<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 11:57:18 +0000</lastBuildDate><category>Bicicultura</category><category>bicicleta</category><category>Lisboa</category><category>deslocamento para o trabalho</category><category>veículos</category><category>ACP</category><category>Ciclovias</category><category>Cidades</category><category>Mobilidade</category><category>bicicletada</category><category>carros</category><category>dia europeu sem carros</category><category>meio de transporte</category><category>semana europeia da mobilidade</category><category>transporte</category><category>transporte público</category><category>Baixa</category><category>Blogs</category><category>Cascais</category><category>Chiado</category><category>Grândola</category><category>Inatel</category><category>Jamor</category><category>Martinho da Arcada</category><category>Massa Crítica</category><category>Massa Crítica Lisboa</category><category>Net para Todos</category><category>Parque Monsanto</category><category>Saldanha</category><category>campanha</category><category>combustíveis</category><category>consumidor</category><category>consumo</category><category>desenvolvimento</category><category>economia de mercado</category><category>faixa BUS</category><category>história</category><category>junho</category><category>lazer</category><category>mobilização</category><category>pedalada</category><category>pedalar na cidade</category><category>segurança</category><category>segurança praias</category><category>transportes suaves</category><category>tráfego</category><category>trânsito</category><category>veículos eléctricos</category><title>(I)          Mobilidade</title><description></description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>54</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-5264471823914786218</guid><pubDate>Mon, 13 Aug 2012 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-13T17:00:55.069+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mobilidade</category><title>Até quando ...</title><description>&lt;br /&gt;
Imaginem a cena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois casais, o mais velho entre os 65 e os 72 anos, o mais novo entre os 55 e os 65. O homem do casal mais novo irmão da mulher do casal mais velho. É sábado a noite, após o jantar. Costumam jantar cedo e logo após, aproveitam o sossego da vila para ir até o café confraternizar com os amigos.&lt;br /&gt;
Só que este sábado não é igual aos outros dias. Depois de uma pequena caminhada de casa até a passadeira onde costumam atravessar para ir ao café, seguem o casal mais velho um pouco à frente do casal mais novo. Muito rapidamente surge um homem desconhecido. Estava com uma arma, dispara contra os casais, fere com certa gravidade o homem, e , tristemente, mortalmente a mulher. O homem desconhecido não estava lá para rouba-los, nem tampouco tinha alguma rixa contra os casais que pudesse antever tamanha violência. Depois de disparar, esconde-se numa casa na vizinhança. Gritam, testemunhas no café chamam o socorro. O socorro não tarda, tentam desesperadamente tudo o que é possível para salvar a mulher. Já não houve tempo.&lt;br /&gt;
Após a chegada da polícia, o homem entrega-se. Não tinha motivos para fazer o que fez. A polícia o conduz ao hospital, fazem testes de despistagem de drogas e o liberam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se vocês prestaram atenção ao acontecido, estarão a estranhar o desfecho desta cena. Como um homem que, depois de disparar sobre os casais, matar e ferir gravemente, entregar-se e, depois de levado ao hospital (não, não é o hospital psiquiátrico) é liberado pela polícia. Talvez o estranhamento possa ser, parcialmente, mitigado ao identificarmos a arma utilizada. Neste caso a arma não era um revolver, uma pistola ou mesmo uma caçadeira. Era um carro. E a cena, que poderia bem ser ficção, na verdade é uma livre interpretação de um facto real. &lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/pensei-que-tinham-morrido-todos-ali&quot;&gt;Aconteceu ontem (11/08) em Lousado, Famalicão.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levando-se em consideração que a notícia é cruamente sensacionalista e pouco informativa, e os maiores esclarecimentos são de &quot;testemunhas&quot; entrevistadas pelo jornal, que é conhecido por ter esse viés, pouco depreendesse das causas deste terrível acontecimento. Mas uma margem de certeza aparece. Muito provavelmente o condutor do carro não respeitava o limite de velocidade imposto para o local, normalmente, nestes casos, de 50 km/h.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis o ponto da questão. O quê leva, em muitos países e o nosso é um deles, a existir uma complacência com crimes como este, que travestem-se de &quot;acidentes&quot;? Por que aceitamos que o excesso de velocidade seja considerado uma &quot;irresponsabilidade&quot; de quem conduz e tido como uma contra-ordenação (não sei bem se este é o termo correcto), se ele (o excesso de velocidade que acontece em nossas estradas e ruas) tem o potencial de matar, tal qual a ameaça a outrem com arma de fogo? Até quando ouviremos que a morte por atropelamento em nossas cidades foi uma fatalidade, um &quot;acidente&quot;? Ou pior, que morreu por atravessar sem cuidado com os carros. Uma pessoa não &quot;mata&quot; um carro. Dificilmente um peão causará danos em pessoas que estejam no interior de um veículo. Então por que não é o carro, ou melhor o condutor, que deve ter a obrigação e o ónus de tomar cuidado com os peões?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa sociedade, ou melhor os agentes que estabelecem as leis e a ordem, age ou agem, as vezes quase que instantaneamente, contra ameaças muito menos rigorosas. O amianto por exemplo. No mesmo jornal &lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/amianto-ameaca-escola-em-cascais&quot;&gt;uma notícia&lt;/a&gt; dá conta do &quot;risco&quot; que uma cobertura de telhas de fibro-amianto causa aos alunos de uma escola. E nesta mesma notícia temos que a autarquia encerrou a escola para a troca da cobertura, e ainda, a substituição tem prioridade até mesmo sobre telhados degradados. Desde que o amianto foi considerado substância cancerígena, sua substituição em locais, ou mesmo a &quot;condenação&quot; do local, onde outrora fora empregado tem acontecido como se de uma cruzada se tratasse. O mesmo ocorre, em menor escala, com o tabaco, Foi banido de locais fechados e estuda-se avançar com mais proibições. Tudo pelo bem geral da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quando é o automóvel, nem mesmo a carnificina diária que ele acarreta é alvo de medidas mais duras e, mesmo, restritivas como aconteceu, por exemplo, com o amianto e o tabaco. E veja que estou a falar somente dos casos que poderíamos chamar de directos e trágicos, as mortes e sequelas das vítimas dos chamados &quot;acidentes&quot;. Se pensarmos na ameaça à saúde da população, lembrem-se que o gasóleo (diesel) foi, depois de uma batalha de mais de vinte anos, considerado substância cancerígena da mesma ordem que o amianto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até quando vamos suportar esta situação? Até quando ...&lt;br /&gt;
</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2012/08/ate-quando.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-7215149726085384259</guid><pubDate>Wed, 08 Aug 2012 11:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-09T16:56:17.434+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pedalar na cidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">segurança</category><title>Sem foto! Chato.</title><description>O (I)Mobilidade está de volta. Após um longo período sem escrever, por aqui apenas, volto para fazer uma limpeza na casa, retirar umas teias de aranha que espalharam-se pelos cantos e deixar por cá mais um pouco do que vejo, leio e ouço, ou oiço, como queiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho pedalado constantemente, quase que diariamente (em julho foram mais de 650 km). Como moro próximo de onde trabalho (ou estudo, depende da interpretação do que é um doutoramento) vou e volto sempre a pé, então não tenho pedalado como &quot;commuting&quot;. Para sair para mais longe, como estamos(estávamos) em dupla, utilizo outro par de rodas, meu segundo veículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos ao que conseguiu quebrar a, minha, inércia e trouxe-me aqui. Tenho lido bastante, escrito um pouco menos, e, quando escrevo, é num formato “mais sério”. Até mesmo aborrecido mas que mostra, a mim ao menos, a importância de ser comprreendido por quem lê o que escrevemos. Como não sabemos quem irá ler, temos que pressupor e ter consideração por todo tipo de leitor. Portanto nossa escrita deve ser clara e cuidadosa. Revelar o que queremos, ou devemos, contar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;– PARA. Volta ao assunto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, o asunto é o seguinte: li na lista da Massa Crítica – (no facebook - Portugal), uma referência a esta notícia (&lt;a href=&quot;http://www.menosumcarro.pt/2012/07/20/conheca-as-10-dicas-para-pedalar-em-seguranca-na-cidade/&quot;&gt;http://www.menosumcarro.pt/2012/07/20/conheca-as-10-dicas-para-pedalar-em-seguranca-na-cidade/&lt;/a&gt;) que está no site Menos um Carro (&lt;a href=&quot;http://www.menosumcarro.pt/&quot;&gt;menosumcarro.pt&lt;/a&gt;). Este site é;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&quot;Um projecto que se traduz num Movimento a favor de uma mobilidade mais sustentável. O objectivo consiste em convidar cada pessoa a repensar a necessidade de utilização de viatura particular na cidade, dadas as alternativas e argumentos assentes na sustentabilidade. Cada um deverá desejar ser Menos Um Carro! Porque é um Ser mais consciente. Mais cívico. A ideia nasce na CARRIS, empresa de transporte colectivo de passageiros que serve a Grande Lisboa, e intui uma sinergia de esforços, …”&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora promovido por empresas de transportes públicos (Carris e Metropolitano de Lisboa) tem um canal de notícias muito mais amplo em questões de mobilidade. O que é louvável. O problema é que quando a notícia não tem a assinatura de quem escreveu, o que mostra ao leitor o responsável primeiro pelo que lá está, voltamos nossa atenção àquele que dá o espaço para a notícia.

Eu sei, sou um chato. Se você leu a notícia, muito provavelmente não percebeu nada de grave. Realmente não tem nada muito grave. O problema consiste em não contar, ou escrever, as coisas claramente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digo isto porque a partir da primeira frase da notícia, precebe-se duas coisas: a pessoa, ou pessoas, que escreveu (escreveram) não anda (andam) de bicicleta; e a escrita foi descuidada. Cito a primeira frase&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&quot;Ao contrário do que se possa pensar, andar de bicicleta na cidade nem sempre é uma tarefa fácil, pois requer alguns cuidados.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Entenderam o que quer dizer esta frase? Afinal é fácil, ou não, andar de bicicleta na cidade? Se partirmos da ideia generalizada de quem não anda, e é fácil identificar esta com o conceito de que é quase impossível andar de bicicleta na cidade, o que está escrito se contradiz. Por outro lado, se quem escreveu andasse mesmo, saberia. 

Quem anda de bicicleta pela cidade sabe que é fácil. Requer, pois, alguns cuidados. Tantos quantos andar a pé ou em qualquer outro meio de transporte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra ponto importante quando escrevemos é não modificar, mesmo que pouco, o teor do que foi escrito no original. Se você não cuidar do que escreve pode mudar o entendimento geral sobre o que referenciou em sua escrita. Não que o original deste caso seja perfeito, mas pelo menos foi escrito por quem conhece a realidade de andar de bicicleta na cidade, mesmo que seja uma realidade um pouco diferente da nossa.&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero deixar claro que minha intenção é a de brincar com os textos, e consequentemente com o entendimento que os leitores podem fazer dele. Louvo todas as atitudes em prol de uma mobilidade centrada nas pessoas, e não nos carros. Fazer com que o ato de “ciclar” seja seguro para todos, principalmente aos próprios ciclistas e aos peões (pedestres) que são os elos mais vulneráveis desta corrente chamada trânsito, deve ser parte da preocupação de todos. Minha, sua, e principalmente dos políticos e autoridades competentes que devem legislar, promulgar leis, fiscalizar o cumprimento e por fim multar e punir aqueles que as infringem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dito isto, vamos aos textos. Em &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;vermelho&lt;/span&gt; está o texto do “Menos um carro” e em &lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;amarelo&lt;/span&gt; o texto (original) do “Eu vou de bike”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&quot;Para garantir a segurança dos utilizadores de bicicleta na cidade, o blog brasileiro &lt;a href=&quot;http://www.euvoudebike.com/2012/07/dicas-de-seguranca-para-pedalar-na-cidade/&quot;&gt;“Eu Vou de Bike”&lt;/a&gt; compilou uma lista com 10 dicas preciosas.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;&quot;Ao longo das próximas semanas, vamos compilar aqui no Eu Vou de Bike uma série de dicas que já publicamos ao longo de quase dois anos de blog. Nesta segunda, vamos dar algumas dicas de segurança para pedalar nas grandes cidades com mais tranquilidade. Veja as dicas abaixo e deixe suas sugestões nos comentários!&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perceberam que quem compilou uma lista com 10 dicas foi o &quot;Menos um carro&quot;?

Agora as dicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;1. Assegure-se que é visto pelos automobilistas. Durante o dia, utilize cores vibrantes como amarelo, vermelho ou laranja na sua bicicleta – é uma forma de ser identificado facilmente. No período nocturno, procure utilizar a cor branca, além das fundamentais iluminações dianteiras e traseiras e dos reflectores obrigatórios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- A primeira dica ao pedalar no trânsito é ter certeza de estar visível aos motoristas. Durante o dia, utilize cores vibrantes como amarelo, vermelho ou laranja. No período noturno, procure utilizar a cor branca, além das fundamentais iluminações dianteiras e traseiras e dos refletores obrigatórios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser visível é importante, mas cores vibrantes e &quot;na sua bicicleta&quot;?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;2. “Pedale defensivamente, mas nunca timidamente”. Adopte uma postura ostensiva, de modo a transmitir segurança aos automobilistas à sua volta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Pedale defensivamente, mas nunca timidamente. Você deve sempre ter uma postura ostensiva, de modo a transmitir segurança aos motoristas à sua volta. Com isto, você os ajudará a antecipar as suas intenções de percurso, deixando-os confortáveis em dividir a rua com você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está é difícil de perceber. Pedale defensivamente. Muito bom, tanto pedalar, como andar e até mesmo conduzir deve-se fazer defensivamente, ou seja, deve-se antecipar toda acção que possa trazer perigo a si e aos outros. Como é pedalar timidamente? Fiquei em dúvida se é as escondidas... Por fim uma postura ostensiva. Ostensiva? Como um único ciclista pode ser ostensivo? E como ser &quot;ostensivo&quot; pode transmitir segurança aos condutores e motoristas? &quot;Deixando-os confortáveis&quot;... Realmente difícil de compreender. Ficava mais fácil dizer para pedalar defensivamente e seguro dos seus movimentos, não mudar de direcção abruptamente ou sem sinalizar. Enfim...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;3. Observe atentamente o comportamento dos automobilistas e procure manter uma distância suficiente para não ser surpreendido com, por exemplo, uma porta que se abre repentinamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Observe sempre o comportamento dos motoristas, inclusive os estacionados, e procure manter uma distância suficiente para não ser surpreendido com uma porta que se abra repentinamente e que possa atingir sua bicicleta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei se foi uma economia de palavras, ou se quem escreveu o texto (em Portugal) pensa que os automobilistas abrem as portas em andamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;4. Fique atento aos três principais erros dos automobilistas: virar à esquerda repentinamente quando é seguido por um ciclista; desobedecer aos sinais de trânsito, sendo o mais comum ultrapassar no sinal vermelho; ultrapassar um ciclista para imediatamente virar à direita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Você deve ficar atento e evitar os três principais erros dos motoristas, a saber: virar a esquerda na frente a um ciclista que seguirá reto; desobedecer aos sinais de trânsito, sendo o mais comum ultrapassar no farol vermelho; ultrapassar um ciclista para imediatamente fazer uma conversão a direita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão estes os principais erros dos automobilistas? Mas vamos lá. O primeiro. A versão brasileira deveria ter acrescentado que o ciclista vem em sentido contrário, só assim faz sentido já que é normal o ciclista estar à direita e atrás do carro e não à esquerda e a ultrapassar o carro (a menos que o carro tenha enconstado à direita para virar à esquerda, confuso mas acontece). Já a versão portuguesa omitiu o &quot;seguirá reto&quot; e ficou ainda mais difícil de entender. Se o carro está a frente do ciclista e vira à esquerda o que tem o ciclista, que está atrás do carro, com isso? Será que apanhará um susto? O segundo. &quot;&lt;i&gt;Desobedecer os sinais de trânsito&quot;&lt;/i&gt;, no Brasil pode ser &lt;i&gt;&quot;o mais comum&quot;&lt;/i&gt; ultrapassar o sinal vermelho, mas por cá este erro não é comum, sendo mesmo raro nos cruzamentos, mas nunca se sabe ... O último erro mencionado é clássico e comum à maior parte dos condutores, haja visto o que aconteceu em &lt;a href=&quot;http://youtu.be/u4hJ5CI26To&quot;&gt;Londres&lt;/a&gt; (com a devida troca de lados) . Neste caso, só mesmo pedalando defensivamente e com muita atenção aos automobilistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;5. Esteja atento a todos os sinais sonoros. Por isso, evite pedalar com os fones no ouvido, principalmente se existir muito trânsito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Seus ouvidos devem ser utilizados como um verdadeiro “detector de perigo”. Para isto, evite pedalar com fones de ouvido, principalmente se o tráfego estiver intenso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostei mais da versão portuguesa. Se for pedalar com auscultadores (fones de ouvido), tenha o volume baixo, que permita escutar, além da música, o som do trânsito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;6. Dê a conhecer aos automobilistas as suas intenções. Use o braço esquerdo (com o dedo apontando para baixo) para indicar que vai virar à esquerda.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Sempre que você sinaliza suas intenções, você ganha a confiança dos motoristas. Use o braço esquerdo (com o dedo apontando para baixo) para virar a esquerda. A palma da mão voltada para baixo significa que você vai frear.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confesso minha ignorância, braço esquerdo com o dedo apontado para baixo indica que vou virar à esquerda? Palma da mão virada para baixo, vou travar? Concordo com a versão portuguesa que diz &lt;i&gt;&quot;dê a conhecer as suas intenções&quot;&lt;/i&gt; é realmente mais seguro para si, já não sei se ganho &lt;i&gt;&quot;a confiança dos motoristas&quot;&lt;/i&gt; com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;7. Durante a viagem de bicicleta não pegue, com a mão direita, numa garrafa de água . Pois, se precisar de parar de repente, só poderá fazê-lo com a mão esquerda, travando apenas a roda dianteira e aumentando as possibilidades de sofrer uma queda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Uma dica aparentemente “boba” mas que acontece com uma grande frequência: jamais pegue a garrafinha de água com a mão direita. Desta forma, se precisar frear de repente, o ciclista o fará com a mão esquerda, freando apenas a roda dianteira, aumentando as chances de uma queda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esqueceram-se das bicicletas sem travão (fixas) e das bicicletas com os travões trocados. Mas é sempre bom tomar cuidado com o travão da roda dianteira, principalmente se o piso estiver escorregadio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;8. Se o trânsito estiver parado, siga em frente, mas com cuidado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Se o trânsito estiver parado, vá em frente com cuidado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parado como? Esta dica está mais para &quot;ande sempre com cuidado&quot; e pronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;9. Se preferir ir a pé, coloque a bicicleta junto a si.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- E se estiver melhor para ir a pé, pare a bicicleta e vá a pé, conduzindo a bike junto a você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei onde colocaria a bicicleta quando a levo pela mão. Realmente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;10. Procure não circular perto de um autocarro ou camião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Procure não trafegar junto a ônibus ou caminhões.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faltou uma condição muito importante nesta dica. &quot;Procure não circular NO PONTO CEGO de um autocarro ou camião&quot;. Se está a pedalar no trânsito, tanto os camiões quanto os autocarros fazem parte dele, sendo muitas vezes mais seguro estar perto de um autocarro da Carriz do que de muitos taxis cá por Lisboa.&lt;br /&gt;
Estas dicas que seguem foram &quot;esquecidas&quot; na versão portuguesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- Não dispute espaço, evite ficar inesperadamente entre veículos e procure pedalar sempre onde possa ser visto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;JAMAIS:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- pedale na contra-mão;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- fique entre ônibus ou, pior, caminhões;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- pedale muito próximo do meio fio;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- brigue, xingue ou entre em discussões no trânsito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;CUIDADO:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- com pedestres em geral;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- quando o trânsito começa a se movimentar;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: yellow;&quot;&gt;- com motociclistas apressados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha conclusão é a de que fiquei chato, muito chato, com este negócio de escrever. Ainda mais quando não tem fotos. Talvez seja a idade …</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2012/08/sem-foto-chato.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-3843185985788696903</guid><pubDate>Thu, 22 Sep 2011 15:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-22T16:55:45.258+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dia europeu sem carros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">semana europeia da mobilidade</category><title>E o Dia Europeu sem Carros ...</title><description>Continua igual a todos os outros, ou seja, com muitos carros. O facto é o seguinte, enquanto não acontecer um evento &quot;catastrófico&quot;, como por exemplo a necessidade em escolher se&amp;nbsp;atestamos o depósito ou compramos comida para casa, o modelo de mobilidade não vai ser alterado. Penso até ser temerário pensar na escolha das pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como escrevi ontem saí cedo para ver como estava o tráfego e encontrei a mesma cena de todos os dias. Filas e mais filas de carros a entrar em Lisboa&amp;nbsp;(quando não é tempo de férias, nestes dias as filas são para sair de Lisboa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isto, em nossa comunicação social, temos algumas notas sobre iniciativas isoladas que dizem menos ainda do que a nota de Grândola. Do Público temos que a &lt;a href=&quot;http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1513114&quot;&gt;Câmara da Moita&lt;/a&gt;&amp;nbsp;foi distinguida com o prémio nacional Mobilidade em Bicicleta. Importantíssimo, já que o prémio em questão foi&amp;nbsp;atribuído&amp;nbsp;pela FPCUB... Vejam só, tudo porque procuraram criar na frente ribeirinha do município zonas cicláveis. E já conseguiram 16km. Quantos quilómetros de estradas tem o município da Moita? Não seriam estes cicláveis também?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgs_v2bAtIKHPzLmSIMFRhAss5OlNoenl_vFGyoha86H77AoSwmTxUgGCPgl_wKv5SiES5wjjrv4ymyEZXUmMAqpHcZlkXjb7b7fanD6M4HTWB4Ig0_Ky0-LrBA83tMIC1UkwKKiZn7Yto/s1600/publico_22092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;161&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgs_v2bAtIKHPzLmSIMFRhAss5OlNoenl_vFGyoha86H77AoSwmTxUgGCPgl_wKv5SiES5wjjrv4ymyEZXUmMAqpHcZlkXjb7b7fanD6M4HTWB4Ig0_Ky0-LrBA83tMIC1UkwKKiZn7Yto/s320/publico_22092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos para as próximas. No JN encontramos três notas que dizem respeito a mobilidade. De &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&amp;amp;Concelho=Torres%20Vedras&amp;amp;Option=Interior&amp;amp;content_id=2012469&quot;&gt;Torres Vedras&lt;/a&gt;&amp;nbsp;temos redução da velocidade rodoviária máxima, para 30km/h, junto às escolas da cidade. Pergunto eu, isto já não era a norma? E como foi realizada esta redução, só com a colocação de sinalização? Sim, porque sinalização temos que baste, mas fazer com que sejam cumpridas as normas estabelecidas por elas, aí já é outro quinhão. E o circuito para bicicletas, anunciado como ciclovia embora não seja. Ora coincide com a circulação automóvel, isto é, está na estrada, ora coincide com a circulação dos peões, isto é, está no passeio. Decidam-se, andamos na estrada como os demais veículos ou vamos para o passeio como os peões? Infelizmente este tipo de segregação dos modos de transporte ocorre em todo lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5DyEPE7aUa3vz8nG96xqGxGGBGLMYW6Z5rz2GyqBCyq7je1RlVrxck-xKZZJduT3eExClYd1meMcMVLzQvRuG-bK7YrTwJ07dluk_OfDg9ZxpMaCaI9cw2HUDxbN3TOR2E6dVYqc16Jc/s1600/jn2_22092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;161&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5DyEPE7aUa3vz8nG96xqGxGGBGLMYW6Z5rz2GyqBCyq7je1RlVrxck-xKZZJduT3eExClYd1meMcMVLzQvRuG-bK7YrTwJ07dluk_OfDg9ZxpMaCaI9cw2HUDxbN3TOR2E6dVYqc16Jc/s320/jn2_22092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante foi o vídeo com os funcionários da &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2012360&quot;&gt;Câmara de Lisboa&lt;/a&gt;. Um diz que não faz uso da bicicleta porque tem que levar o filho à escola. Será a escola do filho assim tão longe? Ou ele não conhece meios de levá-lo na bicicleta? Bom pelo menos hoje ele pedalou até o serviço. Bom mesmo foi escutar a última senhora que falou. Esta conseguiu transmitir o que as pessoas que utilizam a bicicleta já conhecem, as vantagens deste meio de transporte. Rápido e fácil de estacionar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKzmM-lEdSEzMDWB8Pl4JCtOW3o4RWWBuz5-ztmK-K_D2HKUtZEqvMtZvfSSRMPsFa-XARzDMSo8fe2VqeXn8-hS1e43-b6Y7xWmsAAcBzKsJRydXUoiumJ5gnMcXwgvcpTsJsV2hJFwY/s1600/jn3_22092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;161&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKzmM-lEdSEzMDWB8Pl4JCtOW3o4RWWBuz5-ztmK-K_D2HKUtZEqvMtZvfSSRMPsFa-XARzDMSo8fe2VqeXn8-hS1e43-b6Y7xWmsAAcBzKsJRydXUoiumJ5gnMcXwgvcpTsJsV2hJFwY/s320/jn3_22092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A nota do JN veio do &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&amp;amp;Concelho=Porto&amp;amp;Option=Interior&amp;amp;content_id=2011507&quot;&gt;Porto&lt;/a&gt;. Não é sobre a Semana da Mobilidade, nem do Dia sem Carro, mas vale. Embora o viés de reclamação, por parte dos taxistas, o condicionamento de ruas em prol das pessoas é sempre louvável. Deveria ocorrer em todas as zonas históricas. Quem vive nas cidades são as pessoas não os carros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-iokzsrJ3zn0fBRMsWcflIegX9aB_EBr6MHM8CB9-xDDeC3uXJFjylG2SKQlHE7izfr5iPFsfMbdWudWFE3C6u4SnLTNHxQ-PSfVOFrYXuU2XXUDN8QhF9tYgPw0KgQMYNhJOyHqS-qI/s1600/jn1_22092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;161&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-iokzsrJ3zn0fBRMsWcflIegX9aB_EBr6MHM8CB9-xDDeC3uXJFjylG2SKQlHE7izfr5iPFsfMbdWudWFE3C6u4SnLTNHxQ-PSfVOFrYXuU2XXUDN8QhF9tYgPw0KgQMYNhJOyHqS-qI/s320/jn1_22092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim a nota que eu não gostaria de ler. Do jornal CM &amp;nbsp;veio as filas na entrada de &lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/filas-de-transito-nos-acessos-a-lisboa-e-porto&quot;&gt;Lisboa e do Porto&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a triste constatação que a Semana Europeia da Mobilidade, pelo menos por estes lados, caiu no esquecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik24-W38PGKyo1vOViFXdV3hfsW_esq5sbx_f3NevHLlUy9I9zYNhOYleJdGlhNQLFe1lEWCo0piL48Bzfh8nntYNYkugqmK77LZAxlODGe_zL-YdCcepdZQqtDFCJndkOt_NwIrKHIAc/s1600/cm_22092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;161&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik24-W38PGKyo1vOViFXdV3hfsW_esq5sbx_f3NevHLlUy9I9zYNhOYleJdGlhNQLFe1lEWCo0piL48Bzfh8nntYNYkugqmK77LZAxlODGe_zL-YdCcepdZQqtDFCJndkOt_NwIrKHIAc/s320/cm_22092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isto, voltamos ao normal, isto é, temos outras 51 semanas no ano ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/e-o-dia-europeu-sem-carros.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgs_v2bAtIKHPzLmSIMFRhAss5OlNoenl_vFGyoha86H77AoSwmTxUgGCPgl_wKv5SiES5wjjrv4ymyEZXUmMAqpHcZlkXjb7b7fanD6M4HTWB4Ig0_Ky0-LrBA83tMIC1UkwKKiZn7Yto/s72-c/publico_22092011.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-2086718499418255495</guid><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-21T15:18:07.298+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dia europeu sem carros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Grândola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">semana europeia da mobilidade</category><title>Ao menos tu Grândola!</title><description>Achar notícias na comunicação social portuguesa sobre a Semana Europeia da Mobilidade é tarefa quase impossível. Imaginem achar algo sobre o Dia Europeu sem Carros. Só mesmo Grândola para derrubar estas barreiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqmFEZbXxzWTB94gOCh_97vnF0LV2D3ezDuXm-DCDk9pQPKsv8VSZtYJXoXNdlmtTCB3KfzX08DuungWhLzK7MVj9Jqw9kc2lFTA95V9TJmGXjYWoPbyhJIUMUZ9XmQgOQNjoXJtMLYm8/s1600/publico_21092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;160&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqmFEZbXxzWTB94gOCh_97vnF0LV2D3ezDuXm-DCDk9pQPKsv8VSZtYJXoXNdlmtTCB3KfzX08DuungWhLzK7MVj9Jqw9kc2lFTA95V9TJmGXjYWoPbyhJIUMUZ9XmQgOQNjoXJtMLYm8/s320/publico_21092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Como pode ser lido na &lt;a href=&quot;http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1512916&quot;&gt;notícia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;entre 08:00h e 19:00h parte do tráfego motorizado ficará encerrado na Avenida António Inácio da Cruz. Qual parte eles não dizem, mas já é um bom sinal, ou não? Não sei. Saí cedo para andar de bicicleta e o que vi foi o trânsito normal (fui informado que o dia europeu sem carros é amanhã 22/09, portanto Lisboa, ainda tem chances de redimir-se)*. Agora estou &quot;metido&quot; na biblioteca (local de &quot;trabalho/estudo&quot;) de onde só sairei no fim da tarde. Só assim poderei olhar para o trânsito e perguntar-me: foi um dia sem carros? (já não preciso mais ... mas amanhã levo a máquina fotográfica para tal)*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo menos para mim são quase todos. Volto depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda temos Grândola. Até ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* depois de um comentário amigo e muito oportuno, duas pequenas correcções ao texto que agora tem nova Versão.</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/ao-menos-tu-grandola.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqmFEZbXxzWTB94gOCh_97vnF0LV2D3ezDuXm-DCDk9pQPKsv8VSZtYJXoXNdlmtTCB3KfzX08DuungWhLzK7MVj9Jqw9kc2lFTA95V9TJmGXjYWoPbyhJIUMUZ9XmQgOQNjoXJtMLYm8/s72-c/publico_21092011.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-679524147812137724</guid><pubDate>Sat, 17 Sep 2011 20:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-17T21:48:00.680+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ACP</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciclovias</category><title>O presidente do ACP ou está a precisar de trocar os óculos ou a reaprender a matemática</title><description>Este é só para o dia não passar em branco. Ainda não achei notícias relevantes sobre a Semana Europeia da Mobilidade nos 4 diários principais, e já estendi as buscas aos semanários. Bem, dizer que não achei foge um pouco do que aconteceu. Achei sim, mas como poderá ser percebido pela data relacionada à notícia, esta é de ontem.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLy-dlskvpXGgSV1GaToYvsvK-G0wGCWrXzuYmAyEVac3bIhTPEZ-1MIUnnBW9r9NaEwDN4LWiOZ6Orj7ed-msuLTZiGjq4S4se5H7x2xJSNpelE5108gfw269Ip0VUWn7wId5dhuF_G0/s1600/publico_16092011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;161&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLy-dlskvpXGgSV1GaToYvsvK-G0wGCWrXzuYmAyEVac3bIhTPEZ-1MIUnnBW9r9NaEwDN4LWiOZ6Orj7ed-msuLTZiGjq4S4se5H7x2xJSNpelE5108gfw269Ip0VUWn7wId5dhuF_G0/s320/publico_16092011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Depois volto e escrevo o que acho a respeito destas iniciativas, por agora quero dizer que fui até o El Corte Inglés e vi, &quot;in loco&quot; a ciclovia que retirou o espaço de 500 carros estacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu posso adiantar é que, com base no que vi, ou o presidente do ACP precisa mudar os óculos, pois o que está a usar faz com que veja os carros muitos, mas muito mesmo, pequeninos, ou então ele deve voltar para a escola e reaprender a fazer contas...</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/o-presidente-do-acp-ou-esta-precisar-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLy-dlskvpXGgSV1GaToYvsvK-G0wGCWrXzuYmAyEVac3bIhTPEZ-1MIUnnBW9r9NaEwDN4LWiOZ6Orj7ed-msuLTZiGjq4S4se5H7x2xJSNpelE5108gfw269Ip0VUWn7wId5dhuF_G0/s72-c/publico_16092011.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-4524415634755499599</guid><pubDate>Fri, 16 Sep 2011 11:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-16T12:37:50.206+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cascais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">veículos eléctricos</category><title>Começa a Semana da Mobilidade, mas onde estão as notícias?</title><description>Hoje pela manhã a única notícia que consegui achar, entre os 4 jornais &quot;online&quot; (DN, JN, Correio da Manhã e Público), foi esta.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaIhlqTe-ijNOlmTM6n71XoD5jNT6JcFTA4SGPwIFphxS0NlS9e5E8ZcvF9fYzBBsycVYcqis-1nXSJVdUT0VV_N0S_lICPDCqtxxCY__-Ccp0hKMwoodDB7KUtvExeMYtLzhJ6HQnEnQ/s1600/Publico_16_11.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;158&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaIhlqTe-ijNOlmTM6n71XoD5jNT6JcFTA4SGPwIFphxS0NlS9e5E8ZcvF9fYzBBsycVYcqis-1nXSJVdUT0VV_N0S_lICPDCqtxxCY__-Ccp0hKMwoodDB7KUtvExeMYtLzhJ6HQnEnQ/s320/Publico_16_11.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Nem relacionada a mobilidade está, mas vale (&quot;&lt;a href=&quot;http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1512192&quot;&gt;link&quot; para a notícia&lt;/a&gt;). A junção destes dois elementos, &amp;nbsp;a bicicleta e o motor eléctrico, poderia impulsionar a mudança de paradigma da mobilidade urbana, se houvesse interesse por parte do governo, que legisla, e da indústria que fabrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a indústria automobilística, que é a maior indústria associada a mobilidade, tem apostado nos carros eléctricos, e o governo português - pelo menos o governo passado - também, vide os incentivos propostos.&lt;br /&gt;
O conceito do carro eléctrico, pelo menos os que já estão disponíveis, só altera a forma de propulsão. Saiu o motor a combustão interna, que utiliza combustível fóssil - enquanto o biocombustível ainda é uma alternativa complicada - substituído pelo motor eléctrico, que é mais eficiente em termos de aproveitamento da energia disponível mas tem uma grande deficiência na forma como esta energia é armazenada. As baterias ainda são pesadas, caras e armazenam quantidades insuficientes para grandes deslocamentos. Sem mencionar que para produzir energia eléctrica em sua maior parte, com poucas excepções, utiliza-se combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;
Fora esta alteração o carro continua praticamente o mesmo, se é que não aumentou de tamanho, o que para a mobilidade urbana nada modifica. Ele continua a utilizar um espaço enorme (insano se pensarmos como o ambiente urbano se encontra) para deslocar,quase sempre, uma única pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em comparação uma bicicleta em andamento ocupa, praticamente, o mesmo espaço que uma pessoa ocupa. E a mesma bicicleta parada ocupa menos espaço que duas pessoas sentadas ocupariam - meçam a área ocupada pelos bancos disponíveis em nossas praças e passeios e comparem com a área que a bicicleta parada utiliza. Acrescente a esta equação a utilização de um motor eléctrico - normalmente auxiliar já que a propulsão principal ainda é realizada ao pedalar - e a produção de energia eléctrica através de métodos renováveis - painéis&amp;nbsp;fotovoltaicos ou ainda aerogeradoes (tem hífem?).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria utópico pensar num modelo de bicicletas partilhadas a utilizar estes elementos? Chegar ao Cais do Sodré de comboio e subir até o Saldanha em pouco mais de 10 minutos e deixar a bicicleta num ponto de partilha, onde esta ficaria a carregar a bateria até a próxima utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro passo pode ser dado pelo novo governo. Para isto bastaria equiparar a bicicleta ao demais veículos, assim esta receberia os benefícios fiscais concedidos aos compradores de veículos eléctricos. Para já o (I)Mobilidade tem outra tarefa, verificar como está a funcionar as Bicas eléctricas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/comeca-semana-da-mobilidade-mas-onde.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaIhlqTe-ijNOlmTM6n71XoD5jNT6JcFTA4SGPwIFphxS0NlS9e5E8ZcvF9fYzBBsycVYcqis-1nXSJVdUT0VV_N0S_lICPDCqtxxCY__-Ccp0hKMwoodDB7KUtvExeMYtLzhJ6HQnEnQ/s72-c/Publico_16_11.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-4073072609265543690</guid><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 11:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-15T12:46:36.310+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ACP</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciclovias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lisboa</category><title>Ainda estamos presos ao séc. XX</title><description>Como escrito no &quot;post&quot; anterior, nós do (I)Mobilidade estaremos atentos às notícias emitidas com foco na mobilidade. Bem, não era de todo verdade uma vez que a palavra &quot;emitidas&quot; pressupõe ao leitor o entendimento de que estaríamos atento às noticias da televisão ou do rádio e, para ser sincero eu que agora escrevo, não vejo um e pouco escuto o outro.&lt;br /&gt;
Mas acompanhamos os jornais, que é fonte de informação para boa parte dos portugueses. Infelizmente é uma fonte que tem degradado-se ao longo do tempo e actualmente, principalmente em sua versão &quot;online&quot;, tem informado cada vez menos, se isto é possível.&lt;br /&gt;
Escrita a introdução, vamos ao assunto. Eis que escrevem as primeiras, ou diria melhor primeira já que são iguais, notícias sobre a mobilidade. Antes mesmo do início da &lt;a href=&quot;http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/semana-europeia-da-mobilidade-2011.html&quot;&gt;Semana Europeia da Mobilidade&lt;/a&gt; temos no &lt;a href=&quot;http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1995546&amp;amp;seccao=Sul&quot;&gt;Diário de Notícias&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e no &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&amp;amp;Concelho=Lisboa&amp;amp;Option=Interior&amp;amp;content_id=1995467&amp;amp;page=-1&quot;&gt;Jornal de Notícias&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a &quot;ilustríssima&quot; fala do presidente do ACP. Este senhor no afã de defender o seu ponto de vista volta a meados do século passado onde a percepção de mobilidade urbana era o uso do automóvel. Será que ele não vê que as cidades ou, no caso específico da notícia, a cidade de Lisboa não comporta mais carros. O espaço físico, que deve ser partilhado por todos, foi tomado pelo automóvel e quando ocorre uma &quot;retoma&quot; deste espaço este senhor &quot;encoleriza-se&quot; e &quot;pede a cabeça&quot; do presidente da câmara de Lisboa.&lt;br /&gt;
No &quot;mote&quot; da notícia está a supressão de &quot;500 vagas de estacionamento&quot;, se o número for verdadeiro, para a &quot;construção&quot; de uma ciclovia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós do (I)Mobilidade não podemos avançar com maiores comentários sobre o assunto, mas iremos ao local para averiguações e feita o reconhecimento voltaremos...</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/ainda-estamos-presos-ao-sec-xx.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-5527284998109502628</guid><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-13T16:33:36.810+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mobilidade</category><title>Semana Europeia da Mobilidade 2011</title><description>Depois de tanto tempo longe deste &quot;blog&quot; nada melhor para marcar a retoma das actividades do que a&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.apambiente.pt/divulgacao/Projectos/SemanaEuropeiaMobilidade/tema2008/Paginas/default.aspx&quot;&gt;&quot;Semana Europeia da Mobilidade 2011&quot;&lt;/a&gt;. Com o tema &quot;Mobilidade Alternativa&quot; a semana que inicia na próxima sexta-feira (16 a 22 de Setembro) será a 10ª edição desta iniciativa que pretende sensibilizar a sociedade europeia aos problemas da mobilidade, principalmente da mobilidade urbana.&lt;br /&gt;
Como dito pelo Comissário para os transportes na UE, Siim Kalas, &quot;&lt;i&gt;Actualmente, as nossas cidades sofrem demais com o congestionamento de tráfego, a má qualidade do ar e a exposição ao ruído.&lt;/i&gt;&quot;. O tema deste ano vem ao encontro da iniciativa 20/20/20 que tem como meta a redução de 20% da emissão de gases de efeito estufa, um aumento em 20% da eficiência energética e uma quota de energias renováveis de 20% do consumo total de energia. Esta meta deverá ser alcançada pelos países comunitários até 2020.&lt;br /&gt;
O (I)Mobilidade vai procurar acompanhar as iniciativas locais, que como já &lt;a href=&quot;http://www.cm-oeiras.pt/noticias/Paginas/MarginalSemCarrosset2011.aspx&quot;&gt;publicitado&lt;/a&gt; pela CM de Oeiras será a iniciativa &quot;Marginal sem carros&quot;. Por três! horas o troço da marginal entre Caxias e a praia da Torre será encerrado ao tráfego automóvel. Vejamos como correrá a semana e as notícias que serão emitidas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2011/09/semana-europeia-da-mobilidade-2011.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-1030428758834455077</guid><pubDate>Mon, 31 May 2010 14:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-31T15:33:48.130+01:00</atom:updated><title>2 anos</title><description>Comecei este “blog” logo após comprar o meu primeiro veículo em terras lusitanas - que já não é o único - em meados de 2008. Mais precisamente em 30 de Maio de 2008. Fez ontem 2 anos. Sei que é um &quot;cliché&quot; danado, mas como o tempo passa depressa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só para relembrar, vejam como estava, &lt;a href=&quot;http://fabioericsson.blogspot.com/2008/06/comprar-um-veculo.html&quot;&gt;em 2008&lt;/a&gt;, o veículo que comprei para utilizar nas minhas deslocações diárias para o trabalho e também para o lazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso mesmo transporte para o trabalho e para o lazer com um veículo de duas rodas e movido a pedal. Durante o verão de 2008 fui muitas vezes à praia. Principalmente para Cascais e Costa da Caparica. Enquanto quem está de carro enfrenta o trânsito, que muitas vezes está parado, e tem que procurar um lugar para estacionar, de bicicleta só paramos quando chegamos ao destino e estacionar poderá ser bem ao lado. O mesmo dava-se quando ia ao trabalho, saia de casa e só parava no espaço de trabalho, sem preocupações em procurar um local para estacionar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estranho. A lembrar desta data, agora que estou a escrever, vejo uma proximidade com a data de quando comprei meu segundo veículo. Foi quase um ano e um mês depois. Ou melhor, dia 26 de Junho de 2009. Este segundo veículo também tem duas rodas, mas é motorizado. Um dos principais motivos de tê-lo comprado, para além de ser um desejo de adolescência, foi não ter conseguido viajar e levar a bicicleta. Explico. Durante o ano de 2009 tive de fazer algumas viagens a trabalho. Imaginei que poderia utilizar o comboio (ou trem), levar a bicicleta e depois de chegar ao destino, utilizar a bicicleta nos deslocamentos locais. Não podia estar mais enganado. Primeiro porque nas viagens do Intercidades (ligação de comboio - trem – entre as principais cidades portuguesas) não se pode levar bicicletas. Para o transporte em Autocarro (ônibus) a dificuldade era tão grande que não compensava a chatice e depois, em Maio de 2009, uma viagem que de carro ou outro veículo particular pode-se fazer em no máximo 3 horas, demorei 11 de transportes. Foi a pá de cal sobre a sepultura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diminuí o uso da bicicleta, para o deslocamento ao trabalho, quando passei a trabalhar em Lisboa, mais precisamente na &lt;a href=&quot;http://fabioericsson.blogspot.com/2009/05/estou-de-volta-nao-que-eu-tenha-ido.html&quot;&gt;Calçada de Sant’Ana&lt;/a&gt;. Primeiro foi o receio de deixar a bicicleta na rua, depois foi o clima, que neste último inverno despejou uma quantidade de água bem maior que nos anos anteriores. Além disto, muitas vezes a facilidade e rapidez em ir de moto fazia-se maior do que a consciência ecológica e a necessidade de exercício em conjunto. Mas depois da temporada de chuvadas (chuvas e mais chuva), tenho aumentado a distância percorrida em bicicleta mensalmente. O que estava estabilizado em aproximadamente 100 km/mês nos dois primeiros meses de 2010, já mais que dobrou. Nos últimos três meses tem passado sempre de 200km/mês e a utilizar a bicicleta somente para os deslocamentos até o trabalho e do trabalho para casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevi tudo isto para dizer que ainda estou por aqui e ando de bicicleta. Também para comemorar os dois anos dela, que agora já tem 5966 km percorridos com um custo aproximado de 35€ gastos em dois “kits” de remendos, 1 câmara de ar, um par de pastilha para travões (freios) e 2 cabos para os travões.</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2010/05/2-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-4947626436189891009</guid><pubDate>Wed, 13 May 2009 21:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-16T20:57:37.306+01:00</atom:updated><title>Ainda em Maio ...</title><description>&lt;div&gt;Este post está em edição já há algum tempo. Como não termina e eu fiquei preso à ele, vou posta-lo com está e depois faço as edições. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Era uma vez em Maio ...&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space:pre&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: georgia; &quot;&gt;Todos os passeios têm um começo e este não foi diferente. Poderia ter dito que começamos da porta de casa, mas como na estação de comboios tem um relógio é de lá que indico o começo. E já começamos atrasados. O combinado era estar na casa da Marinha por volta das 7:30h e como podem observar ainda estávamos na estação do comboio e já passara do horário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq8wMvwxlpN1Ies3ueMzBxNkZDTfUG9P5mjwtILxrr_Kw1rCWW0ue_RZQkvHExdoaB76X4e0kP73j44fy9OVKoM9Hdmc-MVHJHZm0hR4mUPXlhcc5HOdHOC6ob_JA64IwV-A43qyOjmAA/s1600-h/DSCF2856.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335430353540723538&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq8wMvwxlpN1Ies3ueMzBxNkZDTfUG9P5mjwtILxrr_Kw1rCWW0ue_RZQkvHExdoaB76X4e0kP73j44fy9OVKoM9Hdmc-MVHJHZm0hR4mUPXlhcc5HOdHOC6ob_JA64IwV-A43qyOjmAA/s400/DSCF2856.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;De comboio era mais 10min e depois mais 1, 2 ou 3 a pedalar até o Arsenal da Marinha, ponto de encontro para o início do passeio &quot;&lt;a href=&quot;http://www.nospedalamos.org/&quot;&gt;Nós pedalamos&lt;/a&gt; - Lisboa/Loures&quot;. A entrada do Arsenal fica bem em frente à praça do Município, tem-se acesso por um túnel para um grande pátio interno. Passamos tantas vezes pela frente e nunca tínhamos notado o tamanho das instalações, talvez por sempre andarmos pela rua do Arsenal e nunca pela av. da Ribeira das Naus por onde pode-se ver melhor todo o complexo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhk5iAdQOXYBKmvcUcYz9fMFNKHlH5AtHFh0nbKcB6485vLmvz2vUiwjUQfWEeLammXA2N0mYsrLDALwmj-y4VQyXEgjhm6O0u5amBVUh0XQAgzKKfsOrvF-LNxFziiiKot4hg6R1VIG5c/s1600-h/DSCF2860.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335430192686852258&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhk5iAdQOXYBKmvcUcYz9fMFNKHlH5AtHFh0nbKcB6485vLmvz2vUiwjUQfWEeLammXA2N0mYsrLDALwmj-y4VQyXEgjhm6O0u5amBVUh0XQAgzKKfsOrvF-LNxFziiiKot4hg6R1VIG5c/s400/DSCF2860.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Depois de passar pelo túnel da entrada, demos no pátio onde já encontravam-se quase todas as pessoas da organização (&lt;a href=&quot;http://www.geota.pt/scid/geotawebpage/&quot;&gt;GEOTA&lt;/a&gt;) e os voluntários. E nós éramos voluntários e deveríamos ter chegado bem antes, como não chegamos a tempo acabamos por não ter a t-shirt da organização (branca) e ficamos com as vermelhas iguais a dos outros participantes. Estávamos todos lá. Bruno e Ana (&lt;a href=&quot;http://www.cenasapedal.com/blog/&quot;&gt;Cenas a Pedal&lt;/a&gt;), Gonças (&lt;a href=&quot;http://mafynbach.blogspot.com/&quot;&gt;MaFynBach&lt;/a&gt;), Enzo (&lt;a href=&quot;http://www.ciclo-via.org/&quot;&gt;Ciclo-Via&lt;/a&gt;), Hernani (&lt;a href=&quot;http://hernanicardoso.com/&quot;&gt;HernaniCardoso&lt;/a&gt;) e o Miguel, além é lógico de mim e da esposa todos representando a Ciclo-Via e da &lt;a href=&quot;http://cicloficina.wordpress.com/&quot;&gt;Cicloficina&lt;/a&gt;. Tudo por conta do Gonças que descobriu o passeio e lançou no fórum da Ciclo-Via o desafio para aderirmos como voluntários. Vou explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4EvqujA63xt7yNh0sRlOUSpJ0x_19zQV9KG2kxrqaF-UAXidQqVhZinQJke1J9hvs7GybV10UZiPRvuFpP_dmzlb1bsSA7Ag1oJCQJyviya10hk31YO-F9EaSskgOHx8dSBQ0XmIEz78/s1600-h/DSCF2861.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335430036948138002&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 229px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4EvqujA63xt7yNh0sRlOUSpJ0x_19zQV9KG2kxrqaF-UAXidQqVhZinQJke1J9hvs7GybV10UZiPRvuFpP_dmzlb1bsSA7Ag1oJCQJyviya10hk31YO-F9EaSskgOHx8dSBQ0XmIEz78/s400/DSCF2861.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Como já devo ter escrito por aqui em algum lugar, sempre que podemos nos reunimos para uma pedalada semanal, normalmente aos domingos (por isso &quot;domingadas&quot;). Como apareceu este passeio, o Gonças sugeriu no fórum da Ciclo-Via que fossemos todos mas com o objectivo de ajudar, não só de pedalar. E como ajudar? Um dos projectos da Ciclo-Via é a Cicloficina de Linda-a-Velha, que tem como inspiração a Cicloficina (Lisboa), então porque não fazermos nós uma Cicloficina móvel no passeio? Ideia aceita por todos. O Gonças então, em contacto com a organização da GEOTA, disponibilizou o serviço. Nem preciso dizer que aceitaram e ainda espantaram-se por nunca terem tido algo no género. Agora vocês podem perceber melhor o motivo pelo qual nós tínhamos que estar tão cedo no local. Éramos nós os responsáveis por eventuais reparações de última hora. E o passeio iria começar as 9:00h.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitTRnIN_gGtx4P0B5o74SnQzjhnyw-3hzFKeWPEq_NONPoTYfPyE-ONSvdt6n57AtgGeUVvvTgsxJTiNrVO2D5RdV1rDXuAxez7-DdRCVWvalGG7aPAm9RZgLkk0eDvrOBgjaXG8jddvU/s1600-h/DSCF2862.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429857895367314&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitTRnIN_gGtx4P0B5o74SnQzjhnyw-3hzFKeWPEq_NONPoTYfPyE-ONSvdt6n57AtgGeUVvvTgsxJTiNrVO2D5RdV1rDXuAxez7-DdRCVWvalGG7aPAm9RZgLkk0eDvrOBgjaXG8jddvU/s400/DSCF2862.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Interessante este conceito, dar apoio antes e durante um passeio que poderia ter até 600 participantes. Com as ferramentas em prontidão, fomos para o espaço reservado para os ciclistas que faziam parte da organização. Como o conceito era totalmente novo, as pessoas que chegavam não sabiam que havia &quot;mecânicos&quot; prontos para encher um pneu, reparar um furo ou mesmo deixar funcional um sistema de mudanças avariado. E tivemos todos estes reparos para fazer antes do início. Enquanto uns trabalhavam e sujavam a mão de graxa, lógico que tínhamos quem estava pronto, ou no caso pronta, para fazer a publicidade. Lá foi a Ana dar entrevista.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiv-kcc58LxiXOaw_uG2Im2ro_6vunsSEMImmxRedHzkmPRNSX3YAZRTCIEgt5pXx3K3fB9h8MoTJdTAyg3trpBxr2Hhme62Pb6_GiIwBBrJ2J6lKbd-XMNwcgHCGaHhQ6IA6huVTTboiQ/s1600-h/DSCF2867.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429684388152514&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiv-kcc58LxiXOaw_uG2Im2ro_6vunsSEMImmxRedHzkmPRNSX3YAZRTCIEgt5pXx3K3fB9h8MoTJdTAyg3trpBxr2Hhme62Pb6_GiIwBBrJ2J6lKbd-XMNwcgHCGaHhQ6IA6huVTTboiQ/s400/DSCF2867.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Ana com a repórter e o Enzo a encher pneus, assistido pelo Bruno que verificava se o serviço estava a ser feito adequadamente. O Bruno e o Miguel são os que mais entendem de mecânica, eu o Gonças e o Enzo enganamos bem o Hernani prefere dar assistência e a Ana e a Kátia ajudavam como podiam. Seguravam uma bicicleta para não cair, dava entrevista e pedalavam, não necessariamente neste ordem. Bom ser voluntário implica em trabalhar sem remuneração, mas no caso até que tivemos o que foi muito bom. Ganhamos as t-shirts e não foi preciso pagar a inscrição. Mas vamos ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJPBqDzMYHpP3FoTBdkOFydr6njL81Z0ACfRZxYIcUmnY4aPjYcvir_hYcte8K1dzM5fUDrBFX4f_uo5olFSBDgpNnmhPhKhh0FH7EZW5LzmNOuwPeGYn04SRqQUpA7c7ur8popxuFj5c/s1600-h/DSCF2868.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429540186334738&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJPBqDzMYHpP3FoTBdkOFydr6njL81Z0ACfRZxYIcUmnY4aPjYcvir_hYcte8K1dzM5fUDrBFX4f_uo5olFSBDgpNnmhPhKhh0FH7EZW5LzmNOuwPeGYn04SRqQUpA7c7ur8popxuFj5c/s400/DSCF2868.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Estava lá o Miguel a arranjar uma mudança traseira que chegou desmanchada. Os participantes a chegar, alguns com pneus vazios, outros com furos e corre para desmontar roda, retirar a câmara-de-ar, passa cola, coloca o remendo, monta o pneu, enche de ar e ... não ficou. Algo, na pressa não foi bem feito, provavelmente a cola não teve tempo para curar e o remendo não aguentou. Mas não tem problema. Desmonta a roda outra vez, tira a câmara-de-ar e coloca outra, que havia sido trazida como back-up. Nosso objectivo era não deixar ninguém para trás. E já estava na hora da partida. Agora, aproximadamente 500 ciclistas teriam que passar pelo túnel de entrada, que no caso era a saída, para ganhar as ruas e iniciar o passeio.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidpVAHC94FxuaudY6Eqb-p6W5IEhab8Lp54NvzkFtjQS_EpogW2a-XgfgeuqrCJoxijZR9VpcCJyD99dMxKgVr9hnVUVKeY_-9TJk4vuRdlEvzTHYdT1ohzPh-C9TROEJ2MQ3Fsp5KS3c/s1600-h/DSCF2870.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429378402270450&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidpVAHC94FxuaudY6Eqb-p6W5IEhab8Lp54NvzkFtjQS_EpogW2a-XgfgeuqrCJoxijZR9VpcCJyD99dMxKgVr9hnVUVKeY_-9TJk4vuRdlEvzTHYdT1ohzPh-C9TROEJ2MQ3Fsp5KS3c/s400/DSCF2870.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Toca lá todo mundo para o funil! Em uma rápida reunião, decidimos quem iria para os dois cruzamentos que estavam sob nossa responsabilidade, quem iria andar no meio do pelotão e quem iria ficar por último junto ao carro vassoura. Como não sei quem foi para aonde, sei que eu, o Miguel, o Bruno e a Katia ficamos para o fim do pelotão. E passa bicicleta que não acaba mais, uns empurram, outros estão a pedalar. Tem grupos de btt, daqueles que competem e tudo. Tem quem foi com bicicleta de estrada mesmo sabendo que pelo caminho encontraríamos piso ruim e terra, ou será que eles não sabiam. Tem quem nunca pedala e aproveitou para estrear a bicicleta. Gente de todos os tipos físico e idades.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihYzdU5a-0eVXmMu5rnQqq_GUjvzYb93eCgDkFAzgNIviwrJf35ob3aInsbOgJXcW1M-6e0Sw4HM218GV9OVC9R1P8GpUxWzA2hxemwReV-rnX8QEjud2BLyL10WBQCqfe474c7iX6_00/s1600-h/DSCF2872.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429239988731074&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihYzdU5a-0eVXmMu5rnQqq_GUjvzYb93eCgDkFAzgNIviwrJf35ob3aInsbOgJXcW1M-6e0Sw4HM218GV9OVC9R1P8GpUxWzA2hxemwReV-rnX8QEjud2BLyL10WBQCqfe474c7iX6_00/s400/DSCF2872.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Um &quot;mar&quot; de t-shirts vermelhas, muitos com capacete, outros com protecção contra chuva, que acabou por não cair e todos com muita vontade de pedalar. Mesmo na entrada do túnel ainda tinha bicicleta que precisava de reparo. O gente! Imagine-se a sair para uma viagem e nem verificar o veículo para saber se tudo está bem. Não pedalaríamos tanto assim, a previsão era de aproximadamente 24km até a chegada em Loures, mas para muitos dos que estavam lá era mais do que atravessar Portugal de carro, ainda mais se atravessarmos de leste a oeste.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFRVjUNXeZ99JbwlOSMY51LM7VhLaqWLEQ5X0ywyqSVlhCZ9oaDdB4sl6lgNrI-OxsN9-bCK-ma_GDS4pSxc5j4Hloq5EKm1QXaaSL5V4n35-W-YtafxClTpAas7BuaZeeBUR8xPozcvY/s1600-h/DSCF2873.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429124997962530&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFRVjUNXeZ99JbwlOSMY51LM7VhLaqWLEQ5X0ywyqSVlhCZ9oaDdB4sl6lgNrI-OxsN9-bCK-ma_GDS4pSxc5j4Hloq5EKm1QXaaSL5V4n35-W-YtafxClTpAas7BuaZeeBUR8xPozcvY/s400/DSCF2873.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Encosta aqui, tira o banco e enche o pneu. Como é? Isso mesmo, o cano do selim era também uma bomba para encher o pneu. Se enche mesmo eu não sei, mas lá ficou ele a tentar. Como o pelotão já estava quase todo na rua, fomos nós atrás. Saída do túnel, demos na rua do Arsenal. Para quem já passou de bicicleta por lá sabe que é muito ruim para pedalar. Tem carris do eléctrico e nenhum alcatrão é tudo paralelepípedo, mas estávamos no fim e não tinha ninguém partido por lá, o que dá para concluir que todos passaram bem. Tomamos a direcção da praça do Comércio, viramos à direita depois da praça e portanto em contra-mão, pois não se pode ainda passar na frente da praça junto ao rio, e entramos na Av. Infante Dom Henrique.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiP5LRygWo6OQXKpIe5wNJq-zn2vi0f52SB5Lq3uv9-CusUPSLVKDBX8eUrUT1gnh2VwI4o_-N9wOAf3HBEC7htjrNb9HQdvnYWXDksc-1WeTn_bEhqJRd5mSrRu5IIjDmAumKULaZcURg/s1600-h/DSCF2874.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335429003527137298&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiP5LRygWo6OQXKpIe5wNJq-zn2vi0f52SB5Lq3uv9-CusUPSLVKDBX8eUrUT1gnh2VwI4o_-N9wOAf3HBEC7htjrNb9HQdvnYWXDksc-1WeTn_bEhqJRd5mSrRu5IIjDmAumKULaZcURg/s400/DSCF2874.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Nem mesmo entramos na Av. e mais um pneu furado. Bolas, tudo bem que éramos mais, ou melhor, aproximadamente 500 ciclistas o que dá mais de 1000 pneus, mas eu já rodei pra lá de 3800km e só tive um furo. Se pensarmos, em menos de 500mts já era o segundo. Paramos para o reparo e como remendar estava fora de questão pela demora da cola em &quot;curar&quot;, saca mais uma câmara-de-ar e toca por a bicicleta para arrumar dentro da carrinha vassoura. Continuamos e nesse ponto já tinha falado para a Katia não parar e seguir o final do pelotão. Ficamos eu o Miguel e o Bruno e não é que pouco mais a frente outro furo. Agora já sob o viaduto da Av. Mouzinho de Albuquerque. Desta vez em uma bicicleta de estrada. Emprestar câmera-de-ar estava fora de questão aí o Bruno sacou do coringa. Remendos rápidos que não precisam de cola. Desmonta tudo, acha o furo, lixa a borracha, saca a protecção do remendo e cola na câmera-de-ar. Monta tudo e torce para dar certo. Pneu de &quot;estradeira&quot; é um saco! Duro para sair e entrar, ainda bem que eu fiquei só no apoio moral.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKjAbQhDYn1-52_yJkuhwfTttWNPB6Md_r8riJme4Fms8c7ilqKE6X6dyhtwPNlzldYq4mPmWqzAOOL00F_PNOV0Ljd9guSkdqigujIYoLCP43tKppuVgCsv_4LQcJHqcp4x1wmuAom0k/s1600-h/DSCF2875.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428875975011570&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKjAbQhDYn1-52_yJkuhwfTttWNPB6Md_r8riJme4Fms8c7ilqKE6X6dyhtwPNlzldYq4mPmWqzAOOL00F_PNOV0Ljd9guSkdqigujIYoLCP43tKppuVgCsv_4LQcJHqcp4x1wmuAom0k/s400/DSCF2875.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;Neste ponto até o carro vassoura passou por nós. Estávamos mesmo para trás. Mas tudo bem, pedalar mais forte. Saímos eu e o Miguel para alcançar o fim do pelotão, os dois com bicicletas de Btt, pneus largos cheios de cravos, suspensão total e dá-lhe pedal. Estávamos próximos de 40km/h quando o Miguel pergunta se tínhamos vento a favor. Pelo que podia ver pelas poucas bandeiras pelas quais passávamos não parecia e um pouco depois do terminal de grãos o vento começou a bater de frente. Eu enconstei na roda do Miguel e deixei ele continuar a puxar, mas mesmo assim senti que não conseguiria manter muito mais aquele ritmo. Não me fiz de rogado e deixer o Miguel tomar a dianteira. Pensaram que eu diria que estava a frente. Que nada, era um passeio e o Miguel está muito melhor condicionado. Chegamos a rotunda que dá acesso à Av. Infante Dom Henrique (estávamos a andar na rua da Cintura do Porto) e junto a um grupo que estava por último. O carro vassoura estava mais a frente e nós não sabíamos se o caminho era pela avenida ou continuava pela rua da cintura. Bom continuamos pela rua. Eu e o Miguel passamos pelo grupo e já nos armazens dirigimos o grupo de volta para a Avenida. Neste ponto eu fiquei por último e segui ao fim do pelotão. Mesmo ao fim. Não estavamos nem na metade do percuso e já tinha ciclista que não aguentava mais pedalar e um dos motivos mais comuns era o desconhecimento básico da ergonomia do exercício. Não que seja preciso conhecimentos científicos para andar de bicicleta, mas um mínimo de noção é necessário. E um dos pontos que mais prejudica a pedalada é a altura do banco. Se deixarmos o banco baixo demais, cansamos rapidamente os musculos da coxa (nem vou procurar o nome do músculo agora) e se o banco estiver alto demais, podemos prejudicar os joelhos. Normalmente quem  não tem costume em andar de bicicleta, tavez por uma questão de segurança, opta por deixar o banco baixo. E o que acaba por acontecer? Nem bem anda alguns quilómetros e as pernas já estão acabadas. Lá está o Bruno a ensinar uma ciclista a achar a melhor posição para a altura do banco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjQJsBCyYslYOtaeyKxDRjCw8CwuP27BiQk_eIYAHc736ZFIxE5UTuly9bFjQ5-bHuM43yxN-w9QoeBssKBgrXZ9SzW7DaTrCLL0jcMcLowgr7EkyuRT4weD7aazguRJSMMIsXuoxVjQA/s1600-h/DSCF2877.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428754719965986&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjQJsBCyYslYOtaeyKxDRjCw8CwuP27BiQk_eIYAHc736ZFIxE5UTuly9bFjQ5-bHuM43yxN-w9QoeBssKBgrXZ9SzW7DaTrCLL0jcMcLowgr7EkyuRT4weD7aazguRJSMMIsXuoxVjQA/s400/DSCF2877.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Neste ponto chegamos ao Parque das Nações e aqui foi um pouco confuso para passar. Não porque estávamos fora da estrada e sem um caminho marcado, neste ponto a organização colocou ciclistas nas mudanças de curso para orientar todos os outros no pelotão inclusive a Ciclo-Via foi responsável por alguns dos pontos de orientação. Mas nesta parte do percurso existem vários cafés abertos e muitos não resistiram a tentação e pararam para comer. Nem preciso dizer que ai vira bagunça, com a ponta do pelotão/passeio lá na frente e com alguns com pressa e o fim na maior tranquilidade a tomar um café e bater papo. Enfim vamos prosseguir que ainda temos uma boa parte do percurso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXR-0R4sR-crVWVtJcPdIkXyW_x5eb7tfQsIZmbZce_j4Q1DGxdwEzSqWE3H4dcKTvUc9hT3jgEGlchP6LbLOpLLpssq7nDHT34oOruRxmDog0HGX582DyinkIvyngNm11mN5WHQlmU1U/s1600-h/DSCF2880.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428606902136466&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXR-0R4sR-crVWVtJcPdIkXyW_x5eb7tfQsIZmbZce_j4Q1DGxdwEzSqWE3H4dcKTvUc9hT3jgEGlchP6LbLOpLLpssq7nDHT34oOruRxmDog0HGX582DyinkIvyngNm11mN5WHQlmU1U/s400/DSCF2880.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Ainda no Parque das Nações, passamos todos por sob a Ponte Vasco da Gama e continuámos em direcção à Foz do rio Trancão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(em constante actualização) ...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvzYsACqKSlnUKQ_sQFeGrDA8I83f1_TWtPHz1Zf3YX7o2jylkL3_naqTVqaE1hmpn0tOYjGlIk2FDQzNvGcAAoXEp-gkSDtSLvHRRm-XCdpFR2LNwSoNzfyAEOedbonHN5-OFZsHeHSY/s1600-h/DSCF2883.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428491223427010&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvzYsACqKSlnUKQ_sQFeGrDA8I83f1_TWtPHz1Zf3YX7o2jylkL3_naqTVqaE1hmpn0tOYjGlIk2FDQzNvGcAAoXEp-gkSDtSLvHRRm-XCdpFR2LNwSoNzfyAEOedbonHN5-OFZsHeHSY/s400/DSCF2883.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjYb2UbCxHjgc97S4vKuD5uBHdHns0zsix6I-yZCRyWaZYdwErWqqTLgrMM6gtX6G9WPyb8bSHUhkV40LCRxSMbwzIxZFeB1nOyaGbGwwCf3YrI5MZs3PU5P0VMfaVDzSZ76an6Lf0c1Q/s1600-h/DSCF2884.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428382786914882&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjYb2UbCxHjgc97S4vKuD5uBHdHns0zsix6I-yZCRyWaZYdwErWqqTLgrMM6gtX6G9WPyb8bSHUhkV40LCRxSMbwzIxZFeB1nOyaGbGwwCf3YrI5MZs3PU5P0VMfaVDzSZ76an6Lf0c1Q/s400/DSCF2884.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8blg-bHv73er-FCxAAmacvwwflWfXdTvt-3dbTMUdG2J2EMUSlrQy9C77DFSJ7buNdxDzqeHtJU3IxG_p_iFCqJsBUO_1xLJoElWRMBwwaJ70dXySAmSKLZeK2g1spj2MgTD33aggggs/s1600-h/DSCF2885.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428240472632674&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8blg-bHv73er-FCxAAmacvwwflWfXdTvt-3dbTMUdG2J2EMUSlrQy9C77DFSJ7buNdxDzqeHtJU3IxG_p_iFCqJsBUO_1xLJoElWRMBwwaJ70dXySAmSKLZeK2g1spj2MgTD33aggggs/s400/DSCF2885.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKaO6o_HS2x4i2ZgcQOmFUd8cewp4Z8HyhgiO4y6OFeWvR2H21x6AUo0buifcqjFDFH6NZTxooa1dIxifaUbYaWh5rh2nTYAvyQIXKoIZRMbC_AYWuQj0EhhbA4QgmwaHnrtAGW8SrJVM/s1600-h/DSCF2888.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428118728387874&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKaO6o_HS2x4i2ZgcQOmFUd8cewp4Z8HyhgiO4y6OFeWvR2H21x6AUo0buifcqjFDFH6NZTxooa1dIxifaUbYaWh5rh2nTYAvyQIXKoIZRMbC_AYWuQj0EhhbA4QgmwaHnrtAGW8SrJVM/s400/DSCF2888.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhuLokvurTGcEKlWTcYsHZUDuuqQNqIl7JLnGzZy4eQ8d1lfj0Sh2ubNR_iBcpFzWXpVTcFx12PinZ2u6Id-tfly4HTyQEDaZ6xwi8BQ70r57cNH8XiA0w59FgCjcPPix-T3aMSoY5UZ4/s1600-h/DSCF2889.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335428009613432274&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhuLokvurTGcEKlWTcYsHZUDuuqQNqIl7JLnGzZy4eQ8d1lfj0Sh2ubNR_iBcpFzWXpVTcFx12PinZ2u6Id-tfly4HTyQEDaZ6xwi8BQ70r57cNH8XiA0w59FgCjcPPix-T3aMSoY5UZ4/s400/DSCF2889.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg69qAcKg8cNu94_fA1QBO-REC0n677Nimav_Ult-o17Bu-4thZ-m3rH025-SmPE8NHGlpwWQQqvDkt5rVijYdnvKPOCbUWkEGTu_aKM7TdbsKv9JKwNPN2oZ2EUeM0QsjI9ykI6HAn_rQ/s1600-h/DSCF2893.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335427791588242242&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg69qAcKg8cNu94_fA1QBO-REC0n677Nimav_Ult-o17Bu-4thZ-m3rH025-SmPE8NHGlpwWQQqvDkt5rVijYdnvKPOCbUWkEGTu_aKM7TdbsKv9JKwNPN2oZ2EUeM0QsjI9ykI6HAn_rQ/s400/DSCF2893.JPG&quot; 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style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikeJhWAIf5UpMlDrXCiBFhQ-ISWvSf9cy1D2BK60Smgn9fxVNDa5vXFyneBlGG7QAVJRvVJLfvpkNWftfLTAbLnF264bV3lQPTI61vCjOR57Oi_rzvhCK9E8FGjdfGEBagucamn-V5eDw/s400/DSCF2920.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbZv8g4yvQctjbzmIXtOCUwy4CslvH0D3-5KMP9plAV4Q1nnIGbpNZa1SNk04newuyiTHjqUi4eAXJ6QMwfjPG6pvgA9pZ7eehyphenhyphen6BynT4aCD_7Mtqf0wJYOViXrTzJ_kmlr-w00RRwdkE/s1600-h/DSCF2921.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335426329414005218&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbZv8g4yvQctjbzmIXtOCUwy4CslvH0D3-5KMP9plAV4Q1nnIGbpNZa1SNk04newuyiTHjqUi4eAXJ6QMwfjPG6pvgA9pZ7eehyphenhyphen6BynT4aCD_7Mtqf0wJYOViXrTzJ_kmlr-w00RRwdkE/s400/DSCF2921.JPG&quot; 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style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhawVesmsVUqt0N9QQCS_0ynakzP5JpS0yM0tjr4oyzfIFoGa21a211lHU8-NGNYK6QFNqgl6PTpHrt2HrW5fPLJhztb-ZH8bMzxF1KUA-aCpkeQudxjSZOV6KsAW3HBno3m1yJ6goTjNI/s400/DSCF2927.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsppaoJgiQtyXiQUw0bB_iuR6FZamwqe9qVMPjaAG2iRtY8-grvDhiaqtN7ItTXlEQbPuS4PreI1MoVz66M44ABUBon5JYHaXC_VFkffJWPLFQOmQQxjlROiwnNkJcIwcORRh6mHvPw-Y/s1600-h/DSCF2931.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5335425964817489458&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 227px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsppaoJgiQtyXiQUw0bB_iuR6FZamwqe9qVMPjaAG2iRtY8-grvDhiaqtN7ItTXlEQbPuS4PreI1MoVz66M44ABUBon5JYHaXC_VFkffJWPLFQOmQQxjlROiwnNkJcIwcORRh6mHvPw-Y/s400/DSCF2931.JPG&quot; 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 &gt;Estou de volta! Não que eu tenha ido à algum lugar. Quer dizer fui a vários não tenho é vindo cá no &quot;blog&quot;. Isto aqui ficou as traças, mas nem tanto. Se notaram no lado esquerdo dos &quot;posts&quot;, logo abaixo do &quot;banner&quot; com o nome do &quot;blog&quot;, tem as mensagens do &quot;twitter&quot;. Pelo menos estas mensagens aparecem aqui e o espaço não tem um ar de abandono.&lt;br /&gt;Está certo que ninguém mais aguentava a reportagem da SIC, que começa sempre que se chega ao &quot;blog&quot;. Entra e lá começa a apresentadora a falar. Nem eu mesmo. Mas agora com este &quot;post&quot; ela não vai mais aparecer, pelo menos assim espero. Também estava com uma certa preguiça mental em escrever por aqui. Algo na linha editorial... sei lá. Dúvidas. Alargava os temas ou mantinha restrito na linha da mobilidade ciclável. Mas como manter na linha da mobilidade se estava a andar tão pouco de bicicleta, principalmente como transporte diário? Tudo culpa da mudança de endereço do trabalho. Não só o endereço mas também da função. Sim mudei de função, não sou mais formador no Centro de Férias do Inatel na praia de Santo Amaro. Agora trabalho na sede da Fundação e sou o coordenador dos formadores nos 38 espaços Net para Todos. Mas sobre isso falo depois. Aos poucos e provavelmente em outro espaço, não este.&lt;br /&gt;Agora estou de volta para falar da mobilidade, afinal este é o tema do &quot;blog&quot; e não vou alargá-lo não. Talvez algumas linhas sobre outros assuntos entre um ou outro parágrafo. Mas por que mesmo estou de volta ? Simples, voltei a pedalar para ir ao trabalho. E não só isso, vou também escrever por cá sobre os passeios que tenho feito em bicicleta e olhem que já tem algumas boas histórias. Estes passeios são quase sempre feitos nas &quot;domingadas&quot;, junto com o pessoal da &lt;a href=&quot;http://www.ciclo-via.org/&quot;&gt;Ciclo-Via&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Por falar em Ciclo-Via, cadê o meu &quot;logo&quot;? Só o Gonças é que tem, quer dizer tinha? Quero o meu também, tenho que colocá-lo no &quot;blog&quot;, fazer publicidade. Ana, Bruno, quero também o &quot;logo&quot; do &lt;a href=&quot;http://planeta.bicicultura.org/&quot;&gt;Planeta Bicicultura&lt;/a&gt; como posso fazer publicidade sem &quot;panfletos&quot;?&lt;br /&gt;De volta aos relatos. Fiz uma sequência de fotos do caminho para o trabalho. Faltou o caminho inicial de casa até a estação de comboios. Pode ser a estação de Cruz Quebrada ou então vou até a estação de Algés. Do comboio desço na estação terminal de Cais do Sodré. Como podem ver pela foto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhppgt89Du7IYHJhXjVgTeJMe79sbNqpPtZ2UGsrBTIVZ9nHFIiUi3Ao95IYcYUHSVgb600jN0mi62VtMyA3XN-XC6MijGdmJvfV1UlNZYAFGx7KiHVwklwHqruheYWK-Ds0cJXAgEG8D0/s1600-h/DSCF2611.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 231px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhppgt89Du7IYHJhXjVgTeJMe79sbNqpPtZ2UGsrBTIVZ9nHFIiUi3Ao95IYcYUHSVgb600jN0mi62VtMyA3XN-XC6MijGdmJvfV1UlNZYAFGx7KiHVwklwHqruheYWK-Ds0cJXAgEG8D0/s400/DSCF2611.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330923847144901842&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Sair da estação é muito tranquilo, mas só depois que o tumulto passou. Imaginem um comboio com sete carruagens, que levam pelo menos 40 pessoas a desembarcarem todas juntas. E é mesmo quase todas juntas, haja aperto, parece que sempre estão todos atrasados. Bom depois do tumulto fica tudo como está na foto acima. Aí é só sair pela passagem disponível para cadeiras de rodas, já que as outras são bem apertadas, e ganhar a rua. Como na foto abaixo, que mostra a rua entre a estação de comboios e o cais dos barcos. Logo a frente a paragem dos auto-carros. Neste horário, pelo menos por aqui, quase não tem movimento de carros. Tem de gente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXByHOUD7LWWgzFBjqXhHm2tmq8TzOS2_1hogv6iNnpY137H27eaw_4lm-_tjqYmXp4pWYFL2Dw9Nr19XeERWD9HAR5yUm-uDV1lHKSmoqtoIYzWGnlkW-ZBJI3qA-pTEK1sgsGEYcxZ4/s1600-h/DSCF2612.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 228px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXByHOUD7LWWgzFBjqXhHm2tmq8TzOS2_1hogv6iNnpY137H27eaw_4lm-_tjqYmXp4pWYFL2Dw9Nr19XeERWD9HAR5yUm-uDV1lHKSmoqtoIYzWGnlkW-ZBJI3qA-pTEK1sgsGEYcxZ4/s400/DSCF2612.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330923749708308210&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Mas logo em frente naquele ponto, a foto que está logo abaixo não mostrou, mas o cruzamento em questão está um caos em determinados horários. Tudo por causa do condicionamento do trânsito em frente ao Terreiro do Paço. Mas para quem usa bicicleta o trânsito flui muito bem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx-oLPA66C1EIUfNK5AUoEe0RmQEuuOh_EoEIJsnJkCDeVq31X48GDA7NDpcFPrg_088ityoWAIabP-2kcjwSV6wT4JCo4oxVquPQ6Q4o8tesOgx1MKRY1P4p1O5LUfAuzmmj3OU0sj58/s1600-h/DSCF2613.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx-oLPA66C1EIUfNK5AUoEe0RmQEuuOh_EoEIJsnJkCDeVq31X48GDA7NDpcFPrg_088ityoWAIabP-2kcjwSV6wT4JCo4oxVquPQ6Q4o8tesOgx1MKRY1P4p1O5LUfAuzmmj3OU0sj58/s400/DSCF2613.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330923637902217602&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Na sequência, não deu para mostrar bem, ou melhor, a fila de carros não estava tão grande. Um detalhe, mudaram a fila de lugar. Antes virava-se à esquerda no semáforo. Agora passa-se sobre o parque de estacionamento. Não sei como estão a fazer para cobrar o estacionamento, pois não existe só a entrada com a cancela. Agora existe uma entrada bem no meio do parque e sempre uma fila de carros a passar por lá. Na sequência não consegui fotografar o parque de estacionamento nem a rua do Arsenal, precisava das minhas duas mãos no guiador para passar entre os carros parados no congestionamento. Fartei-me de rir sozinho. Todos lá parados e eu e mais alguns outros ciclistas a seguir sem problemas. Quer dizer quase sem problemas. Isto porque alguns automobilistas não gostam de dividir a via e aproximam-se o mais possível do passeio. Mas não tem problema, quando não podemos passar entre o passeio e o carro vamos para o meio da faixa e passamos pelo lado esquerdo. Não é este o lado que se deve usar para ultrapassar um veículo mais lento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKcv1t7eJvgXPQujQziIpKJdClfnHc1Qml18_1L5Yt4U2cNvYgZkSzXdwlP6qjaCQTVcMzMizbIl-4LWfbpx04E994EOOixbi1KVD8qYcJiLIifLk9softZ6-B3RAiMDLydGYIaSHjprU/s1600-h/DSCF2614.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKcv1t7eJvgXPQujQziIpKJdClfnHc1Qml18_1L5Yt4U2cNvYgZkSzXdwlP6qjaCQTVcMzMizbIl-4LWfbpx04E994EOOixbi1KVD8qYcJiLIifLk9softZ6-B3RAiMDLydGYIaSHjprU/s400/DSCF2614.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330923496742509682&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Olhem lá, só mesmo o transporte público para passar neste cruzamento. O cruzamento em questão é o outro, com a rua da Prata que no momento não é possível para os carros virarem à esquerda, só aos transportes públicos ou então para as bicicletas que se aventuram por lá. Não vi muitas neste dia. Passaram três por mim, mas no sentido oposto ao meu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgt7FgoOtBYUeJSeSvI42LXOjtM7ATvwICtwTEhpuNF1Fl9iJoBMRwwGsN6hzXW3HGc-ouPTrpW8DlnObPpDAerfFMiRiugTI5PU5_IAV5TqFt-DQQ-Uwf2FnsQ2S8ss6D4ep4unqR6sFk/s1600-h/DSCF2616.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgt7FgoOtBYUeJSeSvI42LXOjtM7ATvwICtwTEhpuNF1Fl9iJoBMRwwGsN6hzXW3HGc-ouPTrpW8DlnObPpDAerfFMiRiugTI5PU5_IAV5TqFt-DQQ-Uwf2FnsQ2S8ss6D4ep4unqR6sFk/s400/DSCF2616.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330923278025864722&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;E como fica fácil de perceber pela foto abaixo, a rua da Prata está tudo muito tranquilo. Se não fosse a carrinha dos CTT passar bem na hora da foto, seria visível apenas um carro logo a frente e dois autocarros, mais nada. Lembra em um dia normal como era passar por aqui nesta hora (8:30h). Muito melhor agora e ainda mais em bicicleta. Se fosse publicidade seria de cartão de crédito. Não tem preço.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyMmwCaqglUXuWkTu8IDM5JJsE656z9DmTHEUvQgvJKJpz-N_Zzc1f8bNzNdOUHl5TcTRUYSZMAlHNwSwQwQoq3_4SnmT6ga_medn8nTdZGvio6JPwgTj_pkgc_2s3bmKmvMFeq_IVeUI/s1600-h/DSCF2617.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 227px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyMmwCaqglUXuWkTu8IDM5JJsE656z9DmTHEUvQgvJKJpz-N_Zzc1f8bNzNdOUHl5TcTRUYSZMAlHNwSwQwQoq3_4SnmT6ga_medn8nTdZGvio6JPwgTj_pkgc_2s3bmKmvMFeq_IVeUI/s400/DSCF2617.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330923154724564194&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Aqui já cheguei até a praça da Figueira. Crianças não façam isto em casa, ou melhor crianças podem fazer (andar sobre o passeio)na cidade. Embora neste horário muitos carros e carrinhas estão sobre o passeio neste lugar (Rua Dom Antão de Almada até o Largo de São Domingos). Assim não me sinto tão mau por passar aqui, além de cortar um bom pedaço de caminho. O normal seria ir até ao lado da praça do Rossio, subir até o teatro e só então começar a subir a calçada do Garcia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6iqn98OpZj6cXnAw_aG-uNGanuu6a7QjUHqVfK2-ffe6VX4z3S7YUmeA2OLg5Z16t99F8k6qaSTcs5YjbIlug2bjEgQ9CQZe1Ezkpz1F0nI5-YTUAAJTA4k6LJrv_MAkQVyPRJQctV6M/s1600-h/DSCF2618.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 231px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6iqn98OpZj6cXnAw_aG-uNGanuu6a7QjUHqVfK2-ffe6VX4z3S7YUmeA2OLg5Z16t99F8k6qaSTcs5YjbIlug2bjEgQ9CQZe1Ezkpz1F0nI5-YTUAAJTA4k6LJrv_MAkQVyPRJQctV6M/s400/DSCF2618.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922976490585362&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;E olha que é subir mesmo. A imagem aqui em baixo não dá toda a dimensão da subida, além de ser só a primeira. Depois de passar pela calçada do Garcia tenho que subir a Calçada de Sant&#39;Ana. Calma que chego lá. Até aqui, no Largo de São Domingos, foi tudo praticamente plano. Na verdade foi plano, mas daqui para frente é só a subir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirdT4emeCer8LH33wwLir_gcuOZONohmv0xZvBotGz5nYMXKEcIECEiDOO47bN_EqMpYaQNyiT3gH0-Qs4jIUTcXN_zV_csresBfdHSwKLmbJ5Qc5r3z2iL7vO9HC2QCM4ZduWTW3NGak/s1600-h/DSCF2619.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 228px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirdT4emeCer8LH33wwLir_gcuOZONohmv0xZvBotGz5nYMXKEcIECEiDOO47bN_EqMpYaQNyiT3gH0-Qs4jIUTcXN_zV_csresBfdHSwKLmbJ5Qc5r3z2iL7vO9HC2QCM4ZduWTW3NGak/s400/DSCF2619.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922833043479058&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Na foto da sequência não consegui mostrar toda a inclinação do terreno, mas convido a quem quiser conhecer este pedaço de Lisboa a fazer um passeio por lá. É meio estranho, este pedaço do Largo de São Domingos e a Calçada do Garcia tem uma concentração enorme de africanos, além de ter a Igreja que mais impressiona em Lisboa, pelo menos a mim. Vale a pena dar uma olhada na Igreja de São Domingos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGcq3ZFJTgLYBet7rnYOaZZ8c_AYU2PHWEzHSWLSrYkvMGhxgYs-dgSFTB145jzVCy2tV-ooR_fW4dE6GG5opiCGB52QOMDAZ43OocwmHwYnEjfgqRWY7O8yc9twoZuUqVVYypKEZ8yA8/s1600-h/DSCF2620.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGcq3ZFJTgLYBet7rnYOaZZ8c_AYU2PHWEzHSWLSrYkvMGhxgYs-dgSFTB145jzVCy2tV-ooR_fW4dE6GG5opiCGB52QOMDAZ43OocwmHwYnEjfgqRWY7O8yc9twoZuUqVVYypKEZ8yA8/s400/DSCF2620.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922715315602898&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Não tenho altímetro na bicicleta, mas pelo google earth tentei uma aproximação e não funcionou. Sei lá o que aconteceu. Normalmente o google earth apresenta a altitude onde está o ponteiro sobre o mapa. No meu caso mostra 84 metros no Largo de São Domingos!! Impossível, ficou maluco. Mas a subida pela Calçada de Sant&#39;Ana tem que ser feita em sentido contrário. Contra o trânsito, então o melhor é subir e levar a bicicleta a mão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNaqIPha35O_38Ny2eiwN_LJqu7vGikvVZmV6trZAAamuC7dQ5YyjFGOFhi3JGY6RTsRM0UuIpJkrDZUAP7ebkJz5oU5L_nvXJVlgwEyMKmQ_-dWAXNOc1nhjj5Y5E_Uvhgqon1zAyJvA/s1600-h/DSCF2621.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNaqIPha35O_38Ny2eiwN_LJqu7vGikvVZmV6trZAAamuC7dQ5YyjFGOFhi3JGY6RTsRM0UuIpJkrDZUAP7ebkJz5oU5L_nvXJVlgwEyMKmQ_-dWAXNOc1nhjj5Y5E_Uvhgqon1zAyJvA/s400/DSCF2621.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922618052273810&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Assim podemos perceber melhor uma das maiores pragas que assolam as cidades, concelhos ou vilas portuguesas. Estacionamento sobre o passeio. E olha que a câmara municipal até faz dos passeios paliteiros para os pilaretes e mesmo assim tomem carro sobre o passeio. Ô praga. E depois eu me sinto culpado por ter andado sobre o passeio de bicicleta. Quando ando sobre o passeio, não fico em um lugar por mais que alguns míseros segundos. Tomo sempre cuidado com os peões dando-lhes a preferência. Mas os automobilistas conseguem usurpar quase todos os lugares disponíveis para circular na cidade, quer seja na estrada, rua ou passeio. E não só para circular, mas também para desfrutar por longas horas, quando não dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgm1TXtE_zk3kRI2GshiMfogM9v5ZgQLONrPsT90obpv3BgKW8gWD19LfLS3rBWiCoLtgSD9ttbnpLQA2-_RGnrXgFWp4Ib0IU4CyMwFB7KUVl9gWi0z_s_c_C8TOzdkOaFv-rzj_DsZw/s1600-h/DSCF2622.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgm1TXtE_zk3kRI2GshiMfogM9v5ZgQLONrPsT90obpv3BgKW8gWD19LfLS3rBWiCoLtgSD9ttbnpLQA2-_RGnrXgFWp4Ib0IU4CyMwFB7KUVl9gWi0z_s_c_C8TOzdkOaFv-rzj_DsZw/s400/DSCF2622.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922470092353666&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Agora vem o meu maior problema neste tipo de deslocamento. Guardar a bicicleta. Simplismente não tenho onde deixá-la, então fica sobre o passeio presa em uma placa. Acabo de falar dos automobilistas e o péssimo costume de estacionar e lá vou eu fazer o mesmo. Agora não tenho desculpa, não estou mais a partilhar o mesmo espaço. Uso-o para o meu proveito. Mas fazer o quê? Onde vou deixar a bicicleta? E olhe que só tive coragem de deixá-la presa na placa depois de conseguir emprestado um alarme para a bicicleta. Isso mesmo, ela fica lá amarrada com cabo de aço e alarme. E isso porque na entrada do prédio tem segurança, para a qual eu pedi que se ouvisse o alarme tocar, avisar-me. Se bem que, observando bem, ocupo um lugar que seria a continuação dos locais de estacionamento dos carros se ali não estivesse uma entrada para um beco. Se repararem um pouco na foto, existe o pilarete e logo depois o rebaixo na calçada para entrar carros. Então o espaço que a bicicleta ocupa não é o espaço onde normalmente os peões tem para passar. Mas enfim, deveria ter um lugar melhor para parar. Como diz o ditado, e não sei se diz certo, quem não tem cão caça com gato. Se vira. Nasceu quadrado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzu-5IXv-NxdiSLkC9MNeWyKQ6lIaY-fdqWkU1frsY18AP3lRzOnkpLE2XNctyuMmewRCrPLdjxGN6D52fQhdwgCO4wkvcL5DAUnYrmLt_n-oYFRd50aavur-8pe3ZVpHU68sVkgJXfgw/s1600-h/DSCF2623.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzu-5IXv-NxdiSLkC9MNeWyKQ6lIaY-fdqWkU1frsY18AP3lRzOnkpLE2XNctyuMmewRCrPLdjxGN6D52fQhdwgCO4wkvcL5DAUnYrmLt_n-oYFRd50aavur-8pe3ZVpHU68sVkgJXfgw/s400/DSCF2623.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922342201357858&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Agora na volta tem a recompensa. É só a descer. Pelo menos até o Largo de São Domingos. Não pensem que dá para chegar ao rio, que aparece ao fundo na foto, com toda a facilidade. Primeiro que não tem nada muito recto neste caminho. Segundo vai ter que enfrentar o trânsito na baixa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilxLlEMFpBYZwG7jus6PkiHcGQru6gpPcCdEcVX6DgQbG366dpug2rEknZ2ndr06WlxU8RFXZ41YUD54WzBuLHGu4MaXD-CUJuE95yPOOW6aUx5FLpKPTUdjHcrfimB__XNnCX4RuRalo/s1600-h/DSCF2624.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilxLlEMFpBYZwG7jus6PkiHcGQru6gpPcCdEcVX6DgQbG366dpug2rEknZ2ndr06WlxU8RFXZ41YUD54WzBuLHGu4MaXD-CUJuE95yPOOW6aUx5FLpKPTUdjHcrfimB__XNnCX4RuRalo/s400/DSCF2624.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922211613352498&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Aqui tudo bem, ao lado da praça do Rossio, ou melhor praça Dom Pedro IV ou seria Dom Pedro I. Bom depende de quem vê, se português ou brasileiro. Mas a estátua que está no centro da praça, segundo alguns, não tem nada de Dom Pedro, seria de algum outro monarca europeu que acabou por cair em desgraça e os portugueses levaram a estátua a preço simbólico. Sei lá se é facto, na verdade aqui estava só preocupado em desfrutar desta tarde e seguir o caminho para a rua do Ouro ou seria rua Aurea? Mais dúvidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdLMGm1xzWq2XEP1PjMwrbJwxZqNAjvWh3wAeDYXW6BZrqbjML9dFaoqDE0Qv_0ea_d20PUWGanKc-1cc1HbDxg6Rc4a2qqqiEfQ2PB78iU6fDi7B9J_XcC0jswYjJrL3R1ELEH3QLxvI/s1600-h/DSCF2626.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 231px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdLMGm1xzWq2XEP1PjMwrbJwxZqNAjvWh3wAeDYXW6BZrqbjML9dFaoqDE0Qv_0ea_d20PUWGanKc-1cc1HbDxg6Rc4a2qqqiEfQ2PB78iU6fDi7B9J_XcC0jswYjJrL3R1ELEH3QLxvI/s400/DSCF2626.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330922045180028690&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;E agora todo o movimento que não tivemos na rua da Prata, encontra-se na rua do Ouro. Se bem que uma das faixas foi transformada em faixa BUS e eu não deixo passar a oportunidade de dividi-las com os autocarros. Pode parecer loucura, mas prefiro andar junto aos autocarros de Lisboa do que junto aos demais carros, táxis inclusos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgayWvoICqvPX9DF2RZ_lKXsjLXA8qYTodbHiTLdQ7uK7rSMyrLk9s7EmlrKgzYh7F6opgwdJYy_QXOJ3s-dQNp0UAMna7mzYzXX0MKpU4K6oOcO9xYJRSj1XNVXk3rdNA2R3VFCJ8gTx8/s1600-h/DSCF2627.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 228px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgayWvoICqvPX9DF2RZ_lKXsjLXA8qYTodbHiTLdQ7uK7rSMyrLk9s7EmlrKgzYh7F6opgwdJYy_QXOJ3s-dQNp0UAMna7mzYzXX0MKpU4K6oOcO9xYJRSj1XNVXk3rdNA2R3VFCJ8gTx8/s400/DSCF2627.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330921941837675474&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Depois ainda tem que passar pela rua do Arsenal e a loucura que lá se instalou. Mas para quem está de bicicleta, mais uma fez faz-se melhor do que de qualquer outro meio de transporte, inclusive motas, ou motos ou sei lá. Muito mais rápido do que qualquer outro já estamos no ponto de partida. Cais do Sodré, só que desta vez nada de comboio. Agora é só voltar pela av. de Brasília e lutar contra o vento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgw29rCAO4182KLUaDxoot2bmuoEaN18tU1sJHD6pf4fylzUMEfYMU92NwSkg4gPJtdE6d5H92bJ8p6StQIoIRK5bbNyz11XnQSXihfXQ1Ee7qFO5reqoJKK7zbPGlos22DaZFgsZoc-Pw/s1600-h/DSCF2628.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgw29rCAO4182KLUaDxoot2bmuoEaN18tU1sJHD6pf4fylzUMEfYMU92NwSkg4gPJtdE6d5H92bJ8p6StQIoIRK5bbNyz11XnQSXihfXQ1Ee7qFO5reqoJKK7zbPGlos22DaZFgsZoc-Pw/s400/DSCF2628.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330921820794408354&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Se repararem bem vejam que a bandeira que aparece na foto está completamente esticada. Não pensem que ela é assim. Isto é obra do vento mesmo, que nesta altura é sempre contra, vai-se entender o que acontece. Mas todo o percurso da av. de Brasília é feito com vento no sentido contrário e olhe que em determinados momentos para passar de 18km/h tem que se fazer força. Nos breves momentos que o vento não é tão sentido, facilmente atinge-se 29km/h. E olhe que a minha bicicleta não é das mais indicadas para velocidade. Tem um pneu largo que não sei para que tanto e dupla suspensão, algo que serve bem para a av. de Brasília e o seu alcatrão perfeito para todo o terreno, mas que não ajuda nem um pouco na transferência da força do eixo pedaleiro para a roda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUqQkbPb9eXB4LaYnH_CT6_-_E5NS9B9dap3zcaIzUgVU6_-9ABbMdqr047MK_NlxmKPkFHqrdX4Y0Whlas9NvQJwvVP9c-CyGVd3SswvVVsQDUsZPAl9kGD-PuoN22mQMoBq3odfnqTo/s1600-h/DSCF2629.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 228px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUqQkbPb9eXB4LaYnH_CT6_-_E5NS9B9dap3zcaIzUgVU6_-9ABbMdqr047MK_NlxmKPkFHqrdX4Y0Whlas9NvQJwvVP9c-CyGVd3SswvVVsQDUsZPAl9kGD-PuoN22mQMoBq3odfnqTo/s400/DSCF2629.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330921705353942338&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Pelo caminho temos a recompensa. O espaço que fica em frente a Torre de Belém convida para um passeio tranquilo, sob as árvores e longe dos carros e camiões da avenida. Se bem que aqui o convidar é aconselhável, pois logo a frente a avenida se bifurca com a entrada do viaduto Sul para a passagem sobre os carris. Para quem está de bicicleta na av. de Brasília, na faixa da direita, fica preso pelas duas faixas que entram no viaduto num ponto em curva e com pouca visibilidade para os veículos que vem por trás. Então o melhor mesmo é ser convidado para andar no jardim em frente a Torre e fugir desta armadilha .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzOdO22DJaLbT9EhhJ1kLF1vSd3m5aIGfbmaW7HROW_TIH9dA4EuIAMV_0mqZCQjrBMqWh90fpp1pe5IRln1C2oHS4LBzTvFZuoDYDuQ0pJl8p7B3KPVEXxsO1vb0bNbSPcZ_iaf-N058/s1600-h/DSCF2631.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzOdO22DJaLbT9EhhJ1kLF1vSd3m5aIGfbmaW7HROW_TIH9dA4EuIAMV_0mqZCQjrBMqWh90fpp1pe5IRln1C2oHS4LBzTvFZuoDYDuQ0pJl8p7B3KPVEXxsO1vb0bNbSPcZ_iaf-N058/s400/DSCF2631.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330921523734698882&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Logo depois da estação de comboios de Algés existe esta maravilha. Duas pistas sem nenhum veículo automotor. São mais de 700mts fechados ao trânsito e que as pessoas podem utilizar para o lazer. Na foto não consegui mostrar ninguém (grande fotógrafo), mas todos os dias muitas pessoas vem até aqui para andar de patins, trazer os filhos pequenos para andar de bicicleta na rua. Como na rua?! Isso mesmo, na rua, na avenida, trazem os filhos pequenos para andar de bicicleta, passear. Isso poderia acontecer em todas as ruas se não fosse um detalhe, insignificante, mas vou deixar para vocês adivinharem qual é.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgc4RZiEf1Fw3NvFVXLeMwoEZDlPhjSigTrwI677B58WKuzukntUklfZjI6urlvOmgLvoqRzHNuziQGivgts3cwGUkzI5Qu2q4V4PCO-O4m2jC6M1lu_OmR5zyHECljc68BbEUggpGkrTw/s1600-h/DSCF2633.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 228px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgc4RZiEf1Fw3NvFVXLeMwoEZDlPhjSigTrwI677B58WKuzukntUklfZjI6urlvOmgLvoqRzHNuziQGivgts3cwGUkzI5Qu2q4V4PCO-O4m2jC6M1lu_OmR5zyHECljc68BbEUggpGkrTw/s400/DSCF2633.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5330921374743280802&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Eu sei, vocês sabem?&lt;/span&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/05/estou-de-volta-nao-que-eu-tenha-ido.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhppgt89Du7IYHJhXjVgTeJMe79sbNqpPtZ2UGsrBTIVZ9nHFIiUi3Ao95IYcYUHSVgb600jN0mi62VtMyA3XN-XC6MijGdmJvfV1UlNZYAFGx7KiHVwklwHqruheYWK-Ds0cJXAgEG8D0/s72-c/DSCF2611.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-6080383328188875951</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-31T16:46:22.732+01:00</atom:updated><title>Com as luzes apagadas</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu falei que ia conferir e fui mesmo! E para minha surpresa ainda encontrei um show no relvado  (gramado) em frente a Torre de Belém. Sair de casa com o vento frio que estava foi complicado. Subir na bicicleta depois de estar no quentinho da sala de estar, quase deu vontade de desistir. Mas eu fui. Não só eu, fomos eu e a minha esposa! Aos poucos ela irá utilizar a bicicleta para tudo, esperem para ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vou mostrar as fotos da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhi04V90SmifeZ2aghaIEs9Sgm3VhZMdjTiczmjl_2cOFZCLSmB6OP1YdKVB_00Bl1iERLXzgk8r3iF8y60ysukbGSSqIZtV8HR6qUZ0J730zXZOpNrNX7GcAoIZ-YlADWdEiNfRZZzY7g/s1600-h/DSCF2366r.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhi04V90SmifeZ2aghaIEs9Sgm3VhZMdjTiczmjl_2cOFZCLSmB6OP1YdKVB_00Bl1iERLXzgk8r3iF8y60ysukbGSSqIZtV8HR6qUZ0J730zXZOpNrNX7GcAoIZ-YlADWdEiNfRZZzY7g/s400/DSCF2366r.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319373004399729554&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei pela última foto da noite com a prova que estivemos realmente lá. O show, cujo cantor não sei o nome, durou aproximadamente o tempo em que as luzes estiveram apagadas (1 hora). Segundo o artista foi o primeiro show que ele fez que tinha uma bateria voadora. Palavras dele. E eu vi várias vezes os técnicos irem até a bateria para fixa-la no local. Não vi voar, mas andar ela devia estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhyJSWnky7Enc6fTu3QvyLo0bLmyjZFUxbd3aPFv2IpQLQVpUpkk5thdyWkuocNe5HchbA5XGZ2_WRC6Z940nmRi662I1flr-Py9dCHg6beuBWkDBrOTSpKkQ4fwiYgKqXme21v2KvXOc/s1600-h/DSCF2359r.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhyJSWnky7Enc6fTu3QvyLo0bLmyjZFUxbd3aPFv2IpQLQVpUpkk5thdyWkuocNe5HchbA5XGZ2_WRC6Z940nmRi662I1flr-Py9dCHg6beuBWkDBrOTSpKkQ4fwiYgKqXme21v2KvXOc/s400/DSCF2359r.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319372354107751570&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E o monumento aos descobridores estava com as luzes apagadas. Além de nós, estava também uma equipe da TVI a espera das luzes voltarem e terminarem o registo que faziam. Assim deduzo pois a câmera estava montada, o carro com a antena estava a postos pronto para mandar as imagens ao ar e a repórter esperava em outro carro abrigada do vento frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não escrevi que ia deixar só as luzes das bicicletas ligadas! Olha lá como ficou a foto. Ali estavam a iluminar no mapa onde marca Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhycb2znlSY301WYZHbfAfKmC51eNx4uotykmBoNimdhp6eDFnRxtt5kftJa1ym3H_B_qijB13KWUbqT76RHaO_I-nf0qQzfZ84UM1hMdinkVr58ubZPYz0B-32ZMFhcKBz3T3DUohkKwg/s1600-h/DSCF2355r.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhycb2znlSY301WYZHbfAfKmC51eNx4uotykmBoNimdhp6eDFnRxtt5kftJa1ym3H_B_qijB13KWUbqT76RHaO_I-nf0qQzfZ84UM1hMdinkVr58ubZPYz0B-32ZMFhcKBz3T3DUohkKwg/s400/DSCF2355r.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319372346109068194&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Agora a vista para o Mosteiro dos Jerónimos. Mais um monumento com as luzes apagadas. Infelizmente nem todos pensaram no planeta como se pode observar pelas luzes acesas no alto da imagem. Lógico que não se deve apagar tudo, mas em muitos outros locais os administradores não tiveram a sensibilidade de apagar as luzes nem por uma hora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9TUkjeQuzpCI-PIj3bCDpG8uoQ-wgYBbrjj9zlWbpgOZtNOrrHmNeoPELl75Ano5N8XyaXiLc5wmK8azyXZeoY2fhVMHmZJycYrDqz799uOZEs6Tdy-fXCZknQWB6TsL-mpe3ijWRHcs/s1600-h/DSCF2357r.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9TUkjeQuzpCI-PIj3bCDpG8uoQ-wgYBbrjj9zlWbpgOZtNOrrHmNeoPELl75Ano5N8XyaXiLc5wmK8azyXZeoY2fhVMHmZJycYrDqz799uOZEs6Tdy-fXCZknQWB6TsL-mpe3ijWRHcs/s400/DSCF2357r.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319372353320006706&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Aqui pode-se ver a silhueta do Centro Cultural de Belém, também sem luzes e na foto logo abaixo, mesmo um pouco tremida (não usei um tripé para tirar as fotos) pode-se ver a ponte com as luzes de segurança acesas. Também nota-se a ausência do Cristo em Almada que estava no escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigBCk-Mbenpm8wCg2vcZp6tbqsoVM37mqtLxH52GG3JIqzbzqg6pbrZmu5TL1q76yBp7EZJSAWGz9MY7GNi3NEz0LfOE1YnNb4Y6KUjOI8Mks21tsflQVYB2rrEAo19DY9Dmpe0U7ZSoE/s1600-h/DSCF2348r.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 227px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigBCk-Mbenpm8wCg2vcZp6tbqsoVM37mqtLxH52GG3JIqzbzqg6pbrZmu5TL1q76yBp7EZJSAWGz9MY7GNi3NEz0LfOE1YnNb4Y6KUjOI8Mks21tsflQVYB2rrEAo19DY9Dmpe0U7ZSoE/s400/DSCF2348r.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319372338160890050&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiyFgw1zQP6nZWizApVuhEzBrCgKM57c9-Mjyw1wRK7sljGmKm2zcwvLxicYpAoUzLwkhq7TKycAfDriSxTnNV2ksnTs-K-2VgftDm_TpI1hmvffMVuUx280GAcYXGBjd9j7I-5_-X1TA/s1600-h/DSCF2361r.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiyFgw1zQP6nZWizApVuhEzBrCgKM57c9-Mjyw1wRK7sljGmKm2zcwvLxicYpAoUzLwkhq7TKycAfDriSxTnNV2ksnTs-K-2VgftDm_TpI1hmvffMVuUx280GAcYXGBjd9j7I-5_-X1TA/s400/DSCF2361r.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5319373000626230674&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por fim, ao término da Hora do Planeta as luzes retornaram e aí está a Torre de Belém com a sua iluminação de sempre. Uma hora que passeamos de bicicletas, assistimos a um show e colaboramos com o propósito de diminuir os gastos energéticos no mundo, ou vocês pensam que a energia eléctrica (principalmente na Europa) não contribui para o aquecimento global?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/03/com-as-luzes-apagadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhi04V90SmifeZ2aghaIEs9Sgm3VhZMdjTiczmjl_2cOFZCLSmB6OP1YdKVB_00Bl1iERLXzgk8r3iF8y60ysukbGSSqIZtV8HR6qUZ0J730zXZOpNrNX7GcAoIZ-YlADWdEiNfRZZzY7g/s72-c/DSCF2366r.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-8250159911669320881</guid><pubDate>Sat, 28 Mar 2009 10:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-28T10:55:05.121+00:00</atom:updated><title>Hora do Planeta</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje teremos a 2ª Hora do Planeta e Lisboa está nela! Então às 20:30 h, apague todas as luzes e desligue todos os aparelhos eléctricos que não sejam estritamente necessários e aproveitem para dar uma volta pela cidade. Assim poderemos ver quem realmente pensa no mundo em que vivemos e não só nas suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqbhGmbx_bt6qgmml_lkD7jV9lbkGcwMDmjtqYyPj5EFLk_-ZGCJ1zi0KEpI5E6EFg29OuGhtcyIZTHxp-7ozAtEG2dYlLXr_2J_FwEJbavPa3M5PdKn3hKJifQnWxeaDtgK2muqdeGAk/s1600-h/DSCF0211.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqbhGmbx_bt6qgmml_lkD7jV9lbkGcwMDmjtqYyPj5EFLk_-ZGCJ1zi0KEpI5E6EFg29OuGhtcyIZTHxp-7ozAtEG2dYlLXr_2J_FwEJbavPa3M5PdKn3hKJifQnWxeaDtgK2muqdeGAk/s400/DSCF0211.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5318189076603568722&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vou aproveitar para passar neste monumento que está na foto e conferir se estará apagado! Eu só vou deixar acessas as luzes da bicicleta e você, vai ter coragem de desligar a TV?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/03/hora-do-planeta.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqbhGmbx_bt6qgmml_lkD7jV9lbkGcwMDmjtqYyPj5EFLk_-ZGCJ1zi0KEpI5E6EFg29OuGhtcyIZTHxp-7ozAtEG2dYlLXr_2J_FwEJbavPa3M5PdKn3hKJifQnWxeaDtgK2muqdeGAk/s72-c/DSCF0211.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-1811161717989434123</guid><pubDate>Wed, 18 Feb 2009 22:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-25T00:30:13.986+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><title>Paris 2</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando somos pequenos sempre nos imaginamos em outros lugares, outras cidades. No meu caso não foi diferente e uma das cidades que sempre quis conhecer era Paris. Como já escrevi antes,  eu e minha esposa estivemos em Paris no começo deste ano. Mas os motivos pelos quais gostava de conhecer Paris, mudaram com os anos. Depois de mudar meu estilo de vida, deixar de ser carro dependente e virar um ciclo-activista quis conhecer Paris também por causa das Velib.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibke2jK5pEi7CcR3qOufSnLheWh9XcyhkCyzvN-BWbhg3b0SXKABnQKY4EG8gykg3Z8Lnx_jIxygwPS35ZBJCMVXApv8nYqfXWKi3iUqOTfD1GiylUZNeRBrRWvAsrok2ZfR2BWk3JoKQ/s1600-h/Velib3.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibke2jK5pEi7CcR3qOufSnLheWh9XcyhkCyzvN-BWbhg3b0SXKABnQKY4EG8gykg3Z8Lnx_jIxygwPS35ZBJCMVXApv8nYqfXWKi3iUqOTfD1GiylUZNeRBrRWvAsrok2ZfR2BWk3JoKQ/s400/Velib3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5306499695666301218&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Por uma coincidência muito grande, alguns dias antes da viagem vi um pedaço de programa em algum canal pago exactamente sobre as Velib. Não vi tudo, mas pude saber como foi implantado o sistema. Quem já reparou nos painéis de publicidade que tem a marca JC Decaux? Então, o dono da empresa, em troca da exclusividade dos seus painéis na cidade de Paris foi quem doou e mantém todo o sistema das Velibs na cidade. São mais de 20.000 bicicletas espalhadas em mais de 1.000 pontos totalmente automatizados e simples de usar. Mas deixa eu contar como foi a experiência.&lt;br /&gt;Como chegamos a Paris no dia 31 de dezembro a noite, aproveitamos que os transportes eram gratuitos e fomos para o apartamento onde estaríamos hospedados. Do aeroporto Charles de Gaulle, RER, depois o metro e desembarcamos a menos de 200mts do apartamento.  Ainda não eram 10 horas então deixamos nossa bagagem no apartamento e voltamos para o metro, agora para ir até a Torre Eiffel. Chegamos pouco antes da meia-noite e deu tempo para as fotos, uma delas é aquela que foi colocada aqui no dia 1 de janeiro. Na volta para o apartamento, antes de entrarmos passamos por um dos pontos da Velib ali perto para descobrir como usar o sistema. Nem preciso dizer que num raio de 200 mts do apartamento encontravam-se 3 pontos de Velib.&lt;br /&gt;Bom, todas as intruções estão disponíveis no próprio ponto. Existem três modalidades para o uso das Velib com dois tipos de cartões diferentes. Um dos cartões é impresso com um número de cadastro e o dono deve criar uma senha para a sua utilização, o segundo tipo tem uma espécie de chip que permite a retirada da bicicleta directamente do ponto de ancoragem.  Com o cartão de código numérico é necessário utilizar o painel de comando do ponto, pois é através dele que se escolhe a bicicleta, pelo número do posto de ancoragem, que será utilizada. As modalidades disponíveis para o uso das Velib, que são três, vão do uso por um dia ao custo de 1€, uma semana por 5€ ou anual com custo de 29€. Além destes valores só paga quando utilizar a bicicleta por períodos maiores que 30min. Assim todo o uso com menos de 30min é gratuito, até uma hora custa 1€ e a cada 30min adicionais a tarifa aumenta 2€ para os primeiros 30min após a primeira hora e 4€ para cada 30min adicionais depois de 1h30min, quer dizer se for para usar a bicicleta muito tempo o melhor é trocar sempre senão vai ficar muito caro. O motivo é exactamente forçar a troca de bicicletas, assim aumenta a rotatividade e mais pessoas podem usar o sistema.&lt;br /&gt;Depois de aprender como funcionava e como ficaríamos em Paris por 1o dias deixamos para nos cadastrarmos no sábado. E foi o que fizemos,  no sábado, cedo, paramos em um dos pontos perto do apartamento e nos cadastramos no sistema. Escolhemos o uso por uma semana e o cartão com o código numérico. Para o cadastro é preciso um cartão de crédito, ou no nosso caso o cartão do banco mesmo, pois é necessário uma caução de 150€ . Fizemos o cadastro e recebemos no mesmo painel de controlo do ponto o cartão com o código numérico. De imediato retiramos ali uma bicicleta para cada um e nos colocamos a andar.&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHYg_aOIhagITSIrZXRdqMDN64bWupeoE3YfATvMh7wFHCVc7Bp4BIgrfuIza9-Ssj75x123dQAvvh2VlyHG_KJsN0l-L-ZricP_ixAp72ZgWz3NnkdoubreTaC4DVrejljYpSgUB401k/s1600-h/Velib1.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 248px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHYg_aOIhagITSIrZXRdqMDN64bWupeoE3YfATvMh7wFHCVc7Bp4BIgrfuIza9-Ssj75x123dQAvvh2VlyHG_KJsN0l-L-ZricP_ixAp72ZgWz3NnkdoubreTaC4DVrejljYpSgUB401k/s400/Velib1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5306519663635209570&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom sabíamos como retirar a bicicleta, mas não tínhamos ideia de como devolver. Então controlei o tempo para não ultrapassar os 30min e quando estava com mais ou menos 20min procuramos um ponto para ancorar as bicicletas. Ancorar é muito simples, é só encontrar um posto vazio e encaixar a trava e esperar a luz verde. Simples, mas na hora ainda não tínhamos noção se bastava só isso, por sorte no mesmo ponto três pessoas estavam a retirar Velibs também e confirmaram para nós que bastava colocar a bicicleta e esperar a luz verde. Bom aprendida a lição vamos pegar outra Velib. Aí descobrimos que não podemos pegar uma bicicleta no mesmo ponto que acabamos de deixa-la. Nada grave, nem 200mts do ponto encontramos outro e levantamos a Velib lá. E assim foi, por uma semana agora tínhamos o direito de andar de bicicleta o quanto quizessemos sem pagar nada mais, bastava não passar de 30min com cada uma delas. E foi o que fizemos, andamos com frio, neve e gelo. De dia ou de noite e por quase todas as partes dentro dos Boulevard Períphérique. Depois eu conto mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/02/paris-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibke2jK5pEi7CcR3qOufSnLheWh9XcyhkCyzvN-BWbhg3b0SXKABnQKY4EG8gykg3Z8Lnx_jIxygwPS35ZBJCMVXApv8nYqfXWKi3iUqOTfD1GiylUZNeRBrRWvAsrok2ZfR2BWk3JoKQ/s72-c/Velib3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-3165294515912557291</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2009 20:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-10T20:48:50.089+00:00</atom:updated><title>Ainda em Dezembro...</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Olha lá, olha lá. Não disse que se achasse a reportagem realizada pela SIC na Massa Crítica de Dezembro eu colocava ela aqui, pois então agora assistam ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width=&quot;540&quot; height=&quot;450&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://sic.aeiou.pt/online/flash/consola_video1.swf?urlvideo=http://videos.sic.pt/CONTEUDOS/sicweb/bicicleta_301200919404_web.flv&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://sic.aeiou.pt/online/flash/consola_video1.swf?urlvideo=http://videos.sic.pt/CONTEUDOS/sicweb/bicicleta_301200919404_web.flv&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;540&quot; height=&quot;450&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/02/ainda-em-dezembro.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-4224909879067616687</guid><pubDate>Fri, 23 Jan 2009 14:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-23T22:14:56.254+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><title>Paris 1</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como escrevi no &quot;post&quot; anterior, estivemos em Paris neste começo de ano. Digo estivemos pois fui com a minha esposa. Não conhecia Paris e digo para quem não conhece que a  cidade é muito bonita. Tem pessoas que gostam de usar muitos adjectivos mas este não é o meu caso, então vai só o bonita mesmo. A arquitectura  de seus prédios é peculiar, são em sua maioria baixos. Os parques, ruas, avenidas e principalmente os &quot;boulevard&quot; são convites para o passeio. E convite para passear a pé ou de bicicleta. Por todos os lugares que andamos, e olha que andamos bastante por lá, sempre encontrávamos pessoas a andar. Os passeios (calçadas), em boa parte pelo menos, são asfaltados (alcatroados), então para andar, seja a pé, em patins, skate ou bicicleta é como se estivéssemos na melhor das estradas. Não encontramos carros sobre os passeios (praga que infesta a região de Lisboa) o que é uma grande ajuda no caso de algumas ruas com passeios estreitos. Existe uma estrutura viária que contempla os peões e as bicicletas e podemos andar em todas as ruas e avenidas com as bicicletas, pelo menos nas zonas que andamos que era dentro dos &quot;boulevard périphérique&quot; . Não existe, como aqui em Lisboa, &quot;auto-estradas&quot; dentro da cidade. Um aparte, para quem não sabe, nas auto-estradas portuguesas a bicicleta é proibida de andar (pelo Código de Estrada Português) diferente do que ocorre por exemplo no Brasil, onde as bicicletas são proibidas pelas concessionárias do serviço na auto-estrada e não pelo Código de Trânsito Brasileiro, vejam alguns relatos &lt;a href=&quot;http://www.ciclobr.com.br/diasemcarro/noticias57.asp&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;E mais, em Paris, na partilha do espaço, a bicicleta normalmente compartilha o espaço dos autocarros (ônibus) na via exclusiva destes, algo que é impensável no Brasil e perfeitamente viável cá por Lisboa. Viável mas não aplicado, infelizmente pela total falta de interesse e conhecimento de quem faz as leis. Espero que logo seja revisto este artigo no Código, para já em muitas situações simplesmente ignoramos e seguimos pela faixa Bus que é por vezes muito mais seguro que as outras faixas da estrada (rua ou avenida).&lt;br /&gt;Mas vamos voltar a Paris. Achei! (em mais de 850 fotos tiradas nos 10 dias que fiquei lá não tinha uma  só da faixa Bus compartilhada com as bicicletas) A foto que segue é parte de uma outra foto, a qual recortei e consegue-se ver a faixa Bus e os símbolos das bicicletas (ciclofaixas) principalmente na via esquerda. Se repararem na via da direita, existem dois ciclistas (ou duas) que estão a andar na faixa BUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjL4IAYa_p0UKaUhjLXnxzi94WesrXlkYetbJgLFa5qsExm1PwGvq10puP4UNkIz_YPLbFw_VM6d3NXpBj3BD4EGjec8GsQHzRqG4QaAzns6muiFY86UEXISl0BmuKLW2111LjTyC25IqY/s1600-h/Faixa+Bus.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 204px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjL4IAYa_p0UKaUhjLXnxzi94WesrXlkYetbJgLFa5qsExm1PwGvq10puP4UNkIz_YPLbFw_VM6d3NXpBj3BD4EGjec8GsQHzRqG4QaAzns6muiFY86UEXISl0BmuKLW2111LjTyC25IqY/s400/Faixa+Bus.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5294559235105306674&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;E era assim em quase todos os lugares. As bicicletas também, por vezes, compartilhavam o espaço do passeio (calçada) com os peões (pedestres), mas isso eu mostro em outro &quot;post&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/01/paris-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjL4IAYa_p0UKaUhjLXnxzi94WesrXlkYetbJgLFa5qsExm1PwGvq10puP4UNkIz_YPLbFw_VM6d3NXpBj3BD4EGjec8GsQHzRqG4QaAzns6muiFY86UEXISl0BmuKLW2111LjTyC25IqY/s72-c/Faixa+Bus.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-5809414771905651726</guid><pubDate>Sat, 17 Jan 2009 21:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-17T21:35:40.200+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><title>Por dias melhores</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como vocês podem ver pela foto que deixei no último “post”, estive 10 dias em Paris com direito a neve e tudo mais e o melhor, conhecer a cidade sobre bicicleta. Mas isso vou contar depois, com calma, agora estou de volta ao trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ensaio este “post” desde que cheguei e ainda não sei se está como queria. Mas preciso escrever sobre os acontecimentos recentes. Como que algo tão longe e com alguém que nunca conheci, pôde me afetar assim. Para quem não sabe sobre o que escrevo, vou contar. Em 14 de janeiro por volta das 18:00 horas (no Brasil 16:00h), recebi uma mensagem, pelo google talk, do meu primo (jornalista) que mora e trabalha em São Paulo. Ele dizia que uma ciclista havia morrido na Av. Paulista naquela tarde e se eu sabia de algo. Não sabia e pedi o link para a notícia, o que ele prontamente repassou. Lida a notícia veio a indignação, procurei nos “blogs” brasileiros e nada de comentários. A ciclista em questão era ativista no movimento paulista da bicicletada (a massa crítica de lá) e utilizava a bicicleta em todos os seus deslocamentos diários. Isso mesmo, pedalava no trânsito da cidade de São Paulo, diariamente, como muitos que lá vivem. Foi morta por um ônibus (autocarro) que não respeitou o código de Trânsito Brasileiro que obriga os veículos a passarem a pelo menos 1,5mts de distância lateral de uma bicicleta quando a ultrapassam. Segundo uma testemunha, o ônibus tocou na bicicleta o que derrubou a ciclista sob o coletivo. Já no dia 15 muitos “blogs” escreviam sobre a Marcia e vou colocar aqui para quem queira saber mais (ou melhor) sobre o acontecido o “post” do Apocalipse Motorizado que está com os vários “links” para a maioria das notícias e postagens a respeito deste fatídico acontecimento &lt;a href=&quot;http://apocalipsemotorizado.net/2009/01/15/marcia/&quot;&gt;http://apocalipsemotorizado.net/2009/01/15/marcia/&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por enquanto, sem mais nada a dizer...&lt;/p&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/01/por-dias-melhores.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-3512692356818969090</guid><pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-01T00:38:30.377+00:00</atom:updated><title>2009</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEid_dgCDRn69H2u4vUQFaKNSlnGEKVLy1A82XX_hC3zYmSBrWjDfsA5In7VoVOUTAph1Bvesr_HYjzpriQSf-ime3FpYa8Crj4_7oIrodUx2AiVQBe54XFCGZFXVFRPanIwHJd8IfSu55U/s1600-h/Bonne+Ann%C3%A9e.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEid_dgCDRn69H2u4vUQFaKNSlnGEKVLy1A82XX_hC3zYmSBrWjDfsA5In7VoVOUTAph1Bvesr_HYjzpriQSf-ime3FpYa8Crj4_7oIrodUx2AiVQBe54XFCGZFXVFRPanIwHJd8IfSu55U/s400/Bonne+Ann%C3%A9e.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5286118194801838882&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2009/01/2009.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEid_dgCDRn69H2u4vUQFaKNSlnGEKVLy1A82XX_hC3zYmSBrWjDfsA5In7VoVOUTAph1Bvesr_HYjzpriQSf-ime3FpYa8Crj4_7oIrodUx2AiVQBe54XFCGZFXVFRPanIwHJd8IfSu55U/s72-c/Bonne+Ann%C3%A9e.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-1528288414960304208</guid><pubDate>Sun, 28 Dec 2008 15:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-29T17:20:16.394+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><title>MCD - Eu fui!</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ok seu policia, qual foi o problema? A cena foi um tanto surreal, o policia com meio corpo para fora da viatura a perguntar para onde que iríamos. Já sei! Ele estava preocupado com a nossa segurança no trânsito. Não? Ele falou que recebeu um chamado porque haviam bicicletas na via pública e foi verificar? Será que foi&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;o deputado Victor Gonçalves quem ligou, aquele que disse que nunca viu ciclistas em Lisboa (&lt;a href=&quot;http://pedalofilo.wordpress.com/2008/11/19/bicicletas-partilhadas-de-lisboa-chumbadas/&quot;&gt;Bicicletas Partilhadas de Lisboa Chumbadas)&lt;/a&gt; . Espera aí, a história não começa assim, vamos ao princípio...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Última sexta-feira do mês, dia de Massa Crítica e como escrevi antes, desta vez eu fui participar e mais, levei mais um participante. Ou melhor uma participante, minha esposa que voltou do Brasil no final de Outubro e que ganhou de presente quando chegou uma bicicleta (lógico que com segundas intenções). Depois de trabalhar dia 24 e dia 25 eu não trabalharia dia&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;26. O dia parecia mais um feriado com boa parte do comércio fechada e eu não acreditei que a Loja do Cidadão estivesse aberta. Como haviam telefonado para eu levantar o passaporte no dia 26 e vou viajar dia 31 aproveitei que ia até Lisboa participar da Massa Crítica, que parte sempre da praça Marquês de Pombal, para passar na Loja do Cidadão. Eu e minha esposa saímos de casa por volta das 15:30h, já que de casa até a Loja do Cidadão são, aproximadamente, 13km. Como alguém que ia comigo ainda tem um certo receio de usar a estrada (ruas e avenidas), andamos algumas vezes sobre o passeio (calçada) o que torna o deslocamento muito mais lento e calculei que demoraríamos por volta de uma hora para chegar lá. Acabamos por demorar mais, pois depois do Cais de Sodré, ela não quis andar na av. da Ribeira das Naus e muito menos na rua do Arsenal, então lá fomos nós sobre o passeio, que é estreito e mal cabe duas pessoas lado a lado, a levar as bicicletas a mão. Subimos a Rua Augusta até o Rossio, passamos pelo teatro Nacional, atravessamos a rua na passadeira (faixa de pedestre) e chegamos na Loja do Cidadão em frente a praça dos Restauradores. Quero saber que outro veículo permite que quem esteja a usa-lo possa passar a peão (pedestre) e leva-lo a mão? Vai fazer isso com um carro ou pior, com um “SUV”, quero só ver.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bom cheguei, entrei e saí da Loja do Cidadão com o meu passaporte. Viva! Estava pronto como disseram. Parabéns aos serviços públicos que normalmente não recebem nenhum tipo de elogio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw6O4SQPpqx8t4GTyUOgB7eyorHq5dEQei20vVd3FCNTtwzJZPxTaFGm8_SOwiNkwcRkyV-CDa2g3qG_AQmuQWF914NuMtbWIE8MIfAGRnHVuYsuV_fMOqvfH-n9ZoqrjaPHBNgIPAdqo/s1600-h/MCD00.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 216px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw6O4SQPpqx8t4GTyUOgB7eyorHq5dEQei20vVd3FCNTtwzJZPxTaFGm8_SOwiNkwcRkyV-CDa2g3qG_AQmuQWF914NuMtbWIE8MIfAGRnHVuYsuV_fMOqvfH-n9ZoqrjaPHBNgIPAdqo/s400/MCD00.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284867291284986242&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como podem ver pela foto acima, a av. da Liberdade já estava um caos de carros. E lá fomos nós sobre o passeio e com as bicicletas a mão. Terminamos a subida, atravessamos a rua Joaquim António de Aguiar e chegamos no início do Parque Eduardo VII, onde é a concentração das pessoas que irão participar. Logo à chegada uma cena chama a minha atenção. Um “jeep” que está parado com duas rodas sobre o passeio desce duas bicicletas e uma grande câmera de vídeo. Logo vi que era a reportagem de algum programa de TV. Bom chegamos, paramos as bicicletas e logo depois chegou a repórter e o cinegrafista para fazerem uma reportagem sobre a Massa Crítica (SIC). É, estava lá a imprensa outra vez. (na foto abaixo a repórter e o cinegrafista bem no centro da imagem)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiuWCln4wQn0ZCiPAOULGD6cgsJuBRFWZE8TI9WbMVyXi18OAKdH82bUnsYpJ5BWaPVoYN7QKAnwg0pMYSKvdPMiHJl7cFzWlpXnyJzpT4qQQNWu6N69xNza8ANMWR4RnS48E6u0KNAsE8/s1600-h/MCD01.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 223px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiuWCln4wQn0ZCiPAOULGD6cgsJuBRFWZE8TI9WbMVyXi18OAKdH82bUnsYpJ5BWaPVoYN7QKAnwg0pMYSKvdPMiHJl7cFzWlpXnyJzpT4qQQNWu6N69xNza8ANMWR4RnS48E6u0KNAsE8/s400/MCD01.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284869352252929522&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foge da câmera daqui, foge da câmera de lá e não é que somos entrevistados. Não teve jeito, minha esposa que não é tão rápida em fugir de repórteres como eu (ela bem que gosta de um reflector) foi chamada para ser entrevistada. Eu como estava ao lado e era o “culpado” por ela estar lá não escapei de responder algumas perguntas. Vamos esperar para ver quando vai ao ar e assistir para saber se não manipularam o que falei. Depois, se achar o vídeo, coloco-o aqui.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Descobri que a repórter e o cinegrafista iriam acompanhar-nos por um bom tempo, inclusive que o cinegrafista era um doido, pois com uma câmera que deve pesar algo em torno de 7 a 8 quilos nos ombros, uma só mão no guiador e uma relação de marchas nada amigável, lá foi ele para cima e para baixo entre os participantes a fazer várias tomadas de cena e a gravar mais entrevistas sobre as bicicletas (sobre mesmo, enquanto pedalava a repórter entrevistava). Começamos o percurso com a tradicional volta ao Marquês, neste ponto contei 34 ciclistas, incluindo uma miúda que participou até ao fim junto da mãe (foto abaixo) e esqueci de contar a mim mesmo. Viu porque levei a esposa a participar também. Para quem tem receio de andar no trânsito ou para quem ainda é muito pequeno, nada melhor que começar em grupos. Inclusive se repararem na foto da miúda e não ligarem para o ligeiro defeito no foco, poderão ver o sorriso de satisfação no rosto dela.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAS8SvsPFjvgWhIh1KCOvReD11s0-3N1NCeFhb5RyVMh67dBrgZ1-RBgV2bEf1FprAh4TuGtUj7HtPndiWj4i3L0jv-q2O47T_948JODNW27gDCJnbBs_UlPL-CmCc8NckffJRk0IzUr0/s1600-h/MCD03.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAS8SvsPFjvgWhIh1KCOvReD11s0-3N1NCeFhb5RyVMh67dBrgZ1-RBgV2bEf1FprAh4TuGtUj7HtPndiWj4i3L0jv-q2O47T_948JODNW27gDCJnbBs_UlPL-CmCc8NckffJRk0IzUr0/s400/MCD03.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284870489799532930&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas vamos ao trajecto, descemos pela av. da Liberdade, rua Áurea , viramos a esquerda na rua de São Julião(?), subimos pela rua da Prata até a praça da Figueira. Fizemos uma parada, algumas fotos e decidiram onde andaríamos. Até um pouco antes a repórter e o cinegrafista nos acompanharam, quando paramos na praça da Figueira já não os via mais. Decidido o caminho seguimos até a praça Martim Moniz, e aí eu vi um pai e a filha que acredito tenham juntado-se ao grupo ele a correr e a filha na bicicleta. Tomamos a rua da Palma, av. Almirante Reis, passamos pela Alameda e seguimos até a praça Francisco Sá Carneiro no Areeiro e aí que aconteceu o que escrevi antes. Estávamos em plena rotunda do Areeiro quando ouço a sirene da viatura. Pensei comigo, será que alguém avançou o sinal? Como eu estava bem ao meio do grupo e a mudar de faixa vi que não. Preparávamos para dar umas voltas na praça quando a viatura aproximou-se de um dos ciclistas do grupo e fez a pergunta “Qual o destino de vocês?”. Bom ele estava preocupado com a nossa segurança, que óptimo um policia tão prestativo. Não! Foi porque chamaram, pois haviam muitas bicicletas na via. Só pode ser alguém que não conhece o código de Estrada Português. Está lá, a bicicleta é um veículo e como tal deve andar na estrada. Paramos todos com o policia a dizer que estava ali porque fora chamado e para verificar se todos tinham os equipamentos de segurança. Quem bom, o policia realmente estava preocupado connosco. “Todos tem luzes?” Sim luzes e reflectores, até mesmo as miúdas com as suas bicicletas mais pequenas estavam equipadas. “E o colete, onde está o colete?” Colete? Mais para quê? Que eu saiba o colete é obrigatório para quem tem o seu veículo imobilizado na via e não era o nosso caso. Bom estávamos imobilizados, mas pelo seu policia e não por pane mecânica ou acidente. Depois que a malta (grupo, rapaziada) toda disse para o seu policia que colete não era obrigatório eles se deram por satisfeitos e foram embora, não sem antes avançar o sinal fechado.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bom demos as nossas voltas na rotunda e paramos em um local calçado na rotunda. Neste espaço que paramos, onde não caberiam dois carros, estacionamos 25 bicicletas e um triciclo e estávamos em 27 pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ficam ai as fotos como testemunho.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGJG1ziD6-InDzao3YfyV2_ujmr3CIEOqagLbS_pkjsJ4MiPqiGoapX0vILQ5IrnxJ1d3CWYCEOGLJgRUVh2H4mrKF_SmuCwlnoMIsPJfkDD5fVqPBrcw5G_X46FgWHtw_4BRCEXsguh0/s1600-h/MCD04.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 217px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGJG1ziD6-InDzao3YfyV2_ujmr3CIEOqagLbS_pkjsJ4MiPqiGoapX0vILQ5IrnxJ1d3CWYCEOGLJgRUVh2H4mrKF_SmuCwlnoMIsPJfkDD5fVqPBrcw5G_X46FgWHtw_4BRCEXsguh0/s400/MCD04.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284871106435649090&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiT43AMaUn47EgJ-ReH6vgLM02SjSZ3iFdZazFJzkeCXNgQUIqNI-2NiVDf-UiZ5-6X92emx4D1fu0qKC2GbXOhBMm_isG_FsniUA0lbGvlNR_ldmY12CTMb9q_jz4pWbDr-X3Cqcv3WrE/s1600-h/MDC05.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiT43AMaUn47EgJ-ReH6vgLM02SjSZ3iFdZazFJzkeCXNgQUIqNI-2NiVDf-UiZ5-6X92emx4D1fu0qKC2GbXOhBMm_isG_FsniUA0lbGvlNR_ldmY12CTMb9q_jz4pWbDr-X3Cqcv3WrE/s400/MDC05.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284871795626552034&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWsWdMqQCY0l4atnuotFtn0BK67iUm7u8D42PvrJLaZM0x3ZpUwZ338Erk_E1KoaJ1-wYlCpwcfSXTZHgQF8NoVdduYHBw5yk3BVl8tPc6LjFyEbrkv6uOpByVaF1rTdAWc4MU2pTtdaE/s1600-h/MCD.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWsWdMqQCY0l4atnuotFtn0BK67iUm7u8D42PvrJLaZM0x3ZpUwZ338Erk_E1KoaJ1-wYlCpwcfSXTZHgQF8NoVdduYHBw5yk3BVl8tPc6LjFyEbrkv6uOpByVaF1rTdAWc4MU2pTtdaE/s400/MCD.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284872300380468962&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Mais uma coisa, foi muito bom ter participado, valeu a pena, quem não foi perdeu e quem foi volte para a próxima, que por sinal será na última sexta-feira de Janeiro com encontro marcada na praça Marquês de Pombal às 18:00h. Até lá…&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quem sabe na próxima eu vá assim como no vídeo abaixo. Será que o seu policia vai perguntar do colete?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;400&quot; height=&quot;302&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=711624&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=711624&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;302&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/711624&quot;&gt;SMIDSY&lt;/a&gt; from &lt;a href=&quot;http://vimeo.com/user375333&quot;&gt;Quickrelease.tv&lt;/a&gt; on &lt;a href=&quot;http://vimeo.com/&quot;&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/12/mcd-eu-fui.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw6O4SQPpqx8t4GTyUOgB7eyorHq5dEQei20vVd3FCNTtwzJZPxTaFGm8_SOwiNkwcRkyV-CDa2g3qG_AQmuQWF914NuMtbWIE8MIfAGRnHVuYsuV_fMOqvfH-n9ZoqrjaPHBNgIPAdqo/s72-c/MCD00.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-2105707398923260468</guid><pubDate>Wed, 24 Dec 2008 20:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-24T20:12:57.319+00:00</atom:updated><title>Feliz Natal</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_ekpiCQusiI9RLdJ9GYfWqFSJCYHHT97opNQPQnd_1FCBjjISpHz6bkZxDh2U6-tmbxOjKxKj6blOZ1d_g0VSDV6w_CEPQ5SQlz90UqimBfF4cbPvtIpcJ6qMVSXlbV0VDIL2Gfzk4M4/s1600-h/Boas+Festas.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 249px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_ekpiCQusiI9RLdJ9GYfWqFSJCYHHT97opNQPQnd_1FCBjjISpHz6bkZxDh2U6-tmbxOjKxKj6blOZ1d_g0VSDV6w_CEPQ5SQlz90UqimBfF4cbPvtIpcJ6qMVSXlbV0VDIL2Gfzk4M4/s400/Boas+Festas.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5283452170658605938&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/12/feliz-natal.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_ekpiCQusiI9RLdJ9GYfWqFSJCYHHT97opNQPQnd_1FCBjjISpHz6bkZxDh2U6-tmbxOjKxKj6blOZ1d_g0VSDV6w_CEPQ5SQlz90UqimBfF4cbPvtIpcJ6qMVSXlbV0VDIL2Gfzk4M4/s72-c/Boas+Festas.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-200974074349258213</guid><pubDate>Tue, 23 Dec 2008 19:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-23T21:04:38.363+00:00</atom:updated><title>Massa Crítica de Dezembro</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este mês não tenho motivos para não aparecer na Massa Crítica em Lisboa. As aulas acabaram semana passada e só voltam dia 17 de Janeiro, então sexta-feira não tenho outro compromisso. Quer dizer, até tenho mas é lá por Lisboa mesmo. Vou buscar o meu passaporte e espero que esteja pronto como me disseram. É me disseram, ligaram para o meu telemóvel (celular) e avisaram que o dia previsto para a entrega do passaporte seria o dia 26 e não mais o dia 22 como haviam dito quando estive na Loja do Cidadão para fazê-lo. Neste ponto a burocracia aqui está de parabéns, mas só vou comemorar mesmo depois que tiver com o passaporte em mãos.&lt;br /&gt;Voltando ao assunto da Massa Crítica, depois de muito tempo sem participar vou levar companhia junto, pelo menos seremos dois para juntarmos aos demais que estarão por lá. Em minha última participação, em Julho, fiquei um pouco descontente de como tudo ocorreu. Talvez pelo facto de ter começado bem depois do horário combinado, talvez pelo trajecto que foi um tanto curto, talvez pela forma como terminamos ou talvez por ver que um repórter que apareceu para fazer uma cobertura para um jornal (nem lembro mais qual) ficou a esperar tanto para poder fazer uma foto com mais de 10 pessoas. Isso mesmo, as pessoas chegaram bem depois do horário marcado que é sempre às 18:00h e o repórter estava lá antes de eu chegar (17:50h) e ficou um bom tempo a esperar que mais pessoas chegassem. Mas não serão estes motivos que  me deixarão inactivo. Até mesmo a última participação deu frutos, se não me engano foi lá que a conversar com o Gonças (&lt;a href=&quot;http://mafynbach.blogspot.com/&quot;&gt;Ma Fyn Bach&lt;/a&gt;) nossas indignações com o movimento levaram a germinar a ideia de algo mais. Hoje e com um empenho todo especial do Gonças e do Enzo existe o Ciclo-Via. Mas isso vou deixar para contar depois.&lt;br /&gt;O que vou contar agora (ou melhor, mostrar agora) é um vídeo muito interessante que está dublado em português (do Brasil) e conta um pouco do que vivemos nos dias de hoje, principalmente sobre o nosso consumismo (nem tanto meu, mas...). Aproveito a época de Natal, que nada deveria ter de consumismo, para levá-los a reflectir sobre o tema uma vez que quem usa a bicicleta como meio de locomoção e não só como desporto/lazer sabe muito bem que não podemos consumir mais do que podemos produzir. Assistam todo o vídeo e comentem depois aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/lgmTfPzLl4E&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/lgmTfPzLl4E&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem depende do seu próprio esforço para se locomover é básico saber gerir o gasto de  energia. E esta preocupação acaba por ser transferida para o nosso modo de vida com a consciência que tudo que consumimos também usou energia e principalmente materiais que em muitos casos são finitos. Sim finitos, mesmo com a máxima de Lavoisier de que &quot;na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.&quot; Então o gastar, o consumir sem limites acaba por se tornar estranho e os nossos valores ficam mais simples. Só consumo, só compro aquilo de que preciso e nada mais. Nada de acumular, nada de desperdiçar, só uso e só tenho o necessário. Os economistas de hoje em dia não devem gostar nem um pouquinho disto, mas e eu com eles...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/12/massa-crtica-de-dezembro.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-6085340326374996614</guid><pubDate>Sun, 14 Dec 2008 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-14T13:12:41.344+00:00</atom:updated><title>Inverno</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Desde o solstício de verão que os dias estão a ficar mais curtos. Não é nenhuma novidade, sempre ocorre desta forma, mas é a primeira vez que observo este fenómeno com a sua intensidade normal. Explico. Quando cheguei em fins de Setembro de 2007, entrávamos no Outono cá em Portugal. Até aí nada de diferente, o que não foi comum é que tanto o Outono quanto o inverno do ano passado foram atípicos aqui deste lado do mundo (hemisfério norte).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;A todos que perguntávamos, respondiam sempre que o inverno era muito chuvoso, cinzento e triste. Nós (eu e minha esposa) não encontramos o Outono/inverno assim. Encontramos sim dias quentes, secos e que aproveitamos para ir conhecer as praias de Cascais. Quando mudou o horário, para o horário de inverno, sentimos um pouco o encurtamento do dia. Uma hora a menos de sol no fim do dia faz muita diferença, mas mesmo assim poucos foram os dias cinzentos e chuvosos. Assim não percebemos como realmente era o inverno em Lisboa e não entendíamos o que as pessoas nos diziam sobre a chuva, o cinza e a tristeza. O frio nós encontramos, mas não era nada muito intenso. Onde morávamos no Brasil tínhamos dias frios como aqui, uma quantidade menor de dias mas tão frio quanto. Este ano não. Parece que o clima está mais para o que sempre foi, do que o clima que encontramos no ano passado. Tem chovido sistematicamente quase todas as semanas e poucos são os dias de sol. Até mesmo o verão de São Martinho, tão aguardado pelos portugueses como uma amenidade no clima, foi chuvoso, cinzento e um pouco triste (embora eu não concorde com a tristeza). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Só que isto não quer dizer que não se pedala. Pelo contrário, continuamos a pedalar, apenas na semana em que fiquei gripado é que pedalei menos (só quando não chovia). Depois da gripe, mesmo nos dias com chuva, continuo a usar a bicicleta como meu transporte principal para o trabalho. Até mesmo alguns passeios fazemos de bicicleta, precisamos é de luzes pois o dia acaba por volta das 5:30h da tarde. Vou deixar aqui alguns registos destes últimos dias, que embora molhados foram muito bem aproveitados.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq-phgcJwnryxGQALk30Qw8pzBw4yyEWAfCvnvN7PVn9kqQ2s3O5ItHfYEqRXbXzEE9BUbqmQsc62Ng8Zfkk396mS2h5RoSHl01RoNOQeitoevnrbmdO3PYVfXxGJ1zeDtbqAK4PjJ53I/s1600-h/DSCF008.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq-phgcJwnryxGQALk30Qw8pzBw4yyEWAfCvnvN7PVn9kqQ2s3O5ItHfYEqRXbXzEE9BUbqmQsc62Ng8Zfkk396mS2h5RoSHl01RoNOQeitoevnrbmdO3PYVfXxGJ1zeDtbqAK4PjJ53I/s400/DSCF008.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5279624956619987538&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Tirei esta foto quando saia do trabalho e voltava para casa. Deve ter sido em um sábado, pois é o dia que saio às 21h e o portão da esplanada do Inatel/Oeiras, que fica na praia de Santo Amaro, ainda está aberto. Então vou por lá e uso o passeio Marítimo até ao ponto da passagem subterrânea pela Marginal. Logo abaixo outra vista da praia de Santo Amaro, agora em um dia de chuva e que utilizei o comboio (trem) para ir e voltar do trabalho. Na semana em que tirei a foto ainda estava gripado, portanto na chuva andava sem a bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgThwu0cbaBbVGEzt8fV6FwAQZEKO6wNJpKzAz54IZj9Sm_PnPiKy6OYVCiPgED3ywGongvclde6-fs3_YBoKFYjGfqivyV2sdW7dVK4F9622eb0eEvHr7WQQiglvQZPQaKUjH-cacNQnc/s1600-h/Santo+Amaro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 253px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgThwu0cbaBbVGEzt8fV6FwAQZEKO6wNJpKzAz54IZj9Sm_PnPiKy6OYVCiPgED3ywGongvclde6-fs3_YBoKFYjGfqivyV2sdW7dVK4F9622eb0eEvHr7WQQiglvQZPQaKUjH-cacNQnc/s400/Santo+Amaro.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5279626767417657698&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Nota-se que estava tudo bem molhado, pois chovia o dia todo. Mas tem que trabalhar e não é porque eu uso a bicicleta que não posso utilizar outro meio de transporte. E aqui tem uma grande diferença entre nós ciclistas diários, dos que usam o carro como meio único de transporte. Se não podemos ou não queremos ir de bicicleta a nós é muito mais fácil utilizar qualquer outro meio de transporte, colectivo ou individual. Já para quem usa carro, uma avaria que o impeça de usar este meio de transporte acaba por se tornar um grande transtorno, muitas vezes com o utilizador não sabendo se deslocar de outra forma.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfVN-bBlg6ada6VQjOtEvnrIZWF01cM11rI3CMAL9JMKdhNm9qIXaCmfCPNW_50xYju6y2_2eIa2LIoaA0cSLogBSVKrg1gLImUVOFkIRo45cQHNhI65bvc-_5c1d1Ic6vTzZEaJIOTY8/s1600-h/Cruz+Quebrada.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfVN-bBlg6ada6VQjOtEvnrIZWF01cM11rI3CMAL9JMKdhNm9qIXaCmfCPNW_50xYju6y2_2eIa2LIoaA0cSLogBSVKrg1gLImUVOFkIRo45cQHNhI65bvc-_5c1d1Ic6vTzZEaJIOTY8/s400/Cruz+Quebrada.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5279628712660860322&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;A foto acima tirei da estação de comboios (trens) de Cruz Quebrada. Foi um domingo pela manhã (8:00h), quando ia para o trabalho. Ainda na semana que fiquei gripado.&lt;br /&gt;Já esta foto abaixo eu tirei no domingo seguinte pela manhã (8:20h) quando chegava ao trabalho na praia de Santo Amaro. Pode-se ver pela imagem que o dia prometia chuva e tenham a certeza que choveu.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8iq1xBwel5O_SrYmG3RMWtFY7Pci1tlYe8-n6iSZMGnCYa5X7FB6CVqOmc9sFNhfUEjCwxo9N0OWf7-MiP0_lDyHhqc2qtYH9l5vtSYJPcPlJ0YRCrvfZwmqW0iZB9awtx8u-c7oG6go/s1600-h/Praia+Santo+Amaro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 198px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8iq1xBwel5O_SrYmG3RMWtFY7Pci1tlYe8-n6iSZMGnCYa5X7FB6CVqOmc9sFNhfUEjCwxo9N0OWf7-MiP0_lDyHhqc2qtYH9l5vtSYJPcPlJ0YRCrvfZwmqW0iZB9awtx8u-c7oG6go/s400/Praia+Santo+Amaro.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5279629642068415154&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Entre estas últimas duas fotos, mais precisamente na quarta-feira, fomos até Lisboa para buscar uma informação na Conservatória de Registos Gerais. Tirei a foto abaixo (e  a última de hoje) quando estávamos a voltar para a baixa. Veja a praça do Marques, a chuva e o que fizeram do Natal em Lisboa. Mas isto já é uma outra história que conto depois. Até mais ...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm1g1Qj6Ty-IXUbP4STxAD3ldyneGB4TJRWU8sGe3vQUvqNMxHycRN3jY689AFpf9Pp-Gs_I-VuCFnlF6C1YtxQmcWQwZeyXc3ZTbkyO2w6A0wF7GO00YsEAbkUm5aE4D5GVMiuG-l2t4/s1600-h/Marques.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm1g1Qj6Ty-IXUbP4STxAD3ldyneGB4TJRWU8sGe3vQUvqNMxHycRN3jY689AFpf9Pp-Gs_I-VuCFnlF6C1YtxQmcWQwZeyXc3ZTbkyO2w6A0wF7GO00YsEAbkUm5aE4D5GVMiuG-l2t4/s400/Marques.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5279631320475818178&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/12/inverno.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq-phgcJwnryxGQALk30Qw8pzBw4yyEWAfCvnvN7PVn9kqQ2s3O5ItHfYEqRXbXzEE9BUbqmQsc62Ng8Zfkk396mS2h5RoSHl01RoNOQeitoevnrbmdO3PYVfXxGJ1zeDtbqAK4PjJ53I/s72-c/DSCF008.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-6904460707812055250</guid><pubDate>Tue, 02 Dec 2008 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-14T14:48:47.474+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bicicultura</category><title>Dezembro</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Já disse, ou se não disse pensei, que completei um ano em terras lusitanas no passado Setembro. Mais propriamente no dia 24 de Setembro e também já disse ou se não disse, vocês sabem … pensei, que desde fins de Maio que estava sozinho por cá. Mas eis que no dia 28 de Outubro minha esposa chegou a Lisboa, depois de mais de 24 horas de viagem, uma escala em Munique, desembarque no Porto e mais uma viagem de autocarro (ônibus) do Porto até Lisboa. Não vou contar aqui sobre o reencontro, isso fica entre nós dois, mas vou dizer que fiz uma surpresa para ela. Comprei um veículo “zero” para presenteá-la quando chegasse. Lógico que existiam intenções ocultas no presente, mas são sempre boas intenções. Não vou fazer o suspense que fiz no &lt;a href=&quot;http://fabioericsson.blogspot.com/2008_06_01_archive.html&quot;&gt;“Comprar um veículo”&lt;/a&gt;  e já vou adiantar o que comprei. Está na foto abaixo, a belezinha prata e preta, com 24 velocidades, e 13kg de peso. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqIteak4nkaUD7Wnf0Z9xCGZn1M8w9SUFq5iseKSGFMpxTe6XTxfWBY4gLF4UtKsadG-P1bWfQKj_Ltrpqpf7fFkiGIzgqq2i5ABN0j6AnkFi-49Jqbxl_zrBPuMcln2wM8sEnWQyugUo/s1600-h/DSCF0049.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqIteak4nkaUD7Wnf0Z9xCGZn1M8w9SUFq5iseKSGFMpxTe6XTxfWBY4gLF4UtKsadG-P1bWfQKj_Ltrpqpf7fFkiGIzgqq2i5ABN0j6AnkFi-49Jqbxl_zrBPuMcln2wM8sEnWQyugUo/s400/DSCF0049.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275346811411332914&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Agora vem o grande desafio, transformar a minha esposa, que já foi atleta campeã nacional, em uma ciclista sem medo de subidas e do trânsito. Não quero dizer com isso que ela não saiba andar de bicicleta, muito pelo contrário, ela sabe e bem. Mas não tem o costume, ou pelo menos não começou. E as subidas e o trânsito, não necessariamente nesta ordem, são os maiores empecilhos para quem começa a usar a bicicleta para os seus deslocamentos diários. Mas aos poucos estamos a desbravar caminhos (que eu já conhecia) e explorar novas rotas como por exemplo, a travessia de barco até o Porto Brandão. No verão eu fiz algumas vezes a travessia até Trafaria e de lá ia para as praias da Costa da Caparica, mas nunca havia parado em Porto Brandão. Até porque não tem muita coisa lá, só uma estrada que liga o porto até o alto do morro. Entenderam bem? Alto do morro…, já volto a isso.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Com minha esposa aqui e agora que ela tem o seu veículo, não carregamos mais o passe mensal, desta forma um dos seus compromissos nos estudos (com um dos orientadores do doutorado) ficou um pouco mais dispendioso. Deixa explicar qual o compromisso. Uma vez por semana ela vai até o Instituto Piaget que fica em Almada (do outro lado do Tejo para quem não sabe), mais especificamente ao lado da estação de comboios (trens) de Pragal. Antes quando comprávamos o passe mensal (que é uma óptima forma de estímulo ao transporte público) minha esposa saia de casa de comboio até o Cais de Sodré. De lá, pelo metro ela chegava na estação Sete Rios e apanhava um outro comboio através da ponte 25 de Abril até Pragal. Na volta fazia o caminho inverso. O único custo adicional era o comboio até Pragal pois em nosso passe mensal não compensava o acréscimo da linha de comboios da Fertagus (Lisboa/Pragal) para o uso que fazíamos (digo isso pois as vezes ia também até lá).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjqfB112TQtRgeF5VOgXJH0H2xFz8KML47kcEL_zuggXG1pqBCrbD-QUhMUgElmW7lGX5wb-FRdAx_Q4NyMHmmuA3Ie4l1SzpylaExBFswpeRG-kVjvuKAM-FKtpfmP5QAktRaRB-zsI8/s1600-h/Pragal.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjqfB112TQtRgeF5VOgXJH0H2xFz8KML47kcEL_zuggXG1pqBCrbD-QUhMUgElmW7lGX5wb-FRdAx_Q4NyMHmmuA3Ie4l1SzpylaExBFswpeRG-kVjvuKAM-FKtpfmP5QAktRaRB-zsI8/s400/Pragal.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275348636489735618&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Este é o caminho com o comboio até Cais do Sodré, metro até Sete Rios e comboio até Pragal (clique na imagem para aumentar)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgatCSKNLvLHJnbyJkWIfK8rKhAMKN7lFRSnr2poUCIiXyUF96y89TTv5gmUhkJjI33_GIkWw2fJB_MKLWPEZ6Bz1aFowvp9XYV01wbJ9NwwvzT3X2Eh_gra6g8UhylK0vyXzRpaL6yjAU/s1600-h/Porto+Brandao.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgatCSKNLvLHJnbyJkWIfK8rKhAMKN7lFRSnr2poUCIiXyUF96y89TTv5gmUhkJjI33_GIkWw2fJB_MKLWPEZ6Bz1aFowvp9XYV01wbJ9NwwvzT3X2Eh_gra6g8UhylK0vyXzRpaL6yjAU/s400/Porto+Brandao.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275348033870007682&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Agora o mesmo destino, só que por um caminho muito mais racional (clique na imagem para aumentar)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt; Já que não mais compramos o passe mensal o custo deste deslocamento aumentou muito, só por curiosidade (de vocês) o bilhete de comboio de Cruz Quebrada até Cais de Sodré fica em 1,30€, o metro mais 0,75€ e o comboio até Pragal mais 1,65€. Gasto total de 3,70€ para cada sentido. Mas temos os nossos veículos então podemos percorrer um outro caminho, muito mais lógico (se olhar no mapa) e mais rápido também. Saímos de casa e andamos 5km até o porto de Belém, atravessamos de barco até Porto Brandão e depois mais uns 7km até o Instituto Piaget. Custo 0,85€ da travessia de barco em cada sentido, um passeio pelo Tejo e uma vista linda do alto do morro (não tem preço… não resisti). É isso mesmo, alto. Para mim foi tranquilo, depois destes meses com a bicicleta as subidas não são mais o desespero do caminho. Lembro quando andava no Brasil só aos finais de semana, de uma subida que tínhamos quase sempre que enfrentar e que era algo que pensávamos como difícil. Hoje se pedalasse por lá acharia muito tranquilo de subir. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Mas vamos voltar ao alto. Minha esposa, que de bicicleta até então tinha feito o caminho de casa até o meu trabalho duas vezes (praticamente plano) e mais uns dois passeios pela beira do Tejo e que no total pouco passava de 40km, aceitou ir para o Piaget. Eu que não conhecia o caminho, busquei pelo Google Earth e planeei (planejei) para não errar nenhuma entrada e aproveitei para ter ideia da subida (mais de 100mts no ponto máximo). Falei para ela que não teria muito problema, já que pelo que via a subida estava distribuída por pelo menos uns 3km. Mas o que eu não imaginei era que o Google pudesse errar tanto. Primeiro porque o que imaginei que seriam 3km não passou muito de 2km e depois porque a subida começava já próximo de 1km. Em síntese, para quem conhece, tem certos pontos da subida que deve chegar a 10% de inclinação. Nós dois numa estrada estreita (que para minha esposa já é um terror) e a pedalar ladeira acima foi algo cómico de assistir. E eu nem podia rir, já que se risse provavelmente não dormiria em minha cama aquela noite (e olha que fazia pouco que ela havia chegado). Sei que logo no começo ela desceu da bicicleta e empurrou toda a subida sem conversar comigo e eu como já a conheço bem nem falei, quietinho até o alto. Do ponto mais alto foi só descer até o Piaget e eu sempre a lembrava que na volta seria quase tudo descida, elogiava a disposição dela na subida e tudo mais. Só que depois na semana seguinte ela foi de comboio, mas o tempo já estava ruim e eu não fui com ela. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Há, esqueci de mencionar que antes ela já havia empurrado, quer dizer, subido o morro atrás de casa até Linda-a-Velha para irmos ao mercado, mas isso é uma outra história que conto depois. Para terminar esta, mostro aqui os conta-quilómetros com as nossas andanças do mês de Novembro. Eu andei pouco, já que estou a sair de uma gripe e o tempo chuvoso e frio destes últimos dias de Novembro iriam fazer muito bem para a gripe e muito mal para mim, então somei só mais 343km. Já minha esposa andou 121km. Vamos pedalar mais agora em Dezembro e contarei aqui. Até… &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOHPJy8GGEHxxQqTzBqzR179Y8oaxvGyS90-jmFtFcyAmS-11CCkGNwePInvs2LKhkoLwbhjx-1Jl8lLYlH0FeKzJhmRbnono3NMY-NISFa0f5eHpnBMVh9uNqemsiYFi2jBjSCt26AlU/s1600-h/Picture0001.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOHPJy8GGEHxxQqTzBqzR179Y8oaxvGyS90-jmFtFcyAmS-11CCkGNwePInvs2LKhkoLwbhjx-1Jl8lLYlH0FeKzJhmRbnono3NMY-NISFa0f5eHpnBMVh9uNqemsiYFi2jBjSCt26AlU/s400/Picture0001.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275348871115250898&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLwboVkJHWE-uYkObHQdHZtnio8oWmA4gApQo8zQ63d8iKKbYnVNNklTb4U6m0T-LAdCyRgzTifczLSxXoq19kIizwVclzgp2eUS-bczTaJxdHKJeuPhR4PJGDGAnQWFKaJDGC0PYENTI/s1600-h/DSCF0040.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLwboVkJHWE-uYkObHQdHZtnio8oWmA4gApQo8zQ63d8iKKbYnVNNklTb4U6m0T-LAdCyRgzTifczLSxXoq19kIizwVclzgp2eUS-bczTaJxdHKJeuPhR4PJGDGAnQWFKaJDGC0PYENTI/s400/DSCF0040.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275345328250028610&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/12/dezembro.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqIteak4nkaUD7Wnf0Z9xCGZn1M8w9SUFq5iseKSGFMpxTe6XTxfWBY4gLF4UtKsadG-P1bWfQKj_Ltrpqpf7fFkiGIzgqq2i5ABN0j6AnkFi-49Jqbxl_zrBPuMcln2wM8sEnWQyugUo/s72-c/DSCF0049.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-2380744376444840898</guid><pubDate>Wed, 26 Nov 2008 00:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-26T10:19:41.446+00:00</atom:updated><title>Alles Blau</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Deveria estar a escrever sobre bicicletas. Mas este “post” vai para outra vertente que quero abordar por aqui também (uma vez ou outra). Como já escrevi em algum lugar no passado recente, estou a fazer um mestrado em Ciências da Educação exactamente em Tecnologia Educativa. Como trabalho em um projecto de Inclusão Digital, dirigido especialmente para seniors (3ª idade), centrei o foco dos meus estudos nas possibilidades de ensino voltados para este público. Também busco formas de motivar e apresentar oportunidades onde àqueles que acabam por iniciar a sua inclusão ao mundo digital, possam desenvolver-se. Isso é o que estou a fazer nos dias actuais, mas não é sobre isso que vou falar agora. Pelo menos não ao todo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Na busca por novidades que possam interessar aos formandos que passam pelo espaço onde trabalho, tenho orientado minhas atenções aos meios de comunicação disponíveis através da internet. Lógico que temos os meios mediáticos regulares (oficiais – rádio, televisão e jornais), mas também temos outros meios que desenvolveram-se rapidamente e tornaram-se hoje fontes de informação de muita valia, além é lógico, de muita polémica. Escrevo agora sobre um deles, os “blogs”. Já escrevi sobre isso antes, inclusive falei sobre as minhas restrições iniciais e a visão que tinha de que eles não eram mais que diários pessoais partilhados com pessoas que não conhecemos (&lt;a href=&quot;http://fabioericsson.blogspot.com/2008/10/silncio.html&quot;&gt;Silêncio &lt;/a&gt;). Hoje encontrei aquilo que acredito ser o verdadeiro potencial dos “blogues”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Estava a ler as notícias sobre as chuvas no estado de Santa Catarina no jornal “O Estado de São Paulo”, quando me deparei com esta: “Blog é criado para ajudar moradores afectados em Blumenau” &lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid282386,0.htm&quot;&gt;http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid282386,0.htm&lt;/a&gt;. Se vocês leram a notícia pelo “link” ao lado, deixem-me destacar três pontos, que achei, fundamentais; (segundo a notícia) “…as rádios da cidade funcionavam por curtos e intermitentes períodos…”. Depois, “sem informação, o nível de tensão nas pessoas aumenta…” e por fim, “… era gente querendo ajudar, adquiriu vida própria.” Agora, para quem teve preguiça de ir até a página do jornal e ler a notícia faço aqui um pequeno resumo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Com as enchentes no Rio Itajaí-Açu, que corta a cidade de Blumenau (Santa Catarina/Brasil), e com a intensidade das chuvas, as rádios que transmitem na cidade funcionaram com dificuldade deixando a população local sem informação em tempo real do que estava a acontecer. Assim um “blog” foi criado para que pudesse preencher este espaço e acabou por ser um dos principais meios de informação sobre as enchentes, com mais de 25000 acessos em menos de 24 horas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Pronto, o resumo da notícia é este, mas vale a pena gastar um pouco de tempo e leiam na origem. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;O “blog” chama-se “Notícias de Blumenau” e pode ser encontrado no seguinte endereço: &lt;a href=&quot;http://allesblau.net/&quot;&gt;http://allesblau.net/&lt;/a&gt;. Procurei no Google(pt) e foi o terceiro “link” que resultou da pesquisa com o tema “alles blau” (tudo bem em alemão). Nada mau para um “blog” que nasceu no dia 23 as 19:00h como relata a notícia. Mas o que vale mesmo é salientar a forma como tudo ocorreu. Na verdade a forma em rede (remete-nos ou não para a sociedade em rede?) com a colaboração de várias pessoas ao mesmo tempo a criar informação e ao mesmo tempo a receber informação, colaborando sem a necessidade de ordem superior, apenas com o desejo de ser útil para os outros e com a possibilidade de concretizar uma acção, mesmo que pequena, para minorar as consequências dos factos reais que atingem a cidade. Se pensam que isto é novo, enganam-se. Nem novo, nem exclusividade da internet. Mas a internet potencializa este tipo de acção. Potencializa e explicita.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Volto agora para as bicicletas. Foi exactamente este potencial que levou-me a escrever neste “blog”. É a possibilidade de que em algum dia, minha acção aqui não esteja sozinha e possamos então, juntos, colaborar para que outras pessoas possam ter a informação e a possibilidade de enfrentar o desafio de se locomover em outro meio de transporte que não seja o carro particular. E isto não é porque quero melhorar a minha segurança, já que mais ciclistas implicam em uma maior visibilidade por aqueles que estão a conduzir nas estradas (ruas da cidade) e, espero eu, um maior cuidado com a nossa fragilidade frente a eles. Quero que além da minha segurança, outros tenham segurança. E não só. Tenham também uma qualidade de vida que foi perdida através das décadas com o avanço desmedido dos carros particulares nas vias urbanas. Vias que transformaram-se em “pistas” de corrida, onde um descuido leva a “acidentes” que cada vez mais têm consequências graves, mesmo com toda a tecnologia em segurança que os automóveis modernos dispõem.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Para terminar este “post” quero falar (um pouco) sobre a CICLO-VIA, uma organização que ainda é embrionária, mas que já começa a ter uma frente activa junto a sociedade. Ainda não tinha tocado neste ponto aqui, mas o exemplo que vi do “blog” que deu origem a este “post”, alimentou o desejo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Vou, por agora, colocar o cartaz de nossa (mesmo que eu não possa estar junto agora) primeira ciclo-oficina. Não queremos concorrer com a ciclo-oficina que acontece em Lisboa. Acho que este é o grande ponto. Queremos levar o conceito a outro lugar e assim disseminar a ideia, pela prática. Assim juntamos forças.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv6-M-2M3BYVg1eILLgXa1G_Q11gk08mfa1oUS7-g6av58JzqqUJZYRzcfWJcCwZEKLjXSLg3XJlGp_2DnH6qgHTp61gZCTvOPJVdwsKx-gEyw2jHv5BC7iq6XjEam2iA7ESq_kVHXTYU/s1600-h/cartaz-primeira-ciclo-via.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv6-M-2M3BYVg1eILLgXa1G_Q11gk08mfa1oUS7-g6av58JzqqUJZYRzcfWJcCwZEKLjXSLg3XJlGp_2DnH6qgHTp61gZCTvOPJVdwsKx-gEyw2jHv5BC7iq6XjEam2iA7ESq_kVHXTYU/s400/cartaz-primeira-ciclo-via.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5272754727871797970&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero fazer diferença e vocês o que querem?</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/11/alles-blau.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv6-M-2M3BYVg1eILLgXa1G_Q11gk08mfa1oUS7-g6av58JzqqUJZYRzcfWJcCwZEKLjXSLg3XJlGp_2DnH6qgHTp61gZCTvOPJVdwsKx-gEyw2jHv5BC7iq6XjEam2iA7ESq_kVHXTYU/s72-c/cartaz-primeira-ciclo-via.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6359789939275423492.post-6290794831616304382</guid><pubDate>Fri, 21 Nov 2008 11:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-22T19:26:02.860+00:00</atom:updated><title>Bicicletas Partilhadas</title><description>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Neste final da primeira década do séc. XXI assistimos a um movimento cada vez maior, nas cidades dos países desenvolvidos, em busca de uma solução para o caos urbano gerado pelo trânsito dos automóveis. Com o crescimento acelerado da frota automobilística nos últimos anos sem que as cidades possam acomodar tantos carros em um mesmo espaço (que não cresce), meios alternativos (não para mim) de deslocamento estão a surgir, alavancados principalmente pelo poder público. Um expoente neste cenário é o Velib, sistema de bicicletas públicas compartilhadas da cidade de Paris. Para quem nunca ouviu falar do Velib, vou escrever um breve relato sobre:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;O programa Velib arrancou em 15/07/2007, conta hoje com 20000 bicicletas espalhadas em 1450 pontos. Com uma assinatura que pode ser diária (1€), semanal (5€) ou anual, tem-se a disposição uma das bicicletas, que pode ser levantada em qualquer um dos pontos e deixada em qualquer outro ponto. O custo, além da assinatura, depende do uso. Se os deslocamentos forem feitos em até 30min não se paga nada. Se passar de 30min por deslocamento, paga-se por hora e com acréscimo nos valores horários (até 1h, 1€ - até 2h, 7€) induzindo os utentes a percursos mais curtos e devoluções mais frequentes. Maiores informações visitem a página do programa &lt;a href=&quot;http://www.en.velib.paris.fr/&quot;&gt;Velib&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Existem outros projectos no mesmo âmbito e também outras alternativas, mas não vou falar sobre elas aqui. Então por que citei o Velib? Oras, porque está em Paris e por cá se olha muito o que está por lá. Mas não só. Também porque um dos principais resultados do Velib foi promover a bicicleta como meio de transporte na cidade, assim os demais meios de transporte (carros particulares em sua grande maioria) passaram a enxergar a bicicleta na via permitindo uma maior segurança para quem usa a bicicleta. E se não estou a enganar-me, acredito que não foi necessário a construção de ciclovias para implementar o projecto. Aqui por Lisboa existe um projecto parecido para ser implantado. Sim existe, mas politiquices têm impedido que ele saia do papel. &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;O projecto em discussão na Câmara de Lisboa nem de perto tem as dimensões do Velib. A proposta diz que inicialmente deve-se arrancar com 1000 bicicletas e alcançar a marca de 2500 até 2012. Não achei nenhuma referência ao número de pontos para levantar/entregar as bicicletas, só uma estimativa de custo anual para o cartão de assinante do serviço (25€). Junto com a proposta das bicicletas partilhadas, está um conjunto de medidas que, ao olhar dos seus idealizadores, são “necessárias” para tornar o uso da bicicleta seguro. Entre estas medidas está a construção de ciclovias. Não vi o teor do projecto, mas as notícias que li dizem respeito a um custo na ordem de 50 milhões de euros para os primeiros 10 anos de implantação. Pela proposta estes custos seriam suportados pela publicidade disponível nas bicicletas e nos pontos de entrega/levantamento. Mas quando se fala de valores como o citado acima, todos querem ser o “pai da criança” e se não tiver a hipótese de ser, então é melhor que não tenha “criança alguma”. E é exactamente isso que está a acontecer. Bom, só para situa-los melhor, o estudo para o projecto foi aprovado na Câmara de Lisboa em Junho deste ano. Depois foi à votação proposta de abertura da contratação da rede partilhada de bicicletas e aí  a proposta já foi chumbada (reprovada) duas vezes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Vou colocar aqui o início da excelente narrativa da última votação (18/11) em que participou o autor do “blog”  &lt;a href=&quot;http://pedalofilo.wordpress.com/&quot;&gt;Pedalófilo&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;“O essencial:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A proposta para avançar com um “diálogo concorrencial” foi chumbada pela maioria PSD na Assembleia Municipal.&lt;br /&gt;Os argumentos foram os clichés habituais, enquanto as razões foram certamente as tentativas de sabotagem em mais lutas politico-partidárias.&lt;br /&gt;Digo eu: Não se faz porque ainda não está feito, e não se faz porque não somos nós a fazer.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O relato:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Continuem a ler o relato aqui.&lt;a href=&quot;http://pedalofilo.wordpress.com/2008/11/19/bicicletas-partilhadas-de-lisboa-chumbadas/&quot;&gt;Pedalófilo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Se vocês leram todo o relato depararam-se com situações embaraçosas em que os políticos acabam por mostrar todo o seu despreparo para legislar em favor de outrem, julgando ser a sua opinião particular a vontade dos cidadãos desta municipalidade. Não vou entrar aqui em um debate político, entre quem está certo e quem está errado. Só quero dizer que quem perde com a demagogia é a cidade, uma vez mais a ficar de fora dos avanços que as sociedades encontram para melhorar a qualidade de vida dos seus moradores. Enquanto isso, eu e um grande número de cidadãos desta cidade, continuamos a enfrentar um trânsito caótico, que não respeita a bicicleta como veículo que partilha a mesma via e a respirar um dos piores ares entre as capitais europeias. &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;Para já mando um recado para o deputado municipal Victor Gonçalves, se você quer ver os ciclistas nas ruas de Lisboa, então olhe para elas de fora do seu carro, quem sabe assim possa ver que, diferente do que falou, existem ciclistas a andar por Lisboa todos os dias e cada vez mais em um maior número.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Eu ando e vocês?&lt;/p&gt;</description><link>http://fabioericsson.blogspot.com/2008/11/bicicletas-partilhadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>2</thr:total></item></channel></rss>