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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BkrfbCfkSU8m6A7CvaWJQ-_DKUE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BkrfbCfkSU8m6A7CvaWJQ-_DKUE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BkrfbCfkSU8m6A7CvaWJQ-_DKUE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BkrfbCfkSU8m6A7CvaWJQ-_DKUE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p align="center"><img class="colorbox-7576"  style="float: left" src="http://farm8.static.flickr.com/7184/6953952828_33c14acdc5_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />“A Felicidade é Igual ao Equilíbrio Entre Trabalho e Lazer”</p>
<p align="center">(Marco Aurélio Ferreira Vianna)</p>
<p align="center">
<p>&nbsp;</p>
<p>É muito comum imaginarmos o mundo do trabalho como um espaço que, senão é agressivo, competitivo e impessoal, pelo menos é cinzento e pouco interessante. Essa imagem nos acompanha desde criança quando vemos nosso pai chegar do trabalho completamente exausto, chegando da sua “batalha”.</p>
<p>Porém, existem muitas pessoas que acham o ambiente corporativo muito mais atraente do que o convívio com sua família e, muitos deles, acabam acreditando que somente o trabalho traz prazer e paixão.</p>
<p>Esses profissionais (os <em>workaholics</em>) se dedicam com tanto afinco ao seu trabalho que, para a maioria deles, a semana ficaria bem mais interessante se houvesse sete (7) dias úteis.</p>
<p>Para reconhecer os sintomas dessa doença verifique se você leva relatórios para casa e trabalha com prazer. Além disso, fique alerta se você se isolar em um canto da sua casa e se inquietar pelo fato de o tempo não passar.</p>
<p>Se você é um executivo que – durante o fim de semana – liga para casa de seus colaboradores com a desculpa de tirar algumas dúvidas, e se irrita quando constata que eles estão na praia&#8230;&#8230;..cuidado, pois você foi atacado pelo vírus dos <em>workaholics</em>. (viciados em trabalho). A fim de certificar-se se você é um desses “doentes” verifique se, durante os finais de semana, você:</p>
<ul>
<li>Sofre de insônia ou se considera culpado por “dormir demais”.</li>
<li>No elevador do seu edifício percebe o vizinho como “concorrente”.</li>
<li>Se sente importunado com qualquer brincadeira e se irrita profundamente com o toque do telefone.</li>
<li>Acredita ter a obrigação de sempre ser produtivo, pois o ócio é um “pecado”.</li>
<li>Só se interessa sobre assuntos relacionados a trabalho e, por isso mesmo, ao sair com amigos sua conversa sempre gira sobre dinheiro, planos de carreira ou projetos profissionais.</li>
</ul>
<p>Prezado amigo, a vida é um processo rico e dinâmico que não se resume apenas ao trabalho e, antes das organizações, também existe <strong>você</strong>. Sendo assim, amplie sua visão do mundo e não permita que nada ameace sua saúde física e mental. Portanto, tente observar o seguinte:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><span style="text-decoration: underline">Sob o Ponto de Vista Social e Familiar</span>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Fique atento às pequenas conquistas das pessoas que o rodeiam e preste atenção ao que seus familiares <strong><em>não</em></strong> dizem.</li>
<li>Evite administrar sua casa como se dirigisse a empresa, pois o foco e as estratégias são completamente diferentes.</li>
<li>Poupe seus companheiros de comentários sobre suas dificuldades profissionais, pois eles não vivenciam seu problema.</li>
<li>Cultive amigos e prefira atividades em grupo, mas evite fazer dos jogos em equipe um exercício de poder.</li>
<li>Transforme seus finais de semana em momentos enriquecedores, substituindo o tédio pela alegria de participar das atividades de lazer.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><span style="text-decoration: underline">Sob o Ponto de Vista Pessoal</span>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Invista em seus <em>hobbies</em>.</li>
<li>Cuide da sua imagem pessoal e melhore sua linguagem verbal e gestual.</li>
<li>Liberte-se das “amarras” internas e se concentre naquilo que pode lhe proporcionar maior prazer.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não se deixe “anestesiar” pela síndrome do trabalho e, acredite, não é pecado fazer da vida um exercício de prazer. Na verdade, é um jeito mais inteligente de ser mais feliz. Pois, ser feliz na vida pessoal é a condição primordial para a eficácia profissional.</p>
<div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/oLYLcTHZlAw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p align="center"&gt;“A Felicidade é Igual ao Equilíbrio Entre Trabalho e Lazer”&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;(Marco Aurélio Ferreira Vianna)&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt; &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É muito comum imaginarmos o mundo do trabalho como um espaço que, senão é agressivo, competitivo e impessoal, pelo menos é cinzento e pouco interessante. Essa imagem nos acompanha desde criança quando vemos nosso pai chegar [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/comportamento/executivos-em-busca-do-equilibrio-entre-trabalho-e-lazer/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/comportamento/executivos-em-busca-do-equilibrio-entre-trabalho-e-lazer?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=executivos-em-busca-do-equilibrio-entre-trabalho-e-lazer</feedburner:origLink></item><item><title>DESCONECTADO: Rock morreu</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/mRUrPBp348Y/desconectado-rock-morreu</link><category>música</category><category>Na minha opinião</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Sérgio Oliveira</dc:creator><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:11:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7572</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X4o6j601BKw5PAg6_UfN5cETLa0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X4o6j601BKw5PAg6_UfN5cETLa0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X4o6j601BKw5PAg6_UfN5cETLa0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X4o6j601BKw5PAg6_UfN5cETLa0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O rock morreu. Depreciado, injustiçado e doente. Não há elementos na juventude de hoje para alimentar eficientemente o rock. O alimento existiu. Mesmo assim, morto, o rock venceu. Ele é hoje aquilo que ele decidiu no passado. Ele lutava tanto por um mundo diferente, conseguiu. Mas o mundo diferente trouxe também o fim da rebeldia, da contestação social e política. O rock que fomentava a liberdade, hoje não consegue mais brilho com os homens livres. Não há mais razão de sua existência do rock que inflava os reprimidos. A repressão do sexo, da pobreza e do governo ditatorial. O mundo moderno de hoje, proposto pela revolução do rock, vê o sexo sem tabu, a pobreza diminuir e os governos se reformularem. O rock vanguardista de ontem, hoje é nostálgico.</p>
<p>Hoje os roqueiros berram, mas é apenas barulho. </p>
<p>Quantos roqueiros de verdade você conhece? Poucos, talvez. Talvez você,  que está lendo esse texto, seja um deles. Mas fique sabendo: não há qualquer razão de você ainda ser um roqueiro, exceto pela vontade de continuar sendo aquilo que você foi numa época distante, mas uma época que existe apenas na história. Não à-toa ouvimos falar dos dinossauros do rock. Estamos mortos e enterrados; sem saber o motivo de nossa extinção. Moribundo, mas ainda vivo? Na decepção de uma porção de coisas novas que surgem na música, inclusive com a tendência do ecletismo artístico, nós, roqueiros vamos sobrevivendo. Não recorro a estatísticas, mas nem um terço dos novos grupos roqueiros na mídia são realmente roqueiros. Podem ser músicos, artistas; “diaboaquatro”. Mas não são roqueiros.</p>
<p>Nem precisam ser. Nem queremos que eles sejam. Não há sentido, não há qualquer desculpa para que eles se intitulem roqueiros. Eles não sabem o que isso significa. Muitos de nós, que vivemos todas as transformações com o pano de fundo do rock´and´roll,  sabemos o que o rock significa. Não sabemos o seu conceito, mas sabemos do que ele é capaz. Essa capacidade de mobilização social, de crítica; de desajuste do statuo quo. Isso! In statu quo res erant ante rock. O que seremos depois do rock que não estamos sendo agora? Voltamos à origem de nossas vidas medíocres? O rock era uma maneira de viver, muito além de um movimento musical, cultural e pedagógico. Sim, aprendi com o rock.  </p>
<p>Por isso é necessário reinventar o rock. Não apenas na música. Mas na arte em geral. Nos pensamentos filosóficos. Trazer “a quebradeira geral” do rock para os dias atuais, dessa mesmice hipnótica das novelas, telejornais e revistas semanais. Odeio ler qualquer notícia velha e, para mim, tudo parece tão velho. Personagens vilões, mocinhos; um aglomerado de “todos iguais”. Adeus máscara, o que vemos neles é apenas a verdade. Verdade crua, sem tempero. Que queime a verdade na fogueira da insatisfação! Quero o novo, mesmo que ruim; mas “estilhaçador”. Quero algo que não apenas se crie, mas creia. Crear ao invés de criar. A mistura mango-tango-samba cansou de vez. Odeio qualquer mistura que pareça com algo velho. Preciso ouvir; acreditar e me identificar com algo de verdade, não algo manifestado numa porção de coisas sem qualquer característica própria.</p>
<p>Sim, o rock morreu. Mas ele é capaz de se reinventar. Renascer no subúrbio cultural. Mais além: nascer na classe onde é cada vez mais rejeitada. Não é classe social que estou falando. É a classe conformada. Muitos de nós estamos conformados. Aceitamos as condições sociais, a depredação da natureza, com o fim do mundo (por isso pensamos tanto na possibilidade de sua destruição com Maia, apocalipse e qualquer outra previsão catastrófica). O rock com a capacidade de surgir quando todos imaginam que ele apenas está fastigado, deprimido e infeliz. Ele está morto, mas ainda assim, vivo. </p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iDoaAzYIu2AWxez62AF-knh3N-8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iDoaAzYIu2AWxez62AF-knh3N-8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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Não é preciso pedir paz. A paz não virá de nenhum lugar. A paz não precisa de suplementos, ela não é diversa; mas universa. Não que eu não queira qualquer ação pela paz, ela é fundamental para existência humana, pois estabelece a harmonia. A ordem das coisas é a lei, o cosmo. E esse exclui de seus domínios os que não querem o privilégio do contentamento e da contemplação. A violência não agride apenas o outro, o oposto, mas é a própria flagelação: os vitoriosos pela violência continuam presos em sua irascibilidade. Jamais serão livres aqueles que vivem pela violência e com a violência. A paz é fim, não finalidade. Já ouvi que procuramos a paz para viver melhor. Eu temo essa afirmação: viver é apenas o meio. O que está acontecendo no mundo é que as pessoas desistiram de viver. A pergunta ideal, portanto, não é onde encontrar a paz, mas onde procurar a vida. </p>
<p>E o flagelo do mundo não é somente a nossa disposição gananciosa pelas coisas concretas, nem o desejo orgulhoso pelo desconhecido abstrato, ou nossas ações antiéticas; nem sequer causada por nossa puberdade humana; tão cheia de dúvidas e medos. Mas do nosso egoísmo, da necessidade de dispor o mundo na nossa única e soberba visão das coisas. Uma percepção subjetiva e parcial, tacanha e preconceituosa. A violência apresentada nos dias atuais não é briga por ideal, mas por uma idéia. Idéia pequena, infame e derrotada; pois está muito próxima a infelicidade. Não é uma disputa com um grupo, ou por uma bandeira; mas é ira particular, alimentada por impiedosa necessidade de poder e domínio sobre a vida e todas suas conseqüências. É íntimo, intransferível; tal qual a paz. Mas a violência não domina nada, não conquista. Ninguém pode ser dono daquilo que não entende: a paz é decisória apenas na comunhão com a felicidade universal. E a felicidade é a vida. Mas não sabemos mais sobre a vida, somos tão infelizes. Ela, a vida, está cada dia mais insignificante. </p>
<p>A paz não precisa ser. A paz por elementos estéticos, por revoluções sociais. Assim como não há remédio ou droga que impute a felicidade, não haverá qualquer ação ou sentença que estabeleça a paz. E no admirável mundo novo buscamos “a soma” na divisão. As mesmas drogas dos tempos antigos são usadas nos tempos de hoje: a viagem egoísta (Já reparou que qualquer vício é a uma chancela do egoísmo?)  E a vingança da violência é contentar-se no meio de um bando armado e disposto a qualquer batalha; onde, mesmo em conjunto, se  tornam solitários. Pois a guerra continua sendo uma briga inconsciente e interna: a culpa não deixa vestígios de testemunhas externas, mas oprime com o seu tripé jurídico o consciente. O gesto violento é motivação, não influência. Violência é um vício infeliz como qualquer outro. </p>
<p>Talvez algumas pessoas consigam interpretar a felicidade de outras maneiras, distorcendo a visão da paz. O mundo que se arma nunca pensará em paz, mas na disposição pela guerra. E vivemos a continua condição de pré-guerra. Como vivemos numa condição de pré-violência ao tentarmos defender a paz. Nós nos predispomos a violência; pois pela paz é necessária uma renúncia que não reconhecemos como justiça. A matéria das nossas mais calorosas defesas contra os violentos é combatê-los com uma violência subliminal. Uma violência menor, mas ainda assim violenta.</p>
<p>A paz que existe precisa apenas de quem a aprecie. Mas nos subjugamos a violência, como se ela não estivesse embrionária em nossos pensamentos mais inocentes. E obrigamos que os violentos reconsiderem a oportunidade da não-violência; enquanto nós continuamos vitimados por ignorar a verdadeira paz. A violência alienada é a que presenciamos, julgamos e condenamos; mas a violência em nós é muito mais perniciosa, pois é uma doença silenciosa e fatal; que nos iludi na necessidade pela paz que já existe, mas que não conseguimos reconhecer. A paz, que como a vida, está perdendo seu sentido mais verdadeiro e sublime: a felicidade. </p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MiVjEFP1bJ8PedID3_gJgFKz8o0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MiVjEFP1bJ8PedID3_gJgFKz8o0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até meados dos anos80 amaioria das organizações brasileiras era hiper dimensionada e, muitas dessas empresas, ainda sobreviviam em função da euforia consumista da sociedade oriunda dos anos 60 que, teimosamente, persistia nos anos seguintes.</p>
<p>Mesmo com a crise do petróleo dos anos 70 grandes empresas brasileiras vacilavam em flexibilizar suas estruturas organizacionais, embora algumas delas até cortassem custos em períodos de recessão econômica.</p>
<p>Mas, tão logo a situação se estabilizava elas novamente “inchavam” suas fábricas e escritórios porque acreditavam bastar forçar o cliente comprar seus produtos (ou serviços). Ou seja, os consumidores tinham que se adequar ao gigantismo das organizações.</p>
<p>Os anos 90 foram marcados como o 1° período da transição empresarial, pois a globalização da economia fez as empresas perceberam que seus mercados não eram mais cativos e, nesse momento, elas se conscientizaram de que só tinham uma saída – cortar “gorduras”.</p>
<p>Então as organizações refizeram radicalmente seus negócios utilizando-se de enxugamentos não planejados e, em conseqüência disso, muitas empresas acabaram enxergando na Reengenharia uma oportunidade de cortarem custos indiscriminadamente – sem culpas.</p>
<p>Porém, essa metralhadora giratória causou enormes danos às organizações por se esquecerem que só as idéias podem surpreender a concorrência, conquistar mercados ou fornecer criatividade a um negócio. E as idéias só estão presentes em mentes talentosas.</p>
<p>Ou seja, no capital humano daí, no início do século 21 começou-se a avaliar a importância do fator humano nas organizações e, em função disso, deu-se início à 2ª transição empresarial – a valorização do ser humano.</p>
<p>Liderando equipes, criando soluções alternativas ou executando ações estratégicas são os executivos que proporcionam vida às organizações e, se o cargo exercido se tornar um suplício para eles, realizarão apenas atos mecânicos. E nada mais fora de propósito nos dias atuais.</p>
<p>Dessa forma, as organizações brasileiras necessitam de executivos com cabeças límpidas, tranqüilas e capazes de oferecer idéias criativas. E tudo isso só será alcançado através de ambientes que proporcionem prazer, pois conforme pesquisa da Manager Assessoria em RH mais de 65% dos executivos entrevistados afirmaram que, para se obter maior produtividade, somente através da satisfação e do prazer no trabalho.</p>
<p>O tradicional jargão utilizado pelos executivos de outrora para demonstrar produtividade (“vestir a camisa da empresa”) tornou-se ultrapassado, uma vez que 80% dos executivos entrevistados desconhecem a sensação de estresse e apenas 16% não tiraram férias nos últimos três anos.</p>
<p>Isso significa que eles querem aproveitar seu tempo livre com a família, mesmo que tenham que ficar 10 ou 12 horas na empresa. Afinal, qual é o problema dedicar-se 12 horas por dia numa atividade prazerosa? – disseram muitos deles.</p>
<p>Sendo assim, a pesquisa constatou que após a 2ª transição empresarial o papel dos executivos mudou em relação às várias transformações empresariais ocorridas no Brasil e no mundo.</p>
<p>Hoje em dia os executivos sabem que as empresas não podem mais lhes garantir estabilidade no emprego e, conforme a pesquisa, mais de 62% deles está consciente de que somente resultados positivos lhes garantirão alguma segurança.</p>
<p>A natureza do emprego mudou e o profissional de hoje sabe que só se manterá na organização se conseguir agregar valor aos produtos e serviços oferecidos pela sua empresa. Por outro lado, as empresas só conseguirão contar com talentos se lhes acrescentar conhecimentos e, dessa forma, a moeda de troca atual passou a ser o conhecimento.</p>
<p>Tais conhecimentos serão conseguidos pelos executivos em etapas anteriores de sua vida profissional, levando-os para outra organização em melhores condições de negociação graças a esse conhecimento adicional, o qual foi proporcionado pelo seu emprego anterior.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/dJJtcZYv0Z8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p align="center"&gt;Quais Foram as Transições Pelas Quais as Empresas Passaram? Qual o Papel dos Atuais Executivos Brasil&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até meados dos anos80 amaioria das organizações brasileiras era hiper dimensionada e, muitas dessas empresas, ainda sobreviviam em função da euforia consumista da sociedade oriunda dos anos 60 que, teimosamente, persistia nos anos seguintes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mesmo com [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/negocios/a-transicao-das-empresas-brasileiras-e-o-novo-papel-dos-executivos/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/negocios/a-transicao-das-empresas-brasileiras-e-o-novo-papel-dos-executivos?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=a-transicao-das-empresas-brasileiras-e-o-novo-papel-dos-executivos</feedburner:origLink></item><item><title>DESCONECTADO: Bem é bom. E o mal, também?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/qY6UWRbNtFk/desconectado-bem-e-bom-e-o-mal-tambem</link><category>Atualidade</category><category>Comportamento</category><category>Na minha opinião</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Sérgio Oliveira</dc:creator><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 11:53:54 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7563</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LmlVspvkSBqAqBDMW8g7NC700Hc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LmlVspvkSBqAqBDMW8g7NC700Hc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Fui surpreendido por uma questão dias desses: surgiu num bate-papo informal, com todas as pompas das redes sociais nos dias de hoje (Não devemos levar tão à sério qualquer frase e pergunta que se eterniza por ali, mas esta valeu a pena). Bom, ela estava lá, para amigos verem e comentarem; discutirem e refletirem: “Qual força é maior: a do bem ou do mal?” Pudesse responder a questão em meia dúzia de doutrinas, teria feito. Mas não posso. É impossível. Filosoficamente um exercício extraordinário que levaria décadas, séculos de compreensão. E se sei a resposta, não posso dizer com certeza: a absoluta certeza, intransigente e inquestionável. Acredito que o Bem é mais forte, mas isso para o mundo pode não significar nada.</p>
<p>Tentei responder a questão repassando nomes fantásticos da vida: De líderes religiosos, avatares e outros santos; aos teóricos como Agostinho, Orígenes e Pelágio. Passei pelos filósofos e conversa de boteco com os amigos. Amigo é ótimo parâmetro para descobrir a filosofia da vida, principalmente quando bêbados. Teríamos vivenciado um banquete falando sobre Bem e Mal como Platão em sua curiosa narração sobre o amor? Pois é. Não conversamos sobre ética, também seria inútil. Todavia, mesmo com tanta distração, eis que a pergunta continuava na cabeça: vale ser uma pessoa boa? O Bem prevalece? Quem disse que o Bem é quem manda? Respondemos que o Bem é maior, mas não sabemos o motivo.</p>
<p>Parei por alguns minutos. Uma resposta negativa para aquelas questões destruiria todo e qualquer paradigma de minha existência até então: então quer dizer que estou brigando pelo lado errado? O Mal é melhor, o mal é forte; o mal ajuda me defender do mal que os outros podem me fazer? Bingo! Estaria ferrado, com certeza. O mal não ajuda, mas atrapalha. O mal que é o vício do comportamento egoísta afasta, reprime e isola. Não pode o mal ser coisa boa se me traz apenas o desconforto e a derrota. O mal, portanto, não pode ser o certo. O certo é o fácil, conforme Confúcio. Assim, bem e mal não são lados de moeda, são escambos contrários. A moeda em si é neutra, mesmo parecendo paradoxal. O que compro com a moeda que merece a reação: lei da causa e efeito. O Bem é mais forte por ser mais quisto em suas conseqüências.</p>
<p>Podemos pensar na linha de raciocínio: Se o Bem dá mais prazer e felicidade, e se sua recompensa intimamente parece melhor, qual o motivo da prática do Mal? Pois bem. Há um senso incomum de que pessoas que comentem crimes, roubam, matam e são líderes nas máculas amorosas, financeiras e morais são pessoas felizes. O que não é verdade: a prática do mal é difícil, tanto em sua ação como em sua reação. O desprazer do mal é o prazer temporário, mas incompleto. A felicidade plena e completa está na comunhão, na felicidade e nos prazeres eternos; que estão ligados ao amor. O amor que estou dizendo não é o amor paixão, amor de ficar junto vendo um filme na televisão depois de comer uma pizza. Estou falando do amor universalista que alguns chamam de ágape. O Bem nos completa, o Mal nos restringe; assim aquele é maior do que esse; incondicionalmente.</p>
<p>Mesmo divagando sobre a questão, como eu queria ter certeza sobre o que estou dizendo. Mas não tenho. Eu tenho a crença que o Bem é maior, pois nele coloco minha esperança na felicidade. É claro que não dá para refletir sobre isso sem usar, mesmo quem de maneira velada e singela, questões metafísicas: o tesouro que quero encontrar com a bondade que pratico estará guardado num futuro próximo, ou quem sabe aqui mesmo, no agora. Assim como a maldade que pratico, me reconduzirá num processo de castum agare; que significa o “castigo”. Se o pecado é leitura da minha culpa, possivelmente o Bem e o Mal são os parâmetros utilizados pela minha consciência. Onde está a Lei e a definição do que é certo e do que é errado? Na minha consciência.</p>
<p>Assim o “certo fácil” é saboreado como banquete em virtude. Mesmo quando comparado à força do “errado-difícil” que insistimos como verdade no nosso comportamento egoísta. O certo é o tranqüilo sono no momento em que ele se tornar eterno.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/qY6UWRbNtFk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p&gt;Fui surpreendido por uma questão dias desses: surgiu num bate-papo informal, com todas as pompas das redes sociais nos dias de hoje (Não devemos levar tão à sério qualquer frase e pergunta que se eterniza por ali, mas esta valeu a pena). Bom, ela estava lá, para amigos verem e comentarem; discutirem e refletirem: “Qual [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/comportamento/desconectado-bem-e-bom-e-o-mal-tambem/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/comportamento/desconectado-bem-e-bom-e-o-mal-tambem?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=desconectado-bem-e-bom-e-o-mal-tambem</feedburner:origLink></item><item><title>Você é Um Profissional, ou é Um “Reclamante”?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/JbLNcof5qjI/voce-e-um-profissional-ou-e-um-reclamante</link><category>Profissão e Carreira</category><category>Comportamentos</category><category>Reclamações</category><category>Reclamantes</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Professor Julio</dc:creator><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 12:24:59 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7558</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Veja abaixo algumas características das pessoas que só reclamam e NÃO agem para as coisas melhorarem:</p>
<p style="text-align: center" align="center">
<p style="text-align: center">1) Reclamantes apontam continuamente para coisas que estão erradas na empresa, e defeitos nos seus colegas. Profissionais também apontam erros – entretanto, com uma grande diferença: eles também oferecem idéias e soluções para melhorar.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">2)<strong> </strong>Reclamantes<strong> </strong>têm uma mentalidade de escassez. Cada vez que alguém faz uma grande venda, recebe uma bonificação, um aumento ou um computador novo, Reclamantes acham que acabou a riqueza do mundo e eles nunca mais poderão receber algo de bom. Por outro lado, Profissionais têm a mentalidade da abundância. Eles sabem que existe muita riqueza no mundo, totalmente disponível para todos que trabalham duro e fazem um bom trabalho.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">3) Reclamantes culpam coisas fora do seu controle e nunca assumem a responsabilidade sobre coisas que realmente podem controlar. Profissionais mantêm o foco<strong> </strong>estritamente nas coisas que podem controlar, e fazem o melhor para garantir seus resultados nessas áreas. Se não conseguem os resultados planejados, assumem toda a culpa, sem ficar inventando desculpas – ou jogando a culpa nos outros.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">4) Reclamantes trazem seus problemas pessoais para o trabalho e fazem com que todos na empresa saibam o que está acontecendo, afetando negativamente a sua performance. Profissionais também têm problemas, mas eles sabem que seu lugar é fora do trabalho. Eles não dizem ou contam coisas que podem distrair ou deprimir outros funcionários, e afastam-se rapidamente daqueles que fazem isso.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">5) Reclamantes esperam que as coisas aconteçam. Profissionais fazem as coisas acontecerem. Eles estão continuamente colocando coisas em movimento, para que as metas que querem realizar, sejam alcançadas o mais breve possível</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">6) Reclamantes usam a rejeição como desculpa para desistir. Profissionais usam a rejeição como a validação de que estão fazendo algo diferente, sabendo que leva um certo tempo para quebrar a inércia e a preguiça das pessoas e, no processo, aproximam-se cada vez mais de suas metas.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">7) Reclamantes são sempre pessoas que dão o mínimo e esperam o máximo. Fazem o mínimo possível de esforço, e por mágica esperam de volta o máximo de resultados. Já os Profissionais são o contrário : esforço máximo e expectativas mínimas.</p>
<p style="text-align: center">Profissionais fazem muito mais do que a obrigação e esperam nada em troca &#8211; embora sempre acabem sendo reconhecidos.</p>
<p style="text-align: center"> <img src='http://www.informacaovirtual.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley colorbox-7558' /> Reclamantes somente dão duro quando estão com vontade. Profissionais trabalham duro todos os dias, de forma dedicada e persistente. Eles fazem tudo ao seu alcance e não se enganam (nem a empresa) fazendo corpo mole.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">9) Reclamantes têm a ‘Síndrome do Eu’. Eles são viciados nas suas próprias expectativas e pensam somente neles mesmos.</p>
<p style="text-align: center">Profissionais sabem que, para alcançar o sucesso, precisam trabalhar em equipe e que, as necessidades do grupo, sempre vêm antes<strong> </strong>do que as necessidades pessoais.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">10) Reclamantes<strong> </strong>precisam de motivação contínua. São pessoas que precisam de manutenção alta e atenção contínua. Profissionais são aqueles que se motivam (também aos outros) &#8211; com palavras, gestos ou exemplos. Não apenas cruzam a linha de chegada, mas fazem questão de trazer o máximo possível de pessoas junto, compartilhando as alegrias da vitória.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">E aí? Que avaliação você fez de si mesmo? E das pessoas que trabalham com você? Descobriu algumas áreas onde você pode melhorar? Trabalhe nessas áreas e melhore rapidamente, pois você vai descobrir que &#8230;&#8230;..</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">&#8230;Profissionais, além de se divertir mais, também ganham muito mais dinheiro do que os Reclamantes!</p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fNFxci1c2xi3t4KU81fhcyaIG_A/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fNFxci1c2xi3t4KU81fhcyaIG_A/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">O propósito fundamental de um Gerente bem sucedido é construir um departamento de que ele tenha orgulho. Nesse caminho, ele precisará criar uma unidade de alto desempenho que, ao mesmo tempo, trate bem seus membros e seus clientes. Dessa forma, todas as vezes que os gestores agem como um exemplo a ser seguido estão realizando um <strong>ato político</strong>.</p>
<p style="text-align: center">Mas, as organizações possuem recursos limitados e a maioria dos gerentes deseja pelo menos uma cota justa desses recursos para o seu setor. Assim, os métodos que utilizam para alcançar esses recursos normalmente estão no coração da <strong>política corporativa convencional</strong>.</p>
<p style="text-align: center">A)  <span style="text-decoration: underline">Manipulação:</span> É muito comum Gerentes que progrediram profissionalmente em empresas tradicionais e hierárquicas – cercada de valores patriarcais – acreditarem que, para lidarem com a cultura dessas empresas, eles necessitem ser <strong>manipuladores</strong>. Conseqüentemente, muitos deles acabam lidando com informações de modo que os favoreçam ou – o que é pior – cometem o erro de invocar o nome de seus superiores hierárquicos a fim de obterem apoio para seus projetos. Outros se tornam calculistas quando lidam com seus superiores (ou colegas) e muitos gestores acreditam que, para subirem na hierarquia da organização, devem ser cautelosos ao dizerem a verdade. O problema é que aperfeiçoar-se nesta arte de manobras <strong>não é</strong> uma solução satisfatória, embora funcione eventualmente.</p>
<p style="text-align: center">B)   <span style="text-decoration: underline">Autocegueira:</span> É mais fácil observarmos atos políticos nos outros do que em nós mesmos e, em relação aos superiores hierárquicos, isso é uma expressão de nossa dependência. Observamos Gerentes temerem as pessoas de quem se sentem dependentes e, em conseqüência disso, acabaram se tornando cautelosos e atentos nas suas relações. Estudam seus superiores, tentando descobrir sua maneira de atuar, pesquisando seus gostos e tentando encontrar uma maneira de conquistar sua simpatia. Por outro lado, dentro de seus departamentos muitos gestores agem de outra forma porque, para eles, seus colaboradores dependem deles (Gerentes) e, por isso mesmo, têm menos a temer.</p>
<p style="text-align: center">À despeito da realidade de que sempre existirá alguém na organização que tenha algum tipo de poder sobre nós, é importante lembrarmos que sempre existem escolhas e, a maneira como escolhemos, nos permitirá (ou não) construir um departamento de que tenhamos orgulho. Para alguns estudiosos do comportamento humano nossas escolhas são:</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center" align="center"><strong>O Dilema Entre a Manutenção e a Grandeza</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Muitos Gerentes têm medo de perder terreno e por isso se dedicam a tentativa de conservar o que já possuem. Na tentativa de subirem na hierarquia da organização muitos se tornam inseguros e, em conseqüência disso, criam o medo de cair.</p>
<p style="text-align: center">Quanto maior a queda maior será o drama e, em função disso, muitos gestores adotam a postura da manutenção. A escolha pela manutenção é a escolha de ser guiado pelos outros e a crença nas políticas convencionais acaba se tornando a fonte da nossa insegurança.</p>
<p style="text-align: center">A alternativa a isso é escolher a grandeza, a qual implica pequeno grau de arrogância e onipotência – o que é inapropriado para muitos de nós. A escolha da grandeza é o comprometimento de agir para alcançar metas de formas diferentes e, talvez, um pouco arriscadas.</p>
<p style="text-align: center">Mas, seguir caminhos de alto risco onde os resultados podem ser duvidosos é a essência do espírito empreendedor e, por isso mesmo, acreditamos que os Gerentes devam obter a grandeza no contexto do seu trabalho. Portanto, ser empreendedor e ser político (de maneira positiva, é claro) requer a escolha entre conservar o que temos ou optar por alguma forma de grandeza.</p>
<p style="text-align: center"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center" align="center"><strong>Cautela Versus Coragem</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">A maioria das mensagens externas que recebemos exige alguma cautela e, o melhor exemplo disso, são as avaliações de desempenho. Elas nos lembram que existe um juiz à espreita a fim de assegurar que sigamos o caminho comum. Fazer apresentações à diretoria também traz consigo a mensagem de ser cauteloso (a), pois é comum prepararmos trabalhos resumindo os pontos principais e depois ensaiarmos várias vezes.</p>
<p style="text-align: center">A alternativa para a cautela é escolher ter coragem. Agir corajosamente é seguir um caminho diferente do usual; ou seja, é dizer que uma reunião não está boa quando todos parecem satisfeitos. A coragem é requerida quando as posições ainda estão indefinidas ou quando sentirmos que a direção da empresa não está do nosso lado – por exemplo.</p>
<p style="text-align: center">A opção pela auto-afirmação e pelo risco é um bom antídoto contra a cautela e conservação e, a parte mais difícil, está em perceber a diferença entre a coragem e o suicídio profissional.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center" align="center"><strong>Dependência Versus Autonomia</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Autonomia é a atitude na qual nossas ações são nossas próprias escolhas pessoais e as organizações a que pertencemos são, em vários sentidos, frutos de nossa criação. Isso nos colocará no centro dos acontecimentos e com responsabilidade sobre o que está ocorrendo, tornando-nos a causa e não o efeito.</p>
<p style="text-align: center">Por outro lado, quando nos sentimos dependentes, sempre esperamos que alguém acima (ou abaixo) de nós nos mostre o caminho. Na verdade, é confortável ser conduzido porque isso nos trás a sensação de segurança e, se seguirmos conforme os outros, nosso futuro estará assegurado. Porém, o preço que pagamos pela dependência é a sensação de impotência e isso é o oposto do espírito empreendedor.</p>
<p style="text-align: center">Quando optamos pela nossa autonomia percebemos que não existe nada a esperar, pois não precisamos de – quase – nada dos nossos superiores para criarmos um departamento através das nossas próprias escolhas. Dessa forma, poderemos dar prosseguimento ao negócio de servir nossos colaboradores, clientes e gerenciar um departamento de que tenhamos orgulho e que expresse nossos próprios valores pessoais.</p>
<p style="text-align: center">Portanto, ser político é ser um líder que preste serviços à sua equipe, contribuindo para criar oportunidades e inovando em soluções criativas. Ou seja, precisará conceder Empowerment aos seus colaboradores. Diante disso, espera-se que os Gerentes aprendam a agir com Empowerment e assim tornar-se um <strong>político</strong> no melhor sentido da palavra.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/xSf7_FscKjo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;Qual o Principal Objetivo de Um Gerente? Por Que Muitos Gestores São Manipuladores? Um Gerente Deve Ter Cautela ou Coragem? Dependência ou Autonomia?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center"&gt;O propósito fundamental de um Gerente bem sucedido é construir um departamento de que ele tenha orgulho. Nesse caminho, ele precisará criar uma unidade de alto [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/comportamento/a-arte-de-administrar-o-empowerment/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/comportamento/a-arte-de-administrar-o-empowerment?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=a-arte-de-administrar-o-empowerment</feedburner:origLink></item><item><title>POLITICAVOZ: Nosso terrorismo eficiente.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/mCamogdtkwQ/politicavoz-nosso-terrorismo-eficiente</link><category>Atualidade</category><category>Na minha opinião</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Sérgio Oliveira</dc:creator><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 05:25:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7550</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSUnRc4SmsE_UJaDbJCkbH8dD94/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSUnRc4SmsE_UJaDbJCkbH8dD94/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSUnRc4SmsE_UJaDbJCkbH8dD94/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSUnRc4SmsE_UJaDbJCkbH8dD94/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>Preciso dizer uma verdade dolorosa: não precisamos temer os terroristas. Nós, brasileiros, temos condições de produzir, com eficiência, nossa própria destruição. Essa afirmação é irônica, mas também preocupante. O Brasil, que se tornou um dos paises mais importantes e prósperos do mundo, continua com a mania de empurrar sujeira para debaixo do tapete, escondendo muitas vezes uma incapacidade de cuidar do que é público e agindo de forma insana pelo privado. No momento a discussão passa pelos prédios no Rio de Janeiro: quantos culpados para um mesmo acidente?</p>
<p>Em qualquer lugar do mundo, grupos terroristas estariam se vangloriando do acontecimento: O grupo tal se diz autor do desastre. No Brasil, o prédio caiu e não se sabe o culpado. Seria um prego mal colocado na parede? Uma coluna removida sem a devida observação de segurança? Seria o Estado que não soube fiscalizar de forma correta as construções dentro do seu território? Os grupos que fazem o terror no Brasil são grupos desarmados, muitas vezes dóceis e socializados. Seremos agentes do nosso próprio terrorismo enquanto optarmos por ações irresponsáveis. </p>
<p>E ficamos chocados com as mortes, com as perdas, com as histórias dos sobreviventes. Um saiu mais cedo, outro esqueceu do compromisso. Um prédio caiu e com um efeito dominó levou para o chão outros dois. O que fez o prédio cair? Uma investigação rigorosa, talvez uma C.P.I. quando descobrirem que tal assessor de tal vereador tinha um andar alugado para suas bases políticas (nessa hipótese descobriremos que o político não tem relação nenhuma com o acidente, mas com certeza será o bode expiatório). E assim vamos caminhando, sempre querendo encontrar o verdadeiro culpado, mas não sabendo a melhor maneira da condená-lo. </p>
<p>Um tablóide inglês colocou em dúvida nossa capacidade em realizar a Copa e posteriormente as Olimpíadas. É verdade: é impossível dizer quantas pessoas na Cidade Maravilhosa colocam pregos em lugares errados, ou tiram colunas sem avisar o síndico. Chamem o síndico, dizia a música. Mas o problema não é do síndico, nem do dono do martelo. Somos culpados em sempre querer fazer as coisas proibidas como se fosse nosso direito. O tal jeitinho, que de criativo pode se tornar irresponsável. O prédio não era público, mas era propriedade de muitos: decidir uma arrumação no andar sem que fosse permitido tornou-se uma coisa comum, passageira e corriqueira (e muitas vezes perigosa). </p>
<p>E adoramos burlar a lei com nossos pequenos delitos. Pensamos em maneiras de enganar nossa embriagues nos bafômetros. Adoramos furar uma fila. Adoramos desrespeitar os idosos com seus lugares específicos nos metrôs. Claro que estou sendo genérico (o que exclui a culpabilidade dos educados); mas não deixa de caracterizar (de forma irreal e débil) o que vemos em nosso povo: O “jeitinho” é  uma idéia presente em nossa cultura, mas o seu abuso  distingue um grupo pequeno de pessoas. </p>
<p>Pois nós, brasileiros, não somos assim. Somos corretos, justos e caridosos. Somos emotivos, alegres e sociais. Somos um povo com uma história nova, mas por uma diversidade especial. Nós brasileiros seremos (e começamos a ser) referência para outros povos, para outros governantes. A forma como pensamos, encaramos os problemas, como decidimos comemorar nossos dias de folga; como amamos a natureza. Esse é o povo brasileiro, que estimula o “jeitinho” para anular nossas deficiências, nossa escassez. Temos nossos defeitos, como todos; mas temos inúmeras qualidades.</p>
<p>O Brasil de hoje não quer mais alimentar o “jeitinho” terrorista. De bêbados no trânsito cortando o caminho para fugir da blitz. De achar que o público é privado de uso exclusivo. Do terrorismo “carteira oficial” do “sabe com quem está falando?”. Esse terrorismo velado que não se forma do ódio, mas carrega tanta irresponsabilidade. Terrorismo dos corruptos que destroem leitos de hospitais e cadeiras escolares. O terror do descaso com as crianças e os drogaditos que não sabem para quem pedir ajuda. Queremos o fim desse nosso terror eficiente que se esconde em nossas ações que parecem inocentes, mas também destruidoras. </p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vfkgDIRuix2YkrPk5YbyixJqfI4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vfkgDIRuix2YkrPk5YbyixJqfI4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vfkgDIRuix2YkrPk5YbyixJqfI4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vfkgDIRuix2YkrPk5YbyixJqfI4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p>O BBB12 mal começou e já estava recebendo uma enxurrada de críticas. Mas o que importa? O programa passou a ser um dos mais rentáveis da programação televisiva. Se existe dinheiro, existe investimento; quem consome. Pois bem, ele começou com aquela velha ladainha de sempre: o confinamento dos participantes, as chamadas empolgadas no meio da programação; o vazamento de informações sobre os membros; e assim por diante. Não gosto do programa, mas não temos como não saber sobre o que acontece com ele.</p>
<p>Confesso ter assistido o primeiro, há doze anos. Era novidade, empolgante e criativo. Pelo menos era isso que todo mundo pensava sobre o programa. No final das contas, era menos do que esperávamos; mais do que podia. Se podemos resumi-lo, diria que é uma novela sem script. Existe um roteiro mais ou menos elaborado: festa, bebida, eliminação e namoros. E de tudo isso, a única liberdade de criação é o diálogo: dizem o que querem. É verdade que as citações confusas, a filosofia barata e a lição de moral dos membros tornam-se um grande deboche.</p>
<p>O nome do programa, para quem não sabe, é uma alusão ao “Grande Irmão”, personagem fictício do romance de George Orwell, “1984”. No livro, as pessoas eram vigiadas pelas autoridades, que sabiam de tudo e de todos. O programa, que espalha nossos olhos por todos os cantos, nos dá a sensação de poder saber de tudo e ver tudo. Mas no livro, os olhos controlavam a vida; nossos olhos acompanham uma competição. Não há realidade, mas uma jaula com algumas cobaias humanas passando pela mesma experiência. Nós, do lado de fora, apenas julgamos, com critérios que não sabemos quais são até agora. </p>
<p>E nesse mundo de fantasia (que não é a realidade), o comportamento humano precisa se mostrar cada vez mais humano: não à-toa as pessoas se apaixonam, mentem, sofrem, traem, se ajudam e se torturam. Um punhado dos humanos, como numa amostragem com determinadas características, são postas num mesmo ensaio; onde a vida (ou a vitória) depende da “morte” e o “desaparecimento” de um dos membros. Num primeiro momento não é necessário acabar com a pessoa mais próxima, mas aquela que há menor afinidade. </p>
<p>Assim, quando o ser humano passa a tentar agir como humano, ele acaba criando sua própria caricatura: o atlético, o humorista, o chorão; o caridoso. Todos ali, espalhados em sua forma e o seu jeito de encarar a fantasia; ou como todos gostam de dizer “o jogo”. Não passa disso: uma competição do convívio. Uma competição irreal, programada e condicionada aos resultados que todos os espectadores precisam e querem: do vilão ao mocinho, da mulher perigosa à frágil. </p>
<p>E foi num desses condicionamentos, numa dessas situações tão corriqueiras; que a vida não seguiu seu caminho normal. Extrapolou. Um acontecimento irregular, fora das regras e longe da moral. Pelo menos não tão comum diante da vigilância de todos: Um homem bebe com uma mulher. A paquera tem lá seus limites românticos, mas também carrega sua pior liberdade instintiva. Dizem que o homem abusou, outros de que a mulher facilitou: uma discussão de séculos, sobre o vigente machismo e do estimulante feminismo. Quantos casais como esses podem sair das festas dos bairros chiques e das periferias das grandes cidades? Inúmeros. Tão vitimados, como vítimas. O sexo que se transformou da liberdade sexual na escravidão banal. O sexo ali, existindo ou não, sendo colocado hoje no seu indevido lugar: na ejaculação dos males o melhor. Crianças, o sexo é mais do que isso! Melhor do que isso! Mais importante, humano e transcendente do que isso! O programa tem mesmo o seu lado cultural: Como não devemos agir no mundo irreal.</p>
<p>E a vida continua entre os irmãos e irmãs dentro da casa. O choque é apenas mais um choque: acostumamos. E se continuarem competindo com a realidade aqui fora, poderão lá dentro fazer coisas piores. Alguém duvida? Mas continuaremos achando tudo muito natural. Decidiremos que a desculpa do confinamento; do dinheiro e do jogo dá a todos elementos para agirem de maneira mais desumana possível, pois é assim que percebemos o mundo!</p>
<p>Crianças, o mundo não é somente isso!!</p>
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<p style="text-align: center">Ainda é meio nebulosa a origem das feiras-livres nas grandes cidades, pois alguns especialistas afirmam que em 500 a.C. já se realizava essa atividade no Oriente Médio e, outros não menos estudiosos, dizem que essas atividades surgiram na Idade Média relacionadas às festividades religiosas.</p>
<p style="text-align: center">É certo que, durante séculos, a religião andou de braços dados com o comércio, uma vez que a palavra “<strong><em>feria</em></strong>” (latim) significa “<em>dia santo</em>” ou “<em>feriado</em>”. As pessoas se reuniam em lugares públicos a fim de venderem seus produtos artesanais e, a partir desse incremento, o poder público interveio a fim de disciplinar, fiscalizar e – claro – cobrar impostos.</p>
<p style="text-align: center">O perfil do feirante no RJ é constituído pela maioria de origem portuguesa – com grau de instrução relativamente baixo – e trabalhadores braçais que imigraram do Nordeste. Porém, em municípios como Nova Friburgo e Teresópolis recentemente surgiu um novo tipo de agricultor – muitos com formação universitária – provenientes de famílias de posse, os quais foram apelidados de “os novos rurais”.</p>
<p style="text-align: center">Nessas regiões eles acabaram difundindo um novo modelo de pensamento rural, o qual era preocupado com o consumidor em termos de qualidade sanitária e biológica dos alimentos por eles produzidos. Dessa forma, muitos deles – com noções de Marketing e Administração – desenvolveram novos produtos para segmentos especializados e, em função disso, nasceu a Agricultura Orgânica.</p>
<p style="text-align: center">Esse grupo de jovens ruralistas enxergou no canal de distribuição feira-livre o 1° passo para tornar seus produtos e suas idéias conhecidos para os consumidores de alimentos sem agrotóxicos. Muitos se instalaram nas feiras livres da Zona Sul a fim de conquistar seu público-alvo e, hoje em dia, eles são responsáveis pela comercialização de 400 t de alimentos orgânicos<em> </em><em>in natura</em> por ano na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: center">No setor econômico podemos dizer que as feiras-livres são representativas, pois atualmente existem cerca de 200 feiras na cidade do RJ, empregando aproximadamente 6 mil feirantes, movimentando quase 13 mil toneladas de produtos / mês e um faturamento médio mensal de R$ 16 milhões. As feiras-livres se tornaram um importante canal de distribuição de hortifrutigranjeiros para os consumidores cariocas e, em função disso, pode-se afirmar que se trata de uma atividade economicamente relevante para a cidade e para milhares de cidadãos.</p>
<p style="text-align: center">Nestes locais a palavra ainda vale mais do que o código de barras, pois no grito do feirante ou na pechincha dos consumidores as feiras-livres vão sobrevivendo ao avanço dos supermercados. Conforme relatos de alguns feirantes metade dos consumidores de uma feira-livre vêm atrás de preço e a outra metade vem à feira porque gosta de conversar. Talvez essa seja uma boa vantagem competitiva das feiras-livres em relação aos supermercados, uma vez que é impensável um funcionário de supermercado abordar e vender frutas e legumes aos gritos.</p>
<p style="text-align: center">Diante disso, observa-se a oportunidade dos feirantes aumentarem suas vendas na medida em que pratiquem o método de vendas proposto por Kotler (<strong>AIDA</strong>). Ou seja, precisam chamar a “<strong>ATENÇÃO</strong>” dos consumidores através do seu próprio grito, das mercadorias bem expostas, limpas e com aspecto atraente.</p>
<p style="text-align: center">Além disso, precisam despertar o “<strong>INTERESSE</strong>” sobre a qualidade dos seus produtos, enfatizando os <em>benefícios</em> que proporcionarão – as pessoas compram benefícios, valores. Elas precisam “<strong>DESEJAR</strong>” os produtos, sentirem-se “donas” deles. Para isso é necessário que os feirantes ofereçam provas, fazendo-os pegar, sentir, cheirar e apalpar os produtos.</p>
<p style="text-align: center">Finalmente a “<strong>AÇÃO</strong>” de vendas – coisa impossível de ocorrer num supermercado. Eis aí a principal vantagem de uma feira-livre em relação aos supermercados, pois os feirantes podem estreitar cada vez mais seu relacionamento com a clientela a fim de tentar torná-la fiel.</p>
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