<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931</atom:id><lastBuildDate>Fri, 09 Oct 2020 22:29:03 +0000</lastBuildDate><category>D52</category><category>Música</category><category>Série</category><category>Lifestyle</category><category>Livro</category><category>Filme</category><category>Turismo</category><category>Resumo do mês</category><category>Pessoal</category><category>Tecnologia</category><category>Beleza</category><category>Blog</category><category>Carreira</category><category>featured</category><category>Internet</category><category>Retrospectiva</category><category>Fotografia</category><category>Organização</category><category>Sessão Nostalgia</category><category>Blogagem coletiva</category><category>Cultura</category><category>Maquiagem</category><category>Moda</category><category>Mundo</category><category>TV</category><title>Insignificativo</title><description>Apenas mais um blog sobre qualquer coisa.</description><link>http://www.insignificativo.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>209</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-1596619773797005393</guid><pubDate>Fri, 21 Jun 2019 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-06-27T22:47:41.568-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>Como é que eu vou dizer que acabou?</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-AEFYMdq8nF8/XQv8peOGYpI/AAAAAAAAfvY/XcBqnpi68EEOPMi_WFPCFrQrsb39qCR_wCLcBGAs/s1600/Como%2Be%25CC%2581%2Bque%2Beu%2Bvou%2Bdizer%2Bque%2Bacabou.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-AEFYMdq8nF8/XQv8peOGYpI/AAAAAAAAfvY/XcBqnpi68EEOPMi_WFPCFrQrsb39qCR_wCLcBGAs/s640/Como%2Be%25CC%2581%2Bque%2Beu%2Bvou%2Bdizer%2Bque%2Bacabou.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu sempre gostei de escrever. Desde os cadernos e agendas à era dos blogs e redes sociais, a escrita, de alguma forma, me acompanhou durante várias fases ao longo dos meus 33 anos. O &lt;b&gt;Insignificativo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;nasceu em um momento em que mudanças na minha vida profissional se refletiam em outras áreas e meu antigo blog não me cabia mais. Agora, quase 4 anos depois, ele vai acabar pelo mesmo motivo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desde que mudei de emprego e, principalmente, desde que passei a morar sozinha, estou tendo que reavaliar as minhas prioridades e há meses venho pensando o que fazer do blog. São tantas coisas acontecendo, e tantas outras que quero fazer acontecer, que a presença online caiu para último plano. Ao mesmo tempo, ainda estava ali, sempre presente, a vontade de escrever, de produzir algum conteúdo que seja minimamente relevante nessa imensa rede virtual.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acontece que eu não sei fazer as coisas pela metade. Postar ocasionalmente em um blog e me preocupar somente com o texto nunca foi uma opção. Assim, já faz algum tempo que comecei a pensar em alternativas que atendessem às minhas necessidades atuais - não só de ter um lugar para falar sobre qualquer assunto, mas também para produzir algum conteúdo técnico na minha área. Foi aí que resolvi testar o &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;https://medium.com/@cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Medium&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu já conhecia a plataforma e gosto que seja focada completamente no conteúdo: Sem a preocupação de achar o template perfeito, configurar um sistema de comentários, escolher cores, todas essas coisas que, mesmo sem serem obrigatórias, acabamos fazendo em um blog tradicional. Além disso, o sistema de distribuição do conteúdo pelo próprio Medium facilita a busca por leitores que estão realmente interessados naquele assunto, ao contrário das redes sociais, onde a &quot;competição&quot; é muito maior e o retorno tem sido cada vez menor. O Medium é uma comunidade de pessoas interessadas em ler e escrever.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O blog vai continuar aqui por tempo indeterminado; já o Twitter e a Fanpage não terão vida longa, optei por concentrar nos meus perfis pessoais todas as divulgações que quiser fazer. Se alguém aqui (tem alguém aqui?) se interessar, pode me seguir em qualquer uma dessas redes:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Facebook&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/cintiamcr/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.linkedin.com/in/cintiamcr/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Linkedin&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://br.pinterest.com/mcrcintia/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pinterest&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No &lt;b&gt;Medium&lt;/b&gt;, vocês podem seguir o &lt;a href=&quot;https://medium.com/@cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;perfil&lt;/a&gt;, as &lt;a href=&quot;https://medium.com/e-outras-coisas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;publicações pessoais&lt;/a&gt; ou, ainda, as &lt;a href=&quot;https://medium.com/cmribeiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;técnicas/profissionais&lt;/a&gt;, para quem quiser conhecer mais sobre análise de negócios, gestão de produto, agilidade e todo esse mundo de consultoria de software. Ainda não comecei a escrever por lá, mas, quando começar, podem ter certeza que ficarei muito feliz de encontrá-los.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2019/06/como-e-que-eu-vou-dizer-que-acabou.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-AEFYMdq8nF8/XQv8peOGYpI/AAAAAAAAfvY/XcBqnpi68EEOPMi_WFPCFrQrsb39qCR_wCLcBGAs/s72-c/Como%2Be%25CC%2581%2Bque%2Beu%2Bvou%2Bdizer%2Bque%2Bacabou.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-4797850708190866271</guid><pubDate>Mon, 14 Jan 2019 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-01-14T09:00:00.233-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>1 ano - O que a terapia fez por mim</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-aBYFIVDOUug/XDu4mIpEqHI/AAAAAAAAc-Q/FTtZRTk5Ah0sZsBK48AoSp-Og9QMObWiwCLcBGAs/s1600/1%2Bano%2B-%2BO%2Bque%2Ba%2Bterapia%2Bfez%2Bpor%2Bmim.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-aBYFIVDOUug/XDu4mIpEqHI/AAAAAAAAc-Q/FTtZRTk5Ah0sZsBK48AoSp-Og9QMObWiwCLcBGAs/s640/1%2Bano%2B-%2BO%2Bque%2Ba%2Bterapia%2Bfez%2Bpor%2Bmim.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todas as manhãs, naquele período antes do cérebro acordar totalmente e eu fico na cama procrastinando e tentando calcular qual o horário limite para me levantar sem correr o risco de perder minha primeira reunião do dia, uma das coisas que eu faço é abrir o aplicativo do &lt;a href=&quot;https://www.timehop.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Timehop&lt;/a&gt;, que mostra tudo o que eu fiz nas redes sociais naquele mesmo dia dos anos anteriores. Eu sempre fui muito nostálgica, mas agora, com tanta coisa que tem acontecido desde janeiro do &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/12/2018.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ano passado&lt;/a&gt;, é mais do que nostalgia, é quase uma necessidade de manter vivas as lembranças - os bons e os maus momentos - para entender como eu cheguei até aqui e conseguir absorver cada segundo do presente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, no dia 9 de janeiro de 2019, o Timehop me mostrou meus tweets sobre &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/03/this-is-us-kevin-pearson-terapia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;the one and only&lt;/i&gt;&amp;nbsp;episódio 2x11 de This is Us&lt;/a&gt;. Eu sabia que esse episódio tinha sido no dia 9 de janeiro de 2018, mas, ao mesmo tempo, a ficha não tinha caído ainda que já faz um ano que aconteceu. Eu passei o Réveillon em casa pela primeira vez em mais de 10 anos, e a verdade é que ainda não caiu a ficha de que estamos em 2019, então eu tomei um choque quando lembrei, porque, como muitas vezes acontece com coisas que nos marcam, parece que foi ontem, mas também parece outra vida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aquele 9 de janeiro de 2018 foi um dia péssimo. Havia uma semana que eu estava sendo obrigada a conviver com a pessoa que, durante cinco infindáveis meses, sugou todas as minhas energias. Estava confusa, cansada, frustrada, decepcionada, sendo obrigada a fazer coisas com as quais não concordava e que sabia que iam dar errado no final. Eu já estava rachada e aquele episódio 2x11 de This is Us foi, ao mesmo tempo, a única coisa que me deu um pouco de alegria durante o dia e o peteleco que faltava para me quebrar completamente.&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;Todos os inconvenientes que eu tive nas últimas 12 horas terminaram com &quot;ai, dane-se, minha série volta hoje&quot;. E tem gente que ainda diz que ficção não serve pra nada 😅&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/950854042917457926?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;9 de janeiro de 2018&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Exatas 44 horas depois daquele episódio começar, no dia 11 de janeiro de 2018, eu estava sentada em um corredor sem graça, em frente a uma porta com uma plaquinha que dizia &quot;Em atendimento&quot;, esperando pela minha primeira sessão de terapia. E já faz um ano que isso aconteceu. 367 dias e 13 horas até o momento em que esse post for ao ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito estranho me lembrar disso agora. Eu, que sempre fui tão resistente à &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2015/11/cinco-licoes-sobre-vulnerabilidade.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;vulnerabilidade&lt;/a&gt;, mesmo depois de entender o quanto ela é importante, que sempre tive dificuldades para falar sobre meus sentimentos, agora estou aqui, encarnando o estereótipo da [não tão] jovem &lt;i&gt;millennial&lt;/i&gt; que fala abertamente sobre saúde mental, tanto para ter um registro quanto para poder processar esses sentimentos e, quem sabe, ajudar outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao organizar os pensamentos, percebo que a terapia contribuiu com três ingredientes para que eu pudesse sair daquele ponto de frustração para o lugar em que estou hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;1. Foco&lt;/h2&gt;Enquanto vivia aqueles cinco meses infernais no trabalho, eu mal tinha forças para falar de outra coisa. Até tentava não irritar minhas amigas com tantas reclamações sobre o mesmo assunto, mas aproveitava ao máximo aquela uma hora semanal em que podia desabafar e contar tudo, com a confiança de que minhas palavras não se voltariam contra mim mais tarde. Falar sobre os problemas sempre foi uma ferramenta para me ajudar a encontrar uma solução e falar com uma pessoa profissional, que estava ali unicamente para me ajudar, me ajudou muito a manter o &lt;b&gt;foco&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já estava procurando emprego havia algum tempo, mas não conseguia, em partes, porque queria algo maior, não só sair de uma empresa para outra. Porém, quando as coisas começaram a ficar ruins, eu comecei a abaixar os meus padrões e quase prossegui por caminhos que rapidamente me deixariam estancada e insatisfeita de novo, o que eu não queria. Semana após semana, eu repetia as mesmas frases e me forçava a me lembrar dos objetivos pelos quais eu estava trabalhando havia tanto tempo. Enquanto os problemas do dia a dia desviavam meu foco para o problema, a terapia o voltava para o alvo, do qual nunca deveria ter saído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;2. Consciência&lt;/h2&gt;Olhando em retrospecto, toda essa jornada se divide em três fases: Na primeira, eu diria que entre janeiro e abril, algo que já não estava bom teve que piorar para que eu fizesse alguma coisa e saísse da minha zona de conforto. Na terceira, de outubro até agora, eu estou aprendendo a relaxar e a curtir a concretização dos meus planos com as pessoas que importam. E a segunda foi uma fase de transição, uma fase de entender onde eu estava e como havia chegado até ali, uma fase de ganhar &lt;b&gt;consciência&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das primeiras sessões, minha terapeuta falou um pouco sobre auto-observação, auto-conhecimento e auto-controle e de como essas coisas são necessárias para conhecermos melhor a nós mesmos. À medida que as sessões progrediam, ela fazia mais e mais anotações em seu caderno, só para recuperá-las naquelas horas em que eu precisava ouvir a mim mesma falando através de outra pessoa. E esse momento não tinha nada a ver com trabalho, com as outras pessoas, nem nada externo, era um momento de descoberta, de olhar para dentro de mim e entender o que eu sentia, por que sentia e como sentia. Também é uma fase que deve voltar várias vezes até que eu dê meu último suspiro nesse mundo, porque tudo o que está vivo está em constante transformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouquinho de cada vez, a gente vai se descobrindo, se entendendo e aprendendo a se amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/rzt58bJ5Gqw&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;3. Coragem&lt;/h2&gt;A terceira fase foi um resultado das outras duas. Ter o foco no lugar certo e estar consciente dos meus sentimentos me tornaram uma pessoa mais segura de mim mesma, me deram confiança e &lt;b&gt;coragem&lt;/b&gt;, especialmente nos meus relacionamentos de todas as naturezas (e que, hoje, são meus tópicos principais das noites de terapia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coragem para ser sentimental com as minhas amigas; coragem para deixar novas pessoas entrarem na minha vida; coragem para envolver minha família em uma decisão importante.&amp;nbsp; Coragem para fazer o que está em minhas mãos para manter na minha vida as pessoas que merecem estar e para deixar as outras irem em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também coragem para escolher o que vai ser melhor para mim e arcar com os riscos, para sair da inércia confortável e buscar mais. Coragem para fazer planos mais ousados.&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;Eu comecei desanimada a semana em que aquele péssimo 9 de janeiro de 2018 completou um ano. Na segunda-feira, saindo para o almoço, eu perguntei a um colega &quot;Quando é que eu posso começar a reclamar que a semana está cansativa?&quot; e ele me respondeu &quot;Na sexta à tarde&quot;. Na sexta-feira, depois do almoço (e de um jogo de Fifa que nós perdemos), eu disse a esse mesmo colega &quot;Eu estou feliz, tudo o que eu tinha para fazer durante a semana deu certo&quot; e, assim como outras pessoas que haviam visto algumas dessas coisas darem certo nos dias anteriores, ele ficou feliz por mim. Esse foi um daqueles momentos aparentemente insignificantes, mas que me trouxeram ao ponto de escrever essas palavras. Aquela semana, um ano depois de tudo começar, começou mal e terminou excelente, como que uma miniatura para não me deixar esquecer dessas três coisas que a terapia me deu de presente: Foco, consciência e coragem.&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2019/01/1-ano-o-que-terapia-fez-por-mim.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-aBYFIVDOUug/XDu4mIpEqHI/AAAAAAAAc-Q/FTtZRTk5Ah0sZsBK48AoSp-Og9QMObWiwCLcBGAs/s72-c/1%2Bano%2B-%2BO%2Bque%2Ba%2Bterapia%2Bfez%2Bpor%2Bmim.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-3403008067638756745</guid><pubDate>Mon, 31 Dec 2018 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-31T16:31:33.952-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Retrospectiva</category><title>2018</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-s4D4lXJxLPo/XCEPc5TkEzI/AAAAAAAAchI/6FR8AtDnfEQC7Gk5N1SJJh21ud_OLDv0ACLcBGAs/s1600/2018%2B-%2BAquele%2Bdos%2Bfogos%2Bde%2Bartif%25C3%25ADcio.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-s4D4lXJxLPo/XCEPc5TkEzI/AAAAAAAAchI/6FR8AtDnfEQC7Gk5N1SJJh21ud_OLDv0ACLcBGAs/s640/2018%2B-%2BAquele%2Bdos%2Bfogos%2Bde%2Bartif%25C3%25ADcio.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando 2018 começou, eu estava na praia de Icaraí, em Niterói, vendo os fogos com amigos que são uma segunda família. Ao apreciar aquele show de luzes, eu, que sempre me encantei com o céu e com o mar, me emocionei. Dizem por aí que o que você fizer na virada do ano é o que você vai fazer durante o ano todo e, naquele momento, eu estava feliz. Eu adoraria continuar daquela forma pelos 365 dias seguintes. Ao mesmo tempo, eu estava melancólica. 2017 não fora ruim, mas também não fora um ano digno de fogos de artifício. Eu sentia minha vida parada já havia algum tempo e, por mais que me esforçasse, não via recompensa. Então, ali na praia de Icaraí, vendo os fogos ao lado de pessoas que eu amo, eu desejei mudança, eu desejei movimento, eu desejei que alguma coisa acontecesse. Desejei aqueles fogos dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Eu imagino Deus me olhando lá de cima e rindo, sarcástico, porque eu jamais poderia imaginar o que estava por vir. Às vezes, eu brinco dizendo que minha vida é uma série; se fosse, a temporada 2018 seria uma das melhores. Teve drama, teve lágrima, vilão e trapaça, mas também teve um plot twist que superou a todas as expectativas, coadjuvantes maravilhosos, teve comédia pra rir até chorar e um cliffhanger pra ser resolvido nos primeiros episódios de 2019 - tudo com legenda em inglês e espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem que eu comecei a fazer terapia antes de tudo isso começar. Já contei aqui &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/03/this-is-us-kevin-pearson-terapia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;como Kevin Pearson e o episódio 2x11 de This is Us me mandaram para a terapia depois de me fazer chorar por 13 horas seguidas&lt;/a&gt;. Hoje, quase um ano depois, eu posso dizer que essa foi uma das melhores decisões que já tomei na vida e que meu ano teria sido muito diferente se eu não tivesse aquela uma hora por semana para falar dos meus sentimentos e colocar a cabeça no lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é spoiler dizer que o grande acontecimento do meu ano foi a mudança de emprego. Antes disso, porém, muita coisa aconteceu e foi a terapia que me ajudou a manter a cabeça no lugar, a focar nos meus objetivos de longo prazo enquanto eu vivia alguns dos piores momentos da minha vida profissional e só queria fugir. Não vou entrar em detalhes, porque não quero expor os envolvidos, mas, durante cinco meses, a minha oração de todas as manhãs era para poder fazer o meu trabalho sem precisar interagir com ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que tem muita gente que trabalha em condições muito piores do que as que eu vivi e me considero uma pessoa privilegiada por ter uma profissão onde eu posso me dar ao luxo de querer gostar do meu trabalho. Mas isso não muda o quanto eu estava sofrendo, principalmente ao pensar que todos os meus esforços pareciam ter sido em vão e eu estava longe de onde pensei que chegaria. Assim, eu chorava no banheiro enquanto a Adele cantava A Million Years Ago e tentava ficar feliz quando via as conquistas [mais que merecidas] dos meus amigos e de colegas que conseguiam sair daquela situação ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-kgDG6NzSXZU/XClM2YtBeiI/AAAAAAAAcsU/cIe6Z1NSBoIshHuUY66WcJsmyZMfc2yNwCLcBGAs/s1600/A%2Bmillion%2Byears%2Bago%2B-%2BAdele.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;800&quot; data-original-width=&quot;800&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-kgDG6NzSXZU/XClM2YtBeiI/AAAAAAAAcsU/cIe6Z1NSBoIshHuUY66WcJsmyZMfc2yNwCLcBGAs/s640/A%2Bmillion%2Byears%2Bago%2B-%2BAdele.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para completar, quanto mais o tempo passava, quanto mais eu demorava para receber resposta das entrevistas de emprego que fazia, mais improvável era conseguir alcançar o meu maior&amp;nbsp;objetivo do ano: sair da casa dos meus pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que tudo começou a mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia que a recrutadora da Thoughtworks entrou em contato comigo pela primeira vez, três coisas aconteceram. Primeiro, minha melhor amiga descobriu que estava grávida. Segundo, o meu parceiro de trabalho, a pessoa que mais me apoiava, saiu da empresa para um lugar muito melhor (para o qual ele ainda tentou me levar algum tempo depois). Terceiro, eu estava tão mal que não apenas não conseguia ficar feliz por eles como também não vi a mensagem no Linkedin. Só respondi uma semana depois e, começando com o pé esquerdo e a autoestima a sete palmos, eu tinha certeza que não ia conseguir. &quot;Aquela empresa só contrata gente f*da, eu nunca vou conseguir.&quot; Mas tentei. Graças a Deus, às minhas amigas que nunca saíram do meu lado e à minha psicóloga, eu tentei, não tinha mesmo nada a perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda me lembro da sensação que tive ao receber aquele telefonema. Era o dia 25 de junho, um mês depois do processo começar e já passava das 17h. Fazia um pouco de frio, mas não tanto, então eu estava sem casaco e comecei a tremer quando saí para a área aberta nos fundos da empresa. Ouvi, impacientemente, ao feedback da recrutadora, certa de que ela iria concluir com um &quot;não deu, até mais, tente novamente, vlw flw&quot; e quase não tive reação quando foi justamente o contrário. Como já contei no &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/07/de-copa-em-copa.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;meu post sobre a Copa do Mundo&lt;/a&gt;, desde aquele momento, minha vida se resumiu a um turbilhão de emoções que hoje, seis meses depois, ainda não cessaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era só um emprego novo. Era um emprego novo em uma das melhores empresas da minha área, em todos os sentidos. Era um emprego novo tão bom que meus antigos gestores nem tentaram me convencer a ficar. Era o salto que eu esperava desde que comecei, a oportunidade de concretizar vários dos meus outros planos, a recompensa pelo esforço de vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar de emprego mudou a minha vida. Eu tomo muito cuidado ao dizer isso, porque, às vezes, soa como se meu trabalho fosse toda a minha vida, e não é. Acontece que o ser humano é complexo e, por mais que a gente tente, jamais vamos conseguir compartimentalizar as coisas totalmente; se uma área da vida está ruim, as outras também serão afetadas. Mudar de emprego me mudou para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um momento que me marcou foi quando eu cheguei ao encontro do clube do livro de agosto, um mês e meio depois de começar a trabalhar na TW. Ao me ver entrando, minhas amigas pararam de conversar e alguém disse &quot;de longe dá pra ver como você está mais feliz&quot;. Era o melhor elogio que alguém poderia me fazer naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que tenha sido fácil. Minhas primeiras semanas foram sofridas. A Síndrome do Impostor me atacou com força total, eu pensava que não iria conseguir, eu fugia das pessoas. Era tudo muito diferente do que eu estava acostumada, um novo mundo ao qual eu não me julgava pertencente. Para quem gosta de séries, eu me sentia a própria Eleanor quando chegou no Good Place.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;docs-internal-guid-fe2a92b8-7fff-8275-ba72-fae2b7ce134d&quot;&gt;&lt;img height=&quot;245px;&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/YNITWEkocEuYWXAyRJUN2IJg7_hHOJ66ysLnxkI5WPNNwvd2V4iia9XfqXR2IbxOhIW-u-1Ek5u5tO4VBKCsMHHi1jOqcuAs56sySuSz26iiwzZHQ9xKhF7fNOPIPyh4xG4IBGb-Jm8&quot; width=&quot;245px;&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais uma vez, graças a Deus, às minhas amigas e à terapia, essa fase passou. E, sim, hoje eu estou muito mais feliz.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não só por ter um trabalho que eu gosto, mas por tudo o que torna o meu trabalho um lugar especial. Pelas oportunidades de crescimento, pelos planos que posso fazer (e vocês sabem que eu adoro planos) e, principalmente, pelas pessoas que encontrei no caminho e que tornam mais leves até os piores dias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando comecei no meu emprego anterior, uma pessoa me disse que, como ali ninguém me conhecia, eu podia abaixar um pouco as minhas defesas, aceitar a vulnerabilidade e ser quem eu quisesse. Essa pessoa não está mais na minha vida, mas essa conversa nunca me deixou. Assim, dia após dia, eu tentava entregar um pouco mais de mim, mesmo quando parecia tão difícil que eu só queria sair correndo dali. (Inclusive, tem uma situação engraçada de dois colegas que vieram conversar comigo na fila do restaurante, num dia que eu &quot;fugi&quot; para almoçar sozinha e eu fiquei tão desconfortável que respirei aliviada quando lembrei que precisava comprar alguma coisa em algum lugar do shopping e simplesmente saí da mesa o mais rápido possível. Hoje, os dois são meus melhores amigos na empresa e eu sinto falta de verdade quando a gente passa muito tempo sem conversar.)&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;Inclusive, pessoas que aceitam comer pizza sem molho comigo ganham uns 1000 pontos positivos pra entrar no Good Place.&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/1078773465124163585?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;28 de dezembro de 2018&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando digo que mudar de emprego mudou minha vida eu quero dizer que agora consigo aproveitar melhor o que não é trabalho. São os almoços em grupo, o videogame no final do expediente, os duetos de Total Eclipse of the Heart com as colegas de time em momentos aleatórios. Mas também é ter autonomia pra escolher meu caminho, é poder chegar cedo nos encontros do clube do livro, passar uma semana trabalhando remotamente de Foz do Iguaçu para o chá de bebê da amiga ou ter ânimo pra voltar a acompanhar futebol com meu pai (algo que eu prometia há anos, mas só cumpri depois que meus colegas me viciaram em jogar Fifa e agora eu reconheço até o uniforme do Guangzhou ou os nomes dos jogadores do&amp;nbsp;Tottenham).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também há outras mudanças, maiores. Na &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/12/experimentei-em-2017.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;retrospectiva de 2017&lt;/a&gt;, eu disse que o momento mais marcante do ano tinha sido minha viagem a Santiago, quando eu me apaixonei pela cidade e já estava desejando voltar, apesar do susto que passei com a turbulência no voo de volta. Quem diria que era justamente pra lá que meu trabalho me mandaria, não uma, mas várias vezes. Em setembro, voltei àquela cidade linda, aonde irei novamente em janeiro, depois em março, depois em maio etc. E o sonho de ser poliglota ficou ainda mais próximo, dado que agora eu falo espanhol regularmente com meus colegas e clientes do Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, mudar de emprego vai, literalmente, mudar minha vida de lugar. Sair da casa dos meus pais é um sonho antigo, tanto pelo desejo de liberdade quanto pela qualidade de vida de morar perto do trabalho, já que nós não moramos na capital, mas em uma cidade vizinha onde não tem quase nenhum mercado para a minha área. Eu até poderia ter feito isso antes, mas precisava de uma segurança financeira e emocional que eu não tinha. Agora, termino o ano com um contrato de aluguel assinado e pronta para pegar as chaves do meu primeiro apartamento no primeiro dia útil de 2019. Escrevo do meu atual quarto, cercada por caixas de panelas e utensílios domésticos que são tão meus quanto as roupas no meu armário ou os livros na minha estante. É uma aventura nova, que me deixa tão empolgada quanto ansiosa, que eu mal posso esperar para viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que 2018 foi ruim pra muita gente, especialmente a nível nacional, e que 2019 não parece muito promissor. Porém, para mim, a nível pessoal, esse foi um dos melhores anos da minha vida. Essa é uma daquelas épocas definidoras, que eu nunca quero esquecer. Não que esteja tudo perfeito, nunca estará, mas hoje eu sou uma pessoa melhor e mais feliz do que eu era há um ano (há seis meses!). Ao terminar de escrever, faltando pouco mais de 24 horas para receber o ano novo, eu fico mais sentimental do que gostaria e meus olhos se enchem de lágrimas, lágrimas de gratidão e de esperança. E eu desejo, de todo o coração, que quem estiver lendo possa ter um 2019 tão incrível quanto 2018 foi pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-haCgoe3VUsA/XCltf6Dt1UI/AAAAAAAAcsg/rrJTlG42FUQWGR05Ck7rvRm9XxoWkF6dQCLcBGAs/s1600/Firework%2B-%2BKaty%2BPerry.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;800&quot; data-original-width=&quot;800&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-haCgoe3VUsA/XCltf6Dt1UI/AAAAAAAAcsg/rrJTlG42FUQWGR05Ck7rvRm9XxoWkF6dQCLcBGAs/s1600/Firework%2B-%2BKaty%2BPerry.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-z2wo4Hi2jNg/XCpgbIDwk0I/AAAAAAAActM/D3hnL5XmY4Ep4ZrV92VLJpITalv295TegCLcBGAs/s1600/2018%2B-%2BPinterest%2B-%2BPosts.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-z2wo4Hi2jNg/XCpgbIDwk0I/AAAAAAAActM/D3hnL5XmY4Ep4ZrV92VLJpITalv295TegCLcBGAs/s320/2018%2B-%2BPinterest%2B-%2BPosts.png&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/12/2018.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-s4D4lXJxLPo/XCEPc5TkEzI/AAAAAAAAchI/6FR8AtDnfEQC7Gk5N1SJJh21ud_OLDv0ACLcBGAs/s72-c/2018%2B-%2BAquele%2Bdos%2Bfogos%2Bde%2Bartif%25C3%25ADcio.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-8086617127663929352</guid><pubDate>Wed, 26 Dec 2018 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-31T16:24:17.968-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filme</category><title>Eu assisti - Os filmes do ano (III)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-Blam9Wbk7Mw/XCD_DPtExOI/AAAAAAAAcfw/4ucn9uKHQMgIMiOrrAE8mde7xQxP5JHuQCLcBGAs/s1600/Eu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B%2528III%2529.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-Blam9Wbk7Mw/XCD_DPtExOI/AAAAAAAAcfw/4ucn9uKHQMgIMiOrrAE8mde7xQxP5JHuQCLcBGAs/s640/Eu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B%2528III%2529.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este é o último post de filmes do ano e eu fico feliz em contar que, embora não tenha conseguido alcançar minha meta de um por semana, cheguei o mais perto que já consegui desde que comecei a contar, com 44 assistidos até o momento em que começo a escrever este post. Como não poderia deixar de ser, os últimos meses foram cheios de comédias românticas fofas, gênero que, para a nossa alegria, teve um ano muito bom, tanto nos cinemas quanto na Netflix. Mas nem todos valem a pena, então eu estou aqui para recomendar também alertá-los a fugir de algumas bombas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Las leyes de la termodinamica&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-MDPClLF9ksU/XCEErUbLCNI/AAAAAAAAcf8/uGwMY9oCpFwlA-nDt1qz--_kFw07QdCUwCLcBGAs/s1600/01%2B-%2BLas%2Bleyes%2Bde%2Bla%2Btermodinamica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;700&quot; data-original-width=&quot;1400&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-MDPClLF9ksU/XCEErUbLCNI/AAAAAAAAcf8/uGwMY9oCpFwlA-nDt1qz--_kFw07QdCUwCLcBGAs/s640/01%2B-%2BLas%2Bleyes%2Bde%2Bla%2Btermodinamica.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este é uma bomba. Comédia romântica original Netflix, em espanhol e que fala de Física, o filme tinha TUDO para me conquistar, mas não conseguiu, porque a história é ruim e os personagens são péssimos - principalmente o protagonista, um bobo dramático que idolatra e sufoca a mulher, pra depois fazer escândalo quando ela arruma outro. A história é contada em forma de documentário, o que, para mim, foi o único ponto positivo do filme, porque eu amo Física e a forma como ele tenta encaixar os relacionamentos nas leis da natureza é bem legal. De resto, não recomendo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sierra Burgess is a loser&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-U_Cg2hehl7s/XCEEvVgKQ6I/AAAAAAAAcgA/oAACGveNgFo7OIc2-OYL0-_L_izV1vciACLcBGAs/s1600/02%2B-%2BSierra%2BBurgess%2Bis%2Ba%2Bloser.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;640&quot; data-original-width=&quot;1280&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-U_Cg2hehl7s/XCEEvVgKQ6I/AAAAAAAAcgA/oAACGveNgFo7OIc2-OYL0-_L_izV1vciACLcBGAs/s640/02%2B-%2BSierra%2BBurgess%2Bis%2Ba%2Bloser.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro original Netflix que fez muito sucesso na época em que foi lançado, Sierra Burgess é uma das muitas releituras adolescentes da peça&amp;nbsp;Cyrano de Bergerac, onde uma pessoa inteligente finge ser outra para conquistar uma terceira. Obviamente, a pessoa inteligente não é tão inteligente assim, porque ela acaba se apaixonando por quem não poderia. Esse clichê está longe de ser meu favorito e, embora o filme seja bonitinho em sua maior parte, eu odiei o final. Achei que as coisas se resolveram muito fácil para a Sierra, ela se fez de vítima quando, na verdade, era quem estava mais errada na história toda, e não sofreu as consequências do seu erro. Como era de se esperar, a personagem por quem eu torci o tempo todo foi a Veronica, a menina bonita e má cheia de problemas em casa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ahora o nunca&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-WNNIQCiyIQ0/XCEEy26Im1I/AAAAAAAAcgE/6ngmHBM2KQ4uW-1TbS737IYX78GGGLFJACLcBGAs/s1600/03%2B-%2BAhora%2Bo%2Bnunca.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;600&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-WNNIQCiyIQ0/XCEEy26Im1I/AAAAAAAAcgE/6ngmHBM2KQ4uW-1TbS737IYX78GGGLFJACLcBGAs/s640/03%2B-%2BAhora%2Bo%2Bnunca.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Também da Netflix, também em espanhol, &lt;b&gt;Ahora o Nunca&lt;/b&gt;&amp;nbsp;explora o clichê do casal que enfrenta vários obstáculos para chegar ao próprio casamento. Enquanto tudo dá errado para o noivo &lt;i&gt;controlfreak&lt;/i&gt; Alex, que tenta chegar à Inglaterra com o pai e o sogro, a noiva &lt;i&gt;free spirited&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Eva, já no local da festa, só arruma novos problemas. É um filme divertido para quem consegue relevar as situações absurdas que acontecem com Alex. Eu achei um pouco difícil torcer pelo casal, já que os dois estão separados a maior parte do tempo, mas ainda é fofo quando eles se juntam.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nappily ever after (Felicidade por um fio)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-wfpBM8jrClA/XCEE2RLx4lI/AAAAAAAAcgI/ETor9GxeNOsneVKAXE2wkd830fA65NEYwCLcBGAs/s1600/04%2B-%2BNappily%2Bever%2Bafter.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;600&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-wfpBM8jrClA/XCEE2RLx4lI/AAAAAAAAcgI/ETor9GxeNOsneVKAXE2wkd830fA65NEYwCLcBGAs/s640/04%2B-%2BNappily%2Bever%2Bafter.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Baseado em um livro de mesmo nome (e primeiro de uma série),&amp;nbsp;&lt;b&gt;Nappily Ever After&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é uma ficção com ares de auto ajuda no melhor sentido possível. Ainda que tenha algumas falhas e às vezes exagere na mensagem, o filme conseguiu mexer comigo ao mostrar o relacionamento de Violet com os outros, com ela mesma e com os seus cabelos. Sendo eu uma mulher &lt;i&gt;Type A&lt;/i&gt; que quer sempre estar no controle e com o visual perfeito, me identifiquei bastante com a personagem e recomendo para todos e todas que já ouviram da família ou amigos que precisam relaxar um pouco mais de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A star is born (Nasce uma estrela)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-3gEiLW1UWPU/XCEE5y-uvHI/AAAAAAAAcgM/p7GJSjrX54AgeJK_JikE_hMFY0ODCKGzgCLcBGAs/s1600/05%2B-%2BA%2Bstar%2Bis%2Bborn.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;542&quot; data-original-width=&quot;1084&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-3gEiLW1UWPU/XCEE5y-uvHI/AAAAAAAAcgM/p7GJSjrX54AgeJK_JikE_hMFY0ODCKGzgCLcBGAs/s640/05%2B-%2BA%2Bstar%2Bis%2Bborn.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma das sensações do ano, &lt;b&gt;A Star is Born&lt;/b&gt;, também conhecido como &quot;O filme da Lady Gaga&quot;, é &lt;i&gt;quase&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tudo isso. A história é ótima, Gaga e Cooper são ótimos, a trilha sonora é ótima (prepare-se para assistir e passar dias cantarolando Shallow). O único problema, para mim, foi que achei o filme muito longo e, quando chegou ao ápice, eu já estava cansada e não consegui nem me emocionar, o que me deixou frustrada, porque meus amigos me prometeram lágrimas. Ainda assim, foi um dos melhores do ano.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;The princess switch (A princesa e a plebeia)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-DdUJ76tstzI/XCEE9OGys4I/AAAAAAAAcgU/Tt9UbBiGJgocDoVDTVgyEgXrOpro2cIUACLcBGAs/s1600/06%2B-%2BThe%2Bprincess%2Bswitch.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;600&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-DdUJ76tstzI/XCEE9OGys4I/AAAAAAAAcgU/Tt9UbBiGJgocDoVDTVgyEgXrOpro2cIUACLcBGAs/s640/06%2B-%2BThe%2Bprincess%2Bswitch.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim como no ano passado, a Netflix nos deu vários presentes de Natal em forma de comédias românticas natalinas - tudo bem clichê, sim, porque é isso que a gente espera de uma comédia romântica natalina. Aqui, como o nome e a imagem indicam, temos a boa e velha troca de papéis entre duas pessoas idênticas. É um filme bonitinho, nada de muito espetacular. Eu tenho problemas com romances relâmpago, mas os casais são bonitinhos e eu gosto da ideia de uma delas se apaixonando por uma pessoa que faz parte da vida da outra (o que me lembra The Holiday, melhor comédia romântica de Natal de todos os tempos). Também gostei da Stacy ser toda certinha com a programação, me identifiquei.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Crazy rich asians (Podres de ricos)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-_57Q6nPqwec/XCEFAw1pGCI/AAAAAAAAcgc/4yyK9ez1kvIJ2r6WHNVKLwiUOr7bCjbYgCLcBGAs/s1600/07%2B-%2BCrazy%2Brich%2Basians.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;500&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-_57Q6nPqwec/XCEFAw1pGCI/AAAAAAAAcgc/4yyK9ez1kvIJ2r6WHNVKLwiUOr7bCjbYgCLcBGAs/s640/07%2B-%2BCrazy%2Brich%2Basians.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Agora, sim, uma das melhores comédias românticas do ano. Muito se falou sobre o filme, por ser uma das poucas produções hollywoodianas com elenco totalmente asiático, mas isso não teria tanta importância se o roteiro não fosse bom, se os atores não tivessem química, se todas as partes que compõem um filme não se encaixassem perfeitamente. Tudo se encaixa. Os personagens são ótimos, todos muito humanos, bem do jeito que eu gosto. E o casal Rachel-Nick é adorável, eu consegui torcer por eles em poucos minutos de tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com&amp;nbsp;&lt;b&gt;Set it up&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;To all the boys I&#39;ve loved before&lt;/b&gt; - que, coincidentemente, também possuem protagonistas asiáticas - &lt;b&gt;Crazy Rich Asians&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entra no meu Top 3 de comédias românticas de 2018, daquelas que eu vou querer rever várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;The healer (O que de verdade importa)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-sLRIpNB87jg/XCEFEQauB1I/AAAAAAAAcgg/yNq_N_9RjV4nvuz_4bRiNm7R8oEjbOVaQCLcBGAs/s1600/08%2B-%2BThe%2Bhealer.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;500&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-sLRIpNB87jg/XCEFEQauB1I/AAAAAAAAcgg/yNq_N_9RjV4nvuz_4bRiNm7R8oEjbOVaQCLcBGAs/s640/08%2B-%2BThe%2Bhealer.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tomei conhecimento da existência de &lt;b&gt;The Healer&lt;/b&gt;&amp;nbsp;quando o filme foi gravado há alguns anos, porque uma das personagens principais é interpretada pela Camilla Luddington, que também interpreta uma das minhas personagens favoritas de Grey&#39;s Anatomy. Confesso que só assisti por causa dela, pois o filme é um draminha água com açúcar meio místico que, embora já tenha me atraído muito na época que eu lia Nicholas Sparks, não chama a minha atenção atualmente. Na história, Alec, cheio de dívidas, vê a chance de mudar de vida quando um tio distante se oferece para ajudá-lo com a única condição de que ele passe um ano em uma cidadezinha no interior do interior do fim do mundo. Lá, Alec descobre que o tio pensa que ele é uma espécie de santo milagroso, com o poder de curar as pessoas. É bonitinho, mas só recomendo para quem gosta do estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Another time&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-uRfUNvOdgPo/XCEFIe_cOvI/AAAAAAAAcgk/TL5wApSOgtgQGZ7j8M8wLxEQPIsrbfYYACLcBGAs/s1600/09%2B-%2BAnother%2Btime.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;700&quot; data-original-width=&quot;1400&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-uRfUNvOdgPo/XCEFIe_cOvI/AAAAAAAAcgk/TL5wApSOgtgQGZ7j8M8wLxEQPIsrbfYYACLcBGAs/s640/09%2B-%2BAnother%2Btime.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro filme que eu só conheci por causa dos atores envolvidos - dessa vez, Justin Hartley, que faz meu favorito Kevin em This is Us. Aqui, porém, a sinopse me interessou bastante. Uma comédia romântica com Física e viagens no tempo?&amp;nbsp;Não tem como ser ruim, certo?&amp;nbsp; Mais uma vez, meu amor pela Física se transformou em cilada. O principal problema foi o ritmo da história e a construção dos personagens. Hora corrido, hora enrolado, o roteiro não conseguiu me fazer simpatizar com o protagonista Eric, que só parece um garoto mimado obcecado por uma mulher que não é dele - tão obcecado que financiou uma pesquisa de viagem no tempo para impedir que ela conhecesse o noivo o dia da estréia de Crepúsculo. O amor dele não me convenceu, a jornada dele não foi satisfatória e o final, apesar de fofo, não pareceu merecido. Mais uma vez, só valeu pela Física.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Engaging Father Christmas&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-w3fpSGaFZoU/XCEFMPogMsI/AAAAAAAAcgo/74rOiFF96oIxRLfRoaQzbTuR1BzL-wiLgCLcBGAs/s1600/10%2B-%2BEngaging%2BFather%2BChristmas.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;600&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-w3fpSGaFZoU/XCEFMPogMsI/AAAAAAAAcgo/74rOiFF96oIxRLfRoaQzbTuR1BzL-wiLgCLcBGAs/s640/10%2B-%2BEngaging%2BFather%2BChristmas.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Continuação de &lt;b&gt;Finding Father Christmas&lt;/b&gt;, este é um filme extremamente água com açúcar que só estava na minha lista porque é a adaptação do livro de uma autora que já teve um lugar muito importante na minha vida. Um ano depois de descobrir a identidade de seu pai, Miranda volta à cidade em que sua família paterna e seu namorado moram, mas um segredo que ela não deveria ter contado coloca em risco todos os seus relacionamentos ali. Assim como The Healer, é um draminha bem leve e família, mas que tem uma mensagem bonita sobre a verdade e o perdão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Destination wedding (Com quem será?)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-LMiOvCiMxLs/XCEFPNo1RyI/AAAAAAAAcgw/YKU5q_EItpMszuwwpTy4p-0QXTpfVHsUQCLcBGAs/s1600/11%2B-%2BDestination%2Bwedding.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;507&quot; data-original-width=&quot;1013&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-LMiOvCiMxLs/XCEFPNo1RyI/AAAAAAAAcgw/YKU5q_EItpMszuwwpTy4p-0QXTpfVHsUQCLcBGAs/s640/11%2B-%2BDestination%2Bwedding.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra comédia romântica no ano das comédias românticas. Keany Reeves e Winona Ryder são Frank e Lindsay, estranhos que se conhecem quando vão a um casamento a que nenhum dos dois queria comparecer. Esse filme tem dois dos meus clichês favoritos dos romances: o do casal que começa se odiando e o do mocinho ogro. Para completar, a história consiste basicamente de interações entre os dois, não há nenhum outro personagem minimamente importante (acho que nenhum outro personagem possui falas). &lt;b&gt;Destination Wedding&lt;/b&gt;&amp;nbsp;aposta todas as suas fichas nos diálogos afiados e na química entre os atores, o que poderia ter dado muito errado, mas deu muito certo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Life itself (A vida em si)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-q7fH06t0LFM/XCKDHYCliOI/AAAAAAAAcpU/U0zm2Y_Dsso9e5yKlhBVlREQGIvED6bHgCLcBGAs/s1600/12%2B-%2BLife%2Bitself.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;600&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-q7fH06t0LFM/XCKDHYCliOI/AAAAAAAAcpU/U0zm2Y_Dsso9e5yKlhBVlREQGIvED6bHgCLcBGAs/s640/12%2B-%2BLife%2Bitself.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como dá para ver no cartaz e em qualquer outro lugar que fale desse filme, &lt;b&gt;Life Itself&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é do criador de This is Us, Dan Fogelman. Mas mesmo que alguém começasse a assistir sem saber, as características dele estão presentes desde os primeiros instantes: Histórias não lineares, personagens com conexões a princípio desconhecidas, grandes discursos e mortes de pais e mães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a assistir com expectativas moderadas e terminei sem saber se amei ou odiei (e ri bastante quando vi as reviews, inclusive as que consideram este &lt;i&gt;o pior filme do ano&lt;/i&gt;). Eu entendi o que quiserem fazer, o problema é que esse é um filme pretensioso demais. Em cinco &quot;capítulos&quot; curtos, ele espera que eu me importe com todos esses personagens e me envolva com eles, mas força a barra nos discursos e suas mensagens, por mais bonitas e verdadeiras que sejam, se perdem. Alguém precisa urgentemente mandar o Fogelman parar de pesar a mão em tudo o que faz, pois esse segundo semestre de 2018 não está dando certo pra ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Life Itself foi o último filme que assisti antes de escrever o post, mas ainda é possível que assista outros antes do ano acabar. Se isso acontecer, atualizarei o post, então fiquem de olho no &lt;a href=&quot;https://twitter.com/bloginsignifica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter&lt;/a&gt; para mais notícias. Para 2019, repetirei minha meta de 52 - quem sabe, dessa vez, não dá certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-lGUE6WpPhUM/XCpeGPxdRbI/AAAAAAAActA/FMuv_HCn-1IE5PezsFr--MLx_WEJV1eEACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BEu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B%2528III%2529.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-lGUE6WpPhUM/XCpeGPxdRbI/AAAAAAAActA/FMuv_HCn-1IE5PezsFr--MLx_WEJV1eEACLcBGAs/s400/Pinterest%2B-%2BEu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B%2528III%2529.png&quot; width=&quot;266&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/12/eu-assisti-os-filmes-do-ano-iii.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://3.bp.blogspot.com/-Blam9Wbk7Mw/XCD_DPtExOI/AAAAAAAAcfw/4ucn9uKHQMgIMiOrrAE8mde7xQxP5JHuQCLcBGAs/s72-c/Eu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B%2528III%2529.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-3743184723905290854</guid><pubDate>Mon, 10 Dec 2018 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-10T09:00:07.990-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livro</category><title>Eu li - Os livros do ano (III)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-eafOYhrWdzg/XA2SMT9DtdI/AAAAAAAAcXo/UBMXh6svTucS06xKos6Mm2eN6OMTbdL2gCLcBGAs/s1600/Eu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bde%2B2018.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-eafOYhrWdzg/XA2SMT9DtdI/AAAAAAAAcXo/UBMXh6svTucS06xKos6Mm2eN6OMTbdL2gCLcBGAs/s640/Eu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bde%2B2018.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2018 até começou bem, mas terminou sendo um ano de poucas leituras: 15, se eu terminar o atual, que está parado há dois meses. Foi muito menos do que eu gostaria, mas já aceitei que estou em um momento da vida muito diferente do que eu estava quando li 70 por ano e que isso não é uma coisa ruim - pelo contrário, este ano está sendo incrível. Minha estante continua crescendo e só me resta me planejar para que, algum dia, eu consiga ler tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois do último &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/07/livros-2018-02.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Eu Li&lt;/a&gt;, quatro títulos se juntaram à minha prateleira de lidos. Continue lendo se quiser saber quais foram.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2&gt;A farsa - Christopher Reich&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-PLaWDC7cL9M/XA2VnMEncsI/AAAAAAAAcX0/XbDfz7qfkWUF0ncj5w73zabJGMWFVFkbwCLcBGAs/s1600/a-farsa-christopher-reich.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;288&quot; data-original-width=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-PLaWDC7cL9M/XA2VnMEncsI/AAAAAAAAcX0/XbDfz7qfkWUF0ncj5w73zabJGMWFVFkbwCLcBGAs/s1600/a-farsa-christopher-reich.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Durante uma escalada nos Alpes suíços, o cirurgião Jonathan Ransom e sua bela esposa, Emma, são surpreendidos por uma avalanche. Na tentativa de buscar abrigo contra uma tempestade iminente, ela fratura a perna, cai em uma greta e morre.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Vinte e quatro horas depois, Jonathan recebe um misterioso envelope endereçado à mulher contendo dois recibos de bagagem de uma longínqua estação de trem. Ao resgatar as malas, ele é surpreendido por dois homens que tentam tirá-las de suas mãos. Durante a briga, o médico acaba matando um deles e deixando o outro gravemente ferido - e só então descobre que eram policiais.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;No meio desse turbilhão de acontecimentos, ele jamais poderia imaginar que a situação ficaria ainda pior. Ao abrir as malas, Jonathan descobre estranhos objetos que revelam a verdadeira identidade de Emma: uma agente secreta envolvida em atos terroristas e espionagem internacional.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Procurando desesperadamente compreender os fatos e salvar a própria vida, ele se torna alvo de uma perseguição implacável, tomando parte em uma conspiração que coloca em risco a humanidade.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Sua chance de sobreviver é descobrir a realidade por trás da enigmática Emma, que, sob a fachada de enfermeira da ONG Médicos Sem Fronteiras, tinha ligações com terrorismo, manipulação de urânio e tentativas de destruição de Israel.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu não leio muitos suspenses, não faz meu estilo. &lt;b&gt;A Farsa&lt;/b&gt;&amp;nbsp;foi uma história que me interessou há vários anos, mas que eu ainda não tinha conseguido ler. Um problema de comprar muitos livros e demorar parar ler é que os nossos gostos mudam e o que parecia empolgante, acaba sendo só mais ou menos. Foi o caso deste livro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não sei se é uma característica dos suspenses em geral, mas os mistérios na identidade e motivação dos personagens, aliados às várias frentes narrativas, tornaram a história confusa. Eu passei boa parte do livro sem entender o que estava acontecendo e terminei sem entender direito como todas as partes se conectavam. Outra coisa que me incomodou foi o fato de Jonathan conseguir sair de todas as situações praticamente sozinho, como no caso mencionado na sinopse em que ele enfrenta dois policiais e acaba matando um - não é realista.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi um &quot;3 estrelas&quot;, porque o enredo em si é bom e a escrita do autor te prende, mas é muito provável que eu não leia as continuações.&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A amiga genial - Elena Ferrante&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-6IRobNWDYcQ/XA2V8ldmbSI/AAAAAAAAcX8/LhMhmKhXhSUfCMIG3rJO26T4xEDoYicsACLcBGAs/s1600/a-amiga-genial-elena-ferrante.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;315&quot; data-original-width=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-6IRobNWDYcQ/XA2V8ldmbSI/AAAAAAAAcX8/LhMhmKhXhSUfCMIG3rJO26T4xEDoYicsACLcBGAs/s1600/a-amiga-genial-elena-ferrante.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;A Série Napolitana, formada por quatro romances, conta a história de duas amigas ao longo de suas vidas. O primeiro, A amiga genial, é narrado por Elena Greco e cobre da infância aos 16 anos. As meninas se conhecem em uma vizinhança pobre de Nápoles, na década de 1950. Elena, a menina mais inteligente da turma, tem sua vida transformada quando a família do sapateiro Cerullo chega ao bairro e Raffaella, uma criança magra, mal comportada e selvagem, se torna o centro das atenções. Essa menina, tão diferente de Elena, exerce uma atração irresistível sobre ela.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;As duas se unem, competem, brigam, fazem planos. Em um bairro marcado pela violência, pelos gritos e agressões dos adultos e pelo medo constante, as meninas sonham com um futuro melhor. Ir embora, conhecer o mundo, escrever livros. Os estudos parecem a melhor opção para que as duas não terminem como suas mães entristecidas pela pobreza, cansadas, cheias de filhos. No entanto, quando as duas terminam a quinta série, a família Greco decide apoiar os estudos de Elena, enquanto os Cerrulo não investem na educação de Raffaella. As duas seguem caminhos diferentes.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Mais que um romance sobre a intensidade e complexa dinâmica da amizade feminina, Ferrante aborda as mudanças na Itália no pós-guerra e as transformações pelas quais as vidas das mulheres passaram durante a segunda metade do século XX. Sua prosa clara e fluída evoca o sentimento de descoberta que povoa a infância e cria uma tensão que captura o leitor.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já falei sobre a série; agora, vamos ao livro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de ver tantos elogios à tetralogia napolitana de Elena Ferrante, eu cedi à curiosidade, mas não sem certo receio de acabar odiando. Entretanto, sua escrita cativante me prendeu desde os primeiros capítulos. Pouco a pouco, nós vamos conhecendo as personagens principais como se entrássemos em suas mentes e sentíssemos seus sentimentos. Nem tudo é dito, muitas coisas são deixadas nas entrelinhas, mas é muito fácil se identificar com elas, pois essa é uma história universal. Mudam os tempos, mudam os lugares, mas a dinâmica das amizades, com todos os sentimentos às vezes contraditórios que elas trazem, é a mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lenú e Lila se amam e se odeiam, se apoiam enquanto rivalizam, crescem não deixando de ser crianças. É tudo tão complexo e sutil quanto a própria existência. Ferrante não tem medo de ir fundo nesses sentimentos. Sem grandes acontecimentos, sem um mote definido, ela toma a voz de Lenú para apenas contar uma história de duas pessoas e terminando com um gancho enorme que me deixou ansiosa pelo livro seguinte.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O tronco do ipê - José de Alencar&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-g-KYccExZqY/XA2WOz-0hNI/AAAAAAAAcYE/uUflV3uJOHASSYTQFGaNRiBdLjdlD016wCLcBGAs/s1600/o-tronco-do-ipe-jose-de-alencar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;296&quot; data-original-width=&quot;200&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-g-KYccExZqY/XA2WOz-0hNI/AAAAAAAAcYE/uUflV3uJOHASSYTQFGaNRiBdLjdlD016wCLcBGAs/s1600/o-tronco-do-ipe-jose-de-alencar.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;O Tronco do Ipê, uma das obras de Alencar regionalista, mostra o valor atribuído à natureza pelo mestre romântico. Os leitores ficarão, sem dúvida, encantados com a história testemunhada pelo ipê, história que traz à tona valores e sentimentos, imorredouros no ser humano, como o amor e o desejo de justiça.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Gosto muito do José de Alencar desde que li Senhora, que é um dos meus livros favoritos. Gosto que ele é romântico, mas sem aquele tom meloso e idealista, e também gosto que seus livros são curtos e diretos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Embora seja o que eu menos gostei dentre os quatro que li, &lt;b&gt;O Tronco do Ipê&lt;/b&gt;&amp;nbsp;segue o mesmo estilo, porém com um tom de mistério. É&amp;nbsp; uma história mais velha que o tempo: Os protagonistas se amam, mas há muito ódio e rancor envolvido entre as famílias, o que acaba separando-os. Em vários momentos, a história me lembrou de Romeu e Julieta, mas, ao contrário do draminha adolescente de Shakespeare, o romance de Mário e Alice se desenvolve ao longo do tempo e acompanhamos o sofrimento dos dois, torcendo para que todos os mal entendidos sejam solucionados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma curva no tempo - Dani Atkins&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-D8g9ZFjLWy8/XA2WWcWA3FI/AAAAAAAAcYI/9oXhVXV4_Tcic0hKoC6B5Ft0RKB-kjdUACLcBGAs/s1600/uma-curva-no-tempo-dani-atkins.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;287&quot; data-original-width=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-D8g9ZFjLWy8/XA2WWcWA3FI/AAAAAAAAcYI/9oXhVXV4_Tcic0hKoC6B5Ft0RKB-kjdUACLcBGAs/s1600/uma-curva-no-tempo-dani-atkins.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu amo histórias que envolvem universos alternativos. Quem nunca pensou &quot;e se...&quot;? E se eu tivesse saído antes? E se eu tivesse me sentado em outro lugar? E se eu tivesse prestado mais atenção?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aqui, a protagonista Rachel tem seus últimos cinco anos aparentemente apagados e sua vida está muito melhor do que parecia. Será que isso é bom?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desde o princípio, eu desconfiei do que estava acontecendo e acertei de primeira qual era o mistério. Mesmo assim, fiquei apreensiva com a Rachel, ainda que às vezes me irritasse com a sua insistência em provar que aquela vida não era a real. O final me deixou com um misto de emoções contraditórias: Em parte, era o que eu queria, mas parte de mim tinha esperanças de ser algo melhor. Se um dos objetivos da literatura é nos fazer &lt;i&gt;sentir&lt;/i&gt;, &lt;b&gt;Uma curva no tempo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;foi bem sucedido e, ainda, me deixou com vontade de ler outros livros da autora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bônus: Hilda Furacão - Roberto Drummond&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-eDQex21Zvjo/XA2WcfoE-pI/AAAAAAAAcYM/IyFQwDFozp40E8bRPGb_9bQd5xsg2NDhQCLcBGAs/s1600/hilda-furacao-roberto-drummond.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;281&quot; data-original-width=&quot;200&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-eDQex21Zvjo/XA2WcfoE-pI/AAAAAAAAcYM/IyFQwDFozp40E8bRPGb_9bQd5xsg2NDhQCLcBGAs/s1600/hilda-furacao-roberto-drummond.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Hilda Furacão passa-se em Belo Horizonte no início dos anos 60, Hilda, a Garota do Maiô Dourado, enfeitiçava os homens na beira da piscina em um dos mais tradicionais clubes, o Minas Tênis. Por algum motivo secreto muda-se para o quarto 304 do Maravilhoso Hotel, na zona boêmia da cidade. Transformada em Hilda Furacão, a musa erótica tira o sono da cidade. Sua vida de fada sexual cruza-se com os sonhos de três rapazes vindos do interior: um é inspirado no notório Frei Betto, que queria ser santo, mas se tornaria frade franciscano, líder político e escritor. Outro queria ser ator em Hollywood - torna-se dom juan de aluguel. O terceiro, aquele que queria ter sua Sierra Maestra, é o próprio Roberto, narrador da história. Hilda Furacão é o desafio que o santo tem que enfrentar. O romance foi transformado em minissérie de grande sucesso pela TV Globo, com Ana Paula Arósio no papel de Hilda.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Li &lt;b&gt;Hilda Furacão&lt;/b&gt;&amp;nbsp;na adolescência e amei. Decidi reler este ano e, apesar de ter pausado a leitura por um tempo, continuo amando.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Leitura quase que obrigatória para todo belo horizontino, essa é mais do que a história da Garota do Maiô Dourado, é também um pouco da história da cidade. Sempre me lembro dela quando passo pela Guaicurus ou pelo Minas Tênis Clube, fascinada por tudo o que aquelas ruas já viram, por todos os personagens desconhecidos que já passaram pelos mesmos lugares que eu passei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desconheço o quanto a Hilda do romance tem da Hilda Maia Valentim, que &lt;a href=&quot;https://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/hilda-furac%C3%A3o-morre-aos-83-anos-em-asilo-para-pobres-em-buenos-aires-1.966797&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;morreu em Buenos Aires há quase 4 anos&lt;/a&gt;, mas o livro de Roberto Drummond me prende em cada um dos seus capítulos, seja falando sobre a protagonista, quanto dos demais personagens ou, simplesmente, da vida na cidade. É um livro muito mineiro, que respira a cultura de Belo Horizonte, com menção a várias ruas, bairros e estabelecimentos da cidade - o que, talvez, não seja tão atraente para quem não a conhece, mas que me encanta e e desperta todo o meu orgulho mineiro. Um livro que eu recomendo há anos e continuarei recomendando.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Espero conseguir terminar Hilda Furacão ainda este ano e espero conseguir ler mais no próximo. Enquanto isso não acontece, me digam: o que &lt;i&gt;vocês&lt;/i&gt; estão lendo de bom?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-gW4UWdIwDH4/XA2rgjYufGI/AAAAAAAAcYg/ViJjwD8XkJwEUA9DcY8bM__-YH6vNCnuACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BEu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bde%2B2018.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-gW4UWdIwDH4/XA2rgjYufGI/AAAAAAAAcYg/ViJjwD8XkJwEUA9DcY8bM__-YH6vNCnuACLcBGAs/s320/Pinterest%2B-%2BEu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bde%2B2018.png&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/12/livros-2018-03.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-eafOYhrWdzg/XA2SMT9DtdI/AAAAAAAAcXo/UBMXh6svTucS06xKos6Mm2eN6OMTbdL2gCLcBGAs/s72-c/Eu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bde%2B2018.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-2327589502561083556</guid><pubDate>Mon, 03 Dec 2018 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-09T19:44:27.774-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Retrospectiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><title>Eu recomendo - As séries do ano</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-M3DQgiVd0Cc/XAQws4uVAoI/AAAAAAAAcNw/k5CfDgELeWsOQbDQXRobQ8vNwKiKJEP7QCLcBGAs/s1600/Eu%2Brecomendo%2B-%2BAs%2Bs%25C3%25A9ries%2Bde%2B2018.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-M3DQgiVd0Cc/XAQws4uVAoI/AAAAAAAAcNw/k5CfDgELeWsOQbDQXRobQ8vNwKiKJEP7QCLcBGAs/s640/Eu%2Brecomendo%2B-%2BAs%2Bs%25C3%25A9ries%2Bde%2B2018.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com dezembro já quase pela metade, chegou a hora de começar a fazer minha terceira coisa favorita dessa época:&amp;nbsp;&lt;b&gt;Retrospectivas&lt;/b&gt;. As séries não tiveram muito espaço no blog este ano, mas quem me segue no &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter&lt;/a&gt; sabe que continuo assistindo várias. Algumas, seguem as mesmas do(s) ano(s) anterior(es), mas há novas também.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 2017, foram poucas séries novas na minha lista, a única estreante que me ganhou foi Young Sheldon; agora, por outro lado, várias despertaram meu interesse. Entre dramas sobre amizades e comédias familiares, estas são as séries - novas ou antigas&amp;nbsp;- que conquistaram a minha atenção em 2018.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Six feet under&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-zLiJ944iCME/XARB0FWFpzI/AAAAAAAAcN8/4h3GASDBNBkFE3D-fhK4QZ9EQbm_htyvgCLcBGAs/s1600/01%2B-%2BSix%2Bfeet%2Bunder.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-zLiJ944iCME/XARB0FWFpzI/AAAAAAAAcN8/4h3GASDBNBkFE3D-fhK4QZ9EQbm_htyvgCLcBGAs/s640/01%2B-%2BSix%2Bfeet%2Bunder.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Começando pelas séries mais antigas, &lt;b&gt;Six Feet Under&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é um drama familiar exibido pela HBO entre 2001 e 2005 que acompanha a família Fisher após a morte do patriarca Nathaniel, quando os irmãos Nate e David são forçados a trabalhar juntos na funerária da família.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A série tem um ar sombrio e diferente do que eu estou acostumada, mais pesado, como é de se esperar pela emissora. Cada episódio inicia com uma morte; algumas são banais, outras são chocantes e inesperadas e há até algumas mortes engraçadas (&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=_8TqKYKJ_tU&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;como a do episódio 4x02&lt;/a&gt;), mas todas se relacionam, de alguma forma, ao que os personagens vivem no momento.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Six Feet Under é uma série crua e por vezes brutal, surpreendente por não ceder aos clichês e nem sempre dar uma solução aos seus dramas - muito menos a solução que nós esperamos. Mas isso, ao mesmo tempo em que frustra, também prende, a cada episódio, até a sua impecável &lt;i&gt;series finale&lt;/i&gt;, considerada uma das melhores de todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Parenthood&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-JojVRSS5ftc/XARCF1ggnoI/AAAAAAAAcOE/wudwfoyENZEfVZWHparP6vkxLmePAQjrgCLcBGAs/s1600/02%2B-%2BParenthood.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-JojVRSS5ftc/XARCF1ggnoI/AAAAAAAAcOE/wudwfoyENZEfVZWHparP6vkxLmePAQjrgCLcBGAs/s640/02%2B-%2BParenthood.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Do lado fofo dos dramas familiares, está &lt;b&gt;Parenthood&lt;/b&gt;, que assisti junto com SFU, durante o hiato de This is Us. Aqui, temos a mais leve das três, uma dramédia pé no chão sobre o dia-a-dia. Os Braverman são uma família como a minha, com problemas às vezes bobos, mas que todo mundo já teve um dia. Esse tipo de história, que muitos consideram entediante por não ter grandes acontecimentos e &lt;i&gt;cliffhangers&lt;/i&gt;, é um dos meus favoritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma série sobre a família para ver com a família e ficar com o coração quentinho. Aquela série para amar os personagens, mas às vezes odiar o quanto eles são como todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parenthood me ganhou rapidamente por ter meus três clichês favoritos de personagem: A adolescente problemática Amber, a workaholic/control freak Julia e o manchild Crosby. Com três personagens favoritos, fica fácil amar a série. Meu único contra é a personagem da Lauren Graham, cuja história de não amadurecimento me faz pensar que os roteiristas não fizeram o menor esforço para afastá-la de Lorelai Gilmore. Mesmo assim, pelos outros, ainda vale muito a pena.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Trial &amp;amp; Error&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-SFMlFz2Rh8M/XARCLYu0ofI/AAAAAAAAcOI/a7u1pKGUPpANjOENhBJR42PexFd_ODOEACLcBGAs/s1600/03%2B-%2BTrial%2Band%2Berror.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;589&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;368&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-SFMlFz2Rh8M/XARCLYu0ofI/AAAAAAAAcOI/a7u1pKGUPpANjOENhBJR42PexFd_ODOEACLcBGAs/s640/03%2B-%2BTrial%2Band%2Berror.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Cancelada na segunda temporada, &lt;b&gt;Trial &amp;amp; Error&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é um&amp;nbsp;&lt;i&gt;mockumentário&lt;/i&gt; que merecia ter recebido uma nova chance. Ambientada na cidade fictícia de East Peck, a série nos apresenta ao advogado Josh Segal em sua chegada à cidade para defender&amp;nbsp;Larry Henderson da acusação de matar sua esposa. Acontece que, como todos na cidade, Larry é um personagem peculiar que mais atrapalha do que ajuda o seu próprio caso, criando várias situações ridículas. Trial &amp;amp; Error não tenta se levar a sério, mas sabe dosar o exagero para divertir mantendo o espectador curioso. Fico feliz que ambas as temporadas possuem um final satisfatório, mas é mesmo uma pena que tenha sido cancelada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Will &amp;amp; Grace&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ohvrGaHZPEw/XARCUUjBzlI/AAAAAAAAcOM/Vfx_Unpnhcoiec4O6y-18ni2ar8G6fe8gCLcBGAs/s1600/04%2B-%2BWill%2Band%2BGrace.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ohvrGaHZPEw/XARCUUjBzlI/AAAAAAAAcOM/Vfx_Unpnhcoiec4O6y-18ni2ar8G6fe8gCLcBGAs/s640/04%2B-%2BWill%2Band%2BGrace.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Will &amp;amp; Grace&lt;/b&gt;&amp;nbsp;começou em 1998, terminou em 2006 e ressurgiu das cinzas em 2017, na onda dos revivals. Assim como Friends e várias outras, é uma comédia de grupo de amigos vivendo em New York - Grace, Will, Jack e Karen. Ainda estou na quinta temporada e, às vezes, odeio os personagens, mas é aquela série perfeita para esvaziar a mente depois de um dia cansativo. Tenho curiosidade de ver as temporadas novas para saber como a série está se sustentando em 2018, já que o humor apresentado em sua exibição original é muito politicamente incorreto para os dias atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Brooklyn 99&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-QjwjM2WCEyw/XARCdqem1vI/AAAAAAAAcOY/r18ZPfJrPR4RNgkIreZoKWL2PMgASapkgCLcBGAs/s1600/05%2B-%2BBrooklyn%2B99.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-QjwjM2WCEyw/XARCdqem1vI/AAAAAAAAcOY/r18ZPfJrPR4RNgkIreZoKWL2PMgASapkgCLcBGAs/s640/05%2B-%2BBrooklyn%2B99.jpeg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Irmã de The Good Place e Parks &amp;amp; Recreation, &lt;b&gt;Brooklyn 99&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é apenas mais um sucesso do produtor Michael Schur. É uma comédia de ambiente de trabalho que se passa na delegacia 99, onde trabalham Jake Peralta e seus companheiros Rosa Diaz, Amy Santiago, Charles Boyle, a secretária Gina Linetti, o sargento Terry Jeffords e o novo capitão linha dura Raymond Holt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, Jake era um personagem irresponsável e imaturo, embora um ótimo detetive e uma das coisas mais legais da série é acompanhar o seu amadurecimento. Até eu, que sempre desgosto dos protagonistas, tive que ceder e agora gosto de todos. Outro ponto que eu gosto muito são os relacionamentos dos personagens, algo com que eu tenho me identificado muito ultimamente. Todos os personagens têm seu espaço pra crescer, e a série tem uma continuidade boa, uma evolução que é difícil de ser percebida em sitcoms - é quase uma versão mais leve e divertida de Castle.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fuller House&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-dmfOx1OYYGU/XARHTHNif4I/AAAAAAAAcOo/GnYHfQZOHDQuxjDgizyBa4yMFdAs3cN8ACLcBGAs/s1600/06%2B-%2BFuller%2Bhouse.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;700&quot; data-original-width=&quot;1400&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-dmfOx1OYYGU/XARHTHNif4I/AAAAAAAAcOo/GnYHfQZOHDQuxjDgizyBa4yMFdAs3cN8ACLcBGAs/s640/06%2B-%2BFuller%2Bhouse.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fuller House&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é um presente criado especialmente para aqueles que cresceram vendo Full House nos anos 80/90. A continuação, com foco na filha mais velha de Danny Tanner, minha favorita DJ, replica quase que exatamente os elementos da série original. Sua primeira temporada é puro &lt;i&gt;fanservice&lt;/i&gt;, um &lt;i&gt;fanservice&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que essa geração nostálgica à qual eu pertenço adora. A parte boa é que isso deu à série fôlego para mais temporadas e a oportunidade de criar sua própria identidade. DJ, Stephanie e Kimmie vão trilhando os seus próprios caminhos e amadurecendo, ao mesmo tempo em que Danny, Joey, Jesse e Becky fazem participações especiais para não nos deixar esquecer de suas origens. Essa combinação tem dado muito certo e eu espero que ainda renda algumas temporadas mais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;The marvelous Mrs Maisel&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-UqjMWrk3FWk/XARHZ_9br_I/AAAAAAAAcOs/HKePcIhYsrQlW7eLK9PLuBFKGAkrLSRAACLcBGAs/s1600/07%2B-%2BThe%2Bmarvelous%2BMrs%2BMaisel.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;808&quot; data-original-width=&quot;1445&quot; height=&quot;356&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-UqjMWrk3FWk/XARHZ_9br_I/AAAAAAAAcOs/HKePcIhYsrQlW7eLK9PLuBFKGAkrLSRAACLcBGAs/s640/07%2B-%2BThe%2Bmarvelous%2BMrs%2BMaisel.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois do revival de Gilmore Girls&lt;b&gt;,&lt;/b&gt; Amy Sherman-Palladino encontrou morada na Amazon e lançou &lt;b&gt;The Marvelous Mrs Maisel&lt;/b&gt;&amp;nbsp;no final do ano passado. A série conta a história de Midge Maisel, uma dona de casa mãe de dois que, após se separar do marido, decide se aventurar no mundo das comédias de stand-up. A série se passa nos anos 50, uma época em que as mulheres não podiam ser o que quisessem, mas tinham que se submeter às regras implícitas de uma sociedade injusta, mas Midge corre atrás do que quer e, embora seja egoísta e arrogante como os protagonistas da maioria das séries existentes no mundo, a gente acaba torcendo para que ela consiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Single parents&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-iETuYCF-kRI/XARHeTyLHUI/AAAAAAAAcOw/MeeOt5iijds3kY1pkiqvyjokp-WmjUPuwCLcBGAs/s1600/08%2B-%2BSingle%2Bparents.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;750&quot; data-original-width=&quot;1440&quot; height=&quot;332&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-iETuYCF-kRI/XARHeTyLHUI/AAAAAAAAcOw/MeeOt5iijds3kY1pkiqvyjokp-WmjUPuwCLcBGAs/s640/08%2B-%2BSingle%2Bparents.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Situada em algum ponto entre as comédias familiares e as comédias de grupos de amigos, &lt;b&gt;Single Parents&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é focada em cinco pessoas bastante diferentes, que jamais seriam amigas não fosse pelo fato de terem que criar seus filhos sozinhas. Daí surge uma conexão: O doce fardo da maternidade/paternidade fica mais fácil quando eles têm um ao outro para se apoiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na primeira temporada e ainda sem garantias de uma continuação, a série começou um tanto exagerada, mas conseguiu calibrar bem os personagens ao longo dos episódios. Recentemente, também notei um investimento maior nas crianças, que às vezes são mais maduras e mais interessantes que seus pais. Se continuar melhorando, pode ter um bom futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;I feel bad&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Bn0OE29icw8/XARHirs8Q1I/AAAAAAAAcO0/2MRWTWEVieol6WizytLEaMYmB1sxdu3AgCLcBGAs/s1600/09%2B-%2BI%2Bfeel%2Bbad.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;720&quot; data-original-width=&quot;1280&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Bn0OE29icw8/XARHirs8Q1I/AAAAAAAAcO0/2MRWTWEVieol6WizytLEaMYmB1sxdu3AgCLcBGAs/s640/09%2B-%2BI%2Bfeel%2Bbad.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra estreante, &lt;b&gt;I feel bad&lt;/b&gt;&amp;nbsp;também é uma comédia familiar, mas com uma personagem que é daquelas pessoas horríveis que conquistam logo de cara. De um lado, Emmet tem a família que ela ama, marido, pais e três filhos. De outro, ela também ama seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte do trabalho é particularmente interessante para mim, dado que Emmet trabalha em uma empresa de tecnologia e é a única mulher em um grupo de homens - situação com a qual eu me identifico em vários momentos da minha vida. Infelizmente, essa é a parte menos desenvolvida da história, mas, embora ainda tenha também alguns exageros, a parte familiar está caminhando bem e Emmet se torna uma personagem cada vez mais real enquanto se mostra uma mãe cada vez mais imperfeita, com a qual muitas poderão se identificar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;My brilliant friend&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-pafAEB6GG2s/XARHm-Jr61I/AAAAAAAAcO4/2JweG2QBaI0rSZP9TVJBOXFpxvwnlyANgCLcBGAs/s1600/10%2B-%2BMy%2Bbrilliant%2Bfriend.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;675&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-pafAEB6GG2s/XARHm-Jr61I/AAAAAAAAcO4/2JweG2QBaI0rSZP9TVJBOXFpxvwnlyANgCLcBGAs/s640/10%2B-%2BMy%2Bbrilliant%2Bfriend.jpeg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Baseada na famosa tetralogia napolitana de Elena Ferrante, a novata&amp;nbsp;&lt;b&gt;My brilliant friend&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é um primor em termos de adaptação. Ambientada na Itália do pós guerra (e falada originalmente em italiano), é uma história simples sobre essas duas garotas tão diferentes e que despertam uma na outra sentimentos tão complexos. Lenú e Lila se conhecem desde sempre e se tornam melhores amigas ainda na infância. Sua relação é marcada por um suporte incondicional, mas também por uma competição que as impulsiona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma série pesada, mais pesada que o livro, mas também muito poética. Não tem grandes acontecimentos, bombas e desastres, mas é emocionalmente intensa. Tanto no livro quanto na série, essa é uma história que me faz pensar nos meus próprios relacionamentos e como alguns sentimentos são universais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;God friended me&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-S_0GgxIAQw4/XARHrtngcsI/AAAAAAAAcPA/PJDhjah75pIDz7b6a7i1zTSs_C5dxlecwCLcBGAs/s1600/11%2B-%2BGod%2Bfriended%2Bme.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-S_0GgxIAQw4/XARHrtngcsI/AAAAAAAAcPA/PJDhjah75pIDz7b6a7i1zTSs_C5dxlecwCLcBGAs/s640/11%2B-%2BGod%2Bfriended%2Bme.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Minha grande surpresa do ano, &lt;b&gt;God friended me&lt;/b&gt;&amp;nbsp;conta a história de Miles, um jovem filho de pastor que se declara ateu e, por isso e por outras coisas, não tem um relacionamento com o pai. A vida de Miles muda quando alguém chamado Deus insiste em lhe enviar solicitações de amizade no Facebook, mesmo que ele recuse várias vezes. Relutante, ele aceita e a &quot;conta de Deus&quot; passa a enviar sugestões de amigos, que Miles descobre serem pessoas que necessitam de sua ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa premissa, a série poderia ser muito boa &lt;u&gt;ou&lt;/u&gt;&amp;nbsp;muito ruim. Felizmente, é o primeiro caso. A história tem um tom leve de dramédia que é bem o que eu gosto. Ao mesmo tempo em que acompanhamos Miles no seu &quot;caso da semana&quot;, vemos a evolução do personagem e também dos seus amigos, Rakesh e Cara. God friended me não é uma série sobre religião, mas sobre humanidade, sobre ser as melhores pessoas que podemos ser para aqueles que nos cercam. A forma como os episódios são conduzidos me lembra um pouco de Being Erica, onde o sobrenatural é apenas o meio encontrado para que os personagens se desenvolvam, uma estratégia que muito me agrada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A million little things&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-RT0Yq10qRoY/XARHvaDD7NI/AAAAAAAAcPE/nrePmlw-2J8EsCEujkulAm4nWDLYh3jHgCLcBGAs/s1600/12%2B-%2BA%2Bmillion%2Blittle%2Bthings.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;627&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;334&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-RT0Yq10qRoY/XARHvaDD7NI/AAAAAAAAcPE/nrePmlw-2J8EsCEujkulAm4nWDLYh3jHgCLcBGAs/s640/12%2B-%2BA%2Bmillion%2Blittle%2Bthings.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quem acompanha o blog sabe o estrago que as duas primeiras temporadas de This is Us fizeram no meu emocional, a ponto de eu &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/03/this-is-us-kevin-pearson-terapia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;começar a fazer terapia&lt;/a&gt; após chorar por 12 horas seguidas com um episódio que tocou em alguns pontos sensíveis. &lt;b&gt;A million little things&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é considerada por alguns &quot;the new This is us&quot; e, enquanto a terceira temporada de sua prima mais velha está me dando sono, o drama dos amigos da ABC tem mexido muito comigo a cada semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série começa quando um membro desse grupo morre de forma trágica e, a partir daí, os outros passam a reavaliar suas vidas e o que os trouxe àquele momento. À medida em que os episódios passam, nós os conhecemos mais enquanto eles também se conhecem melhor. Eu amo histórias que focam em grupos de amigos e amo ver como esses grupos interagem e as dinâmicas entre cada parte deles. AMLT sabe mesclar muito bem seus núcleos, algo de que eu sinto falta em outras séries de drama. Alguns personagens me irritam, como sempre, mas também já me apeguei a outros e torço por eles - em especial Gary e Maggie já se tornaram favoritos. Não sei qual será o futuro da série e temo que, eventualmente, eu também deixe de gostar dela, mas, por enquanto, eu espero um novo episódio a cada quarta-feira com o coração na mão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguém aqui assiste ou assistiu alguma dessas? Ou tem alguma sugestão que acha que eu vou gostar? Deixe aí sua resposta nos comentários!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display:none&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-r0juLBvSkjE/XA2Mp_IggKI/AAAAAAAAcXc/pfjX-eXoUXwkPh6c9HD-CnCGktX1u9jUACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B%2B-%2BEu%2Brecomendo%2B-%2BAs%2Bs%25C3%25A9ries%2Bde%2B2018.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-r0juLBvSkjE/XA2Mp_IggKI/AAAAAAAAcXc/pfjX-eXoUXwkPh6c9HD-CnCGktX1u9jUACLcBGAs/s320/Pinterest%2B%2B-%2BEu%2Brecomendo%2B-%2BAs%2Bs%25C3%25A9ries%2Bde%2B2018.png&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/12/eu-recomendo-as-series-de-2018.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://4.bp.blogspot.com/-M3DQgiVd0Cc/XAQws4uVAoI/AAAAAAAAcNw/k5CfDgELeWsOQbDQXRobQ8vNwKiKJEP7QCLcBGAs/s72-c/Eu%2Brecomendo%2B-%2BAs%2Bs%25C3%25A9ries%2Bde%2B2018.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-4036142857051385277</guid><pubDate>Mon, 10 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-11-03T13:10:56.908-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filme</category><title>Eu assisti - Os filmes do ano (II)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-AjmjiKvmWjY/W4wrj7-g-YI/AAAAAAAAZvo/5aInsfkNyH0uJUkOGDrL4eQwH3b2NQVHQCLcBGAs/s1600/Eu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2BII.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-AjmjiKvmWjY/W4wrj7-g-YI/AAAAAAAAZvo/5aInsfkNyH0uJUkOGDrL4eQwH3b2NQVHQCLcBGAs/s640/Eu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2BII.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há alguns meses, eu escrevi sobre os &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/04/eu-assisti-os-filmes-do-ano-i.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;filmes que assisti de Janeiro a Abril&lt;/a&gt;, quando eu tinha certeza de que não passaria nem perto da minha meta de 52 filmes no ano. Surpreendendo a mim mesma, depois de escrever, resolvi fazer uma lista de tudo o que ainda gostaria de assistir e acabei avançando bastante na meta (embora ainda esteja atrasada). Meu plano incluía terminar Star Wars, ver vários desses filmes de super heróis que todo mundo gosta, algumas adaptações de livros que já li, musicais e alguns lançamentos da Netflix, que resolveu investir no gênero mais injustiçado do cinema e não para de trazer mais comédias românticas cheias dos clichês que eu nunca me canso.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Continue lendo para saber se eu consegui assistir tudo o que tinha planejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2&gt;Pitch Perfect 3 (A escolha perfeita)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-R3hLUpZmg2Y/W5Q6GqfLj2I/AAAAAAAAZ5E/1QPGy4SDeWQWY7ULztl4rz5ZIBQ2qUaJwCLcBGAs/s1600/01%2B-%2BPitch%2Bperfect%2B-%2BA%2Bescolha%2Bperfeita.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-R3hLUpZmg2Y/W5Q6GqfLj2I/AAAAAAAAZ5E/1QPGy4SDeWQWY7ULztl4rz5ZIBQ2qUaJwCLcBGAs/s640/01%2B-%2BPitch%2Bperfect%2B-%2BA%2Bescolha%2Bperfeita.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Começamos pelo fim da história das Barden Bellas, iniciada pelo filme de 2012. Eu amo o &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/02/a-escolha-perfeita-pitch-perfect.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;primeiro &lt;b&gt;Pitch Perfect&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, gosto do segundo, mas o terceiro, infelizmente, não me convenceu. O tema prometia, ver as Bellas olhando para trás e descobrindo como seguir em frente, descobrindo que as coisas não são mais as mesmas, mas elas sempre serão importantes nas vidas umas das outras. Teria sido ótimo se fosse só isso. Acontece que tentaram colocar um elemento de ação e criaram um vilão tão inverossímil e desnecessário que esse plot estragou tudo. É uma pena, pois este poderia ter sido um final maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;Dear Zindagi&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-k5VmZHm0A40/W5Q6Kmm7UTI/AAAAAAAAZ5Q/SNj7TKlkOxg2ZRc31VL7UBoXztfl4VuKwCLcBGAs/s1600/02%2B-%2BDear%2BZindagi.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-k5VmZHm0A40/W5Q6Kmm7UTI/AAAAAAAAZ5Q/SNj7TKlkOxg2ZRc31VL7UBoXztfl4VuKwCLcBGAs/s640/02%2B-%2BDear%2BZindagi.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conheci Dear Zindagi de uma forma interessante: O filme foi acusado de plagiar Being Erica, uma das minhas séries favoritas. Curiosa, tive que assistir para tirar minhas próprias conclusões. Concluí que essa acusação é ridícula, mas como eu gosto muito de histórias com pessoas horríveis que precisam dar um jeito na vida, fico feliz de ter assistido. O filme é indiano e Zindagi significa Vida, e a história de Kaira me lembrou um pouco do livro A Vez da Minha Vida, também um dos meus favoritos. Meu único porém não apenas com este filme, mas com todos os indianos que já assisti, é por ser muito longo. No mais, recomendo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Wonder woman (Mulher maravilha)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-VsDqnFVjywQ/W5Q6PF5Z9FI/AAAAAAAAZ5U/LzWcwnQfR5QmRDy8A8yFNt6rPK_Ah-kjACLcBGAs/s1600/03%2B-%2BWonder%2Bwoman%2B-%2BMulher%2Bmaravilha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;511&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;318&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-VsDqnFVjywQ/W5Q6PF5Z9FI/AAAAAAAAZ5U/LzWcwnQfR5QmRDy8A8yFNt6rPK_Ah-kjACLcBGAs/s640/03%2B-%2BWonder%2Bwoman%2B-%2BMulher%2Bmaravilha.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/04/supergirl-x-jessica-jones.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Eu tenho um problema com histórias de super-heróis&lt;/a&gt;, porque eu não gosto de pessoas boazinhas demais, eu gosto daqueles de moral duvidosa, que fazem merda, se redimem e de vez em quando caem outra vez. Assim, não sei explicar por que fiquei com vontade de me atualizar nesse mundo tão complexo e tão cheio de personagens que todo mundo conhece. Bom, Wonder Woman foi o primeiro que assisti e, felizmente, não me arrependi. Diana é boazinha, sim, mas ela teve uma reflexão interessante sobre o mal e a redenção que acabou me conquistando. Espero que a sequência não me decepcione.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Candy jar (Doce argumento)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-W51sml1GF_o/W5Q6SwHFjGI/AAAAAAAAZ5Y/sJoPD05FH_EOfcYB-rIWto2W2bjFrUhLgCLcBGAs/s1600/04%2B-%2BCandy%2Bjar%2B-%2BDoce%2Bargumento.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;675&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-W51sml1GF_o/W5Q6SwHFjGI/AAAAAAAAZ5Y/sJoPD05FH_EOfcYB-rIWto2W2bjFrUhLgCLcBGAs/s640/04%2B-%2BCandy%2Bjar%2B-%2BDoce%2Bargumento.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este ano, a Netflix resolveu fazer um grande favor a todos os apaixonados por comédias românticas e tem lançado várias delas. Candy Jar está nessa lista, trazendo o que talvez seja o meu clichê favorito: o dos adversários que se apaixonam. Talvez por eu já ter visto tantas histórias assim, minhas expectativas tenham sido muito altas e me decepcionei. Faltou carisma, faltou emoção, faltou ação. Foi chato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Star Wars - Episode 2 - Attack of the clones (Ataque dos clones)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-EN5w3fqgAFM/W5Q745D1PwI/AAAAAAAAZ7k/ZDHliKZRVtkZJTZI5pCjUT2NFkiiSXANACLcBGAs/s1600/05%2B-%2BStar%2BWars%2B-%2BAttack%2Bof%2Bthe%2Bclones%2B-%2BAtaque%2Bdos%2Bclones.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;576&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-EN5w3fqgAFM/W5Q745D1PwI/AAAAAAAAZ7k/ZDHliKZRVtkZJTZI5pCjUT2NFkiiSXANACLcBGAs/s640/05%2B-%2BStar%2BWars%2B-%2BAttack%2Bof%2Bthe%2Bclones%2B-%2BAtaque%2Bdos%2Bclones.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em matéria de chatice, nenhum desses filmes supera Attack of the clones. Sinto muito por todos os fãs raiz de Star Wars, que esperaram anos pela segunda trilogia e receberam isso. Eu estava ansiosa por conhecer a história por trás de um dos maiores vilões de todos os tempos, mas o Anakin conseguiu ser quase tão insuportável quanto o Luke. De ação, o filme se tornou mais um drama romântico. Não me entendam mal, eu gosto de dramas românticos, mas se eu quisesse um, teria assistido Um Lugar Chamado Notting Hill, não Star Wars. Perdi duas horas e meia de vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;One day (Um dia)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-NEE5st4pJhE/W5Q8GmpTJgI/AAAAAAAAZ78/hJgjfpzwjhsRhL4y9a7_TXA9Ip99HTb_QCLcBGAs/s1600/06%2B-%2BOne%2Bday%2B-%2BUm%2Bdia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;600&quot; data-original-width=&quot;900&quot; height=&quot;426&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-NEE5st4pJhE/W5Q8GmpTJgI/AAAAAAAAZ78/hJgjfpzwjhsRhL4y9a7_TXA9Ip99HTb_QCLcBGAs/s640/06%2B-%2BOne%2Bday%2B-%2BUm%2Bdia.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;One Day é a adaptação do livro de mesmo nome, escrito por&amp;nbsp;David Nicholls, que eu li no ano passado e que, embora tenha sido muito bem escrito, tem dois personagens muito chatos. O filme, embora suficientemente fiel ao original, consertou esse problema e acho que acabei gostando mais dele do que da leitura. Por outro lado, no momento mais importante da história, que sela o destino de um dos protagonistas, a imagem não conseguiu superar o impacto de algumas poucas palavras, então declaro empate.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Man of steel (O homem de aço)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-lCjWoV2a-aU/W5Q8KqPZADI/AAAAAAAAZ8Q/s78PSj7OWFgup_AhrMQoSEipSH_LLtupACLcBGAs/s1600/07%2B-%2BMan%2Bof%2Bsteel%2B-%2BO%2Bhomem%2Bde%2Ba%25C3%25A7o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;523&quot; data-original-width=&quot;928&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-lCjWoV2a-aU/W5Q8KqPZADI/AAAAAAAAZ8Q/s78PSj7OWFgup_AhrMQoSEipSH_LLtupACLcBGAs/s640/07%2B-%2BMan%2Bof%2Bsteel%2B-%2BO%2Bhomem%2Bde%2Ba%25C3%25A7o.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já disse que tenho problemas com heróis, mas com o Superman o problema é ainda maior, porque ele não tem um pingo de graça. Como esse pode ser o super-herói mais famoso de todos? Só vale a pena para apreciar a beleza de Henry Cavill, por mim, a história seria toda sobre a Louis Lane e ele ficaria lá no fundo, sem falar nada, só sendo bonito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Elizabethtown (Tudo acontece em Elizabethtown)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-_c7QOFxn3Po/W5Q8PEcgf0I/AAAAAAAAZ8g/8O2CBOcaD-4L_R240d7IeG5wA_tpIA__ACLcBGAs/s1600/08%2B-%2BElizabethtown%2B-%2BTudo%2Bacontece%2Bem%2BElizabethtown.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;576&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-_c7QOFxn3Po/W5Q8PEcgf0I/AAAAAAAAZ8g/8O2CBOcaD-4L_R240d7IeG5wA_tpIA__ACLcBGAs/s640/08%2B-%2BElizabethtown%2B-%2BTudo%2Bacontece%2Bem%2BElizabethtown.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lançado em 2005, esse é um daqueles filmes que todo mundo já deve ter assistido há anos, menos eu. É uma comédia romântica fofa, que me lembra um pouco 500 dias com ela, mas mais feliz. Também tem uma história paralela, em que o personagem de Orlando Bloom precisa lidar com a morte do pai, e que eu achei até mais interessante que o romance. Não é um favorito, mas também não foi ruim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Captain America 1 - The first avenger (Capitão América 1 - O primeiro vingador)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ScFQmwfauT4/W5Q8TPZtGkI/AAAAAAAAZ8o/kPC7KXTWNgEccu1OjGhV0rEt5TR6TTpogCLcBGAs/s1600/09%2B-%2BCaptain%2BAmerica%2BThe%2Bfirst%2Bavenger%2B-%2BO%2Bprimeiro%2Bvingador.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;576&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ScFQmwfauT4/W5Q8TPZtGkI/AAAAAAAAZ8o/kPC7KXTWNgEccu1OjGhV0rEt5TR6TTpogCLcBGAs/s640/09%2B-%2BCaptain%2BAmerica%2BThe%2Bfirst%2Bavenger%2B-%2BO%2Bprimeiro%2Bvingador.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Capitão América é praticamente o Superman da Marvel, o que já o coloca em desvantagem comigo. O filme até que não é ruim. Os efeitos especiais para colocar o rosto do Chris &lt;strike&gt;Pratt Pine Hemsworth&lt;/strike&gt; Evans são péssimos, mas eu gostei da origem dele, do garoto miúdo ambicioso que queria servir ao país. Assim como aconteceu com o Homem de Aço, minha parte favorita do filme foi seu interesse amoroso, Peggy Carter (o que talvez me faça assistir às duas temporadas de Marvel&#39;s Agent Carter). As sequências podem ser muito boas ou muito ruins, depende do quão bom moço perfeitinho ele será (quanto menos melhor). Não sei quando assistirei, mas espero gostar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Star wars - Episode 3 - Revenge of the Sith (A vingança dos Sith)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-ZYrIqGGZfJ4/W5Q8Wnn9DjI/AAAAAAAAZ8w/5ttrpkdyXQ4Cdzb1SFP99QpVK5vXuzVwQCLcBGAs/s1600/10%2B-%2BStar%2BWars%2B-%2BRevenge%2Bof%2Bthe%2BSith%2B-%2BA%2Bvingan%25C3%25A7a%2Bdos%2BSith.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-ZYrIqGGZfJ4/W5Q8Wnn9DjI/AAAAAAAAZ8w/5ttrpkdyXQ4Cdzb1SFP99QpVK5vXuzVwQCLcBGAs/s640/10%2B-%2BStar%2BWars%2B-%2BRevenge%2Bof%2Bthe%2BSith%2B-%2BA%2Bvingan%25C3%25A7a%2Bdos%2BSith.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não tenho o que dizer sobre o final da segunda trilogia, porque eu confesso que já comecei a assistir com má vontade. No geral, foi um pouco menos chato que o anterior, mas nem se compara à trilogia original. Para piorar, Hayden Christensen não convence. Agora, com expectativas mais baixas, resta-me torcer para gostar da trilogia mais recente, que ainda não comecei a assistir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;My perfect romance (Meu romance perfeito)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-VpZZ62DgzM8/W5Q8Z60mQ5I/AAAAAAAAZ88/tM25I4ThYs4LQffQGia0lxVjtZqMeAPDQCLcBGAs/s1600/11%2B-%2BMy%2Bperfect%2Bromance%2B-%2BMeu%2Bromance%2Bperfeito.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;533&quot; data-original-width=&quot;950&quot; height=&quot;358&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-VpZZ62DgzM8/W5Q8Z60mQ5I/AAAAAAAAZ88/tM25I4ThYs4LQffQGia0lxVjtZqMeAPDQCLcBGAs/s640/11%2B-%2BMy%2Bperfect%2Bromance%2B-%2BMeu%2Bromance%2Bperfeito.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lançado na época do Valentine&#39;s Day, só de olhar para o poster de My Perfect Romance nós já sabemos que não dá para esperar muita coisa. A verdade é que eu até gosto de comédias românticas trash, mas esse não me convenceu. O filme conta a história de uma programadora que desenvolve um site de relacionamentos baseado na compatibilidade, e ela acaba em uma situação em que precisa testar o próprio algoritmo com o chefe que ela odeia. Poderia ser legal, mas tem dois grandes problemas. O primeiro - e que talvez não seja tão grave para a maioria das pessoas - é que os roteiristas não fazem a menor ideia de como funciona uma empresa de software. O segundo, é que as atuações são muito ruins. MUITO RUINS. Especialmente do mocinho. Pior que novela mexicana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;The fault in our stars (A culpa é das estrelas)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-n_8LWkaDzWQ/W5Q8dMnOOeI/AAAAAAAAZ9I/cmipRIjuAg4o9a1bk10bkjOvwjxB1HqHQCLcBGAs/s1600/12%2B-%2BThe%2Bfault%2Bin%2Bour%2Bstars%2B-%2BA%2Bculpa%2B%25C3%25A9%2Bdas%2Bestrelas.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-n_8LWkaDzWQ/W5Q8dMnOOeI/AAAAAAAAZ9I/cmipRIjuAg4o9a1bk10bkjOvwjxB1HqHQCLcBGAs/s640/12%2B-%2BThe%2Bfault%2Bin%2Bour%2Bstars%2B-%2BA%2Bculpa%2B%25C3%25A9%2Bdas%2Bestrelas.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais uma adaptação de livro. Li o original há vários anos e me lembro de ter gostado muito no início, mas o ritmo foi caindo e, apesar do final emocionante, acabou não me convencendo. Por isso, gostei mais do filme. O roteiro é bem fiel ao que eu me lembro da história, mas tem um ritmo constante, que me prendeu e acabou me arrancando algumas lágrimas no momento certo. Recomendo para quem gosta do estilo drama-adolescente-doente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Iron man 1 (Homem de ferro 1)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-TUF-w3fR8W8/W5Q8gHySdKI/AAAAAAAAZ9Q/kP8xLqJoBYUAEkoX_kxycRhk8bupVJFqACLcBGAs/s1600/13%2B-%2BIron%2Bman%2B-%2BHomem%2Bde%2Bferro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;426&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;266&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-TUF-w3fR8W8/W5Q8gHySdKI/AAAAAAAAZ9Q/kP8xLqJoBYUAEkoX_kxycRhk8bupVJFqACLcBGAs/s640/13%2B-%2BIron%2Bman%2B-%2BHomem%2Bde%2Bferro.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enfim, um super-herói para amar! Se o Capitão América se equivale ao Superman, o Homem de Ferro é o Batman da Marvel, e Batman sempre foi o único herói com o qual eu simpatizava (até tentar assistir a Batman x Superman, que não aguentei e larguei antes da metade, pois é um mais chato que o outro, com a Diana aparecendo de vez em quando, mas não o bastante para tornar o filme suportável). Tony Stark é o playboy bonito, rico e superficial, aquela receita fácil para um personagem que, enquanto todo mundo odeia, eu fico ansiosa para conhecer. Uma pessoa horrível e que nem tem poderes de verdade, apenas dinheiro demais. Com certeza verei as sequências.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Love per square foot (Amor por metro quadrado)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-VyLyj21AgIc/W5Q8j7qqXQI/AAAAAAAAZ9k/gosITFCcrWQoJLqDiCGpnImbumN2n4OXQCLcBGAs/s1600/14%2B-%2BLove%2Bper%2Bsquare%2Bfoot%2B-%2BAmor%2Bpor%2Bmetro%2Bquadrado.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;515&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-VyLyj21AgIc/W5Q8j7qqXQI/AAAAAAAAZ9k/gosITFCcrWQoJLqDiCGpnImbumN2n4OXQCLcBGAs/s640/14%2B-%2BLove%2Bper%2Bsquare%2Bfoot%2B-%2BAmor%2Bpor%2Bmetro%2Bquadrado.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De todas as comédias românticas da Netflix que assisti recentemente, esta foi a que apareceu menos na mídia, provavelmente por ser um filme indiano e tenho quase certeza que só apareceu nas minhas recomendações porque eu assisti a Dear Zindagi. Ainda bem que apareceu. A história é aquele velho clichê do casal que finge estar junto por conveniência, quando ambos querem sair da casa dos pais, mas nenhum dos dois tem dinheiro para comprar um apartamento sozinho. O cara é meio babaca, mas a menina é ótima e, apesar de ser longo, é uma ótima opção para quem quer curtir os clichês com uma nova roupagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Monster in law (A sogra)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-kTdqTyhfeT0/W5Q8nbTq4MI/AAAAAAAAZ90/nu0x9cQGv548UWArHziZi7i2wQMxT-SgACLcBGAs/s1600/15%2B-%2BMonster%2Bin%2Blaw%2B-%2BA%2Bsogra.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;703&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;438&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-kTdqTyhfeT0/W5Q8nbTq4MI/AAAAAAAAZ90/nu0x9cQGv548UWArHziZi7i2wQMxT-SgACLcBGAs/s640/15%2B-%2BMonster%2Bin%2Blaw%2B-%2BA%2Bsogra.JPG&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra comédia das antigas, sobre a qual eu coloquei muitas expectativas quando vi que tinha a maravilhosa Jane Fonda como a sogra que torna a vida da nora um inferno. O único problema é que a nora é a Jennifer Lopez, que é chata e só faz filme ruim. A história é boba, os personagens são forçados, infelizmente não me conquistou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Set it up (O plano imperfeito)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-xjoGSF0MJ04/W5Q8rDn3xoI/AAAAAAAAZ-E/uTd4rVmiG-4wqSmHhaWqq-QPBRph5OIsACLcBGAs/s1600/16%2B-%2BSet%2Bit%2Bup%2B-%2BO%2Bplano%2Bimperfeito.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;562&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;358&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-xjoGSF0MJ04/W5Q8rDn3xoI/AAAAAAAAZ-E/uTd4rVmiG-4wqSmHhaWqq-QPBRph5OIsACLcBGAs/s640/16%2B-%2BSet%2Bit%2Bup%2B-%2BO%2Bplano%2Bimperfeito.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No lado oposto de Love Per Square Foot, está a comédia romântica mais esperada na Netflix no ano. Não é para menos. Set It Up usa, desfaz e reconstrói os clichês do gênero de uma forma deliciosa e com um elenco muito carismático, que me fez torcer até por personagens que claramente não tinham salvação (o que talvez seja também culpa do sorriso hipnotizante do Taye Diggs que, para minha tristeza, só faz personagem chato).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Recomendo e recomendo muito. Eu simplesmente não vi o tempo passar e com certeza vou assistir novamente, várias vezes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;The boss (A chefa)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-V69MiTVsLLI/W5Q8yK56tiI/AAAAAAAAZ-Y/_iJdl2WGMMUf8sDIy1tB6UuFyzyS_LefQCLcBGAs/s1600/17%2B-%2BThe%2Bboss%2B-%2BA%2Bchefa.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;627&quot; data-original-width=&quot;1200&quot; height=&quot;334&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-V69MiTVsLLI/W5Q8yK56tiI/AAAAAAAAZ-Y/_iJdl2WGMMUf8sDIy1tB6UuFyzyS_LefQCLcBGAs/s640/17%2B-%2BThe%2Bboss%2B-%2BA%2Bchefa.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu amo a Melissa McCarthy, eu amo a&amp;nbsp;Kristen Bell e eu amo chefes duronas. Mas esse filme é muito ruim. Tudo muito exagerado, com uma personagem que, apesar de ter tudo para me conquistar, me deu preguiça. A palavra que eu usei nas minhas anotações do post depois de assistir foi &quot;tosco&quot;. É isso. Não recomendo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;When we first met (Quando nos conhecemos)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-0P8PwJ45aco/W5Q85sc39GI/AAAAAAAAZ-w/tHA7eSYiZnMWvCXZXGtBm1s1XXJa0q38wCLcBGAs/s1600/18%2B-%2BWhen%2Bwe%2Bfirst%2Bmet%2B-%2BQuando%2Bnos%2Bconhecemos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;546&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;340&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-0P8PwJ45aco/W5Q85sc39GI/AAAAAAAAZ-w/tHA7eSYiZnMWvCXZXGtBm1s1XXJa0q38wCLcBGAs/s640/18%2B-%2BWhen%2Bwe%2Bfirst%2Bmet%2B-%2BQuando%2Bnos%2Bconhecemos.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando eu vi o trailer desse filme pela primeira vez, parecia bem ruim. Felizmente (e com um empurrãozinho da amiga), eu ignorei a primeira impressão e assisti. Mais um original Netflix, este conta a história de Noah, que é apaixonado pela amiga Avery e, na noite em que ela fica noiva de Ethan, descobre uma forma de voltar à noite em que eles se conheceram para conquistá-la. Ele volta várias vezes e tenta várias abordagens, mas todas elas falham. Em todas elas, ele é um babaca querendo passar por bonzinho, o que me fez odiar o personagem. Mas eu também estava curiosa com o final da sua história e, embora tivesse desconfiado desde as primeiras cenas, foi legal de assistir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Naked (Nu)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-_Qp7-puIEF4/W5Q884imddI/AAAAAAAAZ-8/VH0qh-Iv8ms0jQO_9E7NlUUERL8J8i_yQCLcBGAs/s1600/19%2B-%2BNaked%2B-%2BNu.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;576&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-_Qp7-puIEF4/W5Q884imddI/AAAAAAAAZ-8/VH0qh-Iv8ms0jQO_9E7NlUUERL8J8i_yQCLcBGAs/s640/19%2B-%2BNaked%2B-%2BNu.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim como o anterior, Naked também tem viagem no tempo, um tema que, quando aliado ao humor e à evolução de pessoas horríveis, tem a minha total atenção. Aqui, Rob acorda nu no elevador de um hotel bem na hora em que seu casamento deveria acontecer do outro lado da cidade. Ele faz de tudo para chegar lá, mas acaba voltando para o mesmo lugar sempre que o sino da igreja bate, até descobrir o motivo que o deixou preso. Achei que a ideia ótima poderia ter sido mais bem executada, porque eu mesma demorei a entender o que tinha de tão errado com o personagem e também tem dois vilões que ficaram um pouco exagerados, mas ainda vale a pena. Como bônus, o elenco é excelente e cheio de nomes bem conhecidos de quem é fã de séries, com Marlon Wayans,&amp;nbsp;Scott Foley,&amp;nbsp;Eliza Coupe e&amp;nbsp;Loretta Devine.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Mamma Mia 2 - Here we go again (Lá vamos nós de novo)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-JInA2OQIjxo/W5Q9ASdO_mI/AAAAAAAAZ_E/jl8pIkUBsyo1nlK3cLKgPPKkwI6P6eq2ACLcBGAs/s1600/20%2B-%2BMamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain%2B-%2BL%25C3%25A1%2Bvamos%2Bn%25C3%25B3s%2Bde%2Bnovo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-JInA2OQIjxo/W5Q9ASdO_mI/AAAAAAAAZ_E/jl8pIkUBsyo1nlK3cLKgPPKkwI6P6eq2ACLcBGAs/s640/20%2B-%2BMamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain%2B-%2BL%25C3%25A1%2Bvamos%2Bn%25C3%25B3s%2Bde%2Bnovo.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não vou falar muito de Mamma Mia aqui, porque já fiz &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/08/mamma-mia-2-here-we-go-again.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um post inteiro&lt;/a&gt; apenas sobre ele. Só por isso, já dá para imaginar que eu amei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society (A sociedade literária e a torta da casca de batata)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1cDsNTAM2P8/W5Q9Ff3jIiI/AAAAAAAAZ_Q/IYT82cgSSSIkJGyr_-sTthWnLLBAeRoiQCLcBGAs/s1600/21%2B-%2BThe%2BGuernsey%2BLiterary%2Band%2BPotato%2BPeel%2BPie%2BSociety.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1000&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1cDsNTAM2P8/W5Q9Ff3jIiI/AAAAAAAAZ_Q/IYT82cgSSSIkJGyr_-sTthWnLLBAeRoiQCLcBGAs/s640/21%2B-%2BThe%2BGuernsey%2BLiterary%2Band%2BPotato%2BPeel%2BPie%2BSociety.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois que Mamma Mia 2 me apresentou ao talento de Lily James, sem querer acabei assistindo a outro filme com ela, dessa vez, um drama histórico. Baseado no livro que também tem esse nome enorme, o filme conta a história da escritora Juliet, que por acaso vem a conhecer um grupo de pessoas que, durante a Segunda Guerra Mundial, cria essa sociedade unida pelos livros e por uma torta ruim de casca de batata. À medida em que Juliet descobre mais sobre essas pessoas, não só ela vai ficando mais envolvida com eles, mas eu também fiquei. Apesar de alguns momentos tristes, para mim, ficou marcada a lealdade e o cuidado daqueles personagens uns com os outros, o que me deixou com muita vontade de ler o livro e me aprofundar ainda mais em suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;To all the boys I&#39;ve loved before (Para todos os garotos que já amei)&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-qlNWDBz_W0Y/W5Q9JKkTM2I/AAAAAAAAZ_c/ZCeHK3UEEqsmgpjJoznRh6ZuueO-JRoaQCLcBGAs/s1600/22%2B-%2BTo%2Ball%2Bthe%2Bboys%2BI%2527ve%2Bloved%2Bbefore%2B-%2BPara%2Btodos%2Bos%2Bgarotos%2Bque%2Bj%25C3%25A1%2Bamei.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;681&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;424&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-qlNWDBz_W0Y/W5Q9JKkTM2I/AAAAAAAAZ_c/ZCeHK3UEEqsmgpjJoznRh6ZuueO-JRoaQCLcBGAs/s640/22%2B-%2BTo%2Ball%2Bthe%2Bboys%2BI%2527ve%2Bloved%2Bbefore%2B-%2BPara%2Btodos%2Bos%2Bgarotos%2Bque%2Bj%25C3%25A1%2Bamei.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Também baseado em um livro que eu [ainda] não li, também um original Netflix, todo mundo que entrou na internet nas últimas semanas já deve ter ouvido falar dele, provavelmente por pessoas que já passaram há muito da faixa etária da protagonista Lara Jean, mas que, ainda assim, se apaixonaram por ela (ou por Peter Kavinsky). Eu sou mais uma, confesso. Assim como Set It Up, To All The Boys I&#39;ve Loved Before me remeteu às comédias românticas dos anos 90, com todos os elementos fofos e divertidos que me faziam locar o mesmo filme várias vezes. Melhor, se na maioria das histórias eu tenho problemas com a protagonista, nesta eu me encantei pela Lara Jean e por todos os outros personagens desde o princípio (em especial, as irmãs dela, deveria existir um filme pra cada). Uma graça de filme para te deixar com o coração levinho e um sorriso no rosto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;The wedding date (Muito bem acompanhada)&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-e64WnvtdATg/W5Q9Nb-e1yI/AAAAAAAAZ_8/XRk_74HDFpkPSzADFBGQadZgpERG54tzACLcBGAs/s1600/23%2B-%2BThe%2Bwedding%2Bdate%2B-%2BMuito%2Bbem%2Bacompanhada.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-e64WnvtdATg/W5Q9Nb-e1yI/AAAAAAAAZ_8/XRk_74HDFpkPSzADFBGQadZgpERG54tzACLcBGAs/s640/23%2B-%2BThe%2Bwedding%2Bdate%2B-%2BMuito%2Bbem%2Bacompanhada.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para terminar (ufa!) mais uma comédia romântica das antigas. O clichê da vez é o do namoro falso. Eu queria que fingir a existência de um namorado fosse tão fácil quanto nos filmes! Como não poderia ser diferente, a protagonista Kat tem uma família complicada e uma irmã mais nova mimada que vai se casar antes dela. Obviamente, o padrinho é o ex-noivo de Kat. Obviamente, tem muita sujeira escondida debaixo do tapete desse casamento, em que a única pessoa boa de verdade é o noivo. Eu não gostei do final, porque queria que as pessoas realmente sofressem as consequências dos seus atos. Também achei a Kat um pouco exagerada. Estou atualmente assistindo à série Will &amp;amp; Grace e, embora a Debra Messing seja super fofa, ambas as personagens são dramáticas demais. O romance também aconteceu muito rápido, embora eu não a julgue, quem é que não se apaixonaria pelo sorriso torto do&amp;nbsp;Dermot Mulroney, não é mesmo? É um filme legalzinho, serve para passar no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Meus parabéns a todos os que leram até aqui. Sei que foi muita coisa, mas eu não esperava conseguir ver tantos filmes em quatro meses (ainda bem que consegui!). Me contem, vocês já assistiram a alguns desses? Quais são seus favoritos?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-K7FMboq-q2U/W93IiVpJbzI/AAAAAAAAbuw/SWk_w8mKCbkCV6mazWaWSAj0b917cqpzACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BEu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2BII.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-K7FMboq-q2U/W93IiVpJbzI/AAAAAAAAbuw/SWk_w8mKCbkCV6mazWaWSAj0b917cqpzACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BEu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2BII.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/09/eu-assisti-os-filmes-do-ano-ii.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-AjmjiKvmWjY/W4wrj7-g-YI/AAAAAAAAZvo/5aInsfkNyH0uJUkOGDrL4eQwH3b2NQVHQCLcBGAs/s72-c/Eu%2Bassisti%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2BII.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-6980262691667323719</guid><pubDate>Mon, 20 Aug 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-08-20T09:00:02.909-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filme</category><title>Mamma Mia 2: Here we go again</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-XoEKg7taJlU/W3C_8-uZBcI/AAAAAAAAZKU/hCDAUEyaQ7sLWGvNNXyVqAZcL8_OtOMZQCLcBGAs/s1600/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-XoEKg7taJlU/W3C_8-uZBcI/AAAAAAAAZKU/hCDAUEyaQ7sLWGvNNXyVqAZcL8_OtOMZQCLcBGAs/s640/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No mês em que o brasileiro comemorou o Dia dos Pais, chegou aos cinemas por aqui a continuação do musical que conta a história de uma família nada tradicional, centrada na mãe, Donna Sheridan, ao redor da qual orbitam a filha Sophie e seus possíveis pais, Sam, Harry e Bill.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mamma Mia&lt;/b&gt;&amp;nbsp;divide opiniões por natureza. Para gostar do filme, você precisa gostar de musicais, mas não é só isso. Não é um musical que se compare com A Noviça Rebelde ou O Fantasma da Ópera. Você também precisa gostar de Abba e de toda a extravagância agridoce que o quarteto sueco representa. É colorido, é exagerado, é cafona e é maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com a mentalidade de alguém que não entende muita coisa de cinema e que não leva o primeiro filme muito a sério que eu comprei o ingresso para ver o segundo logo nos primeiros dias de exibição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Com duas timelines que se conectam em um momento crucial das vidas de Donna e Sophie,&amp;nbsp;&lt;b&gt;Mamma Mia 2: Here we go again&lt;/b&gt;&amp;nbsp;serve, ao mesmo tempo, como sequência e &quot;prequência&quot; para o filme original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na timeline atual - ou o que deveria ser atual, mas falarei sobre isso daqui a pouco - Sophie tenta honrar a memória da mãe ao reabrir o hotel de Donna, mas passa por vários contratempos que vão desde a ausência de seu marido Sky a uma tempestade que destrói toda a decoração da festa. Essa parte, que conta com praticamente todo o elenco original e dois acréscimos de peso, tem um tom mais sério, mostrando uma Sophie mais madura e músicas com letras mais melancólicas. Mesmo tendo falecido há um ano, a presença de Donna ainda é muito marcante na vida da filha, das amigas e de Sam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, essa parte também me pareceu menos desenvolvida. Olhando o copo meio cheio, isso significa que o Pierce Brosnan - que continua o mais charmoso dos três amores de Donna, mas, meu Deus, como canta mal! - não teve muitas oportunidades de soltar a voz, evitando que meus ouvidos saíssem gritando &quot;SOS&quot; pelo cinema. Por outro lado, também significa menos interação entre os personagens que aprendemos a amar quando o musical estreou há dez anos. Felizmente, Julie Walters e Christine Baranski estavam maravilhosas, roubando todas as cenas das mãos de Amanda Seyfried. Mesmo sem Donna, a dinâmica das duas &quot;dínamos&quot; continuou impecável. Enquanto a romântica Rosie de Walters nos representava ao ceder às lágrimas sempre que o nome da amiga era mencionado e declarar seu amor pelos carboidratos, Tanya, tão rainha quanto a sua intérprete e sempre com a língua afiada, ajudava a manter o astral em cima e os pés no chão com as melhores falas do filme (função brilhantemente replicada pela jovem Tanya de Jessica&amp;nbsp;Keenan Wynn).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1KzIR1TKg-0/W3ntAOvIonI/AAAAAAAAZOw/6uKqfxmgRhk0399jIXp9pStpXVCNzpSewCLcBGAs/s1600/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BSophie%252C%2BTanya%2Be%2BRosie.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Em cena do filme Mamma Mia 2, Rosie (Julie Walters, à esquerda) e Tanya (Christine Baranski, à direita), conversam com Sophie (Amanda Seyfried, ao centro).&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;366&quot; data-original-width=&quot;800&quot; height=&quot;292&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1KzIR1TKg-0/W3ntAOvIonI/AAAAAAAAZOw/6uKqfxmgRhk0399jIXp9pStpXVCNzpSewCLcBGAs/s640/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BSophie%252C%2BTanya%2Be%2BRosie.jpg&quot; title=&quot;Julie Walters, Amanda Seyfried e Christine Baranski.&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O melhor do filme, no entanto, estava na outra linha do tempo, onde acompanhamos a jovem Donna Sheridan desde o dia da sua formatura até descobrir-se grávida de sua única filha em uma ilha grega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donna é a estrela, uma rainha dançante, cantante, andante e cativante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lily James tinha uma tarefa muito difícil nas mãos: Interpretar a juventude de uma personagem que fora de ninguém menos que Meryl Streep. Mas a atriz britânica de 29 anos não fez apenas imitar sua antecessora, ela se transformou em Donna e a criou como se a personagem sempre tivesse sido sua e fosse Meryl que precisasse se moldar à sua criação. É um prazer assisti-la - e ouvi-la - enquanto a jovem Donna Sheridan conhece a ilha que se tornou sua casa e os três homens que se tornariam, na timeline presente, pais da filha que ela concebeu com um deles naquele verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é aí que esse segundo filme se torna melhor que o primeiro. Apesar de todas as incoerências com o que foi contado pelo diário de Donna e mostrado nas fotografias que os três homens mostram a Sophie durante a sequência de Our Last Summer, &lt;b&gt;Mamma Mia 2&lt;/b&gt;&amp;nbsp;tem uma história mais interessante. Se não tivesse, tudo bem - eu me sentaria no cinema por uma hora e meia apenas para desafiar a sinusite e cantar as canções de um grupo que acabou anos antes de eu nascer. Mas eu me sentei no cinema por uma hora e meia, desafiando a sinusite e cantando, porque eu queria saber a história daquela mulher forte de espírito livre, que deixou marcas tão profundas na vida da filha, das amigas e dos amores. E isso tudo de forma leve, em um filme bufão que foi feito para os fãs sem um pingo de vergonha de exagerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-njlPjIbILm0/W3n_cJ5LJOI/AAAAAAAAZO8/uWm44Pdq1ycUfwBUWyx_bh6lLePuJgMyACLcBGAs/s1600/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BDonna%252C%2BTanya%2Band%2BRosie.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Em Mamma Mia 2, Donna e suas amigas, Rosie e Tanya, cantam e dançam em cima de um palco.&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1004&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-njlPjIbILm0/W3n_cJ5LJOI/AAAAAAAAZO8/uWm44Pdq1ycUfwBUWyx_bh6lLePuJgMyACLcBGAs/s640/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BDonna%252C%2BTanya%2Band%2BRosie.jpg&quot; title=&quot;Jessica Keenan Wynn, Lily James e Alexa Davies em Mamma Mia 2.&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Falando em exagero, voltemos ao presente. No minuto em que Cher faz sua primeira aparição, fica claro que ela só está ali por ser a Cher. A personagem da mãe de Donna só existe para dar espaço a Cher. O personagem de Andy Garcia, que até então não parecia ter um propósito, só foi criado para a Cher poder cantar Fernando. Mas tudo bem. Seria ridículo se esse fosse um filme que se leva sério, mas é um musical baseado nas músicas do Abba, a banda sueca que nos faz perder o medo do ridículo que existe em cada um de nós.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;E é justamente por isso que dá pra relevar as inconsistências (embora meu lado nerd fique &quot;ué...&quot;). Em que outro mundo poderiam Cher (72 anos) e Andy Garcia (62) ter produzido Meryl Streep (69) em 1959? E como Sophie pode ter apenas 25 anos se ela nasceu em 1979/1980 e o filme nunca deu a entender que não se passa nos dias atuais? São erros tão fáceis de serem corrigidos, que só posso concluir que os roteiristas e produtores não se importaram com eles e esperavam que nós também não nos importássemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando de lado o preciosismo (ou o senso crítico, chame como quiser), valeu a ida ao cinema e vai valer mais uma hora e meia do meu tempo quando o filme estiver disponível em alguma plataforma de streaming. Valeu eu ter ficado as últimas duas semanas com as mesmas músicas na cabeça. Valeram todas as piadas. Valeu ter gasto várias horas e demorado dias para terminar esse post, tendo entrado em um buraco sem fundo de vídeos, tanto das canções dos filmes quanto de suas versões originais, no youtube.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;Usem camisinha senão vocês podem acabar transando com 3 caras diferentes no mesmo mês engravidar sem saber de quem e sua filha com 25 anos decidir casar e chamar os 3 caras pro casamento querendo descobrir a verdade e o único jeito de lidar com isso será cantando Abba- Todas&lt;/div&gt;— Mariana (@misterpinkeyes) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/misterpinkeyes/status/1025545063626145792?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;4 de agosto de 2018&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;Eu sei que muita gente é contra sequências, mas pra mim, quanto mais melhor (afinal, eu não estou sendo obrigada a assistir). Assim, estarei lá se/quando lançarem &quot;Mamma Mia 6: Here I go again, my my, how can I resist you?&amp;nbsp; Mamma mia, does it show again, my my, just how much I&#39;ve missed you?&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E você, o que achou?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-dTqgD43FyMA/W3DA8LGKyGI/AAAAAAAAZKc/QDxr9eMnq8cGtieSGsaDpDL-YqL8YJvDwCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BMamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-dTqgD43FyMA/W3DA8LGKyGI/AAAAAAAAZKc/QDxr9eMnq8cGtieSGsaDpDL-YqL8YJvDwCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BMamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain.png&quot; width=&quot;425&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/08/mamma-mia-2-here-we-go-again.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-XoEKg7taJlU/W3C_8-uZBcI/AAAAAAAAZKU/hCDAUEyaQ7sLWGvNNXyVqAZcL8_OtOMZQCLcBGAs/s72-c/Mamma%2BMia%2B2%2B-%2BHere%2Bwe%2Bgo%2Bagain.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-3992836482826867688</guid><pubDate>Mon, 16 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-07-16T09:00:08.798-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>De Copa em Copa</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-fgteFbXx06M/W0ulMEfvXkI/AAAAAAAAYks/q8WCZ9RoHocDEjTyV2dv-LPI-_213m9dACLcBGAs/s1600/De%2BCopa%2Bem%2BCopa.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-fgteFbXx06M/W0ulMEfvXkI/AAAAAAAAYks/q8WCZ9RoHocDEjTyV2dv-LPI-_213m9dACLcBGAs/s640/De%2BCopa%2Bem%2BCopa.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O tempo é um trem esquisito.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aos 8 anos, aprendi com a Copa de 94 (minha favorita) o que significa torcer. Aos 8 anos, eu queria ser professora, ou cabeleireira, ou repositora de mercadorias no supermercado.&amp;nbsp;Enquanto as colegas gostavam do Raí, eu tinha uma crush no jogador Leonardo, que partiu meu coração ao ser expulso. Já torcia para o Cruzeiro, time que escolhi depois de perceber que azul é a cor mais bonita de todas, via os jogos com meu pai, no bar do pai de uma amiga, intercalando a torcida com os nossos próprios jogos de queimada ou vôlei, já que na rua as meninas não podiam jogar futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos depois, a seleção me encontrou mais madura - ou, pelo menos, eu pensava isso. Aos 12, eu já usava sutiã, já ia para a escola sozinha e já tinha sofrido algumas decepções na vida, já tinha vivido algumas tristezas mais reais que uma derrota para a França. Aos 12, eu achava que era adulta e queria trabalhar, queria ganhar dinheiro com meus bordados em ponto-cruz para comprar elástico e brincar na hora do recreio. Aos 12, eu queria ser advogada. Queria me casar, ter 2 filhos e viajar de novo pra praia, o mais longe que conseguia enxergar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aos 12, quatro anos parece muito tempo. É difícil enxergar tanto tempo à frente. Eu não fazia ideia de como minha vida ia mudar radicalmente e como a Copa de Japão e Coréia iam me encontrar diferente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em junho de 2002, eu peguei uma gripe forte, que me derrubou e me impediu de ver a primeira fase do time que nos trouxe o Penta - ou sacrificava os jogos da madrugada ou os estudos de dia inteiro. Estudar, estudar, estudar. Era tudo o que eu fazia desde que &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/03/o-folheto-que-mudou-minha-vida.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;minha vida mudara radicalmente com um folheto&lt;/a&gt;. O Penta veio e lá se foi a minha voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 16, tudo é muito intenso. Foi um dos anos mais definidores da minha vida, em todos os sentidos. O mundo estava aberto diante de mim, eu podia tudo e queria tudo. Queria ser cantora e viajar o mundo, mas também queria fazer faculdade de Física e passar a vida estudando o universo que tanto me fascina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 20, porém, a gente já percebeu que não pode ter tudo. A Copa de 2006 é a que eu menos me lembro. Foi o ano em que eu tive minha carteira assinada pela primeira vez e o ano em que eu tive a minha primeira grande paixão; o ano em que eu deveria começar a me sentir adulta. Mas não dá para sentir muita coisa quando você trabalha de manhã, estuda à tarde e passa seis horas por dia em diversos ônibus. Na memória, ficaram apenas a eliminação brasileira e a final, onde comemorei um tetra pela segunda vez na vida, agora pelo país que eu nem conheço, mas já considero pacas. (Italia, ti voglio bene. Aspetto poterti visitare presto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 20, a gente já tem uma ideia do que quer para os próximos anos e já se frustra quando não consegue. A Copa da África do Sul me pegou frustrada e cansada, questionando as decisões que fizera antes, mas sem forças para mudar. Aos 24, a gente está naquela fase &quot;revoltz&quot;, quando ser adulto é a pior coisa do mundo. É difícil se encontrar. Mas a gente se encontra, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando somos adultos, o tempo desafia os cientistas e passa cada vez mais rápido. Olhando agora, porém, os quatro anos entre 2010 e 2014 parecem ter sido uma eternidade. Muita coisa aconteceu, coisas boas e ruins. Aos 28, eu encontrei meu primeiro cabelo branco. Já era adulta, mas também já tinha aprendido a gostar de ser adulta. Em 4 anos, eu amadurecera muito. Em 4 anos eu fiz amigos, tomei gosto pelas viagens e decidi que queria falar o maior número possível de idiomas. Mas também, naqueles quatro anos está o pior dia da minha vida, o dia em que eu tive que ser adulta de verdade e, na dor, descobri coisas sobre mim que eu antes não tinha ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Copa de 2014 me encontrou desempregada e ansiosa por respostas. Foram quatro meses estranhos, de fevereiro a junho. Minha confiança, meus planos, minhas certezas, foi tudo destruído. Eu não acho que o trabalho seja tudo na vida de uma pessoa, mas, para mim, era o ponto de estabilidade e, de repente, ele não estava mais lá. Até que um dia, quando passeava no shopping depois de buscar os ingressos para a partida entre Costa Rica e Inglaterra, no mesmo Mineirão que poucas semanas depois sediou a nossa humilhação perante a Alemanha, minha vida mudou novamente e eu recebi a ligação que nem esperava mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo é um trem esquisito, porque os mesmos quatro anos que levaram uma eternidade para passar nas primeiras copas de que me lembro, voaram de 2014 pra cá. Depois de quase 10 anos trabalhando no mesmo lugar, começar em um emprego novo foi como me descobrir novamente. Esses quatro anos foram uma jornada, como a temporada de uma série ou um longo torneio de futebol. Muitas vezes - MUITAS VEZES - eu vi os amigos goleando suas finais e me perguntei quando seria a minha vez, quando meus esforços seriam recompensados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco antes de começar esta Copa, apareceu no Twitter a imagem do Gabriel Jesus pintando a rua em 2014 e a pergunta: Onde você estava na última Copa e onde você está agora. Aquilo me atingiu em cheio, porque eu estava no mesmo lugar. Eu fiz, eu me esforcei, coisas aconteceram, mas me perguntava o que havia feito de errado para não ter conseguido concretizar nenhum dos planos esboçados já há quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, eu estava procurando emprego. Sou muito grata por tudo o que eu vivi nos últimos quatro anos e pelas pessoas incríveis que conheci, uma gratidão que mal consigo expressar, mas eu sentia que era o momento de seguir em frente, aquela longa temporada precisava acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou contar uma coisa aqui que nem as minhas melhores amigas sabem por inteiro, só contei para minha terapeuta: Eu tinha certeza que ia conseguir um emprego em abril, durante as minhas férias. Não sou uma pessoa otimista, mas fui naquele momento e me agi confiando que ia acontecer. Entre outras coisas, eu tinha um post inteiro na minha cabeça falando sobre isso. Quando não aconteceu, foi uma das maiores frustrações da minha vida. E eu não conseguia mais escrever. Foi por isso que o blog parou. Por isso, pensar sobre a Copa me deixava triste. Seria a primeira vez desde 2002 que eu passaria uma Copa do Mundo sem escrever nada a respeito, porque não conseguiria vir aqui e admitir que falhei comigo mesma e com os meus planos (desde 1998, se contar meus trabalhos de escola).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Racionalmente, eu sabia que não era assim tão grave. Em quatro anos, eu tirei uma certificação, fiz uma pós graduação internacional, viajei para o exterior duas vezes, estudei três idiomas e &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/12/experimentei-em-2017.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;experimentei várias coisas legais&lt;/a&gt;. Mas, novamente, minha profissão é aquela parte da minha vida em que eu me apoio e que me dá condições (literalmente e figurativamente) de viver as demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto assistia aos jogos com os colegas legais que levaram antenas e configuraram monitores para ninguém perder nada, eu torci muito. Torci pelo Brasil, pela Islândia, pelo Egito, pelo Irã, pela Colômbia, pelo Uruguai e muitos outros. Contra a Argentina, a Alemanha, a França, a Inglaterra, Portugal. Lamentei a ausência da Itália, da Irlanda e do Chile. Cornetei os nossos jogadores e os jogadores dos outros. Principalmente, torci para que algo acontecesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu. Ao fim da tarde do dia 25 de junho, eu recebi o telefonema que esperava. Depois de cinco horas de entrevista, oito pessoas concluíram que eu sou boa o bastante para entrar em uma empresa tão disputada. E, no momento em que esse post for publicado, eu estarei a caminho do meu primeiro dia dessa nova fase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas três últimas semanas foram uma mistura de emoções. Teve a ansiedade, o medo, a síndrome do impostor. Teve a alegria pelos planos retomados, mas também a melancolia por deixar pessoas que eu quero muito manter na minha vida. Principalmente, teve o carinho dessas pessoas e muitas palavras de encorajamento das quais eu espero nunca me esquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve a decepção pela derrota do Brasil, mas também aquela empolgação que só o brasileiro tem de já começar a torcer para o Hexa chegar em 2022.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas fazem planos para cinco anos; eu, agora, faço para quatro. Nossas cinco estrelas e nossa torcida incomparável garantem que ainda somos o país do futebol, então por que não planejar minhas conquistas dessa forma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que nos próximos quatro anos nós possamos viver intensamente e nos tornar pessoas melhores a cada dia. Que eu esteja cada vez mais próxima do meu próximo objetivo. Que os nossos jogadores estejam prontos para nos trazer a sexta estrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo é um trem esquisito e nossa percepção dele nos engana. Mas em quatro anos, muita coisa pode acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-uWn7Xmwg0CU/W0usL3f_BlI/AAAAAAAAYk4/JKCA0rzSZBgzns8oqg-5FvGVtrGuVopSQCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BDe%2BCopa%2Bem%2BCopa.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-uWn7Xmwg0CU/W0usL3f_BlI/AAAAAAAAYk4/JKCA0rzSZBgzns8oqg-5FvGVtrGuVopSQCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BDe%2BCopa%2Bem%2BCopa.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/07/de-copa-em-copa.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-fgteFbXx06M/W0ulMEfvXkI/AAAAAAAAYks/q8WCZ9RoHocDEjTyV2dv-LPI-_213m9dACLcBGAs/s72-c/De%2BCopa%2Bem%2BCopa.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-6738504499130759232</guid><pubDate>Mon, 09 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-31T16:42:44.203-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">featured</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Música</category><title>Na minha playlist</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-O4Wexf64UCY/W0JZKGW1n1I/AAAAAAAAYW0/ivHe4pRUOhgyjz_t5EDcQtJPTelIZ_IywCLcBGAs/s1600/Na%2Bminha%2Bplaylist%2B-%2B2018-01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-O4Wexf64UCY/W0JZKGW1n1I/AAAAAAAAYW0/ivHe4pRUOhgyjz_t5EDcQtJPTelIZ_IywCLcBGAs/s640/Na%2Bminha%2Bplaylist%2B-%2B2018-01.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já faz mais de oito meses desde que postei um &quot;&lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/10/na-minha-playlist-2017.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Na minha playlist&lt;/a&gt;&quot; e algumas semanas desde que eu pensei em postar uma nova versão. Sempre acho engraçado perceber o quanto o que eu ouço é influenciado pelo que eu vivo. Naquela época, em outubro do ano passado, eu tinha acabado de voltar de viagem e estava tranquila, mas trabalhando muito e fazendo planos. Ouvia muita MPB, música francesa e jazz.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de uma passagem de ano incrível, janeiro chegou como um turbilhão que durou alguns meses. Minha playlist principal aumentou em 40% e chegou a 2540 músicas (que eu continuo tendo que ouvir em ordem alfabética, já que o aleatório do Spotify não melhorou). Agora, entre as mais ouvidas, tem mais pop, mais ritmo, mais intensidade pra soltar a voz no chuveiro até doer a garganta, combinando com os sentimentos conturbados que eu já mencionei no post anterior e sobre os quais pretendo falar mais em breve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em uma seleção mais uma vez exclusivamente feminina (e eu juro que não é de propósito, apenas gosto mais), algumas já eram minhas velhas conhecidas e já passaram pelo blog outras vezes, como &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/04/playlist-barlow-girl.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Barlow Girl&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/06/playlist-tori-kelly.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tori Kelly&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/09/playlist-sara-bareilles.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sara Bareilles&lt;/a&gt;; outras são novidade por aqui e são essas que quero compartilhar com vocês hoje.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2&gt;Na minha playlist - 2018&lt;/h2&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;Adele&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Adele &lt;/b&gt;não é novidade para ninguém - todo mundo sabe quem ela é, todo mundo já ouviu essa voz maravilhosa. Mas todo mundo também sabe que as letras dela são um tanto quanto melancólicas, então é preciso estar no clima para ouvir. Há alguns meses, eu tive uma fase de ouvir &lt;i&gt;25&lt;/i&gt;&amp;nbsp;todos os dias e ainda me surpreendo sempre que me lembro o quanto esse álbum é bom. Todas as músicas possuem aquele tom melancólico e bastante nostálgicos, mas também esperançoso e acho que foi por isso que eu gostei tanto. Em especial, &lt;b&gt;Million years ago&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e a &lt;b&gt;When we were young&lt;/b&gt;&amp;nbsp;me atingiram em cheio, com versos que poderiam ter saído do meu próprio diário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/UkcKR9PQRSQ?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Carly Rae Jepsen&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Indo da água para o vinho, &lt;b&gt;Carly Rae Jepsen&lt;/b&gt;&amp;nbsp;canta um pop mais pop, aquele tipo para o qual muita gente torce o nariz sem saber o que estão perdendo. A maioria das suas letras é bem leve e pra cima, bom pra ouvir quando você está sozinha em casa enrolada na toalha e hidratando o cabelo, ou quando quer desopilar a mente. Eu gostei muito de seu último álbum - Emotion, lançado em 2015 - e acabei não dando muita atenção aos anteriores, mas pretendo e espero gostar também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/w53Z2NeJsCg?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Corinne Bailey Rae&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A única forma que eu encontro para definir &lt;b&gt;Corinne Bailey Rae&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é que a voz dela é muito gostosa de ouvir e me deixa feliz. Eu já conhecia &lt;b&gt;Put your records on&lt;/b&gt;, sua canção mais famosa, de uma edição antiga do The Voice US e não me lembro como ela apareceu novamente na minha vida, mas fiquei apaixonada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/rjOhZZyn30k?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Ella Henderson&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ella Henderson&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é britânica e ficou em sexto lugar na nona edição do programa The X-Fator UK, em 2013, na época com 17 anos. Infelizmente, ela parece ter sofrido do esquecimento que atinge muitos participantes de reality shows musicais, já que seu único álbum foi lançado em 2014. Apesar de algumas de suas letras, como &lt;i&gt;1996&lt;/i&gt;, deixarem bem claro que a moça é muito mais nova que eu e está em um momento completamente diferente da vida, em nenhum momento sua voz e sua força denunciam a idade. Espero que algum dia, mais madura, ela volte a gravar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/fV6UpVT_sXo?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;h3&gt;Hannah Kerr&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conheci &lt;b&gt;Hannah Kerr&lt;/b&gt;&amp;nbsp;em um tweet de algum artista que eu sigo. Sua voz grave e seu estilo pop cristão me lembraram um pouco a &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/05/playlist-bethany-dillon.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Bethany Dillon&lt;/a&gt;, mas com mais energia, com mais intensidade, o que acabou sendo o que eu precisava. Infelizmente, ela também só tem um álbum, lançado em 2016, mas um EP de Natal do ano passado me dá esperanças de que possa ouvir mais dela em breve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/2bMkxd6SNuA?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Kate Voegele&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Último nome a entrar na minha lista, &lt;b&gt;Kate Voegele&lt;/b&gt;&amp;nbsp;já tem anos de carreira, tendo inclusive atuado na série de TV &lt;b&gt;One Tree Hill&lt;/b&gt;. Como eu nunca vi a série, não fazia ideia disso até agora. Não gostei muito de suas músicas antigas, achei o estilo muito adolescente, mas seu CD mais recente, de 2016, está mais maduro e com letras bem legais, gostei bastante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/4ofezWZXMdo?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Leona Lewis&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu acho que passei uns dez anos com o nome de &lt;b&gt;Leona Lewis&lt;/b&gt;&amp;nbsp;anotado em algum lugar do meu cérebro, desde a época em que eu dançava na igreja e alguém levou o clipe de um casal dançando &lt;b&gt;Bleeding Love&lt;/b&gt;&amp;nbsp;em um programa de TV. Isso acontece com quase tudo o que me recomendam: eu demoro, mas um dia procuro. Felizmente, esse foi um caso de sucesso e eu acabei gostando demais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/qSxyffSB7wA?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Taylor Swift&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por último, uma guilty pleasure - ou melhor, seria uma guilty pleasure se eu não odiasse esse conceito. A verdade é que eu tenho muita preguiça da &lt;b&gt;Taylor Swift&lt;/b&gt;, sempre envolvida em polêmicas e criando personagens, então, apesar de ter gostado bastante do seu álbum anterior, &lt;i&gt;1989&lt;/i&gt;, eu odeio toda essa atmosfera rebelde e vitimista do &lt;i&gt;Reputation. &lt;/i&gt;Eu odeio de verdade &lt;b&gt;Look what you made me do&lt;/b&gt;. Porém, se fosse para ser racional, eu estaria ouvindo podcast de política, não música. Em um dia particularmente estressante, eu me peguei com raiva de tudo o que estava ouvindo e apenas músicas escritas com raiva poderiam me compreender naquele momento. É possível que eu não mais ouça com frequência a maioria das músicas desse álbum (a exceção sendo Getaway Car, de longe minha favorita), porque elas nem entraram para as minhas playlists oficiais, mas, em um momento difícil, elas me ajudaram a descarregar energia e não fazer nada de que pudesse me arrepender mais tarde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;autoplay; encrypted-media&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/EUoe7cf0HYw?rel=0&quot; width=&quot;560&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Engraçado como as músicas interagem tanto com o nosso emocional, não é mesmo? A música certa é aquela que eu ouço no momento certo para me trazer o sentimento que eu preciso.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E vocês, o que andam ouvindo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1piL5SUYZpw/W0JZecsiQeI/AAAAAAAAYXE/j7IcwhanuZMC4KbR5hOTDyBYj6offRvTQCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BNa%2Bminha%2Bplaylist%2B-%2B2018-01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1piL5SUYZpw/W0JZecsiQeI/AAAAAAAAYXE/j7IcwhanuZMC4KbR5hOTDyBYj6offRvTQCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BNa%2Bminha%2Bplaylist%2B-%2B2018-01.png&quot; width=&quot;427&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/07/na-minha-playlist-2018-01.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-O4Wexf64UCY/W0JZKGW1n1I/AAAAAAAAYW0/ivHe4pRUOhgyjz_t5EDcQtJPTelIZ_IywCLcBGAs/s72-c/Na%2Bminha%2Bplaylist%2B-%2B2018-01.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-7145447189741842889</guid><pubDate>Mon, 02 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-07-02T09:00:06.374-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livro</category><title>Eu li - Os livros do ano (II)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-_N9GpKjborM/Wzkx8H6dbrI/AAAAAAAAYNg/g5JSzDdigzUjN7w8_gALef3EK7z48KKgwCLcBGAs/s1600/Os%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-_N9GpKjborM/Wzkx8H6dbrI/AAAAAAAAYNg/g5JSzDdigzUjN7w8_gALef3EK7z48KKgwCLcBGAs/s640/Os%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B2.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O segundo trimestre de 2018 foi conturbado para mim. Apesar de ter começado com férias e viagem, também teve estresse e frustração que impactaram em todas as áreas da minha vida, sendo a leitura uma delas: Com muito custo, cheguei aos três livros em três meses. Embora eu não seja dessas pessoas que se obriga a ler e se sente mal por ter dezenas de livros intocados na estante, eu sinto muita falta. Tenho sentido falta de livros que me fazem sentir. Na medida do possível, continuarei tentando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;h3&gt;Eu li - Os livros do ano (II)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;Vinte garotos no verão (Sarah Ockler)&lt;/h4&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-02VR6_BcaW4/Wzk6bk-BR3I/AAAAAAAAYN4/N4gOV6CM-1IVGNEtqwiT4qXTkxN9yEMmACLcBGAs/s1600/VINTE_GAROTOS_NO_VERAO_1392153733B.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;288&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-02VR6_BcaW4/Wzk6bk-BR3I/AAAAAAAAYN4/N4gOV6CM-1IVGNEtqwiT4qXTkxN9yEMmACLcBGAs/s200/VINTE_GAROTOS_NO_VERAO_1392153733B.jpg&quot; width=&quot;138&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&quot;Quando alguém que você ama morre, as pessoas perguntam como você está, mas não querem saber de verdade. Elas buscam a afirmação de que você está bem, de que você aprecia a preocupação delas, de que a vida continua. Em segredo, elas se perguntam quando a obrigação de perguntar terminará (depois de três meses, por sinal. Escrito ou não escrito, é esse o tempo que as pessoas levam para esquecer algo que você jamais esquecerá).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;As pessoas não querem saber que você jamais comerá bolo de aniversário de novo porque não quer apagar o sabor mágico de cobertura nos lábios beijados por ele. Que você acorda todos os dias se perguntando por que você está viva e ele não. Que na primeira tarde de suas férias de verdade você se senta diante do mar, o rosto quente sob o sol, desejando que ele lhe dê um sinal de que está tudo bem.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de tentar engatar livros mais pesados, decidi procurar um romance adolescente bem leve para vencer o cansaço e o desânimo. Funcionou. &lt;b&gt;Vinte Garotos no Verão&lt;/b&gt;&amp;nbsp;atendeu à minha expectativa de ser fácil de ler, mas sem ser uma história superficial.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É engraçado ler livros adolescentes quando os personagens têm metade da minha idade. Em nosso pedestal de adultos, nós frequentemente nos esquecemos de como essa época é dramática cheia de emoções conflituosas. A autora Sarah Ockler escreve bem e transmitiu de forma realista os conflitos - internos e externos - da protagonista Anna enquanto lidava com a perda trágica de seu primeiro amor e via sua melhor amiga desaparecer em seu próprio luto após a morte do irmão. Matt morreu e agora eles não formavam mais um trio inseparável.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Qualquer um que já passou ou acompanhou alguém passando por uma perda dessas sabe o quanto é difícil seguir em frente por um caminho desconhecido. Seu mundo se transforma e você precisa reaprender as regras da vida enquanto o tempo continua passando. Fica ainda mais complicado quando todos ao seu redor também estão aprendendo, caindo e levantando em tentativas de sobreviver.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Vinte Garotos no Verão&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é, sim, um romance adolescente, mas que também tem esse lado do recomeço, de Anna e Frankie redescobrindo quem são sem aquele que as completava. Há alguns pontos em que poderia melhorar, especialmente na caracterização dos pais de Frankie e Matt, mostrando um pouco mais deles e focando menos nas aventuras das meninas na praia. Mesmo assim, é uma jornada bonita e bem escrita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;Scrum - A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo (Jeff Sutherland)&lt;/h4&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-wynTS-xkgP0/Wzk7fPKtkHI/AAAAAAAAYOA/3C9Jtrqc-6wnahWYjvNLmpeT--jRuG8XgCLcBGAs/s1600/SCRUM_1412297544B.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;301&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-wynTS-xkgP0/Wzk7fPKtkHI/AAAAAAAAYOA/3C9Jtrqc-6wnahWYjvNLmpeT--jRuG8XgCLcBGAs/s200/SCRUM_1412297544B.jpg&quot; width=&quot;132&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&quot;Se você já foi surpreendido por quão rápido o mundo está mudando, Scrum é uma das razões. Para aqueles que acreditam que deve haver uma maneira mais eficiente de se fazer as coisas, este é um livro instigante sobre o processo de gestão que está mudando a maneira como vivemos. Desde o advento do método, já foram registrados ganhos de produtividade de até 1.200%. Jeff Sutherland, empreendedor que desenvolveu a primeira equipe Scrum há mais de vinte anos, apresenta a iniciativa de maneira brilhante e lúcida.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Tecida com insights de artes marciais, tomadas de decisão judicial, combate aéreo avançado, robótica e muitas outras disciplinas, Scrum é sempre fascinante. Seja para inventar uma tecnologia pioneira ou para estabelecer os alicerces de prosperidade de uma família, a razão mais importante para ler este livro é que ele pode ajudá-lo a alcançar o que outros consideram inatingível.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Jeff Sutherland escreveu a essência do Scrum para as pessoas comuns. Este livro eleva o Scrum de uma ferramenta para resolver problemas para um modo de vida.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Scrum é um conjunto de ferramentas de gestão, muito utilizado no desenvolvimento de software, ao qual fui apresentada há cerca de quatro anos e que se tornou parte da minha vida, não apenas no âmbito profissional. Com este livro, escrito por um dos seus criadores, o seus métodos e práticas ganharam ainda mais a minha admiração.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este não é um livro para aprender o framework, mas para conhecer sua história, princípios e práticas através de várias outras histórias de sucesso ou fracasso na gestão de projetos (de software, de engenharia, militares e até de educação). Jeff abre com o fracasso das agências de segurança e inteligência norte-americanas em prevenir os atentados do 11 de setembro de 2001, quando vários de seus escritórios possuíam informações valiosas que, em conjunto, teriam acendido um enorme sinal vermelho, mas que não foram conectadas devido à falta de um sistema eficiente para integrá-las. Essa foi uma das minhas histórias favoritas e uma dose de energia para continuar e conhecer as demais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No meio, o livro fica um pouco mais lento, talvez por eu já conhecer e utilizar algumas das práticas que ele conta, mas volta a ficar ótimo no final, especialmente com a história do sistema educacional Holandês e da constituição Islandesa, ambos utilizando o Scrum.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em resumo, foi uma das melhores leituras do ano até agora e recomendo para todos os que se interessam minimamente por organização e gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4&gt;Incidente em Antares (Érico Veríssimo)&lt;/h4&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-8NgMFyCnPio/Wzk9RN3T-cI/AAAAAAAAYOM/E-8EPHVV3okR6ylzNWLU8GOl9cUiSwvXwCLcBGAs/s1600/INCIDENTE_EM_ANTARES_15054192952015SK1505419296B.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;288&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-8NgMFyCnPio/Wzk9RN3T-cI/AAAAAAAAYOM/E-8EPHVV3okR6ylzNWLU8GOl9cUiSwvXwCLcBGAs/s200/INCIDENTE_EM_ANTARES_15054192952015SK1505419296B.jpg&quot; width=&quot;138&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&quot;Em dezembro de 1963, uma sexta-feira 13, a matriarca Quitéria Campolargo arregala os olhos em sua tumba, imaginando estar frente a frente com o Criador. Mas logo descobre que está do lado de fora do cemitério da cidade de Antares, junto com outros seis cadáveres, mortos-vivos como ela, todos insepultos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Uma greve geral na cidade, à qual até os coveiros aderiram, impede o enterro dos mortos. Que fazer? Os distintos defuntos, já em putrefação, resolvem reivindicar o direito de serem enterrados - do contrário, ameaçam assombrar a cidade. Seguem pelas ruas e casas, descobrindo vilanias e denunciando mazelas. O mau cheiro exalado por seus corpos espelha a podridão moral que ronda a cidade.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Em Incidente em Antares, Érico Veríssimo faz uma sátira política contundente e hilariante que, mesmo lançada em 1971, em plena ditadura militar, não teve receio de abordar temas como tortura, corrupção e mandonismo.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fechando essa pequena lista de três livros muito diferentes entre si, está Érico Veríssimo, também autor dos clássicos O Tempo e o Vento e Olhai os Lírios do Campo. Eu nunca havia lido nada do autor, mas me surpreendeu que &lt;b&gt;Incidente em Antares&lt;/b&gt;&amp;nbsp;continue tão atual quase cinquenta anos após o seu lançamento, tanto em seu aspecto político quanto no sobrenatural.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Zumbis estão na moda, mas não foram inventados pelos produtores de The Walking Dead. Em 1971, Veríssimo escrevia sobre sete cadáveres que deixaram seus caixões, protestando para que, se seus corpos já estavam em estado de putrefação, sua dignidade fosse mantida com um enterro. Mas até mesmo essa dignidade é questionada, sutilmente, quando percebemos a hipocrisia que cerca os habitantes - vivos ou mortos - da pequena cidade no sul do país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O livro tem duas partes. A primeira - Antares - conta a história da cidade e, por mais que não pareça durante a leitura (e eu ainda acho que poderia ter sido resumida), é importante para o entendimento da segunda - o Incidente. O Incidente é quando a ação acontece, quando os mortos descem para a praça central, liderados pelo advogado Cícero Branco, um covarde que não vale nada nem depois de morto, e resolvem esfregar todos os podres da cidade na cara dos vivos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mostrando recortes da vida de vários personagens naquele dia, o livro não conseguiu fazer com que eu me afeiçoasse a nenhum deles e esse foi meu maior problema. Eu esperava gostar, dado que são muitas pessoas horríveis, mas a história não tem o objetivo de guiá-los no caminho da redenção, apenas de mostrar aquele momento de suas vidas e contar o desfecho do incidente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como crítica política e social, o livro é pertinente e um tanto desalentador, dado que pouco parece ter realmente mudado em todas essas décadas. Recomendo para quem gosta de ficções políticas e provocadoras.&lt;/div&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além dos três, estou com outro livro pela metade, que gostaria de ter terminado para escrever também sobre ele, mas que vai ficar para o próximo trimestre. Espero que seja melhor do que o que passou, em todos os sentidos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E você, o que anda lendo de bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-489JJ5UYzes/Wzk0m7GA2bI/AAAAAAAAYNw/QYoRHhXXoTwbqLtyYlKCdPlN0H1FUOuEgCEwYBhgL/s1600/Pinterest%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-489JJ5UYzes/Wzk0m7GA2bI/AAAAAAAAYNw/QYoRHhXXoTwbqLtyYlKCdPlN0H1FUOuEgCEwYBhgL/s640/Pinterest%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B2.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/07/livros-2018-02.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://3.bp.blogspot.com/-_N9GpKjborM/Wzkx8H6dbrI/AAAAAAAAYNg/g5JSzDdigzUjN7w8_gALef3EK7z48KKgwCLcBGAs/s72-c/Os%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B2.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-262439039067996574</guid><pubDate>Mon, 30 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-04-30T09:00:28.745-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filme</category><title>Eu assisti - Os filmes do ano (I)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-w4grgedCwNo/WuYHZrI0m6I/AAAAAAAAWKw/yx2GqadxI9Abr4wNcqD1DIHeYjg14zwCACLcBGAs/s1600/Os%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-w4grgedCwNo/WuYHZrI0m6I/AAAAAAAAWKw/yx2GqadxI9Abr4wNcqD1DIHeYjg14zwCACLcBGAs/s640/Os%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B1.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todo início de ano, eu faço aquele mesmo plano: Assistir a um filme por semana. Todo ano, eu falho já no primeiro mês (às vezes, na primeira semana). Falho feio. Em 2017, não cheguei nem aos 20% da meta. Mas mesmo já tendo aceitado que está é a forma de ficção que menos me atrai, eu insisto, porque ainda é ficção e talvez, em algum ano, eu consiga alcançar os 52.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano não está mal! Em quatro meses, foram 9 títulos, a mesma quantidade do ano passado inteiro, e 2 idas ao cinema, quase um recorde (minha última vez havia sido em meados de 2016). Então, assim como estou fazendo com &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/03/livros-2018-01.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;os livros do ano&lt;/a&gt;, também vou contar aqui sobre os filmes que vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2&gt;Eu assisti - Os filmes do ano (I)&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;Mamma Mia&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-5gdXgL8Rq28/WuYLhd-P5CI/AAAAAAAAWLE/LYiIA3Wc8W0bdl6YSj0ngl-1NaSOdTKDwCLcBGAs/s1600/01%2B-%2BMamma%2Bmia.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-5gdXgL8Rq28/WuYLhd-P5CI/AAAAAAAAWLE/LYiIA3Wc8W0bdl6YSj0ngl-1NaSOdTKDwCLcBGAs/s640/01%2B-%2BMamma%2Bmia.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Na ilha grega de Kalokairi. Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Eles vêm de diferentes partes do mundo, dispostos a reencontrar a mulher de suas vidas: Donna (Meryl Streep), mãe de Sophie. Ao chegarem Donna é surpreendida, tendo que inventar desculpas para não revelar quem é o pai de Sophie.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esse todo mundo conhece e eu mesma já tinha assistido algumas vezes. A notícia da sequência que está para chegar me deixou empolgada para ver de novo. É um musical bem água com açúcar, mesmo, mas obviamente o objetivo dele nunca foi te deixar mais inteligente ou te levar a reflexões profundas sobre a vida. É um filme para divertir, aquele que a gente abre quando a amiga termina um namoro e precisa de algo que a anime. Mamma Mia, pizza e sorvete: Não tem receita melhor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Irreplaceable you (Perfeita para você)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ObVTUHVjJuk/WuYLzF8JDHI/AAAAAAAAWLM/hOd7rd6Q1pYqy3TFb59HIQyav1-1gO1lgCLcBGAs/s1600/02%2B-%2BIrreplaceable%2Byou.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ObVTUHVjJuk/WuYLzF8JDHI/AAAAAAAAWLM/hOd7rd6Q1pYqy3TFb59HIQyav1-1gO1lgCLcBGAs/s640/02%2B-%2BIrreplaceable%2Byou.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;A história de Abbie e Sam, almas gêmeas que estavam destinadas a ficar juntos até que a morte se interpusesse.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O segundo filme do ano foi um draminha da Netflix. Todas as sinopses que vejo são ruins, porque focam no relacionamento entre Abbie e Sam, seja o fato deles estarem &quot;destinados a ficar juntos&quot; ou a parte em que Abbie tenta conseguir um novo amor para Sam após descobrir que tem um câncer em estágio avançado. Porém, para mim, o que se destaca é a jornada de Abbie, uma mulher &quot;Type A&quot;, que quer ter sempre o controle, até mesmo em sua morte iminente. Essa é uma história que já foi feita várias vezes, mas ainda é um ponto que me abala, porque eu sou uma dessas pessoas que quer controlar tudo e, às vezes, a gente tem que apenas viver enquanto pode.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Love, Simon (Com amor, Simon)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1ePkq4_w2ew/WuYL8KbVv0I/AAAAAAAAWLQ/kwOfc57uHYA08lfJoQH3XvTR0JCekAhfACLcBGAs/s1600/03%2B-%2BLove%2BSimon.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-1ePkq4_w2ew/WuYL8KbVv0I/AAAAAAAAWLQ/kwOfc57uHYA08lfJoQH3XvTR0JCekAhfACLcBGAs/s640/03%2B-%2BLove%2BSimon.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Um estudante de ensino médio tem o segredo de sua orientação sexual nas mãos do palhaço da turma e é chantageado.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como eu não acompanho de perto os lançamentos de romances adolescentes, não sabia da existência de Simon até quatro dias antes de assistir, quando fui convidada por uma amiga para a pré-estreia. Eu tinha alguns receios antes de assistir, primeiro por eu nunca ter visto nenhum filme cujo tema central é um romance LGBT e segundo porque eu &quot;conheço&quot; os roteiristas (lembrem que eu não vejo muitos filmes, então isso não é comum), que também escrevem para uma das minhas séries favoritas, então eu temia, ao mesmo tempo, não conseguir torcer para o casal e me decepcionar com Elizabeth Berger e Isaac Aptaker (a ironia? Eu me decepcionei com o episódio da série que foi exibido no mesmo dia e eu reclamei por não poder ver ao vivo). Apesar de tudo, o filme foi uma ótima surpresa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Simon é aquele tipo de personagem que me conquista facilmente, fechado e cheio de culpas, então torci o tempo inteiro para que ele revelasse logo o seu segredo e ficasse livre da prisão em que vivia desnecessariamente. Dos e-mails que ele troca com o misterioso Blue, me marcou a parte em que ele fala que todo mundo deveria ter que sair do armário. Ele fala no quesito sexualidade, mas eu acho que se aplica a muita coisa. Todos nós temos armários nos quais estamos escondidos. Inclusive, existe uma TED Talk muito boa sobre isso: &lt;a href=&quot;https://www.ted.com/talks/ash_beckham_we_re_all_hiding_something_let_s_find_the_courage_to_open_up?language=pt-br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ash Beckham - Tods nós escondemos algo. Tenhamos a coragem de falar abertamente&lt;/a&gt;. É algo para se pensar. O mais legal é que o filme não é pretensioso e cheio de lições, é apenas a história de um garoto que tem a vida normal, até que algo o tira de sua não tão confortável zona de conforto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;Hidden Figures (Estrelas além do tempo)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-aHUXB_Q2sTs/WuYMPAm6dDI/AAAAAAAAWLc/Hke8ao_zNowudGYAcBExWd3HORAomz2OwCLcBGAs/s1600/04%2B-%2BHidden%2Bfigures.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-aHUXB_Q2sTs/WuYMPAm6dDI/AAAAAAAAWLc/Hke8ao_zNowudGYAcBExWd3HORAomz2OwCLcBGAs/s640/04%2B-%2BHidden%2Bfigures.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;A história é centrada em Katherine Johnson (Taraji P. Henson), uma brilhante matemática afroamericana que, ao lado das colegas Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), foi peça fundamental numa das maiores operações da história dos Estados Unidos: o lançamento do astronauta John Glenn para a órbita da Terra e seu retorno em segurança. Junto, o trio ultrapassou todos os limites de gênero, raça e profissionais para embarcar e serem muito bem-sucedidas nessa missão pioneira.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dos nove filmes que [já] tiveram a honra de serem assistidos por mim em 2018, Hidden Figures é o meu favorito e agora eu entendo todos os elogios e prêmios que recebeu na época de seu lançamento. Inspirado no livro de mesmo nome, o filme foi muito além da biografia cheia de nomes e datas ao me conectar a essas personagens e a minha &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/04/garota-de-exatas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;paixão pelas ciências exatas&lt;/a&gt;. Katherine Johnson agora é um nome que figura entre as minhas inspirações, junto a figuras ilustres da computação, como Grace Hopper, Ada Lovelace e Margareth Hamilton. Ao contrário dos &lt;i&gt;Social Justice Warriors &lt;/i&gt;que fazem barulho na internet sem necessariamente fazer a diferença, essas mulheres mostraram o seu valor da forma mais efetiva possível: &lt;b&gt;Mostrando&lt;/b&gt;&amp;nbsp;o seu valor. Lutando e se esforçando para &lt;b&gt;mostrar&lt;/b&gt; que não seriam paradas, que os números e os códigos não conhecem gênero ou cor, conquistando as mentes que se importam com o que realmente é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;A wrinkle in time (Uma dobra no tempo)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-EuKaYkFZWSQ/WuYMUp8vDwI/AAAAAAAAWLg/RxevkT92JOobUswpmc20KkSPDb6iP86swCLcBGAs/s1600/05%2B-%2BA%2Bwrinkle%2Bin%2Btime.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-EuKaYkFZWSQ/WuYMUp8vDwI/AAAAAAAAWLg/RxevkT92JOobUswpmc20KkSPDb6iP86swCLcBGAs/s640/05%2B-%2BA%2Bwrinkle%2Bin%2Btime.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Os irmãos Meg (Storm Reid) e Charles (Deric McCabe) decidem reencontrar o pai, um cientista que trabalha para o governo e está desaparecido desde que se envolveu em um misterioso projeto. Eles contarão com a ajuda do colega Calvin (Levi Miller) e de três excêntricas mulheres em uma ousada jornada por diferentes lugares do universo.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro filme que eu gostei bastante, apesar de compreender todas as críticas. Já escrevi um &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/04/uma-dobra-no-tempo.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;post inteiro sobre esta história&lt;/a&gt;, então não vou repetir aqui. Digo apenas que recomendo, tanto o livro quanto o filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Our souls at night (Nossas noites)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-fA2r3pl_07I/WuYMeXrjbcI/AAAAAAAAWLo/UX_su5BQ7ekZYbqahLnOaneLyKWQsCOzQCLcBGAs/s1600/06%2B-%2BOur%2Bsouls%2Bat%2Bnight.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-fA2r3pl_07I/WuYMeXrjbcI/AAAAAAAAWLo/UX_su5BQ7ekZYbqahLnOaneLyKWQsCOzQCLcBGAs/s640/06%2B-%2BOur%2Bsouls%2Bat%2Bnight.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Addie, uma viúva solitária tenta se conectar com seu vizinho de décadas após ele também perder a esposa. Os dois moraram lado a lado por anos e quase não se conheceram – agora, na velhice, começam a estabelecer uma conexão e descobrir uma química perfeita.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro draminha da Netflix, este focado em dois idosos que resolvem dormir juntos. Sim, apenas dormir, passar as noites um ao lado do outro para espantar a solidão, sem envolvimento sexual ou romântico. É óbvio que isso não ia dar certo e eles acabariam se envolvendo, sim. É bonitinho acompanhar a jornada dos dois e torcer para que eles possam ficar juntos, apesar de um grande inconveniente que se apresenta na forma do filho de Addie. Infelizmente, o final não compensa. Não por não ser o que eu estava esperando, mas pela rapidez com que acontece. O drama é morno do começo ao fim, e seu final é abrupto, me deixou com a sensação de incompletude que me acabou estragando as quase duas horas que passei assistindo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Five flights up (Ruth e Alex)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-ZH7CXKbvqE0/WuYMcG0njqI/AAAAAAAAWLk/RprbWUbsV1MVZbgvNetl1wKnRxzav-wygCLcBGAs/s1600/07%2B-%2BFive%2Bflights%2Bup.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-ZH7CXKbvqE0/WuYMcG0njqI/AAAAAAAAWLk/RprbWUbsV1MVZbgvNetl1wKnRxzav-wygCLcBGAs/s640/07%2B-%2BFive%2Bflights%2Bup.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Em Nova York, Ruth (Diane Keaton) e Alex (Morgan Freeman), juntos há décadas, decidem vender o apartamento onde sempre viveram no Brooklyn e irem para um outro lugar. Eles apenas não imaginam a quantidade de problemas que vão encontrar nas negociações para se desfazer do imóvel que compraram na década de 1970.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Também focado em um casal de idosos, neste acompanhamos os protagonistas - em especial, Alex - tendo que se adaptar à ideia de uma possível mudança, pois moram no quinto andar de um prédio sem elevadores e precisam se preparar para o momento em que seus corpos vão começar a reclamar do esforço. Poderia ser uma história ótima (e é melhor que Our souls at night, reconheço), mas também peca pelo final abrupto e, principalmente, por apresentar personagens bidimensionais. Do início ao fim, Alex é o teimoso e Ruth é a conciliadora. Vários dos personagens menores com quem eles cruzam são mostrados apenas como pessoas egoístas e rudes, outros são &quot;esquisitos&quot; e peculiares. O que salvou foi o elenco, já que Diane Keaton e Morgan Freeman mostraram uma ótima química e eu gostaria de vê-los juntos em outros trabalhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;This is where I leave you (Sete dias sem fim)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-NNeiA65Jv5E/WuYMemXymRI/AAAAAAAAWLs/mCVJmzaD4PQup7CuUm8HfNzGrGxUdZ_eQCEwYBhgL/s1600/08%2B-%2BThis%2Bis%2Bwhere%2BI%2Bleave%2Byou.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-NNeiA65Jv5E/WuYMemXymRI/AAAAAAAAWLs/mCVJmzaD4PQup7CuUm8HfNzGrGxUdZ_eQCEwYBhgL/s640/08%2B-%2BThis%2Bis%2Bwhere%2BI%2Bleave%2Byou.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Os membros de uma família judia nunca realmente seguiram as tradições religiosas, mas quando o pai morre, os quatro filhos, que não se encontravam há décadas, aceitam fazer a cerimônia do Shivah juntos, passando uma semana inteira dentro da mesma casa e trazendo à tona os problemas familiares.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este foi um filme que assisti por acaso e acabei gostando bastante, mas minha principal opinião sobre ele é que deveria ser uma série (ou, pelo menos, uma minissérie). Dramas&amp;nbsp; (ou dramédias) familiares estão em alta comigo e clima ao mesmo tempo leve e fúnebre do filme me lembrou de Parenthood e Six Feet Under, duas séries que estou maratonando atualmente. Relações entre irmãos são algo que eu gosto bastante e achei que o filme conseguiu balancear bem a história do quarteto Paul (Corey Stoll), Judd (Jason Bateman), Wendy (Tina Fey) e Phillip Altman (Adam Driver), cada um com seus problemas, seus defeitos e suas qualidades. Mas, apesar de ter tido um bom final, terminei com a sensação de que eu adoraria saber mais sobre essas pessoas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Star Wars I - The phantom menace (A ameaça fantasma)&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-5OVnGgS5drk/WuYMfjiPCUI/AAAAAAAAWLw/9HYXFG8lchMRcXF2PzSd2bwX4MbYtZNWgCEwYBhgL/s1600/09%2B-%2BThe%2Bphantom%2Bmenace.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-5OVnGgS5drk/WuYMfjiPCUI/AAAAAAAAWLw/9HYXFG8lchMRcXF2PzSd2bwX4MbYtZNWgCEwYBhgL/s640/09%2B-%2BThe%2Bphantom%2Bmenace.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Quando a maquiavélica Federação Comercial planeja invadir o pacífico planeta Naboo, o guerreiro Jedi Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) e seu aprendiz Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) embarcam em uma aventura para tentar salvar o planeta. Viajam com eles a jovem Rainha Amidala (Natalie Portman), que é visada pela Federação pois querem forçá-la a assinar um tratado que é para eles muito importante. Eles têm de viajar para os distantes planetas Tatooine e Coruscant em uma desesperada tentativa de salvar o mundo de Darth Sidious (Ian McDiarmid), o demoníaco líder da Federação que sempre surge em imagens tridimensionais (a ameaça fantasma). Durante a viagem Qui-Gon Jinn conhece um garoto de nove anos e deseja treiná-lo para ser tornar um Jedi, pois o menino tem todas as qualidades para isto. Mas o tempo revelará que nem sempre as coisas são o que aparentam.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu sei, todo mundo já assistiu. Eu sei, meu lado nerd tem uma síncope por saber que eu não. Não me lembro se cheguei a ver algum Star Wars quando era mais nova, mas só no lançamento da nova trilogia foi que decidi que queria ver e, apesar de estar gostando, ainda vou demorar a terminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu também sei que essa trilogia é a menos amada da série, mas devo dizer que alguns pontos me fizeram apreciá-la antes mesmo de começar. Primeiramente, é a única completamente livre da chatice de Luke Skywalker. Segundo, e mais importante, é a história de um dos maiores &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/11/d52meus-viloes-preferidos-sao.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;vilões&lt;/a&gt; do cinema e eu gostaria que todas as minhas pessoas horríveis tivessem essa mesma chance de humanização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo meu histórico, é pretensão demais querer ver todos os filmes da franquia até o fim do ano, mas espero riscar da minha lista pelo menos mais dois e terminar a história do menino Anakin, pois estou muito curiosa para saber como ele se transformou em Vader.&lt;/div&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu não deveria pedir indicações de mais filmes, porque a minha lista é imensa (neste momento, tem 72 títulos), mas vocês sabem, os comentários estão sempre aí para as dicas de vocês, pode ser que algum me chame a atenção e entre no próximo Eu Assisti.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-TyLQ0npU40Q/WuYHhwsqfcI/AAAAAAAAWK0/DMyw7TUd_JkwWOMOCjHOf3ObvzQ6CpsQACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-TyLQ0npU40Q/WuYHhwsqfcI/AAAAAAAAWK0/DMyw7TUd_JkwWOMOCjHOf3ObvzQ6CpsQACLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BOs%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B1.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/04/eu-assisti-os-filmes-do-ano-i.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-w4grgedCwNo/WuYHZrI0m6I/AAAAAAAAWKw/yx2GqadxI9Abr4wNcqD1DIHeYjg14zwCACLcBGAs/s72-c/Os%2Bfilmes%2Bdo%2Bano%2B1.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-1952875369268150025</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-04-23T09:00:00.376-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Blogagem coletiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>A história por trás de uma foto</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-00_-TnZ6TT8/WtzBz7UOESI/AAAAAAAAWAI/f8q2f9IcPxAKmond4wu9m2p7LUWDdJ3VwCLcBGAs/s1600/A%2Bhist%25C3%25B3ria%2Bpor%2Btr%25C3%25A1s%2Bde%2Buma%2Bfoto.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-00_-TnZ6TT8/WtzBz7UOESI/AAAAAAAAWAI/f8q2f9IcPxAKmond4wu9m2p7LUWDdJ3VwCLcBGAs/s640/A%2Bhist%25C3%25B3ria%2Bpor%2Btr%25C3%25A1s%2Bde%2Buma%2Bfoto.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em janeiro, fez 10 anos desde que eu criei meu primeiro blog. Eu mudei muito desde então - em todos os sentidos - e, sem querer entrar no mérito do que está melhor ou pior, a blogosfera também mudou. Em 2008, as redes sociais não eram as mesmas de hoje e não eram uma peça tão relevante nas nossas vidas como pessoas ou blogueiros. Em 2008, a gente não acompanhava blogs pelo Twitter ou pelas Fanpages, mas pelo painel do Blogger ou pelo saudoso Google Reader. Em 2008, as interações não eram por likes ou retweets, mas por comentários e e-mails.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008 também existia uma coisa chamada &lt;b&gt;Blogagem Coletiva&lt;/b&gt;. Vários blogueiros se reuniam para definir temas e todos eles postavam algo relacionado no período determinado. Desde que os blogs-diarinho começaram a agonizar, vejo várias iniciativas para retomar as coisas boas que fazíamos quando tudo isso aqui era só um grupo de pessoas querendo falar da vida. Uma dessas iniciativas é o projeto de blogagens coletivas &lt;b&gt;Amorzices&lt;/b&gt;, uma parceria entre três blogs que eu gosto muito, o &lt;a href=&quot;http://desancorando.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Desancorando&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;https://sernaiotto.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sernaiotto&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;http://melinasouza.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Serendipity&lt;/a&gt;. O tema de Abril do Amorzices é &lt;b&gt;A História Por Trás de Uma Foto&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha desistido de postar esta semana, porque minhas férias estão acabando&amp;nbsp;e eu queria aproveitar o tempo com outras coisas, mas li &lt;a href=&quot;http://desancorando.com.br/2018/04/15/o-ano-novo-no-dia-30-de-dezembro/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um post sobre esse assunto&lt;/a&gt; e me interessei. Coincidentemente, no sábado eu consegui fazer algo que queria há muito tempo, que era digitalizar algumas das minhas fotos antigas favoritas, o que transportou o meu lado nostálgico para várias épocas diferentes, algumas das quais eu nem me lembrava mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É em 2000 que vamos parar hoje.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-mLZHnjKFfvs/WtzbDPbg4lI/AAAAAAAAWBI/bIMFFE84ansPAjxoi2DJGVpBsiPJHbUVgCLcBGAs/s1600/Foto%2B-%2B2000.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;A história por trás de uma foto&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-mLZHnjKFfvs/WtzbDPbg4lI/AAAAAAAAWBI/bIMFFE84ansPAjxoi2DJGVpBsiPJHbUVgCLcBGAs/s640/Foto%2B-%2B2000.png&quot; title=&quot;A história por trás de uma foto&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&quot;Life was a party to be thrown, but that was a million years ago&quot; A million years ago - Adele&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 2000, nós ainda estávamos no século passado e havíamos sobrevivido ao bug do milênio. As Torres Gêmeas ainda existiam, o dólar valia R$1,86 e os celulares tinham apenas uma função. Em 2000, Monica e Chandler ainda não tinham se casado, Gilmore Girls não era &quot;um estilo de vida, uma religião&quot; e a novela ainda era &quot;das oito&quot;. A gente chegava em casa, tomava banho, fazia o dever, jantava e ia torcer para a Helena ficar com o Edu, porque, meu Deus, a Camila era muito chata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 10 de outubro de 2000, eu tinha 14 anos e me senti muito adulta quando, contrariando todas as expectativas, meus pais me deixaram ir à Ouro Preto em uma excursão do cursinho. Eu já tinha ido a excursões, mas sempre para lugares mais controlados e, muitas vezes, com minha mãe junto, sempre muito solícita para ajudar a supervisionar as crianças. Dessa vez, não. A mais famosa cidade histórica de Minas Gerais recebeu centenas de adolescentes que estudavam feito loucos para tentar conseguir uma vaga na melhor escola de ensino médio e técnico do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não me lembro de ter dormido mal na véspera, mas tenho certeza que aconteceu, porque até hoje isso acontece quando tenho algo importante acontecendo bem cedo. Também não me lembro de ter escolhido a minha&amp;nbsp;melhor roupa, mas as fotos não mentem, eu estava usando a minha blusa de alcinha vermelha favorita e uma calça jeans boa. O que eu me lembro é de ter pedido aos meus pais um filme - porque, em 2000, fotos eram em filmes de 12, 24 ou 36, que depois precisavam ser revelados - para tirar fotos com os meus amigos, mas a verdade é que eu queria foto do menino que eu gostava (em 2000, &quot;crush&quot; era &quot;o menino que eu gostava&quot;) e que só confirmou presença de última hora. O professor de Física bonitinho - que me adorava, porque eu realmente queria aprender Física e não apenas ficar olhando pra ele - não foi e nem meu melhor amigo - o que, dias depois, se revelou uma grande sorte, dado que ele gostava de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o menino que eu gostava foi. Acontece que a Cíntia de 2000 só gostava de meninos rebeldes e, obviamente, a turma dele jamais andaria com a minha. Ele era um dos garotos mais bonitos da classe; eu era a mais inteligente. Ele vivia sendo mandado para fora de sala; eu tinha o dom de bater papo durante toda a aula sem ninguém perceber (fui descoberta dois anos depois, pelo professor de Física do CEFET). Eu queria conhecer a cidade; ele... jamais saberemos com certeza, mas agora é fácil deduzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava chateada, mas, ao mesmo tempo em que precisava disfarçar, também precisava ficar atenta à possibilidade dele estar por perto. De alguma forma, eu consegui me divertir. Lembro-me das igrejas, dos morros, do museu que não era gratuito, então não entramos. Lembro-me de comer no self-service, algo que não era tão comum na minha vida como é hoje, e encontrar um pedaço de plástico no meio do arroz, de reclamar e não precisar pagar pelo prato. Eu voltei a Ouro Preto alguns anos depois, mas estranhamente, me lembro mais dessa primeira viagem. O ano 2000 tem sempre muito espaço nas minhas memórias, foi &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/03/o-folheto-que-mudou-minha-vida.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o ano que mudou a minha vida&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e abriu um mundo que eu não sabia que existia. Uma época cheia de pessoas que eu guardo com carinho na lembrança e nas mensagens deixadas na agenda, mas que eu gostaria de ainda ter por perto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esse dia foi ótimo. Foi um dos dias ótimos que tive com essas pessoas que me marcaram tanto. Mentalmente, agradeço ao menino que eu gostava por ter me feito comprar aquele filme, embora ele jamais vá saber disso (Ei, Menino Que Eu Gostava, se o acaso te mandou aqui, obrigada). Foram várias fotos legais, mas essa é uma das minhas favoritas. Não foi espontânea, alguém teve a ideia e a gente se organizou, demorou. Alguém teve que ficar de fora, não existia selfie. Já estávamos cansados, mas eu estava feliz, eu me lembro disso. Eu não me lembro especificamente de todas as fotos que tiramos, mas esta sim, provavelmente pelo trabalho que deu pra todo mundo ficar numa posição agradável numa época em que não dava pra tirar várias e escolher depois. Tanto que eu fiz questão de parar nesse mesmo lugar quando voltei à cidade e tirar outras fotos (dessa vez, digitais) lá. Provavelmente, farei o mesmo se for outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história por trás da foto não é nenhuma grande história, mas é uma história que me faz sorrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-v_z2MXxALuE/WtzlJcits-I/AAAAAAAAWBY/W3WCEs6CX389aaa29rTVs9pIb8fqzvInwCLcBGAs/s1600/Ouro%2BPreto%2B-%2B10%2Bde%2Boutubro%2Bde%2B2000.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-v_z2MXxALuE/WtzlJcits-I/AAAAAAAAWBY/W3WCEs6CX389aaa29rTVs9pIb8fqzvInwCLcBGAs/s640/Ouro%2BPreto%2B-%2B10%2Bde%2Boutubro%2Bde%2B2000.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-0qN1vbGutU0/WtzB6or1fqI/AAAAAAAAWAM/6VDrxxR9xycqxvkfyFdPuahMMYEXS5mFACLcBGAs/s1600/A%2Bhist%25C3%25B3ria%2Bpor%2Btr%25C3%25A1s%2Bde%2Buma%2Bfoto%2B-%2BPinterest.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-0qN1vbGutU0/WtzB6or1fqI/AAAAAAAAWAM/6VDrxxR9xycqxvkfyFdPuahMMYEXS5mFACLcBGAs/s320/A%2Bhist%25C3%25B3ria%2Bpor%2Btr%25C3%25A1s%2Bde%2Buma%2Bfoto%2B-%2BPinterest.png&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/04/a-historia-por-tras-de-uma-foto.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://3.bp.blogspot.com/-00_-TnZ6TT8/WtzBz7UOESI/AAAAAAAAWAI/f8q2f9IcPxAKmond4wu9m2p7LUWDdJ3VwCLcBGAs/s72-c/A%2Bhist%25C3%25B3ria%2Bpor%2Btr%25C3%25A1s%2Bde%2Buma%2Bfoto.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-9205475672728266680</guid><pubDate>Mon, 16 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-07-02T09:43:48.296-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><title>3 séries que deveriam ser mais conhecidas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-qEllyZascqo/WsTlMvFvC8I/AAAAAAAAUqY/eC4bO77HB_kE38DpW2DQo4prZBBYJ6kLgCLcBGAs/s1600/3%2Bs%25C3%25A9ries%2Bque%2Bdeveriam%2Bser%2Bmais%2Bconhecidas.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-qEllyZascqo/WsTlMvFvC8I/AAAAAAAAUqY/eC4bO77HB_kE38DpW2DQo4prZBBYJ6kLgCLcBGAs/s640/3%2Bs%25C3%25A9ries%2Bque%2Bdeveriam%2Bser%2Bmais%2Bconhecidas.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando eu era mais nova, não costumava assistir muitas séries. Apenas ouvia falar das mais famosas, mas não me interessava pela maioria (ainda não me interesso). A única que eu realmente gostava e, na época, fiz questão de ver até o fim foi Gilmore Girls. Parece uma eternidade desde essa época, mas só se passaram seis anos. Depois de Gilmore Girls, conheci Switched at Birth, por causa da Vanessa Marano; na mesma época, vi uma cena de The Big Bang Theory na Internet e gostei; comprei um DVD de Grey&#39;s Anatomy que estava barato nas Lojas Americanas. O resto, é história. Segundo o Banco de Séries, eu já assisti 4239 episódios de 119 séries diferentes, totalizando 98 dias e 21 horas da minha vida, ou 4,5% do meu tempo nesses últimos 6 anos (média de 64 minutos por dia).&lt;br /&gt;Parece muito, não é mesmo? Ainda assim, as séries que eu gostaria de assistir (a minha geladeira) neste momento totalizam 9157 horas, em 15407 episódios de 243 séries.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muita série. Por isso não me surpreendo quando alguém diz que nunca ouviu falar de algo que eu assisti e gostei, principalmente quem está começando agora. Ainda assim, às vezes eu vejo algumas séries tão legais que me pergunto por que não há mais gente falando sobre elas (ou, em alguns casos, por que foram canceladas tão cedo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois aqui estou para apresentar a vocês três dessas séries. São todas relativamente curtas, fáceis de maratonar e valem cada segundo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;3 séries que deveriam ser mais conhecidas&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1. Happy Endings&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-jsdAqe9Cgf4/WsT8oLbhxSI/AAAAAAAAUrE/YPcRTkl7FGQgZ0eM9zlGptbClvvMHIQZQCLcBGAs/s1600/Happy%2BEndings.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-jsdAqe9Cgf4/WsT8oLbhxSI/AAAAAAAAUrE/YPcRTkl7FGQgZ0eM9zlGptbClvvMHIQZQCLcBGAs/s640/Happy%2BEndings.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vou começar de leve, com uma comédia. Desde que Friends terminou, há 14 anos, a indústria televisiva norte-americana procura uma nova série de grupo de amigos que vá fazer tanto sucesso. How I met your mother foi a &quot;tentativa&quot; mais bem sucedida, mas mesmo tendo várias características que a destacam, até ela continua sendo comparada ao outro grupo de amigos. Minhas queridinhas The big bang theory e You&#39;re the worst também podem se encaixar nessa categoria, assim como a divertida Friends with better lives, que não durou nem uma temporada, é a muito chata Friends from college, renovada para a segunda temporada pela Netflix (algo que não compreendo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Happy Endings é a prima ignorada de todas elas. Como é típico dessas comédias, ela foca em seis amigos simplesmente vivendo suas vidas em uma cidade grande (no caso, Chicago). Mesmo não sendo tão engraçada quanto Friends e não tendo uma estrutura narrativa tão interessante quanto HIMYM, a série foi indicada a vários prêmios e poderia ter sido um grande sucesso se não fossem por algumas más decisões tomadas pelos executivos da emissora do alfabeto (nenhuma surpresa, certo?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jane é a control freak que todo grupo precisa. Brad é o marido que gosta de ser engraçado e tem um forte lado feminino. Alex é a irmã mais nova que trabalha com moda e toma péssimas decisões, como largar o noivo Dave no altar. Ou namorar Dave, o cara bonzinho e chato que se apega a coisas sem importância e se acha mais legal do que realmente é. Max é o cara bagunceiro e baladeiro que não cresceu e possui hábitos nada saudáveis, uma caricatura do famigerado homem-branco-cis-hetero babaca, não fosse ele gay. E Penny é a cola social do grupo, aquela cheia de peculiaridades que poderiam ser irritantes, mas que a gente não consegue não amar. A dinâmica entre todos eles funciona super bem, especialmente o relacionamento de Jane e Brad e a amizade entre Max e Penny.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais uma daquelas séries para ver uma vez do início ao fim e depois manter os episódios no HD externo pra rever aleatoriamente quando quiser algo pra passar o tempo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2. Being Erica&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-hX2FAVBQGqM/WsT8wQgrlTI/AAAAAAAAUrI/FlkF86tahTEj3BAn7_whbYuliOolltO1gCLcBGAs/s1600/Being%2BErica.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-hX2FAVBQGqM/WsT8wQgrlTI/AAAAAAAAUrI/FlkF86tahTEj3BAn7_whbYuliOolltO1gCLcBGAs/s640/Being%2BErica.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Da comédia para a dramédia, meu gênero favorito. Being Erica é minha série conforto. Foi uma das primeiras que assisti (e propositadamente não a citei na introdução) e que se tornou uma das minhas favoritas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela foca em Erica Strange, que aos 32 anos não está nem perto de onde ela planejou que estaria nessa idade. Ela é linda e inteligente, mas tomou várias decisões das quais se arrepende e acha que poderia estar melhor se tivesse feito escolhas melhores. Em um dia especialmente ruim, ela conhece Dr Tom, um terapeuta não convencional que lhe dá a chance de mudar seu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não era particularmente fã de viagens no tempo e universos alternativos antes dessa série, mas agora me interesso por tudo o que tem essa temática. Mas o mais legal da série é que acompanhar a Erica nas sessões com o Dr Tom é quase como fazer uma terapia também (inclusive, foi com ela que eu comecei a pensar no assunto, embora o mérito por eu ter finalmente tomado uma atitude seja de outra série e outro personagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa o momento pelo qual eu estou passando, a Erica já passou por algo similar e existe um episódio sobre isso para me ajudar a tomar decisões melhores. São só 49 episódios, menos de 37 horas, mas parece muito mais, a Erica é quase como se fosse uma amiga que eu gosto tanto e estou sempre apresentando para todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;3. The Astronaut Wives Club&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-SowqPOKFE5U/WsT81e85E4I/AAAAAAAAUrM/Gw6ogSv_sOwxw-tCOMJx8oDXDwWfmvljwCLcBGAs/s1600/The%2Bastronaut%2Bwives%2Bclub.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-SowqPOKFE5U/WsT81e85E4I/AAAAAAAAUrM/Gw6ogSv_sOwxw-tCOMJx8oDXDwWfmvljwCLcBGAs/s640/The%2Bastronaut%2Bwives%2Bclub.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para terminar, um drama. Há algumas semanas, &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/04/garota-de-exatas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;eu comentei um pouco sobre o filme Hidden Figures (Estrelas Além do Tempo)&lt;/a&gt; e como ele fez com que eu me sentisse. Para quem já assistiu ou leu o livro, The Astronaut Wives Club se passa na mesma época, durante a Guerra Fria, quando os Estados Unidos faziam de tudo para alcançar a Rússia, que saiu à frente na corrida espacial ao enviar o seu primeiro cosmonauta ao espaço em 1957. Em apenas dez episódios, a série - que foi baseada em um livro de mesmo nome - mostra o ponto de vista das sete esposas do &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_Mercury&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Programa Mercury&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre elas estão Louise Shepard, cujo marido Alan foi o americano enviado, Annie Glenn, esposa de John Glenn, o primeiro a orbitar a Terra, e Betty Grissom, esposa do astronauta Virgil Grissom que morreu durante um treinamento em 1967.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivendo em um contexto em que suas próprias aspirações não tinham tanta importância, essas mulheres mostram personalidade para apoiar a missão de seus maridos sem que elas próprias se perdessem. No fim, forma-se uma bela irmandade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série é dramática, mas é um drama que foca nas pessoas, não nos grandes acontecimentos. Esse é meu estilo de drama, é o tipo de história que me faz chorar, o que TAWC conseguiu várias vezes. Tenho planos de ler o livro e, depois, rever a série, com maior conhecimento da História. Para mim, o único problema é que sejam tão poucos episódios cobrindo um período tão extenso (cerca de 10 anos entre o lançamento do Programa Mercury&amp;nbsp;e a chegada do homem à Lua), pois me apeguei a várias personagens, minhas favoritas sendo Reneé Carpenter e Betty Grissom, que tiveram episódios incríveis dedicados a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém já assistiu alguma dessas? Se sim, o que acha? Concorda comigo que elas deveriam ser mais conhecidas?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-FwIozfZyEvk/WsTnWKlS1-I/AAAAAAAAUqk/OYWZgpn4DGsrfqpQTcgHasU-8Ld_pdFOACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2B3%2Bs%25C3%25A9ries%2Bque%2Bdeveriam%2Bser%2Bmais%2Bconhecidas.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-FwIozfZyEvk/WsTnWKlS1-I/AAAAAAAAUqk/OYWZgpn4DGsrfqpQTcgHasU-8Ld_pdFOACLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2B3%2Bs%25C3%25A9ries%2Bque%2Bdeveriam%2Bser%2Bmais%2Bconhecidas.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/04/3-series-que-deveriam-ser-mais-conhecidas.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-qEllyZascqo/WsTlMvFvC8I/AAAAAAAAUqY/eC4bO77HB_kE38DpW2DQo4prZBBYJ6kLgCLcBGAs/s72-c/3%2Bs%25C3%25A9ries%2Bque%2Bdeveriam%2Bser%2Bmais%2Bconhecidas.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-3667452191905539096</guid><pubDate>Mon, 09 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-31T16:42:44.181-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">featured</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filme</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livro</category><title>Uma dobra no tempo</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-iImcqnBbqs4/WsTjgNDsvZI/AAAAAAAAUqI/KtP7GjHJXyA4frXjHiL7RmQGnWrxcks7QCLcBGAs/s1600/Uma%2Bdobra%2Bno%2Btempo.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-iImcqnBbqs4/WsTjgNDsvZI/AAAAAAAAUqI/KtP7GjHJXyA4frXjHiL7RmQGnWrxcks7QCLcBGAs/s640/Uma%2Bdobra%2Bno%2Btempo.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Meg Murry é uma garota de 13 anos que teve uma criação diferente da maioria dos adolescentes. Seus pais são dois cientistas brilhantes que investigam os mistérios do universo. Ou, pelo menos, investigavam. Alex Murry desapareceu há quatro anos, deixando a mulher, a filha e o filho adotivo Charles Wallace, agora com 6 anos. Desde então, Meg nunca mais foi a mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Uma dobra no tempo&lt;/span&gt; - o filme - encontra Meg tendo problemas na escola no aniversário de quatro anos do desaparecimento de seu pai, quando tanto seus colegas quanto os professores parecem se empenhar em produzir comentários maldosos na presença da menina e de seu irmão, por quem ela nutre uma adoração recíproca.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;A história de Meg é a típica jornada do herói. A normalidade de uma vida sem o pai é desafiada pelo aparecimento de três seres estranhos, as senhoras Queé, Quem e Qual, interpretadas respectivamente por Reese Whiterspoon, Mindy Kalling e Oprah Winfrey, já conhecidas de Charles Wallace, que convocam as crianças a uma aventura que pode trazer o pai delas de volta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Assim como no livro, o grupo - composto também pelo amigo Calvin - tessera pelo universo até chegar ao assustador planeta de Camazotz, onde uma figura maligna, chamada apenas de It ou Aquilo na tradução para o Português, mantém preso o Sr Murry e quer prender também seus filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Quando comecei a ler o livro de Madeleine L&#39;Engle, há cerca de dois meses, eu tinha uma preocupação: Que a história fosse uma fantasia forte, gênero do qual eu não gosto e pouquíssimos livros em atraem. Porém, fui surpreendida ao encontrar dois estilos que estão entre os meus favoritos, a ficção científica e a ficção cristã. Ciência e religião são frequentemente colocadas como extremos opostos e não conheço outros livros que consigam unir os dois. A autora faz isso muito bem, usando a minha querida Física para explicar o universo ao mesmo tempo em que utiliza citações e conceitos bíblicos para explicar o mal que as crianças precisam vencer. A fantasia está ali, mas sua base está na mitologia cristã, a que eu, como cristã, considero verdadeira, então minhas preocupações foram rapidamente dissipadas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;No filme, as referências à religião cristã foram completamente removidas, mas sua essência continua presente. E é sobre isso que eu quero falar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Como os leitores frequentes do blog devem saber, eu não assisto a muitos filmes. Não entendo de direção, de fotografia, de ângulos de câmera, nada disso. Mas tenho três décadas de experiência em me identificar com personagens. Para mim, foi muito fácil me identificar com Meg. Sua teimosia e pavio curto são defeitos que compartilho, embora tenha aprendido a controlar meu temperamento ao longo dos anos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Embora tenha soado piegas em algumas cenas, principalmente quando na voz de Oprah, a história passa mensagens muito relevantes. Em sua aventura, Meg aprende que merece ser amada mesmo com todos os seus defeitos e que cada pessoa trava suas próprias lutas, das quais ela não faz a menor ideia. Em uma das minhas cenas favoritas, vemos, junto com a menina, flashes do diretor da escola, da colega que implica com Meg e de Calvin, o amigo que os acompanha na jornada. É uma mensagem de empatia, de novo essa palavra que a gente se cansa de ouvir, mas ainda tem dificuldades de aprender. Também é uma mensagem de amor, quando Meg que percebe que não é o ódio que nutre por Aquilo que vai vencer seu inimigo, mas o amor. Eu adoraria que todas as pessoas entendessem isso e que todos nós conseguíssemos agir de acordo com essa verdade, por isso não me importa quantas outras histórias já tocaram nesse assunto, elas continuam sendo necessárias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Eu adoro relacionamentos de irmãos na ficção e um dos pontos altos dessa história, mais forte no filme que no livro, é a sincronia entre Meg e Charles Wallace. Há um mês, o filipino-americano Deric McCabe, foi apontado pela revista americana People como um dos &quot;nomes mais quentes da Hollywood jovem&quot;, juntamente com Raegan Revord (minha filha Missy Cooper, de Young Sheldon), Parker Bates (meu pequeno Kevin Pearson, de This is Us) e a já veterana Bailee Madison. Destaque mais do que merecido. O garotinho é incrível, seja nas cenas em que demonstra a inocência do doce e inteligente caçula dos Murry, quanto nos momentos de tensão em que o pequeno se torna apenas uma carcaça sem emoções nas mãos de Aquilo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Infelizmente, não posso dizer o mesmo de Calvin. Se no livro o garoto tinha um motivo para estar lá e demonstrava uma personalidade própria, no filme, com exceção da cena já citada, desde o início fica bem claro seu interesse por Meg, tornando despropositada sua presença na aventura. No livro, meu personagem favorito; no filme, dispensável.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;Eu também dispensaria algumas cenas na primeira metade do filme para dar espaço a algumas explicações no final. Se eu não tivesse lido a obra original, ficaria confusa com relação às casas com pessoas sincronizadas e à importância das crianças não se renderem à frequência do mal. Do jeito que foi feito, a teimosia de Meg foi apenas uma característica, não algo determinante para sua vitória.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-size: 11pt; margin: 0in; text-align: justify;&quot;&gt;De qualquer forma, gostei muito da história, tanto em sua forma original quanto na adaptação, pois apresenta de maneira lúdica alguns princípios que eu valorizo e prego, além do amor pela ciência. Que &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Uma Dobra no Tempo&lt;/span&gt; seja um sucesso e desperte nas crianças não apenas esse amor, mas também a luz que vence a escuridão de Camazotz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-oh4oBdKDiQw/WsTj-SEnv0I/AAAAAAAAUqM/nlPCZlXJQUIK91_WLCY7jpOce7is6M77QCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BUma%2Bdobra%2Bno%2Btempo.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-oh4oBdKDiQw/WsTj-SEnv0I/AAAAAAAAUqM/nlPCZlXJQUIK91_WLCY7jpOce7is6M77QCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BUma%2Bdobra%2Bno%2Btempo.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/04/uma-dobra-no-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-iImcqnBbqs4/WsTjgNDsvZI/AAAAAAAAUqI/KtP7GjHJXyA4frXjHiL7RmQGnWrxcks7QCLcBGAs/s72-c/Uma%2Bdobra%2Bno%2Btempo.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-8683762395036584784</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-11-03T11:56:46.915-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carreira</category><title>Garota de Exatas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/--s1S531TnzY/WsFR2Cl8teI/AAAAAAAAUks/cf9kr9hbdto-H--6-H9jFieVFBSajwT-QCLcBGAs/s1600/Garota%2Bde%2BExatas.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/--s1S531TnzY/WsFR2Cl8teI/AAAAAAAAUks/cf9kr9hbdto-H--6-H9jFieVFBSajwT-QCLcBGAs/s640/Garota%2Bde%2BExatas.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando criança, eu quis ser jogadora de basquete, escritora, desenhista, professora, cabeleireira, jogadora de futebol e repositora de produtos no supermercado perto de casa. Na adolescência, quis ser advogada, promotora, juíza. Às vésperas do vestibular, meu sonho era fazer Música e cheguei a cogitar Jornalismo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pensando apenas nisso, parece obra do acaso que eu tenha acabado na Computação. Não foi.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;4 anos: Cabeleireira&lt;br /&gt;6 anos: Professora&lt;br /&gt;8 anos: Repositora de produtos no supermercado&lt;br /&gt;10 anos: Escritora&lt;br /&gt;12 anos: Advogada&lt;br /&gt;14 anos: Cantora&lt;br /&gt;16 anos: Física&lt;br /&gt;18+: Cientista da computação &lt;a href=&quot;https://t.co/A7eaQBE5u5&quot;&gt;https://t.co/A7eaQBE5u5&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/951057291448602624?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;10 de janeiro de 2018&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há alguns dias, a filha de uma amiga postou a foto do livro de matemática com exercícios de números binários, e me lembrei da história de quando eu aprendi binário. Na quinta série, minha escola estava trocando os livros didáticos e resolveu doar alguns dos antigos para quem quisesse. Não me lembro o motivo, mas eu acabei pegando um de matemática da sétima série. A maioria das crianças ficaria frustrada com isso, mas eu adorei. Comecei a folhear o livro, li os tópicos que mais me interessavam e fiquei fascinada ao descobrir que existia outro sistema numérico além do decimal que utilizamos no dia-a-dia.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No ano anterior, uma professora havia levado minha turma para assistir Jumanji no teatro improvisado do colégio. Eu me lembro de ter sentado no fundo e ficado com muito medo. Minha então melhor amiga, Rebecca, disse que era um filme de terror muito assustador e eu sempre fui medrosa. Quando ela percebeu o que havia feito, me chamou para uma sala escura que ficava atrás de onde estávamos (o que, pensando bem, foi uma péssima ideia para alguém que já estava com medo) e que descobrimos estar cheia de computadores. Foi a vez dela ficar assustada enquanto eu tocava em tudo e apertava teclas aleatórias no teclado para interromper a proteção de tela.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso aconteceu em 1996. Cinco anos depois, aprendi a programar no curso técnico e ganhei meu primeiro computador, que não durou nem três meses. Mais cinco anos, depois de fazer todo o curso de informática e metade da faculdade de computação, foi que comprei meu primeiro computador novo, que não era dos melhores, mas ficou alguns anos comigo. Mas essa dificuldade financeira não me impediu de aprender a programar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Semana passada, eu assisti ao filme &lt;b&gt;Estrelas Além do Tempo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(Hidden Figures). Eu sei que estou dois anos atrasada, mas filmes não são o meu forte, considero esse um tempo curto. Há alguns meses, eu li o livro e, embora não tenha gostado de como a autora escolheu contar a história, fiquei fascinada com aquelas mulheres, e esse fascínio aumentou com o filme, a ponto de me emocionar em alguns pontos. Não por serem mulheres e negras fazendo a história em um ambiente predominantemente masculino e branco, mas pela sua paixão&amp;nbsp;por aquilo que faziam.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu não sei em que momento da História as ciências exatas passaram a ser tão temidas pelos estudantes, mas isso é algo que me deixa triste. Entristece-me que as pessoas, desde tão jovens, internalizem que Matemática é difícil, que é coisa de nerd, que elas nunca vão aprender, que não são inteligentes o bastante. A Matemática é linda. A Física, então! A Computação paga as contas, foi a escolha certa, é aquele relacionamento estável para a vida toda, mas a Física é minha grande paixão. No dia da morte de Stephen Hawking, que foi &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/03/empatia-tambem-importa.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um dia conturbado&lt;/a&gt;, uma coisa que me deixou feliz foi ver as pessoas conversando sobre Física e desejei de coração que muitas crianças estivessem vendo aquilo e se interessando.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As Ciências Exatas estão ao nosso redor o tempo todo. Aqueles números binários são a base para o computador em que digito este texto. O &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_parab%C3%B3lico&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;movimento parabólico&lt;/a&gt;&amp;nbsp;está na cobrança de falta do seu time do coração. Uma música só é agradável se todos os instrumentos estiverem vibrando nas frequências corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem uma TED Talk que eu adoro e que fala sobre isso. Não sei se já postei o link aqui alguma vez, mas recomendo muito para professores e pais, porque eu acho que as crianças precisam ser incentivadas a enxergar&amp;nbsp;a beleza dos números e princípios matemáticos, a enxergar a Física além das fórmulas, a entender o que acontece dentro de um computador. Ainda que nem todos sigam nessas áreas, não é um conhecimento inútil. A gente absorve conhecimento inútil o tempo todo e está tudo bem, mas por que não investir um pouco em adquirir conhecimentos que te ajudarão a exercitar áreas diferentes do cérebro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;div style=&quot;max-width: 854px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;height: 0; padding-bottom: 56.25%; position: relative;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;https://embed.ted.com/talks/lang/pt-br/dan_meyer_math_curriculum_makeover&quot; style=&quot;height: 100%; left: 0; position: absolute; top: 0; width: 100%;&quot; width=&quot;854&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;E você, adulto: Nós gritamos tanto, o tempo todo, para acabar com os preconceitos, que tal acabar com esse também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em preconceitos, uma coisa interessante que eu notei enquanto lia Estrelas Além do Tempo foi o pragmatismo de alguns personagens (reais, já que o livro é uma biografia). Muito se fala sobre machismo nas profissões de exatas e eu &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/08/mulher-em-profissoes-dominadas-por-homens.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;já contei como encaro esse tipo de coisa&lt;/a&gt;. Não há como negar que são profissões majoritariamente masculinas, eu fiz o curso técnico em uma classe com 15 meninas para 25 meninos, na faculdade a taxa era de 5 pra 35 e hoje, no meu trabalho, somos apenas 3 mulheres para cerca de 20 homens. Talvez essa diferença ocorra porque as mulheres são menos incentivadas a entrar nessa área, o que pode acabar prejudicando até mesmo as que se aventuram. Mas aquele livro me abriu os olhos para algo que, em 14 anos de profissão, eu ainda não havia percebido: Para uma mente de exatas, o que vai importar é o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme tem uma cena em que o superior de Katherine Goble, a computadora em quem John Glenn confiou para conferir os cálculos de sua primeira viagem ao redor da Terra, destrói as placas dos banheiros &quot;de branco&quot; e &quot;de cor&quot;, porque sua funcionária estava perdendo tempo demais para ir ao banheiro do outro lado do campus. É praticidade, é resolver problemas, é focar no que importa. E eu não consigo deixar de pensar que, embora a solução dos problemas da humanidade não esteja nos números, eles podem nos ajudar a recuperar o foco. Não vale a pena tentar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém é obrigado a gostar de nada, ninguém é obrigado a se esforçar no que não gosta. Mas, como a Garota de Exatas que relaxa fazendo exercícios aleatórios de Física na internet quando chega do trabalho (juro que não sou maluca), eu os convido a não torcer o nariz da próxima vez que vir as palavras &quot;matemática&quot; ou &quot;física&quot; na sua frente. A estimular as crianças e adolescentes a aprender. A conferir o troco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser ler sobre matemática por alguém que não é uma Garota de Exatas, leia este post do Annie Escreve: &lt;a href=&quot;http://www.annieescreve.com.br/2016/08/matematica-cotidiana.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Querida Matemática&lt;/a&gt;. Se quiser alguma dica ou, simplesmente, conversar sobre o assunto, a caixa de comentários do blog está sempre aberta, assim como as minhas redes sociais. Vamos trazer para o mundo mais amor pelas Exatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-2rItxTDIcFg/W923Hha2wmI/AAAAAAAAbuk/IPvzJbdMiekidlYeMT20lkPrjUN-KrViwCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BGarota%2Bde%2BExatas.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-2rItxTDIcFg/W923Hha2wmI/AAAAAAAAbuk/IPvzJbdMiekidlYeMT20lkPrjUN-KrViwCLcBGAs/s320/Pinterest%2B-%2BGarota%2Bde%2BExatas.png&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/04/garota-de-exatas.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/--s1S531TnzY/WsFR2Cl8teI/AAAAAAAAUks/cf9kr9hbdto-H--6-H9jFieVFBSajwT-QCLcBGAs/s72-c/Garota%2Bde%2BExatas.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-1752380206339288549</guid><pubDate>Mon, 26 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-11-03T11:53:21.794-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livro</category><title>Eu li - Os livros do ano (I)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-hMxK9Jb6_xA/WrgyyEun1QI/AAAAAAAAUbM/l-ZLfW57nKMMBPDuZ6to86U5pzpILBbOQCLcBGAs/s1600/Eu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B-%2BParte%2B1%2Bde%2B4.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-hMxK9Jb6_xA/WrgyyEun1QI/AAAAAAAAUbM/l-ZLfW57nKMMBPDuZ6to86U5pzpILBbOQCLcBGAs/s640/Eu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B-%2BParte%2B1%2Bde%2B4.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu sempre gostei de ler e sempre gostei de falar sobre livros. Houve uma época em que eu lia um livro em menos de uma semana e escrevia resenhas de todos eles no meu antigo blog. Infelizmente, esse tempo se foi. A quantidade de leituras diminuiu, mas mesmo assim, com o ritmo de um post por semana, seria impossível escrever sobre cada um deles individualmente. Para [tentar] compensar, vou escrever um pouco sobre eles em um post trimestral.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu li - Os livros do ano (I)&lt;/h2&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente do meu grande amor - Diversos autores&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-CICpRZ5fvJI/Wrg0mde5PnI/AAAAAAAAUbY/xfQIQa5750gKtfXv-e0ovkEHs-1rytChQCLcBGAs/s1600/O%2Bpresente%2Bdo%2Bmeu%2Bgrande%2Bamor.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;287&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-CICpRZ5fvJI/Wrg0mde5PnI/AAAAAAAAUbY/xfQIQa5750gKtfXv-e0ovkEHs-1rytChQCLcBGAs/s200/O%2Bpresente%2Bdo%2Bmeu%2Bgrande%2Bamor.jpg&quot; width=&quot;139&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Se você gosta do clima de fim de ano e tudo o que ele envolve, presentes, árvores enfeitadas, luzes pisca-pisca, beijo à meia-noite, vai se apaixonar pelo livro. Nestas doze histórias escritas por alguns dos mais populares autores da atualidade, há um pouco de tudo, não importa se você comemora o Natal, o Ano Novo, o Chanucá ou o solstício de inverno. Casais de formam, famílias se reencontram, seres mágicos surgem e desejos impossíveis se realizam. O pessimismo não tem lugar neste livro, afinal o Natal é época de esperança.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pelo seu tema, este deveria ter sido um livro de 2017, mas ele acabou virando o ano comigo. Nesta coletânea, doze autores trazem suas histórias de Natal em variados estilos. Algumas são sérias e tristes, outras são fofas e engraçadas, algumas são sobrenaturais (e chatas, como a maioria das histórias sobrenaturais).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Embora nem todas as histórias sejam interessantes, o livro ganha ponto por todas serem sobre pessoas quebradas, o que me chamou a atenção para alguns autores que eu não conhecia. Algumas histórias foram longas demais - particularmente, as três com clima sobrenatural/fantasia, porque eu realmente não gosto desse estilo. Outras, porém, poderiam ser mais bem desenvolvidas em um romance. Minha favorita foi a história 8, &quot;Que diabo você fez, Sophie Roth&quot;, escrita por Gayle Forman.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: 3/5&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sonata em Auschwitz - Luize Valente&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-UGzxtbNgDXs/Wrg02NvF9aI/AAAAAAAAUbc/g-olwJxLPEMRzjvCw7Eh2pwePrn9vM7PACLcBGAs/s1600/Sonata%2Bem%2BAuschwitz.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;296&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-UGzxtbNgDXs/Wrg02NvF9aI/AAAAAAAAUbc/g-olwJxLPEMRzjvCw7Eh2pwePrn9vM7PACLcBGAs/s200/Sonata%2Bem%2BAuschwitz.jpg&quot; width=&quot;135&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Um bebê nascido nas barracas de Auschwitz-Birkenau, em setembro de 1944. Uma sonata composta por um jovem oficial alemão, na mesma data, também em Auschwitz. Duas histórias que se cruzam e se completam. Décadas depois, Amália, jovem portuguesa, começa a levantar o véu de um passado nazista da família a partir de uma partitura que lhe é revelada por sua bisavó alemã. A dúvida de que o avô, dado como morto antes do fim da Segunda Guerra, possa estar vivo no Rio de Janeiro, a leva a atravessar o oceano e a conhecer Adele e Enoch, judeus sobreviventes do Holocausto. A ascensão do nazismo na Alemanha, culminando na fatídica Noite dos Cristais, a saga dos judeus húngaros da Transilvânia, os guetos na Hungria e Romênia, os trens para Auschwitz, os mistérios acontecidos no campo de extermínio da Polônia e o pós-guerra numa casa cheia de segredos num lago de Potsdam oferecem os trilhos que Amália percorrerá para montar o quebra-cabeça.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Sonata em Auschwitz&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é um livro audacioso, pois trata-se de uma brasileira escrevendo sobre um campo de concentração na Polônia há mais de 70 anos. A história é narrada sob o ponto de vista de vários personagens, sendo as principais Amália e Adele. Amália é a portuguesa descendente de alemães que, instigada pela bisavó, vai atrás da história de sua família na Segunda Grande Guerra. Adele esteve lá, em Auschwitz.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Amália é chata. Uma dessas protagonistas típicas que agem como se fossem melhores que os outros e o mundo lhe devesse explicações. Felizmente, ela aparece menos do que eu esperava. Adele é a estrela do livro! Da adolescente judia que viu sua vida mudar drasticamente à senhora que reconstruiu sua vida no Brasil, acompanhamos a sua história tão intensa e aprendemos a apreciar sua força para sobreviver aos horrores do campo de concentração. É tudo tão horrível que eu não conseguia nem chorar, apenas sentia meu estômago se revirando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: 3/5&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A arte da imperfeição - Brené Brown&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-OMWAlg5OhMA/Wrg08MkrItI/AAAAAAAAUbg/fQtirqbOaI8NxP45tgImRtkB4cZ0Xb6hgCLcBGAs/s1600/A%2BArte%2Bda%2BImperfei%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;290&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-OMWAlg5OhMA/Wrg08MkrItI/AAAAAAAAUbg/fQtirqbOaI8NxP45tgImRtkB4cZ0Xb6hgCLcBGAs/s200/A%2BArte%2Bda%2BImperfei%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot; width=&quot;137&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Este importante livro é sobre a jornada de uma vida, deixando de se preocupar com &quot;O que os outros vão pensar?&quot; e acreditando que &quot;Eu sou suficiente&quot;. A habilidade ímpar da autora em misturar pesquisa original com relatos faz com que a leitura de A Arte da Imperfeição pareça uma longa e animadora conversa com uma amiga muito sábia que oferece compaixão, sabedoria e ótimos conselhos. A cada dia nos deparamos com uma enxurrada de imagens e mensagens da sociedade e da mídia nos dizendo quem, o que e como devemos ser. Somos levados a acreditar que, se pudéssemos ter um olhar perfeito e levar uma vida perfeita, já não nos sentiríamos inadequados. E se eu não posso manter todas essas bolas no ar? Por que não é todo mundo que trabalha duro e vive às minhas expectativas? O que as pessoas vão pensar se eu falhar ou desistir? Quando posso parar de provar a mim mesmo? Em A Arte da Imperfeição, Brené Brown, Ph.D, é uma especialista em vergonha, autenticidade e compartilha a coragem que aprendeu em uma década de pesquisas sobre o poder de viver sinceramente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conheci Brené Brown quando assisti à sua Ted Talk, &lt;a href=&quot;https://www.ted.com/talks/brene_brown_on_vulnerability?language=pt-br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;O poder da vulnerabilidade&lt;/a&gt;, que já inspirou &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2015/11/cinco-licoes-sobre-vulnerabilidade.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um post&lt;/a&gt; nos primeiros meses de vida do blog. Mais de dois anos depois, resolvi ler o livro que estava na minha estante há tempos e esperava algo na mesma linha, mas acabei me decepcionando. Os primeiros capítulos foram bons; depois, achei que ela começou a ficar repetitiva e utópica demais. Dá para tirar algumas lições, mas não vai mudar a sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: 2/5&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma dobra no tempo - Madeleine L&#39;engle&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-RVmDRYQtk_A/Wrg1OsEyP0I/AAAAAAAAUbo/4Fw-X2gIm7Arof8puR0LsnRWPLbHbeavgCLcBGAs/s1600/Uma%2BDobra%2Bno%2BTempo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;300&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-RVmDRYQtk_A/Wrg1OsEyP0I/AAAAAAAAUbo/4Fw-X2gIm7Arof8puR0LsnRWPLbHbeavgCLcBGAs/s200/Uma%2BDobra%2Bno%2BTempo.jpg&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;“Uma linha reta não é a distância mais curta entre dois pontos.” Esta ideia está por trás da incrível história da família Murry. No livro, a autora Madeleine L’Engle proporciona uma verdadeira viagem, com dissolução e reconstituição de corpos no espaço, através de atalhos que fogem do longo caminho dos anos-luz, e dá lugar a uma passagem da quarta para a quinta dimensão, impensável no espaço tridimensional que conhecemos.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Os Murry viviam a cerca de oito quilômetros da aldeia, isolados, em uma rua afastada. A geniosa Meg – a menina azarada e considerada má aluna na escola – e o pequeno Charles Wallace, rotulado como o “irmão bebê idiota”, compartilhavam o peso de serem crianças com um nível de intelectualidade acima do comum, o que causava certa dificuldade no relacionamento com as outras. Dennys e Sandy eram seus irmãos gêmeos, que não eram nem ruins, nem excelentes no colégio, mas eram fortes, bons corredores e se saíam bem nos jogos. Em um ambiente de cumplicidade, os irmãos e a mãe, uma bela cientista, conviviam bem, apesar das diferenças. Mas carregavam um vazio dentro de casa. O sr. Murry era um físico famoso e, desde que partiu para uma missão confidencial – e perigosa&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;–&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;do governo, não tiveram mais notícias dele. Quando, numa noite chuvosa, uma estranha figura apareceu rondando a casa dos Murry, Charles a identificou como a sra. Queé, que havia conhecido em uma velha casa de madeira, mal-assombrada, enquanto caminhava pelo bosque. O que ele não podia imaginar é que esta senhora, e duas amigas com as quais morava – a sra. Quem e a sra. Qual – se revelariam como peças-chave para desvendar tudo o que estava acontecendo com o pai. E também para salvá-lo. A partir daí, Charles, acompanhado de Meg e Calvin – novo e audacioso amigo – foi em busca de respostas e deu início a uma surpreendente experiência que os levaria ao desconhecido e infinito Universo, em dimensões até então incompreensíveis para a visão humana.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um dos melhores do ano até agora! Eu demorei a ler &lt;b&gt;Uma Dobra no Tempo&lt;/b&gt;, porque pensei que o estilo predominante fosse &lt;i&gt;fantasia&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e, como já disse, não é um estilo que me agrade. Mas, embora tenha, sim, um pouco de fantasia, a história acabou sendo mais uma mistura de ficção científica com ficção cristã, que são dois estilos que eu adoro (e leio menos do que gostaria).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta é uma aventura protagonizada por crianças e escrita para crianças, portanto, não espere longas explicações e mistérios muito elaborados. Espere usar a imaginação para enxergar os mundos criados pela autora, espere personagens cativantes e uma mensagem cristã mais explícita que em As Crônicas de Nárnia, enquanto Meg, Charles Wallace e Calvin lutam contra a escuridão que pode ter capturado o senhor Murry.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caso alguém esteja achando o título do livro familiar, é porque ele foi adaptado para o cinema e a estreia no Brasil ocorrerá nesta quinta-feira. Já estou me programando para assistir e em breve venho contar o que achei.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: 4/5&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Thanks for the memories - Cecelia Ahern&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-biayGWiWGks/Wrg1YY5qb4I/AAAAAAAAUbw/dqHSEeyiLVQwCgI9bPYB2MoDoXRxt9xcACLcBGAs/s1600/Thanks%2Bfor%2Bthe%2BMemories.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;307&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-biayGWiWGks/Wrg1YY5qb4I/AAAAAAAAUbw/dqHSEeyiLVQwCgI9bPYB2MoDoXRxt9xcACLcBGAs/s200/Thanks%2Bfor%2Bthe%2BMemories.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;How can you know someone you&#39;ve never met? Joyce Conway leaves hospital after recovering from a terrible accident. Having faced a near-death experience, she is suddenly awakened to the stark reality of her futile marriage, and vows to start afresh -- separating from husband Conor and moving back in with her dad. Justin Hitchcock arrives in Dublin to give a guest lecture. Recently divorced and living near his daughter Bea, but far from his Chicago home, he&#39;s lonely and restless. When beautiful doctor Sarah persuades him to give blood, he nonchalantly accepts, hoping he&#39;ll at least get a date with her. Then one rainy evening, Joyce and Justin cross paths in the strangest of circumstances. They have no idea that their fates are more entangled than they could ever have imagined!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cecelia Ahern é uma das minhas autoras favoritas. &lt;b&gt;Thanks for the memories&lt;/b&gt;&amp;nbsp;foi um dos primeiros livros dela que eu &lt;i&gt;comprei&lt;/i&gt;, mas foi o oitavo que &lt;i&gt;li&lt;/i&gt;. Apesar de ter todos os elementos que tornam suas histórias tão encantadoras - um toque de mistério e fantasia, mas que não chega a ser chato, porque suas personagens quebradas trazem a história para perto da realidade - este acabou não me encantando tanto assim. Achei que a história demorou a se desenvolver, para acabar com um final corrido e os personagens não evoluíram tanto. Eu demorei a ler, o que é uma pena, porque a premissa é muito boa. Acho que eu teria gostado mais se tivesse lido na época em que comprei, antes de outros que estão entre meus favoritos, como A Vez da Minha Vida, A Lista ou Como Se Apaixonar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: 3/5.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O menino do pijama listrado - John Boyne&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-e9cNTmYJJq4/Wrg1jd3LbGI/AAAAAAAAUb4/27bQScTQly8suGQENhu7ysoBB-YUL5r9gCLcBGAs/s1600/O%2BMenino%2Bdo%2BPijama%2BListrado.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;301&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-e9cNTmYJJq4/Wrg1jd3LbGI/AAAAAAAAUb4/27bQScTQly8suGQENhu7ysoBB-YUL5r9gCLcBGAs/s200/O%2BMenino%2Bdo%2BPijama%2BListrado.jpg&quot; width=&quot;132&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Até agora, o favorito do ano. Eu já tinha lido um livro do autor, &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/11/fique-onde-esta-e-entao-corra-john-boyne.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fique Onde Está e Então Corra&lt;/a&gt;, que amei. &lt;b&gt;O Menino do Pijama Listrado&lt;/b&gt;, sua história mais famosa, tem o que parece ser a marca registrada do autor: O inocente ponto de vista de uma criança sobre um tema pesado, neste caso, a Segunda Guerra Mundial. Também passado em Auschwitz, esta é uma leitura curta e rápida, que parece leve até você perceber que não existe a menor possibilidade de um final feliz. Pelo contrário, o final foi pior do que eu imaginava e fiquei dias com aquilo na cabeça. É um desses livros que te dão um tapa na cara e te fazem pensar, com certeza recomendo a todos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: 4,5/5&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quatro para marcar - Janet Evanovich&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-x3hx1FIGAzc/Wrg2HMBXCrI/AAAAAAAAUcM/ueLNI-zAg-09lDQTZh6eEMo398laba2uACLcBGAs/s1600/Quatro%2BPara%2BMarcar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;300&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-x3hx1FIGAzc/Wrg2HMBXCrI/AAAAAAAAUcM/ueLNI-zAg-09lDQTZh6eEMo398laba2uACLcBGAs/s200/Quatro%2BPara%2BMarcar.jpg&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Stephanie Plum está às voltas com um novo caso. Desta vez, a caçadora de recompensas de Trenton, Nova Jersey, precisa encontrar Maxime Nowicki, a garçonete acusada pelo roubo do carro do ex-namorado Eddie Kuntz. Mensagens criptografadas, pistas nos lugares mais inusitados, suspense na medida certa, cenas bem-humoradas e pitadas de romance dão o ritmo de Quatro para marcar. Aparentemente simples, o caso revela-se mais intrincado do que Stephanie imagina. Quanto mais vestígios reúne sobre o paradeiro de Maxime, mais Stephanie vê-se diante de uma história complicada, que se revela-se muito mais do que um simples ato de vingança contra um ex-namorado.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este é o que estou lendo agora, quarto volume da série &lt;b&gt;Stephanie Plum&lt;/b&gt; (que, como acabei de descobrir, já tem vinte e cinco livros). Este também é o último publicado no Brasil e, muito provavelmente, o meu último. É uma leitura despretensiosa, que mistura mistério e humor, mas que me divertiu mais quando li o primeiro, há alguns anos. Por outro lado, os mistérios vão ficando mais complicados à medida em que a Stephanie ganha experiência como caçadora de recompensas e este está me deixando bastante curiosa. Foi a escolha certa depois do quão perturbada O Menino do Pijama Listrado me deixou (e, mesmo assim, demorei alguns dias para conseguir começar).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já leu algum desses? Se sim, o que você achou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser acompanhar minhas leituras e receber as dicas em tempo real, siga o meu &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter pessoal&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;https://twitter.com/bloginsignifica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter do blog&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/insignificativo/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Facebook do blog&lt;/a&gt; e o meu &lt;a href=&quot;http://instagram.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instagram&lt;/a&gt;, porque eu sempre comento alguma coisa. E também fique à vontade para deixar as suas dicas. &lt;b&gt;Quais livros que te marcaram recentemente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display:none&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-WKFElr61Mhc/W922SrQA0wI/AAAAAAAAbuc/upGQM4cGZM85IUdCK2jsWa28yEzFpHRdgCLcBGAs/s1600/PInterest%2B-%2BEu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B-%2BParte%2B1%2Bde%2B4.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-WKFElr61Mhc/W922SrQA0wI/AAAAAAAAbuc/upGQM4cGZM85IUdCK2jsWa28yEzFpHRdgCLcBGAs/s640/PInterest%2B-%2BEu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B-%2BParte%2B1%2Bde%2B4.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/03/livros-2018-01.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://4.bp.blogspot.com/-hMxK9Jb6_xA/WrgyyEun1QI/AAAAAAAAUbM/l-ZLfW57nKMMBPDuZ6to86U5pzpILBbOQCLcBGAs/s72-c/Eu%2Bli%2B-%2BOs%2Blivros%2Bdo%2Bano%2B-%2BParte%2B1%2Bde%2B4.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-3060513869873044935</guid><pubDate>Mon, 19 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-12-31T16:42:44.151-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">featured</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>Empatia também importa</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-TDv0HP51Mzg/Wq71jM6EGiI/AAAAAAAAUUo/wdfsP1oFKCIdTPanHu78g_Um8k_s1x4sgCLcBGAs/s1600/Empatia%2Btamb%25C3%25A9m%2Bimporta.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-TDv0HP51Mzg/Wq71jM6EGiI/AAAAAAAAUUo/wdfsP1oFKCIdTPanHu78g_Um8k_s1x4sgCLcBGAs/s640/Empatia%2Btamb%25C3%25A9m%2Bimporta.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando terminei o post da semana passada, assim como faço toda semana, eu entrei no Trello e movi o cartão dele para a coluna de &quot;Programado&quot; e conferi o assunto do próximo, para começar a pensar sobre ele e já ter algo na cabeça quando começasse a realmente escrever. Depois de começar o ano falando sobre planos, organização e produtividade, dei uma virada para escrever aqueles dois posts pessoais inspirados por duas das minhas séries favoritas e estava pronta para virar mais uma página, porque eu faço questão de não ser monotemática. Esse era o plano até a tarde de quarta-feira, quando aconteceu a coisa mais confusa desses quatorze anos desde que eu entrei na minha primeira rede social, então, por causa disso, lá vou eu escrever um post pessoal sobre série novamente. Com a diferença que, apesar da imagem festiva, este assunto é muito mais sério e ligeiramente perturbador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um pouco de contexto: Na última terça-feira, foi exibida nos EUA o final da segunda temporada de This is Us, um episódio que achei ótimo até os últimos três minutos quando, dentre outras coisas, uma visão do futuro mostrou um casal inesperado. O personagem por quem eu vinha torcendo tanto para conseguir resolver seus problemas com a ex-mulher estava com outra pessoa, a despeito do tanto que a série parecia ter investido no relacionamento anterior. Assim como várias outras pessoas, eu fiquei chateada e fui para o Twitter - porque, se eu quisesse falar de coisa séria, eu iria para o Linkedin, no Twitter eu quero é surtar com série mesmo. Sem entender nada, eu respondi a alguns tweets de perfis envolvidos na série, perguntando se era aquilo mesmo. Para quem não está familiarizado com a dinâmica do Twitter, isso é normal, ok? A gente assiste série e interage com atores e roteiristas, às vezes tem uma resposta, uma curtida ou um RT, e depois a gente volta pra vida real. Obviamente, tem aquelas pessoas que levam tudo à sério demais e ficam importunando todo mundo, mas, mesmo contrariada, essa nunca foi a minha intenção (bom, eu assisto Grey&#39;s Anatomy e sou #teamJolex até o fim, a última coisa que quero na minha vida de seriadora é entrar para o time que passa anos reclamando a saída de uma atriz).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enfim, algumas pessoas responderam a um desses tweets, e eu respondi de volta. Ainda nada fora do normal. Até que eu comentei algo sobre temer que a série começasse a comparar as duas e eu acabasse odiando a nova personagem. Acontece que a nova personagem é negra e ninguém havia me contado que é proibido não gostar de personagens não-brancos. Se você lê em inglês, pode ir no &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;meu Twitter pessoal&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e buscar os tweets do dia 14/03.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Corta para 2016. Como vocês devem se lembrar, em 2016 a Mattel lançou uma nova coleção de Barbies com corpos, cabelos e tons de pele diversos (que, cá entre nós, são muito mais bonitas que as tradicionais) e foi uma grande celebração à diversidade. Naquela época, uma coisa ficou na minha cabeça. Para divulgar as bonecas, foi feito um comercial em que uma criança dizia que finalmente teria uma bonita com que ela pudesse se identificar (ou uma boneca que a representasse, não tenho certeza de qual palavra ela usou e parece que o vídeo foi removido do Youtube).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-permalink=&quot;https://www.instagram.com/p/BBFrNH7sV36/&quot; data-instgrm-version=&quot;8&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 32.68518518518518% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BBFrNH7sV36/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;With 4 body types, 7 skin tones, 22 eye colors, and 24 hairstyles, we proudly offer girls more choices than ever. Learn more at Barbie. com and share your favorite dolls. #TheDollEvolves #Barbie&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/barbie/&quot; style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; Barbie&lt;/a&gt; (@barbie) em &lt;time datetime=&quot;2016-01-28T16:01:22+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;28 de Jan, 2016 às 8:01 PST&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//www.instagram.com/embed.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu me lembro de ter conversado com os meus amigos sobre representatividade na ficção e sobre como me incomodou essa ideia de que a identificação precise ser física, porque comigo nunca aconteceu assim e eu não acho que o físico deveria importar tanto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Não me entendam mal, eu &lt;u&gt;não&lt;/u&gt; estou dizendo de maneira alguma que a diversidade é ruim. Ter negros, asiáticos ou indígenas nas ficções é ótimo, porque essas pessoas existem.&amp;nbsp; Como coletivo, é um problema se uma etnia ou cultura for completamente apagada. É importante que existam séries como Designated Survivor ou Superstore, onde brancos, negros, latinos, asiáticos, árabes etc existem em um mesmo contexto, porque isso é a vida real. Sendo bom para as pessoas pertencentes a esses grupos, é bom para a sociedade em que elas estão inseridas, o que acaba sendo um ciclo a meu ver muito benéfico. O que me incomoda é a necessidade de representação em nível individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o dicionário do Google, uma das definições da palavra &lt;a href=&quot;https://www.google.com.br/search?q=define+indiv%C3%ADduo&amp;amp;oq=define+indiv%C3%ADduo&amp;amp;aqs=chrome..69i57j0l5.3271j1j7&amp;amp;sourceid=chrome&amp;amp;ie=UTF-8&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;indivíduo&lt;/a&gt; é &quot;organismo único, distinguível dos demais do grupo&quot;. Eu sou um ser único. Você é um ser único. Se eu me apegar ao físico e procurar um personagem que realmente me represente em questões superficiais, não vou encontrar nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último post, eu comentei que a personagem de This is Us que teoricamente está ali para me representar é a Kate, porque é uma mulher acima do peso, mas a Chrissy Metz pesa 80 quilos a mais do que eu, tem os olhos azuis e a pele linda, ela não passa nem perto de ter as mesmas questões que eu tenho. Quando comecei a assistir Desperate Housewives, havia uma personagem que teve que largar a carreira para cuidar dos filhos e se ressentia por isso, o que é exatamente o que vai acontecer se algum dia eu precisar virar dona de casa, e eu esperava me identificar com ela, mas aconteceu o oposto, eu me identifiquei com a personagem que nasceu pra ficar em casa cuidando dos filhos e cozinhando pro marido. Sempre que eu faço um daqueles testes de &quot;Quem é você em Grey&#39;s Anatomy&quot;, o resultado é a Lexie (inteligente e com boa memória), ou a Bailey (líder nervosa), ou até a April (garota cristã da família tradicional brasileira). Mas, embora eu goste das três, quem me faz encher os olhos d&#39;água desde a primeira tela e olhar para a tela dizendo &quot;aquilo ali sou eu&quot; é o Alex, que já dormiu metade das mulheres de Seattle e opera em crianças, quando eu até hoje não fui visitar a amiga que teve bebê em janeiro, porque tenho medo de chegar muito perto e machucar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificação tem que vir de dentro. Ninguém escolhe um melhor amigo pela cor da pele ou pelo peso, a gente se torna amigo quando percebe ter muitas coisas mais em comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aproxima as pessoas é o medo de nunca ser bom o bastante, a dificuldade de manter um relacionamento, a ferida de perder alguém importante. São coisas internas. Por dentro, nós somos todos iguais. Vou repetir aqui a citação de Being Erica que usei há duas semanas, porque ela é importante para mim, é uma verdade que me ajuda a tomar meu rumo quando tenho dificuldades para entender as pessoas difíceis na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-MFR30vYHSOI/Wq8QDO2CTvI/AAAAAAAAUU4/w4WOq2sk6bggkT-o4gRfaNra9BYCYRizgCLcBGAs/s1600/Being%2BErica%2B4x01%2B-%2BYou%2Bare%2Byour%2Bpatient.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;800&quot; data-original-width=&quot;800&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-MFR30vYHSOI/Wq8QDO2CTvI/AAAAAAAAUU4/w4WOq2sk6bggkT-o4gRfaNra9BYCYRizgCLcBGAs/s640/Being%2BErica%2B4x01%2B-%2BYou%2Bare%2Byour%2Bpatient.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nessa época confusa da História em que vivemos, eu percebo que as pessoas focam muito nas diferenças, o que não faz nenhum sentido para mim. Esse é um dos meus problemas com o &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/03/o-que-eu-gostaria-que-feministas-soubessem.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;feminismo&lt;/a&gt;, sobre o qual já escrevi em 2016, que tenta resolver as injustiças causadas pelo machismo através de mais separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coincidentemente, o dia que eu fui sugada para essa treta ridícula e sem fundamento foi também o dia em que a vereadora Marielle Franco foi assassinada, e o que vi (o que temos visto desde então) só me deixa mais horrorizada. Nós nos tornamos incapazes de enxergar o outro na sua essência. As pessoas enxergam &quot;mulher, negra, lésbica, esquerdista, defensora dos direitos humanos&quot; quando deveriam enxergar apenas &quot;ser humano&quot;. Dois seres humanos foram assassinados. Duas famílias estão sofrendo enquanto a internet fica inventando boatos e causando intriga.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;Eu não acredito que estão falando em partido nesse caso da vereadora assassinada. Eu não moro no RJ e nunca tinha ouvido falar de Marielle Franco, mas pelo amor de Deus, dá pra gente enxergar o outro como ser humano de vez em quando, em vez de ver todos esses rótulos?&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/974116500427689985?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;15 de março de 2018&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;E aí eu volto na Barbie. Quando dizemos que uma menina negra precisa de uma boneca negra para se identificar, nós também estamos dizendo que o menino branco não pode se identificar com essa boneca. Nós estamos apontando a diferença para os dois. Quando alguém me diz que &quot;bem-feito para as brancas que o personagem branco esteja namorando uma negra&quot;, também está me dizendo que aquela personagem negra não pode ter nada a ver comigo, que mais nada importa além da cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso específico, chegou a ser engraçado, por dois motivos. Primeiro, porque eu acabei amando a personagem, só não gostei da história em que a colocaram. E segundo porque, pelos padrões americanos e europeus, apesar da minha pele desprovida de melanina, eu também não posso ser considerada branca, já que meu avô era negro. Uma pessoa - branca, européia - questionou o fato de eu não ter falado isso na discussão, mas não acho que seja um argumento válido, dado que qualquer pessoa, independente da sua cor ou de seus ancestrais, tem direito de gostar ou não gostar do personagem que quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nós não temos direito é o de desrespeitar. De esperar que todos concordem conosco. De matar - seja mulher, negra, lésbica ou homem, branco, hetero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essas coisas vão continuar acontecendo enquanto nós não aprendermos a focar no que realmente importa. Nós somos 7 bilhões de pessoas horríveis, imperfeitas, quebradas, cada um de nós com grande potencial para fazer coisas ótimas, mas que também vai cometer muitas merdas no caminho. Com um pouco de boa vontade, tenho certeza que eu conseguiria descobrir que tenho algo em comum com cada uma dessas pessoas. O exercício com personagens fictícios funciona muito bem comigo, como quando mencionei os personagens de Grey&#39;s ou quando estou conversando sobre TIU e digo (e eu digo isso sempre) que tenho &quot;o lado físico da Kate e o intelectual do Randall, mas o emocional ferrado é todinho Kevin&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;en&quot;&gt;&quot;People are basically just monsters hiding behind the thin veneer of social convention.&quot; Best line of the week, by Dina on &lt;a href=&quot;https://twitter.com/NBCSuperstore?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;@NBCSuperstore&lt;/a&gt;. &lt;a href=&quot;https://twitter.com/hashtag/Superstore?src=hash&amp;amp;ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;#Superstore&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/975487359151165441?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;18 de março de 2018&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu esteja ficando repetitiva, porque meu post sobre The Good Place também seguiu nessa linha, mas eu realmente precisava escrever tudo isso e clamar mais uma vez por ela, essa palavrinha que já está ficando banalizada, mas que continua sendo uma peça importante que falta: Empatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente das suas características externas ou das dores que você carrega por dentro, independentemente dos seus valores pessoais ou da sua história, de uma coisa eu tenho certeza: Empatia também importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(PS: Eu não revisei esse post, para não correr o risco de desistir e cancelar; irei revisar assim que puder, mas depois de publicado. Assim, peço que me desculpem e me avisem caso encontrem algum erro ou alguma coisa estranha.)&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-Fhu94tmaZ0E/W9217m8Pk9I/AAAAAAAAbuU/BRteLHSjA9AvvCtWGoTZ7yxrF9ERtschACLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BEmpatia%2Btamb%25C3%25A9m%2Bimporta.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-Fhu94tmaZ0E/W9217m8Pk9I/AAAAAAAAbuU/BRteLHSjA9AvvCtWGoTZ7yxrF9ERtschACLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BEmpatia%2Btamb%25C3%25A9m%2Bimporta.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/03/empatia-tambem-importa.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-TDv0HP51Mzg/Wq71jM6EGiI/AAAAAAAAUUo/wdfsP1oFKCIdTPanHu78g_Um8k_s1x4sgCLcBGAs/s72-c/Empatia%2Btamb%25C3%25A9m%2Bimporta.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-3245100889850898058</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-01-22T12:33:06.010-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">featured</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><title>O dia que uma série me mandou pra terapia</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-VakUHgIBCM0/WqW7P5IK2BI/AAAAAAAAUM8/um8yKy7aXGAgGjZMDDgmU7oHJijHqy1ggCLcBGAs/s1600/O%2Bdia%2Bque%2Buma%2Bs%25C3%25A9rie%2Bme%2Bmandou%2Bpra%2Bterapia.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-VakUHgIBCM0/WqW7P5IK2BI/AAAAAAAAUM8/um8yKy7aXGAgGjZMDDgmU7oHJijHqy1ggCLcBGAs/s640/O%2Bdia%2Bque%2Buma%2Bs%25C3%25A9rie%2Bme%2Bmandou%2Bpra%2Bterapia.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Meu nome foi inspirado por uma personagem de novela. Eu nasci em 1986 e recebi o nome da personagem interpretada por Nívea Maria na novela Sangue do Meu Sangue em 1969. Quem escolheu foi o meu pai, de quem eu herdei o meu gosto por viagens, futebol e ficção. Minha irmã também tem nome de novela, uma das milhares de Jéssicas da década de 90, mas ao contrário dela, a minha personagem não era muito popular. O SBT fez um remake dessa novela em 1995, foi quando meu pai me contou essa história. A única coisa de que me lembro é que a personagem pegava cólera, mas não morria. Houve uma epidemia de cólera na época que a novela representava e, coincidentemente, houve uma epidemia de cólera na época em que foi exibida, o que me deixou com muito medo de pegar a doença também.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há alguns dias, &lt;a href=&quot;https://twitter.com/lorebpv/status/969009814616625153&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;uma brincadeira&lt;/a&gt; fez sucesso no Twitter. Uma usuária perguntou aos seus seguidores sobre histórias de infância que revelavam a personalidade das pessoas - eu respondi com três e poderia ter complementado com a história totalmente sem graça do meu nome. &lt;/center&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desde pequena, eu amo ficção. Desde pequena, eu gosto de personagens impopulares. Desde pequena, eu me envolvo demais com eles. Não que eu acredite que o nome tenha tanta influência na personalidade de alguém, acredito mais em uma grande coincidência e grande influência do meu pai. Ainda assim, foi interessante quando percebi isso, em uma conversa despretensiosa no whatsapp com as amigas no clube do livro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O primeiro personagem problemático que eu me lembro de amar (e defender com unhas e dentes) foi Paulo Guerra, de Carrossel. Depois dele, vieram tantos outros quanto os livros que eu li e novelas que assisti. Vários mais quando eu comecei a assistir séries e descobri o quanto o formato torna ainda mais fácil me conectar com essas pessoas fictícias. Há um ano, chegou ao fim a série que me deu um desses personagens - a Bay de Switched at Birth - e eu me perguntava quem iria substituí-la na tarefa de me fazer sentir coisas demais (Alex Karev também tem essa capacidade, mas meu relacionamento com Grey&#39;s Anatomy é muito complicado e eu a havia abandonado quando isso aconteceu).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;en&quot;&gt;(Brianna Hanson, Kevin Pearson and Gretchen Cutler are strong candidates to replace her some time, though.)&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/852359438669418496?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;13 de abril de 2017&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguns meses depois, quando assisti ao episódio 2x03 de This is Us, eu soube a resposta: Kevin Pearson.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A segunda temporada da série, cujo último episódio será exibido amanhã, dia 13 de março, tem sido um presente para todos os &quot;Kevin fans&quot; que passaram a temporada anterior desejando mais para o personagem mais negligenciado da série. Mas é um presente dolorido. Quase toda semana, na manhã de quarta-feira (ou, pior, na madrugada de quarta-feira), minha melhor amiga recebe uma mensagem sobre algum assunto aleatório que a série me fez pensar e sobre o qual eu preciso falar para conseguir processar - porque, como eu descobri recentemente, esse é o meu &lt;i&gt;modus operandi&lt;/i&gt;, falar através de personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro episódio deste ano - 2x11 - The fifth wheel - foi especialmente dolorido e me pegou de surpresa. Eu pensava estar preparada, dado que a série já havia feito um episódio inteiramente focado no meu personagem favorito antes do hiato e foi pesado, então eu tinha certeza que nada poderia ser pior que aquilo, mas foi. Porque uma coisa é eu ver um personagem que eu amo chegar a um fundo do poço em que eu nunca estive, ainda que consiga entender perfeitamente suas dores e motivações, mas outra coisa é ver cenas que já se passaram na minha vida e ouvir frases que eu já ouvi. Se no primeiro caso, eu passei quase uma hora andando pela casa sem conseguir dormir depois de assistir, no segundo, eu chorei até dormir, continuei ao acordar e não consegui me concentrar no trabalho enquanto não fiz alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que entrou a terapia. Eu já estava pensando no assunto havia cerca de dois anos. Mas eu preciso de tempo para dar o próximo passo quando o assunto envolve lidar com meus sentimentos complicados. Não adianta a pressão externa, isso só me afasta. Foi preciso que eu me enxergasse ali, naquele personagem que, aparentemente, não tem nada a ver comigo (porque, convenhamos, todo mundo sabe que quem está ali para supostamente me representar é a Kate), para me dar a coragem de que eu precisava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-Tnx8EJsMGko/WqXVKqsYhKI/AAAAAAAAUNM/tnUUHAEqBDgPA6HLRl4z-pdDZyfmxh6ygCLcBGAs/s1600/This%2Bis%2Bus%2B-%2BThe%2Bfifth%2Bwheel.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Cena do episódio 2x11 de This is Us. A terapeuta Barbra (Kate Burton), com Kevin (Justin Hartley), Kate (Chrissy Metz), Randall (Sterling K Brown) e Rebecca (Mandy Moore).&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-Tnx8EJsMGko/WqXVKqsYhKI/AAAAAAAAUNM/tnUUHAEqBDgPA6HLRl4z-pdDZyfmxh6ygCLcBGAs/s640/This%2Bis%2Bus%2B-%2BThe%2Bfifth%2Bwheel.png&quot; title=&quot;Cena do episódio 2x11 de This is Us. A terapeuta Barbra (Kate Burton), com Kevin (Justin Hartley), Kate (Chrissy Metz), Randall (Sterling K Brown) e Rebecca (Mandy Moore).&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;This is us 2x11 - The fifth wheel&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Ser a filha mais velha sempre foi algo muito significativo pra mim. Assim como na série (e inspirados Sílvio Santos com suas 6 filhas), às vezes meus pais me chamavam de &quot;Número 1&quot;. A diferença é que aqui nós não somos trigêmeas. De certa forma, eu sempre soube das implicações de ser a filha mais velha, até porque minha mãe e minha avó também são, mas não tinha realmente parado para pensar nisso até agora, até ver outra pessoa sofrendo pelo mesmo motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filhos mais velhos são criados para ser independentes, para dar exemplo, para tomar conta da família. Quando papai e mamãe não estão em casa, nós somos os líderes. Dizem que filhos mais velhos são mais bem sucedidos. Kevin foi o melhor jogador de futebol americano que sua escola viu; é um ator que fez sucesso na TV, teatro e, agora, cinema; ele também pinta e sabe cozinhar. No segundo episódio da série, uma frase que ficou na minha cabeça foi quando a Kate diz &quot;você teve sucesso em tudo o que tentou na vida&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fui bem sucedida em quase tudo o que já tentei fazer, de passar na UFMG sem fazer cursinho até tirar fotos bonitas pro Instagram. Qualquer falha me destrói. Pouca gente sabe, mas há 10 anos eu tentei tirar carteira de motorista. Eu tinha certeza que ia conseguir de primeira, mas não consegui, justamente porque estava confiante demais. Quando terminou o teste, eu passei em casa, peguei &lt;a href=&quot;https://www.skoob.com.br/como-quiseres-senhor-8461ed9717.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;meu livro favorito da época&lt;/a&gt;, que já havia lido quatro vezes, e fui para o trabalho, sem ter coragem de contar para os meus pais, porque isso era uma vergonha muito grande. (O fim dessa história envolve o fato de que, hoje, eu não acho inteligente ter carro em cidade grande, então vai ficar para outro momento.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero ser hipócrita e dizer que tudo isso é ruim. A série também fez questão de esfregar isso na minha cara, ao colocar um personagem que se mostrou incapaz de sentir empatia pelo próprio irmão ao insinuar que, se você não é negro e adotado, você não tem do que reclamar. E isso também dói, dói muito. Dói saber que seus sentimentos são tão facilmente descartados, só porque você não tem o costume de demonstrá-los; que seus problemas são considerados irrelevantes sendo que ninguém no mundo é capaz de saber como você se sente diante deles e o estrago que eles podem lhe causar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-_d92VmwCEXk/WqXeGdVZEtI/AAAAAAAAUNg/r0kSAG-uwPcuC_7IVlfkKVTbyD56vB2xQCLcBGAs/s1600/Bay%2BKennish.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Switched at birth - Bay Kennish&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;153&quot; data-original-width=&quot;329&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-_d92VmwCEXk/WqXeGdVZEtI/AAAAAAAAUNg/r0kSAG-uwPcuC_7IVlfkKVTbyD56vB2xQCLcBGAs/s1600/Bay%2BKennish.jpg&quot; title=&quot;Switched at birth - Bay Kennish&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&quot;Só porque eu sempre tenho uma resposta afiada, &lt;br /&gt;não significa que eu não quebre facilmente.&quot; Bay Kennish&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda não me sinto à vontade para falar sobre a parte que realmente me machucou e que eu percebi que não conseguiria resolver sozinha. Não sei se algum dia estarei. Semana a semana, Kevin Pearson tem me ajudado a lidar com isso e levantado questões que, às vezes, guiam minha uma hora semanal de terapia, às vezes fazem minhas amigas receberem mensagens aleatórias de madrugada e às vezes me fazem escrever tweets emputecidos antes de dormir. (Amanhã é o final da segunda temporada, e eu não faço ideia do que vou falar na terapia durante esses seis meses de hiato, mas vou assistir dois outros dramas familiares nesse período, talvez Parenthood e Six feet under me ajudem.) Em nove semanas, ainda não chorei e nem tive uma grande epifania, mas estou aprendendo a aceitar melhor meus sentimentos - inclusive não conseguir falar sobre eles ou me apegar tanto a pessoas fictícias, algo que minha terapeuta precisou dizer com todas as letras que é perfeitamente ok. Escrever sobre isso é mais um passo que eu precisava dar, por mais difícil que tenha sido. Contar para as pessoas (até agora, além de três amigas muito próximas, só quem sabe é um colega de trabalho e uma pessoa do Twitter) e ficar &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2015/11/cinco-licoes-sobre-vulnerabilidade.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;vulnerável&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a comentários que, talvez, não sejam bem-vindos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca vou deixar de me espantar com o quanto a ficção afeta a minha vida. Ainda que muita gente ache besteira, existem personagens que eu vou defender até o fim porque, sim, me ajudaram a crescer e mudaram minha vida para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-JJqXrDr4svc/W921I9aHWyI/AAAAAAAAbuM/aO_dxEMB820smM_KlUSt5sNTxUTTxzyAgCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BO%2Bdia%2Bque%2Buma%2Bs%25C3%25A9rie%2Bme%2Bmandou%2Bpra%2Bterapia.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-JJqXrDr4svc/W921I9aHWyI/AAAAAAAAbuM/aO_dxEMB820smM_KlUSt5sNTxUTTxzyAgCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BO%2Bdia%2Bque%2Buma%2Bs%25C3%25A9rie%2Bme%2Bmandou%2Bpra%2Bterapia.png&quot; width=&quot;426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/03/this-is-us-kevin-pearson-terapia.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://3.bp.blogspot.com/-VakUHgIBCM0/WqW7P5IK2BI/AAAAAAAAUM8/um8yKy7aXGAgGjZMDDgmU7oHJijHqy1ggCLcBGAs/s72-c/O%2Bdia%2Bque%2Buma%2Bs%25C3%25A9rie%2Bme%2Bmandou%2Bpra%2Bterapia.png" height="72" width="72"/><georss:featurename>Belo Horizonte - MG, Brasil</georss:featurename><georss:point>-19.9245018 -43.935237599999994</georss:point><georss:box>-20.4022198 -44.580684599999991 -19.446783800000002 -43.289790599999996</georss:box></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-778253993429991561</guid><pubDate>Mon, 05 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-11-03T11:42:36.927-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>O lugar bom</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-f-nt4KFdOYQ/WpxlM8ihvrI/AAAAAAAAToo/Q-G32OflCcU9UWFziKc45DKieBsQ4zowQCLcBGAs/s1600/O%2Blugar%2Bbom.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-f-nt4KFdOYQ/WpxlM8ihvrI/AAAAAAAAToo/Q-G32OflCcU9UWFziKc45DKieBsQ4zowQCLcBGAs/s640/O%2Blugar%2Bbom.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Imagine que você tenha sido uma pessoa mais ou menos durante toda a sua vida. Você não matou ninguém, nunca roubou, nem nada extremo, mas também não fez nada fundamentalmente bom. Na maior parte do tempo, você só se preocupa com você, com o momento, os outros apenas estão ali. Você não se importa com muita coisa, não é como se houvesse alguém registrando todas as suas ações e atribuindo pontos a elas em uma planilha do Excel, não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aí você morre e vai para o Lugar Bom. Por engano. Você descobre que aquela planilha existe - ou uma versão mais avançada dela - e que o somatório da sua vida deu negativo. Você está no Lugar Bom, mas você deveria estar no Lugar Ruim. E o Lugar Bom se torna uma tortura, porque todos ali são melhores que você e fazem com que você se sinta culpada o tempo todo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para quem não conhece (ou não reconhece) essa é a história central da série &lt;b&gt;The Good Place&lt;/b&gt;, exibida pela rede de TV americana NBC e disponível na Netflix.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aqui cabe uma pausa para esclarecer dois pontos: 1) Este não é um post especificamente sobre a série, apenas a utiliza como base. 2) Embora não esteja nos meus planos contar detalhes sobre a história, este blog não é, nunca foi e nunca será uma zona livre de spoilers.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-PZUoHf6yNms/Wpx2oaOF7fI/AAAAAAAATpc/I0JRQOKDTzkddps9FM1QjjyUeTBx3G--wCLcBGAs/s1600/The%2Bgood%2Bplace%2B-%2BPoints.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;The good place - Sistema de pontos do Lugar Bom.&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-PZUoHf6yNms/Wpx2oaOF7fI/AAAAAAAATpc/I0JRQOKDTzkddps9FM1QjjyUeTBx3G--wCLcBGAs/s640/The%2Bgood%2Bplace%2B-%2BPoints.JPG&quot; title=&quot;The good place - Sistema de pontos do Lugar Bom.&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sistema de pontos do Lugar Bom.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Voltando ao assunto, quem me conhece sabe que a ficção é algo importante para mim e, em especial, que eu amo personagens que são problemáticos e quebrados. Pretendo escrever sobre a primeira parte em um futuro próximo, mas hoje quero explorar um pouco mais as minhas Pessoas Horríveis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vários livros e várias séries já exploraram as Pessoas Horríveis. Algumas, como minha favorita &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2015/11/youre-the-worst.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;You&#39;re the worst&lt;/a&gt;, fazem isso muito bem e mostram não apenas as ações, mas os motivos por trás de cada uma delas. The Good Place, embora também ofereça essa perspectiva, vai mais fundo, questionando não apenas as ações especificamente más, mas as motivações e o que cada um pode fazer para melhorar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao longo dos vinte e cinco episódios de vinte e poucos minutos da série, vemos a protagonista Eleanor Shellstrop tentando se transformar em uma pessoa melhor, mas também conhecemos aos poucos os outros personagens e percebemos que, talvez, a linha que separa o Lugar Bom do Lugar Ruim não seja assim tão clara. É aí que eu quero chegar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-oduVay8AsNg/Wpx4NX8ea8I/AAAAAAAATpo/9WPvX_BBuywEAhw1fGTJ7Q82u21K3NPmACLcBGAs/s1600/The%2Bgood%2Bplace%2B-%2BCharacters.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Personagens de The Good Place - Tahani, Jason, Eleanor, Janet, Chidi e Michael&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;720&quot; data-original-width=&quot;1280&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-oduVay8AsNg/Wpx4NX8ea8I/AAAAAAAATpo/9WPvX_BBuywEAhw1fGTJ7Q82u21K3NPmACLcBGAs/s640/The%2Bgood%2Bplace%2B-%2BCharacters.jpg&quot; title=&quot;Personagens de The Good Place - Tahani, Jason, Eleanor, Janet, Chidi e Michael&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Tahani, Jason, Eleanor, Janet, Chidi e Michael&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Algo que eu defendo com todas as minhas forças é que não existe ninguém absolutamente bom ou absolutamente mau. Ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Good Place sabiamente evita tomar partido de qualquer religião, mas como cristã, eu acredito que ninguém merece o Lugar Bom, porque nenhum ser humano jamais alcançará o nível de bondade e perfeição do Deus que nos criou. A vida é como o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Dilema_do_bonde#Defini%C3%A7%C3%A3o_do_problema&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dilema do Bonde&lt;/a&gt;, que tanto torturou Chidi em um dos episódios da segunda temporada. Nós somos as cinco pessoas no caminho original, o caminho errado, e Jesus é a única pessoa do outro lado, que vai morrer se o caminho do bonde for alterado. Deus desviou o bonde pra matar só um e salvar o resto - com a única condição de que, para ser salvo, você precisa acreditar e aceitar que ele fez aquilo por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este post também não é sobre religião, é sobre humanidade. A nossa tendência é achar que somos bons o bastante, mas não somos. Jamais seremos. O simples fato de pensar que eu posso ser melhor que qualquer outra pessoa para merecer uma recompensa que nem todos receberão já me torna não merecedora. E, como tanto Eleanor quanto Tahani aprendem, fazer algo bom pensando na recompensa já tira boa parte do seu mérito.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; data-lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;Porque, falando sério, nós somos mesmo umas pessoinhas muito horríveis e só um Deus muito incrível pra não tacar todo mundo no fogo de vez.&lt;/div&gt;— Cíntia Mara (@cintiamcr) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/916684420672876547?ref_src=twsrc%5Etfw&quot;&gt;7 de outubro de 2017&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; charset=&quot;utf-8&quot; src=&quot;https://platform.twitter.com/widgets.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;A nossa tendência é achar que estamos sempre certos e os outros estão errados. Qualquer pessoa que utilize as redes sociais sabe como está cada vez mais difícil conviver, porque ninguém escuta os outros, ninguém reconhece a humanidade do outro. Confesso que eu também sou culpada disso. Já melhorei bastante, mas ainda e silencio pessoas com posições políticas opostas às minhas no Facebook, e a lista de perfis que eu bloqueei no Twitter por odiarem meus personagens favoritos é muito maior do que eu gostaria. Não me orgulho disso, de forma alguma, porque eu sei e defendo que cada um tem direito à sua opinião, baseada em sua personalidade e experiências, isso é absolutamente normal e seria um problema se não existissem divergências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecer a própria humanidade é difícil, mas pior ainda é reconhecer o quanto nós somos iguais. Uma das minhas citações favoritas fala sobre isso e fala muito melhor do que eu jamais poderia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-y5fxtDVXWCU/WpyF-6p-xQI/AAAAAAAATp4/M2USv21eRTQL5IttLaoCIQnYEip0-G5awCLcBGAs/s1600/Being%2BErica%2B4x01%2B-%2BYou%2Bare%2Byour%2Bpatient.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&amp;quot;Você coloca o outro lá embaixo e coloca a si própria aqui em cima. E você diz: Aquilo não sou eu. Eu nunca seria daquele jeito. Aquela é outra pessoa. Indigno, um monstro. É uma velha história. É assim que as guerras começam, é assim que as pessoas se voltam umas contra as outras. E, sabe, começa simples. Eu não sou você. Eu não sou nem um pouco como você. E é sempre mentira. Porque debaixo de todos os níveis de medo e proteção, no fundo nós somos a mesma coisa. Nós temos as mesmas necessidades. Nós carregamos em nós a mesma capacidade para o bem e o mal.&amp;quot; Being Erica 4x01&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;800&quot; data-original-width=&quot;800&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-y5fxtDVXWCU/WpyF-6p-xQI/AAAAAAAATp4/M2USv21eRTQL5IttLaoCIQnYEip0-G5awCLcBGAs/s640/Being%2BErica%2B4x01%2B-%2BYou%2Bare%2Byour%2Bpatient.png&quot; title=&quot;&amp;quot;Você coloca o outro lá embaixo e coloca a si própria aqui em cima. E você diz: Aquilo não sou eu. Eu nunca seria daquele jeito. Aquela é outra pessoa. Indigno, um monstro. É uma velha história. É assim que as guerras começam, é assim que as pessoas se voltam umas contra as outras. E, sabe, começa simples. Eu não sou você. Eu não sou nem um pouco como você. E é sempre mentira. Porque debaixo de todos os níveis de medo e proteção, no fundo nós somos a mesma coisa. Nós temos as mesmas necessidades. Nós carregamos em nós a mesma capacidade para o bem e o mal.&amp;quot; Being Erica 4x01&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É muito difícil fazer isso no dia-a-dia. Quando era mais nova, eu costumava dizer que escolhi Ciência da Computação porque trabalhar com máquinas é melhor que trabalhar com gente. Essa é uma das coisas mais idiotas que eu já disse. Quero dizer, trabalhar com máquinas é, sim, muito mais fácil, mas meu trabalho jamais se resumiu a isso. Eu lido com pessoas todos os dias e algumas delas são realmente difíceis. Tem gente que dá &quot;bom dia&quot; e eu já me irrito. Como tenho facilidade para sentir empatia por personagens fictícios, às vezes eu preciso imaginar que essas pessoas são parte de um livro ou de uma série, isso me ajuda a enxergar o que está por trás, qual a verdadeira motivação daquela pessoa e o que &lt;i&gt;eu&lt;/i&gt;&amp;nbsp;posso fazer para tornar o nosso relacionamento (e a minha vida) melhor. Mas esse é um exercício constante, porque novas pessoas irritantes vão chegar e as antigas vão encontrar novas formas. Porque ninguém é perfeito. Eu não sou; eles não são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem aquele amiguinho que vai votar no mesmo partido liberal que eu e nem aqueles usam badge do Bolsonaro ou defendem o Lula. Nem eu e nem aquele comentarista do Banco de Séries que acha que os problemas de saúde do meu personagem favorito são &quot;white people problems&quot;. Nem aquela pessoa que faz tudo pela equipe e nem aquela outra que só quer o mais fácil pra se sair bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É simplista dizer que todo mundo tem dois lados, nós temos vários. Nós somos um conjunto de características boas ou ruins. Nossa casa não é o Lugar Bom, não é o Lugar Ruim, o mesmo o Lugar Médio, é um lugar real muito mais complexo que isso. As nossas atitudes, coletivamente, o tornam melhor ou pior. Cabe a mim tomar as decisões certas e tentar enxergar a luz no que parece ser só escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminando com mais uma citação que eu amo, desta vez de uma das minhas personagens favoritas em um episódio recente de Grey&#39;s Anatomy que, inclusive, apresentou de forma sutil sua versão do Dilema do Bonde, &quot;Eu não acredito que alguém seja apenas mau. Se as pessoas fossem uma coisa só, a vida seria muito mais simples. [...]&amp;nbsp; Há luz e escuridão, e ambas coexistem. Às vezes, isso é realmente belo.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;div class=&quot;tumblr-post&quot; data-did=&quot;c5646fc8e18fd87b3bf415bdd8c5561964037e5b&quot; data-href=&quot;https://embed.tumblr.com/embed/post/niqM9QEuvzKMqOg9ibvkTA/170234006012&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://thecambridgees.tumblr.com/post/170234006012/13x10-vs-14x10&quot;&gt;http://thecambridgees.tumblr.com/post/170234006012/13x10-vs-14x10&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;script async=&quot;&quot; src=&quot;https://assets.tumblr.com/post.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-jGXVqiTA8Zg/W92zqNysJbI/AAAAAAAAbuA/Rr1gd_XzSmcpBA8nFZxKKfSHFag-6pxJwCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BO%2Blugar%2Bbom.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-jGXVqiTA8Zg/W92zqNysJbI/AAAAAAAAbuA/Rr1gd_XzSmcpBA8nFZxKKfSHFag-6pxJwCLcBGAs/s400/Pinterest%2B-%2BO%2Blugar%2Bbom.png&quot; width=&quot;267&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/03/o-lugar-bom.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-f-nt4KFdOYQ/WpxlM8ihvrI/AAAAAAAAToo/Q-G32OflCcU9UWFziKc45DKieBsQ4zowQCLcBGAs/s72-c/O%2Blugar%2Bbom.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-416360790247945160</guid><pubDate>Mon, 26 Feb 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-04T18:33:33.496-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Organização</category><title>7 ferramentas para te ajudar a ser mais produtivo</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-0emzLZ2NE74/WpHkd9cUfdI/AAAAAAAATPc/GtRtBih6z1UrvFyEVbj7rjcvNQzX7sBJQCLcBGAs/s1600/7%2Bferramentas%2Bpara%2Bte%2Bajudar%2Ba%2Bser%2Bmais%2Bprodutivo.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;7 ferramentas para te ajudar a ser mais produtivo&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-0emzLZ2NE74/WpHkd9cUfdI/AAAAAAAATPc/GtRtBih6z1UrvFyEVbj7rjcvNQzX7sBJQCLcBGAs/s640/7%2Bferramentas%2Bpara%2Bte%2Bajudar%2Ba%2Bser%2Bmais%2Bprodutivo.png&quot; title=&quot;7 ferramentas para te ajudar a ser mais produtivo&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2018/02/dicas-organizacao.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;semana passada&lt;/a&gt;, eu falei sobre algumas práticas que têm me ajudado a ser uma pessoa mais organizada e produtiva. Evitei comentar sobre ferramentas, porque acredito que essas podem mais atrapalhar do que ajudar quando a pessoa não sabe o que está fazendo.&amp;nbsp;Você não cria uma conta no Blogger, porque alguém te disse pra criar, e depois decide que quer criar um blog; primeiro, você decide o que quer fazer e depois procura as ferramentas que atendem à sua necessidade e à sua personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que vocês já sabem o que&amp;nbsp;eu &lt;i&gt;faço &lt;/i&gt;para ser mais produtiva, posso contar o que &lt;i&gt;uso&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impulsionada pela minha profissão, eu gosto muito de experimentar sites e aplicativos, ver como eles interagem entre si, descobrir todas as possibilidades que me darão. Também por eu trabalhar com software, acabo sendo bastante exigente, então já mudei muito antes de chegar a esse conjunto que uso atualmente - e que também pode mudar, caso eu encontre algo melhor. Assim, reforço que essas escolhas são pessoais e o que é importante para mim pode não ser para você. Vocês verão que eu gosto de cores, de flexibilidade e de automação (se existir uma forma de algo ser feito sem minha interferência, eu vou descobrir e vou utilizar). Quaisquer que sejam os seus parâmetros, eles são válidos, já que é você quem vai utilizar. Por isso, minha maior recomendação é &lt;b&gt;EXPERIMENTE&lt;/b&gt;! Crie uma conta em algum serviço, use por algum tempo, veja o que não gosta e procure outra coisa. Existem muitas opções, tenho certeza que há algo que vai te agradar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://calendar.google.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google Calendar&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-HYQmmMThoBw/WpHvnIuKOjI/AAAAAAAATPs/E2WoO9zgkk4jOR_HAdk-hZdl4pAFOCqwgCLcBGAs/s1600/01%2B-%2BGoogle%2BCalendar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Google Calendar&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-HYQmmMThoBw/WpHvnIuKOjI/AAAAAAAATPs/E2WoO9zgkk4jOR_HAdk-hZdl4pAFOCqwgCLcBGAs/s640/01%2B-%2BGoogle%2BCalendar.jpg&quot; title=&quot;Google Calendar&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Imagino que todos já conheçam e muitos já utilizem a agenda do Google. É um software prático, intuitivo, que já vem instalado na maioria dos celulares Android e integrado com o Gmail. Você pode criar várias agendas, pode compartilhá-las, pode criar eventos e convidar outras pessoas, pode criar compromissos recorrentes com bastante flexibilidade. Não consigo pensar em nada que uma agenda precise e que o Google Calendar não tenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu uso agendas separadas para cada uma das minhas grandes áreas. Poderia usar só uma, mas, como eu disse antes, gosto de cores e de coisas automáticas: separando as agendas, cada evento já fica com a cor certa, sem que eu precise me lembrar de trocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como minha agenda do trabalho fica no Outlook, eu uso uma integração, sobre a qual falarei mais à frente, que copia os compromissos e me permite ter uma visualização única. Além disso, vários sites e ferramentas de vários tipos oferecem integração com o calendário. Um exemplo é o &lt;a href=&quot;https://episodecalendar.com/pt/calendar&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Episode Calendar&lt;/a&gt;, que eu utilizo para ver as datas em que minhas séries terão novos episódios. Não é algo que eu queira visualizar o tempo inteiro, mas se precisar, está ali a um clique, não preciso abrir outro site. A maioria dos gerenciadores de tarefa também tem esse &lt;i&gt;feed de agenda&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- eu não uso, porque tenho muitas tarefas e acho que fica poluído, mas pode ser uma opção interessante para alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alternativas:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Calendário do Office.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://ptbr.todoist.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Todoist&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-lKEKHPeQAic/WpHvy8kbCpI/AAAAAAAATPw/W-C03cI9qZwLpmF2MQg4S0atndWVbrsBQCLcBGAs/s1600/02%2B-%2BTodoist.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Todoist&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-lKEKHPeQAic/WpHvy8kbCpI/AAAAAAAATPw/W-C03cI9qZwLpmF2MQg4S0atndWVbrsBQCLcBGAs/s640/02%2B-%2BTodoist.jpg&quot; title=&quot;Todoist&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Falando em gerenciadores de tarefas, depois de muito resistir, eu acabei me rendendo ao Todoist. A resistência era pela falta de uma visualização de calendário própria, porque eu queria ter a visualização mensal/semanal, mas sem misturar com os meus compromissos. Testei vários outros gerenciadores e nenhum oferece tanta flexibilidade, então acabei fazendo uma concessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão free to Todoist permite a organização em projetos, subprojetos, tarefas e subtarefas em vários níveis, e também por prioridade. Uma das funcionalidades mais úteis é a configuração de recorrência das tarefas, que oferece muitas opções. A versão paga, que eu utilizo desde o ano passado, também possui tags, filtros e lembretes, tornando esta uma das ferramentas mais flexíveis que eu já conheci. Não uso tanto as tags, mas tenho muitos filtros personalizados, que são úteis principalmente no trabalho. Este é um dos sites que ficam o tempo todo em aba fixa no meu navegador e não abro mão do aplicativo no celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;text-decoration-line: underline;&quot;&gt;Alternativas:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Wunderlist, Any.do, To do, Lembretes (Google calendar), GTasks, Tarefas do outlook.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://trello.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Trello&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-K5cW4y1hwnI/WpHwXsG53cI/AAAAAAAATP8/Ng7aynwVzjkK5DGSAgA-mIA429Uuq_eJwCLcBGAs/s1600/03%2B-%2BTrello.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Trello&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-K5cW4y1hwnI/WpHwXsG53cI/AAAAAAAATP8/Ng7aynwVzjkK5DGSAgA-mIA429Uuq_eJwCLcBGAs/s640/03%2B-%2BTrello.jpg&quot; title=&quot;Trello&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;O Trello tem uma função parecida com a do Todoist, pois também pode ser utilizado para a gestão de tarefas, mas eu uso de forma diferente. Eu acho que o Trello é ótimo, principalmente, para tarefas que passam por várias etapas e projetos criativos. É o caso dos posts do blog. Tudo o que pode virar um post vai para o Banco de Ideias, e vou alimentando cada cartão com imagens ou comentários. Quando uma ideia já está madura, ela ganha uma data e vai para a lista &quot;Planejado&quot;, depois para Em Andamento, Programado e, por fim, Concluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também já usei no trabalho, onde cada tarefa passa por fases como Especificação, Design, Desenvolvimento e Teste. Nessa época, eu usava muito a funcionalidade de checklists, para garantir que tudo o que foi especificado fosse desenvolvido e tudo o que foi desenvolvido fosse testado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias formas de usar. Já vi quem use as listas como categorias, ou que crie cartões macro com as tarefas em checklists. No início, a usabilidade pode ser um pouco confusa para quem não está acostumado com os quadros &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Kanban&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Kanban&lt;/a&gt;, mas depois fica muito intuitivo. E uma vantagem é que existem várias extensões que tornam o trabalho ainda mais fácil. Eu uso e recomendo a &lt;a href=&quot;https://chrome.google.com/webstore/detail/trelabels-for-trello/annjdmkbhchmobehkcfilecnlhibedbj&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Trellabels&lt;/a&gt;, a &lt;a href=&quot;https://chrome.google.com/webstore/detail/cardcounter-for-trello/miejdnaildjcmahbhmfngfdoficmkdhi/related?hl=PT-BR&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CardCounter&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://chrome.google.com/webstore/detail/trello-card-numbers/kadpkdielickimifpinkknemjdipghaf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Trello Card Numbers&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alternativas:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Asana, Upwave.io.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.onenote.com/?public=1&amp;amp;wdorigin=ondcauth2&amp;amp;wdorigin=ondc&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;OneNote&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-xmgWCmsYAQs/WpHyDsDXcAI/AAAAAAAATQI/UK0htkRjcEcvOxW0IA8K0enuEFe-4j1XQCLcBGAs/s1600/04%2B-%2BOneNote.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;OneNote&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-xmgWCmsYAQs/WpHyDsDXcAI/AAAAAAAATQI/UK0htkRjcEcvOxW0IA8K0enuEFe-4j1XQCLcBGAs/s640/04%2B-%2BOneNote.jpg&quot; title=&quot;OneNote&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;O OneNote é o software de notas da Microsoft, que faz parte do pacote Office 365. Assim como as versões online do Word, Excel e Power Point, o &lt;a href=&quot;https://products.office.com/pt-br/office-online/documents-spreadsheets-presentations-office-online&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;OneNote também é gratuito&lt;/a&gt; se utilizado na web e pode ser baixado por quem compra ou assina qualquer versão do Office. Para quem costuma guardar anotações no Word, o OneNote é um passo além, um conjunto de cadernos, com seções, subseções, páginas e subpáginas - a hierarquia é bastante flexível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lá que eu guardo todos os tipos de anotações ou referência. Utilizo para escrever os posts do blog e também - principalmente - no trabalho, para anotações de reunião. Como a empresa em que eu trabalho utiliza as ferramentas da Microsoft como padrão, tudo o que é referente aos projetos fica no bloco de anotações do projeto, onde toda a equipe pode ser. Isso facilita muito o compartilhamento das informações. Também tenho o aplicativo no meu celular e uso para digitalizar informações, pois eu ainda acho que o papel é o melhor lugar para estruturar ou desenhar processos, então estou sempre escrevendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muito tempo, usei o &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/01/evernote.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Evernote&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e até já escrevi sobre ele no blog. Considero boas ambas as opções, minha mudança para o OneNote se deu pela integração fácil com as ferramentas que já utilizo no trabalho e nunca me arrependi.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alternativas:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Evernote, Google Keep.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://onedrive.live.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;OneDrive&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-NYqk-XiBAGY/WpHyMzlpZXI/AAAAAAAATQM/TnNmlWrKTmA4OekOGnhT7pHWzP_U9NjbwCLcBGAs/s1600/05%2B-%2BOneDrive.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;OneDrive&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-NYqk-XiBAGY/WpHyMzlpZXI/AAAAAAAATQM/TnNmlWrKTmA4OekOGnhT7pHWzP_U9NjbwCLcBGAs/s640/05%2B-%2BOneDrive.jpg&quot; title=&quot;OneDrive&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Também parte do Office, o OneDrive é onde eu mantenho o backup de todos os arquivos importantes, tanto do meu computador de casa quanto do celular e do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pausa: Se você não faz backup automático dos seus arquivos na nuvem, sugiro que comece agora mesmo. Este não é o momento para explicar &lt;i&gt;como&lt;/i&gt;&amp;nbsp;se faz, mas tem muito material na internet. Ouça com carinho o conselho de uma Cientista da Computação, pois computadores são falhos, HDs são frágeis e &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr/status/959204955428212738&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;seres humanos fazem besteira&lt;/a&gt;. Eu já fiz; se você nunca fez, vai fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as várias ferramentas com este fim, escolhi o OneDrive pelo mesmo motivo que escolhi o OneNote, a facilidade de integração. Meus arquivos de trabalho ficam no diretório da empresa, os pessoais ficam no meu OneDrive pessoal. Eu sou assinante do Office 365 Home, então tenho 1TB, que é o mesmo espaço do meu HD e que eu nunca vou consumir por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vantagem de utilizar o armazenamento na nuvem é poder acessar qualquer coisa de qualquer lugar. Não existe mais aquilo de &quot;esqueci no pc de casa&quot;, eu não passo mais aperto como passava na época da faculdade, de precisar ligar para a minha irmã me enviar alguma coisa por e-mail. Está tudo ali, seguro e com poucos cliques.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alternativas:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Google Drive, Dropbox.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://tmetric.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;TMetric&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ga-N-j7c7VA/WpHyRuk7ZPI/AAAAAAAATQQ/7iSFig-oOEg8flSFxasaIhVfht-bzxr1gCLcBGAs/s1600/06%2B-%2BTMetric.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;TMetric&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-ga-N-j7c7VA/WpHyRuk7ZPI/AAAAAAAATQQ/7iSFig-oOEg8flSFxasaIhVfht-bzxr1gCLcBGAs/s640/06%2B-%2BTMetric.jpg&quot; title=&quot;TMetric&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O TMetric é uma ferramenta de gerenciamento do tempo que eu comecei usar há apenas algumas semanas e exclusivamente no trabalho. Durante muito tempo, eu usei planilhas de controle de horas. O Excel é um dos meus melhores amigos, minhas planilhas eram bastante sofisticadas, mas depois de passar algum tempo sem precisar prestar contas detalhadas das minhas atividades, eu resolvi testar os sites que oferecem essa funcionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha escolha foi bastante pragmática: Eu queria algo que integrasse com o Todoist, então procurei na lista de integrações do próprio site por uma ferramenta que fosse gratuita e liberada pelo firewall da empresa. Não precisei procurar muito, o TMetric me atendeu. Além do Todoist, ele integra com o Google Calendar, Gmail e, através da mesma extensão, também permite adicionar qualquer página da internet como tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse não é um tipo de ferramenta que todos precisam ter, eu mesma não vejo nenhuma necessidade de monitorar o tempo que gasto nas tarefas pessoais ou do blog, mas se você tem essa necessidade no trabalho ou em qualquer outra área, vale a pena testar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alternativas:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Toggl e RescueTime.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://ifttt.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Si7SJT1z9PE/WpHyjINOkOI/AAAAAAAATQY/Ez1jcfuqFb8h-6jliRtxT5LIqRxRUgtsgCLcBGAs/s1600/07%2B-%2BIFTTT.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;IFTTT&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;900&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Si7SJT1z9PE/WpHyjINOkOI/AAAAAAAATQY/Ez1jcfuqFb8h-6jliRtxT5LIqRxRUgtsgCLcBGAs/s640/07%2B-%2BIFTTT.jpg&quot; title=&quot;IFTTT&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já falei sobre seis ferramentas com finalidades distintas, agora eu quero falar sobre o que costura tudo. Se você prestar atenção nas imagens que acompanham os quatro primeiros itens, verá que algumas coisas se repetem. Meu calendário tem um item para este post na segunda, o Todoist tem uma tarefa no sábado, o Trello tem um cartão com imagem e o OneNote tem uma página. Se você está se perguntando como eu tenho paciência para criar tudo isso, a resposta é: Não tenho. Eu tenho quem faça por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IFTTT - sigla de &quot;If this, then that&quot; - é uma ferramenta de automação, ou seja, automatiza ações que humanos fariam manualmente, e é o maior economizador de tempo da minha vida, principalmente no blog. Quando um post do blog para a lista &quot;Planejado&quot; do Trello, o IFTTT cria a tarefa no Todoist (com alguns dias de antecedência), um item na agenda, a página no OneNote e também tarefas de divulgação. O &lt;a href=&quot;https://twitter.com/bloginsignifica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter do blog&lt;/a&gt;&amp;nbsp;também passa por aqui: Se eu posto no Instagram com uma tag específica ou se coloco uma música em uma playlist do Spotify, meus applets fazem o trabalho por mim. Se eu leio qualquer coisa na internet e quero divulgar, só preciso salvar no Pocket com uma tag que eu especifiquei e pronto, o IFTTT manda para o Buffer, que coloca em uma fila e manda o tweet de acordo com os horários configurados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia existe para facilitar as tarefas que podem ser automatizadas e nos dar mais tempo para aquelas que são exclusivamente humanas. Eu jamais deixaria um software escrever por mim ou escolher o que eu vou postar no meu Twitter, mas, depois que eu escolho, não quero me preocupar com o restante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias ferramentas de automação, o IFTTT foi a primeira que eu testei e ele me atende em quase tudo. Obviamente, não é perfeito, algumas integrações possuem algumas falhas - por exemplo, para enviar meus compromissos do Outlook para o Google Calendar, preciso usar o Flow - mas a maioria funciona muito bem. Se você realiza qualquer ação automática, vale a pena testar se os serviços que você precisa integrar estão disponíveis e, se estiverem, é muito fácil configurar um applet, a usabilidade do site é muito boa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Alternativas&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Microsoft Flow.&lt;/div&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essas são as principais ferramentas que utilizo no dia-a-dia. No trabalho, usei agenda de papel durante boa parte do ano passado, mas minha necessidade mudou muito de uma hora para outra, então não uso mais. Também não uso mais tantos post-its quanto antigamente, agora eles estão restritos aos lembretes para os colegas ou qualquer informação que eu precise que esteja na minha frente o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu adoraria usar um planner, comprar canetas e adesivo, fazer desenhos - adoraria DE VERDADE, porque eu adoro essas coisas. Mas, para mim, não é efetivo, principalmente por questões de mobilidade, tanto a mobilidade física, pois minha bolsa está sempre pesada, quanto a mobilidade dos itens, pois minhas tarefas e prioridades estão sempre mudando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você consegue usar agenda ou planner, eu jamais vou tentar te convencer a mudar. Mas, se você já tentou se organizar com papel e não conseguiu, talvez seja a hora de abrir a mente e experimentar alguma ferramenta online. As opções são inúmeras, não desanime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso queira ler mais sobre o assunto, a Annie, do &lt;a href=&quot;http://www.annieescreve.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Annie Escreve&lt;/a&gt;, tem vários posts sobre &lt;a href=&quot;http://www.annieescreve.com.br/search/label/Organiza%C3%A7%C3%A3o&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;organização&lt;/a&gt;, incluindo um com &lt;a href=&quot;http://www.annieescreve.com.br/2018/01/organizacao-que-cabe-no-bolso.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;as ferramentas que ela usa&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e outro com &lt;a href=&quot;http://www.annieescreve.com.br/2016/08/metodos-organizacao-gtd-bsc-kondo-flylady.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;métodos de organização&lt;/a&gt;. Apesar de sermos amigas, as necessidades dela são bem diferentes das minhas, então, se você não encontrou o que precisava aqui, talvez encontre lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se você já usa alguma ferramenta, seja uma das citadas ou alguma diferente, deixe seu comentário, ajude os coleguinhas, vamos deixar esse mundo mais produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display:none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-Kl7OqVLRy1g/Wpxl6cPvIrI/AAAAAAAATo0/DxT-pp_e7a4dprX69eJ3Qw1ZsXSb_ATigCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2B7%2Bferramentas%2Bpara%2Bte%2Bajudar%2Ba%2Bser%2Bmais%2Bprodutivo.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-Kl7OqVLRy1g/Wpxl6cPvIrI/AAAAAAAATo0/DxT-pp_e7a4dprX69eJ3Qw1ZsXSb_ATigCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2B7%2Bferramentas%2Bpara%2Bte%2Bajudar%2Ba%2Bser%2Bmais%2Bprodutivo.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/02/7-ferramentas-organizacao-produtividade.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-0emzLZ2NE74/WpHkd9cUfdI/AAAAAAAATPc/GtRtBih6z1UrvFyEVbj7rjcvNQzX7sBJQCLcBGAs/s72-c/7%2Bferramentas%2Bpara%2Bte%2Bajudar%2Ba%2Bser%2Bmais%2Bprodutivo.png" height="72" width="72"/><georss:featurename>Belo Horizonte - MG, Brasil</georss:featurename><georss:point>-19.9245018 -43.935237599999994</georss:point><georss:box>-20.4022198 -44.580684599999991 -19.446783800000002 -43.289790599999996</georss:box></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-4963785178147804123</guid><pubDate>Mon, 19 Feb 2018 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-04-19T15:48:03.377-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">featured</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Organização</category><title>Uma organização para chamar de minha</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-436R_yz8q_M/XLoXlm736BI/AAAAAAAAe04/Wjh68Gj2zccKnjlKbiuTXoJ__HDZvdoLgCLcBGAs/s1600/Uma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha%2BGG.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;800&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;160&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-436R_yz8q_M/XLoXlm736BI/AAAAAAAAe04/Wjh68Gj2zccKnjlKbiuTXoJ__HDZvdoLgCLcBGAs/s320/Uma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha%2BGG.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-bGVBFIeKysE/WoIQAQ_v7GI/AAAAAAAAS2c/n7JFnGMvlL0r2qNsvSGBbZiGQ5KaEmJ3QCLcBGAs/s1600/Uma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-bGVBFIeKysE/WoIQAQ_v7GI/AAAAAAAAS2c/n7JFnGMvlL0r2qNsvSGBbZiGQ5KaEmJ3QCLcBGAs/s640/Uma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em um dos dias do feriado de Carnaval, ao fazer &lt;i&gt;aquela&lt;/i&gt;&amp;nbsp;faxina anual na estante e no guarda-roupa, encontrei um caderno antigo que eu usava no trabalho há mais de cinco anos. Nele, havia apenas duas coisas: Anotações de reuniões e listas de tarefas. Anotações de reuniões ainda fazem parte do meu dia-a-dia, mas as listas de tarefas me surpreenderam, porque eu não me lembrava delas existirem nessa época da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muito tempo, confiei na minha memória para saber o que fazer e quando fazer. Minha memória é muito boa e poucas vezes me falha. Mas à medida em que fui amadurecendo e adquirindo tanto novos interesses quanto novas responsabilidades, comecei a perceber que esse não era mais o melhor método.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que comecei no meu atual emprego, há quase quatro anos, tenho estudado e testado vários métodos e ferramentas de organização para tornar meus dias mais fáceis e produtivos. A primeira coisa que aprendi é que organização não é um produto, uma massa de bolo que você escolhe na prateleira do supermercado e segue todos os passos exatamente como descritos. É algo pessoal e adaptável. Algumas coisas que eu tentei funcionam perfeitamente para outras pessoas, mas jamais dariam certo para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo é a técnica do Pomodoro, que eu acho o máximo e adoraria usar, mas ela pressupõe que você pode se concentrar por 25 minutos e adiar as interrupções até a próxima pausa, sendo que uma das minhas atribuições no trabalho implica em interrupções que eu preciso atender a qualquer momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, técnicas que não são específicas de organização podem se tornar muito úteis. Foi o que aconteceu quando eu descobri o Scrum. Algumas das práticas mais importantes e fáceis que utilizo atualmente vem dali, de um framework criado com foco no desenvolvimento de software.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, se é tudo tão pessoal, por que escrever sobre isso? Simples. Porque é compartilhando experiências que a gente melhora. Quem sabe minhas dicas não são úteis para você? Quem sabe você não tem algo que pode ser bom para mim? Vem cá, puxa a cadeira e vamos conversar.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caixa de entrada ZERO&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Z-5TnbTy9cM/WoiSrYP7iKI/AAAAAAAATBg/39fc25LblDQd2y6Gg9petq8IL45COUr9wCLcBGAs/s1600/01%2B-%2BCaixa%2Bde%2Bentrada%2Bzero.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Caixa de entrada ZERO&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Z-5TnbTy9cM/WoiSrYP7iKI/AAAAAAAATBg/39fc25LblDQd2y6Gg9petq8IL45COUr9wCLcBGAs/s640/01%2B-%2BCaixa%2Bde%2Bentrada%2Bzero.jpg&quot; title=&quot;Caixa de entrada ZERO&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se eu pudesse dar apenas UMA dica de organização para todas as pessoas que conheço, seria esta: &lt;b&gt;Limpe sua caixa de entrada&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu tinha dezenove anos, era estagiária e trabalhava apenas quatro horas por dia, mas também era a principal programadora de um projeto complicado. Eu chegava à empresa de manhã e encontrava, em média, 150 e-mails enviados na tarde e noite do dia anterior. Nunca deixei um e-mail sem ler e processar. Se eu conseguia fazer isso, além de todas as outras atividades, trabalhando a metade do tempo que a maioria das pessoas trabalha, você também consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que parece difícil começar. É provável que você já tenha 6472 mensagens não lidas, tanto no seu e-mail pessoal quanto no de trabalho. Como processar isso tudo de uma vez? Seja sincero consigo mesmo: Você não vai. Mas enquanto elas estiverem ali, você vai continuar acumulando mais. Você não vai perceber quando o número mudar para 6473, 6474, 6475... Mas eu garanto que você percebe se for de 0 para 1. Então, que tal selecionar todas essas mensagens, marcar como lidas e mover para uma pasta secundária, que você pode acessar &lt;i&gt;se precisar&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter o zero é fácil. A maioria dos gerenciadores de e-mail (eu uso o Gmail para coisas pessoais e o Outlook para o trabalho) possuem ferramentas para te ajudar, quer saber como?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Unsubscribe! &lt;/b&gt;Seja realista, você nunca terá tempo de ler todas as newsletters que gostaria, então comece a se descadastrar daquelas que estão se acumulando sem ler.&amp;nbsp; Aproveite para se descadastrar também dos e-mails de todas as lojas virtuais em que você já comprou na vida. Não precisa abrir todos os itens de uma vez, faça isso aos poucos. Sempre que um e-mail chegar, saia daquela newsletter em específico.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Abuse das pastas e filtros:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Tudo bem, você não quer deixar de receber os posts daquele seu blog favorito - e eu não quero que você deixe de receber se esse blog for o meu. Mas ainda tem jeito. Crie uma pasta, crie um filtro e direcione para lá tudo o que você quer assinar, mas nem sempre tem tempo para ler. No trabalho, faça o mesmo para aqueles assuntos que não são diretamente do seu interesse ou que não são urgentes. Ajuda muito se você puder combinar com a sua equipe um padrão para assuntos de e-mail. Compartilhe com seus colegas, vamos espalhar a palavra da Caixa de entrada zero, garanto que sua vida vai melhorar muito.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Eficiência nas comunicações.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Quanto melhores os e-mails que você envia, mais relevantes serão as respostas. Tente comunicar o que precisa ser comunicado de forma clara e concisa, para evitar receber muitas dúvidas e ficar naquele pingue-pongue que não ajuda ninguém. Avalie também a lista de pessoas que estão recebendo. Todos precisam estar em cópia? Quem é o destinatário principal? Uma boa prática é colocar apenas uma pessoa no campo &quot;Para&quot;, que é quem precisa responder ou realizar alguma ação a partir da sua mensagem, assim você evita mal entendidos. Os demais, se necessários, podem ficar no &quot;Com cópia&quot;.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mesma ideia serve para outras caixas de entrada, como whatsapp, notificações do celular, post-its que seu chefe coloca na sua mesa, qualquer coisa. Leia e processe assim que possível, mesmo que você não vá resolver tudo imediatamente. É para isso que servem os próximos dois itens.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Calendário centralizado&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-i5lkeWuSvHU/WoiSz9JncRI/AAAAAAAATBk/NnOfQjtr-lgTg7s0ZUAJBSXhffXUJxGPACLcBGAs/s1600/02%2B-%2BCalend%25C3%25A1rio%2Bcentralizado.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Calendário centralizado&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-i5lkeWuSvHU/WoiSz9JncRI/AAAAAAAATBk/NnOfQjtr-lgTg7s0ZUAJBSXhffXUJxGPACLcBGAs/s640/02%2B-%2BCalend%25C3%25A1rio%2Bcentralizado.jpg&quot; title=&quot;Calendário centralizado&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mesmo para quem não é uma pessoa 100% visual (eu não sou), ter todos os seus compromissos e datas relevantes em um calendário faz diferença. Antigamente, eu usava dois: Um de trabalho, só com as reuniões oficiais e outro pessoal, com alguns poucos compromissos - um no Outlook, outro no Google Calendar. Funcionava, até que parou de funcionar. Parou de funcionar quando muitos compromissos começaram a aparecer ao mesmo tempo e eu tinha que ficar conferindo duas agendas para garantir que não tinha prometido fazer hora extra em dia de Pilates e nem marcado salão quando já tinha reunião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, vai tudo para o mesmo lugar. Tudo mesmo. Os compromissos pessoais, as reuniões de trabalho, os planos com os amigos, os eventos do Facebook e até os episódios novos das minhas séries. Este não é o momento para falar de ferramentas, mas em um próximo post, vou contar como mantenho tudo isso tendo o mínimo de trabalho possível, já que a maioria vem de outros sites automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, o que é relevante para mim pode não ser para você e vice-versa. Muitos podem querer ver os aniversários dos amigos, uma agenda de estreias do cinema, o calendário de jogos do seu time em um campeonato. O importante é conseguir olhar ali e ter uma visão geral do seu tempo. Eu gosto da visão semanal, gosto de olhar e já saber quanto tempo tenho livre de reuniões, quais dias preciso chegar ou sair mais cedo ou mais tarde, quando poderei passar no supermercado ou se tem algum episódio especial que eu vá querer assistir ao vivo. Se uma data pode influenciar em qualquer decisão minha, ela estará no calendário.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lista de tarefas unificada&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-ODwEbOsXlTw/WoiS4toapWI/AAAAAAAATBo/D-I6z05A4RECzKpOEOXrlI-xidzhXgpHgCLcBGAs/s1600/03%2B-%2BLista%2Bde%2Btarefas%2Bunificada.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Lista de tarefas unificada&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-ODwEbOsXlTw/WoiS4toapWI/AAAAAAAATBo/D-I6z05A4RECzKpOEOXrlI-xidzhXgpHgCLcBGAs/s640/03%2B-%2BLista%2Bde%2Btarefas%2Bunificada.jpg&quot; title=&quot;Lista de tarefas unificada&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além de um único calendário, é importante para mim ter uma única lista de tarefas. Seja em papel, em post-its, em uma planilha ou em um gerenciador de tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa que estou aprendendo é a colocar tudo na lista de tarefas, não mais confiar na memória. Isso ajuda muito na forma de planejamento que tenho usado ultimamente, e que explico melhor nos próximos tópicos, porque são sempre muitas tarefas e há grandes chances de que alguma se perca se eu não anotar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu trabalho, sempre tenho um conjunto de tarefas e um conjunto de prazos, mas não necessariamente conseguirei executá-las em ordem, então é importante que elas estejam sempre à mão. Tenho uma tarefa recorrente que se chama &quot;Planejamento diário&quot;. Basicamente, meus primeiros minutos de trabalho correm da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Olho meu calendário rapidamente, só para garantir que não tem nenhuma reunião logo cedo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Leio os e-mails. Respondo às solicitações de reunião, que já vão para o calendário, e crio tarefas para tudo o que preciso fazer mais tarde. Os e-mails que eu vou precisar para cumprir as tarefas (seja para respondê-los ou como referência) ficam separados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Olho o calendário novamente, desta vez observando o tempo que terei para fazer as tarefas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abro a lista de tarefas do dia. Marco o que já foi concluído, adio o que ainda não dá para ser feito, priorizo o que quero manter no dia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abro a lista de tarefas para o restante da semana e vejo se tem algo que posso antecipar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abro a fila de tarefas. Como eu disse, a maioria das minhas tarefas não tem um dia específico para serem realizadas. Normalmente, eu tenho de uma a quatro semanas para concluir um conjunto. Então, o que eu faço é colocá-las em uma fila, todas com a mesma data de vencimento, e vou executando ao longo dos dias.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Em dias normais, esse processo leva de 5 a 20 minutos, e um pouco mais quando fico algum dia sem trabalhar. É pouco tempo, principalmente considerando que eu não precisarei mais parar para escolher o que fazer em seguida, já estará tudo selecionado e priorizado. Obviamente, as prioridades podem mudar ao longo do dia. As minhas prioridades são muito voláteis, pois parte do meu trabalho é dar suporte aos desenvolvedores, então, se um deles tem algum impedimento, todas as outras tarefas perdem importância. Por isso, às vezes eu preciso revisar tudo, mas isso é da natureza do meu trabalho e não dá para evitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Dividir para conquistar&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-hAyrki00XD8/Woi-QdCIKeI/AAAAAAAATCI/0fzqrLp1yH8JsGQmy1JvlDbWxTj12XQgQCLcBGAs/s1600/06%2B-%2BDividir%2Bpara%2Bconquistar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-hAyrki00XD8/Woi-QdCIKeI/AAAAAAAATCI/0fzqrLp1yH8JsGQmy1JvlDbWxTj12XQgQCLcBGAs/s640/06%2B-%2BDividir%2Bpara%2Bconquistar.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nos dois itens anteriores, eu falei sobre manter os compromissos e as tarefas centralizados. Agora, é o contrário. E, não, não é contraditório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tópico pode ser encarado por dois pontos de vista diferentes: Um é com relação a granularização de tarefas, a prática de quebrar cada item para ficar mais fácil de gerenciar. Este será o assunto do próximo tópico. Aqui, quero falar sobre a divisão das tarefas em categorias, áreas de interesse, contextos, o que funcionar melhor para você. Só porque você irá centralizar os seus compromissos e tarefas em um único calendário e uma única lista não significa que todos serão trabalhados ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho seis grandes áreas: Pessoal, Profissional, Espiritual, Estudos, Online e Interesses. Cada área tem sua cor e tudo o que faço terá que se encaixar em uma delas. As pastas do meu computador, os compromissos na agenda, as tarefas da minha lista, tudo está dividido e com a cor certa, para ficar fácil visualizar. Pode parecer besteira, mas ajuda demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lista de tarefas, cada grande área é dividida em subáreas ou projetos. Tem gente que prefere uma lista única; não existe um certo e um errado, o que existe é o que funciona com você. Eu funciono melhor com as divisões. Vou entrar nesse assunto novamente quando falar sobre as ferramentas, porque isso depende muito do gerenciador de tarefas que você está utilizando. Eu uso o Todoist, que além da divisão em áreas e subáreas, também permite a criação de tags e filtros, então fica muito flexível (eu nem uso todas as possibilidades). Por hora, fica a recomendação: Encontre suas grandes áreas e vá dividindo a partir delas até você sentir que já tem uma granularidade boa para trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Planos a longo, médio e curto prazo&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-SWIYNcPrkcY/WoiS9eefOuI/AAAAAAAATBs/sJf_ywrtXrEfYDma-8tWm-88uncbUnadQCEwYBhgL/s1600/04%2B-%2BPlanos%2Ba%2Blongo%252C%2Bm%25C3%25A9dio%2Be%2Bcurto%2Bprazo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Planos a longo, médio e curto prazo&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-SWIYNcPrkcY/WoiS9eefOuI/AAAAAAAATBs/sJf_ywrtXrEfYDma-8tWm-88uncbUnadQCEwYBhgL/s640/04%2B-%2BPlanos%2Ba%2Blongo%252C%2Bm%25C3%25A9dio%2Be%2Bcurto%2Bprazo.jpg&quot; title=&quot;Planos a longo, médio e curto prazo&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Agora, o que eu aprendi de mais importante com o Scrum e os projetos de software: A diferença entre os planos de longo, médio e curto prazo. Parece óbvio: A visão que eu tenho de 2023 é diferente da visão que eu tenho de dezembro, que é diferente da visão que eu tenho para a próxima sexta-feira. Mas nem sempre é tão fácil. Eu já perdi muito tempo da minha vida tentando fazer coisas que ainda não estavam prontas, só porque pareciam mais importantes ou mais fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, como mencionei no item anterior, aprendi a dividir minhas áreas de interesse em subáreas, meus projetos em subprojetos. As tarefas que entram na minha lista são atômicas e isso me ajuda muito a concluí-las, principalmente quando tenho muitas reuniões e pouco tempo entre elas. Se a tarefa é muito grande, eu nunca terei tempo para executá-la completamente, então, já sabendo que precisarei dividir, faço isso antecipadamente e concluo uma parte sempre que tenho tempo. Tarefas menores são mais fáceis para estimar, para acompanhar e para concluir, porque a nossa visão de curto prazo é muito melhor que a visão de médio e longo prazos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não apenas entender, mas colocar isso em prática me ajudou a ser mais organizada, mais produtiva e a me frustrar menos. Experimente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-decoration-color: initial; text-decoration-style: initial; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;&quot;&gt;Revisão das suas prioridades&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-vkQrXbQ2AsI/Won_hmtHTnI/AAAAAAAATGc/4sji0ZaboHc5tQbA0zGgK8-OPPy6uLj9wCLcBGAs/s1600/05%2B-%2BRevis%25C3%25A3o%2Bdas%2Bsuas%2Bprioridades.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;563&quot; data-original-width=&quot;1600&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-vkQrXbQ2AsI/Won_hmtHTnI/AAAAAAAATGc/4sji0ZaboHc5tQbA0zGgK8-OPPy6uLj9wCLcBGAs/s640/05%2B-%2BRevis%25C3%25A3o%2Bdas%2Bsuas%2Bprioridades.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importantíssimo que eu aprendi foi a priorizar. No desenvolvimento de software nós temos algo que chamamos de MVP -&amp;nbsp;Minimum Viable Product ou Produto Viável Mínimo. A dica é separar aquilo que é realmente indispensável para você concluir um projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense em uma casa. O que é realmente indispensável em uma casa? Quartos? Janelas? Banheiros? Não. Para ter uma casa, você só precisa mesmo de quatro paredes, um teto e uma porta. Esse é o &lt;b&gt;produto viável mínimo&lt;/b&gt;. &quot;Ah, Cíntia, mas banheiro é importante.&quot; Sim, claro que banheiro é importante. Mas não faz parte do mínimo. Antigamente banheiro nem existia... No segundo momento, depois de construir as quatro paredes e uma forma de entrar e sair delas, eu colocaria o banheiro como prioridade máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mínimo significa mínimo. O MVP de um post no blog é o texto. Só o texto. Não precisa de formatação, não precisa de tags, não precisa de imagem ou descrição. No Blogger, não precisa nem de título. É minha escolha não publicar um texto sem tudo isso, mas eu sei que posso. Nós precisamos aprender a diferenciar o que é indispensável do que é escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizar-se, de uma forma ou de outra, é indispensável. Você pode até não perceber que está fazendo isso, mas a vida vira um caos quando não fazemos. Espero que as minhas dicas tenham ajudado a tornar a sua vida mais organizada. Agora, é a vez de vocês. Deixe aí nos comentários as suas melhores dicas, o que funciona e o que não funciona para você. O que você faz para ser mais organizado?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-h2Joe-l8bqE/Wpxm-FSBuDI/AAAAAAAATpA/BA2VfKVa9J4Q7oDOGIKAj8n4LaVYq-80wCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BUma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; data-original-width=&quot;735&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-h2Joe-l8bqE/Wpxm-FSBuDI/AAAAAAAATpA/BA2VfKVa9J4Q7oDOGIKAj8n4LaVYq-80wCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BUma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha.png&quot; width=&quot;427&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/02/dicas-organizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://4.bp.blogspot.com/-436R_yz8q_M/XLoXlm736BI/AAAAAAAAe04/Wjh68Gj2zccKnjlKbiuTXoJ__HDZvdoLgCLcBGAs/s72-c/Uma%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bpara%2Bchamar%2Bde%2Bminha%2BGG.png" height="72" width="72"/><georss:featurename>Belo Horizonte - MG, Brasil</georss:featurename><georss:point>-19.9245018 -43.935237599999994</georss:point><georss:box>-20.4022198 -44.580684599999991 -19.446783800000002 -43.289790599999996</georss:box></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-5402002151352407179</guid><pubDate>Mon, 12 Feb 2018 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-03-04T18:38:41.468-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pessoal</category><title>Sobre planos, escolhas e frustrações</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-4VhT1HEUMFE/WoCDIhhlvAI/AAAAAAAASw8/jZqjPSLB57kku2PPZAJZ-NJ2hn31Ol5twCLcBGAs/s1600/Sobre%2Bplanos%252C%2Bescolhas%2Be%2Bfrustra%25C3%25A7%25C3%25B5es.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-4VhT1HEUMFE/WoCDIhhlvAI/AAAAAAAASw8/jZqjPSLB57kku2PPZAJZ-NJ2hn31Ol5twCLcBGAs/s640/Sobre%2Bplanos%252C%2Bescolhas%2Be%2Bfrustra%25C3%25A7%25C3%25B5es.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dizem que o ano só começa depois do Carnaval. Embora no blog esta possa ser uma verdade, já que eu aproveito o feriado para resolver tudo o que estava pendente, na vida real não foi assim.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muito coisa já aconteceu em 42 dias. Algumas boas, algumas ruins, algumas desafiadoras. Este feriado foi muito bem-vindo para me fazer desacelerar, olhar para as coisas de forma objetiva e tomar as melhores decisões.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu amo planejar, mas tenho problemas quando algo não sai como gostaria. Por isso, sempre evitei as famigeradas metas do início do ano.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ultimamente, desde que comecei a estudar Scrum, tenho tentado trabalhar em períodos mais curtos, onde a chance de dar errado é menor e, se der, pelo menos eu não investi tanto tempo. Está funcionando, tanto na parte prática de concluir mais, quanto na parte emocional de me estressar menos no processo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-l3PzxjzWf7g/WoCkoWH2STI/AAAAAAAASxM/hkVvorBdkpI2iDEomVdNKbfpWWXR_VNegCLcBGAs/s1600/Monica%2BGeller%2B-%2BFriends.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Friends - Monica Geller - Why is everything different?&quot; border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;300&quot; data-original-width=&quot;500&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-l3PzxjzWf7g/WoCkoWH2STI/AAAAAAAASxM/hkVvorBdkpI2iDEomVdNKbfpWWXR_VNegCLcBGAs/s1600/Monica%2BGeller%2B-%2BFriends.gif&quot; title=&quot;Friends - Monica Geller - Why is everything different?&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar disso ou talvez por isso, nos primeiros dias de Janeiro, eu abri uma página no OneNote e comecei a escrever. Escrevi tudo o que vinha à cabeça e que eu gostaria de concluir nos próximos meses. Depois, cada item foi quantificado e acabou virando uma planilha com gráficos, porque o Excel é o melhor amigo desta Garota de Exatas™, mas, naquele momento, era só escrever tudo o que viesse à cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Surpreendentemente, essa pequena atitude de criar uma lista fez com que eu me sentisse melhor com relação ao meu futuro. Há itens grandes, um item grande em específico, que será meu foco até que eu consiga cumpri-lo. Alguns intermediários e progressivos, em várias áreas. E também coisas pequenas, como terminar a maratona de Desperate Housewives, que ajudam a me dar a sensação de evolução.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Algumas dessas coisas pequenas já foram riscadas. Muitas já estão em evolução. Tem uma específica que vai virar um post potencialmente gigante quando eu estiver pronta para falar sobre ela. Tem sido realmente uma experiência produtiva ter esse horizonte de onde eu quero estar daqui a algum tempo, mas poder caminhar passo-a-passo, olhando cada dia, cada semana, cada mês.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quero escrever com mais detalhes sobre tudo isso num futuro breve. Agora, este post improvisado - que simplesmente fluiu enquanto eu montava o calendário editorial das próximas semanas - é apenas para tirar a poeira, inaugurar o 2018 do blog de uma forma leve e dar a mim mesma a permissão para falar, sim, dos meus planos, ainda que no meu próprio ritmo e rompendo as barreiras aos pouquinhos. Dando a mim mesma a permissão para falhar, sem achar que é o fim do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vou conseguir? Continue acompanhando para saber.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-permalink=&quot;https://www.instagram.com/p/BfDdbUJAw1q/&quot; data-instgrm-version=&quot;8&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50.0% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BfDdbUJAw1q/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Keep TRYING 😉 . #desafiofotografico #umafotopordia #fmspad #fms_startswitht #trying #DesafioPrimeira #escrito #lettering #handlettering #masterpiece #instamusic&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/cintiamcr/&quot; style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; Cíntia Mara&lt;/a&gt; (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2018-02-11T11:04:19+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;11 de Fev, 2018 às 3:04 PST&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;PS: No blog este é o primeiro post do ano, mas o &lt;a href=&quot;http://instagram.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instagram&lt;/a&gt; tem fotos todos os dias, o &lt;a href=&quot;https://twitter.com/bloginsignifica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter&lt;/a&gt; tem vários links legais e a &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/insignificativo/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fanpage&lt;/a&gt;&amp;nbsp;tem um destaque toda semana. Se quiser saber como todos esses planos estão evoluindo, siga também o meu &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter pessoal&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//www.instagram.com/embed.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt; &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;display:none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-nhLZz72nlsU/WpxnTfQSd2I/AAAAAAAATpE/NTcDbgTGCMIHchA7WStVXWS4YfziVCg9wCLcBGAs/s1600/Pinterest%2B-%2BSobre%2Bplanos%252C%2Bescolhas%2Be%2Bfrustra%25C3%25A7%25C3%25B5es.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-nhLZz72nlsU/WpxnTfQSd2I/AAAAAAAATpE/NTcDbgTGCMIHchA7WStVXWS4YfziVCg9wCLcBGAs/s640/Pinterest%2B-%2BSobre%2Bplanos%252C%2Bescolhas%2Be%2Bfrustra%25C3%25A7%25C3%25B5es.png&quot; width=&quot;427&quot; height=&quot;640&quot; data-original-width=&quot;735&quot; data-original-height=&quot;1102&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2018/02/planos-escolhas-frustracoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://3.bp.blogspot.com/-4VhT1HEUMFE/WoCDIhhlvAI/AAAAAAAASw8/jZqjPSLB57kku2PPZAJZ-NJ2hn31Ol5twCLcBGAs/s72-c/Sobre%2Bplanos%252C%2Bescolhas%2Be%2Bfrustra%25C3%25A7%25C3%25B5es.png" height="72" width="72"/><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.925279999999987</georss:point><georss:box>-67.731367 -134.5424675 39.261359 30.691907500000013</georss:box></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-6000309596223160829</guid><pubDate>Mon, 18 Dec 2017 11:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-02-11T13:26:55.472-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Música</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><title>Melhores do Ano - 2017</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-zBMUJcXLtCI/Wixh_wW7-nI/AAAAAAAAQgM/QXa2rpIYp1UylLhwYF6yNq8T6TgV6LWQACLcBGAs/s1600/Melhores%2Bdo%2Bano%2B2017%2BE.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-zBMUJcXLtCI/Wixh_wW7-nI/AAAAAAAAQgM/QXa2rpIYp1UylLhwYF6yNq8T6TgV6LWQACLcBGAs/s640/Melhores%2Bdo%2Bano%2B2017%2BE.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma das melhores coisas do final de ano, junto com amigo oculto e chocotone, são as retrospectivas e listas de Melhores do Ano. Como já fiz uma espécie de retrospectiva pessoal no último post, este será totalmente dedicado aos melhores do ano: Meus livros, séries e músicas favoritos. Deveria ter também algo sobre Filmes, mas minha &quot;resolução&quot; de um por semana fracassou mais do que o normal e não cheguei nem a um terço dos 20 que consegui em 2016. Como Dezembro é historicamente o mês em que eu mais vejo filmes, ainda há esperanças, mas vocês vão ter que me seguir no &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cintiamcr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twitter&lt;/a&gt; para saber.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-IkpdmoFY5RY/Wixli_uR78I/AAAAAAAAQgU/OvCKl_SoTio7RtjWtUDiKnbM2MBrp4WpwCLcBGAs/s1600/Melhores%2Bde%2B2017%2B-%2BLivros.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-IkpdmoFY5RY/Wixli_uR78I/AAAAAAAAQgU/OvCKl_SoTio7RtjWtUDiKnbM2MBrp4WpwCLcBGAs/s640/Melhores%2Bde%2B2017%2B-%2BLivros.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como o ano ainda não terminou, creio que terminarei com 38 ou 39 livros lidos. Como sempre, é menos do que eu gostaria, mas é mais do que no ano passado e, principalmente, muito mais do que nos três anos da Grande Ressaca Literária de 2013. Outra ressaca tentou me pegar em outubro, tem muita coisa acontecendo na vida real, mas já estou me recuperando.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma coisa ruim que aconteceu em Janeiro e acabou me impactando foi o roubo do meu Kindle pela janela do ônibus. Só tive coragem de comprar outro em Novembro, na promoção de Black Friday e com um vale-presente de R$200 que eu ganhara em uma gincana no trabalho. Ainda estou sem coragem de usá-lo novamente no ônibus, o que me atrapalha, dado que gasto muito tempo indo e voltando do trabalho, e nem sempre estou conseguindo levar um livro físico, mas ter a opção do leitor virtual já está me ajudando em outras situações, então espero que 2018 seja um ano de ainda mais leituras.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor livro de ficção: Um Mais Um (Jojo Moyes)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-XSV9G7CyZVI/Wi17kZ9v2yI/AAAAAAAAQhM/eGhjayb7YkASyqwdKXvo0U4syez_zgKOgCLcBGAs/s1600/um-mais-um-jojo-moyes.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;288&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-XSV9G7CyZVI/Wi17kZ9v2yI/AAAAAAAAQhM/eGhjayb7YkASyqwdKXvo0U4syez_zgKOgCLcBGAs/s200/um-mais-um-jojo-moyes.jpg&quot; width=&quot;137&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jojo Moyes é uma das autoras mais badaladas dos últimos anos, mas eu nunca tinha lido nada dela até o início do ano. Minha estreia foi com A Última Carta de Amor e me decepcionei muito. Tentei novamente com Um Mais Um, que já havia despertado meu interesse antes e pessoas de confiança diziam que era muito bom e bem diferente dos outros. Acabei me apaixonando pela história e por cada um dos personagens.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Gosto muito de romances que são mais que apenas românticos, histórias que exploram os personagens e fazem com que eu me apaixone por eles. Eu amo me apaixonar por personagens e esse livro me deu não apenas um, mas quatro para amar, pois todos são muito cativantes. Para completar, o livro para uma mensagem muito bonita, sobre tentar e continuar tentando, mesmo sem ter a certeza de que vai dar certo no final. Porque nem sempre dá, é normal, é a vida. Mas a vida também tem coisas boas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Menção honrosa:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; O Projeto Rosie, Mar da Tranquilidade, O Mágico de Oz&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor livro de não ficção: Seja assertivo&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-snO41BKGfUE/Wi1_bYWjfjI/AAAAAAAAQhU/UreNMlwRtck-Ileipb21sNfgEo9nsL0-ACLcBGAs/s1600/seja-assertivo-vera-martins.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;288&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-snO41BKGfUE/Wi1_bYWjfjI/AAAAAAAAQhU/UreNMlwRtck-Ileipb21sNfgEo9nsL0-ACLcBGAs/s200/seja-assertivo-vera-martins.jpg&quot; width=&quot;138&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de todo o meu amor pela ficção, também li alguns livros técnicos e duas biografias no ano. Infelizmente, quase todos eles me decepcionaram de uma forma ou de outra.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dentre os que não decepcionaram, está o primeiro livro que li em 2017 e que eu resisti bastante antes de engatar na leitura, por ter sido recomendado pelo RH da empresa. Pensei que seria uma lenga-lenga inútil, mas o livro é bem prático, cheio de exemplos e eu ainda me lembro de algumas das dicas no dia-a-dia. Assertividade é uma das coisas que eu procuro sempre melhorar, acho que está cada vez mais difícil comunicar o que precisamos adequadamente, mesmo com tantos meios disponíveis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Maior surpresa: Lola e o Garoto da Casa ao Lado (Stephanie Perkins)&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-awzPYInGMzI/Wi2BD64_jgI/AAAAAAAAQhY/4Ci_HssYwx8CTeTTF4F81Qrj0MLOreYUwCLcBGAs/s1600/lola-e-o-garoto-da-casa-ao-lado-stephanie-perkins.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;288&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-awzPYInGMzI/Wi2BD64_jgI/AAAAAAAAQhY/4Ci_HssYwx8CTeTTF4F81Qrj0MLOreYUwCLcBGAs/s200/lola-e-o-garoto-da-casa-ao-lado-stephanie-perkins.jpg&quot; width=&quot;138&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lola é o segundo livro de um trio (não confunda com trilogia, aqui as histórias são independentes), seguindo Anna e o Beijo Francês e seguido por Isla e o Final Feliz. Os personagens da série são adolescentes terminando o Ensino Médio, eu definitivamente não faço mais parte do público-alvo e também não tinha gostado do primeiro, então tinha certeza que não ia gostar deste também.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A surpresa veio com a protagonista: A Lola não é uma menina certinha e sem graça como as outras duas, ela é uma pessoa quebrada - e não tem nada que me faça gostar de uma história mais rapidamente do que isso. A história dela tem uma profundidade que eu não estava esperando, com o envolvimento de sua família não tradicional, formada pela mãe que a abandonou e os dois pais maravilhosos que a adotaram. Não chega a ser um favorito da vida, mas é um livro de que vou me lembrar com carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor personagem de livro: Rosie (O Projeto Rosie)&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-wzHcfchTgDY/Wi2DXiv2-UI/AAAAAAAAQhc/wBRFil_MoE058WEzmM7vS2drcxb0ZeEDACLcBGAs/s1600/o-projeto-rosie-graeme-simsion.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;309&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-wzHcfchTgDY/Wi2DXiv2-UI/AAAAAAAAQhc/wBRFil_MoE058WEzmM7vS2drcxb0ZeEDACLcBGAs/s200/o-projeto-rosie-graeme-simsion.jpg&quot; width=&quot;129&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este é um livro que eu já queria ler há muito tempo. Basicamente, parece uma fanfic (bem escrita, gente, existem fanfics boas) de The Big Bang Theory, uma das minhas séries favoritas, onde o casal principal é Sheldon e Penny. Eu jamais vou querer isso na série (hashtag team Lenny forever), mas a premissa funcionou muito bem, e Rosie ganhou o prêmio de personagem favorita (o que não é nenhuma surpresa, dado que a Penny é minha favorita na série).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ela é uma pessoa horrível, quebrada e sarcástica, daquele jeito que sempre me conquista. Mas ela também cresce muito durante o livro, embora este seja narrado sob o ponto de vista do Don. Só acho uma pena que a continuação, O Efeito Rosie, seja um livro tão fraco, pois os personagens são maravilhosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor casal de livro: Rosie e Don (O Projeto Rosie)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Mais um ponto para o meu segundo livro favorito do ano. Confesso que eu estava ligeiramente apreensiva antes de ler, porque os personagens são muito diferentes e não é sempre que a premissa dos opostos se atraindo funciona bem. Mas o autor soube respeitar as peculiaridades do personagem do Don e construir gradualmente um relacionamento daqueles que, ao final, me deixou sorrindo - e tudo o que eu peço de um casal da ficção é que me faça ficar o tempo com um sorriso idiota no rosto. Assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-QDxm_nHzFWk/WjaVIlJ66UI/AAAAAAAAQp0/ak6YXb8Qmus9cbOId_AKlatWiJUnph_wACLcBGAs/s1600/tenor%255B1%255D.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;281&quot; data-original-width=&quot;500&quot; height=&quot;179&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-QDxm_nHzFWk/WjaVIlJ66UI/AAAAAAAAQp0/ak6YXb8Qmus9cbOId_AKlatWiJUnph_wACLcBGAs/s320/tenor%255B1%255D.gif&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor relacionamento platônico de livro: Carolyn, Tikki e Abuela Teresa (Canary Island Song)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-faqic9gUzew/WjaX0xTnzTI/AAAAAAAAQqA/Q_db-EoBPtU3fxEIpBjy1XHes_z4bCUMQCLcBGAs/s1600/canary-island-song-robin-jones-gunn.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;307&quot; data-original-width=&quot;200&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-faqic9gUzew/WjaX0xTnzTI/AAAAAAAAQqA/Q_db-EoBPtU3fxEIpBjy1XHes_z4bCUMQCLcBGAs/s200/canary-island-song-robin-jones-gunn.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Todo leitor tem a sua própria zona de conforto literária, não é mesmo? Aqueles autores que, podem não ser mais os favoritos absolutos, mas que já estão na nossa estante há tanto tempo, que continuamos guardando com carinho. Na minha estante, Robin é uma zona de conforto e tento ler pelo menos um de seus muitos livros a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canary Island Song é um livro que tem a cara da autora. Tranquilo, previsível e que nos deixa com o coração quentinho ao torcer por aqueles personagens e seus relacionamentos - com Deus, com seus parceiros, com sua família. De todos esses, o relacionamento que mais me agradou foi o da protagonista Carolyn com sua filha Tikki e sua mãe Abuela Teresa. As três mulheres, com experiências de vida tão diversas e passando por momentos tão distintos em suas vidas, possuem uma conexão muito bonita, e elas se importam muito uma com a outra. É mais que o amor de mãe e filha, o relacionamento entre elas possui uma intimidade que nem todas nós podemos experimentar o que me comoveu bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este é o último livro da minha lista. Agora é hora de falar das séries.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-bloeDEPxSdg/WixlqVPdyiI/AAAAAAAAQgY/7WLpwlaWwHETtR4DN1T0vf84YqLipB72QCLcBGAs/s1600/Melhores%2Bde%2B2017%2B-%2BS%25C3%25A9ries.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-bloeDEPxSdg/WixlqVPdyiI/AAAAAAAAQgY/7WLpwlaWwHETtR4DN1T0vf84YqLipB72QCLcBGAs/s640/Melhores%2Bde%2B2017%2B-%2BS%25C3%25A9ries.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Em 2017, eu assisti menos séries que no ano anterior, porque não me interessei por muitas das estreantes e porque algumas das que eu havia começado foram canceladas. Como resultado, eu acabei me envolvendo mais nas que assisto e avançando bastante nas maratonas, o que foi bom e pretendo continuar assim no próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor série: This is Us&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-Gl9JEAanbuc/Wjaur6VtgII/AAAAAAAAQqQ/k7_DNiFi30sM-CipfcbJeODZ5IeHWUB5ACLcBGAs/s1600/Melhor%2BS%25C3%25A9rie%2B-%2BThis%2Bis%2BUs.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;565&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;352&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-Gl9JEAanbuc/Wjaur6VtgII/AAAAAAAAQqQ/k7_DNiFi30sM-CipfcbJeODZ5IeHWUB5ACLcBGAs/s640/Melhor%2BS%25C3%25A9rie%2B-%2BThis%2Bis%2BUs.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A maioria das minhas séries teve temporadas muito boas em 2017. Mesmo assim, não tive nenhum problema em escolher minha favorita absoluta do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu relacionamento com This is Us começou sete meses antes da série começar, quando vi uma lista de estreias previstas para a Fall Season 2016/2017 e encontrei os nomes de Mandy Moore e Milo Ventimiglia próximos a algo que, na ocasião, ainda era descrito como &quot;Dramédia sem nome de Dan Fogelman&quot;. Porém, naquela época, eu não poderia imaginar que ia me envolver tanto. Vocês conhecerão o principal motivo para isso ter acontecido se continuarem lendo o post, mas a verdade é que são vários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-mpOF79eSf70/Wjav5fZcOnI/AAAAAAAAQqY/Wet2v4vwJ5IUhJpvI6mCdNRsN40DDY4FgCLcBGAs/s1600/This%2Bis%2BUs.PNG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;213&quot; data-original-width=&quot;1189&quot; height=&quot;114&quot; src=&quot;https://2.bp.blogspot.com/-mpOF79eSf70/Wjav5fZcOnI/AAAAAAAAQqY/Wet2v4vwJ5IUhJpvI6mCdNRsN40DDY4FgCLcBGAs/s640/This%2Bis%2BUs.PNG&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&quot;I&#39;m all in&quot;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Não vou dizer que é uma série &quot;para todo mundo&quot;, porque sou radicalmente contra esse tipo de afirmação, mas digo com segurança que é uma série SOBRE todo mundo. Talvez esta seja uma característica dos dramas familiares. Se for, quero conhecer todos (Parenthood já está na minha lista, mas eu choro fácil, então tem que ser no hiato, não posso ver as duas ao mesmo tempo), pois gosto de histórias que focam no desenvolvimento dos personagens e em assuntos triviais, com os quais qualquer um pode se identificar e TIU faz isso perfeitamente. O que eu mais gosto é a estrutura de múltiplas timelines da série, porque torna muito mais fácil conhecer essas pessoas, que já amo como se fossem reais. Pontos extras para o elenco, que é maravilhoso tanto na série quanto fora dela, em especial, os jovens atores que interpretam o trio Kevin-Kate-Randall na infância e adolescência não cansam de me impressionar pela capacidade de me convencer que são mesmo a mesma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou nem me desculpar pelo tanto que vocês já viram e ainda vão me ver falando dessa série, só espero que o amor não acabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Menção honrosa - Melhor série de comédia:&lt;/b&gt; &lt;/u&gt;Não fazia sentido separar essa categoria em drama e comédia, porque eu não assisto muitos dramas, então acabaria diminuindo o impacto. Mas não posso deixar de citar The Good Place, que terminou a primeira temporada com uma bomba bastante arriscada, mas conseguiu vencer a &quot;maldição do segundo ano&quot; e continua ótima.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor nova série: Young Sheldon&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-Ote-b57jE20/WjawjwsTbpI/AAAAAAAAQqg/xZ6-PADotnAy514UNJb5HS-qaBRn7QXSACLcBGAs/s1600/Melhor%2BNova%2BS%25C3%25A9rie%2B-%2BYoung%2BSheldon.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-Ote-b57jE20/WjawjwsTbpI/AAAAAAAAQqg/xZ6-PADotnAy514UNJb5HS-qaBRn7QXSACLcBGAs/s640/Melhor%2BNova%2BS%25C3%25A9rie%2B-%2BYoung%2BSheldon.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Embora seja fã de The Big Bang Theory, eu não sou fã do Sheldon e não esperava gostar de uma série sobre a infância do personagem. Fiquei surpresa com o piloto e continuo me surpreendendo a cada episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série é bem diferente de TBBT. Young Sheldon uma comédia familiar, estilo que Life in Pieces e Speechless me ensinaram a amar, e mais séria que a comédia de origem. O elenco é maravilhoso e, como sempre acontece quando me apaixono por uma série, os personagens me conquistaram. Sheldon adulto é irritante; Sheldon criança é adorável. Em especial, senti um grande carinho pelo personagem quando ele descobriu as histórias em quadrinhos e percebeu que poderia se identificar com os personagens - nunca me identifiquei tanto com ele quanto nesse momento, já que uma das coisas que nós dois temos em comum é justamente o apego a pessoas da ficção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro destaque é a pequena Missy, a gêmea que não é um gênio como o irmão, mas é uma mini pessoa horrível super esperta e tem as melhores falas. Já me apeguei, ela rapidamente se tornou minha segunda criança favorita das séries (terceiro lugar para Dylan Dimeo, de Speechless. O primeiro? Continue lendo....)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Young Sheldon tem um grande potencial que está sendo muito bem executado, com plots equilibrados, cada personagem sendo desenvolvido e referências bem dosadas ao que já sabemos sobre o Sheldon adulto. Um episódio que me chamou muito a atenção foi o sétimo, que focou no pai do Sheldon, George Sr, sem esquecer quem é o protagonista e sem ignorar nenhum dos outros personagens. Série que faz isso tem o meu respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor finale: Orphan Black&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-nxQ0YTvTc6c/Wjaw4kbm91I/AAAAAAAAQqk/eb83M0BgMDgSViVUEeFNGoWXx7WGUsL_QCLcBGAs/s1600/Melhor%2BFinale%2B-%2BOrphan%2BBlack.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-nxQ0YTvTc6c/Wjaw4kbm91I/AAAAAAAAQqk/eb83M0BgMDgSViVUEeFNGoWXx7WGUsL_QCLcBGAs/s640/Melhor%2BFinale%2B-%2BOrphan%2BBlack.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 2017, me despedi de duas séries que acompanhei quase desde o início, ambas na quinta temporada: Switched at Birth e Orphan Black. Eram duas séries muito diferentes, um drama familiar e um drama mais pesado com ficção científica, então fica muito difícil escolher qual das duas teve a melhor despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, embora SaB tenha meu carinho por ter me dado Bay Kennish, uma personagem que está no meu Top 3 de favoritos da vida, escolhi Orphan Black, por ter tido uma última temporada mais regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser mais pesada do que as séries que normalmente me agradam e de ter tido alguns deslizes no meio do caminho, OB terminou muito bem, honrando a jornada de seus personagens principais individual e coletivamente. A história continua sendo confusa e não está nos meus planos rever para entender, pelo menos não por enquanto, mas achei que o final foi bem amarrado e coerente. Enfim, para quem gosta do estilo, é uma série que com certeza recomendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor maratona: Full house&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-01WAAkwUlME/Wja0DUkzyGI/AAAAAAAAQq8/xQeYbY40TmMERVaUae46nlPqNJOpXZOBgCLcBGAs/s1600/Melhor%2BMaratona%2B-%2BFull%2BHouse.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;350&quot; data-original-width=&quot;700&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-01WAAkwUlME/Wja0DUkzyGI/AAAAAAAAQq8/xQeYbY40TmMERVaUae46nlPqNJOpXZOBgCLcBGAs/s640/Melhor%2BMaratona%2B-%2BFull%2BHouse.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entrei em 2017 com quatro maratonas, uma dramédia recente de quarenta minutos, Desperate Housewives, e três comédias antigas de vinte, Full House (Três é Demais, no Brasil), The Fresh Prince of Bel-Air (Um Maluco no Pedaço) e My Wife and Kids (Eu, a Patroa e as Crianças). As três comédias fizeram parte da minha infância e adolescência, então decidi que queria rever desde o início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Full House era a que eu menos me lembrava, mas também a que mais gosto, pois tem um clima menos comédia e mais família, com muitos relacionamentos sendo explorados e personagens encantadores. Já finalizei a sexta de oito temporadas e gosto muito de todos eles, minha favorita sendo DJ, a filha mais velha.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Menção honrosa - Desperate Housewives:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Eu nunca imaginei que pudesse gostar de uma série sobre donas de casa desesperadas, mas os podres que essas mulheres e suas famílias escondem acabaram me atraindo. Embora tenha muitas falhas - como matar gente demais, ignorar personagens e alguns plots que não fazem sentido, o que é esperado quando lembramos que era um drama da emissora do alfabeto, que estraga todos os dramas - a série cumpre sua função como entretenimento e entrega alguns episódios ótimos que não te deixam tirar os olhos da tela.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor flop: Making history&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-mZzOkVw5TJM/Wja2UmfyenI/AAAAAAAAQrI/7xogx2rMEgkOW3HmPLsCrPCArBCaU8CDgCLcBGAs/s1600/Melhor%2BFlop%2B-%2BMaking%2BHistory.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://3.bp.blogspot.com/-mZzOkVw5TJM/Wja2UmfyenI/AAAAAAAAQrI/7xogx2rMEgkOW3HmPLsCrPCArBCaU8CDgCLcBGAs/s640/Melhor%2BFlop%2B-%2BMaking%2BHistory.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sempre acontece, não adianta fugir. A gente começa uma série e se apega, só para vê-la cancelada alguns meses depois. Das que tiveram esse triste destino este ano, eu via três: No Tomorrow, Powerless e Making History, sendo que a última foi a que me deixou mais frustrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias séries com temática de viagem no tempo, mas a maioria tem um tom dramático ou de ficção científica. Desde Being Erica, não encontrei nenhuma outra que fosse comédia ou dramédia, até Making History. É uma pena que nem a ótima personagem de&amp;nbsp;Leighton Meester tenha conseguido segurar a história, que poderia durar anos se fosse só um pouco melhor no início. Quando melhorou, já era tarde demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor personagem de série: Kevin Pearson (This is Us)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho muitos personagens favoritos, pelo menos um em cada série, livro, filme e até em &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/11/bons-ares-argentinos-parte-1.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;show de tango&lt;/a&gt;. O quanto eu gosto de cada um deles pode variar, alguns são mais favoritos que outros. E existem os favoritos da vida, que costumo definir como &quot;personagens que eu perderia um amigo para defender&quot; (eu gostaria de estar brincando, mas falo muito sério). Normalmente, isso acontece porque eu me identifico de uma forma absurda e, às vezes, incompreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o início da &lt;i&gt;Fall Season 2017&lt;/i&gt;, existiam dois nessa lista: Bay Kennish (Switched at Birth) e Alex Karev (Grey&#39;s Anatomy). Agora, são três.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kevin é o meu favorito da série desde o piloto de This is Us - porque eu tenho um super poder, que é o de reconhecer favoritos à primeira vista - mas a segunda temporada, ao lhe dar uma storyline mais profunda, intensificou o meu amor pelo personagem. O Número 1 dos trigêmeos Pearson é doce, engraçado e leal, mas quebrado por dentro e completamente incapaz de lidar com os próprios sentimentos. Todas as versões do personagem - adulto, jovem, adolescente, criança - me fazem sentir coisas que estavam escondidas. Essa é a receita infalível para um favorito da vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;div class=&quot;tumblr-post&quot; data-did=&quot;e9fddddffaac053593daf4e4ca1f4e9291d75d84&quot; data-href=&quot;https://embed.tumblr.com/embed/post/IKKLWHIZRaXuyDQo62ykug/168652661120&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168652661120/thisisusedits-top-10-this-is-us-characters-as&quot;&gt;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168652661120/thisisusedits-top-10-this-is-us-characters-as&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;script async=&quot;&quot; src=&quot;https://assets.tumblr.com/post.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Menção honrosa:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; Gretchen Cutler, de You&#39;re the Worst, outra personagem que é quebrada e pessoa horrível, que eu gostaria de proteger; e Missy Cooper, irmã gêmea do Sheldon.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor casal de série: Alex e Jo (Grey&#39;s Anatomy)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Favoritos da vida são favoritos para sempre. Mesmo que eu abandone a série por quase três anos, acabo voltando feito o cão arrependido, com o rabo entre as pernas, o osso roído e a raiva por mudar de ideia, basta alguém me dizer que meus favoritos estão sendo bem tratados novamente. Casais engraçadinhos e que já passaram por todos os tipos de dificuldades na vida merecem ficar juntos e felizes até o fim do mundo - ou até a série acabar, ninguém sabe o que vai acontecer primeiro. Leia mais &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2016/06/casais-favoritos-series.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;div class=&quot;tumblr-post&quot; data-did=&quot;7f2f6e20ce9f17982c282f2c15fb1aad31fc0409&quot; data-href=&quot;https://embed.tumblr.com/embed/post/IKKLWHIZRaXuyDQo62ykug/168653312220&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168653312220/thecambridgees-greys-anatomy-14x06&quot;&gt;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168653312220/thecambridgees-greys-anatomy-14x06&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;script async=&quot;&quot; src=&quot;https://assets.tumblr.com/post.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;u style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Menção honrosa:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Todos os casais de This is Us, em especial Kevin e Sophie. Dependendo do que acontecer, Alex e Jo terão problemas para manter o posto que ocupam desde 2012, porque Kevin e Sophie são apaixonados desde os 9 anos, a competição está acirrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor relacionamento platônico de série: Kevin e Kate Pearson (This is Us)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Essa foi a categoria mais difícil, porque eu queria escolher os três irmãos e não apenas dois deles. The Big Three é o melhor trio, mas são os gêmeos que me fazem voltar a cena pra assistir de novo e me deixam com o coração aquecido, a relação deles é a melhor coisa da série, eles se amam, se admiram, se apoiam em tudo, esse tipo de relacionamento é o meu ponto fraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;div class=&quot;tumblr-post&quot; data-did=&quot;da39a3ee5e6b4b0d3255bfef95601890afd80709&quot; data-href=&quot;https://embed.tumblr.com/embed/post/IKKLWHIZRaXuyDQo62ykug/168653024475&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168653024475&quot;&gt;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168653024475&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;script async=&quot;&quot; src=&quot;https://assets.tumblr.com/post.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Melhor episódio: Number One (This is Us - 2x08)&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Sim, mais This is Us. Mais Kevin Pearson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três últimos episódios que a série exibiu este ano foram focados nos três irmãos, Kevin foi o primeiro, como é a posição dele dentro da família. Number One mostra dois dos piores momentos da vida do personagem, um no presente e outro na adolescência, e me fez chorar não apenas durante a uma hora de episódio, mas por mais uns quarenta minutos depois que acabou. Eu choro em quase todo episódio da série, mas nenhum chegou a esse nível, porque eu realmente não consigo ver meu personagem favorito sofrendo tanto e sem ninguém para ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palmas para todos os envolvidos: Roteiristas, direção, edição, trilha sonora, Milo Ventimiglia, Logan Shroyer e, principalmente, Justin Hartley, que carregou nas costas toda a história da timeline presente, esfregando na cara de quem achava que ele é só um rostinho bonito que atua tão bem quanto qualquer outro ator na série e merece todo o reconhecimento. (A minha amiga Annie tem &lt;a href=&quot;http://www.annieescreve.com.br/2017/09/voce-e-linda-sim.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um texto ótimo sobre os rostinhos bonitos&lt;/a&gt;, passem lá quando terminarem aqui.)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;div class=&quot;tumblr-post&quot; data-did=&quot;e748566ca8abaec2c6deb62ed5eae949eed28f83&quot; data-href=&quot;https://embed.tumblr.com/embed/post/IKKLWHIZRaXuyDQo62ykug/168652234780&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168652234780/janemichaels-hes-down-folks-ladies-and&quot;&gt;http://cintiamcr.tumblr.com/post/168652234780/janemichaels-hes-down-folks-ladies-and&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;script async=&quot;&quot; src=&quot;https://assets.tumblr.com/post.js&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Menção honrosa:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; S4 finale de You&#39;re the Worst e S1 finale de The Good Place&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-B7QNdHLKn7M/Wi10nhJ9wUI/AAAAAAAAQhI/2ItXuQg_St8FE09H0YpmgPrqTq621bsDwCLcBGAs/s1600/Melhores%2Bde%2B2017%2B-%2BM%25C3%25BAsicas.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://4.bp.blogspot.com/-B7QNdHLKn7M/Wi10nhJ9wUI/AAAAAAAAQhI/2ItXuQg_St8FE09H0YpmgPrqTq621bsDwCLcBGAs/s640/Melhores%2Bde%2B2017%2B-%2BM%25C3%25BAsicas.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É muito difícil escolher as minhas músicas favoritas do ano, porque é muita coisa, de vários estilos diferentes. Minha playlist principal do Spotify chegou a 131 horas! Assim, como este foi o ano mais multilíngue da minha vida, resolvi apenas escolher uma música em cada idioma. Para saber mais do que eu ando ouvindo, acesse a tag &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/search/label/M%C3%BAsica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Música&lt;/a&gt; do blog.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Música favorita - Português: Em cada canto (Lorena Chaves)&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&quot;Andar de meia na sala&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Deitar na rede pra ler&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Pegar na mão de quem ama&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;E ver o amanhecer&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Fazer jantar pros amigos e rir à toa&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ter alguém pra agradecer as coisas boas&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ah, você faz tudo ficar mais leve&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Tua beleza à luz do dia&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Em cada canto&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ah, você faz tudo ficar mais leve&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Me aquecendo na noite fria&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Em cada canto&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allow=&quot;encrypted-media&quot; 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Se você não leu tudo, está tudo bem, eu também não consigo ler tudo o que todo mundo escreve. De qualquer forma, espero que tenham gostado e desejo que todos tenham um ótimo fim de ano e que 2018 seja um ano incrível. Vou entrar de férias do blog por algumas semanas e espero voltar com muitas ideias e escrevendo com mais frequência. Até o ano que vem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2017/12/melhores-do-ano-2017.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://2.bp.blogspot.com/-zBMUJcXLtCI/Wixh_wW7-nI/AAAAAAAAQgM/QXa2rpIYp1UylLhwYF6yNq8T6TgV6LWQACLcBGAs/s72-c/Melhores%2Bdo%2Bano%2B2017%2BE.png" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8074648869699775931.post-8646437585117150924</guid><pubDate>Mon, 11 Dec 2017 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-12-11T09:00:03.150-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lifestyle</category><title>Coisas legais que eu experimentei em 2017</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-k2BJitdz0Mg/Wiwir4SiWsI/AAAAAAAAQfo/I6NFvi0cSLgYiV9GcHPWRDfolK2t4jKNwCLcBGAs/s1600/Coisas%2Blegais%2Bque%2Beu%2Bexperimentei%2Bem%2B2017.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;512&quot; data-original-width=&quot;1024&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-k2BJitdz0Mg/Wiwir4SiWsI/AAAAAAAAQfo/I6NFvi0cSLgYiV9GcHPWRDfolK2t4jKNwCLcBGAs/s640/Coisas%2Blegais%2Bque%2Beu%2Bexperimentei%2Bem%2B2017.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ele chegou. Ele, a quem nós amamos e odiamos ao mesmo tempo, o &lt;b&gt;fim do ano&lt;/b&gt;. Eu, pelo menos, amo e odeio. Gosto dessa ideia de divisão do tempo, como diz aquele poema que não é de Drummond, do momento de parar e lembrar de tudo o que aconteceu. Porém, parece inevitável aquele sentimento de que o ano passou muito rápido e não conseguimos chegar aonde gostaríamos. Talvez seja por isso que eu gosto tanto de retrospectivas, elas me ajudam a ver que não foram doze meses desperdiçados, muita coisa aconteceu, sim. Foi diferente do que eu imaginava? Foi. E continuo não sendo boa em lidar com mudanças e frustrações, mas não tenho outra opção, então o jeito é só celebrar as surpresas boas.&lt;br /&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2017, não tive tantas surpresas no sentido estrito, mas algumas boas decisões inesperadas. Selecionei dez delas para compartilhar, inspirada pela lista &quot;&lt;a href=&quot;https://www.buzzfeed.com/florapaul/coisas-legais-para-dezembro-2017?utm_term=.rsw0LGwExd#.fjreDZVl06&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;10 coisas muito legais para você experimentar no mês X&lt;/a&gt;&quot; que o site Buzzfeed faz no início de cada mês e que sempre gostei muito de ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;10 coisas legais que eu experimentei em 2017&lt;/h2&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;Fazer Pilates&lt;/h3&gt;Eu já queria fazer Pilates havia bastante tempo, então fiquei feliz quando consegui começar. O início foi difícil, pois eu não praticava nenhum exercício físico desde que parei com a musculação em 2009. Foi melhorando aos poucos e, mesmo que eu ainda tenha preguiça de começar, não penso em parar jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante do Pilates é que ele trabalha vários aspectos do nosso corpo - força, flexibilidade, equilíbrio, concentração, respiração - então, os exercícios são mais difíceis do que parece, mas é bom ter essa consciência de como o corpo funciona e sentir algumas mudanças. Depois de 10 meses, tanto minha postura quanto meu equilíbrio melhoraram bastante, sem contar meus joelhos que doem menos. No meio do ano, tive uma lombalgia e fiquei péssima por alguns dias, até que uma única aula de alongamento resolveu o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvidas, esta está na minha lista de melhores decisões que já tomei na vida.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50.0% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BcHW7M3gYt0/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;De ontem: #Pilates me fazendo parecer alta 😅&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-11-30T09:50:17+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Nov 30, 2017 às 1:50 PST&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Viajar para fora do Brasil&lt;/h3&gt;Se eu tivesse que dizer um único fato marcante de 2017, não pensaria duas vezes antes de escolher a viagem para Santiago. Mesmo que nem tudo tenha sido perfeito, aquela semana fora me marcou de muitas formas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da viagem em si, que foi a mais longa que já fiz até hoje (e apesar da turbulência da volta ainda me dar pesadelos), foi uma coleção de experiências. Adorei poder falar em outros idiomas, tanto o Espanhol quanto o Inglês, e praticar o que venho estudando há tanto tempo. Pude conhecer o Oceano Pacífico, algo realmente importante para alguém que ama o mar. Coloquei um pé para fora da minha zona de conforto e comi em um restaurante peruano, que tem um tempero maravilhoso e acabou sendo uma das minhas refeições favoritas. Por fim, a cidade é linda, os chilenos são pessoas ótimas, eu vivi um outono de verdade pela primeira vez na vida... Auero poder voltar algum dia e conhecer tudo o que ficou faltando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Leia mais em Santiago para Leigos - &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/04/viagem-santiago-chile-pt1.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Parte 1&lt;/a&gt; | &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/05/viagem-santiago-chile-pt2.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Parte 2&lt;/a&gt; | &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/05/viagem-santiago-chile-pt3.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Parte 3&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BS4ag7AgGF_/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Primeira tarde nessa cidade linda. . #Ferias #Chile #Santiago #Outono #fall #otoño #gemeasgellerbing&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-04-14T21:50:30+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Abr 14, 2017 às 2:50 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Cronograma capilar&lt;/h3&gt;Sempre tive uma relação conturbada com meus cabelos, porque não gosto do cacheado natural dele, mas também não gosto do liso-progressiva. Já tem algum tempo que estou tentando encontrar uma química que me deixe no meio termo sem estragar os meus fios e estou no momento estou testando a progressiva sem formol, que parece promissora (só saberei daqui a alguns meses, quando remover tudo o que ainda estiver com a química antiga).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio das mudanças, meus fios ficaram mais finos, então tive que intensificar os tratamentos também. Depois de pesquisar bastante sobre a moda de hidratação-nutrição-reconstrução, criei minha própria versão do cronograma capilar, adequada à minha agenda e me arrependo por não ter feito isso antes. A combinação de máscaras hidratantes com óleos e queratina me deixou com o melhor cabelo que já tive na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50.0% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BZHv5wIg5tE/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Aquela dozinha de chegar em casa e estragar um #goodhairday 😁&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-09-16T23:54:22+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Set 16, 2017 às 4:54 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Participar de uma corrida de obstáculos infláveis&lt;/h3&gt;Esse foi o evento mais surpreendente do ano: a Insane Inflatable 5k 2017, uma corrida de 5 quilômetros com obstáculos infláveis gigantes. Contei tudo sobre a corrida &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/09/insane-inflatable-5k-2017-eu-fui.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Foi uma experiência muito legal e que eu pretendo repetir no próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BYREQ5VgaIy/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;#InsaneInflatable5k Eu sobrevivi. 😂&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-08-26T18:14:03+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Ago 26, 2017 às 11:14 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Assistir a um musical&lt;/h3&gt;Apesar de amar ficção em todas as suas formas, eu raramente vou ao teatro. Gostaria de ir, mas sempre há algum impedimento. Em especial, sempre quis assistir a um musical, qualquer que fosse ele. Não me lembro bem o que eu estava fazendo quando o Facebook me mostrou a apresentação de A Bela e a Fera, mas não pensei duas vezes quando vi que poderia ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo ama A Bela e a Fera. Eu não estou no grupo dos obcecados, mas, como todos estão cansados de saber, eu amo pessoas horríveis e histórias sobre elas. O musical foi um pouco diferente do que eu esperava, com um tom bem cômico, mas ainda muito bonito e muito bem produzido. Torço para que produções com esta se tornem cada vez mais populares por aqui e espero poder assistir outras em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BY1q0h8gYBh/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Bonjour, bonjour. #ABelaEAFera #Teatro #Musical&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-09-09T23:23:38+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Set 9, 2017 às 4:23 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Assistir a um evento TedX&lt;/h3&gt;Outro momento incrível. Eu sou fã da TED desde que conheci, sonho em poder participar da conferência principal (tão caro...), mas enquanto isso não acontece, foi muito legal assistir a um evento tão perto de casa. Já decidi que quero ir a todos os que acontecerem por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/10/tedx-nova-lima-2017-eu-fui.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Contei tudo sobre a TedX Nova Lima nesse post&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50.0% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BZY7SUJgEEY/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Quase na hora... 😊 #TEDxNovaLima&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-09-23T16:00:55+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Set 23, 2017 às 9:00 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Assistir a um show de tango&lt;/h3&gt;Outro espetáculo incrível, que tive a oportunidade de assistir em Buenos Aires nas últimas férias. Lindo, lindo, lindo é tudo o que eu consigo dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2017/11/bons-ares-argentinos-parte-1.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Contei mais sobre o tango e sobre a viagem aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/BaxpQihg5z4/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Argentino também sofre, mas pelo menos a sofrência deles dá um espetáculo bem lindo. #tango #BuenosAires #Argentina&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-10-28T02:55:48+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Out 27, 2017 às 7:55 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Ficar vulnerável&lt;/h3&gt;Dois anos depois de descobrir &lt;a href=&quot;http://www.insignificativo.com.br/2015/11/cinco-licoes-sobre-vulnerabilidade.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;a mágica da &lt;b&gt;vulnerabilidade&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, este ainda é um tema complicado para mim, então acho que nunca vai deixar de ser digno de nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus instintos continuam os mesmos de dois anos atrás: Evitar ao máximo a vulnerabilidade emocional. O que mudou é que agora eu estou consciente deles e posso tomar decisões melhores, assumindo o risco de me decepcionar. Algumas coisas aconteceram recentemente - em especial, tive uma semana péssima em novembro, quando todas elas culminaram na pior TPM da [minha] história - e que me levaram para aquele lugar emocional em que eu só quero fugir do mundo, mas não fugi e as coisas melhoraram. Inclusive, ao mesmo tempo em que me decepcionei com pessoas com quem me importo, acabei conhecendo outras pessoas ótimas que estou grata por ter na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vulnerabilidade é como exercício físico. Quero evitar, encontrar uma desculpa qualquer, porque é difícil e dói, mas faz bem no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Conhecer Porto Seguro&lt;/h3&gt;2017 foi um dos anos em que eu mais viajei. A viagem mais recente foi também uma das mais loucas, que tinha tudo para dar errado, mas deu certo e eu passei quatro dias com meu pai em Porto Seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Seguro era um lugar que eu sempre quis conhecer, um lugar que mineiro que se preze deve conhecer, mas eu não havia tido a oportunidade e estou feliz por não ter desistido (como quis fazer sempre que alguma coisa dava errado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/Ba6_PzOAHQ1/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dia difícil. #Ferias #Trancoso #PortoSeguro&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-10-31T18:01:06+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Out 31, 2017 às 11:01 PDT&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Cuidar da saúde&lt;/h3&gt;Se alguém perguntar à minha mãe como ainda estou viva, ela dirá que não sabe. Eu odeio ir ao médico. Faz parte de toda essa coisa da vulnerabilidade, sabe? Se tiver alguma coisa me matando, eu prefiro não saber e morrer feliz. E a insistência insuportável das pessoas em me convencer do contrário só piora a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei bem como isso mudou, mas um dia, eu simplesmente peguei o telefone e marquei consultas que estava adiando há alguns (vários) anos. Não vou entrar em detalhes, porque saúde não é algo para se discutir em blog, abrindo espaço para todo tipo de opinião intrometida, mas, bom, não morri. Está tudo bem. Um dia, tomarei coragem de marcar outras consultas que estou adiando há alguns (vários) anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, ainda troquei os óculos e agora me pareço mais com uma pessoa de 31 anos do que uma criança ou uma tia, então valeu a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned=&quot;&quot; data-instgrm-version=&quot;7&quot; style=&quot;background: #fff; border-radius: 3px; border: 0; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.5) , 0 1px 10px 0 rgba(0 , 0 , 0 , 0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: 99.375%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding: 8px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50.0% 0; text-align: center; width: 100%;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background: url(data:image/png; display: block; height: 44px; margin: 0 auto -44px; position: relative; top: -22px; width: 44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/Bccp81xgZt0/&quot; style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&quot;Molecules&quot; 😆🤓 . #oculos #newglasses #EntendedoresEntenderao #tbbt #selfie&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;&quot;&gt;Uma publicação compartilhada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em &lt;time datetime=&quot;2017-12-08T16:20:35+00:00&quot; style=&quot;font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;&quot;&gt;Dez 8, 2017 às 8:20 PST&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;script async=&quot;&quot; defer=&quot;&quot; src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Essas foram algumas das coisas que marcaram meu ano. No próximo post, vou fazer outro tipo de retrospectiva, a de Melhores do Ano, que é algo que eu adoro. Enquanto isso, os comentários estão aí abertos, me conte o que você experimentou em 2017 e gostaria de recomendar. Quem sabe eu não coloco na minha lista para 2018?&lt;/div&gt;</description><link>http://www.insignificativo.com.br/2017/12/experimentei-em-2017.html</link><author>noreply@blogger.com (Cíntia Mara)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://1.bp.blogspot.com/-k2BJitdz0Mg/Wiwir4SiWsI/AAAAAAAAQfo/I6NFvi0cSLgYiV9GcHPWRDfolK2t4jKNwCLcBGAs/s72-c/Coisas%2Blegais%2Bque%2Beu%2Bexperimentei%2Bem%2B2017.png" height="72" width="72"/></item></channel></rss>