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	<title>guspim.net</title>
	
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	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Oct 2009 12:30:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Entrevista da Enough Pepper ao Made in Portugal da TSF</title>
		<link>http://guspim.net/2009/10/21/entrevista-da-enough-pepper-ao-made-in-portugal-da-tsf/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/10/21/entrevista-da-enough-pepper-ao-made-in-portugal-da-tsf/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 07:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="mb05">Eu e o Paulo Andrade demos uma entrevista ao programa <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=1015543">Made in Portugal</a> da TSF sobre a aplicação de inquéritos <a href="https://www.survs.com/">Survs</a> que desenvolvemos em conjunto com os outros dois sócios da <a href="http://www.enoughpepper.com/">Enough Pepper</a>, o João Alfaiate e o Miguel Arroz.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="136" height="92" title="TSF" alt="TSF" src="/img/artigos/entrevista-da-enough-pepper-ao-made-in-portugal-da-tsf/tsf.gif"/></a>    </a>
</div>
<p>Eu e o Paulo Andrade demos uma entrevista ao programa <a href="http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=1015543">Made in Portugal</a> da TSF sobre a aplicação de inquéritos <a href="https://www.survs.com/">Survs</a> que desenvolvemos em conjunto com os outros dois sócios da <a href="http://www.enoughpepper.com/">Enough Pepper</a>, o João Alfaiate e o Miguel Arroz.</p>
<p>A entrevista para além de se debruçar sobre o percurso feito até aqui, revela também qual o &#8220;tempero especial&#8221; que aplicamos aos projectos em que nos envolvemos :-).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Bruno Monteiro</title>
		<link>http://guspim.net/2009/09/11/entrevista-bruno-monteiro/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/09/11/entrevista-bruno-monteiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 11:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência de Utilização]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[brunomonteiro]]></category>
		<category><![CDATA[gael]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conheci o <a href="http://paideia.tumblr.com/">Bruno</a> há cinco anos atrás na primeira entrevista de emprego a que concorri após me ter despedido do millenniumbcp.pt. Ele no papel de coordenador do <a href="http://gael.ist.utl.pt/">GAEL</a>*; e eu na pele de candidato que não reunia um dos requisitos para a posição - conhecimento aprofundado em web standards.  </p>

<p class="mb05">Uns tempos mais tarde recebo um email dele a informar-me que estava na <em>short list</em>, mas que precisava de ver a minha "arte" em web standards (que o Bruno sabia que eu não tinha)…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/brunomonteiro.jpg" class="si" alt="Bruno Monteiro" title="Bruno Monteiro" height="185" width="150"></p>
<dl>
<dt>Bruno Monteiro</dt>
<dd>User Experience Designer
<dd>
</dl>
</div>
<p>Conheci o <a href="http://paideia.tumblr.com/">Bruno</a> há cinco anos atrás na primeira entrevista de emprego a que concorri após me ter despedido do millenniumbcp.pt. Ele no papel de coordenador do <a href="http://gael.ist.utl.pt/">GAEL</a>*; e eu na pele de candidato que não reunia um dos requisitos para a vaga &#8211; conhecimento aprofundado em web standards.  </p>
<p>Uns tempos mais tarde recebo um email dele a informar-me que estava na <em>short list</em>, mas que precisava de ver a minha &#8220;arte&#8221; em web standards (que o Bruno sabia que eu não tinha)…</p>
<p>Encarei a provocação com um sorriso nos lábios e fiz um protótipo de web site  no fim de semana seguinte e consegui o emprego. Não pensem que estava uma obra prima, mas o que estava realmente a ser avaliado era a minha pro-actividade. </p>
<p>Ir para o Técnico foi crucial para a minha evolução profissional, logo nunca esquecerei a oportunidade que me foi dada pelo Bruno e pelo Director Adjunto para as Novas Tecnologias na altura, Pedro Santos. Para já não falar da confiança e autonomia que tive desde o primeiro momento.</p>
<p>Pouco falta às nossas recorrentes discussões para atingirem um estatuto de míticas, em grande parte devido a concepções radicalmente diferentes de gestão, mas conseguimos sempre a saudável proeza de rapidamente ultrapassar qualquer atrito.    </p>
<p>Aliás, é mesmo paradoxal que eu seja tão crítico em relação a quem me deu a oportunidade certa no momento certo, e que praticou uma gestão anos luz à frente do que conheço de outras realidades similares, colocando sempre o trabalho à frente do protagonismo… Mas é a minha natureza; é  mais forte que eu…</p>
<p>As duras críticas com que massacrei o Bruno enquanto “gestor” nunca tiveram correspondência na apreciação que faço da sua competência técnica. Como <em>user experience designer</em> não penso que tenha paralelo em Portugal. E esta tudo dito. </p>
<p>Após a sua recente demissão da coordenação do GAEL, e de ter conseguido a tarefa hercúlea de redesenhar o web site do Técnico em tempo recorde com recursos escassíssimos, eis uma excelente altura para o ouvirmos.      </p>
<p><span class="mark2 fs1">* Gabinete de Apoio à Produção de Conteúdos Multimédia e e-Learning  do Instituto Superior Técnico ou nome-de-gabinete-que-ninguém-fixa-dada-a-sua-absurda-extensão.</span> </p>
<div id="interview">
<h2>Fala-nos um pouco do teu percurso profissional e académico.  </h2>
<p>Ui! Começas com uma pergunta que exige alguma capacidade de síntese. Bom, quem ler o que acabei de escrever pensará que estás a falar com alguém que está perto de comemorar os cinquentas anos de carreira&#8230; nem tanto, amigo. Digo que é uma tarefa difícil para quem, como eu, se costuma alongar nestes relatos.</p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/iscte.gif" class="si" alt="Iscte" title="Iscte" height="34" width="200"></p>
</div>
<p>Na verdade eu comecei a trabalhar no ano em que, terminado o 12º ano no Liceu Camões, me candidatei à universidade, pela primeira vez, e vi a entrada por um “canudo” ou seja a 0.8 pontos de distância. No entanto, estava decidido a tentar novamente no ano seguinte e empenhado em vingar na primeira opção &#8211; Sociologia no ISCTE.  No ano seguinte, as provas correram melhor e consegui entrar no curso que pretendia. </p>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/ist.gif" class="si" alt="Iscte" title="Iscte" height="51" width="200"></p>
</div>
<p>Pouco tempo depois estava a  transitar do meu primeiro emprego  no IST &#8211; trabalhava na reprografia, a tirar fotocópias e fazer encadernações o dia inteiro &#8211; para a Biblioteca, onde os horários eram mais flexíveis e o trabalho menos mecânico. Esta mudança acabou por complicar um pouco o meu primeiro ano como universitário porque estive a frequentar, durante cerca de 9 meses, um curso de técnico profissional de Biblioteca e Documentação (640 horas em regime pós-laboral). O meu dia era intenso: levantava-me às 6.10 da manhã, começava as aulas às 8.00,  e por volta das 13.00 estava a caminho do IST. Saia por volta das 19.00 para as aulas do curso de BD. Chegava a casa pela meia-noite. </p>
<p>Foram uns meses cansativos, mas não me arrependo das escolhas que fiz. Não vi as minhas expectativas goradas em Sociologia e gostei imenso dos últimos anos, quando pude escolher algumas cadeiras mais especializadas, relacionadas com a área de trabalho e organizações. Interessava-me sobretudo pela forma como a tecnologia estava a influenciar as organizações e a definir novos modelos produtivos. </p>
<p>Por outro lado, em 1997 comecei a ficar deslumbrado com o crescimento da web, e a interessar-me por web design visto que o design era já uma paixão antiga. Comecei a fazer algum trabalho de design gráfico como freelancer e no final da década de 90 tive a ousadia de fazer o primeiro web site da Biblioteca do Técnico do qual, felizmente, já não existem vestígios! Se começar por dizer que utilizei o Frontpage, penso que os mais “standardistas” entre nós ficam elucidados&#8230; de resto, não era apenas o código que padecia de fraca qualidade. :-)</p>
<p>A resposta já vai longa (eu avisei)&#8230; abreviando em 2002 fui convidado para trabalhar no GAEL onde ainda estou. </p>
<h2>Como foi a experiência de coordenar um gabinete como o GAEL?  </h2>
<div class="siContainer"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/gael.gif" class="si" alt="GAEL" title="GAEL" height="152" width="100"></p>
</div>
<p>Foi uma experiência extremamente positiva. Apesar de, como sabes, não gostar particularmente de algumas  funções inerentes à coordenação, aprendi imenso e tive a oportunidade de estar envolvido em projectos interessantes. Creio que contribuiu imenso para o meu crescimento profissional, quer como já disse pela natureza dos projectos, quer pela  autonomia e “espaço” que me foi concedido em algumas dimensões do meu trabalho e pelas próprias condicionantes e restrições de trabalhar num gabinete de uma instituição pública (as dificuldades também nos ensinam, estimulando o pragmatismo e a gestão eficiente de recursos). Outro dos aspectos importantes, foi a oportunidade de trabalhar com alguns profissionais  de elevada qualidade e com os quais aprendi e continuo a aprender.</p>
<p>Por outro lado esta experiência de coordenação limitou, de certa forma, o meu trabalho individual como web designer. Coloquei, se assim o posso dizer, menos vezes as “mãos na massa” em projectos aliciantes. Inevitavelmente, existe sempre um “trade off” ligadas a estas funções. </p>
<h2>Trabalhas na tão mal afamada função pública há 15 anos, o que achas que devia mudar? </h2>
<p>Acho que existe a necessidade de implementar medidas e políticas que privilegiem a eficácia, eficiência, qualidade e produtividade. Obviamente, algumas dessas medidas e reformas são impopulares e vão penalizar políticamente quem tiver coragem de as implementar. Estou a falar, por exemplo, da figura do despedimento na administração pública, de processos disciplinares que não sejam inconsequentes e de um sistema de avaliação de desempenho que esteja orientado para uma cultura de exigência, mas implementado de uma forma séria dando formação aos avaliadores e facultando ferramentas de monitorização de desempenho. A legislação é normalmente “castradora” porque se centra no controlo e não na eficiência dos processos. O recrutamento e a aquisição de bens e serviços na administração pública é um pesadelo!</p>
<p>Algumas mudanças estão dependentes do legislador, mas outras dependem da cultura organizacional das instituições: a existência de uma verdadeira liderança estratégica, uma gestão centrada nos objectivos, uma aposta clara na formação e requalificação profissional  e uma verdadeira gestão de recursos humanos. Não é preciso estudar psicossociologia das organizações para perceber que na Administração Pública se confunde gestão de pessoal com gestão de recursos humanos.</p>
<p>Nada do que disse é novo. Muitos já disseram o mesmo. Eu acredito que o diagnóstico está feito há muito, mas as reformas tendem a tardar. A tecnologia e a mudança geracional trouxe à função pública melhorias significativas nos últimos anos, mas estou convencido que poderíamos fazer mais e melhor.  </p>
<h2>Estiveste envolvido numa startup, mas a experiência não correu muito bem. O que aprendeste nessa aventura?     </h2>
<p>Parece que hoje em dia é “trendy” falar de startups e empreendedorismo. Num pais que durante anos teve uma economia constituida por pequenas e médias empresas, parece-me que não nos faltaram “empreendedores”. </p>
<p>Bom, perdoa-me este intróito algo disperso&#8230; mas embora seja louvável que exista, em qualquer economia e sobretudo numa economia frágil como a portuguesa, um movimento a incentivar o empreendedorismo a verdade é a mesma de sempre:  nem todos tem o perfil para serem empreendedores e não existe mal nenhum em trabalhar para outrém.</p>
<p>Na startup em que estive envolvido, na área dos jogos online, aprendi que além da ideia, quando não existe grande capacidade de investimento, é necessário garantir que existe no grupo as competências nucleares ao desenvolvimento do projecto ou que podem ser incorporadas por um custo residual. </p>
<p>É fundamental que se estabeleçam cenários de sucesso e insucesso que sejam comuns a todos os envolvidos. Representações distintas não favorecem a coesão. É importante definir e respeitar as áreas de competência de todos em qualquer circunstância e é absolutamente crucial escolher os parceiros certos, nomeadamente, os parceiros empresariais. Por outro lado, ter a consciência  de que, de um modo ou de outro, esse projecto vai “mudar” a nossa vida, sobretudo a disponibilidade de tempo para nós próprios e para a nossa família ou amigos.</p>
<p>Se foi a minha “aventura” definitiva pelo mundo das startups, não faço a mínima ideia. Contudo é certo que valorizo esta experiência. Se voltar a envolver-me na criação de uma “startup” não serei tão ingénuo. </p>
<h2>Fizeste recentemente o novo web site do técnico com recursos escassos e num prazo apertadíssimo. Como conseguiste atenuar esses factores e executar o trabalho a tempo e horas? </h2>
<p>Contratando os serviços de uma empresa indiana&#8230; Não, estou a brincar! :)</p>
<p>Acho que foi fundamental ter a consciência de que era realmente necessário uma grande dedicação (com muitas horas extra), tentar melhorar a comunicação e articulação de ideias e competências entre todos os intervenientes (alguma gestão de projecto), maximizar a eficiência do processo e articulação das várias fases do projecto e ser muito pragmático. </p>
<div class="miContainer"><a href="http:/www.ist.utl.pt" class="naked"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/istwebsite1.jpg" class="mi" width="480" height="441" alt="Web site do Instituto Superior Técnico" title="Web site do Instituto Superior Técnico"/> </a></div>
<p>Tive, como sabes, de ajustar as minhas expectativas  de acordo com os vários constrangimentos do  projecto e ter a consciência de que “produto final”, sendo um progresso significativo face ao web site anterior, poderia estar melhor. Tive, como acontece quase sempre neste tipo de processos, de ceder a opções com as quais discordo totalmente. </p>
<p>Há ainda muito trabalho a fazer. Espero que esse trabalho seja para tornar melhor o web site.</p>
<p>Por outro lado, é importante realçar as contribuições e colaborações &#8211; umas mais esporádicas, outras mais permanentes &#8211; de alguns colegas. Esse “input” foi extremamente valioso e, por exemplo, sem o meu “wingman” ;-) teria sido impossível cumprir o prazo. Além da ajuda arrastou-me diversas vezes para um belo sushi&#8230; óptimo para levantar a moral! </p>
<div class="miContainer"><a href="http:/www.ist.utl.pt/pt/sobre-IST/cooperacao-internacional/" class="naked"><img src="/img/artigos/entrevista-bruno-monteiro/istwebsite4.jpg" class="mi" width="480" height="438" alt="Web site do Instituto Superior Técnico" title="Web site do Instituto Superior Técnico"/>      </a>
	</div>
<h2>Indica-nos alguns dos teus &#8220;super-heróis&#8221; de design e/ou web design?  </h2>
<p>Tough that one! Deixa-me pensar &#8230; bom, tive várias influências e pessoas cujo trabalho me marcou. Lembro que o primeiro designer gráfico cujo trabalho me deixou fascinado foi o <a href="http://www.paul-rand.com">Paul Rand</a>, acompanhei mais tarde algum trabalho da <a href="http://www.chasedesigngroup.com">Margo Chase</a> (uma apaixonada pelo gótico e por tipografia) e do incontornável <a href="http://www.davidcarsondesign.com">David Carson</a>.</p>
<p>Na web vibrei com o ainda existente <a href="http://www.k10k.net">Kaliber 10 000 </a>do Toke Nygaard e Michael Schmidt e uma das primeiras versões  da Surfstation do <a href="http://surfstation.com">Thomas Brodahl</a>. Passei imensas horas a navegar nestes web sites. As comunidades de design foram um instrumento precioso para conhecer o trabalho que se fazia na web e fora da web.</p>
<p>Não podia deixar de referir o primeiro livro do <a href="http://www.zeldman.com">Jeffrey Zeldman</a>, “Taking your talent to the Web”. Penso que poucos, ou mesmo ninguém, conseguiu expôr com tamanha clareza os benefícios e a necessidade de existirem “web standards”.</p>
<p>Hoje em dia, sigo com regularidade o trabalho do <a href="http://weightshift.com">Naz Hamid</a>, do <a href="http://thebignoob.com/soldiers/ryan">Ryan Sims</a>, <a href="http://www.wilsonminer.com">Wilson Miner</a> e <a href="http://playgroundblues.com">Nathan Borror</a> entre outros. Têm um talento descomunal. </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado…</h2>
<p>Só um? É tarefa quase impossível! Assim, tenho que ser mesmo muito criterioso: “O Lobo das Estepes” de Herman Hesse marcou profundamente o fim da minha adolescência.  Ui! Um disco&#8230; “Violator” dos Depeche Mode. Um só filme&#8230; não consigo. Posso fazer batota? “M. Butterfly”, “Remains of the day” (esqueci-me do título em português) e, finalmente, um que ainda está bem vivo na minha memória “Revolutionary Road”. </p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>[Livro] Outliers: The Story of Success</title>
		<link>http://guspim.net/2009/08/10/livro-outliers-the-story-of-success/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 13:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guspim.net/?p=487</guid>
		<description><![CDATA[<p>O último livro de Malcolm Gladwell, autor de <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0349113467">Tipping Point</a> e <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0141014598">Blink</a>, foi-me <a href="http://guspim.net/2009/06/12/as-angustias-de-um-leitor-renegado/">narrado</a> pelo próprio já um pouco tarde face à data de publicação. Depois de algum entusiasmo inicial, rapidamente concluí que provavelmente nunca lhe devia ter pegado...</p>

<p class="mb05">Não me entendam mal, o seu enorme carisma e facilidade em traduzir fenómenos complexos para a linguagem do senso comum continuam bem vivos e estimulantes. O problema reside nos processos questionáveis como consegue esse feito.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0141036257" class="naked"><img class="si" width="200" height="302" title="Outliers" alt="Outliers" src="/img/artigos/livro-outliers-the-story-of-success/outliers.jpg"/></a>    </a>
</div>
<blockquote><p>“Outliers are those who have been given opportunities — and who have had the strength and presence of mind to seize them.”  </p>
<p class="source">Malcolm Gladwell</p>
</blockquote>
<p>O último livro de Malcolm Gladwell, autor de <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0349113467">Tipping Point</a> e <a href="http://astore.amazon.co.uk/guspimnet-21/detail/0141014598">Blink</a>, foi-me <a href="http://guspim.net/2009/06/12/as-angustias-de-um-leitor-renegado/">narrado</a> pelo próprio já um pouco tarde face à data de publicação. Depois de algum entusiasmo inicial, rapidamente concluí que provavelmente nunca lhe devia ter pegado&#8230;</p>
<p>Não me entendam mal, o seu enorme carisma e facilidade em traduzir fenómenos complexos para a linguagem do senso comum continuam bem vivos e estimulantes. O problema reside nos processos questionáveis como consegue esse feito.</p>
<p>Antes de começar a “bater”, vejamos o que é defendido nesta obra: <span class="mark">o sucesso não advém de um dom inato, mas sim de um conjunto de oportunidades (ano e local de nascimento, família, etnia, …) e da “força de espírito” para as aproveitar. Mais: o autor defende que qualquer <em>outlier</em> teve que trabalhar pelo menos 10000 horas até atingir esse estatuto</span>.</p>
<p>O vídeo humorístico que se segue sintetiza esta tese. Vejam-no que já voltamos à vaca fria.  </p>
<p><embed src="http://blip.tv/play/AfqcduMr" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="390" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed><p>Onde é que eu assino por baixo? Não podia estar mais de acordo, mas qual é a novidade?  </p>
<p>Ao longo de todo o livro o autor afirma que a generalidade das pessoas vê o sucesso como fruto de um dom inato?! Ou seja, até ele nos vir iluminar a todos, a maioria de nós pensava que só tinham sucesso aqueles que tinham sido tocados por uma espécie de toque divino?! </p>
<p>Estamos perante um exemplo da falácia do <em>straw man</em>… Ou seja, interpretar erroneamente os argumentos do nosso opositor para logo a seguir o criticar. </p>
<p>Acredito que ainda haja uma percentagem significativa de pessoas que pensem que o sucesso advém de algo inexplicável, que “nasce connosco”. Mas daí a ser a visão dominante… </p>
<p>Críticas à parte, o livro apresenta-nos alguns excelentes exemplos de que a crença num dom inato não faz sentido, mesmo na história daqueles que aprendemos a considerar especialmente dotados. Vejam por exemplo o caso dos Beatles:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" width="649" height="422" ><param name="flashvars" value="webhost=fora.tv&#038;clipid=8882&#038;cliptype=highlight" /><param name="allowScriptAccess" value="always"  /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="movie" value="http://fora.tv/embedded_player" /><embed flashvars="webhost=fora.tv&#038;clipid=8882&#038;cliptype=highlight" src="http://fora.tv/embedded_player" width="649" height="422" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></object>    </p>
<p>Mas não à bela sem senão… Não são raros os casos em que o autor se contenta com explicações simplistas que fazem as minhas “raízes de sociólogo” retraírem-se em sinal de protesto. </p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Mesmo com as fragilidades que apontei, Outliers é um livro agradável de ler, sobretudo na <em>silly seasson</em> onde a tolerância a alguns devaneios e imprecisões é maior… Poderia ser um excelente livro se cumprisse duas condições:  </p>
<ol>
<li>Fosse mais rigoroso e exigente na sustentação das afirmações.</li>
<li>Não construísse um uma ideia falsa de como o senso comum vê a explicação do sucesso.    </li>
</ol>
<p>Recomendo a leitura? Não. Prefiro que vejam antes a <a href="http://www.charlierose.com/view/interview/9855 ">entrevista</a> que o Malcolm Gladwell deu ao Charlie Rose e depois decidam por vocês próprios. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é que o Fernando Pessoa nos pode ensinar sobre empreendedorismo?</title>
		<link>http://guspim.net/2009/06/23/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/06/23/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[IST]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p >Quem já passou pela experiência de lançar uma <em>startup</em> com parcos recursos, sabe que é uma dualidade constante entre momentos de puro gozo, em que transpiramos auto-confiança, e outros em que a pergunta "será possível?" nos martela a cabeça num loop interminável. </p>    

<p class="mb05">Num projecto de cariz diferente, em que estive envolvido recentemente (o novo <a href="http://www.ist.utl.pt">web site do IST</a>), recebemos uma crítica menos positiva que originou uma intensa troca de emails carregados de referências poéticas. Sim, os engenheiros também sentem :-).</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="309" title="Fernando Pessoa" alt="Fernando Pessoa" src="/img/artigos/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/pessoa.jpg"/>    </a>
</div>
<p>Quem já passou pela experiência de lançar uma <em>startup</em> com parcos recursos, sabe que é uma dualidade constante entre momentos de puro gozo, em que transpiramos auto-confiança, e outros em que a pergunta &#8220;será possível?&#8221; nos martela a cabeça num loop interminável. </p>
<p>Num projecto de cariz diferente, em que estive envolvido recentemente (o novo <a href="http://www.ist.utl.pt">web site do IST</a>), recebemos uma crítica menos positiva que originou uma intensa troca de emails carregados de referências poéticas. Sim, os engenheiros também sentem :-).</p>
<p>Deixou-vos aqui um dos poemas citados, “A Maior Empresa do Mundo”, de Fernando Pessoa, para lerem nas alturas em que os índices de confiança estiverem mais baixos ;-).  </p>
<div id="interview">
<p>Posso ter defeitos, viver ansioso<br /> e ficar irritado algumas vezes,<br /> mas não me esqueço de que a minha vida  <br />é a maior empresa do mundo,<br />  e que posso evitar que ela vá á falência.</p>
<p>Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver<br /> apesar de todos os desafios,<br /> incompreensões e períodos de crise. </p>
<p> Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas <br />  e tornar-se num autor da própria história.</p>
<p>	É atravessar desertos fora de si,<br /> mas ser capaz de encontrar um oásis<br />  no recôndito da sua alma.<br /> É agradecer a Deus a cada manhã <br />pelo milagre da vida. </p>
<p>Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.<br /> É saber falar de si mesmo.<br /> É ter coragem para ouvir um não.<br /> É ter segurança para receber uma critica,<br /> mesmo que injusta.</p>
<p> Pedras no caminho?<br /> Guardo-as todas,<br />  um dia vou construir um castelo&#8230;</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>As Angústias de um Leitor Renegado</title>
		<link>http://guspim.net/2009/06/12/as-angustias-de-um-leitor-renegado/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/06/12/as-angustias-de-um-leitor-renegado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[audiobooks]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Há já algum tempo que não leio</span>. Livros entenda-se. O cansaço dos olhos após intermináveis horas à frente do ecrã do computador, e um ombro calcificado, levaram-me a optar pelos <em>audiobooks</em>. </p>

<p class="mb05">As minhas leituras são agora exercícios de preguiça enquanto alguém me vai narrando os livros que escolho ouvir. Infelizmente, <span class="mark">nem tudo são rosas</span>…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://www.flickr.com/photos/itopic/3581708668/"><img class="si" width="200" height="277" title="Fotografia de iTopic" alt="Fotografia de iTopic" src="/img/artigos/as-angustias-de-um-leitor-renegado/ipod.jpg"/>    </a>
</div>
<p><span class="mark">Há já algum tempo que não leio</span>. Livros entenda-se. O cansaço dos olhos após intermináveis horas à frente do ecrã do computador, e um ombro calcificado, levaram-me a optar pelos <em>audiobooks</em>. </p>
<p>As minhas leituras são agora exercícios de preguiça enquanto alguém me vai narrando os livros que escolho ouvir. Infelizmente, <span class="mark">nem tudo são rosas</span>…</p>
<p><span class="mark">Um dos espinhos é a dificuldade em “reler” partes que ficaram para trás quando quero recordar algo</span>. Apesar de existirem marcadores de capítulos, acabo sempre por andar para a frente e para trás vezes sem conta até acertar no sítio certo. Mas esse é o menor dos males…</p>
<p><span class="mark">O que me perturba mesmo são as vozes monocórdicas!</span> Pelo menos quando a intenção é ouvir o livro; porque para adormecer não há melhor remédio. E porque é que escolhem vozes destas? Porque ter um autor a narrar a sua própria obra vende mais. É a unica explicação que consigo encontrar…</p>
<div class="miContainer">
<a class="naked" href="http://www.flickr.com/photos/ann-d/2200169129/"><img class="mi" width="465" height="367" title="Imagem de Ann-D" alt="Fotografia de Ann-D" src="/img/artigos/as-angustias-de-um-leitor-renegado/fall-asleep.jpg"/>    </a></p>
</div>
<p>Sei o que estão a pensar: é um privilégio ter o próprio autor a dizer-nos ao ouvido o que escreveu. Quem melhor que o criador de uma obra para lhe conferir e entoação certa? Acontece que o mundo não é perfeito; há <a href="http://www.audible.com/adbl/site/products/ProductDetail.jsp?BV_SessionID=@@@@1041611952.1244734860@@@@&#038;BV_EngineID=cccgadehhkdgfhfcefecekjdffidfjf.0&#038;productID=BK_COVE_000013">casos gritantes</a> em que só me apetece pôr uma mordaça na boca do tipo que decidiu lançar uma <em>fatwa</em> aos meus ouvidos!</p>
<p>Vejam bem: <span class="mark">deixei de ler para poupar os olhos e eis que sou acossado por vozes que me fustigam o cérebro com o seu poder inebriante</span>. Porca miséria!</p>
<p>Remato este desabafo com o conselho que já devem imaginar: <span class="mark">nunca, mas mesmo nunca, comprem um <em>audiobook</em> sem ouvirem um excerto antes</span>. Mais: se tiverem o mais pequeno sinal de que a voz não é a ideal não comprem. Caso contrário, ainda acabam como eu a escrever interessantíssimos artigos sobre vozes monocórdicas ;-).  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>9 Pontos Incontornáveis da Monitorização da Reputação On-line</title>
		<link>http://guspim.net/2009/05/31/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/05/31/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 May 2009 16:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação on-line]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de vos ter alertado para a <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">necessidade de monitorizar todas as conversas on-line que vos “envolvam”</a>, vou agora  <span class="mark">identificar qual o tipo de “actividade” a que devem estar especialmente atentos</span>.</p>

<p class=""mb05>A lista que apresento não é exaustiva, mas garanto-vos que se seguirem estes pontos já não haverá muito que escape ao vosso “radar”.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="486" src="/img/artigos/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/TwitterWords2.gif" alt="Twitter" title="Twitter"/>
</div>
<p>Depois de vos ter alertado para a <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">necessidade de monitorizar todas as conversas on-line que vos “envolvam”</a>, vou agora  <span class="mark">identificar qual o tipo de “actividade” a que devem estar especialmente atentos</span>.</p>
<p>A lista que apresento não é exaustiva, mas garanto-vos que se seguirem estes pontos já não haverá muito que escape ao vosso “radar”.</p>
<p>Para quem for novo nestas andanças, os pontos que se seguem podem ser um pouco difíceis de assimilar, ou até parecerem carentes de sentido. Os próximos artigos provar-vos-ão o contrário ;-).</p>
<h2>1. Nome da empresa e dos seus produtos e/ou serviços   </h2>
<p>Penso que este ponto é <em>self explanatory</em>: se alguém se refere a nós é óbvio que queremos, e devemos, saber o que disse.</p>
<p>Não cometam o erro de menosprezar algumas “vozes” por lhes atribuírem menos importância: na Web social as afirmações do “zé da esquina” por vezes propagam-se mais depressa do que as dos <em>mass media</em>. Estejam atentos! </p>
<h2>2. Url’s da empresa e dos seus produtos e/ou serviços  </h2>
<p>Por vezes as menções são feitas sem se denominar o sujeito. Imaginem que alguém faz a seguinte afirmação: “estes gajos são uma maravilha”. A única forma de detectarem quem são “os gajos” é através do url…   </p>
<h2>3. Comentários em blogs </h2>
<p>Estranhamente muitas das ferramentas que detectam os pontos 1 e 2 ignoram os comentários de blogs. No artigo que irei dedicar aos instrumentos de monitorização, falar-vos-ei de alguns que permitem contornar este “problema”.</p>
<h2>4. Actividade on-line dos principais sócios e empregados  </h2>
<p>Imagino que já estejam a pensar: “este tipo é um autêntico <em>control freak</em>…” Nada mais falso. Até sou apologista de uma política de comunicação aberta, desde que os comentários pessoais sejam feitos em nome próprio.  </p>
<p>Dito isto, é importante saber o que os nossos sócios dizem, e antecipar possíveis problemas daí derivados.</p>
<h2>5. Palavras relacionadas com a vossa área de negócio  </h2>
<p>Um olhar atento sobre o que se diz permite-nos sentir o pulso ao mercado e dá-nos pistas sobre a sua evolução.  </p>
<p>Um exemplo prático: eu estou no mercado dos inquéritos on-line, por isso sigo diariamente o que se diz na Web sobre <em>online surveys</em>, <em>survey tools</em>, <em>survey software</em> e muitos outros termos relacionados.</p>
<h2>6. Principais sítios onde se discutem as temáticas do vosso mercado (blogs, fóruns, redes sociais, etc) </h2>
<p>Não confundam este ponto com o anterior: o “rastreio” de palavras-chave dá-nos pistas e permitem aferir o “nível de popularidade” de certos termos; mas o verdadeiro sumo só se consegue se imergirmos bem fundo no que se diz por essa Web fora.    </p>
<p>Um das vantagens da Web social é que podemos acompanhar de perto tendências, obter feedback, etc. Basta frequentar os “sítios” certos.</p>
<h2>7. Aplicar os pontos 1, 2, 3 e 4 aos vossos principais concorrentes </h2>
<p>Nunca percam a vossa concorrência de vista. Por melhor que seja o vosso trabalho, o seu sucesso ou fracasso está sempre dependente das acções dos vossos concorrentes.</p>
<p>É fácil, principalmente em equipas pequenas, centrarmo-nos  tanto no que estamos a fazer que deixamos de olhar para a evolução do mercado. Não comentam esse erro: pode ser fatal!     </p>
<h2>8. Desempenho dos principais concorrentes    </h2>
<p>Hoje em dia existem várias ferramentas, como o <a href="http://www.compete.com">Compete</a> e o <a href="http://www.quantcast.com/">Quantcast</a>, que nos permitem ter uma visão do desempenho dos nossos concorrentes. Especialmente se foram negócios Web. </p>
<p>Apurem, no entanto, o vosso sentido crítico porque a fiabilidade destes instrumentos nem sempre é a melhor… O ideal é cruzarem vários. </p>
<h2>9. Alterações nos web sites dos concorrentes </h2>
<p>Imaginem que um concorrente vosso resolve alterar de um dia para o outro os preços da sua oferta. Vocês têm que saber imediatamente e, caso considerem pertinente, reagir.</p>
<h2>Conclusão    </h2>
<p>Depois desta longa, e aparentemente trabalhosa, lista muitos de vocês devem estar a pensar que têm que ficar em estado de alerta 24 sobre 24 horas&#8230;</p>
<p>Ainda ficarão mais convictos dessa ideia se vos dizer que já existem profissionais exclusivamente dedicados à gestão da reputação on-line. Mas não há razão para desesperar.</p>
<p>Felizmente <span class="mark">todos os dias surgem novos instrumentos para nos ajudar nesta tarefa hercúlea</span>. Esse será o tema de um próximo artigo…  </p>
<p>Um última nota: apesar <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">desta série de artigos</a> se focar apenas na monitorização, não se esqueçam que muitas vezes depois de ouvir é preciso agir!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manual de Monitorização da Reputação On-line</title>
		<link>http://guspim.net/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 07:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação on-line]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Com o advento dos social media a produção e disseminação de informação democratizou-se</span>, deixando de ser um “privilégio” de poucos para passar  a estar ao alcance de todos.  É caso para dizer que <span class="mark">os media somos  todos nós</span>… </p>

<p class="mb05"><span class="mark">Os blogs e as redes sociais, entre outros, redefiniram completamente a forma como comunicamos e interagimos</span>. Rapidamente as pessoas  descobriram o enorme potencial deste “novo mundo” para verbalizarem os seus pensamentos, assim como obter feedback sobre as suas ideias.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="486" title="Twitter" alt="Twitter" src="/img/artigos/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/TwitterWords.gif"/>
</div>
<p><span class="mark">Com o advento dos social media a produção e disseminação de informação democratizou-se</span>, deixando de ser um “privilégio” de poucos para passar  a estar ao alcance de todos.  É caso para dizer que <span class="mark">os media somos  todos nós</span>… </p>
<p><span class="mark">Os blogs e as redes sociais, entre outros, redefiniram completamente a forma como comunicamos e interagimos</span>. Rapidamente as pessoas  descobriram o enorme potencial deste “novo mundo” para verbalizarem os seus pensamentos, assim como obter feedback sobre as suas ideias.</p>
<p>Perante este cenário, não podemos ser espectadores passivos; temos que usar estes “novos media” para <span class="mark">entrar na conversa desde o primeiro minuto</span>. Principalmente quando o assunto somos nós!</p>
<p>A criação de uma marca consistente, seja pessoal ou comercial, pode demorar anos; a sua destruição pode ter como foco uma única voz  descontente.</p>
<p>Não há que ter “medo” de perder o controlo; <span class="mark">existe uma série de ferramentas que nos permitem monitorizar tudo o que se diz on-line</span>, “tim  tim por tim tim”.</p>
<p>Vou <span class="mark">escrever vários artigos sobre esta temática, sendo que este primeiro servirá como “agregador” de todos os outros</span>. </p>
<p>Estes artigos terão com  eixo unificador a monitorização de “negócios”, mas quase tudo o que se dirá aqui servirá também para quem queira estar atento à sua “marca pessoal”. </p>
<p>Por último, deixo um apelo: há variadíssimas formas de monitorizar o que se passa on-line pelo que qualquer manual pecará sempre por defeito. <span class="mark">Conto convosco para me ajudarem na escrita do manual</span> e me  alertarem para eventuais omissões ;-) </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Notas Soltas] Edição do Regresso</title>
		<link>http://guspim.net/2009/04/21/notas-soltas-edicao-do-regresso/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/04/21/notas-soltas-edicao-do-regresso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 14:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[notas soltas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Antes de mais uma confissão: sou provavelmente o pior estratega de branding pessoal à face da terra. Acreditam que só hoje é que reparei que não escrevo aqui há mais de dois meses? Dois meses?!   </p>

<p class="mb05">Qualquer “cartilha do blogger” recomenda vários posts por semana (senão por dia), e eu remeto-me a um silêncio sepulcral de dois meses?! Shame on me.     </p>
                                                                            ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
 <img class="si" width="200" height="299" title="Fotografia de dslwc" alt="Fotografia de dslwc" src="/img/artigos/notas-soltas-edicao-do-regresso/TheReturn.jpg"/></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/dslwc/1565544610//">Fotografia de dslwc</a></p>
</div>
<p>Antes de mais uma confissão: sou provavelmente o pior estratega de branding pessoal à face da terra. Acreditam que só hoje é que reparei que não escrevo aqui há mais de dois meses? Dois meses?!   </p>
<p>Qualquer “cartilha do blogger” recomenda vários posts por semana (senão por dia), e eu remeto-me a um silêncio sepulcral de dois meses?! Shame on me.     </p>
<p>Justificações? Sim, algumas: para além da habitual profissão de fé em torno do <a href="http://www.survs.com">projecto</a> que vocês sabem, tenho andado numa luta sem fim para ultrapassar uma maleita que me acompanha desde o ano passado apelidada de calcificação do ombro. Soa agressivo, não soa? É.                                     </p>
<p>A dedicação ao Survs continuará em pleno, mas felizmente, após dois “passadores de receitas” e um médico digno do nome, começo a saber o que é viver sem uma dor constante. E estou a gostar. </p>
<p>Curiosamente, este espaço tem vindo a aumentar o número de visitas de dia para dia. Será que me estão a mandar uma mensagem do tipo: “promete que te calas que nós damos-te atenção”? </p>
<p>Terei que fazer orelhas moucas a esse recado porque a escrita é algo que me atormenta se não a deixo sair. </p>
<h2>Post scriptum</h2>
<p>Alguém já se lembrou de fazer uma rede social que permita classificar e comentar a prestação dos médicos? Há algum constrangimento legal? É que me ocorreriam algumas coisas para dizer neste momento….  </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2009/04/21/notas-soltas-edicao-do-regresso/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Rodrigo Serra</title>
		<link>http://guspim.net/2009/02/18/entrevista-rodrigo-serra/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/02/18/entrevista-rodrigo-serra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 23:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Rodrigo é um amigo de longa data com uma paixão incomensurável pelo que faz. Devem ser raras as pessoas que aos 7 anos de idade já sabem o que querem ser quando forem grandes. Ele não só traçou desde logo o seu destino como nunca desistiu apesar dos inúmeros moinhos de vento que lhe apareceram no caminho.</p>

<p class="mb05">É também um tipo que dá significado à palavra <em>coolness</em>. Eu costumo dizer que ele se sente tão à vontade numa festa de debutantes como no meio do Botswana a anestesiar um leão de 300 quilos. Está-lhe no sangue. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="150" height="150" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/rodas.jpg" alt="Rodrigo Serra" title="Rodrigo Serra"/></p>
<dl>
<dt>Rodrigo Serra</dt>
<dd>Veterinário</dd>
</dl>
</div>
<p>O Rodrigo é um amigo de longa data com uma paixão incomensurável pelo que faz. Devem ser raras as pessoas que aos 7 anos de idade já sabem o que querem ser quando forem grandes. Ele não só traçou desde logo o seu destino como nunca desistiu apesar dos inúmeros moinhos de vento que lhe apareceram no caminho.</p>
<p>É também um tipo que dá significado à palavra <em>coolness</em>. Eu costumo dizer que ele se sente tão à vontade numa festa de debutantes como no meio do Botswana a anestesiar um leão de 300 quilos. Está-lhe no sangue. </p>
<p>Espero que a entrevista com este <em>globetrotter</em> sirva para demonstrar aos mais cépticos que o sonho realmente comanda a vida. É só preciso dar um passo de cada vez.  </p>
<div id="interview">
<h2>Quando descobriste a tua vocação profissional?  </h2>
<p>Acho que descobri primeiro o que queria fazer &#8211; aos 7 anos &#8211; do que propriamente a minha vocação profissional. Descobri que queria &#8220;tratar&#8221; do lince-ibérico, uma vez que na altura  estava em marcha a campanha &#8220;Salvemos o lince-ibérico e a Serra da Malcata&#8221; da Liga para a Protecção da Natureza.</p>
<p>
<div class="miContainer">
<img class="si" width="465" height="312" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/lince.jpg" alt="Lince Ibérico" title="Lince Ibérico"/></p>
</div>
<p> Tratar, para mim que tinha 7 anos e uma mãe médica, queria dizer tratar-lhes da saúde, ainda que propriamente dita e não tratar-lhes da saúde como tratámos, levando o lince-ibérico à pré-extinção em Portugal.</p>
<p> Andei sempre pelas áreas científicas até à medicina veterinária, e daí passei para a especialização em medicina da conservação, já lá vão 8 anos.  </p>
<h2>Fala-nos um pouco do teu percurso profissional&#8230;    </h2>
<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="301" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/anestesia.jpg" alt="Rodrigo Serra" title="Rodrigo Serra"/></p>
</div>
<p>Comecei por trabalhar para arranjar uns cobres extras para as saídas e outros gastos, enquanto tirava o curso de medicina veterinária em Lisboa. Isto num atelier de decoração de interiores, onde aprendi de tudo &#8211; fui paquete, controlei contas de clientes, ajudei a pendurar quadros e cortinas, atendi telefones, tirei cafés, fiz arquivo, etc &#8211; experiência esta que ainda hoje me serve e de muito.</p>
<p>Ao acabar o curso, comecei por fazer estágio profissional em Portugal, numa clínica de animais de companhia, após o que me lancei para Barcelona, pago pelo programa Leonardo da Vinci, para trabalhar num hospital de referência para espécies de animais de companhia e animais &#8220;exóticos&#8221;.</p>
<p>Já fui para Barcelona com intuito de me formar intensivamente (num hospital há muito trabalho, muito mais que numa clínica normal) para poder aceder ao mestrado que queria fazer em Londres &#8211; medicina de animais selvagens &#8211; logo no ano seguinte a formar-me como veterinário. E assim foi. </p>
<p>Passei 2000-01 no <a href="http://www.zsl.org/zsl-london-zoo/">Zoo de Londres</a> e no <a href="http://www.rvc.ac.uk/">Royal Veterinary College</a>, num mestrado organizado por este e pelo <a href="http://www.zoo.cam.ac.uk/ioz/">Institute of Zoology</a>, a casa de Charles Darwin. Fiz tese sobre chitas (eu e os gatos) e terminei o mestrado já com convite para trabalhar para o Okavango Lion Research Project, no Botswana.</p>
<p>Enquanto fazia mestrado trabalhei também num hospital veterinário em Londres, para ganhar a vida e experiência. A partir de 2002, dediquei alguns meses por ano a investigar o estado de saúde de leões do delta do Okavango, entre o Botswana (onde anestesiava leões e colhia amostras biológicas &#8211; sangue, etc.) e laboratórios europeus (Zurique e Glasgow, onde entregava e processava amostras), até 2008. </p>
<div class="miContainer">
<img class="si" width="465" height="312" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/leao.jpg" alt="Leão" title="Leão"/></p>
</div>
<p>Entretanto, comecei a trabalhar para a Reserva Natural da Serra da Malcata em finais de 2003. A ideia era ajudar a desenvolver um plano de conservação /ex situ/, ou seja, de reprodução em cativeiro e tudo o que lhe está associado. Entrei no programa Espanhol, então a dar os primeiros passos, e acompanhei como assessor todo o processo do seu desenvolvimento.</p>
<p>Paralelamente, apliquei esse desenvolvimento a Portugal e assim nasce o programa de conservação /ex situ/ português, em meados de 2005. Ajudei a desenvolver e a aplicar o projecto do Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico, cuja construção (prestes a terminar) acompanho como consultor das Águas do Algarve. Espero poder participar também quando chegarem os linces, daqui a dois, três meses&#8230;</p>
<h2>Em que projectos estás envolvido actualmente?  </h2>
<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://internationalgipsy.blogspot.com/2008/07/ufdates-sim-uf-dates.html"><br />
<img class="si" width="200" height="124" src="/img/artigos/ivi-wildlifemedia/iviwildlifemedia.gif" alt="I.V.I." title="I.V.I."/><br />
</a>
</div</p>
<p>Além do que já contei acima, estou também a fazer uma tese de doutorado no Clinical Lab, da Universidade de Zurique, em epidemiologia de felinos &#8211; estudo populações de felinos, selvagens e de cativeiro, procurando saber com que doenças estão infectados ou com que doenças tiveram contacto. Implica além do Botswana, trabalho com o <a href="http://www.breedingcentresharjah.com/">Breeding Centre for Endangered Arabian Wildlife</a>, que reproduz leopardos árabes, chitas, gatos do deserto, caracais e gatos de gordon.       </p>
<p>Estou também muito dedicado a desenvolver a minha empresa (IVI &#8211; Investigação Veterinária Independente), sob a qual desenvolvo todos estes trabalhos e ainda uma unidade de media, que faz desde &#8220;sites&#8221; de internet até documentários, tudo aplicado à conservação da natureza.</p>
<h2>Quando é que vamos ter linces ibéricos em terras lusas?  </h2>
<p>Em princípio, poderemos esperar ter linces entre Maio e Setembro deste ano.        </p>
<h2>O que te vês a fazer daqui a 5 anos? </h2>
<p>Vejo-me a avaliar o desempenho do centro do lince, e a avaliar a minha vida profissional, pessoal, ambições e hipóteses de futuro&#8230;  </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado&#8230;        </h2>
<p>Essa, amigo, é muito difícil. UM livro?? UM disco?? UM filme???. Não dá. Livros: A Origens das Espécies (Charles Darwin), O Polegar do Panda (Stephen Jay Gould), No Logo (Naomi Campbel), Freakonomics (Stephen Dubner e Steven Levitt), Out of Control (Kevin Kelly), Leviathan (Paul Auster), American Psycho (Bret Easton Ellis), The Secret Life of Bees (Sue Monk Kidd), e muitos outros que me vão irritar por não me ter lembrado deles.</p>
<p>Disco: aqui é mais fácil, mas MUITO injusto. Enfim, para simplificar, An American Prayer, Jim Morrison and The Doors</p>
<p>Filme: Wild at Heart (David Lynch), Barton Fink (Irmãos Cohen), Naked Lunch (David Cronenberg). 2001 Odisseia no Espaço (Stanley Kubric),  Life of Brian (Monty Python). E mais, claro, mas pronto.          </p>
</p></div>
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		<title>O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo</title>
		<link>http://guspim.net/2009/02/10/o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 16:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando era miúdo dizia a toda a gente que tinha o melhor pai do mundo (e tenho). Talvez por isso goste em particular do carácter categórico da afirmação “o melhor do mundo”. Não deixa dúvidas.     </p>

<p class="mb05">Agora imaginem que a essa expressão, que por si só nos transporta para o mundo idílico da infância, adicionam “bolo de chocolate”. Vejam bem: não é “um bom bolo de chocolate”; nem “um dos melhores bolos de chocolate”: é <a href="http://www.omelhorbolodechocolatedomundo.com/">O MELHOR BOLO DE CHOCOLATE DO MUNDO</a>!</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://www.omelhorbolodechocolatedomundo.com/" class="naked"><img class="si" width="200" height="145" title="O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo " alt="O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo" src="/img/artigos/o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo/omelhorbolodechocolatedomundo.gif"/></a>
</div>
<p>Quando era miúdo dizia a toda a gente que tinha o melhor pai do mundo (e tenho). Talvez por isso goste em particular do carácter categórico da afirmação “o melhor do mundo”. Não deixa dúvidas.     </p>
<p>Agora imaginem que a essa expressão, que por si só nos transporta para o mundo idílico da infância, adicionam “bolo de chocolate”. Vejam bem: não é “um bom bolo de chocolate”; nem “um dos melhores bolos de chocolate”: é <a href="http://www.omelhorbolodechocolatedomundo.com/">O MELHOR BOLO DE CHOCOLATE DO MUNDO</a>!</p>
<p>Tive a sorte do melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo (parece que as palavras foram feitas para estar juntas…) ter vindo ter comigo por vontade própria. Bem, teve a ajuda da melhor irmã do mundo, que o tornou convidado habitual dos nossos repastos. </p>
<p>Com grande pesar meu, é impossível traduzir por palavras as sensações que a degustação de tão sublime iguaria provoca. Vão ter mesmo que ser vocês a submeter-se a tão penosa experiência ;-)</p>
<p>Ok, ok, imagino que já só querem saber as coordenadas para fazerem “a prova dos nove”. É simples, é no número 99 da Rua Coelho da Rocha, bem pertinho do Mercado de Campo de Ourique.</p>
<p>Para terminar, quero desde já iniciar uma petição para que o melhor bolo de chocolate do mundo seja declarado urgentemente património nacional!</p>
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