<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-36811567</atom:id><lastBuildDate>Wed, 28 Aug 2024 19:24:46 +0000</lastBuildDate><category>Vale -Reestatizar</category><title>Homem: animal político</title><description>Política, sociedade, cultura, mídia...</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Antonio Arles)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Política, sociedade, cultura, mídia...</itunes:subtitle><itunes:category text="Government &amp; Organizations"/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-8587971813342154446</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-10T20:56:27.523-03:00</atom:updated><title>O uso político do BB, ou dividendo pagos, mas não gerados</title><description>Se o assunto é a irritação do Presidente Lula com os altos juros praticados no Brasil, quero citar o presidente do Bacen, ou melhor, um estudo realizdo pelo ex-presidente do Bacen Gustavo Franco. Não quero falar de cálculos e números, prefiro poesia, crônicas e literatura.&lt;br /&gt;Gustavo Franco publicou interessantes trabalhos sobre a perspetiva econômica de grandes nomes da nossa literatura, Pessoa e Machado. Em a "Economia em Machado de Assis" Franco analisa crônicas cotidianas do Bruxo, e em diversos textos o hoje bicentenário banco aparece como assunto do dia. São situações nas quais o Banco do Brasil, agindo como ente público, quase como instituição de caridade, paga dividendos aos seus acionistas, isso sem apresentar lucro. O banco do governo simplesmente paga seus acionistas atendendo às ordens do Imperador. Enfim, o banco nem parece banco, nem parece empresa, nem parece que viria a completar 200 anos, embora com algumas falências no longo caminho. Machado não concorda com isso. Quem concordaria? O banco perde dinheiro, o governo injeta recursos. &lt;br /&gt;O Banco é um banco, e deve ser capaz de produzir lucros, de ser rentável e de se sustentar. Sim, hoje, o BB deve iniciar uma política de valorização dos funcionários, de expansão do crédito de forma responsável, de redução do spreed. Mas com prudência, para que o Estado não acabe por pagar a conta. &lt;br /&gt;Um Banco do Brasil forte, é um Brasil forte, é fortalecer os brasileiros.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2009/04/o-uso-politico-do-bb-ou-dividendo-pagos.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-8270849699837206091</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 21:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-10T19:40:44.312-03:00</atom:updated><title>A missão do BB</title><description>O Banco do Brasil é um Banco. E, como tal, têm por finalidade a captação de recurso através da comercialização de produtos finaceiros e a cessão de empréstimo mediante condições que lhe sejam rentáveis. Enquanto banco, empresa, o Banco do Brasil deve prestar contas de sua atuação a sociedade, e atender às expectativas de seus acionistas.&lt;br /&gt;A especificidade do BB está em seu acionista majoritário. O Governo Federal, seguido a grande distância pela PREVI, portanto, pelos seus fucionários. O Tesouro Nacional, detentor de 70% das ações do Banco do Brasil, possui o direito de interferir na direção do banco, caso entenda que este contraria seus interesses, estando estes interesses de acordo com os dos demais acionistas e dos clientes do Banco.&lt;br /&gt;O presidente do Banco do Brasil foi destituído de sua função. Antonio Francisco de Lima Neto assumiu a presidêcia do BB em 2006, e permaneceu em um ciclo de bons desempenhos, com crescimento orgânico e recentemente crescendo através de aquisições de outras instituições. Sua gestão foi marcada pelo fortalecimento da empresa, da marca e da presença de mercado do BB; que teve como missão nesse período se tornar um banco líder e competitivo.&lt;br /&gt;A substituição de Lima Neto foi explicada por Guido Mantega, Ministro da Fazenda, como motivada pelas queixas do presidente Lula quanto a manutenção das altas taxas de juros e do spreed bancário (no glossário simplificado da grande imprenssa: diferença entre custo e captação e o lucro nos empréstimos) em momento de crise financeira internacional.&lt;br /&gt;Mas a imprenssa e o mercado (vide oscilação na BOVESPA pós-demissão) não aceitaram a justificativa como muito convincente.&lt;br /&gt;Eu também não. O Banco do Brasil possui técnicos qualificados, pessoal preparado e reduziu sim suas taxas de juros, mas sempre com prudência; redução não acompanhada pelos bancos privados, mas que poderia ser maior. Nada que abalasse tanto o governo. Penso que há outras motivações, nada oportunas ao demais acionistas do BB. Fala-se no encobrimento de operações irregulares, não creio. No possível enfraquecimento do BB frente ao BNDS, que iriam estar disputando presença internacional esse ano, acho difícil. Talvez mais um loteamento político, o que dúvido (o BB tem consguido se mânter quase imune a isso, apesar do PMDB e de Sarney). Interesse voltado às eleiçoes de 2010? Pode ser... mas sendo assim, seria realmente preciso uma demissão tão controversa? Veremos o que o BB nos apresentará nos próximos meses.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2009/04/missao-do-bb.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-2691573026177724786</guid><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 05:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-19T02:10:44.778-03:00</atom:updated><title>Tempo de mudanças.Hoje ou eternamente amanhã</title><description>Tempo de mudanças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;www.vidasmarranas.blogspot&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que as reais possibilidades de mudança estão porvir e levado a pensar no que precisamos encarar como tarefas inadiáveis.Projetos coletivos,de esperanças e sonhos de uma sociedade sem discriminações,sem exclusões,plurais,democráticas e sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que tarefas assim são para mais de um mero ano,implicam largo prazo,décadas,gerações,etc.Mas primeira e fundamental tarefa é imaginar grandes processos e mudanças para fortalecer a vontade de agir no aqui e agora e incidir nas relações sociais e nos processos concretos,capazes de desencadear lógicas estruturantes do novo.Segundo é avaliar bem as circunstâncias sociais e históricas,os riscos e desafios que podem se interpor no caminho e como encará-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A democracia aponta um ideal que é, na verdade, um processo virtuoso de construção de sociedades mais livres,igualitárias,mais valorizadoras da diversidade intrínseca,solidárias e mais participativas ,mas dá também o método,ou seja,implica em se engajar, disputar e cooperar, sob a luz de tais princípios e valores,nos quais os fins não justificam os meios e sim os qualificam,gerando um processo incerto de avanços e recuos,de rupturas e de compromissos possíveis.Assim fixados os parâmetros, trata-se de ver riscos e desafios do ângulo d'uma 'democracia radical'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior risco que ronda os ares as vésperas de mais uma eleição vem se manifestando há alguns anos.É confundirmos a democracia como ideal e proposta com o que temos no Brasil,na região,no mundo.Que sociedade queremos e almejados?Ate quando discutir a sociedade utópica ? Radicalismo, Anomia ou qual outra terminologia e ação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos uma situação de democracia contida em seu potencial transformador, pois capturada de algum modo por forças e interesses que, no contexto democrático, esvaziaram o poder político e impuseram uma agenda de globalização econômico-financeira centrada no mercado.Muita gente, inclusive no campo das organizações de cidadania ativa da sociedade civil, já começa a se interrogar,uns dizem que perigosamente, se a opção democrática é o melhor caminho.É?E qual democracia?Diante disto,é fundamental ser intransigente e radical para ir alem e enfrentar os limites da democracia real, em busca da solução 'democratica', isto é, em que tenha se mais participação, mais disposição de disputa em cada campo e esfera da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que é indispensável reafirmar e defender a institucionalidade democrática duramente conquistada, mesmo se ainda pouco eficiente. Poderemos alias ser vitimas de radicalismos de Direita,do contrario.Democracia nisto é condição fundamental e dela devemos partir para 'radicalizar ' a própria democracia. Trata-se, isto sim, de reconhecer que a tarefa coletiva de radicalização democrática tem na institucionalidade democrática uma condição necessária, porém insuficiente até aqui para dar conta das múltiplas formas de exclusões e negações de direitos de cidadania, da desigualdade,da violência,da destruição acelerada do patrimônio comum da vida, a natureza, ao mesmo tempo em que se nega para muitos(as) o acesso aos recursos comuns&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de uma nova e grande onda irresistível de democratização que precisamos, uma onda de idéias, de demandas, de movimentos efetivos. É incompatível com a democracia a segregação e a violência reinante em nossas grandes cidades. Estamos em uma espécie de guerra civil larval, com mais mortes violentas do que em guerras declaradas. Cidadania não pode conviver com isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ineficiência do Estado democrático em prover segurança é patente. Mas o cinismo de estratos médios e dos ricos,nos seus prédios e condomínios gradeados,é também parte do problema da segregação e violência.E aos pobres soçobra as formas de sub- leis e sub -ordens locais que se aproveitam da ausência do Estado e tornam se localmente o Judiciário,Legislativo e o Executivo ,o que nos afirma  estarmos diante de uma verdadeira emergência, que exige ação imediata perante a ameaça do neocoronelismo urbano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em escala social temos problemas urbanos agravados pelo crescimento desordenado, a falta de políticas habitacionais e de transporte. O individualismo se aproveita das novas concepções de inserção social e da aparente democracia vivida resultando num emaranhado de superposição de classes que desigualmente participam do crescimento econômico.Alias, que forma de crescimento é o desejado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há urgência em retomar o questionamento do que seja desenvolvimento de uma perspectiva de democracia radical.Não fomos capazes até aqui de nos contrapormos ao descalabro do crescimento do PIB como expressão da riqueza coletiva.PIB que cresce na mesma proporção da destruição da natureza, hoje em escala planetária.Já imaginamos o quanto de natureza se pode poupar localizando as economias,segundo o princípio de produzir aqui, o que for possível, para consumir aqui?Por que necessitamos do empuxe das exportações para crescer? Não vale a pena se perguntar se construiremos democracia exportando produtos que carregam destruição ambiental e todo o sofrimento humano de milhões que não têm acesso a produtos essenciais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aquecimento global,a questão ambiental finalmente motiva amplos setores e perpassa todos os segmentos sociais. As condições para ações efetivas de mudança e de construção de bases de sustentabilidade de uma perspectiva democrática nunca foram tão efetivas.O desafio,porém,é mostrar que não se trata apenas de adaptação de práticas e continuar devastando os recursos naturais como sempre.Isto até pode dar sobrevida a uma lógica de negócios e de acumulação privada de lucros.Não resolverá a sustentabilidade e muito menos criará mais justiça social no acesso e uso dos grandes recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão ambiental se soma à questão da exclusão e da desigualdade para revelar que estamos, na verdade, diante de uma crise de civilização, do industrialismo e consumismo, na qual modos de produção, modos de consumo e estilos de vida estão em questão por destruírem a base natural da vida e por excluírem a maioria da população.Estamos em ano eleitoral,de eleições de prefeitos e vereadores.É do local que se trata.Para revitalizar a democracia, nada como o local,espaço público imediato de nossa cidadania.A violência,o meio ambiente, economia podem ser politizados e reagendados a partir deste locus da cidadania.O ano, portanto,é oportuno para renovar ousadias na disputa política e fixar bases de mudança.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2008/08/tempo-de-mudanashoje-ou-eternamente.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-1967612219603977419</guid><pubDate>Sun, 13 Jul 2008 16:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-13T14:11:28.217-03:00</atom:updated><title>Insensível</title><description>Nenhum novidade. Partidos se vendem ao governo por cargos.&lt;br /&gt;O PMDB foi comprado, nenhuma novidade, por alguns ministérios. Um deles, um dos mais cobiçados, foi o da Saúde; entregue ao Temporão, o ministro causou uma verdadeira tempestade (desculpem o trocadilho).&lt;br /&gt;Temporão, ao contrário do que se espera, resolveu que era um ministro de Estado e montou uma equipe técnica. O partido sentiu que se vendeu sem ser pago, não recebeu os diversos cargos técnicos, que tradicionalmente são ocupados por indicações políticas, e pede a cabeça de SEU próprio ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A histórinha é bem ilustrativa do comportamento da política tupiquinim. Onde cargos de Estado são tratados como bem pessoais, às vezes de valor e às vezes de prestígio, negociados entre os senhores do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo da esfera nacional, nosso grande exemplo de conduto, olhemos para meu pobre bairro em Mesquita.&lt;br /&gt;Tenho um vizinho, seu nome é Samir. O irmão se encontraria internado em um hospital municipal, ou melhor, no único hospital público do município. O irmão de Samir estaria com tuberculose, a família conseguiu um leito em um hospital decente, onde ele seria melhor atendido.&lt;br /&gt;Samir está  desesperado e não consegue a transferência, e nem mesmo qualquer informaçãono hospital mesquitense. Ele recorre a sua única esperança. A única esperança de um pobre em ano eleitoral, um candidato a vereador.&lt;br /&gt;O candidato entra em contato com pessoas no hospital que conseguem a transferência, e lhe informam que a "tuberculose", bom, o diagnóstico, como esperado em um hospital público, estava errado. Samir agora sabe que sua situação é bem pior, o irmão está com HIV positivo.&lt;br /&gt;Mas a tristeza do atestado de morte é superada pela gratidão ao candidato, a quem Samir promete o sangue pela sua eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história me entristece profundamente. É um absurdo que Samir tenha que recorrer a um dos Senhores locais pra fazer valer seu direito de cidadão. Direito que se é garantido por particulare, não lhe pertence.&lt;br /&gt;Eu comentei com outros vizinhos o que achava. Que o serviço ruim (de uma secretária de saúde que os candidatos já venderam em troca de apoio) não estivesse em questão. Que alguém possa comprar votos com remédios e ainda ser o herói. O que todos me dizem: "Rodrigo, você não tem sentimento". Sim, sinto frustração. Sinto a derrota. Sinto que é mais cômodo entrar na dança feudal que lutar sozinho por direitos que são melhor administrados por terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temporão, dê os cargos que os deputados querem, o Estado é só uma ilusão nessa feudalidade democrática.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2008/07/insensvel.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-6127094077999057228</guid><pubDate>Sat, 16 Feb 2008 17:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-16T15:32:18.756-02:00</atom:updated><title>Visa Corporate ou R$8,00 numa tapioca é absurdo!</title><description>Mais um grande escândalo e mais uma CPI...&lt;br /&gt;Os cartões corporativos foram implantados no governo do FHC para dar mais transparência a movimentação financeira do governo federal, e que esse mecanismo tem atendido o quesito poucos tentam negar, mas como bater no presidente só perde pra futebol em esporte nacional... Não que a mídia negue que esse mecanismo reduziu as antigas despesas de fundos, só  se exige maior transparência e responsabilidade nos gastos! Afinal, pagar R$8,00 em uma tapioca é inadmissível mesmo que a dita cuja tenha sido consumido em uma  viagem a serviço! Saques em dinheiro são abomináveis, como a Abin (agência brasileira de inteligênia, CIA tupuniquim ou ninho de aranpogas) se atreve a fazer isso! não há como estranhar a indignação de Demóstenes Torres (DEM, GO) quando disse que nossos impostos estão "pagando para sermos espionados".&lt;br /&gt;Obviamente deveríamos todos permanecermos indignados! Como ousam os malditos espiões fazerem seu trabalho sem revelar detalhes de suas operações! Como ousam pagar suas despesas de serviço com nossos impostos e não com seus salários! Como ousam utilizar cartões que demonstrem todos os gastos quando poderiam pagar em dinheiro!... essa última não entendi.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2008/02/visa-corporate-ou-r800-numa-tapioca.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-2626899849107769515</guid><pubDate>Thu, 22 Nov 2007 14:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-22T12:53:21.971-02:00</atom:updated><title>Prés Comunitarios e a Luta pela inclusão</title><description>Dando protagonismo aos que protagonizaram também a nossa Historia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu ainda ontem as 9:30 da manhã dia 21 de novembro na Rua Dom Manuel s/n, Centro atrás do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro  ,apos o dia da Consciencia negra mais uma manifestação dos Prés Vestibulares Comunitarios cariocas.Uma manifestaçao  com faixas, cartazes e panfletos promovendo um pacífico ato para chamar a atenção do poder judiciário e da sociedade para a gravidade da proibição do prefeito Sr Cesar Maia (do DEM) feita aos Prés Vestibulares Comunitários numa clara ação discriminatória em que o mesmo viola a Lei Organica do municipio quanto ao uso das salas ociosas das escolas municipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que nosso prefeito Cesar Maia (DEM)em sua lamentavel atitude, a um ano tem em muito prejudicado o funcionamento de inumeros destes prés vestibulares. E assim atingindo sob esta manietada discriminação a jovens pobres e negros  que estão em seu sonho e luta através da educação.Esse projeto é de interesse de toda a sociedade, uma vez que o mesmo , a uma década ,tira jovens da pobreza e da exclusão social e os coloca na universidade. Aliás, é exatamente por isso que o Ministério Público acatou a nossa denúncia: Por entender que se trata de uma lesão de tutela coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras: Esse projeto é de interesse do bem comum. E logo após o 20 de Novembro- dia da Consciência Negra.Por que?Por que o PVNC atua diretamente na omissão do Estado durante décadas.E nasceu exatamente no objetivo de luta social em prol dos segmentos desfavorecidos de nossa sociedade .E tal data além de marcar o momento em que a causa estará sendo impetrada ao Ministerio Publico para que juizes e desembargadores decidirem na ,estaremos juntos na luta pela Inclusão.Não especificamente algo que devemos creditar a este governo,mas aqui ,convem repetir ,trata-se das décadas de exclusão.Desde a ditadura quando o ensino de base foi sendo desmantelado em benesse do tecnicismo e ao longo dos anos 90 com o neoliberalismo implacavelemente mercantilizando e sectarizando quanto mais o ensino em detrimento do ensino publico.Exclusão sem exageros de séculos, se tratarmos da população negra e parda ,incluindo a esta tambem a massa de brancos pobres.E este movimento social ,o PVNC atua sem assistencialismos. É a ação social apartidária em que o individuo não é mero assistenciado.Ele se torna co-autor de sua emancipação. O PVNC é coletividade.Atraves de um projeto inovador, as aulas de cultura e cidadania objetiva se a auto consciencia e libertaçao das amarras do assistencialismo, do paternalismo e da falsa aceitação da sociedade capitalista pela meritocracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vidasmarranas.blogspot.com/"&gt;http://vidasmarranas.blogspot.com/&lt;/a&gt;</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/11/prs-comunitarios-e-luta-pela-incluso.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-6887689332150262815</guid><pubDate>Fri, 24 Aug 2007 14:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-24T12:24:31.323-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vale -Reestatizar</category><title>Reestatizar :A Vale do Rio Doce é Nossa!-</title><description>&lt;strong&gt;Reestatizar a Vale! Plebiscito na semana da Pátria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As privatizações no Brasil e na maioria dos países do Terceiro Mundo foram implementadas sob o cabresto da dívida pública, por meio de projeto executado pelas Instituições Financeiras Multilaterais, a serviço dos governos dos países ricos, serviçais, em última análise, das grandes empresas e bancos transnacionais.Neste contexto, a Dívida é a nova fase de um processo continuado de espoliação, que já dura 500 anos, e se iniciou com a pilhagem das riquezas naturais - ouro, prata, pedras preciosas, montanhas de minério de ferro, plantas e animais. O Serviço da Dívida “Eterna” é complementado pelas remessas de lucros das multinacionais, as privatizações, as remessas ilegais, os paraísos fiscais, a espoliação das taxas de risco impostas pelos credores e as importações de artigos supérfluos e de luxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um país potencialmente rico. Precisamos trabalhar para que esse potencial se concretize, na realidade, em favor do povo brasileiro, de forma que todos usufruam das riquezas e tenham vida digna. Mas para isso, tempos de romper com esse processo continuado de espoliação. É inaceitável que um país predestinado à abundância como o Brasil padeça com os males da fome, pobreza, miséria, desemprego, enquanto centenas de milhões de hectares permanecem improdutivos, ou destinados às culturas predatórias destinadas exclusivamente à exportação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora diante o plebiscito publico a ser realizado na primeira semana de setembro ,a mídia reacionária se alarma. Exatamente em 2007 faz dez anos que a CVRD deixou de ser estatal e passou para as mãos privadas. Foi praticamente doada, "vendida" a preço de banana. Historiadores, juristas e economistas de reconhecida idoneidade e conhecimento técnico são uníssonos em dizer a venda da Vale figura entre um dos maiores crimes contra o povo brasileiro. E a Vale se defende em horário nobre das maiores redes de TV, começando a veicular uma publicidade da Empresa .A Vale usa essa artimanha do endomarketing e se propagandeia como ‘Como maior prestadora brasileira de serviços logísticos" a Vale também é reconhecida pela excelência na elaboração de soluções completas para clientes nacionais e internacionais, a partir da integração de ativos próprios, como ferrovias, portos e terminais marítimos, ativos de parceiros e da realização de navegação costeira. No setor de energia elétrica, a empresa participa de consórcios de quatro hidrelétricas em operação para consumo próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com atividades em 18 países, a Vale se intitula uma Empresa compromissada com o nacional."Atuando de maneira responsável, em harmonia com a sociedade e com o meio ambiente. Desempenha um papel importante no desenvolvimento sustentável do país, contribuindo para o aumento das exportações e para o fomento de diversas indústrias...&lt;br /&gt;Sua meta é buscar oportunidades que estejam em sintonia com sua estratégia de crescimento".Por fim toda essa propaganda é na verdade, é o início de uma série de comerciais, em formato de programa de televisão. Tudo muito lindo, muito belo. A idéia é mostrar quanto o Brasil ganha com essa empresa. A Vale e seus acionistas estrangeiros, principalmente, vão despejar milhões de dólares nos próximos dias na imprensa nacional, regional e local para "fazer a cabeça" da opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para citar cabe lembrar que quando o sociólogo ,presidente e Doutor honoris causa Sr. Fernando Henrique Cardoso (PSDB) "vendeu" a CVRD por apenas R$ 3,3 bilhões- curiosamente a avaliação dos auditores privados e do próprio Governo FHC davam à Vale um preço de R$ 93 bilhões, três meses depois da venda ,o lucro da Vale já era superior aos R$ 4 bilhões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de reaver o que é nosso! Já !</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/08/restatizar-vale-do-rio-doce-nossa.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-3588901115235398513</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2007 19:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-04-23T16:53:53.040-03:00</atom:updated><title>Governo do Pará reconhe culpa no massacre do Eldorado dos Carajás</title><description>Fundamental este reconhecimento.  Fundamental para que o Estado também esteja comprometido com os direitos humanos e com uma verdadeira República Democrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo deveria ser seguido pelo Governo Federal, no que diz respeito a liberação dos arquivos da ditadura militar, pelo Governo do RJ nos inúmeros massacres efetuados pelo chamado "caveirão" nas comunidades carentes.  Para que a sociedade seja "harmônica", como muitos afirmam em discursos cheios de preconceitos, é necessário muito mais do que uma força coercitiva.  É necessário que todos tenham acesso aos direitos civis, sociais e políticos que hoje são privilégio de uma minoria.  O primeiro passo para isso é que o Estado - que deveria garantir esses direitos - não os burle, discriminando setores da sociedade que já sofrem diversos modos de exclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado existe para garantir direitos.  O reconhecimento e o pagamento de pensões às famílias não apagará da história o trágico acontecimento. Ao contrário, fixa-o na memória de todos e serve como um primeiro passo na mudança do Estado brasileiro, de modo que ele seja verdadeiramente de todos e para todos.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/04/governo-do-par-reconhe-culpa-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-6924822221982714505</guid><pubDate>Sat, 14 Apr 2007 17:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-04-14T15:19:15.035-03:00</atom:updated><title>O caos aéreo e os militares</title><description>No dia 08 de abril de 2007, Jorge Zaverucha, cientista política da Universidade Federal de Pernambuco, concedeu uma entrevista ao jornal Estado de São Paulo.  Nela, Zaverucha avalia a situação dos militares na política brasileira, e afirma que eles mantiveram espaços políticos e sociais muito importantes após a redemocratização.  Ele acha que o recuo do presidente Lula na tentativa de desmilitarizar o setor mostra como os governos civis ainda são frágeis e não tem força para apagar totalmente o elemento militar da política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo com algumas de suas análises.  Entre elas, a de que o Ministério da Defesa não subordina as Forças Armadas, mas o contrário.  Desde o governo FHC, quando foi criado o ministério, é assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade também que os militares tem um horizonte de crescimento na questão da segurança interna.  O Governador do Rio de Janeiro acabou de pedir ajuda do exército ao Governo Federal. Vamos ver a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não concordo que isso seja uma ameaça à democracia, como afirma o cientista político.  A desmilitarização do setor aéreo vai acontecer. Não será imediatamente, mas se dará de maneira gradual (como tudo neste país).  O exército pode ainda ter muita influência sobre o Ministro da Defesa, mas é verdade também que essa área vem sofrendo uma série de cortes orçamentários que não condizem com a de um agente político poderoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito também que a presença dos militares em setores estratégicos do governo seja uma ameaça a democracia.  As instituições democráticas tem que aprender a lidar com os militares sem apagá-los, assim como os militares tem que aceitar seu lugar na sociedade, que não é em nenhum dos três poderes republicanos, mas sim subordinados a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão da segurança interna, até hoje a nossa principal polícia é militar, os famosos PMs.  Isso é, na minha opinião, muito prejudicial para o trabalho policial. Não acho que uma organização militar está credenciada para fazer esse trabalho.  Eles travam guerras, e não é isso que resolve o problema da criminalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, também não acredito que o exército vá ter êxtio no combate ao crime nos grandes centros urbanos. No máximo podem ser úteis nas fronteiras.  Dessa forma, não vejo grandes possibilidades de crescimento da influência militar em nossa política, ou melhor, em nosso Estado.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/04/o-caos-areo-e-os-militares.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-3314432922727371354</guid><pubDate>Sat, 17 Mar 2007 00:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-03-16T21:50:54.926-03:00</atom:updated><title>Por falar em Globo...</title><description>Essa semana o Jornal Nacional quase beirou o ridículo. Não estou negando a importância de se noticiar balas perdidas e morte devido à violência. Mas todo dia? Parece que há dois anos atrás esse tipo de coisa não acontecia no Brasil. Começaram a acontecer essa semana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser teoria da conspiração ou paranóia, mas é muito difícil engolir esse papo de uma hora para a outra. Ainda esotu tentando identificar qual o ponto que eles querem levantar. Fico imaginando se faz parte de uma campanha pela redução da maioridade penal. Desconfio que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho muito difícil, no entanto, uma medida como essas passar. O PT é historicamente contra isso, a discussão foi engavetada no congresso pelo senador Aloizio Mercadante, e o presidente já se manifestou contra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para evitar que medidas como essa ganhem respaldo e força na sociedade, é necessário um programa eficiente para a juventude carente das periferias urbanas. Vamos ver se esse PAC da educação lançado dá conta do recado e saia realmente do papel. Esse é um tema de fundamental importância para o país, e para um projeto político de esquerda. Afinal, se isso não funcionar, podemos esperar medidas, na minha opinião reacionárias, assim que houver alguma brecha.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/03/por-falar-em-globo.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-7988963813508208725</guid><pubDate>Sat, 17 Mar 2007 00:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-03-16T21:44:58.089-03:00</atom:updated><title>TV Estatal ou Pública?</title><description>O governo parece estar meio perdido nessa questão. A entrada em cena do ministro Hélio Costa pareceu tudo menos algo planejado. Após as eleições o PT passou a considerar estratégico traçar uma política para área de comunicação no Brasil. Levando em conta inclusive a chegada da TV Digital para nosso país. Mas o que parecia estar sendo traçado pelo Palácio do Planalto - por assessores bem próximos a Lula como Luiz Dulci - era um projeto de Televisão Pública. Ou seja, não seria uma TV do poder executivo, mas uma TV da sociedade, que receberia determinada quantia por ano e não teria intervenções do governo federal, tendo total autonomia para trabalhar. Assim funciona a BBC, por exemplo. Uma TV pública seria uma opção interessante para contrabalancera o monopólio das organizações Globo.  Afinal poderia construir uma agenda alternativa para as discussões políticas no Brasil, hoje pautadas pela rede mencionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já uma TV Estatal é uma TV que está totalmente atrelada ao poder Executivo, mostra suas realizações, e ocupa um espaço diferente daquele proposto por uma TV pública. Seria quase como uma TV Câmara, TV Senado ou TV Justiça. Não ajudaria a construir um espaço alternativo dentro da comunicação no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom que o governo unifique logo seu discurso e seu projeto.  Afinal, propostas como essa devem sair logo no início de governo, quando a oposição ainda está abalada pelas eleições e a sociedade está em lul de mel com o presidente eleito.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/03/tv-estatal-ou-pblica.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-5331721017672233566</guid><pubDate>Sat, 17 Mar 2007 00:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-03-16T21:37:26.876-03:00</atom:updated><title>É oficial, o PFL se transformou em PD</title><description>Ramificação do PDS, que se chamava Arena na década de 70 - partido que dava sustentação política para a ditadura militar no Brasil - o PFL agora se chama Partido Democrata. Apenas mais uma das inúmeras ironias que a política cria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha do nome faz parte de um programa de reformulação do partido. Querem mudar sua imagem, sua presença no eleitorado da classe média brasileira. Alguma coisa era necessária depois da incrível derrota nas últimas eleições - de onde saíram apenas com o Distrito Federal - e um processo de encolhimento de bancada feroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com o nome, parece mudar também o eixo de poder dentro do partido. Perdeu força o PD nordestino - cuja grande liderança continua a ser ACM - e ganha força o PD do Centro-Sul, que tem como principais lideranças Cesar Maia, prefeito do Rio de Janeiro,  seu filho Rodrigo Maia - atual presidente do partido, e Jorge Bornhausen, ex-presidente do partido e ex-senador.  A falta de força do PD nordestino ficou expressa na derrota de ACM Neto para líder da bancada. Apesar disso, todos reconhecem a importância do carlismo para o PD. O partido perderia muito sem a força das oligarquias nordestinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo nome também é revelador. Parece que faz parte de uma estratégia de se contrapor a um partido de cunho autoritário. Ou seja, enquanto constrói a imagem de democrata, é fundamental para o PD rotular o PT e Lula como inimigos da democracia. O discurso tem boa aceitação em grande parte de nossa mídia, mas é muito difícil de engolir.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/03/oficial-o-pfl-se-transformou-em-pd.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-6522610695900129824</guid><pubDate>Sun, 18 Feb 2007 19:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-18T17:40:08.897-02:00</atom:updated><title>Por um caminho que não seja pela porta dos fundos -Do G7 ao G13</title><description>Frente a rodada de cúpula entre os paises mais ricos e industrializados do planeta, numa reunião que abarcava mais de 2/3 da economia mundial, aconteceram  protestos  de vários grupos de ativistas e entidades não governamentais como crítica aos mesmos,os mais ricos, pela desigualdade existente no planeta bem como a desproporcionalidade de acessos as benesses deste pseudo desenvolvimento aclamado .Enquanto como negociantes esperava se soluções frente a ameaças de crises e claro a disputas por melhor espaço e hegemonia econômica mundial dos blocos, ficou também clara ,pelas criticas  de que  a solução  não é uma economia globalizada por que eu não se globaliza a riqueza ,mas as diferenças .E estas acabam por se tornar desigualdades se dispormos dos exemplos de discrepâncias existentes na esfera planetária.Cabe frisar que tal encontro se dá semanas após a realização do Fórum Mundial Social ,realizado este ano de 2007 em Nairobi, Quênia,África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram os países emergentes desta reunião como a  Rússia, China, Brasil, Índia, México e África do Sul. Com esses países, o tema central será a retomada da Rodada de Doha e maneiras de proteger os mercados financeiros destas economias ‘emergentes’.A integração de paises emergentes ao seleto grupo das nações mais ricas do mundo tem como objetivo uma preocupação futura:a disputa pela hegemonia mundial entre dois blocos :Os EUA e a UE bem como através de acordos, atrair estes países  para sempre maior campo de  negociações e vínculos comerciais  no que  se estendem desde a uma rede de créditos e juros negociáveis, ora ,a  clara estratégia de aos mesmos ter tal estreito vinculo de modo a pesarem na balança a favor da Europa,isto  em medidas de mercado internacional em que  o euro teria sua unidade reforçada ,rumo cada vez mais a  ganhar espaço como moeda internacional .Ao discutir o ingresso de novos participantes, os ‘emergentes’, sem sombra de dúvida, como parceiros,e também países que possuem economias grassadas por um desenvolvimento, sim,mas atrelado a uma cadeia de dependências  do capital especulativo,mas que  possuem características econômicas interessantes e indispensáveis ao mercado europeu(...)&lt;br /&gt;Na integra em : &lt;a href="http://vidasmarranas.blogspot.com/"&gt;http://vidasmarranas.blogspot.com/&lt;/a&gt;</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/por-um-caminho-que-no-seja-pela-porta.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-1911204132741061431</guid><pubDate>Fri, 16 Feb 2007 03:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-16T01:33:12.577-02:00</atom:updated><title>Tem algo errado com o mundo!!!!!!!!!</title><description>A morte do menino João &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Hélio&lt;/span&gt; comoveu o país com a brutalidade do acontecido, mas antes de clamarmos pelo enforcamento das pérfidas criaturas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;responsáveis&lt;/span&gt; por tais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;atos&lt;/span&gt; seria interessante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;refletir&lt;/span&gt; um pouco sobre esse acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Refletir&lt;/span&gt; sobre o uso político que se está fazendo desse fato. Os defensores da redução da maioridade penal estão quase em júbilo com tamanha munição, os que defendem a pena de morte estariam tão feliz quanto se tivessem a mesma expressão na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;mídia&lt;/span&gt;. Mas em que adiantaria a redução da idade de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;muleque&lt;/span&gt; entrar em cana? Meninos cada vez mais jovens cometem tais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;atos&lt;/span&gt; de barbaridade, deveríamos então extinguir a maioridade? Assim se um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;bebê&lt;/span&gt; de dois meses cometer um genocídio poderíamos matá-lo sem problema!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que adiantaria uma lei mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;rígida&lt;/span&gt; se ela não for cumprida? Talvez se o nosso sistema prisional fosse capaz de realmente reintegrar um indivíduo à sociedade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também não adiantaria! Lamento informar que não vejo nossa justiça como capaz de impedir, evitar ou melhor punir esse tipo de atrocidade sejam lá quais forem as medidas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;implantadas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não é meu interesse demonstrar que esse tipo de ato é culpa da nossa estrutura sócio-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;econômica&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero trazer outros fatos a memória, coisas não muito distantes. A queima do índio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;patachó&lt;/span&gt; e de passageiros de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;ônibus&lt;/span&gt; no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos ressaltar a conjuntura no caso da violência aplicada pelos traficantes na guerra por dinheiro e poder que assola nosso país, eu sinceramente não acredito nisso. Mas o incidente com o menino e aquele com o índio não se enquadram como uma violência &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;classista&lt;/span&gt;, mas como pura banalização da vida humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É simples, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;filhinhos&lt;/span&gt; de papais ricos e influentes resolveram se divertir vendo um mendigo queimar, ponto, simples banalização da vida por diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;playboys&lt;/span&gt; em busca de diversão, de adrenalina, dessa vez sem queimar pessoas, só roubando carros. Mas um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;menininho&lt;/span&gt; estava no caminho... o que fazer? Nada, azar o dele estar no caminho; e assim nasce mais uma história de desprezo pela vida humana, de comoção nacional, e de fatos mais importantes da semana passada, amanhã outra violência desnecessária vai ocupar as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;manchetes&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez desprezo pela vida humana seja uma de minhas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;idéias&lt;/span&gt; equivocadas, pois pensando melhor, não houve desprezo, não houve absolutamente nada, nenhuma consideração em especial sobre o ser humano; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;atos&lt;/span&gt; do mais puro egocentrismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como lutar contra isso? Reduzir a maioridade penal, matar criminosos, aumentar o tempo de cárcere, reformar o sistema prisional e etc etc ... em que isso vai despertar o indivíduo pro fato de que somos uma só espécie, que precisamos nos unir, que precisamos respeitar a vida?</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/tem-algo-errado-com-o-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-6162924357299371702</guid><pubDate>Thu, 15 Feb 2007 21:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-15T20:18:04.614-02:00</atom:updated><title>A rearticulação da oposição</title><description>Vamos prestar atenção nos novos movimentos dos dois maiores partidos de oposição: PFL e PSDB. O primeiro trocou o nome do partido para Partido Democrata (ironicamente, afinal o PFL veio do antigo partido da ditadura, a Arena) e o segundo busca uma verdadeira reconstrução nacional passando por uma reforma burocrática, programática, e de sua imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PSDB busca viabilizar a candidatura de um de seus dois postulantes em 2010. A verdade é que não basta um nome forte. Se o PSDB não propor algo consistente para o país, não ganhará. Precisa dialogar mais com sua base social e eleitoral, atualizar seu programa, e trabalhar sua marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PFL, ou melhor, PD, sofreu uma derrota eleitoral imensa nessas últimas eleições. Perdeu seu estado mais importante para seu principal adversário: a Bahia para o PT.  Corre o risco de ficar com menos de 60 deputados federais, e passou por uma forte crise interna - a luta entre o PFL de ACM (PFL-BA) e o do sul, liderado por Bornhausen (PFL-SC) e também um pouco por César Maia (PFL-RJ). Os dois últimos tentam reconstruir o PFL como um partido de oposição ao PT, conservador, e que se erga nas classes médias urbanas, indo além da tradicional base latifundiária nordestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso do PSDB depende da maneira como fortalecerá sua marca. Se apenas através do marketing, ou se realmente conseguir uma articulação mais forte com sua base social e intelectual - Fiesp, famosa Casa das Garças, classe média urbana liberal anti-petista, etc. Tem forte chance de sucesso, apesar de que eu considero este trabalho a longo prazo - o que atrapalharia os planos a curto prazo de José Serra e Aécio Neves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o PFL tem um imenso desafio pela frente: perpertua-se como partido representante dos interesses de uma elite historicamente dominante mesmo estando fora do Estado. Essa situação é nova no Brasil. Os representantes dos interesses das elites brasileiras sempre conseguiram se articular com o Estado, e agora terá de aguentar durante oito anos a oposição. Se o PFL conseguir se construir como um partido conservador fora da esfera estatal, agregando interesses da direita, e criando um discurso sólido, poderá se fortalecer muito. Será algo novo no Brasil. Franklin Martins afirma, inclusive, que isso seria muito positivo para a política brasileira. De fato, o PFL e o PT permitem que consigamos ver quem é quem no cenário político. O PSDB vem dificultando essa tarefa. O discurso começa a se construir: o partido se chamará Democrata tentando rotular o PT como autoritário. É um discurso que começa a ganhar corpo em alguns espaços sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ver o que acontece.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/rearticulao-da-oposio.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-4358954417273047444</guid><pubDate>Thu, 15 Feb 2007 20:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-15T19:05:13.401-02:00</atom:updated><title>Um comentário do Jornal Nacional</title><description>Não comentei ainda sobre o assassinato de João Hélio e principalmente, sua repercussão.&lt;br /&gt;Faz tempo. Mas no dia do ocorrido, durante o Jornal Nacional, a matéria referia-se ao caso dizendo algo do tipo: "Um dia após o ocorrido descobre-se que o responsável pelo crime só pode ficar três anos preso. A sensação de que algo está errado toma o Brasil."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentário foi mais ou menos esse. Já faz algum tempo. Mas fiquei com isso na cabeça. Parece que agora o que está errado é o fato de um menor não poder ser preso por tempo indeterminado. Na minha opinião, nessa observação está uma das chaves do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está errado não é a pena. É o que leva alguém cometer tal atrocidade. Enquanto a sociedade não se convencer que é expandindo a cidadania, diminuindo desigualdades e combatendo a cultura da violência que se ataca a fundo o problema, continuaremos com a sensação de que "algo está errado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo com a teoria do filme "Laranda Mecânica". Não é com violência que se combate violência. Ainda mais em uma sociedade com um Estado que se pretende de Direito e universal. Vamos clamar por justiça, não pro vingança.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/um-comentrio-do-jornal-nacional.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-1262612317568446759</guid><pubDate>Wed, 14 Feb 2007 14:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-14T13:08:55.541-02:00</atom:updated><title>A Educação é desalojada no Rio de Janeiro!</title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Educação desalojada no Rio de Janeiro.Um absurdo na vida real! Rede de solidariedade em prol da inserção via acesso ao ensino superior de qualidade ,pela teimosia do prefeito,perde seu espaço nas salas ociosas de escolas do municipio!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repeteco,sim,desculpas peço a vós ,mas lhes trago  para deixar a amostra a mais 'nova' da prefeitura carioca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação é desalojada na capital Carioca.De fato negociações manifestações foram tidas.Mas... Impávido e colosso nosso prefeito resiste.E agora os 'sem lugar e teto' de uma rede de solidariedade voltada para a inclusão ,reivindicam!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mais novos &lt;strong&gt;‘Sem tetos da educação’&lt;/strong&gt; da rede de prés vestibulares clamam por lugar, lugar este legitimo dentro do uso do direito pela própria &lt;strong&gt;Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro- em seu artigo 324, inciso IV -&lt;/strong&gt;o qual dá juz a reivindicação para o uso de dependências de escolas municipais para fins comunitários. E a rede de prés vestibulares comunitários nada mais são que a resposta em solidariedade e ativismo sem partidarismo frente ao sistema exclusor .O &lt;strong&gt;PVNC (Pré vestibular para negros e carentes)&lt;/strong&gt; ao longo de mais de uma década e de existência ,possibilitou o acesso de milhares de jovens pobres e de origens marginalizadas à universidades públicas e de boa qualidade. E tal movimento não pode sucumbir perante um ditame da prefeitura do senhor prefeito ‘Imperador’&lt;strong&gt; César Maia (PFL –RJ)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A atitude foi minimamente de péssima teimosia e estratégia política ou mesmo racista , friso uma vez mais,por parte da prefeitura para com jovens negros e brancos pobres da periferia do municipio.&lt;strong&gt;O Sr. César Maia desalojou, através de um decreto administrativo, milhares estudantes destes Prés vestibulares comunitários&lt;/strong&gt; ,projeto que funciona a  mais de uam década nesta cidade e conta com mais de 120 núcleos que, através de aulas gratuitas  preparam alunos pobres oriundos da rede pública para o vestibular. Com essa proibição uma massa de  jovens por ano ficarão sem essa única oportunidade de ingressarem no ensino superior.Será ele,prefeito, tão desinformado a ponto de não rever o seu erro e reavaliar o caso e suas alegações quanto a "gastos além da conta da energia elétrica, depredações,e etc(...)"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como também sendo um dentre as centenas de professores do Movimento ,delineio um fato isolado foi ocorrido e ao contrário das alegações irascíveis a presença destes Prés Vestibulares pelo contrário reforçam a segurança e zelo das escolas,uma vez que salas ociosas em fins de semana e a noite ganham presença via os interesses da comunidade ao redor.Será que então Sr César Maia não consegue perceber o quanto da importância deste projeto em prol da inserção e democracia ao acesso ao ensino superior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens excluídos de hoje , negros e brancos pobres , são o futuro da nossa sociedade. Esse projeto já tirou jovens da pobreza e da exclusão social e os colocou na universidade. Ele não pode parar. Ele não pode impedir o sonho de milhares! Unidos somos fortes. Precisamos pressionar o Prefeito. Precisamos fazer com que ele volte atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora temos de refletir em conjunto sobre os próximos passos que daremos em relação a esta proibição da Prefeitura. &lt;strong&gt;O Prefeito manteve a sua posição de proibir o funcionamento&lt;/strong&gt; dos pré-vestibulares comunitários nas escolas municipais. &lt;strong&gt;Em reunião com a assessoria da Secretaria Municipal de Educação,formalizou-se a proibição&lt;/strong&gt; através da negação ao nosso pedido administrativo. Isso nos legitimou para &lt;strong&gt;entrar com uma representação no Ministério Público Estadual contra essa proibição&lt;/strong&gt; (agora uma proibição formal, e não simplesmente uma circular).Em função retomaremos a nossa luta, pois graças a todas as movimentações realizadas tivemos uma aderência grande de outros movimentos sociais ligados a educação popular. Além disso, as nossas manifestações ajudarão bastante a atuação do Ministério Público Estadual.Continuam pisando no nosso jardim. Não podemos ficar calado frente a essa injustiça. Precisamos muito reforçar a importância do espaço público e a gravidade da decisão do Prefeito. Ela não afeta apenas aos Pré-Vestibulares, mas a toda a sociedade !!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/educao-desalojada-no-rio-de-janeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-5266701880566035527</guid><pubDate>Wed, 14 Feb 2007 08:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-14T06:12:39.640-02:00</atom:updated><title>Memória ,Esquecimento e Ações no Presente</title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Memória ,Esquecimento e Ações no Presente&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um momento contundente no qual  a mídia enfatiza sobre direitos humanos no país e na esfera internacional, não poderia calar-me a um evento realizado a uma semana atrás em São Paulo - A cerimônia religiosa do Dia de Recordação das Vítimas do Holocausto A menção ao referido encontro  firma-se a sobre uma dita frase expressa na Torah,o livro sagrado judaico: &lt;em&gt;“Recorda os dias do passado lembra os de geração em geração“-&lt;/em&gt; Devarim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não poderemos aceitar a discussão, se foram seis milhões ou cinco milhões ou 999 judeus queforam massacrados. Ainda que tivesse sido apenas um judeu vítima do Shoá (Holocausto), nós não deveríamos estar rediscutindo a História. Temos que afirmar, em alto e bom som, que nunca mais haverá Holocausto na face do nosso planeta. O Holocausto ainda tão presente em nossa memória não pode ser esquecido tal como em nosso dia- dia não podemos emudecermo-nos perante as milhares de vitimas que morrem anônimas em massacres no Sudão,ou  os outros  milhares que morrem diariamente vítimas da fome,intolerância e exclusão seja  América Latina ,na África,nos guetos presentes na Europa  ou no continente asiático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe frisar que nesta cerimônia  estiveram presentes mais de 1.000 pessoas dentre as quais a  presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ,sua esposa Marisa , José Serra, Jacques Wagner, Gilberto Kassab; o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Dom Geraldo Magela ; além dos embaixadores de Israel, Tzipora Rimon; dos EUA, Clifford Sobel, e da Áustria, Werner Brandstetter; do vice-governador de São Paulo, Alberto Goldman; da assessora do presidente Lula, Clara Ant, e dos ex-ministros Claudia Costin e Celso Lafer. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na sinagoga , Lula frisou: &lt;em&gt;“Nunca poderemos aceitar a negação do Holocausto”.Ele recebeu também o “Livro de oração” e o “Pirkei Avot” (“Ética dos Pais”) das mãos de Dora Lucia Brenner e Abraham Goldstein, presidentes das duas entidades promotoras do evento, a CIP e B´nai B´rith do Brasil. Goldstein destacou a importância da educação no combate ao negacionismo: “Não acreditamos que um ensino de qualidade possa prescindir do conhecimento e dos valores da História, incluindo os ensinamentos do Holocausto. Assim, solicitamos que seja incluído no currículo do nosso programa básico de ensino a educação multidisciplinar sobre o Holocausto”.&lt;/em&gt; Lula prometeu levar a reivindicação ao ministro Fernando Haddad, da Educação&lt;em&gt;:“No século XXI nós não podemos aceitar a negação do Holocausto como um fato histórico. Também não podemos aceitar aqueles que negam o massacre de seis milhões de judeus. Cada vez que prestamos homenagem às vitimas do Holocausto, nós fortalecemos as forças que irão prevenir que um horror igual possa se repetir&lt;/em&gt;”.O rabino norte-americano Israel Singer, diretor do Congresso Judaico Mundial, elogiou a atuação de Lula contra o anti-semitismo e pediu que &lt;em&gt;“ensine ao mundo o caminho para a liberdade”.&lt;/em&gt; Já o rabino Henry I. Sobel, presidente do Rabinato do CIP, destacou que a santidade da vida humana continua sendo tragicamente desprezada. &lt;em&gt;“Os 62 anos desde a libertação de Auschwitz não diminuíram a necessidade de recordar. O racismo e a xenofobia não morreram, o genocídio e a purificação étnica aos grupos étnicos  ainda ferem e envergonham a humanidade. O ódio religioso e a bestialidade do terror matam a sangue frio milhares de pessoas”&lt;/em&gt;. Nas palavras do próprio presidente fica tácita sua ênfase a luta contra a discriminação e racismo,não só abarcando a questão do anti-semitismo,mas acompanhado da nossa rica formação étnica, contra toda forma de discriminação étnica e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“É, realmente, uma honra participar desta solenidade na sede da Congregação Israelita Paulista, uma organização que existe há mais de 70 anos, que nasceu com o intuito de servir de refúgio e abrigo a milhares de judeus que buscaram no Brasil a paz que lhes foi tomada pelas perseguições em seus países de origem.Ao me pronunciar aqui, nesta sinagoga, não posso deixar de agradecer a Deus pela oportunidade que me deu de governar um país e um povo de profunda vocação democrática. Em sintonia com essa vocação, e na qualidade de presidente da República, tenho investido para aprimorar, cada vez mais, mecanismos que impeçam a proliferação da discriminação, da intolerância e do preconceito contra a comunidade judaica ou qualquer outra comunidade.Nosso País tem boas leis. O racismo e o anti-semitismo são crimes inafiançáveis. Mas é claro que a lei não é suficiente para impedir o aparecimento de anti-semitas, racistas, intolerantes e preconceituosos. A lei nos dá, sim, a garantia de poder puni-los.Por isso, é fundamental a formação de um escudo de proteção contra esses crimes, formado pelas instituições, práticas e organizações democráticas da nossa sociedade. O governo vem se empenhando para fortalecer esse escudo. A sociedade tem que estar preparada para corrigir as eventuais falhas do nosso governo(...)A comunidade judaica, toda e qualquer comunidade, grupo étnico ou religioso, tem total garantia do nosso governo. Duas Secretarias Especiais, com status de Ministério, ligadas diretamente à Presidência da República, têm sua atuação principal voltada para a defesa dos direitos humanos e a promoção da igualdade racial. A primeira é a própria Secretaria Especial de Direitos Humanos, comandada pelo nosso companheiro Paulo Vannuchi(...)A segunda é a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, que conta, no seu Conselho, com a senhora Anita Schwartz, representante ativa da Conib, a Confederação Israelita Brasileira. Em resumo, todo o Brasil e todo o governo estão orientados a agir sem tréguas contra qualquer forma de discriminação e de intolerância.Reiterei isso, no primeiro dia deste ano, quando diversas representações da comunidade judaica estiveram em Brasília, prestigiando a minha posse.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe frisar que  as resoluções dos grandes problemas mundiais, como as persistentes desigualdades econômicas e financeiras entre as nações, o protecionismo comercial dos grandes, a fome e a inclusão dos deserdados, a preservação do meio ambiente, o desarmamento e o combate adequado ao terrorismo e à criminalidade internacional não evoluíram tanto quanto seria preciso, ou seja, a paz e a democracia ainda estão ameaçadas em muitas partes do mundo.Nesse sentido, foi muito importante que a ONU tenha instituído, a partir de 2006, o Dia Internacional de Recordação das Vítimas do Holocausto. Melhor ainda, foi a Assembléia Geral da ONU ter aprovado, na semana passada, a Resolução que condena, sem nenhuma reserva, qualquer negação ao Holocausto. Essa mesma Resolução pede que todos os Estados membros rejeitem, sem reservas, qualquer negação do Holocausto como fato histórico, seja no todo ou em parte, e que condene, também, qualquer atividade que tenha esse fim. O Brasil foi co-patrocinador dessa Resolução, aprovada por consenso com a presença de um número expressivo de países. Cada vez que rendemos homenagem às vítimas do Holocausto, estamos ampliando as forças para impedir que esses horrores se repitam. Aos que foram assassinados, aos que sobreviveram, aos que acolheram os sobreviventes, aos que sublevaram nos campos de concentração e aos que resistiram nos guetos, a todas as vítimas do fato. Esses heróis não lutavam por si próprios, mas para salvar a honra de um povo inteiro, para dar um exemplo de resistência à toda a Humanidade. E cada palavra de repúdio e de condenação a um anti-semitismo e à intolerância, cada esforço para se contrapor às ofensas e agressões, cada gesto de solidariedade em favor dos ofendidos, tudo isso constitui o elo mais forte que nos une às vítimas do Holocausto. No século XXI, nós não podemos aceitar a negação do Holocausto como fato histórico. Não podemos permitir que Holocaustos perpetuem se à humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nós precisamos também discutir, no século XXI, é que, ainda que tivesse sido apenas um judeu vítima do Holocausto, nós não deveríamos estar rediscutindo a história. Mas deveríamos assumir o compromisso, enquanto cidadãos defensores dos direitos humanos, cidadãos defensores da democracia e cidadãos defensores da convivência democrática na adversidade, de dizer ao mundo, no século XXI, ao invés de discutir se houve ou não Holocausto no século XX, nós temos que afirmar, em alto e bom som, que nunca mais haverá Holocausto na face do nosso planeta. Cabe abrirmos os olhos para nosso redor e observar ainda que em nossa sociedade dita plural, a participação ainda não é igualitária a todos. Avanços estão sendo tomados via medidas de inserção,mas ainda  assim a discriminação e privilégios abraçam a uns em detrimentos de outros. Isto num exemplo próprio de país miscigenado e com grande população afro descendente, mas o qual  a exclusão social,mas sobretudo étnica, resiste, e uma vez mais, como animais politicos sociais e culturais, cidadãos conscientes,  devemos estar atentos a não consolidação de sistemas que à tempos segregam e sectarizam os grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/memria-esquecimento-e-aes-no-presente.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-8244169345571164969</guid><pubDate>Wed, 07 Feb 2007 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-07T14:28:02.493-02:00</atom:updated><title>Sobre esquerdas e direitas</title><description>Me incomoda um pouco as recentes análises sobre a construção de blocos partidários na Câmara.  Concordo, como já escrevi aqui, que existem três blocos principais: PT/PMDB, PFL/PSDB, PSB/PCdoB/PDT.  É uma manifestação das intenções dos partidos com vista nas próximas eleições. Um jogo de acumulação de poder e disputa de projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é verdade também que ainda estamos longe de 2008, quanto mais  de 2010.  Como diria José Dirceu em seu blog, as eleições da Câmara ainda estão mais próximas do que as de 2008/2010.  Apesar disso, creio que PSB/PCdoB/PDT tentarão se construir como uma alternativa de esquerda à tradicional liderança do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que realmente me incomoda, no entanto, é a classificação desses blocos: PT/PMDB é de centro e PSB/PCdoB/PDT é de esquerda. Eu vejo o governo Lula como um governo de centro-esquerda. Não porque vejo o PT como um partido de centro, mas porque vejo a coalizão como de centro-esquerda. Mas isso será necessário para qualquer um que ganhe as próximas eleições. Ou ainda existem dúvidas sobre qual será a posição do PMDB seja lá qual seja o vencedor? É claro que será governista.  O PMDB é um partido que sobrevive às custas da máquina partidária. Enquanto não houver uma profunda reformas política e administrativa, continuará sendo um partido necessário em todo e qualquer governo. Talvez até com a presença das reformas continue com muito poder por muito tempo. Por outro lado, alguém acredita que PSB/PCdoB conseguirão governar sozinhos?  Precisarão do apoio do PT também, e a coalizão será mantida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que difere PT e o bloco PSB/PCdoB/PDT não é ideologia.  O PT ainda é o maior partido de esquerda, e sozinho tem mais deputados do que os 71 do dito bloco. Além disso tem profundas ligações com movimentos sociais - posição só ameaçada, a meu ver, pelo PSOL. E mesmo assim em longuíssimo prazo. O que motiva essa divisão na esquerda é a luta pela liderança, pela posição de principal partido de esquerda. Há muito tempo o PT é o grande protagonista neste campo. Os demais partidos vêem uma chance ao fim do governo Lula de realizar uma inversão desses poederes. Para isso, contam com a liderança de Ciro Gomes.  Não é uma estratégia burra. A eleição para cargo executivo influi muito fortemente nas eleições proporcionais. A figura de um líder é muito importante em nossa sociedade. Pode ser que dê certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT, por outro lado, pretende continuar com o apoio do PMDB por algum tempo ainda. É um partido poderoso, e a aliança entre os dois vai ser muito importante para criar uma sustentação governista sólida na Câmara dos deputados.  Essa aliança, no entanto, é definida pela posição do PT dentro do governo federal, e não por uma postura ideológica.  O PMDB não tem projeto, não é um partido programático. É um partido que desde os anos 80 vive entranhado na máquina pública dos Estados e da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Berzoini já manifestou o interesse em criar um bloco de esquerda dentro do governo, juntamente com PSB, PCdoB e PDT. Creio ser muito difícil a formação deste bloco. A intenção do PT é continuar na sua liderança, e apesar de estar disposto a ceder espaços, não cederá sua posição. Aconteça o que acontecer, quem ganhar mais votos nas próximas eleições ganhará a liderança. Nesse caso, acho muito difícil que - seja no governo ou na oposição - os partidos de esquerda não voltem a se unir.  Vamos ver o que acontecerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se hoje a coalizão PT/PMDB é chamada de centro, gostaria de saber como seria chamada a coalizão de um suposto governo Ciro Gomes. Será que PSB e PCdoB conseguirão acumular forças a ponto de conseguir estabelecer uma direção política de centro-esquerda? Ou será um governo de centro-direita? Na minha opinião, depende de uma coisa somente: do posicionamento do PT. Que ainda é, na minha opinião, o maior partido de esquerda do Brasil.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/sobre-esquerdas-e-direitas.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-2210292783523010385</guid><pubDate>Mon, 05 Feb 2007 22:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-05T20:38:05.387-02:00</atom:updated><title>Vamos torcer para que acabe a vida política de Kassab!!</title><description>Um absurdo! Simplesmente um absurdo o que aconteceu na cidade de São Paulo hoje. Como um prefeito expulsa da maneira que fez o sr. Gilberto Kassab um cidadão dentro de seus plenos direitos. É inacreditável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Arles já postou sobre isso nesse blog, mas eu faço questão de mostrar minha indignação com o ocorrido. Mostrando um destempero e descontrole que assustaria até mesmo Ciro Gomes e Heloísa Helena, Kassab conseguiu resumir nesse ato toda sua administração: sem rumo, desorganizada, sem o menor respeito ao cidadão em pleno gozo de seus direitos políticos e civis, descontrolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos esperar que com isso esse indivíduo que hoje administra São Paulo tenha posto um ponto final à sua vida política. Espero ainda que ele tente se reeleger, só para que essa cena seja amplamente usada contra ele, destruindo sua imagem e qualquer chance de conseguir mais algum posto de representação política.  Posso estar sendo um pouco radical, mas acabei de ver as imagens. Talvez daqui a pouco eu não queira nem que ele se candidate novamente. Seria muito arriscado, além de uma ofensa a população paulistana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, existem coisas que só o PFL faz por você. Um personagem como Kassab é uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: a assessoria jurídica da prefeitura está procurando maneiras de processar o cidadão que se manifestou no posto de saúde. Um absurdo.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/vamos-torcer-para-que-acabe-vida.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-6483510024859189420</guid><pubDate>Mon, 05 Feb 2007 00:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-04T22:20:39.777-02:00</atom:updated><title>Sobre práticas democráticas, lutas históricas e a UNE</title><description>Ocorreu nesta última semana a Bienal de Cultura da UNE na cidade do Rio de Janeiro. Ao seu final, os estudantes que participavam dos eventos invadiram o espaço do antigo prédio da UNE, tomado e destruído pelos militares no ano de 1964.  Essa é uma reivindicação histórica da entidade, que planeja recuperar e fortalecer os laços com a memória da resistência á ditadura nos anos 70/80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que muitos grupos não apoiaram o ato. Seja por causa de partidos de oposição, seja por simples desgosto indepedente pela atual direção da UNE. Os argumentos daqueles que defendem a ocupação variam desde "é uma reivindicação histórica dos estudantes!", passando pelo esdrúxulo comentário postado em uma comunidade de orkut de que "devemos mostrar aos militares que eles perderam e nós ganhamos!". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um argumento, no entanto, me pareceu interessante. Principalmente se formos a fundo nele. É o argumento de que "devemos isso à geração que lutou contra a ditadura, que sofreu e morreu nas mãos dos militares em nome de um país mais justo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu particularmente sou a favor de tal ato. Nunca é demais construir espaços de memória em nossa sociedade. Ainda mais aquelas que levantam bandeiras contrárias ao autoritarismo e à intolerância.  Mas também me pergunto se não seria muito mais respeitoso e muito mais honroso se a UNE recuperasse verdadeiramente as causas pela qual aquela geração estudantil lutou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intervenções, falta de respeito à autonomia dos mais diversos movimentos estudantis, práticas de repressão, entre tantos outros desmandos são comuns na atual direção da UNE, que já dura mais de 10 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que práticas mais democráticas e de mais respeito ao movimento estudantil de base seriam formas bem mais interessantes de se retomar princípios e lutas históricas dos estudantes. Como uma coisa não exclui a outra, apoio a ocupação do espaço.  Mas é importante que os estudantes respeitem as mais diversas opiniões que surgem sobre este novo fato. Esse respeito é o verdadeiro legado que recebemos das lutas de redemocratização - e não parece que vem acontecendo.</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/sobre-prticas-democrticas-lutas.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-3063548079880473926</guid><pubDate>Sun, 04 Feb 2007 20:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-04T19:04:43.601-02:00</atom:updated><title>Futebol Samba e sacanagem com o torcedor! (OOOBINAAAA)</title><description>Que jogo foi esse! Como bom flamenguista não consegui segurar algumas palavras rudes durante a exibição da partida contra o Boa Vista, mas também pude elucubrar algumas reflexões sobre a profissionalização "tardia" de agremiações que envolvem a apixão popular. Falo de Futebol e Samba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futebol e Samba são algo como o &lt;em&gt;primo mobile&lt;/em&gt; da população carioca. Nos identificamos como sendo algo além do que brasileiros, mais do que cariocas, mas como flamenguistas, botafoguenses e tricolores, entre outros. Também as escolas de samba mexem com o brio desse meu querido povo e o leva atorcer insanamente pela sua agremiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o amor dedicado pelo torcedor nem sempre é recompensado! Os clubes de futebol e as escolas de samba estão nas mão de dirigentes inescrupulosos unicamente voltados para seus interesses financeiros e políticos. Vide a administração Euridiana no Vasco da Gama, o controle que era exercido pelo Caixa d'Agua à frente da FERJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, a política! Eurico quer a manutenção do legado de Caixa D'áqua, o Botafogo e o Flamengo apoiaram a intervenção na FERJ, isso não tem nada haver com futebol! É disputa de poder. As más gestões, a previsão no meu querido rubro-negro é de que se demitam cerca de 150 funcionários!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação das escolas de samba não é diferente. Movimenta-se grandes quantias, é um espetáculo para a mídia! O torcedor que ama a escola, que vibra com ela, muitas vezes não tem grana pra desfilar; a atriz da BUNDA da vez vai ser convidade para se autopromover e divulgar esse lucrativo negócio! O jovem favelado que DRIBLA GERAL não  têm dinheiro pra pagar a escolinha do clube, não há mais olheiros procurando craques, não há empresário pra fazer acordo e escalar o muleque pra jogar, e depois vendê-lo a um bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dinheiro! Dinheiro lavado da máfia russa investindo pesado em shows pra mídia. É o Palmeiras abrindo mão do seu teto salarial pra fazer uma contratação milagrosa! malditos dirigentes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas fazr o quê? Eles se comportam ora como nossos empresários, atrás de lucros absurdos sem se importar nem mesmo com a empresa! E ora como nossos políticos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando pra Brasília e vendo Maluf, Collor, Clodovil entre outros, aceitar Eurico Miranda, Caixa D'água e cia é moleza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar um país ASSIM é que é ser patriota!</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/02/futebol-samba-e-sacanagem-com-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-9001527913535107460</guid><pubDate>Thu, 01 Feb 2007 01:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-31T23:51:50.551-02:00</atom:updated><title>O Caso dos Prés Vestibulares Comunitários Cariocas</title><description>&lt;strong&gt;Ainda sobre o caso dos prés Vestibulares Cariocas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Olá amigos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Sou professor de um núcleo deste movimento e tal como já nos trouxe o Léo Barbosa a situação é crítica,mas ainda assim com esperanças.Todo movimento social necessita de mobilização.E acima de tudo de visualização frente a mídia.Passeatas já foram organizadas,veiculaçoes já mostradas... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Ainda assim o Imperador,digo prefeito, César Maia ainda teima em não aceitar que sua jogada -e estratégia, para assim retroceder-foi uma péssima atitude politica e que dirá de principios  vindo de alguém com tantos anos de vida pública ,quiçá ética por que  vinda de alguém pretenso a disputas politicas além limites flumineses. A atitude racista e preconceituosa dele aos nossos alunos é uma clara violação contra a própria Lei Orgânica do Município em seu artigo 324, inciso IV ferindo o direito público de uso de salas  destinadas a fins comunitários. As alegações  são vazias e explicitam o teor discriminalizante. E o impasse , desde  o Oficio enviado a diretoras e CRES municipais, ainda  em setembro de 2006,persistem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Bem, Espero que a solução esteja já a caminho e que todas medidas de negociaçao e de nosso direito ao uso das salas municipais sejam tidas,ou melhor respeitadas.Minha posição quanto ao Pré e as aulas ?Abandonar a casa nunca,como os demais dizem, eu os apoio.Acima de ser um curso comunitário,O Pré é um curso 'familia'.E onde lê-se o suor e sangue de tanta gente competente e mobilizada que passou por ali e que ainda lutam e que jamais abdicariam , determinados sempre, jamais retrocedendo, sempre segurando a bandeira por mais desigual que seja a luta.Mas a luta continua e acima de tudo não por eles apenas,mas pelos futuros alunos,mesmo que poucos.Vamos continuar ,sim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;E nesta deixa uma dita rápida,mas contudente: o nosso governo propos mudanças e já temo-nas feitas.Mas quanto ao acesso ao ensino superior e ao paliativo  em voga devemos pensá-lo com coerência: Faculdades reprovadas  pelo "provão"ainda estão aí, de portas abertas a alunos  via PROUNI. Instituições até então quase falidas  se recuperam graças a este folego do governo... Haja vista que nossa  luta é por um verdadeiro espaço que é o de aluno na faculdade de boa qualidade,publica,friso.E não apenas'na que for possivel chegar.Ou seja há um movimento tripartide de forças:pelo acesso ao ensino superior, melhoria do ensino superior gratuito e imprescindivel melhoria do ensino de base afim de que num futuro,espero que próximo, paliativos não sejam tão necessarios e deeminants para sana as desigualdades sociais e étnicas que ,ainda,abundam nossa Nação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;C.Armando -Neemiah Itzaac&lt;/span&gt;</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/01/o-caso-dos-prs-vestibulares-comunitrios.html</link><author>noreply@blogger.com (נחמיה יצחק)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-8028030760956648578</guid><pubDate>Wed, 31 Jan 2007 18:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-31T16:30:42.436-02:00</atom:updated><title>PDT adere à candidatura de Aldo</title><description>Sem dúvida o bloco ganha bastante força com a adesáo do PDT.&lt;br /&gt;Basicamente todos os partidos de esquerda fora o PT e o PSOL aderiram a sua candidatura. A disputa de espaço no governo é acirrada, e o PT sem dúvida ameaça pretensões de aliados do governo. Pretensões imediatas e futuras. O conflito chegou ao ponto de levar o candidato Aldo Rebelo (PCdoB/SP) a afirmar no debate que não é bom nem para o governo nem para o PT a forte presença deste no planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa é importante para equilibrar as forças dentro do governo e mesmo entre os partidos que constituem o campo da esquerda. Caberá ao perdedor reconhecer a força do adversário e ao vencedor reorganizar a base política do governo, pois sozinho nada fará. A idéia de se criar uma unidade entre os partidos de esquerda governistas, proferida por representantes de ambos os lados (no que concerne a disputa dentro do governo) , é interessante, mas não terá força sem a adesão de todos, sem exceções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que Chinaglia é o que mais tem chances de ir ao segundo turno. Atenção às traições. Será que o PFL vai mesmo votar em Aldo, como prometeu, ou não resistirá à tentação de levar um oposicionista ao segundo turno (Gustavo Fruet, PSDB-PR) - mesmo que sem chances de vitória?  Atentemos para mais um fato que pode ser interessante. Se é verdade que existem forças interessadas em tirar o protagonismo político do PT, existe também do outro lado insatisfação com a vanguarda tucana na oposição.  Me parece, inclusive, que o PFL tem mais chances de tirar esse posto do PSDB, ou pelo menos rachar com este no futuro, do que o bloco PSB/PCdoB e agora PDT tem de destituir o PT de seu lugar no campo da esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã (quinta-feira, 01 de fevereiro) às 15:00 hs poderemos acompanhar ao vivo a votação na Câmara dos Deputados, que promete ser mais um "show" (com todos os defeitos e qualidades que este termo traz consigo) ao vivo e a cores</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/01/pdt-adere-candidatura-de-aldo.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonardo Barbosa)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36811567.post-1566438639201295230</guid><pubDate>Sat, 27 Jan 2007 19:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-27T17:19:35.296-02:00</atom:updated><title>Ainda sobre a Câmara...</title><description>O deputado Fruet cooptou o PPS para sua candidatura apresentando uma carta de compromisso.&lt;br /&gt;                        Me parece não ser uma candidatura do PSDB, mas uma candidatura da terceira via em que o partido se engajou por oportunismo. O candidato veio a complicar um pouco mais essas eleições, não só um terceiro candidato torna tudo um pouco mais competitivo, como essa competição deixa os ânimos um pouco mais acirrados entre os dois candidatos governistas. E não venham me dizer que 2010 não tem nada a ver com isso!&lt;br /&gt;                       Um dos pontos levantados pelo tucano é o excesso de medidas provisórias, o que atravanca a pauta de votação e deixa em segundo plano os projetos dos deputados. Não posso deixar de concordar que a Câmara precisa de independência em relação ao Planalto. Nem mesmo os vetos presidenciais tem sido apreciados!&lt;br /&gt;                      Um Congresso que só faz apreciar as decisões do Executivo torna qualquer discussão infrutífera e faz com que o legislativo sirva unicamente para ratificar ou não as decisões presidenciais.&lt;br /&gt;                     Conclusão: Deputado que só vota os projetos do governo ou faz oposição absurda a tudo, fica apático sem dar as caras ou vende o seu voto! Quabdo não os três!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso!&lt;br /&gt;Exagero um pouquinho...</description><link>http://homempolitico.blogspot.com/2007/01/ainda-sobre-cmara.html</link><author>noreply@blogger.com (Rodrigon Cristovovitch)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>