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	<title>Sociedade Jedi</title>
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	<title>Sociedade Jedi</title>
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		<title>O Mistério da Barba Falsa: Como um Boneco da Kenner Alterou O Retorno de Jedi</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Saudações, membros da Sociedade Jedi! Se existe uma tradição sagrada no colecionismo de Star Wars, é a nossa eterna paixão por personagens que mal aparecem na tela. Desde os primórdios, a Kenner se dedicou a transformar cada figurante do fundo da Cantina de Mos Eisley em um boneco de plástico. Mas enquanto em <em>Uma Nova Esperança</em> a empresa sofria com a falta de material de referência, em <em>O Retorno de Jedi</em> o problema foi o exato oposto: eles receberam os materiais de produção com antecedência demais. O resultado? Bonecos de personagens que acabaram quase totalmente cortados na sala de edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é aqui que entra um dos mistérios mais fascinantes e bizarros dos bastidores da franquia: o General Crix Madine.</p>



<span id="more-41079"></span>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O General de Plástico e o Substituto de Ackbar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você piscar durante a cena do briefing da missão de Endor, corre o sério risco de perder a participação de Madine. Ele entrega algumas falas de exposição e simplesmente desaparece do resto do filme. Ainda assim, ele garantiu seu próprio <em>action figure</em> logo na primeira leva de brinquedos de <em>O Retorno de Jedi</em> em 1983, sendo o único humano nomeado da Rebelião a receber essa honra na época, superando figuras muito mais presentes como Mon Mothma e Wedge Antilles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma lenda urbana muito forte entre os fãs tenta explicar o motivo: o Almirante Ackbar seria o grande líder do clímax do filme, mas a equipe de produção estava apavorada com a possibilidade de o boneco animatrônico do Mon Calamari falhar miseravelmente nas telas. Para garantir a segurança do roteiro, a Lucasfilm teria filmado cenas de backup usando um personagem humano — o General Madine.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a Kenner estava desenhando os brinquedos com mais de um ano de antecedência, eles não sabiam se o filme usaria Ackbar ou Madine na batalha final. A solução mais segura foi fabricar os dois. Embora alguns historiadores da franquia apontem que as cenas deletadas de Madine na ponte de comando talvez não substituíssem as de Ackbar diretamente (sendo possivelmente apenas cenas complementares cortadas por redundância de roteiro), o fato é que a fabricante de brinquedos acreditou firmemente que o General seria uma peça central da trama.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Brinquedo que Dita a Regra</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A parte mais inusitada dessa história não é o motivo de o boneco existir, mas como o boneco forçou uma alteração no visual do ator no set de filmagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme documentado no livro <em>The Making of Return of the Jedi</em> (2013), as fotos de pré-produção enviadas à Kenner mostravam o ator Dermot Crowley com barba. A empresa, diligentemente, esculpiu o molde de plástico de Madine com os pelos faciais. O problema é que, quando as gravações finalmente começaram, Crowley apareceu no set com o rosto completamente liso e barbeado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lucasfilm, temendo uma discrepância óbvia entre o produto oficial que já estava em produção e o visual do filme, não quis exigir que a Kenner refizesse o molde do zero. A solução encontrada às pressas foi colar uma barba postiça terrivelmente falsa no rosto do ator. O cronograma estava tão apertado que não houve tempo para refinar a maquiagem. Ou seja: o General Madine usou uma barba falsa em tela exclusivamente porque seu boneco já estava sendo fabricado com uma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Legado nas Prateleiras</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente para a Kenner, a aposta não rendeu créditos galácticos. Sem cenas de ação e com um visual nada empolgante para as crianças da época, o General Madine se tornou uma das figuras mais encalhadas da história dos brinquedos de Star Wars, habitando as seções de liquidação das lojas por meses a fio. Até hoje, existem pouquíssimas versões modernas do personagem, provando que o trauma do &#8220;boneco que ninguém queria&#8221; ainda assombra os produtores de colecionáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, a contribuição mais interessante de Crix Madine para Star Wars não foi o que ele fez durante a Batalha de Endor, mas as confusões que ele causou nos bastidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E vocês, têm alguma figura obscura e encalhada na coleção de vocês que guardam com carinho, ou preferem manter o foco nos personagens principais? Deixem nos comentários qual figurante esquecido merecia mais destaque nas prateleiras!</p>
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		<title>5 Momentos Épicos do Universo Expandido Que Deveriam Estar na Trilogia Sequela</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Anakin Skywalker]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é a trilogia sequela de Star Wars, é impossível não encontrar opiniões divididas. Mas enquanto muitos fãs debatem fervorosamente cada detalhe narrativo, é importante lembrar a visão fundamental de George Lucas: a saga, em sua essência, sempre teve as crianças como público-alvo. Uma geração inteira se apaixonou pela galáxia ao ver uma sucateira em Jakku tropeçando em um droide fujão. Basta dar uma volta pelos corredores de uma Star Wars Celebration para notar que o cosplay da Rey é presença garantida, provando que o amor pela nova era é real e pulsa forte fora da bolha das redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, Star Wars sempre foi muito maior do que apenas os filmes. As revistas em quadrinhos e os romances têm feito um trabalho espetacular ao preencher as lacunas e expandir o <em>lore</em> da saga Skywalker recente. Algumas dessas histórias nos entregaram cenas tão fundamentais que transformariam completamente a nossa visão sobre a trilogia se tivessem chegado aos cinemas.</p>



<span id="more-41073"></span>



<h3 class="wp-block-heading">5. O Que Realmente Aconteceu com o Templo Jedi de Luke Skywalker</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-65.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="919" height="517" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-65-919x517.png" alt="" class="wp-image-41074" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-65-919x517.png 919w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-65-619x348.png 619w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-65-768x432.png 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-65.png 1024w" sizes="(max-width: 919px) 100vw, 919px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas vislumbramos a destruição do Templo em Ossus nos filmes, com a forte insinuação de que Ben Solo havia dizimado o local após o fatídico confronto com Luke. Porém, a excelente minissérie em quadrinhos <em>The Rise of Kylo Ren</em> (escrita por Charles Soule e ilustrada por Will Sliney) conta a verdadeira história. Ben não destruiu o templo. Após a derrota de Luke, uma massiva Tempestade da Força obliterou o local e aniquilou os alunos — uma técnica clássica de Palpatine, diretamente resgatada das antigas HQs do <em>Dark Empire</em>. O Imperador manipulou a situação para que Ben assumisse a culpa e acreditasse que o desastre era uma manifestação do seu próprio caos interior.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. O Verdadeiro Treinamento de Rey com Leia</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-66.png"><img decoding="async" width="768" height="432" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-66.png" alt="" class="wp-image-41075" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-66.png 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-66-619x348.png 619w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O recente romance <em>Legacy</em>, de Madeleine Roux, preenche uma das maiores lacunas emocionais da saga: o treinamento da Rey sob a tutela da General Organa — algo que os filmes não puderam explorar a fundo devido à trágica perda de Carrie Fisher. Na obra, o Fantasma da Força de Luke aparece para a irmã e revela a verdadeira linhagem da Rey. Sabendo como Luke foi ríspido durante o treinamento na ilha de Ahch-To, Leia escolhe um caminho diferente. Ela esconde a dura verdade sobre Palpatine temporariamente e decide ser uma mentora mais acolhedora, protegendo Rey em seu momento de maior vulnerabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. O Encontro Inesperado de Rey com o Fantasma de Anakin Skywalker</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-67.png"><img decoding="async" width="768" height="432" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-67.png" alt="" class="wp-image-41076" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-67.png 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-67-619x348.png 619w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda no livro <em>Legacy</em>, vemos Rey viajando para o planeta Tython em busca de tecnologia Jedi perdida para tentar consertar o sabre Skywalker. Por ser uma poderosa vergência da Força, o planeta traz à tona todos os medos e traumas da heroína, ameaçando empurrá-la para o lado sombrio. Em seu desespero, o Fantasma da Força do próprio Anakin Skywalker aparece. O Escolhido, que entende perfeitamente a tentação das sombras e a dor da queda, acalma a jovem e a impede de cometer um erro fatal. É um momento de conexão brutal que solidifica Rey como herdeira do manto Skywalker.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. A Conversa Definitiva Entre Luke e Ben Solo</h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-x wp-block-embed-x"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Luke Skywalker’s Force Ghost saying that Kylo Ren means nothing to him, but that he’ll always be there for Ben in the Legacy of Vader comics is seriously one of the best pieces of dialogue to come from the Sequel Era.<br><br>Just goes to show that what Luke told Kylo Ren at the end of… <a href="https://t.co/cq5IH3aIDs">pic.twitter.com/cq5IH3aIDs</a></p>&mdash; jacob (@jtimsuggs) <a href="https://x.com/jtimsuggs/status/2078140745890804052?ref_src=twsrc%5Etfw">July 17, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na recente série de quadrinhos <em>Legacy of Vader</em> (de Charles Soule e Luke Ross), situada entre <em>Os Últimos Jedi</em> e <em>A Ascensão Skywalker</em>, Kylo Ren tenta consolidar seu domínio na Primeira Ordem. Durante sua busca por segredos de Darth Vader, seu imenso poder o leva a acessar o Submundo da Força, onde os espíritos Jedi residem. Lá, ele tem um reencontro inesperado com Luke. Em total paz, Luke espelha a atitude de Obi-Wan do passado, separando as figuras de Kylo Ren e Ben Solo. Ele se recusa a aceitar que o sobrinho está morto e promete que sempre estará ali para ele, plantando a semente definitiva para a redenção que veríamos no Episódio IX.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. O Segredo da Cura do Sabre dos Skywalker</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-68.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="432" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-68.png" alt="" class="wp-image-41077" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-68.png 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-68-619x348.png 619w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de <em>Os Últimos Jedi</em>, o lendário sabre de luz de Anakin e Luke é partido ao meio, mas reaparece misteriosamente consertado em <em>A Ascensão Skywalker</em>. Enquanto a novelização do filme citou rapidamente que Rey usou a &#8220;Cura da Força&#8221; no cristal kyber, <em>Legacy</em> finalmente nos mostra a jornada por trás disso. Em Tython, ela encontra a &#8220;Forja&#8221; — um local de provações há muito esquecido onde os próprios Jedi são refeitos (uma clara inspiração no Martírio das Lágrimas Congeladas, das HQs da Doutora Aphra e Darth Vader). Lá, ela descobre como canalizar sua própria força vital para restaurar a arma que simboliza o seu caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Universo Expandido continua provando que a galáxia tem espaço para todas as gerações de fãs e para histórias complexas que costuram perfeitamente os buracos deixados pelos filmes. Quais desses momentos vocês mais gostariam de ter visto em <em>live-action</em>? Deixem as opiniões e teorias de vocês nos comentários!</p>
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		<title>Uma saga de autor em mãos da mediocridade</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 15:24:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lá estamos nos novamente no aguardo de mais uma produção que possa ser o &#8220;vai ou racha&#8221; da franquia Star Wars: Starfighter, dirigido por Shawn Levy e estrelado por Ryan Gosling, previsto para chegar aos cinemas a tempo das comemorações dos 50 anos do lançamento do Star Wars original, em 27 de maio de 2027. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Lá estamos nos novamente no aguardo de mais uma produção que possa ser o &#8220;vai ou racha&#8221; da franquia <strong>Star Wars: Starfighter</strong>, dirigido por Shawn Levy e estrelado por Ryan Gosling, previsto para chegar aos cinemas a tempo das comemorações dos 50 anos do lançamento do <strong>Star Wars</strong> original, em 27 de maio de 2027. Isso torna incerto quando aquele projeto embrionário do Steven Knight tentará, de alguma forma, ajustar o navio Skywalker que ficou a deriva após o nono filme dirigido por J.J. Abrams, <strong>Star Wars: A Ascensão Skywalker</strong>, ter dividido fãs e críticos.<br><br>Watts já possui experiência no universo <strong>Star Wars</strong>, tendo cocriado a série infantil aclamada pela crítica <strong>Skeleton Crew</strong>, lançada em 2024. Quanto aos próximos passos da Saga Skywalker, poucos detalhes foram divulgados sobre o que seria o décimo filme da série. O <strong>The Hollywood Reporter </strong>informou apenas que Rey, interpretada por Daisy Ridley, estará envolvida &#8220;de alguma forma&#8221;. A Lucasfilm ainda não se pronunciou oficialmente, embora fontes internas tenham relatado que o projeto de Watt seria o filme atualmente &#8220;mais avançado em seu desenvolvimento&#8221;.<br><br>Mas por que falar sobre <strong>Star Wars</strong> como cinema de autor? Muita gente fica perdida quando discutimos o fato de que a franquia conseguiu ocupar, ao mesmo tempo, dois polos aparentemente opostos da produção cinematográfica: de um lado, o cinema de autor, marcado pela expressão pessoal de seus realizadores; de outro, o cinema de entretenimento, pensado também como um produto industrial destinado a alcançar grandes públicos e, consequentemente, gerar lucro.<br><br>Para entender melhor essa aparente contradição, precisamos voltar um pouco na história do cinema.<br><br><strong>Cinema de autor e pensamento moderno</strong><br><br>O cinema de autor, entendido como uma forma de cinema baseada na expressão pessoal do realizador, ganhou força em meados do século XX, especialmente na Europa. Ele promoveu uma nova maneira de compreender o cinema: o filme passou a ser visto não apenas como um produto industrial, mas também como resultado da visão particular de um diretor-autor.<br><br>Essa transformação esteve profundamente relacionada ao surgimento do cinema moderno, marcado por novas propostas estéticas e por influências sociais e políticas. O cinema passou a dialogar mais diretamente com as transformações do mundo no pós-guerra e com as vanguardas artísticas que surgiam naquele período. Se pensarmos em cinema americano, alguns diretores como Hitchcock e Orson Welles já haviam rompido a barreira do clássico para criar o cinema moderno em território americano.<br><br>O conceito de cinema de autor seria posteriormente reavaliado e assumiria novas formas ao longo das décadas seguintes. Embora o cinema de autor tenha continuado — e continue existindo —, ele passou a incorporar diferentes tendências sociais, políticas e estéticas, abrindo também espaço para aquilo que posteriormente seria associado ao cinema pós-moderno.<br><br>Para compreender essa transformação, é importante também entender a diferença entre o pensamento moderno e o pensamento pós-moderno.<br><br>O homem moderno acredita que a lógica e a razão são suficientes para compreender e descobrir as verdades que governam o universo. A razão teria acesso à realidade e seria uma fonte de conhecimento objetivo. Essa é uma das premissas fundamentais do pensamento moderno, com todas as consequências que ela pode produzir.<br><br>Embora essa maneira de compreender o mundo tenha raízes na Grécia e na Roma antigas, tenha desaparecido durante parte da Idade Média e sido posteriormente retomada no Renascimento, o pensamento moderno foi profundamente moldado no século XVII, especialmente com a consolidação da ciência moderna associada a figuras como Galileu Galilei.<br><br>Esse pensamento se enraizou ainda mais profundamente durante a era industrial. O homem moderno é concebido como autônomo, e sua ideologia está baseada em valores como a vontade, o trabalho, a razão e a capacidade humana de transformar o mundo.<br><br>Já o pensamento pós-moderno surge, em grande medida, como uma reação e um questionamento à modernidade. Em vez de acreditar que a humanidade pode alcançar uma verdade objetiva por meio da razão e da ciência, o pensamento pós-moderno questiona a própria possibilidade de alcançar uma verdade absoluta.<br><br>Para o pensamento pós-moderno, a linguagem participa ativamente da construção daquilo que entendemos como realidade. Em outras palavras, a maneira como pensamos e interpretamos o mundo é influenciada pelos sistemas de linguagem e pelas estruturas culturais nas quais estamos inseridos.<br><br>Assim, a ideia de uma única realidade ou verdade objetiva passa a ser questionada. A verdade pode ser entendida como algo subjetivo, construído e condicionado pela linguagem, pela cultura e pela experiência. É também uma perspectiva marcada pelo desencanto com as grandes utopias e pelos questionamentos às explicações universais sobre o mundo.<br><br><strong>Do cinema clássico ao cinema moderno</strong><br><br>O cinema moderno surgiu quando o modelo do cinema clássico começou a entrar em crise.<br><br>O cinema clássico, entendido principalmente como o cinema americano produzido entre a consolidação de Hollywood, a partir da década de 1910, e aproximadamente a década de 1950, foi sustentado durante décadas pelo sistema de estúdios, pelos filmes de gênero e pelo star system (nome que damos ao tipo de cinema reconhecido pelas estrelas que vão atuar, não tanto pelas mentes criativas por trás do filme).<br><br>Sua narrativa era, em grande medida, escapista, apenas pra se distrair do mundo pesado que se vivia. Eram histórias construídas como sonhos, nas quais os protagonistas enfrentavam obstáculos e, ao final, alcançavam seus objetivos: fortuna, amor, sucesso ou alguma outra forma de realização pessoal, uma jornada do herói que se trocava de roupa a cada filme.<br><br>Apesar das variações e das diferentes abordagens existentes dentro de cada gênero, essa estrutura permaneceu relativamente sólida durante boa parte do período clássico.<br><br>As razões para a crise desse modelo foram diversas. Uma delas foi a abrupta mudança cultural ocorrida a partir do final da década de 1950. A sociedade mais conservadora que havia sustentado boa parte do cinema clássico começou a ser substituída por novas gerações, com pensamentos mais livres e dispostas a questionar os valores e modelos narrativos anteriores.<br><br>A segunda causa foi econômica. Os grandes estúdios de Hollywood, responsáveis pela produção e distribuição do cinema clássico, passaram a enfrentar dificuldades com a chegada da televisão aos lares americanos. O público agora tinha uma nova forma de entretenimento dentro de casa, reduzindo a frequência aos cinemas.<br><br>Além disso, decisões judiciais relacionadas à legislação antitruste obrigaram os grandes estúdios a abandonar o controle direto sobre uma parcela significativa das salas de exibição. O antigo sistema de produção, distribuição e exibição começava, portanto, a perder sua força.<br><br>A crise do cinema clássico abriu as portas para novas possibilidades.<br><br>Foi nesse contexto que surgiram novos cinemas, especialmente na Europa, que romperam não apenas com as estruturas narrativas do cinema clássico, mas também com suas estruturas ideológicas. Esses movimentos já não estavam interessados em produzir apenas um cinema onírico e escapista. Eles queriam mostrar realidades mais concretas: a melancolia do pós-guerra, a alienação do indivíduo contemporâneo, a falta de comunicação entre as pessoas, os conflitos sociais e as falhas das instituições e do Estado (mais atual do que nunca, não?)<br><br>O cinema moderno nasceu, portanto, sustentado por dois princípios estéticos e ideológicos fundamentais.<br><br>O primeiro era a tentativa de representar uma realidade mais objetiva da experiência humana. E não haveria nada mais objetivo do que colocar o próprio sujeito no centro da narrativa: um indivíduo frequentemente insatisfeito, incapaz de alcançar aquilo que deseja. Diferentemente do cinema clássico, em que o protagonista geralmente alcançava amor, fortuna ou sucesso, o cinema moderno estava disposto a mostrar personagens que fracassavam, permaneciam em dúvida ou simplesmente não encontravam uma resolução satisfatória para seus conflitos.<br><br>O segundo princípio fundamental era o conceito de cinema de autor.<br><br>Embora a ideia de um diretor como autor já existisse, foi durante o cinema moderno que essa concepção ganhou força teórica e política. O diretor passou a ser valorizado como a principal figura criativa do filme, alguém responsável por imprimir sua visão de mundo à obra.<br><br>No cinema clássico, o diretor era frequentemente percebido como mais um profissional dentro de uma engrenagem industrial. O produtor, o estúdio e as necessidades comerciais tinham enorme peso nas decisões criativas, enquanto o estrelato muitas vezes estava concentrado nos atores e atrizes.<br><br>Isso não significa, evidentemente, que não existissem grandes diretores-autores no cinema clássico. Volto a recitar Alfred Hitchcock, Orson Welles e Howard Hawks que são exemplos de realizadores que conseguiram impor uma identidade criativa extremamente forte mesmo dentro das limitações do sistema de estúdios.<br><br>A diferença é que o cinema moderno passou a transformar essa autoria em um princípio crítico e estético.<br><br>Em última análise, o diretor-autor seria aquele que manifesta, por meio de um filme, sua própria metáfora da vida e sua visão particular da experiência humana. Por isso que Star Wars longe de seu criador, tende a passar o resto de sua existência acertando em um produto, errando em outro.<br><br>Na França, a revista <strong>Cahiers du Cinéma</strong>, fundada em 1951, em Paris, teve papel fundamental na consolidação dessa política dos autores. Seus críticos passaram a defender e analisar determinados realizadores como verdadeiros artistas, identificando uma continuidade temática e estética em suas obras.<br><br>Entre os diretores valorizados estavam Alfred Hitchcock, Orson Welles, Howard Hawks e William Wyler, no cinema clássico americano; Ingmar Bergman, no cinema sueco; e os realizadores do neorrealismo italiano.<br><br>A chamada política dos autores ajudou, portanto, a estabelecer uma nova maneira de pensar e categorizar os diretores: eles deixavam de ser vistos apenas como técnicos responsáveis por executar um roteiro e passavam a ser reconhecidos como as cabeças criativas de seus filmes, adquirindo o estatuto de artistas.<br><br><strong>Cinema como arte e indústria</strong><br><br>O fato de o cinema moderno promover o cinema de autor como um de seus principais princípios implica uma mudança importante: o cinema passa a ser visto também como um meio de expressão artística, e não apenas como entretenimento ou produto industrial.<br><br>Mas isso não significa que arte e indústria sejam necessariamente incompatíveis. Elas simplesmente nem sempre caminham juntas.<br><br>É justamente aqui que a discussão sobre <strong>Star Wars </strong>começa a ficar interessante.<br><br>Outra característica estrutural do cinema moderno está na maneira como ele aborda o roteiro e a narrativa.<br><br>Essa narrativa já não procura necessariamente oferecer ao espectador uma projeção idealizada da vida. Em vez disso, apresenta um confronto com uma realidade humana mais crua — e, justamente por isso, mais próxima da experiência cotidiana. A vida não é perfeita, e nem sempre possui começo, meio e fim perfeitamente organizados.<br><br>Por isso, a resolução das narrativas do cinema moderno não depende necessariamente das relações de causa e efeito externas que impulsionavam a ação no cinema clássico e conduziam seus personagens a uma conclusão satisfatória.<br><br>Em vez disso, a narrativa pode se desenvolver por meio de uma sucessão de acontecimentos fortuitos, momentos de inatividade e situações aparentemente banais, buscando capturar a natureza cotidiana da existência. Os personagens podem permanecer ambíguos, seus conflitos podem não ser resolvidos e seus objetivos podem nunca ser alcançados.<br><br>A mise-en-scène (termo técnico para a colocação em cena e domínio de tempo, espaço e câmera), o trabalho de câmera e a montagem também assumem outras funções que vão além de apenas retirar cenas mal filmadas.<br><br>No cinema clássico, esses elementos eram geralmente organizados de acordo com os padrões estabelecidos pelos estúdios e subordinados à clareza da história e da ação narrativa. No cinema moderno, a estética da mise-en-scène, da câmera e da montagem tende a buscar maior realismo, acompanhando histórias interessadas em representar as experiências concretas e os conflitos internos dos personagens.<br><br>Daí a valorização de locações externas, encenações naturalistas, planos mais longos, profundidade de campo e uma montagem menos perceptível, que não chama atenção para si mesma.<br><br><strong>A Nova Hollywood e a tentativa de conciliar os dois mundos</strong><br><br>Embora a estética, a estrutura e a ideologia do cinema moderno tenham sido profundamente influenciadas pelos movimentos da Nouvelle Vague Francesa e por outros novos cinemas do pós-guerra, seus princípios continuaram presentes em diferentes momentos da história.<br><br>Um exemplo particularmente importante é a Nova Hollywood, especialmente o cinema produzido a partir do final dos anos 1960 e ao longo dos anos 1970.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/newhollywood.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="920" height="518" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/newhollywood-920x518.jpg" alt="" class="wp-image-41196" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/newhollywood-920x518.jpg 920w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/newhollywood-620x349.jpg 620w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/newhollywood-768x432.jpg 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/newhollywood.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os diretores da Nova Hollywood foram, em muitos casos, a primeira geração de cineastas americanos formada em universidades. Eles estudaram não apenas os grandes clássicos do cinema, mas também os realizadores e as teorias produzidas pelos movimentos cinematográficos europeus.<br><br>Assim, estavam familiarizados com a teoria do autor e aspiravam a ser autores eles mesmos. Enxergavam o cinema como um meio de expressão pessoal e, nesse sentido, carregavam uma forte influência do pensamento moderno.<br><br>No entanto, isso não os impediu de trabalhar dentro do sistema hollywoodiano.<br><br>Eles ainda precisavam responder às demandas do mercado, da indústria, dos estúdios e do espetáculo que Hollywood representava. E é justamente aí que surge uma das características mais interessantes dessa geração: sua capacidade de combinar os dois mundos.<br><br>Eles conseguiram produzir filmes com forte identidade autoral e, ao mesmo tempo, alcançar grandes públicos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/What-is-New-Hollywood-The-Revolution-of-1960s-and-70s-Hollywood-StudioBinder.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="920" height="518" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/What-is-New-Hollywood-The-Revolution-of-1960s-and-70s-Hollywood-StudioBinder-920x518.jpg" alt="" class="wp-image-41197" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/What-is-New-Hollywood-The-Revolution-of-1960s-and-70s-Hollywood-StudioBinder-920x518.jpg 920w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/What-is-New-Hollywood-The-Revolution-of-1960s-and-70s-Hollywood-StudioBinder-620x349.jpg 620w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/What-is-New-Hollywood-The-Revolution-of-1960s-and-70s-Hollywood-StudioBinder-768x432.jpg 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/10/What-is-New-Hollywood-The-Revolution-of-1960s-and-70s-Hollywood-StudioBinder.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br>É exatamente essa tensão que torna <strong>Star Wars </strong>um caso tão interessante.<br><br>George Lucas não criou apenas um produto de entretenimento. Ele também construiu uma obra profundamente marcada por suas referências cinematográficas, por suas escolhas estéticas e por sua visão particular de cinema.<br><br>Ao mesmo tempo, <strong>Star Wars </strong>nasceu dentro da lógica de Hollywood, foi concebido para alcançar grandes públicos e rapidamente se transformou em uma das maiores propriedades comerciais da indústria do entretenimento.<br><br>É justamente nessa aparente contradição — entre autor e indústria, arte e produto, expressão pessoal e entretenimento de massa — que reside uma das chaves para compreender não apenas <strong>Star Wars</strong>, mas também boa parte do cinema americano contemporâneo.<br><br>Feito toda a viagem de compreensão do papel da saga na historia do cinema, saber que um diretor protocolar como Jon Watts chega para abrir a franquia da saga em uma possível nova trilogia, seria dar para a saga um calibre baixo, uma marcha insuficiente para que engate algum produto ousado e demarque o espaço conquistado e que garanta a continuidade de mais obras serem realizadas. Este é o alerta que deixou críticos reticentes com o futuro da saga que já não é positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O que nos resta, é torcer que o roteiro de Simon Kimberg alcance um momento de inspiração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O Preço do Papelão: A Nova (e Bizarra) Loucura dos Colecionadores de Star Wars</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colecionismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Boba Fett Kenner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A demanda por action figures e brinquedos vintage explodiu de forma impressionante nos últimos anos. Seja porque os fãs mais velhos agora têm mais renda disponível ou pelo efeito cascata que a supervalorização de itens como cartas de Pokémon causou no mercado de colecionadores, o fato é que ter um pedaço do passado na estante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A demanda por action figures e brinquedos vintage explodiu de forma impressionante nos últimos anos. Seja porque os fãs mais velhos agora têm mais renda disponível ou pelo efeito cascata que a supervalorização de itens como cartas de Pokémon causou no mercado de colecionadores, o fato é que ter um pedaço do passado na estante virou um negócio sério. A linha clássica de brinquedos Star Wars da Kenner é, indiscutivelmente, uma das mais cobiçadas do planeta, com figuras ultrarraras — como o mítico Boba Fett com foguete de 1979 — sendo negociadas por cifras quase inimagináveis. Mas, como encontrar (e pagar por) esses bonecos está cada vez mais difícil, o mercado encontrou um novo e inusitado objeto de desejo: o material promocional das lojas.</p>



<span id="more-41070"></span>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Papelão que Vale Ouro</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender o nível da situação, basta olhar para um leilão recente no site especializado <a href="https://goldin.co/item/1979-kenner-star-wars-toy-center-shelf-talker-display-afa-nm-85y9yo2?queryId=eyJxdWVyeUlkIjoiM2Y5NDZiYjZhM2NhNWU3OWY0MGFmZWE1ZjFiODgwOTIiLCJjYXJkSW5kZXgiOjEwfQ%3D%3D">Goldin</a>. Um modesto display de prateleira &#8220;Star Wars Toy Center&#8221; da Kenner, datado de 1979, já ultrapassou a marca dos US$ 450. Não estamos falando de um diorama complexo ou de uma arte espetacular e cheia de detalhes. É literalmente uma placa de papelão dobrada que os lojistas usavam para enfeitar o corredor de brinquedos, contendo apenas os logotipos de Star Wars, do Toy Center, a marca da Kenner e uma silhueta minúscula de Luke e Leia do pôster original.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-64.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="919" height="517" src="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-64-919x517.png" alt="" class="wp-image-41071" srcset="https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-64-919x517.png 919w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-64-619x348.png 619w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-64-768x432.png 768w, https://sociedadejedi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-64.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 919px) 100vw, 919px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">É verdade que o item ostenta uma rigorosa nota de avaliação AFA NM+ 85 (indicando que a peça sobreviveu às décadas em estado impecável), mas no fim do dia, ainda é apenas a placa que servia para vender a atração principal. No mundo do colecionismo, porém, o valor é ditado pela paixão, e a paixão dos fãs de Star Wars não conhece limites.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde Isso Vai Parar?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você acha que desembolsar centenas de dólares por um enfeite de prateleira é loucura, saiba que o hiperespaço é bem mais profundo. No mês passado, outro display de papelão da Kenner foi arrematado por nada menos que US$ 22.636. É um valor que supera muitas das próprias action figures que ele anunciava! Em defesa do comprador, esse display milionário tinha um formato mais criativo e exibia fotos de 32 bonecos clássicos, ao contrário do modelo atual no Goldin, que traz apenas logotipos flutuando em um fundo preto estrelado. Ainda assim, ver lances fervendo a partir de um valor inicial de US$ 350 por um simples <em>shelf talker</em> deixa qualquer um boquiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a comunidade disputando até as propagandas de loja, é natural nos perguntarmos qual será o próximo alvo. Já vimos caixas vazias de bonecos e até caixotes de transporte genéricos de papelão pardo sendo vendidos por valores consideráveis. Se a tendência se mantiver, em breve teremos lances acalorados disputando os recibinhos de papel impressos em 1977 ou, quem sabe, as próprias prateleiras enferrujadas de antigas lojas de brinquedos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente de onde essa caçada nostálgica vá parar, é inegável o impacto eterno que a linha Kenner cravou na história do colecionismo. Talvez, daqui a um ano, essa modesta plaquinha de papelão já esteja valendo cinco vezes mais, provando que na galáxia de Star Wars, tudo tem o seu preço.</p>
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		<title>Arquitetura Espacial? O Bizarro (e Genial) Segredo Genético da Espécie de Yoda e Grogu</title>
		<link>https://sociedadejedi.com.br/2026/09/30/arquitetura-espacial-o-bizarro-e-genial-segredo-genetico-da-especie-de-yoda-e-grogu/</link>
		
		
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[The Mandalorian & Grogu]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê Yoda]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades Star Wars]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saudações, viajantes da galáxia! Bem-vindos a mais uma transmissão da Sociedade Jedi. Desde que um certo mestre verde e enrugado começou a revirar as rações de sobrevivência de Luke Skywalker nos pântanos de Dagobah lá em O Império Contra-Ataca, a espécie do Yoda se consolidou como um dos maiores e mais bem guardados mistérios de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Saudações, viajantes da galáxia! Bem-vindos a mais uma transmissão da Sociedade Jedi. Desde que um certo mestre verde e enrugado começou a revirar as rações de sobrevivência de Luke Skywalker nos pântanos de Dagobah lá em <em>O Império Contra-Ataca</em>, a espécie do Yoda se consolidou como um dos maiores e mais bem guardados mistérios de todo o universo Star Wars.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, achamos que Yoda fosse o último de sua espécie. Depois, a trilogia prequela nos apresentou a Mestra Yaddle (provando que eles também tinham cabelo). Mas foi só em 2019, com a chegada de <em>The Mandalorian</em>, que conhecemos a fofura suprema chamada Grogu — o eterno &#8220;Bebê Yoda&#8221;. O problema é que, como Grogu é uma criança (mesmo tendo 50 anos de idade nas costas), ainda não conseguimos extrair muitas respostas dele. Ele vai falar tudo invertido como o Yoda, ou normal como a Yaddle? A espécie inteira tem essa afinidade absurda com a Força? Ainda não sabemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o recente filme <em>The Mandalorian &amp; Grogu</em> entregou de bandeja um detalhe oficial sobre a biologia dessa espécie, e quase todo mundo deixou passar batido.</p>



<span id="more-41043"></span>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Instinto de Construir Cabanas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já assistiu ao filme, sabe que o coração quase parou na garganta naquela sequência angustiante em que Din Djarin é envenenado e fica à beira da morte. Para uma franquia que a Disney costuma manter segura para o público mais jovem, a cena foi brutal e mostrou um Grogu desesperado para salvar a vida de seu pai adotivo. E o que o pequeno faz para proteger Mando dos elementos e dos predadores locais enquanto ele se cura? Ele constrói uma pequena cabana de barro ao redor dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No calor da emoção narrativa, é muito fácil olhar para isso apenas como uma cena fofa de sobrevivência. Mas aquela cabana não foi um improviso bonitinho: foi uma conexão direta e profunda com Yoda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.polygon.com/the-mandalorian-and-grogu-vfx-interview/">Em uma entrevista recente ao <em>Polygon</em></a>, o supervisor de efeitos visuais de Star Wars, John Knoll, revelou que esse comportamento não foi ensinado, mas sim herdado. <em>&#8220;A capacidade de construir essas cabanas é algo que é memória genética, e é o instinto dele fazer isso&#8221;</em>, explicou Knoll.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que a icônica cabana de lama do Mestre Yoda em Dagobah não era apenas o resultado de um exílio com poucos recursos; construir pequenas cabanas de barro é literalmente um traço de DNA da espécie deles! É o equivalente biológico de um pássaro sabendo exatamente como tecer seu primeiro ninho sem nunca ter tido uma aula sobre isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ser uma curiosidade sensacional sobre o <em>lore</em> da franquia, a cena carrega um peso temático belíssimo. Como o próprio Knoll apontou, a mensagem central ali é sobre reciprocidade: o velho protege o jovem e, quando chega a hora, o jovem protege o velho. Mando passou anos carregando Grogu e sendo seu escudo contra a galáxia. Quando o caçador de recompensas sucumbiu ao veneno e ficou vulnerável, os instintos genéticos mais profundos de Grogu assumiram o controle para retribuir a proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda estamos morrendo de curiosidade para saber o nome oficial dessa espécie e se existem outros perdidos pela galáxia. Mas, por enquanto, é fascinante saber que um dos traços biológicos mais fortes dessas criaturas superpoderosas não é apenas a Força, mas sim o instinto de criar um teto seguro para quem eles amam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E vocês, o que acharam dessa revelação? Acham que um dia ainda vamos descobrir o nome do planeta natal dessa espécie ou o mistério é a melhor parte? Deixem a opinião de vocês nos comentários!</p>
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		<title>A Paz Acabou (e Ainda Bem!): Como Ahsoka Está Mudando a História de Star Wars</title>
		<link>https://sociedadejedi.com.br/2026/09/29/a-paz-acabou-e-ainda-bem-como-ahsoka-esta-mudando-a-historia-de-star-wars/</link>
		
		
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ahsoka]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Ahsoka 2ª Temporada]]></category>
		<category><![CDATA[continuidade Star Wars]]></category>
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		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars Legends]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saudações, viajantes das estrelas! Bem-vindos de volta à Sociedade Jedi. Hoje vamos falar sobre algo que todo fã de carteirinha já precisou aceitar com um sorriso no rosto: a continuidade na nossa galáxia muito, muito distante às vezes parece ter sido montada por um Jawa tentando consertar um hiperpropulsor às pressas. Basta olhar para o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Saudações, viajantes das estrelas! Bem-vindos de volta à Sociedade Jedi. Hoje vamos falar sobre algo que todo fã de carteirinha já precisou aceitar com um sorriso no rosto: a continuidade na nossa galáxia muito, muito distante às vezes parece ter sido montada por um Jawa tentando consertar um hiperpropulsor às pressas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta olhar para o passado para achar algumas inconsistências clássicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obi-Wan Kenobi sofrendo de amnésia seletiva ao cruzar com R2-D2 e C-3PO em Tatooine.</li>



<li>Luke Skywalker tentando se esconder do Império no planeta natal de Darth Vader&#8230; enquanto usa orgulhosamente o sobrenome &#8220;Skywalker&#8221;.</li>



<li>Ahsoka Tano misteriosamente ausente de absolutamente todos os grandes eventos da trilogia sequela.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mas agora, com a 2ª temporada de <em>Ahsoka</em> marcada para chegar no dia 20 de janeiro de 2027, estamos prestes a ver a franquia ir de encontro a um dos maiores elementos estabelecidos pelo Episódio VII: a suposta &#8220;era de paz&#8221;. E, surpreendentemente, isso é uma excelente notícia para nós.</p>



<span id="more-41028"></span>



<h3 class="wp-block-heading">A Ilusão da Nova República</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando <em>O Despertar da Força</em> chegou aos cinemas, o filme nos disse que a galáxia viveu cerca de três décadas de tranquilidade. Após <em>O Retorno de Jedi</em>, a assinatura de um tratado chamado Concordância Galáctica baniu o recrutamento de stormtroopers e encerrou a guerra. Para os leitores do antigo Universo Expandido (o atual <em>Legends</em>), isso soou muito estranho, já que, nos livros, a queda do Império foi uma bagunça violenta que levou anos para ser resolvida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o novo trailer de <em>Ahsoka</em> acaba de jogar essa &#8220;paz&#8221; no compactador de lixo da Estrela da Morte.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Retorno do Grande Almirante</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As cenas da nova temporada deixam claro que a galáxia está tudo, menos pacífica. O Grande Almirante Thrawn aparece no centro de uma guerra em grande escala contra a Aliança Rebelde/Nova República. Vê-lo comandar os remanescentes do Império em batalhas diretas é exatamente o que os fãs do <em>Legends</em> sempre quiseram ver na tela. O <em>retcon</em> (continuidade retroativa) aqui é inegável: a paz da Nova República era, na verdade, uma guerra colossal sendo lutada nos bastidores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por Que Esse Retcon é a Nossa Nova Esperança</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, quando uma franquia ignora suas próprias regras, o resultado é frustração. Mas desta vez, a decisão é perfeita. A recepção mista da trilogia sequela tornou a exploração daquele período futuro um terreno espinhoso para os roteiristas — tanto que, fora o vindouro <em>Star Wars: Starfighter</em>, os projetos recentes se passam todos antes de <em>A Ascensão Skywalker</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a galáxia estivesse realmente em paz por 30 anos, teríamos três décadas de pura burocracia senatorial para assistir. Trazer a guerra de volta aumenta as apostas da 2ª temporada de <em>Ahsoka</em>, dá aos membros reunidos da tripulação da <em>Ghost</em> missões vitais para executar, e cimenta Thrawn como o antagonista formidável que a franquia precisa no momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Dave Filoni no comando, é natural que ele expanda o universo através dos personagens que ajudou a criar. E convenhamos: a franquia se chama Star <em>Wars</em>; ela sempre funciona muito melhor quando as estrelas estão, de fato, em guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual outra ponta solta ou aparente &#8220;furo&#8221; no cânone da franquia vocês gostariam que fosse consertado nos próximos projetos?</p>
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		<title>O Fim do Vale da Estranheza: Por Que Star Wars Precisa (e Deve) Escalar Novos Atores para o Trio Original</title>
		<link>https://sociedadejedi.com.br/2026/09/28/o-fim-do-vale-da-estranheza-por-que-star-wars-precisa-e-deve-escalar-novos-atores-para-o-trio-original/</link>
		
		
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ahsoka 2ª Temporada]]></category>
		<category><![CDATA[CGI Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Filoni.]]></category>
		<category><![CDATA[Disney plus]]></category>
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		<category><![CDATA[Princesa Leia]]></category>
		<category><![CDATA[recast Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian Stan]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Jedi]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Expandido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saudações, viajantes da galáxia! Quer você seja um Mestre Jedi que assistiu à trilogia original nos cinemas de rua, ou um jovem Padawan que acabou de embarcar na franquia pelo Disney+, seja bem-vindo a mais uma reflexão aqui na Sociedade Jedi. Puxe uma cadeira na cantina (cuidado com os caçadores de recompensa) e vamos falar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Saudações, viajantes da galáxia! Quer você seja um Mestre Jedi que assistiu à trilogia original nos cinemas de rua, ou um jovem Padawan que acabou de embarcar na franquia pelo Disney+, seja bem-vindo a mais uma reflexão aqui na Sociedade Jedi. Puxe uma cadeira na cantina (cuidado com os caçadores de recompensa) e vamos falar sobre o bantha na sala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que mais e mais projetos de Star Wars saem a cada ano, uma única coisa parecia ser intocável: a escalação dos nossos heróis clássicos. E, olha, dá para entender perfeitamente o lado dos fãs mais antigos. Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford não são apenas atores; eles são os pilares da cultura pop que definiram o que Star Wars significa para milhões de pessoas. Ver qualquer outra pessoa calçando as botas de Han ou empunhando o sabre verde de Luke sempre soou como um sacrilégio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os três retornaram para a trilogia de sequências, fez todo o sentido. Eles tinham a idade apropriada para passar o bastão (ou o sabre) para a nova geração. No entanto, quanto mais a franquia mergulha naquele período nebuloso entre <em>O Retorno de Jedi</em> e <em>O Despertar da Força</em>, mais Luke Skywalker, Leia Organa e Han Solo ameaçam dar as caras. E, honestamente? Já passou da hora de a Lucasfilm considerar um <em>recast</em> definitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ficou gritante após o lançamento do trailer oficial da 2ª temporada de <em>Ahsoka</em>. O caminho que a história está tomando ficaria absurdamente incompleto sem a presença de, no mínimo, um dos nossos heróis originais. Escalar novos atores não é mais um &#8220;talvez&#8221;, é o único caminho sustentável para o futuro da franquia.</p>



<span id="more-41026"></span>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Conflito de Ahsoka Precisa de Leia Organa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se julgarmos pelos eventos do final da primeira temporada de <em>Ahsoka</em> e pelas cenas do novo trailer, a guerra será o prato principal. Embora muito foco seja dado a Ahsoka e Sabine presas em outra galáxia, o Grande Almirante Thrawn é claramente o antagonista que vai dar dor de cabeça para todo mundo. Ele está pronto para liderar os remanescentes do Império contra a Nova República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Thrawn é um gênio tático militar, e vê-lo em batalhas campais e espaciais será um espetáculo à parte. Mas aqui está o problema: se ele vai bater de frente com a Nova República, ele <em>precisa</em> cruzar o caminho de Leia Organa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há como contar uma história de conflito galáctico em grande escala entre a Nova República e o que restou do Império sem envolver a Leia. Essa época é o auge de seu poder político. A trilogia sequela estabeleceu firmemente que ela foi a fundadora e general da Resistência, e livros excelentes como <em>Star Wars: Marcas da Guerra (Bloodline)</em> mostram Leia navegando no ninho de cobras que é o Senado Galáctico. Todas essas histórias provam sua proeminência como líder. Seria no mínimo bizarro tê-la ausente de uma guerra direta contra Thrawn e seu exército.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª temporada de <em>Ahsoka</em> precisa incluir a Leia de alguma forma. E para isso, eles precisam trazer uma atriz de carne e osso. Usar CGI ou truques digitais para cenas completas e diálogos profundos seria constrangedor. Já foi um pouco distrativo para uma única cena em <em>Rogue One</em>, e fazer isso por episódios inteiros seria um teste de paciência para os nossos olhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Trio Original Deve Ganhar Novos Rostos (e Está Tudo Bem!)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da franquia está disparando para todos os lados. Sabemos sobre <em>Ahsoka</em> 2ª Temporada, <em>Starfighter</em>, e <em>Maul: Shadow Lord</em> 2ª Temporada, além de rumores fortíssimos sobre o filme de Dave Filoni que vai amarrar todo o &#8220;Mandoverso&#8221;. Se esse filme acontecer, é quase certeza que teremos mais Luke Skywalker.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o uso do Luke nessa era até agora dividiu opiniões. Por mais que a tecnologia de rejuvenescimento e o deepfake tenham impressionado no início, a falta de expressão facial e a sensação de estarmos assistindo a um boneco de cera falante podem quebrar a imersão. Muitos fãs já sugeriram que o próprio dublê de corpo de Luke, Graham Hamilton — que é um ator treinado na Juilliard —, assuma o papel de vez. Outros imploram por Sebastian Stan, que é praticamente um clone do jovem Mark Hamill.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, Han Solo é um personagem que se safou dessa maldição digital e foi de fato reescalado em <em>Solo: Uma História Star Wars</em>. Embora o desempenho de Alden Ehrenreich tenha sido alvo de críticas na época (injustas, se me perguntarem), ele foi sólido. E Donald Glover? Foi absolutamente excelente como o jovem Lando Calrissian. Ambas as opções provaram ser infinitamente melhores e mais humanas do que efeitos especiais tentando emular a alma de um ator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Luke, Leia e Han precisam aparecer nos próximos projetos por motivos lógicos da narrativa, o melhor a fazer é respirar fundo e passar a tocha. Ter alguém novo interpretando a Leia na 2ª temporada de <em>Ahsoka</em> seria a faísca perfeita para iniciar uma nova e próspera era de <em>recasts</em> na galáxia. Não vai ser fácil no começo, mas para o bem das histórias que tanto amamos, é a nossa única esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E vocês, o que acham? Quem vocês escalariam para viver nosso trio de ouro hoje em dia? Deixem aí nos comentários!</p>
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		<title>Crônicas de Vos | O Império do Plástico e a Eterna Batalha dos Skywalkers</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas do Vos]]></category>
		<category><![CDATA[Bonecos Kenner 1978]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedos Clássicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É domingo de manhã. O café recém-passado esfria na xícara enquanto rolo o feed de notícias, e me pego pensando em como o tempo é uma força curiosa. Mais de quatro décadas se passaram desde que Darth Vader cortou a mão de Luke Skywalker na Cidade das Nuvens e soltou a revelação que mudaria a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">É domingo de manhã. O café recém-passado esfria na xícara enquanto rolo o feed de notícias, e me pego pensando em como o tempo é uma força curiosa. Mais de quatro décadas se passaram desde que Darth Vader cortou a mão de Luke Skywalker na Cidade das Nuvens e soltou a revelação que mudaria a cultura pop para sempre. Naquela época, o embate era por galáxias e almas. Hoje, a arena é outra: as exclusivas casas de leilão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na recente venda da <em>Heritage Auctions</em>, o passado voltou a ditar as regras do universo. Figuras clássicas da Kenner de 1978, lacradas em suas icônicas embalagens <em>12-Back C</em>, foram o centro das atenções. Para quem não é da época das prateleiras abarrotadas no fim dos anos 70, esses são os tesouros sagrados do colecionismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era a chance de uma revanche para o garoto de Tatooine. Mas, assim como nas telonas, o Lado Sombrio falou mais alto em formato de plástico e papelão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Darth Vader (AFA 80):</strong> O grande campeão, ostentando sua capa de vinil original e o cobiçado sabre de luz telescópico, foi arrematado por sonoros US$ 10.000.</li>



<li><strong>Luke Skywalker (AFA 75):</strong> O herói fazendeiro ficou muito para trás, vendido por US$ 4.625. Uma derrota amarga, custando menos da metade do valor do Lorde Sith.</li>
</ul>



<span id="more-41022"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem acompanha esses eventos, Vader ser o &#8220;Santo Graal&#8221; não é exatamente uma surpresa — exceto quando um raríssimo Boba Fett entra na sala. O que realmente me fez sorrir neste leilão foi ver de onde veio a verdadeira ameaça ao reinado Sith.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma figura da Princesa Leia, com a mesma nota 75 de Luke, disparou nos lances e alcançou impressionantes US$ 9.375. Um amassadinho a menos na caixa e ela teria desbancado o pai sem precisar de um blaster. Enquanto isso, o resto da galáxia comeu poeira: lendas como Han Solo, Obi-Wan Kenobi e R2-D2 não conseguiram romper a barreira dos US$ 4.000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que tudo isso nos ensina neste domingo reflexivo? Que Star Wars é uma máquina movida a nostalgia e paixão. Mesmo com tropeços pontuais nas bilheterias — como vimos mais cedo neste ano com o desempenho morno de <em>The Mandalorian &amp; Grogu</em> —, o poder do merchandising permanece inabalável. O plástico que brincávamos no tapete da sala virou ouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A galáxia pode estar em constante expansão com novas séries e filmes, mas os clássicos sempre terão seu lugar cativo e milionário no pódio. Isso nos faz pensar: que outros tesouros perdidos da nossa infância ainda aguardam em caixas de papelão esquecidas no sótão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você pudesse ter apenas um desses bonecos originais da Kenner de 1978 na sua estante hoje, qual personagem escolheria e por quê?</p>
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		<title>Nostalgia vs. Inovação: Dave Filoni, George Lucas e o Verdadeiro Futuro de Star Wars</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Iger]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Filoni]]></category>
		<category><![CDATA[futuro de Star Wars]]></category>
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		<category><![CDATA[Trilogia Original]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saudações, membros da Sociedade Jedi! Peguem um assento no Holoprojetor porque a conversa de hoje toca no próprio núcleo de energia da nossa saga. O futuro de Star Wars está em pleno movimento. Temos pela frente marcos de peso: o relançamento do corte original de Uma Nova Esperança, a 2ª temporada de Ahsoka e o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Saudações, membros da Sociedade Jedi! Peguem um assento no Holoprojetor porque a conversa de hoje toca no próprio núcleo de energia da nossa saga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro de Star Wars está em pleno movimento. Temos pela frente marcos de peso: o relançamento do corte original de <em>Uma Nova Esperança</em>, a 2ª temporada de <em>Ahsoka</em> e o aguardado <em>Starfighter</em>, comandado por Shawn Levy. Mas, se olharmos além desse horizonte imediato, até o Mestre Yoda teria dificuldade em enxergar o que vem depois. Com o ritmo das séries live-action desacelerando e o calendário cinematográfico dos próximos anos ainda em aberto, a grande questão no ar é: qual rumo a franquia deve tomar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, Dave Filoni deu uma pista clara sobre a sua linha de pensamento durante um painel da D23. A proposta dele é direta: criar produções direcionadas para cada &#8220;tribo&#8221; da base de fãs — um projeto para a turma da Trilogia Clássica, outro para quem cresceu com as <em>Prequels</em>, algo para os apaixonados por <em>The Clone Wars</em> e histórias para os defensores das <em>Sequels</em>. À primeira vista, parece uma tática diplomática e justa para agradar a todos. O problema? Essa abordagem é o oposto do que George Lucas faria.</p>



<span id="more-41020"></span>



<h3 class="wp-block-heading">A Lição Esquecida de George Lucas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender esse dilema, vale resgatar uma passagem marcante do livro <em>The Ride of a Lifetime</em>, biografia do ex-CEO da Disney, Bob Iger. Ele relembra a reação de George Lucas ao assistir a uma exibição fechada de <em>O Despertar da Força</em>. Lucas não escondeu o desapontamento e soltou: <em>&#8220;Não há nada de novo&#8221;</em>. Para ele, cada produção precisava obrigatoriamente apresentar novos mundos, novas tecnologias e narrativas inéditas, em vez de reciclar fórmulas conhecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é aqui que mora o contraste: enquanto a visão atual tende a olhar pelo retrovisor para afagar nichos estabelecidos, Lucas sempre arriscou tudo para criar algo completamente novo e, quase sempre, controverso no início.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando criou as <em>Prequels</em>, ele redefiniu a mitologia com a profecia do Escolhido e os meandros políticos da República.</li>



<li>Quando desenvolveu a animação <em>The Clone Wars</em>, subverteu a dinâmica estabelecida ao apresentar Ahsoka Tano e recontar a trajetória de Anakin sob uma perspectiva inédita.</li>



<li>Em cada trilogia, ele aceitou correr o risco de chocar o público adulto da época porque o objetivo final não era alimentar a nostalgia de quem já era fã, mas sim encantar a imaginação das crianças daquela nova geração.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Para Quem Star Wars Deve Existir?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A era moderna de Star Wars sob o guarda-chuva da Disney construiu momentos incríveis apoiados no afeto pelo passado, mas a nostalgia pura tem um teto. O grande legado da saga nunca foi o conforto do conhecido, e sim a ousadia. Foi a coragem de transformar uma jornada clássica de aventura em uma tragédia geracional com o choque de <em>&#8220;Eu sou seu pai&#8221;</em> em <em>O Império Contra-Ataca</em>, e depois coroar tudo com o tema do perdão e da redenção em <em>O Retorno de Jedi</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como fãs que acompanham essa história desde os seus primeiros passos, que devoram livros do antigo Universo Expandido e aprenderam a amar cada nova era, é preciso reconhecer uma verdade simples: se a franquia pertencer apenas à memória de quem já está aqui, ela envelhece junto com o público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a chama continue viva por mais meio século, Star Wars precisa pertencer às crianças de hoje. Ela precisa de novas aventuras, novos heróis e conceitos nunca antes explorados que façam os jovens de dez anos olharem para o céu noturno com o mesmo brilho nos olhos que tivemos no passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, o que pensa sobre esse equilíbrio? Acredita que a franquia deve focar em agradar aos fãs veteranos com as eras que já conhecemos ou é hora de saltar no hiperespaço rumo a histórias 100% inéditas? Deixe sua opinião nos comentários e que a Força esteja com vocês, sempre!</p>
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		<title>A Caçada por Ben Solo: O Épico Cancelado e as Escolhas Bizarras da Disney</title>
		<link>https://sociedadejedi.com.br/2026/09/25/a-cacada-por-ben-solo-o-epico-cancelado-e-as-escolhas-bizarras-da-disney/</link>
		
		
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Solo]]></category>
		<category><![CDATA[Dhar Mann Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes Cancelados Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Kylo Ren]]></category>
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		<category><![CDATA[Steven Soderbergh]]></category>
		<category><![CDATA[The Hunt for Ben Solo]]></category>
		<category><![CDATA[Trilogia Sequels]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saudações, membros da Sociedade Jedi! Peguem seus sabres de luz e respirem fundo, porque a transmissão de hoje na nossa rede holográfica tem uma daquelas histórias que misturam esperança, decepção e muita confusão corporativa. Lembra quando A Ascensão Skywalker chegou aos cinemas e vimos Ben Solo dar seu último suspiro após redimir a si mesmo? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Saudações, membros da Sociedade Jedi! Peguem seus sabres de luz e respirem fundo, porque a transmissão de hoje na nossa rede holográfica tem uma daquelas histórias que misturam esperança, decepção e muita confusão corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembra quando <em>A Ascensão Skywalker</em> chegou aos cinemas e vimos Ben Solo dar seu último suspiro após redimir a si mesmo? Para muitos, aquele era o ponto final definitivo (e divisivo) para o último herdeiro da linhagem Skywalker. E, para completar, Adam Driver parecia ter deixado a galáxia muito, muito distante no espelho retrovisor. Mas, como sempre, havia uma reviravolta na Força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado, Driver revelou que estava trabalhando em um roteiro para um filme de continuação chamado <strong>The Hunt for Ben Solo</strong> (A Caçada por Ben Solo). A premissa sugeria que havia muito mais a ser explorado com o personagem — algo que boa parte do fandom vem gritando aos quatro ventos desde 2019.</p>



<span id="more-41018"></span>



<h3 class="wp-block-heading">O Sonho que Quase Foi Realidade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia não era apenas um rascunho em um guardanapo na cantina de Mos Eisley. Adam Driver estava pronto para estrelar, o aclamado diretor Steven Soderbergh estava a bordo para comandar a produção, e a própria Lucasfilm apoiava o roteiro! Seria a oportunidade perfeita para consertar algumas pontas soltas da trilogia sequel e trazer de volta um dos personagens mais complexos e elogiados dessa nova era.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, a empolgação durou menos que uma corrida de Pods. No mesmo fôlego, Driver revelou que a Disney vetou o projeto. A notícia, claro, caiu como um tiro de blaster no peito dos fãs, que imediatamente iniciaram campanhas online implorando para que o estúdio salvasse o filme. Até agora, no entanto, essas preces parecem ter se perdido no vácuo do espaço.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A Parceria que Deixou a Galáxia Confusa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O que torna o cancelamento de <em>The Hunt for Ben Solo</em> um verdadeiro quebra-cabeça Jedi é o que a Disney decide aprovar em seu lugar. Enquanto uma ideia que parecia ter sucesso garantido é engavetada, o estúdio acaba de anunciar uma parceria com a <strong>Dhar Mann Studios</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o <em><a href="https://deadline.com/2026/08/disney-dhar-mann-studios-deal-1237047179/">Deadline</a></em>, a Casa do Mickey fechou um acordo para produzir pelo menos 20 episódios de conteúdo focado em crianças e adolescentes com o criador de vídeos altamente dramatizados (e frequentemente criticados) da internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação do público? Digamos que o lado negro da Força tomou conta dos comentários. Nas redes sociais, as reações foram de &#8220;Esses vídeos são constrangedores, péssima decisão de negócios&#8221; a &#8220;A Disney talvez seja o estúdio mais perdido de todos os tempos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro, um projeto infantil e um blockbuster de Star Wars têm escalas e orçamentos completamente diferentes. Ninguém está dizendo que um roubou o orçamento do outro. Mas, do ponto de vista do fã, isso levanta uma questão muito válida sobre como a alta cúpula toma suas decisões. O que recebe luz verde e o que é jogado no compactador de lixo da Estrela da Morte?</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, a ideia de ver Adam Driver reprisando seu papel com a direção de Soderbergh é o tipo de risco criativo que a franquia precisa desesperadamente. Saber que o roteiro existe, mas está trancado em alguma gaveta corporativa, é frustrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, o que acha de tudo isso? Iria aos cinemas assistir a <em>A Caçada por Ben Solo</em>? E o que achou das novas prioridades da Disney? Deixe sua opinião nos comentários e que a Força esteja com vocês!</p>
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