<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309</atom:id><lastBuildDate>Thu, 02 Jan 2025 13:42:29 +0000</lastBuildDate><category>Delineando a vida</category><category>Cotidiano de Ficção</category><category>Delirios de Filosofia</category><category>Monologo a você</category><category>Insanidade Poética</category><category>about me</category><category>Entre eles é assim</category><category>Desabafos</category><category>Meus amores</category><category>Surtei</category><category>Entre eu e você</category><category>Pedacinhos de loucura</category><category>Meu Amor</category><category>Rapidinha</category><category>Narrativa sentida</category><category>co</category><title>Hospício Temporário</title><description></description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>621</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><xhtml:meta content="noindex" name="robots" xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"/><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-8220043091346717595</guid><pubDate>Sun, 28 Mar 2021 18:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2021-03-28T15:40:33.681-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Março: a rotina do luto</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Mesmo que essa tal pandemia já esteja há mais de um ano entre nós, nada me (nos) preparou o suficiente para enfrentar esse mês de Março. Mais de um ano...e embora o conhecimento tenha avançado, as previsões tivessem sido enfáticas, continuamos caminhando alheios a qualquer aviso. Digo caminhamos porque todos tivemos que seguir aleatoriamente, pois não há um plano, uma direção e a vida continuou seguindo. Vivemos constantemente à deriva!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;E as noticias que chegaram e ainda chegam neste mês de Março são de um desalento, de uma comoção sem tamanho.&amp;nbsp; &amp;nbsp;Diariamente, neste mês, cada manhã tenho ciência que mais um amigo, um familiar, perdeu a vida por conta do COVID-19. Gente abaixo dos 45 anos, saudável, sem qualquer comorbidade e que partiu deixando a família desolada na tristeza: será que fizemos o suficiente para que lutassem pela vida?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Hoje, 28 de março de 2021, 381 dias após o registro da primeira morte, recebo a noticia que o CARA que despertou minha paixão pela&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white; color: #202124;"&gt;Astrofotografia&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="color: #202124;"&gt;&amp;nbsp;faleceu. Não éramos&amp;nbsp;próximos, mas me encantava e admirava pela bondade com que compartilhava todo seu conhecimento. Humilde e aberto, tal qual como todos os grandes em talento e vocação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="color: #202124;"&gt;Março se tornou uma rotina de luto acompanhada da despedida mais dolorosa: todos afastados, um adeus de longe, com força para resguarda-los na retina da memório.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2021/03/marco-rotina-do-luto.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-5267587132910341201</guid><pubDate>Sun, 28 Mar 2021 00:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2021-03-27T21:40:45.808-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delirios de Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Quem parte? Quem fica?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Não temos controle de absolutamente nada. Somos seres completamente impotentes, mas mal nos damos conta de tal constatação. E quando ela chega (a noção do tamanho da nossa insignificância e impotência) reagimos como?&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Quem parte?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Quem fica?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Quando chega a sua vez, você sabe que chegou?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A realidade que vivemos já há mais de um ano me causa estranheza, incerteza, angustia e aquela sensação de impotência&amp;nbsp;sem limite, sem tamanho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Cada dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Cada hora que passa, uma única&amp;nbsp;certeza: não valemos nada! Somos um copo sujo, que será deixado sob a pia, assim que a exaustão (física, emotiva e psicológica) atingir seu limite.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Mas você sabe quando chegou a sua vez?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2021/03/quem-parte-quem-fica.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-6877427714680402750</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2020 01:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-10-25T22:23:13.225-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Em Rio Preto 40º e na Andaló Zero Grau</title><description>&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Sei que já faz muito tempo que não escrevo, mas sabe como é: o tempo foi passando e a vontade sumindo. Só que esse ano, o ano da pandemina, a ano da clausura, o ano da reflexão, dos embates ideologicos, políticos e filosóficos, enfim, o ano da total confusão e o que fez renascer uma certa vontade de escrever.&amp;nbsp;Mas não se engane! Mão é pretensão da minha parte, é apenas exercício, afinal, só escreve quem tenta e sei muito bem que estou anos luz de qualquer escrita minimanente amigável e aprazivel.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Mas mesmo assim, retornamos ao velho exercício de escrever. E porque não começar escrevendo pela notícia da minha cidade neste final de semana? Quer tema melhor que a atualização da vida na cidade do interior que vive na fase laranja? Então, se segurem e vamos lá ao exercício...&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Aqui na minha cidade, interior paulista, há uma avenida que já foi point em outros tempos. Que já foi aquele típico reduto de barzinhos, restaurantes, choperias, pizzarias. Aquele lugar democrático para quem tinha/tem dinheiro se divertir aos finais de semana. Visualizaram?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Um desses restaurantes/chopperia era o Zero Grau, que recebia famílias, galera para o jogo de futebol e para roda de samba. Lugar agradavel, com chopp gelado e um cardapio, também, bem democrático. E, fiquem sabendo, um lugar onde muitas das minhas memórias nasceram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;Primeiro, com a minha família, com os almoços de finais de semana, depois com os amigos, e depois novamente com a família. Podemos dizer que vive meu ciclo naquele local.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Foi lá que pela primeira vez me encontrei com os amigos para uma confraternização. Foi a minha primeira saída sozinha com o avalará conquistado quando fiz 14 anos: turma da escola reunida, muita pizza, refrigerante e conversa. E ainda voltei para casa sozinha, à pé com a turma. Aquele ambiente já tinha me visto comemorar, sofrer, encontrar e desencontrar amigos e amores. Aquele lugar, sem saber, me deu lembranças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;E com&amp;nbsp;36 anos de funcionamento, posso dizer que frequentei pelo menos por 30 anos, o que dá a dimensão do "tamanho" das minhas memórias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Como a maioria dos restaurantes, o Zero Grau funcionou no modo delivery, com a mesma competência de sempre. Veio a flexibilização, depois veio a noticia: não dava para continuar! Não só pelas consequencias da pandemia, mas por&amp;nbsp; muitas outros poréns.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Nesse ano da pandemia, ano da confusão, ano das surpresas, mais uma porta se fechou. E um pedaço da minha história (e de tantos outros riopreteses), nesse dia 25 de outubro de 2020, deixou de respirar para garantir que tudo que vivi alí, ficou marcado na minha memória.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2020/10/em-rio-preto-40-e-na-andalo-zero-grau.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-1811816131347057411</guid><pubDate>Sat, 02 May 2020 01:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2021-03-27T22:34:11.416-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Maios</title><description>&lt;font face="arial"&gt;Foi em um Maio de anos atrás que, pela primeira vez, me senti um nada, um ser insignificante. E é evidente que a sensação nasceu com as palavras vomitadas pela boca de terceiro. Lembro que naquele Maio as lágrimas&amp;nbsp;se misturavam a água do chuveiro enquanto eu tentava esconder meu choro. Lembro da sensação do nariz entupido e da face fervendo enquanto eu molhava o travesseiro toda madrugada. Mas também lembro que foi naquele Maio que jurei que nunca mais alguém me atingiria daquela forma, que nunca mais me fariam chorar daquela forma. E foi a partir daquele Maio que ergui a maior barreira emocional da minha vida, uma barreira que se colocada em exame trará a toma que a única prejudicada foi eu. Falhei em não chorar, deveria ter deixado as lagrimas terem limpado o peito, e não represar todo o sentimento. Talvez as consequências&amp;nbsp;tenham sido danosas demais. Talvez...E no Maio presente, no Maio de quarentena, tenho pensado por demais, tenho sentido demais, mas a represa tem se deixado gotejar nas madrugadas. É uma quase aceitação de que é preciso deixar limpar o peito.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2020/05/maios.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-3083989731072842471</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2020 00:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2021-03-27T22:32:59.246-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><title>Do que já não é...mas ainda é! As razões deste blog</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif"&gt;Senhoras e senhores! Sabemos que vivemos dias conturbados e angustiantes. Vivemos dúvidas e incertezas. Ouvimos e interpretamos discursos dos mais variados e dúbios. Mas o principal é ainda: vivemos!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span face="&amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif"&gt;É pensando neste &lt;i&gt;vivemos&lt;/i&gt; que me pego a lembrar dos motivos que me levaram a começar a escrever aqui. E foi lá naquele outubro de 2007 que o motivo era só um: eu precisava expurgar toda a dor que eu carregava. A dor causada pela incerteza do meu caminho. A dor da separação. A dor a desilusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span face="&amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif"&gt;E quando eu recordo toda aquela dor depois de 13 anos e o que vivo hoje... tudo tão efêmero e passageiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A dor daquela época ou diminuiu ou eu aprendi a ignora-la, mas com certeza aprendi a respirar a partir dela. Mas de repente me sinto vivendo a mesma incerteza e dúvidas daquela época. Incerteza de viver...e isso é tão dolorido e temeroso que só penso em voltar a escrever na tentativa de expurgar as dores novamente, ou seja, voltei para esse meu hospício. Voltei para quem ainda resiste nesta existência, neste espaço.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2020/04/do-que-ja-nao-emas-ainda-e-as-razoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-8419179200841813057</guid><pubDate>Tue, 15 Oct 2019 23:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-10-15T20:26:32.620-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano de Ficção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delirios de Filosofia</category><title>15 de outubro - o famoso Dia dos Professores</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não recordo se mencionei aqui que sou professora......faz tanto tempo que não escrevo. que não recorro a este espaço que já nem lembro ao certo o que mencionei ou deixei de mencionar...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em todo caso, sou professora! E neste dia só comento que: visto preto! permaneço de luto. Quero respeito, quero educação de qualidade. E isso é tão complexo, embora não deveria, afinal, nossa falta de educação se resolveria com vontade política, mas isto não há! E parece tão ilusório, porque é um jogo de empurra-empurra, de esquerda vs direita, que só quem perde é o pobre coitado que precisa do ensino publico.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Professor e professora é uma grande porção que só é lembrada neste dia e em ano eleitoral! Somos lembrados e lembradas em dois momentos de discurso tão demagógicos, tão alucinados, que só quem vivência essa profissão sabe a quantidade de mentira que circula em volta da palavra educação e professores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É 15 de outubro e visto luto! Não preciso ser de esquerda, direita ou centrão para ter a minima noção de que a educação falece, vegeta no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Minhas felicitações pelo dia recebo em forma de: meus pêsames!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2019/10/15-de-outubro-o-famoso-dia-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-8216965565851218888</guid><pubDate>Sun, 21 Apr 2019 02:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:03:21.573-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Um ano de ausência e muitas mudanças</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fui perdendo a vontade de escrever, o gosto pela leitura...simplesmente fui perdendo a vontade. Não foi de repente, foi processual. Foi durante esse 2018 que vivi uma infelicidade tão silenciosa, que acredito que quase nenhum dos meus conhecidos tem ideia do que se passou comigo. Mas passou! Aquilo que me puxava para baixo ficou em 2018, mudei de vontades, de local de trabalho, de pessoas próximas. Mudei! Já voltei as leituras, falta voltar a escrever... mas o que escrever? afinal são tantos acontecimentos que precisam ser expurgados, são tantas magoas que precisam virar apenas aprendizagens.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dúvidas, desejos e vontades, mas o mais importante que é voltei. Voltei a ser eu! E o mais difícil é lidar com esse fato de que me deixei contaminar por acontecimentos e pessoas tão mesquinhas, tão traiçoeiras, o mais difícil é aceitar o quão vulnerável&amp;nbsp; podemos ficar... ainda estou liando com esse turbilhão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2019/04/um-ano-de-ausencia-e-muitas-mudancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-570551101198015936</guid><pubDate>Tue, 12 Dec 2017 14:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:32:26.035-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano de Ficção</category><title>Das decepções</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Nos últimos dois anos o trabalho tem me chateado muito. Melhor dizer que não é o trabalho em si, porque este me dá uma alegria imensa, uma satisfação gigante, mas as pessoas com as quais sou obrigada a conviver profissionalmente, que eventualmente, me fazem questionar os motivos de continuar onde estou, e consequentemente é o que traz a tona aquela sensação de insatisfação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Mas explicando... minha relação com elas ora é paradoxal, ora pacifica, ora tumultuada, enfim, eu sei que é complexo e complicado entender tal frase, mas essa confusão sintetiza em muito meus sentimentos quando chego em casa depois do trabalho e sinto o peito explodir.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Talvez por acreditar que muito do meu trabalho precisa e deva ser colaborativo e coletivo, me expresso demais, sugiro demais,&amp;nbsp; questiono demais, tento participar demais. E percebo que isto, este estar presente, ser esta pessoa que fala e que tem uma ação politica não é bem quisto e nem desejado por muitos. Percebo, e tenho sentido que o que desejam mesmo são seres acomodados que são fáceis&amp;nbsp;de serem conduzidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E é isso, essa sensação de estar perdendo uma batalha interna, de estar quase entregando os pontos é que tem me chateado e angustiado. Sei que chega determinado momento da vida que as escolhas são pautadas para evitar o confronto, mas também sei que em determinadas profissões as ações são o confronto. Até porque acomodar-se e ficar no discurso de que não há mudança, de que dá trabalho são discursos incompatíveis&amp;nbsp;com a docência. E daí já começo a refletir de que se de fato não podemos fazer morada onde não podemos sonhar, se já não está na hora de mudar de lugar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2017/12/das-decepcoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-655416038250477138</guid><pubDate>Thu, 13 Jul 2017 00:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:32:57.879-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Tanto</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Eu tenho tantas fotos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;E tenho tantas frases...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Eu tenho tanta vontade...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Eu tenho...tanta saudade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2017/07/tanto.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-2850383235514843190</guid><pubDate>Sun, 04 Jun 2017 00:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:33:28.797-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><title>Teatro</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Tem uma coisinha que o teatro me "deu" e que incomoda tanta gente: a aceitação do meu eu. Isso incomoda tanta gente, porque, afinal, quando sabemos quem somos, o que nos agrada e que não é necessário agradar os outros para vivermos, acontecem vários conflitos e frases como "você não era assim"... Já não é tão fácil ser manipulada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;O teatro, claro, que com sua intensa e constante investigação, que me conduziu e conduz a um processo de descobertas e experimentações, adicionou mudanças na minha vida, no meu olhar e nas relações. Sinto que fui contagiada, que arrancaram as vendas dos meus olhos, que a vida mudou e que posso e mereço ser feliz.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Mas o teatro também intensificou minha insegurança e minhas ansiedade, mas aprendo que isso não precisa ser um defeito, aprendo que posso aceitar. Esse tal do teatro faz cada coisa... &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2017/06/teatro.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-2523055474363814657</guid><pubDate>Sun, 22 Jan 2017 00:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:36:16.412-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delirios de Filosofia</category><title/><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Tem poucos dias que voltei de viagem. E confesso que viajar é uma das minhas paixões. E os motivos são tantos e tão complexos que é difícil escrever sobre, mas há algo que sempre pulsa na mente e no meu corpo sempre que retorno ao meu lar: a cultura do outro. Apesar das diferenças tão gritantes, as vontades e desejos são tão semelhantes. E tudo isso me faz olhar o mundo, a minha vida de uma forma tão diversa de quando parti, algumas coisas perdem significado, enquanto outras tomam outra dimensão. A vida de repente se agiganta pelo resultado de uma vivência tão complexa chamada viajem. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2017/01/tem-poucos-dias-que-voltei-de-viagem.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-8475467821096187813</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2017 21:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:36:35.492-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><title>De quando nos sentirmos amados</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Ontem foi meu aniversário. E eu sempre lidei mal com essa data. Sempre férias, amigos viajando e os que estão na cidade todos cheios das comemorações do "fim do ano", e tem o adicional de ter sentido a morte de pessoas importantes ou no dia, ou dias antes. Enfim, nunca fui de comemorar, de animar para reunir os amigos, sendo que o aniversário sempre foi uma data mais a ser lembrada do que uma data a comemorar. Mas esse ano eu estou mudada (já tem tempos que sofro uma certa mutação comportamental) e mesmo sem festa ou farra, recebi a data como algo a ser comemorado. E foi bom porque senti o acalanto em palavras, o carinhos de muita gente, me senti amada. E foi bom porque algo ficou mais palpável: ficou na vida quem se importa, ficaram os amigos (poucos, mas ficaram). &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2017/01/de-nos-sentirmos-amados.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-6773151197527019916</guid><pubDate>Thu, 29 Dec 2016 00:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:34:53.937-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><title>2016 - O ano velho</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Esse ano tentei, tentei acreditar mais nas pessoas, tentei confiar, tentei abrir a minha vida para o outro, para as relações. E com isso eu posso confessar que eu cresci e me transformei um pouquinho mais. Porque, realmente, entender que quero me afastar das decepções e consequentemente das minhas relações, porque inevitavelmente as pessoas sempre me decepcionam, me ajudou a entender o que eu sou, a entender o meu EU (toda a frase parece uma redundância&amp;nbsp;só, mas é isso mesmo!). E te digo uma coisa, eita processo difícil esse que é "se entender" e aceitar. Mas foi catártico...mas foi doloroso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Esse ano também descobri, acho melhor dizer que confirmei, não saber expressar minhas emoções e sensações, o que colabora em muito para meu constante afastamento das pessoas. E descobri que é doloroso se entregar por meio de palavras, entregar sentimentos. E eu fiz isso, duas vezes! Entreguei todo meu coração, tudo bem que foi por meio de palavras escritas, mas entreguei a duas pessoas. Confesso que foi quase como ficar nua diante de uma multidão. Talvez essa entrega seja um dos passos para reverter minha descrença e desconfiança com os outros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Na balança de 2016 ficam muitas aprendizagens combinada com uma sensação de dor e felicidade de uma entrega. Quem sabe eu fique mais humana em 2017? Quem sabe? &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/12/o-ano-velho.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-6045267029926114395</guid><pubDate>Fri, 09 Dec 2016 22:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-20T23:37:02.801-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Desistindo </title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: medium;"&gt;Não acredito que tenha sentimento pior do que desistir de pessoas. O ódio ainda é alguma coisa, mas a desistência... essa significa já não se importar, não ser afetado. Desistir de pessoas é o inicio de ignora-las, é como não se importar nem em conhece-las. E nesse ano tenho esse sentimento, ou falta de (sentimento) por algumas pessoas. Esse ano desisti de muitas pessoas, e aparentemente tenho vivido melhor, mais leve.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/12/desistindo.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-9007558407378820508</guid><pubDate>Sun, 27 Nov 2016 22:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-11-27T20:15:53.872-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><title>Dificuldades</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tenho dificuldade em lidar com meus sentimento... e pessoas. Mas é inevitável conviver com pessoas e, portanto, inevitável sentir. Só que esses dias está muito difícil lidar com tanta profusão de sentimentos. É uma avalanche de decepção, magoas, angustias e amor. E tudo isso dá um medo danado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/11/dificuldades.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-7664048049405054977</guid><pubDate>Sat, 26 Nov 2016 23:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-11-26T21:05:34.995-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><title>De como nos permitimos endurecer</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;A primeira vez que um relacionamento meu chegou ao fim eu achei que morreria. Que de tanto chorar eu pararia de respirar de uma hora para outra. Que aquela aflição, aquela angustia de não ter mais o cheiro, a boca, o corpo, a rotina, abriria um buraco no chão e de repente eu deixaria de existir. Mas isso foi a primeira vez, a primeira vez que o amor me arrancou o sono e me colocou em dúvida sobre o que é existir. Depois da primeira vez, da primeira dor, algumas coisitas começaram a germinar no coração: desconfiança, insegurança, amargura...E eu endureci. E da primeira dor para cá o que tem transbordado nesse coração endurecido não é mais amor, é indiferença. Pois é, algo que eu não imaginei surgiu porque não soube lidar com um medo de ter que sentir tudo isso de novo, como se fosse a primeira vez. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/11/de-como-nos-permitimos-endurecer.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-7058351235407642123</guid><pubDate>Sun, 09 Oct 2016 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-10-09T09:31:08.315-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Sobre ser criança</title><description>  &lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;Tenho um aluno que é daquelas figurinhas comuns a toda sala de aula: agitado, desafiador, inquieto, resistente às regras e combinados e muitas vezes agressivos (tudo isso é resultado de uma modelo falho de educação, mas isso fica para outro dia), mas que para variar é dotado de uma inteligência singular. Tem o adicional de que a família não participa da vida escolar da criança, e ainda, é o menino de 6 anos quem se responsabiliza por tudo, desde vestimenta, higiene e material escolar. Pois enfim, dias desse houve reunião para esclarecer sobre um passeio e ninguém responsável pelo menino compareceu, então, supostamente, ninguém ficou sabendo sobre o que vestir e o que levar, apenas o menino era o único da família que sabia. E esperar que uma criança de 6 anos lembrasse e se responsabilizasse sobre o que era preciso organizar para o dia “d”, ainda mais após duas semanas de aviso, era quase que pedir muito. Mas não foi. E eis que as 7h da manhã do dia marcado, me deparo com o “bom dia” entusiasmado de um menino de banho tomado, cabelos penteados, mochila nas costas, uniforme limpo (nunca apareceu de uniforme na escola) e sorriso no rosto aguardando o passeio da “sua vida”. Confesso que a cena me sensibilizou, me deu aquele aperto danado no peito e só conseguia pensar que ele realmente me escutou…e veio a dimensão da responsabilidade sobre aquela criança, praticamente materializada nas suas atitudes.&amp;#160; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;#160; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/10/sobre-ser-crianca.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-7253930616974249220</guid><pubDate>Tue, 04 Oct 2016 23:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-10-04T20:56:25.519-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano de Ficção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Das decepções</title><description>&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;O mais difícil dos relacionamentos são as decepções. Talvez se não depositássemos tantas expectativa. Quem sabe? São as expectativas que contribuem para aquele processo doloroso desencadeado com as chateações, com as contrariedades, com as vontades diversas, com as agressões... Seria menos complicado se não esperássemos tanto dos outros, menos complicado ainda se entendêssemos que não podemos esperar nada dos outros. Mas a vida, ah essa traiçoeira, as vezes nos constroe tantas esperança que é inevitável as tais das expectativas sobre o outro. E então, é de repente que ela chega e traz aquela dor. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/10/das-decepcoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-4605639750168741319</guid><pubDate>Fri, 27 May 2016 00:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-10-02T17:59:56.198-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><title>Às vezes...</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Às vezes esqueço das palavras que geraram as mágoas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;E que as pessoas dificilmente mudam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;É, às vezes esqueço! E é por esquecer que o impacto é sempre o mesmo, ou até uma avalanche maior.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Às vezes eu esqueço que pessoas são quase um padrão. E é por esquecer o padrão tão característico de desvio de caráter, que às vezes me permito prender em uma relação. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2016/05/as-vezes.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-8295052753328924412</guid><pubDate>Thu, 31 Dec 2015 00:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-05-26T21:28:38.979-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><title>Desabafos</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;É tempo de reflexão!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Sendo bem clichê é isso mesmo que farei nas linhas seguintes...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;2015 foi um ano muito difícil para mim. Em todos os campos e em todos os meses. Claro que vivenciei coisas boas, conheci pessoas maravilhosas e aprendi muito, mas as dificuldades vinham em avalanches, com constante sensação de "por favor, tira o urso que sentou no meu peito". Tristezas e vontade de deixar tudo para trás chegavam sempre nas madrugadas, mas ainda assim fui até o final e sempre com a mesma coerência e firmeza nas minhas crenças. Fui ética e justa, e por essa razão chorei muito e com uma constância assustadora me perguntava: vale a pena?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;2015 foi um ano no qual fui impelida a brigar e a implorar para ter meus direitos mínimos de trabalho reconhecidos. Fui ameaçada, humilhada e mal falada para os demais companheiros de trabalho pelos meus "chefes" imediatos, mas ainda assim, me esforcei e exerci todas as minhas atribuições intencionando excelência. No fim de cada dia eu respirava e sempre quando via o resultado do meu esforço eu recarregava a energia, pois eu tinha certeza que as minhas aptidões e prestezas jamais seriam superadas pelas palavras malvadas de terceiros. Por seis meses conseguiram me jogar contra todo o grupo com quem trabalho, mas a maldade é vencida quando se age com ética, moralidade e profissionalismo, o que foi o que fiz; e assim, o ponto de virada nasceu e a verdade começou a transbordar, as jogadas para segregar foram descobertas e o grupo voltou a me amparar. Mesmo com os altos e baixos, as tentavas de me prejudicarem e a negação dos meus direitos, eu permaneço no local em que escolhi trabalhar enquanto os dois "chefes" partem para outro local. E assim, a vida se encarregou de resolver a maldade, o antiprofissionalismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;2015 foi um ano que sofri pela doença de pessoas queridas, que senti a impotência gerada pelas casualidades, pelos acidentes, senti o desespero gerados pela frase tão dolorosa "não há mais nada a fazer". E ainda assim, (re)encontrei, ou seja, resgatei bem lá no fundo, alguns sorrisos e formas de amenizar a dor. Chorei e sorri, senti em meus ossos um viver tão potencializados por essas emoções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;2015 foi um ano de lições aprendidas. De conhecer pessoas que, mesmo não imaginando, foram capazes de transformar a minha caminhada. Em uma única frase&amp;nbsp;alguém&amp;nbsp;me chacoalhou, me energizou para alcançar o fim. Foi em um&amp;nbsp;sábado&amp;nbsp;de setembro que compartilharam sabedoria, e para sempre vou guardar a frase "eu decidi que se não posso controlar, eu posso me perguntar como ajudar, como transformar". O que me tocou foi o pequeno, mas tão poderoso "eu decidi", porque, afinal, sou eu quem decido o que me aborrece, o que me tira o sono. Aprendi que sou eu quem irá decidir ceder ou não poder a terceiros, e isso, fez toda a diferença na minha postura, me resgatou a confiança!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;2015 foi um ano que aprendei que posso absolutamente tudo, que posso ser tudo, que posso vencer, que consigo viver plena, que sou capaz de encarar dificuldades, tristezas e maldades. Foi uma ano que aprendi que sim, vale a pena, mesmo que o mundo desmorone ao meu redor, ainda vale e sempre valerá a pena ser justo, correto, ético e profissional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;E meu desejo para esse ano que se aproxima é que eu continue acreditando que vale a pena, que sempre valerá. Que em 2016 eu não esmoreça. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2015/12/desabafos.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-4150130388317810501</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2015 00:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-11-02T22:58:36.441-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delineando a vida</category><title>Finitude</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Não deveria nos surpreender a troca da presença pela saudade. Não, não deveria, porque é muita racionalidade aplicada para compreender o grande processo vida, e todo esse caminho só nos da a certeza concreta a finitude. E isso todas sabem! Porém, nada disso muda a surpresa, nada disso ajuda compreender (aceitar?) que de repente a presença fez-se saudade. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2015/11/finitude.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-7789792076867008272</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2015 00:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-21T21:34:32.658-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Delirios de Filosofia</category><title>Inversão</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se aqueles que deveriam amar gratuitamente transmitem apenas repulsa, se notamos que o sentimento é apenas rancor, se sentimos que há ausência de amor, o que fazer? Como pode ser possível amar alguém se a aprendizagem não aconteceu? Como é possível amar se só vivenciou o inverso? &lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2015/09/inversao.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-6141261736544294607</guid><pubDate>Fri, 07 Aug 2015 13:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-08-07T10:49:05.295-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano de Ficção</category><title>Sonhos</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Sonhos não se perdem. As vontades, os desejos não morrem. Talvez por força e necessidade do momento são postos de lado, afinal como dizem "precisamos viver a vida real". Mas a verdade é uma só, eles ficam "lá", guardados, a espera e das duas uma: ou se transformam em magoas ou retomam com uma intensidade que nada os seguram. É por essa segunda alternativa que tenho revivido os sonhos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2015/08/sonhos.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-1541394360242614189</guid><pubDate>Mon, 03 Aug 2015 23:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-08-03T20:48:45.483-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano de Ficção</category><title>Jogada</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como pecinhas de um jogo qualquer movimentam-me às segundas, quartas e sextas. Usam palavras tão convincentes que mal percebo e mesmo que aos domingos, terças e quintas eu anteceda as jogadas, chega o dia "d" e estou eu lá: estática, pensativa e ultrapassada, sendo envolvida em um manto de mentira, envolvida em uma jogada que já aconteceu. Resta apenas eu e a fatídica esperança de, quem sabe, conseguir inverter todo o jogo, afinal não é sempre que ao termino do jogo conseguirão mudar as regras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2015/08/jogada.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3080875919682575309.post-4899946671943099428</guid><pubDate>Mon, 03 Aug 2015 00:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-08-02T21:55:24.447-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">about me</category><title>Olhos e olhares</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Confesso! Tenho uma tara (é a melhor palavras para representar) por olhos e olhares. E quando sou pega nesse fogo cruzado de olhares intenso quase esqueço como é respirar. Se dizem que os olhos são as janelas da alma posso dizer que quero me jogar em algumas com muita freqüência.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://hospiciotemporario.blogspot.com/2015/08/olhos-e-olhares.html</link><author>noreply@blogger.com (Hospício Temporário)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>