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	<title>Iaku.org | Blog sobre Design | Artes Gráficas | Desenvolvimento Web</title>
	
	<link>http://iaku.org</link>
	<description>Iaku.org é um blog para discutir assuntos relacionados a design, web, tecnologia, marketing online etc</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 11:21:58 +0000</pubDate>
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		<title>Exactitudes, o Efeito de Manada</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 11:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Pessoa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

		<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Está exposto no site Exactitudes um trabalho de 14 anos do fotógrafo Ari Versluis e da stylist Ellie Uyttenbroek. Em busca de códigos de vestuários de grupos sociais eles fotografaram em Rotterdam e, a partir de 1998, em outras cidades do mundo, pessoas diversas, aparentemente idênticas.
É impressionante como eles conseguiram, em alguns casos, pessoas vestindo roupas idênticas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207" class="wp-caption aligncenter" style="width: 388px"><img class="size-full wp-image-207" src="http://iaku.org/wp-content/uploads/2009/01/feio_e_voce.jpg" alt="Imagem do projeto Visto. Pessôa &amp; Lacerda, 2008." width="378" height="567" /><p class="wp-caption-text">Imagem do projeto Visto. Pessôa &amp; Lacerda, 2008.</p></div>
<p>Está exposto no site <a title="Exactitudes" href="http://www.exactitudes.com" target="_self">Exactitudes</a> um trabalho de 14 anos do fotógrafo Ari Versluis e da stylist Ellie Uyttenbroek. Em busca de códigos de vestuários de grupos sociais eles fotografaram em Rotterdam e, a partir de 1998, em outras cidades do mundo, pessoas diversas, aparentemente idênticas.</p>
<p>É impressionante como eles conseguiram, em alguns casos, pessoas vestindo roupas idênticas, inclusive da mesma marca, e em outros pessoas dos mesmos grupos étnicos com os mesmos traços físicos, quase um exército de clones.</p>
<p>Um bom mapeamento de tendências e, talvez, um álibi para a constatação  &#8220;somos todos iguais&#8221;. No Brasil, este exercício poderia ser feito comparando as roupas usadas pelas pessoas àquelas usadas pelas personagens das novelas da Globo. E a pesquisa poderia ser extendida aos móveis, às bijouterias, etc. E faço aqui uma aposta: nos próximos 5 meses as bijouterias e tecidos indianos vão inundar as ruas e orelhas femininas, talvez até as testas.</p>
<p>Das imagens do projeto, esses <a title="Vagabonds" href="http://www.exactitudes.com/serie.php?nr=19">Vagabonds</a> me pareceram os menos parecidos entre si. Um traço que os une, inegavelmente, é justamente a sobreposição de peças aparentemente desconexas.</p>
<p>Outra comparação interessante dentro do estudo é <a title="Mister Wang" href="http://www.exactitudes.com/serie.php?nr=36">Mister Wang</a>. A aglutinação dessas figuras pelo nome, como se escolhessem no Brasil Seus Joões, contrasta com as outras imagens que são tituladas por adjetivos ou substantivos: a &#8220;exatitude&#8221; pode ser tão tão massiva que o sorteio de pessoas com mesmo nome numa sociedade resulta em imagens semelhantes, em expressões praticamente idênticas dentro do código do vestuário.</p>
<p>Faz umas semanas o René de Paula falou em um <a title="René de Paulo - Roda e avisa" href="http://www.usina.com/rodaeavisa/081211_horoscopo.mp3">podcast</a> sobre o senso gregário dos brasileiros, o medo da diferença, da crítica.</p>
<p>Já discuti sobre essa postura acrítica da cultura brasileira com o Rodrigo por várias vezes: é muito curioso perceber que anulando as diferenças e as críticas não resta outra opção senão a estagnação. Na moda, no design, nas idéias, na educação: a diferença é essencial para a evolução.</p>
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		<title>Google: Don’t Be Evil</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 16:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Pazzini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

		<category><![CDATA[google]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns meses Eric Schmidt, CEO do Google, disse em entrevista à CNBC que o Google rejeitava fortemente a idéia de utilizar a sua home para publicidade: &#8220;De maneira nenhuma nós vamos vender aquela página&#8221;.
Entretanto, o Google utilizou a página inicial para divulgar o T-Mobile G1. Pode ser que a página não tenha sido tecnicamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns meses Eric Schmidt, CEO do Google, disse em entrevista à <a title="Entrevista do Eric Schmidt na CNBC - Mad Money" href="http://www.cnbc.com/id/26182232" target="_self">CNBC</a> que o Google rejeitava fortemente a idéia de utilizar a sua <em>home</em> para publicidade: &#8220;De maneira nenhuma nós vamos vender aquela página&#8221;.</p>
<p>Entretanto, o Google utilizou a página inicial para divulgar o <a title="Pagína do T-Mobile G1" href="http://www.t-mobileg1.com/" target="_self">T-Mobile G1</a>. Pode ser que a página não tenha sido tecnicamente vendida, mas foi um jabá e tanto.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-197" title="publicidade-t-mobile-g1-google-home" src="http://iaku.org/wp-content/uploads/2008/10/publicidade-t-mobile-g1-google-home.png" alt="Publicidade do T-Mobile G1 na página inicial (home) do Google" width="452" height="335" /></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iaku/~4/xWLEtGU833g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Feira do Empreendedor | Sebrae-MG</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 01:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Pazzini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>

		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>

		<category><![CDATA[crítica]]></category>

		<category><![CDATA[developer]]></category>

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		<description><![CDATA[Como é que os designers e desenvolvedores web produziam sites antes do estabelecimento dos Web Standards?
A resposta é simples, basta olhar o site da Feira do Empreendedor 2008 do Sebrae-MG.
Eu sei que este post está um pouco atrasado, já que a feira aconteceu no mês passado. Porém, só agora tive tempo para escrever minhas impressões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><q>Como é que os designers e desenvolvedores web produziam sites antes do estabelecimento dos Web Standards?</q></p>
<p>A resposta é simples, basta olhar o site da <a title="Feira do Empreendedor - Sebrae MG" href="http://www.sebraemg.com.br/feiradoempreendedor/" target="_self">Feira do Empreendedor 2008</a> do Sebrae-MG.</p>
<p>Eu sei que este post está um pouco atrasado, já que a feira aconteceu no mês passado. Porém, só agora tive tempo para escrever minhas impressões sobre o evento.<br />
O site da feira do empreendedor utiliza tecnologias obsoletas em seu desenvolvimento, foge dos padrões web, não é acessível e passa longe do código semântico. Além disso, a organização subestimou o número de participantes.</p>
<p>O resultado não poderia ser diferente: várias reclamações, muitas pessoas bravas, servidores congestionados etc.</p>
<p>Fico imaginando como os responsáveis pelo site da feira do empreendedor analisaram a queda dos servidores e a impossibilidade de realizar inscrições online.</p>
<p>Acho que eles imaginaram algo assim: “A feira do empreendedor está bombando, estamos com tanto acesso que nosso servidor caiu. O evento é realmente um sucesso.”<br />
Será que os organizadores da feira também caíram nessa mentirinha? Creio que sim.</p>
<p>Aliás, esse não foi o único erro que eles cometeram. Eles ainda compraram mais gato por lebre. Os responsáveis pelo desenvolvimento do site provavelmente usaram o <em>hype</em> da <em>mídia social</em> para levar na conversa os encarregados do Sebrae.</p>
<p>Imaginem:</p>
<p>“<em>Agência</em>: Vamos fazer algo diferenciado, um trabalho de <em>mídia social</em>.<br />
<em>Sebrae</em>: Mídia social?<br />
<em>Agência</em>: É, são aqueles ícones legais que aparecem junto ao conteúdo do site. São serviços como o Orkut, Twitter, MySpace, Flickr, YouTube etc, que permitem uma interação muito bacana com os usuários. Isso faz o maior sucesso, é a Web 2.0.”</p>
<p>O engraçado disso tudo, é que os responsáveis do Sebrae não pararam para pensar se  mídia social tinha a ver com o perfil do público da feira e, se tivesse, como isso teria que ser implementado para estabelecer conversações com os participantes. Além disso, os desenvolvedores do site inseriram formulários nas páginas do evento permitindo que o usuário deixasse um comentário. O resultado disso misturado com uma má organização foi o seguinte:</p>
<div id="attachment_162" class="wp-caption alignnone" style="width: 454px"><img class="size-full wp-image-162" src="http://iaku.org/wp-content/uploads/2008/10/feira-do-empreendedor-sebrae.jpg" alt="Feira do empreendedor Sebrae MG" width="444" height="391" /><p class="wp-caption-text">Comentários - Feira do empreendedor Sebrae MG</p></div>
<p>Está bem, vamos considerar que a idéia de utilizar &#8220;mídias sociais&#8221; não foi da agência. O cliente solicitou algo e a agência apenas executou da melhor maneira que podia. Mas, um trabalho mal executado muitas vezes ganha proporções maiores do que um case de sucesso. Isso pode gerar transtornos para quem realmente possui expertise na área.</p>
<p>Não bastasse a desorganização digital, algumas coisas curiosas aconteceram na feira. Segundo o Sebrae, 40 mil pessoas se inscreveram para o evento, que foi realizado no ExpoMinas. Quando cheguei ao local fui ao balcão fazer a minha inscrição para as palestras e workshops, já que não obtive sucesso através da internet. No ExpoMinas também não tive sorte. A simpática atendente disse que eu poderia esperar lá, e caso houvesse alguma desistência, eu poderia participar. Resolvi tentar a sorte mais uma vez. Esperei. Como já estava na hora do almoço fui ao “restaurante” do evento para comer algo. Após vários minutos na fila pedi uma Coca e uma pizza. A também simpática atendente, após gastar um bom tempo para fazer algumas contas, me entregou uma folha formato A4 com várias fichas para eu destacar. As fichinhas destacáveis variavam entre R$ 0,50 e R$ 1,50, sendo necessárias muitas fichas para soldar minha requintada refeição. Realmente tive um flashback da minha infância e recordei das memoráveis festinhas juninas de quando eu estava no primário.</p>
<p>A parte da Feira que pude melhor aproveitar foram os stands, de empresas, associações e do próprio Sebrae. Foi das poucas atividades em que a troca de informações e de contatos ocorreu &#8220;conforme o planejado&#8221;, sem que a falta de organização prejudicasse as atividades.</p>
<p>Minhas impressões sobre as palestras? Não consegui ver muitas. Quem sabe na próxima edição.</p>
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		<title>Posters Antigos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 17:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Pessoa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

		<category><![CDATA[design]]></category>

		<category><![CDATA[poster]]></category>

		<category><![CDATA[referências]]></category>

		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns posters antigos retirados do livro Graphic Design 20Th Century.
Nesse poster de Gustav Klimt, pode-se observar a utilização de três cores, uma composição utilizando grande área de cor chapada, proporção áurea e grande destaque para o nome do designer. Contraste entre a ação da cena representada na parte superior - Teseu com todas as partes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns posters antigos retirados do livro Graphic Design 20Th Century.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 181px"><a title="Gustav Klimt  por iaku.org, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/iaku/2910355554/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3209/2910355554_b9c9b59153_m.jpg" alt="Gustav Klimt " width="171" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Poster de Gustav Klimt - 1898 </p></div>
<p>Nesse poster de <strong>Gustav Klimt</strong>, pode-se observar a utilização de três cores, uma composição utilizando grande área de cor chapada, proporção áurea e grande destaque para o nome do designer. Contraste entre a ação da cena representada na parte superior - Teseu com todas as partes do corpo em diagonais - e a estaticidade da figura com a lança, à direita. A lança relaciona-se com os galhos das árvores criando uma conexão entre a cena e a figura estática. O escudo, circular, representa o rosto de um um monstro na posição frontal, com olhos que também são circulares. Na tipografia, a palavra SECESSION apresenta também duas formas circulares com proporção e afastamento similares ao dos círculos-olhos.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 189px"><a title="Johann Victor Krämer por iaku.org, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/iaku/2910355860/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3262/2910355860_1facb6a529_m.jpg" alt="Johann Victor Krämer" width="179" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Poster de Johann Victor Krämer - 1901</p></div>
<p><strong>Johann Victor Krämer</strong> utilizou-se de uma composição completamente simétrica e equilibrada pelo eixo vertical central. É importante lembrar que posters são fixados muitas vezes em superfícies repletas de outras informações. Esse cartaz cria uma área de branco em torno do retângulo que contém a informação, criando um destaque para o mesmo, e o deixando em uma posição privilegiada, provavelmente na altura dos olhos dos leitores. Arrisco-me ainda a dizer que esse posicionamento lembra ainda um quadro numa parede. Os pequenos círculos vermelhos, além de reforçar a forma retangular, delimitam a área do cartaz e reforçam a proporção existente entre o cartaz e a caixa central, fazendo com que esta seja percebida mesmo quando o cartaz esteja fixado numa superfície branca.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><a title="Audrey Vincent Beardsley  por iaku.org, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/iaku/2910355778/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3122/2910355778_cf8ddc5cd6_m.jpg" alt="Audrey Vincent Beardsley " width="160" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Poster de Audrey Vincent Beardsley - 1894</p></div>
<p>Com muita inforação textual a ser transmitida, esse poster de <strong>Beardsley </strong>explicita formalmente como podia ser pensada a integração entre texto e imagem em antigos processos de impressão. O eixo central, como no cartaz anterior, desempenha importante papel na composição dividindo a área reservada à imagem da área reservada ao texto. A relação entre essas duas áreas ocorre pela posição da mulher olhando para a direita, das cores utilizadas e do elemento livro, na mão dessa mulher, produto anunciado. Um detalhe que me chamou a atenção foi a composição tipográfica abaixo da expressão /children&#8217;s books./: o desalinhadmento forma, com a contraforma, uma curva parecida com a curva da poltrona em que a mulher está sentada, só que numa superfície clara ao invés de preta.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 180px"><a title="Franz Laskoff por iaku.org, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/iaku/2910355336/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3284/2910355336_b6137f59bd_m.jpg" alt="Franz Laskoff" width="170" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Poster de Franz Laskoff - 1901</p></div>
<p>Com uma semelhança assustadora ao poster anterior, esse destaca-se pela sua composição levemente desequilibrada e pela sóbria utilização dos azuis. Sua dimensão é 202cm x 144cm, fazendo com que a relação entre o espectador e a mulher lendo o jornal seja desproporcional. O cabelo, o traço da imagem, a posição da mulher, o objeto em mãos, a separação de áreas de cor; tudo isso me deixa impressionado e me faz pensar se <strong>Franz Laskoff</strong> já conhecia o poster de Beardsley, acima.  Não que eu esteja acusando-o de plágio, longe disso, mas a semelhança impressiona. Em contrapartida, a tipografia sobrepondo a imagem foi muito bem utilizada: estabelece eixos horizontais relativamente equilibrados, permitindo que a mulher, ainda que parada, seja impelida para frente devido às diagonais de seu vestido.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iaku/~4/-r7mJv1g5LE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Ebook | Web Analytics - Uma visão brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 17:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Pazzini</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Portfólio]]></category>

		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

		<category><![CDATA[referências]]></category>

		<category><![CDATA[SEM]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana trabalhamos no projeto gráfico do ebook Web Analytics - Uma visão brasileira. O ebook foi organizado pelo Ruy Carneiro e conta com a participação de várias pessoas do grupo webanalytics_brasil.
O ebook aborda os seguintes tópicos relacionados a Web Analytics:

Métricas, uma diferença fundamental que começa a ser priorizada
Mas afinal, o que é esse tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana trabalhamos no projeto gráfico do <a title="Ebook Web Analytics - Uma visão brasileira" href="http://iaku.org/wp-content/uploads/2008/08/ebook-web-analytics-uma-visao-brasileira.pdf" target="_self">ebook Web Analytics - Uma visão brasileira</a>. O ebook foi organizado pelo <a title="Ruy Carneiro - WA consulting" href="http://www.waconsulting.com.br/" target="_self">Ruy Carneiro</a> e conta com a participação de várias pessoas do grupo <a title="Grupo Web Analytics Brasil" href="http://br.groups.yahoo.com/group/webanalytics_brasil/" target="_self">webanalytics_brasil</a>.</p>
<p>O ebook aborda os seguintes tópicos relacionados a Web Analytics:</p>
<ul>
<li>Métricas, uma diferença fundamental que começa a ser priorizada</li>
<li>Mas afinal, o que é esse tal de Web Analytics</li>
<li>Web Analytics - Planejamento e Processo</li>
<li>O que medir e como medir</li>
<li>O Sabor das métricas</li>
<li>Pronto! O site foi publicado. E agora?</li>
<li>Implantando uma cultura de WA na sua empresa</li>
<li>Sua empresa está pronta para usar todo o potencial de Web Analytics?</li>
<li>Web Analytics como ferramenta de relacionamento com o cliente em quatro dicas</li>
<li>Behavioral Targeting - Targeting Comportamental</li>
<li>Usando Web Analytics como fonte de receita</li>
<li>Teste A/B</li>
<li>Landing Page e SEO</li>
<li>Obtendo dados além do clickstream: Pesquisas Online</li>
<li>Web Analytics e Mídia Online: Qual a importância das métricas no planejamento, gerenciamento e monitoramento da mídia online? Uma visão além do CTR.</li>
<li>Variáveis Econômicas que impactam na Indústria de Web Analytics</li>
<li>As métricas de uma vida - Homenagem a Jorge Faraco</li>
<li>Glossário de métricas e de Mídias Interativas</li>
</ul>
<p>O prefácio do ebook conta com a participação de <a title="Biografia - Jim Sterne" href="http://www.targeting.com/sterne.html" target="_self">Jim Sterne</a>, fundador da <a title="Site da eMetrics Marketing Optimization SUmmit" href="http://www.emetrics.org/" target="_self">eMetrics Marketing Optimization Summit</a> e um dos grandes nomes do cenário Web Analytics mundial.</p>
<p>O ebook <a title="Web Analytics - Uma visão brasileira" href="http://iaku.org/wp-content/uploads/2008/08/ebook-web-analytics-uma-visao-brasileira.pdf" target="_self">Web Analytics - Uma visão brasileira</a> possui uma licença CreativeCommons e pode ser copiado e distribuído livremente.</p>
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