<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 07:51:19 +0000</lastBuildDate><title>HIK Study Circle • Portuguese</title><description></description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com ( Stephanie Nuria Sabato)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-7365053147814168716</guid><pubDate>Sat, 06 Mar 2021 21:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-14T01:08:10.816-05:00</atom:updated><title>Benvindo!</title><description>&lt;div&gt;Caros Amigos,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;O Círculo de Estudos Hazrat Inayat Khan oferece um curso seqüencial e independente, de estudos e contemplação. Este curso pode começar a qualquer momento, utilizando as lições arquivadas por ordem de publicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que este estudo possa aprofundar sua vida interior e fortalecer sua vida exterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servindo amorosamente,&lt;br /&gt;
Nuria Stephanie Sabato&lt;br /&gt;
Atividade da Fraternidade – Hemisfério Ocidental | Escola Interna - EUA</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/03/recebe-lo.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-1065449389407284961</guid><pubDate>Fri, 20 Jul 2012 15:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-07-24T10:54:34.724-05:00</atom:updated><title>49. 0 Ideal de Deus (8)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motivo pelo qual a alma busca pelo Ideal Divino é que ela se sente insatisfeita com tudo o que fornece satisfação momentânea. Toda beleza e bondade e grandeza que o homem atribui a Deus são coisas que ela admira e procura ao longo da vida. Ela admira estas qualidades nos outros, e se esforça para desenvolvê-las em si mesma; e quando, no final das contas, ela percebe que tudo o que considera como belo, bom e grande perde logo aquela perfeição que é o motivo de sua busca, então ela olha para o céu e procura Aquele Único que manifesta essa verdadeira perfeição, que é Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele que não busca por Deus encontra, no final de sua jornada ilusória, o desapontamento. Ao longo de toda a caminhada ele não encontra a perfeição da beleza, bondade e grandeza na Terra, e nem acredita, ou espera, por encontrar tudo isso no Céu. Todo desapontamento, que é o resultado natural dessa vida ilusória, desaparece quando uma pessoa tenha atingido o Ideal Divino, pois o que se procura na vida encontra-se em Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão agora é: toda beleza, bondade e grandeza, mesmo que pequenas e limitadas, podem ser encontradas na Terra, mas onde podem as mesmas ser encontradas nessa perfeição chamada Deus? Isso pode ser respondido da seguinte maneira: primeiramente é necessário se crer que há um Ser como Deus, em quem a bondade, a beleza e a grandeza são perfeitas. No início isso não passará de uma crença, mas com o tempo, se a fé for mantida com sinceridade, essa idéia se tornará como um ovo de fênix, do qual surgirá o pássaro mágico. É o nascimento de Deus, que é também o nascimento da alma. Toda alma busca pela felicidade e, após perseguir todo objeto que momentaneamente parece oferecer a felicidade, percebe que não dá pra encontrar essa felicidade perfeita, a não ser em Deus. Essa felicidade não vem da mera crença em Deus. Acreditar é um processo, pelo qual o Deus interno é despertado e passa a se manifestar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É da manifestação de Deus que vem a felicidade. Quando se vê a injustiça, a falsidade, a inimizade da natureza humana, e a que grau esta natureza chega até que culmine em tirania, da qual o indivíduo, o todos mais, se tornam vítimas, conclui-se haver uma única Fonte, e que é o centro de toda a vida, que é Deus, em quem encontramos um refúgio seguro contra todo aquele mal, e a fonte da paz que é o desejo de toda alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias nos seguintes pontos da Gatheka 49&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;“Aquele que não busca por Deus encontra, no final de sua jornada ilusória, o desapontamento”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: É a nossa busca que faz de Deus uma Realidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;: “Todo desapontamento, que é o resultado natural dessa vida ilusória, desaparece quando uma pessoa tenha atingido o Ideal Divino, pois o que se procura na vida encontra-se em Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Nós compreendemos este nível de amor que é ativado a partir da indiferença, ou nossas expectativas nos levam ao desapontamento?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;“É na experiência de Deus que encontramos a felicidade. Essa felicidade não vem da mera crença em Deus. Acreditar é um processo, pelo qual o Deus interno é despertado e passa a se manifestar.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: (de O Gayan, Hazrat Inayat Khan) &lt;i&gt;“A verdadeira espiritualidade não é uma crença ou fé fixada; é o enobrecimento da alma ao superar os limites da vida material.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2012/07/49-0-ideal-de-deus-8.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-3298066575322299439</guid><pubDate>Sat, 19 May 2012 08:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-19T03:56:08.427-05:00</atom:updated><title>48. O Ideal de Deus (7)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus é chamado &lt;u&gt;Rei do Céu e da Terra, e dos seres visíveis e invisíveis&lt;/u&gt;, somente porque não temos melhores termos do que as palavras que utilizamos para todas as coisas deste mundo. Chamar a Deus de Rei não o eleva de modo algum além da posição que ele já tem, isso só nos ajuda a tornarmos seu poder e glória mais compreensíveis para nossa mente. Ainda assim existem certas características, que são características reais, que podem ser observadas na perfeição de Deus. Isso não quer dizer que nenhuma pessoa apresente tais características. Isso somente significa que, de uma posição superior, uma alma mostre mais aquela característica, talvez, do que em uma situação comum. E essa característica é o amor oculto por trás da indiferença. Em termos Sufis essa característica é expressa em uma palavra persa, &lt;u&gt;&lt;i&gt;Binayaz&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;, que significa &lt;u&gt;oculto&lt;/u&gt;. Não significa Deus oculto, mas beleza oculta. O amor expresso é uma coisa, e o amor oculto é outra. Sob o véu da indiferença, o amor é frequentemente oculto e os poetas Sufis o têm apresentado lindamente em seus versos, que nada são além de figurações da vida humana e da natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há exemplos, nas histórias dos reis, que mostram essa característica. Às vezes uma pessoa que foi a mais favorecida pelo rei é impedida de tornar-se o primeiro ministro. Isso não significa que esse não fosse o desejo do rei, só quer dizer que o rei levou mais em consideração a simpatia e a admiração do que a importância de um cargo na corte. Em outros aspectos vê-se que se o rei não se dirige com frequência a uma pessoa, não significa que ele a esteja desfavorecendo, só significa que ele sabia que essa pessoa o compreenderia. Há também exemplos em que a paciência dos santos e sábios é testada até os últimos limites. A dor e o sofrimento foram maiores para eles do que para pessoas comuns. Existem muitas razões por trás da indiferença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos observar o outro lado da realeza: que aqueles com os quais, às vezes, o rei pouco se importou foram graciosamente recebidos e amplamente recompensados. A mente comum não consegue conceber a razão por trás disso. Quem sabe de seus próprios assuntos é o rei, ele entende corretamente, como um jardineiro que sabe qual planta regar e qual árvore deve manter-se fora do jardim. Apesar de toda oposição em relação às atitudes dos reis, eles mantiveram suas decisões, conscientes de seu dever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do mesmo modo acontece com Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, reis à parte, até as maneiras e métodos de uma pessoa responsável, não são sempre compreendidos por uma outra que tenha a mesma responsabilidade. Então como pode o homem sempre compreender os métodos de Deus, o único Rei, no verdadeiro sentido da palavra, perante o qual todos os outros reis não passam de meras cópias imperfeitas? Este é o reinado de Deus, que se manifesta no desabrochar de toda alma. Quando uma alma atinge seu esplendor, começa a mostrar a cor e emanar a fragrância do Divino Espírito de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias nos seguintes pontos da Gatheka Religiosa 48&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: “... &lt;i&gt;o amor oculto por trás da indiferença. Em termos Sufis essa característica é expressa em uma palavra persa, Binayaz, que significa oculto. Não significa Deus oculto, mas beleza oculta. O amor expresso é uma coisas, e o amor oculto é outra. Sob o véu da indiferença, o amor é frequentemente oculto e os poetas Sufis o têm apresentado lindamente em seus versos, que nada são além de figurações da vida humana e da natureza&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Para compreendermos as palavras do Murshid, devemos nos elevar acima da compreensão comum a respeito de “amor” e “indiferença”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(O excerto abaixo é da Mensagem Sufi, volume I – O caminho da iluminação, A meta da jornada.) &lt;br /&gt;
O trabalho da vida interior é fazer de Deus uma realidade, pois Deus tem sido mais uma imaginação; que este relacionamento que temos com Deus possa tornar-se mais real do que qualquer outra relação no mundo; e quando isso acontece, então todos os relacionamentos, embora próximos e queridos, tornam se menos intensos. Mas, ao mesmo tempo, ninguém se torna frio; torna-se na verdade mais amoroso. A pessoa que ama Deus, que estabeleceu um relacionamento com Deus, tem seu amor vivificado.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;: “&lt;i&gt;Há exemplos, nas histórias dos reis, que mostram essa característica. Às vezes uma pessoa que foi a mais favorecida pelo rei é impedida de tornar-se o primeiro ministro. Isso não significa que esse não fosse o desejo do rei, só quer dizer que o rei levou mais em consideração a simpatia e a admiração do que a importância de um cargo na corte. Em outros aspectos vê-se que se o rei não se dirige com frequência a uma pessoa, não significa que ele a esteja desfavorecendo, só significa que ele sabia que essa pessoa o compreenderia&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Nós compreendemos esse nível de amor que se expressa através da indiferença, ou nossas expectativas nos levam ao desapontamento?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;:  “&lt;i&gt;Quando uma alma atinge seu esplendor, começa a mostrar a cor e emanar a fragrância do Divino Espírito de Deus.&lt;/i&gt;”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Quando uma alma atinge seu esplendor, começa a mostrar a cor e emanar a fragrância do Divino Espírito de Deus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2012/05/48-o-ideal-de-deus-7.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-4855887289718928748</guid><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 19:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-17T14:32:26.017-05:00</atom:updated><title>47. O Ideal de Deus (6)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que Deus é chamado de criador? Porque a criação, em si mesma, é a evidência de uma operação inteligente. Nenhuma criação mecânica poderia resultar em uma perfeição tal qual se mostra na natureza. Todas as máquinas dos cientistas são projetadas a partir do modelo do mecanismo da natureza, e toda inspiração que chega ao artista vem da natureza. A Natureza é realmente tão perfeita em si mesma que não necessita de nenhum aprimoramento artístico ou científico, exceto aqueles que se prestam a satisfazer a sofreguidão agressiva e limitante do homem. E, ainda assim, permanece sendo a criação de Deus, manifestada na arte e na ciência através do homem, já que no homem Deus não está ausente, mas, de certo modo, mais capaz ainda de concluir Sua criação, que se manifesta pela intermediação humana. Para um sincero buscador do Deus Criador não são necessárias maiores evidências. Se ele simplesmente concentrar sua atenção na natureza, cedo ou tarde certamente terá uma revelação da perfeita sabedoria que ali se oculta. A alma que vem ao mundo nada mais é que um raio divino. A impressão que ela adquire em seu caminho para a Terra também vem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum instante é possível sem a regência de Deus. Portanto, em todo aspecto da criação, e ao final de toda busca e observação, Deus é consagrado como o único criador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;u&gt;Sustentador&lt;/u&gt; do Mundo é um dos Seus nomes. Jesus Cristo disse: “Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; e eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer um deles”. E Rumi explica ainda, no Masnavi: “Nem a aranha é esquecida por Deus, mas é suprida com alimento”. Até os menores dos micróbios e vermes, insignificantes que são, recebem esse suprimento; mais ainda que o próprio homem que, por vezes, não é capaz de sustentar a si mesmo. Aparentemente, as criaturas que não se afligem pelo próprio sustento, tem o alimento levado à boca. A luta do homem pela sobrevivência parece ser mais intensa do que a de outros seres considerados menores na criação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que faz com que as coisas sejam assim? Não é Deus, mas o próprio homem, que é egoísta e infiel ao seu irmão, absorto em seus próprios interesses da vida. Apesar de todos os famintos, o mundo ainda tem alimento suficiente; mas imagine a quantidade de alimentos que tem sido jogada ao mar; há quantos anos a Terra, de onde vem nosso alimento, tem sido negligenciada pelos homens, ocupados que estão em matarem uns aos outros! Se o resultado disso tudo é mais fome e luta, Deus será o culpado? É ao homem que devemos atribuir toda culpa. Sa’di, muito sutilmente, explica a natureza humana em relação à Providência -: ‘O Criador está sempre ocupado preparando a comida para mim, mas a ansiedade por comê-la é minha doença.’ A Vida é um fenômeno de tal amplitude que, basta nos aprofundarmos nela, e não haverá pergunta sem resposta. Não há nada do que necessitemos que não nos seja provido. A única diferença está entre aquilo que pensamos necessitar, e o que realmente necessitamos. Pois o suprimento é sempre maior que nossa necessidade. Portanto, a Providência é sempre um fenômeno notável. Às vezes rimos ao pensar nisso, e às vezes choramos. Mas é algo real e atuante; e mais real provará ser se olhamos a ela com a visão de nossa razão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus é chamado de Juiz por muitos profetas. E o homem da razão e da lógica tenta atribuir sua justiça à lei. Mas justiça não é lei, a justiça está acima da lei. Frequentemente consideramos injustas as coisas do mundo, e muitas vezes o homem aparenta ser justo, ao fazer o que quer se tiver poder para tal. Mas atrás dessa aparência ilusória existe certamente uma justiça limitada e uma lei real. Essa lei se manifesta no exato instante em que o coração se torna vivo.  Não deixamos de nos maravilhar perante a vida e a natureza, ao vermos quão imensa é a justiça de Deus, que diz: dê com a mão direita e receba com a esquerda – todos dão e todos recebem. E nenhuma alma há de esperar por dias, ou semanas, ou anos, ou até a morte para viver a manifestação da lei. Todo dia é um Dia do Juízo Final, e toda hora é a hora da justiça. Um criminoso pode escapar das grades da prisão, mas não pode se furtar de permanecer sob o céu! O Juiz está lá, de um modo ou de outro. Quando ele fecha seus olhos, está sendo julgado internamente, e quando abre os olhos, o julgamento vem de fora. Estamos constantemente em uma corte de justiça. Se não compreendemos este fato é porque estamos intoxicados pela vida e nos tornamos como um bêbado na sala de audiência, que não percebe o juiz nem o processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas há algo ainda mais admirável quando compreendemos que, apesar de Sua grande justiça, Deus é O Misericordioso. Ele perdoa muito mais do que julga. Pois a justiça vem de Sua inteligência, mas o perdão vem de seu Divino Amor. Quando seu Divino Amor chega como uma onda, ele lava os pecados de toda uma vida em um só instante. Porque a lei não tem poder de sustentação perante o amor, a onda do amor a leva embora. Lembremos quando a mulher adúltera foi trazida perante Cristo. O que se manifestou no coração do mestre? A lei? Não, foi o amor, na forma de misericórdia e compaixão. Até mesmo a idéia do Amor de Deus preenche o coração com alegria e o incendeia de luz. E, como os religiosos sempre dizem, uma vez que alguém peça perdão de todo coração, apesar de uma vida cheia de pecados, ele certamente será perdoado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias nos seguintes pontos do Gatheka Religiosa 47:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;“Para um sincero buscador do Deus Criador, não são necessárias maiores evidências. Se ele simplesmente concentrar sua atenção na natureza, cedo ou tarde ele certamente terá uma revelação da perfeita sabedoria que ali se oculta.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Pensamento Sufi 3 :”Há somente Um Livro Sagrado, o sagrado manuscrito da natureza, a única escritura que pode iluminar o leitor”&lt;br /&gt;
Em nossa vida contemporânea somos frequentemente alienados e distantes da natureza. Vamos determinar um pequeno intervalo, todo dia, para nos sintonizarmos com a natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;O Sustentador do Mundo é um dos Seus nomes. Jesus Cristo disse: “Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; e eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles”. -: ‘O Criador está sempre ocupado preparando a comida para mim, mas a ansiedade por comê-la é minha doença.’(Saadi) A Vida é um fenômeno de tal amplitude que basta nos aprofundarmos nela que não haverá pergunta sem resposta. Não há nada do que necessitemos que não nos seja provido. A única diferença está entre aquilo que pensamos necessitar, e o que realmente necessitamos.&lt;/i&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Da Bíblia Sagrada, em O Novo Testamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Peça e receberá, pois todo aquele que pede recebe” (Mt 7:7-8).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Tudo o que pedires em meu nome, eu concederei” (Jn 14:13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para gastá-lo em suas paixões” (Ja 4:3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Se vós permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito para você” (Jn 15:7).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;“Não deixamos de nos maravilhar perante a vida e a natureza, ao vermos quão imensa é a justiça de Deus, que diz: dê com a mão direita e receba com a esquerda – todos dão e todos recebem. E nenhuma alma há de esperar por dias, ou semanas, ou anos, ou até a morte para viver a manifestação da lei. Todo dia é um Dia do Juízo Final, e toda hora é a hora da justiça.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando seu Divino Amor vem como uma onda, ele lava os pecados de toda uma vida em um só instante. Por que a lei não tem poder de sustentação perante o amor, a onda do amor a leva embora.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Eu me regozijo na purificante Presença de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2012/03/47-o-ideal-de-deus-6.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-2501954926715226021</guid><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 06:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-20T00:05:49.824-06:00</atom:updated><title>46. O Ideal de Deus (5)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ser e o Mérito de Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em termos sufis a individualidade de Deus é chamada &lt;u&gt;&lt;i&gt;Zat&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;, e suas qualidades, seus méritos são nomeados &lt;u&gt;&lt;i&gt;Sifat&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;. Os hindus chamam o primeiro aspecto de Deus Purusha, e Prakriti o último, que podem ser traduzidos em português pelas palavras “espírito” e “natureza”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;&lt;i&gt;Zat&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;, o espírito de Deus, é incompreensível. A razão disso é que o que compreende a si mesma é a inteligência. Deus é o Ser real, então a compreensão não tem nada a compreender sobre seu próprio Ser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem dúvida, em nossos termos usuais é a faculdade de compreender, em nós, que chamamos de compreensão, mas nesta afirmação não se entende assim, pois a inteligência não é necessariamente intelecto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mérito é algo que é compreensível, é algo que é claro e distinto, então ele pode se tornar inteligível. Mas a inteligência não é inteligível, exceto para si mesma. Inteligência sabe: &lt;u&gt;eu sou, mas não sei o que sou. Tal é a natureza de Deus.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inteligência não saberia algo além de si mesma. Assim, Deus conhece a Si mesmo pela manifestação. A manifestação é o ser de Deus, mas um eu que é limitado, um ser que faz com que Ele saiba que Ele é perfeito quando compara seu próprio ser com este ser limitado, que chamamos de natureza. Portanto, o propósito de toda a Criação é a percepção de que o próprio Deus ganha, por descobrir a sua própria perfeição através desta manifestação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então a idéia que tem existido no cristianismo também é um enigma a resolver, a fim de descobrir a verdade da vida. É a idéia de &lt;u&gt;Trindade&lt;/u&gt;. O que mantém a alma em perplexidade é o aspecto tríplice de manifestação. Enquanto a alma conserva o enigma não se pode chegar ao conhecimento do Uno. Estes três aspectos são: O vidente, a visão e o que é visto. O conhecedor, o conhecimento, e o que é conhecido. Claramente explicado, eu diria: &quot;Estes são três aspectos da vida&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um aspecto é a pessoa que vê, o outro aspecto é a visão, ou os olhos, com a ajuda dos quais ela vê, e o terceiro aspecto é que o que ela vê. Um, portanto, não pode aceitar prontamente a idéia de que: “o que eu vejo é o mesmo que a mim mesmo”; nem pode acreditar por um momento que &quot;o meio pelo qual eu vejo sou eu mesmo&quot;, pois os três aspectos acima citados parecem estar de pé, separados, e olhando um para a face do outro, como a primeira, a segunda e a terceira pessoa da &lt;i&gt;Brahma&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando esse enigma é resolvido por se saber que os três são um, então o propósito do Ideal divino é cumprido. Pois os três véus que cobrem o Uno são erguidos. Portanto, eles não permanecem mais três, então só há o Uno, o Ùnico Ser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Hegel diz: &quot;Se você acredita em um Deus, você está certo. Se você acredita em dois Deuses, isso é verdade, mas se você acredita em três Deuses, está certo também, pois a natureza da unidade é realizada pela variedade &quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias sobre os seguintes pontos na Gatheka Religiosa 46&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Em termos sufis a individualidade de Deus é chamado &lt;u&gt;Zat&lt;/u&gt;, e suas qualidades, seus méritos são nomeados &lt;u&gt;Sifat&lt;/u&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Podemos usar a teoria científica do &quot;Big Bang&quot; e, por uma analogia comparativa, esclarecer este ponto. Zat é como a singularidade da qual todas as qualidades manifesto (Sifat) surgiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;&quot;O objetivo de toda a Criação é a percepção de que o próprio Deus ganha por descobrir a sua própria perfeição através desta manifestação&quot;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Como parte da Criação estamos participando em Deus descobrindo &quot;a sua própria perfeição.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;&quot;A natureza da unidade é realizada pela variedade.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: A natureza da unidade é realizada por diversos = &lt;i&gt;Tudo é Deus!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2012/01/46-o-ideal-de-deus-5.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-7476472115010755985</guid><pubDate>Sat, 19 Nov 2011 07:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-19T02:03:27.243-06:00</atom:updated><title>45. O Ideal de Deus (4)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequentemente muitos dos que estão preparados para aceitar o Ideal Divino - a questão da personalidade de Deus - dizem: “Se tudo é Deus, então Deus não é uma pessoa, porque ‘tudo’ não é pessoal, ‘tudo’ é o que se expressa pela palavra ‘&lt;u&gt;tudo&lt;/u&gt;’.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta questão pode ser respondida ao considerarmos que, embora a semente não mostre a flor em si, ainda assim a semente culmina em uma flor e, portanto, a flor já existia na semente. E se alguém diz que a flor foi feita a partir da imagem da semente, não seria incorreto, pois a única imagem na semente é a flor. Se Deus não tem uma personalidade, como pode o ser humano ter uma? A qual veio dele mesmo, a partir de Seu Próprio Ser, e que pode expressar o divino na perfeição de sua alma? Se a bolha é água, certamente o mar também é água. Como pode a bolha ser água e o mar não ser? A única diferença entre a personalidade humana e a divina - a Personalidade de Deus - é que a humana pode ser comparada, e a divina não tem comparação. A personalidade humana pode ser comparada por causa de seu oposto. Deus não tem oposto, então Sua Personalidade não pode ser comparada. Chamar a Deus de “tudo” é como dizer: uma quantidade de objetos que existem todos juntos em algum lugar. A palavra “tudo” não tem o sentido que explique o Ideal Divino; a expressão perfeita para Deus é “o Único Ser”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ideal Divino é tão abrangente que o homem é incapaz de compreendê-lo completamente. Portanto, o melhor método que os sábios têm adotado é deixar com que cada homem faça seu próprio Deus. Desse modo ele faz a única concepção de que seja capaz. Ele O faz “Rei do Céu e da Terra”, ele O faz “Juiz dos juízes”; ele O faz “Todo Poderoso”, ele O faz “Possuidor de todas as graças e glória que existem”; ele O faz “Deus Amado, Misericordioso e Compassivo”; e reconhece n’Ele toda a perfeição. Esse ideal torna-se o degrau para uma maior compreensão de Deus. O homem que não tem imaginação para construir um Deus, e aquele que não está aberto à figura de Deus que outro lhe apresente, fica sem nenhuma, e fica também sem um degrau que o faça alcançar aquele conhecimento pelo qual sua alma anseia, mas suas dúvidas negam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos poderiam perguntar se não seria ilusório alguém fazer um Deus a partir de sua própria imaginação. Alguém que não seja visto no mundo objetivo. A resposta é que nós somos as sementes da imaginação, toda nossa vida é baseada e construída na imaginação e de tudo o que há neste mundo objetivo, se colocados juntos, haverá somente uma coisa que transcende a vida, que é a imaginação. Aquele que não valoriza a imaginação está privado da arte e da poesia, da música, costumes e cultura. Poderia até ser comparado a uma rocha, que nunca se importará em imaginar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem não é capaz de figurar Deus de outro modo que não seja em forma humana – uma pessoa com todas as melhores qualidades, a pessoa ideal. Isso não significa que tudo o que seja feio e mal não pertença ao universo de Deus, ou, em outras palavras, não seja Deus em si. Mas a água do oceano é sempre pura, a despeito de tudo o que possa ser atirado nela. O Puro consome toda impureza e as torna puras também. Maldade e feiúra vêm da concepção limitada do homem, pois no Grande Ser de Deus elas não têm existência. Portanto, não está errado aquele que faz em sua imaginação um Deus de beleza, livre de toda feiúra; o Deus de todas as melhores qualidades, livre de todo mal. Através dessa imaginação ele é levado cada vez mais perto - em cada momento de sua vida - àquele Ideal Divino que é a busca da alma. E uma vez que ele tenha tocado a perfeição divina, nela encontrará a completude de sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias nos seguintes pontos em Gatheka Religiosa 45&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;Frequentemente muitos dos que estão preparados para aceitar o Ideal Divino - a questão da personalidade de Deus - dizem: “se tudo é Deus, então Deus não é uma pessoa, porque ‘tudo’ não é pessoal, ‘tudo’ é o que se expressa pela palavra ‘&lt;u&gt;tudo&lt;/u&gt;’. Esta questão pode ser respondida, que embora a semente não mostre a flor em si, ainda assim a semente culmina em uma flor e, portanto, a flor já existia na semente. E se alguém diz que a flor foi feita a a partir da imagem da semente, não seria incorreto, pois a única imagem da semente é a flor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Nós reconhecemos a nós mesmos como “sementes de Deus’? “Até que em nós se reflita Tua Graça, Tua Glória, Tua Sabedoria, Tua Alegria e Tua Paz” (da prece Saum)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;O Ideal Divino é tão abrangente que o homem é incapaz de compreendê-lo completamente. Portanto, o melhor método que os sábios têm adotado é deixar com que cada homem faça seu próprio Deus.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: “ Permita-nos reconhecê-Lo em todos Teus nomes e formas sagradas: como Rama, como Krishna, como Shiva, como Buddha. Deixe-nos reconhecê-Lo em Abraão, em Salomão, em Zarathushtra, em Moisés, em Jesus, em Maomé, e em muitos outros nomes e formas, conhecidos e desconhecidos do mundo.”(da prece Salat)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;O Puro consome toda impureza e as torna puras também. Maldade e feiúra vêm da concepção limitada do homem, pois no Grande Ser de Deus elas não têm existência.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Podemos encontrar um grande apoio e segurança em relembrar constantemente: ”O Puro consome toda impureza e as torna puras também”. Talvez também seja sábio considerar que pode haver uma diferença entre o tempo humano e o divino. A esse respeito tanto a fé quanto a paciência são boas companhias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/11/45-o-ideal-de-deus-4.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-5839910233949403804</guid><pubDate>Fri, 16 Sep 2011 05:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-16T00:45:55.549-05:00</atom:updated><title>44. O Ideal de Deus (3)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concepção de muitos deuses veio de duas fontes. Uma delas foi a idéia do sábio considerar todo o tipo de poder e atributo uma forma de divindade distinta, e chamá-la de um certo deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto foi feito para dar a mente comum o conceito de que Deus está em tudo e que Deus é a fonte de todo o poder. Com o passar do tempo, muitos não compreenderam a idéia, e seu fundamento ficou obscurecido. Portanto, alguns pensadores tiveram que combater as idéias de outros. E, ainda assim, eles não lutavam com a idéia, eles lutavam contra a concepção da mesma. E hoje em dia, quando não subsiste nenhuma idéia a respeito de muitos deuses na Europa, vemos muitos perderam a fé após a recente guerra, dizendo: &quot;Se Deus é todo bondade, todo justiça, todo-poderoso, por que uma coisa tão terrível como a guerra foi autorizada a acontecer? &quot;Se as mesmas pessoas estivessem acostumados a ver entre elas seus muitos deuses, como os hindus têm adorado Kali, a deusa da guerra, por tantas gerações, isso não teria sido uma coisa nova para eles pois, se tudo é Deus, não só a paz, mas até mesmo a guerra  vem de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os místicos de todas as eras têm, portanto, dado muitos Nomes a Deus. As escolas Sufis de tradição esotérica têm os seus diferentes nomes de Deus, com suas naturezas e segredos, e os têm usado em diversas meditações, ao longo do caminho de realização espiritual. Portanto, os Sufis não têm muitos deuses, mas muitos nomes para Deus, cada um expressando um certo atributo. Suponha que esses nomes que os sufis têm usado não fossem os nomes de Deus, - se eles tivessem apenas criado em palavras o pensamento, tais como: a misericórdia, a compaixão, paciência, - que teriam sido qualidades, e não uma pessoa. Qualidade não é uma entidade criada, é apenas algo que é possuído. Portanto, atributos não são importantes, o importante é o possuidor dos atributos. Então, em vez de pensar no sucesso, os Sufis clamam ao “Deus de Sucesso”. Para eles, o Deus do sucesso não é um Deus diferente, pois há um só Deus. Apenas chamando Deus com esse nome, que é expressivo do sucesso que lhe é atribuído, a sua alma atinge o Espírito perfeito do Sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra fonte de onde veio a idéia de muitos deuses foram os pensadores profundos e os filósofos, que têm visto Deus em cada alma e cada alma tornando-se um Deus próprio, de acordo com seu estágio de evolução. Portanto, há um ditado entre os hindus: &quot;Existem tantos deuses quanto os estilos musicais&quot;. Em outras palavras, existem inúmeras imaginações e deuses inumeráveis. E, se alguma vez a idéia foi ensinada ao povo, era para quebrar a ignorância de algumas pessoas, que fizeram um Deus confinado ao Céu, e mantiveram a Terra livre de sua presença divina. Eles esperavam a morte chegar, quando achavam que poderiam ser levados à presença de Deus, que estaria sentado em seu trono de justiça, no futuro. Por isso eles tentaram mostrar ao povo que Deus está em toda a alma, e, assim como há muitas almas, existem muitos deuses; alguns avançados, alguns não avançados, outros mais evoluídos  e ainda assim todos são deuses. Se há uma luta, é um conflito entre os deuses; se houver harmonia, mostra uma amizade entre os deuses. Por estes termos queriam despertar o homem para a verdade mais importante de que Deus é tudo. Sem dúvida, aqueles que não compreendem sempre confundirão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta idéia trouxe corrupção também, e fez as pessoas que consideravam muitos deuses interessarem-se nas lendas do passado, que narravam as guerras e batalhas que tiveram lugar entre os deuses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, o sábio teve novamente que vir em socorro e ensiná-los de novo a respeito de um único Deus, para que por este ensinamento eles possam chegar novamente à compreensão da unicidade da vida, que é melhor compreendido através do Ideal Divino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias sobre os seguintes pontos em Gatheka Religiosa 44&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;A concepção de muitos deuses veio de duas fontes. Uma delas foi a idéia do sábio considerar todo o tipo de poder e atributo em uma forma de divindade, e chamá-lo de um certo deus. A outra fonte de onde veio a idéia de muitos deuses foram os pensadores profundos e filósofos, que têm visto a Deus em cada alma e cada alma tornando-se um Deus próprio, de acordo com seu estágio de evolução.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação:&lt;/b&gt; “Permita que Te reconheçamos em todos Teus Nomes e Formas Sagradas.” (da prece Salat)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;Isto foi feito para dar a mente comum o conceito de que Deus está em tudo e que Deus é a fonte de todo o poder. Com o passar do tempo, muitos não compreenderam a idéia, e seu fundamento ficou obscurecido. Portanto, alguns pensadores tiveram que combater as idéias de outros. E ainda assim eles não lutavam com a idéia, eles lutavam com a concepção da mesma.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação:&lt;/b&gt;  &quot;Quebre seus ideais sobre a rocha da verdade.&quot; (Vadan, Hazrat Inayat Khan)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;Os místicos de todas as idades têm, portanto, dado muitos Nomes a Deus. As escolas Sufis de tradição esotérica têm os seus diferentes nomes de Deus, com suas naturezas e segredos, e os têm usado em diversas meditações, ao longo do caminho de realização espiritual. Portanto, os Sufis não têm muitos deuses, mas muitos nomes para Deus, cada um expressando um certo atributo.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação:&lt;/b&gt; &quot;O objetivo do místico é manter-se conectado com a idéia de unidade, para compreender onde nos unimos.&quot; (Tijela de Saki, 24 de abril, de Hazrat Inayat Khan).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/09/44-o-ideal-de-deus-3.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-3915374146349411946</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 19:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T00:09:30.733-05:00</atom:updated><title>43. O Ideal de Deus (2)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem diferentes concepções de Deus, encontradas em vários períodos da história e cultivadas por povos diferentes. As pessoas buscadoras da Divindade o  têm retratado de uma forma ou outra, ao longo das eras. Isso é natural no homem. Se falam a uma pessoa sobre alguém que nunca tenha visto ou conhecido, ela fará uma concepção do indivíduo descrito, a qual ele mantém até que possa vê-lo pessoalmente. Há alguns que formam uma idéia em sua mente a respeito de uma pessoa que nunca tenham visto, e essa visão torna-se quase tão real quanto a pessoa. O coração humano é um abrigo que acolhe a idéia de Deus e as imagens d’Ele, de acordo com a nossa mentalidade. O Buda da China tem características chinesas e do Japão é de acordo com a interpretação japonesa. O Buda da Índia já mostra seu aspecto em estilo indiano. O homem não pode conceber que um anjo seja diferente do ser humano, exceto que acrescenta duas asas ao anjo, a fim de torná-lo um pouco diferente. Se o anjo não fosse idealizado como homem, não atrairia a percepção humana. Por isso, é natural que em todos os tempos as pessoas tenham concebido a personalidade de Deus como uma personalidade humana. E não poderiam ter dado melhor projeção, pois não há nada no mundo tão definido como a personalidade humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas têm se referido a Deus como “Ele”, reconhecendo a força e o poder da Divindade. Outras pessoas têm se referido a Deus como “Ela”, reconhecendo na divindade o princípio materno e a beleza. Dessas diferenças de concepção é que surgiram os muitos deuses e deusas. E é fato também que, para tantas concepções, tantos deuses foram derivados. Há também muitos deuses originados da concepção do Deus Único. Pela ignorância desta verdade, muitos lutaram pelos seus deuses diferentes, enquanto os homens sábios, em todos os tempos, compreenderam que Deus é o Único Ser. Para a mente comum, constatar a existência de alguém mentalmente não é suficiente. É muito vago. As pessoas querem sentir a existência de alguém com suas próprias mãos, só então ele pode reconhecer algo como real. Os sábios, portanto, tem escolhido diferentes objetos, de acordo com essas mentalidades, e apontaram-nos como deuses. Alguns disseram ver Deus no Sol e a pessoa entendeu. Ela não estava satisfeito com somente pensar em Deus, e ficou mais feliz em saber que Deus pode ser visto, é comparável ao Sol e, portanto, inacessível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns sábios disseram: Ele está no fogo. Outros disseram para um simplório que pediu para ver a Deus: &quot;Vá à floresta e procure uma determinada árvore;: aquela árvore é Deus.&quot; A busca por essa árvore deu um ponto de partida, uma ação objetiva para aquele homem realizar, e isso foi essencial. E a paciência com que ele procurou a árvore também provocou algo em sua alma. E a alegria de encontrar uma árvore rara também foi um prazer. No final ele encontrou, pois Deus está em toda parte. Alguns fizeram imagens de idéias diferentes, como o amor, a justiça , o conhecimento e o poder e chamaram-nos de deusas diversas, moldadas em imagens diferentes, dando-as para o homem cultuar. Alguns sábios dizem que a vaca é sagrada. Certamente é sagrada para um agricultor cuja produção depende da vaca. O sustento de sua vida vem, em todas as formas, a partir da vaca, - então ela é sagrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sábios têm apontado diversos objetos que sejam atrativos aos olhos do homem, e que se tornam objetos de concentração, para que sua mente se aquiete e Deus possa então se manifestar. Desse modo,  os sábios apresentaram o Ideal Divino para as pessoas na forma de símbolos. Para pessoas simples um símbolo era Deus, e às mentes despertas o mesmo símbolo de Deus foi um fator revelador do segredo da Divindade. Podemos ver como a sabedoria tem desempenhado o seu papel, de modo admirável, na diversidade da concepção do ideal divino, orientando as almas de todos os graus de evolução para o mesmo objetivo que, no fim, se torna realização espiritual!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias sobre os seguintes pontos da Gatheka Religiosa 43&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;O coração humano é um abrigo, que acolhe a idéia de Deus e as imagens d’Ele de acordo com a nossa mentalidade. O Buda da China tem características chinesas e do Japão é de acordo com a interpretação japonesa, O Buda da Índia já mostra seu aspecto em estilo indiano.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: &quot;Permita-nos reconhecer-Te em todos os Teus Nomes e Formas.&quot; (Oração do Salat)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;As pessoas têm se referido a Deus como “Ele”, reconhecendo a força e o poder da Divindade. Outras pessoas têm sereferido a Deus como “Ela”, reconhecendo na divindade o princípio materno e a beleza. Dessas diferenças de concepção é que surgiram os muitos deuses e deusas. E é fato também que, para tantas concepções, tantos deuses derivados. Há também muitos deuses derivados da concepção do Deus Único.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: A importância de recordar os conceitos de Jelal (poder, pode, ritmo) e Jemal (graça, beleza, harmonia) em ideais religiosos e na vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;:  Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;Podemos ver como a sabedoria tem desempenhado o seu papel, de modo admirável, na diversidade da concepção do ideal divino, orientando as almas de todos os graus de evolução para o mesmo objetivo que, no fim, se torna realização espiritual!&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Diversidade na Unidade; Unidade na Diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/07/43-o-ideal-de-deus-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-5108955663519390168</guid><pubDate>Thu, 02 Jun 2011 04:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T00:09:08.715-05:00</atom:updated><title>42. O Ideal de Deus (1)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A existência de Deus é uma questão que se coloca em cada mente, quer na mente do crente em Deus ou na mente do incrédulo. E há momentos em que o maior crente em Deus questiona Sua existência - se há realmente um Deus. Em um segundo momento, ele considera sacrilégio questionar um assunto desses, e tenta livrar-se logo da idéia. Porém, muitas vezes esta questão surge no coração do crente: se é realmente verdade, se é que existe tal coisa como um Deus. A idéia de Deus é inata no homem. O Deus-Ideal é a flor da raça humana, e esta flor desabrocha na compreensão de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como tudo no mundo objetivo tem a sua tendência a se revelar, então a tendência da alma pode ser observada na aspiração humana, que sempre se eleva, seja qual for a esfera de consciência do homem. O homem que só é consciente da vida material cultiva aspirações que só chegam até o quanto elas possam lhe trazer ganhos materiais. E, ainda assim, ele continua mais e mais, e se mantém descontente com tudo o que consegue na vida, devido à imensidão das coisas que existem no mundo. Esse desejo de realização daquilo que é inatingível dá à alma uma ânsia de alcançar as alturas máximas de vida. É da natureza da alma sempre desejar subir a tais alturas, que estão além do seu poder, é o desejo da alma de ver algo que nunca viu, é a vontade constante da alma de poder saber de algo que nunca conheceu . Mas a coisa mais interessante disso é que a alma já sabe que há algo por trás desse véu, o véu da perplexidade, que há algo a ser procurado nas mais altas esferas da vida, que há alguma beleza para ser vista; que há algo incognoscível a ser descoberto. Este desejo, essa vontade não é adquirida. Esse desejo é um conhecimento escondido que persiste na alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, a descrença no Ideal de Deus não mais é que uma condição provocada pelos vapores decorrentes da ilusão da vida material , que cobre como nuvens a luz da alma, que é sua vida. É por isso que o descrente não está satisfeito com sua descrença. Sim, às vezes a vaidade é alimentada por ela: pensar que se é um sábio por não acreditar em alguém, cuja existência é afirmada por inúmeros “cegos”. Então ele começa a pensar: afinal, crer em Deus não é uma coisa difícil, qualquer idiota pode acreditar nesse Ideal de Deus. Ele toma, então, a direção oposta, a de se recusar a acreditar. Ele não é honesto, e ainda é como alguém que está diante de uma parede, o que bloqueia seu caminho de progresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se este mundo oferecesse a uma pessoa tudo o que possui, mesmo assim, a alma não ficaria satisfeita, porque a sua satisfação está em sua alta aspiração. E é essa aspiração mais elevada o que finalmente conduz a Deus. A pergunta: &quot;O homem tem uma aspiração, já que esta é sua natureza, mas, no final da jornada, ele pode acabar não encontrando nada, não é?&quot; pode ser respondida: não existe dúvida que não tenha resposta, e não há nenhum objeto de desejo que não exista. Há apetite e há comida, há sede e há água, há visão e há algo para ser visto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há a aspiração e há Deus. O homem não sabe daquilo que não existe. Não há uma coisa que se conheça e que não exista. Já que não se pode saber sobre o que não existe, algo tem de existir em primeiro lugar para que se possa então saber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas há uma pergunta: ninguém conhece a Deus, só se acredita em alguma idéia. - A resposta é: qual é a idéia? A idéia é aquilo de onde tudo surgiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciência, arte, música, poesia, religião e nação, todos nascem da idéia. Se a idéia é a fonte de onde tudo vem, então por que razão a idéia seria algo insignificante? e porque Deus, que é a fonte e a meta de tudo, não pode ser encontrado na idéia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Buscar a Deus é um resultado natural da maturidade. Há um momento na vida em que uma paixão é despertada, e que dá à alma uma ânsia pelo inatingível. E se a alma não toma essa direção, então certamente faltará algo na vida, que é o seu desejo inato, e no qual reside a sua máxima satisfação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias sobre os seguintes pontos em Gatheka Religiosa 42&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan diz no artigo: &lt;i&gt;&quot;A existência de Deus é uma questão que se coloca em cada mente, quer na mente do crente em Deus ou na mente do incrédulo”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Considere a lógica da mente em relação ao &quot;saber&quot; da alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan diz no artigo: &lt;i&gt;“a descrença no Ideal de Deus não mais é que uma condição provocada pelos vapores decorrentes da ilusão da vida material, que cobre como nuvens a luz da alma, que é sua vida”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Da Oração Khatum &quot;revela-nos Tua Divina Luz, que está escondida em nossas almas”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan diz no artigo: &lt;i&gt;&quot;Buscar a Deus é um resultado natural da maturidade. Há um momento na vida em que uma paixão é despertada, e que dá à alma uma ânsia pelo inatingível. E se a alma não toma essa direção, então certamente faltará algo na vida, que é o seu desejo inato, e no qual reside a sua máxima satisfação”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Da Oração Salat, &quot;traga-nos para mais perto de ti a cada momento de nossa vida, até que se reflita em nós Tua graça, Tua Glória, Tua Sabedoria, Tua alegria e Tua paz”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/05/42-o-ideal-de-deus-i.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-2316503205555398413</guid><pubDate>Mon, 18 Apr 2011 05:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T00:11:43.380-05:00</atom:updated><title>41. O Movimento Sufi</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se perguntar a si mesmo: que movimento é esse? É um movimento religioso, é um movimento filosófico ou é um movimento social? Na realidade, este movimento é a resposta ao grito da humanidade. Qual é a resposta? - a resposta é Deus. Se é um movimento religioso, não é um movimento para fazer propaganda de um credo em particular. É um movimento religioso no sentido que este movimento se destina a promover a paz entre os seguidores de todas as religiões. É um movimento religioso no sentido de que todos nós possamos aprender - seja qual for a nossa crença ou fé, qualquer que possa ter sido a fé dos nossos antepassados – possamos aprender a respeitar a religião do outro.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventualmente, ao fazermos isso, podemos ascender a um estado de compreensão no qual assimilamos uma religião como a soma total de todas as outras. Nesse instante nos elevamos acima das diferenças e distinções que nascem das perspectivas estreitas do homem, da sua limitação, e começamos a compreender que esta ou aquela religião, seu nome e sua forma, eram apenas uma cobertura, uma cobertura sobre a Religião que sempre foi, que é, e que sempre será.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus é um só, a verdade é uma só. Como pode haver duas religiões? Só há uma religião,a Religião única. Foi a partir da limitação da natureza humana que ela perdeu o crédito da humanidade. Se houve alguma religião, sempre foi uma religião localizada em alguma época da história, seguida por um povo ou nação específicos. Sim, nós estamos vivendo em terras diferentes, mas sob um mesmo céu: Então nós temos muitas igrejas, mas um só Deus, muitas escrituras, mas uma sabedoria, muitas almas, mas um espírito, o espírito único de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É para entender esse ideal que temos esse Movimento, e temos diversas maneiras pelas quais estudamos e praticamos esse ideal. O lado devocional do nosso Movimento é isso, este Serviço. Estas velas representam a luz de diferentes religiões conhecidas do mundo, e sobre este altar, você verá todas as diferentes escrituras que os grandes têm trazido à humanidade, de tempos em tempos. Não deixa de ser uma forma, e ainda assim abrange tudo. Há aqui o Githa dos hindus, o Alcorão dos muçulmanos, a Bíblia dos cristãos, e ainda a Cabala dos judeus, tudo sobre este altar. O que isso significa? Colocamos em nosso altar a sabedoria, não o nome. O que é o cristianismo? A verdadeira sabedoria, espírito de Cristo - Qual foi o espírito de Cristo? Esse espírito que sempre uniu a humanidade e que sempre a unirá. Se houver algum cristianismo que lhe valha o nome, significará elevar-se acima das distinções e diferenças  que separam a humanidade, esta humanidade que deveria unir-se em uma fraternidade, na Paternidade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos entre nós alguns que preferem manifestar uma devoção sem forma ritualizada. Não há nenhuma restrição. Quer queira vir para o serviço ritual, ou para uma devoção sem forma, desde que Deus, que é o pai da humanidade,  seja buscado em sua verdade, isso não importa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós chamaríamos os membros do nosso Movimento de infiéis se fossem para qualquer outra igreja, ou que participassem de outra cerimônia? Nunca. Para qualquer serviço, qualquer igreja, independentemente da cerimônia, onde quer que possam ir com o mesmo sentimento de devoção universal, eles estarão recebendo a bênção de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não mostra que, enquanto o tempo passa, se o verdadeiro ideal religioso é degenerado, a mensagem sempre chega novamente à humanidade? Não é para uma comunidade, é para o mundo inteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E à objeção:”Nós somos muito poucos,” podemos responder: &quot;Não realmente&quot;. Os membros deste movimento em particular podem ser limitados, mas os membros do nosso ideal não se limitam a este mundo. Nós temos milhões e milhões e milhões de membros em todo o universo. Quando vamos com nossos corações abertos, com o pensamento de fraternidade (de pertencer a uma família), quando abrimos os braços e acolhemos sem perguntar: qual a sua nacionalidade, que raça, fé, religião que você tem? - então, com certeza nos tornamos irmãos da humanidade e a humanidade torna-se nossa família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias sobre os seguintes pontos em Gatheka Religiosa 41&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;Deus é um só, a verdade é uma só&quot;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Repita a frase &quot;Deus é um só, a verdade é uma só&quot; sempre que a separação, as distinções e diferenças surgirem no coração e na mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;A humanidade ... destina-se a se unir em uma só fraternidade, na Paternidade de Deus&quot;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Unidade dentro do ser e no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;Os membros deste movimento em particular podem ser limitados, mas os membros do nosso ideal não se limitam a este mundo.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Unidade dentro do ser e no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Quatro&lt;/b&gt;: Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;Quando vamos com nossos corações abertos, com o pensamento de fraternidade (de pertencer a uma família), quando abrimos os braços e acolhemos sem perguntar: qual a sua nacionalidade, que raça, fé, religião que você tem? - então, com certeza nos tornamos irmãos da humanidade e a humanidade torna-se nossa família.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Unidade dentro do ser e no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/04/41-o-movimento-sufi.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-6245621556274410118</guid><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 17:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T00:00:24.514-05:00</atom:updated><title>40. A Mensagem (2)</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós neste mundo, de acordo com a nossa pequena capacidade, servimos a Deus, consciente ou inconscientemente. Todos nós executamos esse serviço, ainda que seja sem sabê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um ditado do grande filósofo persa, Rumi: &quot;Fogo, ar, água e terra são servos de Deus e, sempre que Deus deseja que os elementos trabalhem para Ele, eles estão prontos para obedecer ao seu comando&quot;. Se os elementos são servos obedientes a Deus, e se tornam-se instrumentos de Deus, não pode o homem ser um instrumento maior e melhor? Na realidade, o homem deve ser o melhor instrumento de Deus para a realização da finalidade de sua criação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, aqueles que têm sido instrumentos de uma comunidade, foi Ele quem os colocou como instrumentos para aquele grupo de pessoas; os que têm sido instrumentos de uma nação, foi Ele quem os utilizou como instrumentos para aquele país, e as almas que têm sido instrumentos para o conjunto humanidade, têm sido usadas por Deus para esse fim. Em qualquer habilidade na vida, como a de um rei, de um profeta, um reformador, um pregador, há os que têm servido a Deus. O maior dos serviços é prestado pelo Profeta, que traz a humanidade para mais perto da perfeição. Pois cada alma nasce para este fim, e toda alma deverá alcançar, por assim dizer, os pés de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde que o Profeta trouxe a Mensagem de Deus, esta é a Mensagem de Deus, que vem sempre da mesma Fonte, não importando quando se apresente. Se ela veio há uma centena de milhares de anos atrás, era Sua Mensagem, e se ela veio há dois mil anos atrás, era a Sua Mensagem e, se ela veio hoje, ainda é a Sua Mensagem. E como o homem tem sido ignorante através das eras! e ele ainda manifesta sua ignorância até hoje. Pois sempre que a Mensagem veio, o homem se manteve recusando, disputando e discutindo. Homem ligava-se a um profeta e ignorava o outro, ele estimava um, e desprezava os outros. E a razão disso é que ele conhecia o mensageiro, mas não compreendia a mensagem. Ele tomou o livro como religião, mas não reconhece sua Mensagem. Se não fosse esta a tendência geral, como poderia Jesus Cristo, com sua Mensagem tão espiritual, ter sido crucificado? Havia profecias e, além das profecias, o próprio Mestre foi a evidência de sua Mensagem; inclusive há um ditado que diz: &quot;O que você é fala mais alto do que o que você diz”. E quão fortemente tampados estão os olhos do homem pela religião, pela fé, pela crença que ele adotou, de aceitar um Mensageiro e rejeitar a Mensagem, sem saber que há somente uma Mensagem, que não pode haver duas! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, as formas como a mensagem nos chega são diferentes, de acordo com a mentalidade da época. Cada profeta tinha que falar da maneira mais conveniente ao momento em que ele viveu, de acordo com a evolução da época. Outra coisa é que o costume de cada país é único - e o modo de vida diferente dos de outros países. Se o Mensageiro nasce em um país e tem que difundir a sua mensagem em outro lugar, certamente ele deve considerar a maneira como as pessoas daquele país olham a vida, e transmitir sua mensagem de acordo com isso. Mas a mensagem vem de Deus. Esta é a razão pela qual o estudo superficial do budismo vai mostrar que o hinduísmo é diferente do budismo; que o estudo superficial do cristianismo e do islamismo vai provocar a sensação de que o cristianismo é diferente do Islã. Mas, se a pessoa perceber que há um fio condutor que liga todas as religiões, compreenderá que toda religião é uma só, como a Verdade é uma só, como a vida é uma só, como Deus é um só. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A humanidade tem feito muitas guerras, com lutas, disputas e diferenças. Agora se você perguntar às pessoas de qualquer país, de qualquer raça, eles vão te dizer: &quot;Chega, chega, agora não faremos mais nenhuma guerra.&quot; A última guerra mundial, que acabou de passar, nos mostrou a maior tragédia que o mundo já viu. Embora a doutrina de Cristo seja de paz: &quot;Bem-aventurados os pacificadores&quot; - e o desejo mais íntimo de todo mundo seja a paz - a humanidade não sabe como construir a paz, e para fazer a paz ela vai para a guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mensagem do Sufismo trabalha sobre essa intenção das pessoas e nações em direção à paz, fazendo-as ver este é o ensinamento de Cristo, e a própria natureza de Deus. Existem diversas atividades que estão ocorrendo agora, tanto em direção à paz quanto à guerra. Todo pequeno movimento que trabalha para a unidade da humanidade é digno de incentivo, com os quais vale a pena colaborar. Mas deve ficar claro que a paz religiosa precisa ser atingida, porque, direta ou indiretamente, o pensamento religioso é que está trabalhando para trazer a paz ou a guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Movimento Sufi não tem a intenção de formar uma comunidade, ou que o mundo todo deva seguir somente uma religião. Isso é tão impossível quanto todas as pessoas do mundo terem a mesma face.&lt;br /&gt;
Mas o possível é que, por conhecer e compreender o segredo da vida, através da compreensão da natureza de Deus, por estudar e compreender a natureza da vida, os homens devem certamente tornar-se tolerantes uns com os outros, evoluírem e unirem-se acima das diferenças de raça, credo nação e religião. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de uma orientação pessoal, os indivíduos são ensinados, na Ordem Sufi, sobre seus problemas mais profundos da vida e os métodos de auto-realização, no qual há a compreensão de Deus. E, para este fim de estudo e orientação prática, todos são bem-vindos. Qualquer que seja a sua fé, ou nome, ou nação, ou a religião, a Ordem não interfere nisso. Não é desejo de um Sufi tirar alguém de sua religião, convencendo-o a seguir a sua. Além e acima de todos os outros objetivos que a Ordem Sufi tem, está o propósito de reunir a humanidade - tão dividida em raças, classes sociais, credos e religiões - na sabedoria e no conhecimento da verdade. Que uma Fraternidade humana possa ser formada na Paternidade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexões diárias sobre os seguintes pontos na Gatheka Religiosa 40&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Primeiro ponto:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;“Na realidade, o homem deve ser o melhor instrumento de Deus para a realização da finalidade de sua criação.”&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação:&lt;/b&gt; Imagine, sinta, invoque a grandeza desta afirmação, de que &lt;i&gt;&quot;devemos ser o melhor instrumento de Deus para a realização da finalidade de sua criação&quot;! Vamos repetir uma e outra vez a linha da Oração Saum :&quot;Use-nos para o Propósito que Tua Sabedoria escolher.&quot; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Segundo Ponto:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;O Movimento Sufi não tem a intenção de formar uma comunidade, ou que o mundo todo deva seguir somente uma religião. Isso é tão impossível quanto todas as pessoas do mundo terem a mesma face.” &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação:&lt;/b&gt; O belo e delicado raciocínio do Murshid nos desperta para o fato de que a beleza e a harmonia decorrem da diversidade, não da mesmice. Lembremo-nos disso em nossa busca de compreensão sobre os outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Terceiro Ponto:&lt;/b&gt; Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, na palestra, diz: &lt;i&gt;&quot;Através de uma orientação pessoal os indivíduos são ensinados, na Ordem Sufi, sobre seus problemas mais profundos da vida e os métodos de auto-realização, no qual há a compreensão de Deus”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Em outro trecho: &lt;i&gt;&quot;... Mas o possível é que, por conhecer e compreender o segredo da vida, através da compreensão da natureza de Deus, por estudar e compreender a natureza da vida, os homens devem certamente tornar-se tolerantes uns com os outros, evoluírem e unirem-se acima das diferenças de raça, credo nação e religião.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação:&lt;/b&gt; O Murshid, muito simples e diretamente, descreve o caminho e a Finalidade da Ordem Sufi (Escola Interna): 1) discipulado levando à compreensão de Deus e de Si Mesmo, 2) essa compreensão traz percepção 3) essa percepção leva ao entendimento para além das fronteiras e limitações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/03/40-mensagem-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2715789913615143192.post-407387080695226806</guid><pubDate>Mon, 01 Oct 2007 10:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-03T05:03:54.355-05:00</atom:updated><title>1. A Religião do Coração</title><description>&lt;marquee bgcolor=&quot;#fefff1&quot;  scrollamount=&quot;4&quot; onmouseover=&quot;this.stop()&quot; onmouseout=&quot;this.start()&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/prayers_portuguese.htm&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt; Prayers in Portuguese&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/brosis_portuguese_translations.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Portuguese Translations from English&lt;/a&gt; • &lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/med_hik_current_english.php&quot; target=_&#39;blank&#39;&gt;Hazrat Inayat Khan Study Circle in English&lt;/a&gt;&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gatheka Religiosa&lt;br /&gt;
por Hazrat Inayat Khan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se alguém lhe pergunta: “O que é Sufismo/ Que religião é essa?”, você pode responder: “Sufismo é a religião do coração, a religião na qual uma coisa é a mais importante, que é buscar Deus no coração da humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem três maneiras de buscar Deus no coração humano. A primeira é reconhecer o divino em toda pessoa e ser cuidadoso a respeito de cada pessoa com a qual estabelecemos contato, com nosso pensamento, nossa fala e nossa ação. A personalidade humana é muito delicada. Quanto mais vivo um coração, mais sensível ele é; pois o que causa a sensibilidade é o elemento amor no coração, e amor é Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa cujo coração não é sensível não tem sentimento, seu coração não se encontra vivo, na verdade está morto; neste caso o espírito divino está oculto em seu coração. Uma pessoa que esteja sempre conectada com seus próprios sentimentos está tão absorta neles que não tem tempo nenhum para pensar no outro. Toda sua atenção está presa em seus próprios sentimentos, ela sente pena de si mesma, ela lamenta sua própria dor e nunca está aberta para simpatizar-se com outros. Aquele que presta atenção no sentimento de outra pessoa com a qual entre em contato pratica a primeira e essencial moral do Sufismo. O outro modo de praticar esta religião é considerar o sentimento da pessoa que no momento não se encontra próxima. Sente-se uma pessoa presente, mas normalmente aquele que não está à vista é negligenciado. Fala-se bem de alguém na frente da própria pessoa, mas se alguém fala bem de alguém que está ausente, isso é mais valioso ainda.&lt;br /&gt;
Simpatizamo-nos com o problema de alguém que está presente num dado momento, mas é mais notável simpatizarmo-nos com aquele que se encontra distante. E a terceira maneira de realizarmos o princípio Sufi é reconhecer no sentimento de alguém o sentimento de Deus; compreender que cada impulso surge no coração da pessoa como um sinal de Deus; compreendendo que o amor é a faísca divina no coração de alguém, que surge como uma manifestação de Deus, compreender o amor como essa faísca divina no coração, e assoprar essa faísca até que a chama apareça para iluminar o caminho na vida de alguém.&lt;br /&gt;
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O símbolo da Ordem Sufi, que é um coração alado, é revelador de seu propósito. O coração é tanto terreno quanto celeste. O coração é o receptáculo terrestre do espírito divino, e quando ele recebe o espírito divino ele absorve o Céu em si; as asas estão figuradas em posição de elevação. O crescente lunar é um símbolo de capacidade de resposta; é o coração que responde ao espírito de Deus que se manifesta. Ele simboliza a responsabilidade porque vai refletindo o Sol mais e mais, de acordo com sua receptividade. A estrela na Lua crescente representa a faísca divina que se reflete no coração humano como amor, e ajuda a Lua em seu processo de crescimento.&lt;br /&gt;
A Mensagem Sufi é a mensagem do dia. Ela não traz teorias nem doutrinas além daquelas que já existem, e que confundem a mente humana. O que o mundo precisa hoje em dia é da mensagem de amor, harmonia e beleza, cuja falta reduz a vida a uma tragédia. A Mensagem Sufi não mostra uma nova lei; ela desperta na humanidade o espírito de fraternidade, com tolerância da parte de uns a respeito da religião dos outros, com perdão das faltas uns dos outros; ela ensina atenção e consideração, para assim criar e manter a harmonia na vida; ela ensina serviço e predisposição, que tornam a vida frutífera, que faz a satisfação de toda alma.&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;Reflexões diárias nos seguintes pontos em Gatheka Religiosa 1&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
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Pir-o-Murshid Hazrat Inayat Khan, nesta leitura, diz que há três maneiras de buscar Deus no coração humano.&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;Ponto Um&lt;/b&gt;: O primeiro modo é reconhecer o divino em cada pessoa e ser cuidadoso com cada um com quem se faz contato, em seu pensamento, palavras e ação.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Como eu posso fazer desses “modos de encontrar Deus no coração humano” uma expressão efetiva em minha vida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Dois&lt;/b&gt;:  O outro modo de praticar esta religião é considerar o sentimento da pessoa que no momento não se encontra próxima. Sente-se uma pessoa presente, mas normalmente aquele que não está à vista é negligenciado. Fala-se bem de alguém na frente da própria pessoa, mas se alguém fala bem de alguém que está ausente, isso é mais valioso ainda.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Quais são as maneiras pelas quais eu expresso esses ensinamentos em minha vida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ponto Três&lt;/b&gt;: E a terceira maneira de realizarmos o princípio Sufi é reconhecer no sentimento de alguém o sentimento de Deus; compreender que cada impulso surge no coração da pessoa como um sinal de Deus; compreendendo que o amor é a faísca divina no coração de alguém, que surge como uma manifestação de Deus, compreender o amor como essa faísca divina no coração, e assoprar essa faísca até que a chama apareça para iluminar o caminho na vida de alguém.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contemplação&lt;/b&gt;: Quais são as maneiras pelas quais eu não expresso esses ensinamentos em minha vida, e que medidas posso tomar para praticar mais completamente esses conhecimentos em meu dia a dia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.sufimovement.us/audio_2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Learn More&lt;/a&gt;</description><link>http://hazratinayatkhanportuguese.blogspot.com/2011/10/1-religiao-do-coracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Safiya Mooijman)</author></item></channel></rss>