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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;Ak8GRH89fSp7ImA9WhRaEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357</id><updated>2012-02-12T07:00:25.165-08:00</updated><category term="eu-mesmo" /><category term="idiotices" /><category term="copia-descarada-de-um-texto-dos-outros" /><category term="devaneios" /><category term="revoluções-de-quintal" /><category term="misantropia" /><category term="romantismo" /><category term="testes" /><category term="insanidade" /><category term="melancolia" /><category term="metro" /><category term="Portuguesa" /><category term="recomendacoes" /><category term="desabafo" /><category term="amor" /><category term="histórias" /><category term="futebol" /><category term="argentina" /><category term="vida" /><category term="maluquice" /><category term="cabelo" /><category term="odio" /><category term="top-5" /><category term="musicas" /><category term="raiva" /><category term="atração" /><category term="bizarrices" /><category term="cigarro" /><category term="paixões" /><category term="copa-do-mundo" /><category term="variedades" /><category term="irritações" /><category term="mulheres" /><category term="insônia" /><category term="imbecilidades" /><title>INSANIDADE TERAPEUTICA</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>39</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/insanidadeterapeutica" /><feedburner:info uri="insanidadeterapeutica" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><entry gd:etag="W/&quot;C0QBQ3gyeip7ImA9WhRQFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-1637060701618344519</id><published>2011-12-09T03:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T03:49:12.692-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T03:49:12.692-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cigarro" /><title>Das necessidades.</title><content type="html">Não acredito em resoluções de ano novo. Não é porque tu arranca da parede o calendário de 2011 e coloca o de 2012 que você muda sua relação com seu peso, com suas atitudes, com seu fumo, enfim, com algum ponto da sua vida. Para que uma resolução funcione é necessário estar, de fato, comprometido com a causa, que algo comunique - alô Ciro, aquele abraço - com você e faça com que você se engaje. Faço, mesmo assim, todos os anos as minhas próprias resoluções - e falho miseravelmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano, porém, minha principal resolução bateu-me à mente relativamente antes do dia 31, e após muito pensar, digo-lhes: sábado fumei meu último cigarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: a nicotina, para mim, tornou-se muito mais que apenas uma dependência química, algo que me faz tremer, suar e sentir-me enojado por não a utilizar. O cigarro, especialmente durante o colegial, virou uma espécie de muleta psicológica. Sempre que me deparo com um problema, afogo-o em nicotina esperando que ele - ou eu - desapareça. À porta dos meus 20 anos, porém, sinto que passou da hora de deixar de lado minhas doses diárias de amansa-leão-de-filtro-vermelho e passar a lidar frente a frente com meus problemas, minhas crises, minhas disputas internas, sem a invervenção dos alvos cilindros de nicotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que será uma batalha dura: o bicho tem me acompanhado em quase todos meus momentos difíceis. Mas não mais me utilizarei dele como válvula de escape emocional. Mais que uma motivação de saúde, uma motivação social, ou a Rede Globo me dizendo que devo deixar de fumar, paro pois sinto que o cigarro, de certa forma, tem me impedido de amadurecer. Anos de fumo não deixaram que eu encarasse meus problemas como, de fato, um adulto, quando ainda os encaro como o adolescente revoltado que acendia um Lucky vermelho e tragava lentamente a fumaça, esperando que ela completasse meu pulmão, como se a vagarosa morte trazida por ele fosse a solução para todos os problemas do Mundo - ou ao menos um paliativo poderoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, passou da hora de crescer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-1637060701618344519?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/1637060701618344519/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=1637060701618344519" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1637060701618344519?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1637060701618344519?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2011/12/das-necessidades.html" title="Das necessidades." /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QDQX4-cSp7ImA9WhZbE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-7103249872705924996</id><published>2011-06-17T05:52:00.000-07:00</published><updated>2011-06-17T05:56:10.059-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-17T05:56:10.059-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="devaneios" /><title>Do desconhecimento</title><content type="html">A Avenida Paulista ficava para trás. Os pensamentos jorravam dentro de sua cabeça. Sentia como se o Mundo todo fosse apenas um momento, e que aquele momento não chegaria. Lembrou-se de Veríssimo: "Os pessimistas, meu caro, estão muito mais protegidos neste mundo que os otimistas", e concordou mentalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que adiantaria alimentar quaisquer esperanças? Seria pisado e chutado como um cão sarnento, não havia como fugir! Mas não conseguia tirá-la de seu pensamento. A eternidade em um sorriso, em um olhar. Ah, os olhos, que olhos! Mas não apenas isso. O jeito com que levava o cigarro à boca, como ajeitava discretamente o cabelo. Mas que diabos! Como uma mulher poderia fazê-lo ao mesmo tempo tão diferente e tão igual? Não fazia idéia e tampouco se importava com seu completo desconhecimento. Caminhava a seu lado e era o que importava. A única coisa que importava.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-7103249872705924996?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/7103249872705924996/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=7103249872705924996" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/7103249872705924996?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/7103249872705924996?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2011/06/do-desconhecimento.html" title="Do desconhecimento" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUASXg5fSp7ImA9WhZQEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-1532121535801355736</id><published>2011-04-17T20:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T05:04:08.625-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-18T05:04:08.625-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="futebol" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Portuguesa" /><title>Dos textos sobre futebol</title><content type="html">Início de segundo tempo. Uma mão no rádio, segurando-o próximo ao ouvido, enquanto a outra treme. O time demonstra garra, mas não marca. O empate em São Caetano nos beneficiaria se ganhássemos o jogo e a torcida permanece na expectativa. O nervosismo é evidente desde os primeiros momentos em cada reação, em cada gesto, em cada som, em cada jogada perdida. O relógio corre. O tempo, impiedoso, não se importa com o sofrimento dos pouco menos de três mil lusitanos que assistem ao jogo Portuguesa e São Bernardo. O Santos, outro jogo que interessaria, já vencia por dois a zero, resultado contruído com pouco menos de 2 minutos de jogo. A nossa preocupação, agora, era o São Caetano. E mais do que o São Caetano, a própria capacidade da rubro-verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rádio, cheio de chiados, anuncia que Éder abrira o placar no Anacleto Campanela. Linense 1 x 0 São Caetano. A torcida vai à loucura, mas a reação da equipe é contrária ao que se poderia esperar: o time se desestabiliza. Parece perceber que o resultado ainda não o classifica e perde-se completamente em campo no desespero da necessidade de uma vitória que não parecia construível. Não se armavam jogadas, chutava-se a esmo esperando que a redonda sobrasse para que alguém pudesse conclui-la a gol. Jorginho, o melhor técnico que passou pela Portuguesa nos últimos 5 anos - para não colocar uma data mais longa e talvez ser injusto com alguém que não me recordo -, ousou. Acertou, assim como poderia ter errado, mas ao menos teve uma atitude corajosa, o que não vi em nenhum dos que comandaram a Portuguesa nos últimos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relógio corria e o nervosismo aumentava. Então o rádio, amigo inseparável das partidas no Canindé, anunciou que Éder, novamente, aumentara o placar para o Linense e que agora sequer precisaríamos da vitória: o empate já nos classificaria. Lusitanos, porém, gatos escaldados quanto as questões de sorte, comemoraram de forma sutil. Ainda precisávamos vencer. O jogo do ABC não havia terminado e há dois anos a classificação escapara exatamente por contarem demais com a ajuda alheia. O time, porém, tocava lentamente a bola, esperando pelo fim do jogo. O sentimento de impotência de um mero torcedor em um momento como estes é absurdo. Grita-se, esperneia-se, sente-se vontade de invadir o gramado. Não adianta. Não te ouvem. Não se pode fazer nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, na marca dos 45 do segundo do tempo, enquanto o rádio chiava e permanecia a expectativa do final de jogo em Sâo Caetano, um dos cruzamentos meio a esmo, como aqueles dados durante todo o jogo, chegou a Ronaldo, que, de cabeça, ajeitou a bola para Ananias dominar, escolher caprichosamente o canto, errar completamente o chute e ainda assim fazer a bola morrer no fundo das redes, para a alegria e festa dos torcedores da Portuguesa de Desportos que sofreram durante os 90 minutos e que vinham sofrendo durante todo o campeonato paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rádio de pilhas foi ao chão e quebrou-se em mil pedaços. Precisarei de outro, pois, para ouvir os comentários da Equipe Líder no próximo final de semana, contra o São Paulo, pelas quartas de final do Paulistão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-1532121535801355736?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/1532121535801355736/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=1532121535801355736" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1532121535801355736?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1532121535801355736?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2011/04/dos-textos-sobre-futebol.html" title="Dos textos sobre futebol" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcDQn4yfCp7ImA9WhZQFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-6811755984092372692</id><published>2011-02-15T04:11:00.000-08:00</published><updated>2011-04-21T19:07:53.094-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-21T19:07:53.094-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Dos ônibus.</title><content type="html">Sento-me e espero. A rota diz que a viagem dura apenas uma hora. Ledo engano: a dita hora passara e mal havia chego à metade do caminho. Se existe um inferno, ele deve ser como São Paulo: quente, cheio de gente mal-educada e com um trânsito inimaginável a qualquer hora e a qualquer dia. Odeio essa cidade maldita. Odeio os ônibus, os governantes, as passagens abusivas, o metrô cheio, os babacas que não sabem respeitar os mais velhos, a distância da minha casa de qualquer coisa civilizada. Odeio coisas pra caralho as quais não posso fazer nada para mudar. Odeio coisas para caralho as quais eu poderia tirar o rabo da cadeira e resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas olho pela janela e lembro-me que gosto de pizza, cerveja, das músicas que tocam altas nos fones de ouvido ligados ao meu mp4 velho e em vias de desmontar-se, dos filmes maravilhosos que diretores maravilhosos fazem e que têm trilhas sonoras maravilhosas, dos livros que leio e que dão algum sentido ao que não faz o menor sentido, do céu estrelado do interior, do som que faz um cigarro queimando, de silêncios noturnos, de olhar para o horizonte, de ir à praia durante a noite e ouvir as ondas quebrando, suaves. E dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então eu volto a odiar tudo e todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-6811755984092372692?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/6811755984092372692/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=6811755984092372692" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/6811755984092372692?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/6811755984092372692?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2011/02/dos-onibus.html" title="Dos ônibus." /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04GQHcyfip7ImA9Wx9UE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-8979043555074467585</id><published>2011-02-10T03:20:00.001-08:00</published><updated>2011-02-10T04:12:01.996-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-10T04:12:01.996-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="futebol" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Portuguesa" /><title>Das decisões imbecis</title><content type="html">Se existe uma coisa que qualquer imbecil sabe, é que funcionário precisa estar motivado pra trabalhar bem. O cara que não gosta do emprego, que tem suas desavenças com o chefe, que, por um motivo ou outro, não está confortável em trabalhar naquela empresa ou naquela colocação, rende menos do que os outros. Uma obviedade sem tamanho, creio eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao que parece a diretoria da Lusa não percebe isso muito bem. No final de janeiro os &lt;a href="http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/paulista/ultimas-noticias/2011/01/25/heverton-e-fabricio-forcam-saida-da-portuguesa-e-viram-desfalques-de-ultima-hora.jhtm"&gt;dois principais jogadores do elenco tentaram forçar a saída do time.&lt;/a&gt; E, para minha surpresa, o que fizeram os gênios administrador do futebol lusitano, sentados em suas mesas bonitas lá pelas bandas do Pari? Mantiveram Héverton jogando e estão agora reintegrando o Fabrício ao elenco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível, pois, não relembrar o maior presidente que a Portuguesa já teve, Osvaldo Teixeira Duarte, homem de um defeito apenas: ser eleito vereador pela ARENA. O homem, que era mais sacudo que Loco Abreu e &lt;a href="http://grandeabobora.com/o-incrivel-caso-do-homem-com-dois-penis.html"&gt;Jean&lt;/a&gt;, ao tomar conhecimento de uma entrevista de Mirandinha - mas talvez não seja o Mirandinha, não achei registros online do caso pra poder confirmar e minha memória não é das mais confiáveis -, lá pelos idos da década de 80, em que ele disse que a Portuguesa seria apenas um trampolim levando-o a um time grande, OTD afastou o jogador recém-contratado e deixou-o na geladeira durante os anos de vigência de seu contrato. E aí é que está o ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Portuguesa não é e não era um time grande. Grande, grande mesmo, fora apenas nas décadas de 50, 60. Depois, não mais. Viveu como time grande apenas por memórias daquela época, já que de 70 pra cá chegou pouco e quando chegava era roubada e quando não era roubada tomava um gol do Airton aos 40 do segundo tempo. O século XXI chegou, os carros voadores não apareceram, a humanidade não se extingüiu pela guerra nuclear e vieram os rebaixamentos da rubro-verde. Viramos time pequeno. E que jogador, em sã consciência, quer jogar em time pequeno? Héverton e Fabrício, destaques da série B, não querem jogar para sempre em um clube com pouca ou nenhuma visibilidade, querem ir para um time médio ou grande, que possa disputar uma Sulamericana, uma Libertadores, que dê a oportunidade de uma negociação à Europa. Querem sair de um time sem profissionalismo, sem planejamento, sem seriedade. E não os culpo. Culpo, sim, os imbecis que ainda os deixam jogar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oras, eles NÃO QUEREM JOGAR! Se a intenção da Portuguesa é a de liberá-los apenas mediante o pagamentos das multas contratuais desproporcionais dos jogadores e nenhum clube ainda se mostrou interessado em pagá-las, afastem-os, deixem os rapazes na geladeira. Perde-se dinheiro, mas mostra-se que a Lusa não é a Casa da Mãe Joana, que jogador tem que cumprir contrato, tem que ter hombridade. Mas o caso Edno já mostrou o quão a diretoria da Portuguesa é bundona, o que dá margem a esses casos, o que vai dar margem a outros casos. Um círculo vicioso, que faz a Portuguesa perder, ou pela liberação ou pela claríssima falta de vontade com que eles jogam, jogadores importantes, já que, ou por ordem direta da diretoria ou por total falta de competência e visão do técnico, os jogadores NEM SUBSTITUÍDOS SÃO, mesmo jogando mal, perdendo propositadamente gols claros, errando passes de meio metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto não ocorrerem mudanças no tratamento dado pela diretoria aos jogadores, mesmo que isto signifique perda de dinheiro, o clube vai continuar na draga que está. Não vai subir, não vai voltar a ser o time que de vez em quando chega. Será apenas mais um dos times que é digno apenas de uma nota de rodapé nos joranis, que coloca menos de 1000 pessoas no estádio para sofrer em um jogo de Série B, pra xingar a diretoria, pra xingar técnico, pra xingar jogador, pra pedir raça. E é triste, acompanhando o histórico dessa diretoria reeleita, saber que isso não vai mudar assim tão cedo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-8979043555074467585?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/8979043555074467585/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=8979043555074467585" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/8979043555074467585?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/8979043555074467585?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2011/02/das-decisoes-imbecis.html" title="Das decisões imbecis" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EHQns6eip7ImA9Wx9XEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-9137516473320885571</id><published>2011-01-05T18:14:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T18:40:33.512-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-05T18:40:33.512-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Diálogos</title><content type="html">- É uma merda.&lt;br /&gt;- Sempre foi.&lt;br /&gt;- Era tudo tão mais fácil.&lt;br /&gt;- Não, não era.&lt;br /&gt;- Lisboa podia não ser tão bela, mas hoje me parece que era. É o suficiente.&lt;br /&gt;- Talvez seja.&lt;br /&gt;- Não é uma dúvida, é um fato.&lt;br /&gt;- E contra fatos, usam-se tesouras.&lt;br /&gt;- Você também sentia que a sua vida estava indo pelo caminho errado e que, por mais que você tentasse, ela não mudava?&lt;br /&gt;- O tempo todo.&lt;br /&gt;- E como você lidava com isso?&lt;br /&gt;- Eu não lidava.&lt;br /&gt;- E tu não enlouqueceu?&lt;br /&gt;- Eu estou falando consigo mesmo como se você fossem dois. E escrevi uma frase praticamente incompreensível. Respondida a pergunta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-9137516473320885571?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/9137516473320885571/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=9137516473320885571" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/9137516473320885571?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/9137516473320885571?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2011/01/dialogos.html" title="Diálogos" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0AFRHY5eyp7ImA9Wx9QEU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-2706584017780796460</id><published>2010-12-23T04:35:00.000-08:00</published><updated>2010-12-23T05:08:35.823-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-23T05:08:35.823-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="raiva" /><title>Enfiar um compasso no cu ninguém quer</title><content type="html">Como pode ser visto em quase todos os textos desse paquete em vias de afundar, sou um homem extremamente irascível. Ajo como um perfeito maluco quando tomado por um torrente de raiva, algo que não é assim tão raro, ainda mais quando sou obrigado a conviver com gente imbecil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pode, aliás, não ser algo óbvio aos leitores, mas certamente o é aos que me conhecem pessoalmente: tenho um ódio estratosférico por gente metida. Nêgo que faz questão de mostrar sua intelectualidade o tempo todo na tentativa - vã, digasse de passagem - de se mostrar, que sempre que pode dá aquela alfinetadinha, como se você, por não saber o nome daquele famosíssimo escritor de Burkina-Faso, fosse um animal do caralho, ou usa uma palavra rebuscada para que os outros pensem que ele, por saber usar meia dúzia de vocábulos incomuns, é grande merda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, como diria Alborghetti, me deixa puto da cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez em pessoas normais isso não seja comum, mas eu, com todos os meus desvios mentais e emocionais, me incomodo profundamente só por compartilhar o ar com nêgo que eu desgosto. Faço de tudo para ignorar, e consigo, quando a pessoa sabe ficar na dela, mas o problema é quando o rapaz em questão resolve se sentar estupidamente próximo durante as aulas, e acha que sabe mais do que o professor, do que todos os historiadores, filósofos e intelectuais que já passaram pela face da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, se tu sabe mais do que quem tá lá te ensinando - ou acha que sabe -, pra quê que tu tá na aula incomodando os outros com essa tua postura pedante imbecil? Vai pra casa, faz uma tese de doutorado, enrola ela e enfie onde mais lhe convier. Seu filho da puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diria meu pai:&lt;br /&gt;"Ah, se não houvessem leis"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-2706584017780796460?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/2706584017780796460/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=2706584017780796460" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2706584017780796460?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2706584017780796460?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/12/enfiar-um-compasso-no-cu-ninguem-quer.html" title="Enfiar um compasso no cu ninguém quer" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8DQHc8cSp7ImA9Wx5aGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-1387709510634114359</id><published>2010-11-16T18:03:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T18:27:51.979-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-16T18:27:51.979-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Do otimismo</title><content type="html">De que adianta sorrir diante das adversidades? De que adianta olhar para aquilo que deu errado e falar "Oras, poderia ter dado certo"? Poderia, óbvio, mas por que não deu? Lamentar e reclamar ao menos o faz pensar sobre aquilo que deu errado. De que adianta olhar para a frente e esbanjar ânimo para uma próxima tentativa? Não há uma próxima tentativa. Segundas chances são raridades e mais raras ainda são as pessoas que sabem agarrar uma segunda chance com o devido interesse. Pro diabo quem acha que deus, anjos, o destino ou seja lá como você chame vai se interessar pelo teu caso de coração partido ou de emprego de merda ou de problemas com tua família e vai te ajudar te dando uma segunda chance e que você, em um momento de iluminação, vai conseguir perceber o quanto aquilo é importante. Ninguém entende. Ou pelo menos quase ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, de que adianta torcer, rezar? Deus não dá a mínima para milhares de crianças que morrem de fome todos os dias, porque você acha que ele vai se importar contigo, que tá putinho porque sua namorada deu pro frentista do posto da esquina? Fique amargurado, remoa todos os sentimentos, remoa o que deu errado e sinta a dor arrancando uma parte do teu ser, só assim você vai aprender como se lida com isso. Só assim você aprende como se lida com tudo, com o mundo. É fácil negar a realidade e se privar de enxegar o que realmente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de que adianta passar por uma merda daquelas em que você se afunda até o pescoço se você não aprende nada com ela? Qual o ponto em olhar o que te cerca e falar "Oras, poderia ser pior"? Otimismo não te faz aprender. Ser otimista te torna mais fácil de engolir em uma amizade, em um relacionamento, em uma conversa sobre o aquecimento global. Pode até te tornar uma "pessoa melhor". Mas não te blinda contra toda a merda que ainda está por vir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-1387709510634114359?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/1387709510634114359/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=1387709510634114359" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1387709510634114359?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1387709510634114359?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/11/do-otimismo.html" title="Do otimismo" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQMQXs4fip7ImA9Wx5UF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-9212099218286414056</id><published>2010-10-21T19:46:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T19:59:40.536-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-21T19:59:40.536-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="histórias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Lavanda</title><content type="html">Sentou-se. Agarrou com firmeza a caneta e se pôs a escrever. Acendeu o cigarro, que se consumia no cinzeiro de vidro em cima da cômoda, na tentativa de espantar o odor de lavanda que vinha dos móveis. Pensou um momento em sua empregada e em todas as vezes em que quase mandou-a ao inferno por continuar a deixar seu quarto com aquele cheiro insuportável. A bem da verdade, naquele momento aquilo pouco importava. Deu uma longa tragada e olhou de relance para os cantos de seu quarto, percebendo a quantidade de pé que se acumulava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O dinheiro que gasto com a Fabíola seria melhor aproveitado com cigarros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerrou a superficial perícia e voltou a escrever febrilmente, porém com a delicadeza de que sua letra fosse perfeitamente entendível. Sempre ouvira sobre a indecifrabilidade de seus manuscritos e não queria que algo do gênero ocorresse em um momento crucial como este.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto era direto, como ele próprio. Em pouco mais de 10 linhas havia dito tudo que havia para se dizer. Leu e releu o texto por 3 ou 4 vezes, sempre observando se cometera algum erro gramatical. Após verificá-los e corrigi-los, pôs o ponto final. Abriu a gaveta e sentiu o frio subindo-lhe pela espinha dorsal. Dali em diante, o mundo todo se desvaneceria. Nada mais seria real. Mantinha a dúvida de que talvez esta vida seja apenas um preâmbulo para algo posterior. Não sabia, mas estava prestes a descobrir. Pegou um dos envelopes, colocou a carta e deixou-o ao lado do cinzeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu uma última tragada e apagou o cigarro. O cano prateado da 9 milímetros reluzia no fundo da gaveta da cômoda. Fabíola certamente teve mais trabalho na limpeza do dia seguinte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-9212099218286414056?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/9212099218286414056/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=9212099218286414056" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/9212099218286414056?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/9212099218286414056?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/10/lavanda.html" title="Lavanda" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUBR38zfCp7ImA9Wx5WF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-6672312222890725351</id><published>2010-09-28T20:16:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T20:50:56.184-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-28T20:50:56.184-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="idiotices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Da vida</title><content type="html">A vida é uma merda complicada pra caralho quando você chega ao ponto de se olhar no espelho e se ver como um adulto. Trabalhar, estudar, &lt;strike&gt;fumar crack no chão da Praça da Sé&lt;/strike&gt;. Conciliar trocentas atividades é uma tarefa hercúlea. E ser um cara mentalmente instável, cheio de crises de raiva e rompantes de ódio gratuito não torna as coisas muito mais fáceis. Adicione ansiedade crônica e menos de oito horas diárias de sono e isso me leva a acordar pela manhã ouvindo a voz do narrador dizendo "&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Eu sou o estômago ulceroso do Jack&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, estar em problemas amorosos também não é exatamente o que te ajuda na hora de se concentrar nos cálculos de d.d.p. de uma pilha, saber qual é a mão certa para verificar a direção de uma força elétrica ou configurar uma penca de drivers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar escrevendo como um maníaco para tentar concluir um projeto fadado ao fracasso - afinal, eu faço parte dele e, né, não tem como uma parada assim dar certo - também não está contribuindo para que eu tenha tempo de fazer qualquer coisa que não seja indispensável para a minha sobrevivência. Aliás, nem as que SÃO necessárias, como comer, eu ando fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que me incomoda é que eu deveria ir jogar sinuca, esfriar o radiador e bater um papo maroto com quem REALMENTE vale a pena conversar. Discutir sobre política, Dostoiévski, Santos, a imaturidade do Neymar ou sobre como o homem do baú tá gagá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, ser um adolescente desempregado, revoltado com tudo e com tempo de sobra era muito mais legal que essa porra aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-6672312222890725351?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/6672312222890725351/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=6672312222890725351" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/6672312222890725351?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/6672312222890725351?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/09/da-vida.html" title="Da vida" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYCSXk6eip7ImA9Wx5QEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-2595276665830494637</id><published>2010-08-28T11:28:00.001-07:00</published><updated>2010-08-28T12:36:08.712-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-28T12:36:08.712-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cabelo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maluquice" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Das viadagens</title><content type="html">Sou um homem bem desapegado com relação à aparência. Minha roupas normalmente estão amassadas, minha barba por fazer, minhas calças parecem ter sido alvejadas por tiros na Segunda Guerra e meus tênis de cor indistingüível. Muitas pessoas dizem que não se sentiriam bem desta maneira, e eu sempre respondo que sou alheio às restrições com relação à roupas, sapatos, barba... Mas que me preocupo muito com meu cabelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ué, mas você não usa cabelo raspado?", você, que me conhece ou que já me viu em fotos, perguntará. E eu responderei: sim. "Caralho, então como é que pode uma porra dessa?". A explicação é relativamente simples: meu cabelo é uma merda. O bicho não é daqueles que tu simplesmente lava, seca e a parada já tá mais do que apresentável. Há a necessidade, portanto, de muito mais cuidado. Shampoo, condicionador, creminho pós-enxágüe - que aliado ao fato de que assisto Glee é quase uma prova cabal da minha viadagem -, passar um tempão na frente do espelho com meia dúzia de pentes diferentes. O ritual sagrado se desenrola todo dia, já que em um dia em que ele não é feito a parada fica mais fodida que os entroncamentos da Marginal Tietê depois das obras. Perco um tempo considerável, pois, mas este não é o maior problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O real problema é que eu fico ainda mais insano e paranóico. Perceba, então, o quão perigoso para a sociedade é esta manuntenção capilar toda. Um leve deslocamente de ar já é motivo para ir ao banheiro e ajeitar a parada. Levei meu cabelo com todos esses cuidados até os 13, 14 anos, quando raspei a cabeça pela primeira vez e percebi a economia que isso me gerava. Não só monetariamente falando, mas em irritações, tempo, etc. Comecei, pois, a raspá-lo com freqüência. Até deixava o bicho, mas não fazia uso dessas paradas e o deixava desarrumado. Parecia que eu havia superado essa parada toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, porém, e como é sabido de alguns de vocês, voltei a estudar. Faço agora um cursinho pré-vestibular à noite. Nenhum grande problema até aí, de fato, mas o cursinho me toma também os sábados, já que faço o reforço na parte da manhã e os simulados às tardes. E os cabelos têm essa mania chata de crescerem continuamente. E o lugar em que corto o cabelo não funciona aos domingos. Ir em outro cabeleireiro não era uma opção, já que eu não sou lá muito adepto de mudanças. Eu precisava cortar o cabelo, o tempo foi passando e, quando dei por mim, a situação já não era mais contornável e deixá-lo desarrumado não era uma opção. Voltei, pois, aos creminhos, condicionadores e horas na frente do espelho. E começo a pensar seriamente na manutenção do meu cabelo do jeito que está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significa, Ronnie Von?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-2595276665830494637?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/2595276665830494637/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=2595276665830494637" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2595276665830494637?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2595276665830494637?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/08/das-viadagens.html" title="Das viadagens" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UNQn09eSp7ImA9Wx5SFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-8097097143462989266</id><published>2010-08-12T04:49:00.000-07:00</published><updated>2010-08-12T05:14:53.361-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-12T05:14:53.361-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maluquice" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Das tarefas</title><content type="html">Continuamos. Back in Black tocava na rádio do carro. Estávamos em território iraniano, a tensão era animalesca e, a despeito de qualquer coisa, o clima era agradável no blindado em que me encontrava. Ouvimos, então, um disparo e um dos carros que nos seguia no comboio explodiu. Correria, desespero, morte. Colocaram um saco em minha cabeça e desmaiei. Fui sequestrado à Tony Stark.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei em um covil sujo, malcheiroso e precariamente iluminado. Os sequestradores falavam animadamente em sua língua natal, a qual não entendia nada. Quando perceberam que eu havia acordado, ficaram quietos e um deles se aproximou. Falou algumas palavras em francês, depois em italiano. Diante das minhas negativas, tentou o alemão e o português, obtendo, nessa segunda, uma resposta afirmativa de minha parte. Ele, portanto, começou a me explicar o que havia acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse que eu havia sido seqüestrado e que a intenção não seria a de me ferir, mas que, para que eu fosse liberado, a realização de uma tarefa seria necessária. Perguntei, pois, o que era. O rapaz me pediu que eu me sentasse à mesa e falou algumas palavras em iraniano, ou seja lá qual a língua que se fala no Irã. Após alguns minutos, trouxeram-me um computador portátil, que foi colocado à minha frente, uma folha de papel e um lápis, que foram colocados à minha esquerda, e uma caixa de ferramentas com um pequeno compartimento de chumbo, que foi colocado à minha direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntei o que aquilo significava. A resposta foi a de que, para que eu fosse liberado, eu deveria construir uma bomba nuclear. Respondi dizendo que seria impossível, que não tenho o menor preparo para tal! O rapaz respondeu que não teria problema, que a construção da bomba nuclear não seria necessária se eu fizesse, no papel que foi colocado à minha esquerda, um soneto decassílabo com esquema de rimas ABBA BAAB ABA BAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observei a caixa de ferramentas. Observei a folha de papel. Liguei o notebook, me conectei à internet, entrei no Google e realizei a pesquisa "Como Construir Uma Bomba Nuclear Em 10 Passos Simples".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-8097097143462989266?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/8097097143462989266/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=8097097143462989266" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/8097097143462989266?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/8097097143462989266?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/08/das-tarefas.html" title="Das tarefas" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YNRn87fyp7ImA9Wx5TEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-5877941436595283648</id><published>2010-07-26T20:00:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T20:26:37.107-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-26T20:26:37.107-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maluquice" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imbecilidades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Das mudanças forçadas</title><content type="html">Lá pelos arredores dos dias 7 de cada mês faço a minha parte das compras mensais. Vou ao supermercado e torro uma parte do meu salário comprando coisas necessárias à sobrivivência, como cerveja e salame italiano, e outras menos necessárias, como sabão em pó e condicionadores. Vou ao mesmo supermercado há cerca de 2 anos, já que os preços são bem razoáveis, eles vendem Heineken e eu estou acostumado ao ambiente e sei exatamente onde estão localizadas as coisas que eventualmente preciso comprar. Tudo isso até sexta passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei ao supermercado após o expediente, com a lista de compras em mãos, e me dirigi ao setor de higiene pessoal, que de acordo com a minha metodologia na hora das compras seria o melhor lugar para se começar a peregrinação. Eis que me deparo com a cena que mudará a minha vida para sempre: a porra do setor mudou de lugar. Simples assim, sem me mandar um comunicado, um telegrama, um fax ou um maldito sinal de fumaça. Chego lá e o setor que era para ser o de xampus, pastas de dente e afins, virou o de travesseiros. Após o choque inicial, me recompus, larguei o carrinho e fui no concorrente, pra ver se eles sentem o baque e aprendem a não cometer um pecado desses novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como o Universo, esse puto rancoroso, gosta de me foder, chego hoje ao cursinho e vejo que minha sala foi fagocitada por uma outra. Pessoas normais não veriam nenhum problema; eu entrei em pânico. Caos mental geral. E por quê?, você, jovem padawan, perguntará. Porque eu ODEIO qualquer coisa que mude a minha rotina, seja um setor de loja que mudou, seja um bando de pessoas desconhecidas que ficarão nos arredores na sala de aula, tudo é motivo para que eu me sinta insuportavelmente desconfortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, eu planejo como eu vou fazer minhas compras, eu sento no mesmo lugar todo dia, eu almoço toda segunda no mesmo restaurante, eu alterno quartas-feiras comendo pastel ou feijoada e mandando bala em pizzas aos sábados, e se uma dessas coisas falha, meus amigos, é pior que afundar um submarino nuclear soviético em plena Guerra Fria, então imaginem como eu me senti quando eu vi que nêgo tava ocupando A PORRA DO MEU LUGAR?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Napoleão deve ter ficado menos puto no pós-Waterloo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-5877941436595283648?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/5877941436595283648/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=5877941436595283648" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/5877941436595283648?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/5877941436595283648?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/07/das-mudancas-forcadas.html" title="Das mudanças forçadas" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQHQ3o-eyp7ImA9WxFbEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-5920771544042622707</id><published>2010-07-03T10:02:00.000-07:00</published><updated>2010-07-03T10:32:12.453-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-03T10:32:12.453-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="argentina" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="futebol" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="copa-do-mundo" /><title>Sobre Copas do Mundo, comoções populares e obrigações patrióticas</title><content type="html">Hoje foi a despedida dos camaradas Argentinos da Copa do Mundo. As demonstrações de alegria abundaram: gritos, fogos de artifício, vuvuzelas, pessoas com a camisa do Brasil. Na internerds as demonstrações de alegria também não foram difíceis de achar, tanto que a capa do site Globo Esporte era uma foto dos argentinos tomando o terceiro ou quarto gol - realmente não me recordo qual - e um grande HAHAHAHAHAHAHA beirando a margem inferior da imagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí as pessoas, alegres como se o Brasil tivesse sido campeão, perguntam minha opinião, já que permaneci quieto durante todo o tempo e não me pronunciei em momento algum. Respondi que torci para a Argentina e recebi, no mesmo instante, um saraivada de críticas e acusações. Disseram que torci contra o Brasil, que não era patriota, perguntaram como eu era capaz de torcer pelos hermanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondi com um simples "E por que vocês odeiam a Argentina?" e não obtive UMA resposta que realmente justificasse esse sentimento imbecil. Recebi repostas como "Ah, eles são nojentos!" ou "Ah, eles são arrogantes!". É realmente bacana julgá-los como se no passado eles tivessem encoxado a sua mãe no tanque, realmente bacana. Perguntei em seguida quantos argentinos arrogantes eles conheceram em suas vidas e todos responderam sobre o Maradona. Isso, muito bom! Julguem todo o povo argentino mediante a comparação com a arrogância de Dieguito ou de uma meia dúzia de gatos pingados. Daí nêgo julga que o Brasil é um país de imbecis por conta de uma parcela do nosso povo e nêgo se acha no direito de ficar puto. Dois pesos, duas medidas, coisa linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra, meus amigos, eu torço pra quem eu quiser. Isso não me torna menos ou mais patriota do que ninguém. Amor à pátria é medido pelo seu nível de torcida durante a Copa do Mundo e por quem você torce? É essa a base de comparação dos gênios? Eu torcer em um ESPORTE para um "rival" do Brasil me torna menos digno da nacionalidade brasileira do que alguém? Isso implica que não torço pela Seleção Canarinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oras, deixem de babaquice.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-5920771544042622707?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/5920771544042622707/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=5920771544042622707" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/5920771544042622707?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/5920771544042622707?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/07/sobre-copas-do-mundo-comocoes-populares.html" title="Sobre Copas do Mundo, comoções populares e obrigações patrióticas" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8HSHo_fip7ImA9WxFUFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-7964202972015292432</id><published>2010-06-26T19:39:00.000-07:00</published><updated>2010-06-26T20:20:39.446-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-26T20:20:39.446-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="idiotices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imbecilidades" /><title>Das devaneios amalucados</title><content type="html">A vida é um conceito engraçado. O que você faria sem sua vida? Literalmente nada. Mas milhões, bilhões de pessoas ignoram por completo a sua existência e vivem sem o menor problema. A recíproca é verdadeira: é provável que você não se importe com a vida de aproximadametne 6,5 bilhões de habitantes do planeta Terra, esse complexo experimento desenvolvido pelos ratos, mas aí é que está a grande graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é apenas uma partezinha ínfima de um mundo que é tão absurdamente grande que se torna algo indizível, incomensurável. A Terra não é nada comparada ao Universo, que pode fazer com que sua mente exploda utilizando uma máquina ligada a um pão-de-ló, mas é algo que realmente te faz pensar. É, em teoria, ao menos, impossível conhecer todas as pessoas que moram na Terra, visitar todos os pequenos vilarejos, ser fluente em todas linguagens, dialetos e variações regionais. E pare para REALMENTE pensar, para REALMENTE refletir sobre a importância que tais vilarejos, que tais dialetos, que pessoas que você nunca ouviu e nunca ouvirá falar sobre têm para outras pessoas que você nunca ouviu e nunca ouvirá falar sobre. Pense no número de profissões que você nós nunca ouvimos falar. No número de geniais manuscritos que foram perdidos e que poderiam ter mudado toda a história. Pense na sabedoria que se perdeu com a morte de um velhinho português em uma infima ilha de domínios espanhóis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudemos de assunto: abstraia por um momento e pense em todos os "e se" da vida. E se você fosse mais alto? Loiro, quem sabe? Olhos verdes? Oras, são possibilidades. E se a morte, por motivos que nos faltariam, resolvesse tirar uma folga e as pessoas parassem de morrer? A superpopulação, a situação dos hospitais, as falências das funerárias e outros gigantescos problemas que isso acarretaria. Pense, por outro ponto de vista, nas mentes geniais que ainda poderiam "dar seus pitacos" no mundo atual. Pense em centenas de milhares de obras literárias, de filmes que não foram feitos pois seus idealizadores morreram, e na qualidade que tais livros e filmes teriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos levar por um outro lado: e se tais obras fossem falhas miseráveis? E se o potencial criativo, apesar da idéia me parecer inconcebível, fora zerado e "daquele mato não mais sairia um coelho"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas paremos por aqui, minha pizza chegou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-7964202972015292432?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/7964202972015292432/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=7964202972015292432" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/7964202972015292432?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/7964202972015292432?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/06/das-devaneios-amalucados.html" title="Das devaneios amalucados" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUEQHY9cCp7ImA9WxFUEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-7757323731950778395</id><published>2010-06-22T20:06:00.000-07:00</published><updated>2010-06-22T20:20:01.868-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-22T20:20:01.868-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maluquice" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="testes" /><title>Das obviedades</title><content type="html">Está rolando no twitter o link para um testezinho que determina qual a sua proeminência ante as mais diversas desordens mentais. Eu, um ser perturbado pra caralho, resolvi fazê-lo. Cá está o resultado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qr0ScP3OAns/TCF6j6AgiyI/AAAAAAAAAEw/GbisxKxAcHA/s1600/transtorno.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 186px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qr0ScP3OAns/TCF6j6AgiyI/AAAAAAAAAEw/GbisxKxAcHA/s320/transtorno.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485800578399374114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cá estão os artigos na wikipédia sobre as desordens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Paranoid_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Schizoid_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Schizotypal_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Antisocial_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Borderline_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Histrionic_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Narcissistic_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Avoidant_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Dependent_personality_disorder&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Obsessive%E2%80%93compulsive_personality_disorder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto, agora está oficializado que sou um perturbado do caralho e que já posso começar a procurar por clínicas que certamente serão necessárias em um futuro não tão distante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-7757323731950778395?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/7757323731950778395/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=7757323731950778395" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/7757323731950778395?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/7757323731950778395?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/06/das-obviedades.html" title="Das obviedades" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_qr0ScP3OAns/TCF6j6AgiyI/AAAAAAAAAEw/GbisxKxAcHA/s72-c/transtorno.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQMR3Y7fyp7ImA9WxFUEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-6774066125837070559</id><published>2010-06-21T20:07:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T20:29:46.807-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-21T20:29:46.807-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="metro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="misantropia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="irritações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Dos transportes públicos</title><content type="html">A cidade de São Paulo, com seus milhões de habitantes, é um caos do caralho. O trânsito, para quem anda de carro, é moroso e pode, de acordo com estudos, causar impotência, o que explica o constante estresse em que vivem as pessoas daqui. Se tu decides ir de ônibus a coisa não melhora muito, já que a passagem é cara, as linhas de ônibus são muitas vezes deficientes, o que faz com que os ônibus fiquem lotados. Some isso ao trânsito caótico, já citado anteriormente, e tenha a própria visão do inferno diante dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso me afeta diretamente, pois não sofro os efeitos do trânsito, já que pego um corredor livre, e vou de carona, evitando os ônibus. O problema é que o metrô também sofre diversos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pego o metrô por volta das 18:00, horário de pico. Como pego em uma estação do início da linha, normalmente consigo um lugar para sentar e ler, mas muitas vezes o metrô já está lotado ali, o que dá a perspectiva de um futuro nada agradável. Fico, pois, de pé, procurando incomodar pouco e ocupar o mínimo espaço possível. Com a passagem das estações, uma sardinha se sentiria incomodada com a falta de espaço. Nêgo passa, esbarra, tosse na sua orelha. Até aí não vejo problema algum, são os ossos do ofício, o problema é quando o dono do metrô resolve pegá-lo em horário de pico e precisa isolar todo o vagão para que ele se sinta mais confortável. Um esbarrão no rapaz e ele, um lord, um ser superior à plebe, que não pode receber um cutucão mínimo que seja, começa a reclamar. Reclama da falta de educação das pessoas, da folga, veja você, da folga, e sempre com a gentileza característica dos que tiveram uma educação diferenciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é claro que eu, se confrontado com tal atitude, faço questão de tratá-lo da forma mais cordial e simpática possível, dando cotoveladas e diminuindo o espaço do rapaz, por conta da estupenda educação com a qual ele se dirige aos outros. Diante de uma reclamação mais assintosa, dirijo-me com minha costumeira calma e explico a impossibilidade de me manter parado diante da avalanche humana que está acontecendo atrás de mim e o dono do metrô, diante de seus súditos, é obrigado a aceitar a explicação e permanecer calado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que minha vontade, de fato, era pegar o rapaz e jogá-lo na linha do trem, mas esse não seria um método bem visto pela justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: "avalanche humana que está acontecendo atrás de mim" pegou mal pra caralho, puta que pariu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-6774066125837070559?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/6774066125837070559/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=6774066125837070559" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/6774066125837070559?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/6774066125837070559?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/06/dos-transportes-publicos.html" title="Dos transportes públicos" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0INQXc-fyp7ImA9WxFVGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-3832345223013191886</id><published>2010-06-17T20:05:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T20:26:30.957-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-17T20:26:30.957-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Dos sorrisos tristonhos</title><content type="html">E lá estava eu, sentado com o meu exemplar de Germinal, lendo tranqüilamente antes do início da aula. Percebo uma movimentação estranha e vejo que a guria que o nome agora me escapa está lá, sentada, maquiada, com o cabelo bem penteado, com roupas bonitas e uma meia-calça que mostrava suas lindas pernas, abraçando a própria mala, que estava na cadeira ao lado, e ostentado um sorriso tristonho. É sabido que ela tem uma certa queda por um rapaz da lá e a minha curiosidade em ver o desfecho daquela cena foi maior que a curiosidade de saber o que aconteceria a seguir com Étienne, fechei, pois, o livro e fiquei observando de canto de olho os movimentos da guria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava abraçada à mala, como eu já havia dito, olhando para a porta fechada. Quando a porta se abria, ela experimentava um breve momento de excitação e se animava. No momento seguinte, ao perceber que ele não entrava, ela continuava cabisbaixa e com um sorriso de cortar o coração. A cena se repetiu mais algumas vezes e não ocorreram mudanças. O professor adentrou à sala e a aula começou. Se virou com uma lentidão absurda, olhando para a porta o máximo de tempo possível na esperança de que ele entrasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira aula se passou e entrariam os pertencentes ao grupo dos atrasados de plantão, que quase sempre são os mesmo e que quase nunca ele está no meio. Ela se vira e logo o primeiro a entrar é quem ela esperava. "Seu riso é tão feliz contigo" talvez fosse a frase que melhor definisse o sorriso que ela deu ao olhar para o rapaz que acabava de entrar. Mais do que rapidamente, ela se virou e retirou a mala, liberando a cadeira vazia para que ele pudesse se sentar. Uma arrumação frenética de cabelos, de blusas, da porra toda, e ela estava ali, esperando por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela olha para trás e o guri está dando um tórrido beijo em uma guria que me é totalmente estranha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei pra ela e as lágrimas começaram a saltar e a manchar a maquiagem que ela tão cuidosamente havia preparado. Se levantou e correu ao banheiro, saindo pelo lado contrário ao que ele estava, provavelmente para que ele não a visse. Voltou quinze minutos depois, refeita, mas sem maquiagem, com o cabelo desarrumado e com o olhar opaco e sem vida. Sentou-se ao lado dele e começou a conversar como se nada houvesse acontecido, mas com aquele sorriso triste de cortar o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro pra vocês, senti uma pena do caralho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-3832345223013191886?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/3832345223013191886/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=3832345223013191886" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/3832345223013191886?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/3832345223013191886?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/06/dos-sorrisos-tristonhos.html" title="Dos sorrisos tristonhos" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8AQXoyeip7ImA9WxFVEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-1936704381964500420</id><published>2010-06-08T19:58:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T20:40:40.492-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-08T20:40:40.492-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atração" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="paixões" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Divagações sobre paixões, atrações e raivas</title><content type="html">Hoje me encontrei mais raivoso do que o normal. Há tempos não sentia o sangue ferver, a cabeça zunir, o braço enrijecer, as mãos se crisparem involuntariamente, meu estômago ser atacado por uma quantidade nada saudável de ácido. Esses eventos acontecem, normalmente, quando passo por situações de incontrolável estresse, quando estou, e acredito que a expressão venha à calhar, quase explodindo por conta da raiva que toma o meu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última vez em que tal raiva me acometeu, nem os efeitos analgésicos das várias doses de vodka que havia tomado foram capazes de aliviar a dor que senti ao acertar repetidamente, e com desnecessária violência, diga-se de passagem, um poste de luz. Minha mão, em frangalhos, não era mais capaz de ser aberta ou fechada e recorri aos meus pés, chutando a parede com toda a força de que fui capaz. A parede tremeu, meu tênis, que já não era muito novo e nem muito inteiro, se desfez um pouco mais, e meus dedos doloridos e avermelhados eram um incômodo constante. Joguei ao chão, por fim, minha mochila e meu celular, e me sentei desconsolado, com lancinantes dores e com lágrimas nos olhos. Lágrimas mais causadas pelo motivo do acesso de raiva do que pelas dores em si, dores, estas, que só viriam a ser minha preocupação principal alguns momentos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, como já havia dito no primeiro parágrafo, senti algo parecido. Não com a mesma intensidade e tampouco com o mesmo ímpeto autodestrutivo de esmigalhar meus dedos contra o objeto mais próximo, mas senti. E o motivo veio a ser o mesmo. Mesmo, mas diferente. Já deve ser de suposição dos senhores a resposta correta, já que ele é o motivo pelo qual nós, homens heterossexuais, fazemos as melhores e piores coisas de que somos capazes: mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igual pois é referente às mulheres, diferente pois existe uma singularidade no que aconteceu no dia de hoje. No caso do poste, houve o acesso de raiva por conta de um rompimento inimaginável; no de hoje, por conta de uma fortíssima atração à primeira vista. Se quiseres, pois, leia como paixão à primeira vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, um cético, uma pessoa com sérios problemas para simpatizar com outros humanos, me apaixonei durante o simples ato de focalizar uma guria com essas duas esferas foscas e arredias que possuo e que se chamam olhos. Meu coração bateu mais forte, me senti nervoso, me senti confiante e ao mesmo tempo temeroso, poderoso e fraco, febril e hipotérmico. Esperançoso. Me senti, pois, como há muito não me sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, porém, deu-se há 3, 4 dias. E hoje, em um dos meus acessos de mórbida curiosidade, descobri que ela é, como já era de minha suposição, comprometida. A raiva tomou o meu ser, mas me controlei. Não há motivo para tal, oras, ela é, de fato, uma guria linda, de cabelos negros, olhar cativante, de passos firmes e decidos e que foi capaz de me fazer estremecer com um simples olhar, mas nada tenho eu com ela e não há motivos quaisquer para me sentir raivoso por isso. Decepcionado talvez, raivoso não. Sentir raiva por esse motivo seria, pois, uma imbecilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apenas para concluir: Universo, tu és bem filho da puta, hein?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-1936704381964500420?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/1936704381964500420/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=1936704381964500420" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1936704381964500420?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1936704381964500420?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/06/divagacoes-sobre-paixoes-atracoes-e.html" title="Divagações sobre paixões, atrações e raivas" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkABR3c4cSp7ImA9WxFWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-2242806190705576345</id><published>2010-06-01T06:23:00.000-07:00</published><updated>2010-06-01T06:59:16.939-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-01T06:59:16.939-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="melancolia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="histórias" /><title>Das histórias melancólicas pouco inspiradas</title><content type="html">Entrincheirado por uma leva de garrafas vazias, permanecia calado e pensativo. Ouvia um ruído surdo que abalava as frágeis paredes de seu apartamento e observava a luz que iluminava indistintamente a sala em que se encontrava. Tudo o incomodava: A movimentação dos carros que passavam na avenida; a dificuldade para se levantar; as dores que tomavam seu corpo; a sujeira difundida por todo o ambiente; a mistura convulsiva de cheiros. A sala do apartamento, bastante simplória, era formada por uma antiga televisão, pelo velho sofá manchado e por uma mesa de centro na qual se encontrava a rara máquina de escrever e um antigo relógio de bolso. Estendeu a mão para pegá-lo e, fazendo um super-humano esforço,  levantou-se. Caminhou com dificuldade para o banheiro e viu-se no espelho rachado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos fundos e vermelhos, as bochechas avermelhadas, o cabelo desgrenhado, os dentes apodrecidos, a barba esbranquiçada. Percebeu um pequeno corte na parte lateral de sua cabeça e tateou o armário buscando a garrafa de álcool. Abriu-a e o vômito subiu-lhe à garganta. Desinfetou o pequeno ferimento e guardou a garrafa, afastando o cheiro de álcool e pondo fim à ânsia. O gosto de vômito permaneceu em sua boca e se preparou para escovar os poucos dentes que conservava. Olhou a sua volta e algumas lágrimas ameaçaram eclodir em suas faces. Desistiu de seu asseio matinal e voltou à sala, jogando-se inopinadamente sobre o velho sofá manchado. Adormeceu. Adormeceu e sonhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou em casa e se deparou com sua esposa e seu filho pequeno. Abraçaram-se com a saudade própria de quem não se vê há 10 anos e beijaram-se. A mesa ostentava o jantar preferido de todos: costelas ao molho e batatas assadas. Sentaram-se, comeram, beberam e conversaram animadamente. Percebia-se uma felicidade incomum em cada um deles. Seu filho, terminando primeiro o jantar, entretinha-se em interpretar uma das histórias que seu pai havia escrito utilizando os talheres. Terminado o jantar, acomodaram-se em frente à televisão e assistiram-na juntos, abraçados e felizes. Um estrondo fez-se ouvir e a paz havia sido interrompida. Tony, assustado, não teve tempo sequer para se dirigir ao andar superior. Nada mais poderia ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordou e as lágrimas desciam por sua fronte trêmula. Se dirigiu ao banheiro e, terminando de quebrar o espelho, bateu-o violentamente contra seu rosto e se deixou cair sobre os cacos que se espalhavam pelo chão frio e úmido. O sangue se misturava à água e se dirigia melancolicamente ao ralo. Os farrapos que vestia se enchacavam e o incomodavam, incômodo que não iria durar muito. Perdia o ar e começou a se sentir inconsciente. Fechou os olhos e viu sua mulher e seu filho: a mesa posta e a alegria contagiante. Esperavam-no para começarem a jantar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-2242806190705576345?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/2242806190705576345/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=2242806190705576345" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2242806190705576345?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2242806190705576345?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/06/das-historias-melancolicas-pouco.html" title="Das histórias melancólicas pouco inspiradas" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIFQ3Y7eip7ImA9WxFXF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-1010671305240406349</id><published>2010-05-25T06:38:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T07:25:12.802-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T07:25:12.802-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="irritações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="odio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="raiva" /><title>Dos desafios intransponíveis</title><content type="html">Trabalho com informática. Sou técnico de informática, para ser mais exato. Técnico de Hardware. Qualquer imbecil com um curso na SOS Computadores faz o que eu faço e pode ganhar tanto quanto eu. O meu diferencial é que cursei um técnico em Informática e, em teoria, também posso trabalhar com programação. O fato é que programação não me faz a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, programação me irrita. Ficar sentado na frente de um computador durante uma porrada de tempo e, no fim, na hora de compilar o programa, de ver a parada funcionar, dá merda. Perdi um tempão, perderei um tempão para perceber a cagada feita e o mais importante: perdi a paciência. Trabalhar com software potencializa a minha irritação à enésima potência. Já quebrei teclados, mouses e utensílios domésticos variados ao perceber que o programa que demorei trocentas horas para fazer tem algum erro. Já deu pra perceber que eu não sou a pessoa mais calma do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que o hardware é mais exato. Eu testo a peça, identifico o defeito, envio para o departamento, eles solicitam outra, eu volto ao cliente, troco a peça e, se por um acaso, outra peça qualquer apresentar defeito, solicito a peça em questão e por aí adiante. Menos irritação, menos desgaste, menos Lulas para gastar no fim do mês, menor necessidade de pagar um convênio para tratar da futura úlcera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é quando o hardware me irrita tanto quanto o software.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem me deparei com um computador de modelo Slim. A merda do computador era de uma compacteza(?!) de dar nojo. A chave de fenda mal cabia, minha mão era amassada e dilacerada pela lataria afiada do computador. Os cabos mais pareciam um grande rolo de lã depois de uma festa felina. O Winchester ficava sob a unidade de CD e seu acesso parecia humanamente impossível. A retirada do frontal ainda não daria acesso às peças e fiquei sem saber o que fazer. Enquanto bufava, percebi que a parte de cima da lataria, a que cobria a unidade de CD, era removível. Uma luz, portanto. Me dediquei a visualizar parafusos, travas, qualquer coisa que por ventura estaria mantendo presa a maldita lataria. Nada. Já fora de mim, arranquei o frontal e verifiquei 2 parafusos na parte superior. Tirei os parafusos e me senti aliviado: A lataria só dependia de uma travinha inferior e estaria solta. Destravei a lataria e a retirei. Percebi, porém, que a unidade e o Winchester permaneciam bem presos e sem nenhum parafuso ou trava aparentes. Minha vontade foi a de jogar aquela porra do segundo andar e esperar que eles se soltassem, mas não o fiz. Me acalmei e fui examinar aquele pedaço do inferno que habitava a Terra. Finalmente identifiquei dois parafusos laterais, de dificílimo acesso. Soltei ambos e consegui soltar a unidade de CD e o Winchester. Para minha surpresa, eles ainda estavam presos e não havia nenhum modo aparente de soltá-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raiva não é o suficiente para descrever o que passei naqueles breves momentos. As veias saltadas, a face rubra, o olhar de profundo ódio, as mãos crispadas e tremendo, o coração acelerado, uma excruciante dor no peito e um peculiar formigamento no braço esquerdo. O meu pensamento se concentrava no ataque cardíaco e no AVC que estavam para acontecer e esqueci completamente do puzzle que os imbecis projetaram e chamaram de computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventualmente, resolvi o problema. Aparentemente, era necessário destravar o plástico que prendia o Winchester e aí seria possível retirá-lo. Na parte esquerda, havia um parafuso que soltaria a porra toda, tornando possível a realização do meu serviço. Ok, desmontei, troquei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí eu me toquei de uma coisa estupenda: E pra montar, que eu já não lembrava o que havia feito? Mais raiva, mais tempo perdido. Consegui, por fim, terminar o serviço e liberar o computador. Mais um cliente satisfeito, mais uma úlcera e mais dores estomacais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbvio que mandei um educadíssimo e-mail para a fabrica que gentilmente havia construído e desenvolvido um modelo tão prático e útil. Não me lembro muito bem dos termos do e-mail, mas lembro-me bem do uso constante do Caps Lock e de uma freqüência estupidamente alta de palavrões por frase. Não adiantará nada, mas aposto que o cara que ler o meu e-mail rirá como poucas vezes ele riu na vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-1010671305240406349?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/1010671305240406349/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=1010671305240406349" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1010671305240406349?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1010671305240406349?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/05/dos-desafios-intransponiveis.html" title="Dos desafios intransponíveis" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YDRXk_eyp7ImA9WxFQF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-1373652860322101880</id><published>2010-05-13T06:54:00.000-07:00</published><updated>2010-05-13T13:06:14.743-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-13T13:06:14.743-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="idiotices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mulheres" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>Das dificuldades</title><content type="html">Sou heterossexual e solteiro convicto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não sou, como a minha convicção pela solteirice pode sugerir, um rapaz que se pode chamar "pegador". Não sou. Passo, pois, a maior parte do tempo sozinho. Sem ficar, sem namorar, sem rolos, sem quaisquer termos que a juventude atual usa para determinar essas modernidades que me são alheias. Também não freqüento baladas ou festas. Aliás, odeio baladas e festas. Fico, pois, a maior parte do tempo em casa. Eventualmente saio e, nessas empreitadas ao ar livre, posso até conversar com alguma garota, algo que é particularmente difícil para a minha natureza reservada, pegar telefone, conversar, sair duas ou três vezes e fim. Sem choro nem vela, sem apelações, sem sentimentalismos baratos. Acabou e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ai, como você é cruel, bee!". Sou. Se o relacionamento se prolonga, pressões e obrigações aparecem e, portanto, aquilo se torna insustentável. Arranca-se a raiz enquanto ela ainda não é profunda. Melhor para ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um babaca por pensar assim? Pode ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, deixemos de lado as divagações e voltemos ao que era para ser o assunto inicial desse texto: a minha dificuldade em iniciar conversações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho, como vocês viram no último texto, uma facilidade incrível em provocar a antipatia. Com mulheres isso não é diferente. Portanto, é dificílimo uma mulher que olhe para mim e pense "Oras, vejam só que fofo! A cara de poucos amigos, a barba por fazer, o sobrolho franzido e os dentes cerrados: que psicótico adorável! Acho que ele deve ser uma pessoa maravilhosa e devo tentar me relacionar com ele. Ele deve ser um ótimo namorado! Vou lá falar com ele e me insinuar com meus peitos XL :)". Isso não acontece na vida real, amigo. Bom, acontece, mas é tão raro quanto achar um anão de uma perna só vendendo paçoca no metrô lotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gurias, portanto, também tendem a me achar um babaca de primeira linhagem. Eventualmente ocorre um interesse por uma delas e tenho de lançar mão do meu bom humor, do meu lado mais romântico, enfim, convecê-las de que não sou tão ruim quanto a minha imagem possa demonstrar. Para isso acontecer, porém, é necessário o primeiro passo. E esse primeiro passo, como já deve ter sido percebido por meus sagazes leitores, deve vir de minha parte. E é aí que começam os problemas. Sou dono de uma timidez assustadora e, se a guria é bonita, essa timidez é elevada à enésima potência. Minhas mãos gelam, minha cabeça roda, meu raciocínio cai por terra. Sério, amigo, gurias bonitas fazem com que o máximo que saia da minha boca é um "Tá quente/frio hoje, né?" e é um baita esforço conseguir que as palavras saiam da boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se um humano de cromossomos XX não tiver uma beleza comparável a das mais belas gregas, consigo desenvolver uma conversação mais complexa do que perguntas sobre a sensação térmica. Nada muito impressionante, mas nada tão babaca quanto um "Pô, tu é gata, hein?". A conversa, pois, tende a fluir. Falo sobre música, literatura, filmes, faço referências baratas e piadinhas infames e, em última instância, apelo para minhas habilidades musicais e digo que sou guitarrista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa, amigo, é mais efetiva que tirar a máscara e contar que é o Homem-Aranha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apenas uma consideração final: se tu diz coisas como "Pô, tu é gata, hein?", você deveria ter morrido de inanição durante a pouco protéica primeira infância que tiveste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-1373652860322101880?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/1373652860322101880/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=1373652860322101880" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1373652860322101880?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/1373652860322101880?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/05/das-dificuldades.html" title="Das dificuldades" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkENQX0_fCp7ImA9WxFQE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-4935359031795726201</id><published>2010-05-06T12:09:00.001-07:00</published><updated>2010-05-08T09:04:50.344-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-08T09:04:50.344-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="idiotices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="misantropia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Das habilidades</title><content type="html">Eu não sou modesto. Sei muitíssimo bem no que sou bom. Ressalvo, porém, que não saio vomitando por aí as minhas admiráveis habilidades. A errônea crença de que sou modesto começou por conta das minhas reações ao ouvir elogios. Mas isso não é modéstia, amigo, isso, na verdade, é um processo simples. Ouço que escrevo bem e só consigo pensar na falta de critério de quem me lê. Ouço que sou uma pessoa bacana e penso que provavelmente ela há muito não tem contato com humanos e que, por isso, acha qualquer imbecil um puta cara legal. Ouço que sou inteligente e penso que um chimpanzé treinado é mais inteligente do que eu. Ouço que sou engraçado e penso que sou tão engraçado quanto a fome na África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não escrevo bem, não sou inteligente, não sou engraçado. Sei que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no que eu sou bom? Sou dono de uma inacreditável habilidade em causar antipatia, em arranjar inimizades e em insultar pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegue um grupo de dez pessoas. Ao menos 7 me acharão um babaca completo. A recíproca, porém, é verdadeira, concretizando a inimizade velada. Não me tratam mal, não as trato mal, diálogo inexistente. E eu, particularmente, gosto desta maneira. Eu não gosto, eu não sinto prazer em tratar os outros mal, eu trato se elas me irritarem, se elas, na minha visão deturpada do mundo, merecerem as minhas patadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí entra o segundo grupo. As pessoas que olham para mim e vêem um cara com um ar jovial, descolado, sociável e divertido, ou seja, as pessoas que são mais problemáticas do que eu.  Elas querem formar um laço de amizade e se utilizam de diversos meios. Falam da vida delas, perguntam coisas sobre a minha vida, me tratam como se eu já fosse um velho amigo. Em outras palavras, para facilitar a compreensão textual, me incomodam, me irritam, me atrapalham e me dão vontade de jogá-las em um trilho de trem e que na seqüência um chupa-cabras faminto devore os restos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, mantenho a minha compostura. Tento ao máximo ignorá-la, dar sutis provas de que aquilo está me maçando. Só que seria esperar demais das pessoas uma compreensão da minha vertente educada e elas continuam a me irritar. Aí eu apelo para a minha terceira habilidade: a de ofender as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, e tenho comigo que isso é genético, já que meu pai tem a mesma destreza na hora de ofender, exerço a minha eloqüente estupidez e mando a pessoa pastar. Mais do que isso, eu faço com que ela nunca mais se lembre de mim sem que ela queira me esfaquear ou solicitar os serviços de um assassino de aluguel. Uso todos os defeitos, todas as pecualiaridades na fala, no riso, ou seja, tudo que me chamou a atenção incomodamente, e uso contra ela. E da forma mais brutal possível, outra qualidade bastante latente. Se é pra afastar, que se afaste de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não faça julgamentos errados, meu jovem! Eu não sou nenhum misantropo que não tolera o contato social, eu só não gosto de babacas me incomodando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-4935359031795726201?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/4935359031795726201/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=4935359031795726201" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/4935359031795726201?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/4935359031795726201?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/05/das-habilidades.html" title="Das habilidades" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4ESH0yeSp7ImA9WxFSF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-5566409864037536056</id><published>2010-04-20T05:51:00.001-07:00</published><updated>2010-04-20T05:51:49.391-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-20T05:51:49.391-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="musicas" /><title>Inocentes - Ele Disse Não</title><content type="html">&lt;object width="380" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W32Rp3anECY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/W32Rp3anECY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="380" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele apenas se recusou&lt;br /&gt;Antes que fosse tarde demais&lt;br /&gt;Pois sabia que se aceitasse&lt;br /&gt;Não poderia voltar atrás&lt;br /&gt;Em seu olhar estava a resposta&lt;br /&gt;Mas ninguém conseguiu entender&lt;br /&gt;E ficaram a se perguntar&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;Ele disse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele próprio fechou suas portas&lt;br /&gt;Ele próprio se proibiu&lt;br /&gt;E ninguém conseguiu entender porque&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele nunca iria aceitar&lt;br /&gt;Que suas palavras se perdessem no ar&lt;br /&gt;Queria que elas fossem livres&lt;br /&gt;Sem regras para as governar&lt;br /&gt;Não queria se prostituir&lt;br /&gt;Não queria se enganar&lt;br /&gt;Decidiu então se calar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;Ele disse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele próprio fechou suas portas&lt;br /&gt;Ele próprio se proibiu&lt;br /&gt;E ninguém conseguiu entender porque&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita coisa podia ter mudado&lt;br /&gt;Mas ele nunca ia se perdoar&lt;br /&gt;Se perdesse o controle das coisas&lt;br /&gt;E acabasse por se entregar&lt;br /&gt;Queria fechar os olhos e dormir&lt;br /&gt;Olhar no espelho e poder se ver&lt;br /&gt;Não queria participar dessa farsa&lt;br /&gt;Como eu&lt;br /&gt;Como você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele disse não!&lt;br /&gt;E ele disse...&lt;br /&gt;Ele disse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele próprio fechou suas portas&lt;br /&gt;Ele próprio se proibiu&lt;br /&gt;E ninguém conseguiu entender porque&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;br /&gt;Ele disse não!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-5566409864037536056?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/5566409864037536056/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=5566409864037536056" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/5566409864037536056?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/5566409864037536056?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/04/inocentes-ele-disse-nao.html" title="Inocentes - Ele Disse Não" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUFSH86eSp7ImA9WxFRE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7494142697841910357.post-2990562435486855954</id><published>2010-04-17T15:45:00.001-07:00</published><updated>2010-04-27T07:56:59.111-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-27T07:56:59.111-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insônia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insanidade" /><title>Das privações de sono</title><content type="html">O Twitter, essa rede social tão fantástica, é um tanto quanto invasiva. Nada que vocês já não soubessem, pois, mas o fato é que eu sei mais sobre os problemas de quem eu não conheço, porém sigo no Twitter, do que os dos meus amigos do "mundo real", estes, que até têm Twitter, mas não o usam. Ouviram, seus putos? Felipe, Ana, Lulinha, tô falando com vocês, caralho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio da minha timeline, eu fico sabendo quem está gripado, quem acordou de mau-humor, quem esqueceu de passar o desodoranteo. Fico sabendo se um velhinho caiu no mercado, se o ônibus estava lotado, se o ônibus estava vazio, se a sua tia está no hospital, se a Nove de Julho está mais cagada que cama de asilo, etc, etc, etc. Fico sabendo em que escola/faculdade ela estuda, que curso faz, se ela gosta de literatura, se ela gosta de cinema, se ela prefere cães, gatos, chinchilas ou águias carecas americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o principal: fique sabendo se ela tem insônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse link &lt;a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?633"&gt;aqui&lt;/a&gt; fala mais sobre insônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, sendo um ser perturbado, sofro de eventuais crises de insônia. Já cheguei ao limite de ficar por quase 4 meses sem conseguir dormir uma noite inteira. Deitava e minha cabeça, que há pouco parecia tranquila, era acometida por um turbilhão de pensamentos e preocupações e o sono, que parecia uma certeza, não vinha. Quando conseguia, o que acontecia lá prás 2 da matina, horário bastante agradável, não dormia mais do que 1 hora e acabava acordando. Tomava chás - conselho de mamãe -, lia, contava carneirinhos, me embriagava, e, como o bom cristão que sou, orava. Nada resolveu. O cansaço era absurdo. Não realizava uma simples báskara sem que me fosse exigido um esforço mental de possíveis consequências catastróficas. Meu humor, que é conhecido por ser horrível, ficou pior. Minha memória, que sempre foi uma merda, estava impossível, tanto que, por consequência da crise insone, mal me lembro de fatos que permearam a crise que achei que fosse me enlouquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vocês devem estar se perguntando: - Oras, como você resolveu isso, Mister M? Você visitou o médico? Você, um cabeça-dura dessa marca, apelando à medicina para resolver algum problema? E eu responderei: - Não fui ao médico e não tenho idéia de como o meu problema foi resolvido. Um dia, na hora de ir nanar, simplesmente dormi o sono dos justos e, depois daquela noite, fiquei um bom tempo sem dificuldade alguma para dormir. Mistérios da meia-noite, creio eu. Talvez o prazo de validade da insônia tenha vencido ou ela tenha ido afetar um cara menos mal-humorado e que a recebesse de melhor grado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando ao papo da insônia no Twitter, por que cês não procuram um médico, hein? Puta que pariu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7494142697841910357-2990562435486855954?l=insanidadeterapeutica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/feeds/2990562435486855954/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7494142697841910357&amp;postID=2990562435486855954" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2990562435486855954?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7494142697841910357/posts/default/2990562435486855954?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://insanidadeterapeutica.blogspot.com/2010/04/das-privacoes-de-sono.html" title="Das privações de sono" /><author><name>Diego Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09612741874426459178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/-TNknsA1q5F8/Tw2W6zGh4mI/AAAAAAAAAG0/_c9d761Ofnk/s1600/avatarnovo.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>

