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	<title>Guia do PC</title>
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	<description>O Guia do PC traz tutoriais, dicas, downloads e as últimas notícias sobre o mundo da informática e da tecnologia, abordando os sistemas Windows e Linux.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 21:14:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Guia do PC</title>
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		<title>IA redesenha a jornada de compra no E-commerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com avanço do comércio agêntico, 87Labs aponta que dados estruturados, avaliações verificadas e catálogos preparados para agentes de inteligência artificial passam a ganhar peso estratégico no setor de varejo Com o avanço da inteligência artificial, a forma como consumidores descobrem, comparam e escolhem produtos no E-commerce entra em uma nova fase. Segundo a McKinsey, agentes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com avanço do comércio agêntico, 87Labs aponta que dados estruturados, avaliações verificadas e catálogos preparados para agentes de inteligência artificial passam a ganhar peso estratégico no setor de varejo</em></p>
<p>Com o avanço da inteligência artificial, a forma como consumidores descobrem, comparam e escolhem produtos no E-commerce entra em uma nova fase. Segundo a McKinsey, agentes de IA podem mediar entre US$ 3 trilhões e US$ 5 trilhões em comércio global de consumo até 2030, em um cenário no qual sistemas automatizados passam a apoiar ou executar etapas da jornada de compra. Para a 87Labs, esse movimento cria uma camada singular de competitividade para o varejo digital, na qual dados estruturados, avaliações verificadas, disponibilidade de produtos e informações de catálogo deixam de ser apenas elementos operacionais e passam a influenciar diretamente a visibilidade das lojas.</p>
<p>A transformação já aparece em pesquisas sobre comportamento do consumidor, como o estudo global da IBM Institute for Business Value, em parceria com a National Retail Federation. o levantamento mostrou que 45% dos consumidores já recorrem à IA em suas jornadas de compra. O levantamento ouviu mais de 18 mil consumidores em 23 países e 200 executivos seniores dos setores de varejo, bens de consumo e e-commerce.</p>
<p>Segundo a pesquisa da Gartner, conduzida com consumidores dos Estados Unidos, 31% dos entrevistados afirmaram que aceitariam que ferramentas de IA reduzissem opções de compra em itens domésticos e 28% fariam o mesmo em eletrônicos pessoais. Ao mesmo tempo, apenas 11% disseram estar dispostos a deixar a IA tomar decisões de compra em categorias de menor risco, indicando que o consumidor ainda usa a tecnologia como apoio à decisão e não necessariamente como substituta completa.</p>
<p>No Brasil, os indicadores do e-commerce mostram a dimensão do mercado que pode ser impactado por essa mudança. Segundo projeção da ABComm, o faturamento do comércio eletrônico brasileiro deve alcançar R$ 259,08 bilhões em 2026 e R$ 344,83 bilhões em 2029.</p>
<p>A combinação entre crescimento do varejo online, maior uso de IA na pesquisa de produtos e avanço de plataformas preparadas para agentes automatizados tende a exigir uma revisão técnica das operações digitais, afirma o Head de Investimentos da 87Labs e CGO da Vurdere, Daniel Pisano.</p>
<p>“O comércio digital está entrando em uma fase em que a loja precisa ser compreensível não apenas para pessoas, mas também para agentes de IA. A questão deixa de ser apenas atrair o consumidor para a loja e passa a incluir a capacidade de ser compreendido, comparado e recomendado por sistemas de inteligência artificial. Isso muda a forma como os varejistas devem tratar catálogo, avaliações e dados estruturados”, reforça o executivo.</p>
<p><strong>Como o mercado está se adaptando</strong></p>
<p>Um exemplo desse movimento está nas atualizações recentes da Shopify, que entre abril e maio de 2026 passou a estruturar recursos voltados à leitura de lojas por agentes de IA. As alterações não envolvem redesign de lojas, novas funcionalidades de checkout ou ferramentas de marketing. Elas estão na infraestrutura da plataforma e afetam a forma como agentes de IA descobrem lojas, acessam catálogos, avaliam produtos e tomam decisões de compra. Entre as mudanças estão arquivos de descoberta para modelos de linguagem, protocolos de comunicação entre agentes e catálogos e mecanismos de autenticação de tráfego automatizado.</p>
<p>“O comércio digital está entrando em uma fase em que a loja precisa ser compreensível não apenas para pessoas, mas também para agentes de inteligência artificial. Dados incompletos, avaliações pouco integradas e informações inconsistentes podem reduzir a competitividade dos produtos em um ambiente no qual a IA compara opções antes de apresentar uma escolha ao consumidor”, afirma Pisano.|</p>
<p><strong>AEO no E-commerce</strong></p>
<p>A mudança também altera a lógica de otimização no e-commerce. Durante mais de duas décadas, estratégias digitais foram orientadas pelo Search Engine Optimization (SEO), com foco em visibilidade nos mecanismos de busca e atração de cliques. Com a ascensão dos agentes de IA, ganha espaço o Agent Experience Optimization (AEO), disciplina voltada à experiência dos agentes automatizados.</p>
<p>Nesse novo contexto, a disputa deixa de ser apenas por atenção e passa a ser também pela escolha. Enquanto buscadores tradicionais apresentam resultados para que o consumidor decida, agentes de IA podem comparar produtos, avaliar reputação, considerar disponibilidade e selecionar a melhor alternativa antes mesmo de exibir uma recomendação.</p>
<p><strong>Como se adaptar ao comércio agêntico?</strong></p>
<p>A 87Labs recomenda que os varejistas iniciem a preparação para uma auditoria da infraestrutura já existente. Entre as medidas recomendadas estão:</p>
<ul>
<li>Revisar a consistência das informações de catálogo;</li>
<li>Garantir que avaliações e notas estejam integradas aos produtos</li>
<li>Otimizar metadados, atualizar políticas comerciais e fortalecer programas de coleta de reviews verificados.</li>
</ul>
<p>“Outro ponto fundamental é importante acompanhar a evolução de protocolos e padrões técnicos que permitam a comunicação entre lojas, plataformas e agentes de IA. A adaptação ao comércio agêntico não deve ser tratada como tendência distante. A infraestrutura já começou a ser implementada e os varejistas que se anteciparem terão mais tempo para construir vantagens difíceis de replicar&#8221;, complementa Pisano.</p>
<p>A expectativa é que o comércio agêntico avance de forma gradual, contudo, a mudança já impõe uma agenda prática para empresas de e-commerce. A próxima etapa do comércio digital será marcada por operações preparadas para consumidores humanos e agentes automatizados.</p>
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		<title>Illumio é reconhecida como líder em microsegmentação em relatório da Forrester</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 20:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa recebeu as maiores pontuações em Oferta Atual e Estratégia e foi apontada como “Favorita dos Clientes” na avaliação de soluções de microsegmentação A Illumio foi reconhecida como líder no relatório The Forrester Wave™: Microsegmentation Solutions, Q3 2026, que avaliou dez fornecedores de tecnologias de microsegmentação. A companhia também recebeu o título de “Favorita dos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="82" data-end="241"><em>Empresa recebeu as maiores pontuações em Oferta Atual e Estratégia e foi apontada como “Favorita dos Clientes” na avaliação de soluções de microsegmentação</em></p>
<p data-start="243" data-end="555">A <strong data-start="245" data-end="256">Illumio</strong> foi reconhecida como líder no relatório <em data-start="297" data-end="356">The Forrester Wave<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />: Microsegmentation Solutions, Q3 2026</em>, que avaliou dez fornecedores de tecnologias de microsegmentação. A companhia também recebeu o título de “Favorita dos Clientes”, com destaque para a avaliação de usuários sobre seu suporte técnico.</p>
<p data-start="557" data-end="856">A análise da Forrester considerou critérios relacionados aos recursos dos produtos, estratégia, inovação e experiência dos clientes. A Illumio obteve a pontuação máxima possível em dez critérios, incluindo visualização, aplicação de políticas baseada em host, segurança do produto, visão e inovação.</p>
<p data-start="858" data-end="1102">De acordo com o relatório, “A Illumio se destaca nas funções essenciais de microsegmentação”. A pesquisa também recomenda que organizações com ambientes grandes e heterogêneos e que buscam ampliar a resiliência cibernética considerem a solução.</p>
<p data-section-id="qh53f7" data-start="1104" data-end="1156"><strong>Microsegmentação para conter movimentação lateral</strong></p>
<p data-start="1158" data-end="1433">A microsegmentação é uma estratégia de segurança que divide ambientes de TI em segmentos menores e aplica políticas específicas de acesso entre eles. Na prática, a abordagem busca limitar a movimentação lateral de invasores caso uma parte da infraestrutura seja comprometida.</p>
<p data-start="1435" data-end="1749">“A Illumio foi fundada com base em uma crença simples: violações são inevitáveis, mas desastres cibernéticos não. Mantivemos nosso foco em um único objetivo — reduzir a movimentação lateral e a superfície de ataque e aumentar a resiliência em todas as organizações”, afirma Andrew Rubin, CEO e fundador da Illumio.</p>
<p data-start="1751" data-end="2071">Segundo o executivo, o reconhecimento como Líder e Favorita dos Clientes reflete tanto a tecnologia quanto a capacidade de reduzir riscos nas organizações. “No novo cenário de ameaças em que todos estamos entrando, a defesa deve estar associada à resiliência. A recuperação é a nova defesa — e o novo ciber”, acrescenta.</p>
<p data-section-id="1apzj00" data-start="2073" data-end="2123"><strong>Visibilidade sobre possíveis caminhos de ataque</strong></p>
<p data-start="2125" data-end="2311">A Plataforma Illumio combina duas frentes principais, <strong data-start="2179" data-end="2199">Illumio Insights</strong> e <strong data-start="2202" data-end="2226">Illumio Segmentation</strong>, para identificar, avaliar e conter riscos em infraestruturas híbridas e multicloud.</p>
<p data-start="2313" data-end="2545">A tecnologia permite que equipes de segurança identifiquem exposições consideradas de alto risco, visualizem possíveis caminhos utilizados por invasores e estabeleçam políticas de segmentação para restringir a propagação de ataques.</p>
<p data-start="2547" data-end="2811">Entre os recursos mais recentes está o <strong data-start="2586" data-end="2605">Network Posture</strong>, desenvolvido para analisar a postura de segurança das organizações com base no tráfego real da rede. A proposta é ajudar as equipes a identificar prioridades para redução de riscos em ambientes complexos.</p>
<p data-start="2813" data-end="2960">A Forrester também destacou a interface da plataforma, que reúne informações destinadas tanto ao controle de acesso quanto à resposta a incidentes.</p>
<p data-section-id="1ed0p9h" data-start="2962" data-end="3009"><strong>Segurança em ambientes híbridos e multicloud</strong></p>
<p data-start="3011" data-end="3246">A estratégia da Illumio acompanha um desafio crescente para as equipes de cibersegurança: controlar a comunicação entre aplicações, dispositivos, workloads e diferentes ambientes de nuvem sem perder visibilidade sobre a infraestrutura.</p>
<p data-start="3248" data-end="3423">A plataforma é utilizada por organizações como BNP Paribas, eBay e Microsoft. Esta última adotou o Illumio Insights e o Illumio Segmentation em seu ambiente corporativo de TI.</p>
<p data-start="3425" data-end="3658">“Quando precisamos incorporar esses recursos à Microsoft, a Illumio foi a única solução de segmentação capaz de operar na escala da Microsoft e entregar resultados em nosso ambiente”, afirma Igor Tsyganskiy, CISO Global da Microsoft.</p>
<p data-start="3660" data-end="3925" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Com a expansão de arquiteturas híbridas e multicloud, a microsegmentação passa a integrar uma abordagem de segurança voltada não apenas à prevenção, mas também à contenção de ataques, limitando o alcance de uma eventual invasão dentro da infraestrutura corporativa.</p>
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		<title>Blockchain transforma lixo eletrônico em compensação de metais preciosos no setor joalheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 20:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Metalcredits e Amarjon usam tokenização e rastreabilidade digital para compensar ouro, paládio e cobre empregados na produção de biojoias Resíduos de celulares descartados estão sendo transformados em uma espécie de crédito digital para compensar o uso de metais preciosos na indústria joalheira. A Metalcredits e a Amarjon realizaram a primeira iniciativa do tipo no setor,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="95" data-end="236"><em>Metalcredits e Amarjon usam tokenização e rastreabilidade digital para compensar ouro, paládio e cobre empregados na produção de biojoias</em></p>
<p data-start="238" data-end="559">Resíduos de celulares descartados estão sendo transformados em uma espécie de crédito digital para compensar o uso de metais preciosos na indústria joalheira. A <strong data-start="399" data-end="415">Metalcredits</strong> e a <strong data-start="420" data-end="431">Amarjon</strong> realizaram a primeira iniciativa do tipo no setor, utilizando blockchain para registrar e rastrear a recuperação dos materiais.</p>
<p data-start="561" data-end="764">A Amarjon, marca brasileira de biojoias, já compensou 100% do ouro, paládio e cobre utilizados em sua produção em 2026 até o momento e pretende manter a compensação de toda a fabricação até o fim do ano.</p>
<p data-start="766" data-end="941">Para isso, o projeto recuperou metais presentes em <strong data-start="817" data-end="859">378,45 quilos de resíduos de celulares</strong>, volume equivalente a aproximadamente <strong data-start="898" data-end="940">4.540 aparelhos e baterias descartados</strong>.</p>
<p data-start="943" data-end="1211">A plataforma da Metalcredits utiliza infraestrutura blockchain desenvolvida pela <strong data-start="1024" data-end="1036">Bitshopp</strong>, startup brasileira especializada em blockchain e tokenização de ativos. Já a logística reversa, reciclagem e organização da origem dos resíduos ficam a cargo da <strong data-start="1199" data-end="1210">Repense</strong>.</p>
<p data-section-id="16a103o" data-start="1213" data-end="1234"><strong>Da sucata ao token</strong></p>
<p data-start="1236" data-end="1457">O processo começa com a coleta e a destinação dos equipamentos eletrônicos para triagem e reciclagem. Metais como ouro, prata, paládio e cobre presentes nesses resíduos são recuperados e podem retornar à cadeia produtiva.</p>
<p data-start="1459" data-end="1706">Cada lote é documentado e cadastrado na plataforma da Metalcredits. O registro reúne informações como origem do resíduo, localização do reciclador, quantidade processada, volume de metal recuperado, notas fiscais, auditorias e documentos técnicos.</p>
<p data-start="1708" data-end="1908">A partir desses dados, a reciclagem é convertida em <strong data-start="1760" data-end="1795">tokens de compensação de metais</strong>, que podem ser adquiridos por empresas interessadas em compensar os metais utilizados em seus próprios produtos.</p>
<p data-start="1910" data-end="2252">Quando esses tokens são utilizados, são emitidos <strong data-start="1959" data-end="2007">Certificados de Compensação de Metais (CCMs)</strong>. Registrados em blockchain e vinculados à empresa responsável pela compensação, os certificados não podem ser reutilizados. Segundo a Metalcredits, cada registro reúne mais de 40 dados, metadados e documentos relacionados à jornada do material.</p>
<p data-start="2254" data-end="2549">“Blockchain permite que os dados fiquem conectados em uma mesma infraestrutura, com registros imutáveis, auditáveis e intransferíveis. Isso cria uma camada extra de confiança entre todos os agentes desse ecossistema”, afirma Marcos Mocatino, fundador e Chief Visionary Officer (CVO) da Bitshopp.</p>
<p data-section-id="12ghkxr" data-start="2551" data-end="2598"><strong>Tecnologia para rastrear o impacto ambiental</strong></p>
<p data-start="2600" data-end="2836">A proposta é usar a tecnologia para conectar o que acontece fisicamente com o resíduo ao seu registro digital. Assim, a recuperação de determinado volume de metal pode ser documentada e associada à compensação realizada por uma empresa.</p>
<p data-start="2838" data-end="3046">Para a Amarjon, que possui capacidade para fabricar 42 mil peças por ano e comercializa seus produtos no Brasil e no exterior, a rastreabilidade complementa outras práticas adotadas na cadeia de fornecimento.</p>
<p data-start="3048" data-end="3270">“Nós já tínhamos fornecedores certificados, mas buscávamos uma forma mais robusta de demonstrar o compromisso ambiental associado ao uso de metais em nossas biojoias”, afirma Raquel Neves, Diretora de Marketing da Amarjon.</p>
<p data-start="3272" data-end="3440">Segundo Renato Novis, fundador e CEO da Metalcredits e da Repense, o modelo também pretende criar incentivos financeiros para quem atua na recuperação desses materiais.</p>
<p data-start="3442" data-end="3726">“A proposta da Metalcredits é conectar empresas que utilizam metais em seus produtos a recicladores, cooperativas, coletores e operadores de logística reversa, criando um caminho para que o serviço ambiental prestado na ponta seja reconhecido, rastreado e melhor remunerado”, explica.</p>
<p data-start="3728" data-end="3956">O dinheiro obtido com a negociação dos tokens é direcionado à carteira digital do reciclador, descontadas as taxas da plataforma. Dessa maneira, a tecnologia adiciona uma nova possibilidade de remuneração à cadeia de reciclagem.</p>
<p data-section-id="1fr2xfr" data-start="3958" data-end="3995"><strong>Modelo pode chegar a outros metais</strong></p>
<p data-start="3997" data-end="4257">A Metalcredits pretende ampliar a escala do sistema. Até o fim de 2027, a meta é compensar a extração de metais preciosos em volume equivalente à reciclagem de <strong data-start="4157" data-end="4201">24 mil toneladas de resíduos eletrônicos</strong> e integrar <strong data-start="4213" data-end="4241">54 empresas recicladoras</strong> ao ecossistema.</p>
<p data-start="4259" data-end="4351">A empresa também avalia expandir a tecnologia para materiais como ferro, alumínio e titânio.</p>
<p data-start="4353" data-end="4641" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Se o modelo ganhar escala, blockchain e tokenização podem assumir um papel que vai além das aplicações financeiras: criar uma camada digital de rastreabilidade capaz de conectar resíduos, recicladores, metais recuperados e empresas que buscam reduzir o impacto de suas cadeias produtivas.</p>
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		<title>SENAI oferece mais de 30 mil vagas em cursos presenciais e on-line</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreiras Digitais & Cia]]></category>
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					<description><![CDATA[Oportunidades incluem formações gratuitas e pagas em áreas como Inteligência Artificial, Energias Renováveis e Desenvolvimento de Software, com opções nos estados e na plataforma Futuro.Digital Para quem busca o primeiro emprego, uma promoção, uma mudança de carreira ou o desenvolvimento de novas habilidades, investir em qualificação pode abrir caminhos concretos no mercado de trabalho. É...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Oportunidades incluem formações gratuitas e pagas em áreas como Inteligência Artificial, Energias Renováveis e Desenvolvimento de Software, com opções nos estados e na plataforma Futuro.Digital</em></p>
<p>Para quem busca o primeiro emprego, uma promoção, uma mudança de carreira ou o desenvolvimento de novas habilidades, investir em qualificação pode abrir caminhos concretos no mercado de trabalho. É com esse objetivo que o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), oferece mais de 30.800 vagas em cursos gratuitos e pagos, disponíveis em diferentes estados do país e na plataforma Futuro.Digital, marketplace de educação.</p>
<p>São cerca de 3.390 oportunidades distribuídas por unidades do SENAI em três estados brasileiros. As vagas incluem cursos técnicos, de qualificação e aperfeiçoamento profissional, voltados para áreas como tecnologia, inteligência artificial, robótica, energias renováveis, construção civil, gestão, manufatura, eletroeletrônica, moda e desenvolvimento de software, entre outras.</p>
<p>Além disso, o Futuro.Digital reúne 27.410 vagas em cursos de diferentes níveis de formação, como curta duração, graduação, pós-graduação e MBA. As formações são ofertadas nas modalidades presencial, semipresencial e EaD, com flexibilidade para quem deseja estudar de onde e quando quiser. Acesse o marketplace para consultar informações sobre preços, grade curricular, certificação e carga horária.</p>
<p>Para saber onde os cursos são oferecidos, conhecer as áreas de formação e conferir como se inscrever, acesse a Agência de Notícias da Indústria ou procure o SENAI do seu estado.</p>
<p><strong>SENAI é referência em educação profissional na América Latina</strong></p>
<p>Referência nacional em educação profissional e inovação tecnológica, o SENAI já qualificou mais de 95,3 milhões de trabalhadores desde a fundação, em 1942. Presente em todos os estados brasileiros, a instituição oferece cursos técnicos, de aprendizagem, graduação, pós-graduação e soluções em tecnologia para a indústria.</p>
<p>Com mais de 3,2 milhões de matrículas anuais e uma rede de 1.034 unidades escolares, o SENAI consolida-se como um dos principais pilares do desenvolvimento industrial e da capacitação profissional no Brasil.</p>
<p><strong>Sobre o levantamento quinzenal de vagas</strong></p>
<p>A Agência de Notícias da Indústria faz um levantamento quinzenal de vagas abertas pelo SENAI em todo o Brasil junto às federações das indústrias. O levantamento tem caráter jornalístico. Para tirar dúvidas ou obter mais detalhes, entre em contato com o SENAI do seu estado.</p>
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		<title>Healthtech brasileira aposta em IA para rastrear materiais cirúrgicos em tempo real</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 23:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Inovamotion combina inteligência artificial, hardware e software em soluções para hospitais e já levou sua tecnologia para outros países Inteligência artificial, engenharia e ciência aplicada estão sendo combinadas para resolver problemas que vão do controle de materiais dentro de hospitais à reabilitação ortopédica. Essa é a proposta da Inovamotion, healthtech fundada em Florianópolis em 2023...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inovamotion combina inteligência artificial, hardware e software em soluções para hospitais e já levou sua tecnologia para outros países</em></p>
<p>Inteligência artificial, engenharia e ciência aplicada estão sendo combinadas para resolver problemas que vão do controle de materiais dentro de hospitais à reabilitação ortopédica. Essa é a proposta da Inovamotion, healthtech fundada em Florianópolis em 2023 que desenvolve tecnologias para processos clínicos e hospitalares.</p>
<p>A empresa acaba de conquistar o terceiro lugar na categoria Médias e Pequenas Empresas/Startups da 22ª edição do ranking Campeãs da Inovação, promovido pelo Grupo AMANHÃ em parceria com o IXL Center. A edição reuniu 117 empresas e organizações e reconheceu 80 companhias no ranking geral, além das categorias especiais.</p>
<p>Mais do que o prêmio, porém, chama a atenção o tipo de tecnologia desenvolvido pela empresa e sua aplicação no ambiente hospitalar.</p>
<p>Um dos exemplos é o Sara System, plataforma que combina hardware, software e inteligência artificial para acompanhar, em tempo real, a movimentação de instrumentais e materiais cirúrgicos. Segundo a Inovamotion, a solução já está em funcionamento em hospitais brasileiros.</p>
<p>A proposta é aplicar tecnologia a um processo particularmente sensível da operação hospitalar: saber onde estão e acompanhar a movimentação dos materiais utilizados nos procedimentos.</p>
<p>Outra frente é o Patello, dispositivo médico desenvolvido para realizar a mobilização multidirecional da patela e voltado à área de reabilitação ortopédica. O equipamento possui certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p><strong>Tecnologia brasileira busca espaço no exterior</strong></p>
<p>A estratégia da Inovamotion também ultrapassou as fronteiras brasileiras. A healthtech mantém uma filial em Portugal e já depositou patentes em outros 26 países, além do Brasil, onde possui concessões.</p>
<p>De acordo com a companhia, mais de R$ 10 milhões já foram destinados a pesquisa e desenvolvimento, investimento que acompanha a expansão de seu portfólio e o processo de internacionalização.</p>
<p>A empresa é liderada pelo médico e CEO Juliano Perfeito, que relaciona o desenvolvimento das tecnologias a demandas identificadas no próprio setor de saúde.</p>
<p>“Ser reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do Sul reforça uma trajetória construída a partir de problemas concretos da área da saúde e do desenvolvimento de soluções capazes de chegar à rotina de hospitais e profissionais, beneficiando milhares de pacientes”, afirma Perfeito.</p>
<p><strong>Inovação aplicada à rotina hospitalar</strong></p>
<p>O reconhecimento chega em um momento em que tecnologias como inteligência artificial ganham cada vez mais espaço na saúde, mas a estratégia da Inovamotion está concentrada na aplicação dessas ferramentas a problemas específicos.</p>
<p>No portfólio da companhia, isso aparece tanto no uso de IA para inteligência clínica e rastreabilidade de materiais cirúrgicos quanto no desenvolvimento de dispositivos destinados à reabilitação ortopédica.</p>
<p>A combinação entre pesquisa científica, engenharia e aplicação prática é também a base escolhida pela empresa para sua expansão. Fundada há três anos, a Inovamotion busca transformar conhecimento desenvolvido na área médica em soluções que possam ser incorporadas à rotina de hospitais e profissionais de saúde.</p>
<p>O prêmio Campeãs da Inovação do Sul foi entregue durante cerimônia realizada no Tecnopuc, em Porto Alegre.</p>
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		<title>Tecnologia da Hexagon ganha destaque em série britânica sobre agricultura de precisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Antenas GNSS aparecem em operação agrícola mostrada na quinta temporada de “Na Fazenda com Clarkson” e ajudam a revelar como automação, sensores e IA estão transformando o trabalho no campo A agricultura de precisão ganhou uma vitrine pouco convencional na quinta temporada de “Na Fazenda com Clarkson”. Antenas GNSS da Hexagon, modelos SMART2 e SMART7,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="89" data-end="282"><em>Antenas GNSS aparecem em operação agrícola mostrada na quinta temporada de “Na Fazenda com Clarkson” e ajudam a revelar como automação, sensores e IA estão transformando o trabalho no campo</em></p>
<p data-start="284" data-end="629">A agricultura de precisão ganhou uma vitrine pouco convencional na quinta temporada de <strong data-start="371" data-end="400">“Na Fazenda com Clarkson”</strong>. Antenas GNSS da <strong data-start="418" data-end="429">Hexagon</strong>, modelos SMART2 e SMART7, aparecem em cenas que mostram o uso de automação, posicionamento por satélite, sensores, drones e Inteligência Artificial para tornar as operações agrícolas mais eficientes.</p>
<p data-start="631" data-end="953">A tecnologia pode ser vista no terceiro e no quarto episódios da temporada, durante uma viagem do apresentador britânico Jeremy Clarkson e do gerente da fazenda, Kaleb Cooper, aos Países Baixos. A dupla visita a propriedade de Jacob van den Borne, produtor holandês conhecido pelo uso intensivo de agricultura de precisão.</p>
<p data-start="955" data-end="1219">Na fazenda, máquinas agrícolas utilizam diferentes tecnologias para operar com maior autonomia e precisão. Entre elas estão sistemas de posicionamento GNSS, que fornecem informações georreferenciadas para orientar equipamentos e apoiar diferentes etapas do manejo.</p>
<p data-section-id="9liww6" data-start="1221" data-end="1262"><strong>Precisão centimétrica para as máquinas</strong></p>
<p data-start="1264" data-end="1547">As antenas GNSS da Hexagon podem ser integradas a sistemas de piloto automático e soluções de correção de sinal capazes de alcançar <strong data-start="1396" data-end="1421">precisão centimétrica</strong>. Na prática, a tecnologia permite orientar tratores, pulverizadores e colheitadeiras com maior precisão durante as operações.</p>
<p data-start="1549" data-end="1737">Esse tipo de sistema também amplia a capacidade de trabalho das máquinas em situações de baixa visibilidade, durante a noite ou em pequenas janelas disponíveis depois de períodos de chuva.</p>
<p data-start="1739" data-end="1982">A precisão no deslocamento ajuda ainda a evitar sobreposições durante aplicações e outras atividades agrícolas. Com isso, é possível reduzir desperdícios de insumos e retrabalho, além de buscar ganhos de produtividade e eficiência operacional.</p>
<p data-start="1984" data-end="2200">A <strong data-start="1986" data-end="1997">Hexagon</strong> desenvolve tecnologias voltadas à agricultura de precisão, incluindo posicionamento GNSS, piloto automático, controle autônomo de máquinas e plataformas que utilizam dados para apoiar decisões no campo.</p>
<p data-section-id="1m48ns0" data-start="2202" data-end="2265"><strong>Dados ajudam a entender diferenças dentro da própria lavoura</strong></p>
<p data-start="2267" data-end="2578">A participação das tecnologias no episódio vai além da automação das máquinas. Durante a visita, Jacob van den Borne explica como diferenças significativas de produtividade entre áreas vizinhas de um mesmo campo o levaram a investir em pesquisas e tecnologias para compreender melhor as características do solo.</p>
<p data-start="2580" data-end="2768">É nesse cenário que soluções como a SMART7 entram em ação. O posicionamento GNSS de alta precisão permite associar informações coletadas no campo a localizações específicas da propriedade.</p>
<p data-start="2770" data-end="2996">Quando esses dados são combinados a informações obtidas por sensores, drones e sistemas de Inteligência Artificial, o produtor consegue analisar diferenças dentro da lavoura e utilizar essas informações para orientar o manejo.</p>
<p data-start="2998" data-end="3161">A proposta é transformar dados georreferenciados em decisões mais precisas, buscando reduzir a variabilidade entre áreas e otimizar o uso dos recursos disponíveis.</p>
<p data-section-id="1fhmuyr" data-start="3163" data-end="3212"><strong>Automação agrícola chama a atenção de Clarkson</strong></p>
<p data-start="3214" data-end="3377">Na quinta temporada da série, Clarkson e Cooper também visitam a feira agrícola LAMMA e conhecem a AgXeed, máquina desenvolvida para operações agrícolas autônomas.</p>
<p data-start="3379" data-end="3630">Na propriedade de Van den Borne, a dupla acompanha ainda a operação autônoma de um drone agrícola, em uma demonstração de como máquinas, dados e sistemas digitais começam a assumir tarefas que tradicionalmente dependiam diretamente da condução humana.</p>
<p data-start="3632" data-end="3764">A experiência levou Kaleb Cooper a resumir sua impressão sobre o produtor holandês: <strong data-start="3716" data-end="3764">“Aquele homem era um fazendeiro de verdade.”</strong></p>
<p data-start="3766" data-end="4103" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A aparição das antenas da Hexagon na série ajuda a ilustrar uma transformação que já está em andamento no agronegócio: máquinas agrícolas estão deixando de ser equipamentos isolados para integrar um ecossistema conectado, no qual posicionamento por satélite, sensores, automação e IA trabalham juntos para orientar as operações no campo.</p>
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		<title>Banco ABC Brasil abre vagas para Programa de Estágio de Férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreiras Digitais & Cia]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa Learn by Doing oferece experiência de cerca de dois meses em diferentes áreas do banco, com bolsa-auxílio de R$ 2,9 mil; inscrições vão até 4 de setembro O Banco ABC Brasil está com oportunidades abertas para o Learn by Doing, seu Programa de Estágio de Férias voltado a estudantes universitários. A iniciativa oferece uma...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Programa Learn by Doing oferece experiência de cerca de dois meses em diferentes áreas do banco, com bolsa-auxílio de R$ 2,9 mil; inscrições vão até 4 de setembro</em></p>
<p>O Banco ABC Brasil está com oportunidades abertas para o Learn by Doing, seu Programa de Estágio de Férias voltado a estudantes universitários. A iniciativa oferece uma experiência de cerca de dois meses dentro da instituição financeira, com participação em projetos, acompanhamento de profissionais do mercado e desenvolvimento de um desafio ao longo do programa.</p>
<p>A iniciativa acompanha o crescimento do estágio como porta de entrada para o mercado de trabalho. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), reunidos no estudo Empregabilidade Jovem Brasil 2025, apontam que o país chegou a 990 mil estagiários no primeiro bimestre de 2025, ante 877 mil registrados em 2024.</p>
<p>No Banco ABC Brasil, a experiência também pode abrir caminho para uma oportunidade permanente: segundo a instituição, mais da metade dos seus estagiários é efetivada.</p>
<p><strong>Quem pode participar</strong></p>
<p>As vagas são destinadas a estudantes de Administração, Economia, Ciências Contábeis, Direito, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Ciência de Dados, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e áreas correlatas.</p>
<p>Os candidatos precisam ter disponibilidade para atuar de forma híbrida ou presencial, dependendo da área escolhida.</p>
<p>Durante o programa, os selecionados terão contato com a rotina da área em que estiverem alocados e participarão de projetos estratégicos. Um dos destaques é o Desafio de Estágio, no qual cada participante desenvolve um projeto ao longo do ciclo, com foco em autonomia, protagonismo e visão de negócio.</p>
<p><strong>Bolsa de R$ 2,9 mil e benefícios</strong></p>
<p>O programa oferece bolsa-auxílio de R$ 2.913,79, além de assistência médica, seguro de vida, vale-refeição, vale-transporte, auxílio para home office, Wellz e TotalPass.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas até 4 de setembro no link <a href="https://abcbrasil.gupy.io/jobs/12177016">https://abcbrasil.gupy.io/jobs/12177016</a>.</p>
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		<title>Design inclusivo: evento em Niterói adapta experiência para crianças neurodivergentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feiras e Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[Pequenos VagaLumis! terá programação desenvolvida para crianças típicas e atípicas e coloca acessibilidade no centro do desenho das atividades Quando se fala em acessibilidade, a tecnologia costuma ocupar boa parte da conversa. Aplicativos, inteligência artificial, dispositivos assistivos e interfaces adaptadas têm ampliado as possibilidades de inclusão. Mas existe outra camada importante nesse processo: o próprio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Pequenos VagaLumis! <em>terá programação desenvolvida para crianças típicas e atípicas e coloca acessibilidade no centro do desenho das atividades</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Quando se fala em acessibilidade, a tecnologia costuma ocupar boa parte da conversa. Aplicativos, inteligência artificial, dispositivos assistivos e interfaces adaptadas têm ampliado as possibilidades de inclusão. Mas existe outra camada importante nesse processo: o próprio desenho das experiências.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>É com essa proposta que o </span><strong><span>Pequenos VagaLumis!</span></strong><span> realiza sua sexta edição neste domingo, 23 de agosto, em Niterói (RJ). Pela primeira vez, o evento gratuito terá uma programação planejada para receber conjuntamente crianças típicas e atípicas, de 0 a 10 anos, e suas famílias.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A iniciativa acontece em parceria com a Coordenadoria de Acessibilidade da Prefeitura de Niterói, por meio do programa Niterói Inclusivo, e com a ONG Casa Atípica. As atividades serão realizadas no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, no Campo de São Bento, a partir das 8h30.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A proposta é transformar o espaço público em um ambiente no qual diferentes maneiras de brincar, interagir, comunicar-se e participar possam coexistir. Em vez de criar uma programação paralela para crianças neurodivergentes, o projeto aposta em atividades compartilhadas e pensadas para acolher diferentes necessidades.</span></p>
<p><strong>Neurodiversidade amplia discussão sobre acessibilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A dimensão desse desafio ganhou novos contornos com os dados do Censo Demográfico do IBGE sobre pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O levantamento identificou </span><strong><span>2,4 milhões de pessoas com diagnóstico de autismo no Brasil</span></strong><span>, o equivalente a 1,2% da população. Entre crianças e adolescentes de até 19 anos, são cerca de 1,1 milhão. No estado do Rio de Janeiro, foram contabilizadas 214.637 pessoas diagnosticadas com TEA.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Os números reforçam uma discussão que vai além de educação e saúde. A inclusão também passa pela forma como espaços públicos, eventos, serviços e experiências são concebidos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“Nas últimas cinco edições, já tivemos a alegria de reunir mais de 4 mil pessoas e beneficiar diretamente mais de 500 crianças. Esse resultado representa histórias, encontros, sorrisos e oportunidades. Agora, queremos dar um passo ainda maior e fazer com que essa luz alcance também as crianças atípicas, suas famílias e suas diferentes formas de vivenciar a infância. Acreditamos que inclusão de verdade acontece quando todos podem brincar, criar, se expressar e ocupar os mesmos espaços”, afirma Valéria Lopes, idealizadora e gestora do projeto.</span></p>
<p><strong>Experiência pensada para diferentes formas de interação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A programação reunirá contação de histórias, teatro, dança, musicalização, pintura e oficinas lúdicas.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Entre as atrações estão a peça </span><em><span>Procurando Nemo – As correntes das emoções</span></em><span>, da Cia Jukah de Teatro, atividades de dança e interação com a Sasso e musicalização com Léo Castro. A Casa Atípica promoverá oficinas e atividades de pintura durante todo o evento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Além da programação cultural, o Pequenos VagaLumis! mantém seu caráter social. O projeto receberá doações de brinquedos, livros infantis, roupas e materiais escolares e pedagógicos, novos ou em bom estado.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Os itens serão destinados à Casa Atípica e ao Orfanato Santo Antônio em uma ação para o Dia das Crianças.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“Além de oferecer uma manhã lúdica e criativa para as crianças, a iniciativa tem o objetivo principal de arrecadar brinquedos, livros infantis, roupas e materiais escolares e pedagógicos, novos ou em bom estado, que serão destinados em comemoração ao Dia das Crianças para a Casa Atípica e Orfanato Santo Antônio”, explica Valéria.</span></p>
<p><strong>Serviço | </strong><strong><span>Pequenos VagaLumis! – Edição Inclusiva</span></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><span>Data:</span></strong><span> 23 de agosto</span><br />
<strong><span>Horário:</span></strong><span> das 8h30 às 12h</span><br />
<strong><span>Local:</span></strong><span> Campo de São Bento – Centro Cultural Paschoal Carlos Magno (CCPCM)</span><br />
<strong><span>Endereço:</span></strong><span> Alameda Edmundo de Macedo Soares e Silva, s/n, Icaraí, Niterói (RJ)</span><br />
<strong><span>Entrada:</span></strong><span> gratuita</span><br />
<strong><span>Informações:</span></strong><span> @pequenosvagalumis</span></p>
<p><strong><span>Doações:</span></strong><span> brinquedos, livros infantis, roupas e materiais escolares e pedagógicos, novos ou em bom estado.</span></p>
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		<item>
		<title>Veículos elétricos começam a ganhar espaço nas frotas de segurança pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[COP2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Raytec aposta em eletrificação, tecnologia embarcada e veículos adaptados para diferentes operações e inicia expansão para outros mercados da América Latina A eletrificação, que já avança no mercado automotivo brasileiro, começa também a chegar às frotas de segurança pública. Ainda longe de substituir as viaturas a combustão em operações ininterruptas, os veículos elétricos passam a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em>Raytec aposta em eletrificação, tecnologia embarcada e veículos adaptados para diferentes operações e inicia expansão para outros mercados da América Latina</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A eletrificação, que já avança no mercado automotivo brasileiro, começa também a chegar às frotas de segurança pública. Ainda longe de substituir as viaturas a combustão em operações ininterruptas, os veículos elétricos passam a encontrar espaço em atividades com rotas e jornadas mais previsíveis, enquanto modelos híbridos surgem como uma alternativa para ampliar as possibilidades de uso.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Esse movimento esteve entre os destaques da Raytec na COP International 2026, realizada entre os dias 11 e 13 de agosto, em São Paulo. Em sua primeira participação no evento, a empresa apresentou veículos elétricos, híbridos e a combustão, além de soluções voltadas a patrulhamento, investigação, operações especiais e atendimento de emergência.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Segundo Valmir Reis, diretor da Raytec, a adoção dos elétricos pelas forças de segurança tende a acontecer de acordo com o perfil de cada operação. Em atividades nas quais uma viatura permanece nas ruas 24 horas por dia, dividida entre diferentes equipes, a necessidade de recarga ainda representa uma limitação. O cenário muda, porém, quando há maior previsibilidade de uso.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“Os elétricos estão encontrando mais oportunidades, neste momento, em operações como as das Guardas Civis Municipais, que conseguem organizar melhor o tempo de utilização do veículo”, explica Reis. Como exemplo, ele cita rondas escolares, nas quais é possível planejar a quilometragem percorrida e o retorno da viatura à base para recarga.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-57607 size-large" src="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/CARRO-BLINDADO_RENAULT_BOREAL_perspective-front-625x349.jpg" alt="" width="625" height="349" srcset="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/CARRO-BLINDADO_RENAULT_BOREAL_perspective-front-625x349.jpg 625w, https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/CARRO-BLINDADO_RENAULT_BOREAL_perspective-front-300x167.jpg 300w, https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/CARRO-BLINDADO_RENAULT_BOREAL_perspective-front.jpg 1280w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p><strong>Eletrificação entra no radar da segurança pública</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Um dos modelos apresentados pela Raytec foi o GEELY EX2 MAX, configurado de forma demonstrativa como rádio patrulha. A proposta é mostrar a possibilidade de utilização de um veículo elétrico em patrulhamento urbano e atividades de apoio policial, combinando tecnologia embarcada, eficiência energética e menor custo operacional.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>De acordo com Reis, a entrada de novas montadoras no mercado brasileiro está ampliando a oferta de veículos eletrificados e, consequentemente, levando essa tecnologia também às discussões sobre renovação das frotas públicas. A Raytec afirma já trabalhar com veículos elétricos em testes junto a forças policiais, incluindo a Polícia Federal. </span><span>Os híbridos, por sua vez, podem avançar mais rapidamente em determinadas operações por reduzirem a dependência exclusiva da infraestrutura de recarga. Segundo o executivo, esses modelos já começam a aparecer nas demandas do setor por oferecerem a combinação entre propulsão elétrica e motor a combustão.</span></p>
<p><strong>Tecnologia embarcada vai além da motorização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A modernização das viaturas, entretanto, não se limita ao tipo de propulsão. Entre os pontos considerados no desenvolvimento dos veículos estão ergonomia, acionamento dos equipamentos pelo agente, comunicação, monitoramento, sinalização e proteção dos ocupantes.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Segundo Reis, um dos objetivos é reduzir situações em que o policial precise tirar a mão do volante para acionar equipamentos durante a condução. A empresa também trabalha com proteção balística em configurações destinadas às forças de segurança.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Entre os modelos exibidos na COP International estava ainda o GWM TANK 300, configurado com sinalização no padrão da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), rádio transceptor e sistema de monitoramento com monitor e DVR. Já o Mitsubishi Eclipse Cross foi apresentado como viatura descaracterizada, com sinalização visual oculta, sirene, rádio, câmeras e DVR instalados de maneira discreta, solução voltada principalmente a inteligência, investigação e operações veladas.</span></p>
<p><strong>Veículos adaptados para diferentes realidades</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Outro desafio está em desenvolver veículos capazes de operar em um país com condições geográficas e de infraestrutura muito diferentes. A Ford Ranger Ambulância 4&#215;4 Off-Road apresentada pela empresa foi projetada justamente para ampliar o atendimento médico em regiões remotas, áreas rurais, estradas não pavimentadas e operações de resgate.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“O Brasil é um país continental e, por isso, as ambulâncias não podem atuar somente em áreas asfaltadas. Elas também precisam chegar a regiões de fronteira, áreas rurais e locais com terrenos mais acidentados”, afirma Reis.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Segundo o diretor, o compartimento de atendimento instalado na Ranger foi desenvolvido pela engenharia da empresa para atender aos requisitos das normas relacionadas à proteção contra capotamento. A proposta é reunir a capacidade de deslocamento de uma picape 4&#215;4 com a estrutura necessária para atendimento e socorro em diferentes condições de terreno.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O portfólio apresentado no evento incluiu ainda uma SUV Renault Boreal com proteção balística parcial Nível III-A, motocicletas adaptadas para resposta rápida, Ford Territory preparada para receber sistemas de comunicação e equipamentos operacionais, além de picapes destinadas a operações policiais e de emergência.</span></p>
<p><strong>Do Brasil para a América Latina</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Além das novas tecnologias, a Raytec começa a avançar em outra frente: a internacionalização. A companhia fechou uma parceria com a MOMARENTO, no Peru, que será utilizada como primeiro passo de uma estratégia de expansão para outros mercados latino-americanos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Segundo Edson Oliveira, diretor comercial da Raytec, o plano não se resume à exportação de veículos produzidos no Brasil. A estratégia prevê combinar engenharia, capacidade industrial e tecnologia desenvolvidas pela empresa com parceiros locais que conheçam a legislação, os processos de contratação e as particularidades operacionais de cada mercado.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>No Peru, a parceria envolve adaptações veiculares e sistemas de sinalização para veículos de quatro e duas rodas destinados principalmente a segurança, emergência e mobilidade especializada. Outros países da América Latina também estão no radar, especialmente aqueles com demanda pela modernização de frotas públicas e veículos especiais.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A segurança pública deverá ocupar uma posição relevante nesse processo. A empresa pretende aproveitar a experiência acumulada no Brasil com transformação veicular, proteção balística, sinalização visual e acústica e tecnologias embarcadas, adaptando os projetos às exigências de cada país.</span></p>
<p><span>Para a Raytec, portanto, a transformação das frotas públicas tende a seguir mais de um caminho simultaneamente. Eletrificação e modelos híbridos começam a abrir novas possibilidades, enquanto tecnologias embarcadas, proteção e projetos desenvolvidos para missões específicas continuam determinando quais veículos podem, de fato, atender às diferentes realidades das forças de segurança.</span></p>
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		<item>
		<title>Tecnologias digitais avançam no planejamento de tratamentos odontológicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 23:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Novos recursos combinam escaneamento intraoral, simulações, imagens 3D e softwares de planejamento para integrar diferentes etapas do atendimento O uso de ferramentas digitais está ampliando as possibilidades de planejamento e acompanhamento de tratamentos odontológicos. Recursos de escaneamento intraoral, simulações digitais, visualização tridimensional e softwares de planejamento começam a formar fluxos cada vez mais conectados, capazes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novos recursos combinam escaneamento intraoral, simulações, imagens 3D e softwares de planejamento para integrar diferentes etapas do atendimento</em></p>
<p>O uso de ferramentas digitais está ampliando as possibilidades de planejamento e acompanhamento de tratamentos odontológicos. Recursos de escaneamento intraoral, simulações digitais, visualização tridimensional e softwares de planejamento começam a formar fluxos cada vez mais conectados, capazes de apoiar desde a avaliação inicial até a comunicação com o paciente.</p>
<p>Algumas dessas tecnologias foram apresentadas pela Align Technology durante o Evolution Summit LATAM 2026, realizado nos dias 10 e 11 de agosto, em São Paulo. O encontro reuniu profissionais do Brasil e de outros países da América Latina para discutir inovação aplicada à ortodontia digital e à odontologia restauradora.</p>
<p>Entre as novidades apresentadas estão atualizações do Align Oral Health Suite, que ganhou uma nova ferramenta para visualização da linha gengival, além de novos recursos do Invisalign Outcome Simulator Pro.</p>
<p>A empresa também demonstrou uma funcionalidade de animação 3D de tecidos moles integrada ao software ClinCheck, além de atualizações do iTero Design Suite e do Invisalign Smile Architect.</p>
<p><strong>Do escaneamento ao planejamento digital</strong></p>
<p>A proposta é conectar diferentes momentos do tratamento em um mesmo ecossistema digital. Na prática, as ferramentas podem ser utilizadas para visualizar informações sobre a saúde bucal, planejar procedimentos e apresentar ao paciente possíveis resultados e etapas do tratamento.</p>
<p>Essa integração também procura tornar a comunicação mais visual. Ao utilizar simulações e representações tridimensionais, o profissional pode apresentar informações que ajudam o paciente a compreender o planejamento proposto e participar das decisões relacionadas ao tratamento.</p>
<p>As soluções fazem parte da Align Digital Platform, ecossistema que reúne tecnologias desenvolvidas pela companhia para conectar etapas como escaneamento, planejamento, tratamento e acompanhamento.</p>
<p>O avanço desses recursos também evidencia uma transformação mais ampla da odontologia. Em vez de ferramentas digitais isoladas, o setor passa a trabalhar com fluxos nos quais diferentes sistemas compartilham informações ao longo da jornada do paciente.</p>
<p><strong>Tecnologia também chega à gestão das clínicas</strong></p>
<p>A digitalização, porém, não ficou restrita aos procedimentos clínicos durante o evento. A programação do Evolution Summit também abordou os impactos das novas tecnologias sobre eficiência operacional, relacionamento com pacientes e crescimento das clínicas.</p>
<p>A agenda combinou conteúdos clínicos e científicos com discussões sobre mercado e empreendedorismo. O economista Ricardo Amorim apresentou sua perspectiva sobre o cenário econômico global, enquanto Rony Meisler, cofundador da Reserva, abordou temas relacionados a empreendedorismo, tendências e construção de negócios.</p>
<p>A combinação mostra como a transformação digital da odontologia começa a ultrapassar a adoção de novos equipamentos. Além das aplicações diretamente relacionadas aos tratamentos, tecnologias conectadas passam a fazer parte da organização dos fluxos de trabalho, do planejamento e da experiência oferecida ao paciente.</p>
<p>Nesse cenário, ferramentas de visualização, simulação e planejamento digital tendem a assumir um papel cada vez maior na relação entre tecnologia e prática clínica, aproximando diferentes etapas do atendimento em um fluxo digital integrado.</p>
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		<title>Sensedia leva agentes de IA para operações financeiras no Febraban Tech 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 19:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feiras e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[FEBRABAN TECH 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa apresenta tecnologia que adapta APIs bancárias para permitir que agentes de IA acessem serviços e executem operações autorizadas com segurança e governança A inteligência artificial começa a avançar de uma ferramenta capaz de responder perguntas e analisar informações para sistemas que também podem executar tarefas. No setor financeiro, essa mudança abre caminho para agentes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa apresenta tecnologia que adapta APIs bancárias para permitir que agentes de IA acessem serviços e executem operações autorizadas com segurança e governança</em></p>
<p>A inteligência artificial começa a avançar de uma ferramenta capaz de responder perguntas e analisar informações para sistemas que também podem executar tarefas. No setor financeiro, essa mudança abre caminho para agentes de IA capazes de acessar serviços bancários, interpretar dados e até realizar operações previamente autorizadas pelos usuários.</p>
<p>É essa nova etapa que a Sensedia apresentará durante o Febraban Tech 2026, que acontece de 24 a 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A empresa levará ao evento sua proposta de Agentic Finance, baseada na adaptação das APIs já utilizadas por bancos para que possam ser identificadas e acionadas por agentes de inteligência artificial.</p>
<p>O processo, chamado pela empresa de “MCPização”, utiliza o Model Context Protocol (MCP), padrão que permite conectar modelos e agentes de IA a ferramentas, plataformas e serviços externos. Na prática, APIs de core banking, pagamentos, cartões, crédito, Open Finance e Open Insurance podem ser preparadas para interagir com esses agentes.</p>
<p>“A proposta é mostrar como agentes podem atuar em diferentes etapas de uma jornada financeira, conectando dados, serviços e sistemas para oferecer ao usuário uma experiência mais integrada. Em pagamentos, por exemplo, esses agentes poderão não apenas recomendar determinada operação, mas também executá-la dentro dos limites estabelecidos pelo cliente e pela instituição”, explica Marcilio Oliveira, cofundador da Sensedia.</p>
<p><strong>Da API tradicional aos agentes de IA</strong></p>
<p>Os bancos passaram os últimos anos ampliando o uso de APIs para conectar sistemas internos, aplicativos, parceiros e serviços do ecossistema de Open Finance. A chegada dos agentes de IA acrescenta uma nova camada a essa infraestrutura.</p>
<p>Em vez de construir todo o ambiente novamente, a proposta da Sensedia é aproveitar as APIs existentes e adaptá-las para que agentes consigam identificar quais serviços estão disponíveis e utilizá-los mantendo mecanismos de autenticação, autorização, segurança, monitoramento e auditoria.</p>
<p>Para isso, a empresa combina sua plataforma de API Management com o Sensedia AI Gateway, solução criada para gerenciar e proteger as interações entre modelos de IA, agentes e serviços financeiros.</p>
<p>O tema ganha importância à medida que sistemas de inteligência artificial passam a assumir tarefas mais complexas. Estimativa da McKinsey aponta que a IA generativa pode gerar entre US$ 200 bilhões e US$ 340 bilhões em valor anual para o setor bancário, equivalente a 9% a 15% dos lucros operacionais da indústria.</p>
<p>“O Open Finance provou que os bancos sabem transformar funções financeiras em APIs seguras. O Agentic Finance leva essa lógica adiante, ampliando-a para toda a operação financeira e permitindo que os serviços do banco sejam utilizados por agentes de IA. O desafio agora não é apenas conectar sistemas, mas definir como os agentes poderão interagir com eles. Por isso, tecnologia sozinha não basta. Essa transição exige governança e expertise”, destaca Fábio Rosato, diretor-executivo de Consultoria da Sensedia.</p>
<p><strong>Segurança e governança entram no centro da discussão</strong></p>
<p>Permitir que uma IA deixe de apenas fornecer informações e passe a executar uma operação financeira aumenta também a necessidade de controles sobre o que esses agentes podem fazer.</p>
<p>O Sensedia AI Gateway atua em três frentes. A primeira prepara as APIs para utilização por agentes por meio de servidores MCP e permite a integração com diferentes provedores de modelos de IA. A segunda reúne mecanismos de proteção de dados e das interações, incluindo bloqueio de comandos maliciosos, mascaramento de informações pessoais e moderação de conteúdo. A terceira estabelece controles de acesso e consumo e registra as ações realizadas para monitoramento e auditoria.</p>
<p>A implementação é apoiada pelos chamados Forward Deployed Engineers (FDEs), especialistas que trabalham junto às instituições financeiras para identificar casos de uso, selecionar as APIs que devem ser adaptadas e definir os caminhos de implementação.</p>
<p>O trabalho utiliza ainda o AI Foundation, modelo de referência da Sensedia que reúne práticas, padrões de arquitetura e critérios de governança para projetos envolvendo agentes de IA.</p>
<p>“Bancos que conseguirem transformar suas APIs em capacidades acessíveis por agentes, mantendo segurança e governança, estarão mais preparados para participar de um ecossistema financeiro em que a interface deixa de ser necessariamente uma tela e passa a ser também um agente”, afirma Rosato.</p>
<p><strong>Sensedia fará demonstrações no Febraban Tech</strong></p>
<p>Durante o Febraban Tech 2026, a Sensedia demonstrará aplicações envolvendo Agentic Open Finance, Agentic Payments, iniciação de pagamentos e compartilhamento inteligente de dados financeiros.</p>
<p>A companhia também apresentará projetos desenvolvidos para instituições como EBANX e Sicredi, além de um diagnóstico de maturidade em inteligência artificial voltado ao setor financeiro.</p>
<p>As demonstrações poderão ser acompanhadas no estande B62 da Sensedia durante os três dias do evento.</p>
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		<item>
		<title>Magnum Tires leva BI para 500 consultores e acelera estratégia orientada a dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 10:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases de Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto com a NowVertical ampliou o acesso a dados na distribuidora de pneus e colocou análises de vendas, estoque, margens e clientes nas mãos da equipe comercial Transformar dados em decisões rápidas é um desafio que cresce junto com o tamanho e a complexidade das empresas. Na Magnum Tires, uma operação com faturamento anual superior...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em><strong>Projeto com a NowVertical ampliou o acesso a dados na distribuidora de pneus e colocou análises de vendas, estoque, margens e clientes nas mãos da equipe comercial</strong></em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Transformar dados em decisões rápidas é um desafio que cresce junto com o tamanho e a complexidade das empresas. Na </span><strong><span>Magnum Tires</span></strong><span>, uma operação com faturamento anual superior a R$ 1 bilhão, mais de 60 lojas e quatro centros de distribuição, essa transformação passou por uma mudança importante na infraestrutura de Business Intelligence (BI).</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com apoio da </span><strong><span>NowVertical</span></strong><span>, </span><em><span>master reseller</span></em><span> da Qlik no Brasil, e da Work Avanti Soluções, a companhia evoluiu de uma estrutura de análise baseada em ambientes locais (</span><em><span>on-premise</span></em><span>) para o Qlik Cloud Analytics. Hoje, cerca de </span><strong><span>500 consultores comerciais acessam informações de BI diretamente em suas rotinas de vendas</span></strong><span>, além de gestores e profissionais de diferentes áreas da empresa.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O objetivo é fazer com que dados que antes ficavam concentrados entre analistas e executivos possam chegar a quem precisa tomar decisões na ponta da operação.</span></p>
<p><strong>De relatórios de ERP para uma estratégia data-driven</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A jornada da Magnum Tires com BI começou por volta de 2012. Na época, a empresa buscava superar limitações dos sistemas ERP para extração de relatórios e obter informações mais rápidas para apoiar decisões comerciais e operacionais.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A companhia adotou inicialmente o QlikView e, ao longo dos anos, avançou para uma estrutura mais abrangente de engenharia e análise de dados. Parte dessa evolução envolveu a migração para a nuvem com o Qlik Cloud Analytics (QCDA), do Qlik Sense, além da criação de uma equipe interna dedicada a dados.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“O principal fator foi a necessidade de melhorar a qualidade da tomada de decisão em uma operação complexa, com grande volume de produtos, clientes, unidades e regiões atendidas. A escolha pela Qlik ocorreu pela flexibilidade da solução, pela capacidade de integrar diferentes fontes de dados e pela facilidade de navegação analítica, permitindo que os usuários explorem as informações com mais autonomia”, afirma Ambrósio Cadena, diretor comercial e sócio da Magnum Tires.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Segundo o executivo, ferramentas independentes de BI também ajudaram a contornar limitações encontradas nos sistemas de gestão.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“Os sistemas ERP possuem algumas deficiências crônicas em relação à flexibilidade de relatórios e à interatividade de dashboards. Isso torna a adoção de uma ferramenta de BI independente essencial para garantir a visibilidade e o desempenho necessário para a gestão de alta performance”, explica.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A mudança, porém, não ficou restrita à infraestrutura tecnológica.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“O conceito central dessa transição organizacional proporcionada pelo BI é que evoluímos da análise fria do ‘o que aconteceu’ para o entendimento profundo do ‘porquê aconteceu’. Essa mudança de perspectiva trouxe uma segurança sem precedentes para a nossa tomada de decisão diária”, destaca Cadena.</span></p>
<p><strong>BI chega à ponta da operação comercial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Um dos principais efeitos do projeto foi a ampliação do acesso aos dados dentro da Magnum Tires. Se inicialmente as consultas ficavam concentradas em analistas e diretores, atualmente o BI é utilizado por áreas como Comercial, Financeiro, Compras, Logística, Controladoria, Recursos Humanos e gestão executiva.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Os painéis reúnem indicadores de vendas, margens, estoques, metas, carteira de clientes, desempenho financeiro e análises segmentadas por unidade, região ou mercado.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A maior escala está na área comercial. A Magnum Tires possui mais de 600 profissionais de vendas e aproximadamente </span><strong><span>500 consultores utilizam BI diretamente no trabalho de campo</span></strong><span>.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Por meio da ferramenta, eles conseguem consultar histórico de compras de clientes, comportamento do portfólio, metas, margens e possíveis oportunidades comerciais. A ideia é reduzir a dependência de relatórios preparados por outras áreas e dar ao vendedor acesso às informações no momento da negociação.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A estrutura também permite acompanhar estoque e vendas das mais de 60 lojas da companhia, além de realizar análises de cobertura de estoque e gestão de portfólio.</span></p>
<p><strong>Nuvem amplia acesso aos dados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A migração para o Qlik Cloud Analytics foi uma das etapas que permitiram aumentar a quantidade de usuários com acesso às informações. Segundo a empresa, oferecer a mesma capilaridade em um modelo tradicional de licenciamento e infraestrutura representaria custos mais elevados.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A arquitetura recebe suporte da NowVertical e da Work Avanti, que atuam na sustentação e governança do ambiente e na transformação de necessidades das áreas de negócio em aplicações analíticas.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“A parceria evoluiu junto com a complexidade da operação da Magnum. Mais do que uma implantação técnica, a consultoria apoiou a empresa na estruturação, evolução e sustentação do ambiente analítico, ajudando a traduzir necessidades de negócio em soluções práticas para as áreas. Essa proximidade tem sido importante para manter a evolução contínua da jornada de dados. Apesar de termos montado um time interno a troca de informações e experiência é muito importante contar com os consultores externos”, completa Cadena.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Além do Qlik Cloud Analytics, a empresa utiliza o </span><strong><span>Qlik Automate</span></strong><span> para automatizar fluxos de dados. O </span><strong><span>Qlik Answers</span></strong><span>, voltado ao uso de inteligência aumentada, está em fase de testes e implementação.</span></p>
<p><strong>Inteligência Artificial entra nos próximos passos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A tecnologia também trouxe um desafio menos visível: fazer com que os profissionais saibam interpretar e utilizar os dados disponíveis.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Para ampliar essa cultura dentro da companhia, a Magnum Tires promoveu iniciativas de </span><em><span>data literacy</span></em><span>, ou alfabetização de dados. Entre elas está o “Magnum Tires Day”, criado para aproximar os colaboradores das ferramentas analíticas e reforçar o uso dos dados como instrumento de gestão.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A próxima etapa deve envolver maior presença de Inteligência Artificial na operação. A companhia planeja incorporar IA à rotina e ampliar o uso de análises preditivas e processos logísticos orientados por dados.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A estratégia acompanha os planos de expansão da Magnum Tires, que projeta </span><strong><span>crescimento de aproximadamente 15% em 2026</span></strong><span>.</span></p>
<p><strong>Magnum Tires em números</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th><span>Indicador operacional</span></th>
<th><span>Detalhamento</span></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Faturamento anual</span></strong></td>
<td><span>Acima de R$ 1 bilhão por ano</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Tempo de mercado</span></strong></td>
<td><span>Mais de 34 anos de atuação</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Segmento de atuação</span></strong></td>
<td><span>Importação e distribuição de pneus, lonas, rodas e câmaras de ar; fabricação de marca própria e atendimento aos mercados B2B e B2C</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Segmentos de produto</span></strong></td>
<td><span>Veículos de passeio, carga, agrícola, industrial (OTR), mineração e motocicletas</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Presença física</span></strong></td>
<td><span>Mais de 60 lojas próprias distribuídas por todos os estados brasileiros e pelo Distrito Federal</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Centros de distribuição</span></strong></td>
<td><span>Quatro CDs, localizados em Pernambuco, Santa Catarina, Rondônia e Ceará</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Funcionários</span></strong></td>
<td><span>Cerca de 1.300 colaboradores</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Força de vendas</span></strong></td>
<td><span>Mais de 600 profissionais comerciais, com aproximadamente 500 utilizando BI em tempo real</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Infraestrutura de BI</span></strong></td>
<td><span>Qlik Cloud Analytics (QCDA), Qlik Automate e Qlik Answers, este último em implantação</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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			</item>
		<item>
		<title>Dynatrace amplia uso de IA para automatizar resolução de incidentes em ambientes de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 09:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Dynatrace Intelligence ganha agentes autônomos para identificar, investigar e remediar problemas, além de ferramenta para criação de agentes personalizados sem programação A Dynatrace anunciou novos recursos para o Dynatrace Intelligence que ampliam o uso de inteligência artificial em operações de TI. A proposta é fazer com que a tecnologia avance da análise e recomendação para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dynatrace Intelligence ganha agentes autônomos para identificar, investigar e remediar problemas, além de ferramenta para criação de agentes personalizados sem programação</em></p>
<p>A Dynatrace anunciou novos recursos para o Dynatrace Intelligence que ampliam o uso de inteligência artificial em operações de TI. A proposta é fazer com que a tecnologia avance da análise e recomendação para a execução automática de ações, como investigação e remediação de incidentes, mantendo mecanismos de supervisão humana, governança e auditoria.</p>
<p>As novidades incluem agentes autônomos voltados a operações de SRE (Site Reliability Engineering), recursos para ambientes multicloud e uma ferramenta que permite às empresas desenvolver seus próprios agentes de IA sem necessidade de programação.</p>
<p>Segundo a companhia, um dos desafios para ampliar a autonomia da IA em ambientes corporativos é garantir que decisões e ações sejam tomadas com informações suficientes sobre o contexto dos sistemas. Para enfrentar esse problema, o Dynatrace Intelligence combina IA agêntica com análise determinística e em tempo real dos ambientes monitorados.</p>
<p>Na prática, a tecnologia utiliza dados sobre aplicações e infraestrutura para decidir como responder a determinados problemas, em vez de depender exclusivamente de respostas probabilísticas dos modelos de IA.</p>
<p>&#8220;Nossas equipes de operações estão sob pressão constante para gerenciar ambientes cada vez mais complexos, mantendo a confiabilidade e a agilidade&#8221;, afirma Angel Marchena, Diretor de Operações Técnicas da Western Governors University. &#8220;A Dynatrace nos ajuda a reduzir o esforço manual ao fornecer automação baseada em contexto em tempo real, permitindo que nossas equipes se concentrem em atividades de maior valor enquanto melhoram os resultados operacionais.&#8221;</p>
<p><strong>Agentes de IA entram na resolução de incidentes</strong></p>
<p>Entre as novidades está o Autonomous SRE Agent, desenvolvido para atuar automaticamente quando novos problemas são detectados. O agente verifica se o incidente está relacionado a uma investigação existente e, quando encontra uma relação, adiciona informações à análise em andamento.</p>
<p>Já o Cloud SRE Agent é direcionado a ambientes multicloud e coordena atividades de remediação em AWS, Microsoft Azure e Google Cloud. As informações são centralizadas para criar um registro das operações realizadas pelos agentes, permitindo acompanhamento e auditoria.</p>
<p>Outra novidade é o Agent Builder, ferramenta no-code que permite às organizações criar e implantar agentes personalizados para seus próprios fluxos de trabalho.</p>
<p>O Dynatrace Assist também foi ampliado, com recursos para investigações em linguagem natural e fluxos preparados para agentes de IA.</p>
<p><strong>Integrações levam automação a outras plataformas</strong></p>
<p>A Dynatrace também ampliou o ecossistema de integrações do Dynatrace Intelligence. Além de AWS, Azure e Google Cloud, a tecnologia pode se conectar a plataformas corporativas como ServiceNow, Atlassian e PagerDuty, além de ferramentas utilizadas por desenvolvedores e outras tecnologias de IA.</p>
<p>A estratégia permite que as equipes investiguem e solucionem problemas diretamente nos sistemas que já fazem parte de suas rotinas de trabalho.</p>
<p>Para a Dynatrace, a combinação entre contexto em tempo real, automação e registros das ações é fundamental para que empresas possam aumentar a autonomia dos agentes sem perder o controle sobre os processos.</p>
<p>&#8220;A maioria das plataformas de observabilidade para na etapa dos dados, deixando para as pessoas a tarefa de encontrar respostas, decidir o que fazer e executar as ações&#8221;, afirma Steve Tack, Diretor de Produtos (Chief Product Officer) da Dynatrace. &#8220;Com esses avanços no Dynatrace Intelligence, estamos ajudando as organizações a passar da compreensão dos problemas para sua resolução automática. Ao fundamentar a IA agêntica em um contexto determinístico, a Dynatrace permite que as empresas automatizem operações com confiança, mantendo a governança e o controle.&#8221;</p>
<p>Na avaliação de Stephen Elliot, Group Vice President da IDC, a capacidade de transformar informações produzidas pela IA em ações confiáveis ainda representa um desafio para as organizações.</p>
<p>&#8220;As empresas que investem em observabilidade orientada por IA têm a oportunidade de transformar dados em inteligência que se traduz em ações autônomas e confiáveis&#8221;, afirma Stephen Elliot, Group Vice President da IDC. &#8220;A distância entre os insights gerados pela IA e uma execução segura e governada é uma das maiores preocupações do mercado. Os clientes precisam de contexto determinístico e em tempo real, aliado à automação e à auditabilidade, para alcançar resultados confiáveis e consistentes.&#8221;</p>
<p>O Cloud SRE Agent, as novas funções do Dynatrace Assist e as integrações ampliadas já estão disponíveis para clientes SaaS na DPS. O Autonomous SRE Agent e o Agent Builder têm lançamento previsto para agosto.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Gastos com infraestrutura de IA devem quase dobrar em 2026, prevê Gartner</title>
		<link>https://guiadopc.com.br/inteligencia-artificial/57574/gastos-com-infraestrutura-de-ia-devem-quase-dobrar-em-2026-preve-gartner.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 20:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado global de IaaS otimizada para Inteligência Artificial deve movimentar US$ 42,3 bilhões neste ano; inferência já supera treinamento entre as cargas de trabalho A corrida pela Inteligência Artificial está movimentando também o mercado de infraestrutura em nuvem. Os gastos mundiais com Infraestrutura como Serviço (IaaS) otimizada para IA devem crescer 96,4% em 2026 e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em>Mercado global de IaaS otimizada para Inteligência Artificial deve movimentar US$ 42,3 bilhões neste ano; inferência já supera treinamento entre as cargas de trabalho</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A corrida pela Inteligência Artificial está movimentando também o mercado de infraestrutura em nuvem. Os gastos mundiais com </span><strong><span>Infraestrutura como Serviço (IaaS) otimizada para IA</span></strong><span> devem crescer 96,4% em 2026 e alcançar US$ 42,3 bilhões, segundo projeção do </span><strong><span>Gartner</span></strong><span>.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O avanço ocorre à medida que empresas deixam de concentrar esforços apenas no desenvolvimento e treinamento de modelos e passam a colocar aplicações de IA em produção. Esse movimento aumenta a demanda por capacidade computacional para executar modelos continuamente em sistemas e fluxos de trabalho corporativos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“Esse crescimento é impulsionado pela demanda contínua por infraestrutura para fornecer suporte ao treinamento de Grandes Modelos de Linguagem (LLM) e pela rápida operacionalização da IA em aplicações e fluxos de trabalho corporativos”, afirma Hardeep Singh, Analista Principal Sênior de Pesquisa do Gartner.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A expectativa é que o ritmo permaneça elevado. Depois dos US$ 42,3 bilhões previstos para 2026, os gastos com IaaS otimizada para IA devem chegar a </span><strong><span>US$ 66,1 bilhões em 2027</span></strong><span>, crescimento de 56,5%.</span></p>
<p><strong>Inferência passa treinamento em 2026</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Uma mudança importante acontece dentro dessa infraestrutura. Segundo o Gartner, os gastos destinados à </span><strong><span>inferência</span></strong><span>, etapa em que um modelo já treinado recebe dados e gera respostas ou executa tarefas, devem superar pela primeira vez os investimentos relacionados ao treinamento de modelos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Em 2026, a previsão é que a inferência movimente </span><strong><span>US$ 23,3 bilhões</span></strong><span>, contra US$ 19 bilhões destinados ao treinamento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com isso, 55% dos gastos com IaaS otimizada para IA deverão sustentar cargas de inferência neste ano. Em 2027, essa participação deve chegar a 59%.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Um dos fatores por trás dessa mudança é o crescimento da </span><strong><span>IA agêntica</span></strong><span>. Agentes capazes de executar autonomamente sequências de tarefas podem realizar diversas chamadas a modelos e sistemas para concluir uma única atividade, elevando a necessidade de processamento em tempo real.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“À medida que as organizações passam do desenvolvimento de modelos para a implementação em escala de produção, modelos ajustados e específicos de domínio (DSMs) são cada vez mais integrados a sistemas voltados para o cliente e operacionais, exigindo execução contínua e em tempo real, em vez de treinamento periódico”, diz Singh. “Essa mudança está acelerando os padrões de consumo em nuvem e criando uma demanda sustentada por infraestrutura otimizada para IA.”</span></p>
<p><strong>IaaS para IA cresce acima do mercado geral</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A diferença de ritmo também aparece quando a infraestrutura dedicada à IA é comparada ao mercado geral de IaaS.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O Gartner estima que os gastos mundiais com IaaS como um todo avancem de US$ 222,2 bilhões em 2025 para US$ 287,3 bilhões em 2026, alta de 29,3%. Para 2027, a projeção é de US$ 359,9 bilhões.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Já a infraestrutura especificamente otimizada para cargas de Inteligência Artificial deve praticamente dobrar em 2026.</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th><span>Segmento</span></th>
<th><span>Gastos 2025</span></th>
<th><span>Crescimento 2025</span></th>
<th><span>Gastos 2026</span></th>
<th><span>Crescimento 2026</span></th>
<th><span>Gastos 2027</span></th>
<th><span>Crescimento 2027</span></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>IaaS otimizada para IA</span></strong></td>
<td><span>US$ 21,529 bi</span></td>
<td><span>180,0%</span></td>
<td><span>US$ 42,276 bi</span></td>
<td><span>96,4%</span></td>
<td><span>US$ 66,143 bi</span></td>
<td><span>56,5%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Total de IaaS</span></strong></td>
<td><span>US$ 222,170 bi</span></td>
<td><span>25,3%</span></td>
<td><span>US$ 287,347 bi</span></td>
<td><span>29,3%</span></td>
<td><span>US$ 359,899 bi</span></td>
<td><span>25,2%</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd"><em><span>Fonte: Gartner, agosto de 2026.</span></em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O avanço da inferência tende a mudar também as prioridades de investimento das empresas em nuvem. Quanto mais aplicações de IA passam a operar de forma permanente em ambientes corporativos, maior é a necessidade de infraestrutura capaz de fornecer processamento contínuo, baixa latência e escala.</span></p>
<p><span>O Gartner discutirá estratégias de investimento em IA, transformação digital e liderança tecnológica durante a </span><strong><span>Conferência Gartner CIO &amp; IT Executive</span></strong><span>, programada para os dias 21 a 23 de setembro, em São Paulo.</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://guiadopc.com.br/inteligencia-artificial/57574/gastos-com-infraestrutura-de-ia-devem-quase-dobrar-em-2026-preve-gartner.html/feed</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>EiTV apresenta tecnologias para a TV 3.0 e streaming no SET Expo 2026</title>
		<link>https://guiadopc.com.br/noticias/57560/eitv-apresenta-tecnologias-para-a-tv-3-0-e-streaming-no-set-expo-2026.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 19:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SET EXPO 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa destaca novas soluções para DTV+, integração entre broadcast e broadband e demonstra tecnologia de datacasting desenvolvida em parceria com a TV Globo. A EiTV participará da SET Expo 2026 levando um conjunto de soluções para a nova geração da televisão aberta brasileira. Com foco no ecossistema DTV+ (TV 3.0), a empresa apresentará tecnologias que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Empresa destaca novas soluções para DTV+, integração entre broadcast e broadband e demonstra tecnologia de datacasting desenvolvida em parceria com a TV Globo.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://www.eitv.com.br"><span style="font-weight: 400;">EiTV</span></a><span style="font-weight: 400;"> participará da SET Expo 2026 levando um conjunto de soluções para a nova geração da televisão aberta brasileira. Com foco no ecossistema DTV+ (TV 3.0), a empresa apresentará tecnologias que ampliam a integração entre broadcast e broadband, promovendo novas experiências para o telespectador e criando novas oportunidades para emissoras e desenvolvedores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais destaques do estande estará o </span><b>DTV+ Publisher</b><span style="font-weight: 400;">, plataforma responsável pela implementação de funções e aplicações da TV 3.0, além da nova geração do </span><b>DTV+ Middleware (AoP)</b><span style="font-weight: 400;"> para receptores baseados em Android e Linux. A empresa também demonstrará aplicações interativas desenvolvidas para explorar todo o potencial do DTV+, integrando transmissão terrestre e conectividade IP para oferecer serviços mais ricos, personalizados e interativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra novidade será a apresentação da plataforma </span><b>EiTV ON</b><span style="font-weight: 400;">, solução desenvolvida para simplificar a criação, personalização e gerenciamento de aplicativos de streaming white-label. A plataforma permite distribuir conteúdo para Smart TVs, Android TV, Roku, dispositivos móveis e Web por meio de uma única interface de gestão, acelerando a implantação de novos serviços e oferecendo alto nível de personalização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a feira, os visitantes também poderão conhecer uma demonstração da solução de </span><b>EiTV Datacasting</b><span style="font-weight: 400;">, tecnologia desenvolvida em conjunto com a TV Globo. A solução utiliza a infraestrutura de radiodifusão — tanto da TV Digital atual quanto da futura TV 3.0 — para transmitir e atualizar remotamente conteúdos e dados destinados aos painéis digitais Out-of-Home (OOH) da Eletromídia, demonstrando novas possibilidades de utilização da infraestrutura de broadcast além da distribuição tradicional de vídeo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Rodrigo Araújo, CEO da EiTV, a SET Expo 2026 acontece em um momento decisivo para o mercado brasileiro. “A implantação do DTV+ representa uma transformação importante para a televisão aberta. Nosso objetivo é mostrar que as tecnologias necessárias para essa evolução já estão disponíveis e prontas para atender às novas demandas das emissoras, fabricantes e desenvolvedores. A SET Expo é uma excelente oportunidade para compartilhar esse avanço com o mercado e fortalecer parcerias estratégicas.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da apresentação das soluções, a empresa pretende utilizar o evento para estreitar o relacionamento com clientes e parceiros e contribuir para as discussões sobre o futuro da radiodifusão brasileira. As demonstrações evidenciarão como a convergência entre broadcast e broadband permitirá oferecer experiências mais interativas ao público e novas possibilidades de distribuição de conteúdo e monetização para as emissoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com mais de duas décadas de atuação no mercado de tecnologia para televisão digital, IPTV e streaming, a EiTV reafirma na SET Expo 2026 seu compromisso com a inovação e com o desenvolvimento de soluções que impulsionam a evolução da TV aberta no Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Showcase anuncia plataforma para TV 3.0 com acessibilidade e interatividade avançada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 19:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SET EXPO 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Solução opera como editor central e incorpora aplicações conectadas que permitem promover engajamento da audiência em tempo real, com gestão de publicidade segmentada. A Showcase, desenvolvedora de tecnologias para broadcast e audiovisual, estará no SET Expo deste ano para apresentar uma nova geração de soluções para a TV 3.0, unindo recursos avançados de acessibilidade, interatividade,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Solução opera como editor central e incorpora aplicações conectadas que permitem promover engajamento da audiência em tempo real, com gestão de publicidade segmentada.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Showcase, desenvolvedora de tecnologias para broadcast e audiovisual, estará no SET Expo deste ano para apresentar uma nova geração de soluções para a TV 3.0, unindo recursos avançados de acessibilidade, interatividade, automação e segurança em uma solução abrangente, flexível e preparada para o futuro da TV aberta.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A plataforma PXD300 atua como um editor central em um servidor de aplicações Ginga DTV+, BALD e NRT para transformar qualquer canal de TV em um ecossistema de broadcast conectado a conteúdos estendidos, engajamento em tempo real, incluindo por meio de enquetes, votações e conexão com legendagem multilíngue com IA.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A acessibilidade oferecida pela solução da Showcase é garantida pelo Closed Caption 608/708, usado para transmitir legendas ocultas em transmissões de TV e tornar conteúdos acessíveis a pessoas surdas ou com deficiência auditiva, exibindo falas, efeitos sonoros e identificação de personagens. Oferece transcrição em até 3 idiomas via IMSC1/WebVTT, audiodescrição em tempo real e integração com os módulos de legendagem proprietários, com até 98% de precisão e latência inferior a 2 segundos.</span></p>
<p><b>Transformando canais de TV em plataformas conectadas</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Com a solução da Showcase, a televisão digital evolui de uma transmissão simples de vídeo para um ecossistema interativo e conectado. Isso acontece por meio do servidor de aplicações interativas (APP Server), gerenciando, encapsulando e distribuindo aplicações Ginga DTV+, BALD e NRT.</span></p>
<p><b>Publicidade segmentada e conformidade regulatória</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O módulo Ads dedicado da solução PXD300 permite gerenciar publicidade segmentada com integração a sistemas de medição de audiência. O processamento e a inserção dos anúncios ocorrem no mesmo editor central que gerencia a interatividade e a acessibilidade.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Solução modular: LLS e ESG</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A distribuição Over-the-Air (OTA) e integração nativa de conteúdo ocorre via orquestradores ATSC 3.0, playouts em nuvem e sistemas de automação. A solução PXD300 também reúne todos os servidores e módulos necessários para operar no padrão ATSC 3.0, sem infraestrutura adicional. O servidor de sinalização de serviços (LLS) gerencia com facilidade a sinalização de serviços obrigatórios no padrão ATSC 3.0, assegurando correta identificação e entrega dos fluxos. O Guia Eletrônico de Programação Dinâmico (ESG) possui atualização em tempo real.</span></p>
<p><b>AEA — Alerta de Emergência Avançado da Defesa Civil</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A solução PXD300 possui total compatibilidade com o AEA (Alerta de Emergência Avançado), um padrão tecnológico de transmissão de avisos de desastres e perigos em tempo real. Ele integra sistemas de defesa civil a redes de comunicação modernas — como o padrão de TV digital e IP — para enviar alertas detalhados com textos, mapas e arquivos multimídia.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A segurança garantida via criptografia BISS (Basic Interoperable Scrambling System), um sistema de código via satélite e chaves numéricas utilizado usado para proteger sinais de transmissão de vídeo entre emissoras. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Com inovação e performance, o nosso propósito foi reinventar o nosso implementador de funções para garantir simplicidade e praticidade na interatividade com a TV 3.0, com uma tecnologia tão avançada que parece muito mais intuitiva&#8221;, comenta Marco Antonio Melo, CEO da Showcase.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O estande da Showcase no SET Expo 2026: número 96.1, em frente ao Lounge VIP.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mediastream apresenta no SET Expo soluções para a eficiência digital das emissoras de Rádio e TV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 19:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SET EXPO 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa leva ao evento um conjunto de soluções para otimizar workflows, gestão e  transmissão de conteúdo streaming audiovisual para a criar oportunidades de monetização;  &#8220;Não é preciso esperar a consolidação da nova geração de radiodifusão e broadcast para modernizar operações e gerar mais receita&#8221;, afirma o CEO da empresa, Marco Lopes A Mediastream, empresa especializada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Empresa leva ao evento um conjunto de soluções para otimizar workflows, gestão e  transmissão de conteúdo streaming audiovisual para a criar oportunidades de monetização;  &#8220;</span></i><i><span style="font-weight: 400;">Não é preciso esperar a consolidação da nova geração de radiodifusão e broadcast para modernizar operações e gerar mais receita&#8221;, afirma o CEO da empresa, Marco Lopes</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Mediastream, empresa especializada em soluções de tecnologia para streaming, broadcast e ecossistemas digitais de mídia, confirma sua presença na </span><a href="https://set.org.br/events/setexpo"><span style="font-weight: 400;">SET Expo</span></a><span style="font-weight: 400;">, o principal evento de tecnologia e negócios de mídia e entretenimento da América Latina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com atuação consolidada no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa, a companhia apresentará inovações para otimizar processos operacionais e acelerar a transformação digital de geradoras de Rádio e TV regionais, afiliadas e grupos de mídia que estão investindo na TV 3.0. O objetivo é permitir que as empresas de audiovisual possam otimizar workflows e criar oportunidades de monetização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O portfólio traz aplicações práticas de Inteligência Artificial para automação de workflows de mídia, </span><i><span style="font-weight: 400;">soluções para otimizar operações , gestão e  transmissão de conteúdo streaming audiovisual, </span></i><span style="font-weight: 400;">desenvolvimento de aplicações front-end em Smart TVs e dispositivos móveis, além de soluções avançadas de distribuição e monetização publicitária e integração com a entrega de conteúdo via streaming.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o CEO da Mediastream Brasil, Marco Lopes, o grande objetivo da empresa na SET Expo é oferecer alternativas de crescimento e eficiência para as operadoras de Rádio e TV, antecipando as oportunidades de entrega de conteúdo e monetização durante a transição para a DTV+ e aumento da presença do rádio no streaming.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A convergência do Rádio e TV para o mundo digital é um passo fundamental e inevitável para o nosso mercado, mas os canais e grupos de mídia têm um gap digital importante que precisa ser endereçado hoje. Não é preciso esperar a consolidação da nova geração de TV, por exemplo, para modernizar operações e gerar mais receita&#8221;, destaca Marco Lopes. &#8220;Nossa proposta na SET Expo é mostrar como soluções digitais mais estruturadas e eficientes podem otimizar o workflow atual e maximizar a monetização no presente, preparando o caminho para a geração de novas receitas.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da infraestrutura para rádios, vídeo e TV conectada (CTV), a Mediastream leva ao evento soluções destinadas ao ecossistema do audiovisual, reafirmando sua capacidade de integrar tecnologias ponta a ponta para múltiplos formatos de mídia, incluindo a capacidade de adaptações regionais de acordo com as necessidades dos mercados locais. Durante o evento, os visitantes do estande da Mediastream poderão acompanhar demonstrações práticas de cases e tecnologias recentemente apresentados na recente edição da NAB Show, com foco na simplificação de processos operacionais e no incremento de receitas publicitárias digitais.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sextou, choveu! Confira a enxurrada de notas do Guia do PC para fechar a semana_14 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 21:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sextou Choveu]]></category>
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					<description><![CDATA[Investimentos em IA diante da Reforma Tributária A Sovos encerrou o último ano fiscal ampliando sua atuação no Brasil e reforçando investimentos em IA, automação e compliance contínuo para apoiar empresas na transição da Reforma Tributária. “O principal aprendizado desse período é que o compliance fiscal deixou de ser apenas uma obrigação regulatória e passou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Investimentos em IA diante da Reforma Tributária</strong><br />
A <strong>Sovos</strong> encerrou o último ano fiscal ampliando sua atuação no Brasil e reforçando investimentos em IA, automação e compliance contínuo para apoiar empresas na transição da Reforma Tributária. “O principal aprendizado desse período é que o compliance fiscal deixou de ser apenas uma obrigação regulatória e passou a ser um tema estratégico para o negócio. A Reforma Tributária e a crescente digitalização das obrigações fiscais reforçaram a necessidade de integrar processos, dados e tecnologia para reduzir riscos e garantir escalabilidade. As empresas que começarem essa jornada desde já estarão mais bem posicionadas para enfrentar o período de transição e capturar valor ao longo dessa transformação”, afirma Rafael Cavalcanti, diretor de Vendas da Sovos Brasil.</p>
<p><strong>Nova fase da contabilidade com Agentes de IA</strong><br />
A <strong>QYON</strong> destaca o avanço dos Agentes de IA nos escritórios contábeis, com sistemas capazes de executar tarefas como conciliações, monitoramento fiscal e atendimento. Para Mauricio Frizzarin, fundador e CEO da QYON, “Assim como os sistemas de gestão se tornaram indispensáveis nas últimas décadas, os Agentes de IA caminham para ocupar um espaço central na operação contábil. A diferença é que, desta vez, a tecnologia não apenas organiza informações, mas passa a executar parte do trabalho operacional, permitindo que os escritórios cresçam, atendam melhor seus clientes e atuem de forma muito mais estratégica”.</p>
<p><strong>Alias&#8230;</strong><br />
&#8230;A adoção de agentes de IA começa a criar funções ligadas à gestão, supervisão e integração dessas tecnologias. A <strong>QYON</strong> aponta cargos como gestor de agentes de IA, treinador de agentes, especialista em automação inteligente e orquestrador de equipes híbridas entre as novas oportunidades. Para Mauricio Frizzarin,<br />
“A pergunta já não é se a IA vai criar novos cargos, porque isso já está acontecendo. A questão é: as empresas e profissionais conseguirão se preparar para ocupá-los”.</p>
<p><strong>Brasil ainda enfrenta desafios para ganhar autonomia em IA</strong><br />
A <strong>Globalsys</strong> alerta que a expansão da IA no Brasil esbarra na dependência de infraestrutura estrangeira e na falta de profissionais qualificados. Segundo Eduardo Glazar, CSO da Globalsys, cerca de 60% das cargas digitais brasileiras são processadas no exterior e todas as GPUs utilizadas no país são importadas. “Quando o dado sai daqui pra ser processado lá fora, soberania vira palavra de discurso”, afirma Glazar. Para o executivo, investimentos em data centers precisam avançar junto com a formação de mão de obra especializada.</p>
<p><strong>Milhas na palma da mão</strong><br />
A<strong> Delta Air Lines</strong> disponibilizou o Delta Concierge, assistente digital com IA integrado ao aplicativo da companhia, para todos os associados SkyMiles. A ferramenta permite gerenciar voos, cancelamentos, reembolsos, bagagens e outros serviços. “O Delta Concierge reflete nosso compromisso de desenvolver ferramentas digitais que facilitem as viagens e ajudem os clientes a obter a assistência de que precisam”, afirmou Eric Phillips, diretor executivo de Digital da Delta Air Lines.</p>
<p><strong>Reconhecimento</strong><br />
A <strong>Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO)</strong> conquistou sete reconhecimentos em duas premiações do setor de transporte. A fabricante obteve três primeiros lugares no Prêmio Campeão de Revenda, que avalia a depreciação dos veículos, e foi uma das marcas mais lembradas pelos transportadores gaúchos em quatro categorias do Prêmio Preferência do Transporte e Logística 2026.</p>
<p><strong>Aliás&#8230;</strong><br />
&#8230;A <strong>VWCO</strong> também conquistou a segunda colocação no ranking <strong>Great Place to Work (GPTW)</strong> entre as melhores empresas para trabalhar no Rio de Janeiro. A montadora alcançou 96% de satisfação entre os colaboradores e 98% de confiança nos gestores. O reconhecimento reflete iniciativas voltadas ao desenvolvimento profissional, bem-estar, diversidade, inclusão e aproximação entre lideranças e equipes.</p>
<p><strong>Infraestrutura digital ganha espaço no setor de óleo e gás</strong><br />
A <strong>TIVIT</strong> destaca que conectividade, cibersegurança e integração entre TI e Tecnologia Operacional (TO) tornaram-se essenciais para operações de óleo e gás. Com avanço da nuvem, edge computing, IoT e automação, infraestruturas resilientes e de baixa latência ajudam a reduzir falhas, evitar paradas e aumentar a eficiência operacional.</p>
<p><strong>IA e modernização do SAP ao SAP NOW</strong><br />
A <strong>Softtek</strong> apresentou no SAP NOW AI Tour Brazil 2026 soluções para modernização do SAP S/4HANA, IA, Clean Core e Governança Evolutiva. Entre os destaques estiveram o Softtek Velocity e a plataforma FRIDA IA. “A IA está redefinindo a forma como as empresas operam. Quando combinamos IA, SAP S/4HANA, Clean Core e Governança Evolutiva, criamos uma base sólida para inovação contínua, maior produtividade e decisões mais inteligentes”, destacou Victor Hugo Coutinho Rodrigues, Arquiteto de Soluções e Gerente de Ofertas SAP da Softtek Brasil.</p>
<p><strong>Tendências de rastreamento no TRACK.HUB 2026</strong><br />
A <strong>Velox</strong> participou da etapa de Belo Horizonte do TRACK.HUB 2026, roadshow de rastreamento, telemetria e videotelemetria. A agenda abordou temas como migração do 2G para o 4G e conectividade inteligente. “Acompanhar de perto o que fabricantes e integradores estão desenvolvendo não é curiosidade tecnológica, é preparação operacional. Toda mudança na camada de hardware e de conectividade chega alguns meses depois na nossa central, em forma de novo tipo de evento e novo volume de acionamento. Estar no TRACK.HUB é antecipar esse ajuste antes que ele chegue ao contrato do cliente”, afirmou Leticia Costa Ramos Abdo, diretora da Velox.</p>
<p><strong>Automação aumenta procura por especialistas em robótica</strong><br />
Com a expansão dos robôs nas fábricas, cresce também a demanda por profissionais capazes de programar e integrar essas máquinas. Bruno de Freitas Gai, da <strong>Robosoft</strong>, atua há dez anos em projetos de robótica industrial e acumula experiência internacional e certificações de grandes montadoras. “A indústria pode comprar robôs, softwares e equipamentos, mas depende de especialistas capazes de fazer tudo conversar dentro da fábrica”, afirma Bruno de Freitas Gai.</p>
<p><strong>Aquisição</strong><br />
A <strong>Biesse</strong> adquiriu a <strong>Orchestra Srl</strong>, empresa italiana especializada em soluções digitais para a manufatura, reforçando sua oferta de conectividade, gestão e otimização da produção. Roberto Selci, presidente do Conselho e CEO da Biesse, afirma: “esta aquisição representa um passo concreto na execução do nosso Plano de Negócios 2026-2028 e fortalece a jornada de transformação digital do Grupo. Ao integrar o conhecimento da Orchestra, ampliamos nossa capacidade de oferecer soluções cada vez mais avançadas para a digitalização e a otimização dos processos produtivos.”</p>
<p><strong>Piloto</strong><br />
A <strong>Meu Locker</strong> concluiu um projeto-piloto com a Prefeitura de São Paulo para descentralizar a retirada de autotestes de HIV. Durante quatro meses, armários inteligentes foram instalados em cinco pontos da capital, oferecendo uma alternativa aos postos de saúde. “Por se tratar de uma retirada sensível e que poderia provocar constrangimento aos usuários, os lockers cumpriram o objetivo de forma bastante satisfatória”, afirma Gabriel Peixoto, CEO da Meu Locker. A continuidade do projeto passou a depender de licitação municipal.</p>
<p><strong>Detecção precoce</strong><br />
Estudo publicado no Journal of Medical Economics indica que o algoritmo GAAD, desenvolvido pela <strong>Roche Diagnóstica</strong>, pode elevar de 55% para 72% a detecção precoce do carcinoma hepatocelular em comparação ao ultrassom isolado. A solução combina idade, sexo e biomarcadores sanguíneos para calcular o risco e apoiar a decisão médica.</p>
<p><strong>Saúde bucal</strong><br />
Levantamento da <strong>Dental Speed</strong> mostra que 69,8% dos brasileiros melhoraram os cuidados bucais após consumir informações online, enquanto 60,8% já usam IA para buscar orientações. Para Samuel Suhwan Oh, Diretor de Marketing da Dental Speed, “Os pacientes chegam mais informados aos consultórios, o que muda a dinâmica do atendimento: por um lado, estimula hábitos preventivos e o interesse por saúde bucal; por outro, reforça a importância do dentista em esclarecer dúvidas e orientar com base em evidências científicas.”</p>
<p><strong>Recrutamento tech</strong><br />
A <strong>APTTOS</strong>, criada por Patrícia Vasconcellos, fundadora da <strong>Destak Consultoria</strong>, chegou ao mercado especializada em recrutamento para clínicas, hospitais e laboratórios. A empresa adotou metodologia que alcançou cerca de 88% de assertividade nas contratações. “Currículo abre portas, mas permanência depende de comportamento, cultura e propósito. É isso que avaliamos em cada processo”, afirmou Patrícia Vasconcellos, fundadora da APTTOS e da Destak Consultoria.</p>
<p><strong>Cibersegurança e saúde</strong><br />
A <strong>JC2Sec</strong> participou do Missão Hospital 5.0, onde Carlos Alberto Costa, CEO da empresa, abordou os riscos cibernéticos associados a fornecedores na área da saúde. Dados apresentados indicaram que 69% dos CISOs e CIOs pesquisados enfrentaram incidentes ligados a terceiros nos últimos 24 meses. “A segurança do paciente não termina na porta do hospital. Ela passa por cada fornecedor conectado”, afirmou o executivo.</p>
<p><strong>Novos caminhos</strong><br />
A <strong>Korn Ferry</strong> destaca que o avanço da IA está tornando as transições profissionais mais frequentes e exigindo novas competências. “A transição de carreira deixou de ser um evento isolado na vida profissional. Em um ambiente de transformação acelerada, as pessoas precisam estar preparadas para aprender, reaprender e aplicar suas competências em novos contextos. Para as empresas, o desafio é criar condições para que essa mudança aconteça de forma estruturada”, afirma a Korn Ferry.</p>
<p><strong>Ubisoft movimenta catálogo</strong><br />
A <strong>Ubisoft</strong> apresentou novidades em três de suas franquias. Rayman Legends Retold ganhou trailer dublado em português, produzido pela Keywords Brasil, com vozes como Guilherme Briggs, Leandro Hainis, Mari Haruno e Giovanna Calegaretti. Já Assassin’s Creed Black Flag Resynced, remake do clássico de 2013, chegou ao PS5, Xbox Series X|S e PC com gráficos reconstruídos, melhorias de jogabilidade e novos conteúdos narrativos. Em Brawlhalla, a empresa lançou um crossover com Shrek, em parceria com a Universal Products &amp; Experiences, levando Shrek, Fiona e Gato de Botas ao elenco jogável, além do Burro como companheiro. O evento também incluiu mapas e itens temáticos inspirados no universo da DreamWorks Animation.</p>
<p><strong>Estreia de milhões</strong><br />
E por falar em Ubisoft, o game <strong>Assassin&#8217;s Creed Black Flag Resynced</strong> vendeu 2 milhões de cópias nas primeiras 24 horas. O remake do clássico de 2013 também bateu recorde da franquia na Sejam, com pico de 99.451 jogadores simultâneos. Reconstruído com a versão mais recente da engine Anvil, o game atualiza gráficos, combate, furtividade, parkour e mecânicas navais, além de trazer novos conteúdos narrativos.</p>
<p><strong>Para colecionadores</strong><br />
A <strong>Razer</strong> apresentou a Artisan Keycap – Triple-Headed Snake Edition, sua primeira keycap finalizada à mão. Produzida em edição altamente limitada, a peça transforma a tradicional serpente de três cabeças da marca em uma escultura tridimensional de resina, com pintura manual. O acessório será vendido globalmente, mas ainda não tem preço previsto para o Brasil.</p>
<p><strong>E por falar na Razer&#8230;</strong><br />
A companhia informou que já atingiu 78% das metas de descarbonização de sua cadeia de valor previstas para 2030. “O progresso real no combate às mudanças climáticas vem de parcerias de longo prazo e da responsabilidade compartilhada em toda a cadeia de valor. Ao trabalhar em conjunto com nosso ecossistema para melhorar a gestão das emissões, ampliar o conhecimento e colocar soluções práticas em ação, criamos um impacto que vai muito além das nossas próprias operações”, diz Kenneth Ng, líder global de sustentabilidade da Razer.</p>
<p><strong>Tela quente</strong><br />
A <strong>TCL</strong> lançou no Brasil a linha P8L, com modelos de 75, 85 e 98 polegadas. As TVs trazem recursos de Mini LED, taxa de atualização nativa de 144 Hz, processador com inteligência artificial AiPQ Pro e sistema de som ONKYO 2.1. A linha também oferece recursos voltados a games e design ultrafino, com preços sugeridos a partir de R$ 6.499.</p>
<p><strong><em><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f4a7.png" alt="💧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Garoinhas – as curtinhas do Sextou, Choveu!</em></strong></p>
<p>A <strong>Ingram Micro Brasil</strong> recentemente nomeou <strong>Leonardo Piva</strong> diretor-geral da BRLink. O executivo assumiu a missão de fortalecer a atuação da unidade em nuvem, IA, dados, analytics, observabilidade, serviços gerenciados e transformação digital.</p>
<p><strong>Pesquisa do Observatório Fundação Itaú e Datafolha</strong> mostrou que 93% dos brasileiros usavam IA e 75% a percebiam no cotidiano. Para o estrategista de negócios Peter de Albuquerque, habilidades humanas como criatividade e pensamento crítico ganharam valor com o avanço da tecnologia.</p>
<p>Tradicionalíssima no ensino de idiomas, o <strong>BRASAS</strong> lançou o BRASAS On Demand, modalidade de ensino de inglês com aulas gravadas e estudo flexível.</p>
<p>A <strong>C&amp;A</strong> inaugurou a primeira loja física da <strong>ACE</strong>. Para <strong>Giuliana Tranquilini, da Betafly</strong>, a estratégia faz com que novas marcas ampliam públicos sem diluir a marca principal.</p>
<p>A <strong>VAIO</strong>, marca da <strong>Positivo Tecnologia</strong> no Brasil, lançou o VAIO FE14, notebook com Intel Core Ultra, recursos para processamento local de IA, memória DDR5 expansível e bateria de até 10 horas. O modelo pesa 1,4 kg e chegou ao mercado a partir de R$ 7.999.</p>
<p>A <strong>Smiles</strong> fechou parceria com a <strong>Revolut</strong> para permitir a conversão direta de RevPoints em milhas Smiles. A transferência, feita pelo app da fintech, pode partir de apenas 1 ponto, com paridade de 1 RevPoint para 1 milha, incluindo pontos gerados no débito.</p>
<p><strong><em><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f4a6.png" alt="💦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </em>E mais&#8230;</strong></p>
<p><span>A </span><strong><span>Hisense</span></strong><span> reuniu cinco dicas para escolher uma TV MiniLED e alertou que brilho não deve ser analisado isoladamente. Contraste, Local Dimming, processamento de imagem e fidelidade de cores também são decisivos para a qualidade da experiência visual.</span></p>
<p>A <strong>Sócio Estratégico</strong> alerta para o impacto dos ataques digitais nos negócios e defende cibersegurança como estratégia para PMEs.</p>
<p>A <strong>LOOOP</strong> destaca o papel do design estratégico na prevenção de ataques e na criação de experiências digitais mais seguras, e alerta sobre como os deepfakes ameaçam a confiança digital e ampliam os desafios de privacidade e reputação.</p>
<p>A <strong>ABB</strong> apresentou na Fenasucro 2026 soluções de automação e eletrificação para eficiência e digitalização da bioenergia.</p>
<p>A<strong> HIP</strong> alertou que o avanço de imagens geradas por IA tornou autenticidade e transparência cada vez mais estratégicas para as marcas.</p>
<p>A <strong>SecOffice</strong> participou do Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, que debateu tendências, ameaças e defesa digital.</p>
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		<title>VIU Tecnologia mira mercado brasileiro com tecnologia que usa vídeo e geolocalização para qualificar chamadas de emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feiras e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[COP2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Solução já passou por provas de conceito com Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de São Paulo; CEO da companhia visitou a COP International 2026 para networking e prospecção de novos negócios Trotes, chamados improdutivos e informações imprecisas durante o atendimento de uma emergência podem ter um efeito que vai além do congestionamento das centrais:...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Solução já passou por provas de conceito com Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de São Paulo; CEO da companhia visitou a COP International 2026 para networking e prospecção de novos negócios</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trotes, chamados improdutivos e informações imprecisas durante o atendimento de uma emergência podem ter um efeito que vai além do congestionamento das centrais: ao colocar viaturas, equipes e equipamentos especializados em movimento sem necessidade, esses mesmos recursos deixam de estar disponíveis para ocorrências reais, gerando um impacto negativo para quem realmente precisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É na solução deste desafio que a VIU Tecnologia pretende avançar no mercado brasileiro. A empresa desenvolveu uma plataforma que permite ao operador de uma central de emergência acessar, durante o atendimento, vídeo ao vivo, localização por GPS e comunicação por texto, de modo a compreender melhor a ocorrência antes de definir quais recursos devem ser mobilizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A solução já passou por provas de conceito no COPOM da Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros de São Paulo. A companhia também aproveitou a realização da COP International 2026, no São Paulo Expo, para ampliar sua aproximação com o mercado de segurança pública. Jason Sprenger, CEO da VIU, visitou o evento para networking e prospecção de novos negócios. </span></p>
<figure id="attachment_57538" aria-describedby="caption-attachment-57538" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-57538 size-medium" src="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/H-564yrx_400x400-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/H-564yrx_400x400-300x300.jpg 300w, https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/H-564yrx_400x400.jpg 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-57538" class="wp-caption-text">Jason Sprenger, CEO da VIU Tecnologia</figcaption></figure>
<p><b>Trotes podem representar impacto milionário</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo estimativas da VIU que foram obtidas a partir de dados operacionais do COPOM, só a cidade de São Paulo registra cerca de 100 mil falsos avisos por mês. A companhia calcula que a mobilização associada a esses chamados pode representar aproximadamente R$ 28 milhões mensais. Em uma projeção para todo o estado, o impacto poderia chegar a cerca de R$ 102 milhões por mês. Esse cálculo considera custos envolvidos na mobilização dos recursos de emergência, entre eles veículos, combustível e equipes especializadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a empresa ressalta que o problema não se limita ao deslocamento provocado por um trote – quando a central dispõe de poucas informações sobre uma ocorrência, pode enviar uma estrutura preparada para um evento de maior complexidade a uma situação que exigiria recursos mais simples. “Sem informações suficientes na triagem, uma central pode fazer com que recursos especializados fiquem indisponíveis para situações mais críticas”, explica Jason Sprenger.  A lógica da plataforma, portanto, não é simplesmente identificar trotes, mas aumentar a quantidade e a qualidade das informações disponíveis antes do despacho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É justamente aí que está o potencial de economia: qualificar melhor a ocorrência antes do despacho para direcionar o recurso certo, na medida certa, reduzindo desperdícios e utilizando equipes, veículos e equipamentos de forma mais eficiente”, acrescenta Sprenger.</span></p>
<p><b>Do telefone para o vídeo ao vivo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das soluções da companhia é o VIU Teleport. Durante uma chamada de emergência, o operador pode enviar um link ao cidadão e, a partir dessa interação, utilizar recursos como vídeo ao vivo, geolocalização e comunicação por texto para obter mais elementos sobre o que está acontecendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso permite verificar visualmente a situação, localizar com maior precisão o ponto da ocorrência e dimensionar sua gravidade antes da mobilização dos recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ferramenta não substitui o atendente, nem automatiza a decisão sobre o despacho. A definição continua dependendo do discernimento humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A decisão continua sendo do profissional da central. A tecnologia otimiza esse processo, reduz momentos improdutivos e oferece informações mais precisas para uma tomada de decisão mais rápida e eficiente”, afirma o executivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro recurso destacado pela companhia é a obtenção da localização pelo GPS do próprio aparelho. Segundo a empresa, essa informação oferece maior precisão do que mecanismos baseados somente em triangulação e pode ajudar especialmente quando o cidadão não consegue informar com clareza onde se encontra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto à privacidade, a VIU afirma que o acesso e o tratamento das informações ficam vinculados ao atendimento da ocorrência e devem seguir os protocolos definidos por cada operação, bem como as exigências aplicáveis de proteção de dados vigentes no país.</span></p>
<p><b>Testes em São Paulo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas provas de conceito realizadas com o COPOM da Polícia Militar e com o Corpo de Bombeiros de São Paulo, a empresa buscou demonstrar principalmente a aplicação do vídeo e da geolocalização na qualificação dos chamados. Os testes permitiram demonstrar como o operador pode compreender mais rapidamente o tipo, a localização e a dimensão de uma ocorrência, reduzindo etapas improdutivas da triagem e aumentando a precisão na escolha dos recursos enviados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As provas de conceito foram muito bem avaliadas e validadas, tanto pelos ganhos operacionais quanto pela facilidade de implementação. Elas podem ser realizadas com bastante agilidade, porque os atendentes se adaptam rapidamente à ferramenta”, diz o CEO. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estratégia a ser aplicada no Brasil também parte da experiência acumulada pela VIU em outras grandes cidades da América Latina. A tecnologia já é utilizada em Bogotá e na Cidade do México, locais onde a combinação de vídeo ao vivo e localização buscam melhorar a utilização dos recursos humanos e materiais das centrais de emergência. Parte desse aprendizado pode ser replicada no Brasil, embora os desafios não sejam iguais em todo o território.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O vídeo ao vivo ajuda a validar e dimensionar melhor as ocorrências, enquanto a localização pelo GPS aumenta a precisão do despacho. Isso permite reduzir chamados improdutivos, evitar o emprego desnecessário de recursos e direcionar equipes, viaturas e equipamentos de acordo com a necessidade de cada situação”, afirma Sprenger.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa vê espaço para aplicação tanto em grandes centros urbanos, quanto em regiões nas quais a infraestrutura de telecomunicações é mais limitada. A aposta é que a modernização das centrais não dependa apenas de adicionar novas tecnologias, mas de melhorar a informação disponível no momento em que uma decisão precisa ser tomada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Modernizar as centrais significa conectar melhor tecnologia, operadores e equipes para reduzir desperdícios, eliminar momentos improdutivos e mobilizar o recurso certo, no lugar certo, com mais precisão e agilidade”, conclui Jason Sprenger.</span></p>
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		<title>Tecnologia idealizada por policiais penais automatiza presídios de SP e amplia visitas virtuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 17:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feiras e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto, iniciado há cerca de 15 anos, chegou às 180 unidades do estado e combina automação, controle de circulação e atendimento remoto Um projeto que começou com o reforço de grades e portas para aumentar a segurança dos policiais penais evoluiu para um sistema de automação presente hoje nas 180 unidades prisionais do Estado de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto, iniciado há cerca de 15 anos, chegou às 180 unidades do estado e combina automação, controle de circulação e atendimento remoto</p>
<p>Um projeto que começou com o reforço de grades e portas para aumentar a segurança dos policiais penais evoluiu para um sistema de automação presente hoje nas 180 unidades prisionais do Estado de São Paulo. Desenvolvida a partir da experiência dos próprios servidores, a estrutura ganhou novas tecnologias ao longo de aproximadamente 15 anos e passou a apoiar desde a movimentação de pessoas privadas de liberdade até atendimentos e visitas virtuais.</p>
<p>Uma das primeiras oficinas teve início na Penitenciária de Marília. Segundo <strong>Dumas Junior, chefe de departamento do Complexo Penal de Marília,</strong> a necessidade surgiu com o crescimento do sistema prisional e a busca por mecanismos capazes de proteger tanto os policiais quanto as pessoas atendidas nas unidades. Em vez de partir de uma solução pronta adquirida no mercado, o projeto começou dentro da própria Polícia Penal, com os servidores que conheciam os problemas da operação se juntando a colegas com conhecimentos técnicos para desenvolver as primeiras estruturas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-57533 size-medium" src="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260812-WA0118-300x400.jpg" alt="" width="300" height="400" srcset="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260812-WA0118-300x400.jpg 300w, https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260812-WA0118-625x833.jpg 625w, https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260812-WA0118.jpg 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> “Na Penitenciária de Marília esse projeto uniu alguns policiais com conhecimento em serralheria, em tornearia mecânica, em eletricidade, e foram desenvolvendo o modelo que hoje está em prática”, conta.</p>
<p>A preocupação inicial era essencialmente física. Grades e portas precisavam ter robustez suficiente para resistir a situações críticas dentro das unidades. Com o tempo, a estrutura foi incorporando recursos tecnológicos e novas formas de controle.</p>
<p>Antes de ganhar escala, entretanto, as soluções passaram por testes. As primeiras experiências ocorreram em uma oficina e, posteriormente, em setores pequenos, inicialmente com quatro, cinco ou oito portas. “Só depois da avaliação das equipes o modelo começou a ser expandido”, lembra.</p>
<p>Entre as evoluções apresentadas pela Polícia Penal na COP International 2026 estão a abertura automatizada de portas com reconhecimento facial e a possibilidade de intertravamento. De maneira simples, o recurso permite estabelecer uma lógica de segurança na qual uma passagem não é liberada enquanto a outra permanece aberta.</p>
<p>“Se uma porta estiver aberta, a outra não vai abrir. Se tratando de uma passagem de presos, uma certa quantidade de presos, ela nos dá mais essa segurança e faz essa contenção”, explica Dumas.</p>
<p>A automação também precisa considerar o caminho inverso: não pode se transformar em obstáculo quando existe uma emergência. Em uma ocorrência médica, por exemplo, o sistema deve permitir a entrada rápida dos profissionais e a passagem de equipamentos de atendimento.</p>
<p>“Esse sistema tem que estar apto a uma maca, a uma cadeira de roda, à inserção, em determinado momento, desses policiais para poder fazer o pronto-socorro”, afirma.</p>
<p><strong>Da pandemia para a visita virtual</strong></p>
<p>A pandemia de Covid-19 representou outro ponto de virada. A necessidade de distanciamento acelerou a utilização de ferramentas digitais dentro do sistema prisional. Entre elas estava a visita virtual.</p>
<p>Quando as restrições sanitárias terminaram, a tecnologia não perdeu totalmente sua função. A Polícia Penal percebeu que o atendimento remoto resolvia um problema anterior à pandemia: a dificuldade de familiares que vivem longe das unidades ou que, por diferentes razões, não conseguem se deslocar até o presídio.</p>
<p>“Com o atendimento remoto pós-pandemia, o comando da Polícia Penal identificou que nós conseguimos atender uma gama maior de visitantes, a possibilidade maior de visitantes falarem ou verem seus familiares”, explica Dumas.</p>
<p>Ele cita situações bastante concretas, como a de um familiar que pode morar a centenas de quilômetros da unidade ou estar impossibilitado de realizar a visita presencial por uma questão de saúde. “O advento da tecnologia trouxe esse facilitador, tanto para quem executa, que é a Polícia Penal, quanto para os familiares poderem ver os seus entes queridos”, acrescenta.</p>
<p><strong>Como funciona a visita remota</strong></p>
<p>Para quem está do lado de fora, o processo é relativamente simples. A visita segue regras estabelecidas pelo Estado, passa pelos procedimentos de autorização e é agendada. No horário determinado, o familiar utiliza um acesso reservado para realizar a videoconferência com a pessoa presa. “Por meio de um link reservado, esse familiar acessa o link agendado naquele determinado horário e aí faz a visitação, faz o contato com o seu familiar”, explica Dumas.</p>
<p>A operação conta com acompanhamento técnico do profissional de Tecnologia da Informação e Comunicação da unidade. Segundo Dumas, cada estabelecimento possui profissionais de TIC que trabalham seguindo as orientações da estrutura central da Polícia Penal. A infraestrutura empregada, por sua vez, possui mecanismos próprios de proteção.</p>
<p>A visita virtual também não funciona como um sistema destinado a armazenar conversas. Segundo Dumas Junior, comunicações protegidas por sigilo ou reserva, como os atendimentos entre pessoas presas e seus advogados, não podem ser gravadas ou copiadas. “O atendimento com o advogado e com o familiar é reservado. Tudo que tem sigilo não tem cópia, não pode ser gravado, não pode ter cópia”, enfatiza.</p>
<p><strong>Menos circulação e rotina mais organizada</strong></p>
<p>A digitalização trouxe outro efeito menos visível para quem está fora de uma penitenciária: ajudou a organizar a movimentação dentro das unidades.</p>
<p>Um presídio possui uma rotina que envolve atendimentos de psicólogos, assistentes sociais, enfermagem, médicos, dentistas e diferentes setores administrativos. Cada atendimento pode significar movimentar uma pessoa de uma área para outra, operação que precisa obedecer a protocolos de segurança.</p>
<p>Com ferramentas de agendamento e atendimento remoto, parte desses fluxos passou a ser organizada por horários. “Isso nos facilitou a organizar, através de horários, uma escala de atendimentos sem bagunça. Foi um facilitador para organizar os horários e a movimentação dessas pessoas”, diz Dumas.</p>
<p>A mudança alcançou também profissionais externos. Segundo ele, atendimentos de oficiais de Justiça e advogados passaram a utilizar os recursos remotos, reduzindo a necessidade de determinados acessos presenciais à unidade.</p>
<p><strong>De Marília para as 180 unidades</strong></p>
<p>A experiência fomentada em Marília acabou sendo replicada. Com os resultados do projeto, a Polícia Penal estruturou oficinas de automação em suas coordenadorias regionais, formando equipes responsáveis por melhorias, reformas e também por trabalhos relacionados a novas unidades.</p>
<p>“Hoje não tem só a oficina de Marília. Todas as coordenadorias regionais têm uma oficina, uma equipe de automação atuando e trabalhando em melhora, em reformas e até mesmo na constituição de novos presídios”, afirma Dumas.</p>
<p>O modelo também despertou interesse de outros estados. De acordo com o Dumas Junior, equipes de outras unidades da Federação já foram a São Paulo conhecer o projeto. O Distrito Federal, por exemplo, iniciou sua própria oficina de automação após uma dessas visitas.</p>
<p>Para o especialista, existe um diferencial importante em relação a sistemas concebidos exclusivamente por fornecedores externos: quem ajudou a desenvolver a solução conhece o cotidiano de um presídio. “Algumas empresas empreiteiras têm um sistema de automação, mas com um diferencial muito grande, que é a expertise de quem desenvolveu o sistema por ser policiais penais”, destaca.</p>
<p>Atualmente, as 180 unidades prisionais do Estado de São Paulo estão automatizadas. Depois de aproximadamente 15 anos de desenvolvimento, a próxima etapa é aperfeiçoar essa infraestrutura com novas tecnologias.</p>
<p>“Tudo automatizado. E agora a Polícia Penal vem implementando tecnologias para aperfeiçoar esse sistema”, resume.</p>
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