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	<title>Igreja Baptista de Almada</title>
	
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	<description>Alargando o círculo</description>
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		<title>Propósito na Vida</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 10:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certamente não precisamos de sofrer o tipo de desaires que os haitianos, os chilenos, os madeirenses e outros viveram para fazermos a pergunta existencial que o ser humano costuma fazer: Qual é o propósito desta vida? Às vezes, pequenas desventuras são o suficiente para praguejarmos contra a vida, para amaldiçoarmos o dia do nosso nascimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="LINE-HEIGHT: 14.25pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 10pt">Certamente não precisamos de sofrer o tipo de desaires que os haitianos, os chilenos, os madeirenses e outros viveram para fazermos a pergunta existencial que o ser humano costuma fazer: Qual é o propósito desta vida? Às vezes, pequenas desventuras são o suficiente para praguejarmos contra a vida, para amaldiçoarmos o dia do nosso nascimento, para nos afundarmos no poço da miséria e não termos contentamento algum na vida que temos.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 14.25pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 10pt">A Bíblia conta a história de José, filho de Jacó, que era odiado pelos seus dez irmãos e foi vendido para o Egipto. Este jovem tinha todas as razões para desatinar com a vida. Depois de vendido, quando tudo parecia correr bem, foi acusado de se meter com a mulher do seu senhor e acabou na prisão. Entretanto, chegou ao posto de governador do Egipto, por ter dado bons conselhos a Faraó sobre a fome que viria passados sete anos de fartura. O que ele não estava à espera era que os seus irmãos que o maltrataram aparecessem diante dele a pedir alimentos. Eles não o conheceram, mas ele soube desde o princípio quem eles eram. Ele viveu momentos de sentimentos contraditórios entre vingar-se deles e fazer-lhes bem, e foi criando situações que demonstram a luta deste dualismo.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 14.25pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 10pt">Em Génesis 45:1, lemos que a certa altura ele já não podia conter-se mais e deu-se a conhecer a seus irmãos. Quando ele se identificou como José e perguntou pelo seu pai, os seus irmãos não conseguiram responder-lhe devido ao espanto que se apoderou deles. Provavelmente começaram a lembrar-se das experiências antagónicas que tinham vivido, tais como serem bem tratados, receberem o dinheiro dos alimentos de volta e, por outro lado, serem acusados de roubo e terem de deixar ficar preso um dos irmãos. No seu cérebro corriam mil pensamentos, principalmente o facto de terem vendido José e terem dado a notícia ao seu pai de que uma fera o tinha devorado. Agora estavam perante ele, o governador sobre toda a terra do Egipto. O que eles não estariam certamente à espera era ouvir estas palavras de José: &#8220;Não vos entristeçais nem vos aborreçais por me haverdes vendido para cá; porque para preservar vida é que Deus me enviou adiante de vós&#8221; (Gén. 45:5).</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 14.25pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 10pt">No meio de toda a adversidade, José encontrou um propósito para a sua vida e não deixou que o ódio, a raiva ou o sentimento de vingança dominassem o seu coração. Há coisas que nos acontecem que não conseguimos descortinar o seu objectivo, mas aquilo que nos parece sem nexo tem sempre uma finalidade. O interessante das palavras de José é que ele viu Deus no controlo dos acontecimentos. Nada do que lhe aconteceu foi despropositado, embora só agora visse para onde o rumo dos acontecimentos o levava. Para ele, fora Deus que o colocara naquela situação, naquele posto, para preservar vida. Também nós devemos ter esta consciência e convicção, as quais só se alcançam com uma vivência diária com Deus, em oração e leitura da Sua palavra.</span></p>
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		<title>ORAR É COMBATER</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 11:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[“Saúda-vos Epafras, que é um de vós, servo de Cristo Jesus, e que sempre luta por vós nas suas orações, para que permaneçais perfeitos e plenamente seguros em toda a vontade de Deus” (Colossenses 4:12).
 
Nem sempre o momento de oração é uma oportunidade para relaxar, aquietar ou acalmar, principalmente quando está em causa a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Saúda-vos Epafras, que é um de vós, servo de Cristo Jesus, e que sempre luta por vós nas suas orações, para que permaneçais perfeitos e plenamente seguros em toda a vontade de Deus</em>” (Colossenses 4:12).</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre o momento de oração é uma oportunidade para relaxar, aquietar ou acalmar, principalmente quando está em causa a vida espiritual dos nossos irmãos e mesmo a nossa. O apóstolo Paulo falou de Epafras, provavelmente um gentio que fazia parte do grupo de crentes em Colossos, dizendo que estava a lutar, a combater pelos crentes daquela cidade. A palavra que é usada no texto deu origem à palavra portuguesa “agonizar”. No grego clássico, a palavra estava associada aos jogos públicos realizados nas arenas e, por conseguinte, às lutas travadas pelos concorrentes para preservar a vida. Portanto, a <em>agônía</em> era uma questão de vida ou morte. Ao ser usada para falar da oração, o verbo adquire uma intensidade que nós, provavelmente, nem sempre estaríamos à espera. Isto significa que é preciso olhar para a oração também como uma luta de vida ou morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, recordamos a luta que Jacó teve com o varão no vau de Jaboque, porque queria que ele o abençoasse. Jacó lutou de tal forma com o varão que este viu-se obrigado a ferir a coxa do patriarca de Israel. Nesta luta com Deus, uma vez que Jacó acaba por reconhecer que tinha visto a Deus face a face, o patriarca sai ferido, mas com a bênção de Deus. Muitas vezes não estamos preparados para reconhecer que o momento de oração é agonia, é luta, é combate com Deus e que, ao sairmos da arena, saímos feridos no nosso orgulho, na nossa presunção, na nossa vaidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o texto transcrito acima fala-nos de uma luta a favor dos outros. Epafras estava preocupado com a situação dos crentes em Colossos. Ele era um servo (<em>doulos</em>) de Cristo que estava pronto a lutar pela vida dos seus irmãos. E a oração era a sua luta, a sua agonia. A sua preocupação era a permanência dos crentes na vontade de Deus. Provavelmente haveria o risco de os crentes daquela cidade deixarem de fazer a vontade de Deus. Podemos inferir do texto duas causas para a instabilidade dos crentes: 1. A falta de maturidade; 2. A falta de certeza. A luta de Epafras visa o desenvolvimento dos crentes no conhecimento total da vontade de Deus. Quando não conhecemos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus, não há amadurecimento na nossa vida espiritual nem certeza absoluta do que Deus quer para nós.</p>
<p style="text-align: justify;">A nossa permanência na vontade de Deus está relacionada com a nossa maturidade. A palavra “perfeito” não significa “atingir o estatuto de infalibilidade”, mas antes estar orientada para Deus ou Cristo, ainda que esteja em perigo de vida. Permanecer perfeito na vontade de Deus é não desviar-se do propósito supremo que Deus tem para a nossa vida. Ao mesmo tempo, a nossa permanência na vontade de Deus está relacionada com a certeza plena do que estamos a fazer. Algumas Bíblias traduzem a palavra por “consumados”, dando o sentido de “completos”. Em outros textos, porém, a palavra é traduzida por “estar plenamente convencidos” (Rom 4:21; 14:5), por se encontrar na Voz Passiva. A insegurança na nossa vida está relacionada com a falta de certeza daquilo que Deus quer para nós. E esta incerteza exige um combate agonizante de oração, de onde podemos sair feridos, mas o resultado espiritual será a firmeza.</p>
<p style="text-align: justify;">O que não podemos esquecer é que esta luta produz em nós a força para realizarmos “toda” a vontade de Deus e não somente algumas partes.</p>
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		<title>PRECISAMOS DE LUZ</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pior do que ser cego fisicamente é ter aptidão para ver e não querer ver. Todos nós sabemos quão importante é a luz para vermos os contrastes das cores, das formas, dos altos e baixos-relevos e de toda a variedade que nos circunda. A escuridão não nos deixa ver estas coisas. Ela impede-nos de ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ibalmada.org/wp-content/uploads/2010/01/sunlight1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-562" title="sunlight1" src="http://www.ibalmada.org/wp-content/uploads/2010/01/sunlight1.jpg" alt="sunlight1" width="248" height="169" /></a></p>
<p>Pior do que ser cego fisicamente é ter aptidão para ver e não querer ver. Todos nós sabemos quão importante é a luz para vermos os contrastes das cores, das formas, dos altos e baixos-relevos e de toda a variedade que nos circunda. A escuridão não nos deixa ver estas coisas. Ela impede-nos de ver a profundidade, a altura, a largura e o comprimento de qualquer objecto ainda que esteja a escassos centímetros de nós. Mas, como dizíamos acima, pior do que estarmos envolvidos na escuridão física é vivermos numa escuridão constante que castra os nossos olhos da mente, da razão ou seja do coração. A cegueira cria as condições para uma morte mais célere e, provavelmente sem nexo. Foi José Saramago que colocou na boca de uma das suas personagens, no seu livro “Ensaio sobre a Cegueira”, a frase seguinte: morrer só porque se está cego, não deve haver pior maneira de morrer”. Já o profeta Isaías, dirigindo-se a um povo decadente, escreveu: “Apalpamos as paredes como cegos; sim, como os que não têm olhos andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como no crepúsculo, e entre os vivos somos como mortos” (Isaías 59:10). De facto, a Palavra de Deus sempre alertou para esta situação que o ser humano vive por se encontrar longe da verdadeira fonte de luz. Por isso Jesus afirmou, categoricamente, que era a luz do mundo e que quem o seguisse não andaria em trevas, mas teria a luz da vida (João 8:12). No entanto, a situação do ser humano é que ele ama antes as trevas do que a luz porque as suas obras são más (João 3:19).</p>
<p>Estando conscientes desta realidade, precisamos de fazer como o apóstolo Paulo que não cessava de orar pelos crentes em Éfeso para que, à medida que iam conhecendo plenamente Cristo, fossem cheios do espírito de sabedoria e de revelação. Nós precisamos de muita sabedoria para vivermos num mundo com estas características depravadas; precisamos da revelação de Deus para nos orientarmos neste mundo caótico. A oração, porém, produz um outro efeito em nós que é a iluminação dos olhos do nosso coração. Paulo continuou a escrever o seguinte: “<em>sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos, e qual a suprema grandeza do seu poder, para connosco os que cremos</em>” (Efésios 1:18-19).</p>
<p>De acordo com o pensamento de Paulo há três coisas que o ser humano precisa de saber: qual a esperança da vocação, qual a riqueza da herança e qual a grandeza do poder. O que não podemos esquecer é que entre a preposição “de” e o segundo substantivo existe o pronome “seu” ou “sua”, o qual está em vez do nome Deus. Portanto, a vocação, a herança e o poder são de ou têm a sua origem em Deus. Para que saibamos o objecto de cada acção de Deus necessitamos de ter os olhos do coração iluminados. Paulo fala de um saber empírico, devido à palavra grega que ele usa no seu texto. Ele está a falar do saber que se adquire pela experiência, resultado daquilo que vivemos no nosso dia-a-dia, mas que, entretanto, devemos reconhecer que é produto da acção de Deus.</p>
<p>Ele começa por falar na esperança que é produto da chamada (vocação) de Deus. Para entendermos isto falemos um pouco da esperança que tem o desempregado quando é chamado para uma entrevista, ou da esperança que tem o doente que se encontra numa lista de espera quando é chamado para uma consulta. Deus também nos chama, nos convoca para a comunhão com Ele, pois estávamos ou estamos alienados da sua presença por causa da nossa rebeldia, do nosso egocentrismo, da nossa presunção e concupiscência. Vivemos cansados e desesperados desta vida, até que a esperança renasce em nós quando ouvimos a chamada de Deus: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).</p>
<p>Em seguida, Paulo fala da riqueza da glória da herança que Deus tem preparado para nós. No nosso dia-a-dia ouvimos muitas pessoas dizerem que são pobres porque os seus pais nunca lhes deixaram herança. As pessoas sentem-se miseráveis porque não lhes saiu o euromilhões ou a lotaria. Quando falam em riquezas, elas só pensam no seu pecúlio. Mas já ouvimos falar que pessoas que receberam fabulosas heranças desgraçaram a sua vida para sempre. A riqueza pecuniária não é sinónima de herança satisfatória. Deus promete-nos uma herança gloriosa. A glória que Deus nos outorga não se compara à fama nem ao sucesso adquirido aqui na terra. Os bens da terra não são colocados num camião para seguir atrás de um cortejo fúnebre. As pessoas até podem gastar o seu dinheiro numa cerimónia luxuosa, com um caixão que custou uma fortuna, mas tudo isso se desfará em pó quando enterrado no cemitério. Deus preparou-nos uma herança que será para toda a eternidade.</p>
<p>Por fim, o apóstolo fala da grandeza do poder de Deus. A palavra “grandeza” poderá ser interpretada figurativamente por “potência” ou “capacidade”. À medida que vamos envelhecendo reconhecemos que nos faltam as forças, vamos perdendo capacidade e aptidão para a realização de determinadas tarefas que seriam tão banais uns anos antes. Enquanto uns continuam a confiar nas suas potencialidades, outros sentem-se exangues, cansados de remar contra a maré. Mas o crente experimenta na sua vida a potência do poder de Deus. A palavra usada, em grego, para “poder” é <em>dunamis</em>, de onde se originou a palavra “dinamite”. Nos dias que correm, poderemos falar da fusão nuclear, que liberta luz, calor e radiação, ou da fissão nuclear, que feita bruscamente cria a bomba atómica, para dizer que o poder de Deus é muito superior a isso. Os crentes têm o poder de Deus que os potencia para a realização de obras extraordinárias, ainda que a vida lhes surja injusta e madrasta.</p>
<p>A oração é fundamental para que tenhamos um conhecimento vivencial dos benefícios que Deus tem para nós em termos de esperança, riqueza e potencialidade. Quanto mais orarmos, mais reais se tornarão para nós todas estas experiências. Os nossos olhos do coração ou do entendimento receberão a luz necessária para as reconhecermos.</p>
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		<title>ESPERANÇA PLENA</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 12:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez que iniciamos um novo ano, voltamos a renovar as nossas esperanças esperando que este ano seja melhor do que o ano anterior a todos os níveis da vida, na saúde, no trabalho, na família e até no lazer. Mas a crise mundial, provocada por um pequeno grupo de gananciosos que não estão satisfeitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez que iniciamos um novo ano, voltamos a renovar as nossas esperanças esperando que este ano seja melhor do que o ano anterior a todos os níveis da vida, na saúde, no trabalho, na família e até no lazer. Mas a crise mundial, provocada por um pequeno grupo de gananciosos que não estão satisfeitos com os lucros que obtiveram, tem sido a causadora de todas as angústias e desesperos do ser humano. Desespero esse que Sören Kierkegaard designa como “doença mortal”, porque pelos seus próprios meios não consegue libertar-se dele. No fundo, o desespero existe porque todos nós ansiamos algo, e quando não atingimos esse propósito entramos em desespero, a esperança desaparece em nós e ansiamos a morte.</p>
<p>Mas do cristão espera-se coisas melhores que acompanham a salvação que adquiriu pela fé no Senhor Jesus Cristo. O autor da epístola aos Hebreus no capítulo 6 e versículos 11 e 12 escreveu: “<em><strong>E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para completa certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas</strong></em>”.</p>
<p>O desespero deixa de actuar em nós quando não somos nós a estabelecer os alvos, mas aceitamos os objectivos de Deus para a nossa vida. Estes objectivos estão exarados em termos de promessas que Deus fez com o Seu povo, e, até à data, aqueles que depositaram a sua confiança nas promessas de Deus verificaram que Ele nunca falhou. Essas promessas são de variada ordem ou espécie, por isso, não podemos viver angustiados com o que quer que seja, desde as nossas necessidades físicas até às espirituais e emocionais e psíquicas e sociais. Quando a nossa esperança está definida na eternidade, em consonância com o Autor das promessas, o desespero termina.</p>
<p>No entanto, há três coisas que o escritor de Hebreus quer que o cristão faça. A primeira é que mostre zelo até o fim. A palavra “zelo” significa “diligência, solicitude, cuidado, interesse, desvelo, dedicação” entre outros sinónimos. O zelo é caracterizado também pela agilidade e rapidez com que se faz as coisas. Neste contexto, o autor está a falar da demonstração do amor pelo nome do Senhor e do serviço para com os outros crentes. Afinal, o amor que temos a Cristo demonstra-se no serviço, no diaconato realizado aos santos na fé. Este tipo de vivência tem de ser levado até o fim. É assim que vivemos a esperança plena. No nosso dia-a-dia, não pode deixar de haver este propósito, por muito que a crise nos afecte. Ela deixará de ter qualquer efeito sobre nós, quando estivermos empenhados em amar a Jesus e servir o nosso próximo.</p>
<p>A segunda característica do cristão que vive em esperança plena é não ser indolente. Esta palavra tem como sinónimos os termos “apático, ocioso, inerte, insensível, preguiçoso”. Na perspectiva do escritor de Hebreus, o cristão é alguém que está sempre em movimento para o futuro. Direccionado para a eternidade que se alcança em Cristo, o cristão não se pode dar ao luxo de se deitar à sombra da bananeira. O seu trabalho é a evidência de que ama a Jesus Cristo e as pessoas à sua volta. O cristão é um trabalhador activo, participativo, interessado, não só nas coisas de Deus, mas também no seu labor terreno. Mas ele trabalha em função do propósito divino e não na base dos seus planos. Os objectivos que ele alcança aqui na terra tem uma dimensão muito mais profunda do que a mera satisfação do seu eu. A pessoa desespera porque não consegue atingir os seus objectivos, e, quando os alcança, mesmo assim não fica satisfeito a ponto de planear novos objectivos. Isto não acontece com o cristão que, sabendo qual é o seu destino – a eternidade, envolve-se com paixão naquilo que faz, pois sabe que está a engrandecer o nome do seu Senhor e a ajudar aqueles que estão à sua volta, para que eles reconheçam que Jesus Cristo é o único Senhor que merece ser servido.</p>
<p>A terceira característica do cristão é a imitação dos exemplos dignos de serem imitados. O cristão não imita aqueles que são movidos pela ambição e ganância, mas sim aqueles que são incentivados a herdar as promessas de Deus. Quando Jesus disse “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça”, terminou dizendo que “todas as outras coisas vos serão acrescentadas”. Com estas palavras, ele estava a dizer que jamais viveremos o desespero quando os nossos olhos estão colocados no alvo da eternidade. Esta promessa de Deus é alcançada quando imitamos aqueles que foram fiéis e pacientes no seu dia-a-dia. A palavra “fé”, no texto supra citado, tem como raiz o termo que define “fidelidade”. Toda a nossa vivência tem a ver com fidelidade, pois aquilo que o ser humano mais teme é ser objecto de infidelidade. Ninguém suporta que lhe sejam infiéis, mas ninguém não olha a meios, recorrendo-se da própria infidelidade, para atingir os seus fins. O cristão pauta-se pela fidelidade a Cristo, sabendo que Ele é o seu Senhor. Quem é fiel ao Senhor, também é fiel no seu viver diário. Por outro lado, vale a pena imitar aqueles que são pacientes. Em grego, a palavra para “paciência” (<em>makrothumia</em>) é composta por duas palavra que poderíamos interpretar como “um grande princípio da vontade, da inteligência, dos sentimentos e das paixões”. Ser paciente significa viver por muito tempo o princípio fundamental da nossa existência – a esperança plena.</p>
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		<title>AMOR EM TEMPO DE NATAL</title>
		<link>http://www.ibalmada.org/2009/12/amor-em-tempo-de-natal/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 11:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[“O Senhor, porém, vos faça crescer e transbordar em amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco” (1 Tessalonicenses 3:12)

Nesta altura do ano, é muito comum ouvirmos as tradicionais, e muitas vezes ocas, frases de “Feliz Natal” e “Boas Festas”. Enfeitam-se as casas com coroas de natal, azevinho e presépios; iluminam-se as ruas com lâmpadas multicores; ornamentam-se as árvores com bolas e fitas reluzentes; enchem-se as mesas com toda a espécie de iguarias de norte a sul; no entanto, não se vive a essência do Natal. Nas frases supra citadas apenas reina o espírito dionisíaco em contraste com o espírito cristão. O espírito dionisíaco é caracterizado pela folia, pela festa, pelo hedonismo, correndo e jorrando a bebida preferida de Baco. O espírito cristão é caracterizado pela tranquilidade, humildade e singeleza de um presépio, onde reina fundamentalmente o amor.

O nosso desejo é que em mais um Natal reinasse o verdadeiro amor de Deus. Mas para isso é necessário ter em conta três factores fundamentais na criação e desenvolvimento do amor no mundo. O primeiro factor é o reconhecimento de que o amor só existe e se desenvolve pela acção do Senhor. No versículo referido acima, Paulo expressa um desejo, uma oração, que ele quer ver entre os cristãos. Ele diz: “O Senhor vos faça crescer e transbordar …”. A sua convicção é que o Senhor Jesus é que tem o poder para fazer crescer e transbordar cada pessoa em amor. É o Senhor do Natal que tem o condão de instilar em nosso coração o verdadeiro amor. Portanto, o amor não é um capricho humano nem surge por vontade humana, mas é um sentimento provocado por Deus. Só quem deixa o Senhor fazer isto na sua vida é que terá o dom de amar os outros.

O segundo factor, apresentado neste versículo, é a consciência de que o amor deve ser praticado na mutualidade e para com todos. Muitas vezes, se não sempre, o amor é praticado nesta altura entre as pessoas que se gostam, com o objectivo de troca num “toma lá e dá cá”. Quantas vezes não ouviram os comentários: “Eu dei isto e aquilo a fulano e sicrano e nem um porta-chaves me ofereceram”? “Tenho dado a fulana e a sicrano um presente todos os anos, mas este ano não vou dar nada, porque eles nunca me deram nada”. Enfim. É este o espírito reinante com características dionisíacas. O amor que Deus instaura em nossos corações não faz acepção de pessoas. O nascimento de Jesus trouxe uma boa nova que seria para todo o povo. Não se destinava apenas aos amiguinhos nem aos ricos nem aos de estatuto social, era também para os pobres, para os ignorantes, para os marginalizados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><img src="http://www.acores.net/images/noticias/2_240_30216_presepio.jpg" alt="" /></p>
<p>“<em>O Senhor, porém, vos faça crescer e transbordar em amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco</em>” (1 Tessalonicenses 3:12)</p>
<p>Nesta altura do ano, é muito comum ouvirmos as tradicionais, e muitas vezes ocas, frases de “Feliz Natal” e “Boas Festas”. Enfeitam-se as casas com coroas de natal, azevinho e presépios; iluminam-se as ruas com lâmpadas multicores; ornamentam-se as árvores com bolas e fitas reluzentes; enchem-se as mesas com toda a espécie de iguarias de norte a sul; no entanto, não se vive a essência do Natal. Nas frases supra citadas apenas reina o espírito dionisíaco em contraste com o espírito cristão. O espírito dionisíaco é caracterizado pela folia, pela festa, pelo hedonismo, correndo e jorrando a bebida preferida de Baco. O espírito cristão é caracterizado pela tranquilidade, humildade e singeleza de um presépio, onde reina fundamentalmente o amor.</p>
<p>O nosso desejo é que em mais um Natal reinasse o verdadeiro amor de Deus. Mas para isso é necessário ter em conta três factores fundamentais na criação e desenvolvimento do amor no mundo. O primeiro factor é o reconhecimento de que o amor só existe e se desenvolve pela acção do Senhor. No versículo referido acima, Paulo expressa um desejo, uma oração, que ele quer ver entre os cristãos. Ele diz: “O Senhor vos faça crescer e transbordar …”. A sua convicção é que o Senhor Jesus é que tem o poder para fazer crescer e transbordar cada pessoa em amor. É o Senhor do Natal que tem o condão de instilar em nosso coração o verdadeiro amor. Portanto, o amor não é um capricho humano nem surge por vontade humana, mas é um sentimento provocado por Deus. Só quem deixa o Senhor fazer isto na sua vida é que terá o dom de amar os outros.</p>
<p>O segundo factor, apresentado neste versículo, é a consciência de que o amor deve ser praticado na mutualidade e para com todos. Muitas vezes, se não sempre, o amor é praticado nesta altura entre as pessoas que se gostam, com o objectivo de troca num “toma lá e dá cá”. Quantas vezes não ouviram os comentários: “Eu dei isto e aquilo a fulano e sicrano e nem um porta-chaves me ofereceram”? “Tenho dado a fulana e a sicrano um presente todos os anos, mas este ano não vou dar nada, porque eles nunca me deram nada”. Enfim. É este o espírito reinante com características dionisíacas. O amor que Deus instaura em nossos corações não faz acepção de pessoas. O nascimento de Jesus trouxe uma boa nova que seria para todo o povo. Não se destinava apenas aos amiguinhos nem aos ricos nem aos de estatuto social, era também para os pobres, para os ignorantes, para os marginalizados.</p>
<p>O terceiro factor é o reconhecimento de que tudo começa em mim. Paulo não dava sermões para que os outros praticassem o que ele dizia, mas estava desejoso de que tudo começasse sempre com ele. Ele também orava para o Senhor fizesse crescer nele e fizesse transbordar nele o amor para com todas as pessoas a quem escrevia a carta. Certamente havia alguns naquela comunidade de Tessalónica que tinham falado contra o ministério de Paulo, mas ele quer experimentar e viver o espírito de Cristo.</p>
<p>Quão maravilhoso seria se em tempo de Natal deixássemos que o Senhor trabalhasse na nossa vida fazendo-nos crescer e transbordar em amor uns para com os outros, sem reservas, sem ressentimentos. Quão bom seria se, acima de tudo, pudéssemos dizer uns aos outros “Eu te amo com o amor do Senhor”, porque o “nosso amor” é falível, sectário, temporal, tendencioso e imperfeito. O amor de Deus é eterno, permanente, perfeito e universal.</p>
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		<title>A Desonestidade de Thierry Henry</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

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É impressionante como as opiniões se dividem sobre o caso do jogador francês que dominou e ajeitou a bola para dar o golo a marcar ao seu colega Gallas, apurando a França e afastando a Irlanda do mundial na África do Sul. As imagens são claras. O jogador sabe perfeitamente aquilo que está a fazer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/11/20/article-1229682-0746AEC5000005DC-663_468x325.jpg" alt="" width="463" height="325" /></p>
<p>É impressionante como as opiniões se dividem sobre o caso do jogador francês que dominou e ajeitou a bola para dar o golo a marcar ao seu colega Gallas, apurando a França e afastando a Irlanda do mundial na África do Sul. As imagens são claras. O jogador sabe perfeitamente aquilo que está a fazer. Se na sua mente estivesse inculcado o princípio da honestidade teria feito uma de duas coisas: Primeiro, Thierry Henry não colocaria a mão à bola, mas tentaria dominá-la com os pés. Afinal trata-se de um jogo de pés. O movimento pode ser instintivo, mas só se torna instintivo nestas situações quando repetidamente se interioriza que se pode fazê-lo. Anteriormente, ele tentou simular um penalti, mas o árbitro não viu. Na mente dos jogadores já está inserido o princípio de que tudo se pode fazer para se atingir os fins. Já lhes foi inculcado no espírito que os “meios justificam os fins”. Certamente também ouviram, vezes sem conta de quem os orienta (???), que, mesmo que façam falta, devem continuar a jogar até ouvirem o apito do árbitro. Ainda me lembro quando jogávamos à bola no recreio da escola, não havendo árbitros, dizíamos: “É falta, ali. Toquei a bola com a mão”. Dir-me-ão: “O jogo era a feijões. Não estavam em causa os milhões…”. Pois, é verdade, mas havia honestidade. Segundo, Thierry Henry não festejaria o golo, mas levantaria as mãos a dizer que não deveria ser validado. Afinal não é isso que eles costumam fazer quando o árbitro assinala uma falta sobre o adversário? Levantam as mãos como que a dizerem que não fizeram nada. Correm para o árbitro a dizer que foi na bola que tocaram. Mas quando fazem mesmo falta e o árbitro não viu, ninguém corre a dizer que fez falta. Henry afirma que, no final do jogo, comunicou aos irlandeses, ao árbitro e à imprensa que dominou a bola com a mão. Não teria sido diferente se de imediato ele o dissesse ao árbitro assim que o golo foi marcado?</p>
<p>Ao admitir diante das câmaras que tocou a bola com a mão, ele não deixou de se justificar. E é nisso que se nota ainda mais a desonestidade do jogador. O remorso só aparece depois de se ter confirmado que a sua batota é bem visível na televisão. É evidente que a decisão sobre a repetição do jogo não está nas suas mãos, mas os acontecimentos seriam diferentes se a sua atitude durante todo o jogo fosse uma atitude honesta. E são estes os exemplos transmitidos para milhões de pessoas que gostam de futebol. Muitas crianças crescem a ver estas coisas e a sentirem que afinal a desonestidade compensa desde que o juiz não veja. O mundo do futebol é apenas um reflexo do que se passa com o ser humano que não tem Deus no seu coração. O crente em Jesus Cristo zela pelo que é honesto “não só diante do Senhor, mas também diante dos homens” (2 Coríntios 8:21).</p>
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		<title>O MUNDO É DOS SOBERBOS</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada do que ouvimos e vemos acontecer nos nossos dias é novo debaixo do sol. Não é de espantar que pessoas “importantes”, com responsabilidades governativas e sociais, se tenham aproveitado das suas posições para melhorarem o seu nível de vida e parecerem ainda mais “importantes” aos olhos dos pobres e indigentes. A maioria das pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada do que ouvimos e vemos acontecer nos nossos dias é novo debaixo do sol. Não é de espantar que pessoas “importantes”, com responsabilidades governativas e sociais, se tenham aproveitado das suas posições para melhorarem o seu nível de vida e parecerem ainda mais “importantes” aos olhos dos pobres e indigentes. A maioria das pessoas só pensa em si e utiliza todos os meios, sejam quais forem, para atingir os seus fins. A ideia de que “quem trabalha consegue” não corresponde à realidade. Para se conseguir ter avultadas quantias de dinheiro é preciso maquinar uma série de falcatruas e malabarismos; é preciso não pensar nas necessidades dos desafortunados (falo fundamentalmente dos que foram vítimas); é preciso prejudicar o genuíno conceito de família; é precisa acabar com a saúde, e muitas outras coisas. Muitas pessoas só pensam no seu umbigo. Quando olhamos para essas pessoas, parece-nos que tudo lhes corre bem. À custa de erário público e da escravidão dos pobres trabalhadores as pessoas “importantes” vão arrecadando e ampliando os seus celeiros com casas fabulosas, carros de luxo, refeições lautas, iates sumptuosos, viagens exorbitantes, lazeres desmedidos, em suma: vidas opíparas.</p>
<p>O profeta Malaquias, contemporâneo de Esdras e Neemias, que proclamou a mensagem de Iavé no período depois do cativeiro da Babilónia, retratou a sociedade judaica como sendo a dos oportunistas e soberbos. Naquela altura, segundo o que escreveu o profeta as pessoas diziam: “É inútil servir a Deus. Que aproveitámos nós em ter cumprido os seus preceitos e em fazer penitência em honra do SENHOR todo-poderoso? Temos visto que os arrogantes são felizes e que os que praticam o mal prosperam. Põem Deus à prova e não recebem castigo!” (Malaquias 3:14-15 – <em>A Bíblia para Todos</em>). Estas palavras foram escritas por volta dos anos 433 e 425 antes da era cristã. Os problemas que afectavam a sociedade naquela altura são os mesmos que afectam a dos tempos modernos. Não há grandes diferenças, porque o ser humano se deixa levar pelos mesmos sentimentos egoístas; numa palavra só – pelo pecado.</p>
<p>O grande erro que os que querem viver honesta e justamente cometem é pensar que os “espertos”, os soberbos, os ímpios, os malfeitores nunca serão apanhados. A voz do povo é unânime em dizer que os grandes, ainda que sejam apanhados, nunca receberão o castigo merecido. Os recursos sucedem-se uns após outros, as decisões do tribunal prescrevem, e eles continuam a viver a sua vida luxuosamente. Diz o profeta que é olhando para estas situações que as pessoas comuns acabam por não cumprir com os seus deveres. Elas acham que se deve cumprir com os preceitos, mas perante as circunstâncias são actos inúteis. Elas concluem que servir ou não servir a Deus é a mesma coisa, que não há qualquer recompensa, que não se ganha nada com isso. De facto, quando vemos as coisas em termos de causa/efeito, é natural pensar-se que não vale a pena estar-se preocupado com o cumprimento de deveres religiosos ou legais. As pessoas só estão dispostas a cumprir com os seus deveres se verificarem que isso lhes traz proveitos imediatos.</p>
<p>Mas há quem não esteja preocupado com os proveitos imediatos. Estes são os que temem ao Senhor. O profeta Malaquias diz que há pessoas que só se preocupam em honrar o Senhor e respeitar a sua autoridade. Estes preocupam-se em animar-se uns aos outros, em orar para que o Senhor atente para eles e os ouça. O profeta diz que Deus se lembra disso porque eles lhe pertencem, eles são um tesouro especial para si e, por isso, promete poupá-los como um pai poupa a seu filho. Viver sob esta promessa é ter a certeza de que um dia se notará a dissemelhança. Deus vai preparar um dia especial para os que o temem (honram) e aí, Malaquias conclui: “Assim verão de novo a diferença que existe entre o bom e o mau, entre o que serve a Deus e o que não o serve” (3:18 – <em>A Bíblia para Todos</em>). Afinal, o mundo não é dos espertos, mas, como disse Jesus: “Felizes os humildes, porque terão como herança a Terra” (Mateus 5:5 – <em>A Bíblia para Todos</em>). Honremos e respeitemos a autoridade do Senhor.</p>
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		<title>PASSOS FIRMES</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 12:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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“Os passos do valente são confirmados pelo Senhor; ele deleita-se no seu caminho; porque caindo não ficará prostrado, pois Iavé levantará com a sua mão” (Salmo 37:23-24)
Caminhar em piso irregular e cheio de buracos com sapatos de salto alto e fino é tarefa árdua e corajosa. Procurar caminhar em linha recta quando se está ébrio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  </p>
<p>“<em>Os passos do valente são confirmados pelo Senhor; ele deleita-se no seu caminho; porque caindo não ficará prostrado, pois Iavé levantará com a sua mão</em>” (Salmo 37:23-24)</p>
<p>Caminhar em piso irregular e cheio de buracos com sapatos de salto alto e fino é tarefa árdua e corajosa. Procurar caminhar em linha recta quando se está ébrio é missão inglória. A probabilidade de queda e de desvio é maior e quase certa. Os passos não são dados com firmeza e segurança, pois há o risco de se ficar preso entre duas pedras, ou então a cabeça pende para um lado e para outro provocando cambaleio.  Se isto acontece na vida normal, mais acontece na vida espiritual.</p>
<p>O salmista, fazendo uma reflexão sobre a vida que algumas pessoas levam, conclui que não vale a pena ficar indignado nem ter inveja dos que vivem sem Deus. Aquele que tem uma comunhão íntima e pessoal com Deus torna-se um valente, uma pessoa forte. O segredo está em não se perder a pensar em ninharias sobre o que os outros possuem, como se a vida se resumisse apenas a isso. Ser um valente é confiar plenamente na acção e orientação de Deus, é descansar e esperar tudo em Deus, é saber que Ele conhece os nossos dias, é ter a certeza que nos dias maus não seremos envergonhados nem nos dias da fome passaremos miséria. A realidade da vida será percorrida com segurança e firmeza porque os nossos passos possuem uma característica que mais ninguém tem, que é terem a sua origem em Deus.</p>
<p>O verdadeiro prazer da vida está nessa relação tão pessoal com Deus. É nele que encontramos toda a alegria, toda a satisfação num caminho que sempre teremos de percorrer. Afinal o segredo está não em viver mas em saber viver. Só que erramos quando pensamos que o saber viver está na nossa capacidade de diversão pessoal, no desejo de tirar proveito de certas situações momentâneas, na cobiça do que os outros têm, na avareza daquilo que se possui. O verdadeiro deleite encontra-se na consciência de que os nossos passos estão a ser dados com origem, fundamento no Senhor Deus.</p>
<p>Mesmo assim, o valente não está livre de cair. A diferença está entre aquele que cai e procura levantar-se sozinho e aquele que tem a mão de Deus para o levantar. Aqueles que não têm os seus passos firmes em Deus, estarão continuamente a cair e até chegam a ficar prostrados de tal forma que não têm mais vontade de se levantar. Quantas frustrações são vividas por pessoas que não têm Deus na sua vida! A angústia apodera-se delas e as conduz muitas vezes à morte. Mas aquele que confia no Senhor e nele espera jamais ficará caído por terra, empapado na lama do pecado. A mão do Senhor se estende e o levanta quando por qualquer motivo acabou por cair. À semelhança de Pedro quando caminhava por cima das águas do mar em direcção a Jesus, basta-nos um pequeno desvio de olhar ou uma ponta de receio de cair para cairmos mesmo. A confiança do salmista é que o crente não ficará prostrado, mas continuará a dar os seus passos firmes depois da mão de Deus o levantar. Esta confiança só se adquire através de uma contínua e firme comunhão com Deus.</p>
<p>Seja um valente cujos passos são dados com firmeza e estabilidade porque iniciaram uma caminhada com Deus. Tenha verdadeiro prazer na sua caminhada, porque os seus passos estão firmados no Senhor. Entregue a sua vida nas mãos de Deus para que Ele o levante sempre que você cair.</p>
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		<title>TEMPOS DE REFRIGÉRIO</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 11:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor” (Actos 3:19)
Terminou mais um fim-de-semana, que, de acordo com as experiências de cada um, foi bom ou mau, foi espectacular ou um desgosto, foi uma realidade ou uma ilusão. Sabemos que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>“<em>Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor</em>” (Actos 3:19)</p>
<p>Terminou mais um fim-de-semana, que, de acordo com as experiências de cada um, foi bom ou mau, foi espectacular ou um desgosto, foi uma realidade ou uma ilusão. Sabemos que as experiências condicionam o nosso estado de espírito. São elas que nos indicam o aspecto positivo ou negativo da vida. No entanto, não podemos esquecer que elas são produto das nossas escolhas. E as escolhas são feitas de acordo com os objectivos que queremos alcançar.</p>
<p>Na leitura de Actos 3:12-19, destaquei aquele versículo depois de reflectir na narrativa do autor Lucas sobre o evento que ocorreu junto ao templo de Jerusalém. A tecedura da narrativa mostra-nos um espaço singular, onde as personagens se movimentam. Esse espaço é visto como o ponto de convergência de três tipos de pessoas: Os que ali vão receber sem precisarem (o povo); os que vão receber porque precisam mesmo (o coxo desde a nascença) e os que vão para dar (Pedro e João). Os que precisam mesmo são uma ínfima percentagem, os que dão são uma percentagem reduzida e os que nem precisam mas vão para receber são a maioria. Pedro e João certamente já tinham aprendido o ensino de Jesus de que mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. Portanto, o seu objectivo em ir ao templo é para dar algo que eles têm. “Prata e ouro não tenho, mas o que tenho, isso te dou”, disse Pedro àquele mendigo que era colocado ali todos os dias por algum familiar ou amigo. E, quando ele deu o que tinha, aconteceu o milagre. Tudo bem. Houve alegria. Houve louvor a Deus. Entretanto, impressionante na trama da narrativa é a caracterização do povo: pasmado, assombrado, atónito, admirado. Parece que o povo nunca tinha experimentado nada igual. A realidade é que o povo iria à espera de receber mas sem esperança que recebesse alguma coisa. Partiam, todos os fins-de-semana, para o templo com uma atitude de resignação: “Vamos lá pedir a Deus que nos abençoe, mas sabemos que tudo vai continuar na mesma. No início da semana voltamos ao trabalho, às encrencas, ao mau ambiente, à maledicência, à chatice e nada muda. No próximo fim-de-semana cá estaremos outra vez para cumprir o nosso dever religioso”. Nada acontece para eles. Mas, quando acontece alguma coisa, deixam-se enredar pelo estupor, pelo êxtase, pela estupefacção, pela admiração. O relevante é que todas estas palavras são sinónimo de paralisia, imobilidade. Perante esta situação o povo é confrontado com uma situação que certamente não estava à espera. Pedro disse claramente que a sua atitude de paralisia, de resignação com a vida, é que tinha levado Cristo à morte. O povo que Deus tinha escolhido negou, entregou e matou o Príncipe ou Autor da vida. Este povo vinha ao templo, mas não conseguia respirar o ar fresco que Deus lhe proporcionou quando ressuscitou a Jesus Cristo dentre os mortos. O povo só estava interessado em receber, mas mesmo assim não conseguia obter resultados porque se mantinha resignado com a vida, não queria acreditar que Jesus pudesse fazer a diferença na sociedade de então. Por isso, preferiram pedir um salteador e homicida, negando o Santo e o Justo. O povo vive atrofiado com todo o tipo de poluição que paira à sua volta e precisa que “venham os tempos de refrigério da presença do Senhor”.</p>
<p>O pecado (do venha a nós) não deixa o povo respirar o verdadeiro ar puro. A palavra “refrigério” traduz o termo grego <em>anápsuksis</em>, que tem implícita a ideia de “espaço para respirar”, “relaxe”, “alívio”. A palavra “tempo” (<em>kairós</em>) denota o momento da intervenção de Deus em qualquer geração. Este tempo não é cronometrado, pois está muito acima dos segundos e minutos que os ponteiros do relógio marcam. Quando o povo não vive esta experiência na presença do Senhor só há um caminho a tomar: Arrepender-se e converter-se. A palavra “arrepender” (<em>metanoéô</em>) tem a ver com “mudança de mente”. O nosso pensamento e mentalidade têm de mudar para se conformar com o pensamento de Deus. O “converter” (<em>epistrépfô</em>) significa “fazer inversão de marcha” e começar a caminhar em direcção ao alvo que Deus tem para nós. Isto é o que temos de fazer se queremos que os nossos pecados sejam apagados. Se nos queremos ver livres deste pecado que nos atrofia todos os fins-de-semana, precisamos de ter aquilo que é fundamental para dar aos outros. Vamos ao culto para dar o Senhor Jesus Cristo àqueles poucos que ainda não O têm. Só quem respira o ar puro da presença do Senhor é que não fica paralisado com o que acontece aos fins-de-semana, pela acção poderosa de Deus.</p>
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		<title>NOEMI versus MARA</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 11:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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“Porém, ela lhes dizia: Não me chameis Noemi, chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-poderoso” (Rute 1:20)
Sabemos que o significado de “Noemi” é “agradável” e o de “Mara” é “amarga”. A história bíblica mostra-nos uma mulher que, depois de ter perdido o marido e os seus dois filhos, se deixou abater pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img src="http://www.jesus-is-savior.com/Basics/bitterness.jpg" alt="" /></em></p>
<p>“Porém, ela lhes dizia: Não me chameis Noemi, chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-poderoso” (Rute 1:20)</p>
<p>Sabemos que o significado de “Noemi” é “agradável” e o de “Mara” é “amarga”. A história bíblica mostra-nos uma mulher que, depois de ter perdido o marido e os seus dois filhos, se deixou abater pelas circunstâncias da vida. Quem não se deixaria, perante tamanha infelicidade? Esta família abandona a sua terra, por causa da fome, partindo para uma terra estrangeira, à procura de melhores condições de vida. Ironia ou não, o facto é que eles são de Belém, nome que significa “casa do pão”. Em terras de Moabe, em vez de melhores condições só encontra desgraça, morte atrás de morte, até que fica só a mulher. Uma mulher sozinha é sinal de miséria, desgraça, pobreza e marginalização. Ela tinha duas noras, mas uma também a abandonou, voltando para casa dos seus pais. Rute, porém, decidiu ficar com a sua sogra e fez um juramento de fidelidade. Iria com ela até ao fim, nem que isso significasse a morte. Ela adoptara o Deus de Noemi quando disse: O teu Deus será o meu Deus.</p>
<p>Mas, Noemi não confia mais no seu Deus. Depois do que viveu, acha que tem toda a razão para se sentir amargurada com a suposta atitude de Deus. Acusa-O de ser o responsável pela sua situação, dizendo que o Shadai é que lhe tem causado amargura em demasia. A amargura poderá ser definida como um sentimento acre provocado por situações que foram adversas e desagradáveis. A amargura surge quando a pessoa se sente ofendida por alguém, e isso lhe criou um certo azedume, não no estômago, mas no coração e na mente. A semente começa a desenvolver-se de muitas maneiras, porque a pessoa não é capaz de falar honestamente sobre o sentir-se ofendida. A realidade é que o ácido guardado no coração e na mente começa a corroer todos os bons pensamentos e atitudes até os destruir. A partir daqui a pessoa parece que começa a sentir prazer em ser amarga, em dizer palavras cheias de fel, em ter atitudes corrosivas. Mas, no fundo, sente que esse amargo está a destruir o seu íntimo. Na realidade não é prazer o que sente, é frustração.</p>
<p>Deus criou-nos com o que há de mais belo e agradável, mas nós deixamos que o pecado nos seduzisse a ponto de cairmos na tentação de considerar que somos as vítimas das circunstâncias à nossa volta. As escolhas que fazemos é que nos fazem cair em determinadas situações, mas depois somos lestos em acusar Deus pelo que nos acontece. Noemi tinha um nome que irradiava “agradabilidade”, mas agora preferia um nome que demonstrasse toda a acidez que brotava do seu íntimo. Mas Deus usou uma moça estrangeira, Rute, a moabita, para que Noemi voltasse a ter o sentimento de alegria. Deixar ficar a amargura no nosso coração é estar a dar um lugar ao diabo (Efésios 4:27-31). O autor da Epístola aos Hebreus também escreveu: “tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminam” (Hb. 12:15). Não queiramos ser chamados de “Mara”, recebamos, antes, o nome de “Noemi”, o novo nome que Jesus nos quer dar (Apocalipse 2:17). Para isso, Ele está à porta do nosso coração, batendo e esperando que o abramos para Ele entrar.</p>
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		<title>PANTOCRATOR</title>
		<link>http://www.ibalmada.org/2009/09/pantocrator/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Certamente, todos nós relembrámos, com tristeza e amargura, as mais de 2.000 pessoas que morreram vítimas do atentado terrorista em 2001 às conhecidas Torres Gémeas, em Nova Iorque. Não há nada que possa suavizar a mágoa dos ente queridos, por mais museus e memoriais que se construam. Infelizmente o ser humano pensa sempre que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://images.google.com/imgres?imgurl=http://gallery.hd.org/_exhibits/places-and-sights/_more2001/_more09/US-NY-NYC-World-Trade-Center-attack-20010911-1303GMT-moment-of-collision-of-flight-UA175-Boeing-767-jet-with-south-tower-causing-huge-explosion-seen-from-side-of-entry-2-ANON.jpg&amp;imgrefurl=http://mirror-uk-rb1.gallery.hd.org/_c/places-and-sights/_more2001/_more09/US-NY-NYC-World-Trade-Center-attack-20010911-1303GMT-moment-of-collision-of-flight-UA175-Boeing-767-jet-with-south-tower-causing-huge-explosion-seen-from-side-of-entry-2-ANON.jpg.html&amp;usg=__CrLCokQ8hsi42vvBU7Crhky3fm0=&amp;h=480&amp;w=640&amp;sz=32&amp;hl=pt-PT&amp;start=86&amp;um=1&amp;tbnid=HHejqx4H9mZWvM:&amp;tbnh=103&amp;tbnw=137&amp;prev=/images%3Fq%3Dworld%2Btrade%2Bcenter%26ndsp%3D18%26hl%3Dpt-PT%26rls%3Dcom.microsoft:pt:IE-SearchBox%26rlz%3D1I7GGLL_en%26sa%3DN%26start%3D72%26um%3D1"><img class="alignleft" style="border: 1px solid;" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:HHejqx4H9mZWvM:http://gallery.hd.org/_exhibits/places-and-sights/_more2001/_more09/US-NY-NYC-World-Trade-Center-attack-20010911-1303GMT-moment-of-collision-of-flight-UA175-Boeing-767-jet-with-south-tower-causing-huge-explosion-seen-from-side-of-entry-2-ANON.jpg" alt="" width="150" height="144" /></a><a title="O World Trade Center em 1990." href="/wiki/Ficheiro:World_trade_center_new_york_city_from_hudson_circa_1990.jpg"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2c/World_trade_center_new_york_city_from_hudson_circa_1990.jpg/200px-World_trade_center_new_york_city_from_hudson_circa_1990.jpg" alt="" width="222" height="146" /></a></p>
<p>Certamente, todos nós relembrámos, com tristeza e amargura, as mais de 2.000 pessoas que morreram vítimas do atentado terrorista em 2001 às conhecidas Torres Gémeas, em Nova Iorque. Não há nada que possa suavizar a mágoa dos ente queridos, por mais museus e memoriais que se construam. Infelizmente o ser humano pensa sempre que a edificação de algo fará com que o mundo não esqueça e não repita os actos atrozes e hediondos praticados pelo próprio ser humano ao longo da história da humanidade. A realidade é bem notória, e contraditória ao que o ser humano pensa.</p>
<p>As imponentes torres, com 110 andares e 417 metros de altura até ao telhado, foram construídas depois da II Guerra Mundial, com base na prosperidade económica e o aumento do comércio internacional. A baixa de Manhattan seria o local ideal para edificar o maior complexo da humanidade que reuniria <em>o</em> Centro Comercial Mundial (World Trade Center). Eles não queriam que este Centro fosse mais um entre tantos outros, mas queriam que ele fosse o mais importante à escala mundial. Tudo foi preparado ao pormenor para que a glória do ser humano se evidenciasse. O próprio chefe dos engenheiros, Leslie Robertson, considerou, no plano de construção, a possibilidade de um Boeing 707, o maior na altura, chocar contra o edifício e, feitos os devidos estudos, considerou-se que nem um avião destes deitaria abaixo os edifícios. Eis a presunção do ser humano ao mais alto nível. Contudo, foi o próprio ser humano que arrasou o monumento do orgulho da humanidade.</p>
<p>O problema do ser humano continua a ser o orgulho, a vaidade, a ideia de que ele é o princípio e o fim de todas as coisas; a ideia de que ele é o que pode todas as coisas, o pantocrator. Do texto bíblico desta manhã, em Apocalipse 1:8-11, destaco o versículo 8 que diz: “Eu sou o alfa e o ómega, (o princípio e o fim), diz o Senhor Deus, o que é, e que era e que há-de vir, o Todo-Poderoso”. O ser humano tem dificuldade em reconhecer que haja alguém que está acima dele; alguém em quem convergem todas as coisas; alguém que deve ser adorado e servido como o Pantocrator (termo transliterado do grego que significa “Todo-poderoso”. A vida de cada um de nós vai de A a Z, tem um princípio e um fim, mas o Senhor Deus é aquele que deve estar no início e no fim da nossa história, porque só Ele é eterno. Ele não só faz parte do presente, como também fez parte do passado e fará parte do futuro. Nós ainda não existíamos e Ele já era adorado como o Pantocrator pelos povos que o reconheciam como Senhor. Nós já não faremos parte do número dos viventes e Ele continuará a ser o Pantocrator de toda a humanidade.</p>
<p>Novos edifícios se levantarão na baixa de Manhattan, em Nova Iorque, mas nada garante que eles ficarão para a posteridade. Os seus dias também estão contados, e o ser humano só precisa de reconhecer que o único ser eterno é Deus, o Pantocrator.</p>
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		<title>ALFABETIZAÇÃO: PERDIÇÃO OU SALVAÇÃO?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[A UNESCO consagrou o dia 8 de Setembro como Dia Internacional da Alfabetização, tendo em conta o facto de haver tanta gente sem saber ler, compreender e escrever, em todo o mundo. Em Portugal, de acordo com os censos de 2001, temos ainda 9% de analfabetos. Os pressupostos, para a organização das nações Unidas para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A UNESCO consagrou o dia 8 de Setembro como Dia Internacional da Alfabetização, tendo em conta o facto de haver tanta gente sem saber ler, compreender e escrever, em todo o mundo. Em Portugal, de acordo com os censos de 2001, temos ainda 9% de analfabetos. Os pressupostos, para a organização das nações Unidas para a educação, ciência e cultura, são de enaltecer, porque se crê que com a alfabetização haverá um desenvolvimento sustentável entre todas as pessoas, países e raças. Crê-se que se erradicará a pobreza, se aumentará a possibilidade de emprego, se promoverá a igualdade de sexos, se melhorará o sistema de saúde, se protegerá o ambiente e se promoverá a participação democrática. Não há dúvida que a alfabetização é importantíssima no desenvolvimento pessoal e profissional de cada ser humano. Agora, o que não se pode dizer é que o analfabetismo é o grande causador da exclusão social das camadas mais pobres da população. O problema não está na pessoa analfabeta, porque esta não teve as oportunidades nem lhe foram criadas as condições para ser alfabeta, mas está, isso sim, nos “analfabetos” alfabetizados que na sua presunção, orgulho e vaidade se acham os senhores e dominadores de todos os que não sabem ler, levando-os à escravidão e à pobreza. O que sabemos é que em países onde o índice de alfabetização ronda os 99%, tais como a Lituânia, Geórgia, Ucrânia, Cuba e outros, a pobreza também existe em grande percentagem, para não falar da discriminação social e racial, para não falar da perseguição religiosa que se promoveu durante décadas e em parte ainda continua a fazer-se. A alfabetização não é tudo. Para alguns tem servido de trampolim para galgar tudo e todos sem escrúpulos e com dolo. Infelizmente muitas pessoas usam a sua “alfabetização” para dominar, escravizar e explorar os outros que não tiveram as mesmas oportunidades. Numa sociedade como esta, onde os “senhores doutores” se acham mais sábios, aproveita-se toda a situação para arrebanhar dos outros tudo quanto é de “valor”, principalmente a nível financeiro. E quem assim viu fazer vai pensar que também precisa de ser alfabetizado para atingir as mesmas riquezas e o mesmo poder daqueles que se encontram nos poleiros.</p>
<p>Quando os cristãos surgiram, pregando o evangelho de Jesus Cristo, uma nova forma de viver tanto no plano horizontal como vertical, foram chamados de “indoutos”, “iletrados”. Durante o meu ministério sempre ouvi dizer que “essa coisa da fé e da religião” era para ignorantes, para pessoas que não sabiam ler. E ainda hoje, se continua a dizer que quem crê em Deus e na Sua intervenção nas suas vidas são uns “coitadinhos”, não sabem nada, não têm mais conhecimentos. Enfim! Por isso, muitos dos alfabetizados acham-se tão importantes e com autoridade para menosprezarem aqueles que crêem no evangelho de Cristo. Resta-nos, a nós cristãos, descansarmos nas palavras do apóstolo Paulo quando escreveu ao filipenses, dizendo: “Em nada vos espanteis dos que resistem, o que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas, para vós, de salvação” (Fil. 1:28). O verbo “resistir” denota aqueles que se opõem a alguma coisa, são os anti-cristãos. Eles até podiam saber ler, escrever e compreender um texto, mas estavam longe de compreender a essência do evangelho de Cristo. Para nada adianta a alfabetização se o programa não incluir a consciência de que só Deus tem poder para transformar o íntimo do ser humano levando-o a amar o seu próximo e assim criar mais igualdade, fraternidade e liberdade. Isto implica saber ler, compreender e aplicar a Bíblia, como Palavra de Deus, à nossa vida. Quem souber fazer isto pode considerar-se uma pessoa verdadeiramente alfabetizada, cujo resultado será a salvação.</p>
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		<title>A CIDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 20:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Viver numa cidade tem as suas vantagens e desvantagens. Parece, porém, que as pessoas conseguem apresentar mais desvantagens do que vantagens. Mesmo assim, a correria para as cidades continua de forma desenfreada. A concentração de pessoas nas cidades é um dos factores que contribui para a degradação do ser humano. Muitas vezes a cidade é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="13-tokyo-ginza.jpg"></a></p>
<p style="text-align: left;">Viver numa cidade tem as suas vantagens e desvantagens. Parece, porém, que as pessoas conseguem apresentar mais desvantagens do que vantagens. Mesmo assim, a correria para as cidades continua de forma desenfreada. A concentração de pessoas nas cidades é um dos factores que contribui para a degradação do ser humano. Muitas vezes a cidade é sinónimo de violência, delinquência, pobreza, doença, imoralidade, vaidade, hipocrisia e outras situações que nada contribuem para o bem-estar do ser humano. Na cidade, as pessoas encontram mais divertimentos, passatempos e espaços de lazer que, embora alguns até pudessem ser saudáveis, contribuem para situações opressivas por parte daqueles que não têm escrúpulos em explorar e oprimir os mais débeis e incautos. É na cidade que mais se nota a lei do mais forte e a exploração do mais fraco. Na cidade não há compaixão pelo mais fraco e necessitado. Na cidade, as pessoas deixam-se apanhar, por vontade própria, nas malhas do pecado e, quando dão por ela, já não conseguem livrar-se das garras dos vícios. É na cidade que as pessoas se acham senhoras e donas dos seus narizes, ostentando toda a sua presunção e rebeldia contra a existência de um Deus que quer o melhor para elas. É na cidade que as pessoas não têm tempo para Deus, pois encontram os seus deuses que lhes dão prazer efémero.</p>
<p>Apesar de toda esta vivência na cidade, o profeta Isaías (25:1-8) apresenta-nos uma mensagem de esperança para aqueles que têm Deus como seu Senhor. Os que crêem em Deus só têm uma preocupação: confessá-lo como seu Deus e adorá-lo. Tendo em atenção às maravilhas que Deus tem feito e aos conselhos que dá para uma vida saudável e recta, o crente louva-O porque sabe que vai haver um novo dia de libertação. Nas palavras do profeta, a cidade será feita num montão, em ruínas (v.2) e o crente só poderá exclamar: “Ó Senhor, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei a ti e louvarei o teu nome; porque fizeste maravilhas…” (v. 1).</p>
<p>A realidade é que não haverá poderoso nem violento que consiga enfrentar o Deus vivo e verdadeiro. Os arrogantes sucumbirão perante o Senhor, enquanto os pobres, os necessitados e os angustiados encontrarão no Senhor a verdadeira fortaleza (v.4). Na cidade, os poderosos banqueteiam-se e assopram violência contra os indefesos, mas esquecem que Deus é o refúgio contra a tempestade e a sombra contra o calor daqueles que confiam nele e o louvam no seu templo (v.5). Desiludam-se os arrogantes, porque a vida não lhes continuará a sorrir como até agora. Desenganem-se os foliões que buscam mais o prazer em coisas fúteis do que na adoração ao Senhor dos senhores.</p>
<p>Os que confiam no Senhor Deus Todo-poderoso receberão o banquete divino que dá a verdadeira alegria em pureza (v. 6). A verdadeira esperança que o crente em Deus tem é que Ele aniquilará a morte para sempre e enxugará as lágrimas de todos os rostos e tirará o opróbrio daqueles que são seus (v.8). Só Deus pode fazer isto. Não há mensagem mais sublime do que esta. Em Deus reside toda a nossa esperança.</p>
<p>Se você faz parte do grupo que procura na cidade a razão, o poder e a luxúria para a sua vida, não faça frente ao Senhor do universo; renda a sua vida a Ele e glorifique-O; reconheça a sua necessidade e refugie-se nele; aceite a dádiva divina de vida para sempre sem lágrimas e sem angústias.</p>
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		<title>HISTÓRIA DOS BAPTISTAS – 400 ANOS</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 13:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virgílio Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[História dos Baptistas - 400 anos

A História dos Baptistas começou com actos de grande ousadia e valentia praticados por grandes homens. Como não temos conhecimento de que alguma mulher estivesse envolvida no movimento que deu origem aos Baptistas, sem minimizar o trabalho que as mulheres têm feito através da história, quisemos colocar este resumo histórico nesta secção dos homens para ver se de algum modo somos desafiados, como homens que pouco aderem às coisas religiosas, a agir no século XXI. Deleite-se e deixe-se desafiar com esta singela história. Visite no Menu Ministérios e seleccione a secção União de Homens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ibalmada.org/wp-content/uploads/2009/07/amsterdam-canals.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-489" title="amsterdam-canals" src="http://www.ibalmada.org/wp-content/uploads/2009/07/amsterdam-canals.jpg" alt="amsterdam-canals" width="448" height="336" /></a></p>
<p>Os Baptistas, como denominação evangélica cristã, têm uma história da qual se podem orgulhar. Este ano, a Federação Batista Europeia, organização à qual estamos associados através da Convenção Baptista Portuguesa, está a promover uma celebração que se realizará em Amsterdão dos dias 24-26 de Julho deste ano. Este evento procura não só rever o c0meço histórico dos baptistas, mas também procurar discernir a chamada de Deus para o futuro. Em 1609, um pequeno grupo de refugiados religiosos de Inglaterra juntavam-se para cultuarem a Deus livremente e estudarem a Bíblia juntos. Foi a partir deste grupo que se desenvolveram as convicções que hoje são o âmago dos princípios baptistas: 1) baptismo por imersão de pessoas que crêem; 2) sacerdócio de todos os crentes; 3) Bíblia como única regra de fé e prática; 4) separação entre Igreja e Estado.</p>
<p>Várias conferências vão ser realizadas que abordarão temas tão caros aos baptistas tais como: Trabalho missionário no mundo, a liberdade religiosa, os direitos humanos, a educação teológica e a História dos Baptistas.  Para ir conhecendo um pouco da História dos Baptistas, iremos publicar no Menu &#8220;Ministérios&#8221; na secção &#8220;União de Homens&#8221; alguns resumos da nossa História. Visite-nos.</p>
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		<title>Morte de Michael Jakson</title>
		<link>http://www.ibalmada.org/2009/06/morte-de-michael-jakson/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 11:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?”
Salmo 8:4
 
O dia 25 de Junho 2009 vai ficar para sempre marcado pela morte de Michael Jackson.
Um homem mortal, como nós, cheio de vaidades, desilusões, vitórias, derrotas&#8230;
Um pouco diferente de nós financeiramente. Era milionário e pôde transformar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><a href="http://www.ibalmada.org/wp-content/uploads/2009/06/michael-jackson1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-478" title="michael-jackson1" src="http://www.ibalmada.org/wp-content/uploads/2009/06/michael-jackson1.jpg" alt="michael-jackson1" width="324" height="243" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">“Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Salmo 8:4</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">O dia 25 de Junho 2009 vai ficar para sempre marcado pela morte de Michael Jackson.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Um homem mortal, como nós, cheio de vaidades, desilusões, vitórias, derrotas&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Um pouco diferente de nós financeiramente. Era milionário e pôde transformar a sua imagem e ter uma vida de luxo e glórias&#8230; Mas a glória deste mundo é passageira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Que investimento Michael Jackson fez para a eternidade que ele acabou de começar?!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Não podemos saber com precisão porque ele nunca confessou diante de todos que Jesus era o Salvador de sua alma. Quem sabe não teve oportunidade de decidir antes de morrer &#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Vamos pensar um pouco, analisar os nossos investimentos. Talvez, como eu, você não tem muito dinheiro e bens para investir, mas como eu, você tem 24 horas no dia. Quanto tempo temos gasto para estar com Deus, vivendo para O adorar e anunciar o seu Nome? &#8211; JESUS: O Nome que está acima de todos os nomes!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">A vida de Michael Jackson durou 50 anos. Poderia ter morrido antes ou ter vivido mais 50.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Não sabemos o dia da nossa morte. Jovem ou não devemos buscar ao Senhor enquanto se pode achar, chegarmo-nos a Ele, vivermos para Ele!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Assim teremos a certeza que estamos a investir no Céu, onde Jesus Cristo foi preparar lugar para todos que disserem SIM ao seu convite de amor: &#8220;Vinde a mim!&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-spacerun: yes;">                                                              </span>Alda Gama</span></span></p>
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