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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão Bueno relembra época do vale-tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 21:05:47 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_246813" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246813" class="wp-image-246813 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246813" class="wp-caption-text">Chicão Bueno começou a lutar Vale-Tudo nos anos 90 – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A relação de Francisco “Chicão” Bueno com as artes marciais começou muito antes de ele pensar em se tornar lutador profissional. Aos três anos de idade, o Judô foi a porta de entrada para uma trajetória que já dura cinco décadas e passou por diferentes modalidades, países e algumas das principais organizações do MMA em sua época. Para Chicão, porém, a luta sempre representou algo maior do que a competição.</p>
<p>Ainda criança, Chicão também teve contato com o Taekwondo. A experiência, no entanto, durou pouco. Por ser muito novo, acabou não podendo continuar na academia do renomado mestre Kim. Mais tarde, vieram o Karatê, o Boxe, o Muay Thai e, posteriormente, o Jiu-Jitsu e o Wrestling. O contato com diferentes estilos teve papel fundamental em sua formação. Em vez de enxergar as modalidades de maneira isolada, Chicão passou a absorver características de cada uma delas e, com o tempo, desenvolveu uma maneira própria de trabalhar.</p>
<p>“Cada modalidade acrescentou demais à minha formação como ser humano. O Judô é uma disciplina incrível, o Karate, o Boxe, o Muay Thai, o Jiu-Jitsu, o Wrestling também. Acho que tudo fez parte da minha formação e, criei também, junto com isso tudo, um sistema meu”, explica.</p>
<p><strong>Dos Estados Unidos ao início do Vale-Tudo profissional</strong></p>
<p>A busca por novas experiências levou Chicão aos Estados Unidos em 1997, quando recebeu um convite de um empresário. Na Califórnia, passou a participar de diversos eventos de Vale-Tudo, em uma época em que o esporte ainda estava distante da estrutura e da popularidade que o MMA alcançaria nos anos seguintes.</p>
<p>“Cheguei nos Estados Unidos em 97, a convite do empresário, e aí fiz várias lutas. Tinham muitas lutas naquela época que não são mencionadas hoje. São os eventos que tinham em San Pedro, na Califórnia. Eu lutei muitas, muitas vezes. Era Vale-Tudo, na verdade, não era nem o MMA, nem o No Holds Barred, era Vale-Tudo mesmo, real”, relembra.</p>
<div id="attachment_246814" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246814" class="wp-image-246814 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246814" class="wp-caption-text">Atualmente Chicão treina lutadores de alto nível como Carlos Mota Tizil, ex-campeão da LFA – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Um ano depois, em 1998, Chicão recebeu o convite para participar da primeira edição do ADCC. Ele chegou à final, mas uma lesão o impediu de disputar o combate decisivo. A estreia no MMA profissional só aconteceria em 1999, no IVC, quando teve pela frente o lutador americano Jason Godsey. A partir dali, Chicão passou a buscar definitivamente uma carreira como atleta de alto rendimento.</p>
<p>“Eu buscava realmente ali uma carreira como atleta de alto rendimento. E, depois do IVC, tive oportunidade de lutar em grandes organizações da época como o Meca, o Cage Warriors, o WVC e o maior deles, o Pride. Aí começou um outro nível de competição”.</p>
<p>Foi justamente nessa fase que Chicão passou a integrar uma geração histórica do esporte. O peso-pesado brasileiro teve a oportunidade de competir em diferentes organizações e chegou ao Pride, então uma das maiores vitrines do MMA mundial. Entre suas experiências mais marcantes está o confronto com o ucraniano Igor Vovchanchyn no Pride 8, que ocorreu em 1999. Para Chicão, a luta teve um impacto que ultrapassou o resultado esportivo.</p>
<p>“O período mais marcante realmente foi a vitória contra o Satoshi Honma, que me botaram de escada, e também a derrota para o Igor Vovchanchyn, que, enfim, me congelou um pouco. Eu não estava emocionalmente pronto naquele momento. Mas a vida não é só feita de vitória. E as derrotas, às vezes, podem ser vitórias também. E vice-versa, dependendo de como você olha para a coisa.”</p>
<div id="attachment_246815" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246815" class="wp-image-246815 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3.jpg" alt="" width="800" height="820" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-293x300.jpg 293w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-768x787.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-146x150.jpg 146w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246815" class="wp-caption-text">Chicão foi formado por André Pederneiras e hoje é faixa coral de Jiu-Jitsu – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A formação construída desde a infância também ganhou reconhecimento dentro do Jiu-Jitsu. Faixa-preta formado por André Pederneiras, Chicão recebeu a graduação à faixa-coral, um marco que, para ele, representa muito mais do que uma faixa.</p>
<p>“Para mim, a faixa nunca foi uma coisa muito importante. É o que você carrega dentro, o que realmente vale. Mas, enfim, para o mundo, uma faixa-coral representa o tempo, o que você realizou no esporte, o que você conquistou dentro dos tatames, dos ringues, dos octógonos. Então a faixa-coral passou a ser um marco da minha história.”</p>
<p>Hoje, depois de décadas dedicadas às artes marciais, Chicão olha para trás e entende que todas as etapas fizeram parte de uma mesma formação. Para o faixa-coral, a maior conquista dessa jornada não está necessariamente nos títulos, cinturões ou graduações, mas na capacidade de continuar aprendendo e evoluindo.</p>
<p>“A arte marcial, realmente, é uma escola de vida. Acho que é uma oportunidade para você se reconectar com você mesmo. No final do dia, a coisa mais importante é a evolução. 1% a cada dia, ou 1% a cada ano, cada um no seu tempo. A arte marcial, realmente, é o autoconhecimento, é o maior tesouro que temos”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixa-coral-de-jiu-jitsu-chicao-bueno-relembra-epoca-do-vale-tudo-e-luta-contra-vovchanchyn-no-pride/">Faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão Bueno relembra época do vale-tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA prometem guerra e finalização em duelo sem kimono no Turris Invitational</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:55:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246809" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246809" class="wp-image-246809 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246809" class="wp-caption-text">Paulo Henrique “PH” e Aridriano “Diamante” se enfrentam em uma luta casada No Gi &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>De um lado, um manauara formado desde cedo na competição e que encontrou no Rio de Janeiro o caminho para viver exclusivamente da luta. Do outro, um atleta que começou no Jiu-Jitsu em um projeto social, migrou para o MMA ainda adolescente e construiu uma sequência de dez vitórias consecutivas. Agora, as trajetórias de Aridriano “Diamante” Carvalho e Paulo Henrique “PH” se cruzam no tatame do Turris Invitational. Faixas-pretas e atletas de MMA, os dois protagonizam uma luta casada No Gi, marcada para 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro. E, pelas promessas dos dois lados, quem espera uma luta amarrada pode se decepcionar.</p>
<p>Representante da Nova União, Aridriano começou no Jiu-Jitsu aos 9 anos, em um projeto social em Manaus. Após anos de competições, migrou para o MMA aos 17 e permaneceu invicto durante dois anos na cidade. A decisão de deixar o Amazonas e se mudar para o Rio colocou o atleta sob a orientação do mestre Dedé Pederneiras, que o graduou à faixa-preta. Hoje, treinando ao lado de nomes como José Aldo, Diamante garante que o peso do nome Charles do Bronx no córner adversário não muda sua postura.</p>
<p>“Quando falam do meu adversário e citam o nome do Charles do Bronx (atleta do UFC), isso não me intimida. Até porque quem vai estar lutando comigo é o Paulo. Então, para mim, isso não muda absolutamente nada. Sou manauara e estamos na minha área. Não temo nomes.”</p>
<p>Do outro lado estará PH, atleta da Charles Oliveira Gold Team que começou no Jiu-Jitsu aos 11 anos e chegou ao MMA aos 13. Profissional desde os 18, construiu uma impressionante série de dez vitórias seguidas entre 2021 e 2025, além de somar dez triunfos por finalização na carreira. A vitória sobre Hugo Paiva no LFA 209, em uma guerra decidida por decisão dividida, abriu as portas para sua participação no Contender Series do UFC. No Turris Invitational, porém, PH promete voltar às origens e transformar o confronto em uma disputa de ritmo e agressividade.</p>
<p>“Não sou esse cara que vocês vão ver enchendo linguiça. Podem esperar de mim um show. Não vou lutar para vencer por pontos, vou entrar para buscar a finalização. Pode ter certeza que no dia 14 de novembro estarei no Rio de Janeiro pronto para sair na porrada”, disse PH.</p>
<p>A resposta de Diamante segue a mesma linha. Para o atleta da Nova União, a luta também não deve ser decidida por pontos. “Meu jogo é um só: entrar para finalizar e não amarrar a luta. Meu adversário pode esperar bastante ritmo, pressão e ataques o tempo todo, em todas as áreas. Qualquer brecha que ele der, eu vou tentar finalizar”, garantiu Aridriano.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixas-pretas-de-jiu-jitsu-e-atletas-de-mma-prometem-guerra-e-finalizacao-em-duelo-sem-kimono-no-turris-invitational/">Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA prometem guerra e finalização em duelo sem kimono no Turris Invitational</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como jornalista marcial transformou histórias em negócio na indústria do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:45:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A relação de Vitor Freitas com o Jiu-Jitsu começou cedo, influenciada pelo pai. Depois de um período afastado, ele retornou ao esporte, mas percebeu que, naquele momento, não teria tempo para se dedicar aos treinos e competir. A solução foi encontrar outra maneira de permanecer próximo dos tatames: criou um blog para contar as conquistas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246272" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246272" class="wp-image-246272 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246272" class="wp-caption-text">O jornalista Vitor Freitas atua no mercado de Grappling há mais de uma década &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>A relação de Vitor Freitas com o Jiu-Jitsu começou cedo, influenciada pelo pai. Depois de um período afastado, ele retornou ao esporte, mas percebeu que, naquele momento, não teria tempo para se dedicar aos treinos e competir. A solução foi encontrar outra maneira de permanecer próximo dos tatames: criou um blog para contar as conquistas da irmã e buscar visibilidade para possíveis patrocinadores. O projeto acabou abrindo as portas para uma carreira no jornalismo esportivo.</p>
<p>O ponto de virada aconteceu quando Vitor conseguiu entrevistar Fernando Tererê, uma das lendas do Jiu-Jitsu. A matéria viralizou e chegou à Graciemag, que o convidou para ser estagiário. Foram quatro anos de aprendizado e construção de repertório até a criação de sua própria agência de assessoria de comunicação. Em 2021, nasceu a VF Comunica, mídia especializada em Jiu-Jitsu. “Desde então venho trabalhando e ajudando a documentar a história dos atletas, dando visibilidade às conquistas e impulsionando o crescimento do Jiu-Jitsu. É uma indústria gigante em construção.”</p>
<p><strong>De cobertura a construção de histórias</strong></p>
<p>Na visão de Vitor, jornalista por formação e referência na comunicação do Jiu-Jitsu, o mercado já produzia muito conteúdo, mas ainda existia uma lacuna importante: transformar informação em narrativa. “Eu enxergava um mercado muito preocupado em mostrar o que acontecia, mas pouco preocupado em explicar por que aquilo importava. O Jiu-Jitsu já tinha grandes atletas, histórias e rivalidades. O que faltava era contexto, narrativa e distribuição.”</p>
<p>Foi justamente nesse espaço que a VF Comunica encontrou sua identidade. “Não apenas para cobrir o esporte, mas para transformar acontecimentos em histórias, atletas em personagens e momentos em memória.” Para ele, a modalidade sempre teve grandes personagens. O desafio era fazer com que essas histórias alcançassem um público maior.</p>
<p>Essa mudança de perspectiva também alterou a maneira de enxergar o atleta. “Resultado chama atenção por um momento, mas história cria conexão.” Segundo Vitor, compreender o personagem, o contexto e o que está em jogo permite transformar uma luta em um produto de mídia mais relevante para fãs, eventos e patrocinadores.</p>
<p>A evolução do mercado também passou a ser percebida no comportamento de atletas, organizações e empresas. “Atletas passaram a entender que comunicação não era apenas postar uma foto depois da medalha. Eventos começaram a pensar mais em narrativa, bastidores e construção prévia. E empresas passaram a enxergar o Jiu-Jitsu não só como espaço de exposição, mas como uma comunidade capaz de gerar conexão e negócio.”</p>
<p>Para Vitor, que já cobriu centenas de eventos in loco ao longo de sua jornada, o momento mais significativo foi quando a VF Comunica deixou de ser procurada apenas para fazer cobertura e passou a participar da estratégia de projetos. “Pensar a história, o posicionamento, o conteúdo e a forma como aquilo chegaria ao público. Foi aí que eu percebi que o trabalho estava indo além da mídia. Estava ajudando o mercado a entender melhor o valor da própria comunicação.”</p>
<p>O próximo passo, na sua visão, é fazer com que o crescimento do Jiu-Jitsu aconteça também fora do tatame. Para isso, será necessário transformar atletas, eventos e histórias em marcas cada vez mais fortes e capazes de gerar valor para além dos resultados competitivos. “O esporte já tem atletas, eventos, rivalidades e uma comunidade global muito forte. O que falta agora é transformar tudo isso em marcas mais fortes, histórias mais bem contadas e produtos que tenham valor também fora da competição”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-jornalista-marcial-transformou-historias-em-negocio-na-industria-do-jiu-jitsu/">Como jornalista marcial transformou histórias em negócio na indústria do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A trilogia mais decisiva da temporada 2026 da Copa Prime</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-trilogia-mais-decisiva-da-temporada-2026-da-copa-prime/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-trilogia-mais-decisiva-da-temporada-2026-da-copa-prime</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 23:13:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Copa Prime]]></category>
		<category><![CDATA[Gold Card]]></category>
		<category><![CDATA[trilogia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada 2026 da Copa Prime de Jiu-Jitsu entra agora em sua fase mais decisiva. No dia 13 de setembro, em Porto Alegre, começa a Grand Prime, trilogia que concentra duas das maiores disputas desta reta final: a conquista do GOLD CARD, passaporte que garantirá aos campeões da trilogia um lugar na Copa dos Campeões,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246802" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-300x200.jpg" alt="" width="1220" height="813" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1220px) 100vw, 1220px" /></p>
<p>A temporada 2026 da Copa Prime de Jiu-Jitsu entra agora em sua fase mais decisiva. No dia 13 de setembro, em Porto Alegre, começa a Grand Prime, trilogia que concentra duas das maiores disputas desta reta final: a conquista do GOLD CARD, passaporte que garantirá aos campeões da trilogia um lugar na Copa dos Campeões, e pontos fundamentais para a definição do TOP RANKING 2026.</p>
<p>O GOLD CARD representa mais do que uma classificação. É o direito conquistado no tatame de chegar ao palco em que estarão reunidos os grandes campeões da temporada.</p>
<p>Ao longo do ano, atletas garantiram seu lugar através da Summer Prime, da Tríplice Coroa e do Card Especial. Agora, a Grand Prime fecha esse ciclo e define os nomes que completarão o seleto grupo da Copa dos Campeões 2026.</p>
<p>E enquanto alguns atletas entram na Grand Prime em busca desse passaporte, outros chegam às três etapas defendendo posições, encurtando diferenças e somando pontos que podem definir quem terminará o ano consagrado como TOP RANKING de sua categoria.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246803" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-300x189.jpg" alt="" width="943" height="594" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-1024x646.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-768x484.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-150x95.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /></p>
<p>Por isso, cada luta ganha um significado ainda maior. De um lado, o GOLD CARD e a oportunidade de chegar à Copa dos Campeões. Do outro, uma temporada inteira em jogo na corrida pelo TOP RANKING 2026.</p>
<p>É nesse cenário que começa a Grand Prime. As inscrições estão abertas pelo site prosports.soucompetidor.com.br.</p>
<p>PASSAPORTE GRAND PRIME: Para os atletas que pretendem disputar toda a trilogia, a organização disponibilizou o Passaporte Grand Prime, que reúne antecipadamente as inscrições para as três etapas: 13 de setembro, 18 de outubro e 8 de novembro.</p>
<p>O passaporte poderá ser adquirido até o dia 9 de setembro, às 15h, com possibilidade de pagamento em até três vezes no cartão.</p>
<p>Leitores da GRACIEMAG garantem desconto especial utilizando o voucher #GracieMagPrime. Escreva seu nome na história. Seja Prime!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246804" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-300x200.jpg" alt="" width="958" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trilogia-mais-decisiva-da-temporada-2026-da-copa-prime/">A trilogia mais decisiva da temporada 2026 da Copa Prime</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você sabe por que o dia 6 de Setembro é uma data histórica para o Jiu-Jitsu no Brasil e no mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[academia Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquela edição do velho “Jornal do Brasil” trazia poucas fotografias e textos suculentos, como de hábito. Os assuntos eram os de sempre, manjados pelos leitores no Rio de Janeiro: Flamengo encara o time do Vasco da Gama, escaramuças em Cuba e na Argentina, joias furtadas por gatunos no bairro da Glória. Muita empolgação em torno&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246796" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246796" class="wp-image-246796 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246796" class="wp-caption-text">Carlos Gracie, seu sócio Donato Pires e George Gracie: os fundadores da academia em 1930&nbsp; &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Aquela edição do velho “Jornal do Brasil” trazia poucas fotografias e textos suculentos, como de hábito. Os assuntos eram os de sempre, manjados pelos leitores no Rio de Janeiro: Flamengo encara o time do Vasco da Gama, escaramuças em Cuba e na Argentina, joias furtadas por gatunos no bairro da Glória. Muita empolgação em torno do bloco “Sou eu mesmo”, com seu som de jazz. Havia também dicas importantes para curar hemorróidas e uma coluna com palpites quentes para jogar no bicho. Epa, não há como se enganar: trata-se de um jornal antigo mesmo, do início dos anos 1930.</p>
<p>Espiando melhor, o leitor fica por dentro das promissoras minas de diamante em Mato Grosso, do sucesso do filme sonoro “O veleiro de Shangai” e repara que, na arbitragem do Fla-Vas, está o notório lutador e professor de artes marciais Manoel Rufino dos Santos. Infelizmente nada sobre a novíssima música “Com que roupa?”, o primeiro sucesso de Noel Rosa dos 259 sambas que faria em vida.</p>
<p>A reportagem de maior valor de fato estava nas páginas esportivas, entre notas sobre remo, ping-pong, voleibol e turfe, com menções aos potros Gringazo, Urubu e Adios Amigos.</p>
<p>O jornal anunciava a inauguração de um novo espaço, ideal para jovens interessados num esporte que não se baseava só na força, mas na inteligência. Na noite de sábado, 6 de setembro de 1930, véspera de feriado, abrira a Academia de Jiu-Jitsu do Rio de Janeiro, na rua Marquês de Abrantes, número 106. Uma noite histórica na então capital do país.</p>
<p>Meses antes, em julho, realizara-se no Uruguai a primeira Copa do Mundo de futebol. O Empire State Building começava a ser construído em Nova York, e Plutão acabara de ser descoberto por um astrônomo americano. O clube de futebol do São Paulo também era fundado. E, em poucos dias, o fã de boxe Getúlio Vargas assumiria o governo do Brasil, após um dramático golpe de estado. No Rio, porém, o papo era o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Dirigida por Donato Pires dos Reis, inspetor fiscal e recém-chegado do Pará, a Academia teria aulas de defesa pessoal ministradas por dois talentos do esporte: o professor Carlos Gracie, 28 anos, e o seu irmão e aluno, o promissor monitor George Gracie, de 18.</p>
<p>Os tatames da Academia de Jiu-Jitsu, de acordo com o “Jornal do Brasil” e outros diários, foram inaugurados com uma série de apresentações de defesa de golpes de faca. Professor Carlos Gracie fez um combate de exibição com um voluntário, praticante da luta romana, Edgard Santos Rocha, e finalizou o grandalhão de 90kg em 2min40s.</p>
<p>Para declarar aberta a escola, nada de garrafas de champanhe, e sim um inebriante discurso proferido pelo redator Alarico Cintra, poeta, historiador e autor de livros infantis, um dos primeiros matriculados na academia.</p>
<p>Relembre as palavras de mestre Alarico, naquela noite memorável:</p>
<p>“Meus senhores,</p>
<p>Aos dignos representantes da imprensa desta capital, desde já manifestam, por meu intermédio, os professores Donato Pires dos Reis, Carlos Gracie e George Gracie, efusivos agradecimentos pela honra de suas presenças nesta sala. Onde, preliminarmente, eles vão demonstrar o melhor método de defesa pessoal até hoje conhecido para o homem fino, incapaz de se afeiçoar a armas de fogo e a instrumentos fatais ao nosso semelhante.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu, esse recurso formidável de defesa pessoal, está sempre conosco, caracterizando o sistema de luta a prudência e a segurança com que, armados nós, apenas com as forças naturais dos nossos órgãos, pelo conhecimento dos pontos melindrosos do corpo humano e dos golpes infalíveis para pormos em xeque as articulações do agressor, serenamente podemos reagir na contingência dos ataques dos maus, dos degenerados, dos perversos, que avultam na coletividade social.</p>
<p>“Nossos assistentes aqui, pela visão dos fatos, ficarão habilitados a afirmar aos aquinhoados de bíceps de atletas, covardemente usados muitas vezes em cima dos fracos, na mansa despreocupação de que jamais poderão ser dominados, que precisam dosar suas atitudes de atrevimentos e provocações, tão próprias de certos indivíduos pandos de arrogância.</p>
<p>“Todo aquele que se tornar senhor dos segredos das chaves do Jiu-Jitsu ficará apto a fechar os instintos do mau, do tarado, do assassino, na sala escura de sua própria consciência. Vai ser capaz de dominar, sem custo, criaturas nocivas nos meios sociais, criaturas que não valem o clássico tiro das suas vítimas, de repercussões dolorosas, num lar até então feliz, cheio de bondade, só um chefe que se viu arrastado ao assassínio pela contingência orgânica da sua inferioridade física.</p>
<p>“A defesa social encontra, portanto, no Jiu-Jitsu, o melhor meio de realizações proveitosas, fora do campo das violências deprimentes a que recorrem as autoridades para dominarem os desordeiros que, na maioria dos casos, habitualmente aparecem como heróis de desordens pela ilusão em que vivem de ninguém lhes surgir à frente a lhes exprobrar os desatinos.</p>
<p>“Meus distintos amigos, professores Donato Pires dos Reis, Carlos Gracie e George Gracie são mestres de Jiu-Jitsu – esse meio excelente de lutar, generalizado entre os nipônicos pigmeus, transformados assim em dominadores de gigantes. Os três já se manifestaram, pelos termos das cartas às redações de jornais, como homens decididos às corporificações das suas promessas, desde quando se propõem a medir vantagens contra qualquer pessoa habilitada, de qualquer outra escola de luta corporal.</p>
<p>“Não devo, assim, prosseguir na luta com as palavras. Também os prospectos da Academia de Jiu-Jitsu habilitarão melhor os dignos senhores representantes da imprensa a conceituarem sobre o patriótico empreendimento que marcará, sem dúvida, um grande acontecimento de palpitante desinteresse da nossa mocidade, ainda empolgada por esportes nos quais, geralmente, a força – e não a inteligência – continua a definir e apontar os campeões, os vitoriosos. Avante!</p>
<p>“Que as almas dos fracos de corpo escutem, pelos quatro cantos do Brasil, as nossas palmas de animação à esta benemérita trindade patrícia – os senhores Donato, Carlos e George – que se propõe a diminuir as estatísticas dos assassínios e os hóspedes dos cárceres.”</p>
<p>Há quase cem anos. Direto do túnel do tempo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Filmagens do Rio em 1930 - Rio de Janeiro" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/NcpI4t2ge90?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-sabe-por-que-o-dia-6-de-setembro-e-uma-data-historica-para-o-jiu-jitsu-no-brasil-e-no-mundo/">Você sabe por que o dia 6 de Setembro é uma data histórica para o Jiu-Jitsu no Brasil e no mundo?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nacional GFTeam celebra união da equipe e fortalece investimento nos atletas de alto rendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[GFTeam]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246793" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246793" class="wp-image-246793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246793" class="wp-caption-text">O Nacional GFTeam reúne filiais de todo o Brasil e destina a renda para apoiar competidores nos maiores campeonatos do mundo &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>No dia 20 de setembro, a GFTeam realiza mais uma edição do Nacional GFTeam, um dos principais eventos do calendário da equipe. O campeonato representa um momento de encontro entre professores, atletas e líderes das filiais, além de ser uma importante ferramenta para financiar a carreira dos atletas de alto rendimento. À frente da organização dos eventos da equipe, Serginho Miranda, coordenador de eventos da GFTeam, destaca que o Nacional é uma oportunidade de celebrar não apenas os resultados conquistados nos tatames, mas também o trabalho realizado diariamente em cada filial.</p>
<p>“Esse evento é uma oportunidade dos professores e líderes das filiais se encontrarem, confraternizarem e juntos celebrarem a grandeza da equipe, celebrarem tantas conquistas que cada filiado ajudou a conquistar, graças ao trabalho coletivo que todos nós desenvolvemos”, afirma Serginho.</p>
<p>Uma das principais funções do Nacional está justamente fora do tatame. Há muitos anos, toda a renda arrecadada com o evento é destinada ao apoio aos atletas de alto rendimento da GFTeam. O recurso é utilizado para custear despesas fundamentais para a participação dos competidores nos principais torneios do mundo.</p>
<p>“O Nacional GFTeam é a nossa principal ação do ano referente aos nossos atletas de alto rendimento. Há muitos anos toda renda arrecadada no evento é destinada para os atletas. Passagens, inscrições e hospedagem nos maiores eventos do mundo são custeadas pela equipe para nossos principais atletas”, explica.</p>
<div id="attachment_246794" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246794" class="wp-image-246794 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246794" class="wp-caption-text">O professor Serginho Miranda é o coordenador dos eventos da GFTeam &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Para Serginho, a força da GFTeam não pode ser medida apenas pelos títulos conquistados em determinadas competições. Segundo ele, a diversidade da equipe, presente em diferentes faixas etárias, graduações e perfis de praticantes, é um dos seus maiores diferenciais. “Já é um fato que há anos somos uma das cinco maiores equipes de Jiu-Jitsu do mundo. E, se pensarmos em diversidade, talvez sejamos a maior. Venho falando que uma equipe campeã mundial por equipes não necessariamente é a maior ou melhor equipe do mundo”, afirma.</p>
<p>Na visão do coordenador, a grandeza de uma equipe está também na capacidade de produzir resultados e oferecer espaço para diferentes perfis de praticantes. “A grandeza de uma equipe se mede pelo tamanho e resultados, sim, mas principalmente pela diversidade de ter todo tipo de aluno, competidores e estilos. A GFTeam faz resultados em todas as idades e faixas, desde o baby até o master 5, 6 e 7. Essa é nossa maior riqueza e grandeza. Além disso, somos uma das poucas equipes que têm um trabalho social muito forte devido às nossas origens e à nossa essência”, destaca.</p>
<p>A mobilização dos professores e filiados para o Nacional também representa, segundo Serginho, a manutenção de uma característica que acompanha a GFTeam desde sua origem: a união. Para ele, a participação das filiais é fundamental para que o evento alcance sua dimensão e, consequentemente, continue gerando benefícios para toda a equipe. “Nosso lema é ‘Sou porque somos’. E todos os nossos filiados sabem disso. Praticamente isso: somos a equipe mais unida do mundo. Hoje somos gigantes, mas somos as mesmas pessoas desde 1997”, afirma.</p>
<p><strong>Jiu-Jitsu como transformação</strong></p>
<p>Mais do que demonstrar força dentro do esporte, Serginho acredita que o Nacional também serve para reforçar uma mensagem que está diretamente ligada à essência da GFTeam: o poder transformador do Jiu-Jitsu. “Nossa missão é transformar a vida das pessoas para melhor através do Jiu-Jitsu. Nossa origem é do subúrbio, onde a maioria vem de uma classe social desfavorecida, não só financeiramente, mas muitas vezes também de estrutura familiar, afeto, educação e etc. Sabemos o quanto o esporte é capaz de mudar essa realidade”, conclui.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Nacional GFTeam 2019" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/xz2adY1-Rko?start=53&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Quais as finalizações mais marcantes da história do octógono? UFC elege as 100 melhores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 19:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jiu-Jitsu faz parte da essência do MMA desde os primeiros eventos do UFC. Para celebrar essa história, a organização elegeu as 100 melhores finalizações já protagonizadas no octógono, em uma seleção que atravessa diferentes gerações do esporte. Entre os momentos que ajudam a contar essa trajetória estão os protagonizados por grandes nomes do Jiu-Jitsu,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149419" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-149419" class="wp-image-149419 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/charles-do-bronx-ufc-on-fox-2-b-3.jpg" alt="A fera do Jiu-Jitsu Charles do Bronx no momento chave da finalização na panturrilha. Foto: UFC" width="700" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/charles-do-bronx-ufc-on-fox-2-b-3.jpg 700w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/charles-do-bronx-ufc-on-fox-2-b-3-300x217.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/charles-do-bronx-ufc-on-fox-2-b-3-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-149419" class="wp-caption-text">A fera do Jiu-Jitsu Charles do Bronx no momento chave da finalização na panturrilha. Foto: UFC</p></div>
<p class="p1">O Jiu-Jitsu faz parte da essência do MMA desde os primeiros eventos do UFC. Para celebrar essa história, a organização elegeu as 100 melhores finalizações já protagonizadas no octógono, em uma seleção que atravessa diferentes gerações do esporte.</p>
<p class="p1">Entre os momentos que ajudam a contar essa trajetória estão os protagonizados por grandes nomes do Jiu-Jitsu, como Royce Gracie, pioneiro na consolidação da arte suave no UFC; Demian Maia, um dos maiores especialistas em finalizações da história do MMA; e Charles “Do Bronx” Oliveira, recordista de finalizações na organização.</p>
<p class="p1">De chaves de braço e triângulos a mata-leões e chaves de pé, a compilação mostra a eficiência, a criatividade e a evolução do Jiu-Jitsu no maior palco do MMA mundial.</p>
<p class="p1">São 100 exemplos de como a arte suave continua sendo uma das armas mais poderosas dentro do octógono. Oss</p>
<p><iframe loading="lazy" title="100 UFC SUBMISSIONS" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/V6N9eZw70b8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quais-as-finalizacoes-mais-marcantes-da-historia-do-octogono-ufc-elege-as-100-melhores/">Quais as finalizações mais marcantes da história do octógono? UFC elege as 100 melhores</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Campeão no Japão, Carlos Mota Tizil reflete sobre as vantagens e desvantagens de subir de categoria no MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 18:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Mota Tizil]]></category>
		<category><![CDATA[knock out]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Mota “Tizil” terá mais um desafio internacional no próximo dia 5 de setembro, no Japão. Atual campeão do Knock Out na categoria até 57kg, o brasileiro volta à organização para enfrentar o japonês Hikaru Fukunaga, desta vez em um desafio pela divisão até 60kg. Será a segunda vez que o ex-lutador do UFC compete&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246781" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246781" class="wp-image-246781 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil3.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil3-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246781" class="wp-caption-text">Tizil é campeão da divisão até 57kg do Knock Out – Foto: divulgação</p></div>
<p>Carlos Mota “Tizil” terá mais um desafio internacional no próximo dia 5 de setembro, no Japão. Atual campeão do Knock Out na categoria até 57kg, o brasileiro volta à organização para enfrentar o japonês Hikaru Fukunaga, desta vez em um desafio pela divisão até 60kg. Será a segunda vez que o ex-lutador do UFC compete nessa categoria acima de seu peso habitual. Por isso, o brasileiro sabe que precisará estar atento à diferença física, principalmente à força do adversário.</p>
<p>“Vou lutar em uma categoria acima, então tenho que tomar cuidado com a força. Vou sentir isso na hora e ver se ele realmente tem esse poder. Se for preciso, vamos mudar o jogo durante a luta”, afirmou.</p>
<p>Fukunaga chega ao confronto com um cartel de 10 vitórias e quatro derrotas e experiência no boxe profissional. Para Tizil, o estilo do japonês pode proporcionar um confronto movimentado, mas ele garante estar preparado para qualquer cenário. “Ele usa bem o boxe e tem experiência no boxe profissional, mas é um cara que gosta de lutar, então vou esperar de tudo. Estou pronto para isso”, analisou.</p>
<p>Apesar de já ter uma estratégia definida para o combate, Tizil não descarta mudanças durante a luta. A experiência adquirida ao longo dos últimos desafios fez o brasileiro entender que é preciso estar preparado para adaptar o plano conforme o confronto se desenvolve. “Tenho uma estratégia para essa luta, mas sabemos que luta é luta. Tudo pode mudar, tudo pode acontecer. O ideal é estar pronto em todas as áreas, e eu estou”, destacou o ex-campeão da LFA.</p>
<p><strong>De olho em mais um cinturão</strong></p>
<p>Como a luta será realizada até 60kg, o cinturão que Tizil conquistou nos 57kg não estará em jogo. Ainda assim, o resultado pode ter grande impacto nos próximos passos do brasileiro dentro do Knock Out. Uma vitória pode abrir duas possibilidades: o retorno à divisão até 57kg para defender seu título ou uma oportunidade de disputar o cinturão dos 60kg.</p>
<div id="attachment_246782" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246782" class="wp-image-246782 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/tizil1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246782" class="wp-caption-text">Tizil vai em busca de mais uma vitória no Japão – Foto: divulgação</p></div>
<p>A possibilidade de conquistar títulos em diferentes categorias é um reflexo do momento vivido pelo atleta. Depois de enfrentar períodos de inatividade durante a carreira, Tizil agora comemora a oportunidade de lutar com maior frequência e entende que a sequência de combates tem sido fundamental para sua evolução.</p>
<p>“Eu estou em um momento muito bom da minha carreira. Estou lutando com mais frequência, e eu precisava disso para evoluir. Se você olhar o meu currículo no MMA, tive aproximadamente seis anos de pausas entre as lutas, e eu estava apenas treinando. Agora estou evoluindo, lutando e fazendo meu nome crescer cada vez mais”, explicou.</p>
<p>A ambição, porém, vai além de uma simples vitória sobre Fukunaga. Tizil acredita que um novo triunfo poderá colocá-lo diante de mais uma disputa internacional de cinturão, desta vez em uma categoria diferente. ”Vencendo essa luta, vou disputar mais um cinturão internacional em outra categoria. Não vejo nenhum peso-mosca fora do UFC fazendo esse barulho internacional”, concluiu.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DbjG0hivaqb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DbjG0hivaqb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Carlos Mota | Knockout Fighter | RIZIN Fighter (@mota_tizil)</a></p>
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		<title>Turris Invitational: revanche coloca dois talentos da nova geração frente a frente no Jiu-Jitsu sem kimono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 18:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Turris Invitational]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um confronto recente já deixou suas marcas, mas agora o cenário será diferente. Júlio César Suzigan Martins e Mateus Alexandrino dos Santos Martins voltam a se enfrentar no Turris Invitational, no dia 14 de novembro, em uma luta casada No Gi entre faixas-marrons. O reencontro coloca frente a frente dois atletas de alto nível, acostumados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246776" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246776" class="wp-image-246776 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-julio-mateus.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-julio-mateus.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-julio-mateus-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-julio-mateus-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-julio-mateus-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246776" class="wp-caption-text">Júlio César Suzigan e Mateus Alexandrino se reencontram em um duelo No Gi &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Um confronto recente já deixou suas marcas, mas agora o cenário será diferente. Júlio César Suzigan Martins e Mateus Alexandrino dos Santos Martins voltam a se enfrentar no Turris Invitational, no dia 14 de novembro, em uma luta casada No Gi entre faixas-marrons. O reencontro coloca frente a frente dois atletas de alto nível, acostumados a treinar em equipes de referência e a buscar espaço entre os grandes nomes da nova geração.</p>
<p>Júlio começou no Jiu-Jitsu aos oito anos, em um pequeno projeto de sua cidade, inspirado pelo pai. Hoje, integra a Ágora, equipe comandada por Diogo “Baby Shark” Reis, e chega ao evento com um currículo expressivo: é tricampeão Mundial da IBJJF, octacampeão Brasileiro e campeão da seletiva do ADCC.&nbsp;“Meu foco ainda está no&nbsp;ADCC (que ocorre nos dias 12 e 13 de setembro na Polônia), mas já mentalizo como será a preparação braba para o Turris Invitational.”</p>
<p>A relação com Baby Shark também ganhou um novo capítulo com a criação da Ágora, e Júlio destaca a importância de trabalhar ao lado do novo líder. “Diogo é uma das poucas pessoas que posso chamar de amigo. Sorte a minha que, além de amigo, ele é um dos caras mais técnicos do nosso esporte. Ele tem sido um ótimo líder.”</p>
<p>Do outro lado estará Mateus Alexandrino, atleta da Alliance Vila Olímpia. Faixa-marrom, ele treina com o tricampeão Mundial Michael Langhi e com Marcus Scooby, além de fazer o trabalho de No Gi com Rafa Okada. Campeão Mundial, bicampeão Pan-Americano e campeão Brasileiro da IBJJF, Mateus aposta em uma preparação focada no ritmo e no desenvolvimento do próprio jogo. “Estou treinando No Gi todos os dias e o meu foco está sendo ajustar o meu jogo sem pano, pensando em mim e não exclusivamente no meu adversário.”</p>
<p>Mateus sabe que terá pela frente um atleta que gosta de impor intensidade e chegar às suas melhores posições. Por isso, pretende evitar que Júlio consiga estabelecer o ritmo que costuma ditar seus combates.“Sei que ele é um atleta que coloca muito ritmo em suas melhores posições, então não quero que ele se encontre na luta.”</p>
<p>O ingrediente extra está no fato de os dois já terem se enfrentado este ano. Júlio reconhece a qualidade do adversário, mas chega ao reencontro confiante em repetir o resultado anterior. “Tenho muito respeito pelo trabalho dele. Já nos enfrentamos esse ano e minha expectativa é ter o mesmo resultado da luta passada”, concluiu.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/turris-invitational-revanche-coloca-dois-talentos-da-nova-geracao-frente-a-frente-no-jiu-jitsu-sem-kimono/">Turris Invitational: revanche coloca dois talentos da nova geração frente a frente no Jiu-Jitsu sem kimono</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Preguiça dá o troco em Meregali e vence trilogia em São Paulo</title>
		<link>https://www.graciemag.com/preguica-da-o-troco-em-meregali-e-vence-trilogia-em-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=preguica-da-o-troco-em-meregali-e-vence-trilogia-em-sao-paulo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Preguiça]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[nicholas meregali]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Felipe Preguiça finalmente levou a melhor sobre Nicholas Meregali. No terceiro capítulo da rivalidade entre os dois, em duelo que ocorreu no último sábado ((29), em São Paulo, no Spaten Fight Night 3, Preguiça venceu o gaúcho por decisão unânime dos juízes em um duelo No Gi e encerrou a trilogia com a primeira vitória&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246766" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246766" class="wp-image-246766 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246766" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça superou Nicholas Meregali por decisão unânime &#8211; Foto divulgação Spaten Fight Night</p></div>
<p>Felipe Preguiça finalmente levou a melhor sobre Nicholas Meregali. No terceiro capítulo da rivalidade entre os dois, em duelo que ocorreu no último sábado ((29), em São Paulo, no Spaten Fight Night 3, Preguiça venceu o gaúcho por decisão unânime dos juízes em um duelo No Gi e encerrou a trilogia com a primeira vitória sobre o adversário.</p>
<p>Depois de perder os dois primeiros encontros por finalização, Preguiça entrou determinado a mudar a história do confronto. A estratégia funcionou, especialmente após uma queda logo no início da luta, que teve papel importante no resultado final. “Fiz a tática perfeita, e fui feliz naquela primeira queda. Foi muito importante para mim, é uma daquelas vitórias que ficam na carreira. Já enfrentei e venci vários grandes campeões e faltava o Nicholas”, disse Pena.</p>
<p>A vitória também chega em um momento importante para o mineiro, que embarca para a Polônia motivado para buscar mais um título no ADCC. “Agora vou para a Polônia ainda mais motivado para vencer no ADCC mais uma vez. Quero lutar de novo aqui, o evento é muito maneiro, melhor organização que já vi”, destacou.</p>
<div id="attachment_246767" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246767" class="wp-image-246767 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica3.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica3-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/preguica3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246767" class="wp-caption-text">Preguiça conquistou a primeira vitória sobre o rival &#8211; Foto: divulgação Spaten Fight Night</p></div>
<p>Do outro lado, Meregali reconheceu a atuação do rival e apontou justamente o momento que considera ter sido determinante para o resultado. Para o gaúcho, Preguiça foi eficiente ao aproveitar o armdrag e transformar a posição em vantagem na luta. “Mérito do Pena, que conseguiu aquele armdrag, ele foi muito bem. Mas estou feliz, voltando ao meu ritmo e quero lutar melhor no UFC BJJ, já em outubro”, afirmou Meregali.</p>
<p>O gaúcho também explicou que se decepcionou com o seu próprio gás. “Senti que eu cansei muito rápido, e num formato com três rounds de cinco minutos, quando a luta para muito, eu não consegui recuperar meu ritmo. “Para mim, a melhor regra para o Jiu-Jitsu profissional é 15 minutos sem rounds, a luta tem que ir num ritmo constante”, concluiu.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DcpYMLrjjnx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DcpYMLrjjnx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Combate (@combate)</a></p>
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		<title>Para o professor Léo Cunha, as lições de um seminário de Jiu-Jitsu vão muito além do tatame</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:39:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Líder da escola GB Santo Amaro, o faixa-preta Leonardo Cunha vivenciou diversas fases do Jiu-Jitsu. O professor começou garoto, no mítico dojo da primeira sede da Gracie Barra, no meio dos anos 1980, nas aulas do instrutor José Henrique Leão Teixeira. Léo competiu, parou, voltou, reaprendeu, ensinou. Hoje, o faixa-preta radicado em São Paulo é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246763" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246763" class="wp-image-246763 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/leo-cunha.jpg" alt="" width="800" height="560" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/leo-cunha.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/leo-cunha-300x210.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/leo-cunha-768x538.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/leo-cunha-150x105.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246763" class="wp-caption-text">Professor Léo Cunha, da Gracie Barra Santo Amaro – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Líder da escola GB Santo Amaro, o faixa-preta Leonardo Cunha vivenciou diversas fases do Jiu-Jitsu. O professor começou garoto, no mítico dojo da primeira sede da Gracie Barra, no meio dos anos 1980, nas aulas do instrutor José Henrique Leão Teixeira.</p>
<p>Léo competiu, parou, voltou, reaprendeu, ensinou. Hoje, o faixa-preta radicado em São Paulo é um grande entusiasta dos seminários. Onde ele gosta de escutar os mestres, enxergar novos detalhes, oferecer aos seus alunos uma ampliação dos horizontes.</p>
<p>Em conversa com o GRACIEMAG.com, Cunha relembra o que aprende de melhor nos seminários galácticos que organiza quase todo mês no seu dojo – e que já atraíram nomes como Rorion Gracie, Jean Jacques Machado, Rigan, Romulo Barral e tantas lendas do esporte.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Seminários complementam o estudo de Jiu-Jitsu e expandem o conhecimento dos novatos. E para o professor? Você também aprende?</strong></p>
<p><strong>LÉO CUNHA:</strong> Tenho 48 anos e pratico Jiu-jitsu desde os 5. Nunca estive em um seminário em que não aprendi uma novidade valiosa, um detalhe que havia me escapado. Para o aluno que pode estar presente, é um investimento que faz o nosso jogo melhorar muito.</p>
<p><strong>O que aprendeu de mais inusitado com o aulão de Rorion, um dos mestres que você volta e meia convida?</strong></p>
<p>A nossa alimentação precisa ser vista como um sistema de faixas. Quanto mais você se dedica, mas ela deixa nosso organismo preparado. Em relação ao atleta, a alimentação feita com sabedoria deixa qualquer pessoa preparada para lutar em seu potencial máximo. E você se sente bem o tempo todo, a qualquer dia, hora e local você se sente saciado, leve e pronto para encarar qualquer parada. Isso, no fim das contas, vale para o competidor e também para o sujeito que se vê em perigo, e tem a mente clara e a barriga leve para defender a família. No fim, isso rende frutos em qualquer ocasião. Você numa reunião vai sempre render mais que os colegas que se encheram de bife e alimentos pesados.</p>
<p><strong>Que conceito técnico você reaprendeu recentemente?</strong></p>
<p>Recebi os irmãos Machado há um tempo, Rigan e Jean Jacques. Pude conferir, em detalhes, como de fato o Jiu-jitsu é um esporte para pessoas inteligentes, pois a cada detalhe fazemos menos esforço. Nós não precisamos fazer quase nenhuma força quando sabemos criar alavancas e o espaço certo para utilizá-las.</p>
<p><strong>O multicampeão Romulo Barral também deu um seminário na GB Santo Amaro em 2026. Que minúcia sobre o jogo de guarda vocês puderam aprender?</strong></p>
<p>De fato, a guarda-aranha e a lasso dele são incríveis. Mas o mais engraçado no seminário dele é ouvir da fonte sobre os momentos em que ele resolveu “desafiar” e “questionar&#8221; conceitos sólidos no Jiu-Jitsu para criar o estilo dele de luta. Creio que isso é um procedimento comum nas mentes brilhantes. Você só entende a fundo o seu campo quando questiona por que aquilo é assim, e se não há como ajustar. <span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p><strong>Houve algum seminário que fez a turma sair de queixo caído com as técnicas, Léo?</strong></p>
<p>Não vou falar de um, vou falar de dois que ocorreram em sequência aqui em Santo Amaro. Tivemos outro dia o privilégio de receber o Royce numa noite mágica. Ele discursou com ideias totalmente voltadas para a defesa pessoal, para você estar blindado como um soldado num combate corpo a corpo, cercado de inimigos. Já na noite seguinte, recebemos o Jean Jacques Machado. Ele abriu o seminário assim: “O Jiu-jitsu não tem nada a ver com força, e sim com alavanca”. Me veio a luz: naquela semana, tive toda a certeza de que o Jiu-Jitsu é a arte marcial mais completa que existe, pois atende a todos os gostos, e ajuda em todas as missões.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O estrangulamento mais suave do Jiu-Jitsu? Aprenda com professor Léo Cunha, da GB em SP" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/4qdkno-tsrw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/para-o-professor-leo-cunha-as-licoes-de-um-seminario-de-jiu-jitsu-vao-muito-alem-do-tatame/">Para o professor Léo Cunha, as lições de um seminário de Jiu-Jitsu vão muito além do tatame</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Soldiers e Checkmat entram em rota de colisão no Turris Invitational</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Turris Invitational]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246757" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246757" class="wp-image-246757 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/turris-pablo-caio.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/turris-pablo-caio.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/turris-pablo-caio-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/turris-pablo-caio-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/08/turris-pablo-caio-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246757" class="wp-caption-text">Pablo Rosales e Caio Leite de Albuquerque se enfrentam em luta casada de kimono &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>De um lado, um atleta que acaba de vestir uma nova camisa e terá pela frente seu primeiro grande desafio representando a Soldiers. Do outro, um competidor que transformou o Jiu-Jitsu em ponto de virada na vida e chega embalado por uma temporada de grandes resultados. Pablo Rosales e Caio Leite de Albuquerque se enfrentam em uma luta casada de kimono, na faixa-roxa, no Turris Invitational, dia 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Caio começou no Jiu-Jitsu aos 13 anos, em Manhuaçu, interior de Minas Gerais. Acima do peso e enfrentando problemas com bullying, encontrou no esporte uma mudança de perspectiva. Apenas quatro meses depois de começar a treinar, conquistou o Brasileiro Kids e decidiu que queria construir sua vida no esporte.</p>
<p>A caminhada, porém, teve momentos difíceis. Depois de quase dois anos sem conquistar um campeonato no início da faixa-azul, Caio viveu uma grande virada. No ano passado, conquistou mais de 15 medalhas de ouro e terminou como campeão de cinco rankings diferentes. Agora, o atleta da Checkmat chega ao Turris com uma meta clara: vencer e, se possível, sair com o bônus de finalização da noite. “Eu espero sair com a vitória e com o bônus de finalização da noite.”</p>
<p>Do outro lado estará Pablo Rosales, que vive um novo momento na carreira. Recém-chegado à Soldiers, equipe liderada pelo tricampeão mundial absoluto Erich Munis, o faixa-roxa fará seu primeiro grande evento representando o time. A mudança também trouxe uma nova rotina de treinos e um ambiente que, segundo Pablo, tem sido fundamental para sua preparação. “A energia da academia é incrível, um ambiente muito cristão e muito agradável. Saber que eu estou do lado dos melhores do mundo é muito gratificante.”</p>
<p>Pablo conta que começou imediatamente a preparação para o confronto e que, desde o momento em que aceitou enfrentar Caio, colocou o duelo como prioridade. Antes da Soldiers, o atleta fazia parte da equipe de Melqui Galvão, mas decidiu deixar o time após os acontecimentos envolvendo o treinador.</p>
<p>Agora, com Soldiers e Checkmat frente a frente, o confronto coloca dois faixas-roxas em momentos distintos, mas com a mesma ambição: aproveitar a oportunidade oferecida pelo Turris Invitational para mostrar seu Jiu-Jitsu em um grande palco.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/soldiers-e-checkmat-entram-em-rota-de-colisao-no-turris-invitational/">Soldiers e Checkmat entram em rota de colisão no Turris Invitational</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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