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	<title>Guia do PC</title>
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	<description>O Guia do PC traz tutoriais, dicas, downloads e as últimas notícias sobre o mundo da informática e da tecnologia, abordando os sistemas Windows e Linux.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Sep 2026 14:58:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Guia do PC</title>
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	<item>
		<title>IA impulsiona mercado de semicondutores, que deve crescer 92% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisas & Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[Receita global deve chegar a US$ 1,6 trilhão neste ano, enquanto mercado de memória pode movimentar US$ 837 bilhões, segundo projeções do Gartner A expansão da infraestrutura de inteligência artificial deverá fazer a receita mundial de semicondutores praticamente dobrar em 2026. Segundo projeções do Gartner, o mercado deve movimentar US$ 1,56 trilhão neste ano, crescimento...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em>Receita global deve chegar a US$ 1,6 trilhão neste ano, enquanto mercado de memória pode movimentar US$ 837 bilhões, segundo projeções do Gartner</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A expansão da infraestrutura de inteligência artificial deverá fazer a receita mundial de semicondutores praticamente dobrar em 2026. Segundo projeções do Gartner, o mercado deve movimentar US$ 1,56 trilhão neste ano, crescimento de 92% sobre os US$ 809 bilhões registrados em 2025.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>E o avanço não deve parar por aí. Para 2027, a consultoria projeta uma receita global de US$ 1,94 trilhão, aproximando a indústria da marca de US$ 2 trilhões.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“A indústria de semicondutores está entrando em uma fase de crescimento fundamentalmente nova”, afirma Ben Lee, Diretor Analista do Gartner. “O ritmo de expansão do setor está acelerando dramaticamente, impulsionado pelo investimento contínuo em infraestrutura de Inteligência Artificial (IA) e por um ciclo de preços de memória mais forte do que o previsto.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A infraestrutura necessária para executar modelos de IA está mudando também a composição desse mercado. Data centers dedicados à tecnologia deverão responder por 36,5% da receita de semicondutores em 2026. Até 2030, essa participação deverá superar 53%.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“À medida que a infraestrutura de IA ganha escala, ela não está apenas remodelando os investimentos em todo o ecossistema de semicondutores, mas também redefinindo o mix de aplicações do setor. Espera-se que o ecossistema de Data Centers de IA cresça de 36,5% da receita de semicondutores em 2026 para mais de 53% até 2030, evidenciando uma mudança estrutural em onde o valor dos semicondutores é gerado e como a demanda está evoluindo em todo o setor.”</span></p>
<p><strong>Memórias responderão por mais da metade do mercado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Boa parte desse crescimento virá das memórias. A receita do segmento deverá saltar de US$ 220,1 bilhões em 2025 para US$ 837,3 bilhões em 2026. Com isso, sua participação na receita total da indústria passará de 27% para aproximadamente 54% em apenas um ano.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Para 2027, o Gartner prevê que o mercado de memória ultrapassará pela primeira vez US$ 1 trilhão, alcançando US$ 1,08 trilhão.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A projeção é particularmente elevada para duas categorias. A receita de memória DRAM (Dynamic Random Access Memory) deverá crescer 246,6% em 2026, enquanto a de memória flash NAND deverá avançar 371,9%.</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th><span>Mercado</span></th>
<th><span>2025</span></th>
<th><span>2026</span></th>
<th><span>2027</span></th>
</tr>
<tr>
<td><span>Memória</span></td>
<td><span>US$ 220,1 bi</span></td>
<td><span>US$ 837,3 bi</span></td>
<td><span>US$ 1,075 tri</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Não memória</span></td>
<td><span>US$ 589,0 bi</span></td>
<td><span>US$ 717,9 bi</span></td>
<td><span>US$ 864,4 bi</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Total</span></strong></td>
<td><strong><span>US$ 809,0 bi</span></strong></td>
<td><strong><span>US$ 1,555 tri</span></strong></td>
<td><strong><span>US$ 1,940 tri</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd"><em><span>Fonte: Gartner, agosto de 2026.</span></em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Mesmo com a expectativa de entrada de capacidade adicional de produção em 2027, a consultoria prevê que a relação entre oferta e demanda continuará apertada. O motivo está justamente no aumento do consumo provocado pela expansão da infraestrutura de IA.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“A infraestrutura de IA mudou fundamentalmente a dinâmica do mercado de memória”, afirma Shrish Pant, Diretor Analista do Gartner. “Embora a expansão dos preços esteja acelerando o crescimento em 2026, a continuidade das implementações de infraestrutura de Inteligência Artificial, o maior volume de memória por servidor de IA e a demanda sustentada por High Bandwidth Memory (HBM) contribuirão para o crescimento da receita de memória até 2027 e além.”</span></p>
<p><strong>IA impulsiona outros tipos de chips</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O impacto da inteligência artificial não ficará restrito às memórias. Data centers com clusters maiores e mais intensivos em processamento e energia também demandam CPUs, chips de rede, componentes para gerenciamento de energia, dispositivos analógicos e tecnologias de interconexão óptica.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Excluindo as memórias, a receita mundial de semicondutores deverá passar de US$ 589 bilhões em 2025 para US$ 718 bilhões em 2026, alta de 21,9%. Para 2027, a projeção chega a US$ 864 bilhões.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“A IA está ampliando a oportunidade para semicondutores em toda a camada de infraestrutura, em vez de beneficiar uma única categoria de dispositivos”, afirma Lee. “Excluindo a memória, o Gartner prevê que a receita de semicondutores cresça de US$ 589 bilhões em 2025 para US$ 718 bilhões em 2026, um aumento de 21,9%, e alcance US$ 864 bilhões em 2027.”</span></p>
<p><span>As projeções mostram que o atual ciclo de investimentos em IA está ultrapassando o mercado de aceleradores dedicados à tecnologia. Memória, processamento, redes, energia e interconexões passam a crescer em conjunto para sustentar data centers cada vez maiores, transformando a infraestrutura de inteligência artificial em um dos principais motores da indústria global de semicondutores.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>UPS inteligentes: segurança sem interrupção, da elétrica à cibernética</title>
		<link>https://guiadopc.com.br/artigos/57649/ups-inteligentes-seguranca-sem-interrupcao-da-eletrica-a-cibernetica.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Aluízio Ábdom, Diretor Comercial e de Marketing da Engetron O que acontece quando o sistema criado para garantir a continuidade de uma operação também precisa resistir a ameaças digitais? Essa pergunta está se tornando cada vez mais relevante em data centers, indústrias, hospitais, telecomunicações e bancos , onde poucos minutos de indisponibilidade podem comprometer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Aluízio Ábdom, Diretor Comercial e de Marketing da Engetron</em></p>
<p>O que acontece quando o sistema criado para garantir a continuidade de uma operação também precisa resistir a ameaças digitais? Essa pergunta está se tornando cada vez mais relevante em data centers, indústrias, hospitais, telecomunicações e bancos , onde poucos minutos de indisponibilidade podem comprometer atendimento, produção, receita e até serviços essenciais. Com inteligência artificial, automação e cargas computacionais mais densas pressionando a infraestrutura elétrica, garantir energia confiável tornou-se uma decisão estratégica. E, em um ambiente cada vez mais conectado, essa confiabilidade já inclui necessariamente a cibersegurança.</p>
<p>Essa mudança na forma de pensar a confiabilidade de uma operação fica clara quando olhamos para a evolução dos UPS (Uninterruptible Power Supply). Além de proteger equipamentos contra interrupções e instabilidades da rede elétrica, a nova geração de UPS incorpora IoT, plataformas em nuvem e monitoramento remoto completo em tempo real. Essa conectividade permite acompanhar a concessionária de energia, gerador, o próprio UPS, baterias e as cargas dependentes, centralizar diferentes unidades e agir mais cedo diante de sinais de falha. O mesmo avanço, porém, introduz firmware, credenciais, acessos remotos e integrações que precisam ser protegidos. Para mim, um dos principais pontos nessa discussão é: inteligência operacional e proteção digital já devem nascer da mesma arquitetura.</p>
<p>Os dados gerados por esses sistemas ampliam ainda mais essa discussão. Modelos preditivos podem correlacionar históricos e condições operacionais para identificar degradações antes que afetem a operação, enquanto agentes de IA começam a apoiar a classificação de alarmes, a comparação entre ativos e a recomendação de intervenções. Mas essa capacidade só tem valor quando os dados são confiáveis e os acessos estão super protegidos. Quanto maior a autonomia oferecida à infraestrutura, maior também precisa ser o rigor sobre identidades, permissões de acesso e integridade das informações que orientam cada decisão.</p>
<p>Essa nova realidade amplia a superfície que precisa ser protegida. Interfaces de rede, serviços remotos e plataformas corporativas podem criar caminhos para ataques caso não recebam controles adequados. Em um sistema crítico, uma vulnerabilidade digital pode atingir justamente o equipamento responsável por preservar a continuidade física da operação. Não considero isso um argumento contra a conectividade. Pelo contrário: é um argumento para que a digitalização avance com a mesma maturidade aplicada à disponibilidade elétrica.<br />
Por isso, considero insuficiente tratar segurança digital como uma funcionalidade acrescentada ao final do desenvolvimento de um UPS. Autenticação robusta, criptografia, redundância, controle de privilégios, inicialização segura, mecanismos protegidos de atualização e segmentação precisam fazer parte da arquitetura do produto. A responsabilidade também continua depois da instalação. Como um UPS pode permanecer muitos anos em operação, fabricantes precisam acompanhar vulnerabilidades, disponibilizar correções e manter suporte compatível com um cenário de ameaças que evolui continuamente.</p>
<p>A regulação deve acelerar essa mudança de mentalidade. Exigências relacionadas à segurança de produtos digitais, atualizações e tratamento de vulnerabilidades ganham espaço em diferentes mercados e começam a influenciar homologações, contratos e cadeias globais de fornecimento. Vejo esse movimento como positivo porque amplia o conceito de qualidade aplicado à infraestrutura crítica. Potência, autonomia e eficiência continuam essenciais, mas já não bastam para avaliar um UPS inteligente. A forma como esse equipamento será protegido cinco, dez ou mais anos depois da instalação também precisa pesar na decisão.</p>
<p>Há ainda uma discussão emergente que merece mais atenção. Se sistemas inteligentes e agentes já começam a interpretar eventos, recomendar intervenções ou participar de respostas operacionais, é necessário estabelecer limites claros de autonomia. Quem pode acessar determinado equipamento? Que ações podem ser executadas remotamente? Como validar a identidade de uma aplicação ou agente antes de autorizar uma mudança? Essas perguntas aproximam ainda mais energia crítica, governança digital e cibersegurança — e provavelmente estarão entre os temas mais relevantes dessa próxima fase.</p>
<p>É essa convergência que define o futuro dos UPS inteligentes. A maior demanda por energia amplia a criticidade desses sistemas, os recursos digitais aumentam visibilidade e capacidade de antecipação, e a cibersegurança oferece a confiança necessária para sustentar essa evolução. O desafio do setor não está em escolher entre conectividade e proteção, mas em desenvolver ambas como parte de uma mesma arquitetura. Em uma economia cada vez mais dependente de energia e dados, a segurança operacional e a segurança cibernética já protegem a mesma coisa: a continuidade do negócio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gilbarco Veeder-Root apresentará novo terminal de pagamento na ExpoPostos 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 04:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[FlexPay 6 fará sua estreia no mercado brasileiro ao lado de tecnologias para monitoramento de combustíveis, gestão de frotas e recarga de veículos elétricos A Gilbarco Veeder-Root apresentará novas tecnologias para postos de combustíveis durante a ExpoPostos 2026, que será realizada entre os dias 8 e 10 de setembro, no São Paulo Expo, em São...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>FlexPay 6 fará sua estreia no mercado brasileiro ao lado de tecnologias para monitoramento de combustíveis, gestão de frotas e recarga de veículos elétricos</em></p>
<p>A Gilbarco Veeder-Root apresentará novas tecnologias para postos de combustíveis durante a ExpoPostos 2026, que será realizada entre os dias 8 e 10 de setembro, no São Paulo Expo, em São Paulo. Entre os destaques estará o FlexPay 6, terminal de pagamento que chegará ao país em fase de pré-lançamento.</p>
<p>Desenvolvido para realizar transações diretamente na área de abastecimento, o equipamento reunirá diferentes modalidades de pagamento, incluindo transações por aproximação e dispositivos móveis.</p>
<p>Além dos recursos relacionados à segurança das transações, a interface digital poderá ser utilizada para ampliar a interação com o consumidor durante o pagamento, incluindo integração com programas de fidelidade e promoções.</p>
<p><strong>Tecnologia também chega ao controle de combustíveis</strong></p>
<p>Além do novo terminal, a Gilbarco Veeder-Root levará à feira sistemas voltados ao monitoramento dos estoques de combustíveis e à gestão da operação dos postos.</p>
<p>Entre eles estarão os equipamentos TLS450-PLUS, TLS4B e TLS4, desenvolvidos para acompanhar os estoques e fornecer informações em tempo real sobre os combustíveis armazenados.</p>
<p>A empresa também apresentará a Red Jacket, bomba de turbina submersa instalada no tanque e utilizada em sistemas de abastecimento por pressão. O equipamento estará disponível em configurações de 2 e 4 polegadas.</p>
<p>Segundo a fabricante, a versão de 4 polegadas oferece maior vazão, característica destinada principalmente a postos e outras operações com grande fluxo de veículos e necessidade de reduzir o tempo de abastecimento.</p>
<p><strong>Recarga de elétricos e gestão de frotas</strong></p>
<p>A eletrificação dos veículos também fará parte da participação da companhia na ExpoPostos. A Gilbarco Veeder-Root apresentará o Konect, sua solução de recarga para veículos elétricos destinada à instalação em postos.</p>
<p>A tecnologia integra uma estratégia de adaptação da infraestrutura desses estabelecimentos a diferentes formas de abastecimento, acompanhando a expansão da mobilidade elétrica.</p>
<p>Outra área do estande será dedicada à gestão de frotas. A empresa demonstrará o MTA e o FuelONet Prime, soluções desenvolvidas para monitorar e administrar o abastecimento de veículos utilizados em operações comerciais.</p>
<p>Com o conjunto de produtos, a Gilbarco Veeder-Root levará à ExpoPostos uma amostra de como a digitalização começa a alcançar diferentes pontos da operação dos postos, desde o pagamento realizado pelo consumidor até o controle dos estoques, o gerenciamento de frotas e a recarga de veículos elétricos.</p>
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		<item>
		<title>Illumio é classificada como líder em microsegmentação em estudo da Forrester</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prêmios]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa obteve as maiores pontuações em oferta e estratégia em avaliação de dez fornecedores de soluções voltadas à contenção de ataques A Illumio foi classificada como líder no relatório The Forrester Wave: Microsegmentation Solutions, Q3 2026, que analisou dez fornecedores de tecnologias de microsegmentação. A empresa obteve as maiores pontuações entre os participantes nas categorias...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa obteve as maiores pontuações em oferta e estratégia em avaliação de dez fornecedores de soluções voltadas à contenção de ataques</em></p>
<p>A Illumio foi classificada como líder no relatório <em>The Forrester Wave: Microsegmentation Solutions, Q3 2026</em>, que analisou dez fornecedores de tecnologias de microsegmentação. A empresa obteve as maiores pontuações entre os participantes nas categorias “Oferta Atual” e “Estratégia” e também recebeu a classificação de “Favorita dos Clientes”.</p>
<p>A microsegmentação é uma estratégia de segurança que divide redes e ambientes computacionais em segmentos menores e aplica políticas específicas de comunicação entre eles. A abordagem busca limitar a movimentação lateral de invasores, evitando que o comprometimento de um dispositivo, servidor ou aplicação permita que o ataque se espalhe livremente pela infraestrutura.</p>
<p>Esse tipo de controle ganha importância principalmente em ambientes híbridos e multicloud, nos quais aplicações, workloads e dados podem estar distribuídos entre data centers próprios e diferentes provedores de nuvem.</p>
<p>No estudo, a Forrester avaliou os fornecedores a partir de critérios relacionados a recursos dos produtos, estratégia, inovação e experiência dos clientes. A Illumio recebeu a pontuação máxima possível em dez deles, incluindo visualização, aplicação de políticas baseada em host, segurança do produto, visão e inovação.</p>
<p>Segundo o relatório, organizações com ambientes grandes e heterogêneos e que buscam ampliar sua resiliência cibernética estão entre aquelas que podem considerar a tecnologia da empresa.</p>
<p><strong>Foco está na contenção da movimentação lateral</strong></p>
<p>A plataforma da Illumio combina recursos de identificação de riscos e microsegmentação para visualizar comunicações dentro da infraestrutura e estabelecer regras sobre quais sistemas podem se conectar.</p>
<p>A lógica parte do princípio de que impedir todos os ataques não é uma meta realista. Em vez disso, uma das camadas de defesa deve ser capaz de reduzir o alcance de uma invasão quando algum componente da infraestrutura for comprometido.</p>
<p>“A Illumio foi fundada com base em uma crença simples: violações são inevitáveis, mas desastres cibernéticos não. Mantivemos nosso foco em um único objetivo — reduzir a movimentação lateral e a superfície de ataque e aumentar a resiliência em todas as organizações”, afirma Andrew Rubin, CEO e fundador da Illumio. “Para nós, sermos nomeados ao mesmo tempo Líder e Favorita dos Clientes reflete a força de nossa tecnologia, de nossa visão e, ainda mais importante, de nossa capacidade de gerar resultados reais e reduzir riscos, o que está na base da confiança que nossos clientes depositam em nós todos os dias. No novo cenário de ameaças em que todos estamos entrando, a defesa deve estar associada à resiliência. A recuperação é a nova defesa — e o novo ciber.”</p>
<p>Entre os recursos avaliados está a capacidade de visualizar informações que podem ser utilizadas tanto para controle de acesso quanto durante a resposta a incidentes.</p>
<p>A companhia também vem ampliando a plataforma com ferramentas como o Network Posture, desenvolvido para analisar a postura de segurança a partir do tráfego efetivamente observado na infraestrutura e ajudar as equipes a priorizar riscos.</p>
<p><strong>Plataforma combina visibilidade e segmentação</strong></p>
<p>A oferta da empresa é estruturada principalmente em torno do Illumio Insights e do Illumio Segmentation.</p>
<p>O Insights é voltado à identificação de exposições e à visualização de possíveis caminhos que poderiam ser utilizados por um invasor para se movimentar pela infraestrutura. Já o Segmentation permite criar e aplicar políticas destinadas a restringir essas comunicações.</p>
<p>A combinação busca oferecer às equipes de segurança uma visão do comportamento da rede antes da aplicação dos controles, algo relevante em infraestruturas complexas nas quais uma regra de segmentação configurada incorretamente também pode afetar aplicações legítimas.</p>
<p>O relatório da Forrester também destacou a experiência relatada por clientes da empresa com o suporte técnico e a capacidade da plataforma de atender diferentes equipes de segurança.</p>
<p>Entre as organizações que utilizam a tecnologia estão BNP Paribas, eBay e Microsoft. A Microsoft implementou o Illumio Insights e o Illumio Segmentation em seu ambiente corporativo de TI.</p>
<p>“Quando precisamos incorporar esses recursos à Microsoft, a Illumio foi a única solução de segmentação capaz de operar na escala da Microsoft e entregar resultados em nosso ambiente”, afirma Igor Tsyganskiy, CISO Global da Microsoft.</p>
<p>Com a expansão de infraestruturas híbridas e multicloud, a microsegmentação vem sendo adotada como uma das formas de reduzir o impacto potencial de credenciais comprometidas ou sistemas invadidos. Em vez de depender exclusivamente da proteção do perímetro, a estratégia acrescenta controles dentro do próprio ambiente para dificultar que um incidente isolado se transforme em comprometimento mais amplo da infraestrutura.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Blockchain transforma metais de lixo eletrônico em tokens de compensação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 10:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto da Metalcredits usa tokenização para rastrear ouro, paládio e cobre recuperados de eletrônicos; primeira aplicação chega ao setor de joias Ouro, paládio e cobre recuperados de celulares descartados estão sendo transformados em ativos digitais registrados em blockchain para compensar o uso desses mesmos metais na fabricação de novos produtos. A tecnologia é a base...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto da Metalcredits usa tokenização para rastrear ouro, paládio e cobre recuperados de eletrônicos; primeira aplicação chega ao setor de joias</em></p>
<p>Ouro, paládio e cobre recuperados de celulares descartados estão sendo transformados em ativos digitais registrados em blockchain para compensar o uso desses mesmos metais na fabricação de novos produtos. A tecnologia é a base de uma plataforma desenvolvida pela Metalcredits, que acaba de ganhar sua primeira aplicação no setor joalheiro.</p>
<p>O projeto utiliza blockchain e tokenização para registrar a jornada dos metais, desde a coleta e reciclagem dos resíduos eletrônicos até a emissão de certificados digitais de compensação. A infraestrutura tecnológica é fornecida pela Bitshopp, enquanto a logística reversa e a reciclagem ficam sob responsabilidade da Repense.</p>
<p>A primeira empresa a utilizar o sistema no segmento de joias é a Amarjon, que já compensou o equivalente a todo o ouro, paládio e cobre utilizado em sua produção em 2026 até o momento. A previsão é que toda a produção realizada até o final do ano também seja coberta pelo mecanismo.</p>
<p>Para gerar os créditos utilizados nessa compensação, foram processados 378,45 quilos de sucata de celulares, quantidade equivalente a aproximadamente 4.540 aparelhos e baterias descartados.</p>
<p><strong>Do celular descartado ao blockchain</strong></p>
<p>A tecnologia funciona a partir da digitalização de uma cadeia que começa no mundo físico.</p>
<p>Coletores, cooperativas, recicladores e operadores de logística reversa encaminham equipamentos descartados para triagem e separação. A Repense organiza informações relacionadas à origem, movimentação e validação desses resíduos antes do processo de reciclagem.</p>
<p>Na etapa seguinte, metais presentes nos componentes eletrônicos, entre eles ouro, prata, paládio e cobre, são recuperados para voltar à cadeia produtiva.</p>
<p>A quantidade obtida é medida e vinculada à documentação do processo. Cada lote é então cadastrado na plataforma da Metalcredits com informações como notas fiscais, localização do reciclador, volume tratado, quantidade de metal recuperada, empresa responsável pelo processamento, auditorias e documentos técnicos.</p>
<p>É nesse ponto que o metal recuperado ganha sua representação digital: a plataforma converte a reciclagem realizada em tokens de compensação.</p>
<p>Empresas que utilizam metais em seus produtos podem adquirir esses tokens para compensar volumes equivalentes aos utilizados em sua produção. O dinheiro da transação é enviado para a carteira digital do reciclador, descontadas as taxas da plataforma.</p>
<p>A lógica cria uma segunda camada econômica sobre a reciclagem: além do próprio valor do material recuperado, o processo de recuperação passa a gerar um ativo digital negociável associado ao serviço ambiental realizado.</p>
<p><strong>Certificado reúne mais de 40 informações</strong></p>
<p>Depois que um token é utilizado para realizar uma compensação, o sistema emite um Certificado de Compensação de Metais (CCM).</p>
<p>O documento é registrado em blockchain e vinculado à empresa que realizou a compensação. Segundo a Metalcredits, o mecanismo impede que um mesmo crédito seja utilizado novamente.</p>
<p>Cada certificado reúne mais de 40 dados, metadados e documentos relacionados à trajetória do resíduo, incluindo informações sobre sua origem, processamento, recuperação do metal e compensação.</p>
<p>A blockchain funciona, portanto, como uma camada de registro para conectar as diferentes etapas físicas e digitais da operação.</p>
<p>“Blockchain permite que os dados fiquem conectados em uma mesma infraestrutura, com registros imutáveis, auditáveis e intransferíveis. Isso cria uma camada extra de confiança entre todos os agentes desse ecossistema”, afirma Marcos Mocatino, fundador e Chief Visionary Officer (CVO) da Bitshopp.</p>
<p><strong>Primeiro caso chega às biojoias</strong></p>
<p>A Amarjon será o primeiro caso de aplicação da plataforma no setor joalheiro. Com capacidade para produzir até 42 mil peças por ano, a empresa utilizará os certificados para registrar a compensação dos metais empregados em suas biojoias.</p>
<p>“Nós já tínhamos fornecedores certificados, mas buscávamos uma forma mais robusta de demonstrar o compromisso ambiental associado ao uso de metais em nossas biojoias”, afirma Raquel Neves, Diretora de Marketing da Amarjon. Segundo a executiva, a sustentabilidade sempre fez parte da essência da companhia, que enxerga a responsabilidade sobre os materiais utilizados na fabricação das biojoias como parte do valor simbólico de cada peça. “Isso exige transparência sobre cada etapa do processo. A Metalcredits nos trouxe uma forma técnica e rastreável de mostrar que existe um compromisso real por trás do produto”, diz.</p>
<p>A compensação não significa necessariamente que o metal recuperado dos aparelhos eletrônicos seja utilizado fisicamente nas peças da empresa. O modelo funciona por equivalência: metais são recuperados e reciclados em determinado volume, esse processo gera os tokens e uma empresa pode adquiri-los para compensar quantidade correspondente utilizada em sua produção.</p>
<p><strong>Plataforma quer chegar a outros metais</strong></p>
<p>A Metalcredits pretende agora ampliar a escala do sistema. A meta da startup é compensar, até o fim de 2027, a extração de metais preciosos em volume equivalente à recuperação realizada a partir de 24 mil toneladas de resíduos eletrônicos e integrar 54 recicladoras ao ecossistema.</p>
<p>“O Brasil está entre os maiores geradores de lixo eletrônico do mundo, e grande parte desses resíduos ainda é descartada de forma inadequada. Ao mesmo tempo, há uma demanda crescente por transparência e rastreabilidade sobre a origem e a procedência dos metais preciosos utilizados pela indústria”, afirma Renato Novis, Fundador e CEO da Metalcredits e da Repense.</p>
<p>O executivo destaca que, nesse cenário, a parceria com a Amarjon valida um modelo capaz de transformar a reciclagem de metais em uma infraestrutura de compensação com potencial de aplicação em diferentes segmentos. “A proposta da Metalcredits é conectar empresas que utilizam metais em seus produtos a recicladores, cooperativas, coletores e operadores de logística reversa, criando um caminho para que o serviço ambiental prestado na ponta seja reconhecido, rastreado e melhor remunerado”, diz Novis.</p>
<p>A companhia também estuda expandir a plataforma para metais como ferro, alumínio e titânio. Se o modelo ganhar escala, a mesma infraestrutura de blockchain e tokenização poderá ser utilizada em diferentes cadeias industriais, transformando dados sobre reciclagem e recuperação de materiais em ativos digitais rastreáveis.</p>
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		<title>2CLOUD contrata ex-UOL e Locaweb para acelerar expansão nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 13:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento de Executivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Luciano Rocha assume como Head Comercial com a missão de ampliar a operação da empresa e estruturar parcerias para projetos de multicloud, modernização e IA A 2CLOUD anunciou a contratação de Luciano Rocha como Head Comercial (CCO). O executivo assume a área com a missão de acelerar a expansão nacional da companhia, ampliar sua atuação...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luciano Rocha assume como Head Comercial com a missão de ampliar a operação da empresa e estruturar parcerias para projetos de multicloud, modernização e IA</em></p>
<p>A 2CLOUD anunciou a contratação de Luciano Rocha como Head Comercial (CCO). O executivo assume a área com a missão de acelerar a expansão nacional da companhia, ampliar sua atuação junto a grandes empresas e estruturar um ecossistema de parceiros para projetos de computação em nuvem.</p>
<p>Com 30 anos de experiência comercial, sendo 25 deles dedicados ao mercado de tecnologia e infraestrutura B2B, Rocha acumula passagens por empresas como DIVEO, adquirida pelo Grupo UOL em 2010, Ativas e Nextios, unidade corporativa do Grupo Locaweb.</p>
<p>Na Nextios, permaneceu por sete anos, período em que liderou a operação na Região Sul e participou da estruturação de áreas voltadas a Dados e Inteligência Artificial para clientes corporativos, incluindo Volkswagen e Banco Digio.</p>
<p>A contratação ocorre no ano em que a 2CLOUD completa 15 anos e faz parte de uma estratégia para ampliar a presença da empresa no mercado brasileiro. O plano inclui projetos de multicloud, modernização de ambientes de TI, inteligência artificial e expansão do programa de canais.</p>
<p>“A conquista de contratos corporativos em novas praças caminha lado a lado com a reestruturação da governança operacional. O nosso grande desafio é escalar a operação, pegar projetos cada vez maiores e manter a qualidade impecável”, afirma Luciano Rocha.</p>
<p><strong>Estratégia passa por multicloud e parceiros</strong></p>
<p>Um dos focos da nova gestão comercial será ampliar o relacionamento com fabricantes, integradores, consultorias, revendas e desenvolvedores independentes de software (ISVs).</p>
<p>A estratégia acompanha um cenário em que empresas utilizam diferentes modelos de infraestrutura, combinando serviços de nuvem pública, privada e ambientes próprios de acordo com requisitos de custo, segurança, disponibilidade e desempenho.</p>
<p>A 2CLOUD atua na migração e gestão desses ambientes, além de projetos de modernização de infraestrutura, continuidade de negócios e inteligência artificial. A companhia é parceira da AWS e da Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e também mantém uma solução própria de nuvem privada.</p>
<p>Para Rocha, a atuação comercial nesse mercado precisa ir além da oferta de infraestrutura e considerar as necessidades específicas de cada operação.</p>
<p>“Nosso papel é orientar o cliente sobre a solução que faz mais sentido para o negócio, e não apenas oferecer tecnologia&#8221;, afirma Rocha. Essa abordagem consultiva também ajuda a reduzir a resistência de organizações familiares em relação à adoção de soluções de segurança da informação. &#8220;Ainda existe a resistência de quem diz: &#8216;Se o dado está no meu servidor rodando na sala ao lado, eu sei que está ali e ninguém vai pegar&#8217;. O nosso papel é inverter essa lógica e provar que ele nunca conseguiria investir nem 3% do que os gigantes digitais e os bancos investem para garantir essa mesma segurança na nuvem.&#8221;</p>
<p><strong>Programa de canais entra na estratégia de expansão</strong></p>
<p>Outra frente será o programa de canais da 2CLOUD, voltado a revendas, integradores de TI, consultorias e ISVs que atuam em projetos envolvendo multicloud e nuvem privada.</p>
<p>A companhia pretende utilizar essas parcerias para ampliar sua presença em diferentes mercados sem depender exclusivamente de uma estrutura comercial própria em cada região.</p>
<p>Rocha também considera as alianças com grandes fornecedores de tecnologia importantes para aumentar a presença da empresa em projetos corporativos de maior porte.</p>
<p>“Não enxergo outra estratégia para nos posicionar nesses mercados se tu não tiver boas alianças. Tu tem que ter o fiador, aquele apoiador de peso que vai apostar em ti. Quando um grande fabricante global chega para o cliente e diz &#8216;fala com a 2CLOUD porque eles são bons mesmo e entregam&#8217;, o jogo muda totalmente&#8221;, pontua o executivo.</p>
<p>A meta da 2CLOUD para os próximos cinco anos é ampliar sua presença nacional e disputar projetos de maior porte em computação em nuvem. Para isso, a empresa aposta na combinação entre expansão comercial, programa de canais e oferta de ambientes multicloud e nuvem privada.</p>
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		<title>IA e robótica abrem novas oportunidades para jovens em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto apoiado pela ENGIE oferece formação tecnológica a estudantes de baixa renda; iniciativa já beneficiou mais de 600 crianças e adolescentes Inteligência artificial e robótica estão sendo usadas para ampliar o acesso de crianças e adolescentes à formação tecnológica em Minas Gerais. O trabalho faz parte das atividades do Instituto Madiba, que atende estudantes de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto apoiado pela ENGIE oferece formação tecnológica a estudantes de baixa renda; iniciativa já beneficiou mais de 600 crianças e adolescentes</em></p>
<p>Inteligência artificial e robótica estão sendo usadas para ampliar o acesso de crianças e adolescentes à formação tecnológica em Minas Gerais. O trabalho faz parte das atividades do Instituto Madiba, que atende estudantes de famílias de baixa renda e combina o ensino de novas tecnologias com qualificação profissional e preparação para o mercado de trabalho.</p>
<p>Fundado em 2014, o instituto atende atualmente 92 alunos e já beneficiou mais de 600 crianças e adolescentes. Entre as atividades oferecidas estão aulas de robótica e inteligência artificial, desenvolvimento profissional e programas de jovem aprendiz.</p>
<p>A iniciativa também mantém parcerias para facilitar o ingresso de estudantes no ensino superior, com bolsas de estudo e acompanhamento dos alunos, além de uma biblioteca física e outra virtual abertas à comunidade.</p>
<p>“Nosso objetivo é transformar vidas, não só dos alunos, mas das suas famílias e da comunidade onde estão inseridos. Temos ex-alunos que viraram colaboradores do projeto, inclusive atuando hoje como professores”, destaca a diretora do Instituto Madiba, Marize da Cunha Rezende Cerchi.</p>
<p><strong>Tecnologia como porta de entrada para novas carreiras</strong></p>
<p>O projeto é apoiado pela ENGIE por meio do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA). Entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 163,6 mil à instituição. Em 2026, o apoio chegou a mais de R$ 75 mil.</p>
<p>Para participar das atividades, os estudantes passam por avaliação socioeconômica e visita de assistente social. A procura já supera a quantidade de vagas disponíveis, e o instituto mantém uma fila de espera.</p>
<p>Ao colocar tecnologias como IA e robótica na formação de jovens de baixa renda, a iniciativa busca aproximar estudantes de conhecimentos que ganham importância no mercado de trabalho e ampliar as possibilidades de qualificação profissional.</p>
<p>O modelo também cria um ciclo dentro da própria instituição. Alguns dos jovens que passaram pelo projeto retornaram posteriormente como colaboradores e professores, utilizando o conhecimento adquirido para formar novos alunos.</p>
<p><strong>Esporte completa iniciativas voltadas aos jovens</strong></p>
<p>O apoio da ENGIE na região também inclui o Meninas de Ouro, projeto que utiliza o esporte como instrumento de formação e inclusão social.</p>
<p>Criada em 1997, a iniciativa atende atualmente cerca de 350 meninas de 7 a 16 anos, que participam gratuitamente de aulas de iniciação esportiva e treinamento competitivo em vôlei, com atividades realizadas entre duas e cinco vezes por semana. O projeto também atende jovens com diferentes perfis, incluindo alunas com autismo.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, a ENGIE destinou cerca de R$ 676 mil ao Meninas de Ouro por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Em 2026, foram destinados outros R$ 10 mil, além de um aporte adicional de R$ 200 mil em processo de doação.</p>
<p>“Quando perguntamos para um grupo de estudantes quem pratica algum esporte, muitas vezes apenas os meninos levantam a mão. É muito importante criarmos oportunidades para que as meninas também tenham uma vida esportiva. O esporte abre muitas portas. Temos alunas que, graças ao vôlei, hoje cursam faculdade, inclusive em universidades do exterior”, afirma a coordenadora do projeto, Bethânia Melo.</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, o Meninas de Ouro revelou atletas como Camila Brait, medalhista olímpica no vôlei. Assim como o Instituto Madiba, o projeto atualmente possui fila de espera.</p>
<p>Os dois programas recebem apoio da ENGIE por meio da Usina Hidrelétrica Jaguara, localizada em Rifaina (SP) e integrante do parque gerador da companhia desde 2017.</p>
<p>“Acreditamos que o desenvolvimento das comunidades passa pela criação de oportunidades para as novas gerações. Ao apoiar projetos como o Meninas de Ouro e o Instituto Madiba, contribuímos para que crianças e adolescentes tenham acesso ao esporte, à educação e à qualificação, ampliando suas perspectivas de futuro e fortalecendo o desenvolvimento social da região&#8221;, acrescenta Rogério Suematsu, gerente da Usina Hidrelétrica Jaguara.</p>
<p>Ao combinar formação em inteligência artificial e robótica, qualificação profissional e inclusão pelo esporte, as iniciativas mostram como tecnologia e educação podem ampliar o acesso de jovens a conhecimentos e oportunidades que antes estavam mais distantes de sua realidade.</p>
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		<title>IA na saúde esbarra em desafio antigo: a fragmentação dos dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Interoperabilidade entre sistemas é apontada como etapa essencial para uso de inteligência artificial, automação e análises preditivas por hospitais, clínicas e operadoras A inteligência artificial avança no setor de saúde, com aplicações que vão de assistentes virtuais e automação de processos a análises preditivas e apoio à tomada de decisões. Mas a adoção de modelos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Interoperabilidade entre sistemas é apontada como etapa essencial para uso de inteligência artificial, automação e análises preditivas por hospitais, clínicas e operadoras</em></p>
<p>A inteligência artificial avança no setor de saúde, com aplicações que vão de assistentes virtuais e automação de processos a análises preditivas e apoio à tomada de decisões. Mas a adoção de modelos cada vez mais sofisticados encontra um problema bem menos recente: os dados continuam espalhados por diferentes sistemas, plataformas e bases que nem sempre conseguem se comunicar.</p>
<p>O desafio ganha relevância à medida que cresce a digitalização do setor. Mais de 800 milhões de pessoas já utilizam serviços digitais de saúde no mundo, cenário que amplia tanto o volume de informações disponíveis quanto a necessidade de transformá-las em dados estruturados, contextualizados e confiáveis.</p>
<p>Nesse contexto, a interoperabilidade entre sistemas torna-se uma das bases para ampliar o uso da IA. Para hospitais, clínicas e operadoras, não basta adotar algoritmos se informações provenientes de prontuários, laboratórios, sistemas administrativos e diferentes etapas da jornada do paciente permanecem isoladas.</p>
<p>Para Adriano Candido, vice-presidente de Negócios da Softtek Brasil, muitas organizações concentram investimentos na camada de inteligência sem considerar a arquitetura responsável por sustentar o fluxo das informações.</p>
<p>“A tecnologia só consegue entregar valor quando existe um ambiente capaz de conectar informações de forma segura, estruturada e contextualizada. Sem interoperabilidade entre sistemas, os dados permanecem fragmentados e limitam o alcance das iniciativas. Antes de escalar modelos inteligentes, é fundamental construir uma base tecnológica preparada para integrar aplicações, processos e dados em toda a jornada de saúde”, afirma Candido.</p>
<p><strong>O desafio de conectar os dados</strong></p>
<p>A fragmentação é resultado, em parte, da própria estrutura tecnológica do setor. Hospitais e outras organizações de saúde utilizam diferentes plataformas para prontuários eletrônicos, atendimento, gestão hospitalar, laboratórios e faturamento.</p>
<p>Quando esses ambientes funcionam de maneira isolada, uma mesma organização pode conviver com duplicidade de registros, inconsistências nas informações e processos mais complexos para consultar, compartilhar e analisar os dados.</p>
<p>É nesse ponto que tecnologias como APIs, arquitetura de dados, engenharia de software e modernização de aplicações ganham importância. A integração permite que plataformas distintas troquem informações e cria uma camada sobre a qual podem ser desenvolvidos novos serviços digitais e aplicações de inteligência artificial.</p>
<p>Os efeitos também chegam à experiência dos pacientes. Dados compartilhados entre diferentes pontos de atendimento podem reduzir a necessidade de repetir informações e contribuir para jornadas digitais mais contínuas, inclusive em serviços de atendimento remoto.</p>
<p><strong>Da telemedicina à análise preditiva</strong></p>
<p>A interoperabilidade também pode ampliar as possibilidades de automação dentro das organizações de saúde. Entre as aplicações estão sistemas de telemedicina e triagem digital, manutenção preventiva de equipamentos médicos, análise automatizada de exames e ferramentas para identificação de possíveis fraudes.</p>
<p>A disponibilidade de informações mais consistentes também permite cruzar indicadores operacionais, financeiros e tecnológicos. Para ferramentas preditivas e modelos de IA, a qualidade dessa base é particularmente importante, já que resultados dependem diretamente dos dados utilizados para alimentar os sistemas.</p>
<p>Dessa forma, a discussão sobre inteligência artificial na saúde passa a envolver não apenas a escolha dos modelos ou ferramentas, mas a infraestrutura necessária para conectar aplicações e informações que historicamente foram mantidas em ambientes separados.</p>
<p>Segundo Candido, a consolidação de ecossistemas digitais no setor exige justamente uma visão mais ampla sobre infraestrutura e integração. A combinação entre arquitetura tecnológica, APIs e dados conectados pode preparar as instituições para incorporar novas aplicações à medida que elas surgem.</p>
<p>“Não se trata apenas de implantar novas ferramentas, mas de preparar o ecossistema tecnológico para que a inovação possa evoluir junto com a organização. A interoperabilidade cria essa fundação ao conectar sistemas e transformar dados dispersos em informações capazes de apoiar processos, profissionais e novas experiências digitais de forma totalmente integrada”, conclui o executivo.</p>
<p>Com a expansão da inteligência artificial no setor, portanto, parte do desafio está menos nos algoritmos que começam a chegar ao mercado e mais na capacidade de hospitais, clínicas e operadoras de fazer com que seus próprios sistemas conversem entre si. Sem essa base, dados potencialmente valiosos continuam presos em silos, limitando justamente as aplicações que dependem deles para funcionar.</p>
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		<title>Avanço da IA cria novos desafios para equipes de TI, aponta Dynatrace</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisas & Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa com 919 líderes de tecnologia mostra que monitoramento de modelos, integração de ferramentas e excesso de dados estão entre os desafios para colocar IA em produção A rápida adoção da inteligência artificial pelas empresas está criando uma nova camada de complexidade para as equipes responsáveis por manter sistemas e aplicações funcionando. Monitorar modelos de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em>Pesquisa com 919 líderes de tecnologia mostra que monitoramento de modelos, integração de ferramentas e excesso de dados estão entre os desafios para colocar IA em produção</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A rápida adoção da inteligência artificial pelas empresas está criando uma nova camada de complexidade para as equipes responsáveis por manter sistemas e aplicações funcionando. Monitorar modelos de IA, integrar novas ferramentas e controlar um volume crescente de dados estão entre os desafios identificados pelo estudo </span><em><span>The State of SRE and Platform Engineering 2026</span></em><span>, da Dynatrace.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A pesquisa ouviu 919 líderes e profissionais seniores de TI envolvidos com engenharia de confiabilidade de sites (SRE), engenharia de plataformas ou operações de tecnologia em grandes empresas. O levantamento indica que, à medida que aplicações de IA deixam os projetos experimentais e chegam aos ambientes de produção, essas equipes passam a assumir também a responsabilidade por sua confiabilidade, desempenho e escalabilidade.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Entre os profissionais de SRE entrevistados, 67% apontam o monitoramento de modelos de IA como seu principal caso de uso. Já 58% utilizam recursos de IA para acompanhar o desempenho e a precisão desses modelos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O desafio está no fato de que sistemas de inteligência artificial podem apresentar problemas diferentes dos encontrados em softwares tradicionais. Alterações no comportamento dos modelos, resultados inconsistentes, custos de inferência e riscos relacionados aos dados exigem novas formas de monitoramento.</span></p>
<p><strong>IA aumenta a complexidade das operações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A pesquisa mostra que as práticas de SRE e engenharia de plataformas já estão consolidadas em boa parte das grandes organizações. Entre as empresas pesquisadas, 92% afirmam que suas iniciativas de SRE contam com apoio da liderança executiva.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Na engenharia de plataformas, 89% das organizações que adotam a prática já implementaram uma plataforma interna para desenvolvedores (IDP). Em 60% delas, essas plataformas apresentam ampla adoção entre diferentes departamentos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>As duas áreas também estão cada vez mais próximas: 73% das equipes de SRE e engenharia de plataformas colaboram e compartilham responsabilidades relacionadas à confiabilidade e às plataformas utilizadas pelos desenvolvedores.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A chegada da IA, entretanto, adiciona novas exigências a essa estrutura. Embora as ferramentas estejam atendendo às expectativas em áreas como confiabilidade e produtividade dos desenvolvedores, os resultados relacionados à redução de custos e à diminuição do tempo médio de resolução de incidentes (MTTR) ainda ficam abaixo do esperado, segundo o levantamento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Outro problema é a quantidade de informações que precisam ser acompanhadas. Quase metade dos profissionais de SRE afirma que o excesso de fontes de dados e métricas dificulta a definição e o gerenciamento de objetivos de nível de serviço, os chamados SLOs.</span></p>
<p><strong>Integração de ferramentas ainda é obstáculo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Entre os engenheiros de plataformas, 37% apontam a integração com ferramentas e sistemas existentes como seu principal desafio. Apenas 40% afirmam incorporar recursos de observabilidade em todas as etapas de implementação.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Ao mesmo tempo, 55% desses profissionais têm como prioridade oferecer aos desenvolvedores ferramentas baseadas em IA, incluindo copilotos de programação e chatbots.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A automação também começa a avançar para a resposta a problemas. Metade dos profissionais de SRE pesquisados já utiliza recursos baseados em inteligência artificial para automatizar respostas a incidentes.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Para a Dynatrace, esse movimento aumenta a importância da observabilidade, já que sistemas automatizados precisam de informações sobre o ambiente para determinar quando uma intervenção é necessária e qual ação deve ser executada.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“SRE e engenharia de plataformas estabeleceram as bases para a confiabilidade digital moderna, mas a Inteligência Artificial está reescrevendo as regras. As empresas precisam agora deixar de apenas gerenciar sistemas e passar a orquestrá-los, conectando observabilidade, automação e IA agêntica para operar na velocidade exigida por essas iniciativas, transformando insights em ações em escala”, afirma Steve Tack, Diretor de Produtos (Chief Product Officer) da Dynatrace. “Esta pesquisa também reflete porque anunciamos recentemente nossa intenção de adquirir a Arize. As equipes de engenharia de Inteligência Artificial têm realizado avaliações em um conjunto de ferramentas, enquanto as equipes de operações monitoram em outro, e essa lacuna não é mais sustentável à medida que a IA avança cada vez mais para a produção empresarial.”</span></p>
<h2><span>Américas avançam na automação</span></h2>
<p class="isSelectedEnd"><span>O levantamento também identificou diferenças regionais. Nas Américas, grupo que reúne Estados Unidos, Brasil e México na pesquisa, 57% das organizações relatam detecção e resposta mais rápidas a incidentes com seus programas de SRE. O percentual é de 49% na Ásia-Pacífico e 43% na região EMEA.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Na disponibilidade dos serviços, 54% das organizações das Américas apontam melhorias, contra 48% na Ásia-Pacífico e 45% na EMEA.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A automação também aparece na conformidade. Entre os participantes das Américas, 67% afirmam integrar requisitos regulatórios à infraestrutura em suas práticas de SRE. Na engenharia de plataformas, esse percentual chega a 72%.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Apesar do avanço, a padronização permanece um problema. Para 46% dos engenheiros de plataformas das Américas, manter padrões entre diferentes equipes é o principal obstáculo, percentual superior aos 26% registrados tanto na EMEA quanto na Ásia-Pacífico.</span></p>
<p><span>O </span><em><span>The State of SRE and Platform Engineering 2026</span></em><span> foi produzido a partir de uma pesquisa conduzida pela Y2, parceira da Qualtrics, em nome da Dynatrace, entre outubro de 2025 e janeiro de 2026. Participaram 919 profissionais de empresas com receita anual de US$ 500 milhões ou mais, distribuídos pelas Américas, EMEA e Ásia-Pacífico.</span></p>
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		<title>Open Finance e biometria permitem pagar no self-checkout sem cartão físico</title>
		<link>https://guiadopc.com.br/inovacao/57667/open-finance-e-biometria-permitem-pagar-no-self-checkout-sem-cartao-fisico.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Demonstração de Teros, Diebold Nixdorf e Digibee no Febraban Tech combinou autenticação biométrica, APIs e iniciação de pagamentos direto da conta bancária Escolher os produtos, passar pelo self-checkout, autenticar a transação com biometria e pagar diretamente da conta bancária, sem precisar apresentar um cartão físico. Essa foi a experiência demonstrada por Teros, Diebold Nixdorf e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Demonstração de Teros, Diebold Nixdorf e Digibee no Febraban Tech combinou autenticação biométrica, APIs e iniciação de pagamentos direto da conta bancária</em></p>
<p>Escolher os produtos, passar pelo self-checkout, autenticar a transação com biometria e pagar diretamente da conta bancária, sem precisar apresentar um cartão físico. Essa foi a experiência demonstrada por Teros, Diebold Nixdorf e Digibee durante o Febraban Tech 2026, realizado nesta semana em São Paulo.</p>
<p>A iniciativa combinou Open Finance, identificação biométrica e integração de sistemas para testar uma alternativa às jornadas tradicionais de pagamento no varejo físico. A demonstração foi apresentada como um piloto destinado a comprovar a viabilidade técnica e operacional da arquitetura.</p>
<p>Na prática, o consumidor iniciava a compra em um terminal de self-checkout da Diebold Nixdorf e selecionava o Open Finance como forma de pagamento. A biometria, facial ou digital, funcionava como método de autenticação, enquanto diferentes sistemas se comunicavam para concluir a transação.</p>
<p>O consentimento para utilização do Open Finance no pagamento também foi demonstrado em um caixa eletrônico da Diebold Nixdorf.</p>
<p>“O varejo busca reduzir filas, aumentar conversão e ofertar jornadas cada vez mais fluidas ao consumidor, mas isso exige que diferentes tecnologias conversem entre si. O papel da Teros é justamente conectar esse ecossistema, transformando Open Finance em uma solução simples, escalável e pronta para operação”, afirma Lígia Lopes, CEO da Teros.</p>
<p><strong>Como funciona o pagamento sem cartão</strong></p>
<p>O Open Finance funciona como a camada que conecta a instituição financeira, o varejista e os demais componentes tecnológicos envolvidos na jornada.</p>
<p>Diferentemente de uma compra convencional com cartão, a transação pode ser iniciada diretamente a partir da conta bancária escolhida pelo consumidor. Isso elimina a necessidade de informar número do cartão, validade ou código de segurança.</p>
<p>A autenticação acontece no ambiente da instituição financeira, enquanto a biometria disponível no terminal funciona como parte do processo de identificação do usuário.</p>
<p>“Queremos mostrar como a integração entre os setores financeiro e de varejo pode ampliar as possibilidades da experiência de pagamento. Nesta demonstração, mostramos como Open Finance, biometria e orquestração podem atuar de forma complementar às soluções já existentes, oferecendo uma experiência fluida, segura e conveniente”, afirma Jean Carlo Bob, Diretor Comercial da Diebold Nixdorf no Brasil.</p>
<p><strong>APIs conectam varejo, bancos e dispositivos</strong></p>
<p>Para que a jornada funcione, diferentes sistemas precisam trocar informações praticamente em tempo real. Essa camada de integração ficou a cargo da Digibee.</p>
<p>A plataforma conecta a solução de Open Finance da Teros aos sistemas da Diebold Nixdorf, integrando dispositivos, APIs, canais e sistemas corporativos. A arquitetura coordena o fluxo de informações entre o ponto de venda e as instituições financeiras envolvidas na transação.</p>
<p>A integração é especialmente relevante porque uma jornada desse tipo depende de componentes desenvolvidos e operados por diferentes empresas. O self-checkout precisa conversar com a camada de pagamentos, que por sua vez precisa interagir com o banco e devolver a confirmação ao varejista.</p>
<p>“Nosso papel é permitir a iniciação dos pagamentos diretamente das contas bancárias dos consumidores, reduzindo dependências dos modelos tradicionais de pagamento, com diminuição nos custos de adquirência e bandeiras e agilidade na liquidação financeira para os varejistas&#8221;, complementa Lígia.</p>
<p><strong>Pix Parcelado também entra na arquitetura</strong></p>
<p>A demonstração apresentada no Febraban Tech também mostrou como a mesma arquitetura poderia incorporar modalidades como Pix Parcelado e mecanismos de pagamentos garantidos.</p>
<p>No Pix Parcelado, o consumidor pode contratar crédito diretamente com a instituição financeira para dividir o pagamento, enquanto o varejista recebe o valor da compra de acordo com as condições da operação. Informações como juros, quantidade de parcelas e custo total devem ser apresentadas antes da confirmação.</p>
<p>A arquitetura também pode ser utilizada em pagamentos recorrentes ou programados, ampliando as possibilidades de utilização do Open Finance além das transferências imediatas.</p>
<p>Isso não significa, porém, que as proteções sejam iguais às oferecidas pelos cartões. O Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix possui regras próprias e não funciona como substituto do chargeback das bandeiras, especialmente em situações de desacordo comercial ou arrependimento da compra.</p>
<p><strong>Open Finance tenta chegar ao caixa físico</strong></p>
<p>A demonstração chama atenção justamente por levar uma infraestrutura criada inicialmente em torno do compartilhamento de dados financeiros e da iniciação de pagamentos para um dos pontos mais tradicionais do varejo: o caixa.</p>
<p>Para o consumidor, uma eventual adoção comercial desse modelo poderia significar escolher de qual conta realizar o pagamento sem depender de um cartão associado à instituição. Para o varejista, as empresas envolvidas apontam potencial para redução de custos associados à cadeia tradicional de cartões e simplificação da liquidação financeira.</p>
<p>“A combinação entre biometria e Open Finance pode inaugurar uma nova geração de pagamentos presenciais, complementando os processos tradicionais com uma jornada digital mais inteligente e integrada. O Open Finance deixa de ser apenas uma infraestrutura financeira para se tornar um habilitador da interação do cliente, entregando ganhos para todos os envolvidos: varejista, instituição financeira e consumidor&#8221;, conclui a CEO.</p>
<p>Por enquanto, a tecnologia apresentada no Febraban Tech permanece como uma demonstração integrada e um piloto. Ainda assim, o projeto mostra como APIs, biometria e Open Finance podem convergir para levar pagamentos iniciados diretamente da conta bancária também para o varejo físico, território que ainda depende fortemente dos cartões.</p>
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		<title>IA avança na gestão do agronegócio e reduz paradas de equipamentos em até 30%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia já é aplicada a planejamento, logística, manutenção e gestão hídrica, mas conectividade e qualidade dos dados ainda limitam sua expansão no campo A inteligência artificial começa a ganhar espaço nas operações do agronegócio brasileiro, principalmente em atividades de gestão. Planejamento da produção, logística, manutenção de máquinas e uso de recursos naturais estão entre as...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tecnologia já é aplicada a planejamento, logística, manutenção e gestão hídrica, mas conectividade e qualidade dos dados ainda limitam sua expansão no campo</em></p>
<p>A inteligência artificial começa a ganhar espaço nas operações do agronegócio brasileiro, principalmente em atividades de gestão. Planejamento da produção, logística, manutenção de máquinas e uso de recursos naturais estão entre as áreas que já utilizam modelos analíticos para aumentar a eficiência e reduzir custos.</p>
<p>Segundo a TIVIT, multinacional do Grupo Almaviva, grandes grupos do setor já incorporaram essas ferramentas a diferentes etapas da operação. A adoção, porém, ainda é desigual e depende de fatores como disponibilidade de dados, integração entre sistemas e conectividade.</p>
<p>“Existe uma percepção de que a IA transforma primeiro o campo, mas muitas vezes os ganhos aparecem antes na gestão da operação. Quando ela passa a apoiar decisões do dia a dia, a empresa cria uma base sólida para aplicações cada vez mais avançadas”, afirma Daniel Calero, Diretor de Digital, Dados e Inteligência Artificial da TIVIT.</p>
<p><strong>Da manutenção de máquinas ao uso da água</strong></p>
<p>Uma das aplicações está na manutenção preditiva. Dados coletados por sensores e históricos de funcionamento podem indicar alterações no desempenho de máquinas antes que uma falha provoque a interrupção da operação.</p>
<p>Em projetos realizados pela TIVIT no agronegócio, a combinação de sensores de Internet das Coisas (IoT), plataformas de dados e modelos de inteligência artificial permitiu reduzir em até 30% as paradas não planejadas de equipamentos, segundo a empresa.</p>
<p>Na logística, modelos analíticos podem auxiliar no planejamento do transporte e na definição de rotas. Já na irrigação, informações sobre solo, clima e operação podem ser combinadas para orientar o uso da água.</p>
<p>Os resultados dependem de fatores como cultura, grau de mecanização, condições climáticas e maturidade digital da operação. Na prática, os ganhos tendem a aparecer na combinação entre redução de desperdícios, melhor utilização de insumos, disponibilidade das máquinas e maior precisão nas decisões.</p>
<p>“O maior erro é imaginar que a transformação digital começa pela tecnologia. Ela começa pelo entendimento da operação. Nenhuma tecnologia substitui dados confiáveis, processos bem definidos e conhecimento técnico. Quando essa base existe, a inteligência artificial acelera resultados; quando não existe, ela apenas torna problemas antigos mais sofisticados”, explica Thiago Lourenço, Head de Negócios Digitais da TIVIT.</p>
<p><strong>Conectividade ainda limita expansão</strong></p>
<p>As aplicações mais avançadas de IA estão concentradas principalmente em segmentos com maior mecanização e geração de dados, como grãos, cana-de-açúcar, florestas plantadas, citricultura e pecuária de grande escala.</p>
<p>A expansão da infraestrutura digital, no entanto, continua sendo um desafio para levar essas tecnologias a uma parcela maior das propriedades brasileiras.</p>
<p>Segundo o Indicador de Conectividade Rural, elaborado pela ConectarAGRO em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a parcela da área passível de uso agrícola com cobertura móvel aumentou de 18,7%, no fim de 2023, para 33,9% em março de 2025.</p>
<p>A disponibilidade varia de acordo com a cultura. Redes 4G e 5G alcançam 33% da área destinada à soja, 66% da área de cana-de-açúcar e 69% da área de café, de acordo com o levantamento.</p>
<p>Essa limitação faz com que sistemas desenvolvidos para o agronegócio precisem considerar períodos sem conexão. Dados que exigem resposta imediata, como os relacionados ao funcionamento de máquinas, podem ser processados localmente, enquanto informações históricas e análises mais amplas são sincronizadas com plataformas em nuvem quando a conexão está disponível.</p>
<p>Ao mesmo tempo, serviços em nuvem, plataformas compartilhadas e modelos de contratação por assinatura começam a ampliar o acesso às ferramentas digitais para produtores de menor porte.</p>
<p>Além da produtividade, fatores como rastreabilidade, exigências regulatórias, controle sanitário, sustentabilidade e riscos climáticos também aumentam a demanda por digitalização e análise de dados no setor.</p>
<p>“O Brasil reúne escala, diversidade produtiva e conhecimento agronômico para assumir uma posição de destaque na inteligência artificial aplicada ao agro. A tecnologia será cada vez menos um diferencial e cada vez mais uma condição para produzir com eficiência, previsibilidade e competitividade”, conclui Calero.</p>
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		<title>Daten lança pinpad com reconhecimento facial e Android 14 no Febraban Tech 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades e Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[DT60 reúne pagamentos por aproximação, biometria e câmeras em um único equipamento; novidade é apresentada durante o evento em São Paulo A Daten lança durante o Febraban Tech 2026 o Pinpad DT60, terminal de pagamento desenvolvido para ampliar as possibilidades de atendimento presencial em bancos e outras instituições financeiras. O equipamento combina diferentes formas de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em>DT60 reúne pagamentos por aproximação, biometria e câmeras em um único equipamento; novidade é apresentada durante o evento em São Paulo</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A Daten lança durante o Febraban Tech 2026 o Pinpad DT60, terminal de pagamento desenvolvido para ampliar as possibilidades de atendimento presencial em bancos e outras instituições financeiras. O equipamento combina diferentes formas de pagamento com reconhecimento facial e recursos de autenticação em um único dispositivo.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O novo modelo é um dos destaques da participação da fabricante no evento, que acontece entre os dias 25 e 27 de agosto, em São Paulo. Além do DT60, a empresa apresenta computadores e equipamentos voltados à modernização da infraestrutura tecnológica do setor financeiro.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Com tela IPS de 7 polegadas, duas câmeras e teclado físico, o DT60 aceita pagamentos por aproximação via NFC, cartões com chip e tarja magnética. As câmeras permitem a utilização de aplicações de reconhecimento facial, enquanto os recursos biométricos acrescentam outras possibilidades de autenticação durante o atendimento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A proposta é concentrar em um único dispositivo funções que atualmente podem depender de diferentes periféricos instalados nas estações de trabalho das agências.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“As instituições financeiras estão revendo não apenas seus canais digitais, mas toda a experiência oferecida ao cliente. Isso passa também pela infraestrutura disponível dentro das agências e dos pontos de atendimento”, afirma Paulo Pacheco, Diretor Comercial da Daten.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>De acordo com o executivo, com o DT60, a Daten busca apoiar essa evolução, reduzindo a quantidade de periféricos nas estações de trabalho, otimizando o espaço físico e criando um ambiente mais organizado para a interação entre profissionais e clientes. “Nós seguimos entregando soluções que acompanham a transformação, com inovação e confiabilidade à altura dos desafios do setor”, diz.</span></p>
<p><strong>Android 14 e conectividade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O Pinpad DT60 utiliza Android 14 e é equipado com processador Quad-Core Cortex-A53. Para conexão com a infraestrutura das instituições financeiras, oferece USB-C, Wi-Fi e Bluetooth.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O equipamento conta ainda com suporte a cartões MicroSD de até 1 TB e recursos físicos de privacidade. Na área de pagamentos, possui certificações como PCI e EMV, padrões utilizados para segurança e interoperabilidade das transações com cartões.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A combinação entre pagamentos, câmeras e autenticação também busca ampliar o papel do pinpad dentro das agências. Em vez de funcionar apenas como terminal para cartões, o dispositivo pode participar de outras etapas da identificação e do atendimento ao cliente.</span></p>
<p><strong>Daten apresenta novos PCs para instituições financeiras</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Além do DT60, a Daten aproveita o Febraban Tech para apresentar equipamentos destinados a diferentes tipos de operação dentro das instituições financeiras. Os produtos estão expostos no estande B12 da Solutis Tecnologia, parceira da fabricante no evento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Entre eles está o Mini PC DC6D-U, desenvolvido para estações de trabalho que precisam ocupar menos espaço. O computador suporta até três monitores simultaneamente, memória de até 64 GB e SSD de até 2 TB. O modelo também possui TPM 2.0, sensor de intrusão e gabinete que pode ser aberto sem ferramentas.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Para estações que buscam concentrar computador e monitor em um único equipamento, a empresa apresenta o All in One DC6D-A23. O modelo possui tela de 23,6 polegadas, webcam Full HD retrátil e oito portas USB.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O Notebook DCM4B-4, por sua vez, é direcionado a atividades que exigem mobilidade, como trabalhos de campo e auditorias. O computador tem tela antirreflexo de 14,1 polegadas, sensor biométrico, webcam com cortina de privacidade e certificação MIL-STD 810, além de suportar até 64 GB de memória e 2 TB de armazenamento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Completa o portfólio apresentado no evento o monitor DM238, disponível em versões de 21,5, 23,8 e 27 polegadas. O equipamento possui webcam Full HD retrátil compatível com Windows Hello e oferece ajustes de altura, inclinação e rotação.</span></p>
<p><span>Com os lançamentos, a Daten concentra sua participação no Febraban Tech 2026 em tecnologias voltadas à modernização do atendimento presencial e das estações de trabalho, mostrando que a transformação tecnológica dos bancos também passa pelos equipamentos utilizados dentro das agências.</span></p>
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		<item>
		<title>Cescon Barrieu integra Opice Blum e amplia atuação em direito digital, IA e cibersegurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[M&A]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação incorpora especialistas em proteção de dados, inteligência artificial e regulação tecnológica à atuação do escritório em direito empresarial O escritório de advocacia Cescon Barrieu anunciou a integração do Opice Blum, especializado em Direito Digital, privacidade, proteção de dados e tecnologia. A operação amplia a atuação da banca em temas relacionados à inteligência artificial, cibersegurança,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Operação incorpora especialistas em proteção de dados, inteligência artificial e regulação tecnológica à atuação do escritório em direito empresarial</em></p>
<p>O escritório de advocacia Cescon Barrieu anunciou a integração do Opice Blum, especializado em Direito Digital, privacidade, proteção de dados e tecnologia. A operação amplia a atuação da banca em temas relacionados à inteligência artificial, cibersegurança, governança de dados e regulação tecnológica.</p>
<p>Com a integração, essas áreas passam a fazer parte de forma transversal da atuação do Cescon Barrieu em direito empresarial, incluindo consultas, disputas, operações societárias e assessoria a empresas em setores regulados.</p>
<p>O movimento ocorre em um momento no qual tecnologias como inteligência artificial e análise de dados ganham espaço nas operações das empresas e, ao mesmo tempo, ampliam discussões relacionadas a segurança cibernética, privacidade, governança e conformidade regulatória.</p>
<p>&#8220;A tecnologia e a inteligência de dados deixaram de ser ferramentas de suporte para se tornarem a própria espinha dorsal da estratégia corporativa. O mercado, de forma geral, está em transformação. Esse cenário de transição acelerada impõe novos riscos regulatórios, de cibersegurança e de governança que desafiam diretamente empresas de absolutamente todos os setores”, diz Alexandre Barreto, managing partner do Cescon Barrieu.</p>
<p><strong>Direito digital passa a integrar outras áreas do escritório</strong></p>
<p>A proposta é incorporar a especialização da equipe do Opice Blum a diferentes frentes atendidas pelo Cescon Barrieu, em vez de restringir o Direito Digital a contratos ou questões especificamente relacionadas à tecnologia.</p>
<p>Na prática, temas como uso de inteligência artificial, tratamento e proteção de dados, incidentes de segurança e novas obrigações regulatórias passam a ser considerados também em transações e decisões empresariais de maior complexidade.</p>
<p>Segundo ele, ao consolidar a maior estrutura de Direito Digital do país, o Cescon Barrieu não está apenas ampliando uma prática, mas integrando inteligência jurídica a toda a sua atuação em direito empresarial de alta complexidade. “Hoje, tecnologia está no centro de todos os segmentos. Nosso papel é entregar assessoria estratégica de alto valor, para que as empresas naveguem essa evolução com segurança&#8221;, afirma Barreto.</p>
<p>A nova estrutura terá atuação em setores como agronegócio, mineração, saúde e mercado financeiro, nos quais a adoção de novas tecnologias convive com diferentes exigências regulatórias.</p>
<p>Entre os temas que devem ganhar espaço estão as regras relacionadas à inteligência artificial. Com o avanço das discussões regulatórias sobre a tecnologia, empresas precisam avaliar não apenas suas aplicações, mas questões envolvendo governança, segurança, responsabilidade e conformidade.</p>
<p><strong>Integração une duas bancas com atuação complementar</strong></p>
<p>O Opice Blum construiu sua atuação com foco em Direito Digital e temas relacionados à tecnologia, enquanto o Cescon Barrieu mantém uma prática mais ampla de direito empresarial. A integração busca combinar essas especialidades em uma única estrutura.</p>
<p>&#8220;Compartilhamos com o Cescon Barrieu a mesma ambição de liderança e o mesmo inconformismo diante dos desafios que o mercado nos impõe. Unir o nosso pioneirismo em direito digital à força institucional de uma Big Law como o Cescon Barrieu potencializa de forma única a nossa capacidade de entrega. Estamos preparados para apoiar os clientes na revolução digital”, afirma Renato Opice Blum, sócio-fundador do Opice Blum.</p>
<p>A operação também reflete uma mudança mais ampla no mercado jurídico: assuntos que antes ficavam concentrados em áreas especializadas de tecnologia passaram a interferir diretamente em decisões corporativas, operações financeiras, governança e gestão de riscos.</p>
<p>Com inteligência artificial, dados e cibersegurança ocupando espaço crescente nas estratégias das empresas, a tendência é que o Direito Digital deixe de funcionar como uma disciplina isolada e seja incorporado de maneira cada vez mais frequente às diferentes áreas do direito empresarial.</p>
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		<title>Qlik leva agentes de IA e suporte ao MCP para o Febraban Tech 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa apresenta tecnologias que combinam IA agêntica, análise preditiva e acesso a dados corporativos com foco em governança e contexto A Qlik apresenta durante o Febraban Tech 2026 um conjunto de tecnologias que aposta em agentes de inteligência artificial conectados aos dados das empresas para automatizar tarefas de análise, identificar mudanças e apoiar decisões. Entre...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd"><em>Empresa apresenta tecnologias que combinam IA agêntica, análise preditiva e acesso a dados corporativos com foco em governança e contexto</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A Qlik apresenta durante o Febraban Tech 2026 um conjunto de tecnologias que aposta em agentes de inteligência artificial conectados aos dados das empresas para automatizar tarefas de análise, identificar mudanças e apoiar decisões. Entre as novidades estão recursos de engenharia de dados agêntica, Qlik Predict, Discovery Agent, Qlik Answers e um servidor compatível com o Model Context Protocol (MCP).</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>As soluções estão sendo demonstradas no estande A44 da empresa durante o evento, que termina nesta quarta-feira (26), no Distrito Anhembi, em São Paulo.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A proposta é permitir que agentes de IA trabalhem sobre informações corporativas governadas e contextualizadas, um requisito especialmente importante para instituições financeiras, que precisam conciliar a adoção de inteligência artificial com políticas de segurança, controle e governança de dados.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“Conforme a IA avança para aplicações reais de negócio, cresce a necessidade de garantir que agentes e sistemas operem com dados confiáveis, atualizados e contextualizados. No setor financeiro, que exige altos requisitos de governança, segurança e controle, essa base é essencial para transformar dados em resultados”, afirma Olimpio Pereira, Country Manager da Qlik Brasil.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O executivo destaca que o mercado entra em uma nova etapa, na qual a IA precisa estar mais integrada aos processos e decisões do dia a dia. “Os agentes ampliam a capacidade de analisar, antecipar e agir, mas seu valor depende da qualidade, do contexto e da governança das informações que utilizam. É justamente nesse ponto que a Qlik tem atuado, ajudando instituições a conectarem todo esse ecossistema, com maior controle de custos na gestão de dados e na utilização da inteligência artificial”, diz.</span></p>
<p><strong>Agentes de IA chegam à engenharia de dados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Uma das tecnologias apresentadas pela Qlik aplica agentes de IA ao próprio trabalho de engenharia de dados. Os recursos podem auxiliar equipes a localizar ativos, avaliar a qualidade das informações, definir significados de negócio e estruturar produtos de dados e pipelines.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A ideia é reduzir tarefas manuais envolvidas na preparação das informações antes que elas possam ser utilizadas por ferramentas de analytics ou aplicações de inteligência artificial.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Outra novidade é o Qlik Predict, que utiliza machine learning para criação de modelos, geração de previsões e interpretação de resultados. A ferramenta é voltada à identificação de tendências e à análise de possíveis cenários a partir dos dados disponíveis.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Já o Discovery Agent funciona de maneira contínua sobre os dados da organização. O agente identifica alterações e anomalias e apresenta essas informações de forma priorizada, permitindo investigar o que mudou e possíveis causas antes de uma tomada de decisão.</span></p>
<p><strong>Qlik Answers usa linguagem natural para consultar dados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A interação por linguagem natural aparece no Qlik Answers. A solução reúne dados estruturados e conteúdos não estruturados em uma interface conversacional, permitindo que usuários façam perguntas e recebam respostas baseadas nas informações da própria organização.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O diferencial proposto pela empresa está na utilização de uma camada governada de dados, evitando que o sistema dependa apenas do conhecimento geral de um modelo de IA para produzir suas respostas.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>A Qlik também apresenta produtos de dados confiáveis, que acrescentam informações de qualidade, contexto e significado de negócio aos dados corporativos. Esses ativos podem ser reutilizados tanto por pessoas quanto por aplicações e agentes de IA.</span></p>
<p><strong>MCP abre dados da Qlik para agentes de terceiros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Outro destaque apresentado no Febraban Tech é o MCP Server, implementação do Model Context Protocol destinada a permitir que assistentes e agentes de inteligência artificial de terceiros acessem dados e recursos de analytics da plataforma Qlik.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>O MCP vem ganhando espaço como uma forma de padronizar a comunicação entre modelos e agentes de IA e fontes externas de informação. No caso da Qlik, a implementação busca permitir esse acesso preservando as regras de governança e controle definidas pela organização.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Na prática, isso abre caminho para que empresas utilizem agentes e assistentes externos sobre seus dados corporativos sem precisar criar uma integração específica para cada ferramenta.</span></p>
<p class="isSelectedEnd"><span>“O desafio agora é fazer com que a IA gere impacto concreto no negócio. Para as instituições financeiras, isso significa transformar dados em decisões melhores e mais rápidas, antecipar cenários e levar inteligência para os processos em que as ações acontecem. Quando pessoas e agentes trabalham a partir de informações confiáveis e contextualizadas, a tecnologia passa a contribuir de forma mais direta para a operação”, explica Olimpio Pereira.</span></p>
<p><span>Com as novidades apresentadas no Febraban Tech, a Qlik acompanha uma mudança que começa a ganhar força no mercado corporativo: a passagem de ferramentas de IA usadas principalmente para responder perguntas e gerar conteúdo para sistemas capazes de consultar dados empresariais, acompanhar mudanças e executar etapas de processos com maior autonomia.</span></p>
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		<item>
		<title>IA generativa acelera desenvolvimento e abre novas possibilidades para a indústria de games</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia já apoia programação, prototipagem e criação de conteúdo e pode transformar desde os processos dos estúdios até a experiência dos jogadores A inteligência artificial generativa começa a ocupar um espaço cada vez maior no desenvolvimento de games. Ferramentas baseadas na tecnologia já são utilizadas para apoiar atividades como programação, criação de protótipos, artes conceituais,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tecnologia já apoia programação, prototipagem e criação de conteúdo e pode transformar desde os processos dos estúdios até a experiência dos jogadores</em></p>
<p>A inteligência artificial generativa começa a ocupar um espaço cada vez maior no desenvolvimento de games. Ferramentas baseadas na tecnologia já são utilizadas para apoiar atividades como programação, criação de protótipos, artes conceituais, diálogos, elementos de cenários e testes de conteúdo, reduzindo o tempo dedicado a determinadas etapas da produção.</p>
<p>O movimento também começa a ganhar dimensão econômica. Segundo estimativas da Dimension Market Research, o mercado global de inteligência artificial aplicada ao desenvolvimento de jogos deve movimentar US$ 4,14 bilhões em 2026 e pode alcançar US$ 58,78 bilhões até 2035. A projeção representa uma taxa média de crescimento anual de 34,3% no período.</p>
<p>Para a ADATA, além de alterar os processos de criação, o avanço dessas ferramentas deve aumentar a necessidade de infraestrutura capaz de lidar com projetos, modelos e volumes de dados cada vez maiores.</p>
<p>“A inteligência artificial generativa não substitui a criatividade dos desenvolvedores; ela amplia sua capacidade de transformar boas ideias em experiências mais ricas e envolventes. Ao assumir parte das tarefas repetitivas e acelerar etapas do processo, a tecnologia permite que as equipes concentrem seu tempo no que torna cada jogo único: narrativa, design, inovação e conexão com os jogadores. Para que essa evolução aconteça em escala, também será cada vez mais importante contar com uma infraestrutura de alto desempenho, capaz de acompanhar fluxos de trabalho e projetos cada vez mais complexos”, explica **Felipe Masselli, Vice-Presidente de Vendas e Marketing da ADATA.**</p>
<p><strong>IA já faz parte da rotina dos desenvolvedores</strong></p>
<p>A adoção da inteligência artificial não está restrita a experimentos. Dados do relatório *State of Game Development 2025*, da JetBrains, indicam que quase metade dos desenvolvedores utiliza IA regularmente para implementar funcionalidades.</p>
<p>As ferramentas também aparecem em atividades como revisão de código e suporte à programação. Na prática, a automação de parte dessas tarefas pode liberar profissionais para dedicar mais tempo à resolução de problemas técnicos e às decisões criativas dos projetos.</p>
<p>Outro levantamento ajuda a dimensionar essa mudança. De acordo com o *State of the Game Industry Report 2026*, da Game Developers Conference (GDC), 81% dos desenvolvedores que utilizam inteligência artificial recorrem à tecnologia para pesquisa e brainstorming. Outros 47% usam as ferramentas para assistência de código e 35%, para prototipagem.</p>
<p>Os números mostram que, pelo menos neste estágio de adoção, a IA tem encontrado espaço principalmente como ferramenta de apoio às equipes, especialmente em etapas iniciais ou atividades que podem consumir tempo dos profissionais.</p>
<p>## Jogos mais dinâmicos e personalizados</p>
<p>O impacto da IA generativa, porém, pode ultrapassar os bastidores do desenvolvimento e chegar à própria experiência do jogador.</p>
<p>Com a evolução dos modelos, uma das possibilidades está na criação de ambientes capazes de responder de maneira mais dinâmica às ações do usuário. Personagens não jogáveis, os NPCs, também podem ganhar diálogos e comportamentos menos previsíveis, enquanto narrativas podem se adaptar às decisões tomadas durante uma partida.</p>
<p>Isso abre espaço para experiências menos rígidas e potencialmente mais personalizadas, nas quais determinados elementos do jogo deixam de depender exclusivamente de conteúdos e interações previamente definidos pelos desenvolvedores.</p>
<p>A tecnologia também pode ampliar a capacidade de experimentação dos estúdios. Protótipos podem ser desenvolvidos e testados com maior rapidez, permitindo avaliar conceitos antes de dedicar grandes equipes e recursos a uma determinada ideia.</p>
<p>Para desenvolvedores independentes e estúdios menores, esse ganho de produtividade pode ser especialmente relevante. A possibilidade de automatizar ou acelerar algumas etapas reduz a quantidade de recursos necessária para testar conceitos e pode facilitar o desenvolvimento de projetos que anteriormente exigiriam equipes maiores.</p>
<p>## IA também aumenta a demanda por hardware</p>
<p>Se a inteligência artificial promete acelerar determinadas tarefas, ela também acrescenta novas exigências técnicas ao desenvolvimento.</p>
<p>Criação e processamento de conteúdos, execução de modelos e manipulação de grandes volumes de dados tornam memória, armazenamento e capacidade de processamento elementos importantes desse novo fluxo de trabalho. À medida que os projetos se tornam mais sofisticados, o desempenho da infraestrutura utilizada pelos desenvolvedores passa a influenciar diretamente a velocidade dessas operações.</p>
<p>Esse cenário cria uma relação cada vez mais próxima entre a evolução do software de IA e o hardware necessário para executá-lo.</p>
<p>&#8220;Para a ADATA, acompanhar essa transformação também significa compreender a importância de soluções de alto desempenho em memória e armazenamento. À medida que os projetos se tornam mais complexos e os fluxos de trabalho prejudicam o processamento e a transferência de volumes cada vez maiores de dados, uma infraestrutura robusta passa a ser parte fundamental do ecossistema que sustenta a inovação no desenvolvimento de jogos&#8221;, **afirma Masselli.**</p>
<p>Apesar da velocidade com que as ferramentas estão evoluindo, a IA generativa ainda está longe de representar um processo totalmente automatizado de criação de games. O cenário que começa a surgir é o de uma tecnologia incorporada às diferentes etapas do desenvolvimento, funcionando como mais um recurso à disposição de programadores, artistas, roteiristas e designers.</p>
<p>O desafio para os próximos anos será descobrir até onde essa colaboração entre profissionais e sistemas de inteligência artificial pode chegar e, principalmente, quais novas experiências ela será capaz de colocar nas telas dos jogadores.</p>
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		<item>
		<title>Volume de acessos via IA para o varejo cresce 4.700% e desafia modelo tradicional de e-commerce</title>
		<link>https://guiadopc.com.br/pesquisas-estudos/57589/volume-de-acessos-via-ia-para-o-varejo-cresce-4-700-e-desafia-modelo-tradicional-de-e-commerce.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisas & Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo global da Softtek mostra avanço do comércio agêntico e aponta que produtos precisarão ser “entendidos” por algoritmos para entrar na jornada de compra A próxima disputa do varejo pode não acontecer na página de resultados do Google, no marketplace ou mesmo dentro da loja virtual. Ela pode acontecer antes disso, quando um agente de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo global da Softtek mostra avanço do comércio agêntico e aponta que produtos precisarão ser “entendidos” por algoritmos para entrar na jornada de compra</em></p>
<p>A próxima disputa do varejo pode não acontecer na página de resultados do Google, no marketplace ou mesmo dentro da loja virtual. Ela pode acontecer antes disso, quando um agente de Inteligência Artificial decide quais produtos serão apresentados ao consumidor.</p>
<p>Um estudo global divulgado pela Softtek, multinacional de engenharia de software, mostra a velocidade dessa mudança: o tráfego direcionado por assistentes de IA para sites de varejo cresceu 4.700% em apenas um ano. E os consumidores que chegam por esse canal apresentam comportamento diferente do tráfego tradicional: permanecem 32% mais tempo nas páginas, visualizam 10% mais conteúdo e registram uma taxa de rejeição 27% menor.</p>
<p>Os números indicam que a IA já começa a atuar não apenas como ferramenta de pesquisa, mas como uma nova porta de entrada para o comércio digital. O movimento coloca em xeque um modelo construído durante décadas em torno de vitrines digitais, mecanismos de busca, publicidade e disputa por cliques.</p>
<p><strong>O consumidor começa a delegar a pesquisa</strong></p>
<p>A mudança também aparece no comportamento dos compradores. Segundo o levantamento, 38% dos consumidores norte-americanos já utilizaram IA generativa para compras online. Na Europa, 84% dos consumidores usam ferramentas de IA em suas rotinas diárias, e 38% deste grupo já recorre à tecnologia para pesquisar produtos ou tomar decisões de compra.</p>
<p>Entre os principais usos estão a busca por produtos (53%), as recomendações personalizadas (40%) e a identificação de ofertas e descontos (36%).</p>
<p>A lógica é diferente daquela do e-commerce tradicional. Em vez de o consumidor navegar por dezenas de páginas, comparar produtos e decidir qual oferta parece mais adequada, parte desse trabalho passa a ser delegada a um agente.</p>
<p>Para o varejista, isso cria uma nova pergunta: como fazer com que um algoritmo escolha sua marca antes mesmo de o consumidor chegar à sua loja digital?</p>
<p>“Estamos testemunhando a transição de um e-commerce baseado em vitrines humanas para ecossistemas de decisão algorítmica. O consumidor continua no centro, mas começa a delegar a carga cognitiva da pesquisa, da comparação e do filtro inicial para assistentes de IA”, afirma Ana Dividino, vice-presidente de Negócios da Softtek Brasil.</p>
<p>Segundo a executiva, essa mudança altera o conceito de presença digital. “Ser encontrado pelo consumidor não é mais suficiente. A oferta precisa ser compreendida pela máquina. Se preço, estoque, atributos, condições comerciais ou políticas de entrega não estiverem estruturados de forma que um agente consiga interpretar e comparar, o produto pode simplesmente deixar de aparecer entre as opções consideradas.”</p>
<p><strong>De SEO para a elegibilidade algorítmica</strong></p>
<p>A ascensão dos agentes também começa a mudar a lógica de visibilidade digital. Durante anos, as empresas investiram em SEO (Search Engine Optimization) para melhorar seu posicionamento nos mecanismos de busca e aumentar o tráfego para seus canais.</p>
<p>No comércio agêntico, a disputa ganha uma nova camada. Entram em cena conceitos como GEO (Generative Engine Optimization) e ACO (Agentic Commerce Optimization), associados à capacidade de uma marca e de seus produtos serem corretamente interpretados por sistemas de IA.</p>
<p>O critério deixa de ser apenas “aparecer bem ranqueado” e passa a incluir uma espécie de elegibilidade algorítmica: o produto tem informações suficientemente estruturadas para que um agente consiga entender o que ele oferece, avaliar seu preço, verificar disponibilidade, comparar alternativas e considerar condições de entrega e pós-venda?</p>
<p>Isso exige uma mudança que vai além do marketing. Dados de catálogo, preço, estoque, promoções, logística e políticas comerciais precisam estar atualizados, estruturados e conectados para que possam ser consumidos por máquinas em tempo real.</p>
<p><strong>Autonomia esbarra na confiança</strong></p>
<p>A velocidade de adoção, porém, não significa que o consumidor esteja disposto a entregar toda a jornada de compra para uma IA.</p>
<p>O estudo mostra que 73% dos consumidores estão dispostos a delegar a descoberta de produtos a um agente de IA. A disposição diminui conforme a tecnologia se aproxima da etapa de transação financeira, indicando que a autonomia deve avançar na mesma velocidade da confiança.</p>
<p>Privacidade e segurança aparecem entre os principais fatores para essa adesão. Cerca de 85% dos compradores consideram importante manter visibilidade e controle sobre como seus dados são coletados e utilizados. Segurança dos dados (50%), privacidade (44%) e precisão das transações (42%) estão entre as principais preocupações dos consumidores diante da automação.</p>
<p>Para o varejo, isso significa que a estratégia de comércio agêntico não pode ser construída apenas sobre novos canais de venda. É necessário criar uma infraestrutura capaz de conectar dados, sistemas e processos, mantendo controle sobre as decisões automatizadas.</p>
<p>“Esse cenário exige que varejistas e fabricantes passem de um planejamento comercial estático para uma lógica de decisão contínua. Preço, estoque, logística, promoções e retail media precisam conversar entre si e estar disponíveis para uma camada de inteligência que consiga reagir em tempo real”, explica Ana.</p>
<p>A executiva acrescenta que a questão central não é simplesmente adotar IA. “A vantagem competitiva estará na capacidade de orquestrar essa complexidade com velocidade, qualidade de dados e governança. No comércio agêntico, quem não conseguir alimentar os algoritmos com informações confiáveis corre o risco de perder relevância antes mesmo de disputar o clique do consumidor.”</p>
<p>O avanço dos agentes, portanto, não elimina o e-commerce tradicional de uma hora para outra. Mas cria uma nova camada sobre ele e, com ela, uma mudança importante na dinâmica de descoberta e decisão de compra. O próximo consumidor pode não entrar na loja virtual para escolher um produto. Pode simplesmente dizer a uma IA o que precisa e deixar que ela escolha quais lojas e marcas merecem sua atenção.</p>
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		<title>Foursys traz ao Brasil pagamento por reconhecimento da palma da mão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[FEBRABAN TECH 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[PalmAI, tecnologia desenvolvida pela Tencent Cloud, combina leitura da palma e das veias para autenticar pagamentos sem cartão, celular ou senha A biometria pode ganhar um novo espaço nos meios de pagamento no Brasil. A Foursys apresentará na Febraban Tech 2026, em parceria com a Tencent Cloud, uma tecnologia que permite autenticar transações apenas aproximando...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="71" data-end="219"><em>PalmAI, tecnologia desenvolvida pela Tencent Cloud, combina leitura da palma e das veias para autenticar pagamentos sem cartão, celular ou senha</em></p>
<p data-start="221" data-end="568">A biometria pode ganhar um novo espaço nos meios de pagamento no Brasil. A Foursys apresentará na <strong data-start="319" data-end="341">Febraban Tech 2026</strong>, em parceria com a Tencent Cloud, uma tecnologia que permite autenticar transações apenas aproximando a palma da mão de um dispositivo, dispensando cartão, celular, senha e contato físico. <span class="contents" data-content-reference-start="531" data-content-reference-end="559"></span></p>
<p data-start="570" data-end="803">Batizada de <strong data-start="582" data-end="592">PalmAI</strong>, a solução foi desenvolvida pelos laboratórios de Inteligência Artificial da Tencent Cloud e utiliza duas informações biométricas simultaneamente: o padrão da palma da mão e as veias localizadas abaixo da pele.</p>
<p data-start="805" data-end="1149">Segundo as empresas, a leitura das veias acrescenta uma camada de proteção porque esse padrão não é visível a olho nu e não pode ser obtido por fotografia ou cópia de uma superfície. A tecnologia foi desenvolvida para dificultar tentativas de fraude envolvendo recursos como máscaras, silicone e deepfakes. <span class="contents" data-content-reference-start="1103" data-content-reference-end="1132"></span></p>
<p data-start="1151" data-end="1534"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-57598" src="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-21-at-17.29.31-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-21-at-17.29.31-300x300.jpeg 300w, https://guiadopc.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-21-at-17.29.31.jpeg 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />“Isso muda o patamar de segurança na ponta mais crítica da relação entre banco e cliente: a confirmação de que ‘é realmente você’. É isso que torna o PalmAI relevante para o setor financeiro: a segurança de ponta entregue como uma experiência mais simples, e não mais uma barreira”, afirma Noufer Silva, head de Alianças Estratégicas da Foursys. <span class="contents" data-content-reference-start="1480" data-content-reference-end="1509"></span></p>
<p data-section-id="1tavwd0" data-start="1536" data-end="1582"><strong>Como funciona o pagamento pela palma da mão</strong></p>
<p data-start="1584" data-end="1890">Para utilizar o sistema, o usuário cadastra sua palma e a associa a um meio de pagamento, como cartão bancário ou Pix. Depois disso, uma transação pode ser autenticada aproximando a mão do dispositivo de leitura, sem a necessidade de apresentar carteira ou smartphone. <span class="contents" data-content-reference-start="1828" data-content-reference-end="1857"></span></p>
<p data-start="1892" data-end="2181">A proposta do PalmAI é realizar a autenticação em <strong data-start="1942" data-end="1963">500 milissegundos</strong>. Além de pagamentos, a tecnologia pode ser aplicada a sistemas de controle de acesso e oferece APIs abertas e diferentes opções de hardware para integração com outras plataformas. <span class="contents" data-content-reference-start="2111" data-content-reference-end="2140"></span></p>
<p data-start="2183" data-end="2389">De acordo com a Tencent Cloud, a tecnologia já é utilizada por <strong data-start="2246" data-end="2280">mais de 50 milhões de usuários</strong> e também possui aplicações em transporte, varejo e controle de acesso. <span class="contents" data-content-reference-start="2311" data-content-reference-end="2340"></span></p>
<p data-start="2391" data-end="2673">O PalmAI conta ainda com mais de 90 patentes aplicadas e mais de 20 publicações técnicas relacionadas ao reconhecimento de palma e veias. A solução utiliza um chipset dedicado de criptografia e mecanismos de proteção baseados no padrão AES-256. <span class="contents" data-content-reference-start="2587" data-content-reference-end="2616"></span></p>
<p data-section-id="11pqdci" data-start="2675" data-end="2716"><strong>Parceria entre Foursys e Tencent Cloud</strong></p>
<p data-start="2718" data-end="2896">A apresentação do PalmAI também marca uma iniciativa mais ampla entre Foursys e Tencent Cloud para explorar aplicações das tecnologias da companhia chinesa no mercado brasileiro.</p>
<p data-start="2898" data-end="3184">A parceria pretende ampliar a oferta de soluções de <strong data-start="2950" data-end="2985">cloud e Inteligência Artificial</strong>, combinando as tecnologias da Tencent Cloud com a atuação da Foursys em transformação digital e seu conhecimento do mercado corporativo e financeiro brasileiro. <span class="contents" data-content-reference-start="3090" data-content-reference-end="3119"></span></p>
<p data-start="3186" data-end="3483">“A parceria com a Tencent Cloud nos permite aproximar do mercado brasileiro tecnologias que já estão sendo aplicadas em diferentes contextos no mundo e, principalmente, avaliar como elas podem responder a desafios concretos dos nossos clientes”, afirma Silva. <span class="contents" data-content-reference-start="3381" data-content-reference-end="3410"></span></p>
<p data-section-id="95kroe" data-start="3485" data-end="3517"><strong>Foursys na Febraban Tech 2026</strong></p>
<p data-start="3519" data-end="3828">Além da demonstração do PalmAI, a Foursys terá, em <strong data-start="3570" data-end="3586">25 de agosto</strong>, um auditório dedicado na Febraban Tech, com uma programação de palestras e painéis envolvendo executivos e especialistas de empresas como <strong data-start="3726" data-end="3775">Bradesco, Nasdaq, Bank Miami e Inter&amp;CO Miami</strong>, entre outros. <span class="contents" data-content-reference-start="3718" data-content-reference-end="3747"></span></p>
<p data-start="3830" data-end="3946" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A <strong data-start="3832" data-end="3854">Febraban Tech 2026</strong> acontece entre <strong data-start="3870" data-end="3891">24 e 26 de agosto</strong>, em São Paulo.</p>
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			</item>
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		<title>SONDA leva IA para decisões e gestão de projetos bancários à Febraban Tech 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 14:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[FEBRABAN TECH 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa apresenta plataforma com agentes de IA para análise de dados e modelo de squads gerenciadas voltado a projetos estratégicos de tecnologia no setor financeiro Transformar grandes volumes de dados em decisões rápidas ainda é um desafio para instituições financeiras que convivem com informações fragmentadas, processos manuais e sistemas legados. Na Febraban Tech 2026, a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
<div class="" data-turn-id-container="request-WEB:1525e5cf-83c6-4f21-adc0-9f9e23718124-104" data-is-intersecting="true">
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none has-data-writing-block:pointer-events-none [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:1525e5cf-83c6-4f21-adc0-9f9e23718124-104" data-turn-id-container="request-WEB:1525e5cf-83c6-4f21-adc0-9f9e23718124-104" data-testid="conversation-turn-76" data-turn="assistant">
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<p data-start="83" data-end="252"><em>Empresa apresenta plataforma com agentes de IA para análise de dados e modelo de squads gerenciadas voltado a projetos estratégicos de tecnologia no setor financeiro</em></p>
<p data-start="254" data-end="652">Transformar grandes volumes de dados em decisões rápidas ainda é um desafio para instituições financeiras que convivem com informações fragmentadas, processos manuais e sistemas legados. Na <strong data-start="444" data-end="466">Febraban Tech 2026</strong>, a <strong data-start="470" data-end="486">SONDA Brasil</strong> apresenta novas soluções que combinam Inteligência Artificial, governança e equipes especializadas para enfrentar esse cenário. <span class="contents" data-content-reference-start="615" data-content-reference-end="643"></span></p>
<p data-start="654" data-end="847">Entre os destaques está o <strong data-start="680" data-end="714">SONDA AI Decision Intelligence</strong>, plataforma baseada em agentes de IA desenvolvida para transformar dados corporativos em informações que apoiem decisões de negócio.</p>
<p data-start="849" data-end="1237">Os agentes especializados podem identificar casos de churn silencioso, qualificar carteiras para ativação, acompanhar o compliance cadastral de milhões de clientes e responder a perguntas de negócio em linguagem natural. A proposta é permitir que diferentes áreas obtenham informações sem depender de equipes técnicas para produzir cada nova análise. <span class="contents" data-content-reference-start="1191" data-content-reference-end="1220"></span></p>
<p data-start="1239" data-end="1534">Segundo a SONDA, a arquitetura já foi validada em ambientes de produção e processou <strong data-start="1323" data-end="1359">mais de 200 milhões de registros</strong>. Nos projetos implementados, a companhia afirma ter registrado <strong data-start="1423" data-end="1444">ROI de até 2.753%</strong>, além de redução no tempo necessário para análises. <span class="contents" data-content-reference-start="1480" data-content-reference-end="1509"></span></p>
<p data-section-id="1p72in1" data-start="1536" data-end="1591"><strong>IA também entra na formação de equipes de tecnologia</strong></p>
<p data-start="1593" data-end="1730">Outra novidade apresentada pela empresa é o <strong data-start="1637" data-end="1651">SONDA X AI</strong>, modelo de squads gerenciadas criado para projetos estratégicos de tecnologia.</p>
<p data-start="1732" data-end="2075">A solução busca responder a um problema recorrente dos bancos: a dificuldade de contratar e manter profissionais especializados para iniciativas de transformação digital. Processos demorados de recrutamento, custos de contratação e rotatividade podem comprometer cronogramas e a continuidade dos projetos. <span class="contents" data-content-reference-start="2013" data-content-reference-end="2042"></span></p>
<p data-start="2077" data-end="2401">No modelo proposto pela SONDA, equipes multidisciplinares são pré-selecionadas e gerenciadas pela companhia. O serviço inclui planejamento, governança, indicadores de desempenho e ações de engajamento e retenção, enquanto a instituição financeira mantém o foco na estratégia do negócio. <span class="contents" data-content-reference-start="2331" data-content-reference-end="2360"></span></p>
<p data-section-id="m527jk" data-start="2403" data-end="2447"><strong>IA generativa chega à gestão de contratos</strong></p>
<p data-start="2449" data-end="2616">A SONDA também leva ao evento o <strong data-start="2481" data-end="2508">SONDA Insight Contracts</strong>, plataforma de gestão do ciclo de vida de contratos, ou CLM, baseada em Inteligência Artificial Generativa.</p>
<p data-start="2618" data-end="2963">A ferramenta automatiza a criação de minutas, monitora cláusulas e reajustes, integra-se aos sistemas corporativos e oferece dashboards com alertas preditivos relacionados a riscos financeiros e regulatórios. De acordo com a empresa, a tecnologia pode <strong data-start="2870" data-end="2924">reduzir em até 50% o tempo de criação de contratos</strong>. <span class="contents" data-content-reference-start="2885" data-content-reference-end="2914"></span></p>
<p data-start="2965" data-end="3115">A ideia é aplicar IA não apenas à automação de tarefas, mas à combinação de dados e conhecimento do setor financeiro para apoiar decisões e operações.</p>
<p data-start="3117" data-end="3495">“Ao combinarmos agentes inteligentes com equipes especializadas e profundo conhecimento do mercado financeiro, ajudamos os bancos a acelerar projetos, aumentar a eficiência operacional e responder com mais agilidade às demandas de um setor em constante transformação”, afirma Mauricio Alarcon, diretor da vertical de bancos da SONDA Brasil. <span class="contents" data-content-reference-start="3409" data-content-reference-end="3438"></span></p>
<p data-section-id="u4ubi6" data-start="3497" data-end="3527"><strong>SONDA na Febraban Tech 2026</strong></p>
<p data-start="3529" data-end="3762" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A Febraban Tech 2026 acontece de <strong data-start="3562" data-end="3583">24 a 26 de agosto</strong>, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A SONDA estará no <strong data-start="3638" data-end="3654">estande B118</strong>, onde apresentará as novas aplicações voltadas ao mercado financeiro. <span class="contents" data-content-reference-start="3668" data-content-reference-end="3697"></span></p>
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		<title>Como o “desconhecimento bem embalado” ameaça a maturidade da IA no setor corporativo</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 13:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Ricardo Villaça, Chief AI Officer (CAIO) da DLR AI A aceleração da Inteligência Artificial (IA) no Brasil revelou um paradoxo no ambiente de negócios. Embora o país figure na liderança global em adoção individual do recurso, a transformação estrutural no ecossistema empresarial ainda caminha a passos lentos. Dados do Leading Tech Report 2026 mostram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ricardo Villaça, Chief AI Officer (CAIO) da DLR AI</em></p>
<p>A aceleração da Inteligência Artificial (IA) no Brasil revelou um paradoxo no ambiente de negócios. Embora o país figure na liderança global em adoção individual do recurso, a transformação estrutural no ecossistema empresarial ainda caminha a passos lentos. Dados do Leading Tech Report 2026 mostram que mais de 80% das companhias ampliaram a aplicação da tecnologia, mas apenas 31,5% possuem maturidade organizacional e governança para gerar impacto real de negócio.</p>
<p>Essa lacuna entre a empolgação inicial e a entrega efetiva de resultados abriu espaço para o que chamo de &#8220;mercado do desconhecimento bem embalado&#8221;, cenário em que narrativas comerciais, slogans corporativos e promessas de atalhos têm substituído a engenharia e a evidência na tomada de decisão das lideranças.</p>
<p>O avanço efetivo do setor no país não esbarra apenas em limitações técnicas, mas em barreiras culturais. Historicamente tolerante ao improviso e ao excesso de reverência a apresentações sofisticadas, o mercado local corre o risco de transformar a nova revolução industrial em mais um ciclo de deslumbre importado com baixa captura de valor.</p>
<p>O problema não é haver vendedores de soluções, mas o surgimento de fornecedores que conhecem pouco e de compradores que conhecem menos ainda. Nesse ambiente, a retórica substitui a engenharia e a palavra &#8220;IA&#8221; passa a funcionar como um verniz de sofisticação sobre projetos frágeis. Em um mundo acelerado, essa fragilidade conceitual representa um atraso estrutural.</p>
<p>Da moda à maturidade estratégica</p>
<p>É urgente mudar a pergunta central do debate. Em vez de focarem apenas em qual tecnologia ou modelo devem contratar, os conselhos e os executivos têm o desafio de questionar que tipo de empresa necessitam se tornar para aprender, decidir e executar de forma mais eficiente.</p>
<p>A IA funciona como um amplificador de capacidades já existentes, pois, se integrada a métodos, dados e clareza estratégica, gera vantagem competitiva sustentável. Já em um cenário de confusão e improviso, apenas acelera o desperdício de recursos.</p>
<p>Com mais de 70% dos profissionais brasileiros utilizando a tecnologia no dia a dia, segundo dados do estudo Global Hopes and Fears da PwC, a discussão precisa migrar do encantamento superficial para a eficiência prática. A IA será menos sobre substituir pessoas e mais sobre expor organizações. Ela revelará quem possui método, densidade intelectual e coragem para mudar, e quem apenas decorou a linguagem da vez. Na nova economia, a humildade intelectual deixou de ser uma virtude moral para se tornar infraestrutura competitiva indispensável.</p>
<p>Para que o Brasil supere a armadilha do crescimento lento e da baixa produtividade, o setor corporativo precisa sair da fase de demonstrações encantadoras e focar na construção de capacidades internas e impacto mensurável no sistema produtivo.</p>
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		<title>IA redesenha a jornada de compra no E-commerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Guia do PC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com avanço do comércio agêntico, 87Labs aponta que dados estruturados, avaliações verificadas e catálogos preparados para agentes de inteligência artificial passam a ganhar peso estratégico no setor de varejo Com o avanço da inteligência artificial, a forma como consumidores descobrem, comparam e escolhem produtos no E-commerce entra em uma nova fase. Segundo a McKinsey, agentes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com avanço do comércio agêntico, 87Labs aponta que dados estruturados, avaliações verificadas e catálogos preparados para agentes de inteligência artificial passam a ganhar peso estratégico no setor de varejo</em></p>
<p>Com o avanço da inteligência artificial, a forma como consumidores descobrem, comparam e escolhem produtos no E-commerce entra em uma nova fase. Segundo a McKinsey, agentes de IA podem mediar entre US$ 3 trilhões e US$ 5 trilhões em comércio global de consumo até 2030, em um cenário no qual sistemas automatizados passam a apoiar ou executar etapas da jornada de compra. Para a 87Labs, esse movimento cria uma camada singular de competitividade para o varejo digital, na qual dados estruturados, avaliações verificadas, disponibilidade de produtos e informações de catálogo deixam de ser apenas elementos operacionais e passam a influenciar diretamente a visibilidade das lojas.</p>
<p>A transformação já aparece em pesquisas sobre comportamento do consumidor, como o estudo global da IBM Institute for Business Value, em parceria com a National Retail Federation. o levantamento mostrou que 45% dos consumidores já recorrem à IA em suas jornadas de compra. O levantamento ouviu mais de 18 mil consumidores em 23 países e 200 executivos seniores dos setores de varejo, bens de consumo e e-commerce.</p>
<p>Segundo a pesquisa da Gartner, conduzida com consumidores dos Estados Unidos, 31% dos entrevistados afirmaram que aceitariam que ferramentas de IA reduzissem opções de compra em itens domésticos e 28% fariam o mesmo em eletrônicos pessoais. Ao mesmo tempo, apenas 11% disseram estar dispostos a deixar a IA tomar decisões de compra em categorias de menor risco, indicando que o consumidor ainda usa a tecnologia como apoio à decisão e não necessariamente como substituta completa.</p>
<p>No Brasil, os indicadores do e-commerce mostram a dimensão do mercado que pode ser impactado por essa mudança. Segundo projeção da ABComm, o faturamento do comércio eletrônico brasileiro deve alcançar R$ 259,08 bilhões em 2026 e R$ 344,83 bilhões em 2029.</p>
<p>A combinação entre crescimento do varejo online, maior uso de IA na pesquisa de produtos e avanço de plataformas preparadas para agentes automatizados tende a exigir uma revisão técnica das operações digitais, afirma o Head de Investimentos da 87Labs e CGO da Vurdere, Daniel Pisano.</p>
<p>“O comércio digital está entrando em uma fase em que a loja precisa ser compreensível não apenas para pessoas, mas também para agentes de IA. A questão deixa de ser apenas atrair o consumidor para a loja e passa a incluir a capacidade de ser compreendido, comparado e recomendado por sistemas de inteligência artificial. Isso muda a forma como os varejistas devem tratar catálogo, avaliações e dados estruturados”, reforça o executivo.</p>
<p><strong>Como o mercado está se adaptando</strong></p>
<p>Um exemplo desse movimento está nas atualizações recentes da Shopify, que entre abril e maio de 2026 passou a estruturar recursos voltados à leitura de lojas por agentes de IA. As alterações não envolvem redesign de lojas, novas funcionalidades de checkout ou ferramentas de marketing. Elas estão na infraestrutura da plataforma e afetam a forma como agentes de IA descobrem lojas, acessam catálogos, avaliam produtos e tomam decisões de compra. Entre as mudanças estão arquivos de descoberta para modelos de linguagem, protocolos de comunicação entre agentes e catálogos e mecanismos de autenticação de tráfego automatizado.</p>
<p>“O comércio digital está entrando em uma fase em que a loja precisa ser compreensível não apenas para pessoas, mas também para agentes de inteligência artificial. Dados incompletos, avaliações pouco integradas e informações inconsistentes podem reduzir a competitividade dos produtos em um ambiente no qual a IA compara opções antes de apresentar uma escolha ao consumidor”, afirma Pisano.|</p>
<p><strong>AEO no E-commerce</strong></p>
<p>A mudança também altera a lógica de otimização no e-commerce. Durante mais de duas décadas, estratégias digitais foram orientadas pelo Search Engine Optimization (SEO), com foco em visibilidade nos mecanismos de busca e atração de cliques. Com a ascensão dos agentes de IA, ganha espaço o Agent Experience Optimization (AEO), disciplina voltada à experiência dos agentes automatizados.</p>
<p>Nesse novo contexto, a disputa deixa de ser apenas por atenção e passa a ser também pela escolha. Enquanto buscadores tradicionais apresentam resultados para que o consumidor decida, agentes de IA podem comparar produtos, avaliar reputação, considerar disponibilidade e selecionar a melhor alternativa antes mesmo de exibir uma recomendação.</p>
<p><strong>Como se adaptar ao comércio agêntico?</strong></p>
<p>A 87Labs recomenda que os varejistas iniciem a preparação para uma auditoria da infraestrutura já existente. Entre as medidas recomendadas estão:</p>
<ul>
<li>Revisar a consistência das informações de catálogo;</li>
<li>Garantir que avaliações e notas estejam integradas aos produtos</li>
<li>Otimizar metadados, atualizar políticas comerciais e fortalecer programas de coleta de reviews verificados.</li>
</ul>
<p>“Outro ponto fundamental é importante acompanhar a evolução de protocolos e padrões técnicos que permitam a comunicação entre lojas, plataformas e agentes de IA. A adaptação ao comércio agêntico não deve ser tratada como tendência distante. A infraestrutura já começou a ser implementada e os varejistas que se anteciparem terão mais tempo para construir vantagens difíceis de replicar&#8221;, complementa Pisano.</p>
<p>A expectativa é que o comércio agêntico avance de forma gradual, contudo, a mudança já impõe uma agenda prática para empresas de e-commerce. A próxima etapa do comércio digital será marcada por operações preparadas para consumidores humanos e agentes automatizados.</p>
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