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	<title>HContos - Contos Eróticos por H.</title>
	
	<link>http://www.hcontos.com.br</link>
	<description>Contos eróticos trabalhados e bem detalhados para o seu deleite.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Mar 2012 04:56:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Velas e um calor erótico</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 04:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador HContos</dc:creator>
				<category><![CDATA[erótico]]></category>
		<category><![CDATA[masculino]]></category>
		<category><![CDATA[primeirapessoa]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Era noite e a lua estava grande e clara. Na TV passava Simpsons e eu estava deitado no sofá, tranquilo, satisfeito com a vida, assistindo. Não muito longe da sala onde eu estava, Carol juntava na cozinha massa, frango, queijo ralado, molho&#8230; E vinho. Preparou a mesa, apagou a TV, a luz, acendeu as velas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era noite e a lua estava grande e clara. Na TV passava Simpsons e eu estava deitado no sofá, tranquilo, satisfeito com a vida, assistindo. Não muito longe da sala onde eu estava, Carol juntava na cozinha massa, frango, queijo ralado, molho&#8230; E vinho. Preparou a mesa, apagou a TV, a luz, acendeu as velas. O jantar estava maravilhoso, assim como ela. Comemos, bebemos, sorrimos, rimos, flertamos, ficamos satisfeitos. Um clima ótimo. Nos levantamos da mesa e nos beijamos e abraçamos.</p>
<p><span id="more-360"></span></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/jantar-luz-velas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-379" title="jantar-luz-velas" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/jantar-luz-velas-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Os beijos dela sempre me atiçam, e foi o que aconteceu. Mesmo com aquela moleza depois de um jantar farto, de um vinho gostoso, aqueles beijos e aquele cheiro me ativara. Eu não estava mais completamente satisfeito, eu queria algo mais. Eu queria então mais uma refeição, naquele momento, já, devorá-la. O desejo era mútuo, e enquanto nos beijávamos, íamos andando de pouco em pouco para o quarto escuro, onde sensações incríveis nos esperavam, naquela cama memorável, gostosa. No meio do caminho, ela parou, se afastou de mim, foi pegar alguma coisa. Sentei na cama e esperei um pouco. Tirou de uma gaveta várias velas, foi colocando-as nas mesinhas que havia no quarto. Quando ela estava acendendo uma das últimas, me levantei, fui até ela e a abracei por trás. Ela virou, e continuamos a nos beijar.</p>
<p>Ainda em pé, nos beijávamos, abraçávamos, apertávamos e o desejo continuava crescendo enquanto as chamas das velas continuavam a queimar e aquecer o quarto. Fui empurrando-a até encostá-la na parede, comecei a beijá-la no pescoço. Carol respondia fechando os olhos e olhando pra cima, deixando aquele pescoço gostoso disponível, por onde minha língua passava e beijos sussurravam. Minhas mãos alternavam alisando sua cintura, descendo e subindo pela coxa, o ambiente ficava mais quente&#8230; Do pescoço, fui descendo a língua até no meio do decote de sua blusa, enquanto subia com as mãos pela sua barriga até seus seios. Seus olhos ainda fechados mostravam que ela estava sentindo as boas e gostosas sensações do tato&#8230; Desci, me ajoelhei e comecei a desabotoar a calça dela. Enquanto eu fazia isso, ela abriu os olhos e olhou para baixo, colocou suas mãos sobre minha cabeça e começou a alisar o cabelo enquanto mordiscava seus lábios, louca por o que vinha a seguir.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pescoco.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-377" title="pescoco" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pescoco-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Sua calcinha era branca e já dava pra perceber o quanto estava úmida. Comecei a beijar seu clitóris por cima da calcinha enquanto ela continuava a alisar minha cabeça. Beijei toda a área da virilha e partes internas da coxa, e enquanto o fazia fui tirando sua calcinha. Seu sexo estava inundado com tanto tesão. Logo quando vi e senti o aroma da safadeza dela, senti meu pau, ainda dentro da calça, latejar de tão duro e cheio de tesão. Meu sangue pulsava e eu desejava, desejava, desejava&#8230; Tirei totalmente sua calça e calcinha e joguei de lado. Ela se apoiou com as costas na parede, desceu um pouco e foi abrindo as pernas para acomodar minha cabeça entre elas. Comecei a chupá-la. Lambia seu clitóris e beijava sua virilha enquanto segurava com as duas mãos na parte lateral de sua bunda, em suas coxas suculentas.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/oral-em-pe.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-378" title="oral-em-pe" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/oral-em-pe-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Então comecei a chupar seu clitóris mais constantemente. Coloquei-o na boca e suguei levemente dentro, com a ponta da língua encostando. Carol começou a gemer bem gostoso e me deu mais tesão. Suas mãos, que ainda estavam alisando minha cabeça, começaram a ficar mais rígidas, agora segurando minha nuca, puxando-a para si, de encontro com aquele clitóris delicioso. Quanto mais ela pressionava, eu chupava mais forte. Chupava e chupava, com o clitóris durinho e todo dentro da minha boca, com minha língua se mexendo cada vez mais lá dentro, sentindo tudo molhado, fazendo movimentos de cima pra baixo, sugando. Em um determinado momento, as mãos de Carol puxavam minha cabeça tanto que eu fiquei muito tempo com a boca naquela bucetinha safada, sem conseguir respirar. Só chupava, e achava aquilo o máximo. E foi nessa hora que chupei mais forte, e quando não aguentava mais prender a respiração, forcei minha cabeça para trás, olhei para cima e vi ela olhar para mim. Aqueles olhos lindos, me pedindo mais. Então voltei a chupá-la, dessa vez o mais rápido que podia, passando toda a base da língua de cima abaixo. E ia rápido. Carol segurava minha cabeça, acompanhando meus movimentos, bagunçava meu cabelo com euforia. E eu chupava, chupava, de cima a baixo, ela gemia, eu chupava, ela gemia mais, eu chupava mais, o mais rápido que podia, ela gemia alto, eu chupava mais, e chupava mais, e mais rápido, e mais, até começar a sentir ela ficar na ponta dos pés, respirar mais forte e gemer com mais intensidade&#8230; E junto com suas pernas tremendo, ela gozava na minha boca, com muito tesão. Aquele líquido safado na minha boca, incrível.</p>
<p>Levantei, olhei para ela, meti um dedo dentro dela e coloquei para chupar e sentir seu próprio sabor. Depois a beijei de língua, bem profundo e demorado. Tirei o resto da roupa dela e joguei-a na cama. As velas continuavam a queimar. O quarto já estava quente, abafado, ofegante como Carol gozando. Tirei minha roupa e subi em cima dela. Chupei seus peitos, primeiro o direito, depois o esquerdo, peguei-os com as duas mãos&#8230; Seus longos cabelos negros espalhados pela cama, seu rosto sorrindo, seu corpo nú, uma visão dos Deuses. Então abri suas pernas o máximo que pude, colocando-as para cima e metendo devagar e o mais fundo possível, sentindo-me penetrar dentro dela. Seus olhos ficaram semicerrados, o sorriso ainda maior. O tesão dela era tão grande como o meu ao penetrá-la. Deixei-me lá dentro por alguns segundos, beijei-a um pouco, olhei para ela e comecei a meter.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo-na-cama-sexy.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-373" title="sexo-na-cama-sexy" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo-na-cama-sexy.gif" alt="" width="500" height="207" /></a></p>
<p>Metia e sentia tudo lá dentro molhado. Uma bucetinha maravilhosa, safada e sedenta. Enquanto eu continuava a penetrá-la, alternava meus olhares entre seu rosto, seus peitos e meu pau indo e vindo dentro de Carol. Metia num ritmo não tão rápido, nem tão lento, mas sempre profundo, batendo minha virilha sempre com a sua. O tesão era grande, devasso, imoral. Apoiei meu corpo totalmente sob o dela, deixando-a sentir o peso enquanto eu minha cabeça ficava do lado dela, sussurrando gemidos em seu ouvido. Suas duas mãos abraçaram minhas costas e seguraram meu ombro, com um misto de delicadeza e firmeza. Mordisquei de leve sua orelha enquanto ela passava a mão por minhas costas e eu metia nela bem gostoso. Suas mãos foram descendo e chegaram em minha bunda, ela segurou minhas nádegas e as apertou, puxando meu corpo para ela, querendo que eu metesse mais forte. E eu respondi metendo com mais firmeza, um pouco mais rápido. Ela acompanhava os movimentos puxando e apertando minha bunda. Era muito tesão.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo-por-cima.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" title="sexo-por-cima" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo-por-cima.gif" alt="" width="400" height="222" /></a></p>
<p>Quando me dei conta, estávamos completamente encharcados. O quarto ficara tão quente quanto nossa vontade e nosso tesão. As velas continuavam a queimar e a iluminação era sexy, instigante. O sexo sempre foi bom, ótimo, mas aquilo dava um ar ainda maior, deixava todos os sentidos mais aguçados e as sensações mais gostosas. Meu rosto suava enquanto eu metia nela. E metia. E metia. E metia&#8230; Meu pau entrava e saía sem parar daquela bucetinha quente e molhada. Meu corpo, ainda com o peso sob ela, suava junto com o dela, sem parar. Continuei metendo. Levantei um pouco e percebi sua cara de tesão, sua boca gostosa e aberta, gemendo, aproveitando e tirando todo prazer que ela queria do meu pau. Seu rosto também suava. Não era apenas sua bucetinha que estava molhada, ela toda ficara.</p>
<p>E continuei metendo. Meu pau estava excitado e duro como uma rocha, metendo nela de forma firme. Eu estava me cansando muito rápido, mais do que o normal por causa do grande calor erótico que as velas proporcionavam. Mas ao mesmo tempo que o cansaço vinha, uma vontade vinha mais forte. Meu tesão estava à toda. Aquele ambiente era novo pra mim e eu gostei. Muito. E como sempre, o jeito safado de Carol, aquela atitude, me excitavam ainda mais. Um momento tão perfeito. Diminuí um pouco o ritmo e comecei a esfregar meu corpo suado no dela, uma sensação gostosa demais&#8230;</p>
<p>- Que gostoso esfregar nossos corpos suados&#8230; &#8211; Falei.<br />
- Sim, é muito gostoso&#8230;</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo12.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-372" title="sexo12" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo12.gif" alt="" width="500" height="153" /></a></p>
<p>Continuei esfregando&#8230; Eu continuava a meter naquela bucetinha gostosa enquanto me esfregava em Carol. A sinergia era gostosa, dava mais tesão. Em um determinado momento, tive que parar um pouco os movimentos porque achava que ia gozar&#8230; Não queria gozar naquela hora, estava bom demais, queria continuar sentindo aquilo sem interrupções&#8230; Parei de meter meu pau nela, e apoiado nas pernas e de joelhos entre as pernas dela, observei aquele corpo gostoso e suado e comecei a passar a mão por todo ele. Com os dedos, senti todos os seus centímetros. Agarrei-a pela cintura e segurei, continuei a admirá-la&#8230;</p>
<p>- Agora eu quero de quatro &#8211; Ordenei.</p>
<p>Carol virou e prontamente ficou de quatro, com a bunda bem empinada, mostrando aquela bucetinha e suas coxas suadas. O molhado daquelas coxas maravilhosas era uma mistura de suor e da safadeza sem fim que saía de sua bucetinha. Por alguns instantes, parei para aprecisar mais uma visão dos Deuses como aquela, e continuei a esfregar as mãos no seu corpo. Não demorou muito tempo, não aguentei, fiquei de joelhos, e meti. Dessa vez meti com força desde o começo, e estávamos tão molhados que entrou rápido e gostoso. A parada anterior me deu mais força e vontade para meter mais. Comer ela de quatro era maravilhoso. Comia com força e muito rápido! Não aguentava ir devagar. Aquela visão da bunda, das costas, dos ombros, do cabelo. Meu pau entrando nela. Ela gemendo, gemendo gostoso e alto. Ela estava adorando dar aquela bucetinha de quatro pra mim. Eu adorando olhar meu pau entrar naquela bucetinha gostosa, com aquela bunda bem aberta e o cuzinho gostoso àmostra.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo7.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-371" title="sexo7" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sexo7-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p>E metia. Metia. Metia&#8230; Batia com minha virilha na bunda dela. Fazia muito barulho. Rápido. Forte. Firme. Ela gemia muito, me dava muito tesão. Meu pau pulsava sem parar. Um prazer sem igual, não tinha como controlar o tesão, estava à ponto de gozar. Enquanto metia forte e rápido, eu aproveitava que estava no comando para passar as mãos nas costas suadas dela, para agarrar sua cintura bem forte e puxar pra comê-la mais fundo. Ela gemia muito, e eu sabia que não era só eu que estava louco, sem controle. Ela também queria gozar. Quando percebi seus gemidos mais forte e sua respiração mais ofegante&#8230;.</p>
<p>- Continua assim bem forte que vou gozar&#8230;</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/de-quatro-com-visao.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-381" title="de-quatro-com-visao" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/de-quatro-com-visao.gif" alt="" width="460" height="244" /></a></p>
<p>Peguei forte nos ombros. Puxei. Depois peguei seus cabelos com uma mão e puxei. Puxava o ombro e o cabelo em minha direção. Ela gritou de tanto tesão e explodiu num gozo sem igual. Ao ouvir e sentir sua bucetinha latejar no meu pau, não aguentei de tanto tesão e gozei também. Gozei dentro dela bem gostoso. Gemi forte enquanto gozava, com minha respiração muito ofegante. Ela, em êxtase com o orgasmo, se debruçou mais na cama, deixando a maioria do seu corpo deitado, mas com a bunda bem empinada. Eu, por uns instantes, agora segurando aquela cintura, deixei meu pau ali dentro, pulsando, latejando, descansando, dentro dela.</p>
<p>Nos deitamos um ao lado do outro, nos abraçamos, suados e exaustos, mas acima de tudo satisfeitos, em êxtase. Nossos corpos suados ainda grudados um no outro, roçando de leve. A sensação continuava muito boa&#8230;</p>
<p>- Uma boa memória para toda a vida&#8230; -Falei.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/nus-depois-do-sexo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-376" title="nus-depois-do-sexo" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2012/03/nus-depois-do-sexo-300x155.jpg" alt="" width="300" height="155" /></a></p>
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		<title>O Jantar Real da mesa estreita</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 17:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samarapeixoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[erótico]]></category>
		<category><![CDATA[orgia]]></category>
		<category><![CDATA[terceirapessoa]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[medieval]]></category>
		<category><![CDATA[provocação]]></category>
		<category><![CDATA[traição]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa feita, o Rei quis brincar com sua corte, preparou um jantar diferente, sem nenhum propósito visível, a não ser o deleite de todos, inclusive o seu. Só que sua preocupação maior, não era degustar os pratos maravilhosos da sua cozinha real, e sim deliciar-se com os gozos de sua corte. Propositalmente, decorou a sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa feita, o Rei quis brincar com sua corte, preparou um jantar diferente, sem nenhum propósito visível, a não ser o deleite de todos, inclusive o seu. Só que sua preocupação maior, não era degustar os pratos maravilhosos da sua cozinha real, e sim deliciar-se com os gozos de sua corte. Propositalmente, decorou a sala de jantar de forma a instigar os sentidos sexuais de sua contida corte, queria liberá-los de seus &#8220;deveres morais&#8221; como se liberta perfumes de seus frascos. Escolheu cores fortes, rosas vermelhas e obras de arte com conotação sexual, sem que isso fosse perceptível demais, afinal os queria livres, não envergonhados do que tudo aquilo os causava, o despertar de suas libidos. Ordenou que para o jantar fosse usada uma longa e estreita mesa, em que só coubessem os pratos e taças de seus convidados, e que estes chegassem, se assim desejado, a tocar o outro com seus pés, mas que isso não fosse um caos, mas trouxesse uma aproximação com estas pessoas.</p>
<p>Ele conhecia cada nobre, cada desejo mais obscuro, era o seu dom, olhar e perceber o desejo mais contido, a luxúria mais negada. Ele sentia isso no olhar, no movimento que o peito fazia durante a respiração, por traz de todos aqueles panos. Dispôs assim, cada casal separado na mesa, ninguém questionou, era a vontade do rei. Cada um sentado de frente àquele que lhe despertava forte desejo sexual, ou mais, àquele a quem, ele sabia, tinha em algum momento, ou ainda o fazia, sucumbido a romances secretos.</p>
<p><span id="more-351"></span></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bacanal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-352" title="bacanal" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bacanal-300x141.jpg" alt="" width="300" height="141" /></a></p>
<p>Ao se acomodarem na mesa de jantar, sem ter nem comentado uns com os outros o apelo sexual que toda aquela reunião estava tendo, até porque eles sentiam, mas não percebiam diretamente. Depararam-se com a ordenação dos assentos, todos dispostos frente à frente com o pecado. Muitos olhos que se encontraram, fizeram faces abarrotadas de pó de arroz corarem, mãos gelarem, corações baterem mais rápido, a respiração ofegante e os pensamentos libidinosos logo vieram. Não chegaram a estranhar a mesa tão estreita, o Rei, inventava muita moda, e era bem cômodo a eles, ao menos, se tocarem por baixo dos panos da mesa, que cheirava a vinho e comidas picantes. Nem toda a corte interessava tanto ao Rei, só os mais pudicos tinham sido convidados &#8211; e se achavam tão merecedores disto, afinal os outros nobres, não eram assim tão nobres, eles sim, porque se continham, ou porque fingiam conter seus desejos ‘impuros’. O Rei olhava muito interessado os rostos rubros pelo desejo, as bocas que não sabiam se fechavam, se falavam algo ou se calavam pelo resto da noite. Muitos não ficaram contentes com a dispersão dos casais, e apesar de não ter nem ousado comentar uma escolha Real, sentiram ciúmes de seus pares, que eles sabiam estar frente a sua maior tentação, afinal isso também acontecia a eles, mas a preocupação do egoísta é tamanha, que preocupa-se mais em não ser traído que ter o prazer de trair.</p>
<p>Então, o Duque começou a falar sobre cavalos, e de sua paixão pela montaria, talvez incentivado pela forte vontade de ter a mulher em sua frente a cavalgar em si por toda a noite, enquanto tentava pensar em cavalos, se via por baixo daquela mulher, vendo seus seios balançarem, pra cima, pra baixo, e aqueles dentes brancos mordiscarem o lábio inferior, com tal força que a intenção parecia ser rasgá-los e libertar o sangue que os fazia tão vermelhos, por um instante ele teve impressão de ver sangue escorrer nos lábios dela, então logo baixou a cabeça e começou a ouvir o que os outros diziam e a conversa prosseguia, com assuntos cada vez mais ligados ao ato sexual. Nenhuma palavra Real era pronunciada, Ele tinha o intuito de não influenciar nenhum pensamento, ficava em silêncio a observar e sorrir meio-sorrisos. Tentava adivinhar cada fantasia que as pessoas a sua frente estavam tendo naquele momento, notando que nenhuma estava realmente interessada no assunto em pauta. Esperava o momento em que todo aquele desejo iria ebulir. Não foi surpresa quando observou a Viscondessa com ares marotos provocar no homem a sua frente uma surpresa agradável. Primeiro, os olhos deles arregalaram e depois um sorriso agradável e quase discreto surgiu em seus lábios. Os pés da jovem viscondessa roçavam de leve as suas pernas, e logo subiram e chegaram a um lugar que nem ele imaginava que pudesse chegar, e lá faziam movimentos sem muita dificuldade e que o deixara em apuros, disfarçar o que aquilo causava era quase impossível para este homem. E como acompanhando a viscondessa em sua idéia, tomou a iniciativa de tocar a mulher, ela não pareceu assustada, o Rei observou também que existia um fogo em seus olhar e seu sorriso. A mulher à quem tocava o Conde era muito mais jovem que ele, recém chegada a corte, mal sabia falar a língua local. Seu casamento fora planejado, para unir as riquezas de duas famílias, como era comum à nobreza. O homem a sua frente lhe despertava de início uma leve curiosidade, mas agora, naquele momento em que sua pele aveludada, era tocada pelos pés do Conde calçados em meias suaves de seda, lhe fazia arrepiar, coisa que não sentia com o homem a quem fora desposada, que nunca a tocou intimamente. Pois este &#8211; como indicavam as más línguas &#8211; em toda a vida, nunca tocou uma mulher. Por baixo das anáguas, a mulher estava em chamas, e não disfarçava tal coisa, havia deixado, no reino de onde viera, amantes desconsolados, e aqui já os fizera aos montes, discretamente, claro.</p>
<p>Todos a olhavam sem virar-se diretamente para ela. O Rei em virtude de tal comportamento da jovem nobre, e sabendo que isso causava estranheza em alguns poucos que não haviam entendido, ordenou que os seus servos se retirassem, com um simples olhar. Os servos se foram, o Rei notou os olhos confusos que acompanhavam os servos, era como se cada um daqueles que não haviam se deixado inspirar, houvesse naquele momento recebido uma sentença de morte. Nestes, havia muito mais medo do que regozijo pelo que poderiam fazer. A jovem que era acariciada por baixo das anáguas pelo Conde, invadida por descontrolado desejo, escorregou para baixo da estreita mesa, e tomou o membro do Conde em sua boca, todos à mesa tentavam fingir que nada viam, a expressão do homem era aterradora, suando muito, um punho fechado sobre a mesa, a outra mão segurando um lenço enxugava a testa, como quem passava mal, olhava para o teto, tentando não entregar o que todos já tinham conhecimento, arfava baixinho, reprimindo o prazer que sentia. A afogueada jovem sabia como desalinhar um homem, e o fazia ali, debaixo dos narizes de todos, como se lhes fosse invisível. Era voraz e delicada ao mesmo tempo no que fazia, suas mãos pequenas alisavam, seguravam, apertavam, enquanto sua língua úmida lambia, roçava&#8230; O homem gritou, segurando a cabeça da Viscondessa com as mãos e a apertando contra seu sexo, esquecido completamente dos demais, olhos fechados, boca aberta, cabeça estendida para trás. A mulher ainda se deliciava, quando se deu conta do que fazia, mas continuava, e sem sentir culpa alguma.</p>
<p>Todos tentaram, mas ninguém conseguiu ignorar, ao olharem para o homem ali, visivelmente esgotado pelo esforço de se conter no desenrolar do feito, e que agora parecia sozinho em seu quarto a libertar seus mais profundos desejos com uma mulher qualquer. Sua esposa, de olhos arregalados sentiu naquele momento um fervor, que não era bem ciúmes, pois nunca o amou, mas a licença para também deixar-se levar. Olhou o Duque, com quem já havia saído para agradáveis passeios no bosque regados a luxúria e bom vinho. E no olhar entregou sua disposição para a brincadeira que costumavam fazer, sem preocupação, mas com um pouco de dificuldade, levantou as anáguas do vestido e em meio a tantos panos, acariciava a si mesma, primeiro as pernas, com as pontas das unhas subindo devagar, depois, olhos fechados, sem nenhum pudor, toca seu sexo por cima dos panos, lá fica a roçar os dedos, na vontade de tê-los dentro de si, mas essa era a melhor parte, onde o desejo era maior, mas contê-lo era um agradável castigo. A parte do Duque na brincadeira era justamente ver as faces de sua amante corarem, a saliva aumentar, e chegar a escorrer no canto da boca, ouvir os leves gemidos, e ficar só observando aquela mulher, tendo-se, levando a si mesma a loucura de tanto prazer.</p>
<p>Já dois casais sucumbiam, enquanto os demais, perplexos, não continham a excitação que tudo lhes causava. Olhavam para o Rei, que se mantinha calmo, como se nada visse, e cada um entendia aos poucos o que acontecia, e entregavam-se ao amante, e aos seus desejos, até nos mais hipócritas, nos mais egoístas, já se via um lampejo de cobiça pelo pecado de que fugiam. A Condessa, já tinha afastado os panos, e fazia entrar seus dedos na sua própria carne quente, molhada. Nesse momento, soltou um gemido alto, e começou novos gemidos, cada vez mais frenéticos, uma das mãos afastava-lhe a roupa e tinha dedos enterrados em sua carne. A Duquesa, sentada ao lado de sua rival, embriagada pelo desejo que aquilo despertara em si, sem preocupar-se com o Duque que fazia sua parte na brincadeira, e nem com os outros, retorce o corpo para lamber a Condessa que delirava com o que causava a si mesma, sem se deter as intervenções de sua nova amante, beijou-lhe os lábios oferecidos, sem conhecê-los, permaneceu a delirar, de olhos fechados, enquanto a Duquesa descobria o que nem ela sabia ao certo, desnudava sua amante-rival, passeava lábios e língua naquela pele em brasa. Para o Duque a novidade não poderia ser mais que agradável, o jogo ficava mais difícil a cada ação de sua mulher para com a amante. A rigidez do seu membro revelado pelo tecido delicado de suas vestes causava frenesi no homem sentado ao seu lado, o Visconde, era um maduro amador de homens. Mesmo que desde o seu casamento, se houvesse questionado mais sua sexualidade, não tomava sua esposa, e continuava a sair com homens às escondidas. Ali, do seu lado, um homem pulsava de prazer, prazer contido, aquilo o fazia salivar, mesmo que olhasse para o lado, onde podia agora ver sua pequena esposa sentada sobre o Conde, tendo os seios tomados na boca, sugados, nem assim lhe saia da cabeça as calças do Duque quase por explodir, só aumentava sua vontade de entregar-se, pois tudo ali agora cheirava a sexo, tudo ali, desde o princípio, notava ele, era sexo. Como que tomado de uma súbita coragem, virou-se para o Duque, livrou-o de suas calças e segurou seu membro em suas mãos, e ele pulsava, como se preparando para explodir, ao ser assim tirado de seu jogo bruscamente, o Duque olhou por segundos nos olhos do Visconde, e sem saber o porquê, viu-se, seguidamente, tomar àquele homem, e aquilo lhe foi mais agradável que tomar sua esposa, ou sua própria amante. O Visconde, de roupas abaixadas, curvado à mesa, segurava um pedaço da manta que a cobria, chorava lágrimas de prazer e dor, gritava mais alto que os demais. Como num efeito dominó, agora, todos estavam submetidos aos deleites que julgavam pecado, Todos ali, eram amantes agora, e amantes dos amantes de seus amantes.</p>
<p>O Rei, alegre como quem acaba de pintar um belo quadro, aprecia tudo de sua cadeira, na altivez de quem não se deixa levar pelo que está a observar, admira todos os rostos moldados pelo gozo, as bocas abertas, a saliva como bálsamo de beijos, os olhos fechados, com as pálpebras comprimidas pelo prazer. Vitorioso, sorve mais um gole de vinho, fecha os olhos,e em sua mente, todos os gemidos, os arfares, os gritos, os risinhos, são então, aos seus ouvidos, uma bela sinfonia.</p>
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		<title>Ledo engano</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samarapeixoto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fim de ano, um tanto de estresse com a quantidade de compromissos. Mas, as festas deste período não deixam por menos. De todas, essas são as melhores, é onde me jogo mais. Onde me liberto. Talvez para dar um break na correria, espantar os fantasmas e dar a cara à tapa com mais coragem no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de ano, um tanto de estresse com a quantidade de compromissos. Mas, as festas deste período não deixam por menos. De todas, essas são as melhores, é onde me jogo mais. Onde me liberto. Talvez para dar um break na correria, espantar os fantasmas e dar a cara à tapa com mais coragem no ano novo.</p>
<p>Recebi vários convites para o réveillon, e como meu espírito pedia, escolhi a provável mais louca de todas. Denis e Fábio davam as melhores e mais insanas festas. Geralmente com o público mais gay possível. E como eu estava solteira há bem pouco tempo, mas com uma mágoa de dar dó, resolvi curá-las com a primeira garota que encontrasse afim, ou garotas.</p>
<p><span id="more-341"></span></p>
<p>Qual não é minha surpresa, quando ao chegar à festa a primeira pessoa com quem me bato seja minha recente ex. Toda feliz, já um pouco alta por conta da bebida, e acompanhada de um cara sério, e bem mais velho que ela. Passando sobre mim de mãos dadas com ele, ainda teve a audácia de me cumprimentar me abraçando toda sorridente. Usava um vestidinho curto e todo ajustado. Branco com tiras vermelhas e douradas enredando aquele tecido em seu corpo. Um salto alto, que nunca dispensava e trança no cabelo. A maquiagem era simples, o olho claro marcado, e no mais, parecia natural. Mesmo com raiva pelo que tinha aprontado comigo, mesmo enciumada por estar com outra pessoa, mesmo triste por ter sido abandonada. Meu tesão por ela naquele momento era tão grande que se ao me abraçar tivesse falado ao meu ouvido pra esperá-la em algum canto. Lá estaria eu doida para libertar aqueles seios de seu decote, e toma-los em minha boca, colocar minhas mãos por baixo daquele pedaço de pano, tocar aquela carne dura, preencher seu sexo com meus dedos enquanto ela gemeria em meu ouvido, me fazendo gozar sem nem mesmo ser tocada de volta. Tal era seu poder sobre mim!</p>
<p>No entanto, ela me abraçou, desejou feliz ano novo e saiu correndo arrastando o cara com quem estava. Para alguns metros depois, o agarrar e beijar&#8230; Poderia ao menos ter feito isso longe de minha visão. Nem parecia que havíamos vivido na mesma casa, dividindo a mesma cama suada de nossas aventuras roladas várias vezes ao dia e, muitas outras a noite.</p>
<p>Senti um pouco de asco ao recordar de sua traição, naquela mesma cama nossa, com a nossa melhor amiga. Virei o rosto quando o homem segurou sua bunda e ela parou o beijo pra gemer em seu ouvido. Estava tão furiosa pela lembrança, por seu comportamento&#8230; Não demonstrava nenhum arrependimento. Pelo contrário, não se importava em me provocar. Agora então é que eu queria mesmo extrapolar. Sai andando apressada pra perto do palco, onde uma banda de amigos tocava músicas agitadas de um rock sujo que misturava metal e algo de punk. Eu pulava, gritava e batia cabeça de olhos fechados, afugentando os pensamentos. Quando reparei que havia um integrante novo na banda. Ou seria uma integrante nova? Aquilo me intrigou. A pessoa que comandava a guitarra parecia ao mesmo tempo homem e mulher. Já havia visto alguns indivíduos assim, mas era fácil definir depois de alguns minutos olhando. Porém, lá estava eu, parada em frente ao palco, sendo empurrada em alguns momentos, encarando o/a guitarrista. E não só por conta da curiosidade. Tinha me instigado bastante. Cabelos curtos e modernos, alguns piercings e alargadores discretos, umas tattoos nos braços, lineares, simples e lindas. Uma calça skinny preta com alguns ilhós e uma camisa de botão vermelha aberta por cima da camiseta branca do Judas Priest. Usava ainda um coturno simples, que me deixava mais na dúvida. Parecia ter bem pouca idade, no máximo uns 18 anos. Mas eu adorava a segurança com que tocava. Suas caras e bocas estavam quase me fazendo gritar feito tiete. Sem contar que me surpreendia a cada investida nas cordas. Parecia ter anos de experiência. Eu a fitei do momento em que cheguei à frente do palco, até o fim do show, que demorou mais umas oito músicas.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/freja-androgynous.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-342" title="freja-androgynous" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/freja-androgynous-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" /></a></p>
<p>Ao fim do show fui cumprimentar a banda, de quem era amiga há anos. E questionar pro frontband quem era aquela coisa, e se era homem ou mulher. Estava disposta a investir mesmo que fosse um rapaz. Dada à fascinação que me causava. Meu amigo olhou pra mim quase gargalhando devido a meu entusiasmo.</p>
<p>- Bem! Sony vem aqui! – Disse ele acenando para que viesse ao nosso encontro.</p>
<p>Corei um pouco. Principalmente por não saber ainda se tratar de um rapaz ou moça. E qual a idade da criatura.</p>
<p>- Essa é a Valquíria, minha grande amiga. Valquíria, Sony! – Ao falar isso, se afastou nos deixando sós em silêncio.</p>
<p>Uma voz meio rouca saiu de seus lábios, num rosto de semblante sério e tímido, nem parecia quem estava arrebentando o instrumento no palco.</p>
<p>- Prazer Valquíria!- Mordeu os lábios no final, não de jeito intencional, mas num sinal claro de nervosismo.</p>
<p>E eu, a essa altura, estava quase aceitando que seria mesmo um homem. Meu amigo me sacaneara me apresentando sem definir seu sexo. Agora eu teria que tomar cuidado e descobrir antes de pagar algum mico. Precisava saber sua idade também. Então fui logo puxando conversa.</p>
<p>- Nossa você manda muito bem no palco! – O ser em minha frente corou instantaneamente.<br />
- Valeu! Eu me esforço&#8230; Lá me sinto livre pra fazer o que quiser.<br />
- Deveria ser assim sempre. Há quanto tempo você toca?<br />
- Há uns nove anos. Comecei com treze. – Bem, estava aí sua idade. Vinte e dois anos, isso era ótimo! Nossa diferença de idade nem era tanta, apenas quatro anos. Praticamente era só correr pro beijo.<br />
- Poxa, precoce você. E como se deu essa paixão? – Perguntei curiosa.<br />
- Meu pai é músico. Toca sax numa banda de jazz desde bem jovem. Ele sempre quis que eu pegasse um instrumento, e eu escolhi a guitarra. Gosto de blues, jazz&#8230; Mas minha coisa é por músicas mais extremas.<br />
- Entendo perfeitamente!</p>
<p>Em resposta deu um sorrisinho nervoso, enfiando as mãos nos bolsos.</p>
<p>- Mas, Sony, não é?<br />
- Isso!<br />
- O que houve com a Renata que tocava antes de você na banda?<br />
- Você não soube? Ela engravidou de um cara com quem tava ficando. E deu a louca na guria, eles casaram.<br />
- Como é que é?! – Falei quase gritando, com os olhos arregalados. Eu estava realmente surpresa. A Renata era bem masculina. Tínhamos nos pegado algumas vezes na adolescência. Nunca a vi com homem, nem falava de homem. Se bem que estranhara a mudança de estilo nos últimos anos. Mesmo assim, não preveria aquilo de forma alguma.<br />
- Pois é! Não sei como não ficou sabendo disso. Mês passado ela era assunto em toda roda.</p>
<p>Eu sabia por que não tinha ouvido falar nessa historia. Estava trancada em casa sofrendo pela traição, pelo rompimento. Só trabalhava e dormia, basicamente. Havia começado a sair há menos de uma semana.</p>
<p>- Nossa, que loucura! Eu andei meio ocupada. Mas é incrível o que se perde em poucos dias né?<br />
- Oh se é! Fiquei até com medo quando soube que ela estava grávida, achei que o filho fosse meu. – E ao falar isso gargalhou feito criança. Como se tivesse feito piada. Não entendi bem. Mas aí, tive certeza que se tratava de um homem. Ficou meio sem graça, e tentou mudar de assunto.<br />
- Mas, então&#8230; Gostou do repertório da banda? Nós adicionamos umas músicas novas e tal&#8230;<br />
- Ah, tá show! Vocês estão trabalhando algo novo. Vão gravar alguma coisa?—Assim que fiz a pergunta o DJ começou a tocar, e nossa conversa naquele ambiente não era mais viável.<br />
- Vamos pra aquele lado. Tá mais tranquilo!<br />
- Bora! – Já estudando a possibilidade de agarrar aquele rapazote entre as árvores que permeavam o clube onde a festa acontecia. Pegamos umas bebidas, e caminhamos na direção oposta ao barulho.</p>
<p>Ao chegar num canto onde estava mais escuro, e continuar a conversa de um jeito mais leve enquanto todos se distraiam na pista dançando, eu não pude resistir por mais tempo. Tomei uns goles da bebida gelada, olhando diretamente naqueles olhos pequenos e acanhados, insinuando que a próxima coisa que colocaria na boca era ele.</p>
<p>E então, larguei o copo quase vazio, o puxei contra meu corpo e beijei torridamente. No começo parecia assustado, quase caiu se recostando na parede com um baque. O beijo continuou mais violento. Eu o sentia parado, sem reação no início. Com o tempo, uma mão na minha cintura, outra em meus cabelos me puxava com vontade em direção a seu corpo e rosto. Ele tinha um cheiro maravilhoso de algum perfume masculino que eu conhecia, mas não recordava o nome. O olfato me instigava tanto quanto os outros sentidos. Estava sensível, e só de ser levemente tocada já me arrepiava e gemia sem querer.</p>
<p>Após alguns minutos de beijo, meu ventre sentia falta de algo. Um volume que o pressionasse, denunciando desejo. Eu forçava meu quadril contra sua virilha, e não importa o que fizesse, nada sentia. Parei o beijo, bastante ofegante, mas um pouco preocupada de não estar agradando. Mesmo que fosse gay, a essa altura estaria, ao menos, um pouco excitado. Ele, que era muito branquinho, estava vermelho, os olhos meio fechados, mordendo os lábios. Suas mãos não saiam de meu corpo. O peito num sobe e desce frenético. Estava visivelmente excitado. Então, o que havia de errado? No tempo que passei sem ficar com homens eles tinham perdido o poder da ereção?</p>
<p>Ao ver que olhava confusa para ele. Mudou de expressão, ficando sério com ares preocupados.</p>
<p>- O que foi?<br />
- Nada&#8230; Você tá gostando? – Perguntei reticente.<br />
- Se eu to gostando? Acho que nunca fiquei tão molhada&#8230;</p>
<p>Eu havia ouvido direito? “Tão molhada”! Era mulher, como não fui capaz de perceber antes? Sentia-me envergonhada. Sem graça comecei a rir.</p>
<p>- O que foi?<br />
- Você vai ficar brava se eu te contar uma coisa?<br />
- Sei lá, diz!<br />
- Eu achei que você fosse homem! – Falei rindo muito. Ela também riu sem jeito.<br />
- Acontece de vez em quando&#8230; Então, isso é tão ruim assim?<br />
- Se é ruim? Isso é muito melhor que se fosse homem. &#8212; E voltei a beijá-la, só que agora ainda com mais fome que antes.</p>
<p>Em dado momento eu não conseguia mais me segurar. Estava com tanto tesão. Agora eu passava a mão nela inteira. Era magrinha, seios bem pequenos que agora eu podia sentir, pois havia colocado a mão por baixo da camiseta. Uma pele macia que pedia por meus lábios, língua, dentes&#8230;</p>
<p>Falei baixinho ao seu ouvido:</p>
<p>- Vamos ao banheiro, não suporto mais. Isso é tortura!</p>
<p>Ela nem respondeu, sacudiu a cabeça positivamente enquanto segurava minha mão me puxando em direção ao banheiro feminino. Algumas pessoas nos encararam quando entramos meio afoitas. Talvez por acharem que se tratava de um casal hetero. Trancamos a porta atrás de nós, e ficamos encostadas nela por por um instante. Eu já tinha levantado sua blusa e lambido seus pequenos mamilos. Ela tateava meus seios por cima do vestido, procurando um jeito de tirá-lo e tocá-los apropriadamente. Achamos melhor naquele momento, nos movermos para um dos boxes.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/chupando-seios.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="chupando-seios" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/chupando-seios.gif" alt="" width="500" height="240" /></a></p>
<p>Trancamo-nos num box, e lá pudemos facilitar os toques. Eu baixei o zíper do meu vestido, pra que ela tivesse livre acesso aos meus seios. Ela parecia uma criança ao vê-los, começou a chupá-los, com tanta vontade que eu sentia ímpeto de gritar de tanto desejo. Segurava os dois, juntando-os e passava de um para o outro, como pra que os dois tivessem a mesma atenção. Eu abria um pouco o zíper de sua calça, e com alguma dificuldade consegui baixa-la até o meio de suas coxas, comecei a passar os dedos sobre sua roupa de baixo, ela usava cuecas, e estava mesmo muito molhada.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/banho-com-calcinha.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-344" title="banho-com-calcinha" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/banho-com-calcinha-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>O tecido leve da peça estava todo encharcado. Dava pra sentir a anatomia de seu sexo por cima dela, quase nada de pelos, tinha pouco volume ali. Coloquei a mão por dentro de sua cueca pra tocar-lhe. Ela largou o mamilo que mordiscava e soltou um gemidinho. Meus dedos mal entraram em contato com sua pele e escorregaram pro meio de sua carne. Sua bocetinha era estreita, e naquela posição, os apertava mais ainda. Ela não conseguia manter o mesmo ritmo nos meus seios enquanto eu a tocava. Então, encostou-se na porta retirou a camisa e a camiseta, revelando curvas inesperadas por conta da magreza. Puxou minha cabeça contra seus seios, pegou minha mão desocupada e começou a chupar meus dedos com força. Aquilo me era bastante excitante! Sentia como se tivesse um pau, e ela estava a estimulá-lo, tanto com sua boca, quanto com seu sexo. Ela lambia cada milímetro de minha pele com sua língua quente, e oscilava entre firme e mole. Eu mordiscava e lambia seus pequenos seios. Ela levantou o corpo ficando de ponta de pé, e abrindo um pouco mais as pernas voltando-se para mim. Comecei a socar forte, deslizava fácil pra dentro dela. Ela largou meus dedos e levou meu rosto pra um beijo. E enquanto me beijava, começou a gemer baixinho, tremendo. Sentia sua carne se comprimir, suas pernas fraquejarem devido a posição que se encontrava. Seus sons eram abafados dentro de minha boca, e eu nunca tinha experimentado um beijo tão instigante. Soava desesperado e maravilhoso, era seu gozo!</p>
<p>Era a minha vez! Mal se recuperara e seus olhos denunciavam isso. Ajoelhou-se, levantou meu vestido até acima do umbigo, desceu minha calcinha e começou a lamber minha pele enquanto me explorava com dedos bastante ágeis e sua mão firme ao mesmo tempo que delicada. Apoiei um dos pés no vaso, estava entregue a ela. Apertava e massageava meus próprios seios olhando o que ela fazia lá embaixo. Ela passava a língua na coxa que estava afastada, depois voltou-se pro meu sexo. Parou por um instante pra encará-lo. Ao contrário da dela, minha buceta era carnuda, e estava bastante inchada. Eu já estava a ponto de gozar, e ela sabia disso. Então, só provocava soprando frio nela. Enfiou dois dedos em mim. Iniciou então, de leve, um conjunto de lambidas e suaves chupadas nos pequenos lábios. Eu não demorei muito a ficar prestes a gozar. Foi quando ela rapidamente me tirou daquela posição, me pondo de costas. Não entendi nada, até que a senti chupar meu cuzinho, enquanto tinha dedos em mim. Eu gritava tanto, que a música, alta lá fora, não era suficiente pra abafar. Era a primeira vez que me faziam aquilo. E a sensação era a melhor possível. Era uma descoberta que me surpreendia. Não queria que ela parasse nada, queria adiar o orgasmo iminente. Mas não dava pra evitar. Eu sentia que estava cada vez mais perto. Como um turbilhão, minha cabeça parecia ferver. Eu tentei ainda conter o grito derradeiro. Mordia a mão bem forte enquanto ela aumentava a velocidade das lambidas molhadas, e das estocadas. Suor, misturado a sua saliva e meu liquido escorria pelas minhas pernas que vibravam junto com todo o meu corpo enquanto eu tinha o melhor orgasmo de minha vida. Ela parou, me deu alguns beijos na bunda, subindo até as costas, enquanto eu rebolava com ela ainda dentro de mim. Eu sorria feita menina satisfeita. Ela beijou meu pescoço, mordiscou e lambeu minha orelha, e veio devagar me oferecendo seus lábios. Sua boca toda molhada, e eu a beijei com ainda maior intensidade que antes. A gente gemia alto enquanto eu ainda sentia prazer com ela enfiada em minha carne. A música parou de repente, e todos começaram a contar: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1&#8230; O ano novo havia chegado. E nós naquele banheiro, se despedindo dos últimos orgasmos do ano velho e saudando mais novos orgasmos no ano novo. Só saímos do banheiro pra pegar um táxi e ir direto pra minha casa. E aquele ano não poderia ter começado melhor!</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/lambendo-o-cu.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-345" title="lambendo-o-cu" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/lambendo-o-cu-300x216.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
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		<title>Madelleine e suas “tias”</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 18:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samarapeixoto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Madelleine tinha já seus 19 anos, mas era tímida e retraída, comportava-se, e até aparentava, ter menos idade. Apenas olhando, davam-lhe no máximo 16. Muito caseira, prosseguia sua vida de estudos. Fazia cursinho para o vestibular, era o único lugar que frequentava, exceto pelas missas matinais do domingo. Quando se via em meio a pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Madelleine tinha já seus 19 anos, mas era tímida e retraída, comportava-se, e até aparentava, ter menos idade. Apenas olhando, davam-lhe no máximo 16. Muito caseira, prosseguia sua vida de estudos. Fazia cursinho para o vestibular, era o único lugar que frequentava, exceto pelas missas matinais do domingo. Quando se via em meio a pessoas desconhecidas, ficava se encolhendo, como se quisesse passar despercebida, ou fazer-se tão pequena que sumisse.  Filha única de mãe solteira, estava sempre ao lado dela, quando não, sentia-se muito insegura. Ironicamente, desde criança, tinha o dom de usar suas mãos para massagear outras pessoas, livrá-las de dores e cansaços. Ao fazer isso, não pensava em quem estava tocando, focava-se no feito. Sua mãe propagava isso para as amigas com muito orgulho, e quase sempre apareciam &#8220;clientes&#8221; para aproveitar suas mãos mágicas. Isso lhe rendia alguns trocados e favores. Não tinha um preço fixo, recebia o que lhe fosse ofertado.</p>
<p><span id="more-304"></span></p>
<p>Era uma tarde de feriado de quinta-feira. Madelleine e sua mãe estavam em casa vendo TV depois do almoço. Quando duas moças chegam, Berenice e Viviane. Colegas de trabalho de sua mãe, a quem já tinha visto, mas nunca interagido. Ambas estavam loucas para testar as famosas mãos dela. Entraram, beberam um suco de caju que lhes foi oferecido, e ficaram conversando e relaxando naquela tarde quente, enquanto esperavam ser atendidas. Berenice tinha 30 anos, loura natural, mas que clareava ainda mais seu cabelo. Era viciada em academia, e por isso mesmo, sustentava um corpo escultural. Baixinha, a sua cintura definida parecia parti-la ao meio. Tinha ares de quem fazia o que tinha vontade. Dada sua espontaneidade e o vigor de suas palavras. Já Viviane estava com 27, magra e um pouco mais alta que a amiga, tinha um corpo esguio e seios médios, até grandes, para uma asiática. Era bem mais retraída que Berenice, mas sorria o tempo todo, parecendo sem graça.</p>
<p>Após algum tempo conversando amenidades, Berenice retrucou que precisava de massagem. Sentia-se tensa e queria relaxar. Madelleine corou, pois sabia que estava sendo cobrada. Levou-as então até seu quarto. E disse pra que ficassem a vontade.</p>
<p>Fábia, sua mãe, avisou que não poderia ficar. Iria visitar uma tia que precisava de seus cuidados, e só voltava à noite. Madelleine não contava com isso. Cresceu os olhos quando a mãe anunciou a saída. Esperou que se afastasse do quarto e correu atrás dela reclamando:</p>
<p>- Mãe! Eu achei que eu fosse com a senhora mais tarde na casa de tia Carminha.</p>
<p>- Bem, acho melhor ir logo. Ela anda doente, você sabe! E dorme muito cedo. Como essas massagens vão demorar. Eu fico mais tempo lá na casa dela, enquanto você termina aqui. E ai à noite ficamos livres. – Deu um beijo na testa da filha. Pegou as chaves e partiu.</p>
<p>Madelleine não se sentia a vontade de voltar pro quarto. Quis protestar com a mãe, mas sabia que ela tinha razão. Ficou parada olhando-a ir embora, até que foi chamada no quarto pelas garotas. Respirou fundo, sentia o coração na boca, e sabia que estava vermelha como um pimentão. Mas, não tinha alternativa. Ao chegar ao seu quarto, viu Berenice deitada nua apenas com as nádegas cobertas, e Viviane sentada numa cadeira, enrolada numa toalha, esperando sua vez. Tentou fingir naturalidade, mas não esperava que se sentissem tão à vontade, a ponto de se despirem e procurarem toalhas em seu armário.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/massagem-cama.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-310" title="massagem-cama" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/massagem-cama-300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /></a></p>
<p>- Você pode me explicar o que sente, e onde? – falou secamente com a moça deitada nua em sua cama. Esta se virou pra explicar que sentia dores na região lombar e muito peso nos ombros.</p>
<p>Em resposta, ela pegou um óleo em cima do criado-mudo, sentou-se por cima dela, molhou as mãos e esfregou uma na outra, e então, começou a pressionar com bastante força a região lombar, subindo e culminando nos ombros. Berenice gemia, parecia sentir um pouco de dor, mas isso era prazeroso. Madelleine não conseguia, dessa vez, se concentrar no que fazia. Estava envergonhada e distraída. Era a primeira vez que massageava alguém na ausência de sua mãe. Começou a ter pensamentos que nunca tivera antes. Observava a textura da pele da moça, suas carnes duras (provável resultado de malhação), as pintinhas marrons que cobriam todo seu corpo, os pelinhos dourados e muito fininhos que a vestia. Seus pensamentos tornaram-se confusos, embaçados. Um calor vinha do lugar que estava colado ao corpo da outra, que gemia a cada toque. Distraidamente suas mãos começaram a percorrer toda a superfície daquela pele. Adorava quando caia nas curvas de sua cintura&#8230; Estava deliciando-se com a diferença de medidas ali. Sentiu ímpeto de morder-lhe, quando beliscou um pouco de sua carne.</p>
<p>Berenice parecia perceber que aquilo não era normal. Em resposta, gemia mais alto e afastou a toalha, deixando sua bunda à mostra. Madelleine assustou-se com a iniciativa, e ao ver aquilo, suas emoções ficaram mais intensas. Algo molhava sua calcinha, e estava um pouco preocupada que sua excitação, coisa nova para ela, fosse percebida. Virou o rosto pra não fitar o que estava bem abaixo de seus olhos. Foi quando viu Viviane, que deixara a toalha cair na cadeira, mordendo os lábios, de pernas abertas e passando sua mão vigorosamente nelas, olhando-a com cara de faminta. Aquela visão era surreal pra menina, que parou os movimentos quando percebeu que Berenice levantava o quadril em sua direção, forçando-a a sair de cima, escorregando para a cama. Encontrava-se agora atrás da moça que ficara de quatro. E de cara pra aquela bunda perfeita. Não tinha mais como desviar o olhar. Berenice virou o rosto pra ela, e falou sussurrando numa voz rouca:</p>
<p>- Querida, eu não suporto mais isso!</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/de-quatro-por-cima.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-309" title="de-quatro-por-cima" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/de-quatro-por-cima-177x300.jpg" alt="" width="177" height="300" /></a></p>
<p>A outra se aproximou e lhe deu um beijo no pescoço, segurando seu seio. Ela quase explodiu com essa ação. Ao que Berenice queixou-se:</p>
<p>- Ah não! É minha vez!</p>
<p>Madelleine estava num sonho, de repente, não entendia nada do que estava ocorrendo. Até que foi guiada pela moça mais magra, pro meio das pernas daquela que ainda estava de quatro. Face a face com sua vulva quase sem pelos, que estava, tão molhada, quanto ela deveria estar. Instintivamente ela passou-lhe os dedos, testando o quanto estava umedecida. O que fez a outra soltar um gritinho. A resposta a empolgou,  cravou as unhas nas ancas de Berenice, e de olhos fechados pôs-se a lamber bem devagar com  a cara afundada naquela bunda. A mulher fazia escândalo, gemendo alto e gritando um pouco.</p>
<p>- Ai meu Deus! Isso sim é que é uma massagem&#8230; Humm&#8230;</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/maos-acariciando-seios.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="maos-acariciando-seios" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/maos-acariciando-seios.gif" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Atrás da menina, Viviane se punha com os seios a roçar em suas costas, começou a buscar os seus, apertando-os firmemente. Lambendo e mordiscando sua orelha. O que a fez parar para também gemer. A sensação de prazer era tão grande, que não conseguia pensar. Virou o rosto pra beijar a boca ofertada, foi seu primeiro beijo. Um beijo molhado de desejo, cheio de luxúria. Tinha uma mão nos cabelos da que beijava, enquanto passava a outra, nas coxas da que gemia alto e reclamava por mais. Ao fim do beijo, voltou sua atenção para a moça em sua frente, enquanto se punha na mesma posição, ao dispor daquela que a atiçava encontrando seu mamilo. Enquanto tocava aquela carne tenra, tinha a roupa retirada rapidamente de seu corpo.</p>
<p>- Eu preciso que você meta em mim Madelleine&#8230; Me morde! – Falava a outra insanamente.</p>
<p>Obediente, ela colocou um dos dedos na boceta daquela mulher. Enquanto mordia o excesso de carne em sua bunda, e descendo, entre lambidas e mordidas, para suas coxas. Foi quando saiu daquele transe, com Viviane afastando sua calcinha para fazer-lhe o mesmo. Experimentou certa dor ao ser penetrada por dois dedos, mas logo depois de alguns segundos, sentia algo indescritível, que lhe arrepiava inteira. E quanto mais era penetrada, mais invadia a carne da outra, e mordia-lhe forte. Parava vez em quando pra respirar ou gemer um pouco. </p>
<p>Viviane usava uma mão para satisfazer a menina, e outra pra tocar-se. Vistas de fora, compunham uma sinfonia harmônica. Seus corpos retorciam-se, suas caras denunciavam o prazer que sentiam. E elas não continham gritos e gemidos. Até que Berenice, a primeira a gozar, gritava um “Aah!” que parecia não ter fim, apertando o cobertor com as mãos e abafando o grito entre os travesseiros. Após conseguir se recuperar, voltou-se para beijar Madelleine. Que ficou de joelhos na cama. Foi um beijo longo e agradecido. Ao olhar para a menina, parecia chorar e sorrir ao mesmo tempo. Madelleine teve seus seios tomados na boca, com fome, por ela, que desejava retribuir, pôs-se também a explorar seu clitóris, enquanto chupava, mordiscava e lambia seus mamilos. Viviane ainda com ambas as mãos ocupadas, na menina e nela. Eram tantos estímulos que ela não demorou a experimentar seu primeiro orgasmo. Que veio como uma forte ventania arrastando todas as emoções de uma só vez. Tinha a impressão de estar esvaziando e enchendo ao mesmo tempo. Sentia os dedos da moça sendo apertados por sua carne, e outros dedos a tocando externamente, agora já quase a machucavam, tamanha sensibilidade. No mesmo instante, Viviane também urrava de prazer enquanto tremia e se contorcia inteira, jogando a cabeça para trás de olhos fechados. Esmagava sua mão entre as pernas, levantando o quadril, deixando-o suspenso no ar. Desarranjada a exploração que se deu em Madelleine, ajoelharam na cama, beijando-se. Uma beijava a boca, enquanto a outra lambia a pele suada, mordia, chupava. Continuaram assim por mais algum tempo, até se darem conta de que estava escurecendo, pois ouviram um barulho na porta, e só aí puderam sair daquele estado. No susto, se recompuseram em poucos minutos. A sorte é que não se tratava da mãe de volta. As duas mulheres estavam sorridentes, e nada cansadas. Madelleine sustentava no rosto a cor do pecado. Tinha uma febre que não conseguia reprimir. E seu desejo não tinha cessado ali, era só o começo.  Elas se foram, deixando algum dinheiro, e a promessa de que voltariam para muitas outras sessões. Já Madelleine, que nunca mais seria a mesma, correu para o banheiro, ligou o chuveiro para livrar-se do cheiro do sexo, e do calor que sua face denunciava,  mesmo que não quisesse, pois não havia sentido cheiro que a atiçasse assim antes, e aquela sensação de fervor a fazia sentir viva. Porém estava tão sensível, que não conseguia parar de se tocar. Repetindo ações, descobrindo seu sexo e apertando seus mamilos, gozava de novo embaixo da água, delirando&#8230; Nem a água fria conseguiria esfriá-la nunca mais.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/banho-tesao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-306" title="banho-tesao" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/banho-tesao-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /></a></p>
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		<title>Relato: Um Encontro Bissexual na Balada Liberal</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 23:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>casaltesaosecreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[bisexual]]></category>
		<category><![CDATA[casual]]></category>
		<category><![CDATA[erótico]]></category>
		<category><![CDATA[primeirapessoa]]></category>
		<category><![CDATA[swing]]></category>
		<category><![CDATA[relato]]></category>

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		<description><![CDATA[Já fomos em algumas casas de swing, e a principio o tom de balada liberal ainda não havia nos cativado. No entanto fomos numa sexta feira dessas ao Nefertitti, e saímos muito felizes e realizados da casa. Pela primeira vez conseguimos rolar uma brincadeira com um casal muito especial. Vou lhes contar o que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já fomos em algumas casas de swing, e a principio o tom de balada liberal ainda não havia nos cativado. No entanto fomos numa sexta feira dessas ao Nefertitti, e saímos muito felizes e realizados da casa.</p>
<p>Pela primeira vez conseguimos rolar uma brincadeira com um casal muito especial.</p>
<p>Vou lhes contar o que os tornavam especiais:</p>
<p><span id="more-326"></span></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/casaltesaosecreto_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-327" title="casaltesaosecreto_1" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/casaltesaosecreto_1-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a></p>
<p>Em primeiro lugar a honestidade deles, sabemos que tem muitos casais &#8220;fakes&#8221; nas casas de swing, se apresentam como namorados ou casados a muitos anos, e nitidamente não tem entrosamento nenhum entre eles. Este casal na verdade eram um casal de amigos e foram honestos e sinceros em nos dizer isso. Preferimos um casal de amigos que se curtem de verdade e estão se divertindo a 2 do que um casal falso querendo nos fazer bobos.</p>
<p>O Sr. TS, estava me ensinando a perceber as mulheres Bi da casa, e então me conduziu até a borda de um balcão onde 3 belas dançarinas estavam nuas dando um show muito excitante, Elas se tocavam, e riam umas paras as outras, beijavam-se parecendo ninfas.  Ele foi me soprando aos ouvidos&#8230; &#8220;-olhe mais pra sua direita, se aproxime&#8221;&#8230; à minha direita estava a moça em questão, eu mal sabia que seria ela quem faria a minha noite ser tão deliciosa.</p>
<p>Quando a notei, toda de preto (como eu), com um olhar de desejo para as dançarinas, resolvi me aproximar, debrucei no balcão e junto com ela tocamos as coxas macias das dançarinas, num claro sinal de que nós duas curtíamos mulheres e foi assim que nossas mãos se encontraram, entre as pernas de uma linda stripper, me virei de frente pra ela e esperei o beijo&#8230; E que beijo, pude tocá-la das pernas aos seios fartos, ela tinha um cheiro gostoso, e uma boca muito macia, que já me fazia imaginar o resto.</p>
<p>Como ele curtiu a ideia, e me deu o ok, falei no ouvido dela que íamos lá para o fundo, que era mais confortável para gente, e que se eles estivessem afim nos encontraríamos por lá. Ela sem me responder falou com seu amigo, e ambos se conduziram para a parte da casa onde tudo rola.</p>
<p>Demoramos alguns minutos para encontrá-los, mas eles estavam numa sala coletiva, sentados assistindo algumas cenas lindas de mulheres sendo comidas por 2 ou 3 homens ao mesmo tempo, outras chupando e sendo chupadas, enfim, orgias deliciosas de se assistir.</p>
<p>Sentei-me ao lado dela, pudemos sussurrar algumas coisas aos ouvidos, nos beijamos mais um pouco. E então fiz a proposta direta. Ali não seria um bom lugar para transarmos, seria desconfortável ficar driblando dos caras loucos para entrar no meio da gente, então propus que fossemos os 4 para uma sala fechada. Eles toparam e lá fomos nós!</p>
<p>Encontramos uma sala ampla e confortável, o Sr. TS que comanda muito bem o jogo, sugeriu que nós duas começássemos a nos esquentar calmamente e quando nos sentíssemos a vontade poderíamos convidá-los para entrar na transa. Os 2 se sentaram no chão e ficaram de espectadores da cena.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/casaltesaosecreto_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-328" title="casaltesaosecreto_3" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/casaltesaosecreto_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Além de poder apertar gostoso seu corpo, sentir sua pele quente e sua boca macia, fui aos poucos tirando nossas roupas. Toquei sua bucetinha que estava bem molhadinha e nos chupamos, ela tinha um cheiro suave e um gosto delicioso. E então senti falta do meu amado por perto, perguntei baixinho pra ela se não teria problemas chamarmos os rapazes para o meio, ela concordou.</p>
<p>O meu amado, já chegou cheio de tesão e meteu gostoso em mim, o amigo mostrou que tinha muito entrosamento com ela e a comeu de quatro também, enquanto nos beijávamos. Fiquei particularmente admirada com o carinho e respeito do rapaz por nós, sem afobação nenhuma de querer pegar, fazer e acontecer, ele relaxou e nos deixou comandar a situação, em retribuição ele recebeu atenção de nós 2. Ela o chupou gostoso e eu bem safadinha coloquei a buceta na sua cara, ele me chupou com tanto gosto no clítoris que quase perdi linha.</p>
<p>O Sr. TS, também aproveitou a situação e enquanto o rapaz me chupava meteu os dedinhos na bucetinha dela, que deu uns gemidos muito gostosos.</p>
<p>Gozei algumas vezes nesta noite, e uma delas, foi quando meu amado me pegou de quatro e e depois gozou nas minhas costas, ele goza fazendo um urro de leão que é uma delicia. Ficou ainda mais excitante beijando a boca macia e gostosa da amiga que havíamos acabado de fazer.</p>
<p>Fim da brincadeira, saímos para a pista, com sorriso no rosto, pudemos conversar fumando um cigarro na área de fumantes (sim nós somos fumantes), por fim troquei telefones e email com a minha nova amiga,  e sai feliz e realizada da casa, era a primeira vez dela numa casa swing, e apesar de não ser a nossa primeira vez lá, foi a primeira experiencia completa e gostosa que tivemos.</p>
<p>Espero agora que ela entre em contato com a gente quando estiver de novo de passagem aqui por Sampa.</p>
<p>Infelizmente, como todos sabem numa casa de swing não se pode registar nada, então ficamos por aqui sem imagens da noite, apenas as imagens da Sra. Tesão Secreto, esperando pela próxima aventura.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/casaltesaosecreto_2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-329" title="casaltesaosecreto_2" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/casaltesaosecreto_2-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Beijos Safadinhos, Sra. Tesão Secreto.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/hcontos/~4/LCgt0iHgDA8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>No rosto, melado</title>
		<link>http://www.hcontos.com.br/2011/12/no-rosto-melado/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 02:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador HContos</dc:creator>
				<category><![CDATA[pornográfico]]></category>
		<category><![CDATA[sexo oral]]></category>
		<category><![CDATA[terceirapessoa]]></category>
		<category><![CDATA[fetiches]]></category>
		<category><![CDATA[garganta profunda]]></category>
		<category><![CDATA[gozada]]></category>

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		<description><![CDATA[Logo quando chegou na casa dela&#8230; - Oi linda, sabe que eu estava pensando em você? - É mesmo querido? - Sim&#8230; Estou com uma vontade imensa de algo&#8230; - Humm&#8230; Tenho certeza de que deve ser algo muito gostoso&#8230; - Sabe, eu não vou nem te dizer. - Não!? - Vou mostrar. Vem comigo&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo quando chegou na casa dela&#8230;</p>
<p>- Oi linda, sabe que eu estava pensando em você?</p>
<p>- É mesmo querido?</p>
<p>- Sim&#8230; Estou com uma vontade imensa de algo&#8230;</p>
<p>- Humm&#8230; Tenho certeza de que deve ser algo muito gostoso&#8230;</p>
<p>- Sabe, eu não vou nem te dizer.</p>
<p>- Não!?</p>
<p>- Vou mostrar. Vem comigo&#8230;</p>
<p>Pegou-a firme pela cintura e a puxou-a para junto de si. Seus seios se apertaram no peito dele, as mãos foram descendo e passando pelas pernas&#8230; Uma respiração mais forte começava a ser ouvida e sussurrada&#8230; Foi tão de repente, mas ela se soltava e deixava-se levar pelo desejo e vontade dele. Não sabia o que era ainda&#8230; Mas deixou-se levar&#8230; Ele tirou sua calça e deixou-a só de calcinha, tirou sua blusa, tirou seu sutiã. Ele estava todo vestido ainda, ela quase nua. Ele beijou o pescoço dela, deu mordiscadas em seus ombros, fez ela ficar toda arrepiada. O que quer que seja o que ele estava pensando, ela estava gostando.</p>
<p><span id="more-300"></span></p>
<p>Segurou seu pescoço com as duas mãos, olhou para seus olhos e a beijou. Meteu a língua molhada, suculenta, em toda a sua boca. Alternava o beijo entre movimentos bruscos, fortes e leves. A respiração dela ficava mais ofegante. As mãos em seu pescoço, a cada momento, ficavam mais firmes, o beijo mais intenso, sua respiração ainda mais ofegante, sua calcinha ainda mais molhada. Então ele parou o beijo e colocou as mãos nos ombros dela, abaixando-a. Ficou de joelhos, agora de frente para a calça jeans dele, ainda fechada, mas querendo explodir de tesão. Ele olhava para baixo enquanto ela passava as mãos por cima da calça, em suas coxas, sua virilha e seu pau já bem excitado e duro.</p>
<p>- Coloque-o pra fora e comece a chupar. &#8211; Ele mandou.</p>
<p>Ela desabotoou a calça e abriu o zíper. Passou a mão por cima da cueca e depois colocou a mão dentro. Sentia o pau duro, querendo sair dali. Querendo ser chupado. E foi o que fez&#8230; Abaixou a calça, a cueca e deixou aquele pau ereto à sua frente. Segurou ele com força, apertou um pouquinho pra sentir ele bem duro. Então começou a chupá-lo. Colocou a ponta em sua boca, roçando a língua na cabecinha que já estava molhada, com um líquido safado que ela adorava sentir o gosto. Chupava a ponta um pouquinho e afastava seu rosto enquanto passava a língua na cabeça. Começava de novo. Até aquele pouquinho de líquido acabasse todo em sua boca enquanto o pau começava a ficar todo melado com aquela saliva sedenta.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/chupando-pau-molhado.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-317" title="chupando-pau-molhado" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/chupando-pau-molhado-298x300.jpg" alt="" width="298" height="300" /></a></p>
<p>- Chupa tudo. &#8211; Ele mandou novamente.</p>
<p>Então ela começou a lamber da base do pau até a cabeça, por baixo. Começava a passar a língua nas bolas, beijava-as de leve e partia com a língua até a cabeça novamente. Ia e voltava. Repetiu por três vezes. Na terceira, quando chegou na cabeça, abriu a boca e abocanhou tudo o que conseguia daquele pau excitado. Colocou-o todo na boca por alguns poucos segundos e logo tirou rapidamente: era grande demais para conseguir ficar muito tempo com ele quase na garganta. Colocou-o novamente na boca, agora não todo, mas boa parte. Começou a sugá-lo. Enquanto estava com ele dentro, mexia a língua um pouco de um lado para o outro, para cima e para baixo, delicadamente, roçando-a com a pele esticada, sentindo as veias pulsando com tanto sangue que ia com o fluxo de tesão dele para o pau. Com estes movimentos, ele começou a respirar mais forte, dar discretos gemidos. Ele estava gostando, ela sabia fazer isso muito bem&#8230;</p>
<p>Continuou chupando-o. Tirou aquele pau da boca, segurou com uma mão e começou a masturbar e olhar para cima, para o seu rosto louco de tesão. Entre uma batida e um olhar safado, ela colocava-o na boca e chupava. Batia e chupava. O quadril dele começou a acompanhar o ritmo e quando menos esperava ele já estava com as duas mãos na cabeça dela, fodendo aquela boca. Enquanto tinha aquela boca safada sendo penetrada pelo ritmo incessante, ela apertava um seio com uma mão e mexia em seu clitóris com a outra. Enfiou um dedinho aqui e ali, por dentro da calcinha, molhando-o naquela bucetinha safada e alternava as mãos nos seios. Continuou chupando.</p>
<p>- Isso, não pare. Continue me chupando! &#8211; Ordenou.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/chupa-no-banheiro.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-318" title="chupa-no-banheiro" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/chupa-no-banheiro.gif" alt="" width="500" height="343" /></a></p>
<p>Ele fodia aquela boca sem parar. Às vezes em um ritmo mais lento, às vezes num ritmo mais forte. Ela não sabia se aguentava tudo aquilo, mas não queria saber, queria satisfazê-lo. Queria que aquele desejo dele de foder aquela boca fosse saciado. Isso dava mais tesão nela, se molhava ainda mais. Ela olhava para cima e via aquele rosto, aquele olhar com um misto de fúria, poder e malícia. Se concentrava em continuar chupando aquele pau, agora segurando a bunda dele com as mãos, apertando suas nádegas com firmeza enquanto ela ia e vinha, fodendo sua boca.</p>
<p>- Você vai me chupar até eu gozar em você sua safada. Vou te melar todinha! &#8211; Falou ele novamente.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/deepthroat-gagging.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-319" title="deepthroat-gagging" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/deepthroat-gagging.jpg" alt="" width="320" height="248" /></a></p>
<p>Com o pau na boca, apertou ainda mais as nádegas dele, puxando-o para foder ainda mais aquela boca. Fez força com os lábios para deixar tudo mais firme e apertado. Lágrimas começaram a escorrer de seus olhos, mas não de tristeza, e sim do tesão daquele pau indo e vindo, forte, quase chegando em sua garganta. Fechou os olhos e começou a chupar mais rápido, puxá-lo mais rápido. A respiração dele começou a ficar mais ofegante, seus gemidos grossos começavam a ser mais audíveis. O tesão dele aumentava, a calcinha dela se molhava ainda mais. Ela pensava naquelas palavras: &#8220;vou te melar todinha!&#8221; e o ato ficou tão animal que não dava para perceber se ele estava fodendo aquela boca ou ela estava fodendo aquele pau com sua boca&#8230;</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/calcinha-molhada.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-316" title="calcinha-molhada" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/calcinha-molhada-206x300.png" alt="" width="206" height="300" /></a></p>
<p>Entre uma metida e outra, ele diminuiu o ritmo e ela sentiu o pau começar a pulsar. Rapidamente ele tirou o pau da boca dela, segurou-o e gozou. Gemeu forte e firme enquanto gozava. Gozou no rosto dela todinho, e gozou muito. Melou todo o rosto: nariz, boca, boxexas&#8230; O gozo foi escorrendo até pelo queixo&#8230; Os dois se olhando, safados. Ela embaixo de joelhos, ele em cima olhando com uma cara de satisfação total. Com uma das mãos, ele começou a alisar sua cabeça, seu cabelo, seu rosto. Ficou melando todo o rosto dela, passando as mãos e os dedos melados com aquela incrível gozada. Continuou passando a mão e melando o que dava&#8230; Seu pescoço, um pouco dos seios&#8230; Ela continuava olhando para cima, para ele. Entorpecida com aquele cheiro de sexo. Paradinha.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/gozada-na-cara4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-321" title="gozada-na-cara4" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/gozada-na-cara4-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Ele parou um pouco os movimentos com as mãos, olhou para ela e falou:</p>
<p>- Perfeito, linda&#8230;</p>
<p>Se ajoelhou e ficou olhando-a com aquela expressão satisfeita. Ela o beijou. Beijou-o com gosto, beijou-o melada. Melou-o também. Começaram a se beijar, passar a língua um no rosto e no pescoço um do outro. Compartilharam aquele tesão juntos. Se melaram os dois. Beijaram-se então de língua, por alguns minutos, com um beijo gostoso e profundo.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/beijo-gozo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-320" title="beijo-gozo" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/12/beijo-gozo-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a></p>
<p>Pararam, se olharam.</p>
<p>Com ele ainda sentado, ela se levantou. Foi até o sofá, abaixou a calcinha devagarinho enquanto se agaixava, mostrando sua bunda e sua coxas molhadas de tanto líquido que tinha saído daquela bucetinha. Sentou no sofá. Abriu as pernas, bem abertas. Mostrou aquela bucetinha pra ele, ela já estava pronta pra receber. Com uma mão, abriu um pouco dela mostrando aquela carne rosada, o clitóris já durinho e saliente. Com a outra mão gesticulou para ele e disse:</p>
<p>- Agora é a sua vez&#8230; Venha me chupar agora&#8230;</p>
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		<title>Borboletas e Dragões</title>
		<link>http://www.hcontos.com.br/2011/10/borboletas-e-dragoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 03:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontravam-se na sauna toda terça, no início da manhã. Não eram de conversar: chegavam no vestiário, guardavam seus pertences, enrolavam-se nas toalhas e seguiam para a sala de vapor. Ali passavam o tempo da sessão, uma ouvindo música, a outra lendo, não trocando mais do que um &#8220;bom dia&#8221; ou um movimento de cabeça.Lucia já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontravam-se na sauna toda terça, no início da manhã. Não eram de conversar: chegavam no vestiário, guardavam seus pertences, enrolavam-se nas toalhas e seguiam para a sala de vapor. Ali passavam o tempo da sessão, uma ouvindo música, a outra lendo, não trocando mais do que um &#8220;bom dia&#8221; ou um movimento de cabeça.Lucia já estava com os seus trinta anos e sempre lia romances policiais. Flávia chegara aos vinte a pouco tempo, e sempre aparecia na sala enrolada na toalha e com os fones de ouvido.</p>
<p>Naquela manhã, nenhuma das duas trouxera nada. Cumprimentaram-se, como de costume, e sentaram-se uma de frente para a outra. A mais velha observava as unhas, enquanto a mais nova murmurava algumas de suas canções prediletas. Lucia então percebeu a pequena tatuagem em forma de borboleta que a jovem tinha no pescoço, e como o desenho parecia descer por dentro da toalha. A jovem sentiu-se observada e retribuiu o olhar. Lucia apontou para a imagem, explicando que a achou bonita; Flávia, por sua vez, se levantou e abriu a toalha, mostrando não apenas a bela imagem, como também o delicioso corpo que possuía.</p>
<p><span id="more-286"></span></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/na-sauna.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-293" title="na-sauna" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/na-sauna-285x300.jpg" alt="" width="285" height="300" /></a></p>
<p>Aquela borboleta em seu pescoço era apenas uma das várias que a envolviam. O conjunto de borboletas descia pelas costas e na cinturinha dela, até que a última delas pousasse sobre sua virilha, bem na divisa criada pela marquinha de biquini. Lucia não conseguiu evitar de observar os seios bem formados, nem muito grandes, nem pequenos, bem como a bundinha redondinha dela, coroando um par de coxas de dar inveja. Quase não ouviu quando Flávia questionou sobre ela ter ou não tatuagens.</p>
<p>Sim, possuía. Removeu a toalha e apresentou a sua. Ao invés de borboletas, a sua trazia um dragão alado cuja cabeça parecia pronta para morder-lhe o ombro, enquanto o corpo serpenteava sobre a sua coluna, alojando a última pata sobre a nádega direita. Diferente de Flávia, Lucia era uma mulher alta, tinha seios fartos e uma cintura mediana facilmente disfarçada pelo quadril avantajado. Ficou de costas para que a outra pudesse ver a imagem e percebeu que ela se aproximou.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tattoo-borboleta-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-289" title="tattoo-borboleta-2" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tattoo-borboleta-2-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/dragon-tattoo-on-woman.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-290" title="Dragon Tattoos on Women" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/dragon-tattoo-on-woman-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a></p>
<p>Sentiu a respiração de Flávia em suas costas e o calor que o corpo suado dela emanava. A jovem tocou o desenho com a polpa dos dedos, fazendo um contorno imaginário. Estava quente na sauna, mas a pele de Lucia se arrepiou. Flávia chegou mais perto e colocou-se nas pontas dos pés para observar melhor a cabeça do dragão no ombro da outra, mas deu meio passo para trás ao perceber que encostara a sua pélvis no quadril de Lucia.</p>
<p>Flávia estava com ainda mais calor do que a sala poderia proporcionar, e sabia que não se tratava simplesmente da sauna. Observou aquela gota de suor escorrer a partir da nuca da outra mulher e percorrer o dragão sobre a coluna dela, até a pata atrevida sobre a nádega. Pensou que gostaria de estar no lugar do dragão por um instante. Sem se dar conta, avançou e colocou a mão sobre a gota de suor, tapando a boca com a mão livre assim que percebeu o que estava fazendo. Tentou remover a mão e se afastar, já balbuciando algum pedido de desculpa, quando Lucia se virou.</p>
<p>Não parecia assustada ou zangada. Segurou o pulso da jovem com delicadeza e apoiou a mão dela em sua cintura. A mão livre ela usou para acariciar o rosto dela, beijando-a em seguida. Flávia sorriu aliviada, e beijou Lucia com voracidade. Não sabia exatamente de onde surgiu aquela vontade, mas não se importava realmente. Desceu dos lábios para os seios de Lucia, beijando-lhe o pescoço e o colo, segurando-lhe os seios com as mãos cheias. Abaixou-se mais um pouco, até que sentiu a bancada da sauna e acabou por sentar.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sauna-beijo-pescoco.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-291" title="sauna-beijo-pescoco" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sauna-beijo-pescoco-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Lucia jogou a toalha no chão e se ajoelhou na frente da jovem, afastando-lhe as pernas. Apoiou as mãos na parte interna das cochas dela, deslizando-as até a virilha, onde, com as pontas dos dedos, afastou os pequenos lábios. Aproximou o rosto e tocou o clitóris de Flávia com a língua, muito de leve. A jovem se arrepiou completamente e suspirou. Lucia brincou com a polpa do indicador, acariciando toda a extensão do sexo de Flávia, até perceber que o clitóris dela havia<br />
inchado. Envolveu-o com os seus lábios, e roçou, muito de leve, os dentes sobre ele. Sentiu as pernas da jovem se contraindo involuntariamente.</p>
<p>Chupou de leve e então deu uma lambida lenta, da base até o alto da vagina, voltando a se concentrar no clitóris dela. Flávia sentia como se estivesse com um frio na barriga, subindo até sua garganta. Sentiu o corpo estremecer, e uma onde de calor percorrer toda a sua pele. Sentiu que ia gritar, mas permaneceu em silêncio para não chamar a atenção. Cravou as unhas na bancada durante alguns segundos e então Lucia parou.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sauna-chupando.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-292" title="sauna-chupando" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sauna-chupando-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Enquanto Flávia ainda respirava fundo, Lucia se levantou e voltou ao vestiário. Tomou uma ducha rápida, se vestiu e foi embora.</p>
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		<title>Diversão noturna</title>
		<link>http://www.hcontos.com.br/2011/07/diversao-noturna/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 17:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[curtas]]></category>
		<category><![CDATA[erótico]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[terceirapessoa]]></category>

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		<description><![CDATA[Deitaram na cama para dormir, ele com a calça de pijama e ela com um babydoll de algodão leve. Cobriram-se apenas com um lençol, e o calor os obrigou a deixar a janela aberta e ligar o ventilador de teto para refrescá-los do mormaço de verão. Acomodaram-se cada qual do seu lado da cama, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deitaram na cama para dormir, ele com a calça de pijama e ela com um babydoll de algodão leve. Cobriram-se apenas com um lençol, e o calor os obrigou a deixar a janela aberta e ligar o ventilador de teto para refrescá-los do mormaço de verão. Acomodaram-se cada qual do seu lado da cama, no início, atormentados pelo calor, e também por causa dele, não conseguiam dormir.</p>
<p><span id="more-277"></span></p>
<p>Ela deitou de lado, tentando encontrar a posição ideal para um sono tranquilo, e deixou o lençol cobrindo-lhe apenas a cintura, para que o vento não encontrasse barreira alguma no caminho até a sua pele. Ele já tinha abandonado o lençol por completo. Mas também se virou, no instinto de abraçá-la durante o sono, e só então percebeu-a descoberta, vislumbrando pouco mais do que seu contorno na penumbra que a luz da rua criava.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/07/couple-in-bed.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-282" title="couple-in-bed" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/07/couple-in-bed-245x300.jpg" alt="" width="245" height="300" /></a></p>
<p>Aproximou-se mais, mas ao invés de abraçá-la, enlaçou um braço em sua cintura, apoiando-se no outro, enquanto beijava o pescoço dela. Sentiu a pele arrepiada no toque de seus dedos e acariciou da cintura até o meio da coxa dela. Ouviu o suspiro que ela deu, deliciada com a carícia dele, e fechou as mãos no travesseiro, aproveitando a sensação. Mas ele queria mais do que isso, queria vê-la ter prazer.</p>
<p>Alcançou uma de suas mãos e trouxe delicadamente para o meio das pernas, induzindo-a a se tocar. Ela afastou um pouco as pernas e, com a mão dele sobre a sua, deixou-o sentir o movimento de seus dedos, mostrando-lhe como fazia para se dar prazer na intimidade.</p>
<p>Enfiou a mão por dentro do short do babydoll e aproveitou a sua própria excitação para molhar os dedos, e só então foi brincar com o clitóris. Macio, no início, quente e inchado assim que o prazer começou a fluir em seu corpo. Ele manteve a mão sobre a dela, mas se ajoelhou ao seu lado, para levantar-lhe a blusinha do babydoll e brincar com seus seios.</p>
<p>Pinçou os mamilos dela com delicadeza, fazendo-os endurecerem entre seus dedos, e então abaixou-se,  mordiscando-os para deixá-los mais sensíveis ao toque de seus lábios e língua, ambos úmidos e quentes. Ela suspirou profundamente, quase em um gemido, quando sentiu o reflexo das carícias dele como uma descarga em seu clitóris, deixando-o mais sensível e aumentando o prazer dela.</p>
<p>Ela fechou as pernas pela sensação forte, mas ele as abriu de volta e colocou-se entre elas, para que, mesmo que involuntariamente, ela não as fechasse outra vez. Aproveitou que ela ainda estava extasiada e separou os grandes lábios com os dedos de uma mão, expondo o clitóris para que ela pudesse continuar com a brincadeira, enquanto com a outra mão voltou a provocá-la, acariciando-lhe os seios.</p>
<p>Com a mão livre ela se agarrou ao travesseiro, os dedos da outra continuaram a dançar em sua vagina, levando-a ao limiar do prazer e parando, apenas para que pudesse aproveitar um momento a mais daquele delicioso desespero. Cada pausa diminuindo o tempo necessário para alcançar o limite outra vez, até que apenas o toque a fez estremecer. Forçou um pouco mais, e continuou, além do gozo, quase até não aguentar mais, e então, em um longo suspiro, relaxou as mãos e seu corpo a acompanhou. Esqueceram o calor e deitaram, um fisicamente e o outro mentalmente satisfeitos.</p>
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		<title>Ganhei um brinde na loja</title>
		<link>http://www.hcontos.com.br/2011/06/ganhei-um-brinde-na-loja/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 19:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador HContos</dc:creator>
				<category><![CDATA[casual]]></category>
		<category><![CDATA[erótico]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[primeirapessoa]]></category>

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		<description><![CDATA[Me chamo Júlia, e numa época em que eu estava meio enrolada com relacionamentos, eis que resolvi comprar um vestido para mim mesma, para me dar de presente de aniversário. Passar nas lojas, ver e escolher vestidos é uma ótima terapia! E foi o que eu fiz em um final de tarde, dois dias antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me chamo Júlia, e numa época em que eu estava meio enrolada com relacionamentos, eis que resolvi comprar um vestido para mim mesma, para me dar de presente de aniversário. Passar nas lojas, ver e escolher vestidos é uma ótima terapia! E foi o que eu fiz em um final de tarde, dois dias antes do aniversário. Entrei na loja, comecei a olhar os vestidos&#8230; Alguns muito bonitos. Escolher era uma dúvida&#8230;</p>
<p>Eis que surge um vendedor para me atender. Quando olhei de primeira para ele, já o achei bem bonito, até quem sabe mais do que os vestidos que eu estava olhando na hora. Ele era moreno claro, alto (por volta de 1,80m), forte (com aqueles ombros largos). Desde o começo já percebi que ele chegou para me atender com uma certa malícia. Dava para perceber o sorriso encantador. Logo pensei que ele estava na profissão certa, vendendo&#8230; Hehehehe. Ele se ofereceu para me ajudar depois que eu falei que estava procurando um vestido para o aniversário. Separou alguns vestidos para eu provar&#8230;</p>
<p><span id="more-256"></span></p>
<p>Ele destacou um dos vestidos para mim. Era um vestido super mega sexy: preto, bem justo, bem decotado nas costas. Gostei da sugestão e fui provar o vestido. Depois que já estava nele, o vendedor me pediu para mostrar pra ele como ficou. Nesse momento, eu percebi o olhar malicioso dele, aquele olhar sedutor. A fala macia e aquele olhar começaram a me dar tesão e eu estava percebendo que rolava uma certa química&#8230; E quando eu estava naquele vestido sexy, me senti mais atiçada ainda. Enquanto dava algumas voltas, percebi que a cada segundo ele ficava com uma cara mais tarada olhando pra mim, enquanto me elogiava com o vestido.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/black-dress-arched-back-girl.jpg"><img src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/black-dress-arched-back-girl-300x198.jpg" alt="" title="black-dress-arched-back-girl" width="300" height="198" class="aligncenter size-medium wp-image-272" /></a></p>
<p>Não deu outra: levei o vestido. Eu estava procurando algo mais simples, mas depois dessa troca entre vendedor gostoso e eu cliente, não pude resistir&#8230;</p>
<p>- Puta que pariu! O vendedor está me fazendo levar um vestido, muito caro! Não sei realmente se estou levando o vestido porque gostei do vestido ou ele&#8230; Hehehe&#8230;&#8221; &#8211; Pensei.</p>
<p>A loja já estava quase fechando&#8230; Na hora de pagar o vestido, o vendedor me pediu para eu fazer também um cadastro na loja. Fiz o cadastro, paguei e saí feliz da loja. Quem não gosta de ser paparicada&#8230; E sempre rolando uma certa troca de flertes&#8230;</p>
<p>Dez minutos depois recebo uma mensagem no celular. Era o vendedor! O safado se aproveitou do meu cadastro e pegou meu número. Na mensagem ele perguntava se eu queria sair com ele. No final das contas, pensei, ele não fez tudo aquilo apenas para vender o vestido, ele realmente estava na malícia. Como era uma quinta-feira, respondi que não podia sair com ele mas adoraria sair na sexta, véspera do meu aniversário. Cheguei em casa cansada, comi, usei um pouco de Internet, deitei um pouco, dormi.</p>
<p><em>Eu estava passeando na rua, um pouco sem rumo. Sonhei o que tinha feito no dia: entrei em uma loja para escolher novamente um vestido. Só que dessa vez o vendedor me atendeu já tocando em meu ombro, me olhando. Eu já conhecia ele e ao sentir seu toque, comecei a me molhar entre as pernas. Já estava com tesão. Não precisou muito e atrás de uma fileira de vestidos nos beijamos. A loja já havia fechado e agora só tínhamos nós dois. Derrubei os vestidos que estava segurando no chão e o abracei. Ele me segurou pela cintura e começou a me pegar com força. Me pendurei em seus ombros largos, sentia meu corpo junto ao dele, enquanto ele me beijava o pescoço.</em></p>
<p><em><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/abracando.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-262" title="abracando" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/abracando-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><br />
</em></p>
<p><em>Ele começou a tirar minha roupa de forma acelerada. Coloquei minha mão na sua calça, revelando sua excitação comigo. Eu já estava bem molhada, louquinha. Ficamos os dois pelados. Me abaixei e comecei a chupar aquele pau grosso dele. Chupei com gosto, com a mão na bucetinha molhada. Alternava as mãos e melava o pau dele com meu líquido safado, depois chupava-o: uma delícia&#8230; Olhava para cima e via aquele olhar safado me encarando, adorando, aquela cara de tesão.</em></p>
<p><em>Subi novamente e ele me levantou, me colocou em uma das mesas coma s pernas abertas e começou a entrar em mim. Que tesão! Ele segurava minhas pernas e metia com força, com aquela pegada safada. Ficou fazendo isso por algum tempo&#8230;</em></p>
<p><em><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/metendo-mesa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-261" title="metendo-mesa" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/metendo-mesa-216x300.jpg" alt="" width="216" height="300" /></a><br />
</em></p>
<p>Acordei.</p>
<p>Durante o dia, ele me ligou novamente no celular. Fez uma proposta&#8230; Perguntou-me se eu queria passar a virada do meu aniversário com ele. Pensei: &#8220;Por que não?&#8221; e aceitei. Depois do trabalho, passei em casa e me arrumei. Obviamente coloquei o vestido que tinha comprado na loja, uma boa maquiagem e uma sandalha alta. Saí e me encontrei com ele em um lugar da cidade e ele estava de moto. Perguntou se eu queria dar uma volta na cidade, conhecer um pouco mais o outro lado. Aceitei, coloquei um casaco de couro, o capacete, e fomos passeando e conversando.</p>
<p>Depois de um tempo, paramos em um bar. Continuamos a conversar&#8230;</p>
<p>Mas deu uma vontade de trepar logo. Não tínhamos muito o que falar. Pra minha sorte, ele me perguntou para onde iríamos.</p>
<p>- Qualquer lugar&#8230; &#8211; Respondi.</p>
<p>E então ele me levou direto para seu apartamento (oba!) Pra minha surpresa, ele tinha premeditado isso. Providenciou um vinho e alguns petiscos, para comemorar o meu aniversário. Fomos tomando o vinho, e a temperatura do meu corpo ia aumentando&#8230; Eu já estava com vontade antes, comecei a ficar com mais ainda. Quando percebi, já estava beijando ele, bem gostoso, bem parecido com o sonho que havia tido. Já estava molhada, quente e molhada.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/vinho.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-263" title="vinho" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/vinho-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Me afastei um pouco dele, e com ele sentado no sofá, comecei a tirar a roupa devagar. Tirei o vestido bem devagar, começando de costas, atiçando-o com minhas costas nuas. Passava a mão em meu corpo, me sentia quente, me sentia safada. Então ele me falou:</p>
<p>- Que delícia&#8230; Você é demais&#8230; Hoje eu sou seu presente de aniversário, vou satisfazer todos os seus desejos&#8230;</p>
<p>Me senti uma mulher muito desejada&#8230; E depois que me despi, ele veio a mim, me pegou, me deitou na cama. Abriu minhas pernas e começou a me chupar. Chupava muito gostoso, enfiando a língua em minha bucetinha de leve, chupando e puxando um pouco meu clitóris, era intenso e delicioso. Gostava do pensamento de vê-lo embaixo se lambuzando com minha safadeza. Não aguentei, levantei e comecei a chupá-lo. Estava louca para sentir aquele pau na minha boca. Tentei colocá-lo todo na minha boca, abocanhá-lo por completo&#8230; Que tesão! Chupava o pau e mexia em suas bolas, lambia lá de baixo até a ponta. Delicioso&#8230;</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/homem-chupando.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-260" title="homem-chupando" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/homem-chupando-300x150.gif" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/chupando-pau-molhado.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-259" title="chupando-pau-molhado" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/chupando-pau-molhado-298x300.jpg" alt="" width="298" height="300" /></a></p>
<p>Então ele foi me beijando pelas costas&#8230; Descendo até a bunda&#8230; Eu estava muito molhada, excitada até demais. Naquele momento, eu não conseguia de forma alguma não pensar nele me metendo. Desde a loja, já estava com tesão disso. Tinha sonhado com isso. Eu queria ele dentro de mim imediatamente. Deitei e abri as pernas, convidando-o para sentir o meu pecado de safadeza. Subiu em cima de mim e meteu bem gostoso, de uma vez. Com ele lá dentro, comecei a fazer o bom pompoarismo&#8230; Apertava aquele pau dentro de mim, sentindo cada parede interna da minha bucetinha molhada apertando ele. Quando fiz isso, vi a cara de safado dele: adorou. Ele metia forte e devagar enquanto eu apertava seu pau dentro de mim. Nossas respirações já estavam bem ofegantes, com gostosos gemidos soltos no ar, cheirando a sexo e hormônios.</p>
<p>Ele deitou e eu subi em cima dele. Apoiei-me em seu peito com uma mão, segurei seu pau em baixo de mim com a outra e fui sentando, encaixando-o em mim. Minha bucetinha escorria e fazia-o me penetrar bem gostoso. Sentei até o fundo, mexi um poucos meus quadris&#8230; Apoiei minhas duas mãos em seu peito e comecei a subir e descer. Enquanto isso ele passava as mãos em minha cintura, em meus peitos, pegava em minha bunda com as duas mãos, apertava-a, abria&#8230;. As sensações sempre incríveis. Então eu fiquei com as costas eretas, apoiei as mãos na coxa e comecei a subir e descer mais rápido. O barulho da cama era daquela safadeza ritmada. Eu sentava até o fundo, batendo minha bunda em sua virilha, e apertava-o dentro de mim com minha bucetinha, enquanto subia e expulsava-o até a pontinha. Ele dava aqueles gemidos de macho, bem gostosos, aquilo me excitava. Eu gemia mais ainda.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/mulher-emcima.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-265" title="mulher-emcima" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/mulher-emcima-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Continuamos fazendo isso muito, estava muito gostoso. Aquela posição era ótima. Suávamos muito, sedentos de prazer, embriagados pelo vinho e pelo sexo. Nestes movimentos, senti seu pau pulsando e ficando cada vez mais duro&#8230; Ele ia gozar. Isso me deu muito tesão e gozamos junto, uma explosão de êxtase&#8230; Deitei um pouco por cima dele, nossas respirações ofegantes, como quem correu uma maratona.</p>
<p>Descansamos um pouco&#8230;</p>
<p>Quem diria. Aquela loja foi maravilhosa. Além de ter saído dela com um vestido espetacular, ainda ganhei um brinde&#8230; Um vendedor gostoso que me deu muito prazer na cama, no meu aniversário&#8230; Naquela noite, dormimos bem agarradinhos.</p>
<p>- Obrigado pelo presente de aniversário.</p>
<p>No outro dia, já com o sol nos presenteando com seus raios calorosos, ele me deixou em casa e nunca mais nos falamos.</p>
<p>De noite, em outra festa de meu aniversário, agora com todos meus amigos, não pude deixar de comentar que ganhei um ótimo brinde na loja em que eu tinha comprado o vestido!</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/mw_happybirthdayman-sm.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-264" title="mw_happybirthdayman-sm" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/mw_happybirthdayman-sm-297x300.jpg" alt="" width="297" height="300" /></a></p>
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		<title>Confissões de uma casada: Gerente do trabalho</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 20:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anonima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[erótico]]></category>
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		<description><![CDATA[Este conto que vou relatar para vocês aconteceu realmente comigo, por isso os nomes foram trocados para que algum possível conhecido não me identifique. Sou uma mulher de trinta anos, loira, olhos verdes, casada, com uma filha de 6 anos. Meu marido é uma pessoa muito generosa e trabalha muito, ele é engenheiro. Nosso casamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este conto que vou relatar para vocês aconteceu realmente comigo, por isso os nomes foram trocados para que algum possível conhecido não me identifique. Sou uma mulher de trinta anos, loira, olhos verdes, casada, com uma filha de 6 anos. Meu marido é uma pessoa muito generosa e trabalha muito, ele é engenheiro. Nosso casamento estava muito tranquilo, nosso sexo era calmo e carinhoso e para mim 30 minutos fazendo amor era o suficiente.</p>
<p>Após 6 anos de casada comecei a trabalhar em uma empresa multinacional como secretária e lá havia um gerente que chamou minha atenção assim que o vi, mas ele pareceu ignorar minha presença. Uma noite tivemos que ficar até tarde para terminarmos uns relatórios que deveriam ser entregues no dia seguinte, então Leonardo, esse era o nome dele, e eu começamos a conversar sobre assuntos variados. Ele também era casado e tinha uma vida tranquila ao lado da esposa, mas eu sentia que ele passou a me olhar diferente, seu olhar me penetrava  e me deixava louca. Depois desta noite passamos a conversar mais e ficarmos mais intímos, eu sentia que o desejo era recíproco e qualquer toque era o suficiente para nos deixarmos excitados.</p>
<p><span id="more-246"></span></p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/secretary-office.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-250" title="secretary-office" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/secretary-office-300x250.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a></p>
<p>Um dia não fui trabalhar pois era minha folga e ele me ligou, perguntando por que não havia ido, que não sabia dizer o que estava acontecendo e enfim que estava apaixonado. Isso me deixou surpresa e disse que achava que não era paixão e sim algo carnal, que ambos amávamos nossos marido e esposa. Ele concordou mas disse que precisava me ver, fiquei super excitada. No outro dia combinamos de sair na hora do almoço, fomos a um motel em uma cidade vizinha, não queríamos levanter suspeitas. Confesso estar um pouco apreenssiva, afinal nunca havia traído o meu marido, mas ao mesmo tempo estava muito curiosa.</p>
<p>Chegamos ao nosso local do crime, mal entramos, ele se virou, me puxou e nos beijamos loucamente, sua boca era tão macia, seu beijo maravilhoso me fez extremecer. Me virou de costas, tirou minha blusa e desabotoou me sutian, beijava meu pescoço, passou a mão em meus seios, beliscando-os, me virei e então ele foi descendo com sua boca até meus seios, que já estavam durinhos, muitos excitados, abocanhou um deles e me chupou como se comesse uma manga saborosa, que delícia&#8230; Não pude acreditar que estava sendo beijada e acariciada por outro homem sem ser meu marido, estava muito excitada, mas tudo foi rolando tão gostoso, tirei sua roupa e passei a mão no seu pau que estava duro, que por sinal era maravilhoso e maior que o do meu marido, só queria experimentá-lo. Ele desabotou minha calça e abaixou minha calcinha, terminhei de tirá-las, nos deitamos na cama, sua mão passeava pelo meu corpo inteiro,  minha bucetinha lisinha estava molhadinha, quando ele colocou dois dedinhos me fazendo gemer de tando tesão, não sei se vocês acreditam, mas o ponto G existe, e eu gozei na mão dele&#8230;</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/metendo-o-dedo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-247" title="metendo-o-dedo" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/metendo-o-dedo-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>Eu gosto de comandar na cama e ficar por cima, mas ele também  gostava de comandar, deu uma briga boa&#8230; Ele me prendeu e abriu minha pernas colocando seu pau bem gostoso em mim, ele metia tão vigoroso, que imaginei que não ia demorar muito para ele gozar, mas o safado era muito forte e ficamos assim metendo gostoso um tempinho, até que ele me deixou ficar por cima, comecei a calvagar naquele pau gostoso do jeitinho que eu sempre gostei de fazer, o seu rosto de excitação me deixava mais louca ainda.</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/loira-cavalgando.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-248" title="loira-cavalgando" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/loira-cavalgando-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Ele dizia:</p>
<p>- Você é muito gostosa loirinha, você é minha, vou te dar todo o prazer que você merece, você merece isso tudo.</p>
<p>Eu só gemia de tesão, saí de cima dele, ele me colocou de costas e meteu por traz bem gostoso&#8230;</p>
<p>- Nossa que bundinha linda, que tesão!<br />
- Mete gostoso, seu safado.</p>
<p>Ele metia tão gostoso, que eu não conseguia parar de gemer e senti um orgasmo tão gostoso, pensei: &#8220;este homem é uma delícia&#8221;&#8230;</p>
<p>Enfim ele gozou, mas continuo a meter, ele suava tanto que seu suor pingava no meu corpo, paramos e resolvemos ir para a banheira. Lá ficamos abraçados nos acariciando, peguei no pau dele e comecei a dar lambidas e beijos, queria sentir o gosto dele, era lindo e gostoso de chupar, fui gulosa e queria ele todinho na minha boca, ficamos um tempo assim, aí ele me pediu para sentar de frente para ele, e começamos a meter na banheira, gente eu nunca imaginei que sexo pudesse durar tanto e ser tão bom.</p>
<p>Saímos da banheira e ficamos na cama abraçados, ele havia pedido whisky com energético, me levantei para me secar e coloquei minha calcinha. Ele estava bebendo o whisky, colocou o copo sobre a mesa e veio em minha direção, eu estava de costas, ele abaixou minha calcinha e meteu mais um pouquinho por traz, mais uma vez fui surpeendida, que homem!</p>
<p><a href="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/loira-dando-de-quatro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-249" title="loira-dando-de-quatro" src="http://www.hcontos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/loira-dando-de-quatro-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Resolvemos nos vestir e ir embora pois já deveriámos ter voltado para o escritório, nos bejiamos e fomos embora, ele me confessou que foi traído pela mulher dele há muitos anos e já havia se vingado, mas aquilo que ele teve comigo foi diferente, estamos apaixonados, mas sei que ele não irá deixar a esposa e eu também não deixarei o meu marido. Mas devo confessar que o sexo com meu marido melhorou muito e dura mais que 30 minutos, aprendi a exigir mais sexo, sem perder a qualidade.</p>
<p>Por Bianca</p>
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