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	<title>Herdeiro do Caos</title>
	
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	<description>A revolução será remixada...</description>
	<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:48:39 +0000</pubDate>
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			<media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Technology/Tech News</media:category><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>A revolução será remixada...</itunes:subtitle><itunes:category text="Technology"><itunes:category text="Tech News" /></itunes:category><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/herdeirodocaos/blog" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>herdeirodocaos/blog</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item>
		<title>Bahia realiza etapa para Conferência Nacional de Comunicação neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:40:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acontece neste fim de semana (14 e 15) a etapa baiana preparatória da Conferência Nacional de Comunicação, que será realizada de 14 a 17 de dezembro em Brasília. Na Bahia, o evento será realizado na Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM). 100 delegados serão escolhidos para representar o estado na etapa nacional.
As inscrições podem ser realizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece neste fim de semana (14 e 15) a etapa baiana preparatória da Conferência Nacional de Comunicação, que será realizada de 14 a 17 de dezembro em Brasília. Na Bahia, o evento será realizado na Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM). 100 delegados serão escolhidos para representar o estado na etapa nacional.</p>
<p>As inscrições podem ser realizadas no primeiro dia do evento, antes de iniciarem as atividades.</p>
<p>Confira a programação abaixo:</p>
<p><strong>Sábado – 14/11</strong></p>
<p>8h30 - Credenciamento</p>
<p>10h - Mesa de Abertura e votação do Regimento Interno</p>
<p>Palestra com o Jornalista Paulo Henrique Amorim</p>
<p>13h - Almoço</p>
<p>14h30 - Painéis</p>
<p>Eixo 1 – Produção de Conteúdo</p>
<p>Profº Marcos Dantas<br />
Nelson Cadena - Publicitário<br />
Profº Dr. Albino Rubim</p>
<p>Eixo 2 – Meios de Distribuição</p>
<p>Jonas Valente - Intervozes<br />
Profº Sérgio Mattos<br />
Secretário Estadual de Planejamento Walter Pinheiro</p>
<p>Eixo 3 – Cidadania: Direitos e Deveres<br />
Altamiro Borges – Jornalista Portal Vermelho<br />
Walter Ceneviva – Rede Bandeirantes<br />
Dr. Almiro Sena - Promotor de Justiça da 2ª Promotoria de Justiça da Cidadania do Ministério Público Estadual</p>
<p>17h30 – Intervalo</p>
<p>17h30 – Grupos de Trabalhos</p>
<p>19h – Reunião dos Segmentos</p>
<p><strong>Domingo – 15/11</strong></p>
<p>8h30 – Plenária Final e Eleição dos Delegados</p>
<p>12h - Almoço</p>
<p><a href="http://conferencia.comunicacao.ba.gov.br/index.php" target="_blank">Mais informações aqui</a></p>
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		<title>Murdoch está certo…</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 02:58:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não há nada de errado na decisão do Rupert Murdoch em tirar o conteúdo dos seus jornais do buscador Google e listagem do Googel News. O único erro, vale destacar, é cobrar por acesso ao conteúdo no ciberespaço, que limita a difusão e acesso do conhecimento.
Mas, voltando a decisão do magnata. Primeiro, o Google é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há nada de errado na <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2009/11/09/comunicacion/1257773953.html" target="_blank">decisão do Rupert Murdoch</a> em tirar o conteúdo dos seus jornais do buscador Google e listagem do Googel News. O único erro, vale destacar, é cobrar por acesso ao conteúdo no ciberespaço, que limita a difusão e acesso do conhecimento.</p>
<p>Mas, voltando a decisão do magnata. Primeiro, o Google é o sistema de busca mais utilizado no mundo, o que indica que através dele o usuário se conecta ao ciberespaço. Ora, se a idéia do Murdoch é cobrar por conteúdo é preciso &#8220;bloqueiar&#8221; os atalhos que levem ao pote de ouro (notícias).</p>
<p>Segundo, o Google e o seu Google News não repassam os lucros obtidos aos jornais, dos quais sugam os conteúdos. Mais uma vez, vendo por esta lógica, acerta o Murdoch. Segundo a decisão, apenas o título da matéria e o primeiro parágrafo irá figurar no Google. Ao clicar no link, o usuário será redirecionado para um formulário (em um dos jornais da rede) onde será exigido o pagamento para acesso a informação.</p>
<p>Vai dar certo? (pois envolve localização, recomendação, hipertexto, diálogo, influência, ampliação do público) Não. Mas, nessa &#8220;briga&#8221; com o Google, o Murdoch tem razão.</p>
<p>Até o Google sabe disso, tanto que sua <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2009/11/10/comunicacion/1257852617.html" target="_blank">resposta a declaração do magnata da comunicação</a> foi: se quer fazer, que o faça. &#8220;Os editores disponibilizam os conteúdos na Web para que estes sejam encontrados, mas se eles dizem não incluam, nós o faremos.</p>
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		<title>Havaí já pode ser visto no Street View</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 22:11:07 +0000</pubDate>
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O Google anunciou nesta segunda-feira (9) que o estado do Havaí já pode ser visto através do aplicativo Street View do Google Maps. Com a inclusão, a empresa atinge 50 lugares cobertos com o recurso tecnológico. E mais: além de ampliar o mapeamento nos Estados Unidos, o Google disse que já estender o banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://maps.google.com/maps?ie=UTF8&amp;t=h&amp;layer=c&amp;cbll=21.6381,-158.064572&amp;panoid=RV1ioh_YjWYU68Dund0ROA&amp;cbp=12,11.84,,1,0.96&amp;ll=21.638152,-158.064487&amp;spn=0,359.989067&amp;z=17&amp;source=embed" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/19797187.jpg" alt="" width="400" height="375" /></a></p>
<p>O <a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/11/fifty-states-of-street-view.html" target="_blank">Google anunciou</a> nesta segunda-feira (9) que o estado do Havaí já pode ser visto através do aplicativo <a href="http://maps.google.com/streetview" target="_blank">Street View do Google Maps</a>. Com a inclusão, a empresa atinge 50 lugares cobertos com o recurso tecnológico. E mais: além de ampliar o mapeamento nos Estados Unidos, o Google disse que já estender o banco de imagens do México, cobrindo Cidade do México, Monterrey, Guadalajara, Puebla, Puerto Vallarta, Cancun, Playa del Carmen e Cozumel.</p>
<p>Vale a pena dar uma olhada na <a href="http://www.google.com/help/maps/streetview/gallery/#utm_campaign=en&amp;utm_medium=et&amp;utm_source=en-et-na-us-gns-svn" target="_blank">galeria de imagens do Havaí</a>, ainda mais com essa tempestade com direito a trovoadas e relâmpagos em Brasília.</p>
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		<title>ABC formará cidadãos para potencializar o jornalismo colaborativo</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:32:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Ana Brambilla comenta em seu blog que na relação entre jornalismo e mídias sociais, &#8220;se o público não vai ao site jornalístico, é o veículo que encontra o público&#8221;. Brambilla comenta ainda que &#8220;aproximar um veículo das pessoas (nas mídias sociais) é mais prático, leve e promissor do que tentar puxar as massas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://anabrambilla.com/blog/2009/11/06/jornalismo-midias-sociais-cases-e-tendencias/" target="_blank">Ana Brambilla comenta em seu blog </a>que na relação entre jornalismo e mídias sociais, &#8220;se o público não vai ao site jornalístico, é o veículo que encontra o público&#8221;. Brambilla comenta ainda que &#8220;aproximar um veículo das pessoas (nas mídias sociais) é mais prático, leve e promissor do que tentar puxar as massas para dentro do veículo&#8221;.</p>
<p>Estou totalmente de acordo com a tese da professora, mas acresentaria que (falando de desafios) cabe também ao jornalismo colaborativo &#8220;formar&#8221; cidadãos para a produção de conteúdo noticioso. Este processo resultaria em uma audiência alerta sobre os interesses ideológicos dos meios de comunicação e novos olhares sobre a realidade local dos cidadãos.</p>
<p>Na Austrália, a ABC (Australia Broadcasting Corporation), que agrega uma rádio e rede de televisão estatal, anunciou na última quinta-feira (5) que irá atuar na formação de cidadãos das zonas rurais para que estes possam produzir e divulgar conteúdos jornalísticos.</p>
<p>Mark Scott, diretor da ABC, disse que &#8220;para emissora é um papel vital construir novas relações com a audiência&#8221; e que a &#8220;formação dos cidadãos irá beneficiar outros meios de comunicação do país, tendo em vista que mais pessoas saberão como participar da produção de conteúdo.&#8221;</p>
<p>Entretanto, a iniciativa da ABC não teve uma boa receptividade junto aos mass media do país. O The Australian (propriedade da News Corp, de Rupert Murdoch) carregou nas tintas e disse que o projeto da rede estatal &#8220;tem um potencial de destruir a capacidade competiviva das organizações privadas&#8221;. Sim, você leu isso mesmo. Traduzindo: a colaboração poderá destruir o jornalismo.</p>
<p>Tenho dito que só a liberação do pólo emissor ou maior relacionamento com o público (seja lá através de qual meio) não irá mudar as rotinas produtivas, os critérios de noticiabilidade e, consequentemente, o agendamento midiático. É preciso casar educação com apropriação das novas tecnologias de informação e comunicação. Obviamente é preciso ainda debater os programas de formação e garantir que eles estejam a serviço da comunidade e não de uma lógica jornalística. (mas isso é assunto para outro post).</p>
<p>Por outro lado, é preciso entender que a produção de conteúdo noticioso não pode (e nem irá) permanecer restrito a meia dúzia de agentes autorizados (leia-se jornalistas). Noticiar deixará de ser uma atividade profissional para tornar-se em uma prática cidadã.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Na próxima semana estarei em Brasília para participar do <a href="http://www.ouvidoriageral.ba.gov.br/exibe_noticia_ouvidoria.asp?cod_noticia=626" target="_blank"> I Fórum Internacional de Ouvidorias/Ombudsman/Defensores del Pueblo/Provedores de Justiça/Médiateur de la République</a>, que será realizado de 10 a 12 de novembro no centro de eventos da CNTC em Brasília. Por isso, o blog poderá não ser atualizado durante esses dias.<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: black; font-size: x-small;"><br />
</span></p>
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		<title>III Fórum de Música, Mercado e Tecnologia será realizado em Salvador</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:06:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De 11 a 14 de novembro será realizado o III Fórum de Música, Mercado e Tecnologia (FMMT), no ICBA Goethe-Institut (Corredor da Vitória) em Salvador. O objetivo do evento é organizar e fortalecer redes de trabalho na área musical. Destaque para os debates do dia 14 sobre Redes: Música e Ativismo, com Jeder Janotti, Cláudio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 11 a 14 de novembro será realizado o <a href="http://www.funceb.ba.gov.br/musica/" target="_blank">III Fórum de Música, Mercado e Tecnologia (FMMT)</a>, no <a href="http://www.goethe.de/ins/br/sab/ptindex.htm" target="_blank">ICBA Goethe-Institut (Corredor da Vitória) em Salvador</a>. O objetivo do evento é organizar e fortalecer redes de trabalho na área musical. Destaque para os debates do dia 14 sobre Redes: Música e Ativismo, com Jeder Janotti, Cláudio Manoel e H.D Mabuse.</p>
<p>Programação abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://musicafunceb.site90.net/wp-content/uploads/2009/10/forummusicamercadoetecnologia.jpg" alt="" width="400" height="700" /></p>
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		<title>CLAD: governo eletrônico, tecnologia verde e inclusão sócio-digital</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:22:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
O segundo dia de debates no XIV Congreso Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública, foi iniciado com a palestra de Jocelyne Bourgon (Canada School of Public Service (CSPS)) sobre &#8220;Public purpose, government authority and collective power&#8221;.
Bourgon argumentou que é preciso mudar as estruturas do Estado e a relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.clad.org.ve/imagenes/imagenes-congreso-logos/CLADRELIEVE_CENTRADO2L.png/image_mini" alt="" width="200" height="129" /></p>
<p>O segundo dia de debates no <a href="http://www.clad.org.ve/congreso-clad" target="_blank">XIV Congreso Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública</a>, foi iniciado com a palestra de Jocelyne Bourgon (Canada School of Public Service (CSPS)) sobre &#8220;Public purpose, government authority and collective power&#8221;.</p>
<p>Bourgon argumentou que é preciso mudar as estruturas do Estado e a relação com os cidadãos. &#8220;Os cidadãos são criadores de valores, portanto não podemos nos apoiar apenas na autoridade do Estado para a gestão de políticas públicas&#8221;.</p>
<p>A pesquisadora canadense destacou que as novas tecnologias de informação e comunicação, aliada ao ciberespaço possibilitam a governabilidade. &#8220;O governo eletrônico permite potencializar a participação dos cidadãos na definição de políticas públicas. Por outro lado, as novas TIC`s possibilita que o Estado preste um serviço integrado aos cidadãos&#8221;.</p>
<p>Questionada sobre os desafios dos Governos na sociedade contemporânea, Bourgon disse que é preciso criar estratégias que se antecipem as crises (citando o exemplo do Brasil e a crise econômica) e, além disso, buscar um equilibrio entre os interesses do mercado e a democracia, entre o público e o privado.</p>
<p>Após a palestra da Bourgon fui conhecer a experiência chilena do &#8220;<a href="https://www.presidencia.cl/comunicate/view/login.asp" target="_blank">Escríbale a la Presidenta</a>&#8220;, sistema de correspondência entre a sociedade e a presidenta do país. Apesar de existir desde desde 1990, a correspondência presidencial &#8220;entrou&#8221; na Internet em no ano 2000.</p>
<p>O Escríbale a la Presidenta se baseia em uma linguagem clara, acolhedora e simples e as demandas dos cidadãos são transformadas em relatórios gerenciais que norteiam a administração pública. Além disso, o sistema também monitora a tipologia dos registros e atua para evitar crises políticas ou manifestações no Chile.</p>
<p>No fim, como resumi no Twitter, o Escríbale a la Presidenta funciona como uma Ouvidoria, potencializando a cidadania e a participação popular na gestão pública.</p>
<p>Mudando de cor, deixei a experiência vermelha chilena e segui para o painel sobre Tecnologia de Informação verde, cujo foco foram os procedimentos que os governo podem adotar para reduzir o impacto ambiental das TIC`s.</p>
<p>O painel começou com a polêmica levantada pela Teresa Uca (<a href="http://www.residuoselectronicos.net/" target="_blank">Plataforma Regional de Residuos Electrónicos en Latinoamérica y el Caribe (RELAC))</a>, que afirmou não existir nenhuma política na América Latina que oriente  destino final dos computadores e demais equipamentos eletrônicos. Para Uca, o debate precisa ser reconfigurado &#8220;Não podemos pensar apenas em inclusão digital, é preciso pensar o que fazer com os PC`s produzidos e o destino que eles terão&#8221;.</p>
<p>Rafael  Arantes e Ana Maria Vieira, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informaçao (SLTI) do Ministério do Planejamento do Governo Federal (Brasil), defenderam que a administração pública deve utilizar o poder de compra do Estado para pressionar o mercado a produzir equipamentos verdes e que causem menor impacto ao meio ambiente.</p>
<p>&#8220;É necessário mudar o paradigma de que os governos precisam comprar o mais rápido possível e ao menor preço. O ideal é comprar de quem produz pensando no meio ambiente, que gere empregos e faça a diferença para o desenvolvimento do país&#8221;.</p>
<p>Por fim, a Cristina Kiomi Mori apresentou o projeto Computadores para inclusão do governo brasileiro, cujo objetivo é recondicionar equipamentos de informática usados e os distribui para iniciativas de inclusão digital de todo o Brasil.</p>
<p>Para mais informações sobre o projeto <a href="http://www.computadoresparainclusao.gov.br/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>É isso, agora vou terminar de arrumar a mala e partir para a #Aracaju.</p>
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		<title>CLAD: Novas TIC`s e a Reforma do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 03:23:34 +0000</pubDate>
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Quais são os desafios para os Estados na sociedade contemporânea? Essas e outras questões são temas de debate no XIV Congreso Internacional do CLAD, cujo temática central é a Reforma do Estado e da Administração Pública. O evento ocorre de 27 a 30 de outubro em Salvador.
Cerca de duas mil pessoas participam dos 135 painéis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.clad.org.ve/imagenes/imagenes-congreso-logos/CLADRELIEVE_CENTRADO2L.png/image_mini" alt="" width="200" height="129" /></p>
<p>Quais são os desafios para os Estados na sociedade contemporânea? Essas e outras questões são temas de debate no <a href="http://www.clad.org.ve/congreso-clad" target="_blank">XIV Congreso Internacional do CLAD</a>, cujo temática central é a Reforma do Estado e da Administração Pública. O evento ocorre de 27 a 30 de outubro em Salvador.</p>
<p>Cerca de duas mil pessoas participam dos 135 painéis e 615 palestras com especialistas ibero-americano. Bom, eu não sei o que as outras 1.999 pessoas fizeram, mas eu assisti os seguintes painéis e fiz algumas anotações como você poderá ler abaixo:</p>
<p><strong>As ações brasileiras para promoção da acessibilidade em direção a uma sociedade inclusiva</strong></p>
<p>O painel começou com um dado alarmante: 25 milhões de brasileiros tem alguma deficiência. O dado sinaliza um desafio para o governo brasileiro: para atingir a igualdade, o país desenvolver políticas de acessibilidade.</p>
<p>Niusarete Margarida de Lima, da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, (Brasil) disse duas coisas que merecem destaque: &#8220;apesar da deficiência, as pessoas precisam ter o mesmo valor&#8221; e &#8220;as ações afirmativas valorizam a diversidade como componente positivo&#8221;.</p>
<p>A inclusão e o acesso universal aos sitios eletrônicos da administração pública é obrigatório desde 2004, após o decreto presidencial 5.296. João Batista Ferri de Oliveira, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), ligada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Brasil) comenta que &#8220;garantir a acessibilidade significa garantir acesso universal, promover a cidadania e os direitos civis&#8221;.</p>
<p>Ferri apresentou duas ferramentas utilizadas pelo governo federal para materializar as &#8220;ações afirmativas&#8221; na Internet: o <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG" target="_blank">e-MAG -  Modelo de acessibilidade de Governo Eletrônico</a> e o <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG/ases-avaliador-e-simulador-de-acessibilidade-sitios" target="_blank">ASES - Avaliador e Simulador de Acessibilidade de Sítios.</a></p>
<p>Durante o painel, Ferri comentou que ainda existem desenvolvedores que se furtam a seguir padrões de acessibilidade (W3C) temerosos com a estética do produto. Porém, o mais interessante foi o anúncio de que ainda este ano devemos ter um resultado do Censo na Web sob os portais .br realizado pelo Governo Federal em parceria com o CGI.br. A idéia do Censo é avaliar o quão é acessível os sites da administração pública federal.</p>
<p>Por fim, Lara Schibelsky Godoy Piccolo (<a href="http://www.cpqd.com.br/" target="_blank">CPqD</a>) destacou que é impossível criar modelos de inclusão digital sem a participação do público alvo. Piccolo coordena o <a href="http://www.cpqd.com.br/highlights/147-projeto-stid.html" target="_blank">STID</a>, interface que visa o modelo de interação, baseado em usabilidade, acessibilidade e inteligibilidade e diz que a prática indica que &#8220;a estética cumpre um papel fundamental na economia da atenção, mesmo em projetos de inclusão.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;El gobierno electrónico y el acceso de la ciudadanía a la información y control de los actos de gobierno&#8221;</strong></p>
<p>Neste painel foram apresentadas experiências desenvolvidas na Argentina e no México no que tange a transparência das contas governamentais.</p>
<p>Gabriel Gerardo Rolleri, coordenador de Compras e Contratações, ligado ao Ministério de Justiça, Segurança e Direitos Humanos da Argentina, disse que em seu país, o modelo de transparência é anterior as compras e não apresenta apenas os gastos governamentais. &#8220;Algumas compras realizadas pelo governo passam por consulta pública, durante 3 dias, na Web.</p>
<p>De acordo com Rolleri, a transparência nas compras públicas geraram maior competividade, ruptura com os monopólios e melhoria da aplicação dos investimentos públicos na Argentina. &#8220;A nossa experiência mostra que a consulta popular é o melhor mecanismo para transparências em compras governamentais&#8221;, diz.</p>
<p>Já para Pablo Héctor Fraga, do Ministerio Público Fiscal de Buenos Aires, &#8220;a transparência dos atos do governo não é obstáculo para a eficiência&#8221;. Para ele, a participação popular, qualidade da gestão e tecnologia são os três pilares para melhoria no sistema de compras estatais.</p>
<p>O advogado mexicano, Sergio Betancourt, disse que o e-goverment é um novo paradigma democrático. &#8220;O e-goverment reinventou o sistema de governos existentes. A eficiência substitui a ideologia&#8221;, comenta.</p>
<p>Apesar do governo eletrônico significar o fim dos papéis, da burocracia, vale ressaltar que não basta substituir máquinas de escrever por computadores é preciso adotar as novas tecnologias de informação e comunicação como ferramenta para a gestão.</p>
<p>E foi justamente isso que fez a República Dominicana, que levou ao CLAD nada menos do que seu vicepresidente, Rafael Alburquerque, para falar sobre os <strong>&#8220;Avanços da administração pública e o uso das TIC`s para o desenvolvimento e eficiência do Estado dominicano&#8221;.</strong></p>
<p>Como era de se esperar, o painel foi mais &#8220;propaganda do governo&#8221; do que um debate teórico. Apesar disso, pude perceber, sinceramente, como o país adotou as novas TIC`s em sua estratégia de desenvolvimento sócio-econômico.</p>
<p>O vicepresidente explicou que fora elaborado um plano nacional para desenvolvimento da economia, valendo-se das ferramentas do governo eletrônico. &#8220;Com esse plano tivemos que mudar o modelo de gestão do Estado, criar iniciativas que potencializassem a competividade e permitissem a participação popular&#8221;, explica.</p>
<p>Portais para fomentar o comércio exterior, sistemas de gerenciamento de informações e espaços para o debate público são algumas das ações, nem tão inovadoras assim. Entretanto, com o auxílio das TIC`s, a República Dominicana criou o projeto <a href="http://www.creatuempresa.gob.do/" target="_blank">Crea Tu Empresa</a>, que diminuiu de 78 dias para 78 horas o tempo para criação de uma empresa no país.</p>
<p>Em relação a infraestrutura e o acesso à Internet, Rafael Alburquerque, disse que sistemas de banda larga são criados em todo país, inclusive nas zonas rurais. &#8220;Investimos também em centros tecnológicos comunitários, de capacitação, os servidores passam por reciclagem sobre as novas tic`s, pois não adianta ser um governo eletrônico se o seu funcionário não saber nem ligar um computador&#8221;, brinca o vicepresidente.</p>
<p>A capacitação dos servidores públicos é algo ainda pueril no Brasil no que tangue o debate sobre governo eletrônico. Porém, a Tarcilena Polisseni, coordenadora da <a href="http://www.enap.gov.br/" target="_blank">Escola Nacional de Administração Pública (ENAP)</a> fez uma excelente abordagem da educação a distância no Brasil e cursos para o funcionalismo público.</p>
<p>As considerações da coordenadora do ENAP foi realizado durante o painel <strong>&#8220;La formación online como instrumento de profesionalización de la función pública latinoamericana&#8221;</strong>, o mais fraco do dia, portanto comentarei apenas a exposição da Polisseni.</p>
<p>&#8220;A educação a distância (ead)  é  eficaz em sociedades com ampla extensão territorial, como o Brasil. Os cursos em ead devem atentar para as diferenças nas necessidades de capacitação&#8221;, explica.</p>
<p>Polisseni disse que as escolas de governo (como o ENAP) contribuem para a excelência no serviço público, uma vez que os cursos são montados em parceria com o órgão e atende as necessidades dos funcionários de cada departamento. Por outro lado, as escolas precisam se adaptar a esta realidade.</p>
<p>&#8220;O ENAP já capacitou 70.000 servidores públicos e os nossos cursos são desenvolvidos a partir dos cenários sócio-políticos&#8221;, finaliza.</p>
<p>Daqui a pouco tem mais&#8230;até lá siga a cobertura imediata que faço através do <a href="http://twitter.com/herdeirodocaos" target="_blank">Twitter</a>.</p>
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		<title>Jornais baianos brigam por classe C e D</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:07:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Enquanto as empresas de comunicação debatem alternativas para lucrarem com o ciberjornalismo, na Bahia, os dois maiores jornais do Estado (A Tarde e Correio) apostam no poder de consumo das classes C e D na mídia impressa.
De acordo com informações do Jornalistas&#38;Cia, o Grupo A Tarde estuda a possibilidade de lançar um jornal diário com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto as empresas de comunicação debatem alternativas para lucrarem com o ciberjornalismo, na Bahia, os dois maiores jornais do Estado (A Tarde e Correio) apostam no poder de consumo das classes C e D na mídia impressa.</p>
<p>De acordo com <a href="http://www.jornalistasecia.com.br/edicoes/7jornalistasecia714.pdf?__akacao=190015&amp;__akcnt=33e93430&amp;__akvkey=f9f1&amp;utm_source=akna&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Jornalistas%26C" target="_blank">informações do Jornalistas&amp;Cia,</a> o Grupo A Tarde estuda a possibilidade de lançar um jornal diário com uma roupagem popularesca. O novo produto deve chegar ao mercado no primeiro semestre de 2010, no formato berlinder ou tablóide, entre 24 e 32 páginas e custará menos de um real.</p>
<p>O preço é uma das estratégias do Grupo A Tarde para enfrentar o Correio (custa R$ 1), que após <a href="http://herdeirodocaos.com/?p=240" target="_blank">a mudança </a>apresentou crescimento de 60% na circulação, o maior entre a mídia impressa do país. Ainda de acordo com a coluna do Jornalista&amp;Cia, o Correio também prepara uma versão impressa ainda mais popularesca para competir com a possível publicação do A Tarde. E a briga promete, pois o Correio aguarda o lançamento do rival para definir o preço, ao que tudo indica será a metade do concorrente.</p>
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		<title>Cresce número de parlamentares que usam o Twitter no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 02:02:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisa divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Câmara dos Deputados aponta que nos últimos quatro meses o número de parlamentares que aderiram ao Twitter pulou de 74 para 179. De acordo com o estudo, 35% dos 513 deputados brasileiros usam a ferramenta de comunicação.

Quero fazer o mapeamento de vereadores, prefeitos, deputados, e
secretarios da Bahia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www2.camara.gov.br/internet/camaraFaz/destaques/DeputadosTwitter.xls/at_download/file" target="_blank">Pesquisa divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Câmara dos Deputados</a> aponta que nos últimos quatro meses o número de parlamentares que aderiram ao Twitter pulou de 74 para 179. De acordo com o estudo, 35% dos 513 deputados brasileiros usam a ferramenta de comunicação.</p>
<p style="text-align: left;">
<span style="color: #ff0000;">Quero fazer o mapeamento de vereadores, prefeitos, deputados, e<br />
secretarios da Bahia no Twitter. Alguém topa?</span></p>
<p>O PT lidera o ranking de deputados tuiteiros com 37 representantes, na sequencia vem o DEM (31), PSDB (23), PMDB (18), PP (13) e o PSB (12). Já por estado, São Paulo figura no primeiro lugar com 33 parlamentares que utilizam o Twitter, seguido pela Bahia com 15 &#8220;representantes do povo&#8221;.</p>
<p><strong>Governador da Bahia também usará o Twitter</strong></p>
<p>A estreia do governador Jaques Wagner está sendo preparada (mas não existe ainda uma data oficial), garante a sua assessoria de comunicação, que lançou nesta segunda-feira (19) <a href="http://twitter.com/imprensawagner" target="_blank">a sua conta no Twitte</a>r, que será administrada pela equipe de jornalistas da ascom, a saber: Ernesto Marques, <a href="http://twitter.com/SocrateSantana" target="_blank">Sócrates Santana</a> e <a href="http://twitter.com/isaacjorge" target="_blank">Isaac Jorge.</a></p>
<p>&#8220;Nossa entrada no Twitter faz parte de um processo de presença cada vez maior no mundo online, principalmente nas mídias sociais. Com isso, pretendemos nos aproximar dos profissionais de comunicação e das pessoas em geral comunicando, prestando contas, esclarecendo dúvidas etc. A internet é democrática por natureza, é transparente, além de ser um meio inibidor da censura. Nos agrada o feed-back instantâneo que a rede possibilita&#8221;, explica Isaac Jorge.</p>
<p>Segundo Isaac, quem seguir o <a href="http://twitter.com/imprensawagner" target="_blank">@imprensawagner </a>conhecerá a agenda do governador e terá em primeira mão várias informações relevantes sobre o governo. Ainda de acordo com o assessor, em breve um novo portal de informações do Governo do Estado será lançado. Atualmente, três governadores (Cid Gomes do Ceará, José Serra de São Paulo e Wilma de Faria do Rio Grande do Norte) já estão no Twitter.<br />
<a href="http://www.politweets.com.br/home" target="_blank"><br />
Levantamento realizado pelo site Politweets</a> indica que  65 Vereadores, 30 Deputados Estaduais, 25 Senadores e 10 Prefeitos já atuam no Twitter. Os dados não traduzem a realidade da política em 140, mas oferece uma visão geral de como a ferramenta está sendo apropriada pelos parlamentares no Brasil.</p>
<p><strong>Confira a lista dos deputados federais eleitos pelo Estado da Bahia que estão no Twitter</strong>*</p>
<p>Alice Portugal (PCdoB)<br />
http://twitter.com/Alice_Portugal</p>
<p>Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM)<br />
http://twitter.com/acm_neto</p>
<p>Colbert Martins (PMDB)<br />
http://twitter.com/ColbertMartins</p>
<p>Daniel Almeida (PCdoB)<br />
http://twitter.com/depdanielpcdob</p>
<p>Emiliano José (PT)<br />
http://twitter.com/Emiliano_Jose</p>
<p>Fábio Souto (DEM)<br />
http://twitter.com/Fabio_Souto</p>
<p>João Carlos Bacelar (PR)<br />
http://twitter.com/joaocbacelar</p>
<p>Jorge Khoury (DEM)<br />
http://twitter.com/jorge_khoury</p>
<p>José Carlos Aleluia  (DEM)<br />
http://twitter.com/jcaleluia</p>
<p>Lídice da Mata (PSB)<br />
http://twitter.com/lidicedamata</p>
<p>Luiz Alberto  (PT)<br />
http://twitter.com/depluizalberto</p>
<p>Luiz Carreira (DEM)<br />
http://twitter.com/luizcarreira</p>
<p>Uldurico Pint (PMN)<br />
http://twitter.com/ulduricopinto</p>
<p>Zezéu Ribeiro (PT)<br />
http://twitter.com/ZezeuRibeiro</p>
<p><em>**O número de deputados da Bahia é menor porque ainda não tomou posse o suplente do deputado Sérgio Brito, licenciado</em></p>
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		<title>Diálogos sobre o jornalismo colaborativo: blog-laboratório e a escrita coletiva</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 02:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[jornalismo colaborativo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum aqui no blog a abordagem de experiências colaborativas do ponto de vista ideológico, estrutural, critérios de noticiabilidade, a relação com a comunidade e as estratégias de marketing que tentam garantir a &#8220;idéia no ar&#8221;. Entretanto, comentários sobre a estrutura interna, ou &#8220;como&#8221; os cidadãos-repórteres gerenciam/elaboram/fazem o jornalismo colaborativo é raro, ainda, neste bloco de notas caótico.</p>
<p>Bom, a idéia é criar uma série de entrevistas (Diálogos sobre o jornalismo colaborativo) com alguns aspectos sobre a temática: colaboração, jornalismo, noticiabilidade e afins. Acompanhe o blog e vejam a sequencia da série.<br />
Mas, antes que você volte para a sua timeline do Twitter ou coma com os olhos a sua colega de trabalho que veio de oncinha hoje, vale a pena acompanhar o bate-papo realizado com <a href="http://twitter.com/pedrosolidus" target="_blank">Pedro Zambarda</a>, editor do<a href="http://boladafoca.blogspot.com/" target="_blank"> Bola da Foca, blog-laboratório-colaborativo dos alunos de comunicação da Faculdade Cásper Líbero.</a></p>
<p>Zambarda comenta que &#8220;estimular&#8221; os colaboradores é o grande desafio do Bola da Foca e sinaliza como os futuros jornalistas se relacionam/pensam o jornalismo colaborativo  e o ciberjornalismo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_WE99LXboB80/SZ8mZxXGX3I/AAAAAAAABg8/wj68NMbX1wk/S1600-R/bola2.jpg" alt="" width="443" height="152" /></p>
<p><strong>Como surgiu a idéia de criar o Bola da foca e qual a sua avaliação da atuação do blog-jornal dos focas?</strong></p>
<p>Bola da Foca apareceu de uma idéia que o Thiago Dias me deu por telefone, de ter um órgão laboratorial formado por alunos mesmo. Comentamos que muitas pautas caem em outros órgãos e que esse seria o espaço ideal e mais democrático pro pessoal exercitar, com o mínimo de edição e o máximo de voluntários que conseguíssemos.</p>
<p><strong>O Bola da foca me lembra os jornais laboratórios das faculdades, porém, não é uma atividade obrigatória. De alguma forma a criação e atuação no blog auxilou a formação acadêmica, o entendimento do ciberjornalismo?<br />
</strong><br />
Sim, essencialmente o blog é uma parte marcante do meu portifólio. Em alguns meses, conseguimos postagem quase diária e muitas discussões foram produtivas nesse espaço. Arrisco dizer que, graças ao Bola da Foca, estou me focando para o ciberjornalismo (ou seria webjornalismo? Jornalismo de internet? Não sei) na caminhada profissional. Não descarto o meio impresso, a TV ou o rádio, mas acho que me identifico mais com o digital, que possui a convergência de formatos.</p>
<p><strong>Como os professores e a própria instituição se relacionam com o blog? Censura? Apoio?</strong></p>
<p>Os professores não censuram, e alguns até estimulam. Mas, digo por mim, sinto falta de um estímulo maior dos docentes da Cásper Líbero. Em geral, eles se impressionam com nossa iniciativa, fazem comentários relevantes, mas poderiam ler com mais regularidade, embora a gente saiba da dificuldade que é ver o trabalho de alunos, especialmente fora de avaliações.</p>
<p>Uma professora recentemente fez um trabalho integrado ao Bola da Foca. Receberemos poucas colaborações, mas é um bom sinal. Outros alunos enviam trabalhos por livre iniciativa, procurando não repetir pautas com colegas.</p>
<p><strong>Apesar de contar quase cinquenta colaboradores nota-se que você e o MissBruno são responsáveis por grande parte dos post do blog. Essa realidade me parece a &#8220;normal&#8221; em projetos colaborativos, ou seja mobilizar os colaboradores é um desafio em escritas coletivas? Como funciona o Bola da foca (existe escala? cobrança?)?<br />
</strong><br />
Estimulação tem sido nosso principal problema. Os 50 colaboradores que você no blog não estão lá, realmente. Funcionamos 100% através de colaborações e com poucas cobranças mesmo. A vantagem disso é a liberdade que nenhum outro veículo vai oferecer. A desvantagem é que certas pessoas simplesmente não colaboram ou sequer colaboraram, mesmo após se interessar. Me impressiona, inclusive, que não tenha rolado um desânimo geral no grupo. O concurso TOP BLOG, que nos rendeu certificado entre os 100 melhores blogs de comunicação, fazem parte de surpresas que nos mantém nessa iniciativa.</p>
<p><strong>No expediente é nomeado um corpo editorial. Qual a função dos editores? E qual a importância de um corpo editorial em experiências colaborativas?<br />
</strong><br />
Pensamos em dividir em editorias. No entanto, notamos que uma pessoa é capaz de lidar com até 3 assuntos. Últimamente todos os textos tem recebido uma correção final minha. O Thiago tem preferência na revisão de esportes e cultura geral. Mariana Bruno, a MissBruno, prefere cultura pop. É mais ou menos assim que funciona.</p>
<p><strong>O Bola da foca tem um manual da redação com regras e dicas para a produção de conteúdo para o blog. Isso é realmente importante?<br />
</strong><br />
O manual é necessário, pois serve, pelo menos, como referência. Mas, mesmo assim, sou flexível especialmente sobre opiniões. O Bola permite colunas de opinião livres, sendo que focamos a edição, normalmente, no formato e na grafia.</p>
<p><strong>Não podia deixar de fazer as perguntas básicas: qual a avaliação do ciberjornalismo e do jornalismo colaborativo no Brasil?<br />
</strong><br />
Ciberjornalismo, especialmente o colaborativo, é ainda pouco praticado no Brasil. No entanto, o internauta que utiliza a rede por horas às vezes se envolve em iniciativas desse tipo. Acho que a grande problemática na internet, ainda, é a maior credibilidade dada aos portais de notícias, como o G1, o Terra e o UOL, que ainda acabam com o alcance dos blogs. A blogosfera brasileira, vale dizer, pode crescer muito, desde que não fique apenas na mão de poucos. O Bola da Foca é um esforço para revelar novos nomes.</p>
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