<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030</id><updated>2024-11-01T03:34:25.646-07:00</updated><category term="APOIO AO DIREITO"/><category term="ARTES PLÁSTICAS"/><category term="BIBLIOTECA"/><category term="BIOLOGIA"/><category term="BIOLOGIA E. MÉDIO"/><category term="CIÊNCIAS"/><category term="CONHECIMENTOS BANCÁRIOS"/><category term="CONTABILIDADE"/><category term="CURSO DE CIÊNCIAS"/><category term="Carreiras/Motivacional"/><category term="DICAS PARA CONCURSOS"/><category term="DIREITO ADMINISTRATIVO"/><category term="DIREITO AMBIENTAL"/><category term="DIREITO CIVIL"/><category term="DIREITO CONSTITUCIONAL"/><category term="DIREITO DO CONSUMIDOR"/><category term="DIREITO DO TRABALHO"/><category term="DIREITO ELEITORAL"/><category term="DIREITO EMPRESARIAL"/><category term="DIREITO INTERNACIONAL"/><category term="DIREITO PENAL"/><category term="DIREITO PREVIDENCIÁRIO"/><category term="DIREITO PROCESSUAL CIVIL"/><category term="DIREITO PROCESSUAL PENAL"/><category term="DIREITO TRIBUTÁRIO"/><category term="DIREITO VÁRIOS"/><category term="ESPANHOL"/><category term="EXTRA - DICAS DE ESTUDO"/><category term="FILMES"/><category term="FILOSOFIA"/><category term="Filosofia E. Médio"/><category term="FÍSICA"/><category term="FÍSICA E. MÉDIO"/><category term="GEOGRAFIA"/><category term="GEOGRAFIA F."/><category term="GEOGRAFIA VÁRIOS"/><category term="HISTÓRIA"/><category term="HISTÓRIA DO BRASIL"/><category term="HISTÓRIA F."/><category term="HISTÓRIA GERAL"/><category term="INFORMÁTICA"/><category term="INGLÊS"/><category term="INGLÊS F."/><category term="LITERATURA"/><category term="LÍNGUA PORTUGUESA"/><category term="LÍNGUA PORTUGUESA F."/><category term="MATEMÁTICA"/><category term="MATEMÁTICA F."/><category term="MATEMÁTICA FINANCEIRA"/><category term="MATEMÁTICA VÁRIOS"/><category term="MÚSICA"/><category term="PORTUGUÊS"/><category term="QUÍMICA"/><category term="QUÍMICA E. MÉDIO"/><category term="RACIOCÍNIO LÓGICO"/><category term="SOCIOLOGIA"/><category term="TEATRO"/><category term="VD - GEOGRAFIA GERAL"/><category term="VD - HISTÓRIA MUNDIAL"/><category term="VD - MATEMÁTICA"/><category term="VD BIOLOGIA"/><category term="VD FÍSICA"/><category term="VD GEOGRAFIA DO BRASIL"/><category term="VD GRAMÁTICA"/><category term="VD HISTÓRIA DO BRASIL"/><category term="VD INGLÊS"/><category term="VD LITERATURA"/><category term="VD QUÍMICA"/><category term="VD REDAÇÃO"/><category term="stspres"/><title type='text'>GRATIS VIDEOAULAS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8318</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-4617889419372875445</id><published>2012-09-17T16:25:00.002-07:00</published><updated>2012-12-03T15:57:42.621-08:00</updated><title type='text'>Dez lições de economia austríaca - Terceira lição: ação, tempo e conhecimento</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 15pt; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt; &lt;img align=&quot;right&quot; alt=&quot;conhecimento1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;298&quot; hspace=&quot;20&quot; src=&quot;http://www.mises.org.br/images/articles/2012/Setembto/conhecimento1.jpg&quot; vspace=&quot;8&quot; width=&quot;422&quot; /&gt;Rascunhamos na &lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1404&quot;&gt;aula anterior&lt;/a&gt; o
conceito de ação e podemos agora defini-lo: &lt;i&gt;ação&lt;/i&gt;,
para a Escola Austríaca de Economia, é qualquer ato executado voluntariamente
com o objetivo de aumentar a satisfação de quem o executa. Como vimos na aula
anterior, os &lt;i&gt;agentes&lt;/i&gt; — isto é,
aqueles que agem, sejam eles consumidores, produtores, investidores, poupadores,
exportadores, importadores etc. — quando o fazem o fazem por meio de &lt;i&gt;escolhas&lt;/i&gt;, considerando que os fins
sempre suplantem os meios, ou seja, que as escolhas são feitas em meio à &lt;i&gt;escassez&lt;/i&gt;.

Toda a &lt;i&gt;ação&lt;/i&gt;
nos mercados pressupõe, então, uma escolha feita em um determinado momento,
tendo o agente a posse de alguns &lt;i&gt;meios &lt;/i&gt;e
tendo em vista determinado(s) &lt;i&gt;fim&lt;/i&gt;(s).
A teoria econômica supõe, com toda a razão, que todas as ações são realizadas
com a expectativa de que, caso sejam concretizadas, venham a aumentar a
satisfação (ou utilidade, na linguagem dos economistas) dos agentes.&amp;nbsp; Ninguém age para piorar, é isso o que
queremos dizer.&lt;br /&gt;

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&lt;/p&gt;
Agora uma pergunta que pode parecer complicada:
e uma pessoa que decida que vai suicidar-se pulando de um edifício alto? Essa
pessoa estará agindo da forma como definimos, isto é, pensando que se suicidar
vai aumentar a sua satisfação? A resposta é sim! Porque seus sentimentos
subjetivos estão tão abalados que ela pensa que a morte é a melhor solução. É
claro que ela está errada, mas no momento em que decide tirar a própria vida
ela não percebe isso.&lt;br /&gt;
Da mesma forma São Francisco de Assis, quando
mandou distribuir os bens de seu pai, um rico comerciante, aos pobres, praticou
aquela ação porque achou, de acordo com sua valoração subjetiva, que aquela
ação lhe proporcionaria uma satisfação muito grande. O postulado da ação
humana, portanto, é universal! Toda ação é executada no intuito de se aumentar
o estado de satisfação. &lt;br /&gt;
Podemos refinar agora um pouco: toda ação é
executada porque quem a executa acha que se a executar sua satisfação vai
aumentar. O agente pesou e repesou meios e fins, considerou suas valorações e
decidiu-se por aquela ação — por exemplo, comprar um tênis da marca X. Mas
pode acontecer que, depois de ter praticado a ação, ou seja, depois de ter
comprado o tênis, ele venha a perceber que a qualidade o mesmo não era boa, ou
que poderia ter pagado um preço bem menor pelo mesmo modelo em outra loja. Em
outras palavras, como o nosso conhecimento de todos os fatores que devem ser
considerados ao se fazer as escolhas sempre é incompleto, além de estar
distribuído desigualmente entre os agentes, ocorre que as ações acontecem na
imensa maioria das vezes em ambiente de incerteza, o que significa que a
ocorrência de erros costuma ser comum. &lt;br /&gt;
A economia do mundo real, portanto, nada mais é
do que o conjunto de todas as ações — compras, vendas, empréstimos, decisões
de produção, de poupança, de investimento etc. — realizadas sob a forma de
transações econômicas, que envolvam escolhas. &lt;br /&gt;
Acontece, porém, que essas escolhas não são
fixas no tempo! Imagine que você não suporta ouvir músicas sertanejas, mas que
um belo dia começa a namorar a filha de um rico fazendeiro do interior de São
Paulo. Sua valoração quanto às músicas sertanejas muda: você, influenciado por
fatores não econômicos, como a paixão, passa a comprar CDs e DVDs de todas as
duplas sertanejas que encontra nas lojas. Seis meses depois, vocês terminam o
namoro. Muito provavelmente, você jogará no lixo todos os CDs e DVDs que comprou
enquanto estava apaixonado. Portanto, sua escala de valores alterou-se duas
vezes em poucos meses. E isso acontece com boa parte dos bens e serviços que
temos que valorar ao longo de nossas vidas (felizmente, porque senão a vida
será mais entediante). &lt;br /&gt;
A passagem do &lt;i&gt;tempo&lt;/i&gt;, portanto, tende a afetar sensivelmente e de maneira muitas
vezes imprevista as nossas escolhas. O &lt;i&gt;tempo
&lt;/i&gt;pode ser definido como &lt;i&gt;um fluxo
permanente e contínuo de novas experiências&lt;/i&gt;: é como se o nosso estoque de
conhecimentos e de interpretação desses conhecimentos estivesse armazenado em
um tanque e o tempo fosse algo como uma torneira despejando novos conhecimentos
e novas interpretações a esse estoque, que vai, então, se modificando
permanentemente; e isso influencia as ações ao longo do tempo. Por exemplo, se
você gosta muito de chocolate e come de uma vez só duas barras daquelas
maiores, provavelmente vai sentir dores na barriga. Na próxima vez,
dificilmente você comerá duas barras de uma só vez.&lt;br /&gt;
Outro exemplo: quando você tinha cinco anos, o
valor subjetivo que atribuía a um velocípede certamente era maior do que o que
atribui hoje a ele, porque o tempo passou e suas perspectivas, sua memória, sua
antecipação foi alterando o seu conhecimento e a maneira de interpretar esse
conhecimento também se alterou.&lt;br /&gt;
Vamos refazer nossa definição de economia,
então: a economia do mundo real, portanto, nada mais é do que o conjunto de
todas as ações — compras, vendas, empréstimos, decisões de produção, de poupança,
de investimento etc. — realizadas sob a forma de transações econômicas, que
envolvam escolhas ao longo do tempo.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Por fim, temos que considerar que, como ensinou
o grande economista austríaco Hayek, o nosso conhecimento (aquele necessário
para decidirmos as ações econômicas que escolheremos) possui duas
características: primeira, ele é incompleto; e segunda, ele está espalhado de
maneira desigual entre os participantes dos mercados.&lt;br /&gt;
Ora, se nosso conhecimento é incompleto, ele é
insuficiente, então, para que possamos tomar todas as decisões envolvendo uma
ação com certeza absoluta de que serão as decisões corretas. E se ele está
distribuído desigualmente entre os participantes dos mercados, isso significa
que alguns terão informações mais apuradas do que outros, o que irá com certeza
afetar o grau de acerto/erro das decisões. Por fim, observe que, mesmo se todos
os participantes em um mercado tivessem exatamente as mesmas informações, o
mesmo conhecimento, cada um deles interpretaria essas informações e
conhecimentos de maneira absolutamente única, individual, porque somos
racionais, temos gostos e preferências próprias, valorizamos a posse de
dinheiro de maneiras diferentes, somos influenciados por fatores externos
diferentes, somos, para resumir, diferentes. &lt;br /&gt;
A conclusão disso é que sempre vai existir uma
incerteza característica ao processo de escolher quais as melhores ações, tanto
no campo da economia como nos outros campos da vida humana. Essa incerteza que
está presente na ação humana, por mais racional que esta possa ser, não é uma
incerteza que se pode medir com números, como, por exemplo, quando dizemos que
a probabilidade de dar &quot;cara&quot; quando lançamos uma moeda para o ar muitas vezes
será de 0,5. No caso da ação humana nos mercados, trata-se de uma incerteza que
chamamos de &lt;i&gt;incerteza genuína&lt;/i&gt;, à qual
não podemos associar números nem estimativas. O corolário da incerteza genuína
é a &lt;i&gt;ignorância&lt;/i&gt;: temos que admitir
que, por mais estudados que possamos ser, sempre seremos ignorantes de algumas
condições específicas (de momento ou não) e que seriam relevantes para que a
nossa ação não contenha erros.&lt;br /&gt;
Podemos agora finalizar nossa definição de
economia, escrevendo: a economia do mundo real, portanto, nada mais é do que o
conjunto de todas as ações — compras, vendas, empréstimos, decisões de
produção, de poupança, de investimento, etc. — realizadas sob a forma de
transações econômicas, que envolvam escolhas ao longo do tempo, realizadas em
ambiente de &lt;i&gt;incerteza genuína&lt;/i&gt;.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
O erro, a incerteza genuína, a ignorância, o
fato de que nossas valorações mudam com o tempo e outros fatores muito
complexos e que não se restringem apenas à economia fazem com que tenhamos que
considerar que estudar economia não é o mesmo que estudar uma ciência natural.
Por isso, temos que ter muito cuidado quando usamos a matemática para descrever
o comportamento econômico, pois a economia não se presta a isso: nenhum modelo
matemático poderá explicar porque você preferiu comprar uma camisa do seu clube
de futebol, ao invés de comprar a de um clube rival. &lt;br /&gt;
A Escola Austríaca rejeita o uso da matemática
na economia porque usa o critério hipotético dedutivo (e não o indutivo) e
porque adota o &lt;i&gt;falsificacionismo&lt;/i&gt;, em
que formulamos uma teoria com base em argumentos lógicos e consideramos que
essa teoria será correta enquanto não for falsificada pelos fatos do mundo
real. Isso é diferente do método das outras correntes do pensamento econômico,
que usam modelos matemáticos para descreverem o comportamento das pessoas no
mundo real.&lt;br /&gt;
Ação, tempo e conhecimento, eis o universo da
economia, caro aluno. Convido você a mergulhar nesse mundo fascinante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sugestões de leitura&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
Iorio, Ubiratan J. &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=73&quot;&gt;Ação, tempo e conhecimento: a Escola Austríaca de Economia&lt;/a&gt;, Instituto
Mises Brasil, 2011, São Paulo, Introdução e caps.1e 2&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Wisniewski
Jakub B., &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1380&quot;&gt;Dez motivos por que a Escola
Austríaca é melhor que as escolas convencionais&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Rothbard,
M., &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1253&quot;&gt;O individualismo metodológico&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Beltrão,
Helio&lt;i&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1198&quot;&gt;Como a Escola Austríaca mudou
minha vida para melhor&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Woods,
Thomas&lt;i&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=417&quot;&gt;Explicando o livre mercado para
um ignorante econômico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Sugestões para reflexão e debate:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
1. Por que toda ação é uma escolha?&lt;br /&gt;
2. A definição de ação é válida sempre ou admite
exceções?&lt;br /&gt;
3. Qual a importância da incerteza para as
escolhas que caracterizam a ação?&lt;br /&gt;
4. Comente: &quot;tempo é conhecimento, tempo é
experiência&quot;.&lt;br /&gt;
5. Defina economia em função dos três conceitos
apresentados.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/4617889419372875445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca_17.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/4617889419372875445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/4617889419372875445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca_17.html' title='Dez lições de economia austríaca - Terceira lição: ação, tempo e conhecimento'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-7067800328893324607</id><published>2012-09-17T16:21:00.003-07:00</published><updated>2012-09-17T16:22:15.642-07:00</updated><title type='text'>Dez lições de economia austríaca - Segunda lição: o que é economia, escassez, escolhas e valor</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 15pt; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;img align=&quot;right&quot; alt=&quot;escolhas.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;389&quot; hspace=&quot;20&quot; src=&quot;http://www.mises.org.br/images/articles/2012/Setembto/escolhas.jpg&quot; vspace=&quot;8&quot; width=&quot;350&quot; /&gt;Todos
nós temos objetivos a alcançar em nossas vidas, desde os mais simples, como
comprar um sorvete na esquina, até os mais importantes, como a escolha de nossa
profissão. Para alcançar esses objetivos ou &lt;i&gt;fins&lt;/i&gt;,
todos nós dispomos de &lt;i&gt;meios&lt;/i&gt; e
passamos boa parte de nosso tempo tentando descobrir a melhor maneira de
utilizarmos esses meios para atingir nossos fins. A economia, então, procura
lidar com esses fins e meios da melhor forma possível. 

Vamos
a um exemplo: suponha que você disponha de certa quantidade de dinheiro e que
esse seja o seu único meio. Suponha também que você, em determinado dia, tenha
dois objetivos ou fins, por exemplo, comprar um novo aparelho celular e passar
o próximo fim de semana em outra cidade. Para completar, admita que o montante
de dinheiro que você dispõe seja suficiente apenas para realizar um desses
fins: comprar o celular ou viajar no final da semana. Nesse caso, você terá que
fazer uma &lt;i&gt;escolha&lt;/i&gt;: ou um ou outro!
Geralmente, fazemos as nossas escolhas verificando qual das alternativas nos dará
maior satisfação em determinado momento do tempo, que é aquele momento em que a
escolha é feita. A essa satisfação proporcionada pela posse ou uso de um bem os
economistas chamam de &lt;i&gt;utilidade&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;


Ao
fazermos a escolha, estaremos fazendo uma valoração, ou seja, atribuindo um
determinado &lt;i&gt;valor&lt;/i&gt; a cada uma das
opções e escolhendo aquela que tiver o maior valor. Essa valoração é subjetiva,
depende de nossos gostos e preferências, embora seja também influenciada pelos
preços das alternativas e pelo próprio momento da escolha. Suponha que o seu
time acaba de ganhar o campeonato brasileiro de futebol e que você está saindo
do estádio; nesse momento, o valor que você atribui a uma bandeira do seu time
é muito maior do que o será, por exemplo, três semanas depois.&amp;nbsp; Entendeu?&lt;br /&gt;


Exemplificando
novamente: para um pianista, o valor subjetivo de um bom piano é maior do que o
valor que uma pessoa que não gosta de música atribui a esse piano, embora o
preço desse piano seja o mesmo para ambos. Agora, se o pianista vai comprar ou
não o piano isso vai depender dos meios de que dispõe (dinheiro, espaço em casa
para colocar o instrumento), das alternativas ou escolhas que precisar fazer
(por exemplo, já que os meios são escassos, ele poderá ter que escolher entre
comprar o piano ou reformar a cozinha de sua casa). Ficou claro? &lt;br /&gt;


Este
exemplo é uma boa pista para você compreender a diferença entre &lt;i&gt;preço &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;valor&lt;/i&gt;. Suponha que sua escolha tenha sido, no primeiro exemplo,
comprar o novo celular. Ao fazer a compra na loja, você pagou um preço pelo
aparelho, mas levou para a sua casa um valor! Deu para entender? O preço é
aquilo que você paga por algum produto que você deseja comprar e o valor é a
satisfação que você acha que aquele produto vai proporcionar a você, caso o
compre. Essa satisfação ou valor, então, é diferente do preço e varia de pessoa
para pessoa, como vimos no exemplo do piano; no do celular, há pessoas que não
vivem sem um celular, mas há também pessoas que o utilizam muito pouco ou,
mesmo, nem o utilizam. O preço de um determinado aparelho é o mesmo para ambas,
mas é claro que seu valor será muito maior para a primeira pessoa do que para a
segunda, o que significa que a primeira estará disposta a pagar um preço maior
para ter o celular do que a segunda. No caso extremo desta última achar que não
precisa de um aparelho celular, ela não estará disposta a pagar nem um centavo
por um.&lt;br /&gt;


Ao
nos decidirmos por uma das alternativas, estaremos agindo, realizando uma &lt;i&gt;ação&lt;/i&gt;. Toda escolha, portanto, envolve
uma ação correspondente. A economia nada mais é do que o estudo da ação humana,
ou seja, ela estuda as escolhas que os indivíduos fazem, considerando que os &lt;i&gt;meios &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;recursos &lt;/i&gt;de que dispõem nunca são suficientes para satisfazerem
todos os &lt;i&gt;fins&lt;/i&gt;. Esse último fato é
conhecido como &lt;i&gt;escassez&lt;/i&gt;, ou seja, os
meios sempre vão ser escassos quando comparados aos fins, o que significa, em
outras palavras, dizer que não poderemos jamais realizar todos os nossos
desejos, porque somos limitados pelos meios de que dispomos. A economia nos
ensina as melhores formas de lidarmos com a escassez. &lt;br /&gt;


Observe
que quanto mais as economias se desenvolvem, mais meios ou recursos surgem; mas
acontece que os fins também aumentam, de maneira que o problema da escassez
permanece. Não podemos escapar dele. Pense no seguinte: hoje, temos muito mais
meios do que nossos avós tinham, mas temos também muito mais fins, muito mais
necessidades, do que eles tinham há 80 ou 100 anos atrás. Assim, mesmo que
ganhemos muito mais do que nossos avós ganhavam, temos fins ou necessidades que
eles não tinham, como, por exemplo, TV a cabo, internet banda larga, geladeira
elétrica, carro etc. Da mesma forma, embora nossos avós ganhassem muito mais do
que os avós deles, suas necessidades eram também maiores do que as de seus
avós, que não precisavam ter despesas com luz elétrica, telefone, rádio etc.&lt;br /&gt;


O
que estamos querendo enfatizar é que o problema da escassez sempre existiu —
desde a mais remota antiguidade —, existe e vai continuar existindo, mesmo com a
multiplicação extraordinária dos meios e recursos que o capitalismo provocou.
Aqui cabe um pequeno parêntesis: você deve ter ouvido de alguns professores de
História cobras e lagartos a respeito do capitalismo, mas a verdade histórica
(que eles omitem sempre) é que foi exatamente o capitalismo, por meio da
promoção da capacidade empreendedora de algumas pessoas, que arrancou da
pobreza extrema milhões de pessoas, desde a Revolução Industrial, e que deu
oportunidade a que essas pessoas progredissem na vida, de acordo com sua
vontade de trabalhar, sua capacidade, sua inteligência e também de sua sorte. &lt;br /&gt;


O
socialismo, sistema que eles tentam enfiar nas cabeças de vocês como sendo o
paraíso na terra, onde quer que tenha sido implantado, só gerou pobreza, uma
pobreza distribuída por toda a população. Nesse sistema, que atenta contra a
dignidade da pessoa humana porque trata as pessoas como simples objetos
(semelhantes aos cupins, formigas e abelhas a que nos referimos na aula
anterior), as escolhas dos indivíduos ficam bastante limitadas, porque é o
estado que impõe a si mesmo o poder para fazer a maioria das escolhas, desde a
escolha de que produtos devem ser produzidos, em que quantidades devem ser
produzidas, como serão produzidas e para quem serão produzidas. &lt;br /&gt;


Nesses
arremedos de organização econômica, os meios são apropriados pelo estado e
resta aos indivíduos apenas escolher, quando muito, entre as alternativas que o
quadro lhes coloca à disposição. Nesses sistemas, a rigor, não podemos falar em
&lt;i&gt;preços&lt;/i&gt;, mas em &lt;i&gt;pseudopreços&lt;/i&gt;, porque preços verdadeiros requerem mercados onde
sejam determinados; os mercados, por sua vez, requerem propriedade privada dos
meios de produção. &lt;br /&gt;


Ora,
como esses sistemas não adotam a propriedade privada, neles não pode haver
mercados propriamente ditos e, sendo assim, não podem existir preços
verdadeiros, ou seja, preços determinados por vendedores e compradores por
livre e espontânea vontade. Como não há preços, esses sistemas se guiam às
cegas, porque neles é impossível para o governo fazer cálculos econômicos
corretamente. Esse é o conhecido &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1141&quot;&gt;problema do cálculo
econômico no socialismo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, que levou Mises, um grande economista
austríaco, por volta de 1920, a afirmar categoricamente que a União Soviética
possuía uma economia que se guiava às cegas e que poderia durar seis ou sete
décadas, ao fim das quais iria desaparecer, ruir como um castelo de cartas,
como de fato aconteceu. O que valeu para a União Soviética vale para qualquer
economia que adotar o sistema socialista. Duram algum tempo, mas seu destino é
a destruição. Você deseja isso para o Brasil?&lt;br /&gt;


Como
vemos, as liberdades individuais ficam bastante restringidas nos sistemas
socialistas e mais ainda quando os mandachuvas desses sistemas decidem acabar
com a propriedade privada dos meios de produção, como fizeram na União
Soviética, Cuba, Coreia do Norte, Vietnã do Norte, durante muitos anos na China
(que vem gradualmente restabelecendo os direitos de propriedade) e outros infelizes
países.&lt;br /&gt;


No
exemplo dado, os meios são monetários (dinheiro), mas nem todos os meios ou recursos
são monetários. Suponha que o seu fim seja o de se inscrever em um concurso que
exija uma taxa de inscrição de 70 reais e diploma do segundo grau completo.
Nesse caso, supondo que você possua os 70 reais e que tenha o diploma exigido,
estes serão os dois meios exigidos para que você realize o seu fim, que é o de
se inscrever no concurso.&lt;br /&gt;


Temos,
portanto, alguns conceitos fundamentais com que lida a economia: meios ou
recursos, fins, escassez, utilidade, escolhas e valor. Se você entendeu cada um
deles, está pronto para entender também os assuntos de que a economia trata.&lt;br /&gt;


A
definição de economia mais conhecida é a que diz que ela é a ciência que estuda
como utilizar recursos — que são sempre escassos — para alcançar fins
alternativos. Note que em economia temos os fins e os meios para que alcancemos
os fins, mas que a economia como ciência deve se preocupar essencialmente com
os meios. É uma ciência de meios, em que os fins não são determinados por
autoridades ou por burocratas, mas pelos consumidores: dado que estes
sinalizaram que a economia deve, por exemplo, produzir 80 milhões de pares de
sapatos por ano, os economistas se preocupam em como os meios ou recursos devem
ser utilizados para que esse fim seja alcançado. &lt;br /&gt;


Os
principais problemas que a economia procura solucionar são &lt;i&gt;o quê produzir&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;quanto
produzir&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;como produzir&lt;/i&gt; e as
respostas mais adequadas a essas questões, como veremos nas aulas seguintes, só
podem ser encontradas nos &lt;i&gt;mercados&lt;/i&gt;,
que é onde as &lt;i&gt;ações(escolhas) &lt;/i&gt;livres
de compradores e vendedores se encontram de forma voluntária.&lt;br /&gt;


Por
enquanto, o que vimos até aqui é suficiente. &lt;br /&gt;


&lt;br /&gt;


&lt;b&gt;Sugestões de leitura:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;


Rockwell,
L., &lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=36&quot;&gt;Por que a economia
austríaca importa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;


Mises,
L, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1398&quot;&gt;O que realmente é o mercado&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


Reisman,
G, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1368&quot;&gt;A teoria marxista da
exploração e a realidade&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


Garcia,
A., &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1386&quot;&gt;A Escola Austríaca e a
refutação cabal do socialismo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


Soto,
Jesus H, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1373&quot;&gt;Empreendedorismo,
eficiência dinâmica e ética&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


&lt;br /&gt;


&lt;b&gt;Sugestões para reflexão
e debate:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;


1.
O que são fins e meios?&lt;br /&gt;


2.
Em que consiste o problema da escassez e qual a sua importância para a economia?&lt;br /&gt;


3.
Comente: &quot;preço é uma coisa; valor é outra&quot;.&lt;br /&gt;


4.
Por que as economias socialistas apresentam um grave problema de cálculo
econômico?&lt;br /&gt;


5.
Por que os mercados respondem melhor às questões básicas da economia (o que
produzir, quanto produzir e como produzir) do que os planejadores do governo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/7067800328893324607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/7067800328893324607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/7067800328893324607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca.html' title='Dez lições de economia austríaca - Segunda lição: o que é economia, escassez, escolhas e valor'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-1975162884911248412</id><published>2012-09-05T18:45:00.000-07:00</published><updated>2012-09-17T16:29:40.010-07:00</updated><title type='text'>Curso de economia austríaca para iniciantes</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;display: inline; float: left; margin-right: 5px;&quot;&gt;
&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!--
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&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;O curso &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-large;&quot;&gt;Dez Lições de&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-large;&quot;&gt;Economia Austríaca para Iniciantes &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;vai mostrar que, ao contrário do que a maioria dos professores de História martela na cabeça dos estudantes, você não deve ficar de braços cruzados esperando que o governo faça cair do céu a fórmula da sua felicidade na economia, mas sim que você mesmo deve ir à luta e fazer acontecer o que você acha que é melhor para a sua vida. Não é um curso baseado em ideologia, mas um conjunto de ensinamentos básicos do que é a economia no mundo em que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=73&quot;&gt;&lt;b&gt;LIVRO SUGERIDO PARA O CURSO - BAIXE AQUI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://gratisvideoaulas.blogspot.com.br/2012/09/curso-de-economia-austriaca-para.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://gratisvideoaulas.blogspot.com.br/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca-para.html&quot;&gt;Primeira lição: economia e instituições&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://gratisvideoaulas.blogspot.com.br/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca.html&quot;&gt;Segunda lição: o que é economia, escassez, escolhas e valor&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://gratisvideoaulas.blogspot.com.br/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca_17.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;Terceira lição: ação, tempo e conhecimento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/1975162884911248412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/curso-de-economia-austriaca-para_5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/1975162884911248412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/1975162884911248412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/curso-de-economia-austriaca-para_5.html' title='Curso de economia austríaca para iniciantes'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-19979322339918511</id><published>2012-09-05T18:36:00.000-07:00</published><updated>2012-09-05T18:36:35.073-07:00</updated><title type='text'>Dez lições de economia austríaca para iniciantes - Primeira lição: economia e instituições</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 15pt; padding-top: 10px;&quot;&gt;                &lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;img align=&quot;right&quot; alt=&quot;pontehumana.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;267&quot; hspace=&quot;20&quot; src=&quot;http://www.mises.org.br/images/articles/2012/Agosto/pontehumana.jpg&quot; vspace=&quot;8&quot; width=&quot;407&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot;&gt; Sabe por que devemos começar esse curso mostrando a importância das instituições na economia? &amp;nbsp;Imagine que o seu pai (ou, mesmo, você) queira abrir uma loja para vender sapatos. &amp;nbsp;Para isso, ele vai ter que obter autorização do governo. &amp;nbsp;Como a burocracia no Brasil é enorme, o seu pai só vai conseguir essa autorização em cerca de cinco meses!&amp;nbsp; Agora, se você vivesse, por exemplo, na Nova Zelândia, em menos de uma semana o seu pai já poderia abrir a sapataria. &amp;nbsp;Isso quer dizer que, no Brasil, ele deixaria de vender sapatos e, portanto, de ganhar a receita das vendas por 150 dias! &amp;nbsp;E, ainda, supondo que ele desejasse contratar dois vendedores para trabalharem na loja, que durante aqueles cinco meses essas duas pessoas não teriam os seus empregos!   Entendeu por que é tão importante analisar a economia tendo em vista as instituições de uma sociedade? &amp;nbsp;No Brasil, essas instituições (no exemplo dado, a burocracia e a intromissão do governo na vida das pessoas) desencorajam quem quer trabalhar para melhorar de vida. &amp;nbsp;Em outros países, como a Nova Zelândia, as instituições estimulam as pessoas que desejam progredir.&lt;br /&gt;
Vamos a outro exemplo: você sabia que os brasileiros &lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=988&quot;&gt;trabalham até o dia 25 de maio&lt;/a&gt; de cada ano para pagar os tributos (impostos, taxas e  contribuições) que existem no Brasil?&amp;nbsp; E que são obrigados a pagar, senão serão punidos? &amp;nbsp;O estado argumenta que a receita dos tributos é para ser revertida em  educação, saúde, justiça, segurança e infraestrutura.&amp;nbsp; Agora responda com sinceridade: apesar de, como brasileiro, sermos obrigados a trabalhar praticamente cinco meses do ano para o governo,  nós temos um sistema de educação bom? &amp;nbsp;De saúde? Nossa justiça é boa? &amp;nbsp;Vivemos com  segurança? &amp;nbsp;Nossas estradas e portos são bons? &amp;nbsp;E ainda mais: será que  esses cinco itens devem ficar nas mãos do governo? &amp;nbsp;Por quê? &amp;nbsp;Então, para que trabalharmos cinco  meses de graça?&lt;br /&gt;
Um terceiro exemplo: um empregado com um salário de mil reais por mês custa mensalmente, na sapataria do primeiro exemplo, aproximadamente, &lt;a href=&quot;http://cmicro.fgv.br/node/327&quot;&gt;dois mil e seiscentos reais por mês&lt;/a&gt;, ou seja, mais do que o dobro do salário. &amp;nbsp;Isso acontece porque existem os chamados encargos sociais e trabalhistas, como a contribuição sindical, o fundo de garantia do tempo de serviço, a contribuição previdenciária, o 13º salário e várias outras exigências. &amp;nbsp;O resultado disso é que, em vez de empregar aqueles dois funcionários, o seu pai vai empregar apenas um na sua sapataria. &amp;nbsp;Esses encargos provocam, portanto, desemprego e, sendo assim, prejudicam enormemente a economia. &lt;br /&gt;
Quando usamos a palavra &quot;instituições&quot;, então, estamos querendo dizer que os atos econômicos são influenciados por fatores políticos, éticos, morais, jurídicos, psicológicos, históricos, sociológicos etc. &amp;nbsp;Quando você encontra dificuldades, por exemplo, para comprar um computador no exterior, é porque alguma decisão política estabeleceu essa dificuldade; quando você se recusa a comprar um aparelho celular que você sabe que foi roubado, é uma imposição ética, da sua consciência, que impede você de fazer essa compra; quando você assina a escritura de compra de um imóvel é porque existe uma legislação sobre o assunto; quando você (se for o caso) sempre que comprar uma camisa, comprar outra idêntica, porque acha que assim terá sorte, é uma decisão influenciada por fatores psicológicos e assim por diante.&lt;br /&gt;
Por isso, diversos estudiosos das sociedades costumam dividi-las, para efeito didático, em três grandes sistemas, a saber, o sistema econômico, o sistema político e o sistema ético-moral-cultural. &amp;nbsp;O primeiro é formado pela economia, isto é, por todas as transações econômicas, desde as mais simples até as mais complexas; o segundo, pela política, ou seja, pelos partidos, pela forma de governo, pela divisão de poderes,etc. &amp;nbsp;E o terceiro pelas regras morais e características culturais, que acabam se refletindo nas leis.&lt;br /&gt;
Cada um desses grandes sistemas vai mudando de forma particular ao longo do tempo e possui regras de conduta, métodos, padrões e objetivos peculiares e, muitas vezes, contrastantes. &amp;nbsp;É desse contraste que vem a energia para o progresso e para a correção das distorções que eventualmente surgirem. &amp;nbsp;Quando um ou dois desses sistemas não estão funcionando bem, os restantes podem sustentar a vida social durante algum tempo, mas quando os três apresentam problemas graves, a sociedade fica instável.&lt;br /&gt;
É fácil entender que, desses três sistemas, o ético-moral-cultural é o mais importante, porque quando ele vai mal, é muito difícil que a economia e a política possam funcionar adequadamente. &amp;nbsp;Por exemplo, uma regra moral que deve prevalecer em toda e qualquer sociedade que se preza é aquela que proíbe o roubo e a corrupção. &amp;nbsp;Se essa regra for desobedecida de modo generalizado, é claro que o roubo e a corrupção vão contaminar a economia e a política, e vai acabar acontecendo um caos na sociedade. &lt;br /&gt;
Há duas maneiras de se abordar as questões sociais. &amp;nbsp;A primeira, que podemos chamar de &lt;i&gt;construtivismo &lt;/i&gt;(ou &lt;i&gt;engenharia social&lt;/i&gt;), baseia-se na ideia de que a mente e a razão humanas são capazes, por si sós, de permitir aos homens construírem uma &quot;sociedade ideal&quot;. &amp;nbsp;Um exemplo desse tipo de visão é o socialismo-comunismo, como nos casos da antiga União Soviética, de Cuba, da Coreia do Norte e do Vietnã do Norte (a China, de alguns anos para cá vem abandonando lentamente esse modo de ver a sociedade). &amp;nbsp;Outro exemplo de construtivismo é a Alemanha da época de Hitler. &amp;nbsp;Como você já deve ter percebido, quem acredita que as pessoas podem construir uma sociedade ideal tem que acreditar também que o poder para tomar as decisões julgadas como &quot;melhores&quot; para todos deve ficar concentrado em poucas mãos. &amp;nbsp;Não é por acaso que todos esses exemplos são casos de ditaduras com forte concentração de poder, seja nas mãos de um partido (o comunista ou nacional-socialista, que era o nome do partido nazista) ou, mesmo, de uma só pessoa.&lt;br /&gt;
A segunda maneira de enxergar as questões sociais pode ser chamada de &lt;i&gt;racionalismo crítico:&lt;/i&gt; racionalismo porque sabe que o homem é racional; mas crítico, porque também sabe que nossa mente e inteligência são falíveis e que cometemos erros, mesmo quando somos bem intencionados. &amp;nbsp;Ora, se nós cometemos equívocos (por exemplo, compramos um aparelho de TV de baixa qualidade), por que devemos supor que as pessoas do governo também não erram? &amp;nbsp;Se você pensar bem, será que os que trabalham no governo não erram mais do que nós, porque nós tomamos decisões baseadas na nossa satisfação, enquanto eles decidem o que é melhor ou pior para os outros? &amp;nbsp;Quem disse que eles sabem o que é melhor para você e sua família do que você mesmo e a sua família?&lt;br /&gt;
Além de não sermos infalíveis em todas as decisões que tomamos, existe outro condicionante para essas decisões, que é o nível de nosso conhecimento sobre todos os fatores que influenciam as nossas decisões. &amp;nbsp;O nosso conhecimento jamais é perfeito e, além disso, ele vai mudando conforme o tempo vai passando. &amp;nbsp;Por isso, uma decisão qualquer pode ser a melhor possível às três horas da tarde, mas ser uma péssima decisão duas ou três horas depois. &amp;nbsp;Além disso, decidir sobre algum ato econômico é sempre uma questão pessoal, muito diferente das decisões de engenharia ou de química. &amp;nbsp;Com isso, queremos que você perceba que a economia, vista como ciência, é uma ciência social, não exata, que não se sujeita a leis matemáticas, e não uma ciência natural, mecânica e impessoal. &lt;br /&gt;
Outro fato que mostra que o construtivismo é um equívoco: a economia lida sempre com decisões de &lt;i&gt;indivíduos&lt;/i&gt;, decisões pessoais, porque os seres humanos são individualistas. &amp;nbsp;Ora, o construtivismo trata as pessoas como se fossem coletivos (e não indivíduos), como, por exemplo, &quot;a sociedade&quot;. &amp;nbsp;Pense só nisto: a sociedade existe, é claro, ela é a soma dos indivíduos que fazem parte dela, mas quem toma as decisões econômicas (como, aliás, qualquer outra decisão) não é ela, mas sim os indivíduos!&lt;br /&gt;
Nas colmeias, cupinzeiros e formigueiros, cada abelha, cada cupim e cada formiga não &quot;pensam&quot; em si, mas no coletivo. &amp;nbsp;Tudo o que fazem é em prol da colmeia, do cupinzeiro ou do formigueiro. &amp;nbsp;Mas com os homens isso não acontecerá jamais, porque tendemos primeiro a pensar em nós próprios e em nossas famílias, depois nas pessoas mais próximas, depois no nosso bairro ou no nosso local de trabalho e só vamos pensar na &quot;sociedade&quot; em último lugar. &amp;nbsp;O socialismo, portanto, trata os seres humanos como se fossem formigas, cupins ou abelhas, sem vontade própria e sem individualidade e por isso é um sistema desumano. &amp;nbsp;Agride as características básicas da espécie humana. Sendo assim, fracassou redondamente nos países em que foi imposto e fracassará sempre onde quer que venha a ser implantado.&lt;br /&gt;
A experiência histórica, que a Escola Austríaca de Economia sustenta, mostra que o principal ingrediente para que as economias alcancem o progresso é a &lt;i&gt;liberdade de escolha&lt;/i&gt;. &amp;nbsp;Como veremos na segunda aula, passamos a nossa vida fazendo &lt;i&gt;escolhas&lt;/i&gt;, desde o berço (quando, por exemplo, escolhemos brincar com um carrinho azul e não com um vermelho), passando pela escolha da profissão, de com quem nos vamos casar, da escola para matricular nossos filhos etc. &amp;nbsp;Sempre que as pessoas fazem uma escolha, seja no campo da economia (como comprar uma caneta) ou nos outros (como em quem votar) elas imaginam que, naquele momento em que a escolha é feita, aquela é a melhor opção para aumentar a sua satisfação. &lt;br /&gt;
Quanto maior a nossa liberdade de escolha, maior a possibilidade de ficarmos mais satisfeitos, de outros ficarem satisfeitos e da economia como um todo progredir.&amp;nbsp; Quando as telecomunicações estavam a cargo do estado, você só tinha uma empresa de telefonia operando na sua cidade, tinha que esperar um tempo enorme para instalarem um telefone na sua casa, se comprasse um celular tinha que registrá-lo em cartório, os preços eram absurdamente altos e não adiantava você reclamar. &amp;nbsp;Depois que o setor foi privatizado, nossa liberdade de escolha aumentou bastante, o número de linhas fixas se multiplicou, o número de celulares cresceu enormemente, a competição entre as empresas aumentou e os preços dos serviços em termos reais diminuíram. Além disso tudo, com a entrada de novas empresas no mercado, o número de empregos aumentou.&lt;br /&gt;
Procure agora saber se as pessoas que vivem em Cuba têm acesso a telefones (fixos ou celulares). &amp;nbsp;Entendeu então o que queremos dizer com a expressão &lt;i&gt;liberdade de escolha&lt;/i&gt;? &lt;br /&gt;
Por fim, temos que falar da importância da &lt;i&gt;propriedade privada&lt;/i&gt; para o desenvolvimento individual: se você fosse um fazendeiro da Sibéria no tempo do comunismo e uma das vacas (que eram de propriedade do governo) estivesse para morrer de frio, dificilmente você deixaria a sua cama às duas horas da manhã para salvá-la, porque a vaca não era sua, era do estado. &amp;nbsp;Mas, se ela fosse sua, primeiro, você cuidaria para que ela não sentisse frio, gastando em equipamentos de calefação e, segundo, mesmo que ela viesse a sentir muito frio, você com certeza deixaria a sua cama para salvá-la, sabe por quê? Simplesmente porque ela lhe pertencia!&lt;br /&gt;
A propriedade privada, portanto, ao lado da liberdade de escolha e da &lt;i&gt;economia de mercado&lt;/i&gt; são fundamentais para que as pessoas progridam na vida e, portanto, as sociedades também se desenvolvam cada vez mais. Explicaremos a economia de mercado em uma das aulas seguintes. &amp;nbsp;Por ora, registramos apenas que uma economia de mercado é uma economia em que prevalece a liberdade de escolha individual, seja para consumir como para produzir, para poupar, investir, etc. &amp;nbsp;Em outras palavras, uma economia em que o estado não exerça controles. &amp;nbsp;Esses controles, como veremos oportunamente, são sempre maléficos, ao contrário do que, com certeza, ensinaram você a acreditar.&lt;br /&gt;
Estamos agora, depois dessas observações sobre a importância das instituições, preparados para as nove lições seguintes, em que vamos tentar mostrar como a economia do mundo real funciona.&lt;br /&gt;
Como o homem nasceu para ser livre, para viver uma liberdade responsável, as melhores instituições para estimularem a melhoria do padrão de vida das pessoas são a &lt;i&gt;liberdade de escolha&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;economia de mercado&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;propriedade privada&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sugestões de leitura:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Iorio, Ubiratan J., &lt;i&gt;Economia e Liberdade: a Escola Austríaca e a Economia Brasileira&lt;/i&gt;, caps. 1 e 2, Forense Univ., 1997, Rio de Janeiro, 2ª edição.&lt;br /&gt;
Fedako, J, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=409&quot;&gt;O &quot;nós&quot; é uma falácia&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Mises, L, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1301&quot;&gt;A desigualdade e o egoísmo estimulam o desenvolvimento&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Bastiat, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1202&quot;&gt;A vidraça quebrada&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Williams, W, &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=971&quot;&gt;A pobreza é fácil de ser explicada&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sugestões para reflexão e debate:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
1. Pense se é mesmo tão importante que, para abrir uma sapataria, você tenha que obter autorização do governo.&lt;br /&gt;
2. Você acredita que uma só pessoa que detenha todo o poder político (por exemplo, Fidel Castro em Cuba) pode determinar o que é melhor ou pior para você, de modo melhor do que aquele que você mesmo decidir escolher?&lt;br /&gt;
3. Por que a economia não é uma ciência exata?&lt;br /&gt;
4. Por que a liberdade de escolha e a propriedade privada são tão importantes para o desenvolvimento das economias?&lt;br /&gt;
5. Pense na diferença entre uma economia baseada em indivíduos e uma economia baseada em &quot;coletivos&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogAuthor&quot;&gt;                &lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=192&amp;amp;type=articles&quot; id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lnkAuthor&quot;&gt;Ubiratan Jorge Iorio&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription&quot;&gt;é economista e professor de UERJ.&amp;nbsp; Visite seu &lt;a href=&quot;http://www.ubirataniorio.org/&quot;&gt;website&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/19979322339918511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/19979322339918511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/19979322339918511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/dez-licoes-de-economia-austriaca-para.html' title='Dez lições de economia austríaca para iniciantes - Primeira lição: economia e instituições'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-5088900727273572070</id><published>2012-09-05T18:24:00.001-07:00</published><updated>2012-09-05T18:24:36.819-07:00</updated><title type='text'>Curso de economia austríaca para iniciantes - Introdução</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 15pt; padding-top: 10px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;img align=&quot;right&quot; alt=&quot;livros.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;303&quot; hspace=&quot;20&quot; src=&quot;http://www.mises.org.br/images/articles/2012/Agosto/livros.jpg&quot; vspace=&quot;8&quot; width=&quot;433&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText&quot;&gt;Sem dúvida, você já deve ter percebido a importância da economia, porque ela está presente em nossa vida diariamente: quando vamos à padaria, ao cinema, compramos uma camisa no &lt;i&gt;shopping&lt;/i&gt;, vendemos alguma coisa para alguém, sacamos dinheiro no nosso banco, fazemos um depósito de poupança etc. Acontece que todas essas operações e, por extensão, todas as ações que realizamos no campo da economia são decididas, na grande maioria das vezes, por intuição, ou por experiência, ou por nossos gostos, desejos e preferências. A importância da economia é enorme, porque, quando a economia de uma pessoa ou de um país vai bem, essa pessoa ou esse país estão melhorando de vida ou, na linguagem dos economistas, crescendo. E quando ela vai mal, isso significa uma só palavra: empobrecimento (da pessoa ou do país). &lt;br /&gt;
É importante você entender, então, que existe uma economia no mundo real, prática, que se desenrola a partir da ação de milhões de pessoas no dia a dia, e uma economia mais teórica, aquela que é estudada pelos economistas e que está nos livros. Para a Escola Austríaca de Economia, no entanto, a segunda só faz sentido se for capaz de explicar a primeira. Isto quer dizer que o papel principal da economia teórica deve ser o de explicar a economia do mundo real.&lt;br /&gt;
É exatamente com esse objetivo, o de ajudar você a entender a economia do dia a dia, de pensar nela de uma forma mais articulada, que o Instituto Ludwig von Mises Brasil pensou no curso &lt;i&gt;Dez Lições de Economia Austríaca para Iniciantes&lt;/i&gt;. Como o nome indica, são dez pequenas aulas sobre os temas mais relevantes da economia, redigidas de maneira a que quem não é economista possa ter acesso, de modo fácil e sem complicações, aos conhecimentos essenciais da Escola Austríaca de Economia, que vão com certeza auxiliá-lo a compreender o mundo econômico.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Um grande problema que a equipe do IMB identifica nos jovens (tanto nas faculdades como nos alunos do ensino secundário) é que desde muito cedo eles são doutrinados por professores ideólogos, que lhes ensinam, por exemplo, que &quot;os capitalistas exploram os trabalhadores&quot; e coisas do tipo &quot;os empresários são uns safados&quot;, como se essas afirmativas fizessem sentido e fossem sempre verdadeiras. Mas dificilmente esses mesmos jovens têm ou tiveram algum professor que lhes ensinasse que as atividades dos empreendedores são muito importantes e benéficas para todos, porque são essas atividades que geram empregos e — o que é mais importante — são elas que atendem da melhor forma possível às exigências dos consumidores, que devem ser sempre soberanos.&lt;br /&gt;
O curso &lt;i&gt;Dez Lições de&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Economia Austríaca para Iniciantes &lt;/i&gt;vai mostrar que, ao contrário do que a maioria dos professores de História martela na cabeça dos estudantes, você não deve ficar de braços cruzados esperando que o governo faça cair do céu a fórmula da sua felicidade na economia, mas sim que você mesmo deve ir à luta e fazer acontecer o que você acha que é melhor para a sua vida. Não é um curso baseado em ideologia, mas um conjunto de ensinamentos básicos do que é a economia no mundo em que vivemos.&lt;br /&gt;
O curso é dirigido para todos os que não são economistas ou que não tiveram cadeiras de economia em sua formação universitária. Logo, é voltado para estudantes, tanto os do ensino secundário como os do ensino superior (que não sejam alunos de Economia nem de Administração); para médicos, comerciantes, sacerdotes, advogados; em suma, para o público não especializado em geral.&lt;br /&gt;
Serão dez lições, a serem publicadas aqui no &lt;i&gt;site&lt;/i&gt; do&lt;i&gt; IMB &lt;/i&gt;em dez artigos, todos eles curtos e redigidos em linguagem bastante acessível e com indicações de leituras adicionais para aqueles que se interessarem em se aprofundar nos assuntos tratados. A estrutura do curso é a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;b&gt;1. Economia e Instituições&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2. O que é economia, escassez, escolhas e valor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3. Ação, tempo e incerteza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4. O que são os mercados e como são determinados os preços&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5. Os efeitos dos controles de preços&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6. Lucros, perdas e empreendedorismo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7. Capital, juros e estrutura de produção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8. O papel da competição &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9. Moeda e preços&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10. Bancos, bancos centrais e ciclos econômicos &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;As dez lições serão publicadas regularmente a cada semana, durante dez semanas consecutivas, no &lt;i&gt;site &lt;/i&gt;do IMB e você não precisa se inscrever ou pagar qualquer importância, basta apenas ler com atenção cada uma delas. Ao final, o &quot;diploma&quot; que você receberá não será um pedaço de papel com o seu nome, mas uma coisa que vai ter valor inestimável em toda a sua vida: entender como funciona a economia no mundo real. Anunciaremos em breve as datas em que cada lição será publicada.&lt;br /&gt;
Se você se enquadra no perfil a que o curso está voltado, o convite para a leitura está feito. E, também, o convite para que você divulgue o curso entre os seus conhecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogAuthor&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=192&amp;amp;type=articles&quot; id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lnkAuthor&quot;&gt;Ubiratan Jorge Iorio&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription&quot;&gt;é economista e professor de UERJ.&amp;nbsp; Visite seu &lt;a href=&quot;http://www.ubirataniorio.org/&quot;&gt;website&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/5088900727273572070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/curso-de-economia-austriaca-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/5088900727273572070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/5088900727273572070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/curso-de-economia-austriaca-para.html' title='Curso de economia austríaca para iniciantes - Introdução'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-5245549184253230993</id><published>2012-09-04T20:10:00.000-07:00</published><updated>2012-09-04T20:10:18.904-07:00</updated><title type='text'>Princípios de Economia -  A falácia da janela quebrada</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-large;&quot;&gt;John Stossel explica a falácia da janela quebrada.&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;display: inline; float: left; margin-right: 5px&quot;&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!--
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&lt;div style=&quot;display: inline; float: left; margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!--
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&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/vMinSy12Enc&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/feeds/8250041815168197773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/principios-de-economia-como-seria-se-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/8250041815168197773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/233595067513605030/posts/default/8250041815168197773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gratisvideoaulas.blogspot.com/2012/09/principios-de-economia-como-seria-se-o.html' title='Princípios de Economia -  Como seria se o governo escolhesse o seu almoço?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/vMinSy12Enc/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-233595067513605030.post-8836345436302580151</id><published>2012-09-04T20:04:00.000-07:00</published><updated>2012-09-04T20:04:49.969-07:00</updated><title type='text'>Princípios de Economia - A tragédia dos comuns</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pessoas que moram juntas devem encontrar uma maneira de preservar os recursos em comum. Infelizmente, existe um forte incentivo para as pessoas explorarem esses recursos quando eles são mantidos em compartilhamento com todos. Como o professor Sean Mulholland da Stonehill College explica, a &quot;Tragédia dos Comuns&quot; ocorre quando indivíduos agindo independentemente acabam esgotando os recursos compartilhados, como campos de pesca ou terras de pasto. O professor Mullholland discute duas potenciais soluções para esse problema: administração pública, em que a propriedade pertence e é administrada pelo governo, e propriedade privada. Ele discute os pontos fortes e fracos de cada abordagem e faz algumas considerações-chave para determinar que tipo de instituição protege melhor os seus recursos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
A indústria de eletricidade dos EUA estava fervendo em 1890, com várias pequenas empresas competindo umas contra as outras. Ao longo do tempo, Kiesling argumenta que os custos fixos começaram a escalar, aumentando os custos de entrada na indústria. Em outras palavras, grandes empresas conseguiram uma significativa vantagem competitiva sobre pequenos competidores através da economia de escala. Eventualmente, em lugares como Nova Iorque e Chicago, Kiesling alega que o processo competitivo levou à uma única grande empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses monopólios eram temidos pelo público, e levaram à exigências de regulações pelo governo. A indústria de eletricidade, sabendo da chegada das regulações, as usaram como desculpa para criar barreiras legais de entrada no mercado. No fim das contas, as regulações aprovadas pelo governo reduziram a competição garantindo privilégios de monopólios legais para empresas poderosas dentro de um dado território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos tempos modernos, temos visto as reais consequências dessas antiquadas regulações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) As pessoas não estão ajustando seus comportamentos de consumo de energia. Por exemplo, em horários de pico, soluções tecnológicas que poderiam suavizar o consumo de eletricidade estão sendo ignorados.&lt;br /&gt;
2) A indústria de eletricidadde não se desenvolve e não leva em conta novos tipos de energia renováveis.&lt;br /&gt;
3) Inovações têm sido desencorajadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se essas regulações arcaicas fossem removidas, inovações e melhorias que beneficiassem os consumidores iriam aumentar.&lt;p style=&quot;display: inline; float: left; margin-right: 5px&quot;&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!--
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&lt;iframe width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/TS-xAldPyTE&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;!--
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