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	<title>Guia do PC</title>
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	<description>O Guia do PC traz tutoriais, dicas, downloads e as últimas notícias sobre o mundo da informática e da tecnologia, abordando os sistemas Windows e Linux.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Mar 2026 18:57:28 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Guia do PC</title>
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		<title>Dinx chega para transformar a relação das crianças com dinheiro através de um ecossistema gamificado de educação financeira que une pais e filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 14:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado brasileiro de educação e finanças ganha um novo player no primeiro semestre de 2026: a Dinx, ecossistema gamificado de educação financeira para crianças e gestão para pais. A empresa nasce de uma união estratégica entre a expertise em conteúdo da holding Take4Content, empresa que já assina a estratégia audiovisual de Luccas Neto; o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de educação e finanças ganha um novo player no primeiro semestre de 2026: a Dinx, ecossistema gamificado de educação financeira para crianças e gestão para pais. A empresa nasce de uma união estratégica entre a expertise em conteúdo da holding Take4Content, empresa que já assina a estratégia audiovisual de Luccas Neto; o alcance massivo da Luccas Toon, maior franquia de entretenimento infantil do país; o aporte de capital da Transfero Ventures e o respaldo institucional e de infraestrutura do Banco Arbi.</p>
<p>A base da Dinx foi construída sobre uma fase de discovery com cerca de 700 famílias. O resultado é uma jornada de aprendizado lúdica que utiliza uma metodologia comportamental validada para transformar conceitos financeiros em hábitos. O conteúdo educacional é exclusivo, desenvolvido por especialistas e protagonizado, nos vídeos, por Luccas Neto e o elenco da Luccas Toon.</p>
<p>“A gente aprendeu a tratar dinheiro como número e juros — e a criança como ‘nova demais’ para entender. Mas é justamente na primeira infância que nascem os hábitos que ficam: como lidar com ansiedade, frustração, espera e desejo. É ali que se formam as escolhas que, lá na frente, viram consumo sem freio”, afirma Gabriel Araujo, CEO da Dinx. “A Dinx traduz tudo isso na linguagem que a criança realmente consome — com vídeos, jogos, quizzes, livro digital e atividades em família — para transformar educação financeira em prática do dia a dia. No fim, não é ‘mais tempo de tela’: é tela virando ponte para tempo de qualidade dentro de casa. Menos briga, mais conversa, mais autonomia com segurança. A gente não está lançando só um app — estamos criando uma nova forma de educar junto.”</p>
<p>Segundo o Serasa, 8 em cada 10 pais conversam sobre finanças com os filhos, mas 72% não possuem investimentos ou poupança para o futuro deles. Além disso, 53% dos pais sentem a urgência de educar financeiramente as crianças antes dos 8 anos. “A educação financeira acontece o tempo todo, nas pequenas escolhas do dia a dia. Quando os pais não participam desse processo de forma consciente, a criança aprende sozinha — muitas vezes observando nossos hábitos e também nossos erros”, explica Lúcia Stradiotti, Head de Educação e Metodologia da Dinx. “Na Dinx, pais e filhos aprendem juntos, em uma trilha que respeita o desenvolvimento de cada idade e vai muito além do ‘caro ou barato’, para ensinar o valor das escolhas, do tempo e das consequências.”</p>
<p>Apoiada nos 14 canais da Luccas Toon, que somam 50 milhões de seguidores e 30 bilhões de visualizações, a Dinx projeta atingir 61 mil assinantes até o início de 2027. A operação utiliza a tecnologia e metodologia proprietária e a robustez do Banco Arbi para garantir segurança e agilidade.</p>
<p>&#8220;A Dinx foi criada sobre uma arquitetura tecnológica robusta e invisível para transformar a educação financeira infantil em um hábito cotidiano. Por meio de uma jornada lúdica e prática, que permite às crianças aprender brincando, a plataforma estimula a autonomia de forma segura. Para os pais, a Dinx entrega mais do que controle: oferece segurança, um método estruturado de ensino e ferramentas práticas que permitem acompanhar e participar ativamente do processo educacional, com visibilidade total sobre limites e transações. Tudo integrado a uma camada financeira completa, sustentada pela solidez da infraestrutura bancária do Banco Arbi.&#8221;, destaca Thomaz Pivetta, CPO e COO da Dinx.</p>
<p>A Dinx está abrindo agora o acesso antecipado ao MVP. Pais e responsáveis já podem entrar na lista de espera através da Landing Page e participar da comunidade, um espaço de troca de experiências, dúvidas e aprendizados sobre como ensinar dinheiro no dia a dia — com mais leveza, segurança e tempo de qualidade em família.</p>
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		<title>Disparo Pro registra ganho de 85% em performance operacional com IA</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/inteligencia-artificial/56298/disparo-pro-registra-ganho-de-85-em-performance-operacional-com-ia.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 09:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inteligência Artificial deixou de ser tendência para se tornar eixo estratégico das empresas de tecnologia em todo o mundo. Atenta a esse movimento, a Disparo Pro vem acelerando a aplicação de IA não apenas em suas soluções para o mercado, mas também em seus processos internos e no desenvolvimento de produtos. O resultado: um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial deixou de ser tendência para se tornar eixo estratégico das empresas de tecnologia em todo o mundo. Atenta a esse movimento, a Disparo Pro vem acelerando a aplicação de IA não apenas em suas soluções para o mercado, mas também em seus processos internos e no desenvolvimento de produtos. O resultado: um ganho médio de 85% em performance em diversas áreas da operação.</p>
<p>Nos últimos dois anos, as empresas intensificaram investimentos em Pesquisa &amp; Desenvolvimento, direcionando parte dos R$ 8 milhões previstos para P&amp;D à implementação de agentes de Inteligência Artificial, aquisição de ferramentas especializadas e capacitação técnica das equipes. A estratégia teve como foco ampliar eficiência operacional, reduzir gargalos e permitir que os colaboradores concentrem sua atuação em atividades mais estratégicas e de maior valor agregado.</p>
<p>“Estamos vivendo uma transformação estrutural no mercado de tecnologia. A IA não é apenas uma funcionalidade embarcada nos produtos, mas um novo modelo de trabalho. Ao aplicarmos inteligência artificial nos nossos próprios processos, conseguimos acelerar entregas, aumentar a qualidade e liberar nossos times para decisões mais analíticas e estratégicas”, afirma João Neto, co-founder das empresas.</p>
<p>Engenharia: aceleração no desenvolvimento de software</p>
<p>Na área de engenharia, a adoção de um ambiente de desenvolvimento integrado com Inteligência Artificial passou a apoiar diretamente os desenvolvedores na criação de códigos, revisões técnicas e testes.</p>
<p>A empresa passou a utilizar a Antigravity, ferramenta do Google baseada em agentes de IA, que atua como um co-piloto avançado de programação dentro da própria IDE. A solução permite interpretar comandos, sugerir e gerar trechos de código, realizar revisões automáticas, estruturar testes e apoiar a organização de tarefas complexas de desenvolvimento.</p>
<p>Com a Antigravity, tarefas operacionais e repetitivas passaram a ser executadas com apoio de agentes inteligentes, reduzindo drasticamente o tempo de execução e elevando o padrão de qualidade técnica, enquanto os engenheiros concentram esforços na arquitetura das soluções, validação estratégica e inovação de produtos.</p>
<p>O resultado é maior velocidade de entrega, padronização de processos e ganho significativo de eficiência no ciclo de desenvolvimento.</p>
<p>Marketing: 24 agentes de IA e produtividade ampliada</p>
<p>No marketing, 24 agentes de Inteligência Artificial passaram a atuar em frentes como de artigos e blogs posts, otimização de SEO, apoio a produção de imagens e vídeos.</p>
<p>As ferramentas assumem etapas operacionais e repetitivas, enquanto o time concentra esforços em estratégia de posicionamento, análise de dados, definição de campanhas e construção de narrativas de marca.</p>
<p>Comercial, atendimento e financeiro também integrados</p>
<p>A aplicação da IA também se estende às áreas comercial, atendimento e financeiro. No comercial, agentes apoiam pré-vendas e qualificação de oportunidades. No atendimento, chatbots inteligentes aumentam a agilidade nas interações. Já no financeiro, ferramentas automatizam revisões de reembolsos e conferências operacionais.</p>
<p>Essa integração transversal garante padronização, agilidade e maior controle de processos, fortalecendo a governança interna.</p>
<p>Tendência global e posicionamento estratégico</p>
<p>A adoção estruturada de Inteligência Artificial acompanha um movimento global de transformação digital, no qual empresas de tecnologia incorporam IA tanto em seus produtos quanto em suas rotinas internas. Para a Disparo Pro, esse passo é essencial para sustentar crescimento, competitividade e inovação contínua.</p>
<p>Mais do que automatizar tarefas, a estratégia busca reposicionar o papel das equipes, valorizando competências analíticas, criativas e de liderança. “A tecnologia assume o que é operacional. As pessoas se dedicam ao que é estratégico. Esse é o modelo de empresa que estamos construindo”, reforça João Neto.</p>
<p>“Com a consolidação da Inteligência Artificial em nossos processos internos, fortalecemos nossa eficiência operacional e ampliamos nossa capacidade de entregar soluções mais robustas, ágeis e alinhadas às demandas de um mercado cada vez mais orientado por dados e performance. Dessa forma, nos ajustando à nova realidade e promovemos a sustentabilidade e o crescimento contínuo dos nossos negócios”, conclui o executivo.</p>
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		<title>Especialista da Tagbit avalia cenário de tendências para o novo ano e crava: “O marketing que ignora IA perde eficiência, escala e competitividade”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
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					<description><![CDATA[Negócios que ainda não incorporaram a inteligência artificial à produção e à distribuição de conteúdos, bem como às estratégias de comunicação e marketing, precisam rever conceitos e práticas. O ano de 2026 marca um ponto de virada definitivo para esse mercado. Os números ajudam a dimensionar a velocidade dessa transformação. Levantamentos reunidos por plataformas internacionais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Negócios que ainda não incorporaram a inteligência artificial à produção e à distribuição de conteúdos, bem como às estratégias de comunicação e marketing, precisam rever conceitos e práticas. O ano de 2026 marca um ponto de virada definitivo para esse mercado.</p>
<p>Os números ajudam a dimensionar a velocidade dessa transformação. Levantamentos reunidos por plataformas internacionais de análise de mercado indicam que cerca de 88% dos profissionais de marketing já utilizam algum tipo de inteligência artificial em suas rotinas, especialmente em atividades como criação de conteúdo, análise de dados e automação de campanhas. No Brasil, pesquisas como a da RD Station mostram que mais da metade das empresas já adotou IA em marketing e vendas, ainda que de forma parcial.</p>
<p>O impacto aparece nas análises setoriais citadas pela SalesGroup, que apontam reduções de até 37% no custo de aquisição de clientes (CAC) em estratégias baseadas em IA, além de ganhos consistentes em conversão.</p>
<p>Para Lucas Veiga, fundador e CEO da Tagbit, agência de marketing digital, o que está em curso é uma reorganização do marketing como função estratégica, apoiada por dados, automação e personalização contínua. “Para muitos negócios, especialmente pequenos e médios, essa transição redefine quem cresce e quem simplesmente deixa de ser visto”, afirma.</p>
<p>Segundo o especialista, em meio ao excesso de informação que disputa a atenção do consumidor, a vantagem competitiva migra de quem fala mais para quem fala melhor. “Ganha espaço quem consegue entregar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo”.</p>
<p>Assim, organizações orientadas por dados tendem a apresentar desempenho superior no mercado. Estudos do McKinsey Global Institute indicam que empresas data-driven são cerca de 23 vezes mais propensas a conquistar novos clientes, seis vezes mais propensas a retê-los e 19 vezes mais propensas a serem lucrativas quando comparadas a organizações menos orientadas por dados.</p>
<p>A inteligência artificial torna essa abordagem viável em escala, ao permitir que grandes volumes de dados sejam analisados e transformados em decisões em tempo quase real, algo difícil de sustentar apenas com operação humana. “Com IA, a estratégia aprende enquanto está em execução”, afirma Lucas.</p>
<p>O próprio conteúdo passa por transformação. Em vez de peças estáticas, ganham espaço ativos dinâmicos, capazes de se adaptar automaticamente ao perfil, comportamento e contexto de cada usuário. Dados da Statista indicam que o mercado global de IA aplicada ao marketing deve ultrapassar US$ 100 bilhões até 2028, impulsionado por automação criativa, personalização e análise preditiva.</p>
<p>A Accenture aponta que 91% dos consumidores tendem a comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas. Para as empresas, isso se traduz em maior engajamento e menor desperdício de mídia. “A comunicação genérica deixa de ser uma estratégia sustentável”, avalia o especialista.</p>
<p>Além do impacto estratégico, a inteligência artificial redefine custos e estruturas operacionais. Processos como testes A/B, otimização de mídia, segmentação de públicos e geração de relatórios tornam-se amplamente automatizados. Relatórios da PwC indicam que a automação baseada em IA pode reduzir custos operacionais de marketing em até 30%. “A vantagem competitiva deixa de ser orçamento e passa a ser arquitetura”, afirma o executivo.</p>
<p>Paradoxalmente, quanto maior o uso de tecnologia, mais relevante se torna o planejamento. A abundância de dados exige objetivos claros, métricas bem definidas e integração entre marketing, vendas e tecnologia. “Sem planejamento, a IA amplifica erros; com direção, acelera crescimento”, resume Veiga.</p>
<p>E assim, o marketing se torna menos intuitivo e mais sistêmico; menos dependente de campanhas pontuais e mais orientado por dados, automação e aprendizado contínuo. “A pergunta agora não é se a empresa vai usar IA no marketing, mas se vai usar bem. Quem faz isso antes constrói vantagem competitiva. Quem adia, corre o risco de se tornar irrelevante”, conclui Lucas Veiga.</p>
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		<title>Brasil concentra quase metade dos ataques DDoS da América Latina, aponta relatório da NETSCOUT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Kanzlier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 11:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisas & Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil foi o país mais afetado por ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) na América Latina no segundo semestre de 2025. De acordo com relatório divulgado pela NETSCOUT SYSTEMS, o país registrou 470.677 ataques entre julho e dezembro, número que representa quase metade dos 1.014.148 incidentes identificados em toda a região no período....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil foi o país mais afetado por ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) na América Latina no segundo semestre de 2025. De acordo com relatório divulgado pela NETSCOUT SYSTEMS, o país registrou 470.677 ataques entre julho e dezembro, número que representa quase metade dos 1.014.148 incidentes identificados em toda a região no período.</p>
<p>O volume coloca o Brasil no centro do mapa regional de ameaças cibernéticas, refletindo tanto a dimensão de sua infraestrutura digital quanto a atratividade do mercado para grupos de ataque.</p>
<p><strong>Telecom lidera lista de setores mais visados<br />
</strong>O levantamento mostra que empresas de telecomunicações sem fio (exceto satélite) foram o principal alvo no país, concentrando 114.797 ataques. Em seguida aparecem infraestruturas de computação e serviços de hospedagem, com 47.897 incidentes, e operadoras de telecomunicações com fio, que registraram 34.051 ataques.</p>
<p>Outros segmentos também figuram entre os mais atingidos, evidenciando a diversidade de alvos das campanhas de DDoS:</p>
<ul>
<li>Comércio atacadista de equipamentos para escritório – 6.515 ataques</li>
<li>Transporte rodoviário de cargas – 6.367 ataques</li>
<li>Bancos – 5.583 ataques</li>
<li>Outras empresas de telecomunicações – 3.010 ataques</li>
<li>Organizações religiosas – 1.210 ataques</li>
</ul>
<p>Segundo especialistas, a concentração de ataques em telecomunicações e infraestrutura digital reforça o papel estratégico desses setores para a conectividade e para a economia digital.</p>
<p><strong>Vetores mais utilizados pelos invasores</strong><br />
A análise também identificou os principais métodos empregados pelos atacantes no Brasil. O vetor mais frequente foi o TCP, responsável por 134.320 ataques, seguido por DNS Amplification, com 98.558 ocorrências.</p>
<p>Outros vetores relevantes incluem:</p>
<ul>
<li>TCP RST – 76.980 ataques</li>
<li>STUN Amplification – 65.936 ataques</li>
<li>TCP SYN/ACK Amplification – 65.915 ataques</li>
<li>A diversidade de técnicas evidencia a predominância de ataques multivetoriais, que combinam diferentes métodos para aumentar o impacto e dificultar a mitigação.</li>
</ul>
<p><strong>Escalada global de ataques</strong><br />
No cenário global, o relatório da NETSCOUT aponta que mais de oito milhões de ataques DDoS foram registrados em 203 países e territórios no segundo semestre de 2025, alguns atingindo picos de até 30 terabits por segundo (Tbps).</p>
<p>A análise indica que a colaboração entre grupos de ameaça, o uso de botnets cada vez mais resilientes e a exploração de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) comprometidos têm impulsionado campanhas de ataques em escala inédita.</p>
<p>Outro fator de preocupação é a expansão dos serviços de DDoS sob demanda, que reduzem barreiras técnicas e permitem que um número maior de agentes lance ataques.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-56317 alignleft" src="https://www.guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Richard-Hummel-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Richard-Hummel-300x300.png 300w, https://www.guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Richard-Hummel.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />“Os agentes de ameaça identificam organizações que não investiram nas defesas certas para se manterem à frente de ataques DDoS sofisticados e coordenados, a fim de derrubar infraestrutura crítica”, afirmou <strong>Richard Hummel,</strong> <strong>diretor de inteligência de ameaças da NETSCOUT.</strong> “As defesas de segurança tradicionais não funcionam mais e, com os invasores atingindo novos patamares de volume e complexidade de ataque, a implementação de defesas automatizadas e proativas se tornou um mandato de gestão de risco em nível de negócios – não apenas uma preocupação técnica para profissionais de segurança”.</p>
<p>O relatório também destaca a crescente utilização de inteligência artificial em fóruns clandestinos, com aumento de 219% nas menções a ferramentas maliciosas baseadas em IA, utilizadas para acelerar a exploração de vulnerabilidades e ampliar botnets.</p>
<p>Para especialistas, a combinação entre automação, colaboração entre grupos de ataque e ampliação do número de agentes envolvidos indica que os ataques DDoS continuarão evoluindo em volume e sofisticação, exigindo estratégias de defesa cada vez mais proativas por parte das organizações.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ferramenta de IA reduz em 45% o tempo de validação de campanhas com influenciadores</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/inteligencia-artificial/56279/ferramenta-de-ia-reduz-em-45-o-tempo-de-validacao-de-campanhas-com-influenciadores.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 10:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento acelerado do marketing de influência trouxe um desafio operacional para as marcas: como garantir consistência em centenas de conteúdos publicados simultaneamente por criadores digitais. Uma nova ferramenta baseada em inteligência artificial busca endereçar esse gargalo. A BriefCheck AI, desenvolvida pela Inbazz, automatiza a análise de vídeos publicados por creators, verificando se os conteúdos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p>O crescimento acelerado do marketing de influência trouxe um desafio operacional para as marcas: como garantir consistência em centenas de conteúdos publicados simultaneamente por criadores digitais. Uma nova ferramenta baseada em inteligência artificial busca endereçar esse gargalo.</p>
<p>A BriefCheck AI, desenvolvida pela Inbazz, automatiza a análise de vídeos publicados por creators, verificando se os conteúdos estão alinhados às diretrizes definidas no briefing das campanhas. Segundo a empresa, a tecnologia tem reduzido em até 45% o tempo gasto na etapa de validação.</p>
<p>A solução cruza quatro frentes de informação: orientações da campanha, imagens do vídeo, áudio e legenda da publicação. A partir dessa leitura simultânea, classifica o material como “Aprovado”, “Em Alerta” ou “Reprovado” e apresenta justificativas que indicam aderência ao briefing ou eventuais desvios.</p>
<p>Hoje, a revisão manual de um único vídeo pode levar cerca de cinco minutos. Com o modelo automatizado, o processamento ocorre em aproximadamente 15 segundos. Conteúdos aprovados ou reprovados deixam de exigir revisão humana, enquanto apenas os classificados como “Em Alerta” seguem para análise especializada — já acompanhados de apontamentos técnicos que direcionam a avaliação.</p>
<p>Para Matheus Barcelos, CEO da Inbazz, o avanço responde a uma mudança estrutural no mercado. “O volume de campanhas e criadores cresceu rapidamente. A validação manual passou a ser um ponto crítico de escala. Automatizar essa triagem inicial permite que as equipes foquem em decisões estratégicas”, afirma.</p>
<p>Entre os critérios avaliados estão posicionamento do produto, clareza da mensagem, alinhamento ao tom da marca, qualidade técnica e coerência com a estratégia definida. A proposta é antecipar riscos de comunicação antes da publicação, reduzindo retrabalho e inconsistências.</p>
<p><strong>Mercado em expansão pressiona por eficiência</strong><br />
Fundada em 2024, a Inbazz afirma ter ampliado seu faturamento de R$ 540 mil para R$ 4,8 milhões no último ano, impulsionada pela automatização da gestão de campanhas com influenciadores. A empresa recebeu aportes de Antler e Stamina VC.</p>
<p>O movimento ocorre em um mercado em rápida expansão. A chamada creator economy movimenta mais de US$ 250 bilhões por ano globalmente e pode dobrar até 2027, segundo projeção do Goldman Sachs. No Brasil, influenciadores já fazem parte da estratégia central de setores como moda, alimentação e beleza, o que aumenta a pressão por métricas, padronização e previsibilidade de resultados.</p>
<p>A adoção de ferramentas de inteligência artificial na etapa de validação indica um movimento mais amplo de profissionalização do setor — transformando conteúdo, antes tratado apenas como peça criativa, em ativo analisável por dados.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil como hub de talentos em cibersegurança: por que isso redefine a competitividade das empresas no mercado global</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/artigos/56272/brasil-como-hub-de-talentos-em-ciberseguranca-por-que-isso-redefine-a-competitividade-das-empresas-no-mercado-global.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Caio Telles, CEO da BugHunt Por muito tempo, o Brasil foi visto no cenário global de tecnologia mais como um mercado consumidor do que como um polo estratégico de produção de conhecimento avançado. Na cibersegurança, esse cenário começa a mudar. Hoje, o país desponta como um hub emergente de talentos, atraindo empresas globais que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por C</em><i>aio Telles, CEO da BugHunt</i></p>
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<p><span>Por muito tempo, o Brasil foi visto no cenário global de tecnologia mais como um mercado consumidor do que como um polo estratégico de produção de conhecimento avançado. Na cibersegurança, esse cenário começa a mudar. Hoje, o país desponta como um hub emergente de talentos, atraindo empresas globais que buscam escala aliada à profundidade técnica, visão prática e capacidade de atuação em ambientes complexos.</span></p>
<p><span>Esse avanço é resultado de uma combinação relevante de um grande volume de profissionais técnicos, cultura consolidada de pesquisa aplicada, participação ativa em comunidades internacionais e exposição frequente a cenários adversos. Esses fatores moldaram um perfil altamente adaptável às demandas atuais da segurança digital. Ainda assim, desafios como lacunas na formação formal, barreiras linguísticas e retenção de talentos precisam ser enfrentados para consolidar esse protagonismo no longo prazo.</span></p>
<p><strong>O diferencial dos profissionais brasileiros<br />
</strong><span>Os profissionais brasileiros de cibersegurança se destacam pela criatividade técnica, alta adaptabilidade e pensamento ofensivo avançado. Muitos desenvolveram soluções eficientes em contextos de recursos limitados, o que fortaleceu a capacidade de atuar em situações reais de ataque e defesa. Essa vivência prática, aliada a uma mentalidade investigativa, explica por que esses talentos têm sido cada vez mais demandados por empresas globais.</span></p>
<p><span>Em um cenário em que as ameaças evoluem rapidamente, esse perfil se torna estratégico para organizações que precisam ir além de abordagens teóricas e respostas padronizadas. </span></p>
<p><strong>Impacto direto na competitividade e na inovação das empresas<br />
</strong><span>Esse diferencial técnico se reflete diretamente na competitividade das empresas no mercado internacional. O acesso a talentos brasileiros permite escalar equipes especializadas com mais agilidade, reduzir custos sem comprometer a qualidade técnica e acelerar ciclos de inovação em segurança.</span></p>
<p><span>Além disso, a diversidade de perspectivas sobre ameaças e estratégias defensivas fortalece a resiliência organizacional. Especialmente em mercados altamente regulados e expostos a riscos digitais, essa capacidade de resposta ampliada se torna um diferencial competitivo relevante.</span></p>
<p><strong>Áreas em que o Brasil já demonstra protagonismo<br />
</strong><span>O Brasil já ocupa uma posição de destaque em áreas como bug bounty, pesquisa de vulnerabilidades, segurança ofensiva, testes de intrusão, análise de aplicações web e mobile e engenharia reversa. Mais recentemente, observa-se também um crescimento acelerado em segurança na nuvem (</span><em><span>cloud security)</span></em><span> e segurança de APIs (Interfaces de Programação de Aplicativos).</span></p>
<p><span>Esse avanço é impulsionado por uma comunidade técnica ativa, eventos especializados e plataformas que conectam pesquisadores brasileiros a empresas globais, criando um ciclo contínuo de aprendizado, exposição internacional e amadurecimento técnico.</span></p>
<p><span>Apesar desse potencial, há riscos claros para a consolidação do Brasil como um hub global de cibersegurança. A falta de políticas estruturadas de incentivo à formação avançada, a evasão de talentos para o exterior sem retorno ao ecossistema local, a desigualdade no acesso à educação técnica de qualidade e a baixa integração entre academia, mercado e governo são obstáculos relevantes.</span></p>
<p><span>Sem investimento coordenado e uma visão estratégica de longo prazo, esse crescimento pode perder força e se tornar insustentável.</span></p>
<p><strong>O que esse movimento representa para o futuro das empresas brasileiras<br />
</strong><span>Para as empresas brasileiras, esse cenário representa uma oportunidade única. Mais do que consumir tecnologia, elas podem se posicionar como produtoras de conhecimento estratégico em cibersegurança. Isso eleva o nível de maturidade organizacional, atrai parcerias internacionais, possibilita a exportação de serviços de alto valor agregado e fortalece a soberania digital.</span></p>
<p><span>Em um mundo cada vez mais competitivo e interconectado, transformar talento técnico em vantagem estratégica deixa de ser apenas uma escolha e passa a ser um caminho natural para quem busca relevância global.</span></p>
</div>
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		<item>
		<title>Segurança hoteleira inteligente: como a tecnologia melhora a experiência do hóspede sem ser invasiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 09:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Denith García, gerente de vendas internas para a América Latina na Axis Communications A segurança e a experiência do hóspede se tornaram dois pilares fundamentais para o setor hoteleiro. Hoje, os hotéis buscam soluções que protejam clientes e colaboradores sem alterar a atmosfera de descanso. As tecnologias de áudio e vídeo em rede permitem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Denith García, gerente de vendas internas para a América Latina na Axis Communications</em></p>
<p>A segurança e a experiência do hóspede se tornaram dois pilares fundamentais para o setor hoteleiro. Hoje, os hotéis buscam soluções que protejam clientes e colaboradores sem alterar a atmosfera de descanso. As tecnologias de áudio e vídeo em rede permitem monitorar discretamente espaços como recepções, corredores e áreas comuns, reforçando a confiança e cuidando da reputação do estabelecimento.</p>
<p>Além de prevenir incidentes, esses sistemas ajudam a otimizar a operação diária. O monitoramento inteligente facilita a detecção de acessos bloqueados, comportamentos incomuns ou aglomerações, permitindo uma resposta rápida da equipe. Além disso, a análise do fluxo de pessoas contribui para melhorar o gerenciamento de filas, a alocação de funcionários e os tempos de atendimento, fatores essenciais para aumentar a satisfação do hóspede.</p>
<p>A privacidade também ocupa um lugar central nessa evolução tecnológica. As novas soluções incorporam ferramentas que protegem a identidade dos clientes por meio do mascaramento dinâmico de imagens, alcançando um equilíbrio entre segurança e respeito. Isso é especialmente relevante em áreas sensíveis, como piscinas, academias e áreas de descanso, onde a tranquilidade faz parte da experiência hoteleira.</p>
<p>O áudio em rede desempenha um papel estratégico nos hotéis modernos. Através de sistemas de megafonia digital, é possível comunicar avisos operacionais, mensagens de emergência ou informações gerais de forma clara e segmentada, sem recorrer a instalações complexas. Essa flexibilidade melhora a coordenação interna e reforça a capacidade de resposta a qualquer situação.</p>
<p>Em um ambiente cada vez mais competitivo, a hote leria aposta em soluções inteligentes que agregam valor sem serem invasivas. Segurança hoteleira, experiência do hóspede e eficiência operacional estão hoje integradas graças a tecnologias pensadas para acompanhar o crescimento do setor. O resultado: hotéis mais protegidos, melhor gerenciados e preparados para responder às novas expectativas do viajante moderno.</p>
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		<title>Duo&amp;Co adquire participação na 6B Partners, incorpora branding no ecossistema e projeta R$ 100 milhões em faturamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 14:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[M&A]]></category>
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					<description><![CDATA[A Duo&#38;Co anuncia a aquisição de 20% da 6B Partners, consultoria de branding e design estratégico fundada em 2019, como parte da estratégia  de consolidação por capacidade operacional. A entrada da 6B amplia a atuação do ecossistema em uma frente considerada crítica para marcas em expansão, a marca como infraestrutura de crescimento, conectada a performance,...]]></description>
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<p><span>A Duo&amp;Co anuncia a aquisição de 20% da 6B Partners, consultoria de branding e design estratégico fundada em 2019, como parte da estratégia  de consolidação por capacidade operacional. A entrada da 6B amplia a atuação do ecossistema em uma frente considerada crítica para marcas em expansão, a marca como infraestrutura de crescimento, conectada a performance, growth e tecnologia. O movimento está alinhado ao plano de crescimento da Duo&amp;Co, que mira R$ 100 milhões em faturamento até o fim de 2026.</span></p>
<p><span>Com a transação, Brunna Casagrande permanece como CEO da 6B e passa a atuar também como sócia e Head de Branding na estrutura do ecossistema Duo&amp;Co. “A integração com a Duo&amp;Co amplia nossa capacidade de conectar marca com performance, vendas e growth. O objetivo é aumentar o impacto mensurável para os clientes e assumir projetos maiores, mais complexos e com ambições mais altas. O cliente passa a ter uma jornada mais integrada, da construção da marca até a geração de receita, dentro de uma mesma estrutura”, afirma Brunna.</span></p>
<p><span>Para a Duo&amp;Co, o propósito é reduzir a fragmentação entre disciplinas e transformar integração em capacidade real de entrega. “Branding não é etapa estética. É uma alavanca de negócio quando está conectada à estratégia e à execução. A chegada da 6B fortalece nossa capacidade de entregar crescimento com consistência, integrando no mesmo fluxo os resultados, a construção e a proteção de marca”, afirma João Brognoli, CEO e fundador da Duo&amp;Co.</span></p>
<p><span>A 6B soma mais de 400 clientes atendidos, com forte atuação no Sul e projetos também no Sudeste e Centro-Oeste. Como uma unidade especialista em consultoria de proteção de marcas 360º, a empresa utiliza uma metodologia de análise proprietária baseada em três pilares, o jurídico, o branding e a tecnologia, para auxiliar organizações desde o registro e acompanhamento de marcas até a gestão de reputação e posicionamento digital. Atualmente, a 6B comercializa projetos de branding na faixa de R$ 150 mil, com planos de elevar gradualmente o ticket para R$ 300 mil no primeiro ano após a integração, acompanhando o foco estratégico em projetos de maior escala e complexidade.</span></p>
<p><span>Além da escala, a 6B entra com credenciais reconhecidas no mercado. A empresa acumula mais de 80 prêmios nacionais e internacionais, incluindo iF Design Award, ABRE e WPO, por meio da Design Inverso, unidade especializada incorporada à operação. Um exemplo de impacto prático citado pela empresa envolve um projeto de iogurte orgânico, que com reposicionamento e embalagem estruturados como ferramenta de entrada, a marca viabilizou a chegada a uma grande rede do Sul com isenção estimada de cerca de R$ 500 mil em taxa de listagem e elevou o faturamento de aproximadamente R$ 3 milhões para mais de cinco vezes esse valor.</span></p>
<p><span>Na prática, o movimento reforça uma leitura recorrente do mercado: marcas têm investido em aquisição e performance, mas enfrentam limites quando a construção de marca não acompanha a escala. A entrada da 6B na Duo&amp;Co busca endereçar esse gap com uma oferta mais integrada, conectando estratégia de marca, design e governança a uma operação orientada a crescimento.</span></p>
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		<item>
		<title>BC aumenta governança e redefine o papel da alta gestão em cibersegurança</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/artigos/56258/bc-aumenta-governanca-e-redefine-o-papel-da-alta-gestao-em-ciberseguranca.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Sylvio Sobreira Vieira, CEO &#38; Head Consulting da SVX Consultoria Nos últimos anos, uma onda de ataques digitais expôs fragilidades no sistema financeiro brasileiro e motivou uma reação do Banco Central, que aumentou a regulamentação sobre o tema. Somente em 2025, até outubro, o Banco Central detectou 68 incidentes cibernéticos envolvendo instituições financeiras –...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Sylvio Sobreira Vieira, CEO &amp; Head Consulting da SVX Consultoria</em></p>
<div>
<p><span>Nos últimos anos, uma onda de ataques digitais expôs fragilidades no sistema financeiro brasileiro e motivou uma reação do Banco Central, que aumentou a regulamentação sobre o tema. Somente em 2025, até outubro, o Banco Central detectou 68 incidentes cibernéticos envolvendo instituições financeiras – já ultrapassando os 59 casos de todo o ano de 2024. Em paralelo, criminosos exploraram brechas no arranjo de pagamentos instantâneos Pix para desviar mais de R$ 1,5 bilhão, em esquemas que só foram parcialmente contidos pelas autoridades.</span></p>
<p><span>A partir de 2024, o Banco Central intensificou a supervisão e a cobrança da Resolução nº 4.893, deixando claro que segurança cibernética deixou de ser promessa em papel e passou a ser obrigação operacional, mensurável e auditável. Não basta ter políticas escritas: o regulador passou a exigir evidências de que os controles funcionam na prática. Esse movimento ganhou força máxima em dezembro do ano passado, com a publicação da Resolução CMN nº 5.274/2025, que aprofundou e detalhou os controles mínimos de segurança já previstos. O novo normativo elevou o nível de maturidade exigido do setor financeiro, consolidando um padrão regulatório mais rigoroso em tecnologia e cibersegurança.</span></p>
<p><span>A Resolução nº 4.893 foi aprovada em fevereiro de 2021, pelo Conselho Monetário Nacional. O texto estabeleceu diretrizes mínimas de segurança cibernética para instituições financeiras, incluindo requisitos para contratação de computação em nuvem e proteção de dados, e já sinalizava que tecnologia e segurança deveriam sair do silo técnico para integrar a agenda de governança corporativa.</span></p>
<p><span>A norma exigiu políticas com responsabilidades claras da alta administração, planos de continuidade de negócios voltados a ataques cibernéticos e controles rigorosos sobre terceiros e fornecedores de TI. Ainda assim, em seus primeiros anos de vigência, o impacto foi limitado: muitas instituições trataram a exigência como um exercício formal de conformidade, sem promover mudanças estruturais na forma de governar riscos tecnológicos.</span></p>
<p><span>Claramente, o movimento do BC sinaliza que houve uma transição para uma “nova lógica de responsabilização” dentro das organizações, exigindo ajustes profundos em políticas internas, controles e processos. Em essência, o Banco Central reposicionou o tema: falhas de TI e cibersegurança deixaram de ser tratadas como problema exclusivo da área de tecnologia e passaram a ser encaradas como falhas de governança corporativa.</span></p>
<p><span><strong>Fiscalização rigorosa e impactos recentes<br />
</strong></span><span>A virada regulatória veio acompanhada de uma fiscalização muito mais rigorosa por parte do Banco Central. Com o prazo final de 1º de março de 2026 para adequação total às novas exigências, a autoridade monetária deixou claro que instituições fora do compliance estarão sujeitas a ações enérgicas e imediatas.</span></p>
<p><span>Uma das principais redefinições trazidas pelo Banco Central foi tratar tecnologia e segurança da informação como temas centrais de governança, sujeitando-os aos mesmos rigores de controle e documentação dos demais riscos corporativos. Na prática, isso significa que decisões estratégicas de TI precisam ser documentadas, justificadas e frequentemente deliberadas em comitês executivos ou no próprio conselho.</span></p>
<p><span>Além disso, Conselhos de Administração e diretorias executivas passam a ter um papel inegociável na gestão de tecnologia e cibersegurança. Não se trata mais de delegar tudo ao departamento de TI – espera-se que os líderes entendam os principais desafios digitais, patrocinem as iniciativas de proteção e sejam os tomadores de decisão informados quando o assunto é arquitetura de sistemas, resposta a incidentes críticos ou investimento em proteção de dados. Esse envolvimento ativo já pode ser observado tanto em exigências formais quanto em mudanças culturais no setor.</span></p>
<p><span>Isso inclui desde determinações de correção com prazos curtos, até multas vultosas e processos administrativos sancionadores, além do risco de restrições operacionais (como limites em operar novos produtos) e, é claro, um dano reputacional severo caso a instituição seja exposta como negligente em segurança. Ou seja, a não conformidade deixou de ser uma opção viável – o custo de ignorar os padrões agora supera, e muito, o investimento para segui-los.</span></p>
<p><span><strong>Tendência de expansão para outros setores regulados<br />
</strong></span><span>O novo padrão de governança imposto pelo Banco Central ao setor financeiro tende a irradiar efeitos para além das fronteiras bancárias. Em um mundo de riscos digitais interconectados, outros órgãos reguladores no Brasil já começam a seguir trilhas similares. O mercado de capitais, por exemplo, discute regras mais rígidas de segurança para corretoras e gestoras sob a batuta da CVM, enquanto a SUSEP (que supervisiona seguros) tem orientado seguradoras a fortalecerem políticas de segurança da informação à luz de ataques recentes no segmento.</span></p>
<p><span>No setor de energia e telecomunicações – considerados de infraestrutura crítica – cresce a pressão por mecanismos de regulação e fiscalização unificados em cibersegurança, em linha com a Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber) lançada em 2025. Essa estratégia nacional, coordenada pelo GSI, propõe justamente uma governança centralizada com padrões mínimos de segurança para serviços essenciais e infraestruturas críticas, além de mecanismos mais robustos de coordenação e controle regulatório entre agências setoriais. Ou seja, o movimento do Banco Central insere-se numa tendência maior de amadurecimento da segurança cibernética no país, servindo de modelo para outros segmentos.</span></p>
<p><span>Em um ambiente de ameaças crescentes e transformação digital acelerada, o legado dessa mudança é claro: cibersegurança sólida passou a ser sinônimo de boa governança e gestão responsável. O engajamento ativo de dirigentes e conselheiros nas questões tecnológicas deixa de ser um diferencial e torna-se obrigatório para a sustentabilidade dos negócios. Assim, o Banco Central não apenas responde aos desafios imediatos, mas também pavimenta o caminho para um futuro no qual segurança, inovação e confiança andam de mãos dadas – um padrão que, ao que tudo indica, será em breve a norma em todos os setores críticos da economia.</span></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ar-condicionado inverter não é o vilão da conta de luz, segundo estudo da Fujitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisas & Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a intensificação das ondas de calor e o uso mais frequente de equipamentos para refrescar os ambientes, a conta de luz costuma se tornar uma preocupação para os consumidores. Tradicionalmente apontado como um dos principais responsáveis pelo aumento do consumo de energia, o ar-condicionado nem sempre merece essa fama. Um estudo comparativo realizado pela...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Com a intensificação das ondas de calor e o uso mais frequente de equipamentos para refrescar os ambientes, a conta de luz costuma se tornar uma preocupação para os consumidores. Tradicionalmente apontado como um dos principais responsáveis pelo aumento do consumo de energia, o ar-condicionado nem sempre merece essa fama. Um estudo comparativo realizado pela Fujitsu General do Brasil mostra que modelos com tecnologia inverter podem apresentar um consumo mensal semelhante ao de ventiladores, especialmente quando utilizados de forma adequada.</p>
<p>O levantamento comparou o desempenho energético de um ar-condicionado Fujitsu Premium Inverter High Wall de 9.000 BTU/h com um ventilador de mesa do mercado, considerando o uso contínuo ao longo do dia. Embora o ventilador apresente menor consumo instantâneo de energia, ele não reduz a temperatura do ambiente, apenas movimenta o ar. Na prática, isso faz com que o equipamento permaneça ligado por longos períodos, muitas vezes durante toda a noite, o que eleva o consumo acumulado ao final do mês.</p>
<p>Já o ar-condicionado com tecnologia inverter funciona de maneira diferente. Em vez de ligar e desligar o compressor repetidamente, o sistema ajusta sua velocidade de forma contínua, mantendo a temperatura estável e evitando picos de energia. Esse funcionamento mais inteligente reduz desperdícios e garante maior eficiência energética ao longo do tempo.</p>
<p>O estudo também analisou dois cenários de uso prolongado, de 8 e 10 horas diárias, comuns em períodos de calor intenso. Nesse contexto, o ventilador manteve um consumo linear, pois precisa ficar ligado o tempo todo para gerar sensação de alívio, sem reduzir de fato a temperatura do ambiente. Já o Fujitsu Premium Inverter apresentou um comportamento distinto: após as primeiras horas de funcionamento, quando o ambiente atinge a temperatura desejada, o equipamento passa a operar em menor potência. Com isso, as horas adicionais de uso têm impacto reduzido no consumo total, fazendo com que, no cenário de 10 horas, a diferença de gasto mensal entre o ar-condicionado inverter e o ventilador se torne ainda menor.</p>
<p>“Quando analisamos um período de uso mais longo, como 10 horas seguidas, fica ainda mais claro o papel da tecnologia inverter. O maior consumo acontece no início, enquanto o ambiente ainda está quente. Após atingir a temperatura desejada, o equipamento passa a operar de forma contínua e estável, com potência reduzida, consumindo menos energia. Isso faz com que as horas adicionais tenham um impacto muito menor no consumo total de energia, diferente do ventilador, que consome praticamente a mesma quantidade de energia durante todo o tempo em que permanece ligado.”, explica João Nakata, engenheiro especialista em aplicação da Fujitsu General do Brasil.</p>
<p>O levantamento também reforça que o consumo elevado de energia, na maioria dos casos, mais relacionado aos hábitos de uso do que ao equipamento em si. Ajustar o aparelho para temperaturas muito baixas, manter portas e janelas abertas ou não realizar a manutenção adequada são práticas que aumentam o gasto de energia, independentemente do modelo. Especialistas indicam que temperaturas entre 23 °C e 25 °C são suficientes para garantir conforto térmico, sem exigir esforço excessivo do sistema.</p>
<p>Outro mito comum é a ideia de que desligar e ligar o aparelho consome mais energia do que mantê-lo funcionando o tempo todo. Do ponto de vista técnico, isso não se confirma. O consumo ocorre enquanto o compressor está em funcionamento, e desligar o equipamento em períodos mais longos de ausência pode, sim, contribuir para a economia de energia.</p>
<p>Além da eficiência energética, o comparativo destaca ganhos em conforto e qualidade de uso. O ar-condicionado inverter oferece funcionamento mais silencioso, controle mais preciso da temperatura e maior sensação de bem-estar, reduzindo a necessidade de longos períodos de uso contínuo. Dessa forma, quando utilizado de forma consciente, o equipamento deixa de ser o vilão da conta de luz e passa a ser um aliado do conforto e do consumo responsável.</p>
<p>“Existe um mito muito comum de que o ar-condicionado consome muita energia, mas isso não se aplica aos modelos com tecnologia inverter. O consumo não depende apenas do equipamento, e sim, principalmente, da forma de uso. Quando ajustado corretamente e utilizado em um ambiente adequado, o ar-condicionado inverter pode ser tão eficiente quanto outras soluções que permanecem ligadas por muitas horas sem controle real da temperatura”, complementa João Nakata, engenheiro especialista em aplicação da Fujitsu General do Brasil.</p>
<p>Em um cenário de calor cada vez mais intenso e uso prolongado de equipamentos de  climatização, o estudo da Fujitsu ajuda a desmistificar a ideia de que o ar-condicionado está sempre associado a alto consumo de energia. Ao demonstrar que a tecnologia inverter, aliada a hábitos de uso mais conscientes, permite unir conforto térmico e eficiência energética, o levantamento reforça que o ar-condicionado pode deixar de ser o vilão da conta de luz e se tornar uma solução equilibrada e viável para o dia a dia dos consumidores.</p>
</div>
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		<title>O que realmente acontece depois que você envia o currículo: os bastidores que candidatos nunca veem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreiras Digitais & Cia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem está em busca de uma recolocação, enviar um currículo costuma parecer o primeiro passo de um caminho simples: a expectativa é de que alguém leia o documento, avalie a experiência e entre em contato. Na prática, porém, o processo seletivo envolve etapas invisíveis que definem quem avança e que explicam por que tantos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está em busca de uma recolocação, enviar um currículo costuma parecer o primeiro passo de um caminho simples: a expectativa é de que alguém leia o documento, avalie a experiência e entre em contato. Na prática, porém, o processo seletivo envolve etapas invisíveis que definem quem avança e que explicam por que tantos profissionais ficam sem retorno.</p>
<p>Segundo Daniel Monteiro, Founder da Yellow.rec, consultoria de recrutamento e seleção, entender essas fases é fundamental para aumentar as chances de ser notado em meio a milhares de candidaturas.</p>
<p><strong>A triagem automática que elimina currículos em segundos</strong><br />
A maior parte das empresas utiliza hoje sistemas de rastreamento de candidatos, conhecidos como ATS (Applicant Tracking System). Esse software é responsável pela primeira triagem e funciona como um filtro inicial, eliminando currículos que não atendem aos critérios básicos da vaga.</p>
<p>O ATS identifica palavras-chave, formação mínima, tempo de experiência exigido e até detalhes técnicos da formatação. Arquivos mal formatados, modelos excessivamente gráficos, erros de digitação e ausência de termos essenciais podem impedir que o documento seja sequer visualizado por um recrutador.</p>
<p>“É comum que candidatos qualificados não passem da triagem porque o currículo não conversa com os requisitos mínimos”, explica o especialista da Yellow.rec.</p>
<p><strong>Volume de vagas e tempo de avaliação<br />
</strong>Outro ponto pouco compreendido pelos candidatos é o volume de inscrições. Vagas de entrada podem receber centenas ou até milhares de currículos em poucos dias. Já posições mais estratégicas, apesar do número menor de candidatos, exigem análises mais demoradas e o nível de aderência das candidaturas com a vaga é mais baixo.</p>
<p>Esse cenário impacta diretamente o tempo médio de resposta. Mesmo quando o currículo passa pelo ATS, o recrutador precisa equilibrar o refino da triagem de forma manual, entrar em contato com candidatos, entrevistar e alinhar as expectativas com os gestores — e muitas vezes, este recrutador está conduzindo vários processos simultaneamente.</p>
<p>“O candidato imagina que será avaliado imediatamente, mas cada uma das empresas existe um fluxo complexo que pode levar semanas se ele não for bem profissionalizado”, afirma Daniel.</p>
<p><strong>Por que tantos profissionais não recebem feedback<br />
</strong>A falta de retorno é uma das maiores frustrações no mercado de trabalho. Mesmo que a empresa adote práticas internas para tornar o processo mais transparente e respeitoso com os candidatos, este segue sendo a maior queixa de candidatos em processos seletivos. Para compreender o cenário geral do mercado, é importante entender os fatores que levam muitas organizações a não responder:</p>
<ul>
<li>Escala: responder individualmente a centenas de candidatos é inviável para a maioria das empresas.</li>
<li>Limitações internas: muitas empresas não autorizam feedback detalhado para evitar interpretações equivocadas.</li>
<li>Prioridade de recursos: equipes de RH costumam ser pequenas e focadas nas etapas mais críticas do processo.</li>
</ul>
<p>Ainda assim, o especialista reforça que o setor tem avançado em práticas mais humanizadas e novos sistemas que reforçam a boa experiência dos candidatos, com avisos automáticos, atualizações de status e maior transparência de etapas.</p>
<p>Segundo Daniel, “o feedback é a etapa mais importante para o candidato, e deveria ser igualmente valorizado pela empresa. Esta é uma etapa que demanda poucos minutos, mas é a etapa que faz toda a diferença na experiência dos candidatos.”</p>
<p><strong>Os erros mais comuns na candidatura<br />
</strong>Entre os problemas mais observados pela consultoria durante as triagens, alguns se repetem com frequência:</p>
<p>• Currículos genéricos, enviados para qualquer vaga.<br />
• Falta de informação objetiva sobre resultados e competências.<br />
• Dados desatualizados ou inconsistentes.<br />
• Candidaturas para vagas sem aderência ao perfil do candidato.<br />
• Falta de preparação mínima antes de entrevistas iniciais.<br />
Segundo Daniel, pequenas correções, como adaptar o currículo à vaga, revisar palavras-chave e manter uma estrutura clara e bem formatada, podem aumentar significativamente as chances de avançar.</p>
<p>Ser selecionado depende não apenas da experiência profissional, mas da capacidade de se comunicar de forma estratégica dentro de um sistema altamente competitivo. “Não existe processo perfeito, mas é primordial que exista um processo claro”, afirma Daniel.</p>
<p>“Quando o candidato entende o que acontece nos bastidores, ele não cria expectativas irreais e consegue interpretar o silêncio não como desinteresse, mas como parte de um sistema que, aos poucos, vem tentando se tornar mais transparente”, conclui.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>ABES e Brasscom criticam adiamento do PL 278/2026 e alertam para risco à infraestrutura de dados no Brasil</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/plantao/56307/abes-e-brasscom-criticam-adiamento-do-pl-278-2026-e-alertam-para-risco-a-infraestrutura-de-dados-no-brasil.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Kanzlier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 22:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PLANTÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil pode ter perdido mais uma oportunidade estratégica para avançar em sua transformação digital. É o que defendem a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) e a Brasscom após o PL 278/2026, que trata de incentivos à infraestrutura de data centers no país, não ter sido pautado e aprovado pelo Congresso Nacional. Em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil pode ter perdido mais uma oportunidade estratégica para avançar em sua transformação digital. É o que defendem a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) e a Brasscom após o PL 278/2026, que trata de incentivos à infraestrutura de data centers no país, não ter sido pautado e aprovado pelo Congresso Nacional.</p>
<p>Em nota conjunta divulgada nesta terça-feira (25), as entidades afirmam que a ausência de um marco de incentivos amplia o déficit da balança comercial de serviços de Computação e Informação, que já ultrapassou US$ 7,9 bilhões em 2025, e reduz a atratividade do Brasil para investidores globais que aguardam maior segurança jurídica para aportar recursos em infraestrutura digital.</p>
<p>Segundo as associações, a falta de estímulo ao setor não afeta apenas empresas e investidores, mas toda a cadeia produtiva e a sociedade. Sem uma infraestrutura computacional robusta e competitiva instalada no território nacional, o país paga mais caro por serviços digitais, depende mais de soluções externas e avança menos em autonomia tecnológica.</p>
<p><strong>“A ABES não vai desistir do Brasil”</strong></p>
<p>Para Marcelo Almeida, diretor de Relações Governamentais da ABES, o momento é de frustração, mas também de mobilização contínua.</p>
<p>“A ABES lamenta muito que tenhamos perdido essa oportunidade de investimento no Brasil. Estamos trabalhando desde fevereiro do ano passado com outras entidades para garantir a segurança jurídica desejada, para que a gente possa criar um parque tecnológico de infraestrutura de processamento de dados no Brasil, que dê conta do desenvolvimento tecnológico que somos desafiados por políticas públicas como a reforma tributária, por exemplo, além do crescente acesso de dados que a gente precisa para poder produzir novos negócios, entretenimento, enfim, uma série de coisas que a modernidade tecnológica nos traz”, afirma.</p>
<p>De acordo com Almeida, a criação de um ambiente favorável à instalação e expansão de data centers é condição essencial para sustentar políticas públicas digitais, modernização tributária, inovação empresarial e crescimento de novos modelos de negócio baseados em dados.</p>
<p>“Quando a gente perde a oportunidade de ter esse nível de incentivo, para criar uma infraestrutura de dados no Brasil, é verdadeiramente lamentável. Mas, a gente não desiste. A ABES não vai desistir do Brasil, a gente vai continuar incentivando para que novos mecanismos possam ser sedimentados aqui no nosso território, e para que a gente consiga verdadeiramente colocar o Brasil numa posição de vanguarda no desenvolvimento tecnológico mundial”, completa.</p>
<p><strong>Impacto estrutural</strong></p>
<p>A discussão sobre data centers vai além da hospedagem de sites ou armazenamento em nuvem. Trata-se da base física que sustenta inteligência artificial, serviços financeiros digitais, plataformas de streaming, comércio eletrônico, governo digital e sistemas corporativos críticos.</p>
<p>Sem incentivos adequados, alertam as entidades, o país corre o risco de:</p>
<ul>
<li>perder investimentos estrangeiros para mercados com regimes mais competitivos;</li>
<li>ampliar a dependência de infraestrutura instalada no exterior;</li>
<li>encarecer o acesso a serviços digitais para empresas e consumidores;</li>
<li>comprometer a soberania e a resiliência tecnológica.</li>
</ul>
<p>ABES e Brasscom defendem que o fortalecimento da infraestrutura nacional de processamento de dados é peça-chave para garantir crescimento econômico, inovação e competitividade global.</p>
<p>Enquanto o projeto não avança, o setor de tecnologia mantém pressão por um ambiente regulatório estável e por políticas públicas capazes de transformar o Brasil em polo relevante na economia digital mundial.</p>
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		<title>Docusign firma parceria com a Anthropic para levar seus fluxos de trabalho inteligentes de contratos ao Cowork</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/noticias/56301/docusign-firma-parceria-com-a-anthropic-para-levar-seus-fluxos-de-trabalho-inteligentes-de-contratos-ao-cowork.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 20:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Docusign anunciou nesta terça (24) que sua plataforma de Intelligent Agreement Management (IAM) está disponível como parte do Cowork da Anthropic. Ao conectar-se à Docusign no Cowork, as empresas podem criar, revisar, enviar e gerenciar contratos com segurança do início ao fim — tudo por meio de comandos de voz em linguagem natural. Essa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Docusign anunciou nesta terça (24) que sua plataforma de Intelligent Agreement Management (IAM) está disponível como parte do Cowork da Anthropic. Ao conectar-se à Docusign no Cowork, as empresas podem criar, revisar, enviar e gerenciar contratos com segurança do início ao fim — tudo por meio de comandos de voz em linguagem natural.</p>
<p>Essa integração transforma a maneira como as equipes trabalham com contratos, passando da sumarização passiva para a execução ativa, como a elaboração de contratos, o encaminhamento para revisão e o acionamento de ações subsequentes em departamentos jurídicos, de vendas, compras, RH e outros.</p>
<p>“A Docusign e a Anthropic estão elevando o padrão para ações relacionadas a contratos”, disse Allan Thygesen, CEO da Docusign. “O que a Docusign traz para experiências interativas como o Cowork é um contexto profundo em todos os contratos comerciais — os fluxos de trabalho inteligentes que sabem como agir com base nesse contexto, além da confiança, segurança e escalabilidade que as empresas esperam.”</p>
<p>“O Cowork foi projetado para transformar intenções em ações, em trabalhos complexos e com várias etapas”, disse Matt Piccolella, Líder de Produto para Aplicativos Empresariais da Anthropic. “A parceria com a Docusign traz um sistema líder de registro e execução de contratos para a experiência do Cowork, para que as pessoas possam automatizar com confiança os fluxos de trabalho de contratos mais importantes para seus negócios.”</p>
<p>Aqui estão alguns exemplos do que as equipes podem realizar:<br />
· Use linguagem natural para redigir um contrato a partir do modelo de Contrato de Prestação de Serviços da Docusign, preencha os detalhes da empresa e encaminhe-o para o Departamento Jurídico para revisão.<br />
· Veja instantaneamente todos os contratos de clientes com vencimento nos próximos 90 dias que contenham cláusula de aumento de preço e tome medidas diretamente com base nos resultados.<br />
· Revise as alterações sugeridas por IA em um contrato de serviço, alinhe-as à política da empresa e acione um fluxo de trabalho de revisão de fornecedores.<br />
· Solicite um relatório resumido de todos os contratos ativos com cláusula de &#8220;proteção de dados&#8221; e exporte-o, formatado e pronto para compartilhar.<br />
· Inicie um novo fluxo de trabalho de integração de clientes e seja notificado assim que a verificação de identidade for concluída, sem sair do Cowork.</p>
<p><strong>Capacitando equipes onde elas já trabalham</strong><br />
As empresas modernas não deveriam ter que alternar entre suas ferramentas de IA preferidas e seus fluxos de trabalho de contratos mais críticos. Com o Docusign integrado nativamente ao Cowork, as equipes podem executar fluxos de trabalho de contratos sofisticados sem interromper como e onde trabalham.</p>
<p><strong>Baseado na confiança empresarial</strong><br />
O conector Docusign, construído com base no Protocolo de Contexto de Modelo (MCP), traz segurança de nível empresarial para todos os fluxos de trabalho de contratos no Cowork. As empresas precisam ser autenticadas pela plataforma, o acesso é baseado em permissões e os dados do contrato permanecem privados e sob o controle do cliente.</p>
<p>O conector Docusign MCP está disponível hoje em versão beta globalmente, apenas em inglês, através do Diretório de Conectores da Anthropic para clientes Docusign.</p>
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		<item>
		<title>Nuvem e dados estruturados serão a base da segurança financeira em 2026, aponta Tivit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[A evolução do sistema financeiro, impulsionada pela digitalização dos serviços, pela consolidação do Open Finance e pela expansão dos meios de pagamento instantâneos, tem colocado os dados no centro das estratégias das instituições. Em um ambiente marcado por alto volume transacional, decisões em tempo real e exigências regulatórias rigorosas, a forma como os dados circulam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução do sistema financeiro, impulsionada pela digitalização dos serviços, pela consolidação do Open Finance e pela expansão dos meios de pagamento instantâneos, tem colocado os dados no centro das estratégias das instituições. Em um ambiente marcado por alto volume transacional, decisões em tempo real e exigências regulatórias rigorosas, a forma como os dados circulam entre sistemas, plataformas e parceiros tornou-se um fator determinante não apenas para a eficiência, mas para a continuidade das operações e a confiança do mercado.</p>
<p>Mais do que armazenar informações, bancos, fintechs e demais instituições financeiras precisam garantir fluxos de dados bem estabelecidos, com rastreabilidade, governança e proteção ao longo de todo o ciclo de vida das informações. Esse desafio está diretamente ligado à adoção de serviços de nuvem capazes de suportar operações críticas sem comprometer requisitos regulatórios e de segurança.</p>
<p>Para Carlos Eduardo Maia, diretor de Cloud Solutions da TIVIT, A TIVIT, empresa do grupo Almaviva e provedora de serviços de tecnologia na América Latina, a nuvem deixou de ser apenas uma alternativa de infraestrutura e passou a desempenhar papel estratégico na organização do fluxo de dados do sistema financeiro. “No setor financeiro, os dados circulam de forma contínua e sustentam decisões que precisam acontecer em milissegundos. Ter fluxos bem definidos e serviços de nuvem adequados à criticidade do negócio é essencial para garantir estabilidade, segurança e conformidade”, afirma o especialista.</p>
<p>Na prática, o fluxo de dados começa na captação de informações provenientes de diversos canais, como aplicativos bancários, internet banking, APIs, Open Finance, PIX e outros arranjos de pagamento. Esses dados passam por validações automáticas relacionadas a KYC, AML e controles operacionais antes de serem utilizados em processos como autorizações de transações, análise de risco e prevenção a fraudes.</p>
<p>O processamento combina operações em tempo real, voltadas a decisões imediatas, e processos em batch, responsáveis por conciliações, relatórios regulatórios, contabilização e análises gerenciais. A persistência das informações ocorre de acordo com sua criticidade, equilibrando ambientes transacionais de alta disponibilidade com plataformas analíticas voltadas a histórico, big data e aplicações avançadas de inteligência artificial.</p>
<p>Todo esse ciclo exige mecanismos robustos de rastreabilidade, trilhas de auditoria e políticas de retenção de dados, em conformidade com normas como a LGPD e as regulamentações do Banco Central. Nesse cenário, a governança dos dados se torna parte integrante da própria operação financeira.</p>
<p>É nesse modelo que fornecedores especializados em cloud híbrida passam a atuar como parceiros estratégicos do setor. Sistemas críticos e dados altamente sensíveis tendem a permanecer em ambientes privados ou dedicados, enquanto a nuvem pública é utilizada para canais digitais, analytics e iniciativas de dados e IA. Estratégias multi-cloud também ganham espaço, reduzindo riscos de dependência de fornecedores e aumentando a resiliência operacional.</p>
<p>“A arquitetura híbrida permite equilibrar controle regulatório e agilidade digital”, explica Maia. “Ela viabiliza inovação e escala sem abrir mão da segurança, da soberania dos dados e da continuidade operacional, que são pontos centrais para o setor financeiro.”</p>
<p>Ao mesmo tempo, o aumento do volume e da circulação de dados amplia os desafios relacionados à segurança cibernética, à gestão de identidades e ao controle de terceiros. Falhas nesses pontos podem comprometer não apenas a operação, mas também a confiança de clientes e reguladores. Por isso, a integração entre serviços de nuvem, governança de dados e cibersegurança tem se tornado cada vez mais relevante.</p>
<p>A pressão regulatória reforça esse movimento. A evolução de normas como a Resolução BCB nº 4.893/2021, o avanço do Open Finance e a aplicação mais rigorosa da LGPD ampliam as exigências por transparência, evidências auditáveis e clareza de responsabilidades na contratação de serviços de nuvem e no tratamento de dados.</p>
<p>“Fluxos de dados bem estruturados e o uso responsável de serviços de nuvem são hoje pré-requisitos para a operação financeira. As instituições que investirem nessas bases estarão mais preparadas para atender às exigências regulatórias e sustentar a inovação de forma consistente”, conclui Maia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A destruição criativa dos modelos obsoletos de tecnologia com IA autônoma</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/artigos/56185/a-destruicao-criativa-dos-modelos-obsoletos-de-tecnologia-com-ia-autonoma.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 12:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Jorge Moskovitz, Executivo de Contas Enterprise da Qlik A inteligência artificial autônoma, especialmente aquela baseada em agentes, já é uma das forças mais disruptivas do século XXI. Longe de ser apenas uma promessa, ela representa a aceleração máxima do processo de “destruição criativa” descrito por Joseph Schumpeter, em 1942 — o mecanismo em que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Jorge Moskovitz, Executivo de Contas Enterprise da Qlik</em></p>
<p>A inteligência artificial autônoma, especialmente aquela baseada em agentes, já é uma das forças mais disruptivas do século XXI. Longe de ser apenas uma promessa, ela representa a aceleração máxima do processo de “destruição criativa” descrito por Joseph Schumpeter, em 1942 — o mecanismo em que novas tecnologias substituem modelos obsoletos e impulsionam o crescimento econômico.</p>
<p>Recentemente, economistas laureados com o Prêmio Nobel expandiram essa teoria, formalizando como a inovação tecnológica se traduz em ciclos econômicos mensuráveis. A IA autônoma, nesse contexto, é o catalisador mais potente já visto: ela não apenas automatiza tarefas, mas toma decisões, aprende e adapta-se de forma independente, algo que reconfigura profundamente estruturas empresariais e profissionais.<br />
A destruição criativa sempre foi o motor do progresso, mas a IA adiciona um componente inédito: velocidade e autonomia. E, com isso, já produz efeitos claros no mercado:</p>
<p>&#8211; Obsolescência de funções tradicionais — Processos rotineiros e manuais estão sendo substituídos por agentes digitais, reduzindo a necessidade de tarefas repetitivas.<br />
&#8211; Disrupção setorial — Indústrias inteiras, como logística, finanças e saúde, passam por reconfiguração estrutural diante de práticas autônomas.<br />
&#8211; Desvalorização de competências antigas — Habilidades baseadas em tarefas lineares perdem valor, enquanto cresce a demanda por profissionais de dados, ética e governança.</p>
<p>O impacto é transversal: não muda só “como” as empresas operam, mas “quem” está apto a trabalhar nelas, além de inaugurar novas profissões e indústrias. Funções emergentes incluem agora treinadores de IA, engenheiros de MLOps (Machine Learning Operations), cientistas de dados especializados em ética e explicabilidade, e gestores de governança digital.</p>
<p>Ao mesmo tempo, setores inteiros são revitalizados. Em finanças e seguros, por exemplo, a agilidade gera benefícios por meio de análise preditiva e da detecção autônoma de fraudes, reduzindo custos. Na área da saúde, a transformação chega por meio de diagnósticos assistidos e telemedicina inteligente. Em cadeias de suprimentos, novos níveis de eficiência são atingidos com logística adaptativa e previsão de demanda. E a cibersegurança se torna cada vez mais proativa, com agentes que monitoram, detectam e respondem em tempo real.</p>
<p>Toda essa evolução dá origem à chamada economia do “Faça Isso Por Mim” (Do It For Me &#8211; DIFM), um modelo em que agentes digitais não apenas executam, mas decidem em nome do usuário. Mas, apesar dos avanços, a autonomia plena ainda é exceção. A maioria das implementações depende de supervisão humana em decisões complexas ou críticas, e a ausência de explicabilidade e transparência em relação a como agem compromete a confiança.</p>
<p>Imagine um agente autônomo encarregado de ajustar itinerários aéreos com base em múltiplas fontes de informações. Se ele acessar dados divergentes sobre horários de voos, toda a malha logística poderá ser afetada e esse erro se multiplicará exponencialmente. Esse é o risco em ambientes interconectados. Para mitigar esse tipo de problema, as organizações precisam construir uma “fonte única da verdade”, consolidando dados dispersos em estruturas interoperáveis, com rastreabilidade ponta a ponta. A qualidade e a governança de dados tornam-se, portanto, o alicerce técnico e ético da IA autônoma.</p>
<p>A esse desafio somam-se riscos como alucinações, com a geração de informações falsas, de interpretações equivocadas e de falhas sistêmicas quando os dados não são devidamente contextualizados. Por isso, a maturidade da IA autônoma depende da combinação de três fatores: dados confiáveis, algoritmos auditáveis e supervisão humana inteligente.</p>
<p>Para que a implementação da IA de forma bem-sucedida se concretize, é essencial adotar uma arquitetura robusta e multidisciplinar. Em resumo, ela envolve pipelines de dados confiáveis; governança e ética na criação de frameworks que assegurem rastreabilidade e responsabilidade sobre decisões automatizadas; além de capacitação e requalificação para formar profissionais capazes de interpretar e ajustar sistemas autônomos. Ainda, são necessários segurança cibernética para proteger agentes e dados contra vulnerabilidades, manipulações e ataques, e integração com legados para harmonizar sistemas antigos e APIs empresariais em ambientes híbridos ou multicloud.</p>
<p>Esses pilares sustentam a tecnologia e definem a sustentabilidade de todo o ecossistema digital. Empresas que implementarem a IA autônoma com base nesses princípios e compreenderem seu papel como agente de transformação estrutural, e não apenas tecnológica, estarão mais bem posicionadas para prosperar. As que permanecerem presas à inércia dos modelos legados correm o risco de ficarem para trás em um cenário de mudança acelerada. A era da IA autônoma já está em curso, e o desafio não é resistir à transformação, mas aprender a abraçá-la.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>AbraCloud defende aprovação urgente do REDATA como instrumento de soberania computacional </title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/datacenters/56312/abracloud-defende-aprovacao-urgente-do-redata-como-instrumento-de-soberania-computacional.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 02:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datacenters]]></category>
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					<description><![CDATA[A Abracloud &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura e Serviços Cloud – manifesta apoio à aprovação urgente do Projeto de Lei nº 278/2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (REDATA).   O posicionamento foi formalizado por meio de Carta Aberta ao Congresso Nacional. Para a entidade, a medida é estratégica para garantir capacidade computacional instalada no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.abracloud.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Abracloud &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura e Serviços Cloud </span></a><span style="font-weight: 400;">– manifesta apoio à aprovação urgente do Projeto de Lei nº 278/2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (REDATA).  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O posicionamento foi formalizado por meio de </span><a href="https://drive.google.com/uc?export=download&amp;id=1nmIavsZeYRMHCtDekPlNqN4puMqPokHV"><span style="font-weight: 400;">Carta Aberta ao Congresso Nacional</span></a><span style="font-weight: 400;">. Para a entidade, a medida é estratégica para garantir capacidade computacional instalada no território nacional e reduzir a dependência externa em infraestrutura digital avançada.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a proximidade do encerramento da vigência da medida provisória que antecedeu o projeto, a AbraCloud destaca que previsibilidade e segurança jurídica são fatores determinantes para decisões de investimento em larga escala. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a associação, a expansão de inteligência artificial e de computação de alto desempenho (HPC) &#8211; utilizada em pesquisa científica, modelagem climática, simulações industriais, desenvolvimento biomédico e treinamento de modelos avançados de IA &#8211; depende, globalmente, de modelos de Infraestrutura como Serviço (IaaS), GPU-as-a-Service e ambientes de treinamento e inferência sob demanda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> “Sem capacidade instalada no país, projetos científicos, industriais e tecnológicos acabam dependendo de infraestrutura externa. Isso tem impacto direto sobre competitividade e autonomia”, afirma a entidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AbraCloud defende o reconhecimento explícito da infraestrutura de IA e HPC como categoria estratégica distinta da tecnologia da informação convencional. GPUs avançadas, servidores de alta performance e sistemas de processamento intensivo são comparáveis, em importância estratégica, aos semicondutores avançados, pois estruturam cadeias produtivas, pesquisa aplicada e inovação tecnológica.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;A questão não é se o Brasil terá datacenters; é se terá soberania computacional plena&#8221;, afirma Roberto Bertó, presidente da AbraCloud. &#8220;O REDATA pode consolidar a capacidade mínima nacional instalada necessária para sustentar ciência, inovação e desenvolvimento digital de forma autônoma.&#8221;</span></i><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entidade também sustenta que a efetividade do regime depende de coerência regulatória e previsibilidade administrativa. &#8220;Para o investidor e para a sociedade, o Estado funciona como um sistema integrado. Políticas precisam operar de forma coerente para produzir resultado concreto&#8221;, acrescenta Alexandro Castelli, Vice-Presidente de Comunicação da associação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os pontos considerados essenciais para garantir a operabilidade do regime estão: definição de prazo máximo para decisões administrativas relacionadas à verificação de similar nacional, adoção de lista de bens geral e impessoal, proteção à confiança legítima de projetos habilitados e promoção da pluralidade estrutural de operadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AbraCloud ressalta ainda que a sustentabilidade constitui diferencial competitivo do Brasil. A combinação entre infraestrutura digital e matriz energética majoritariamente renovável posiciona o país como potencial hub internacional de computação avançada de baixo carbono. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a entidade, a aprovação do PL 278/2026 representa oportunidade concreta de atrair investimentos relevantes, ampliar capacidade tecnológica nacional e fortalecer o ecossistema de inovação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A infraestrutura digital é base da economia contemporânea. O REDATA pode ser o instrumento que transforma potencial em capacidade instalada efetiva&#8221;, conclui o presidente da AbraCloud. </span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fim do Windows 10: empresas precisam agir para evitar riscos e preparar seus negócios para a era da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 09:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[O suporte ao Windows 10 pela Microsoft já foi oficialmente encerrado, empresas que ainda operam com o sistema precisam agir com urgência para evitar brechas de segurança, quedas de produtividade e impactos diretos em suas operações. Com milhões de dispositivos ainda desatualizados no país, a continuidade do uso do sistema representa um risco crescente para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O suporte ao Windows 10 pela Microsoft já foi oficialmente encerrado, empresas que ainda operam com o sistema precisam agir com urgência para evitar brechas de segurança, quedas de produtividade e impactos diretos em suas operações. Com milhões de dispositivos ainda desatualizados no país, a continuidade do uso do sistema representa um risco crescente para o ambiente corporativo.</p>
<p>A Simpress, referência nacional em outsourcing de equipamentos e soluções de TI, alerta que o cenário atual exige um plano imediato de atualização e reforça a importância de modernizar o parque tecnológico com dispositivos preparados para a nova era de inteligência artificial, impulsionada pela Microsoft e Intel.</p>
<p>“O fim do suporte ao Windows 10 aumenta a necessidade de atenção por parte das empresas. Continuar operando com máquinas desatualizadas amplia o risco de vulnerabilidades e pode comprometer dados sensíveis e processos internos. Ao mesmo tempo, a migração para equipamentos compatíveis com tecnologias mais recentes, como os Copilot+ PCs com Intel vPro®, torna-se um passo importante para manter a segurança, a eficiência operacional e acompanhar a evolução da IA”, afirma Georgia Rivellino, diretora de Marketing, Produtos e Soluções da Simpress.</p>
<p><strong>A nova era da Inteligência Artificial</strong><br />
A evolução tecnológica trazida pela combinação entre Microsoft e Intel no Windows 11 redefine o uso corporativo do PC. Os Copilot+ PCs com Intel vPro® inauguram uma nova geração de máquinas projetadas para segurança baseada em hardware, desempenho aprimorado, longa duração de bateria e recursos de IA integrados diretamente ao sistema operacional.</p>
<p>Isso significa eficiência ampliada, redução de complexidade operacional e ambientes prontos para fluxos de trabalho inteligentes, independentes do porte ou da maturidade tecnológica da empresa.</p>
<p><strong>O que as empresas devem fazer agora</strong><br />
A modernização deve considerar quatro pilares fundamentais:</p>
<p>1. Segurança: Sem novas correções para o Windows 10, as ameaças tendem a escalar rapidamente. PCs com Intel vPro® e sistemas Windows 11 oferecem camadas robustas de proteção em hardware, incluindo recursos exclusivos de segurança em silício que reduzem riscos de ataques.</p>
<p>2. Prontidão para negócios: Com o encerramento do suporte ao Windows 10, compatibilidade e facilidade de implantação tornam-se essenciais. A combinação entre Microsoft e Intel permite atualizações automatizadas, controle granular de gestão e integração fluida com sistemas já existentes, algo crucial para PMEs com estruturas de TI reduzidas.</p>
<p>3. Produtividade: Com a chegada dos Copilot+ PCs no Windows 11, a IA passa a fazer parte do dia a dia corporativo. Isso significa mais agilidade, automação de tarefas, melhor organização e desempenho contínuo, mesmo em rotinas intensas, graças à longa duração de bateria.</p>
<p>4. Desempenho: Processadores de última geração garantem maior velocidade, estabilidade e eficiência energética, possibilitando que equipes produzam mais com menos recursos.</p>
<p><strong>Outsourcing como solução estratégica</strong><br />
Para empresas que precisam realizar uma atualização rápida, eficiente e sem altos investimentos iniciais, o outsourcing de TI surge como uma alternativa que combina custo, segurança e agilidade. A Simpress atua fortemente para oferecer equipamentos atualizados, suporte contínuo e gestão completa do parque tecnológico.</p>
<p>Com mais de 300 mil PCs e notebooks sob gestão, a companhia já observa uma aceleração na procura por soluções compatíveis com o Windows 11 e tecnologias baseadas em IA, especialmente para empresas que buscam proteger seus dados e aumentar sua competitividade.</p>
<p>“Com o fim do suporte ao Windows 10, não se trata mais de uma escolha, e sim de um movimento necessário para garantir continuidade operacional. Essa atualização é uma chance de repensar a estrutura tecnológica da empresa e prepará-la para um cenário cada vez mais orientado à inteligência artificial”, reforça Georgia.</p>
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		<title>YouCast lança plataforma SaaS de automação inteligente para ISPs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 13:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A YouCast anuncia o lançamento da MAT NUVEM, sua nova plataforma SaaS de automação operacional para provedores de internet (ISPs). Desenvolvida em conjunto com a Iquall Networks, a solução traz ao mercado brasileiro um elevado nível de automação, inteligência e padronização operacional, até então restrito às grandes operadoras de telecomunicações. Em um cenário de margens...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A YouCast anuncia o lançamento da MAT NUVEM, sua nova plataforma SaaS de automação operacional para provedores de internet (ISPs). Desenvolvida em conjunto com a Iquall Networks, a solução traz ao mercado brasileiro um elevado nível de automação, inteligência e padronização operacional, até então restrito às grandes operadoras de telecomunicações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um cenário de margens apertadas, redes cada vez mais complexas e clientes exigentes, a plataforma MAT NUVEM atua como uma camada de orquestração inteligente baseada em IA, capaz de transformar infraestruturas híbridas — fibra, rádio, Wi-Fi e redes móveis 4G/5G — em serviços digitais gerenciáveis, previsíveis e escaláveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O ISP brasileiro necessita parar de operar na base do improviso e passar a trabalhar com previsibilidade, eficiência e dados. Automatizar não é mais diferencial — é sobrevivência competitiva”, afirma Raul Faller, diretor da YouCast.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta da YouCast é levar tecnologia de classe mundial para ISPs de pequeno e médio porte, sem a necessidade de investimentos pesados em infraestrutura de TI. No modelo SaaS, a plataforma cresce junto com a base de assinantes do provedor.</span></p>
<p><b>Automação de ponta a ponta, da venda ao suporte<br />
</b><span style="font-weight: 400;">A MAT NUVEM conecta as áreas comercial, técnica e de operação em um único fluxo digital, eliminando processos manuais, planilhas paralelas e retrabalho. Entre os principais recursos estão:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Ativação automática de serviços B2C</b><span style="font-weight: 400;"> – provisionamento rápido e sem erro humano;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Qualificação técnica em tempo real </b><span style="font-weight: 400;">– validação da cobertura e capacidade antes da venda;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Troubleshooting Zero Touch</b><span style="font-weight: 400;"> – diagnóstico e correção automática de falhas com apoio de IA;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Inventário digital de rede </b><span style="font-weight: 400;">– visão completa e atualizada dos ativos;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Compliance de serviços</b><span style="font-weight: 400;"> – padronização operacional e conformidade técnica;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Roteamento inteligente</b><span style="font-weight: 400;"> – melhor uso dos recursos da rede;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Planejamento de capacidade </b><span style="font-weight: 400;">– crescimento estruturado, evitando gargalos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, o ISP reduz custos operacionais, melhora a experiência do assinante e ganha escala sem aumentar proporcionalmente sua equipe técnica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a YouCast, outro grande diferencial da MAT NUVEM está na sua entrega como serviço. “O provedor não precisa montar um time de desenvolvimento nem investir em servidores e sistemas complexos. Ele acessa uma plataforma pronta, robusta e escalável, pagando de acordo com seu crescimento”, explica Faller.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A solução integra ainda dados de experiência do usuário e desempenho de rede, criando uma base sólida para decisões operacionais orientadas por dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A união entre a expertise tecnológica da Iquall e a experiência de mercado da YouCast resultou em uma plataforma pensada para a realidade dos ISPs brasileiros — prática, escalável e orientada a resultado”, afirma Matias Lampert, CEO da Iquall Networks.</span></p>
<p><b>Apresentação internacional na MWC 2026<br />
</b><span style="font-weight: 400;"></span><span style="font-weight: 400;">A nova plataforma será apresentada ao mercado internacional durante o Mobile World Congress 2026, de 2 a 5 de março, em Barcelona, marcando a entrada da YouCast &#8211; em parceria com a Iquall &#8211; em uma nova fase: transformar ISPs em operadores digitais automatizados e orientados por inteligência. O estande 5C10 fica no Hall 5 do MCW. </span></p>
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		<item>
		<title>Paulo Alvarenga é nomeado CEO da TKMS Brazil</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/movimento-de-executivos/56275/paulo-alvarenga-e-nomeado-ceo-da-tkms-brazil.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 13:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento de Executivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Com mais de 13 anos de experiência na Thyssenkrupp, Paulo Alvarenga deixa sua função de liderança corporativa no nível do grupo para liderar duas operações estratégicas em um momento decisivo na transformação do conglomerado industrial alemão. “É uma honra liderar a TKMS Brazil em uma etapa tão importante. O Programa Fragatas Classe Tamandaré representa não...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 13 anos de experiência na Thyssenkrupp, Paulo Alvarenga deixa sua função de liderança corporativa no nível do grupo para liderar duas operações estratégicas em um momento decisivo na transformação do conglomerado industrial alemão.</p>
<p>“É uma honra liderar a TKMS Brazil em uma etapa tão importante. O Programa Fragatas Classe Tamandaré representa não apenas um salto tecnológico para a Marinha do Brasil, mas também uma forte contribuição para a capacidade industrial nacional, a inovação e a geração de empregos qualificados”, afirma Paulo Alvarenga, CEO da TKMS Brazil.</p>
<p>Na TKMS Brazil, o principal destaque é o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), um projeto estratégico que envolve a construção de quatro fragatas de última geração em Itajaí, Santa Catarina, com o objetivo de modernizar a Marinha do Brasil e proteger a chamada “Amazônia Azul”.</p>
<p>Alvarenga é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá (Minas Gerais, Brasil), com pós-graduação em Administração de Empresas pela FGV e em General Management pelo IMD, em Lausanne, Suíça. É também membro do Conselho da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) e Vice-Presidente do Conselho de Administração da ABIHV – Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde. Além de sua função na TKMS Brazil, o executivo também foi nomeado CEO da thyssenkrupp nucera na América do Sul.</p>
<p>Desde outubro de 2025, a TKMS tornou-se independente e passou a ter capital aberto, ingressando no índice MDAX em dezembro de 2025. Como o único fornecedor europeu totalmente integrado de sistemas de defesa marítima, a empresa possui uma carteira recorde de pedidos superior a EUR 18 bilhões, beneficiando-se de maior independência financeira, agilidade e novas oportunidades de inovação e crescimento.</p>
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		<title>Governança de dados na nuvem é mais crítica do que nunca</title>
		<link>https://www.guiadopc.com.br/artigos/56161/governanca-de-dados-na-nuvem-e-mais-critica-do-que-nunca.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Grinbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 11:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil Em um mundo onde as empresas geram e movimentam grandes quantidades de dados em ambientes distribuídos, a governança dos dados é uma prioridade. Mas, à medida que a adoção da nuvem se acelera, também aumentam os riscos de fragmentação de dados, políticas inconsistentes e lacunas de conformidade....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Por Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil</span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">Em um</span> <span style="font-weight: 400;">mundo onde as empresas geram e movimentam grandes quantidades de dados em ambientes distribuídos, a governança dos dados é uma prioridade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, à medida que a adoção da nuvem se acelera, também aumentam os riscos de fragmentação de dados, políticas inconsistentes e lacunas de conformidade. O desafio não é apenas armazenar ou acessar dados, mas sim saber onde eles estão e governá-los de maneira eficaz.</span></p>
<p><b>Governança fraca prejudica a operação em nuvem<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Em uma governança de dados fraca ou fragmentada, rapidamente aparecem falhas em toda organização. Em vez de permitir uma tomada de decisão segura, os dados criam atritos entre sistemas, equipes, expectativas regulatórias e realidades operacionais. Quanto mais tempo essas lacunas persistirem, mais difícil será corrigi-las. Vamos comentar algumas consequências dessa deficiência para esta jornada:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">1 &#8211; </span><b>Fontes de dados desconectadas com métricas conflitantes &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">quando os sistemas operam em silos, as equipes trabalham com base em relatórios, KPIs e previsões inconsistentes ou desconectados. Decisões críticas se tornam suposições em vez de baseadas em insights;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>2 &#8211;</b> <b>Shadow IT e propriedade de dados fragmentada: </b><span style="font-weight: 400;">à medida que os departamentos implantam suas próprias ferramentas e plataformas, a TI perde visibilidade e controle. Dados confidenciais fluem para fora dos ambientes aprovados, aumentando o risco;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>3 &#8211;</b> <b>Exposição à conformidade e falhas de auditoria: </b><span style="font-weight: 400;">sem governança centralizada, o rastreamento da linhagem de dados, acesso e políticas de privacidade torna-se reativo. As empresas enfrentam multas regulatórias crescentes, danos à reputação e interrupções operacionais;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>4 &#8211; Resultados de análise e IA não confiáveis</b><span style="font-weight: 400;">: a baixa qualidade dos dados e a governança inconsistente corroem a confiança em modelos de análise e aprendizado de máquina, minando os investimentos em IA e automação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Gartner, espera-se </span><a href="https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2025-02-26-lack-of-ai-ready-data-puts-ai-projects-at-risk"><span style="font-weight: 400;">que 60% das iniciativas de IA que dependem de dados de baixa qualidade ou mal preparados fracassem até 2026</span></a><span style="font-weight: 400;">, indicando que, sem uma governança sólida, até mesmo as inovações de ponta podem entrar em colapso devido à sua própria complexidade.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Por que a nuvem torna a governança de dados mais complexa?<br />
</b><span style="font-weight: 400;">A mesma flexibilidade que torna a nuvem atraente – escalar recursos sob demanda, conectar equipes globais, lançar novos serviços – também acelera a disseminação de dados além das fronteiras tradicionais. Isso cria pontos cegos para a TI, lacunas de conformidade para as equipes de segurança e conjuntos de dados conflitantes para os usuários corporativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, os requisitos regulatórios estão se tornando mais rigorosos:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; LGPD e leis emergentes de privacidade de dados, exigem controle claro e demonstrável sobre dados pessoais.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; As empresas devem garantir armazenamento seguro, gerenciamento de acesso adequado e rastreabilidade dos dados, independentemente de onde estejam.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Enquanto isso, as equipes de liderança esperam insights quase em tempo real, previsões baseadas em IA e automação inteligente.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas, sem dados governados, confiáveis e oportunos, esses resultados permanecem inalcançáveis. A empresa moderna não pode se dar ao luxo de tratar a governança como algo secundário. Ela deve ser fundamental, incorporada à arquitetura desde o primeiro dia.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Incorporando governança à arquitetura de nuvem<br />
</b><span style="font-weight: 400;">A governança de dados em nuvem eficaz é a espinha dorsal de operações seguras, em conformidade e escaláveis. Ela garante que os dados fluam entre ambientes sem comprometer a qualidade, a privacidade ou o alinhamento regulatório. Quando a governança é incorporada à sua arquitetura, as empresas ganham mais do que supervisão. Elas ganham confiança, velocidade e controle.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Veja os resultados da governança bem planejada:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Visibilidade e controle centralizados em todos os ambientes </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; as equipes de TI podem monitorar, gerenciar e governar dados em plataformas de nuvem, locais e SaaS por meio de um único painel;<br />
</span><b>&#8211; Políticas automatizadas para qualidade, linhagem e acesso de dados &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">regras automatizadas garantem que os dados permaneçam precisos, completos e rastreáveis, reduzindo erros humanos e inconsistências;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Estruturas de segurança e conformidade incorporadas &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">governança não é um projeto; é parte das operações diárias, com políticas de privacidade, criptografia e controles de acesso baseados em funções incorporadas aos pipelines de dados;<br />
</span><b>&#8211; Validação em tempo real e prontidão para auditoria &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">as verificações de qualidade e conformidade dos dados ocorrem em tempo real, tornando a geração de relatórios regulatórios e a supervisão operacional mais simples.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Integrando as aplicações de software e sistemas de dados<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Com orquestração centralizada, controles em tempo real e estruturas de conformidade incorporadas ao projeto de integração de sistemas, as empresas obtêm melhores resultados em seus projetos de governança de dados.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Ao acelerar a integração com sistemas empresariais críticos (ERP, CRM, EHR, plataformas financeiras), a governança irá se estender a todos os domínios de dados, elevando a eficiência operacional impulsionando os negócios.</span><span style="font-weight: 400;"></span></p>
]]></content:encoded>
					
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