:07Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/repudio-a-tortura/" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.sul21.com.br/jornal" type="html">Se é absurdo que, quase 30 anos após o fim da ditadura militar, o Brasil ainda não tenha punido os responsáveis pela tortura de presos políticos, ao menos o tema está em discussão pela sociedade e há um sentimento geral de repúdio a quem promoveu ou defendeu tais práticas. Hoje, a gravidade maior é subsistir [...]</summary><author><name>miltonribeiro</name></author><source gr:stream-id="feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/</id><title type="html">Sul 21</title><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368943202022"><id gr:original-id="http://outrapolitica.wordpress.com/?p=38025">tag:google.com,2005:reader/item/38b4a2e352cb86a8</id><category term="Ecologia" /><category term="Mundo" /><category term="aquecimento global" /><category term="mudancas climaticas" /><title type="html">2012 foi um dos dez anos mais quentes já registados</title><published>2013-05-07T05:56:30Z</published><updated>2013-05-07T05:56:30Z</updated><link rel="alternate" href="http://outrapolitica.wordpress.com/2013/05/07/2012-foi-um-dos-dez-anos-mais-quentes-ja-registados/" type="text/html" /><content xml:base="http://outrapolitica.wordpress.com/" type="html">&lt;div&gt;&lt;img title="" alt="" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/400xY/rankingtemomm.jpg" width="400" height="287"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;Ranking dos 50 anos mais quentes desde 1850 / OMM&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Organização Meteorológica Mundial afirma que a temperatura em 2012 ficou 0,45ºC acima da média histórica e alerta que o degelo do Ártico é um sinal claro e alarmante das mudanças climáticas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fabiano Ávila, Instituto CarbonoBrasil, 7 de maio de 2013&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os representantes dos 195 países reunidos em Bonn, na Alemanha, para mais uma ronda das negociações climáticas sob as Nações Unidas receberam na quinta-feira, 2 de maio, um &lt;a href="http://www.wmo.int/pages/mediacentre/press_releases/documents/WMO_1108_EN_web.pdf"&gt;relatório&lt;/a&gt; da Organização Meteorológica Mundial (OMM) que traça um retrato bastante preocupante sobre o clima no planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o documento, 2012 foi o nono ano mais quente desde que as medições começaram, em 1850, e o 27&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; ano consecutivo com temperaturas acima da média entre 1961 e 1990, marcando 14,45&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;C quando a média é de 14&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;C.&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A NASA e a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) já &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias2/noticia=732916"&gt;haviam afirmado&lt;/a&gt; que 2012 teria sido um dos dez anos mais quentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A OMM destacou que nem mesmo sendo influenciado pelo La Niña, fenómeno nas águas do Pacífico que tem como consequência o resfriamento das temperaturas, 2012 desmentiu a tendência atual de aquecimento global. Os anos entre 2001 e 2012 estão todos entre os mais quentes já registados (veja gráfico).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Apesar de a taxa de aquecimento variar anualmente conforme fatores naturais, como o ciclo do El Niño e erupções vulcânicas, o aquecimento sustentado na baixa atmosfera é bastante preocupante”, afirmou Michel Jarraud, secretário-geral da OMM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O relatório destaca ainda como o gelo do Ártico está a desaparecer devido a esse aumento nas temperaturas, com a extensão do gelo marinho tendo alcançado apenas 3,41 milhões de quilómetros quadrados no verão de 2012, um recorde de baixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A perda massiva de gelo marinho no Ártico entre agosto e setembro, 18% a menos do que o recorde anterior de 4,17 milhões de quilómetros quadrados em 2007, é um sinal perturbante das mudanças climáticas”, declarou Jarraud.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Gronelândia também vem sentindo os efeitos do aquecimento global; em julho do ano passado 97% da superfície de gelo da região derreteu. Foi a primeira vez em 34 anos de monitorização de satélite que um degelo tão grande foi visto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A OMM aponta que a precipitação em 2012 ficou acima da média entre 1961 e 1990, mas que a sua distribuição foi extremamente desigual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maior parte dos Estados Unidos, México, Rússia central e o centro sul australiano experimentaram secas severas. O Nordeste brasileiro também está nessa lista, e ainda sofre com a falta de chuvas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eventos Extremos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O relatório destaca que é muito difícil apontar todas as causas por trás de fenómenos climáticos, mas a OMM reconhece que na teoria um mundo aquecido tende a sofrer mais eventos extremos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A variabilidade climática natural sempre resultou em eventos extremos, mas as características desses fenómenos têm sido cada vez mais moldadas pelas mudanças climáticas”, apontou Jarraud.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um exemplo disso foi a super tempestade Sandy, que provavelmente teria sido muito mais fraca e adotado um trajeto diferente se não fosse o aquecimento das águas do Atlântico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro fator que tornou o Sandy tão poderoso para a OMM foi o aumento do nível do mar. “Como o nível dos oceanos está agora cerca de 20 cm acima do que era em 1880, tempestades como o Sandy estão a resultar em mais inundações do que no passado”, explicou Jarraud.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os eventos extremos marcantes de 2012, a OMM destacou ainda as enchentes na África oriental e no Paquistão, o tufão Bopha, que matou mais de 600 pessoas nas Filipinas, e as ondas de calor e de frio intenso que afetaram diversos continentes em períodos diferentes do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A relação entre as mudanças climáticas e os eventos extremos está cada vez mais evidente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em fevereiro, o &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/mudancas_climaticas1/noticia=733276"&gt;Instituto Potsdam para Investigações de Impacto Climático (PIK) afirmou&lt;/a&gt;, depois de analisar 32 anos de dados, que as alterações nos padrões de fluxos atmosféricos, responsáveis pelas correntes de ar, ventos e deslocamento de humidade e calor pela Terra, são a causa comum que pode estar a ocasionar esses fenómenos extremos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também reforçando essa relação, a Comissão Climática do governo da Austrália publicou em março o relatório &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/mudancas_climaticas1/noticia=733333"&gt;Angry Summer&lt;/a&gt; (Verão Furioso), no qual destaca que as mudanças climáticas são a principal força por trás de uma série de eventos de secas e enchentes que atingiram grande parte do país nos últimos meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“As mudanças climáticas já se transformaram numa fonte de incerteza para diversos setores económicos, como a agricultura e a energia. É vital que continuemos a investir nas observações e investigações que melhorem o nosso conhecimento sobre a variabilidade climática”, concluiu Jarraud.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;  &lt;img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outrapolitica.wordpress.com&amp;amp;blog=3339075&amp;amp;post=38025&amp;amp;subd=outrapolitica&amp;amp;ref=&amp;amp;feed=1" width="1" height="1"&gt;</content><author><name>Outra politica</name></author><source gr:stream-id="feed/http://outrapolitica.wordpress.com/feed/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://outrapolitica.wordpress.com/feed/</id><title type="html">Outra Política</title><link rel="alternate" href="http://outrapolitica.wordpress.com" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368935065992"><id gr:original-id="http://www.viomundo.com.br/?p=74646">tag:google.com,2005:reader/item/35f4cc2d906a8076</id><category term="Você escreve" /><category term="Anatel" /><category term="Fernando Haddad" /><category term="governo Dilma" /><category term="inclusão digital" /><category term="Paulo Bernardo" /><category term="Prefeitura de São Paulo" /><category term="rapidez na internet" /><category term="Sérgio Amadeu" /><category term="serviço de internet" /><category term="teles" /><title type="html">Sergio Amadeu: Internet gratuita em praças de São Paulo pode expor serviço pago ruim</title><published>2013-05-19T03:43:57Z</published><updated>2013-05-19T03:43:57Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/sergio-amadeu.html" type="text/html" /><link rel="enclosure" href="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/serginho-2.mp3" type="audio/mpeg" length="2780280" /><content xml:base="http://www.viomundo.com.br/" type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_0163-e1368933974257.jpg" rel="lightbox[74646]" title="IMG_0163"&gt;&lt;img title="IMG_0163" src="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_0163-e1368933974257.jpg" alt="" width="500" height="375"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sergio Amadeu durante debate na Casa da Cidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ativista digital Sergio Amadeu coordena, na Secretaria de Serviços da Prefeitura de São Paulo, a implantação do projeto das praças digitais. A ideia é contratar cinco empresas para oferecer o serviço em 120 praças, pelo menos uma em cada um dos 96 distritos da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informações de bastidores dão conta de que, em nome das teles, o ministro Paulo Bernardo tentou bloquear o projeto do prefeito Fernando Haddad, sem sucesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Captura-de-Tela-2013-05-16-%C3%A0s-00.34.12-e1368675398982.png" rel="lightbox[74646]" title="Captura de Tela 2013-05-16 às 00.34.12"&gt;&lt;img title="Captura de Tela 2013-05-16 às 00.34.12" src="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Captura-de-Tela-2013-05-16-%C3%A0s-00.34.12-300x96.png" alt="" width="300" height="96"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A qualidade mínima será de 512 kbps por aparelho. Segundo Sergio Amadeu, a ideia é justamente demonstrar que é possível ter um serviço público de qualidade. “Um dos nossos objetivos é mostrar ao cidadão de São Paulo que a telecom não precisa ser ruim, pode ser boa, pode ter estabilidade, pode ter qualidade. Na praça, nós não podemos oferecer um serviço ruim que o cidadão tem em casa pagando. Nós queremos mostrar que o serviço público pode ser bom, pode ter qualidade, porque depende da fiscalização, depende da regulação, depende do contrato. Infelizmente o serviço entregue ao cidadão que paga, é ruim”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique abaixo para ouvir a entrevista completa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/serginho-2.mp3"&gt;serginho 2&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia também:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/politica/perillo-diz-que-lula-e-o-maior-canalha-deste-pais.html"&gt;Governador de Goiás diz que Lula é o maior dos canalhas&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/sergio-amadeu.html"&gt;Sergio Amadeu: Internet gratuita em praças de São Paulo pode expor serviço pago ruim&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href="http://www.viomundo.com.br"&gt;Viomundo - O que você não vê na mídia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content><author><name>Luiz Carlos Azenha</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.viomundo.com.br/feed"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.viomundo.com.br/feed</id><title type="html">Viomundo - O que você não vê na mídia</title><link rel="alternate" href="http://www.viomundo.com.br" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368934070952"><id gr:original-id="http://www.sul21.com.br/jornal/?p=185124">tag:google.com,2005:reader/item/8ce20c6d0d86fa18</id><category term="Blogs" /><category term="Pedro Palaoro" /><title type="html">A paranoia da produção de Informação</title><published>2013-05-19T03:20:29Z</published><updated>2013-05-19T03:20:29Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/a-paranoia-da-producao-de-informacao/" type="text/html" /><summary xml:base="http://www.sul21.com.br/jornal" type="html">Trocamos as cédulas pelo cartão de crédito, a nota fiscal pela SMS que confirma sua compra. Trocamos os panfletos pelos websites – e os cartões de visita pelo LinkedIn ou por uma página profissional no Facebook. O design do seu sapato é informação – a moda toda é informação. E o status a qual estamos [...]</summary><author><name>miltonribeiro</name></author><source gr:stream-id="feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://sul21.com.br/jornal/feed/rss/</id><title type="html">Sul 21</title><link rel="alternate" href="http://www.sul21.com.br/jornal" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368931164780"><id gr:original-id="http://www.viomundo.com.br/?p=74636">tag:google.com,2005:reader/item/d444b7eab775624b</id><category term="Denúncias" /><category term="Amelinha Teles" /><category term="Carlos Alberto Brilhante Ustra" /><category term="Comissão da Verdade" /><category term="comunidade de informações" /><category term="Ditadura militar" /><category term="DOI-Codi" /><category term="morte de militantes" /><category term="Operação Bandeirante" /><category term="resistência à ditadura" /><category term="tortura no Brasil" /><category term="Tortura Nunca Mais" /><title type="html">Amelinha Teles, Ustra e a cadeira do dragão</title><published>2013-05-19T02:38:56Z</published><updated>2013-05-19T02:38:56Z</updated><link rel="alternate" href="http://www.viomundo.com.br/denuncias/amelinha-teles-ustra-e-a-cadeira-do-dragao.html" type="text/html" /><content xml:base="http://www.viomundo.com.br/" type="html">&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/66483419" frameborder="0" width="500" height="375"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maria Amélia Almeida Teles foi presa com o marido César no DOI-CODI, em São Paulo, nos anos 70. Os filhos de 5 e 4 anos de idade foram levados para ver os pais sob tortura. A família Teles foi a primeira a mover uma ação de responsabilidade civil bem sucedida contra o homem que comandou o centro de tortura durante 4 anos, o então major Carlos Alberto Brilhante Ustra. Amelinha, como é conhecida, hoje integra a Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”, que investiga os crimes da ditadura militar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na entrevista acima, Amelinha se refere a Danielli, Carlos Nicolau Danielli, morto sob tortura no DOI-CODI; e à sede da 36a. delegacia, que fica na rua Tutoia, em São Paulo, sede do mais conhecido centro de tortura do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Captura-de-Tela-2013-05-16-%C3%A0s-00.34.12-e1368675398982.png" rel="lightbox[74636]" title="Captura de Tela 2013-05-16 às 00.34.12"&gt;&lt;img title="Captura de Tela 2013-05-16 às 00.34.12" src="http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Captura-de-Tela-2013-05-16-%C3%A0s-00.34.12-300x96.png" alt="" width="300" height="96"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/denuncias/adriano-diogo-sobre-ustra-ele-tirou-o-capuz-e-falou-acabei-de-mandar-o-minhoca-para-a-vanguarda-popular-celestial.html"&gt;Adriano Diogo: Ustra disse “acabei de mandar o Minhoca para a Vanguarda Popular Celestial”&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/denuncias/ivan-seixas-sobre-ustra-todo-psicopata-tem-uma-desculpa.html"&gt;Ivan Seixas: “Todo psicopata tem uma desculpa”&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/denuncias/amelinha-teles-ustra-e-a-cadeira-do-dragao.html"&gt;Amelinha Teles, Ustra e a cadeira do dragão&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href="http://www.viomundo.com.br"&gt;Viomundo - O que você não vê na mídia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content><author><name>Luiz Carlos Azenha</name></author><source gr:stream-id="feed/http://www.viomundo.com.br/feed"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://www.viomundo.com.br/feed</id><title type="html">Viomundo - O que você não vê na mídia</title><link rel="alternate" href="http://www.viomundo.com.br" type="text/html" /></source></entry><entry gr:crawl-timestamp-msec="1368924223239"><id gr:original-id="http://outrapolitica.wordpress.com/?p=38020">tag:google.com,2005:reader/item/01098e396963383a</id><category term="Brasil" /><category term="Ciencia" /><category term="Ecologia" /><category term="Economia" /><category term="Mundo" /><category term="fronteiras planetarias" /><category term="limites do planeta" /><category term="Washington Novaes" /><title type="html">Limites da economia no centro do palco</title><published>2013-05-19T00:43:20Z</published><updated>2013-05-19T00:43:20Z</updated><link rel="alternate" href="http://outrapolitica.wordpress.com/2013/05/18/limites-da-economia-no-centro-do-palco/" type="text/html" /><content xml:base="http://outrapolitica.wordpress.com/" type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Washington Novaes, O Estado de S.Paulo, 17 de maio de 2013&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há como não prestar atenção: são cada vez mais frequentes na comunicação mais especializada informações sobre teses e análises no âmbito econômico que já não se referem às crises do nosso tempo apenas como ciclos em que se exaurem modelos de relações governamentais, empresariais e sociais – à espera de que novas fórmulas nesses âmbitos sejam capazes de levar a novos ciclos de crescimento econômico e prosperidade. Essas novas teses se centram progressivamente na análise do que está sendo chamado de caminhada rumo à exaustão dos “limites físicos” do planeta – o que implicaria a impossibilidade de continuar tentando trafegar por sendas que exijam maior consumo desses recursos com o objetivo de assegurar o crescimento econômico.&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda há poucos dias o tema voltou à baila com o lançamento do livro do ex-presidente do BNDES (governo FHC) André Lara Resende sob o título Os Limites do Possível – A economia além da conjuntura, onde o autor enfatiza o esquecimento da estrutura física da Terra, seus limites, nas análises da realidade econômica e social (Valor, 26/4). Para ele, “a economia não é uma ciência exata, é parte das ciências sociais”, e “foi levada a um beco sem saída, ficou estéril”, exatamente por não considerar devidamente os limites físicos da realidade. Nas condições atuais de recursos, “é impossível manter 7 bilhões de pessoas com padrão semelhante ao dos países desenvolvidos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros autores têm até quantificado o impasse: hoje a média de uso/consumo de recursos materiais no mundo é de 7 toneladas anuais por pessoa – ou 50 bilhões de toneladas totais e, nos padrões atuais, evoluindo para 63 bilhões de toneladas anuais, com 9 bilhões de habitantes nas próximas décadas. Insustentável, a ponto de já haver quem planeje viagens espaciais para buscar em outros planetas materiais escassos ou em esgotamento por aqui, principalmente para áreas como informática, comunicações e outras. E com agravantes. Relatórios da ONU-Habitat e do Painel de Recursos do Pnuma, ao destacarem que é preciso investir em infraestruturas sustentáveis para reduzir a degradação ambiental e a pobreza, lembram que 75% dos recursos do mundo são consumidos nas cidades, que têm pouco mais de 50% da população, mas evoluirão para 70% até 2050 e para maior consumo de recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem tiver memória há de se lembrar do pronunciamento do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na conferência Rio+20, quando causou polêmica ao afirmar que “o modelo econômico e social no mundo está falido”, para depois substituir a palavra “falido” por “exaurido”. O economista Gian Carlo Delgado Ramos, da Universidade Nacional Autônoma do México, comenta (Nueva Sociedad, março/abril de 2013) alguns números que corroboram o pensamento do secretário-geral da ONU: enquanto no século 20 a população mundial se multiplicou por quatro, o consumo médio de energia multiplicou-se por 12; o de metais, por 19; o de materiais para construção, por 34. Com a agravante de que 10% da população consome 40% da energia e 27% dos materiais. Ao mesmo tempo, 20% da população concentra 83% da riqueza, enquanto os 20% mais pobres ficam com 1,4%. E 5% da população gera 25% do lixo. Não seria, assim, espantoso que uma equipe de matemáticos e filósofos do Instituto do Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, esteja prevendo que “o fim do Homo sapiens pode chegar ainda no final deste século”. Ao lado dos “desastres naturais”, a ameaça estaria no uso sem limites da biologia sintética, das nanotecnologias no nível atômico ou molecular, no uso de inteligência artificial (EcoD, 26/4).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não estranha, também, que Mikhail Gorbachev, o criador da perestroika e da glasnost, que acabaram transformando a área socialista, venha dizer agora (Estado, 19/4) que o mundo sofre com um “déficit de líderes e essa situação pode ser catastrófica para o ambiente”. Jean Ziegler, ex-relator da ONU para o combate à fome, ao lançar o livro Destruição em Massa – Geopolítica da Fome (5/5), transpõe a questão para o caso do Brasil – que, a seu ver, precisa de uma “virada de 180 graus em sua política de combate à fome”, porque o Bolsa-Família chegou ao limite assistencial; e o governo não consegue avançar por causa dos acordos de sustentação política no Congresso, onde a bancada ruralista impede políticas adequadas para a agricultura familiar e de pequenas propriedades (que respondem por 70% do abastecimento interno). O ex-ministro Mangabeira Unger aponta para “o esgotamento do modelo desenvolvimento interno”, segundo ele, “montado sobre a expansão do consumo e exploração da natureza”. Um novo modelo precisaria de “produtivismo includente, educação capacitadora e democratização aprofundada” (Folha de S.Paulo, 9/5).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chega-se a Herman Daly, da Escola de Políticas Públicas da Universidade de Maryland, autor de numerosos estudos e relatórios da ONU. Estamos, diz ele, diante do fracasso da economia voltada para o crescimento; “é preciso tentar uma economia do estado estacionário(…) os países ricos devem reduzir o aumento de seu padrão para deixar livres recursos e espaço ecológico, de modo que estes possam ser usados pelos países pobres”; ao mesmo tempo, “concentrar seus esforços no plano interno no desenvolvimento de melhores técnicas que possam ser compartilhadas livremente pelo resto do mundo” (Nueva Sociedad, março/abril de 2013). E mais: “O crescimento econômico já se transformou em antieconômico. A economia voltada para o crescimento está fracassada. A expansão quantitativa do subsistema econômico faz com que os custos ambientais e sociais cresçam mais rapidamente que os ganhos da produção; e assim nós temos mais pobres, e não mais ricos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No momento em que a ONU ressalta que faltam mil dias para a aprovação dos Objetivos do Milênio, essa discussão toda certamente ocupará o centro do palco.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;  &lt;img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outrapolitica.wordpress.com&amp;amp;blog=3339075&amp;amp;post=38020&amp;amp;subd=outrapolitica&amp;amp;ref=&amp;amp;feed=1" width="1" height="1"&gt;</content><author><name>Outra politica</name></author><source gr:stream-id="feed/http://outrapolitica.wordpress.com/feed/"><id>tag:google.com,2005:reader/feed/http://outrapolitica.wordpress.com/feed/</id><title type="html">Outra Política</title><link rel="alternate" href="http://outrapolitica.wordpress.com" type="text/html" /></source></entry></feed>
