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	<title>Itambé Empresarial</title>
	
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		<title>Construção civil se mobiliza para formar mão de obra</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>

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		<description><![CDATA[Falta de profissionais ameaça frear o crescimento do setor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Falta de profissionais ameaça frear o crescimento do setor</em></p>
<p>O aquecimento da <strong>construção civil</strong> é uma realidade no país. O otimismo, porém, esbarra na falta de profissionais, sobretudo qualificados. A carência atinge tanto o segmento imobiliário residencial quanto o de obras pesadas de infraestrutura.</p>
<p>A questão é tão séria que o problema foi o segundo mais citado entre as empresas pesquisadas na Sondagem da Construção Civil, divulgada no início de fevereiro pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A escassez de mão de obra perde apenas para a elevada carga tributária entre os fatores mais preocupantes para o crescimento do setor.</p>
<div id="attachment_2639" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/03/Euclésio-Finatti-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2639" title="Euclésio Finatti" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/03/Euclésio-Finatti-1-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Euclésio Finatti</p></div>
<p>O engenheiro civil Euclésio Finatti, vice-presidente da área de Política e Relações do Trabalho do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR), lembra que, durante muitos anos,<strong> trabalhadores da construção civil</strong> migraram para outras áreas, buscando oportunidades melhores. “Não havia incentivos para que os profissionais continuassem trabalhando na construção. E, sem estímulos, eles não davam sequência a uma formação profissional e acabavam mudando de emprego” avalia. Ele acrescenta ainda as precárias condições de trabalho no canteiro de obras e a baixa remuneração como fatores que contribuíram para a evasão destes profissionais.</p>
<p>O cenário, porém, já não é mais o mesmo. As condições de trabalho de uma maneira geral melhoraram muito nos últimos anos e os salários estão aumentando cada vez mais. “Hoje as empresas são obrigadas a cumprir uma série de normas que regulamentam o trabalho no canteiro de obras, dando condições mais dignas e seguras ao trabalhador” observa Finatti. No entanto, ele ressalta que a falta de informações sobre a realidade atual ainda impede que muitos jovens vejam a construção civil com outros olhos e a encarem como sendo uma boa oportunidade. </p>
<p><strong>Capacitação</strong></p>
<p>A necessidade de contratar funcionários qualificados se dá também pela modernização das técnicas construtivas, as quais exigem conhecimentos sobre a utilização de novos materiais e equipamentos. Por isso a capacitação torna-se fundamental. </p>
<p>Um dos maiores desafios para governo, empresas e entidades do setor, é a <strong>capacitação profissional em massa</strong>. Diversas iniciativas estão sendo tomadas, mas ainda estão longe de acompanhar o ritmo necessário para atender a demanda. “Precisamos buscar alternativas mais inteligentes para atrair esses profissionais” ressalta o representante do Sinduscon-PR.</p>
<p>Ele cita a implantação do <strong>Plano Setorial de Qualificação</strong> (PlanSeQ) da Construção Civil, iniciativa do governo federal executada por estados e prefeituras, exclusiva para beneficiários do Bolsa Família. “O plano em si é muito bom. Mas infelizmente muitas vagas do PlanSeQ no Paraná não foram preenchidas por falta de interesse da população” lamenta.</p>
<p>Esta, inclusive, é uma das críticas que o engenheiro civil faz em relação à postura dos trabalhadores. “Falta comprometimento por parte dos profissionais. Ainda são poucos os que buscam ou que aceitam ser capacitados”. Para o engenheiro esta é uma “crise genérica de competência”, que atinge não só os trabalhadores da base da pirâmide, mas também os profissionais de formação superior.</p>
<p>Além de pedreiros, carpinteiros e eletricistas, Finatti revela que as construtoras também estão à procura de <strong>engenheiros qualificados</strong>. “Está muito difícil achar bons profissionais” garante. Segundo um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em 2015, o total de arquitetos e engenheiros não suprirá a demanda de empregos em suas áreas. Isso acontecerá se a proporção entre pessoas formadas nas áreas de engenharia, produção e construção e o estoque de empregos formais nas ocupações típicas continuar na razão de 3,5.</p>
<p><strong>Soluções</strong></p>
<p>Entre as possíveis soluções está a <strong>capacitação da mão de obra feminina</strong>. De acordo com o vice-presidente do Sinduscon-PR, o interesse das mulheres pela área da construção vem aumentando. Prova disso é a crescente participação delas nos cursos ofertados. “Já está comprovado que as mulheres são mais cuidadosas, especialmente nos trabalhos de acabamento” exemplifica.</p>
<p>A possibilidade de ampliar a oferta de treinamentos no próprio canteiro de obras também poderia, na opinião de Finatti, contribuir para uma maior adesão dos trabalhadores. “Não são todos os profissionais que têm disposição para encarar um curso no período da noite, após um dia exaustivo de trabalho. E mesmo os que se dispõem a fazer, acabam não aproveitando tudo o que poderiam por estarem muito cansados” acredita.</p>
<p><strong>Sobram vagas na construção</strong></p>
<p>Entre as funções com maior escassez de mão de obra estão:<br />
* Ferreiro<br />
* Servente<br />
* Pedreiro<br />
* Carpinteiro<br />
* Eletricista<br />
* Operador de máquina<br />
* Técnicos e profissionais especializados em alvenaria, concreto, aplicação em revestimentos cerâmicos, montagem de estruturas metálicas e instalação predial. <br />
* Profissionais de terraplanagem e preparação de terrenos.<br />
* Engenheiros <br />
* Topógrafos</p>
<p><strong>PlanSeQ</strong></p>
<p>Saiba mais o <a href="http://www.planseq.acbrj.org.br/">PlanSeQ</a>, programa do governo em parceria com ongs e entidades privadas,  que oferece cursos gratuitos de qualificação na área da construção civil.</p>
<p>Contato: <strong>Assessoria de imprensa Sinduscon-PR</strong> &#8211; <a href="mailto:imprensa@sindusconpr.com.br">imprensa@sindusconpr.com.br</a><br />
 <br />
Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<title>Redes sociais mudam relação com cliente</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Estratégias como One to One e CRM começam a mudar seus conceitos e surgem novas ferramentas para fidelizar consumidores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estratégias como One to One e CRM começam a mudar seus conceitos e surgem novas ferramentas para fidelizar consumidores</em></p>
<p>As redes sociais já foram capazes de influenciar na eleição do presidente da principal nação do mundo – os Estados Unidos. Sendo assim, por que não seriam suficientemente fortes para modificar a <strong>relação empresa-cliente</strong>? Esteja certo que elas estão modificando esses conceitos também.</p>
<div id="attachment_2636" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/03/Roberto_Meir.jpg"><img class="size-medium wp-image-2636" title="Roberto Meir" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/03/Roberto_Meir-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Roberto Meir</p></div>
<p>Segundo a consultoria Gartner, em 2010 cerca de 80% das corporações brasileiras devem aderir às redes sociais para melhorar o <strong>relacionamento com o cliente</strong> final. “É um fenômeno que veio para ficar. Não tem volta. E isso vai influenciar antigas ferramentas, antes vistas como oráculos do relacionamento com o cliente”, revela o presidente da Associação Brasileira das relações Empresa-Cliente (Abrarec) Roberto Meir.</p>
<p>Ele refere-se a conceitos como <strong>One to One</strong> e <strong>Customer Relationship Management</strong> (CRM). “Essas ferramentas, por algum motivo, ignoraram nichos de consumidores. Agora, elas estão sendo revistas por conta das redes sociais”, diz Meir. A ponto de, por exemplo, a integração do CRM com as redes sociais vir dominando os fóruns de discussões sobre o novo modelo de negócios. O objetivo é fazer nascer o CRM social. Outros debates são os que caminham para transformar o e-commerce em s-commerce (social commerce).</p>
<p>A entrada das redes sociais para aprimorar o <strong>relacionamento com o cliente</strong>, no entender do presidente da Abrarec, vai ajudar a curar a miopia na relação empresa-cliente. Esse fenômeno ocorre quando a estratégia focaliza apenas a atração do cliente, e não a retenção. “É preciso entender que gestão do cliente não é igual a receita de bolo. A estratégia empresarial precisa reconhecer, classificar os clientes, entender o ciclo de vida de cada um, atender as expectativas e depois, como consequência, personalizar o relacionamento. O que ocorre, muitas vezes, é o processo inverso”, alerta.</p>
<p><strong>DNA do cliente</strong></p>
<p>Os novos rumos da gestão do cliente devem levar à busca da “recomendação”. É quase a volta do “boca a boca”, só que desta vez através das <strong>redes sociais</strong>. No entender de especialistas, elas vão ajudar a criar pessoas que serão apóstolas de uma determinada marca e que vão sempre realçar e falar para todo mundo como é bom trabalhar com tal empresa. “Até setores oligopolistas começam a buscar esses conceitos, com o objetivo criar blindagens para não serem maltratados pela opinião pública. O que está em questão é chegar ao DNA dos clientes”, avalia Roberto Meir.</p>
<p>Significa que só investir em tecnologia de relacionamento não basta. De agora em diante, é preciso treinar o pessoal. Esse veredicto foi dado recentemente pelo Instituto de Tecnologia de Software, analisando o varejo norte-americano pós-crise. Percebeu-se que houve muito investimento em tecnologia e que foi enfraquecida a linha de frente para atender o consumidor. O que aconteceu? Romperam-se os laços de lealdade com o maior consumidor do mundo, detectou o estudo. “Tecnologia sempre vai ser um meio. Se não tiver uma gestão de recursos humanos com treinamento para tirar proveito do melhor que a tecnologia pode oferecer, não haverá vantagem em tê-la”, diz o presidente da Abrarec.</p>
<p>Entrevistado: <strong>Roberto Meir</strong>, presidente da Associação Brasileira das relações Empresa-Cliente (Abrarec): <a href="mailto:tatiana@dfreire.com.br">tatiana@dfreire.com.br</a> e <a href="mailto:analina@dfreire.com.br">analina@dfreire.com.br</a> (assessoria de imprensa)<br />
<strong>Currículo do entrevistado</strong><br />
Roberto Meir é especialista internacional em relações de consumo, CRM (Gerenciamento das Relações com Clientes), marketing de relacionamento e loyalty, estratégias de negócios e economia digital. Formou-se em engenharia química pelo Mackenzie, tem pós-graduação em marketing pela ESPM e finanças pela Fundação Getúlio Vargas, MBA (Master of Business Administration ) em finanças pelo IBMEC Educacional  S/A. Também é membro do comitê de Relações Internacionais da SOCAP (Society of Consumer Affairs Professionals in Business) e é presidente da ABRAREC ( Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente) e da AIAREC (Associação Ibero-Americana de Relações Empresa-Cliente).</p>
<p>Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<title>Pesquisa revela grande oferta de vagas na construção civil</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento da FIRJAN mostra que mercado terá demanda alta pelo menos até 2015, por conta do déficit habitacional e das obras de infraestrutura]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento da FIRJAN mostra que mercado terá demanda alta pelo menos até 2015, por conta do déficit habitacional e das obras de infraestrutura</em></p>
<p>Pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) mostra que até 2015 aumentará a procura por profissionais ligados à construção civil, às áreas de tecnologia de manufatura, moda, criatividade, panificação e confeitaria. As habilidades pessoais, os conhecimentos técnicos e as inovações tecnológicas das profissões industriais que estão em alta no mercado poderão ser vistas na 6.ª Olimpíada do Conhecimento, o torneio de educação profissional que o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) realizará de 9 a 14 de março no Riocentro, no Rio de Janeiro. O evento reunirá 562 estudantes de cursos de educação profissional que competirão em 41 ocupações industriais e cinco dos setores de comércio e serviços.</p>
<p>Conforme o estudo da FIRJAN, que traça a expectativa de 415 empresários que empregam mais de 495 mil trabalhadores, haverá, até 2015, uma grande oferta de vagas para carreiras como marcenaria, eletricidade predial, construção em alvenaria e aplicação de revestimento cerâmico. O crescimento do emprego na construção civil ocorrerá em todo o país, de forma homogênea, avalia o gerente do Observatório Ocupacional do SENAI, Márcio Guerra. Segundo ele, a expansão do setor se deve à retomada dos investimentos públicos e privados em obras de infraestrutura.</p>
<p>Dentro da área de construção civil, há demandas por diversos perfis profissionais. &#8220;Na parte de construção e edificações, destacam-se os profissionais especializados em alvenaria, aplicação em revestimentos cerâmicos e instalação predial. Para as obras de infraestrutura, as demandas são por profissionais de terraplanagem e preparação de terrenos e concreto e montagem de estruturas metálicas&#8221;, aponta Guerra.</p>
<p>Segundo ele, para receber a Copa do Mundo, por exemplo, deverão ser investidos mais de R$ 20 bilhões em telecomunicações. &#8220;É uma exigência da Federação Internacional de Futebol (FIFA) que todas as áreas ao redor dos estádios ofereçam telefonia e internet. Ou seja, essas cidades precisarão capacitar profissionais na área de telecomunicação&#8221;, diz Guerra.</p>
<p>Ele explica ainda que os investimentos em habitação e infraestrutura e mais a preparação do país para a Copa do Mundo provocarão mudanças significativas na estrutura industrial do país. Nos estados do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste, regiões que estão montando parques industriais, devem surgir oportunidades de empregos nas áreas de confecção, alimentos e manutenção mecânica.</p>
<p>Conforme a pesquisa da FIRJAN, até 2015, também deve crescer a oferta de empregos para profissionais das áreas de tornearia mecânica, fresagem, desenho mecânico, soldagem, eletrônica industrial e mecânica de manutenção. Outras áreas promissoras para quem quer garantir um emprego são as de design de moda, joalheria, confecção de roupas e calçados. O mercado também tem espaço para padeiros e confeiteiros.</p>
<p>A exemplo de outras pesquisas feitas pelo SENAI, o estudo da FIRJAN, cujo resumo está na nota técnica em anexo, antecipa as tendências do mercado de trabalho. Com isso, é possível planejar investimentos em educação profissional e oferecer cursos com perfil adequado às necessidades das empresas.</p>
<p>Fonte: Assessoria de imprensa da FIRJAN</p>
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		<item>
		<title>Cohapar completa 60 mil atendimentos a famílias</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>

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		<description><![CDATA[Companhia estima que parceria com o programa Minha Casa, Minha Vida permitirá beneficiar mais 30 mil famílias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Companhia estima que parceria com o programa Minha Casa, Minha Vida permitirá beneficiar mais 30 mil famílias</em></p>
<p>A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) atingiu em fevereiro 60 mil atendimentos de famílias, em 344 cidades do Estado, em 6 anos. No período foram entregues 24.069 casas urbanas e rurais, e mais 20.045 lotes estão em processo de regularização. Neste momento, 8.202 unidades estão em construção ou em processo de licitação em 158 municípios.</p>
<p>Em 2009, a Companhia também fez parceria com 78 municípios para a execução do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, para o qual viabilizou 7.651 lotes. São quase 240 mil paranaenses beneficiados com casas e lotes, todos com obras de infraestrutura, considerando-se a média de quatro pessoas por família.</p>
<p>Apenas nos últimos três anos foram entregues 12.480 mil unidades habitacionais, e estão em obras 8.202 unidades, incluindo os empreendimentos que a Cohapar executa nas áreas de ocupação irregular em 19 cidades do Paraná, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p>Tão importante quanto construir casas para famílias com renda entre zero a dois salários mínimos é o trabalho jurídico para regularização de lotes das famílias em ocupações irregulares. São 16.615 lotes com regularizações em andamento e 3.430 já finalizadas.</p>
<p>A Cohapar também é parceira do governo federal no programa “Minha Casa, Minha Vida”. A Companhia viabilizou 7.651 lotes para famílias com renda de até três salários mínimos, em 12 municípios da Região Metropolitana de Curitiba, mais 7 cidades do interior com mais de 50 mil habitantes, e outros 31 municípios com menos de 50 mil habitantes.</p>
<p>Apenas neste programa, que terá financiamento da Caixa, com a licitação feita pelas prefeituras, a Cohapar está ajudando a viabilizar a casa própria para mais 30 mil pessoas com renda, preferencialmente, até três salários mínimos.</p>
<p>Fonte: Agência Estadual de Notícias</p>
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		<item>
		<title>Década digital trouxe qualidade ao setor imobiliário</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente da Ademi-PR, Gustavo Selig, avalia que a internet aprimorou o consumidor, qualificou o corretor e agilizou a venda no local]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Presidente da Ademi-PR, Gustavo Selig, avalia que a internet aprimorou o consumidor, qualificou o corretor e agilizou a venda no local</em></p>
<p>Hoje é possível <strong>comprar um imóvel pela internet</strong>, sem sair de casa. Mudam-se projetos via computador. A tecnologia transformou o sonho da casa própria em um game. Mas quais os prós e contras deste agregado de novidades que invadiu o setor?</p>
<div id="attachment_2624" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/03/gustavo_selig.jpg"><img class="size-medium wp-image-2624 " title="Gustavo Selig" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/03/gustavo_selig-213x299.jpg" alt="" width="213" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Selig</p></div>
<p>Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), Gustavo Selig, as novas mídias agregaram muitos valores à <strong>venda de imóveis</strong>. A internet tornou o consumidor mais exigente e, por consequência, aprimorou o trabalho do corretor de imóveis.</p>
<p>No entanto, Selig avalia que a década digital não vai acabar com a venda pessoal. Os clientes continuarão finalizando a compra somente após a visita ao local do empreendimento e à sede da construtora ou da imobiliária. A diferença, é que ele fará a aquisição tendo mais informações sobre o imóvel que está comprando.  Confira a entrevista:</p>
<p><strong>Um dos setores que mais se beneficiou da chamada década digital foi o imobiliário. Hoje é possível até comprar imóveis online. No que essa tecnologia incrementou as vendas imobiliárias?</strong><br />
As ferramentas eletrônicas fortaleceram o processo de vendas. O cliente entra nos sites das construtoras e imobiliárias previamente e chega ao plantão de vendas para fazer a negociação com conhecimento praticamente pleno do imóvel. Hoje, quando o cliente chega ao plantão de vendas, ele já tem praticamente 70% das informações e faz a visita com o intuito de fechar o negócio, tornando mais ágil este processo. A velocidade da informação é a grande vantagem da Internet.</p>
<p><strong>Hoje há até a possibilidade de planejar o imóvel digitalmente, alterando o desenho da planta. Isso se tornou um diferencial para as imobiliárias. Mas até que ponto ajuda o consumidor a ter certeza do que está comprando?</strong><br />
Estas são ferramentas ilustrativas que ajudam a expor o produto, porém não são elas que vendem o imóvel ou determinam a decisão de compra do cliente. Estas ferramentas auxiliam o comprador que não tem facilidade em ler um projeto, oferecendo uma visão espacial melhor do imóvel que ele está adquirindo.</p>
<p><strong>Quando se fala em década digital, não dá para esquecer que ela acrescentou a chamada “venda na planta”. Hoje, quanto isso representa na venda de um empreendimento?</strong><br />
As vendas na planta representam em torno de 50% da comercialização de unidades de empreendimentos novos em Curitiba, incluindo as fases de pré-lançamento, lançamento e período de execução da obra.</p>
<p><strong>Como o consumidor deve ficar atento para não cair em fraudes digitais na hora de comprar um imóvel?<br />
</strong>Ninguém hoje compra um imóvel somente pelo computador, embora seja indiscutível o fato de que, atualmente, a web é uma ferramenta indispensável para o fornecimento de informações antecipadas sobre o produto e a empresa, sendo vastamente utilizada pelos clientes. Entretanto, estes ainda têm a necessidade de ir ao plantão e visitar as obras da empresa antes de fechar o negócio.</p>
<p><strong>Para o profissional de venda de imóveis, no que a década digital modificou a forma de ele trabalhar?</strong><br />
Hoje os corretores têm de estar bem mais preparados para vender o imóvel, porque aquela informação básica sobre os produtos, que era passada no plantão, hoje não é mais tão necessária, pois o cliente, na maioria das vezes, já a tem antecipadamente. Isto exige dos corretores maior conhecimento técnico do produto para concretizar o fechamento do negócio, o que demanda um novo processo de capacitação destes profissionais, inclusive sobre questões técnicas, como leitura de projetos, memorial descritivo e documentação.</p>
<p><strong>A década digital também serviu para que construtoras e imobiliárias também diagnosticassem melhor o gosto do consumidor?</strong><br />
Não. As ferramentas eletrônicas são facilitadores para os clientes levantarem os produtos de sua preferência, mas o mercado está tão aquecido que atualmente há clientes para diferentes segmentos e tipos de produtos. Esse não é um ponto fundamental.</p>
<p><strong>E o perfil do consumidor, mudou com a década digital?</strong><br />
Com certeza. O consumidor chega ao plantão mais exigente quanto à empresa e ao empreendimento, solicitando um atendimento mais personalizado.</p>
<p><strong>A forma de venda tradicional de imóveis está condenada ou ela vai continuar sobrevivendo? <br />
</strong>Não. O digital é um complemento da venda pessoal.</p>
<p><strong>O setor imobiliário do Paraná incorporou bem a década digital ou há muito ainda a ser feito?</strong><br />
O setor imobiliário paranaense incorporou bem a década digital. Hoje este é um instrumento usado por praticamente todas as empresas. É uma ferramenta que os próprios clientes exigem que a construtora ou a imobiliária tenha. A falta desta ferramenta já mostra que a empresa não é tão atualizada em termos de mercado, dando a ela pouco status na prospecção de clientes. Muitas empresas inclusive contam com perfis nas redes sociais que aproximam a empresa do consumidor e do público em geral. Além disso, estes canais auxiliam na prospecção de novos clientes, não apenas no sentido de incremento nas vendas, mas também de pessoas que comprem e acreditem na marca de determinada empresa, divulgando-a e fortalecendo-a perante o mercado.</p>
<p><strong>O que vem pela frente, em termos de novidades digitais em venda de imóveis?</strong><br />
É difícil prever exatamente, porque a informatização tem um processo muito acelerado de atualização. Porém, mesmo com o avanço nas mídias e nos usos das ferramentas eletrônicas, a venda do imóvel é uma prática que não vai dispensar a visita pessoal. O que vai haver é um número maior de informações sobre o produto e a empresa disponibilizadas na rede digital, e de instrumentos virtuais de atendimento ao cliente, que vão exigir que as construtoras e imobiliárias repensem mais frequentemente suas práticas para a venda de imóveis.</p>
<p>Entrevistado: <strong>Gustavo Selig</strong>, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR): <a href="mailto:contato@memilia.com">contato@memilia.com</a> (Maria Emilia Staczuk, assessora de imprensa)<br />
 </p>
<p>Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<title>Jogos corporativos: como, quando e onde aplicar?</title>
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		<comments>http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/jogos-corporativos-como-quando-e-onde-aplicar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento e Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Estimular o trabalho em equipe, a estratégia e a agilidade nas decisões são alguns objetivos deste tipo de treinamento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estimular o trabalho em equipe, a estratégia e a agilidade nas decisões são alguns objetivos deste tipo de treinamento</em></p>
<p>Desde 2004, empresas brasileiras recorrem aos <strong>jogos corporativos</strong> para corrigir falhas de execução, ajustar departamentos ou, simplesmente, treinar os colaboradores para a implantação de novos sistemas. A meta é difundir, de forma lúdica, conceitos como trabalho em equipe, estratégia e agilidade nas decisões.</p>
<p>Normalmente customizados, os <strong>jogos corporativos</strong> são adaptados à cara de cada cliente por empresas especializadas. Os maiores clientes são indústrias, serviços e bancos. Na indústria, normalmente os jogos envolvem a compreensão da cadeia de suprimentos e dos balanços. Nos serviços, incluem noções sobre gestão de materiais e capacitação das equipes. Já os bancos usam para simular a interação entre a instituição, os clientes e o mercado financeiro.</p>
<div id="attachment_2610" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/hilario_trigo.jpg"><img class="size-medium wp-image-2610 " title="Hilário Trigo" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/hilario_trigo-300x210.jpg" alt="" width="240" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Hilário Trigo</p></div>
<p>Ainda abrangendo uma parte pequena da cadeia produtiva do país – cerca de 8% -, os <strong>jogos corporativos</strong> têm a expectativa de decolar neste ano. Na opinião do especialista em Coaching &amp; Desenvolvimento Organizacional, Hilário Trigo, a busca por competitividade das empresas, para concorrer no mercado externo, tende a valorizar esse tipo de treinamento. Confira a entrevista:</p>
<p><strong>Como surgiram os jogos corporativos e com qual finalidade?</strong><br />
Os jogos corporativos surgiram basicamente com o intuito de criar simulações de cenários para testar pessoas em situações, mostrar suas atitudes em interações, pressão, conflitos e demais desafios do dia a dia. Têm como finalidade criar um ambiente seguro e simulado, onde experiências possam ser analisadas e então decisões possam ser tomadas, implementadas e testadas sobre tal cenário. Os jogos possuem uma analogia com o ambiente de trabalho real, geralmente são específicos e customizados para a organização.</p>
<p><strong>Os jogos corporativos podem ser feitos no ambiente de trabalho ou eles funcionam melhor se houver deslocamento dos funcionários para hotéis e spas?</strong><br />
Quando os jogos trabalham questões técnicas, existe uma tendência de se fazer dentro da empresa, pois muitas vezes variáveis do trabalho real são utilizadas como referência. Ao contratar jogos para o desenvolvimento de pessoas e questões comportamentais, geralmente, os mesmos são realizados fora do ambiente, em hotéis e demais espaços preparados para as dinâmicas desenvolvidas. Particularmente, sou a favor de sempre realizar os processos de desenvolvimento fora da organização, levando o colaborador a um novo contexto, a um novo ambiente, propício para que o mesmo olhe para si e busque as respostas necessárias para seu autoconhecimento e transformação.</p>
<p><strong>Quem aplica os jogos corporativos deve ter que tipo de treinamento?</strong><br />
Nos jogos apresentam-se questões comportamentais. Levamos o colaborador a olhar para experiências pessoais, as quais sempre possuem raízes psicológicas. Quando falamos em comportamentos, é importante entender que por trás de um comportamento existem emoções e, por trás de emoções, existem crenças. Essa é uma estrutura mental, e um psicólogo e um coach, e os demais profissionais que atuam com dinâmicas de grupo, devem estar preparados e habilitados para conduzi-las, sabendo o que fazer quando uma dificuldade se apresenta.</p>
<p><strong>Quais tipos de jogos corporativos existem e, complementando, há algum que tenha se tornado ícone entre as empresas?</strong><br />
Existem vários jogos, específicos e segmentados por verticais de mercado. Há, por exemplo, o Software Tangram, o qual é amplamente utilizado nos cursos de Administração de Empresas. Dá para considerar também o Desafio SEBRAE como um dos mais importantes jogos corporativos em desenvolvimento no Brasil. O jogo é voltado para estudantes que estejam cursando o ensino superior e oferece uma oportunidade para que jovens, independentemente do curso de graduação que estejam fazendo, tenham contato com o ambiente e a dinâmica empreendedora através de um software exclusivo.<br />
Saiba mais acessando: <a href="http://www.desafio.sebrae.com.br/">http://www.desafio.sebrae.com.br</a></p>
<p><strong>Qual a diferença entre jogos corporativos e jogos cooperativos?</strong><br />
Nos jogos corporativos temos vencedores. Nos jogos cooperativos temos colaboradores. Quando o objetivo for desenvolver a cooperação, trabalhar coletivamente, fundamentar valores tais como responsabilidade, confiança, humildade, diálogo e ética, utiliza-se os jogos cooperativos. O propósito maior é o grupo ganhar.</p>
<p><strong>Jogos corporativos podem ser feito via computador ou o ideal é que ele promova uma interação mais real entre os participantes?<br />
</strong>São feitos das duas formas, dependendo sempre das necessidades da organização. Como exemplo, na Harvard Businnes Review de 05/2008, foi publicado um artigo sobre os laboratórios virtuais de liderança, onde empresas, como a IBM, estavam à frente do projeto. Nesses laboratórios, líderes buscavam se desenvolver através de jogos de computador, World of Warcraft, Eve Online, EverQuest, Lineage, Star Wars Galaxies e outros. Em depoimento, a IBM disse: Quase metade dos gerentes da IBM com experiência em jogos online para vários participantes disse que atuar como líder no jogo havia melhorado seu poder de liderar na vida real. Os jogos citados nesse artigo não são especificamente utilizados como jogos corporativos, no entanto, servem para ilustrar a capacidade de criatividade, inovação e flexibilidade do pessoal de recursos humanos da IBM.<br />
Leia mais em: <a href="http://www.revistaharvard.com.br//index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=247">http://www.revistaharvard.com.br//index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=247</a></p>
<p><strong>Os jogos corporativos funcionam para qualquer tipo de empresas ou ele traz mais resultados apenas para as corporações com uma filosofia de RH bem consolidada?</strong><br />
Uma filosofia de RH não precisa estar consolidada para que a empresa se desenvolva com o uso de jogos corporativos. Perceba que o objetivo é a capacitação, seleção, treinamento. Vejo os jogos mais com uma ferramenta adicional para todo o processo, o que sim, pode vir a somar na consolidação de uma filosofia. Quanto melhor for a estrutura de RH de uma empresa, melhores serão suas pessoas e, consequentemente, melhores serão os resultados do negócio.</p>
<p><strong>Os jogos corporativos não podem causar um efeito inverso, ou seja, despertar nos colaboradores um sentimento de competição acirrada dentro da corporação?</strong><br />
Com certeza, se forem conduzidos de forma errada. Sempre o propósito maior deve ser apresentado aos colaboradores, de forma que os mesmos sintam-se seguros e engajados em participar. Um alinhamento organizacional é necessário, enfatizando visão, missão e valores. Quando isso ocorre, a base é forte e dificilmente efeitos inversos acontecerão. Ao término de todo processo, um fechamento com aprendizados e insights é fundamental para a real absorção e consolidação dos aprendizados, de forma que o colaborador possa seguir adiante, em seu processo de evolução, com autonomia.<br />
 <br />
Entrevistado:<br />
<strong>Hilário Trigo</strong>, especialista em Coaching &amp; Desenvolvimento Organizacional:<br />
<a href="mailto:htrigo@hilariotrigo.com.br">htrigo@hilariotrigo.com.br</a><br />
Site: <a href="http://www.hilariotrigo.com.br/">www.hilariotrigo.com.br</a></p>
<p>Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<title>Reunião: um mal necessário?</title>
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		<comments>http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/reuniao-um-mal-necessario-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Com planejamento e liderança é possível tornar as reuniões mais produtivas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com planejamento e liderança é possível tornar as reuniões mais produtivas</em></p>
<p>Você acha <strong>reuniões de trabalho</strong> desgastantes, ultrapassadas ou inúteis? Saiba que muitas pessoas pensam como você. E de fato, em muitos casos, quando a reunião não é bem planejada e executada, o resultado pode ser um verdadeiro fracasso. Por outro lado, <strong>reuniões presenciais</strong> continuam sendo importantes para definições e tomadas de decisão.</p>
<div id="attachment_2602" class="wp-caption alignleft" style="width: 152px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/sonia_jordao2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2602   " title="Sonia Jordão" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/sonia_jordao2-198x300.jpg" alt="" width="142" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Sonia Jordão</p></div>
<p>Para a consultora empresarial e autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, Sonia Jordão, “quando estamos vendo as pessoas é mais fácil captar as mensagens enviadas através do corpo. Assim podemos mudar de atitude se julgar interessante”. Ela também alerta para o fato de que muitas pessoas ainda não se sentem à vontade em reuniões pela internet, por exemplo.</p>
<p>A falta de planejamento está entre as principais <strong>causas de reuniões improdutivas</strong>. Outro fator apontado por Sonia é o despreparo de quem conduz a reunião. Segundo ela, para o sucesso do encontro, é fundamental que a reunião seja conduzida por alguém capacitado que saiba direcionar os assuntos e os participantes adequadamente. Para a consultora, a reunião torna-se desnecessária se for apenas para repasse de informações. O objetivo de agendar uma reunião deve ser decidir alguma coisa.</p>
<p><strong><em>Confira algumas dicas simples para tornar as reuniões mais produtivas:</em></strong></p>
<p><strong>Antes da reunião<br />
</strong>* Anote todos os pontos que precisam ser decididos na reunião.<br />
* Selecione criteriosamente quem realmente deve participar, ou seja, quem está envolvido diretamente com os assuntos da pauta. Para algumas pessoas, o envio da ata para acompanhamento pode ser suficiente. <br />
* Verifique o dia e horário em que a maior parte dos participantes estará disponível. <br />
* Divulgue a pauta com antecedência a todos os participantes para verificar se há mais algum item a ser tratado e para que eles possam se preparar com dados e ideias.<br />
* Delimite um tempo para a reunião que seja suficiente para expor, debater e concluir o assunto. “Acredito que, a partir de 3 horas, nenhuma reunião consegue ser produtiva”, alerta Sonia.<br />
* No dia da reunião confira se todos os preparativos estão em ordem e faça de tudo para que não haja atrasos.</p>
<p><strong>Durante a reunião</strong><br />
* É importante deixar todos falarem, evite que alguém monopolize o assunto. <br />
*  Se for preciso, interrompa delicadamente quem estiver se excedendo. Se o problema for tempo, simplesmente alerte: “Fulano, poderia concluir sua exposição? Nosso tempo está expirando”.<br />
* Indique quem pediu a palavra primeiro. <br />
* Se durante a reunião surgirem novas ideias e assuntos que não estavam previamente na pauta, anote-os e oriente as pessoas que esses assuntos poderão ser tratados em outra ocasião. <br />
* Registre a discussão em uma ata, de maneira que ela contenha tudo o que for necessário para que qualquer pessoa possa saber o que foi tratado, mesmo não tendo participado. “O ideal é que o responsável por redigir seja uma pessoa que goste de escrever e tenha boa memória e capacidade de anotar os tópicos tratados na reunião” sugere Sonia.</p>
<p><strong>Após a reunião</strong><br />
* Crie o hábito de definir os responsáveis e os prazos para todas as decisões que forem tomadas na reunião. Assim, se precisar de mais alguma coisa, após a reunião, o responsável entra em contato com os interessados. <br />
* Envie a ata a todos os participantes e permita que eles sugiram ajustes ou acrescentem dados. Dê um prazo para que eles se manifestem. Faça as alterações necessárias e envie novamente a ata com as considerações finais.<br />
* Faça um balanço de como foi a reunião. Verifique o que pode ser melhorado, o que deve ser eliminado, o que poderia ter sido feito e não foi. Aplique as melhorias nas próximas reuniões e confira o resultado.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Texto complementar</em></strong></p>
<p><strong>FAZENDO REUNIÕES PRODUTIVAS</strong></p>
<p>Os líderes precisam se encontrar regularmente com seus liderados e com seus superiores hierárquicos para discutir como as coisas estão evoluindo. Um item da pauta poderia ser comparar seus planos de desenvolvimento e descobrir o que está funcionando e o que não está funcionando nas atividades uns dos outros.</p>
<p>Para conseguir uma <strong>reunião produtiva</strong> é importante que todos estejam preparados e saibam o que esperar. Para tanto, a reunião deve ser organizada e a pauta planejada e o líder desta deve cuidar para que a pauta seja cumprida e os integrantes precisam atingir um consenso antes de terminar a reunião. Além disso, deve ser facilitada a democracia e a participação de todos os integrantes do grupo, motivando-os a opinar e propor idéias, de modo a propiciar a comunicação e a tomada de decisões, levando em conta os pontos a favor e contra.</p>
<p>É fundamental escutar a todos. Às vezes só se escuta o que dizem determinadas pessoas do grupo, geralmente aquelas que falam melhor e tem maior fluência. Isso deve ser evitado para que não se deixe de ouvir com atenção aos tímidos, aos que se expressam com menos clareza ou aos que têm uma opinião distinta. Escutar significa ter a capacidade de receber o que o outro quer dizer da forma mais próxima a que ele está sentindo e pensando.</p>
<p>O líder deve promover a participação do grupo na <strong>tomada de decisões</strong>. Na vida de uma organização decisões devem ser tomadas continuamente, cabendo ao líder conduzir este processo e preocupar-se para que todos participem ativamente deste. É necessário deixar claras as alternativas que estão em jogo e possibilitar que as pessoas dêem argumentos para apoiar uma ou outra alternativa. Daí ser necessário facilitar a integração do grupo, confrontando a opinião de uns com as dos outros possibilitando, assim, que todos se escutem e destacando as opiniões mais significativas.</p>
<p>Existem algumas regras que fazem com que as reuniões sejam rápidas e com melhores resultados. Uma delas é pedir a todos que desejam apresentar um problema que se preparem antes respondendo às perguntas: Qual é o problema? Quais são suas causas? Quais são as possíveis soluções? Qual é a melhor solução possível? E, finalmente, escrevendo: “Esta é a solução que recomendo”.</p>
<p>Com isso, obtém-se muito mais ação para que as coisas corram bem. Essas quatro perguntas para resolver problemas podem ser usadas em memorandos ou cartas tão eficazmente como em reuniões. Podem também ser usadas em conversações telefônicas. Algumas vezes a melhor solução pode ser a combinação de duas ou mais das possíveis soluções oferecidas.</p>
<p><strong>Se você for o responsável pela direção da reunião é bom que procure seguir as seguintes regras:</strong><br />
• Procure começar a reunião com uma breve explicação do problema. Veja, em seguida, se os participantes compreenderam o problema;<br />
• Questione as causas do problema;<br />
• Faça resumos com freqüência do que foi discutido até então;<br />
• Peça as soluções possíveis, buscando ter as evidências que comprovem a praticidade de cada solução;<br />
• Após o problema ter sido suficientemente discutido, faça um resumo final e proceda, então, à sua votação;<br />
• O ideal é que todas as soluções apontadas tenham responsáveis e prazo para execução;<br />
• Sempre que for conveniente, nomeie uma pessoa ou uma comissão encarregada de verificar se a decisão foi tomada corretamente e no tempo previsto;<br />
• Evite expressar suas idéias pessoais e só o faça depois que os outros as tenham expressado. Seu objetivo principal é dirigir e não participar calorosamente da discussão;<br />
• Seja flexível. No entanto, se você tem mais de doze pessoas em uma reunião, procure garantir que a pessoa que queira falar obtenha a sua autorização. Essa pessoa deverá levantar a mão e você, ao dar a sua autorização, deve mencionar o seu nome ou acenar afirmativamente com a cabeça. Outra forma é fazer uma bolinha de papel e só permitir que fale aquele que estiver com a bolinha na mão;<br />
• Mantenha a reunião ativa, sem se desviar do tema. Garanta que seja rápida, com exposições curtas. Intervenha quando alguém quiser falar muito ou com demasiada freqüência, assim como quando alguém sair do tema, reforce: “O assunto que estamos discutindo é&#8230; Por favor, não se afaste do tema”;<br />
• Procure fazer com que todos participem da reunião, porém evite perguntar diretamente a cada um a sua opinião.</p>
<p><strong>Quando você participa de uma reunião, você obtém melhores resultados se todos os participantes observarem as regras seguintes:</strong><br />
• Fale do seu lugar sem se levantar, a não ser em uma grande assembléia;<br />
• Fale de maneira breve, resumida e sobre o tema que se discute;<br />
• Preocupe-se com o seu tom de voz. Fale sempre em tom de conversação, mas garanta que todos os participantes estejam ouvindo;<br />
• Admita só uma solução do problema de cada vez;<br />
• Apóie cada solução que for sugerida para o problema que se discute, desde que tudo indique que dará resultado;<br />
• Apresente evidências que demonstrem que a solução proposta é coerente;<br />
• Evite expressar suposições ou generalidades numa reunião;<br />
• Ouça atentamente a todos os participantes;<br />
• Não interrompa quando outra pessoa estiver falando;<br />
• Em vez de fazer afirmações diretas, faça perguntas;<br />
• Se alguém fizer alguma afirmação com a qual você não concordar não discuta, mas pergunte a essa pessoa por que pensa dessa maneira. Se a pergunta vier em tom amigável, não causará ressentimentos e lhe permitirá averiguar por que a pessoa pensa daquele modo. Dessa maneira você poderá obter informações muito valiosas.</p>
<p><strong>Você pode fazer um “algo a mais” para que as reuniões fiquem ainda melhores:</strong><br />
• Ao invés de simplesmente seguir a pauta, discuta as coisas certas e inclua itens mais importantes e urgentes nela;<br />
• Aproveite os estilos e preferências dos membros na distribuição das tarefas ao invés de simplesmente começar e terminar a reunião na hora marcada;<br />
• Passe a maior parte do tempo tomando decisões e não apenas relatando e compartilhando informações;<br />
• Envolver todos os membros da equipe nas reuniões é fundamental, porém você pode fazer mais: inclua parceiros internos, clientes e fornecedores na reunião.</p>
<p>Extraído do livro A Arte de Liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado de Sonia Jordão</p>
<p>Contato da entrevistada:<br />
E-mail: <a href="mailto:sonia@soniajordao.com.br">sonia@soniajordao.com.br</a><br />
Visite os portais: <a href="http://www.soniajordao.com.br/">www.soniajordao.com.br</a> e <a href="http://www.tecerlideranca.com.br/">www.tecerlideranca.com.br</a><br />
 <br />
Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<title>Cresce otimismo na indústria de materiais de construção</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>

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		<description><![CDATA[Em fevereiro, segundo termômetro da associação, 78% dos fabricantes estavam confiantes no desempenho das vendas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em fevereiro, segundo termômetro da associação, 78% dos fabricantes estavam confiantes no desempenho das vendas</em></p>
<p>O <strong>cenário da indústria de materiais de construção</strong> aponta para a superação da crise financeira internacional. De acordo com o termômetro da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) &#8211; sondagem realizada entre as empresas que fazem parte da associação -, 78% dos fabricantes de materiais estão otimistas quanto ao desempenho das vendas no curto prazo, para o mês de fevereiro. No mês anterior, esse indicador era de 71%.</p>
<p>O índice de otimismo é de 75% quanto às ações do governo voltadas para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. “A prorrogação da desoneração do IPI reduzido e a proximidade do início de projetos para a Copa do Mundo são fatores determinantes para essa recuperação”, comenta Melvyn Fox, presidente da entidade. “Também influencia a retomada do número de empreendimentos oferecidos pelas construtoras.”</p>
<p>A perspectiva de atendimento à demanda segue estável. De acordo com o termômetro, o nível de capacidade instalada utilizado está em 86%. “Isso ainda não é preocupante, mas é um sinal de alerta de que investimentos na capacidade de produção serão necessários em breve”, lembra Fox. Cerca de 60% das indústrias de materiais têm pretensão de investir nos próximos 12 meses. Houve crescimento em relação a janeiro de 2009, auge da crise, quando apenas 37% planejavam investir.</p>
<p>Fonte: ABRAMAT</p>
<p>Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<item>
		<title>Brasil mede o grau de inovação de sua indústria</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/itambe-empresarial/~3/JUEzVmHutc8/</link>
		<comments>http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/brasil-mede-o-grau-de-inovacao-de-sua-industria/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento e Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Com incentivo governamental, construção civil se mobiliza para atingir o nível dos principais setores inovadores do país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com incentivo governamental, construção civil se mobiliza para atingir o nível dos principais setores inovadores do país</em></p>
<p>Sete em cada dez reais investidos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) no Brasil vêm do caixa das empresas privadas. No entanto, ainda se investe pouco em inovação no País. Os recursos equivalem a 1% do Produto Nacional Bruto (PNB), ante 3,17% no Japão e 2,61% nos Estados Unidos. Para aumentar esses investimentos e possibilitar maior competitividade internacional ao produto brasileiro é que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como o com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), retomou a <strong>Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec)</strong>.</p>
<div id="attachment_2585" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/Fernanda-Vilhena.jpg"><img class="size-medium wp-image-2585 " title="Fernanda Vilhena, coordenadora da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec)" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/Fernanda-Vilhena-300x270.jpg" alt="" width="210" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">Fernanda Vilhena, coordenadora da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec)</p></div>
<p>O levantamento engloba as empresas brasileiras com mais de 500 empregados. O resultado será divulgado em julho de 2010. A economista Fernanda Vilhena, responsável pela Pintec, destaca a importância da pesquisa no auxílio da elaboração de políticas públicas para o <strong>setor da inovação</strong>. “O governo utiliza a Pintec como uma referência para os indicadores de inovação e de P&amp;D para elaborar políticas específicas”, disse. Ela lembrou, também, que a Pintec é fonte de vários trabalhos acadêmicos que pesquisam o fenômeno da inovação.</p>
<p>Estão sendo entrevistadas 16,3 mil empresas em todo o país, dos setores industrial, de telecomunicações, de informática e de P&amp;D.  Foram selecionadas aquelas que participam com mais de 1% do Valor da Transformação Industrial (VTI). Como a primeira pesquisa foi realizada em 2000, seguida de outras duas em 2003 e 2005, o levantamento atual pegará dados de 2006, 2007 e 2008.  Na Pintec 2005, o Paraná possuía 10,4% das <strong>empresas industriais inovadoras do Brasil</strong>, com a segunda maior taxa de inovação (40,5) e representando 4,5% do total de gastos em P&amp;D no país.</p>
<p>Ainda de acordo com a última Pintec, a <strong>taxa de inovação nas indústrias brasileiras</strong> se mantém estável em torno de 33,4%. A pesquisa investiga se as empresas lançaram produtos novos no mercado (com uma tecnologia inovadora) ou se utilizaram processos novos na produção. As questões incluem também os gastos efetuados no esforço inovador, pessoal ocupado em P&amp;D, impactos da inovação, além de fontes de financiamento público ou privado; formas de proteção, como registro de patentes; cooperação e parceria; e obstáculos enfrentados no processo inovador.</p>
<p><strong>Um panorama da inovação na construção civil</strong></p>
<p>Segundo a Pintec 2005, os setores brasileiros com as maiores taxas de inovação no período foram o automobilístico, o de equipamentos de informática, o de instrumentação médico-hospitalares, instrumentos de precisão e ópticos e o de equipamentos para automação industrial, cronômetros e relógios.</p>
<p>A construção civil aparece discretamente no levantamento. Há um consenso de que, até então, a inovação não era uma prática comum na construção civil brasileira. Especialistas são categóricos ao afirmar que, apesar de responder por uma fatia significativa do Produto Interno Brasileiro (PIB), cerca de 16%, o setor ainda não se industrializou por completo, não deu um salto tecnológico significativo. &#8220;A <strong>inovação na construção civil</strong> começou a ser significativa a partir do final dos anos 1990, mas ainda está aquém do que de fato precisaria ser para melhorar os patamares de produtividade, reduzir custos, avançar na qualidade, segurança e impacto ambiental”, explica a engenheira civil, mestre e doutora em engenharia, Maria Angélica Covelo Silva, diretora da NGI Consultoria e Desenvolvimento.</p>
<div id="attachment_2586" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/construcao_civil.jpg"><img class="size-medium wp-image-2586" title="Construção Civil: setor corre atrás de outros segmentos da indústria para se equipar em processos inovadores" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/construcao_civil-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Construção Civil: setor corre atrás de outros segmentos da indústria para se equipar em processos inovadores</p></div>
<p>Mas o setor começa a mudar esse perfil, sobretudo por causa do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-Habitat), que envolve toda a cadeia produtiva da construção civil e conta com o apoio do Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico (CTECH).  Criado formalmente em 1998, o PBQP-H investe em ações para qualificação de construtoras e de projetistas, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão de obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, aprovação técnica de tecnologias inovadoras, comunicação e troca de informações. A meta é o aumento da competitividade no setor, a melhoria da qualidade de produtos e serviços, a redução de custos e a otimização do uso dos recursos públicos.</p>
<p>A <strong>inovação tecnológica na construção civil</strong> também começa a ganhar incentivo do governo federal. Além de estimular a participação das empresas do setor no PBQP-H, o Ministério das Cidades criou, em 2007, o Sistema Nacional de Avaliação Técnica (Sinat), que nasceu para avaliar as novas tecnologias a serem utilizadas no processo de construção. Com o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, também foi instituído o Sistema de Qualificação de Materiais Componentes e Sistemas Construtivos (SiMaC), no âmbito do PBQP-H.  A função do SiMaC é avaliar e monitorar a fabricação de materiais e componentes para a construção civil, para elevar a qualidade, atendendo às políticas do Sistema Nacional de Metrologia (Sinmetro), em harmonia com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC). De acordo com a coordenadora geral do PBQP-H, Maria Salette de Carvalho Weber, o SiMaC permitirá que o BNDES e a Caixa Econômica Federal tenham mais eficácia em cadastros para linhas de financiamento.</p>
<p>Mas no entender do Fórum Permanente das Relações Universidade-Empresa (UNIEMP), o governo poderia criar um organismo similar à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para a construção civil. &#8220;Em trinta anos de funcionamento, e atuando em várias frentes, a Embrapa foi responsável pela criação de novas tecnologias que proporcionaram um aumento expressivo da produtividade agrícola no Brasil. Se tivesse sido criada uma Embrapa da construção civil, certamente este setor também teria gerado e agregado progressos tecnológicos expressivos&#8221;, avalia o conselheiro do UNIEMP, Walter Cirillo. Para ele, a alternativa salutar, além das medidas já tomadas, seria a reunião de diferentes competências &#8211; empresas, universidades, institutos de pesquisa e entidades do setor -, visando à promoção de ações inovadoras na construção civil brasileira.</p>
<p>Entrevistados:<br />
<strong><em>Fernanda Vilhena,</em></strong> coordenadora da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec): <a href="mailto:paulo.encarnacao@ibge.gov.br">paulo.encarnacao@ibge.gov.br</a> (Assessor de imprensa Paulo Encarnação, da Coordenação de Comunicação Social – IBGE)</p>
<p><strong>Fórum Permanente das Relações Universidade-Empresa</strong> (UNIEMP):  <a href="mailto:info@uniemp.org.br">info@uniemp.org.br</a></p>
<p><strong>Maria Salette de Carvalho Weber</strong>, coordenadora geral do PBQP-H: <a href="mailto:snh@cidades.gov.br">snh@cidades.gov.br</a></p>
<p>Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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		<title>Confiança vira exigência do mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cimento Itambé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Cultura autoritária, com alta concentração de poder, começa a tornar-se um traço de rejeição diante do avanço da gestão por lealdade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cultura autoritária, com alta concentração de poder, começa a tornar-se um traço de rejeição diante do avanço da gestão por lealdade<br />
</em> </p>
<div id="attachment_2569" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/Marco_Túlio_Zanini2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2569  " title="Marco Tulio Zanini: “O Brasil já possui ilhas de excelência em gestão por confiança.”" src="http://www.cimentoitambe.com.br/itambe-empresarial/wp-content/uploads/2010/02/Marco_Túlio_Zanini2-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Marco Tulio Zanini: “O Brasil já possui ilhas de excelência em gestão por confiança.”</p></div>
<p>Conquistar confiança nem sempre é fácil. Para obter credibilidade é necessário ser convincente, objetivo e consciente das próprias ações. Se nas relações interpessoais isso se torna difícil, o que dirá dentro de uma empresa? A organização, além de possuir colaboradores, produtos e serviços, tem também vínculo com investidores, parceiros, acionistas e outra infinidade de interlocutores. Saber agregar o valor da confiança para toda essa cadeia é essencial para a estabilidade da companhia e sua marca. É isso que prega o especialista em gestão por confiança, Marco Tulio Zanini, autor do livro Confiança &#8211; O Principal Ativo Intangível de uma Empresa, e que na entrevista a seguir dá dicas de como dar e receber confiança. Confira:<br />
 <br />
<strong>O modelo de gestão que as empresas adotavam até pouco tempo atrás era a supervisão direta e o controle hierárquico dos colaboradores. Hoje, a gestão por confiança já conseguiu substituir esse modelo ou ela ainda é pouco usada nas corporações?</strong> <br />
O modelo tradicional, baseado em controle formal com supervisão direta, é ainda a realidade em grande parte das empresas. No entanto, em algumas indústrias, este modelo já não apresenta a mesma eficiência que apresentou no passado. E isso se deve basicamente ao aumento da demanda pelo trabalho mais especializado, com a aplicação mais intensiva do conhecimento no processo produtivo. Empresas que operam com processos produtivos, que demandam alta especialização da mão-de-obra, e contratos de trabalho de longo prazo, têm maior necessidade de desenvolver relações mais consensuais e cooperativas, baseadas em confiança.</p>
<p><strong>Não é meio utópico imaginar que uma empresa será gerida apenas pelo sistema de confiança mútua, sem que haja um controle da produção?</strong><br />
Certamente que, mesmo quando falamos em sistemas produtivos onde a confiança é um elemento de extrema relevância, há a necessidade de algum controle dos processos e normas. Não se pode argumentar em direção a sistemas produtivos que sejam geridos unicamente pelas relações de confiança, com a ausência total de controles. Normas e regras, como as regras de segurança, por exemplo, são críticas em algumas indústrias de alto risco, e quando bem empregadas geram confiabilidade e reforçam as relações de confiança. A emergência do tema confiança, no entanto, deve-se ao extremo oposto. Uma grande parte dos sistemas de produção no Brasil carece de relações de confiança, ou seja, são extremamente ineficientes porque há o abuso do emprego do controle direto.</p>
<p><strong>Os colaboradores já estão preparados para aderir à gestão por confiança ou ainda precisam ter a tutela do gerente, meio como a de um pai sobre um filho?</strong><br />
No Brasil convivemos com um ambiente empresarial extremamente diversificado quanto à qualidade da gestão. Em geral, somos mais ineficientes do que os países que apresentam culturas igualitárias, onde os indivíduos percebem-se como iguais e os problemas que surgem em todos os níveis são tratados sob esta lógica da igualdade. Desperdiçamos muito nosso potencial humano numa cultura autoritária de alta concentração de poder. A premissa de que os colaboradores precisam da tutela do gerente, numa lógica paternalista, nasce desta cultura de desigualdade onde se assume que os indivíduos hierarquicamente superiores devem dirigir os demais que estão sob sua direção. Assumimos que aqueles que são hierarquicamente inferiores precisam de instrução, regras e treinamento para apresentarem um bom desempenho. Esta crença já é um traço de uma cultura que consegue resultados muito negativos quanto à capacidade de gerar autonomia na base.<br />
 <br />
<strong>O quanto o modelo de gestão por confiança pode representar em economia para as empresas? <br />
</strong>Não podemos quantificar exatamente, pois varia de acordo com o valor que se pretende entregar ao mercado. Mas um modelo de gestão baseado em confiança pode representar verdadeiramente uma revolução na criação e entrega de valor ao mercado. Por definição, e observação prática, as sociedades de alta confiança são mais eficientes e capazes de gerarem sustentabilidade quando comparadas às sociedades de baixa confiança. Segundo pesquisas do Banco Mundial, a economia das nações tem nos mostrado isso. Países que apresentam maiores níveis de confiança tendem à riqueza. Ao contrário, países com menores níveis de confiança tendem à pobreza. Nas empresas, guardando-se às proporções, a mesma lógica se aplica. Empresas sustentáveis são aquelas que compartilham valores e possuem uma boa governança &#8211; base para a manutenção das relações de confiança entre os diversos públicos de interesse.   <br />
 <br />
<strong>Como se implanta uma gestão por confiança ou a DPC (Direção por Confiança)  numa empresa? <br />
</strong>A implantação de um novo modelo de gestão baseado em confiança demanda um diagnóstico e uma análise particular em cada caso, como base para um processo de mudança bem estruturado, levando-se em consideração o ambiente industrial e a cultura de um país e de uma organização. Em geral, busca-se criar consistência, integridade e transparência na gestão, tratando de mecanismos formais e informais. É importante, no entanto, que a implantação deste modelo esteja associada a uma estratégia de entrega de valor ao mercado, com o apoio do conselho e encabeçado pela alta administração da empresa, ou seja, esta decisão cabe a estes sujeitos em primeiro lugar.      <br />
 <br />
<strong>A gestão por confiança funciona num ambiente onde haja colaboradores descontentes?</strong> <br />
Em qualquer empresa sempre haverá colaboradores descontentes. No entanto, quando este descontentamento se torna uma epidemia organizacional, gerar confiança pode ser uma tarefa extremamente penosa. O importante é analisamos o porquê do descontentamento e tratar a sua causa. É ai que começamos a gerar confiança.  <br />
 <br />
<strong>O que uma empresa deve fazer se quiser mudar seu modelo de gestão baseado no autoritarismo e no paternalismo para a gestão por confiança?<br />
</strong>Em geral, deverá criar um sistema que reconheça e premie o mérito e o bom desempenho, definindo regras claras, com transparência. Deve estar claro para todos dentro da empresa como as pessoas estão sendo promovidas, remuneradas e consideradas no plano de sucessão da empresa. É preciso criar mecanismos que possam inibir as relações baseadas em lealdade pessoal, e incentivar relações profissionais baseadas no mérito. Deve estar claro o que se espera de cada indivíduo, e como este é avaliado por seus superiores. Além disso, é necessário que as pessoas possam compartilhar valores e práticas que apontem para esta direção, contrários à manutenção de práticas de abuso de poder e favoritismos. </p>
<p><strong>O mundo mergulhou, entre 2008 e 2009, numa crise global desencadeada pela falta de confiança. Como as corporações passarão a encarar o quesito confiança daqui por diante?</strong> <br />
Certamente, com maior seriedade. O resgate da confiança é sempre mais penoso e custoso para as organizações. No entanto, a confiança deverá emergir de novos modelos e políticas de governança corporativa que assegurem a boa conduta dos indivíduos nos negócios de interesse coletivo. É necessário que este novo modelo de governança comunique maior credibilidade, assegurando ainda mais a boa conduta daqueles que possuem obrigações e responsabilidades fiduciárias com seus diversos públicos. Esta credibilidade deve assegurar o restabelecimento das relações de confiança no mercado.<br />
 <br />
<strong>Há um país em que o modelo de gestão por confiança esteja mais arraigado do que em outros lugares?  </strong>Países como Noruega, Finlândia e Suécia são economias fortes, e modelos de sociedades de alta confiança com alta percepção de igualdade. São exemplos da compatibilidade entre alta produtividade e alta qualidade de vida. A base desta confiança institucionalizada está na percepção de igualdade entre os indivíduos, um valor presente na celebração de contratos, decisões e criação de políticas sociais. <br />
 <br />
<strong>E no Brasil, como anda a implantação deste modelo?</strong> <br />
Temos ilhas de excelência que apresentam soluções extremante autênticas e inovadores em gestão. Mas ainda são poucos os exemplos. No geral, no Brasil, somos extremamente ineficientes para implementarmos modelos de gestão baseados em confiança. Isso porque admiramos muito a confiança como um valor, mas em nossas práticas cotidianas acabamos assumindo, de maneira informal, as características de uma sociedade de desiguais, com baixa confiança. Práticas de concentração de poder, falta de autonomia e dificuldades de se estabelecer a noção de mérito são frequentes. No entanto, os exemplos de modelos de gestão baseado em relações de confiança são crescentes. É necessário dedicar tempo para a construção de um modelo de gestão estratégica de pessoas alinhadas a uma entrega de valor consistente ao mercado, onde a confiança se evidencie como uma competência distinta, e um diferencial competitivo. <br />
 </p>
<p>Email do entrevistado: Assessoria de imprensa: <a href="mailto:borgeslivia@hotmail.com">borgeslivia@hotmail.com</a></p>
<p>Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330</p>
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