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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Informação Virtual</title><link>http://www.informacaovirtual.com</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/iv_feed" /><description>Conhecimento e Cultura na Blogosfera Brasileira.</description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 05:06:28 PDT</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/iv_feed" /><feedburner:info uri="iv_feed" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><geo:lat>-22.4204</geo:lat><geo:long>-46.4552</geo:long><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/</creativeCommons:license><image><link>http://informacaovirtual.com/</link><url>http://www.informacaovirtual.com/wp-content/uploads/logo_iv09.png</url><title>Informação Virtual</title></image><feedburner:emailServiceId>iv_feed</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2Fiv_feed" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2Fiv_feed" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2Fiv_feed" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bloglines.com/sub/http://feeds.feedburner.com/iv_feed" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2Fiv_feed" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2Fiv_feed" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2Fiv_feed" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><item><title>POLITICAVOZ: A paz é inútil para nós</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/MK7pBKAbY18/politicavoz-a-paz-e-inutil-para-nos</link><category>Atualidade</category><category>Comportamento</category><category>paz</category><category>peace</category><category>violência</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Sérgio Oliveira</dc:creator><pubDate>Wed, 22 May 2013 05:02:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=8075</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-8078 colorbox-8075" style="border: 0; margin: 10px;" alt="Paz" src="http://i2.wp.com/www.informacaovirtual.com/wp-content/uploads/2013/05/peace.jpg?resize=300%2C300" data-recalc-dims="1" />Estamos vivendo uma era de terríveis atos violentos. Podemos denominar a Era da Violência? Em qualquer situação do nosso cotidiano temos a violência como pano de fundo. Podemos ignorá-la, tentar viver sem sua presença; odiando seu contato direto. Mesmo assim ela incomoda, finca; se instala em nossas vidas. À parte, muitos preferem ocultá-la, escondendo-se de noticiários sangrentos e seus apresentadores descontrolados. Mas estes são partes do teatro humano, aumentando ainda mais nossa insegurança, desdenhando o controle da civilização sobre a barbárie, nos deixando ainda mais violentos. O papel dos noticiários é a informação da realidade, defende alguns partidários das cenas dos crimes; eu defendo o contrário.</p>
<p>Concordo, mas não aceito. Prefiro o mundo como ele não é, ainda que eu me arrependa da realidade quando ela acontecer de fato. Sim, pois é inevitável que sejamos alvos de alguma espécie de violência. Nesse conjunto desorganizado da vida, o que viola não é apenas o criminoso, mas o sujeito nervoso no ponto de ônibus, o policial despreparado; o pedestre desatento e a mãe estressada. A falta da básica educação. Sim, a violência é cultural; e quanto maior ela se apresentar, maior será nossa tolerância pelas pequenas violências. O jogo é esse: Quando nos roubam e não nos levam os dedos; diz o ditado. Dos males, o menor. A violência dos nossos dias tem a característica de ser inevitável e aceitável se for menor do que a violência alheia. Fui assaltado, mas o meu vizinho morreu depois que entregou o relógio. Que bom para mim!</p>
<p>O basta para a violência não é simples. É necessário o desconforto pela violência, a decisão íntima de que é uma doença que consome os maiores e melhores momentos da vida. A violência precisa perder seu grau de aceitabilidade, pois cada dia nós estamos concordando que a violência é algo comum. Um gráfico colorido no nosso imaginário dizendo qual a violência é legal e qual atrapalha. Devemos agora encarar a violência. A violência gratuita sendo cobrada com juros e correção. Isso é o basta! A nossa violência em não aceitar o mundo do jeito que está. Violência de querer o mundo melhor, contra a violência do egoísmo e coisas do gênero. Precisamos ajustar o modus operanti humano, e seguir as diretrizes até o final de nossas vidas. É preciso coragem para se acovardar diante da violência e mantê-la insuficiente no seu ciclo vicioso e arrogante. Precisamos deixar de lado nosso micro para que a violência macro se enfraqueça.</p>
<p>Por esses termos sou a favor ao desarmamento. Pois não vejo por onde, e como, os bandidos se sentirem menos confiantes na possibilidade de um embate com um sujeito normal. Dentro do choque, os sujeitos maus terão mais facilidade em liberar o mal que o sujeito do bem deixar o seu lado bom. A corrida pela violência é desumana: os violentos estão mais preparados aos maremotos e catástrofes dos sentimentos humanos. Pois os maus não sentem qualquer saudade do bem que (não) fizeram, mas os bons se inibem do mau que podem fazer. No duelo armado, o bem dará o tiro na incerteza de um futuro, o mal dará para a certeza do presente. Hesitaremos, nós, os bons, na possibilidade de matar mesmo diante da expectativa em morrer. Eles não perdem, nós não ganhamos. A questão do porte de armas, em si, é apenas sobre a liberdade em poder fazer algo; mas não pensem que pode ser uma questão de segurança. A maioria das pessoas de bem não se sentirá segura diante dos bandidos, pois, mesmo armada, optarão pela vida (do bandido) diante da morte (de si mesmo).</p>
<p>Portanto, a Era da Violência surge por causa de tantas décadas da Era do Medo. Medo da guerra, medo do desemprego e medo da solidão. O medo fez um estrago tão grande que as pessoas se sentem inseguras. A violência é um contra-ataque do medo. Os criminosos, violentos, têm medo de suas vidas. Sentem-se frustrados em suas conquistas. São marionetes do mal que podem fazer, pensando que há algo de bom em suas vitórias momentâneas. O criminoso que queima sua vítima acha que pode ser melhor, poderoso; dono da situação. Ele não é dono de nada, nem de suas próprias escolhas, pois fez a escolha errada.</p>
<p>É por isso que eu imagino que a violência só será controlada quando o ser humano for controlado: em suas necessidades, desejos e ambições. Controlado por si mesmo em suas escolhas. Isso implica que estamos longe de acabar com a violência. O quê não podemos pensar é que a violência pode acabar com a contrapartida da violência. Que estaremos seguros quando nos tornarmos violentos. E que, por algum motivo, a violência faz parte das nossas características humanas, mesmo dormente. A violência no homem não precisa acordar, mesmo quando parece ser inútil qualquer sentimento de paz. A paz que parece ser derrota, enfraquecimento e covardia. A paz, que parece inútil, é o caminho de uma libertação.</p>
<p>Enquanto o mundo se equiparar na violência, será um mundo preso, sem aconchego e segurança. Haverá aqueles que lutam com a violência para ter algo, e aqueles que fogem pela paz, simplesmente para ser alguém.</p>
<p><em>Crédito da imagem: <a title="fwdthought" href="http://www.sxc.hu/profile/fwdthought" target="_blank">fwdthought</a></em></p>
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<p><a href="https://www.facebook.com/InformacaoVirtual"><img class="aligncenter size-full wp-image-7893 colorbox-7884" alt="Informação Virtual - 5 Anos" src="http://i0.wp.com/www.informacaovirtual.com/wp-content/uploads/2013/05/informacaovirtual_5anos1.jpg?resize=595%2C306" data-recalc-dims="1" /></a><a href="https://www.facebook.com/InformacaoVirtual"><br />
</a></p>
<p>Pra quem não me conhece, eu sou o <a title="Facebook - Rodrigo Ribeiro Neto" href="https://www.facebook.com/digaospbr" target="_blank">Rodrigo Ribeiro Neto</a> e há 5 anos eu fundei o blog Informação Virtual, um espaço onde eu pudesse compartilhar com as pessoas coisas que eu considero interessantes e que, de alguma forma, pudessem ser úteis para quem estivesse lendo.</p>
<p>Neste período o blog  também me serviu como um laboratório, onde eu pude fazer experimentos com plugins, temas, técnicas de SEO, monetização, enfim, um espaço onde eu tive a oportunidade de aprender muito sobre o mundo dos blogs e sobre a plataforma WordPress.</p>
<p>Além disso, com o Informação Virtual, eu pude conhecer muita gente bacana na blogosfera, entre elas, Gustavo Freitas (<a title="GF Soluções" href="http://gfsolucoes.net/" target="_blank">GF Soluções</a>), Marcos Lemos (<a title="Ferramentas Blog" href="http://www.ferramentasblog.com/" target="_blank">Ferramentas Blog</a>), Paulo Faustino (<a title="Escolas Plus" href="http://www.escolasplus.com/" target="_blank">Escolas+</a>), só para citar alguns exemplos de pessoas que com muito trabalho e dedicação alcançaram o sucesso nesta atividade e que, hoje em dia, servem de exemplo para outros blogueiros. Eu me orgulho de ter podido acompanhar a evolução destes profissionais com seus blogs e outros projetos e fico feliz em tê-los como amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O futuro do Informação Virtual</h3>
<p>Estou há algum tempo sem postar, cerca de 9 meses, embora tenha ficado bastante ativo nos bastidores do blog. Neste período os leitores contaram com os excelentes textos de dois colaboradores aqui do Informação Virtual, o <a title="Posts do Professor Julio" href="http://www.informacaovirtual.com/author/julio-cesar-s-santos" target="_blank">Professor Julio</a>, que escreve matérias sobre negócios; marketing; profissões e carreiras, e o <a title="Posts do Sérgio Oliveira" href="http://www.informacaovirtual.com/author/sergio" target="_blank">Sérgio Oliveira</a>, um amigo dos tempos do colégio, que escreve matérias sobre política; música e comportamento.</p>
<p>Pretendo voltar a postar por aqui, estou com algumas ideias de matérias. Sinto falta de criar conteúdo para o blog e compartilhar com a galera.</p>
<p>Confesso que este tempo que fiquei afastado das postagens foi por falta de inspiração e vontade de dar continuidade a este projeto. Cheguei a pensar em desistir do blog e na possibilidade de vendê-lo. Após pensar bem, decidi dar uma segunda chance, não ao Informação Virtual, mas a mim mesmo.</p>
<p>Tomei esta decisão porque ao olhar para trás percebi que eu havia criado um trabalho legal. Não posso dizer que sou bem-sucedido no mundo dos blogs, mas consegui fazer com que o Informação Virtual conquistasse seu lugar ao sol.</p>
<p>Estou, portanto, retomando minhas atividades no Informação Virtual. Não sei se algum dia serei um blogueiro profissional, mas espero poder contar com o apoio dos amigos e dos leitores do blog nesta minha decisão de voltar a blogar.</p>
<p>Aguardo comentários, sugestões serão bem-vindas!</p>
<p>Um grande abraço a todos,</p>
<p><em>Rodrigo Ribeiro Neto &#8211; Informação Virtual</em></p>
<p>O post <a href="http://www.informacaovirtual.com/atualidade/5-anos-do-informacao-virtual">5 anos do Informação Virtual</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.informacaovirtual.com">Informação Virtual</a>.</p><div class="feedflare">
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<p>O mundo está diferente, sempre muda. Mas dessa vez as mudanças parecem ser muito maiores, grandiosas e inconsequentes. Alteração demarcada no calendário, ou não; a verdade é que não somos mais os mesmos, nem seremos. Pior ainda: não sabemos qual o fruto que será gerado pela nova humanidade: se todos os filhos dos filhos se parecerão com os pais (não tente entender a lógica dessa frase, ela é apenas musical, uma construção sonora; cheia dos poemas destruídos do contemporâneo virtual). A nova geração, propagada em massa via nuvem de dados, é a geração do futuro; mas já saturada de pretérito.</p>
<p>Acaba o mundo todo ano. Mas acaba se reconstruindo. Acabou no número cabalístico do ano passado, imposição de séculos pelos Maias, em seus cálculos malucos. Eles sabiam, desde então, que alguma coisa não ia sair bem na humanidade. Mas não acabou, era apenas uma figuração; uma idéia simbólica de transformação. Precisamos dessa variação de tempo, da demarcação de território no espaço; um dínamo sensorial para continuarmos vivos. O dia de dezembro foi apenas mais um dia; como também fora outras profecias tão imprecisas quanto desnecessárias.</p>
<p>Mas diferente das outras profecias apocalípticas que eu vivi, essa teve uma recepção diferente; meio que extraordinária. Li e reli, por impressão de outras pessoas, que essa previsão Maia era bem-vinda. Todos esperavam que eles estivessem certos, pois de algum modo não estão suportando mais a vida desse jeito. O mundo nessa loucura; e as coisas acontecendo pelo critério indecoroso do caos. Era o sorriso no rosto de uma grande parte das pessoas, quando concordavam, mesmo que no imaginário, que os Maias enfim acertassem o dia da grande destruição do mundo e a arrematação dos podres ao inferno e os santificados ao céu. Mais uma vez: Não acabou. E mais uma vez virou piada, viral e decepção para muitos. </p>
<p>Queremos um mundo diferente, mas estamos sem forças para mudar tudo que está sendo feito. Alguns heróis anônimos tentam interferir nessa roda gigante; com os pés pelas mãos fogem do senso comum da maioria das pessoas. Algumas vezes esses lutadores são chamados de visionários. Mas esses visionários são derrotados pelo mundo, pelas escolhas que o mundo faz; pela felicidade, pelo amor, pelo dinheiro e pelo lazer. Alguns conseguem sobreviver, mesmo sofrendo por suas escolhas. Os visionários derrotados escolheram o fim do mundo e estavam torcendo para que ele acontecesse como os Maias estavam prevendo.</p>
<p>Todavia os Maias não estavam prevendo o fim do mundo, mas o seu recomeço. Nós, numa necessidade absurda em jogar tudo para o alto, é que decidimos pela destruição. A imagem dos corpos caindo, dos prédios desabando e das almas sobrevoando o mundo acabado era; como num passe de mágica, nossa única esperança por dias melhores. Precisamos começar do zero, pois só assim conseguiremos arrumar esse mundo deteriorado! Ora, quanta ingenuidade a nossa, desprezo pelo que construímos.</p>
<p>O mundo não acabou é fato, o motivo são hipóteses. A primeira é a mais simples, mesmo sendo a mais complicada de se explicar. Deus o culpado, ou melhor, o agente. Deus não quer o mundo desmoronado, portanto não haverá força qualquer no mundo, exceto Ele; que faça o mundo sumir do mapa. Cálculos astronômicos ou não, decisão da comissão de Deuses da renovação; o mundo irá acabar somente quando Deus quiser, sem hora ou aviso prévio. Sem qualquer reclamação de ignorância quanto ao fato: o livro sagrado já diz, nas estrelinhas, sobre mudanças e mudanças e mais mudanças.</p>
<p>A outra hipótese, não tão menos complicada, mas ao mesmo tempo nada metafísica: o mundo não acabou, pois o homem, em sua força descomunal de auto-aniquilamento; não conseguiu ser suficientemente maior do que a natureza, em sua forma mais agressiva e prática de imunidade. A natureza age contra o homem, quando este pensa ser melhor do que a natureza. E assim caminha a humanidade, interpretando as profecias como se fosse o bendito e esperado fim de suas angústias. Não os Maias, mas os seres humanos estão errados em sua interpretação; essa parece ser a grande verdade da profecia.</p>
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<p>Celso parecia coordenar uma mudança radical no monopólio PT e PSDB. PT com grande participação no legislativo e PSDB décadas e décadas no governo estadual. É verdade que o PT já conseguiu grandes vitórias na capital de São Paulo, mas ainda assim é o seu tendão. PSDB se sente mais confortável com o padrão “conservador esquerdista centralizado de direita” em São Paulo. Ter Serra no segundo turno não é novidade, apesar do número grande de rejeições. Haddad teve um grande crescimento nas últimas semanas, apesar do julgamento do mensalão. Mas alguém consegue justificar a derrocada de Russomano?!</p>
<p>Segundo o próprio candidato, ele foi atacado “injustamente” nos últimos dias das eleições. Evidente que seria atacado, pois estava em evidência. Mas se as pesquisas indicavam o primeiro lugar podemos pensar: que as pesquisas nunca estiveram certas ou que os votos para Russomano eram ainda um impulso pela falta de opção das candidaturas. Também parece que, de um modo mais intenso do que em outras eleições, a rejeição por Russomano nas redes sociais tenha surtido efeito no momento do voto. Jogo é jogo, treino é treino; como diz a sabedoria popular. </p>
<p>A verdade é que Russomano estava aproveitando muito bem uma brecha entre os “cansados de Serra” e aqueles que “não querem votar no PT”. Mas, por algum motivo, o que era novidade passou a ser mais do mesmo. Aquele candidato da renovação acabou sendo “desmascarado” como candidato da velha-guarda, tão defasado e cansativo. Ele nunca disse que era uma novidade, mas as pessoas começaram a querer vê-lo dessa forma. Chalita, outro “novato” das eleições não soube aproveitar a falta de perspectivas da população com a polaridade PSDB e PT. </p>
<p>Haddad foi certeiro quando pegou uma proposta “mal formulada” sobre a tarifa de ônibus e colocou Russomano numa sinuca de bico. Chalita mostrou a relação do candidato Russomano com a Igreja Universal (não sabia que Chalita tinha sido o primeiro a falar sobre isso). Segundo especialistas, essas duas informações foram essenciais para a queda do candidato. Sabendo ou não disso, Chalita acabou ajudando a eleger o candidato petista para o segundo turno. Um vídeo da época em que Russomano era repórter andou pipocando na tela, mas acho que isso deve ter interferido pouco nas eleições.</p>
<p>A questão agora não é mais Russomano, mas os candidatos que estão no segundo turno. Propostas? Nem pensar. Assim como aconteceu no primeiro turno, as propostas dos candidatos ficarão escondidas. Não nos interessamos mais por promessas, elas são falhas. É claro, os candidatos precisarão ser mais claros em relação ao plano de governo, mas não acho que teremos esse tipo de argumento em qualquer debate. Quem sai perdendo com isso é Haddad, que é desconhecido e precisa mostrar o que é capaz. Serra todos conhecem por mandatos anteriores.</p>
<p>A disputa, então, seguirá a risca do mensalão e a rejeição do governo Kassab. Afinal de contas, o mensalão é um assunto atual, que os brasileiros ainda não esqueceram; e o Kassab é o presente de grego deixado por Serra. Qual dos assuntos deixam a população mais desesperada? </p>
<p>Pelo resultado das urnas, mensalão e Kassab passaram longe quanto a decisão do voto, apesar da insistência dos candidatos em comentar o assunto.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/ZONe2oyVr-8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p&gt;&lt;p&gt;E chegamos ao segundo turno. Diferente do que as pesquisas indicavam, Celso não chegou em primeiro. Ficou em terceiro, o que é louvável. Mas terceiro e último, em matéria de democracia, é quase a mesma coisa. Brasileiro é assim: ou tudo ou nada. José e Fernando foram escolhidos pela população, numa gincana pouco engraçada do [...]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O post &lt;a href="http://www.informacaovirtual.com/atualidade/politicavoz-mais-do-mesmo-mais-uma-vez"&gt;POLITICAVOZ: Mais do mesmo, mais uma vez&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href="http://www.informacaovirtual.com"&gt;Informação Virtual&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/atualidade/politicavoz-mais-do-mesmo-mais-uma-vez/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/atualidade/politicavoz-mais-do-mesmo-mais-uma-vez?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=politicavoz-mais-do-mesmo-mais-uma-vez</feedburner:origLink></item><item><title>Dicas para economizar nas tarifas de ligações</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/SDZYgCpfihc/dicas-para-economizar-nas-tarifas-de-ligacoes</link><category>Dicas e Tutoriais</category><category>celular</category><category>dica</category><category>economia</category><category>finanças</category><category>Gigaset</category><category>ligações</category><category>telefone</category><category>telefonia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rodrigo R. Neto</dc:creator><pubDate>Wed, 29 Aug 2012 16:30:01 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7687</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-7690 colorbox-7687" style="border: 0; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Celular" src="http://i0.wp.com/www.informacaovirtual.com/wp-content/uploads/2012/08/celular.jpg?resize=300%2C222" alt="celular" data-recalc-dims="1" />Equilibrar as finanças hoje em dia é um grande desafio com tantas contas a pagar, não é mesmo? Cartão de crédito, carnês, água, luz, telefone, internet, tv a cabo. São coisas do mundo moderno que já se tornaram indispensáveis na vida de muita gente.</p>
<p>Na hora de cortar gastos, normalmente pensamos em cortar coisas que usamos menos que outras, mas, ao fazer isso, você pode estar aumentando suas despesas ao invés de diminuí-las. Isso acontece, por exemplo, com as ligações realizadas do telefone fixo.</p>
<p>Com tantas opções que as companhias de telefonia móvel oferecem hoje em dia (bônus, promoções), fazer ligações de um aparelho fixo parece caro e ultrapassado. No entanto, se desfazer dele e ficar só com celular não é a solução, pelo contrário: ele ainda pode ser muito útil para ligações locais para outros fixos, enquanto os celulares, normalmente, só oferecem benefícios em ligações para outros aparelhos móveis. Aliás, os telefones fixos ainda possuem mercado, atraindo até novas marcas, como o <a title="Telefone de Gigaset em gigaset.com/br" href="http://gigaset.com/br/pt/pages/index.html" target="_blank">telefone de Gigaset em gigaset.com/br</a>.</p>
<p>A grande dica é saber como utilizar os dois de forma inteligente, levando em conta as promoções e vantagens de cada um. Se você possui mais vantagens para ligar para outros celulares através do seu aparelho móvel, use-o para isso. Dessa forma, você não gasta a tarifa maior ligando do fixo para o <a title="Android com 4 telas" href="http://www.informacaovirtual.com/tecnologia/android-com-3-telas " target="_blank">celular</a>.</p>
<p>Por outro lado, para ligações locais para outros aparelhos fixos, o bom e velho aparelho de telefone ainda é ótima pedida. Buscando combater as vantagens das operadoras de telefonia móvel, as companhias têm oferecido descontos e até ligações de graça entre linhas da mesma empresa.</p>
<p>Tomando esses simples cuidados e se informando sobre seus planos, é possível <a title="Economizar nas ligações" href="http://globotv.globo.com/eptv-sp/jornal-da-eptv-campinaspiracicaba/v/saiba-como-economizar-nas-ligacoes-usando-a-internet/1805393/" target="_blank">diminuir as duas contas de telefone</a>, e utilizar o dinheiro economizado em outras prioridades.</p>
<p><em><span style="font-size: x-small;">Foto: <a title="Sanja Gjenero" href="http://www.sxc.hu/profile/lusi" target="_blank">Sanja Gjenero</a></span></em></p>
<p>O post <a href="http://www.informacaovirtual.com/dicas/dicas-para-economizar-nas-tarifas-de-ligacoes">Dicas para economizar nas tarifas de ligações</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.informacaovirtual.com">Informação Virtual</a>.</p><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/SDZYgCpfihc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p&gt;&lt;p&gt;Equilibrar as finanças hoje em dia é um grande desafio com tantas contas a pagar, não é mesmo? Cartão de crédito, carnês, água, luz, telefone, internet, tv a cabo. São coisas do mundo moderno que já se tornaram indispensáveis na vida de muita gente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na hora de cortar gastos, normalmente pensamos em cortar coisas que [...]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O post &lt;a href="http://www.informacaovirtual.com/dicas/dicas-para-economizar-nas-tarifas-de-ligacoes"&gt;Dicas para economizar nas tarifas de ligações&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href="http://www.informacaovirtual.com"&gt;Informação Virtual&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/dicas/dicas-para-economizar-nas-tarifas-de-ligacoes/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/dicas/dicas-para-economizar-nas-tarifas-de-ligacoes?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=dicas-para-economizar-nas-tarifas-de-ligacoes</feedburner:origLink></item><item><title>Como escolher uma câmera fotográfica?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/5K5BpwDZ2c4/como-escolher-uma-camera-fotografica</link><category>Fotografia</category><category>câmera digital</category><category>câmera fotográfica</category><category>compras coletivas</category><category>fotos digitais</category><category>Groupon</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rodrigo R. Neto</dc:creator><pubDate>Wed, 29 Aug 2012 14:01:33 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7675</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Escolher uma câmera digital é uma tarefa simples, mas com tantas opções no mercado é preciso pesquisar bem para não acabar comprando um produto que não se encaixe na sua necessidade.</p>
<h3><strong>Por que eu quero uma câmera fotográfica?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-7679 colorbox-7675" style="border: 0; margin-left: 10px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="Fotografia" src="http://i1.wp.com/www.informacaovirtual.com/wp-content/uploads/2012/08/fotografa.jpg?resize=300%2C200" alt="Fotógrafa" data-recalc-dims="1" />A primeira pergunta que você precisa fazer é: para que eu preciso de uma câmera fotográfica?</p>
<p>Se for para tirar fotos no dia a dia, de celebrações em família ou entre amigos, de seus pets ou mesmo para registrar momentos do cotidiano de maneira não profissional, uma câmera digital convencional deve bastar.</p>
<p>Existem muitas opções delas em lojas virtuais de grandes redes varejistas e até em sites de compras coletivas. É possível encontrar <a title="câmera digital barata em Groupon" href="http://www.groupon.com.br/descontos/compras/eletronicos/cameras-digitais-e-filmadoras" target="_blank">câmera digital barata em Groupon</a>, por exemplo, que é um dos maiores sites deste tipo.</p>
<p>Outra coisa que deve ser levada em conta: a aplicação da câmera! Por exemplo: se você vai viajar e quer tirar boas fotos, não leve uma câmera ou um equipamento pesado, mesmo que você seja um fotógrafo profissional.</p>
<p>Provavelmente, num passeio desse tipo, você irá percorrer grandes áreas, e precisa de um equipamento fácil de ser transportado. Já se a sua ideia é fotografar situações ou locais de fácil acesso, uma câmera com mais recursos se torna mais viável se você quer fotos profissionais. Se quiser apenas registrar o momento, as câmeras compactas e convencionais devem bastar.</p>
<p>É preciso também levar em conta as características de cada máquina fotográfica:</p>
<h4><strong>Com ou sem zoom?</strong></h4>
<p>O zoom é importante para acertos no enquadramento da imagem sem a necessidade do deslocamento do corpo.</p>
<p>Nas <a title="Wikipédia - Câmeras Digitais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mera_digital" target="_blank">câmeras digitais</a> não profissionais, é utilizado o zoom digital, que é feito por meio de um software. É por isso que, quanto mais zoom você dá, pior fica a qualidade da imagem.</p>
<p>Já em câmeras profissionais é utilizado o zoom óptico, que não diminui a qualidade da imagem, já que o efeito não é realizado através de um software, mas sim pelo deslocamento das lentes do equipamento entre si.</p>
<h4><strong>Resolução</strong></h4>
<p>Quanto maior o número de megapixels da máquina, maior será a qualidade de suas imagens – e também o preço dela! Se informe com o vendedor sobre a questão qualidade x preço e escolha a ideal para a sua necessidade.</p>
<h4><strong>Capacidade da memória de armazenamento</strong></h4>
<p>Para armazenar as imagens geradas, as câmeras contam com seus próprios dispositivos internos de memória, cartões removíveis ou as duas opções.</p>
<p>O número de imagens que podem ser armazenadas nesses locais depende da capacidade deles e da qualidade das <a title="Gadgets legais para curtir nas ferias – Câmeras e Filmadoras digitais" href="http://www.informacaovirtual.com/tecnologia/gadgets-legais-para-curtir-nas-ferias-cameras-e-filmadoras-digitais" target="_blank">fotos digitais</a> geradas.</p>
<h4><strong>Gravação de vídeos</strong></h4>
<p>A qualidade e tempo dos vídeos feitos a partir de câmeras digitais também dependem do número de megapixels de cada máquina. Algumas também permitem configurar a qualidade da gravação.</p>
<h4><strong>Baterias</strong></h4>
<p>Câmeras digitais costumam consumir muita bateria, por isso a maioria delas vêm com baterias recarregáveis. Na hora de comprar, faça a opção por uma dessas, para economizar.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em>Foto: <a title="Gary Scott" href="http://www.sxc.hu/profile/CWMGary" target="_blank">Gary Scott</a></em></span></p>
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<p>Maldade mesmo quem sabe fazer é vilão, ela precisa saber disso.</p>
<p>E nessa guerra pelo sexo dos anjos acabei me decepcionando. A audiência, que há muito não rolava em minha residência por qualquer folhetim, começou a despencar. Estava com os olhos vidrados na telinha. Decorei personagem, analisei possibilidades; decidi projetar o final da história. Muitas vezes fazemos isso sem perceber: a conjectura dos acontecimentos da ficção em nos discussões filosóficas. A novela das coisas da vida são reflexões imponderáveis de uma filosofia não muito nobre, mas que pode ser útil. Bem e mal na ética do faz de conta. Carminha tem justificativa? Nina-Rita tem meios? Os meios justificam os fins? Quanto existencialismo, racionalismo e teologia num mesmo texto. A novela, que podia ser parte de nossa cultura; infelizmente continua sendo apenas uma história sem qualquer prestigio intelectual.</p>
<p>Max, um dos personagens da novela, pergunta para a Mocinha-Vilã se ela pretende ser Deus. Nietzsche talvez fizesse a pergunta de outro modo. Mas não estamos falando de uma filosofia elitista, estamos falando da filosofia do povo. Mocinha-Vilã dando castigo para a Vilã-Mocinha é quase um atentado à vingança. Olho por olho, Nina-Rita deveria arrancar os olhos da vilã, joga-la numa vala com cera quente; arruinar a sua vida mostrando a todos a prova do crime de traição. Mas ai não teria novela, acabaria a história; partiríamos para outro canal. Novela boa é novela com “viravoltas”, com aquela sensação de que alguma coisa pode ainda pode acontecer (mas não acontece). A Vilã-Mocinha é tão dócil que não dá medo. Mocinha-Vilã faz maldades com pena, que até achamos graça. Ao final, na contabilidade dos sentimentos, elas se odeiam por serem muito parecidas em sua amargura e decepção.</p>
<p>Em que igualdade qualquer vingança não constrói um criminoso? Qual a justiça sentenciada é apenas argumento do injustiçado? Torcemos mesmo pelo fim da vilã? Estamos “juntos nessa” pela mocinha? Não temos por quem lutar, nem por quem chorar. A vingança crua, depois de tanto tempo, perde o sabor doce. Perde todo o sabor. Morrer, viver e servir; são apenas estados passageiros que perduram pelos minutos dos capítulos; mas ainda assim não leva a margem de uma construção social e cultural. Por mais que vilões nos digam como não fazer, são os mocinhos que determinam a verdadeiro caminho da humanidade. Torcemos pelos heróis, nos vemos neles. Repudiamos os vilões, não queremos imitá-los.</p>
<p>O pecado dessa novela é não criar ídolos. Temos heróis: são os comuns, aqueles que levantam para trabalhar; tem problemas sentimentais; sonham. Esses personagens “humanos”, repletos na Avenida Brasil, são os verdadeiros filões dos botecos, das academias e das conversas informais no fim do expediente. Do jogador de futebol à empregada da mansão: são esses personagens os mais interessantes em toda história contada. Eles são simples, diretos e planos.</p>
<p>Não há como imitar a Vilã-Mocinha-Carminha; como não há motivos para se aproximar da Mocinha-Vilã-Rita. Ambos perdidos em suas construções, determinando que o certo e o errado como justificativas simples; seja pela noção de bem estar material; ou pela noção da grandeza da vingança. Essa distância entre os telespectadores e os personagens principais é uma jogada interessante do autor, mas mesmo assim arriscada.</p>
<p>É possível que o sujeito comum atrás da televisão esteja esperando apenas a festa de casamento para aplaudir mais uma novela que chega ao seu final.</p>
<p>O post <a href="http://www.informacaovirtual.com/entretenimento/desconectado-o-mito-do-heroi-bandido">DESCONECTADO: O mito do herói bandido</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.informacaovirtual.com">Informação Virtual</a>.</p><div class="feedflare">
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<p>Tudo tão morno na candidatura para prefeitura de São Paulo. A maior cidade do Brasil anda desinteressada em quem será seu comando nos próximos anos, mas sempre existe uma maneira de chamar os holofotes para os políticos. Foi mais ou menos isso o bombardeiro de críticas e manifestações em relação à novidade política à brasileira: Maluf e Lula no mesmo palanque. Dizem que o tiro no pé foi dado por Lula, já que a base integral do petismo de esquerda não admite tais alianças com inimigos históricos. A opção dos poucos segundos ganhos na campanha pode fazer a foto ser vista por muitos e muitos anos na memória dos militantes. O risco ele sabe, evidente.</p>
<p>É difícil saber quem sairá pior dessa encomenda. Se o petismo inibido da esquerda que enfim poderá questionar as ações do mito Lula; ou se o malufismo capenga que terá um candidato forte, como nunca mais teve desde a época do Pitta. A verdade é que a tática de Lula ninguém sabe. A única certeza é que ele refaz o imponderável com suas artimanhas dissertativas, numa falácia simples e direta. Esse prisma de Lula, que transforma até uma das piores crises numa marolinha; poderá suportar o ataque amigo? Lula terá condições, num futuro não muito distante, explicar a aliança tão estranha e insuportável no ponto de vista de alguns companheiros?</p>
<p>Fernando pode ganhar, mas Lula perdeu um pouco.</p>
<p>Nesse meio termo entre história, desaprovação e repugnância; Erundina estava com sorriso enigmático. Será que suspeitou em algum momento que a aliança Lula e Maluf aconteceria? Se sabia, qual o motivo de se apresentar em público com tanta convicção da vice-candidatura e mais tarde jogar tudo por terra? Tinha plano para o governo com o PT, mas parece não ter planos de mudar suas convicções. Uma lição para todos os políticos: ainda que as convicções não sejam completamente certas, pelos menos elas devem continuar autênticas. Erundina pulou do barco na hora certa. Suspeito ainda que Erundina faria mais pelo PT, do que Maluf por São Paulo; mas isso é só opinião de eleitor.</p>
<p>A verdade é que o documento está ai, em todos os jornais. Como naqueles encontros entre chefes de estados que, entre inimizade e ódio, levam o aperto de mão selando uma trégua por tempo determinado. Estão de um lado Lula e do outro Maluf. Não chefes de estados, mas ícones políticos. Nomes inquestionáveis na forma de fazer política e na liderança de seus partidos. Mais ainda: modelo para os seguidores muitas vezes mais fanáticos do que racionais. Lula e Maluf com suas características nobres e outras desprezíveis, mas nunca imparciais.</p>
<p>Lula compactua com inimigo histórico motivado por alguns segundos diários e uma visibilidade do seu candidato, que anda capengando nas pesquisas. Maluf protocola acerto para continuar aparecendo na mídia, demonstrando seus poderes políticos, visíveis e invisíveis; diretos ou não. E no papo fechado dos líderes políticos, a trégua para valer uma candidatura petista, e a crença na ressurreição malufista no cenário paulista é apenas uma parte da política que aparece nos telejornais, mas que não enxergamos.</p>
<p>Enfim, a foto do encontro foi algo doloroso para muita gente, visto tantas manifestações nas redes sociais e pelas conversar na rua. A ressalva de Lula estar com Maluf (e a de Maluf estar com Lula), simplesmente desapareceu diante da decisão de Erundina em deixar sua participação, que seria interessante, no momento em que ela percebeu que não estava mais em jogo as coisas em que acreditava, mas na avaliação das coisas que ela sabia sobre a política.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/iv_feed/~4/SOqCAEFD5Ag" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p&gt;&lt;p&gt;Tudo tão morno na candidatura para prefeitura de São Paulo. A maior cidade do Brasil anda desinteressada em quem será seu comando nos próximos anos, mas sempre existe uma maneira de chamar os holofotes para os políticos. Foi mais ou menos isso o bombardeiro de críticas e manifestações em relação à novidade política à brasileira: [...]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O post &lt;a href="http://www.informacaovirtual.com/atualidade/politicavoz-a-versao-affair-do-improvavel"&gt;POLITICAVOZ: A versão affair do improvável&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href="http://www.informacaovirtual.com"&gt;Informação Virtual&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.informacaovirtual.com/atualidade/politicavoz-a-versao-affair-do-improvavel/feed</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.informacaovirtual.com/atualidade/politicavoz-a-versao-affair-do-improvavel?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=politicavoz-a-versao-affair-do-improvavel</feedburner:origLink></item><item><title>POLITICAVOZ: A mão invisível não é super poderosa.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/iv_feed/~3/6TLnAoqnOVM/politicavoz-a-mao-invisivel-nao-e-super-poderosa</link><category>Atualidade</category><category>capitalismo</category><category>crise</category><category>dinheiro</category><category>economia</category><category>opinião</category><category>política</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Sérgio Oliveira</dc:creator><pubDate>Mon, 04 Jun 2012 14:20:02 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.informacaovirtual.com/?p=7597</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7603 colorbox-7597" style="float: left; border: 0; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Crise" src="http://i0.wp.com/www.informacaovirtual.com/wp-content/uploads/2012/06/crise.jpg?resize=300%2C212" alt="Gráfico - Crise" data-recalc-dims="1" />Você pode não perceber, mas estamos numa crise econômica. Não se preocupe, o mundo é feito de crises. Quantas vezes durante sua existência você ouviu falar de crise? Creio que muitas vezes. Algumas delas passam longe do nosso cotidiano, outras nem tanto. Por isso, poucas vezes nos sentimos eufóricos e frustrados dentro de uma crise. Mas ela existe, está lá com todas suas garras. Empresários sentem na pele o futuro: se ocupam previamente das nefastas condições que ela acarretará em seus negócios. Trabalhadores em geral sentem apenas quando existe o desemprego: e para isso ele não se preocupa antecipadamente, ele apenas é demitido e pronto.</p>
<p>Pois bem, o governo trabalha contra a crise. Empresários se reúnem contra a crise. Trabalhadores rezam. Isso mesmo! Não há muito o quê ele possa fazer. Ele apenas trabalha. Trabalhando o máximo que ele pode. Sendo eficiente e não causando problemas. Muitas vezes esse trabalhador é chamado a participar das decisões estratégicas; mas no fundo pouco importa o que ele pensa. O negócio que gera lucro não é um bom negócio quando gera dúvida. O caminho da economia capitalista é cheia de argumentos da dúvida, mas apenas se interessa pela certeza.</p>
<p>Então, há pelo menos cinco anos o mundo anda capengando. Duvidando. Não sabemos quando e como ele sairá dessa depressão. Não é uma depressão que causa suicídio. Mas é uma que causa desconforto. Um pequeno desânimo constante. Olhamos para o futuro e não sabemos como ele será. O que é uma coisa normal: não conhecemos nada sobre o futuro. Não sabemos se a violência será pior, se existirá natureza; se a matéria-prima de nossa subsistência continuará nos alimentando. Brigaremos por comida, mas não vamos guerrear por causa do novo modelo de celular. Estamos numa revolução, e é ela que causa a crise: nosso consumo anda exagerado nas pequenas coisas inúteis.</p>
<p>Não sou economista, por isso tudo que estou dizendo é obra do palpite. E nas crises nascem também os grandes filósofos de teorias do achar. No achismo, quase sempre erramos. Eu acho que o mundo está em crise, acho que consumimos muito; acho que o mundo não vai acabar por causa disso. O segundo profissional dos tempos de hoje são os futurólogos. Sociólogos, economistas, juristas e afins podem ser tornar futurólogos. Todos concordam com uma coisa: o mundo de hoje não é o mundo de amanhã, o que parece óbvio. Alguns sabem que o mundo de hoje é melhor; esses são os pessimistas. Os otimistas acham que chegamos ao estágio supremo do caos: piorar não dá mais. Eu fico no meio termo, como não acadêmico que sou; nem futurólogo.</p>
<p>E a crise continua mesmo com tantas teorias explicando suas artimanhas. Temos a faca e o queijo, mas temos uma fome descomunal. Governo em manter o poder, empresários de olho nos lucros e os trabalhadores em seu salário. Marx nascendo novamente para explicar o abecedário de qualquer economia? E o reajuste dos tempos? Continuaremos personagens milenares dentro da economia? A crise chega. Escolhe o mais frágil. Está feito o estrago. E quem é mais o mais fraco nessa encenação toda? Sim, somos nós, os sujeitos normais. Somos nós, empregados e empregadores. Somos nós, políticos e milionários. A crise não sabe escolher quem ela irá prejudicar, e mesmo que faça de maneiras diferenciadas, todos são atingidos.</p>
<p>Todas as coisas vão se ajustar, essa crise irá embora para dar lugar à outra; que muitas vezes nem é tão nefasta quando a anterior. Lembrem-se, estamos sempre em crise. Portanto deixem de lamentar a situação atual, ela pode não ser a pior. E se falta comida, se falta carro; se falta calçado; todos esses produtos estão em algum lugar; escondidos. Se a economia não sabe minimizar a falta das coisas, podia ao menos dizer onde ela é abundante. Se o dinheiro tem seu valor nominal, suspeitamos também que possui um indexador metafísico.</p>
<p>A metafísica da economia onde está a mão que ninguém consegue segurar.</p>
<div><em>Crédito da Imagem: <a title="ilker ." href="http://www.sxc.hu/profile/ilco" target="_blank">ilker .</a> em Stock.XCHNG</em></div>
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<p>Hoje os roqueiros berram, mas é apenas barulho. </p>
<p>Quantos roqueiros de verdade você conhece? Poucos, talvez. Talvez você,  que está lendo esse texto, seja um deles. Mas fique sabendo: não há qualquer razão de você ainda ser um roqueiro, exceto pela vontade de continuar sendo aquilo que você foi numa época distante, mas uma época que existe apenas na história. Não à-toa ouvimos falar dos dinossauros do rock. Estamos mortos e enterrados; sem saber o motivo de nossa extinção. Moribundo, mas ainda vivo? Na decepção de uma porção de coisas novas que surgem na música, inclusive com a tendência do ecletismo artístico, nós, roqueiros vamos sobrevivendo. Não recorro a estatísticas, mas nem um terço dos novos grupos roqueiros na mídia são realmente roqueiros. Podem ser músicos, artistas; “diaboaquatro”. Mas não são roqueiros.</p>
<p>Nem precisam ser. Nem queremos que eles sejam. Não há sentido, não há qualquer desculpa para que eles se intitulem roqueiros. Eles não sabem o que isso significa. Muitos de nós, que vivemos todas as transformações com o pano de fundo do rock´and´roll,  sabemos o que o rock significa. Não sabemos o seu conceito, mas sabemos do que ele é capaz. Essa capacidade de mobilização social, de crítica; de desajuste do statuo quo. Isso! In statu quo res erant ante rock. O que seremos depois do rock que não estamos sendo agora? Voltamos à origem de nossas vidas medíocres? O rock era uma maneira de viver, muito além de um movimento musical, cultural e pedagógico. Sim, aprendi com o rock.  </p>
<p>Por isso é necessário reinventar o rock. Não apenas na música. Mas na arte em geral. Nos pensamentos filosóficos. Trazer “a quebradeira geral” do rock para os dias atuais, dessa mesmice hipnótica das novelas, telejornais e revistas semanais. Odeio ler qualquer notícia velha e, para mim, tudo parece tão velho. Personagens vilões, mocinhos; um aglomerado de “todos iguais”. Adeus máscara, o que vemos neles é apenas a verdade. Verdade crua, sem tempero. Que queime a verdade na fogueira da insatisfação! Quero o novo, mesmo que ruim; mas “estilhaçador”. Quero algo que não apenas se crie, mas creia. Crear ao invés de criar. A mistura mango-tango-samba cansou de vez. Odeio qualquer mistura que pareça com algo velho. Preciso ouvir; acreditar e me identificar com algo de verdade, não algo manifestado numa porção de coisas sem qualquer característica própria.</p>
<p>Sim, o rock morreu. Mas ele é capaz de se reinventar. Renascer no subúrbio cultural. Mais além: nascer na classe onde é cada vez mais rejeitada. Não é classe social que estou falando. É a classe conformada. Muitos de nós estamos conformados. Aceitamos as condições sociais, a depredação da natureza, com o fim do mundo (por isso pensamos tanto na possibilidade de sua destruição com Maia, apocalipse e qualquer outra previsão catastrófica). O rock com a capacidade de surgir quando todos imaginam que ele apenas está fastigado, deprimido e infeliz. Ele está morto, mas ainda assim, vivo. </p>
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