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	<title>guspim.net</title>
	
	<link>http://guspim.net</link>
	<description>Projectos Web, Produtividade e "Mundo da Vida"</description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Jun 2009 13:05:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O que é que o Fernando Pessoa nos pode ensinar sobre empreendedorismo?</title>
		<link>http://guspim.net/2009/06/23/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[IST]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[survs]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p >Quem já passou pela experiência de lançar uma <em>startup</em> com parcos recursos, sabe que é uma dualidade constante entre momentos de puro gozo, em que transpiramos auto-confiança, e outros em que a pergunta "será possível?" nos martela a cabeça num loop interminável. </p>    

<p class="mb05">Num projecto de cariz diferente, em que estive envolvido recentemente (o novo <a href="http://www.ist.utl.pt">web site do IST</a>), recebemos uma crítica menos positiva que originou uma intensa troca de emails carregados de referências poéticas. Sim, os engenheiros também sentem :-).</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="309" title="Fernando Pessoa" alt="Fernando Pessoa" src="/img/artigos/o-que-e-que-o-fernando-pessoa-nos-pode-ensinar-sobre-empreendedorismo/pessoa.jpg"/>    </a>
</div>
<p>Quem já passou pela experiência de lançar uma <em>startup</em> com parcos recursos, sabe que é uma dualidade constante entre momentos de puro gozo, em que transpiramos auto-confiança, e outros em que a pergunta &#8220;será possível?&#8221; nos martela a cabeça num loop interminável. </p>
<p>Num projecto de cariz diferente, em que estive envolvido recentemente (o novo <a href="http://www.ist.utl.pt">web site do IST</a>), recebemos uma crítica menos positiva que originou uma intensa troca de emails carregados de referências poéticas. Sim, os engenheiros também sentem :-).</p>
<p>Deixou-vos aqui um dos poemas citados, “A Maior Empresa do Mundo”, de Fernando Pessoa, para lerem nas alturas em que os índices de confiança estiverem mais baixos ;-).  </p>
<div id="interview">
<p>Posso ter defeitos, viver ansioso<br /> e ficar irritado algumas vezes,<br /> mas não me esqueço de que a minha vida  <br />é a maior empresa do mundo,<br />  e que posso evitar que ela vá á falência.</p>
<p>Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver<br /> apesar de todos os desafios,<br /> incompreensões e períodos de crise. </p>
<p> Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas <br />  e tornar-se num autor da própria história.</p>
<p>	É atravessar desertos fora de si,<br /> mas ser capaz de encontrar um oásis<br />  no recôndito da sua alma.<br /> É agradecer a Deus a cada manhã <br />pelo milagre da vida. </p>
<p>Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.<br /> É saber falar de si mesmo.<br /> É ter coragem para ouvir um não.<br /> É ter segurança para receber uma critica,<br /> mesmo que injusta.</p>
<p> Pedras no caminho?<br /> Guardo-as todas,<br />  um dia vou construir um castelo&#8230;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As Angústias de um Leitor Renegado</title>
		<link>http://guspim.net/2009/06/12/as-angustias-de-um-leitor-renegado/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/06/12/as-angustias-de-um-leitor-renegado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[audiobooks]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Há já algum tempo que não leio</span>. Livros entenda-se. O cansaço dos olhos após intermináveis horas à frente do ecrã do computador, e um ombro calcificado, levaram-me a optar pelos <em>audiobooks</em>. </p>

<p class="mb05">As minhas leituras são agora exercícios de preguiça enquanto alguém me vai narrando os livros que escolho ouvir. Infelizmente, <span class="mark">nem tudo são rosas</span>…</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://www.flickr.com/photos/itopic/3581708668/"><img class="si" width="200" height="277" title="Fotografia de iTopic" alt="Fotografia de iTopic" src="/img/artigos/as-angustias-de-um-leitor-renegado/ipod.jpg"/>    </a>
</div>
<p><span class="mark">Há já algum tempo que não leio</span>. Livros entenda-se. O cansaço dos olhos após intermináveis horas à frente do ecrã do computador, e um ombro calcificado, levaram-me a optar pelos <em>audiobooks</em>. </p>
<p>As minhas leituras são agora exercícios de preguiça enquanto alguém me vai narrando os livros que escolho ouvir. Infelizmente, <span class="mark">nem tudo são rosas</span>…</p>
<p><span class="mark">Um dos espinhos é a dificuldade em “reler” partes que ficaram para trás quando quero recordar algo</span>. Apesar de existirem marcadores de capítulos, acabo sempre por andar para a frente e para trás vezes sem conta até acertar no sítio certo. Mas esse é o menor dos males…</p>
<p><span class="mark">O que me perturba mesmo são as vozes monocórdicas!</span> Pelo menos quando a intenção é ouvir o livro; porque para adormecer não há melhor remédio. E porque é que escolhem vozes destas? Porque ter um autor a narrar a sua própria obra vende mais. É a unica explicação que consigo encontrar…</p>
<div class="miContainer">
<a class="naked" href="http://www.flickr.com/photos/ann-d/2200169129/"><img class="mi" width="465" height="367" title="Imagem de Ann-D" alt="Fotografia de Ann-D" src="/img/artigos/as-angustias-de-um-leitor-renegado/fall-asleep.jpg"/>    </a></p>
</div>
<p>Sei o que estão a pensar: é um privilégio ter o próprio autor a dizer-nos ao ouvido o que escreveu. Quem melhor que o criador de uma obra para lhe conferir e entoação certa? Acontece que o mundo não é perfeito; há <a href="http://www.audible.com/adbl/site/products/ProductDetail.jsp?BV_SessionID=@@@@1041611952.1244734860@@@@&#038;BV_EngineID=cccgadehhkdgfhfcefecekjdffidfjf.0&#038;productID=BK_COVE_000013">casos gritantes</a> em que só me apetece pôr uma mordaça na boca do tipo que decidiu lançar uma <em>fatwa</em> aos meus ouvidos!</p>
<p>Vejam bem: <span class="mark">deixei de ler para poupar os olhos e eis que sou acossado por vozes que me fustigam o cérebro com o seu poder inebriante</span>. Porca miséria!</p>
<p>Remato este desabafo com o conselho que já devem imaginar: <span class="mark">nunca, mas mesmo nunca, comprem um <em>audiobook</em> sem ouvirem um excerto antes</span>. Mais: se tiverem o mais pequeno sinal de que a voz não é a ideal não comprem. Caso contrário, ainda acabam como eu a escrever interessantíssimos artigos sobre vozes monocórdicas ;-).  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>9 Pontos Incontornáveis da Monitorização da Reputação On-line</title>
		<link>http://guspim.net/2009/05/31/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/05/31/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 May 2009 16:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação on-line]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de vos ter alertado para a <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">necessidade de monitorizar todas as conversas on-line que vos “envolvam”</a>, vou agora  <span class="mark">identificar qual o tipo de “actividade” a que devem estar especialmente atentos</span>.</p>

<p class=""mb05>A lista que apresento não é exaustiva, mas garanto-vos que se seguirem estes pontos já não haverá muito que escape ao vosso “radar”.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="486" src="/img/artigos/9-pontos-incontornaveis-da-monitorizacao-da-reputacao-on-line/TwitterWords2.gif" alt="Twitter" title="Twitter"/>
</div>
<p>Depois de vos ter alertado para a <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">necessidade de monitorizar todas as conversas on-line que vos “envolvam”</a>, vou agora  <span class="mark">identificar qual o tipo de “actividade” a que devem estar especialmente atentos</span>.</p>
<p>A lista que apresento não é exaustiva, mas garanto-vos que se seguirem estes pontos já não haverá muito que escape ao vosso “radar”.</p>
<p>Para quem for novo nestas andanças, os pontos que se seguem podem ser um pouco difíceis de assimilar, ou até parecerem carentes de sentido. Os próximos artigos provar-vos-ão o contrário ;-).</p>
<h2>1. Nome da empresa e dos seus produtos e/ou serviços   </h2>
<p>Penso que este ponto é <em>self explanatory</em>: se alguém se refere a nós é óbvio que queremos, e devemos, saber o que disse.</p>
<p>Não cometam o erro de menosprezar algumas “vozes” por lhes atribuírem menos importância: na Web social as afirmações do “zé da esquina” por vezes propagam-se mais depressa do que as dos <em>mass media</em>. Estejam atentos! </p>
<h2>2. Url’s da empresa e dos seus produtos e/ou serviços  </h2>
<p>Por vezes as menções são feitas sem se denominar o sujeito. Imaginem que alguém faz a seguinte afirmação: “estes gajos são uma maravilha”. A única forma de detectarem quem são “os gajos” é através do url…   </p>
<h2>3. Comentários em blogs </h2>
<p>Estranhamente muitas das ferramentas que detectam os pontos 1 e 2 ignoram os comentários de blogs. No artigo que irei dedicar aos instrumentos de monitorização, falar-vos-ei de alguns que permitem contornar este “problema”.</p>
<h2>4. Actividade on-line dos principais sócios e empregados  </h2>
<p>Imagino que já estejam a pensar: “este tipo é um autêntico <em>control freak</em>…” Nada mais falso. Até sou apologista de uma política de comunicação aberta, desde que os comentários pessoais sejam feitos em nome próprio.  </p>
<p>Dito isto, é importante saber o que os nossos sócios dizem, e antecipar possíveis problemas daí derivados.</p>
<h2>5. Palavras relacionadas com a vossa área de negócio  </h2>
<p>Um olhar atento sobre o que se diz permite-nos sentir o pulso ao mercado e dá-nos pistas sobre a sua evolução.  </p>
<p>Um exemplo prático: eu estou no mercado dos inquéritos on-line, por isso sigo diariamente o que se diz na Web sobre <em>online surveys</em>, <em>survey tools</em>, <em>survey software</em> e muitos outros termos relacionados.</p>
<h2>6. Principais sítios onde se discutem as temáticas do vosso mercado (blogs, fóruns, redes sociais, etc) </h2>
<p>Não confundam este ponto com o anterior: o “rastreio” de palavras-chave dá-nos pistas e permitem aferir o “nível de popularidade” de certos termos; mas o verdadeiro sumo só se consegue se imergirmos bem fundo no que se diz por essa Web fora.    </p>
<p>Um das vantagens da Web social é que podemos acompanhar de perto tendências, obter feedback, etc. Basta frequentar os “sítios” certos.</p>
<h2>7. Aplicar os pontos 1, 2, 3 e 4 aos vossos principais concorrentes </h2>
<p>Nunca percam a vossa concorrência de vista. Por melhor que seja o vosso trabalho, o seu sucesso ou fracasso está sempre dependente das acções dos vossos concorrentes.</p>
<p>É fácil, principalmente em equipas pequenas, centrarmo-nos  tanto no que estamos a fazer que deixamos de olhar para a evolução do mercado. Não comentam esse erro: pode ser fatal!     </p>
<h2>8. Desempenho dos principais concorrentes    </h2>
<p>Hoje em dia existem várias ferramentas, como o <a href="http://www.compete.com">Compete</a> e o <a href="http://www.quantcast.com/">Quantcast</a>, que nos permitem ter uma visão do desempenho dos nossos concorrentes. Especialmente se foram negócios Web. </p>
<p>Apurem, no entanto, o vosso sentido crítico porque a fiabilidade destes instrumentos nem sempre é a melhor… O ideal é cruzarem vários. </p>
<h2>9. Alterações nos web sites dos concorrentes </h2>
<p>Imaginem que um concorrente vosso resolve alterar de um dia para o outro os preços da sua oferta. Vocês têm que saber imediatamente e, caso considerem pertinente, reagir.</p>
<h2>Conclusão    </h2>
<p>Depois desta longa, e aparentemente trabalhosa, lista muitos de vocês devem estar a pensar que têm que ficar em estado de alerta 24 sobre 24 horas&#8230;</p>
<p>Ainda ficarão mais convictos dessa ideia se vos dizer que já existem profissionais exclusivamente dedicados à gestão da reputação on-line. Mas não há razão para desesperar.</p>
<p>Felizmente <span class="mark">todos os dias surgem novos instrumentos para nos ajudar nesta tarefa hercúlea</span>. Esse será o tema de um próximo artigo…  </p>
<p>Um última nota: apesar <a href="/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/">desta série de artigos</a> se focar apenas na monitorização, não se esqueçam que muitas vezes depois de ouvir é preciso agir!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manual de Monitorização da Reputação On-line</title>
		<link>http://guspim.net/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/05/01/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 07:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[User Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[reputação on-line]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Com o advento dos social media a produção e disseminação de informação democratizou-se</span>, deixando de ser um “privilégio” de poucos para passar  a estar ao alcance de todos.  É caso para dizer que <span class="mark">os media somos  todos nós</span>… </p>

<p class="mb05"><span class="mark">Os blogs e as redes sociais, entre outros, redefiniram completamente a forma como comunicamos e interagimos</span>. Rapidamente as pessoas  descobriram o enorme potencial deste “novo mundo” para verbalizarem os seus pensamentos, assim como obter feedback sobre as suas ideias.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="486" title="Twitter" alt="Twitter" src="/img/artigos/manual-de-monitorizacao-da-reputacao-on-line/TwitterWords.gif"/>
</div>
<p><span class="mark">Com o advento dos social media a produção e disseminação de informação democratizou-se</span>, deixando de ser um “privilégio” de poucos para passar  a estar ao alcance de todos.  É caso para dizer que <span class="mark">os media somos  todos nós</span>… </p>
<p><span class="mark">Os blogs e as redes sociais, entre outros, redefiniram completamente a forma como comunicamos e interagimos</span>. Rapidamente as pessoas  descobriram o enorme potencial deste “novo mundo” para verbalizarem os seus pensamentos, assim como obter feedback sobre as suas ideias.</p>
<p>Perante este cenário, não podemos ser espectadores passivos; temos que usar estes “novos media” para <span class="mark">entrar na conversa desde o primeiro minuto</span>. Principalmente quando o assunto somos nós!</p>
<p>A criação de uma marca consistente, seja pessoal ou comercial, pode demorar anos; a sua destruição pode ter como foco uma única voz  descontente.</p>
<p>Não há que ter “medo” de perder o controlo; <span class="mark">existe uma série de ferramentas que nos permitem monitorizar tudo o que se diz on-line</span>, “tim  tim por tim tim”.</p>
<p>Vou <span class="mark">escrever vários artigos sobre esta temática, sendo que este primeiro servirá como “agregador” de todos os outros</span>. </p>
<p>Estes artigos terão com  eixo unificador a monitorização de “negócios”, mas quase tudo o que se dirá aqui servirá também para quem queira estar atento à sua “marca pessoal”. </p>
<p>Por último, deixo um apelo: há variadíssimas formas de monitorizar o que se passa on-line pelo que qualquer manual pecará sempre por defeito. <span class="mark">Conto convosco para me ajudarem na escrita do manual</span> e me  alertarem para eventuais omissões ;-) </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Notas Soltas] Edição do Regresso</title>
		<link>http://guspim.net/2009/04/21/notas-soltas-edicao-do-regresso/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/04/21/notas-soltas-edicao-do-regresso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 14:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[notas soltas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Antes de mais uma confissão: sou provavelmente o pior estratega de branding pessoal à face da terra. Acreditam que só hoje é que reparei que não escrevo aqui há mais de dois meses? Dois meses?!   </p>

<p class="mb05">Qualquer “cartilha do blogger” recomenda vários posts por semana (senão por dia), e eu remeto-me a um silêncio sepulcral de dois meses?! Shame on me.     </p>
                                                                            ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
 <img class="si" width="200" height="299" title="Fotografia de dslwc" alt="Fotografia de dslwc" src="/img/artigos/notas-soltas-edicao-do-regresso/TheReturn.jpg"/></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/dslwc/1565544610//">Fotografia de dslwc</a></p>
</div>
<p>Antes de mais uma confissão: sou provavelmente o pior estratega de branding pessoal à face da terra. Acreditam que só hoje é que reparei que não escrevo aqui há mais de dois meses? Dois meses?!   </p>
<p>Qualquer “cartilha do blogger” recomenda vários posts por semana (senão por dia), e eu remeto-me a um silêncio sepulcral de dois meses?! Shame on me.     </p>
<p>Justificações? Sim, algumas: para além da habitual profissão de fé em torno do <a href="http://www.survs.com">projecto</a> que vocês sabem, tenho andado numa luta sem fim para ultrapassar uma maleita que me acompanha desde o ano passado apelidada de calcificação do ombro. Soa agressivo, não soa? É.                                     </p>
<p>A dedicação ao Survs continuará em pleno, mas felizmente, após dois “passadores de receitas” e um médico digno do nome, começo a saber o que é viver sem uma dor constante. E estou a gostar. </p>
<p>Curiosamente, este espaço tem vindo a aumentar o número de visitas de dia para dia. Será que me estão a mandar uma mensagem do tipo: “promete que te calas que nós damos-te atenção”? </p>
<p>Terei que fazer orelhas moucas a esse recado porque a escrita é algo que me atormenta se não a deixo sair. </p>
<h2>Post scriptum</h2>
<p>Alguém já se lembrou de fazer uma rede social que permita classificar e comentar a prestação dos médicos? Há algum constrangimento legal? É que me ocorreriam algumas coisas para dizer neste momento….  </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guspim.net/2009/04/21/notas-soltas-edicao-do-regresso/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>[Entrevista] Rodrigo Serra</title>
		<link>http://guspim.net/2009/02/18/entrevista-rodrigo-serra/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/02/18/entrevista-rodrigo-serra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 23:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Rodrigo é um amigo de longa data com uma paixão incomensurável pelo que faz. Devem ser raras as pessoas que aos 7 anos de idade já sabem o que querem ser quando forem grandes. Ele não só traçou desde logo o seu destino como nunca desistiu apesar dos inúmeros moinhos de vento que lhe apareceram no caminho.</p>

<p class="mb05">É também um tipo que dá significado à palavra <em>coolness</em>. Eu costumo dizer que ele se sente tão à vontade numa festa de debutantes como no meio do Botswana a anestesiar um leão de 300 quilos. Está-lhe no sangue. </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="150" height="150" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/rodas.jpg" alt="Rodrigo Serra" title="Rodrigo Serra"/></p>
<dl>
<dt>Rodrigo Serra</dt>
<dd>Veterinário</dd>
</dl>
</div>
<p>O Rodrigo é um amigo de longa data com uma paixão incomensurável pelo que faz. Devem ser raras as pessoas que aos 7 anos de idade já sabem o que querem ser quando forem grandes. Ele não só traçou desde logo o seu destino como nunca desistiu apesar dos inúmeros moinhos de vento que lhe apareceram no caminho.</p>
<p>É também um tipo que dá significado à palavra <em>coolness</em>. Eu costumo dizer que ele se sente tão à vontade numa festa de debutantes como no meio do Botswana a anestesiar um leão de 300 quilos. Está-lhe no sangue. </p>
<p>Espero que a entrevista com este <em>globetrotter</em> sirva para demonstrar aos mais cépticos que o sonho realmente comanda a vida. É só preciso dar um passo de cada vez.  </p>
<div id="interview">
<h2>Quando descobriste a tua vocação profissional?  </h2>
<p>Acho que descobri primeiro o que queria fazer &#8211; aos 7 anos &#8211; do que propriamente a minha vocação profissional. Descobri que queria &#8220;tratar&#8221; do lince-ibérico, uma vez que na altura  estava em marcha a campanha &#8220;Salvemos o lince-ibérico e a Serra da Malcata&#8221; da Liga para a Protecção da Natureza.</p>
<p>
<div class="miContainer">
<img class="si" width="465" height="312" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/lince.jpg" alt="Lince Ibérico" title="Lince Ibérico"/></p>
</div>
<p> Tratar, para mim que tinha 7 anos e uma mãe médica, queria dizer tratar-lhes da saúde, ainda que propriamente dita e não tratar-lhes da saúde como tratámos, levando o lince-ibérico à pré-extinção em Portugal.</p>
<p> Andei sempre pelas áreas científicas até à medicina veterinária, e daí passei para a especialização em medicina da conservação, já lá vão 8 anos.  </p>
<h2>Fala-nos um pouco do teu percurso profissional&#8230;    </h2>
<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="301" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/anestesia.jpg" alt="Rodrigo Serra" title="Rodrigo Serra"/></p>
</div>
<p>Comecei por trabalhar para arranjar uns cobres extras para as saídas e outros gastos, enquanto tirava o curso de medicina veterinária em Lisboa. Isto num atelier de decoração de interiores, onde aprendi de tudo &#8211; fui paquete, controlei contas de clientes, ajudei a pendurar quadros e cortinas, atendi telefones, tirei cafés, fiz arquivo, etc &#8211; experiência esta que ainda hoje me serve e de muito.</p>
<p>Ao acabar o curso, comecei por fazer estágio profissional em Portugal, numa clínica de animais de companhia, após o que me lancei para Barcelona, pago pelo programa Leonardo da Vinci, para trabalhar num hospital de referência para espécies de animais de companhia e animais &#8220;exóticos&#8221;.</p>
<p>Já fui para Barcelona com intuito de me formar intensivamente (num hospital há muito trabalho, muito mais que numa clínica normal) para poder aceder ao mestrado que queria fazer em Londres &#8211; medicina de animais selvagens &#8211; logo no ano seguinte a formar-me como veterinário. E assim foi. </p>
<p>Passei 2000-01 no <a href="http://www.zsl.org/zsl-london-zoo/">Zoo de Londres</a> e no <a href="http://www.rvc.ac.uk/">Royal Veterinary College</a>, num mestrado organizado por este e pelo <a href="http://www.zoo.cam.ac.uk/ioz/">Institute of Zoology</a>, a casa de Charles Darwin. Fiz tese sobre chitas (eu e os gatos) e terminei o mestrado já com convite para trabalhar para o Okavango Lion Research Project, no Botswana.</p>
<p>Enquanto fazia mestrado trabalhei também num hospital veterinário em Londres, para ganhar a vida e experiência. A partir de 2002, dediquei alguns meses por ano a investigar o estado de saúde de leões do delta do Okavango, entre o Botswana (onde anestesiava leões e colhia amostras biológicas &#8211; sangue, etc.) e laboratórios europeus (Zurique e Glasgow, onde entregava e processava amostras), até 2008. </p>
<div class="miContainer">
<img class="si" width="465" height="312" src="/img/artigos/entrevista-rodrigo-serra/leao.jpg" alt="Leão" title="Leão"/></p>
</div>
<p>Entretanto, comecei a trabalhar para a Reserva Natural da Serra da Malcata em finais de 2003. A ideia era ajudar a desenvolver um plano de conservação /ex situ/, ou seja, de reprodução em cativeiro e tudo o que lhe está associado. Entrei no programa Espanhol, então a dar os primeiros passos, e acompanhei como assessor todo o processo do seu desenvolvimento.</p>
<p>Paralelamente, apliquei esse desenvolvimento a Portugal e assim nasce o programa de conservação /ex situ/ português, em meados de 2005. Ajudei a desenvolver e a aplicar o projecto do Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico, cuja construção (prestes a terminar) acompanho como consultor das Águas do Algarve. Espero poder participar também quando chegarem os linces, daqui a dois, três meses&#8230;</p>
<h2>Em que projectos estás envolvido actualmente?  </h2>
<div class="siContainer">
<a class="naked" href="http://internationalgipsy.blogspot.com/2008/07/ufdates-sim-uf-dates.html"><br />
<img class="si" width="200" height="124" src="/img/artigos/ivi-wildlifemedia/iviwildlifemedia.gif" alt="I.V.I." title="I.V.I."/><br />
</a>
</div</p>
<p>Além do que já contei acima, estou também a fazer uma tese de doutorado no Clinical Lab, da Universidade de Zurique, em epidemiologia de felinos &#8211; estudo populações de felinos, selvagens e de cativeiro, procurando saber com que doenças estão infectados ou com que doenças tiveram contacto. Implica além do Botswana, trabalho com o <a href="http://www.breedingcentresharjah.com/">Breeding Centre for Endangered Arabian Wildlife</a>, que reproduz leopardos árabes, chitas, gatos do deserto, caracais e gatos de gordon.       </p>
<p>Estou também muito dedicado a desenvolver a minha empresa (IVI &#8211; Investigação Veterinária Independente), sob a qual desenvolvo todos estes trabalhos e ainda uma unidade de media, que faz desde &#8220;sites&#8221; de internet até documentários, tudo aplicado à conservação da natureza.</p>
<h2>Quando é que vamos ter linces ibéricos em terras lusas?  </h2>
<p>Em princípio, poderemos esperar ter linces entre Maio e Setembro deste ano.        </p>
<h2>O que te vês a fazer daqui a 5 anos? </h2>
<p>Vejo-me a avaliar o desempenho do centro do lince, e a avaliar a minha vida profissional, pessoal, ambições e hipóteses de futuro&#8230;  </p>
<h2>Para terminar, indica-nos um livro, um disco e um filme que te tenham marcado&#8230;        </h2>
<p>Essa, amigo, é muito difícil. UM livro?? UM disco?? UM filme???. Não dá. Livros: A Origens das Espécies (Charles Darwin), O Polegar do Panda (Stephen Jay Gould), No Logo (Naomi Campbel), Freakonomics (Stephen Dubner e Steven Levitt), Out of Control (Kevin Kelly), Leviathan (Paul Auster), American Psycho (Bret Easton Ellis), The Secret Life of Bees (Sue Monk Kidd), e muitos outros que me vão irritar por não me ter lembrado deles.</p>
<p>Disco: aqui é mais fácil, mas MUITO injusto. Enfim, para simplificar, An American Prayer, Jim Morrison and The Doors</p>
<p>Filme: Wild at Heart (David Lynch), Barton Fink (Irmãos Cohen), Naked Lunch (David Cronenberg). 2001 Odisseia no Espaço (Stanley Kubric),  Life of Brian (Monty Python). E mais, claro, mas pronto.          </p>
</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo</title>
		<link>http://guspim.net/2009/02/10/o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/02/10/o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 16:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando era miúdo dizia a toda a gente que tinha o melhor pai do mundo (e tenho). Talvez por isso goste em particular do carácter categórico da afirmação “o melhor do mundo”. Não deixa dúvidas.     </p>

<p class="mb05">Agora imaginem que a essa expressão, que por si só nos transporta para o mundo idílico da infância, adicionam “bolo de chocolate”. Vejam bem: não é “um bom bolo de chocolate”; nem “um dos melhores bolos de chocolate”: é <a href="http://www.omelhorbolodechocolatedomundo.com/">O MELHOR BOLO DE CHOCOLATE DO MUNDO</a>!</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://www.omelhorbolodechocolatedomundo.com/" class="naked"><img class="si" width="200" height="145" title="O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo " alt="O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo" src="/img/artigos/o-melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo/omelhorbolodechocolatedomundo.gif"/></a>
</div>
<p>Quando era miúdo dizia a toda a gente que tinha o melhor pai do mundo (e tenho). Talvez por isso goste em particular do carácter categórico da afirmação “o melhor do mundo”. Não deixa dúvidas.     </p>
<p>Agora imaginem que a essa expressão, que por si só nos transporta para o mundo idílico da infância, adicionam “bolo de chocolate”. Vejam bem: não é “um bom bolo de chocolate”; nem “um dos melhores bolos de chocolate”: é <a href="http://www.omelhorbolodechocolatedomundo.com/">O MELHOR BOLO DE CHOCOLATE DO MUNDO</a>!</p>
<p>Tive a sorte do melhor-bolo-de-chocolate-do-mundo (parece que as palavras foram feitas para estar juntas…) ter vindo ter comigo por vontade própria. Bem, teve a ajuda da melhor irmã do mundo, que o tornou convidado habitual dos nossos repastos. </p>
<p>Com grande pesar meu, é impossível traduzir por palavras as sensações que a degustação de tão sublime iguaria provoca. Vão ter mesmo que ser vocês a submeter-se a tão penosa experiência ;-)</p>
<p>Ok, ok, imagino que já só querem saber as coordenadas para fazerem “a prova dos nove”. É simples, é no número 99 da Rua Coelho da Rocha, bem pertinho do Mercado de Campo de Ourique.</p>
<p>Para terminar, quero desde já iniciar uma petição para que o melhor bolo de chocolate do mundo seja declarado urgentemente património nacional!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>12 Dicas para Dormir uma Power Nap</title>
		<link>http://guspim.net/2009/01/15/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/01/15/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 11:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[insónias]]></category>
		<category><![CDATA[power naps]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sesta]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="mb05">Já vos <a href="/2008/12/16/siesta-20/">falei</a> dos enormes benefícios das <em>power naps</em>, é chegada a altura de vos dar <span class="mark">algumas dicas práticas para conseguirem dormir uma destas “novas sestas”</span>. </p>    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<a href="http://www.flickr.com/photos/driki/294676273/" class="naked"><img class="si" width="200" height="300" title="Fotografia de driki" alt="Fotografia de driki" src="/img/artigos/12-dicas-para-dormir-uma-power-nap/driki.jpg"/> </a>
</div>
<p>Já vos <a href="/2008/12/16/siesta-20/">falei</a> dos enormes benefícios das <em>power naps</em>, é chegada a altura de vos dar <span class="mark">algumas dicas práticas para conseguirem dormir uma destas “novas sestas”</span>:  </p>
<ol>
<li>Evitem bebidas com cafeína e outros estimulantes nas horas precedentes.</li>
<li>Escolham um local onde se sintam confortáveis (tenham especial atenção à temperatura).</li>
<li>Tentem libertar a cabeça de todos os assuntos que vos preocupam. </li>
<li>Reduzam ao máximo as hipóteses de distracção (desligar telemóvel, avisar quem vos rodeia que não querem ser perturbados, etc.).</li>
<li>Se um ambiente de completa escuridão for importante para vocês (para mim é), usem uma “venda” que vede completamente a entrada de luz.</li>
<li>Posicionem-se de barriga para cima, pois assim é mais fácil descontraírem.</li>
<li>Ouçam música calma caso isso vos facilite o sono, de preferência vocacionada para meditação ou inspirada em música com esse fim. Há quem prefira o som de uma voz. </li>
<li>Não evitem pensar nos assuntos que vos vêm à cabeça; simplesmente deixem-nos fluir sem nunca se reterem muito tempo no mesmo. </li>
<li>Foquem-se na respiração, ou melhor no que sentem quando o ar entra e sai do vosso corpo.</li>
<li>Coloquem um alarme para que sejam acordados quando o tempo da sesta terminar. Senão correm o risco de dormir muito mais tempo do que o planeado e acordarem “meio grogues”.</li>
<li>Depois de acordarem, recuperem lentamente do estado de sonolência em que se encontram (2 a 3 minutos) e logo de seguida refresquem a cara com água fria. </li>
<li>Tentem repetir a sesta diariamente à mesma hora. Está comprovado que a “nap zone” (altura em que é mais fácil adormecer) é entre as 14 e as 16 horas. Mas se para vocês (tal como para mim) não for possível fazê-lo a essa hora não hesitem em escolher uma da vossa conveniência.   </li>
</ol>
<h2>Dica bónus… Pzizz! </h2>
<p>A minha iniciação às <em>power naps</em> foi feita com o <a href="http://www.pzizz.com">Pzizz</a>, e apesar de hoje nem sempre recorrer a este software, posso afirmar sem sombra de dúvidas que o Pzizz é “meio caminho andado” para uma boa sesta. </p>
<p>Mas o que é o Pzizz? O Pzizz é um software que gera “bandas sonoras” compostas por um conjunto de sons misturados aleatoriamente com o propósito de nos ajudar a recuperar energia. </p>
<p>Bem, o que está por detrás do conceito é um pouco mais complexo e envolve programação neurolinguística e mais uns quantos palavrões assustadores. Felizmente tenho o Leo Laporte aqui à mão para vos fazer uma introdução ao Pzizz:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LMp87Kh5hIc&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LMp87Kh5hIc&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>                    </p>
<h2>Síntese </h2>
<p>Cada pessoa tem o seu ritual para dormir uma <em>power nap</em>, por isso a ideia é irem tentando até encontrarem o vosso equilíbrio. </p>
<p>Mesmo que custe um pouco até conseguirem, lembrem-se sempre da <span class="mark">recompensa</span> que vos espera no final: <span class="mark">melhoria da saúde, produtividade e criatividade</span>. E a única coisa que têm que fazer é dormir. Será pedir muito? ;-)   </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Objectified</title>
		<link>http://guspim.net/2009/01/12/objectified/</link>
		<comments>http://guspim.net/2009/01/12/objectified/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 11:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Hustwit]]></category>
		<category><![CDATA[Ideo]]></category>
		<category><![CDATA[Objectified]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="mark">Estou a salivar para ver o documentário <a href="http://www.objectifiedfilm.com/">Objectified</a></span>. Sim, a salivar. Sabem porquê? Porque nos vai levar - se o decidirem ver como eu - numa <span class="mark">incursão ao design industrial desde o processo criativo de alguns dos seus expoentes máximos até ao impacto que as suas obras têm nas nossas vidas</span>. </p>

<p class="mb05">E quem melhor para ser o cicerone nesta viagem do que <span class="mark">Gary Hustwit - o mesmo que nos mostrou de forma entusiasmante o universo da fonte de texto <a href="http://www.helveticafilm.com/">Helvetica</a></span>?!</p>  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;On an average day, each of us uses hundreds of objects. (&#8230;) Who makes all these things, and why do they look and feel the way they do? All of these objects are “designed,” but how can good design make them, and our lives, better?&#8221;</p>
<p class="source">
	<a href="http://www.objectifiedfilm.com/blog/lets-get-objectified/">Gary Hustwit  </a>
	</p>
</blockquote>
<p><span class="mark">Estou a salivar para ver o documentário <a href="http://www.objectifiedfilm.com/">Objectified</a></span>. Sim, a salivar. Sabem porquê? Porque nos vai levar &#8211; se o decidirem ver como eu &#8211; numa <span class="mark">incursão ao design industrial desde o processo criativo de alguns dos seus expoentes máximos até ao impacto que as suas obras têm nas nossas vidas</span>. </p>
<p>E quem melhor para ser o cicerone nesta viagem do que <span class="mark">Gary Hustwit &#8211; o mesmo que nos mostrou de forma entusiasmante o universo da fonte de texto <a href="http://www.helveticafilm.com/">Helvetica</a></span>?!</p>
<p>Vejam bem o &#8220;elenco&#8221; que nos espera:  </p>
<ul>
<li><a href="http://www.designboom.com/eng/interview/antonelli.html">Paola Antonelli</a> <span class="mark2">(Museum of Modern Art, New York)</span></li>
<li><a href="http://www.ted.com/index.php/talks/chris_bangle_says_great_cars_are_art.html">Chris Bangle</a> <span class="mark2">(BMW Group, Munich)</span></li>
<li><a href="http://www.bouroullec.com/">Ronan &#038; Erwan Bouroullec</a> <span class="mark2">(Paris)</span></li>
<li><a href="http://www.designmuseum.org/design/andrew-blauvelt">Andrew Blauvelt</a> <span class="mark2">(Walker Art Center, Minneapolis)</span></li>
<li><a href="http://www.dunneandraby.co.uk/content/home">Anthony Dunne</a> <span class="mark2">(London)</span></li>
<li><a href="http://www.naotofukasawa.com/">Naoto Fukasawa</a> <span class="mark2">(Tokyo)</span></li>
<li><a href="http://www.ideo.com/">IDEO</a> <span class="mark2">(Palo Alto)</span></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Ive">Jonathan Ive</a> <span class="mark2">(Apple, California)</span></li>
<li><a href="http://www.jongeriuslab.com/">Hella Jongerius</a> <span class="mark2">(Rotterdam)</span></li>
<li><a href="http://www.marc-newson.com/">Marc Newson</a> <span class="mark2">(London/Paris)</span></li>
<li><a href="http://www.dunneandraby.co.uk/content/home">Fiona Raby</a> <span class="mark2">(London)</span></li>
<li><a href="http://www.designboom.com/eng/interview/rams.html">Dieter Rams</a> <span class="mark2">(Kronberg, Germany)</span></li>
<li><a href="http://www.karimrashid.com/">Karim Rashid</a> <span class="mark2">(New York)</span></li>
<li><a href="http://www.alicerawsthorn.com/">Alice Rawsthorn</a> <span class="mark2">(International Herald Tribune)</span></li>
<li><a href="http://www.smartdesignworldwide.com/">Smart Design</a><span class="mark2"> (New York)</span></li>
<li><a href="http://www.robwalker.net/">Rob Walker</a> <span class="mark2">(New York Times Magazine)</span>  </li>
</ul>
<p>Segundo o <a href="http://www.objectifiedfilm.com/">web site oficial</a> já não falta muito para termos acesso a este autêntico objecto de desejo &#8211; o <span class="mark">lançamento está previsto para o início do ano</span>. Até lá teremos que nos &#8220;contentar&#8221; com o trailer:  </p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S9E2D2PaIcI&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/S9E2D2PaIcI&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object>  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>9 Atributos de um Bom Nome Comercial</title>
		<link>http://guspim.net/2008/12/26/9-atributos-de-um-bom-nome-comercial/</link>
		<comments>http://guspim.net/2008/12/26/9-atributos-de-um-bom-nome-comercial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 14:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Pimenta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[comercial]]></category>
		<category><![CDATA[nome]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quantos serão os negócios cujo nome foi decidido à última da hora, mesmo em cima do registo comercial? Muitos, certamente. Erro crasso, pois um <span class="mark">bom nome pode ser decisivo no sucesso de uma empresa, produto ou serviço</span>.      </p>
<p class="mb05">Mas o que é um bom nome? Não tenho uma resposta categórica para vos dar, mas sim propor um <span class="mark">conjunto de atributos</span> que vos poderão ser úteis no processo criativo: </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="siContainer">
<img class="si" width="200" height="326" src="/img/artigos/9-atributos-de-um-bom-nome-comercial/nameTag.jpg" alt="Etiqueta" title="Etiqueta"/>
</div>
<p>Quantos serão os negócios cujo nome foi decidido à última da hora, mesmo em cima do registo comercial? Muitos, certamente. Erro crasso, pois <span class="mark">um bom nome pode ser decisivo no sucesso de uma empresa, produto ou serviço</span>.      </p>
<p>Mas o que é um bom nome? Não tenho uma resposta categórica para vos dar, mas sim propor um <span class="mark">conjunto de atributos</span> que vos poderão ser úteis no processo criativo: </p>
<ol>
<li><span class="mark">Remeter para o mercado onde actua</span>. Deve conseguir-se identificar imediatamente o tipo de oferta.</li>
<li><span class="mark">Fácil de pronunciar</span>. Se é fácil de pronunciar mais vezes será repetido. </li>
<li><span class="mark">Ser memorizável</span>. Se não nos lembrarmos dele… </li>
<li><span class="mark">Curto</span>. Não deixar margem para criação de diminutivos que o desvirtuem.</li>
<li><span class="mark">Distinto</span>. Deve diferenciar-se claramente dos seus concorrentes. </li>
<li><span class="mark">Popular</span>. Deve agradar ao público-alvo desde o primeiro contacto.</li>
<li><span class="mark">Divertido de dizer</span>. Se for divertido as pessoas tenderão a repeti-lo.</li>
<li><span class="mark">Poder transforma-se num verbo</span>. Se for fácil fazer derivações tem mais hipóteses de começar a fazer parte da linguagem comum. Pensem em “googlar” ;-).</li>
<li><span class="mark">Ser facilmente “googlável” </span>(vêem como a questão do verbo pega?!). Nomes demasiado genéricos dificilmente são encontrados nos motores de busca. E hoje em dia quem não aparece no Google não existe…   </li>
</ol>
<p>Imagino que estejam a pensar que é difícil encontrar um nome que reuna todos os atributos. Não é grave. O importante é encontrar o melhor compromisso.   </p>
<p>Notem, também, que os atributos se sobrepõem: se um nome for distinto será mais facilmente memorizável; se for curto será provavelmente mais fácil de pronunciar; e por aí fora…</p>
<p>Há ainda quem defenda, como é o caso de <a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2005/10/the_new_rules_o.html">Seth Godin</a>, que o posição alcançada em pesquisa nos motores de busca é mais relevante que qualquer outro atributo.</p>
<p>Ah… Um último conselho, não utilizem nomes provisórios porque a tendência é afeiçoarem-se  a eles; sejam estes bem conseguidos ou não. Se tiverem que ter um “nome de código” até encontrarem o nome final optem por algo que saibam que nunca escolherão.</p>
<h2>Um exemplo prático </h2>
<p>Quando <a href="http://www.enoughpepper.com">tivemos</a> que “nomear” a nossa aplicação de inquéritos demorámos algum tempo até chegar a um consenso em torno do nome actual &#8211; <a href="http://www.survs.com">Survs</a>.</p>
<p>O Survs opera num mercado altamente competitivo, povoado por inúmeras aplicações, sendo a designação <em>survey</em> quase uma constante em todas elas. </p>
<p>Neste caso, a escolha de um bom nome era vital para o sucesso do negócio. Tivemos por isso particular preocupação em que este tivesse todas os atributos que consideramos importantes.  </p>
<h2>Síntese</h2>
<p>No processo criativo para a obtenção de um bom nome comercial não vejam a lista que sugeri como algo absoluto. Vejam-na antes como uma referência útil que poderá ajudar a “arrumar as ideias”.   </p>
<p><span class="mark">E vocês, querem sugerir mais algum atributo? Ou discordam de algum dos que falei?</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>
