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		<title>Metodologia e Processo Criativo em Projetos de Comunicação Visual</title>
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		<comments>http://www.ifd.com.br/blog/2009/07/09/metodologia-e-processo-criativo-em-projetos-de-comunicacao-visual/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 15:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Janaina Fuentes Panizza apresentou este trabalho em 2004, como dissertação de mestrado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, a ECA/USP. As 254 páginas de Metodologia e Processo Criativo em Projetos de Comunicação Visual se dividem em três capítulos e considerações finais, além de introdução, bibliografia etc.
O primeiro capítulo trata de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Janaina Fuentes Panizza apresentou este trabalho em 2004, como dissertação de mestrado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, a ECA/USP. As 254 páginas de Metodologia e Processo Criativo em Projetos de Comunicação Visual se dividem em três capítulos e considerações finais, além de introdução, bibliografia etc.</p>
<p>O primeiro capítulo trata de Comunicação Visual e Design Gráfico. É aquele “basicão”:  o que é comunicação visual; mensagens visuais; design gráfico etc. A melhor seção deste capítulo é Expressões do Design, na qual a autora escreve sobre sete subáreas do design gráfico. Esta divisão ainda mostra um tatear reunindo toda a comunicação digital em “mídia eletrônica”. Mas não é nada que comprometa nem de longe os capítulos seguintes.</p>
<p>Em Metodologia Projetual, depois de discorrer se é realmente necessário a utilização de métodos, Panizza apresenta as principais escolas de design da história e seus métodos. Em seguida, apresenta os métodos projetuais de Bruno Munari, Verônica Nápoles, Don Koberg &#038; Jim Bagnall, Norberto Chaves, Bernd Löbach, Maria Luísa Peón, Fábio Mestriner, Guto Lins e Francisco Homem de Melo. Finaliza este segundo capítulo com considerações sobre os diversos métodos apresentados.</p>
<p>No terceiro capítulo, Janaína Panizza escreve sobre Criatividade.  Começa combatendo a lenda da iluminação divina, das lendas que inventam e mitificam o “Eureka” ou a maçã de Newton. Depois, escreve sobre diferentes técnicas criativas, recorrendo a vários autores de diferentes disciplinas e proveniências teóricas.</p>
<p>Fecha a dissertação com as Considerações Finais, relacionando de forma mais sistemática a criatividade e o método, além de discorrer sobre o ensino do design e da comunicação visual nas escolas contemporâneas.</p>
<p>- <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27148/tde-04082006-120606/publico/metodo-criatividade.pdf"  class="external" target="_blank">Baixe o pdf de Metodologia e Processo Criativo em Projetos de Comunicação Visual</a></p>
<p><img src="http://i44.tinypic.com/2nqh7aa.jpg" alt="null" /></p>
<p>Peguei a dica no blog <a href="http://imagem-papel-e-furia.com.br" class="external" target="_blank">http://imagem-papel-e-furia.com.br</a> que vale a pena sua visita lá tem bastante coisa para garimpar!</p>
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		<title>Marcas populares ganham confiança da classe C</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo da Troiano com IBOPE mostra como é o consumo de marcas populares
A ascensão da classe C no Brasil não é mais novidade. A maior parte da população consumidora do país mantém o crescimento também quando o assunto é a redução de gastos entre as outras camadas sociais. Este é um dos dados apresentados pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo da Troiano com IBOPE mostra como é o consumo de marcas populares</em></p>
<p>A ascensão da classe C no Brasil não é mais novidade. A maior parte da população consumidora do país mantém o crescimento também quando o assunto é a redução de gastos entre as outras camadas sociais. Este é um dos dados apresentados pela Troiano Consultoria de Marca em estudo feito em parceria com o IBOPE que ouviu 3.003 pessoas em nove regiões do Brasil.</p>
<p>A pesquisa avaliou 64 marcas das categorias cerveja, financeiras, operadoras de celular e fast food quanto ao consumo popular no Brasil. Foram avaliados produtos, distribuição, preço, atendimento, comunicação e marca. O perfil traçado destes consumidores mostra que pequenos comércios são os principais pontos-de-venda frequentados e que produtos de beleza estão cada vez mais presentes nos estabelecimentos das classes sociais mais humildes.</p>
<p>Segundo o estudo, o consumo da classe C apresenta características comuns como um produto oferecer qualidade e atender as necessidades das pessoas. A distribuição precisa ser de fácil acesso, mas não é verdade que as classes mais humildes compram somente com base no preço baixo. Quanto ao atendimento, o consumo popular espera atenção e respeito enquanto a comunicação precisa apresentar propagandas interessantes. Com relação à marca, a exigência mostrada no estudo é ser especial de alguma forma.<br />
<strong><br />
Confiança X qualidade</strong><br />
A pesquisa avaliou 64 marcas sendo 17 de cerveja, nove financeiras, as cinco principais de telefonia celular e 33 empresas de fast food. Na categoria cerveja, apenas uma marca se destaca entre todas as outras no que se refere à confiança. Das empresas financeiras o preço aparece como o mais importante para a escolha da classe popular. O serviço de telefonia celular surpreendeu, já que uma marca mostrou desempenhou amplamente superior às demais com relação à distribuição e produto. O nome da marca não foi divulgado.</p>
<p>O resultado da pesquisa aponta para os princípios essenciais para que uma empresa possa ter sucesso ao fazer negócios voltados para a baixa renda. Fazer parte do plano aspiracional destes consumidores é o principal deles. “Marcas de confiança não resistem a produtos sem qualidade. Depenar produtos não garante o sucesso de uma marca e o preço não é necessariamente gerador de confiança”, diz Cecília Russo, sócia-diretora da Troiano Consultoria de Marca.</p>
<p>Um dos motivos que constroem um cenário favorável para as marcas voltadas para as classes de menor poder aquisitivo é que estes consumidores acreditam que vão melhorar de vida. Desta forma, surge a oportunidade para empresas que podem acompanhar o projeto aspiracional e participar da materialização dos sonhos destes consumidores.</p>
<p><strong>Gosto pela baixa renda</strong><br />
A Ricardo Eletro desponta como uma das principais redes varejistas do Brasil principalmente quando a questão é preço. Para atingir o sucesso de vendas, o presidente da rede, Ricardo Rodrigues Nunes, destaca o desafio de treinar seus funcionários para atender o público, saber e entender do que eles gostam. “Tem que pegar pelo braço, abraçar, sentir o cheiro deles. Todos os sábados eu estou nas lojas e até faço a entrega dos produtos na casa dos clientes”, conta o executivo.</p>
<p>De acordo com Ricardo Nunes, o treinamento dos vendedores tem muito a ver com o trabalho de sapatos. “Temos que agachar, tirar a meia, sentir o chulé deles, buscar produtos e oferecer todos os que estiverem disponíveis. Temos que mostrar para eles o suor na camisa”, afirma o presidente da Ricardo Eletro durante a palestra no Painel de Tendências – Consumo Popular e as Marcas, que ocorreu no Auditório do Globo, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Além de entrar no mundo destes consumidores, é necessário gostar de estar entre eles. Além disso, na Ricardo Eletro, vender de forma diferente da concorrência, sem formalidade, é um recurso de sucesso. Preço não é tudo e ter uma loja bonita é obrigação porque as classes mais populares se sentem mais valorizadas. “Falar a verdade para este público é muito importante. Por isso pedimos para quem não quiser enfrentar filas ou entrar em lojas cheias ficar em casa. Desta forma ele não ficará irritado se estiver na fila por muito tempo”, ensina Ricardo Nunes.</p>
<p><strong>Perfil e novas concorrências</strong><br />
Apesar de pertencerem às camadas mais pobres da sociedade brasileira, os consumidores de baixa renda não querem ser vistos como pobres. Um bom exemplo dado por Jaime Troiano, sócio-diretor do Grupo Troiano, são as diferenças entre mulheres de classe AB e as da classe C. “Na classe C temos consumidoras com mais paciência, que valorizam a atenção dada pelo vendedor. O pobre não quer se sentir mais pobre na hora da compra”, avalia Troiano.</p>
<p>Para entender melhor os hábitos de consumidores de baixa renda e planejar um projeto de sucesso voltado para eles, “basta olhar para os modelos de negócio da Rocinha e não implantar os que são feitos nos EUA. Precisamos entender o Brasil de 100 milhões de pessoas”, afirma André Torreta, autor do livro &#8220;Mergulho na  Base da Pirâmide&#8221;.</p>
<p>Prova da complexidade de atingir e manter uma relação de confiança com a classe C no Brasil é que as operadoras de celular ganham cada vez mais concorrentes, mas esses não oferecem planos de telefonia. &#8220;Hoje uma lan-house concorre com as operadoras de celular porque com R$1,00 estes consumidores se conectam e falam com diversas pessoas e deixam de comprar um cartão pré-pago”, compara a antropóloga e doutora do Instituto Coppead de Administração/UFRJ, Carla Barros.</p>
<p><strong>autor:</strong> Thiago Terra<br />
<strong>fonte:</strong> <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" class="external" target="_blank">http://www.mundodomarketing.com.br</a></p>
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		<title>Seja Interessante, mas Também Interessado</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 02:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos pensamos que é muito importante ser uma pessoa interessante, com boas histórias para contar, cultura geral, experiência e empatia.
Sim, isso é realmente é um fator crucial para seu networking.
No entanto, você já parou para pensar que tão importante quanto ser INTERESSANTE é ser INTERESSADO?
Não me refiro a interessado no sentido de ser interesseiro (ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos pensamos que é muito importante ser uma pessoa interessante, com boas histórias para contar, cultura geral, experiência e empatia.</p>
<p>Sim, isso é realmente é um fator crucial para seu networking.</p>
<p>No entanto, você já parou para pensar que tão importante quanto ser INTERESSANTE é ser INTERESSADO?</p>
<p>Não me refiro a interessado no sentido de ser interesseiro (ou agir somente em função dos interessantes próprios).  Estou falando sobre mostrar uma atenção sincera e autêntica sobre as outras pessoas, e não querer ser sempre o centro das atenções.</p>
<p>Muitas vezes não estamos interessados, e não é por mal.   Nos deixamos levar pela conversa, e acabamos querendo falar mais do que ouvir.  Sem que notemos o que estamos fazendo, nos surpreendemos quando a outra pessoa perde interesse na conversa.</p>
<p>Temos que trabalhar em nossa inteligência emocional para estarmos conscientes das situações que vivenciamos e administrar nossa comunicação.</p>
<p>Todos já passamos pela situação de estar conversando com alguém que só quer falar de si mesmo.  Em pouco tempo começamos a pensar que a pessoa é arrogante, egocêntrica ou simplesmente “mala”.   O fato, no entanto, é que todos fazemos o mesmo em alguns momentos, e simplesmente não percebemos.  </p>
<p>Seguem algumas breves dicas para administrar seu equilibrio interessante/interessado:</p>
<p>Estabeleça limites mentais:  acostume-se a colocar um bloqueio mental para que você não fale mais do que um certo período sem que o outro interaja.  Isto pode ser conseguido com um pouco de prática.</p>
<p>Faça perguntas:  fazer perguntas inteligentes mostra que você está atento e quer saber mais.  Também ajuda a motivar pessoas introvertidas a falar mais.</p>
<p>Ajuste sua linguagem corporal:  seu corpo diz mais do que sua boca.  De nada serve falar que está interessado se você não estabelece contato visual adequado e mantém uma postura interessada.</p>
<p>Controle seu conhecimento:  quando sabemos muito sobre um tema temos a tendência de querer falar mais, interromper e corrigir os demais.  Há que avaliar bem se a interferência no tema realmente irá trazer um benefício para a conversa e para o relacionamento ou se você somente quer aparecer.</p>
<p>Seja natural:  nada pior que estar conversando com uma pessoa que está claramente fingindo interesse mas não vê a hora de sair dali.</p>
<p><strong>Ser interessado É ser interessante.</strong></p>
<p><strong>autor:</strong> Luiz de Paiva<br />
<strong>fonte:</strong> <a href="http://ogerente.com/congestionado/" class="external" target="_blank">http://ogerente.com/congestionado/</a></p>
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		<title>Revolução digital dará novos rumos ao Marketing</title>
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		<comments>http://www.ifd.com.br/blog/2009/07/03/revolucao-digital-dara-novos-rumos-ao-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 00:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IFDBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Walter Longo mostra novo perfil de consumidores e a comunicação digital
A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1990, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente trazem novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Walter Longo mostra novo perfil de consumidores e a comunicação digital</em></p>
<p>A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1990, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente trazem novos desafios para os profissionais de Marketing. Esta afirmação é feita por Walter Longo, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Young&#038;Rubican.</p>
<p>Esta revolução digital pode ser comparada ao conceito desenvolvido por Shel Silverstein, o Tesarac. A associação ao termo se dá por conta da mudança que ocorre na comunicação com paradigmas que deixam de fazer sentido enquanto surgem outros que ainda não podem ser totalmente mensurados. Por isso, hoje existem três tipos de consumidores: os turistas digitais; os imigrantes digitais; e o nativo digital.</p>
<p>Se antes a comunicação podia ser comparada a um jogo de boliche, com o objetivo de acertar todos os pinos com uma bola, de uma só vez, hoje o jogo mudou. De acordo com Walter Longo agora estamos diante de um pinball, já que a comunicação bate e volta, e o emissor não sabe a força com que ela chega e muito menos com o impacto que ela vai causar.<br />
<strong><br />
Mídia digital dita novos rumos</strong><br />
No cenário atual os consumidores se encontram “presos” às mídias tradicionais e esta realidade não deve mudar tão cedo. “Apesar de ver o surgimento de novas mídias, não sabemos a real dimensão que elas terão no futuro e este é o presságio para um impacto nunca visto antes”, diz Walter Longo, em entrevista ao Mundo do Marketing. Neste cenário, a internet surge como a principal ferramenta por oferecer comunicação instantânea e que pode ser editada ao mesmo tempo.</p>
<p>Isto é o que a diferencia das outras mídias, segundo Longo. “Mídia nova não mata mídia velha. Os meios impressos são editáveis e não instantâneos porque eu decido a hora e o local em que vou consumir. Já a mídia eletrônica é instantânea, mas não editável porque eu só posso consumi-la onde ela estiver. Desta forma elas tornam-se complementares para a comunicação do homem”, conta.</p>
<p>Desta forma, as empresas de comunicação estarão cada vez mais se envolvendo com mídias digitais só que de maneira exponencial. “A revolução digital será feita por novas mídias que vão abranger muitos consumidores e qualificar a mensagem ao mesmo tempo. Além disso, ela será mais acelerada do que se imagina” afirma o Mentor do Grupo Newcomm durante a palestra “O Mundo Digital e os novos desafios do Marketing”.</p>
<p><strong>Tendências irreversíveis</strong><br />
A chegada da revolução digital aponta para duas tendências irreversíveis na comunicação. A primeira é a que trata da passagem de uma comunicação massificada para a individualização da mensagem. Isto significa falar com cada individuo de forma diferente sem ter o custo elevado que havia antes da comunicação digital.</p>
<p>A segunda tendência apresentada por Walter Longo é que os meios podem misturar o conteúdo editorial com o publicitário sem precisar de interrupções. O modelo atual usa a interrupção para chamar a atenção do consumidor com um comercial, mas o que acontece é a mescla entre mensagem e entretenimento. “Hoje já é possível que uma empresa que não é mídia se torne mídia. Temos cada vez mais anunciantes produzindo conteúdo, games, entre outras formas de entreter. Se antes os anunciantes eram obrigados a usar uma mídia para chegar ao público, hoje a empresa se transforma em mídia e atinge o seu consumidor”, aponta.</p>
<p>Fato é que as mídias digitais estão dificultando cada vez mais a relação entre o consumidor e as mídias tradicionais. O principal fator para a mudança de comportamento é que o consumidor não quer e não precisa mais esperar a TV anunciar as notícias porque ele pode obtê-las na internet.</p>
<p><strong>Revolução humana com novo perfil</strong><br />
Antes de ser tecnológica, a comunicação está passando por uma revolução humana que está divida em três tipos de perfil de consumidor. Os turistas digitais são os que entram vez ou outra na internet e têm dificuldades em manusear um iPhone, por exemplo. Outros são vistos como imigrantes digitais, já que se “mudaram” para este mundo, mas não são originários dele. Por último está o nativo digital, que hoje não considera a internet uma tecnologia porque ele já nasceu inserido nela.</p>
<p>Segundo Walter Longo, são os nativos digitais os grandes responsáveis pela revolução digital. “A tecnologia para eles já é comum e estes executivos assumirão em breve o poder das empresas e começarão esta revolução. Apesar de perceber isto, não sabemos quão rápido e o impacto que esta revolução vai gerar na comunicação”, explica o executivo ao site.</p>
<p>As características principais entre os consumidores apresentam diferenças básicas com relação à revolução digital que se anuncia. Enquanto alguns têm medo das novas formas de comunicação e preferem se manter longe delas, outros tem prazer em conhecer e consumí-las assim que surgem no mercado. Os consumidores que compõem a Neofobia são geralmente menos jovens, urbanos e menor instrução digital. Já a Neofilia é composta por pessoas cada vez mais jovens, mais urbanos e educados.</p>
<p><strong>Mídia na hora certa</strong><br />
Oriundas da internet, as mídias Out of Home não se baseiam no modelo de interrupção tradicional. Denominada de Outernet, estas mídias atingem consumidores em diferentes lugares ao mesmo tempo, de forma segmentada. O objetivo delas é impactar as pessoas enquanto elas estão paradas obrigatoriamente, seja na fila do banco ou no elevador.</p>
<p>Outra característica destas mídias é atingir os consumidores no momento em que as tradicionais não estão sendo efetivas. “Ela está na contramão das outras mídias e é um lubrificante social porque gera boca-a-boca e as pessoas fazem comentários sobre o assunto”, diz Longo.</p>
<p>De acordo com o Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Y&#038;R as mídias Outernet possuem grande potencial em países em desenvolvimento porque estes oferecem mais tempo de espera ao público. A mídia Out of Home está aproximando a audiência com a atenção do público; a abrangência da mensagem com a eficiência da mesma; e ainda o ponto de impacto com o de consumo. “Ela é abrangente, relevante, não invasiva, qualificada, útil e faz as pessoas se comunicarem”, completa Walter Longo.</p>
<p><strong>autor:</strong>Thiago Terra<br />
<strong>fonte:</strong> <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" class="external" target="_blank">http://www.mundodomarketing.com.br</a></p>
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		<title>Vaga: Web Designer</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 17:41:01 +0000</pubDate>
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Web Designer
Empresa &#124; Local:
Ag~encia de publicidade digital multinacional, com sede em SP
Descrição:
Conhecimento de internet, HTML, CSS, Taleless avançado, Flash + Action Script, photoshop, Firefox, SEO – executará a produção completa de um novo projeto.
Contato:
Guilherme Françoso
Email / Site:
gfrancoso@edu.fia.com.br
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