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	<title>Hebdomadário Cultural</title>
	
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	<description>Unindo minha cara de pau com serviço cultural</description>
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		<title>Quente chama</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 21:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Trocadilhos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem te chamou
Quem te chama
Quente chama]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>Quente chama</strong></p>
<p style="text-align: right">Declev Reynier</p>
<p>Quem te chamou<br />
Quem te chama<br />
Quente chama</p>
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		<title>Diálogo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 17:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele: - Estou te achando muito triste...
Eu: - É?
- Peraí!
- O quê?!
- Você...
- Eu...?
- Você É triste!!!

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>DIÁLOGO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Ele: &#8211; Estou te achando muito triste&#8230;<br />
Eu: &#8211; É?<br />
- Peraí!<br />
- O quê?!<br />
- Você&#8230;<br />
- Eu&#8230;?<br />
- Você <span style="text-decoration: underline"><strong>É</strong></span> triste!!!<span id="more-366"></span><br />
- Ah&#8230;, não conte para ninguém.<br />
- Você é triste mesmo?<br />
- Acho que sou&#8230;<br />
- Mas de onde vem tanta tristeza?<br />
- De dentro, eu não sei.<br />
- Do coração?<br />
- Talvez sim, talvez não.<br />
- Da mente?<br />
- Não sei, por mais que tente.<br />
- Posso olhar dentro pra saber?<br />
- Vamos, experimente!<br />
- Feche os olhos<br />
- Sim?!?<br />
- Abra a boca<br />
- Ahhh&#8230;<br />
- Está escuro&#8230;<br />
- Pegue uma  lanterna<br />
- Ué, está vazio (zio, io, io&#8230;) !?!<br />
- Olhe lá em cima.<br />
- Ei, está tudo bagunçado!!!<br />
- É ?!?<br />
- É. Pode fechar a boca.<br />
- Ufa! E agora, que que eu faço?<br />
- Tem que arrumar toda essa bagunça.<br />
- Só?<br />
- Depois encher tudo.<br />
- Com o quê?<br />
- Aí é com você!<br />
- Pode me ajudar?<br />
- Tem que achar o que você quer;<br />
- E&#8230;?<br />
- Tem que saber o que você precisa;<br />
- E&#8230;?<br />
- Tem que saber do que você sente falta;<br />
- E&#8230;?<br />
- Coloque tudo isso no coração, que ele faz o trabalho de bombear para o corpo todo.<br />
- Como posso lhe agradecer?<br />
- Não precisa, só não gosto de ver ninguém sofrer.<br />
- Obrigado amigo&#8230;<br />
- Não há de quê.</p>
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		<item>
		<title>Os perigos que passo</title>
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		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/09/04/os-perigos-que-passo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 02:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Perigos]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta vida é realmente perigosa. Quando paro para pensar os perigos que já passei e que passo todos os dias, me tremo todo. Fico com medo até de sair de casa, de pôr os pés na rua.

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>OS PERIGOS QUE PASSO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Esta vida é realmente perigosa. Quando paro para pensar os perigos que já passei e que passo todos os dias, me tremo todo. Fico com medo até de sair de casa, de pôr os pés na rua.<span id="more-363"></span></p>
<p>Imaginem vocês que eu saio de casa todos os dias. É quase um absurdo. Saio de casa todos os dias! Olha o risco que corro! Posso ser atropelado, assaltado, raptado, escarafunchado, picado por uma abelha, “etc&#8230;ado”. Posso até pisar num cocô!</p>
<p>Sempre que saio de casa atravesso ruas. E se eu me distrair, tropeçar ou qualquer coisa assim? E se eu escorregar? E se cair um monte de moedinhas no meio do trajeto de uma calçada a outra e eu, no ímpeto de catá-las, me agachar à frente de um ônibus ou caminhão em alta velocidade (como aliás, eles sempre andam)? Ou, e se neste mesmo trajeto, vier um ciclista descuidado na contramão e me acertar em cheio, como acertaram a minha vozinha de 74 anos há pouco tempo? (ela já está bem, obrigado!). <em>[Nota: crônica antiga. Minha vó já faleceu há anos].</em> E se um dos motoristas daltônicos (85 a 90% ao todo), que não enxergam direito quando um sinal está vermelho ou verde, furar um sinal vermelho e me atropelar? E se&#8230; UFA!&#8230; atravessar ruas não é nada fácil!</p>
<p>Agora pasmem: eu, quase sempre, pego ônibus! Eu pego ônibus!!! Só de imaginar, eu, em pé em uma parada de ônibus, com aquele solzão na cabeça, correndo o risco de tomar banho de água suja (porque, se você já pegou ônibus em sua vida, sabe que, tenha o sol que tiver, há uma poça d’água em frente à parada), respirando todos os gases tóxicos que os veículos jogam em cima da gente &#8211; o que pode resultar em um câncer de pulmão, entre outras doenças &#8211; já começo a tossir desenfreadamente&#8230; (pausa para tosse). E o risco que corro de tomar um tombo ao subir nos ônibus? Aliás, um enorme tombo. Porque volta e meia os motoristas  não  param  para você entrar, principalmente se você é homem, jovem e estiver sozinho na parada. Aí é fatal. Você tem que se agarrar com todas as forças na barra e se impulsionar para dentro do ônibus em movimento. Que risco! Foi numa dessas que quase levei um tombo espetacular, e, depois de quase me estatelar no asfalto o motorista, creio que ficou com a consciência pesada, parou para eu entrar.</p>
<p>Entrar nos ônibus já daria uma epopeia, mas lá dentro as coisas não melhoram. Corro o risco de ser assaltado (o que já o fui algumas vezes), e o risco de algum acidente, visto que os motoristas são “educadíssimos” e dirigem como se estivessem em uma máquina de vídeo-game (com raras exceções).</p>
<p>Falando na educação dos motoristas e trocadores, qualquer usuário deste tipo de transporte de massa sabe que corre o risco de ser maltratado, xingado, cuspido e agredido por estes trabalhadores &#8211; também com suas exceções e talvez devido ao stress a que são acometidos no trânsito.</p>
<p>Você pode dizer: “Ah, vá de táxi”, mas você já parou para pensar no perigo de se tomar um táxi? E se o taxista for um assaltante? E se for um barbeiro? E se ele leva seus passageiros para cantos escuros e os assalta? e se os&#8230; estupra?!?  ARGH!!!</p>
<p>Pensa que tudo pode ser resolvido se você tiver um carro? E todos os acidentes que acontecem todos os dias? E as dezenas, centenas de pessoas que ficam espremidas entre os destroços do que outrora fora seus carros? Eu passo por este risco acidental quase todos os dias.</p>
<p>Você já andou pelos loucos trânsitos das grandes cidades dentro de um fusquinha<em> [tá, essa crônica é antiga!]</em> com mais umas três ou quatro pessoas? Uau! É como uma lata de sardinha na despensa no meio de latas de leite em pó das grandes quando cai a prateleira. Com a diferença que não são sardinhas, são pessoas que estão na “lata”. Já está me dando um ataque de claustrofobia.</p>
<p>E por falar em claustrofobia, vocês não vão nem acreditar nos riscos  que  eu  corro  de  vez   em  quando,  quando  vou  a  um  edifício: primeiro:  eu pego elevador, com todos os riscos que isso pode acarretar, como ficar com a perna presa na porta, acabar a eletricidade e o elevador parar e eu morrer sufocado por falta de ar, ou até a queda do aparelho. Queda sim, porque elevador pode ser muito seguro, mas conheço umas histórias de quedas. Ainda acho que me arrisco muito. E quando estou lá em cima no prédio, o risco de incêndio? O risco de desabamento, o risco de atentado? Há casos e mais casos de todos estes casos. <em>[Escrito ANTES de 11/09/11]</em></p>
<p>Sei que a estas alturas você deve estar com um início de depressão e pavor de sair às ruas, mas falando em altura há um risco que toda pessoa que viaja grandes distâncias (como eu de vez em quando) é quase que obrigado a correr: o risco de estabacar lá de cima com avião e tudo. É como uma roleta russa. Você entra no avião e sabe-se lá de que jeito você vai descer. Que vai descer vai! Tenho certeza que você não vai à cabine do piloto para ver se há piloto ou se o piloto têm o brevê.</p>
<p>Depois alguém pergunta para você: “Fez boa viajem?” e você responde: “Claro!”. Você diz  “claro” porque sabe que só há dois tipos de viagens de avião: as boas (nas quais você desce vivo) e as ruins (nas quais você já imagina). E sempre tem algum engraçadinho lá em cima quando o avião está passando por uma grande turbulência e tremendo como liquidificador. Você todo nervoso e ele fazendo piadinhas:</p>
<p>__ Este avião é seu?</p>
<p>__ Não!</p>
<p>__ Você tem ações desta companhia?</p>
<p>__ Não!</p>
<p>__ Então está preocupado com o quê? Deixa esta merda cair!</p>
<p>__ Rá&#8230; rá&#8230; rá&#8230;</p>
<p>É, a vida não está fácil. Quanto mais máquinas inventam, mais perigo corro. Mas o meu grande medo, que, sinto dizer, todos vocês também correm,  é estar calmamente andando pela rua e cruzar com um&#8230;, com um&#8230;, político! &#8211; Cruz-Credo, isola na madeira, pé-de-pato, mangalô três vezes!!! &#8211; Melhor nem pensar nisso!</p>
<p>Com as suas raras exceções, é claro!</p>
<p style="text-align: left">
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		<title>Agradecimento</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 22:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias prosas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Agradecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estrelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas pessoas têm a oportunidade
De estarem aqui, como eu
Observando o firmamento, as estrelas
E uma chuva de meteoros
Às quatro e meia da madrugada
De um dia de semana.

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>AGRADECIMENTO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Poucas pessoas têm a oportunidade<br />
De estarem aqui, como eu<br />
Observando o firmamento, as estrelas<br />
E uma chuva de meteoros<br />
Às quatro e meia da madrugada<br />
De um dia de semana.</p>
<p>Muito obrigado meu Deus<br />
Por estas estrelas,<br />
Por este espetáculo de meteoros;<br />
Por esta vida.</p>
<p>Porque sentimos tanto medo?<br />
Porque as pessoas não podem ser boas?<br />
Porque não são felizes?</p>
<p>Haverá o dia em que as pessoas mudarão,<br />
Mudando de figura esta terra que habitamos.<br />
As pessoas serão boas<br />
Haverá fraternidade, bondade, compaixão,<br />
Beleza, natureza, igualdade.</p>
<p>Não haverá a quem fazer caridade<br />
Pois todos serão iguais.</p>
<p>Não haverá medo.</p>
<p>Até esse medo da morte vai acabar.<br />
Pois esta será bem compreendida<br />
Haverá a compreensão desta passagem<br />
De uma dimensão à outra<br />
E vice-versa.</p>
<p>A comunicação com os “mortos”<br />
Será fácil<br />
Será corriqueira.</p>
<p>A morte não será mais, para as pessoas,<br />
Um aniquilamento da vida<br />
- Desta mesma vida que nós nos fazemos sofrer,<br />
Mas que temos medo que acabe –</p>
<p>As famílias serão unidas<br />
E felizes.<br />
Os amigos não trairão.<br />
O dinheiro não exercerá<br />
O deslumbramento que exerce.</p>
<p>Haverá o dia<br />
Em que tudo isso acontecerá<br />
Aqui na terra.</p>
<p>E eu estarei aqui para ver.</p>
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		<item>
		<title>Com / Sem</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/hebdomadario/~3/HAzkP8OQPIM/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/31/com-sem-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 22:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Trocadilhos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Trocadilhkos]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que se pode combater
Sem bater em ninguém?

Só sei que não vou conseguir
Sem seguir adiante;

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>COM / SEM</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Será que se pode <em>com</em>bater<br />
<em>Sem</em> bater em ninguém?<span id="more-358"></span></p>
<p>Só sei que não vou <em>con</em>seguir<br />
<em>Sem</em> seguir adiante;</p>
<p>Ter um <em>con</em>tato<br />
<em>Sem</em> tato usar;</p>
<p>Não passarei no <em>con</em>curso<br />
<em>Sem</em> curso fazer;</p>
<p>Não ficarei <em>con</em>tente<br />
<em>Sem</em> tentar;</p>
<p>E não ganharei <em>con</em>feito<br />
<em>Sem</em> feito nenhum.</p>
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		<item>
		<title>Inspiração</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/hebdomadario/~3/Vwp4ZoHAVVo/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/29/inspiracao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 00:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Inspire
Inspiração
Para fazer poesias
Use como guia
A inspiração

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>INSPIRAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier </strong></em></p>
<p>Inspire<br />
Inspiração<br />
Para fazer poesias<br />
Use como guia<br />
A inspiração;<span id="more-355"></span><br />
Expire<br />
Experimente<br />
Vê como se sente<br />
Nunca diga não;<br />
Mania de querer<br />
Além do que foi dado<br />
Corra atrás então!<br />
Nunca diga não;<br />
Inspire<br />
Inspiração<br />
Use no trabalho<br />
Conquistar espaço<br />
Com as próprias mãos;<br />
Expire<br />
Bote para fora<br />
O que você tem dentro<br />
Nunca diga não;<br />
Inspire<br />
Expire<br />
Viva,<br />
E nunca diga não!</p>
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		<item>
		<title>Árvore de Arte</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/hebdomadario/~3/qhBpGkVHqOY/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/28/arvore-de-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 21:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias prosas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Naatureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Obra de arte;
Tu és obra de arte.

De um lado a mata,
Do outro o rio que é um mar
No meio a areia branca...

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ÁRVORE DE ARTE</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Obra de arte;<br />
Tu és obra de arte.</p>
<p>De um lado a mata,<br />
Do outro o rio que é um mar<br />
No meio a areia branca&#8230;<span id="more-353"></span></p>
<p>E você.</p>
<p>Caída,<br />
Apoiada em teus próprios galhos<br />
Atitude de quem quer viver,<br />
Ou sobreviver.</p>
<p>Não importa se estás morta<br />
Tua beleza é essa<br />
Obra de arte<br />
Nas areias do Tupé<br />
Esta árvore apenas o é&#8230;</p>
<p>Obra de arte.</p>
<p>Ao vento<br />
No relento<br />
Sem tua proteção de folhas,<br />
Apenas o teu corpo de madeira<br />
Conservando a tua energia.</p>
<p>Cadê tua alma?<br />
Será que estás reencarnada<br />
Em alguma plântula?</p>
<p>Obra de arte<br />
Devias ser um trono<br />
Aliás, és um trono<br />
Onde os espíritos da natureza<br />
Se sentam e se sentem reis<br />
Onde se observa a vida em volta<br />
E mais coisas que eu não sei.</p>
<p>Obra de arte<br />
Tu és<br />
Obra de arte<br />
E acho que já sabes.</p>
<p>Te nomeio Rainha do Tupé<br />
O rio cheio te lava os galhos<br />
A floresta limpa teus pés<br />
A areia branca adora ser pisada por ti<br />
E as pessoas&#8230;</p>
<p>Essas, como eu, quando te vi<br />
Numa atitude de respeito e soberania<br />
Passam apenas por baixo de ti<br />
Pois tu és um trono<br />
De beleza<br />
E natureza<br />
E trono só para quem rei é</p>
<p>Magnífica<br />
Árvore de arte do Tupé.</p>
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		<item>
		<title>Anti-Receita</title>
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		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/27/anti-receita/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 17:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias prosas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Arma]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Pega-se um pouquinho de ferro derretido
Coloca-se em algumas forminhas,
Faz-se as peças.

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>ANTI-RECEITA</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Pega-se um pouquinho de ferro derretido<br />
Coloca-se em algumas forminhas,<br />
Faz-se as peças.<span id="more-350"></span></p>
<p>Encaixa-se e fixa-se uma pecinha na outra,<br />
Dá-se uma lustradinha,<br />
Tem-se uma arma.</p>
<p>Pega-se um tubinho de metal<br />
Coloca-se pólvora dentro<br />
Fecha-se com uma pontinha de chumbo,<br />
Tem-se uma bala.</p>
<p>Enfia-se a bala na arma<br />
Puxa-se o gatilho,<br />
Foi-se uma vida.</p>
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		<item>
		<title>Vida Oca</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 04:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu por mim mesmo]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos]]></category>
		<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[Eu mesmo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi me perguntar
Para onde estava indo
Descobri apavorado,
Transtornado
Que eu não estava indo,
Estava parado

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>VIDA OCA</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong> Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Resolvi me perguntar<br />
Para onde estava indo<br />
Descobri apavorado,<br />
Transtornado<br />
Que eu não estava indo,<br />
Estava parado</p>
<p>Fiquei surpreso<br />
Eu estava preso<br />
Estava preso a minha própria vida<br />
Que estava indo ao sabor do vento<br />
E eu não indo</p>
<p>Pensei: para onde quero ir?<br />
Eu não sei,<br />
Só sei que quero ir,</p>
<p>Crescer, caminhar</p>
<p>Me perguntei:<br />
Para onde você quer ir?</p>
<p>Infelizmente respondi: eu não sei<br />
Eu não sei,<br />
Nem eu mesmo sei!</p>
<p>Metas, quero metas<br />
Minha vida está parada<br />
Mas eu caminhando &#8211; em círculos</p>
<p>E quem caminha em círculos fica tonto<br />
Como um mosquito que leva um tapa<br />
Ou quando se joga inseticida em uma barata</p>
<p>Nós acabamos caindo,<br />
Apodrecendo,<br />
Envelhecendo no pior sentido da palavra</p>
<p>Minha vida está parada<br />
E vida é como água<br />
Se ficarmos parados apodrecemos<br />
Nossa mente se polui<br />
E bichos aproveitam<br />
Para tirar proveito<br />
Para colocarem seus ovos<br />
Que gerarão larvas<br />
Que novos bichos virarão;</p>
<p>Bichos que corroem<br />
Bichos que corroem e nos ocam</p>
<p>E como um saco vazio,<br />
Não conseguimos nem nos manter em pé.</p>
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		<item>
		<title>Todos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/hebdomadario/~3/dfJNqGJFIVE/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/26/todos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 03:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>

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		<description><![CDATA[Índio
Negro
Branco
Mulato
Mameluco

(...)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>TODOS</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong> Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Índio<br />
Negro<br />
Branco<br />
Mulato<br />
Mameluco<span id="more-341"></span></p>
<p>Amarelo<br />
Muito branco<br />
Muito negro<br />
Cabeludo</p>
<p>Pé chato<br />
Perna fina<br />
Olho torto<br />
Barrigudo</p>
<p>Musculoso<br />
Bem franzino<br />
Barba branca<br />
Narigudo</p>
<p>Não importa<br />
Cor<br />
Nem tamanho</p>
<p>Seja<br />
Inteligente<br />
Ou cabeçudo</p>
<p>Respeito o próximo<br />
Mesmo sendo<br />
Diferente em tudo</p>
<p>Só assim nós faremos<br />
O amor<br />
Crescer no mundo</p>
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