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	<title>iPródigo</title>
	
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	<description>Antes perdido, agora achado</description>
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		<title>Pregação centrada em Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 03:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somente uma pregação que fale da glória de Deus pode satisfazer o desejo mais profundo do homem de conhecer seu criador. Por Bernie van Eyk.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8791" class="wp-caption alignleft" style="width: 157px"><img class="size-full wp-image-8791" title="Bernie van Eyk" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Bernie-van-Eyk.jpg" alt="Bernie van Eyk" width="147" height="182" /><p class="wp-caption-text">Bernie van Eyk</p></div>
<p>“As pessoas estão morrendo famintas da grandeza de Deus”, observa John Piper, “mas a maioria delas não daria este diagnóstico de suas vidas problemáticas. A majestade de Deus é uma cura desconhecida. Há prescrições muito mais populares no mercado, mas o benefício de qualquer outro remédio é breve e superficial. Portanto, a pregação que não contém o aroma da grandeza de Deus pode até entreter por algum período, mas ela não tocará no clamor secreto da alma: ‘Mostre-me sua glória’”. Nossa maior necessidade, à medida que andamos no deserto da era presente, é ver o que o apóstolo João viu na ilha de Patmos – um vislumbre da glória de Deus.</p>
<p>Entretanto, como pregadores, queremos estar em sintonia com a congregação, não queremos? Queremos ser relevantes. Queremos estar com nossos rebanhos onde eles estão. Temos ouvido protestos por “sermões mais práticos”. Esses críticos desejam sermões que instruam em “como eu posso ser uma pessoa melhor”, “como posso lidar com o stress na minha vida”, ou “como eu posso obter mais sucesso”. E assim, sujeitando-se a esses lamentos, a terapia substituiu a teologia em muitas das pregações contemporâneas. O “eu” ganhou um espaço central, e Deus, se Ele estiver lá de alguma forma, está marginalizado. O foco foi deslocado de Deus – quem Ele é e o que Ele fez – para o “eu” e nossas atividades, nossas necessidades, nossas experiências. A suposição, claro, é que a teologia não é prática, que o estudo de Deus é irrelevante para nosso dia a dia. Mas nada poderia estar mais longe da verdade. O que nosso povo precisa é de pregação centrada em Deus.</p>
<p>Se o povo de Deus, em algum momento, conseguir enxergar um vislumbre da glória de Deus, isso se dará através da pregação da Palavra (1 Timóteo 4.4). É através da Palavra que o Espírito nos revela Deus – Sua pessoa, nome, atributos, obra e glória. A Bíblia foi dada para revelar Deus para Seu povo de forma que eles possam conhecê-lo, amá-lo e adorá-lo. A Bíblia é, fundamentalmente, um livro sobre Deus. Isso pode ser uma surpresa para alguns. Por causa de nossa inclinação natural ao nosso próprio “eu”, tendemos a achar que a Bíblia é um livro sobre nós. Ela não é. Ela é, do início ao fim, um livro sobre Deus: “No princípio, Deus” (Gênesis 1.1).</p>
<p>Se a Palavra é teocêntrica (centrada em Deus), como nossa pregação pode ser qualquer outra coisa além de teocêntrica? Nossa pregação é um reflexo de nossa teologia. Quando nossa teologia está focada em Deus e Sua glória, nossa pregação fará o mesmo. Em nossa cultura narcisista, infestada de materialismo, pragmatismo e relativismo, uma ênfase concentrada em Deus e Sua glória é exatamente aquilo que nosso povo precisa. Nossas mentes e nossos corações precisam ser afastados das coisas que podem ser vistas e direcionados para as coisas que não podem ser vistas e são eternas. Não foi esse o remédio para a alma atribulada de Asafe (Salmo 73)? Ele havia se tornado tão imerso em si mesmo e nos confortos dessa era que acabou invejando o perverso – até que ele entrou no templo de Deus. Foi somente quando os olhos dele se deslocaram das coisas temporais para as cosias eternas que a mente e o coração dele foram recalibrados.</p>
<p>A pregação centrada em Deus, entretanto, não nega a necessidade de se pregar a Cristo; pelo contrário, exige isso. A pregação centrada em Deus deve necessariamente ser focada em Cristo, porque é somente quando vemos a Cristo que podemos conhecer Deus (João 1.18). É somente através de Cristo, que é a imagem exata de Deus, que podemos conhecer e amar a Deus. Jesus Cristo é a soma e a substância de toda a Escritura: “pois quantas forem as promessas feitas por Deus, tantas têm em Cristo o sim” (2 Coríntios 1.20). É por isso que Paulo pode ousadamente declarar para os Coríntios, “decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado” (1 Coríntios 2.2); para os Colossenses, ele sucintamente diz, “Nós O proclamamos” (Colossenses 1.28); e ao mesmo tempo faz os anciãos de Éfeso saberem que ele não deixou “de proclamar-lhes toda a vontade de Deus” (Atos 20.27). Jesus Cristo é Aquele enviado dos céus (João 6) para nos libertar dessa era presente má e nos conduzir a Deus. Ele é Emanuel – Deus conosco – Ele é Deus por nós e, por Seu Espírito Santo, Deus em nós.</p>
<p>Somente a pregação que é centrada no Deus triúno e Sua majestade e condescendente amor por pecadores, demonstrado em Jesus Cristo, provocará a eterna doxologia: “Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!” (Apocalipse 5.13).</p>
<p>A pregação centrada em Deus expõe as coisas dessa era passageira como algo sem valor e enleva a alma para confessar junto com Asafe: “A quem tenho nos céus senão a ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre” (Salmo 72.25-26). Somente quando o povo de Deus tiver uma visão de Deus, em toda sua glória esplêndida, que começarão a desejar comunhão constante com Ele e orarão com zelo, “Vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22.20). Pode alguma coisa ser mais relevante para nossa vida diária do que a pregação centrada em Deus? Pode alguma coisa nos dar mais satisfação do que ver a glória de Deus na face de Jesus Cristo?</p>
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		<title>Como saber quando alguém está arrependido?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 03:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arrependimento]]></category>
		<category><![CDATA[pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[Jared Wilson descreve passos claros para identificarmos quando estamos realmente arrependidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8776" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-8776 " title="Jared-Wilson" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Jared-Wilson2-150x150.jpg" alt="Jared Wilson" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Jared Wilson</p></div>
<p>Como você sabe quando alguém está arrependido?  Em seu livreto <em>Church Discipline </em>Jonathan Leeman oferece algumas dicas:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 60px;">Alguns versículos antes da instrução de Jesus em Mateus 18 sobre disciplina na igreja, ele provê ajuda para determinar quando um indivíduo está genuinamente arrependido: A pessoa estaria disposta a cortar a mão ou arrancar um olho ao invés de repetir esse pecado (Mt 18.8-9)? Quer dizer, essa pessoa está disposta a tomar qualquer atitude para combater esse pecado? Pessoas arrependidas, tipicamente, são zelosas ao se despojarem de seus pecados. Isto é o que o Espírito de Deus faz dentro delas. Quando isso acontece, podemos esperar uma vontade de aceitar conselho de outros. Um tipo de vontade que faz as pessoas mudarem suas agendas. Uma vontade de confessar coisas vergonhosas Uma vontade de fazer sacrifícios financeiros ou perder amigos ou até findar relacionamentos.</p>
</blockquote>
<p>Esses são alguns bons indicadores, mas acho que ainda poderíamos acrescentar mais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Aqui estão 12 formas de saber se temos um coração genuinamente arrependido:</strong></span></p>
<ol>
<li>Chamamos pecado de <em>pecado </em>e não damos voltas ou desculpas para ele, e mais, nós demonstramos um “remorso piedoso,” que na verdade quer dizer uma grande tristeza sobre o pecado mesmo, não apenas uma tristeza ao ser pego, ou por ter de lidar com as consequências do pecado;</li>
<li>Nós confessamos nossos pecados sinceramente antes de sermos pegos, ou até mesmo antes das circunstâncias embaraçosas nos atingirem;</li>
<li>Se descobertos, nós confessamos imediatamente ou até rapidamente, ou logo depois de “ficarmos limpos,” ao invés de termos de esperar a verdade ser arrancada de nós;</li>
<li>Nós queremos fazer de tudo para mudarmos. Faremos tudo para endireitar o erro e demonstrarmos que mudamos;</li>
<li>Somos pacientes com aqueles que machucamos ou vitimizamos, ao passar o tempo necessário com eles e escutando sem pular logo para a defensiva;</li>
<li>Somos pacientes com aqueles que machucamos de forma que esperamos eles processarem suas feridas. Não os pressionamos, nem os fazemos sentir culpados porque não nos perdoam;</li>
<li>Queremos confessar nosso pecado mesmo diante de uma terrível consequência (mesmo que envolva disciplina na igreja, ir para a cadeia, ou o abandono do cônjuge);</li>
<li>Podemos sentir uma tristeza pelas consequências de nosso pecado, mas não cedemos a ele. Entendemos que as vezes nosso pecado pode causar danos a outros que não serão curados rapidamente (ou até nunca serão curados);</li>
<li>Se o nosso pecado envolve vício ou um padrão de comportamento, não deixe de procurar ajuda com um conselheiro, um programa de doze passos sólidos, ou até mesmo um centro de reabilitação;</li>
<li>Não tememos contabilidade, exortação pastoral, ou disciplina na igreja;</li>
<li>Procuramos nosso conforto na graça de Deus em Jesus Cristo, não apenas sendo livres das consequências do pecado;</li>
<li>Seremos humilde e ensináveis.</li>
</ol>
<p><em>&#8220;Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa. A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte. Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito&#8221;</em> 2 Coríntios 7.9-11</p>
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		<title>Divertindo os bodes ou chamando as ovelhas?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/iprodigo/~3/10W6kuxEqJg/divertindo-os-bodes-ou-chamando-as-ovelhas.html</link>
		<comments>http://iprodigo.com/traducoes/divertindo-os-bodes-ou-chamando-as-ovelhas.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 03:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<description><![CDATA[O sucesso do ministério do evangelho não é medido por números, mas pela fidelidade à Palavra: foi assim com Paulo e é assim nos dias de hoje. Por Mike Riccardi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8679" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class=" wp-image-8679 " title="Mike Riccardi" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Mike-Riccardi-300x300.jpg" alt="Mike Riccardi" width="180" height="180" /><p class="wp-caption-text">Mike Riccardi</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center"><em>Mas se o nosso evangelho está encoberto, para os que estão perecendo é que está encoberto. 2 coríntios 4.3</em></p>
<p>Em 2 Coríntios, Paulo escreve primeiramente para defender seu próprio apostolado contra determinados homens que ele, mais tarde, chamou de falsos apóstolos (2 Coríntios 11.13). Esses homens estavam ensinando que Paulo não era um apóstolo de verdade e estavam dirigindo muitos ataques contra seu caráter e seu ministério, ao ponto que os Coríntios começaram a duvidar de Paulo e, ainda, duvidar do evangelho que ele pregava.</p>
<p>Por exemplo, esses falsos apóstolos acusaram-no de estar sob o juízo de Deus por causa de seus constantes sofrimentos. O pensamento era que, se Paulo foi realmente mandado por Cristo, ele não enfrentaria tal oposição e confusão, mas, ao contrário, Deus o abençoaria. Assim, em 2 Coríntios 1.3-11, Paulo defende-se dizendo que seus sofrimentos pelo Evangelho são, na verdade, uma marca do <em>favor</em> de Deus. Longe de desacreditá-lo como um apóstolo, sofrimentos são um distintivo de sua autenticidade como um ministro de Cristo. Eles também o acusaram de indeciso, e de “propor um acordo com a carne” (2 Coríntios 1.17) por ele ter mudado seus planos de ir a Corinto. Então, em 2 Coríntios 1.15-22, ele se defende dizendo aos Coríntios que sua palavra não é sim ou não, mas sim, bem como todas as promessas de Deus são sim em Cristo. Outra acusação era que ele não tinha credenciais – uma espécie de apóstolo que chegou tardiamente, não fazia parte dos doze originais. Então, em 2 Coríntios 3.2, ele pergunta aos Coríntios: “Precisamos de carta de recomendação para vocês? <em>Vocês</em> são nossa carta de recomendação. O fato de vocês conhecerem Cristo por causa do evangelho que <em>nós</em> pregamos a vocês é evidência de nossa autenticidade”.</p>
<p>No capítulo 4, descobrimos que outra acusação era que sua mensagem era <strong>confusa</strong>. E isso era uma acusação substancial, porque a cultura de Corinto louvava a sabedoria humana, a inteligência de discursar e a oratória persuasiva. Eles tinham em alta consideração aqueles que eram hábeis na retórica e oratória, e menosprezavam aqueles que não eram. Assim, esses homens estavam dizendo: “Ei, olhe, Paulo, apenas algumas poucas pessoas estão acreditando em sua mensagem. Se fosse verdade, e você fosse realmente enviado por Cristo, mais pessoas acreditariam!”.</p>
<p>Parece um pouco como os dias de hoje, não é? “Se Deus realmente estivesse te abençoando, você teria mais pessoas em sua igreja! Se você realmente tivesse uma doutrina sólida – e se doutrina fosse realmente importante – mais pessoas acreditariam!”.</p>
<h3>O propósito da Igreja definido pelo propósito de Deus</h3>
<p>O que há de tão interessante para mim é como a resposta extremamente instrutiva de Paulo a essa acusação é de como a Igreja pode ser testemunha fiel de Cristo em nossas várias esferas da vida. Ele fala aos falsos apóstolos: vocês não entendem a doutrina da eleição. Pode ser que nosso evangelho seja encoberto – isto é, certamente: há muitos que não crêem em nossa mensagem – mas nosso evangelho é encoberto apenas para aqueles que estão perecendo.</p>
<p>Ele diz algo parecido em 2 Coríntios 2.14-16: “porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância de vida”. Paulo faz uma ligação entre a pregação do evangelho e o exalar de um aroma que encontra seu caminho nas narinas de todas as pessoas.  E entre aqueles que escutam o evangelho, há dois tipos de pessoas: (a) aqueles que estão sendo salvos e (b) aqueles que estão perecendo; (a) aqueles que Deus escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, e (b) aqueles que Deus não escolheu.</p>
<p>A mensagem da cruz é loucura para “os que estão perecendo”, mas para “aqueles estão sendo salvos” – os chamados (1 Coríntios 1.24) – é o poder de Deus para a salvação (1 Coríntios 1.18). Assim, quando o eleito de Deus tem a fragrância do Evangelho, é para ele um aroma de vida que leva à vida. Mas quando o não eleito a escuta, é um aroma de morte que leva à morte, porque a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo.</p>
<p>O próprio Cristo disse a mesma coisa aos judeus em João 10.26-27. Ele disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e eu dou-lhes a vida eterna, e <em>nunca</em> hão de <em>perecer</em>. Mas <em>vocês</em> não acreditam <em>porque</em> não são minhas ovelhas”.  Entenda isso. Não é: “Vocês não são minhas ovelhas porque não crêem”, mas “vocês não acreditam porque não são das minhas ovelhas. Vocês não são aqueles que o Pai me deu” (cf. João 6.37,39).</p>
<p>Então a defesa de Paulo contra a acusação de que pessoas não o suficiente estão crendo em sua mensagem é simples: o <em>propósito</em> da Igreja no evangelismo – e em todas as facetas do ministério do Evangelho – é chamar as ovelhas de Cristo, não os bodes, para o rebanho. Vocês não devem esperar que os bodes creiam no evangelho; apenas as <em>ovelhas</em> escutem a voz do Pastor.</p>
<h3>As Implicações</h3>
<p>Considere as implicações que essa doutrina tem para nosso ministério do Evangelho – para a forma em que nós “praticamos igreja”. Se continuarmos a levar o Evangelho inalterado, bíblico, ao mundo, e eles continuarem a rejeitá-lo, não é sinal de fraqueza da mensagem. Nem mesmo necessariamente um sinal de fraqueza do mensageiro. Ao contrário, é o <strong>desenrolar</strong> do propósito de Deus de redimir um povo em <em>particular</em>: aquelas ovelhas que o Pai deu ao Filho.</p>
<p>Assim, se pregamos o Evangelho Bíblico aos nossos vizinhos e aos nossos colegas de trabalho e nossas comunidades com a paciência e compaixão de Jesus, e eles parecerem desinteressados, não devemos concluir que precisamos deixar crescer uma barbicha, começar a tocar rock secular, ter shows de luz, fazer esquetes e passar vídeos na igreja para atraí-los. <strong>A igreja não é chamada a entreter os bodes. Nossa tarefa é soar, quão claramente quanto pudermos, a voz do Pastor na mensagem do Evangelho e chamar suas ovelhas que <em>conhecem</em> essa voz para seu rebanho. </strong>O chamado da <em>voz do Pastor</em> é o meio pelo qual o rebanho de Cristo é trazido para dentro de seu aprisco.  Um estranho elas simplesmente não seguirão, mas fugirão dele, porque não conhecem a voz de estranhos. Então por que adotaríamos uma metodologia de ministério que não está de acordo com a voz do pastor na pregação de sua palavra? Por que implementaríamos algo mais – algo que a Escritura promete que não atrairá as ovelhas de Cristo, mas os bodes? Talvez seja porque falhamos em entender as implicações de 2 Coríntios 4.3.</p>
<p>Nosso evangelho é, de fato, encoberto para aqueles que estão perecendo.</p>
<p>Assim, um princípio para o ministério do Evangelho fiel que Paulo dá à Igreja de Cristo neste texto é: <em>sucesso no ministério do evangelho é medido não por números, mas por fidelidade à mensagem.</em> Portanto, naquilo que parecer uma temporada de falhas externas, devemos buscar não o que oferece maior apelo, o que irá preencher mais lugares, ou o que terá mais “influência”. Temos que perguntar: “entendemos o evangelho corretamente? Estamos pregando a mensagem que recebemos? Estamos soando a voz do Grande Pastor, ou a voz de um estranho?”.</p>
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		<title>Ame e fale a verdade</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 03:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é a verdade? O que é falar a verdade? Como podemos obedecer o mandamento de "falar a verdade em amor"? Respostas para esses e outros questionamentos, por Adam Parker.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3902" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-3902" title="Adam Parker" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/12/adam.jpg" alt="Adam Parker" width="220" height="145" /><p class="wp-caption-text">Adam Parker</p></div>
<p>O nono mandamento: “Não dirás falso testemunho contra o seu próximo”.</p>
<p>Nos termos mais simples possíveis, este mandamento está dizendo que não devemos apenas nos abster de dizer coisas que não são verdade, mas que nós devemos amar e promover a verdade.</p>
<p>Verdade é um importante tema nas Escrituras. A palavra aparece 252 vezes, 163 dessas no Novo Testamento. Cerca de metade dessas referências de “verdadeiro” ou “verdade” são dadas pelo próprio Jesus. Muitas vezes, quando Jesus falou, ele simplesmente precedia suas declarações dizendo que estava falando a verdade (Lucas 4.25; João 16.7). Às vezes, ele se referia a uma pessoa como quem “praticava a verdade” (João 3.21). Outras vezes, ele simplesmente afirmava que alguém disse a verdade (João 4.18). Outras vezes, ele usava a palavra “verdadeiro” antes de um substantivo, usando-a como um adjetivo – por exemplo:</p>
<p><em>“No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade.”</em> (João 4.23).</p>
<p><em>“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”</em> (Lucas 16.11)</p>
<p><em>“Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.”</em> (João 6.55)</p>
<p>Muitas vezes, Jesus faz um teste de veracidade para saber se a pessoa está alinhada com o Diabo ou com o Senhor (leia João 8.44). Ele mesmo se chama de “a verdade” (João 14.6). Ele fala da incapacidade do mundo de receber “o Espírito da Verdade” (João 14.17). Ele fala da verdade como um meio pelo qual Deus santifica e purifica a igreja (João 17.17): “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.”</p>
<p>Quando Jesus estava diante de Pilatos, ele disse “Todos os que são da verdade me ouvem”, a que Pilatos responde “Que é a verdade?”. De fato, essa é a pergunta que iremos discutir preliminarmente. Assim, eu quero discutir a santidade e a importância da verdade. Por que é que nosso Senhor falou tanto sobre verdade, e o que é a verdade que está de acordo com a vontade e o caráter de Deus?</p>
<h3>Deus é Verdade</h3>
<p>O ponto de partida para todos esses mandamentos é o caráter de Deus. O próprio Deus é verdade, e por causa disso, temos um padrão de verdade e de falsidade.</p>
<p><em>“Ó Soberano Senhor, tu és Deus! Tuas palavras são verdadeiras, e tu fizeste essa boa promessa a teu servo.”</em> (2 Samuel 7.28)</p>
<p><em>“Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína.”</em> (2 Samuel 22.31)</p>
<p><em>“Toda palavra de Deus é pura”</em> (Provérbios 30.5)</p>
<p><em>“Eu, o Senhor, falo a verdade; eu anuncio o que é certo.”</em> (Isaías 45.19)</p>
<p>Observe, também, a estreita ligação entre a verdade de Deus e a sua confiabilidade. Porque Deus não pode negar a si mesmo, então Ele deve manter todas as Suas promessas. Isso deve ser um grande conforto prático aos cristãos, quando se encontram em situação de dúvida ou desânimo.</p>
<p>Chegando ao ponto mais profundo que significa Deus ser “a verdade”, Herman Bavinck relaciona as diferentes linhas filosóficas nas quais Deus é a “verdade”:</p>
<ol>
<li><strong>No sentido metafísico</strong>. Deus é chamado de “Deus verdadeiro” em distinção aos ídolos. Nesse sentido, Deus é “verdadeiro, único, simples, imutável, e um ser eterno”. Deus é o ser supremo, a suprema verdade, e o bem. Ele é um ser puro. Ele não possui, mas É a verdade.</li>
<li><strong>No sentido ético</strong>. No caso de Deus, há uma completa correspondência entre o ser de Deus e a sua revelação. É impossível para Deus mentir ou negar a si mesmo.</li>
<li><strong>No sentido lógico</strong>. Deus é a verdade no sentido em que ele conhece as coisas como elas realmente são. Seu conhecimento é certo, imutável e compreensível. Não é adquirido através de investigação e reflexão, mas é inerente ao seu ser divino e precede a existência das coisas. O conhecimento de Deus é só uma parte da sua natureza e, portanto, substancialmente verdade. O ser de Deus compõe a realidade e faz a lógica e o conhecimento possíveis.</li>
</ol>
<p>A oração de Agostinho resume muito bem neste capítulo filosófico:</p>
<blockquote><p>Te invoco, ó Deus da Verdade, em quem, por quem e mediante quem é verdade tudo que é verdadeiro  (Solilóquios I.1)</p></blockquote>
<h3>Acreditando na verdade</h3>
<p><em>“Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça.” </em>(2 Tessalonicenses 2.11–12). Note que a conclusão desse verso é que aqueles que tem prazer na justiça vão acreditar na verdade.</p>
<p><em>“Todos os que são da verdade me ouvem” </em>(João 18.37)</p>
<p><em>“Não lhes escrevo porque não conhecem a verdade, mas porque vocês a conhecem e porque nenhuma mentira procede da verdade” </em>(1 João 2.21)</p>
<p><em>“Assim saberemos que somos da verdade; e tranquilizaremos o nosso coração diante dele”</em> (1 João 3.19)</p>
<p><em>“Portanto, diga a eles: Esta é uma nação que não obedeceu ao Senhor, ao seu Deus, nem aceitou a correção. A verdade foi destruída e desapareceu dos seus lábios.”</em> (Jeremias 7.28)</p>
<p>E assim vemos que é virtuoso acreditar na verdade. Isso significa que nós apenas não devemos aceitar as coisas que são condizentes com a realidade, mas que devemos buscar a verdade sobre tudo na vida – mas especialmente sobre Deus e nós mesmo – através de ensinamentos sólidos, através da razão e procurando melhor compreender as Escrituras. Lembre-se também que Romanos 1.18 fala daqueles que conhecem a verdade e ainda “suprimem a verdade pela injustiça”. A recusa em acreditar na verdade começa no coração.</p>
<h3>Amando a verdade</h3>
<p><em>“Por isso amem a verdade e a paz”</em> (Zacarias 8.19)</p>
<p><em>“porquanto [os ímpios] rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar”</em> (2 Tessalonicenses 2.10). Note nesse versículo a obstinação envolvida em não amar a verdade.</p>
<p><em>“Procurou também encontrar as palavras certas, e o que ele escreveu era reto e verdadeiro.”</em> (Eclesiastes 12.10)</p>
<p><em>“Sei que desejas a verdade no íntimo; e no coração me ensinas a sabedoria” </em>(Salmo 51.6)</p>
<p>Tal como acontece nos outros mandamentos, aqui este imperativo de que devemos amar a verdade está enraizado primeiramente no próprio amor de Deus para com a verdade. Deus se deleita na verdade. Nós estamos indo na contramão de Deus se não fazemos o mesmo. Muitos cristãos hoje em dia querem restringir a busca pela verdade aos <em>nerds</em> da teologia e os apologetas, mas se queremos ser discípulos de Jesus Cristo, devemos amar a verdade, ter prazer nas coisas verdadeiras.</p>
<h3>Falando a verdade</h3>
<p><em>“Eis o que devem fazer: Falem somente a verdade uns com os outros, e julguem retamente em seus tribunais”</em> (Zacarias 8.16)</p>
<p><em>“Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo”</em> (Efésios 4.25)</p>
<p>Eu gosto da forma como Thomas Boston coloca isso: “nossa boca deve concordar com a nossa mente”. Vamos relembrar, mais uma vez, que Deus só fala o que é verdade, e isso deve ser ecoado em nosso próprio comportamento. Isso é o que as pessoas primariamente pensam que o nono mandamento está tratando, mas como podemos ver, o falar da verdade é apenas parte do que esse mandamento aborda. Primeiro, a verdade é para ser o primeiro contentamento e satisfação no interior do homem, e então ela procede de nós. Se não conhecemos a verdade, não podemos nos deleitar nela, e se não nos deleitamos nela ou não a amamos, é claro que não iremos falar sobre ela. De fato, nós falaremos contra a verdade, nesses casos, e poderemos até negar a possibilidade de conhecer quaisquer verdades. Este é o ambiente em que vivemos, infelizmente. Nossa época é aquela em que os falam que o que acreditam é verdade são chamados de arrogantes que não cansam de se exaltar. Falar a verdade, muitas vezes, custa bem caro.</p>
<h3>Como devemos falar a verdade</h3>
<p><em>“Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”</em> (Efésios 4.15)</p>
<p>As pessoas, hoje em dia, acham que falar a verdade “em amor” significa um tom de voz doce, com a cabeça ligeiramente inclinada enquanto balança de leve mostrando preocupação, e uma falta de vontade de afirmar que o que se acredita é “verdadeiro” (pois isso pode ofender o coleguinha). Se as coisas fossem assim, então os Apóstolos e até mesmo o próprio Cristo seriam os convidados mais indesejáveis que se possa imaginar para um jantar. Se há uma convicção da qual o Velho e o Novo Testamentos frequentemente testificam é, provavelmente, a virtude de acreditar, amar e falar a verdade – mesmo que cause prejuízo social.</p>
<p>Então, se o conceito popular de “falar a verdade em amor” está errado, o que significa falar a verdade em amor? Os comentários de Calvino sobre esse verso são úteis:</p>
<blockquote><p>Se cada indivíduo, em vez de atender exclusivamente aos seus próprios interesses, desejar a mútua edificação, haverá um agradável e generalizado progresso. Essa, o Apóstolo nos assegura, deve ser a natureza dessa harmonia, que os homens não devem sofrer para esquecer o clamor da verdade, ou, desconsiderando-o, enquadrar um consentimento de acordo com suas próprias opiniões.</p></blockquote>
<p>Calvino está dizendo que o nosso falar a verdade não deve ser para a promoção dos nossos próprios fins, mas a edificação daqueles com quem estamos falando. Se fazer com que pareçamos melhores, ou até mesmo ganhar um argumento apenas para provar que somos grandes debatedores, é o nosso objetivo, então certamente não estamos falando a verdade de uma maneira bíblica. Nós devemos ser cautelosos, porque a pessoa com quem você está falando pode não gostar do que você tem a dizer. Isso <strong>não</strong> significa dizer, portanto, você não está falando a verdade em amor. Pode significar que você esta fazendo <em>precisamente isso</em> e eles não querem ouvir a verdade.</p>
<blockquote><p>“Nós não devemos perder de vista o central e óbvio ensinamento do nono mandamento – ele ordena veracidade em todas as relações. Assim, a questão mais importante a ser feita a respeito da comunicação via Internet com relação ao nono mandamento é essa: “isso é verdade?”. Além disso, nós somos chamados, como Cristãos, para “falar a verdade em amor” (Efésios 4.15). Aqui também temos que reconhecer que “amor” não deve ser equiparado a “gentileza”, que o próprio relacionamento da verdade com o amor é, muitas vezes, complexo, e que o discernimento do próprio equilíbrio exige sabedoria e dependência do Espírito de Deus” &#8211; William Evans.</p></blockquote>
<p>Tudo isso não significa que não deve haver cautela e atenção em nosso falar a verdade, e cada um de nós deve procurar em nossos corações e pedir ao Senhor que nos ajude a saber se cruzamos a linha e se o nosso discurso tem sido “em amor” e para o bem dos outros ou não. A coisa mais importante é que a Escritura deve ser nosso guia nesse assunto, uma vez que todos que conhecemos têm uma ideia diferente sobre o que e como devemos falar.</p>
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		<title>Para mães, ex-mães e mães em potencial</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 03:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um encorajamento baseado no evangelho da graça para todas as mães e futuras mães. Por Wendy Alsup.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8744" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><img class=" wp-image-8744" title="Wendy Alsup" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Wendy-Alsup.jpg" alt="Wendy Alsup" width="203" height="224" /><p class="wp-caption-text">Wendy Alsup</p></div>
<p>O Dia das mães é uma data complicada. Como qualquer outra data comemorativa, é agradável para uns e amarga para outros. Eu me lembro de olhar para o Dia das mães do lado de fora, antes como solteira, depois por ter perdido minha primeira gravidez. Nossa igreja tinha uma entrada, perto do berçário, chama de “Entrada da Família”. Será que eu poderia usá-la? Nós éramos uma família? Finalmente, usei mesmo assim, quase como um ato de rebeldia.  Agora, como mãe de dois filhos, de 4 e 6 anos, consigo ficar profundamente grata a alguém que abre mão de uma vaga mais perto da entrada para que eu não precise atravessar uma rua movimentada com os meus pequenos. Mas, naquela época, eu estava lidando com emoções que não eram aplacadas por realidades da vida prática. Eu só queria ser uma mãe. E aquela placa na entrada da igreja me lembrava que eu não era.</p>
<p>É um problema antigo da humanidade, em geral, e do Cristianismo, em particular. Como você honra alguém que tem algo bom que você deseja? Como você aplaude os sacrifícios de alguém sem minimizar o sofrimento de outros? Eu não sei, exatamente, mas penso que há princípios aqui que podem nos ajudar.</p>
<p>A maternidade não é o bem supremo da mulher cristã. Seja você mãe ou não, não se apegue ao sentimentalismo que faz desse papel um papel santo. O bem supremo é ser conformada à imagem de Cristo. Sim, certamente a maternidade é uma das principais ferramentas do arsenal de Deus para realizar seus propósitos nas mulheres. Mas não é um fim em si mesmo. Ser uma mãe não te faz mais santa. Acredite em mim. Se mãe expõe várias formas em que você é pecadora, não santa. Não ser uma mãe e desejar sê-lo também o faz. Nós podemos querer engravidar, desejar de longe a maternidade. Deus nos santifica através desse desejo. Nós podemos perder uma gravidez ou um filho, e sofrer pela perda de nossa maternidade. Deus nos conforma a Cristo por meio disso também. Podemos ter uma penca de filhos de todas as idades, e só Deus sabe o quanto ele mesmo expõe nossos pecados por meio disso. É tudo visando O bem supremo, que é ser moldado à imagem de Cristo – tomar de volta a imagem de Deus que ele nos criou para carregar, por meio da graça do evangelho. E Deus usa tanto a presença quanto a ausência de crianças nas vidas de suas filhas como ferramenta importante de nos conformar a Cristo.</p>
<p>Mulheres solteiras vendo o relógio biológico caminhar, eu as encorajo a olhar hoje para seus desejos através das lentes do evangelho. Você não precisa abrir mão do seu desejo de ter filhos ou tentar se convencer que dá para manter uma atitude alegre de pensar em todas as coisas legais que você pode fazer sem crianças. Não há problema em se entristecer por essa falta. Deus disse que os filhos são uma bênção. Mas, após a queda, nem todas nós experimentaremos essa bênção. É o evangelho que faz a diferença. Mesmo que você esteja profundamente desapontada, de uma forma bem real, um dia você vai sentar-se ao lado de Jesus, no céu, profundamente feliz pela obra dele em você através disso. No céu, você não vai desejar algo que não tem. Você não ficará desapontada. Que a confiança nessa esperança te sustente.</p>
<p>Mulheres casadas que sofrem pela infertilidade, eu as encorajo com palavras semelhantes. As pessoas podem ser muito indelicadas com as palavras, especialmente na igreja. Mas creia com confiança que Deus, mesmo nesses momentos, te ama profundamente. Você pode até se sentir esquecida por ele, sabendo que ele tem o poder para te dar um lindo bebezinho como ele tem dado para tantos ao seu redor. Parece que ele está exibindo na sua frente aquilo que você deseja, te provocando. Mas entenda que esse desejo não atendido é uma ferramenta que ele usa para te dar coisas ainda melhores – coisas dele mesmo, que você não pode conhecer à parte do sofrimento. Creia com confiança que esse tempo de espera não é só um castigo desprovido de propósito, mas também é uma bênção, mesmo que aparentemente disfarçada, que ajuda a aumentar sua força para continuar caminhando, não para te minar. Espere no Senhor, querida irmã, com confiança.</p>
<p>E você que é mãe e falha constantemente com seus filhos (só sobraram vocês agora), pregue o evangelho para si mesma nessa data. Se você tem algum conhecimento da sua realidade, você provavelmente conhece, de forma dolorosa, seus fracassos com seus filhos. E talvez esteja sobrecarregada pelo temor dos fracassos futuros. Não há problema em seus filhos trazerem à tona seus pecados. De fato, é a mãe que não parece consciente de seus fracassos diários que me preocupa. Cristo proporcionou o caminho para a paz. Se você pecou contra seus filhos, peça o perdão deles. Se você está remoendo seus fracassos, pregue o evangelho da graça de Deus para si mesma. Não “aprenda a viver” com seu pecado – não o abrace com a atitude de “eu nasci assim, vou morrer assim”.  Mas também não negue que ele exista. Seja honesta. Você pecou. Você confessa. Deus perdoa. Você se levanta e volta a caminhar, com confiança. Esse é o chamado da graça, e ESSE é um legado para se deixar para seus filhos.</p>
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		<title>Vencendo a Estagnação Espiritual</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 03:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já sofreu com a falta de crescimento ou cansaço espiritual? Wyatt Graham propõe três motivos porque a leitura da Bíblia pode te ajudar a superar essa dificuldade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8730" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/photo.jpg"><img class="size-full wp-image-8730" title="photo" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/photo.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Wyatt Graham</p></div>
<p>Uma sala escura que tenha um cheiro ruim, próximo a podridão. Sozinho aqui, sua mente vagueia em nenhum e em todos os lugares ao mesmo tempo. Um sentimento de medo, solidão ou um calafrio. Um sentimento de sucção em seu intestino como se você estivesse com fome, mas você não tem certeza. Poderia ser apenas ansiedade. Tudo isso aconteceu por uma experiência aguda de separação de Deus. Uma espécie de ansiedade espiritual. Os puritanos descrevem esse sentimento com a expressão &#8220;a noite escura da alma.&#8221; Eles sabiam muito bem sobre o mal da depressão espiritual.</p>
<p>Estagnação espiritual é um problema que vai bombardear todos em um ponto ou outro. Depressão, medo e ansiedade brotam, porque nos sentimos &#8221;separados&#8221; de Deus, da graça. Sentimo-nos sozinhos, pecaminosos, sujos e mal-amados ou talvez sem amor.</p>
<p>Parte da razão da depressão espiritual ocorre, estou convencido, porque temos uma visão bíblica errada de mudança. Vamos a Deus e pedimos formas de superar nossos problemas, nossas preocupações. Olhamos para nós mesmos e nossos problemas e, em seguida, para a palavra de Deus procurando por ajuda para eles. Estando perdidos em nossos problemas, procuramos a ajuda de Deus.</p>
<p>Sem se apressar demais, pode-se admitir que há um misto de bem e mal nessa receita. O bem vem quando buscamos a Deus em nossas aflições. O mal acontece quando tentamos encontrar um &#8220;truque&#8221; para vencer a depressão espiritual. Esses truques estão por vezes escondidos sob o disfarce de &#8221;praticidade&#8221; ou &#8220;ajuda prática&#8221; na Escritura.</p>
<p>Às vezes, porém, ler a Bíblia para alcançar a ajuda &#8220;prática&#8221; ou procurar apenas o que é &#8220;prático&#8221; (uma palavra muito popular nos dias de hoje) se torna um calcanhar de Aquiles para atletas espirituais. O que parece prometer esperança resulta em mais frustração. Estas ajudas esmagam o esterno do corredor causando desesperados suspiros pelo ar em vez da prometida energia das chamadas promessas práticas.</p>
<p>Por favor, não entenda mal o que está sendo dito. A Bíblia fala de muitos caminhos práticos. Quando se fala deste modo, um crente deve aceitar esta ajuda prática.</p>
<p>Isso é o que eu quero dizer. Embora possa ser apropriado em alguns lugares encontrar sabedoria para a vida (cf. Provérbios) e muitas lições de moral possam ser aprendidas a partir da Escritura (cf. 1 Cor 10.6,11), essa realmente não é a principal maneira em que crescemos à imagem de Cristo. Este não é o caminho que Deus normalmente nos puxa para fora da lama e nos lava, nos limpa, enquanto nos introduz ao contentamento espiritual.</p>
<p>O crescimento na graça e sentimentos de intimidade com Deus surgem por contemplar a glória de Deus enquanto se vê Cristo na Palavra, através do Espírito. As três seguintes proposições são para mostrar como os crentes podem tanto crescer em santidade e quanto sentirem-se seguros na graça de Deus.</p>
<p><strong>Primeiro, as pessoas mudam por contemplar a glória de Deus.</strong> Hoje, a razão pela qual Israel permanece sem transformação interna é porque eles leem a Palavra de Deus com um véu sobre seus olhos (2 Coríntios 3.14). Para os crentes, no entanto, Paulo escreve que &#8220;<em>todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito&#8221;(</em>2 Coríntios 3.18). Em outras palavras, é através de &#8220;contemplar a glória do Senhor&#8221; que os crentes são &#8221;transformados&#8221; de glória em glória. Glória muda as pessoas.</p>
<p><strong>Em segundo lugar, contemplar a glória de Deus significa contemplar Cristo que revela Deus completamente. </strong>Paulo continua a explicar em 2 Coríntios 4.6, <em>&#8220;Pois Deus que disse: &#8216;Das trevas resplandeça a luz&#8217;, ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo&#8221;</em>. Em suma, a glória de Deus resplandece na face de Cristo. Isto porque Jesus revelou Deus na sua encarnação (cf. João 1.14,18).</p>
<p><strong>Em terceiro lugar, mudar por contemplar a glória de Deus através de Cristo significa que devemos ser fascinados pela palavra de Deus.</strong> Desde que Cristo subiu ao céu, a maneira de ver a glória brilhando em sua face é através da sua Palavra. Assim, Hebreus 1.2-3a diz <em>&#8220;mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa&#8221;</em>. O esplendor da glória de Deus falou-nos nestes últimos dias. E este brilho é Jesus Cristo, cujas palavras devem habitar em nossos corações (cf. Col 3.16). A maneira de acessar a glória de Deus é encontrar Cristo através da sua Palavra, a Escritura, como o Espírito nos une ao Filho através de nossa meditação sobre ele (cf. João 16.13-14).</p>
<p>O que isto significa &#8220;na prática&#8221; é que devemos estudar a palavra de Deus para descobrir o que ele diz além do que encontramos ao buscar nas chamadas lições &#8220;práticas&#8221; Isso não significa que não devemos aprender lições práticas. Certamente deveríamos. Significa simplesmente que lemos as Escrituras para ver a glória de Deus na face de Cristo em primeiro lugar. Esta pode ser a principal forma de ultrapassar a sua crise espiritual. É afastando-se da lista de faça e não-faça, e movendo-se em direção a uma compreensão profunda da Palavra de Deus.</p>
<p>A direção para a qual eu quero levar isso é estudar o Antigo Testamento. Uma vez que Jesus cumpre todo o Antigo Testamento (Mateus 5.17-20), uma maneira muitas vezes esquecida é observar glorioso plano de redenção de Deus e, assim, contemplar a glória de Deus através da leitura do Antigo Testamento. É aqui que o plano de desdobramento de Deus pode ser compreendido: ao entender a Escritura de Deus, a melhor forma de compreender o significado da obra de Cristo. Desta forma, o rosto de Cristo brilha sobre nós através do Velho Testamento.</p>
<p>É triste que tantos cristãos leem só o Novo Testamento, quando o glorioso plano da redenção de Deus que se realiza em Cristo é dramaticamente observado no Antigo Testamento.</p>
<p>Para colocar as coisas de formas simples: pare de ler as Escrituras para resolver seus problemas e comece a ler as Escrituras para contemplar a glória de Deus na face de Cristo; e, enquanto você entende as Escrituras através do Espírito,<em> começará a sair de seus problemas.</em> Você será transformado de glória em glória e recuperará aquele contentamento e sentimento de segurança que são prometidos pelo Senhor aos cristãos. E para mim, a leitura, especialmente do Antigo Testamento, ajuda a crescer espiritualmente.</p>
<p><em>Traduzido por Josie Lima | iPródigo | original <a href="http://thecripplegate.com/overcoming-spiritual-stagnation/" target="_blank">aqui</a></em></p>
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		<title>Casamento é para perdedores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 03:35:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma análise da necessidade de humildade em um relacionamento conjugal, por Kelly Flanagan.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8720" class="wp-caption alignleft" style="width: 165px"><img class=" wp-image-8720 " title="Kelly Flanagan" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Kelly-Flanagan-221x300.jpg" alt="Kelly Flanagan" width="155" height="210" /><p class="wp-caption-text">Kelly Flanagan</p></div>
<p><em>Você pode estar certo, ou você pode estar casado: escolha. Eu não lembro quem me disse isso, mas eu lembro que a pessoa estava brincando apenas em parte. A outra parte, a parte séria, é excepcionalmente importante. Aqui está o porquê.</em></p>
<p>Muitos terapeutas não gostam muito de aconselhamento matrimonial. É complicado, bagunçado e normalmente se perde o controle rapidamente. No pior dos casos, o conselheiro tem visão privilegiada para uma briga agendada semanalmente. Mas eu adoro esse tipo de terapia. Por que? Talvez eu goste desse trabalho porque mantenho um simples princípio em mente: para um casamento funcionar, ele precisa ser uma disputa para ver qual cônjuge vai perder mais, precisa ser uma corrida para quem chega ao fundo primeiro.</p>
<p>Quando se trata de ganhar e perder, eu entendo que há três tipos de casamento. No primeiro tipo, os cônjuges estão brigando para vencer, e esse costuma ser um duelo até a morte. Maridos e esposas se armam com um arsenal que varia de punhos a palavras e silêncio. Esses são casamentos destrutivos. Cônjuges se destroem e, no processo, destroem seus filhos também. Esse tipo de casamento é responsável pela maior parte dos 50% dos casamentos que fracassam. O segundo tipo de casamento também é marcado por vitórias e derrotas, mas os papéis são definidos, e o perdedor é sempre o mesmo cônjuge. Esses são os casamentos realmente abusivos, aqueles em que um cônjuge domina, o outro se submete e, no processo, ambos são vão perdendo sua dignidade. Esses são os casamentos dos viciados e dos facilitadores, dos tiranos e dos escravos, e talvez seja o tipo mais infeliz de todos.</p>
<p>Mas há um terceiro tipo de casamento. Esse terceiro tipo não é perfeito, nem de longe. Mas uma decisão é tomada, duas pessoas decidem se amar até o limite, e se sacrificarem pela coisa mais importante: o outro. Nesses casamentos, perder se torna o estilo de vida, uma competição para ver quem ouve, cuida, serve, perdoa e aceita mais o outro. O casamento se torna uma competição para ver quem muda mais, de forma que busque cuidar do outro cada vez melhor, para ver quem abre mais mão de si mesmo para elevar a dignidade e as forças do outro. Esses casamentos formam pessoas pequenas, humildes, misericordiosas e pacíficas.</p>
<p>E eles são revolucionários, no sentido mais literal da palavra.</p>
<p>Vivemos em uma cultura em que o inimigo é a derrota (menos no Rio de Janeiro, onde os botafoguenses fizeram disso seu estilo de vida). Nós acordamos ouvindo notícias sobre brigas familiares com resultados ruins. Muito ruins. Vamos para o trabalho, onde todo mundo está lutando entre si para agradar o chefe e receber a próxima promoção, ou ficamos em casa, onde a batalha pelas peças de Lego é tão acirrada quanto. Ao fim do dia, vemos os comentaristas da TV, tentando vencer a batalha das ideias, apesar de às vezes se conformarem em apenas ganhar a batalha dos decibéis. Nós lutamos para ter as melhores coisas, as melhores marcas, e quando olhamos um para o outro no fim do dia, nós brigamos, simplesmente porque fomos treinados para isso. E, normalmente, fomos muito bem treinados. Nos piores casos, nós crescemos lutando por nossa sobrevivência, física ou emocional. Mas mesmo nas melhores situações, nos vemos tentando ganhar a batalha pela atenção e aprovação dos nossos pais, a aceitação dos nossos semelhantes e a marca de aprovação do mundo de uma mensagem só: vença. Assim, cultivar um casamento em que perder é a regra comum aos dois se torna um ato radicalmente contra cultural. Sentar para mais uma sessão de aconselhamento matrimonial, para mim, é fomentar essa rebelião.</p>
<p>Como são, então, esses casamentos rebeldes? Ultimamente, quando meu sangue ferve, quando sei que fui mal compreendido e negligenciado, e estou pronto para fazer qualquer coisa para convencer e mostrar o que eu mereço, tento me lembrar de um telefonema que recebi recentemente, da professora de segunda série do meu filho. Ela me ligou um dia, após a aula, para me contar que houve um incidente na aula de educação física. Após uma acirrada disputa atlética, na qual o prêmio era o privilégio de ir embora mais cedo, o time do meu filho perdeu. Os perdedores estavam lá sentados, reclamando e murmurando sobre versões infantis de injustiça, quando os vencedores passaram. Foi aí que o meu filho começou a aplaudir. Ele aplaudiu os meninos vencedores, conforme iam passando por ele, com um olhar de bobo e um sorriso de uma orelha até a outra. Sua professora, surpresa, rapidamente levou os outros do seu time a acompanharem. Assim, um bando de perdedores da segunda série realizaram uma rebelião, dando uma salva de palmas para seus semelhantes vitoriosos, abraçando o que significa ser um perdedor ao fazê-lo. Quando estou amargurado, tento pensar no coração do meu garoto, um coração que perde, mas não deixa de sentir afeição por quem ganha.</p>
<p>No casamento, perder é deixar de tentar consertar tudo no seu parceiro, ouvir sobre suas dores com um coração que sofre junto, não que busca uma solução. É ser mais presente nos momentos difíceis do que nos bons momentos. É descobrir formas de ser humilde e aberto, mesmo quando todo seu ser te diz que você está certo e ela está errada. É fazer o que é certo e bom pelo seu cônjuge, mesmo quando as grandes coisas da vida precisam ser sacrificadas, como o trabalho, um relacionamento ou um ego. É perdoar, pronta, rápida e voluntariamente. É eliminar da sua vida tudo que te impede de cuidar, ajudar e servir, mesmo as coisas que você ama. É buscar a paz ao aceitar os costumes saudáveis, mas irritantes, do seu parceiro porque, se você se lembrar, foram essas coisas que te fizeram se apaixonar no começo. É saber que o seu cônjuge nunca vai te entender completamente, nunca vai te amar incondicionalmente – porque eles também são criaturas caídas como você – e, mesmo assim, amá-los até o fim.</p>
<p>Talvez o casamento, quando vivido por dois perdedores em um lar que cultiva a rendição mútua, seja um bom treinamento para caminhar nesse mundo – um mundo que quer te mastigar e cuspir os ossos – sem o medo constante de acabar se dando mal. Talvez precisemos ser moldados de tal forma que vencer perca o glamour, para podermos nos sacrificar em favor dos outros. Talvez o que realmente precisemos é nos tornarmos um bando de perdedores em um mundo destruído pela competição. Se fizermos isso, talvez possamos dormir um pouco mais fácil à noite, possamos olhar nos olhos dos nossos amados, perdoar, relevar e aplaudir os vencedores.</p>
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		<title>Gigante casto #4: O pastor paciente</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 03:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma nova entrevista da série Gigantes Castos, Joffre Swait entrevista um pastor que manteve-se virgem até os 35 anos e ouve sobre os problemas de casar-se mais velho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8521" class="wp-caption alignleft" style="width: 254px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/04/386473_10150619442389951_804569950_11702504_1316716516_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-8521" title="386473_10150619442389951_804569950_11702504_1316716516_n" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/04/386473_10150619442389951_804569950_11702504_1316716516_n-244x300.jpg" alt="" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Joffre e sua família</p></div>
<p><em>Nota do tradutor: Para entender essa série, <a href="http://iprodigo.com/?p=8517" target="_blank">clique aqui</a>. Ou acompanhe as entrevistas <a href="http://iprodigo.com/tag/gigantes-castos" target="_blank">nesse link</a>.</em></p>
<p>Esse post é sobre um pastor conhecido apenas como “o pastor que eu entrevistei”. Uma das partes mais interessantes de sua história é quanto tempo ele esperou até se casar. Todos os outros posts foram sobre homens que se casaram em torno dos seus vinte anos, inclusive eu. Não esse guerreiro.</p>
<p><strong>P: Você era virgem até se casar. Isso aconteceu com quantos anos?</strong></p>
<p><strong> </strong>Eu tinha os meus trinta e cinco anos quando me casei.</p>
<p><strong>P: Se um homem [cristão] não é virgem quando se casa, o quanto isso pode ser um problema?</strong></p>
<p><strong> </strong>É um grande problema.</p>
<p>Se as experiências sexuais de um homem incluem alguém além da sua esposa, isso significa que ele tem muitas outras mulheres &#8211; e muitas outras experiências &#8211; com quem ele pode comparar a sua esposa. É inteiramente possível que de algum modo sua esposa não vai ser boa o bastante quanto uma ou mais dessas mulheres.</p>
<p>Se ele teve relações sexuais com um monte de mulheres, as chances são, também, de que ele “aprendeu” algumas “lições” sobre sexo &#8211; e elas podem ser inteiramente as erradas.</p>
<p>Um Don Juan não precisa que ser um grande amante. Ele não está interessado em ficar por perto após o ato sexual. Ele está interessado em seu próprio prazer e, depois, ele segue adiante. Ou seja, desde que tenha o seu orgasmo, ele não se preocupa com a mulher –  embora há chance de que, na esperança de ele ficar por perto, a mulher pode até fingir que ele era um grande amante. Promiscuidade generalizada é um treinamento horrível pro casamento.</p>
<p>Porém, mesmo se o homem tenha feito sexo com apenas uma mulher, aquela com quem ele eventualmente se casou, ainda significa que a vida sexual dele foi dividida em duas fases: ilícita e lícita – e a fase ilícita teve certos temores que vieram do fato que o ato foi pecaminoso naquele tempo. Uma vez casado, no entanto, não somente há toda a culpa de um relacionamento passado para carregar dentro do casamento, mas também há um treinamento insatisfatório que continua até certo ponto  - sexo bom, sexo excitante é sexo ilícito. Então, quando você está casado, suas relações sexuais são lícitas e, portanto, perdem a excitação, a adrenalina, o “ela vai ou ela não vai” que caracterizou a experiência sexual prematura. E o único caminho de ter isso de volta é ter um caso.</p>
<p>Agora, tendo dito tudo isso (e eu poderia dizer mais sobre culpa e como ela afeta homens muito tempo após o pecado), também, deveria adicionar que Deus é muito gracioso, que um homem caído pode ser restaurado, e que se uma mulher achar um homem piedoso que caiu antes do casamento, mas que agora está caminhando em arrependimento, esse pecado anterior necessariamente não deve ser visto como uma quebra de acordo. Como ele está lidando com o pecado é mais importante do que o pecado em si.</p>
<p><strong>P: Eu tenho notado que as pessoas dificilmente acreditam que um jovem pode permanecer virgem por opção. Isso é, o sexo seria impossível de ser resistido por muito tempo. Eu tenho certeza que foi muito difícil, mas o quanto foi, realmente? Que tipo de luta é essa?</strong></p>
<p><strong> </strong>Sexo é certamente possível de resistir. A dificuldade, porém, não é apenas resistir a fazer sexo. Você pode criar limites, recusar-se a ficar sozinho com uma mulher ou evitar as circunstâncias em que você ficaria sozinho com ela, etc. Você pode simplesmente não ficar próximo de alguém que você acha atrativo. Há um número de fatores.</p>
<p>Mas o que é mais difícil, eu acho, é lidar com outras tentações sexuais (desejo, fantasias sexuais, pornografia). Um homem pode estar comprometido a não ter sexo com uma mulher e pode não ter uma namorada ou algo assim, mas ao mesmo tempo ele pode ser bombardeado com outras tentações sexuais que ele acha muito difícil de resistir &#8211; todas essas também poderiam tornar mais difícil de resistir se, digamos, uma mulher sexy viesse para cima do cara. Isto é, as fantasias sexuais estão treinando em infidelidade.</p>
<p><strong>P: Você deve ser algum tipo de maricas. Assim como os outros caras do tipo “vou esperar até casar”. O que você diz sobre isso?</strong></p>
<p><strong> </strong>Não. Um monte de caras dizem que querem percorrer todo o caminho com uma garota, mas eles realmente querem percorrer somente uns 10 centímetros. Se eles quisessem percorrer todo o caminho, eles deveriam cortejá-la, casar-se com ela, ter filhos com ela, sustentá-la, acordar de noite para tomar conta dela e dos bebês, e, eventualmente, se não morrer antes, enterrá-la.</p>
<p>E é preciso ser mais homem para fazer isso que para simplesmente fazer sexo com ela.</p>
<p><strong>P: Como você compararia a dinâmica de ser um virgem até os 35 para a de um homem que casa com seus vinte e poucos anos?</strong></p>
<p><strong> </strong>Eu não tenho certeza se posso responder isso bem, dado que eu tenho a experiência do primeiro, mas não do segundo. Mas eu pensaria que um cara que casa cedo deveria ter menos problemas em alguns aspectos. Mas é difícil pra mim colocar isso em palavras&#8230;.</p>
<p>Em geral, porém, Don Miller está correto em <em>Blue Like Jazz </em>(que pra mim é uma mochila misturada: umas coisas boas, umas coisas ruins e umas coisas meio estranhas no fundo).</p>
<p>Ele tem alguns excelentes capítulos sobre ser solteiro, e mostra como quando você está solteiro por um longo período, sua bolha pessoal se expande e ocupa toda a sua casa, até sua própria existência. Sua mente, ele diz, era como uma estação de rádio parada em uma única estação: “Don FM: Tudo Don, todo tempo.”</p>
<p>Quanto mais tempo um cara fica solteiro &#8211; ao menos que ele esteja deliberadamente silenciando seu egocentrismo &#8211; mais e mais egoísta ele vai ficar.</p>
<p>Sexo é prazeroso, mas é também (em um sentido) trabalho. Pressupõe que envolve colocar outro alguém acima de si mesmo. Mas se você está se treinando em egoísmo ao longo de anos e anos e em todas as esferas da sua vida, então, é provável que você seja um egoísta aqui também.</p>
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		<title>Como não transformar seus filhos em pequenos fariseus</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 03:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação de filhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Tedd Tripp nos fala da necessidade de apresentar o Evangelho para nossos filhos, e não apenas ensiná-los regras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8694" class="wp-caption alignleft" style="width: 161px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Tedd+Tripp.jpg"><img class=" wp-image-8694   " title="Tedd+Tripp" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Tedd+Tripp.jpg" alt="" width="151" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">Tedd Tripp</p></div>
<h3 style="text-align: left;" align="center">Educando suas crianças no poder do evangelho</h3>
<p>&#8220;Eu sinto que estou criando pequenos hipócritas.&#8221; Muitos pais temem que seus filhos, uma vez que lhes ensinaram formas adequadas de  comportamento, crescerão como crianças bem comportadas, mas sem o senso da necessidade da graça.</p>
<p>O problema da hipocrisia é maior em lares  que enfatizam o comportamento ao invés do coração. Se o foco da disciplina e da correção é a mudança de comportamento, você perderá o coração. Essa abordagem faz com que o problema esteja no que eu faço, não no que eu sou.</p>
<p>De acordo com a Bíblia, o problema que temos é mais profundo que isso. O problema não está no que eu e você ou seus filhos fazem de errado. O problema não é que nós / eles mentem ou invejam, ou desobedecem. O problema é que você, seus filhos e eu somos mentirosos, invejosos; somos desobedientes.</p>
<p>Pergunte a si mesmo: Um homem é um ladrão porque ele rouba, ou ele rouba porque ele é um ladrão? Ele é um mentiroso porque ele mente, ou ele mente porque é um mentiroso? A resposta da Bíblia é que ele rouba porque ele é um ladrão, mente por ser um mentiroso, desobedece por ser desobediente. Este é o testemunho da Bíblia. &#8220;Desde o nascimento os ímpios se desviam, desde o ventre são rebeldes e falam mentiras.&#8221; (Salmo 58.3).</p>
<p>Alguém, às vezes, poderá perguntar: &#8220;Que tal abordar o comportamento que está errado dizendo-lhes para fazer melhor. Isso não faria parte de ser um bom pai?&#8221; A resposta, claro, é que tratar o coração não significa que você não tratará o comportamento, isso apenas lhe diz como abordar com o comportamento. Uma vez que o comportamento é o motivado pelo coração, eu tenho de  falar do comportamento de forma que foque a mudança do coração e não simplesmente a mudança de comportamento.</p>
<p>Esta verdade pode ajudá-lo a manter o centro  do evangelho na correção e disciplina. Você deve ajudar seus filhos a ver os problemas ocultos do coração que estão por trás das coisas erradas que eles fazem. Você terá conversas como esta:</p>
<p><em>- Filhinho, você sabe que eu estou preocupado que você mentiu para mim. Dizer a verdade é algo que é muito importante nas relações humanas. Se você não pode confiar em mim e eu não posso confiar em você, nós não temos nenhuma cola para manter nossa relacionamento. Você entende o que estou dizendo? </em></p>
<p><em>- “Sim”</em> -  ele diz, balançando a cabeça.</p>
<p><em>- Mas você sabe o que me preocupa ainda mais?</em></p>
<p><em>- Não.</em></p>
<p><em>- Minha maior preocupação com você é que você é justamente igual a mim. Nós mentimos porque achamos que contar uma mentira será melhor do que dizer a verdade. E, às vezes,  nós amamos mais a nós mesmos do que amamos a Deus. É por isso que contamos mentiras. </em></p>
<p>É por isso que Jesus veio. Se a nossa necessidade era de alguém nos dizer o que fazer, Deus apenas teria enviado um profeta. O problema que temos é tão grande que só saber o que devemos fazer não é suficiente. Precisamos de um Salvador do nosso pecado e precisamos de alguém que tenha poder para nos livrar.</p>
<p>Se você tiver uma criança precoce, a conversa poderia ser assim:</p>
<p><em>-  Você nunca contou uma mentira, papai?</em></p>
<p><em>- Bem, filhinho, há muitas maneiras de mentir. Podemos, às vezes, contar uma mentira fazendo alguém pensar algo sobre nós que não é verdade. Por isso, sim, às vezes, o papai conta uma mentira. Então, sabe o que eu preciso fazer?</em></p>
<p><em>- O quê?</em></p>
<p>- <em>Eu preciso confessar o meu pecado a Deus. Deus diz que Ele vai nos perdoar. (1 João 1.9). E eu também tenho de pedir perdão a quem eu menti. E eu preciso pensar em quem eu estava amando mais do que Deus quando eu menti, e assim posso confessar esse pecado também.</em> <em>Sabe de uma coisa, filhinho? Eu preciso de Deus todos os dias, tanto quanto você. Eu preciso do Seu perdão. Eu preciso dEle para me mudar por dentro, e assim eu O amarei mais que tudo. Eu preciso de Seu poder para amá-Lo e aos outros mais do que eu me amo.</em></p>
<p>Cada oportunidade de corrigir o seu filho é uma oportunidade para confrontá-lo com a sua profunda necessidade de perdão e graça. Enquanto o comportamento for a sua prioridade você nunca terá espaço para compartilhar o que realmente importa: a esperança e o poder do evangelho.  Se os seus filhos forem como cãezinhos adestrados eles se tornarão pequenos fariseus, limpos por fora e sujos por dentro.</p>
<p><em>Traduzido e gentilmente cedido por Charles Grimm | iPródigo.com | Original <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1098408787">aqui</a> (extraído da postagem pessoal de Tedd Tripp em seu perfil do Facebook).</em></p>
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		<title>Você sabe quando foi salvo?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 02:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[salvação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem todos se lembram do dia em que foram salvos. Mas isso é realmente importante? Uma reflexão sobre datas e memoriais, por Russell Moore.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3693" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3693" title="Russell Moore" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/11/moorepo-300x207.jpg" alt="Russell Moore" width="300" height="207" /><p class="wp-caption-text">Russell Moore</p></div>
<p>27 de outubro, uma data importante para mim.</p>
<p>Naquele dia, muitos anos atrás, eu era um jovem caminhando sozinho sob um céu estrelado em minha cidade natal, Biloxi, no Mississippi. Eu estava lutando com quem eu era e com o que minha vida significava. E ali, olhando para o firmamento do espaço lá em cima, eu cri em um Estranho da Noite para que me perdoasse, e que me levasse para onde quer que Ele quisesse. O Evangelho não era novidade para mim, e os ensinamentos de Jesus não eram novos para mim. Participei durante anos e anos de Escola Dominical e de Escolas Bíblicas de Férias. Mas, de alguma forma, Eu sabia naquele momento que o ponto central de todas essas coisas era verdade: o Evangelho. Era como se eu ouvisse uma voz.</p>
<p>A razão pela qual eu escrevo aqui é porque a minha história não nada típica como as histórias da maioria dos cristãos que conheço, e muitos se sentem culpados por isso. Muitos acreditam que, se realmente abraçaram o Evangelho, eles deviam ter um momento, uma data, no qual eles passaram do reino das trevas para o reino da luz.</p>
<p>Às vezes nossas igrejas reforçam esse mal entendido. Pregadores falam sobre a certeza da salvação como se fosse lembrar-se de uma experiência passada, e fazem uma autópsia mental acerca da sinceridade disso. As pessoas que permitimos que dêem testemunhos em nossas igrejas e em nossas publicações todas parecem ter um conto dramático para contar.</p>
<p>Não é disso que o Evangelho fala.</p>
<p>Em nossa cultura, nós valorizamos muito os aniversários. Outras culturas não. Eu poderia perguntar agora, “quando você nasceu” e você provavelmente me diria o mês, o dia e o ano. Mas como você sabe disso? É porque havia pessoas lá, normalmente seus pais, que lhe passaram essa informação. Você não se lembra de emergir de dentro da sua mãe (o que provavelmente é uma coisa muito boa).</p>
<p>Outras pessoas, em outras culturas, antigamente, não reconheciam datas, mas estações. Eles podem não saber o dia no calendário semanal ou qual ano no calendário solar que eles nasceram. Mas eles questionam se estão vivos? É claro que não. Como você sabe que você, de fato, nasceu? Você olha e vê que está vivo&#8230; agora.</p>
<p>Não foi acidentalmente que Jesus compara a entrada no Reino de Deus com o nascimento físico. É uma espécie de impotência que experimentamos na biologia e na história do nosso nascimento. Ninguém pode se gabar de um parto fácil. Ninguém pode se sentir culpado por ter provocado uma cesariana. O importante é que você está aqui.</p>
<p>A mesmo vale para o Evangelho. Alguns de vocês foram levados a Cristo repentina e dramaticamente. Sua vida anterior como prostituta, alcoólatra ou contrabandista deu lugar a uma direção completamente diferente como um discípulo. Dessa forma, sua situação é bem parecida com a do Apóstolo Paulo. Outros como você, apesar de verdadeiramente salvos algum dia, não sabem identificar exatamente quando. Sua memória é de uma lenta transformação do Evangelho, e você não pode necessariamente apontar quando exatamente quando se converteu. Sua situação soa parecida à de Timóteo, discípulo de Paulo. O ponto do Evangelho não é comemorar uma experiência; é acreditar em um homem que foi crucificado, ressuscitou, e agora reina em sua vida.</p>
<p>É importante marcar datas como forma de inspiração para gratidão. Se você sabe quando conheceu Jesus, marque seu Ebenézer, seu memorial, e seja grato. Se não, seja grato pela vida em Cristo e marque outras datas quando Ele se mostrou fiel e real a você.</p>
<p>A questão crucial não é se você se lembra quando o Pastor te puxou para fora do arbusto espinhoso. Talvez você não estivesse nem muito consciente. O ponto fundamental é se você ouve a Sua Voz, talvez em algum lugar lá fora, no escuro, chamando-o.</p>
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		<title>Uma objeção à soberania de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 03:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[... que serve para reafirmá-la. Mike Riccardi mostra como Paulo usa, em Romanos 9, uma objeção à soberania de Deus para mostrar como somos necessitados dela, mais do que imaginamos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8679" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-8679" title="Mike Riccardi" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/05/Mike-Riccardi-150x150.jpg" alt="Mike Riccardi" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Mike Riccardi</p></div>
<p>Em Romanos 9, Paulo discute a liberdade absoluta de Deus em seus propósitos de salvação. Ele usa a ilustração dos gêmeos Jacó e Esaú, afirmando que a escolha de Deus por Jacó sobre Esaú não tinha nada a ver com qualquer um deles. Pelo contrário, Deus escolheu “a fim de que o propósito de Deus conforme a eleição permanecesse”. Essa escolha era “não por causa das obras, mas por aquele que chama” (Romanos 9.11-12). Ele continua dizendo que a salvação “não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus.” (Romanos 9.16), e então, afirma essa reivindicação se referindo ao fato de Deus ter endurecido o coração de Faraó com o propósito de demonstrar Seu poder e proclamar Seu nome através dos eventos que seguiriam (Romanos 9.17, cf. Êxodo 9.16). Paulo, então, conclui com a seguinte declaração: “Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer, e endurece a quem ele quer.” (Romanos 9.18).</p>
<p>Então, Paulo antecipa uma objeção: &#8220;<em>Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?</em>&#8221;</p>
<p>Primeiro, vamos entender a objeção por si só. O interlocutor imaginário (ou talvez não tão imaginário assim) de Paulo entendeu tudo o que ele disse sobre Deus até agora.</p>
<p>Ele entende que a salvação é um trabalho inteiramente da Graça de Deus, e não depende do homem em nada.</p>
<p>Ele também entende que é a vontade de <em>Deus</em>, não a vontade do <em>homem</em>, que determina e decide para a salvação (novamente, Romanos 9.16; cf. João 1.13). Ele faz uma pergunta retórica para sublinhar esse ponto: “Quem resiste a sua vontade?” Isso quer dizer “Ninguém resiste à vontade de Deus”. “O nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada.” (Salmo 115.3). Ele fará tudo o que o agrada (Isaías 46.10), e nenhum dos seus planos pode ser frustrado (Jó 42.2).</p>
<p>O dono da objeção também entende que Deus ainda mantém o homem responsável. “[Ele] ainda nos culpa”.</p>
<p>Então a pergunta é, “Se ninguém pode resistir à vontade de Deus, como é justo que Ele ainda nos culpe?”</p>
<h3>Entendendo essa objeção</h3>
<p>Essa objeção é muito útil para a compreensão cristã da natureza da Soberania de Deus na salvação. Como quaisquer que sejam nossas conclusões sobre as doutrinas da graça, elas devem <em>responder</em> essa objeção.</p>
<p>E o fato é: a <em>única</em> maneira de essa objeção fazer sentido é se três coisas forem verdade: (1) o homem deve se arrepender e ser salvo como ordenado por Deus, (2) o homem não tem capacidade moral para se arrepender e ser salvo, e (3) Deus ainda mantém o homem responsável por se arrepender e ser salvo, e irá puni-lo pela sua incapacidade de fazê-lo. Em termos filosóficos, essa objeção só faz sentido se “dever” não implica em “poder” &#8211; então, se exigir alguma coisa de alguém não necessariamente significa que são capazes de fazer o que você manda. Em termos teológicos, essa objeção só faz sentido se as doutrinas da depravação total, da eleição incondicional e da graça irresistível forem verdade.</p>
<p>Mas é repugnante à mente comum que podemos ser responsabilizados por algo que não podemos fazer – <em>especialmente</em> se afirmamos que é um Deus amoroso que nos impõe esse padrão. Assim, diferentes escolas de pensamento conceberam entendimentos alternativos da soberania de Deus em um esforço para salvá-Lo daquilo que eles acreditam ser injusto. No entanto, nenhuma dessas alternativas faz sentido para a objeção em <strong>Romanos 9.19</strong>. Vamos considerar essas alternativas.</p>
<p><em>Universalismo</em></p>
<p>Uma alternativa é o universalismo. Deus exige alguma coisa da humanidade que ela é incapaz de fazer, então ele varre os pecados deles para debaixo do tapete – crianças sempre serão sempre crianças, certo? &#8211; e pega leve com eles. Agora, além de ser claramente anti-bíblica, essa posição seria nega que Deus “ainda nos culpe”, nós como a humanidade. Ninguém pode resistir à vontade de Deus, e dessa forma Ele simplesmente não os culpa.</p>
<p><em>Eleição condicional baseada na presciência</em></p>
<p>Outra alternativa é negar que a eleição de Deus é incondicional, e em vez disso, ela está condicionada à fé que Deus previu para cada pessoa. Em outras palavras: Ele os escolheu porque sabia que eles O escolheriam. Uma vez que nossas mentes naturais o acham injusto por manter pessoas responsáveis por algo que eles não são capazes de fazer, essa posição teológica afirma que nós realmente <em>fomos capazes</em> de fazer alguma coisa – crer – que resultaria em Deus nos conceder misericórdia.</p>
<p>Mas se esse fosse o caso, o companheiro imaginário de Paulo não teria feito a objeção de <span style="text-decoration: underline;">Romanos 9.19</span>. Isso não seria nenhum mistério do por que Deus “continua culpando” aqueles que não acreditam. Eles simplesmente não tinham a fé necessária para serem eleitos.</p>
<p><em>A doutrina do Livre Arbítrio</em></p>
<p>Ainda outra alternativa, semelhante à anterior, é afirmar que Deus é realmente soberano, mas Deus soberanamente escolheu conceder uma espécie de soberania à humanidade na forma do livre arbítrio. Deus ordena arrependimento e fé, e Ele vai culpar aqueles que falham em se arrepender e crer. Mas, de acordo com essa visão, aqueles que falham em se arrepender e acreditar fazem isso porque são livres para aceitar ou rejeitar a Deus. Deus fez o Seu melhor, e Ele <em>iria salvar</em> a todos <em>se Ele pudesse</em>, mas Ele deixou a decisão final para a salvação ao homem. Em outras palavras, eles podem “resistir à Sua vontade”.</p>
<p>Aqui de novo, nós vemos que a objeção em 9.19 não faria sentido. Não haveria mistério de porque Deus culpa aquele que O rejeita. Mas o interlocutor de Paulo faz a declaração (por meio de uma pergunta retórica) que ninguém resiste à vontade de Deus.</p>
<h3>A genialidade da graça</h3>
<p>E então, se quisermos fazer qualquer sentido da objeção que Paulo levanta em Romanos 9.19, nós não podemos explicar a soberania de Deus e a falta de habilidade humana apelando para a eleição condicional ou o livre arbítrio. Essa objeção só faz sentido se as doutrinas calvinistas da depravação total, da eleição incondicional e da graça irresistível forem verdade.</p>
<p>Mas como isso é justo? Como Deus pode comandar o que é impossível e as pessoas ainda serem responsabilizadas? Como Ele pode ordenar que as pessoas nasçam de novo, sendo que o novo nascimento depende inteiramente “da misericórdia de Deus” (Romanos 9.16)? Bem, a resposta de Paulo é repreender o entrevistador que procura impugnar a justiça de Deus: “Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus?”. Se você busca encontrar falhas no caráter de Deus, você tem uma compreensão distorcida de justiça (Romanos 9.14; cf. 3.5b-6) e é melhor se calar rapidamente.</p>
<p>Mas há uma maneira de fazer essa pergunta em um sincero desejo de entender a Deus e adorá-lo na forma como se revelou. E se a pergunta é feita nesse espírito, eu acredito que há uma resposta clara. Que é: Deus <strong>concede</strong> ao Seu povo aquilo que Ele <strong>requer</strong> deles.</p>
<p>Este é a <em>genialidade</em> da graça. Exigindo algo de todos que é impossível para eles fazerem, Deus amplia a verdadeira necessidade humana e a incapacidade relacionada com a nossa condição espiritual. E porque Ele comanda apenas o que é possível <em>Ele mesmo</em> realizar, ele amplia sua própria suficiência e plenitude de glória. Como Paulo vai explicar, ele o faz “se ele fez isto para “<strong>tornar conhecidas as riquezas de sua glória</strong> aos vasos de sua misericórdia” (Romanos 9.23)</p>
<p>Ao conceder o que Ele requer, Deus se apresenta como <strong>tudo em tudo</strong>. Ele coloca a humanidade em sua devida posição, como ansiosos mendigos necessitados de receber de Sua mão. Então, como nosso benfeitor, Ele recebe o que Ele requer e, portanto, capta nossas afeições, para que possamos vê-lo como totalmente amável, totalmente digno, e totalmente maravilhoso.</p>
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		<title>De sons e silêncio</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 13:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<category><![CDATA[evangelismo]]></category>
		<category><![CDATA[evangelização]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes não cumprimos os mandamentos de Jesus? Nesse pequeno texto, Jeremy Walker mostra como falhamos em uma missão vital da igreja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8146" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/03/Jeremy-Walker.jpg"><img class="size-full wp-image-8146" title="Jeremy Walker" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/03/Jeremy-Walker.jpg" alt="Jeremy Walker" width="200" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Jeremy Walker</p></div>
<p>Como muitos, talvez você fique chocado com quão frequentemente o Senhor Jesus ordena que aqueles que ele curou mantenham silêncio sobre o que aconteceu e a ordem é imediatamente não apenas ignorada, mas absolutamente violada.</p>
<p>“Horror!”, dizemos, “Eles não o escutaram? Eles não estavam ouvindo quando ele disse para não contar nada? Se Jesus dissesse isso para mim, certamente eu o obedeceria”.</p>
<p>É claro que sim, amigo, porque concorda perfeitamente com sua prática atual. Você está muito feliz por não falar nada sobre o Senhor Cristo. O problema é que, claro, os tempos mudaram, e o Senhor Jesus deu uma ordem para você, que não guarde silêncio, mas que torne pública a pessoa e a obra dele, que declare louvores àquele que te chamou das trevas para sua maravilhosa luz.</p>
<p>Jesus ordenou que os homens e mulheres curados fizessem algo que era, em certo sentido, antinatural. Eles simplesmente receberam uma bênção de magnitude assombrosa, a necessidade gritante de suas vidas foi tratada. Sem entrar nos motivos de nosso Senhor para aquela ordem, nós deveríamos pelo menos ser capazes de entender porque eles desobedeceram, mesmo se aceitarmos que sua obediência foi inescusável.</p>
<p>Nosso mandamento é algo que deveria ser eminentemente natural. O problema é que não é sempre agradável. Recebemos uma bênção incalculável. Passamos da morte para a vida, das trevas para a luz, da cegueira para a visão, da surdez para o ouvir, da miséria para alegria, da condenação para justificação, e somos convidados e instruídos a espalhar as maravilhas da graça de Deus em Cristo.</p>
<p>Nós não escutamos? Não ouvimos o que ele nos ordenou a falar?</p>
<p>Qual é o maior ato de desobediência?</p>
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		<title>Gigante casto #3: O jovem teólogo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 02:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
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		<category><![CDATA[Virgindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Na nova entrevista da série Gigantes Castos, Joffre Swait entrevista o teólogo Jim Thompson. Escute o que ele tem a dizer sobre virgindade, sexo e casamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8521" class="wp-caption alignleft" style="width: 181px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/04/386473_10150619442389951_804569950_11702504_1316716516_n.jpg"><img class=" wp-image-8521 " title="386473_10150619442389951_804569950_11702504_1316716516_n" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/04/386473_10150619442389951_804569950_11702504_1316716516_n-244x300.jpg" alt="" width="171" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Joffre e sua família</p></div>
<p><em>Nota do tradutor: Para entender essa série, <a href="http://iprodigo.com/?p=8517" target="_blank">clique aqui</a>. Ou acompanhe as entrevistas <a href="http://iprodigo.com/tag/gigantes-castos" target="_blank">nesse link</a>.</em></p>
<p><em></em>Jim Thompson é um professor na Carolina do Sul, e o autor de  <a href="http://www.amazon.com/King-Kingdom-Narrative-Theology-Grace/dp/0578082756"><em>A </em><em>King </em><em>and </em><em>A </em><em>Kingdom</em><em>: </em><em>A </em><em>Narrative </em><em>Theology </em><em>of </em><em>Grace </em><em>and </em><em>Truth</em><span style="text-decoration: underline;">. </span></a></p>
<p><strong>P: Você era virgem até se casar. Isso aconteceu com quantos anos?</strong></p>
<p>Se “virgem” para você signifique “alguém que não não teve relação sexual”, então sim, eu era virgem até me casar com 25 anos. No entanto, se eu listasse a vocês dois ou três dos maiores arrependimentos da minha vida, o número um seria, provavelmente, o relacionamento que eu tive com uma garota no meu primeiro ano de faculdade. Não havia amor nele, e, provavelmente, nenhuma química. Éramos amigos com benefícios no sentido mais puro do termo. Apenas gostávamos da ideia de contato físico. Nesse relacionamento específico, ultrapassei limites que eu sabia do fundo das minhas entranhas que eram errados, mesmo não sendo especificados palavra por palavra nas Escrituras.</p>
<p><strong>P: Se um homem [cristão] não é virgem quando se casa, o quanto isso pode ser um problema?</strong></p>
<p>Em alguns sentidos, é um grande problema para um irmão no Senhor não ser virgem quando se casar. Em outros sentidos, não é. Por exemplo&#8230; Eternamente, não existe pecado ou tropeço que pode causar que nossos pés deslizem da rocha firme que é Jesus, o Messias de Israel. A nossa justificação perante Deus depende da sua pessoa e da sua obra, não das nossas. Emocionalmente, no entanto, poderia ser um grande problema se fosse um relacionamento sexual habitual, porque causaria dificuldade em ser capaz de se conectar emocionalmente com a sua esposa. Biologicamente, poderia ser problemático se tivesse qualquer DST contraída. Espiritualmente, poderia ter alguma sobra de culpa de relacionamentos passados, mesmo que a pessoa saiba que eles foram esquecidos. Diálogo cônjuge-a-cônjuge saudável e imersão em uma comunidade de fé que enfatize a graça são remédios para esse possível efeito colateral espiritual.</p>
<p><strong>P: Eu tenho notado que as pessoas dificilmente acreditam que um jovem pode permanecer virgem por opção. Isso é, o sexo seria impossível de ser resistido por muito tempo. Eu tenho certeza que foi muito difícil, mas o quanto foi, realmente? Que tipo de luta é essa?</strong></p>
<p>Embora resistir ao sexo fosse terrível às vezes, eu cresci como filho de pastor. Sexo antes do casamento era um grande pecado. Era como atirar no papa ou blasfemar o Espírito Santo. Então, a minha mentalidade era sempre sobre até onde eu poderia ir sem, realmente, chegar a uma relação sexual. Resistir a uma relação sexual era fácil quando comparado a resistir a tudo que leva a ela.</p>
<p><strong>P: Você deve ser algum tipo de maricas. Assim como os outros caras do tipo “vou esperar até casar”. O que você diz sobre isso?</strong></p>
<p>Eu diria que homens de verdade deveriam ter espinha dorsal o suficiente para pensar a longo prazo e não somente sobre a gratificação imediata. Além disso, até a última vez que chequei, paciência e domínio próprio ainda eram frutos do Espírito. Eu prefiro me render às Suas sugestões que entristecê-lO. Adicionalmente, se eu estivesse tendo essa conversa com alguém que não tem uma cosmovisão e/ou os mesmos valores que os meus, iria convencê-lo de que paciência e domínio próprio são virtudes respeitadas na maioria das áreas da vida. Cultivá-las é cultivar sucesso. Aqueles que deram a virgindade a alguém que não é o seu cônjuge nunca podem ter a liberdade e alegria de entregarem-se a si mesmos sem culpa e reserva. Por último, é uma fato científico que ter somente um parceiro sexual em seu tempo de vida aumenta o prazer sexual. Toda vez que duas pessoas se envolvem em relação sexual um com o outro, o hormônio ocitocina é liberado por toda parte. A liberação desse hormônio pelas mesmas duas pessoas sucessivamente aumenta a satisfação do orgasmo. (Nota: estou longe de ser um biólogo, mas li algumas coisas sobre isso há um tempo e tive algumas discussões com outros que estudaram mais profundamente. Então, posso ter expressado isso de uma maneira um pouco esquisita, em um sentido técnico.)</p>
<p><strong>P: Que bem lhe fez permanecer virgem até o casamento? Como você diria que a sua vida sexual impactou o seu casamento?</strong></p>
<p>Em uma nota positiva, minha virgindade até o casamento me ensinou paciência e domínio próprio. Eu, realmente, sinto como se fosse uma pequena variável que me ajudou a orar pela minha futura esposa. Acho que isso também me ajudou a cultivar intencionalidade geral em minha vida. Também me ensinou muito sobre limites saudáveis. Me deu a honra de dizer à minha esposa que eu era dela de um jeito que eu não era de ninguém. Nessa mesma linha (e com respeito ao impacto da minha virgindade na minha vida sexual presente), não tenho que preocupar em fechar meus olhos durante o sexo e imaginar o rosto de outra garota. Que alívio. Por último, e esperançosamente, foi um bom exemplo para centenas de estudantes com quem eu trabalhei, e acho que será também um bom exemplo para meus filhos no futuro.</p>
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		<title>O Futuro Rei</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 02:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
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		<category><![CDATA[Davi]]></category>
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		<category><![CDATA[Isaías]]></category>
		<category><![CDATA[rei]]></category>

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		<description><![CDATA[Keith A. Mathison mostra como as profecias de Isaías apontam para o futuro Rei, descendente de Davi, que unirá seu povo e terminará todas as guerras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8090" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/02/mathison_keith-2.jpg"><img class="size-full wp-image-8090" title="Keith A. Mathison" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/02/mathison_keith-2.jpg" alt="Keith A. Mathison" width="150" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">Keith A. Mathison</p></div>
<p>O tema unificador de Isaías 6-12 é a vinda do rei Messiânico. Capítulos 6 e 12 limitam a subdivisão, com o capítulo 6 falando sobre o chamado e purificação de Isaías, e o capítulo 12 regisrando o canto da salvação entoado pela comunidade salva. A subdivisão começa com a morte do Rei Uzias, a personificação da casa de Davi. Os capítulos 7-11 então centram na vinda de uma monarquia santa e divina. Os dois reinos, o divino e o de Davi, vão no final das contas se unir no Rei Messiânico da casa de Davi. (7:14; 9:6-7; 11:1-10).</p>
<p>O chamado de Isaías é narrado em Isaías 6. O capítulo apresenta uma transição porque os capítulos anteriores levantam uma questão séria. Como o Israel pecaminoso e rebelde sempre é o centro das bençãos em todo o mundo (Is. 2:2-4)? O que será necessário para uma cidade que agora é descrita como “prostituta” (1:21) se tornar “cidade de justiça, cidade fiel” (1:26)? Na experiência pessoal de Isaías em ter a sua culpa tirada e o seu pecado expiado (6:7), achamos as primeira dicas para a resposta. A experiência de Isaías deve se tornar a experiência de Israel.<sup>i</sup></p>
<p>No ano que o Rei Uzias morreu, Isaías tem uma visão que molda todo o curso do seu ministério (6:1-7). Isaías vê o Senhor assentado sobre um trono, cercado por serafins que continuamente cantavam: “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória!” (6:3). A santidade de Deus é o ponto focal da visão de Isaías. A linguagem hebraica expressa superlativos por meio de repetições, mas esse é o único lugar do Antigo Testamento onde uma repetição tripla é vista. Como Motyer explica, é como se dissesse que “a santidade divina é de longe acima de qualquer coisa que a mente humana pode compreender que um ‘super-superlativo’ tem de ser inventado para expressá-la&#8230;”<sup>ii</sup> O impacto dessa visão em Isaías pode ser vista no domínio do tema da santidade em seu trabalho. De fato, o adjetivo “santo” é usado em Isaías mais do que é usado no restante do Antigo Testamento. <sup>iii</sup></p>
<p>A comissão dada a Isaías é impressionante. Deus diz a Isaías, “Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais. Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos e fecha-lhe os olhos, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos e a entender com o coração, e se converta, e seja salvo” (6:9-10). Através do ministério profético de Isaías, Deus vai prevenir o arrependimento do povo para que o julgamento venha. Eles já rejeitaram a verdade repetidamente. Agora passaram de um ponto sem retorno, e o julgamento é certo. No entanto, como o versículo 13 indica, julgamento não é a palavra final. Um renovo, ou remanescente, permanecerá.</p>
<p>O contexto histórico dos capítulos 7-12 é a ameaça a Judá causada pela aliança da Síria e Israel em 735 a.C. Essa coalizão antiassíria invadiu Judá, mas não pôde prevalecer (2 Rs 16:5; 2 Cr 28:5-8). Na segunda invasão a Judá, Síria e Israel determinaram substituir Acaz por um rei de sua própria escolha. (7:6; 2 Cr. 28:17). Porque Acaz está tentado a retornar à Assíria para obter ajuda (2 Cr. 16:7-9), Isaías chega dizendo que ele não precisa temer Israel e Síria e que deve confiar em Deus (7:3-9). A questão, como Motyer explica, é clara: “Acaz vai conseguir salvação pelas obras (política, alianças) ou por simples confiança nas promessas divinas?” <sup>iv</sup></p>
<p>É nesse contexto que o Senhor oferece dar a Acaz um sinal da sua fidedignidade (7:10-11). Acaz finge piedade e recusa o sinal proferido (vv. 12-13). Aparentemente, ele já decidiu colocar sua confiança na Assíria, mas o Senhor mesmo assim promete um sinal nos versículos 14-17.</p>
<blockquote><p>Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.Ele comerá manteiga e mel quando souber desprezar o mal e escolher o bem. Na verdade, antes que o menino saiba desprezar o mal e escolher o bem, será desamparada a terra ante cujos dois reis tu tremes de medo. Mas o SENHOR fará vir sobre ti, sobre o teu povo e sobre a casa de teu pai, por intermédio do rei da Assíria, dias tais, quais nunca vieram, desde o dia em que Efraim se separou de Judá.</p></blockquote>
<p>Por causa da recusa de Acaz em confiar em Deus, o sinal não é mais um sinal solicitando fé. É um sinal confimando o desgosto de Deus.</p>
<p>O “vos” a quem o sinal será dado está no plural, sugerindo que o sinal será dado à casa de Davi (v. 13).<sup>v</sup> Também deve-se observar que o tempo do nascimento do Emanuel não é explicitamente citado no texto. O que as palavras de Isaías indicam é que assim que o Emanuel nascer, a ameaça existente apresentada por Israel e Síria vai passar antes mesmo de a criança estar ciente disso. De acordo com Mateus 1:18-23, o nascimento de Jesus através de Maria cumpriu essa profecia.<sup>vi</sup> Que isso é verdadeiro, podemos ter certeza. A questão continua, no entanto, se havia algum cumprimento preliminar ou inicial nos dias de Isaías.</p>
<p>As similaridades entre 8:1-4 e 7:14-16 sugerem que uma criança nasceu nos tempos de Isaías como um cumprimento preliminar da profecia. Em 7:14, Isaías diz, “a virgem conceberá e dará à luz um filho.” Em 8:3, Isaías diz que ele foi ter com a profetisa e “ela concebeu e deu à luz um filho.”<sup>vii</sup> Em Isaías 7:16, Isaías diz, “antes que este menino saiba&#8230;” Em 8:4, ele usa a mesma frase. <sup>viii </sup>Finalmente, em ambos textos, Isaías declara que algo vai acontecer a Israel e Síria antes de a criança atingir certa idade (“dois reis tu tremes de medo” em 7:16; “Damasco” e “Samaria” em 8:4). As similaridades entre esses dois textos não parecem ser coincidência. Isso parece indicar que, em certo sentido, a criança nascida da profetisa serviu como um tipo de cumprimento preliminar da profecia.</p>
<p>Depois de declarar que a nação a qual Judá confiou para libertação se voltaria contra Judá (8:5-10), e depois de chamar Judá a confiar em Deus (8:11-22), Isaías, de novo, aponta para a vinda do Messias (9:1-7). Versículos 2-3 descrevem a ilimitada alegria do povo. Essa alegria é por causa da libertação da opressão (v. 4), e essa libertação da opressão é por causa do final de toda guerra (v. 5). Mas como Deus vai terminar a guerra? Ele vai cumprir isso através do nascimento de uma criança (vv. 6-7).</p>
<blockquote><p>Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.</p></blockquote>
<p>Essa profecia aguarda com expectativa o cumprimento final do sinal de Emanuel com a vinda de Jesus (Mt. 1:18-23). Como Motyer explica, “A perfeição desse Rei é vista em suas qualificações ao governar (Maravilhoso Conselheiro), sua pessoa e poder (Deus Forte), sua relação com seus súditos (Pai da Eternidade) e a segurança que o seu governo cria (Príncipe da Paz),”<sup>ix</sup> O reinado desse rei Messiânico não terá fim. Ele será o último rei que vai de uma vez por todas tomar o lugar de reis infiéis como Acaz.<sup>x</sup> O propósito criacional de Deus em estabelecer o seu reino na terra vai sem cumprido através do Rei Messiânico.</p>
<h3><strong>Notas</strong></h3>
<p><strong>i</strong> John N. Oswalt, <em>The Book of Isaiah: Chapters 1–39</em> (Grand Rapids: Eerdmans, 1986), 174–5.<strong></strong></p>
<p><strong>ii</strong> J. Alec Motyer, <em>Isaiah: An Introduction and Commentary</em>, TOTC (Downers Grove, IL: IVP, 1999), 71.<strong></strong></p>
<p><strong>iii </strong>É usado 33 vezes em Isaías e 26 vezes no restante do Antgo Testamento.<strong></strong></p>
<p><strong>iv</strong> J. Alec Motyer, <em>The Prophecy of Isaiah</em> (Downers Grove, IL: IVP, 1993), 82.<strong></strong></p>
<p><strong>v </strong>O hebraico é <em>lakem</em>, uma preposição com um sufixo pronominal masculino da segunda pessoa do plural<strong></strong></p>
<p><strong>vi</strong> Muito debate há acerca do significado da palavra hebraica ‘<em>almah</em>, traduzida “desposada” na RA. Alguns argumentam que <em>‘almah</em> simplesmente significa “uma jovem com idade para casar” e deveria ser traduzida  “jovem” porque se Isaías quisesse dizer “desposada”, ele teria usado o termo mais específico <em>betulah. </em>Não sabemos porque Isaías escolheu um termo em vez do outro, mas como Oswalt (<em>The Book of Isaiah: 1–39</em>, 210) demonstra, a tradução é apropriada. “Seria axiomático na sociedade hebraica que uma mulher fosse desposada.” Outros estudiosos também demonstraram habilmente a adequação da translação “desposada” (cf. Motyer, <em>Isaiah: Introduction and Commentary</em>, 78–9).<strong></strong></p>
<p><strong>viiv</strong> Formas de <em>harah, yalad, e ben </em>ocorrem em ambos versos. <strong></strong></p>
<p><strong>viii</strong>  A frase é  <em>ki beterem yeda’ hanna’ar. </em>O que a criança vai saber como fazer é diferente nos dois textos, mas em ambos, a habilidade é aquela aprendida normalmente em uma idade jovem. <strong></strong></p>
<p><strong>ix</strong> Motyer, <em>Isaiah: An Introduction and Commentary</em>, 89.<strong></strong></p>
<p><strong>x</strong> Brevard S. Childs, <em>Isaiah</em> (Louisville: Westminster, 2001), 81.<strong></strong></p>
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		<title>Eu sou bom, inteligente e – sinto muito – as pessoas me amam</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 03:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mark Altrogge nos mostra como a Bíblia não nos ordena a nos sentirmos bem sobre nós mesmos e apresenta o verdadeiro alvo do cristão - satisfação somente em Deus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5353" class="wp-caption alignleft" style="width: 175px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2011/05/markaltrogge.jpg"><img class="size-full wp-image-5353" title="markaltrogge" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2011/05/markaltrogge.jpg" alt="" width="165" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Mark Altrogge</p></div>
<p><strong>É importante que nos sintamos bem sobre nós mesmos? É crucial para nosso sucesso ou bem-estar que tenhamos uma autoestima elevada?</strong></p>
<p>Se é importante que nos sintamos bem sobre nós mesmos, então você imaginaria que a Bíblia nos diz e nos encoraja a procurar a autoestima, e fazer disso nossa meditação e oração. Mas, em nenhum lugar, a Bíblia diz que devemos buscar nos sentirmos felizes com nós mesmos.</p>
<p><strong>A Bíblia realmente fala sobre alegria e felicidade. Entretanto, ela não diz que se origina em nós. A Bíblia focaliza a alegria no Senhor.</strong> Ela diz que em sua presença há plenitude de alegria. Alegria é um dom dele, e um resultado da salvação, um produto de conhecê-lo e servi-lo. Há alegria em adorá-lo e agradecê-lo. Mas, em lugar algum, a Bíblia diz que encontraremos alegria em nós mesmos.</p>
<p><strong>A Escritura nos ordena a nos alegrarmos no Senhor – em tudo o que ele é e tem feito, não em nossas capacidades.</strong> Não a nós, não a nós, mas a <em>teu</em> nome daí glória. Jesus disse que, quando cumprirmos tudo que ele ordena, devemos dizer que somos servos inúteis, que somente fizemos o que ele ordenou. Como Deus, após a Criação, podemos olhar para o que fizemos e dizer que é bom, porém devemos agradecer a Deus por algum talento ou habilidade que ele nos deu para criar.</p>
<p>Quando o salmista se pergunta: <em>“Por que estás abatida, ó minha alma”</em>, ele não se enconraja a sentir-se bem sobre si mesmo. Não, ele diz: “Por que estás abatida, ó minha alma? <em>Espera em Deus</em>, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face”.</p>
<p>Quando Paulo descreve o segredo do contentamento que aprendeu, não é “eu aprendi como ser feliz comigo mesmo”. Ao invés disso, ele diz que “eu posso todas as coisas nAQUELE que me fortalece”. Paulo nunca diz que preciso continuar me sentindo melhor e melhor sobre mim, mas diz que quer conhecer a ELE e o poder de sua ressurreição.</p>
<p>Nós não devemos continuamente dizer a nós mesmos “eu sou bom, inteligente e, sinto muito, as pessoas me amam”. Eu mereço coisas boas. Sou uma pessoa ótima. No máximo, podemos dizer que somos grandes pecadores, mas temos um grande Salvador. Paulo se disse o pior dos pecadores – podemos falar de autoestima baixa – e, ainda assim, esse pecador era uma das pessoas mais felizes porque focava em Cristo e em sua misericórdia. Paulo não descansava em sua própria honra, mas na honra de Cristo.</p>
<p><strong>Nem Paulo enfatizava morosamente em todos os seus pecados e falhas, a despeito de mencionar que se considerava o pior dos pecadores.</strong> Paulo descansava na misericórdia e graça de Cristo. Ele focava no fato de que, <em>a despeito de</em> seus pecados e falhas, Deus o justificou em Cristo, e portanto ele estava cheio de alegria.</p>
<h3><strong>Devemos fazer as perguntas certas</strong></h3>
<p>Se me sinto bem comigo mesmo não é nem mesmo uma questão bíblica. As perguntas bíblicas corretas são: Estou condenado por meus pecados ou aceito no Amado? Sou culpado ou justificado? Estou conformado ao velho homem – minha antiga natureza pecaminosa – ou estou sendo conformado à semelhança de Cristo? Você foi rejeitado por Deus ou aproximado dele por Jesus? Não estou grato pelo momento da minha vida em que Deus me pôs ou creio que ele está trabalhando em todas as coisas para o meu bem? Eu falho em ver e apreciar as misericórdias e bênçãos de Deus em minha vida ou agradeço por elas? Estou esperando em mim mesmo ou esperando no Senhor?</p>
<p>Na verdade, somos mais felizes quando não levamos a nós mesmos tanto em conta. Os momentos mais felizes da vida são aqueles em que nos envolvemos com outra pessoa – Deus. Nos envolvemos ao fazer alguma coisa como tocar um instrumento ou ler um livro ou pintar um quadro, e nem mesmo nos lembramos de nós mesmos. Quando nos envolvemos ao servir a Deus e aos outros.</p>
<p>Tiremos o nosso foco de nós mesmos hoje e foquemos em Cristo. Ele certamente fará com que nos sintamos bem sobre as coisas certas.</p>
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		<title>Por que a idolatria era (e ainda é) atrativa</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 03:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Adorar um pedaço entalhado de madeira pode parecer uma ideia estranha, mas Kevin DeYoung nos mostra como a idolatria fazia sentido no mundo antigo (e como ela ainda permanece igual, em sua essência, até hoje).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3385" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3385 " title="Kevin DeYoung" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/09/kevin1-300x199.jpg" alt="Kevin DeYoung" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Kevin DeYoung</p></div>
<p>Muitos ocidentais têm dificuldade para entender a atração da idolatria no mundo antigo. O que poderia haver de tão atraente em um pedaço inanimado de madeira ou um bloco de pedra? Idolatria extrema parece tão tentadora quanto suco de beterraba. É possível encontrar alguém por aí que ame um copo viscoso de extrato de vegetal, mas essa tentação não é algo que pese demais em nossos corações.</p>
<p>Mas a idolatria fazia muito sentido no mundo antigo. E se houvéssemos vivido há dois ou três milênios, é quase certo que fosse muito tentadora a todos nós. Em seu comentário sobre Êxodo, Doug Stuart explica a atração da idolatria em nove pontos. Você provavelmente vai querer guardar essa lista para futuros sermões ou estudos bíblicos.</p>
<p><strong>1. A idolatria era garantida.</strong> A fórmula era simples. Entalhe um deus de madeira ou pedra e o deus entraria na estátua. Agora que você tem um deus perto de você, você pode conseguir a atenção dele (ou dela) rapidamente. Seus encantamentos, juramentos e oferendas sempre serão notados.</p>
<p><strong>2. A idolatria era egoísta.</strong> Uma mão lava a outra, você agrada os deuses e eles te agradam. Eles querem comida e sacrifícios; você quer bênçãos. Faça o que for preciso e eles estarão obrigados a te agradarem.</p>
<p><strong>3. A idolatria era fácil.</strong> A idolatria primitiva encorajava as atividades religiosas vazias. Faça o que quiser com sua vida. Desde que você apareça regularmente com seus sacrifícios, tudo está bem.</p>
<p><strong>4. A idolatria era conveniente.</strong> Não era difícil encontrar novos deuses no mundo antigo. Eles eram muito acessíveis. As estátuas podem ficar em casa ou serem carregadas pra onde você for.</p>
<p><strong>5. A idolatria era normal.</strong> Todo mundo fazia. Era assim que as mulheres engravidavam, as colheitas cresciam, os exércitos conquistavam. A idolatria era como energia elétrica: nada do mundo antigo funcionava sem ela.</p>
<p><strong>6. A idolatria era lógica.</strong> As nações são diferentes. As pessoas são diferentes. Suas necessidades e desejos são diferentes. Obviamente, deve haver divindades diferentes para cada gosto. Como um deus só poderia cobrir todos os aspectos da vida? Você não come sempre no mesmo restaurante, não é mesmo? Quanto mais opções, melhor. Cada um pode estar certo em algum ponto.</p>
<p><strong>7. A idolatria era agradável aos sentidos.</strong> Se você quer ser especialmente religioso, é de grande ajuda poder ver o seu deus. É difícil impressionar as pessoas com um deus invisível.</p>
<p><strong>8. A idolatria era indulgente.</strong> Os sacrifícios aos deuses nem sempre requeriam sacrifícios do adorador. Você poderia comer as sobras da comida ou beber o resto da bebida. A generosidade aos deuses faz sobrar mais pra você.</p>
<p><strong>9. A idolatria era sensual.</strong> Todo o sistema era marcado por erotismo. Rituais se tornavam orgias. Sexo na terra muitas significaria sexo no céu, e sexo no céu significava muita chuva, grandes colheitas e multiplicação dos herdeiros.</p>
<p>Você consegue enxergar a atração da idolatria? “Vejamos, eu quero uma espiritualidade que me dê muito, me custe pouco, seja fácil de ver, fácil de fazer, tenha poucos limites éticos ou doutrinários, me garanta sucesso, me faça me sentir bem e não ofenda aqueles próximos de mim”. Isso fala muito. Queremos hoje as mesmas coisas que eles queriam. A diferença é que vamos atrás de formas diferentes. Nós queremos uma fé que nos faça conseguir as coisas e alcançar o sucesso (teologia da prosperidade). Queremos um discipulado que seja conveniente (igreja virtual). Queremos uma religião cheia de rituais (cristianismo nominal). Ou uma espiritualidade que encoraje a expressão sexual de qualquer forma (LGBTS). Todos nós queremos seguir a Deus de uma forma que faça sentido para os outros, nos faça sentir bem e seja fácil de enxergar e de entender. Desde o Éden até os postes de Aserá e os banquetes romanos, a idolatria foi a grande tentação ao povo de Deus tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.</p>
<p>E uma olhada ao seu redor, e para dentro de si mesmo, lhe dirá que ainda é.</p>
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		<title>30 coisas para se lembrar no Seminário</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 03:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pastor]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
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		<description><![CDATA[Burk Parsons deixa trinta conselhos para seminaristas, mas que serão úteis também para  cristãos que estão em treinamento para outros ministérios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2440" class="wp-caption alignleft" style="width: 106px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/04/parsons.jpg"><img class="size-full wp-image-2440" title="Burk Parsons" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/04/parsons.jpg" alt="Burk Parsons" width="96" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Burk Parsons</p></div>
<p>Em Janeiro, David Mathis e Jonathan Parnell, do Ministério Desiring God, começaram uma série entitulada <a href="http://www.desiringgod.org/blog/posts/seminary-life-or-death?">Como permanecer Cristão no Seminário</a>. Quando eu vi o título, fiquei imediatamente intrigado. Enquanto para alguns o título da série pode parecer uma presunção sem relevância, é precisamente este tipo de título que espero que capture a atenção daqueles que estão ou entrarão no seminário. A preocupação deles é apropriada, pois eles reconheceram acertadamente os muitos perigos, armadilhas e ciladas que existem ao longo da jornada pelo seminário.</p>
<p>Semana passada, David Mathis e Jonathan Parnell contactaram diversas pessoas e nos perguntaram se gostaríamos de escrever um post para a série, que tem o seguinte objetivo:</p>
<p><em>O objetivo é disponibilizar artigos desse tópico de forma que aqueles no seminário, ou aqueles que estão considerando entrar para o seminário, vejam essa etapa única da vida como um incrível potencial para crescimento – e assim não sejam pegos de guarda baixa e acabem “andando para trás”, digamos, em suas vidas cristãs. Temos a convicção que esse período de treinamento teológico tem um enorme impacto no futuro ministério. Ao tocarmos nesse assunto, adoraríamos servir a seminaristas agora para o bem da igreja amanhã.</em></p>
<p>Esse é precisamente o tipo de trabalho de um ministério específico que precisa ser feito para a igreja, e estou agradecido por ter sido convidado a contribuir com algumas ideias sobre esse assunto crucial.</p>
<h3><strong>Satanás está trabalhando dentro dos Seminários</strong></h3>
<p>Seminário é uma escola de graduação acadêmica, de fato, mas, mais fundamentalmente, é uma instituição de treinamento para aqueles que creem que foram chamados por Deus para dar sua vida inteira para cumprir a Grande Comissão – qualquer que seja o custo. Não deveria ser surpresa, então, saber que nosso Inimigo está nos seminários procurando alguém para devorar, acusar e iludir. Tendo cegado a mente dos incrédulos, sabemos que Satanás e seus subordinados estão constantemente guerreando contra os Cristãos professos, e em geral eles trabalham mais duro contra aqueles que estão diariamente engajados na batalha espiritual de anunciar a luz do evangelho de Jesus Cristo a um mundo em trevas. Há lugar melhor para trabalhar do que entre aqueles que estão em treinamento para destruir a fortaleza do Maligno?</p>
<p>Muitos homens que entram no seminário estão deixando o conforto e o apoio imediato de suas famílias, amigos, mentores e igrejas e estão entrando em um mundo bem mais perigoso do que percebem, com muito mais em jogo do que eles jamais poderiam imaginar, a saber: suas almas.</p>
<p>Apesar disso, estamos confiantes de que aquele que está em nós é maior do que aquele que está no mundo. Deus é por nós, ninguém pode, no final das contas, ser contra nós. E se um homem entra no seminário para depois negar a fé uma vez entregue aos santos, então é melhor para ele e muito melhor para a igreja que ele saia do seminário e do ministério para não fazer com que nenhum dos filhos de Deus se extravie e receba também uma sentença maior do que uma mera pedra amarrada em seu pescoço, pois sabemos que os mestres receberão julgamento mais severo.</p>
<h3><strong>30 Coisas para se Lembrar no Seminário</strong></h3>
<p>Alguns dias atrás, meu irmão, Trevin Wax, escreveu um artigo muito edificante chamado <a href="http://thegospelcoalition.org/blogs/trevinwax/2012/03/26/4-things-to-remember-while-in-seminary/">Quatro Coisa para se Lembrar no Seminário</a> para essa mesma série, e pegando emprestado o tema de “coisas para se lembrar no seminário”, ofereço as ideias seguintes, em nenhuma ordem particular, com a finalidade de que meus irmãos no seminário e todos os crentes em treinamento para o ministério em qualquer nível e área do ministério possam achar alguns dos meus comentários úteis, reflitam nesses pontos, orem para que o Espírito Santo os dê sabedoria e humildade e que Ele guarde suas almas e anime-os a ter uma mente voltada para a verdade e um coração voltado para Deus.</p>
<p><strong>1.</strong> Lembre-se por que você está no seminário – para a glória de Deus, o reino de Deus e o nome de Deus, não o seu próprio.</p>
<p><strong>2.</strong> Lembre-se da bela simplicidade do evangelho de Jesus Cristo e sua necessidade de crescer na dependência do Senhor com uma fé como de uma criança e enraizada em uma doutrina bíblica.</p>
<p><strong>3.</strong> Lembre-se da Grande Comissão, e deixa que ela esteja constantemente em primeiro plano no que lhe motiva e como o foco de seus estudos, discussões, seus artigos de pesquisa e suas orações.</p>
<p><strong>4.</strong> Lembre-se de seus pastores e mentores, fale com eles e ore com eles o mais frequente que você puder, encontrando no seminário não apenas um único grande mentor, mas diversos homens dos quais você pode aprender – pastores comuns, de igrejas locais, presbíteros, diáconos e homens piedosos, sábios e mais velhos.</p>
<p><strong>5.</strong> Lembre-se de sua fragilidade e viva de forma dependente e em comunidade, não como alguém solitário que é muito ocupado e muito esperto para estar genuinamente envolvido com outras pessoas na igreja.</p>
<p><strong>6.</strong> Lembre-se das qualificações bíblicas para presbíteros e coloque seu coração nelas, não nas qualificações superficiais de homens.</p>
<p><strong>7.</strong> Lembre-se de seu papel como estudante, que nunca está acima de seus professores, e sempre mostre respeito por eles, não os critique desnecessariamente, ore por eles e agradeça a Deus por eles como aqueles que cuidam de suas almas.</p>
<p><strong>8.</strong> Lembre-se de que seus professores não são perfeitos, e seja como os Bereanos em seu estudo das Escrituras, nunca deixando que algum professor – não importa seus títulos ou livros – desmitologize sua fé.</p>
<p><strong>9.</strong> Lembre-se da igreja, que é a fundação e fonte de seu treinamento e que você está lá por causa da igreja, o povo da aliança de Deus. Esteja comprometido, envolvido, e seja o mesmo homem na igreja enquanto você está no seminário que você deseja ser na igreja quando estiver fora do seminário.</p>
<p><strong>10.</strong> Lembre-se que você não está treinando para ser uma glamorosa estrela da indústria do entretenimento, mas sim um servo que sacrifica a si próprio, a seus interesses e seus sonhos diariamente por amor a Deus e ao povo de Deus.</p>
<p><strong>11.</strong> Lembre-se de que o seminário não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona de 3 a 5 anos, e falando de forma geral, quanto mais tempo você levar, mais profundo será o seu aprendizado e mais abrangente a sua formação.</p>
<p><strong>12.</strong> Lembre-se de que a Bíblia não é apenas mais um dos seus livros texto, mas seu manancial diário de água viva pelo poder sustentador do Espírito Santo.</p>
<p><strong>13.</strong> Lembre-se de que ir para o seminário não o torna necessariamente santo, mas, pela graça de Deus, deverá tornar. Crescer na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo irá, por necessidade, pô-lo de joelhos em arrependimento, fé e santidade autêntica.</p>
<p><strong>14.</strong> Lembre-se de se afastar dos ídolos de ter um grande ministério, uma grande igreja, um grande nome e toda a pompa e circunstância de um ministério voltado para si mesmo.</p>
<p><strong>15.</strong> Lembre-se de remir o tempo e trabalhar duro no seminário, reconhecendo que você não é mais um garoto de faculdade que pode desperdiçar seu tempo com jogo de futebol todo dia, horas na academia e finais de semana em frente à televisão assistindo todo jogo que passar.</p>
<p><strong>16.</strong> Lembre-se de que o seminário é fácil se comparado com a vida no ministério de tempo intergral. Apesar de você não acreditar, comparativamente, a vida no seminário é divertida e simples, então seja diligente e disciplinado em seus estudos e treinamento.</p>
<p><strong>17.</strong> Lembre-se do Dia do Senhor e que Deus criou esse dia para adorar, descansar e relaxar. Trabalhe bem para que você também possa relaxar bem, se divertir bem e descansar bem. Agende e mantenha tempos regulares em comunidade e desfrutando da companhia de outros homens.</p>
<p><strong>18.</strong> Lembre-se de que nem todo mundo está no seminário pelas mesmas razões que você; portanto lembre-se de não se comparar desnecessariamente com outros alunos, pois Deus poderá usá-los e dar-lhes dons diferentes dos seus e diferente da forma como Ele o usará no Reino dele.</p>
<p><strong>19.</strong> Lembre-se de que o seminário o preparará apenas parcialmente para o ministério. Apesar de ser uma parte importante, você também precisa estar envolvido na comunidade, na igreja e em casa.</p>
<p><strong>20.</strong> Lembre-se de que o seminário é, principalmente, uma época para se aprender como aprender. É a época de se aprender como estudar e onde estudar, então não fique desencorajado por tudo o que você esquece e tudo o que você descobre que não sabe.</p>
<p><strong>21.</strong> Lembre-se de que o seminário lhe expõe à grande beleza da teologia fundamentada na Bíblia através dos séculos de história da igreja, o que deve lhe ensinar em como entender e qual deve ser o seu tom na maneira como você lida na igreja com os irmãos que você não concorda.</p>
<p><strong>22.</strong> Lembre-se de não desenvolver sua teologia baseado em quanto você gosta do seu professor, o estilo de ensino dele e a formação que ele possui, mas tenha discernimento e seja o mais objetivo possível enquanto você estabelece aquilo que você acredita, não empilhando o número de estudiosos respeitados em dois lados de um debate teológico, mas através do estudo para se mostrar aprovado diante de Deus.</p>
<p><strong>23.</strong> Lembre-se de sua esposa e família como a sua primeira responsabilidade, não apenas para se livrar do divórcio ou para manter a aparência de felicidade por causa do seu ministério, mas para mostrar o evangelho em seu casamento através do amor sacrificial pela sua esposa, amando-a de forma autêntica assim como Cristo amou a igreja. Nunca faça de uma hora de estudo mais importante do que ajudar sua esposa a lavar a louça. Pois o que pode ganhar um pastor se ele ganha toda a igreja, mas perde sua família?</p>
<p><strong>24.</strong> Lembre-se de manter seus olhos fixos em Cristo, que é o autor e consumador da sua fé e que irá sempre o sustentar no seu chamado. Portanto coloque sua confiança e seu futuro no cuidado dele, não em suas próprias habilidades, inteligência ou títulos acadêmicos.</p>
<p><strong>25.</strong> Lembre-se de que você não está lá para aprender como ser um oportunista-político-pragmático-relacional-do-seu-próprio-reino, mas um pastor de almas com princípios.</p>
<p><strong>26.</strong> Lembre-se de que você não está treinamento para ser um mestre sobre homens ou um mestre em divindade, mas um pastor-servo de homens e um despenseiro de Deus que diariamente se ajoelha e jura fidelidade ao Senhor e derradeiro amor de sua vida.</p>
<p><strong>27.</strong> Lembre-se de que o ministério pastoral contempla dois chamados abrangentes – o ministério da oração e o da Palavra – portanto se entregue a oração e a Palavra – não apenas para ler e falar, mas para ouvir, meditar, ter comunhão; e não apenas para falar que você fez essas coisas, mas por amor da sua própria alma.</p>
<p><strong>28.</strong> Lembre-se de que o Espírito Santo é o seu derradeiro mestre, advogado, conselheiro, confortador e amigo, então se entregue a Ele poderosamente para se fortalecer em meio aos momentos de força e fraqueza, confiança e medo, e Ele sempre lhe susterá e voltará à luz do rosto dele sobre você.</p>
<p><strong>29.</strong> Lembre-se de que você não está no seminário primariamente para ganhar um título acadêmico, mas para aprender como e o que significa alimentar ovelhas, lavar os pés e morrer para o “eu”.</p>
<p><strong>30.</strong> Lembre-se do seu primeiro amor.</p>
<p>Finalmente, que nós sempre nos lembremos das palavras do Conde Nicolaus Von Zinzendorf (1700–1760), e que as palavras dele ajude a definir nossos ministérios: “Pregue o evangelho, morra e seja esquecido”.</p>
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		<title>Do fracasso à fidelidade – João Marcos, o primeiro filho de crente</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 03:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<category><![CDATA[Perdão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma breve biografia do evangelista João Marcos, uma história de fracassos, mas de perdão e de fidelidade à obra de Cristo. Por Jesse Johnson.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8600" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-8600" title="Jesse Johnson" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/04/Jesse-Johnson-300x300.jpg" alt="Jesse Johnson" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Jesse Johnson</p></div>
<p>Ao me preparar para pregar pelo evangelho de Marcos, tenho ficado perplexo com a vida do autor.</p>
<p>João Marcos talvez tenha sido o primeiro filho de crente. Sua mãe, Maria, era viúva, e João Marcos era, provavelmente, um adolescente na época do Pentecostes. A igreja de Jerusalém se reunia de casa em casa, mas as maiores reuniões ocorriam na casa de Marcos. Por ter crescido sem um pai, e por Pedro ser o pastor da igreja da casa de Marcos (pelo menos durante sua adolescência), os dois tinham um relacionamento especial. Pedro o chamava de seu próprio filho (1 Pedro 5.13).</p>
<p>João Marcos assitiu de perto muito do drama e dos perigos que a igreja primitiva experimentou. Quando Pedro foi preso e milagrosamente solto, a igreja estava reunida na casa de Marcos, orando pela salvação de Pedro. De fato, quando o anjo resgatou Pedro, ele se viu livre, nas ruas de Jerusalém, procurado pelas autoridades, no meio da noite. Buscando abrigo, ele foi diretamente para o local da reunião de oração, bateu na porta da casa de Marcos e, como muitos conhecem a história, teve que esperar um pouco do lado de fora enquanto os de dentro demoravam a acreditar que Deus tinha realmente respondido suas orações.</p>
<p>Foi após esse evento cômico que Marcos participou da primeira expedição missionária autorizada pela igreja. Houve outros missionários antes, é claro, mas esses haviam ido para o campo por causa da perseguição, não de forma planejada. Dessa vez era diferente. A igreja se reuniu e separou Paulo e Barnabé para ir aos gentios. E enviaram João Marcos com eles. Talvez porque ele tinha dois nomes (“João”, um nome judeu e “Marcos”, grego – Atos 12.25 deixa esse fator implícito), e talvez porque ele era primo de Barnabé (Colossenses 4.10), ele foi enviado para ser o assistente de Paulo e Barnabé (literalmente, um servo – Atos 13.15).</p>
<p>A viagem passou por Chipre, Perge, Icônio e Atália. Igrejas foram plantadas de formas até dramáticas (leia Atos 13 e 14). Mas também houve muitas dificuldades e perseguições. Eles experimentaram espancamentos, fome e rejeição, e isso tudo parece ter sido demais para Marcos, que os deixou e retornou a Jerusalém.</p>
<p>Alguém pode se perguntar qual foi a reação de Marcos à recepção que Paulo e Barnabé tiveram após a viagem. Quando os dois retornaram a Jerusalém, foram tratados como heróis de guerra. Eles voltaram contando história de como Deus estava alcançando os gentios e as maravilhas que eles experimentaram. Ficamos pensando se Marcos compartilhava dessa alegria ou se ficou desapontado de não estar com eles quando voltaram.</p>
<p>Após o concílio de Atos 15, a igreja decidiu recomissionar Paulo e Barnabé e enviá-los novamente para fortalecer as igrejas. Essa seria a última conversa entre Paulo e Barnabé da qual temos registro. Barnabé insistiu que seu primo tivesse uma segunda chance e lhe fosse dada a oportunidade de servi-los novamente. Paulo recusou veementemente. Ele se recusou a viajar com Marcos novamente, por temer que ele desertasse mais uma vez. Os dois estavam tão firmes em suas posições que seguiram caminhos diferentes. Os presbíteros da igreja ficaram do lado de Paulo e o comissionaram (juntamente com Silas), enquanto Barnabé e Marcos seguiram seu caminho discretamente.</p>
<p>É interessante que, por meio dessa separação, Deus trabalhava providencialmente. Paulo perdeu João Marcos, mas ganhou Silas. Além disso, dois versículos após a separação de Marcos e Paulo, o apóstolo conheceu Timóteo, que se tornou seu filho na fé. Além disso, Lucas ganhou certa proeminência (note, no livro de Atos, a mudança da terceira pessoa para a primeira). Por meio dessa separação, o Espírito Santo não só aproximou Timóteo e Paulo, mas também assegurou que Lucas e Marcos escreveriam dois evangelhos separadamente.</p>
<p>O Senhor pode ter afastado Marcos de Paulo, mas não havia concluído sua obra nele. De alguma forma, ele se juntou a Pedro novamente. Você consegue imaginar alguém melhor que Pedro para discipular João Marcos? F. F. Bruce comenta que é difícil imaginar um par mais apropriado para influenciar esse homem perdido do que Pedro (que sabia uma coisa ou duas sobre o fracasso) e Barnabé (o filho do encorajamento).</p>
<p>É possível que Paulo e João Marcos tenham se encontrado novamente na Galácia, mas isso não ficou registrado. Conforme o ministério de Paulo foi interrompido por sua prisão, ele se encontrou em companhias interessantes. Ele disse a Filemon “Epafras, meu companheiro de prisão por causa de Cristo Jesus, envia-lhe saudações, assim como também Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.” (v. 23-24). Lucas, obviamente, permaneceu com Paulo, mas, de alguma forma, Paulo deu outra chance a Marcos (assim como a Demas!). Paulo chamou esses homens de “meus cooperadores”, o que não deixa de ser um avanço do título de “servo” que Marcos carregava quando desertou, anteriormente.</p>
<p>E Marcos provou ser fiel até o fim. Na última epístola de Paulo no Novo Testamento, ele estava encarando a morte muito de perto. Estava preso, sem amigos por perto e até mesmo sem roupas apropriadas para sobreviver. Ele se voltou a Timóteo, seu verdadeiro filho na fé, e fez alguns pedidos. Ele pediu seu casaco, alguns livros e alguns pergaminhos (uma possível referência aos evangelhos de Lucas e Mateus?).</p>
<p>Mas isso não é tudo. Ele suplicou a Timóteo:</p>
<p><em>“Procure vir logo ao meu encontro, pois Demas, amando este mundo, abandonou-me e foi para Tessalônica [...] Só Lucas está comigo. Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério.”</em></p>
<p>Já havia passado vinte ou mais anos desde que Paulo tinha se separado de Barnabé por causa de João Marcos. Agora mais velho, sozinho e ansioso por estar com o Senhor, seu último pedido é ver Marcos novamente.</p>
<p>Pense em tudo que mudou naqueles vinte anos. A Galácia era a fronteira final em Atos 15, mas agora o evangelho havia chegado a Roma, à África, a Chipre, a Corinto e a Creta. E João Marcos passou de ser aquele que abandonou Paulo na primeira viagem missionária para ser o colaborador do apóstolo e, finalmente, o homem que Paulo desejava encontrar antes de morrer.</p>
<p>É de comum acordo, geralmente, entre os teólogos, que Marcos chegou a encontrar com Paulo em Roma, que Paulo foi solto e então viajou até a Espanha. Marcos, entretanto, não o acompanhou. Ao invés disso, permaneceu em Roma até a chegada de Pedro. Lá, ele serviu ao lado de Pedro (1 Pedro 5.13) e escreveu o evangelho que leva seu nome.</p>
<p>Se o testemunho da igreja primitiva é válido (e eu creio que sim), Marcos permaneceu em Roma durante o reinado de Nero, e após a partida de Paulo, ministrou lá até o martírio de Pedro, quando foi para o norte da África e lá encerrou seu caminho, pastoreando uma congregação. Eventualmente, seguiu Paulo e Pedro rumo à sepultura, quando foi martirizado por Nero em Alexandria.</p>
<p>Quando lemos o evangelho de Marcos, é útil lembrar que Marcos sabia o que era ser perseguido. Ele sabia que os cristãos estavam lutando por suas vidas sob o reinado de Nero, enfrentando feras selvagens no coliseu. Quando ele registra as palavras de Jesus sobre as perseguições que viriam, que Jesus não retornaria para resgatar seus seguidores até que o evangelho tivesse alcançado todos os cantos da terra, é essencial enxergar essas palavras vindo da pena de alguém que viu o homem que o criou como filho ser morto por sua fé.</p>
<p>Mas em um nível mais pessoal, João Marcos sabia o que era cair e o que era ser restaurado. Ele serviu ao lado de Pedro e serviu ao lado de Demas. Ele sabia que havia dois resultados possíveis após o fracasso e louvado seja Deus por Paulo ter ido encontrá-Lo vendo Marcos como alguém que era “útil ao ministério”.</p>
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		<title>Entretenimento e em que nos tornamos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 02:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cosmovisão]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Douglas Wilson mostra os perigos de absorvermos as ideias da cultura pop sem pensamento crítico e sem uma cosmovisão bíblica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4458" class="wp-caption alignleft" style="width: 215px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2011/02/wilson-d.jpg"><img class="size-full wp-image-4458" title="wilson-d" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2011/02/wilson-d.jpg" alt="" width="205" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Douglas Wilson</p></div>
<p><em>Este é o esboço de uma palestra dada a estudantes de ensino médio na Logos School, EUA.</em></p>
<p>Comecemos reconhecendo que um coração não-regenerado fará uma dessas duas coisas com esses princípios – a primeira é tentar colocar esses princípios em prática de uma maneira que Deus será deixado em débito, e a segunda é rebelar-se contra esses princípios. Essas são as duas respostas básicas à moralidade bíblica que a incredulidade dá – fazer uma pilha de princípios a fim de alcançar o céu por si mesmo, ou chutá-los a fim de demoli-los. Mas, se você é um convertido a Cristo, verdadeiramente convertido, é possível entender e aplicar corretamente o que será dito aqui. Jesus disse que Suas ovelhas reconhecem Sua voz (João 10.4). Esses princípios são meramente uma descrição de como o amor inteligente manifesta-se quando age.</p>
<p>Primeiro, lembre-se do princípio do Sabbath. Essa é a ideia, estabelecida no Quarto Mandamento, de que as proporções entre trabalho e descanso são importantes. Isso significa que o entretenimento é lícito (e proveitoso) se é um descanso após um dia de trabalho frutífero e produtivo. Não é lícito (nem proveitoso) se é um substituto para esse trabalho. A Escritura tem muito a dizer sobre o ocioso e o que acontece com ele, e essas consequências não serão evitadas simplesmente porque o sofá onde ele desperdiça as horas é reclinável.</p>
<p>Entretenimento usado de forma errada está simplesmente ajudando a fazer a preguiça tolerável – até que a pobreza venha até você como um bandido armado (Pv 6.11). Há ainda o fato de que alguém que é excelente em seu trabalho estará diante de reis (Pv 22.29), e o fato de que, ao longo do tempo, estupidez continua estúpida. Somos ensinados a orar para que possamos aprender como contar nossos dias, a fim de que possamos nos conduzir com sabedoria (Sl 90.12). Conte seus dias, conte suas horas, conte seus descansos, com sabedoria.</p>
<p>O próximo pensamento é que a Bíblia pronuncia uma bênção sobre aqueles que não se sentam na roda dos escarnecedores. “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Sl 1.1, cf. Jr 15.17). Entretanto, para muitos cristãos, aquela roda é o sofá da sala de estar. É lá que eles são treinados a rir do justo. Isso nos leva ao próximo ponto.</p>
<p>A preocupação central que devemos ter sobre nossos padrões de entretenimento é que histórias têm um poder catequético; elas têm uma função de ensino. Quem é o protagonista, e por que padrões ele vive? Você está sendo treinado para identificar com quem, e quem você está sendo treinado a desprezar?</p>
<p>Digamos que você está assistindo um seriado, e um dos personagens critica outro dos personagens, um homossexual, e faz isso porque o outro é homossexual. O que acontece a seguir? A trilha sonora e a claque, esse grande pastor do rebanho que diz ao público que direção eles deveriam seguir, é preenchido com gemidos de descrença. Que lição estão te ensinando? Você está sendo catequizado e ensinado a não ser aquele cara. Quando acontecer na vida real, você mesmo providenciará a trilha sonora, e você pensará duas vezes antes de dizer algo.</p>
<p>Portanto, não é que existam, de alguma forma, uma barreira espiritual e invisível que invade você quando você assiste algo. Você está aprendendo aqui, em suas aulas, a avaliar livros e literatura de acordo com uma cosmovisão bíblica. Isso não está sendo ensinado como um truque literário legal – queremos que você aplique isso a tudo que encontrar. “O que eles estão dizendo? É verdade? Como eles esperam que eu reaja, e eu deveria reagir dessa forma?”.</p>
<p>Não existe pecado chamado “assistir a um filme estúpido”. Existe um pecado chamado “pessoa estúpida assistindo um filme estúpido”.</p>
<p>Há outra questão importante a considerar. Quanto mais prontamente você consumir o chamado lixo tolerável em público, junto com outros amigos cristãos, provavelmente mais você se entregará em privado ao lixo verdadeiro. Escravidão à pornografia começa em algum lugar, e as seduções da incredulidade começam em algum lugar. Existem sistemas de crença lá fora – do tipo que não se importam nem um pouco com sua alma – que te dizem o que você pode fazer o que quiser em tal área. Esse tipo de apostasia começa com um<em> test-drive</em> em privado.</p>
<p>G.K. Chesterton certa vez notou que há um tipo de imoralidade que é a primeira e mais óbvia propina que pode ser dada a um escravo. Eles deixam que você faça certas coisas porque eles sabem que uma pessoa imoral pode ser facilmente manipulada.</p>
<p>Em conclusão, esses princípios giram em torno de três virtudes básicas – dedicação a sua vocação e trabalho, lealdade a seu Deus e a seu povo, e integridade moral.</p>
<p>Por favor, não pense que o Pastor Wilson deu uma palestra sobre X, Y e Z e ensinou que é errado fazer X, Y e Z. O que é errado é tornar-se um fracassado. Tudo que você faz é uma pincelada que contribui para a pintura final. X, Y, e Z não são entradas ou saídas em livro de contabilidade. Eles são pinceladas, e você é a pintura.</p>
<p>Assim, a conclusão não é “por que meus amigos e parentes piedosos detestam esses filmes?”. O problema real é que eles detestam o que você está se tornando como resultado de ter assistido um monte deles.</p>
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		<title>5 erros de diagnóstico</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 04:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contato@iprodigo.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Jim Stitzinger nos mostra 5 erros comuns de discernimento na vida cristã que nos levam a tratar de forma negligente o pecado e a santificação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8576" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-8576" title="Jim Stitzinger" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2012/04/2c44d9bb06d532c6f023e3d201d5f533-300x300.jpg" alt="Jim Stitzinger" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Jim Stitzinger</p></div>
<p>No pronto-socorro, são tomadas decisões de vida e morte frequentemente sob extrema pressão e pouquíssima informação disponível. Quando os sintomas se apresentam, um observador treinado, com discernimento, consegue diagnosticar o problema. Acertando, o tratamento prossegue. Errando, nem o melhor plano de saúde será capaz de ajudar.</p>
<p>Mas se o diagnóstico dos problemas espirituais? Só Deus é onisciente e tem uma visão completa e imparcial do coração humano (1 Samuel 16.7). Como crentes, nosso discernimento deve ser orientado pelo pensamento bíblico, conforme Sua Palavra expõe e corrige os problemas do coração (Mateus 7.20; Hebreus 4.12-13). Muito mais poderia ser dito, mas aqui estão cinco sintomas que os pastores regularmente cometem erros ao diagnosticar:</p>
<h3>1. Remorso diagnosticado como arrependimento</h3>
<p>O remorso é a reação às consequências humanas e temporais do pecado. Ele surge da culpa e normalmente tenta acabar com o pecado por algum tempo. Remorso puro e simples não querer nenhum poder sobrenatural. Remorso não é arrependimento. Arrependimento verdadeiro é a obra sobrenatural de Deus de santificação dos nossos corações! Tanto para eliminar o pecado quanto para um retorno à retidão (2 Coríntios 7.10-11). É o abandonar o ego conforme o Espírito opera em nós para eliminar pensamentos, palavras e ações pecaminosas e opera para nos levar de volta à justiça (Colossenses 3.1-11), dando frutos (Gálatas 5.22-23). Nem a culpa nem a ira de Deus são apagadas pelo remorso, e a disciplina perdura até que o crente é trazido ao arrependimento (Hebreus 12.6).</p>
<h3>2. Ambição egoísta diagnosticada como direcionamento de Deus</h3>
<p>Existe um mundo de diferença entre querer fazer algo e presumir que há aí um mandamento divino. A santificação, o que envolve todo o processo, é a vontade declarada de Deus (Romanos 12.2; 1 Tessalonicenses 4.3). Antes de “ir até a lua por Cristo”, abandone suas ambições egoístas (Filipenses 2.3) e presunções (Tiago 4.13-16). Uma coisa é buscar humildemente o direcionamento de Deus e andar pela fé, confiando nEle para dirigir seus passos (Provérbios 3.5-6; 16.9). Outra, muito diferente, é presumir que a bênção e a unção de Deus estão sobre você. Saul fez isso, e olha no que deu (1 Samuel 15.9-11). É melhor ir com Tiago nessa (Tiago 4.15).</p>
<h3>3. Rebeldia diagnosticada como seca espiritual</h3>
<p>Uma vida cristã poderosa está cheia e é movida pelo Espírito Santo produzindo Seu fruto em nós (Gálatas 5.22-23). Com Seu amor constante (Romanos 8.35-39), Ele promete “nunca nos deixar, nunca nos abandonar” (Hebreus 13.5). Como o Pai ama Seu Filho, Cristo disse, “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor. Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço.” (João 15.9-10).</p>
<p>A obediência de Cristo era a chave para a intimidade de permanecer no amor do Pai. Cristo diz que isso também é verdade para nós. Rebele-se, e a intimidade será obstruída (Salmo 66.18) e o Espírito se entristece (Efésios 4.30). Seja nosso pecado o de falhar em confiar no caráter de Deus (Romanos 8.28) ou o de auto-justiça orgulhosa, tentando alcança a santificação por nossas próprias regras, nunca devemos esperar comunhão no amor do Pai quando abusamos de Sua misericórdia!</p>
<p>Quando uma fase de “seca espiritual” aparece, mergulhe na Palavra de Deus, volte sua mente para a pessoa e a obra de Cristo (Colossenses 3.16). Se seu coração luta com isso, confesse em oração o pecado de buscar intimidade com Cristo por outros meios além do quais Ele mesmo revelou. A justiça própria do nosso coração sempre vai buscar um caminho mais fácil para atingir a santidade, e emoções fortes são, frequentemente, aliados na luta contra o pecado. Submeta sua vontade aos mandamentos amorosos de Cristo e, em fé, confie em Seu Espírito para fazer Sua obra transformadora.</p>
<p>Se você está caminhando em direção à santificação se arrependendo de seus pecados, submetendo sua vontade aos mandamentos de Deus e abraçando tudo aquilo que Sua providência lhe dá, descanse tranquilo sabendo que Ele está trabalhando em você tudo o que ele pretende nesse momento. Deixe a santificação nas mãos dAquele que tem o poder para realizá-la.</p>
<h3>4. Frequência diagnosticada como santidade</h3>
<p>Ocupar um lugar em um banco é um medido de santidade tanto quanto vestir um uniforme te faz jogador de um time. Mesmo assim, é fácil achar que estar presente significa estar preparado para a adoração corporativa.</p>
<p>Cultos de adoração pública, para os crentes, são inegociáveis e deveriam ser parte do seu padrão de vida. Entretanto, uma frequência impecável não é, nem de longe, necessariamente uma marca de santidade. Às vezes é um disfarce para uma consciência pesada. Da mesma forma, uma frequência irregular não é necessariamente um sintoma de pecado.</p>
<p>Antes de dar o tiro de misericórdia na frequência, pergunte. Considere algumas questões:</p>
<ol>
<li>Há algum conflito que precisa ser resolvido (caronas, trabalho, etc)?</li>
<li>A reunião é um obstáculo para o ministério e deveria ser mudada ou cancelada?</li>
<li>Há algo de maior importância espiritual que requer atenção?</li>
<li>Sim, há um problema pessoal, do seu coração, sendo exposto.</li>
</ol>
<p>Busque identificar problemas no seu coração. Não assuma que frequência é igual a santidade. Não assuma que ausência é igual a pecado. Se a santidade fosse medida pela frequência, Judas teria passado com nota 10.</p>
<h3>5. Disciplina diagnosticada como perseguição</h3>
<p>A Escritura garante que nosso Pai, que nos ama, disciplina Seus filhos (Hebreus 12.6). Mas tratar as consequências do pecado como “perseguição” só ajuda a cultivar uma cegueira espiritual.</p>
<p>Quando o pecado provoca ou leva outra pessoa a pecar em retribuição, isso não é perseguição. Não importa a intensidade ou a longevidade, é parte das muitas consequências do pecado (1 Pedro 2.20). Essas consequências agem como dolorosos lembretes na profunda ofensa a Deus que é o nosso pecado (Salmo 5.5), o preço que Ele pagou para perdoar esse pecado (2 Coríntios 5.21) e o quão dependentes nós somos de Sua força para aguentar o que for que aconteça como parte de sua obra de humildade em nossas vidas. Quando assumimos a responsabilidade pelas consequências dos nossos pecados, somos capazes de enxergar como as mais severas delas são usadas por Deus para nos levar à santidade (Hebreus 12.5-11).</p>
<p>Perseguição é algo totalmente diferente. É o ódio que o mundo dirige à sua semelhança com Cristo. Ela varia de insulto, mentiras e calúnias a ameaças e ataques físicos (Mateus 5.11-12). De qualquer forma, é o veneno do mundo contra a obra de Deus em e através de um crente (João 15.18-21). A perseguição gera perseverança (Tiago 1.2-3, 12). Consequências de pecado produzem justiça (Hebreus 12.11). Jó foi perseguido (Jó 1), Davi foi punido (2 Samuel 12.13-14).</p>
<p>O Apóstolo Paulo nos urge a “advertir os ociosos, confortar os desanimados, auxiliar os fracos e sermos pacientes com todos” (1 Tessalonicenses 5.14). Erre no diagnóstico de uma questão e você pode acabar confortando os ociosos, auxiliando os desanimados, advertindo os fracos e não sendo paciente com ninguém!</p>
<p>Nós vamos errar. Nossa carne é fraca (Romanos 7.18), nossa humanidade limita nosso conhecimento (Salmo 139.2) e precisamos nos guardar da presunção (Provérbios 18.13). Ainda assim, sabemos que o Espírito Santo está trabalhando o tempo todo para santificar cada filho de Deus (João 17.17). Sua Palavra sonda nossos corações (Hebreus 4.12-13) e Seu amor verdadeiramente cobre todos os nossos pecados (Colossenses 2.13-14, Romanos 5.8). O diagnóstico dEle é sempre certo e preciso, e por meio de Sua Palavra, Ele nos dá supervisão e poder 24 horas por dia para a santificação da noiva de Cristo (Efésios 5.25-29; 6.17).</p>
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	<media:rating>nonadult</media:rating><media:description type="plain">Antes perdido, agora achado</media:description></channel>
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