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	<title>João Correia</title>
	
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	<description>Online Marketer</description>
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		<title>O marketing além das redes sociais</title>
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		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/marketing-alem-das-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 10:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>
		<category><![CDATA[Social Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Phillipp Kotler o Marketing tem evoluído ao longo do tempo em três versões1: Marketing 1.0 focado no produto; Marketing 2.0 no consumidor; e Marketing 3.0 nos stakeholders2 e numa cultura de valores com um elevado sentido de missão. A evolução tecnológica e a Internet vieram facilitar a comunicação e a colaboração dentro da sociedade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Phillipp Kotler o Marketing tem evoluído ao longo do tempo em três versões<sup>1</sup>: <strong>Marketing 1.0 </strong>focado no produto; <strong>Marketing 2.0</strong> no consumidor; e <strong>Marketing 3.0</strong> nos stakeholders<sup>2 </sup>e numa cultura de valores com um elevado sentido de missão.</p>
<p>A evolução tecnológica e a Internet vieram facilitar a comunicação e a colaboração dentro da sociedade. Hoje, milhões partilham conhecimento e doam o seu tempo a projetos como a Wikipedia, software open source ou a causas sociais e ambientais.</p>
<p>O mundo mudou e a Internet foi um dos principais catalisadores. Vivemos na era da participação, transparência, colaboração e da livre circulação de informação. O poder das massas cresceu como nunca antes.</p>
<p><span id="more-1199"></span></p>
<h2>A versão do marketing e a Internet</h2>
<p>O aparecimento da Internet e das <strong>redes sociais</strong> originou a abertura de novos canais de comunicação. No entanto, a maioria das marcas e empresas não estava preparada para comunicar neste novo canal sob os novos paradigmas que a Internet impõe: autenticidade, transparência e respeito.</p>
<p>A marca/empresa <strong>Marketing 1.0</strong> ignora as redes sociais. O focus está centrado no  produto. Não tem uma cultura de valores orientada ao cliente e a falta de compreensão dos novos paradigmas da comunicação foram e continuarão a ser a causa de inúmeros “pesadelos” de relações públicas.</p>
<p>A marca/empresa <strong>Marketing 2.0</strong> vê a Internet e as <strong>redes sociais</strong> como um ambiente rico em potenciais consumidores. O interesse é maioritariamente económico e desprovido de valores ou sentido de missão para com os restantes stakeholders.</p>
<p>Estas empresas só pensam no cliente, com o qual promovem uma comunicação unidirecional. Não se trata verdadeiramente de diálogo mas de um monólogo com respostas “enlatadas”. Não existe colaboração entre stakeholders.</p>
<p><img title="Marketing 2.0" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2011/10/monologo.gif" alt="" width="195" height="201" /></p>
<p>A marca/empresa <strong>Marketing 3.0</strong> usa a Internet e as redes sociais para facilitar a conversação e colaboração com e entre os seus stakeholders. <strong>Os stakeholders são clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros, acionistas e a sociedade em geral</strong>. O objetivo não é o lucro acima de tudo mas a promoção de uma atividade sustentável que promova o bem-estar de todos.</p>
<p>Esta marca/empresa estimula a comunicação many-to-many, como uma rede P2P em que todos comunicam entre si; dialoga com respeito, autenticidade e de uma forma coerente em todos os canais de comunicação.</p>
<p>A informação flui livremente entre stakeholders, ajudando a criar colaboração no seio da comunidade.</p>
<p>Os stakeholders entreajudam-se e a empresa incorpora informação da comunidade no desenvolvimento de produto.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-1207" title="Marketing 3.0" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2011/10/multi-e1317567739260.gif" alt="" width="195" height="201" /></p>
<h2>A era da transparência, respeito e autenticidade</h2>
<p>A Internet democratizou a produção de informação e fomentou a colaboração entre stakeholders. Estes exigem uma crescente transparência, autenticidade e coerência de marcas e empresas.</p>
<p>Cabe a cada marca/empresa definir a versão do marketing com que mais se identifica.</p>
<p>Empresas como a Starbucks, Patagonia, SouthWest Airlines, IKEA, Caterpillar, entre outras, adoptaram o <strong>Marketing 3.0</strong>, um modelo baseado na satisfação de todos os stakeholders, sentido de missão, autenticidade, respeito, transparência e cultura de valores. Tornaram-se empresas altamente rentáveis<sup>3</sup> e com elevados níveis de satisfação para todos os stakeholders.</p>
<h2>Promover a colaboração</h2>
<p>No início de Julho de 2011 foi lançado o Google+. Após 24 dias contava já com 20 milhões de utilizadores e será no futuro mais uma rede social a ter em conta. O aumento do número de canais de comunicação traz vários desafios:</p>
<ul>
<li><strong>Aumento da dificuldade na gestão e custos de monitorização</strong>
<ul>
<li>O número crescente de redes sociais aumenta a complexidade da gestão desses mesmos canais, exigindo know-how técnico especializado, atualização constante e custos acrescidos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Dispersão e desaproveitamento da informação</strong>
<ul>
<li>A wall do Facebook ou a timeline do Twitter são efémeras, não foram concebidas para suportar conhecimento: a informação apenas está disponível num curto período temporal e não é reaproveitada pela comunidade para se auto-suportar ou servir de referência no futuro.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Dificuldade na identificação/segmentação </strong>
<ul>
<li>A dispersão de informação não favorece a identificação dos stakeholders e uma comunicação personalizada.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>O Facebook, Twitter ou Google+ são plataformas em que a informação tem por defeito uma duração temporal muito limitada. O sumo da comunicação entre stakeholders perde-se ao fim de poucas horas.</p>
<p>As BBS e os fóruns foram pioneiros na criação de comunidades colaborativas ao permitir a comunicação entre membros à volta de um tema organizado por tópicos e sem prazo de validade.</p>
<p>Hoje existem plataformas pensadas especificamente para empresas que procuram dialogar num ambiente colaborativo com os seus stakeholders (<strong>Marketing 3.0)</strong>. O<strong> </strong><a title="Get Satisfaction" href="http://getsatisfaction.com/success-stories/"><strong>Get Satisfaction</strong></a><strong> </strong>é uma dessas plataformas.</p>
<p>Numa comunidade colaborativa promove-se um espaço de diálogo onde os stakeholders não só se ajudam mutuamente, como contribuem para melhorar os produtos/serviços de que tanto gostam, através de críticas, sugestões ou ideias.</p>
<p>No entanto, a adoção de uma plataforma não é por si só suficiente para criar uma comunidade colaborativa: o marketing 3.0 não é apenas parecer, é ser.</p>
<p>É preciso autenticidade, transparência, respeito, coerência e um forte sentido de missão em prol de todos os stakeholders.</p>
<p><strong>E você, que versão do marketing pratica?</strong></p>
<p><em>“Seja autêntico e respeite os seus stakeholders, crie um espaço de diálogo e colaboração.” – João Correia</em></p>
<p><small> 1. Philip Kotler, Hermawan Kartajaya, Iwan Setiawan – <em>Marketing 3.0: From Products to Customers to the Human Spirit – </em>Wiley 2010<br />
2. R. Edward Freeman – <em>Stakeholder Theory: The State of the Art</em><em> </em>– Cambridge University Press 2010.<br />
3. Raj Sisodia, Jag Sheth, David B. Wolfe – <em>Firms of Endearment: How World-class Companies Profit from Passion and Purpose”</em> – Prentice Hall 2007</small></p>
<p><small><em>Artigo elaborado para o </em><em><a href="http://www.mktportugal.com/" rel="nofollow">Marketing Portugal</a>, </em><em>Outubro 2011.</em></small></p>
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		<item>
		<title>ZMOT, Zero Moment of Truth</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/oadQHr6rlTw/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/videos/zmot-zero-moment-of-truth/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 23:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Internet desempenha hoje um papel fundamental no processo de decisão dos consumidores. O ZMOT &#8211; Zero Moment of Truth descreve esse novo modelo. www.zeromomentoftruth.com “When consumers hear about a product today, their first reaction is ‘Let me search online for it.’ And so they go on a journey of discovery: about a product, a service, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet desempenha hoje um papel fundamental no processo de decisão dos consumidores. O <strong>ZMOT &#8211; Zero Moment of Truth</strong> descreve esse novo modelo.<br />
<a href="http://www.zeromomentoftruth.com" target="_blank">www.zeromomentoftruth.com</a></p>
<blockquote><p>“When consumers hear about a product today, their first reaction is ‘Let me search online for it.’</p>
<p>And so they go on a journey of discovery: about a product, a service, an issue, an opportunity.</p>
<p>Today you are not behind your competition. You are not behind the technology. You are behind your consumer.”</p>
<p><em>— Rishad Tobaccowala Chief Strategy &amp; Innovation Officer VivaKi</em></p></blockquote>
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		<item>
		<title>Promover uma cultura de medição e performance</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/01TYIU9SOD8/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/promover-uma-cultura-de-medicao-e-performance/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 13:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[A cultura portuguesa está pouco orientada à medição e à performance. Alguns exemplos: A falta de rigor e má gestão das finanças do Estado levou o país à beira da falência. Não se conhecem os números precisos, nem existem responsáveis. Gestores de empresas públicas deixaram acumular milhões de euro de passivo e continuam incólumes nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cultura portuguesa está pouco orientada à medição e à performance. Alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>A falta de rigor e má gestão das finanças do Estado levou o país à beira da falência.</li>
<li>Não se conhecem os números precisos, nem existem responsáveis.</li>
<li>Gestores de empresas públicas deixaram acumular milhões de euro de passivo e continuam incólumes nos seus cargos.</li>
<li>A taxa de desemprego é 10% ou 15%? Os critérios de medição são uma “zona cinzenta” onde não há clareza nem rigor.</li>
<li>Os números das greves nunca batem certo, com sindicatos e Governo a defenderem sempre números bem diferentes.</li>
</ul>
<p><strong>Face a tudo isto, haverá espaço na sociedade portuguesa para uma cultura de medição orientada à performance?</strong></p>
<p><span id="more-1139"></span><img class="size-medium wp-image-1174 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Cultura da Medição Marketing Online" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2011/05/2929861461_0d4c5996a1-252x300.jpg" alt="" width="204" height="243" />Por uma questão cultural o povo português parece ser portador do gene da “zona cinzenta”.</p>
<p>No seu todo, são os portugueses os principais prejudicados por esta cultura anti-medição e anti-rigor. O resultado é a falta de responsabilização que assola todos os sectores da nossa sociedade.</p>
<p>A “zona cinzenta” é como que um deserto onde todos vivemos, onde se aponta para o vazio e se atiram frases ao vento que o tempo se encarrega de contradizer: Portugal está em crescimento e a recuperar da crise; as finanças estão de plena saúde; o desemprego está a diminuir, etc.</p>
<p>A realidade, essa ninguém a conhece! Pelo menos o povo que vive sob o calor abrasador do deserto e cuja prioridade é encontrar o que comer e beber nos intervalos da bola e da telenovela.</p>
<p>Por estar ligado a um meio digital, o online, e pela minha profissão estar intimamente relacionada com a performance, custa-me ver o desaproveitamento de recursos materiais e humanos, e a falta de cultura de medição e rigor que assola a nossa sociedade.</p>
<p>Pensando que a mudança começa em nós mesmos e nos contextos em que nos movimentamos, neste artigo sugiro algumas orientações-chave sobre como promover uma cultura de medição e melhoria contínua da performance do canal web.</p>
<h2>Definição de objectivos e indicadores de performance (KPIs)</h2>
<p>Ter um website orientado ao negócio pode ser mais ou menos importante consoante o negócio, em alguns casos é crítico, noutros nem por isso.</p>
<p>Se o website da <strong>Galp</strong> estiver offline durante uma semana, isso não afectaria consideravelmente as vendas, já no caso da <strong>Pixmania</strong>, isso teria um impacto financeiro bastante real!</p>
<p>Importa então definir objectivos e perceber a importância do website para o nosso negócio.</p>
<p>Reflicta sobre a seguinte questão:</p>
<blockquote><p><strong>Se estivesse a pagar por cada visitante do seu site, que acções gostaria que essa pessoa tomasse?</strong></p></blockquote>
<p><em>Exemplo: Gostaria que os visitantes do meu website se mostrassem impressionados pelo meu portfólio e usassem o formulário de contacto ou o telefone para pedir um orçamento.</em></p>
<p><em> </em><strong>Quantas acções consegue encontrar?</strong></p>
<p>O ideal será não pensar sobre este assunto sozinho: trabalhe com os vários departamentos da sua empresa e veja como cada um deles consegue encontrar diferentes respostas!</p>
<p>O seu parceiro para a web irá então ajudá-lo a definir objectivos com base na identificação destas acções, sugerindo os respectivos indicadores de performance (KPIs), e apoiá-lo no desenvolvimento e implementação de uma estratégia de medição adequada.</p>
<h2>A análise</h2>
<p><strong>Se o/a colocassem como operador de um ecógrafo para analisar uma familiar grávida, confiaria na sua capacidade de interpretação da ecografia?</strong></p>
<p>Olhar sozinho para as estatísticas, seja na forma de gráficos ou tabelas, não lhe permite retirar a mesma informação que um analista web. À semelhança da ecografia, o resultado final da análise deverá ser um documento elaborado pelo analista, onde este interpreta os KPIs e/ou outros dados do tráfego do seu website, e sugere medidas que visam a melhoria da performance orientada ao seu negócio.</p>
<p>Na relação com o analista, é vital a troca de informação sobre as actividades do negócio pois quanto mais informação fornecer sobre as suas actividades, melhor e mais valiosa será a análise.</p>
<p><strong>Exemplo de uma análise</strong></p>
<ul>
<li>Apresento uma lista dos 10 piores portfólios na captação de contactos. Sugiro que sejam substituídos por outros ou as suas fotografias/textos revistos.</li>
<li>A taxa de abandono do tráfego pago está em 70% quando no tráfego natural é de 30%. As keywords/anúncios/landing pages necessitam de ser revistas com urgência.</li>
<li>Este mês existiu um grande número de páginas não encontradas para o url: http://domain1.com/campanha1 que resultaram de um anúncio de imprensa que saiu com o URL errado. Observando-se esse acréscimo logo nos primeiros dias, o problema foi corrigido fazendo um redireccionamento para o URL correcto: http://domain1.com/campanha2.</li>
</ul>
<h2>Conclusões</h2>
<p>Definir objectivos e uma estratégia para os medir é essencial à cultura da performance.</p>
<p>O processo de definição dos objectivos e estratégia deve iniciar-se preferencialmente na fase de projecto, antes de quaisquer gráficos ou funcionalidades.</p>
<p>O analista web tem um papel principal no delinear da estratégia e na interpretação dos dados. A análise vai fornecer-lhe insights e recomendações que visam aumentar a performance do canal web e o valor que este acrescenta ao seu negócio.</p>
<p><strong>Quando foi a última vez que tomou uma acção para melhorar a performance do seu website ?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><em>Artigo elaborado para o </em><em><a rel="nofollow" href="http://www.mktportugal.com/">Marketing Portugal</a>, </em><em>30 Maio 2011.<br />
Foto: <a title="Tiffany" rel="nofollow" href="http://www.flickr.com/photos/tiffanyday/" target="_blank">Tiffany</a></em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/joaocorreia/~4/01TYIU9SOD8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Long Tail como base estratégica do Search Engine Marketing</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/skuTujlAB6E/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/long-tail-estategia-search-engine-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 22:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[long tail]]></category>
		<category><![CDATA[PPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo abordo a Long Tail como base estratégica do Search Engine Marketing. O que é a Long Tail da pesquisa? Como e onde captar os potenciais novos clientes que nunca ouviram falar de nós? Como usar a long tail na nossa estratégia? A pesquisa (Search) Os motores de pesquisa são altamente eficazes e precisos. Oferecem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo abordo a <strong>Long Tail</strong> como base estratégica do Search Engine Marketing.</p>
<ul>
<li>O que é a Long Tail da pesquisa?</li>
<li>Como e onde captar os potenciais novos clientes que nunca ouviram falar de nós?</li>
<li>Como usar a long tail na nossa estratégia?</li>
</ul>
<p><span id="more-1054"></span></p>
<h2>A pesquisa (Search)</h2>
<p>Os motores de pesquisa são altamente eficazes e precisos. Oferecem a capacidade de mostrar um anúncio direccionado de acordo com o contexto da pesquisa. A sua missão é fornecer resultados o mais relevantes possíveis.</p>
<p>O Search permite-nos ser eficazes e precisos na aquisição de tráfego. Para tirar o máximo partido desta táctica é necessário perceber como é que os clientes utilizam o Search no seu ciclo de compra.</p>
<h2>A Long Tail da pesquisa</h2>
<p>Actualmente os motores de pesquisa distinguem o contexto das pesquisas através de sinónimos, ligações semânticas e algoritmos complexos. Os nossos produtos/serviços e websites são cada vez mais passíveis de ser encontrados através de milhares de combinações de palavras-chave.</p>
<p>Por exemplo, durante um determinado período recebi no meu site (http://joaocorreia.pt) o seguinte tráfego:</p>
<ul>
<li><strong>9.456</strong> visitas</li>
<li><strong>2.147</strong> visitas via motores de pesquisa</li>
<li><strong>1.155</strong> palavras-chave distintas</li>
</ul>
<p><strong>2.147</strong> visitas chegaram ao website através de <strong>1.155</strong> palavras chave distintas! Isto ilustra a eficácia dos motores de pesquisa em fornecer aos utilizadores os resultados que pretendem mesmo que pesquisem de <strong>1.155</strong> maneiras diferentes!</p>
<p>Com a ajuda do Google Analytics conseguimos perceber que:</p>
<ul>
<li><strong>12</strong> palavras-chave enviaram <strong>613</strong> visitas para o website.  (<strong>Head</strong> = 29% das <strong>2.147 </strong>visitas via motores de pesquisa)</li>
</ul>
<p>As <strong>12</strong> palavras-chave mais usadas para chegar ao website fazem parte da head que representa, neste caso, apenas 29% das visitas via motores de pesquisa; ou seja, cada palavra contribuiu com um grande número de visitas (mais de 20).</p>
<ul>
<li><strong>1.143</strong> palavras-chave enviaram <strong>1.534</strong> visitas para o website.  (<strong>Tail =</strong> 71% das <strong>2.147 </strong>visitas via motores de pesquisa)</li>
</ul>
<p>No caso das palavras-chave da <strong>Tail</strong> cada uma contribuiu com um número reduzido de visitas. No entanto, o total da <strong>Tail</strong> perfaz um número maior de visitas que a <strong>Head</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1079" title="Long tail - Search Engine Marketing" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/10/long-tail-sem.gif" alt="Long tail - Search Engine Marketing" width="500" height="340" /></p>
<h2>O ciclo de compra</h2>
<p>Imaginemos que o Manuel (personagem fictícia) estava interessado em comprar uma carrinha diesel de baixo consumo e fiável.</p>
<p>A pesquisa do Manuel no Google poderia ser &#8220;<a href="http://www.google.pt/webhp?hl=en#hl=en&amp;prmdo=1&amp;q=carrinha+marca+alem%C3%A3+com+baixo+consumo&amp;aq=&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=carrinha+marca+alem%C3%A3+com+baixo+consumo&amp;gs_rfai=&amp;prmdo=1&amp;uul_counter=1&amp;fp=e5918adce9e9c92" target="_blank">carrinha marca alemã com baixo consumo</a>&#8221; ou &#8220;carrinha diesel baixo consumo&#8221;.</p>
<p>O Manuel está a iniciar o processo com uma pesquisa por categoria (carrinha marca alemã baixo consumo), claramente na <strong>Long Tail</strong>. O primeiro resultado é a <a href="http://media.gm.com/content/autoshows/Paris/2010/public/pt/pt/opel/news.detail.html/content/Pages/news/pt/pt/2010/paris/09_30_opel_astra_sports_tourer" target="_blank">página de notícias da GM</a> com a notícia da nova station wagon Opel Astra Sports Tourer.</p>
<p>A sua próxima pesquisa poderia ser &#8220;<a href="http://www.google.pt/#hl=pt-PT&amp;biw=1673&amp;bih=909&amp;q=Opel+Astra+Sport+Tourer&amp;aq=f&amp;aqi=g6&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=&amp;fp=93ee6bffe51d8a45" target="_blank">Opel Astra Sports Tourer</a>&#8221; cujo primeiro resultado é o site da OPEL Portugal. Ora, esta pesquisa <strong>contém o nome e a marca</strong>.<strong> </strong>Este simples facto leva-nos a concluir que o Manuel já foi de alguma maneira exposto à marca/produto.</p>
<p>O interesse num determinado produto/serviço começa na <strong>Long Tail</strong> quando o utilizador está a fazer pesquisas na categoria onde o produto/serviço se insere.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1080" title="Long tail exemplo" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/10/long-tail-exemplo.gif" alt="" width="500" height="340" /></p>
<h2>Como podemos usar a Long Tail na nossa estratégia?</h2>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O nosso objectivo é <span style="text-decoration: underline;">captar novos clientes</span> e dar-lhes a conhecer o nosso produto/serviço. Quando este é o caso, devemos focar a nossa atenção na <strong><span style="text-decoration: underline;">Long Tail e nas pesquisas por categoria</span><span style="font-weight: normal;">, </span><span style="font-weight: normal;">altura em que o utilizador está mais receptivo a nova informação sobre determinado produto/serviço.</span></strong></span></p>
<h3>Como captar visitas na long tail?</h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: normal;">Criando landing pages/conteúdo estratégico optimizado para palavras-chave de Long Tail.</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Desenvolvendo campanhas de Search com palavras-chave de Long Tail direccionadas para as respectivas landing pages. É aqui que estão os novos clientes que nunca ouviram falar da nossa marca/produto/serviço.</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Monitorando o peso da Head e da Tail . A Tail deverá representar aproximadamente 80% do total do tráfego do website.</span></li>
</ul>
<h3>E a Head?</h3>
<p>É importante que a head contenha o nome da sua marca/produto/serviço. Não queremos que para uma pesquisa da sua marca/produto/serviço o primeiro resultado seja o website da concorrência.</p>
<p>É essencial criar um programa de optimização de motores de pesquisa. Se é o legítimo proprietário da marca, lembre-se que o principal objectivo dos motores de pesquisa é fornecer resultados relevantes. Se o seu website estiver minimamente optimizado será o primeiro a aparecer na página de resultados.</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>O Search Engine Marketing pode ser extremamente preciso e a exploração de termos na long tail altamente eficaz na obtenção de novos clientes.</p>
<p>Lembre-se que na long tail residem entre 70% a 80% dos seus potenciais clientes.</p>
<p>Boas campanhas e boas optimizações!</p>
<p>Referências:<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Long_Tail" target="_blank"><em>Long Tail</em></a><em> &#8211; Wikipedia<br />
<span style="font-style: normal;"><a href="http://www.webanalytics20.com/" target="_blank"><em>Web Analytics 2.0</em></a><em> &#8211; Avinaish Kaushik<br />
<span style="font-style: normal;"><a href="http://www.longtail.com/" target="_blank"><em>The Long Tail</em></a><em> &#8211; Chris Anderson</em></span></em></span></em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/joaocorreia/~4/skuTujlAB6E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Changing Education Paradigms</title>
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		<comments>http://joaocorreia.pt/culture/changing-education-paradigms/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 22:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culture]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um vídeo extraordinário sobre educação. Sir Ken Robinson. TED &#8211; Sir Ken Robinson: Bring on the learning revolution! Fevereiro 2010]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo extraordinário sobre educação. Sir Ken Robinson.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/zDZFcDGpL4U?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>TED &#8211; Sir Ken Robinson: Bring on the learning revolution!<br />
Fevereiro 2010</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/r9LelXa3U_I?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/joaocorreia/~4/iO0k-eTbPi8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como calcular o ROI de campanhas de Marketing Online</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/f0PNRFjdbHs/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/como-calcular-roi-campanhas-marketing-online/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 23:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Display]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Web]]></category>
		<category><![CDATA[PPC]]></category>
		<category><![CDATA[ROI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://joaocorreia.pt/?p=981</guid>
		<description><![CDATA[O online coloca ao nosso dispor os meios para medir o ROI dos investimentos em campanhas de marketing online. Neste artigo calculamos o ROI para duas campanhas distintas com base no exemplo do post anterior (Campanha MEO). (Disclaimer: Não tenho qualquer ligação à MEO, BenficaTV ou SAPO; todas as informações contidas neste artigo baseiam-se em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O online coloca ao nosso dispor os meios para medir o ROI dos investimentos em campanhas de marketing online. Neste artigo calculamos o ROI para duas campanhas distintas com base no exemplo do <a href="http://joaocorreia.pt/marketing-online/avaliar-campanha-marketing-online/">post anterior</a> (Campanha MEO).</p>
<p><span id="more-981"></span></p>
<p><em>(Disclaimer: Não tenho qualquer ligação à MEO, BenficaTV ou SAPO; todas as informações contidas neste artigo baseiam-se em informação pública e/ou ficcional)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Retorno sobre investimento</em> &#8211; Em finanças, <strong>retorno sobre investimento</strong> (em inglês, <em>return on investment</em> ou <strong>ROI</strong>), também chamado <strong>taxa de retorno</strong> (em inglês, <em>rate of return</em> ou <strong>ROR</strong>), <strong>taxa de lucro</strong> ou simplesmente <strong>retorno,</strong> é a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento, e o montante de dinheiro investido. (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retorno_sobre_investimento" target="_blank">Wikipedia</a>)</p>
<h2>O exemplo da campanha do MEO</h2>
<p>Para o efeito vamos considerar a campanha do MEO descrita no <a href="http://joaocorreia.pt/marketing-online/avaliar-campanha-marketing-online/">último post</a> (aconselho a leitura antes de continuar).</p>
<p>Suponhamos o seguinte investimento em branding.</p>
<p>Campanha de branding na homepage do Sapo de <span style="color: #ff0000;"><strong>10.000 € </strong></span>com CPM de <span style="color: #ff0000;"><strong>20 €</strong></span> (custo por milhar de visualizações). Com este investimento compramos 500.000 visualizações do nosso banner na homepage do SAPO. No final da campanha, o SAPO ou a agência encarregue da gestão da campanha elabora um relatório onde constam os seguintes dados:</p>
<ul>
<li><strong>Impressões:</strong> 500.000 (1.000 visualizações x <span style="color: #ff0000;"><strong>10.000 €</strong></span> / 20 )</li>
<li><strong>Clicks: </strong>600</li>
<li><strong>CTR:</strong> 0,12 % (calculamos o CTR através da relação entre clicks/impressões = 600/500.000 = 0,0012)</li>
</ul>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Vamos calcular o custo por click dividindo o custo total da campanha pelo número de clicks. A este indicador chamamos CPC (custo por click).</span></strong></p>
<ul>
<li><strong>CPC médio:</strong> <span style="color: #ff0000;"><strong>16,6 €</strong></span> (<span style="color: #ff0000;"><strong>10.000 €</strong></span>/600 clicks)</li>
</ul>
<p>No início da campanha definimos um objectivo, as adesões ao serviço MEO, no entanto nem todos os clicks vão gerar adesões. À relação entre os visitantes e adesões damos o nome de <strong>taxa de conversão (CVR)</strong>. Para o nosso exemplo vamos supor:</p>
<ul>
<li><strong>CVR: </strong>2% (% de visitantes que aderem ao serviço MEO depois de clicarem no banner)</li>
</ul>
<p><img title="Call to action" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/call2-500x65.gif" alt="" width="500" height="65" /></p>
<ul>
<li> A taxa de conversão é calculada ao nível do CRM pelo gestor do call-center com ajuda das variáveis disponibilizadas através da estratégia de web analytics. (<a href="http://joaocorreia.pt/marketing-online/avaliar-campanha-marketing-online/">Ver no post anterior</a> &#8220;A Extra Mile&#8221;.)</li>
<li><strong>Adesões ao serviço MEO</strong>: 12 (taxa de conversão: 2% ; 600 clicks x 2% = 12 adesões)</li>
</ul>
<p><strong>Qual foi o custo associado à obtenção de um novo cliente ? </strong>Vamos chamar a este custo o<strong> CPA (custo por aquisição)</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>CPA</strong> ( CPC/CVR ): 16,6/0,02 = <span style="color: #ff0000;"><strong>830 €</strong></span></li>
</ul>
<p>O Director de Marketing da MEO poderá pedir ao departamento financeiro que calcule o valor de um novo cliente MEO. A título de de exemplo vamos supor que são <strong><span style="color: #ff0000;">140 € </span></strong>.</p>
<h3>Calcular o retorno do investimento</h3>
<p>O ROI pode ser calculado da seguinte forma: ROI = (receita-custo)/custo. No nosso caso:</p>
<ul>
<li><strong>Receita</strong>: <span style="color: #ff0000;"><strong>1.680€</strong></span> = 12 adesões x <span style="color: #ff0000;"><strong>140 €</strong></span> (valor de cada adesão ao MEO)</li>
<li><strong>Custo: <span style="color: #ff0000;">10.000 € </span></strong>(HP Sapo)</li>
</ul>
<p>ROI = <span style="color: #ff0000;"><strong>(1.680€</strong></span>-<span style="color: #ff0000;"><strong>10.000€</strong></span>)/(<span style="color: #ff0000;"><strong>10.000€</strong></span>) =  -0.832 (-83%)</p>
<p>Quer isto dizer que por cada <strong><span style="color: #ff0000;">1 € </span></strong>investido obtivemos um retorno negativo de <span style="color: #ff0000;"><strong>0,83 € </strong></span>(perdemos 0,83 €).</p>
<p>Em termos financeiros, e nestas condições, a campanha seria um fracasso.</p>
<h2><strong>Uma abordagem diferente e um nova campanha &#8230; em search (CPC) </strong></h2>
<p>Para efeitos exemplificativos considerámos atrás que o valor de um novo cliente MEO era de <span style="color: #ff0000;"><strong>140 € </strong></span>.</p>
<p>Suponhamos então que na próxima campanha o marketeer quer garantir  que o ROI é positivo e decide que o custo máximo que está disposto a pagar por uma adesão são <span style="color: #ff0000;"><strong>90 €</strong></span> (CPA), bem abaixo do valor de um novo cliente (<span style="color: #ff0000;"><strong>140 €</strong><span style="color: #000000;">)</span></span>.</p>
<p>O custo por aquisição é calculado através da relação entre CPC e CVR ( CPA = CPC / CVR ). Sabendo a taxa de conversão (2%) e o CPA (<span style="color: #ff0000;"><strong>90 €</strong></span>), podemos calcular o CPC máximo para a nossa campanha.</p>
<p>CPC máximo = CPA * CVR  =  <strong><span style="color: #ff0000;">90 € <span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">x</span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">0.02</span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">=</span></span> </span></strong><span style="color: #ff0000;"> </span><span style="color: #ff0000;"><strong>1.80 €</strong></span></p>
<p>Assim, o Director de Marketing pode impor ao meio/agência o CPC máximo de <strong><span style="color: #ff0000;">1.80 €</span></strong> com o qual vai obter um ROI positivo, pois o CPA (<span style="color: #ff0000;"><strong>90 €</strong></span>) está abaixo do valor de um novo cliente. Vamos supor novamente que o valor de investimento para esta campanha é de <span style="color: #ff0000;"><strong>5.000 €</strong></span>.</p>
<p>A campanha é colocada online na vertente CPC (pago por click com CPC máx. de <span style="color: #ff0000;"><strong>1.80 €</strong></span>) na pesquisa Sapo e Google. No final, o gestor da campanha comunica os seguintes dados:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>Impressões: </strong>215.500</li>
<li><strong>Clicks: </strong>8.620</li>
<li><strong>CTR:</strong> 4% (clicks/impressões)</li>
<li><strong>CPC médio:</strong> <span style="color: #ff0000;"><strong>0.58 €</strong></span></li>
<li><strong>CPC máximo:</strong> <strong><span style="color: #ff0000;">1.80 €</span></strong></li>
</ul>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">O website tem uma estratégia de web analytics bem definida e implementada (<a href="http://joaocorreia.pt/marketing-online/avaliar-campanha-marketing-online/">ver post anterior</a>), o que nos permite saber o número de adesões que esta campanha gerou.<br />
Imaginemos agora que o gestor do call center comunicou as seguintes adesões com origem nesta campanha:</span><br />
</strong></p>
<ul>
<li><strong>Adesões ao serviço MEO: </strong>172 (taxa de conversão CVR: 2%)</li>
</ul>
<p>A boa gestão da campanha por parte da agência e uma landing page com um call-for-action claro resultaram assim numa boa taxa de conversão (2%) e num CPC médio abaixo do CPC máximo definido anteriormente pelo Director de Marketing.</p>
<h3>Calcular o retorno do investimento</h3>
<ul>
<li><strong>Receita:</strong> <span style="color: #ff0000;"><strong>24.080 € </strong></span> = 172 adesões x <strong><span style="color: #ff0000;">140 €</span></strong> (valor de cada adesão ao MEO)</li>
<li><strong>Custo:</strong><span style="color: #ff0000;"><strong> 5.000 €</strong></span> (pesquisa Sapo + pesquisa Google )</li>
</ul>
<p>ROI = (24.080 € &#8211; 5.000 €)/5.000€ =  3.81 (381%)</p>
<p>Quer isto dizer que por cada <span style="color: #ff0000;"><strong>1 €</strong></span> investido nesta campanha obtivémos um retorno positivo de <span style="color: #ff0000;"><strong>3.81 €</strong></span> (ganho líquido de 3.81 €).</p>
<p>A campanha foi um sucesso !.</p>
<h2>Conclusão<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"> </span></h2>
<p>É possível calcular o ROI de uma campanha desde que se identifiquem claramente os resultados esperados, se quantifique o seu valor e se implemente uma estratégia de web analytics orientada para os objectivos do negócio.</p>
<p>Devemos pois aproveitar as ferramentas que o meio online coloca ao nosso dispor e medir a performance das nossas campanhas de marketing online. Uma estratégia sólida de medição é a base para uma campanha de marketing online bem sucedida.</p>
<p>Boas campanhas!</p>
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		<title>Lawrence Lessig on laws that choke creativity</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/W-vtr6H8M8M/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/culture/lawrence-lessig-on-laws-that-choke-creativity/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 00:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culture]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[copyright]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[user generated content]]></category>

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		<description><![CDATA[Lawrence Lessig é um promotor da cultura livre como pilar fundamental da evolução humana. As evoluções tecnológicas tornaram as actuais leis de direitos de autor desajustadas da realidade e castradoras da criatividade. Já tinha vista uma talk da OSCON 2002 . Hoje encontrei uma versão reduzida da mesma talk na TED 2007. Aconselho a visualização de ambas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lawrence Lessig é um promotor da cultura livre como pilar fundamental da evolução humana. As evoluções tecnológicas tornaram as actuais leis de direitos de autor desajustadas da realidade e castradoras da criatividade.</p>
<p>Já tinha vista uma talk da <a href="http://randomfoo.net/oscon/2002/lessig/">OSCON 2002</a> . Hoje encontrei uma versão reduzida da mesma <a href="http://www.ted.com/talks/larry_lessig_says_the_law_is_strangling_creativity.html">talk</a> na TED 2007. Aconselho a visualização de ambas.</p>
<p><a href="http://www.lessig.org/info/bio/">Lawrence Lessig</a> é professor de direito em Harvard e faz parte da board of directors do <a href="http://creativecommons.org/about/people/board">Creative Commons</a>.</p>
<p>Talks absolutamente brilhantes!</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/7Q25-S7jzgs?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/joaocorreia/~4/W-vtr6H8M8M" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Avaliar o sucesso das campanhas de marketing online</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/_V6P0fk9qLQ/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/avaliar-campanha-marketing-online/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 23:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://joaocorreia.pt/?p=952</guid>
		<description><![CDATA[O marketing online representa uma fatia cada vez maior dos orçamentos de Marketing. No online a medição para além do CTR, clicks e impressões reportados pelos Meios/agências é possível e recomenda-se. Como podemos medir a performance dos vários meios no cumprimento dos nossos objectivos estratégicos de negócio ? Caso Prático: MEO, Benfica TV Adira já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing online representa uma fatia cada vez maior dos orçamentos de Marketing. No online a medição para além do CTR, clicks e impressões reportados pelos Meios/agências é possível e recomenda-se.<br />
Como podemos medir a performance dos vários meios no cumprimento dos nossos objectivos estratégicos de negócio ?</p>
<p><span id="more-952"></span><strong>Caso Prático: MEO, Benfica TV Adira já</strong></p>
<h3>Enquadramento e Objectivos</h3>
<p><em>(Disclaimer: Não tenho qualquer ligação à MEO, BenficaTV ou SAPO, todas as informações aqui obtidas baseiam-se em informação pública).</em></p>
<p>A MEO é um operador de televisão e internet cujo website tem como <strong>objectivos principais</strong> a <strong>angariação de novos clientes</strong> e a <strong>prestação de suporte aos clientes existentes</strong>.</p>
<p>Uma das campanhas que a MEO tem em curso destaca um pacote com os canais Benfica TV e SportTV por 30,99 €.</p>
<h3>A Landing Page</h3>
<p>A Landing Page da campanha é: <a href="http://www.meo.pt/CanaisdeFutebol1/Pages/CanaisdeFutebol1.aspx" target="_blank">http://www.meo.pt/CanaisdeFutebol1/Pages/CanaisdeFutebol1.aspx<br />
</a><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-967" title="Landing page de uma campanha MEO" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/landing-page.jpg" alt="Landing page de uma campanha MEO" width="500" height="569" /></p>
<p>Na landing page identificamos claramente a ferramenta que visa cumprir o objectivo principal (<strong>adesões ao serviço MEO).<br />
</strong>A caixa de cor azul facilita ao máximo o contacto com o cliente através da geração de uma chamada gratuita que liga o cliente ao call center. O racional por detrás desta ferramente é colocar o menor número possível de obstáculos entre o visitante e a adesão (o objectivo principal).</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-965" title="call to action marketing online" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/call2-500x65.gif" alt="call to action marketing online" width="500" height="65" /></p>
<p>A performance desta campanha é avaliada pelo número de <strong>adesões ao serviço MEO</strong>.</p>
<h3>Web Analytics</h3>
<p>O analista web ao serviço da MEO implementou, <span style="text-decoration: underline;">antes da campanha se iniciar,</span> uma estratégia de medição que permite avaliar a performance da campanha e dos vários meios em cumprir os objectivos para que foi concebida.</p>
<p>No caso da MEO, tal significa <span style="text-decoration: underline;">gerar adesões através dos pedidos de informações</span>. Vamos chamar a isto uma <strong>conversão</strong>.</p>
<p><strong>Banners e os Meios</strong></p>
<p>O marketing do MEO (ou agência) comprou espaço em vários meios. Exemplifico com dois canais distintos onde esta campanha está online: homepage do Sapo (www.sapo.pt) e o desporto.sapo.pt.</p>
<p>(banner no www.sapo.pt)</p>
<p><img title="MEO_BenficaTV_300x25" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/MEO_BenficaTV_300x25.gif" alt="" width="300" height="25" /></p>
<p>Ao clicarmos no banner somos direccionados para o seguinte endereço:</p>
<p>http://www.meo.pt/CanaisdeFutebol1/Pages</p>
<p>/CanaisdeFutebol1.aspx?<span style="color: #ff0000;">utm_source</span>=<span style="color: #008000;">sapopt</span>&amp;<span style="color: #ff0000;">utm_medium</span>=<span style="color: #008000;">300&#215;25</span>&amp;<span style="color: #ff0000;">utm_campaign</span>=<span style="color: #008000;">MEO_Jogos_BenficaTV</span></p>
<p>A partir deste momento o nosso browser ficou identificado com  as seguintes variáveis (nome a vermelho e valor a verde em cima):</p>
<ul>
<li><strong>Campaign: </strong>MEO_Jogos_BenficaTV</li>
<li><strong>Source:</strong> sapopt</li>
<li><strong>Medium:</strong> 300&#215;25</li>
</ul>
<p>Já no http://desporto.sapo.pt/ encontramos outro banner que nos redirecciona para:</p>
<p>http://www.meo.pt/CanaisdeFutebol1/Pages</p>
<p>/CanaisdeFutebol1.aspx?<span style="color: #ff0000;">utm_source</span>=<span style="color: #008000;">sapopt</span>&amp;<span style="color: #ff0000;">utm_medium</span>=<span style="color: #008000;">banner_300x250</span>&amp;<span style="color: #ff0000;">utm_campaign</span>=<span style="color: #008000;">MEO_Canais_Futebol </span></p>
<p><span style="color: #008000;"><span style="color: #000000;">Se clickarmos neste banner ficamos identificados com as seguintes variáveis (nome a vermelho e valor a verde em cima):</span></span></p>
<ul>
<li><strong>Campaign:</strong> MEO_Canais_Futebol</li>
<li><strong>Source:</strong> sapopt</li>
<li><strong>Medium:</strong> 300&#215;250</li>
</ul>
<p>(banner no http://desporto.sapo.pt)<br />
<img title="banner2" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/banner2.gif" alt="" width="297" height="251" /></p>
<p>O analista web efectuou o tagging individual de cada banner e de cada meio por forma a poder segmentar esse tráfego a posteriori.</p>
<h3>Quando a magia acontece</h3>
<ol>
<li>O analista web implementou uma estratégia de medição, os banners e  Meios estão identificados (tagged)</li>
<li>A campanha está online e as conversões chegam às centenas</li>
<li>Os visitantes ficam identificados depois de clicarem nos banners (i.e. campanha, source e medium)</li>
<li>Na landing page introduzem o nome e número de telefone para gerar uma chamada gratuita</li>
</ol>
<p>A nossa visita está associada às variáveis do banner onde clicou, o analista web poderá segmentar o tráfego web e conversões por cada uma das váriaveis definidas, avaliando assim a performance de cada Meio (Source: sapo, iol, etc), campanha e formato, fornecendo indicadores de como optimizar o seu investimento em marketing online.</p>
<h3>A Extra Mile</h3>
<p>Não sei se estará a acontecer no caso da MEO, mas à informação sobre a visita (i.e. campanha, source e medium) podemos juntar os dados que o visitante introduziu no website (nome e número de telefone) para gerar o contacto e passar estes dados para o CRM, ligando uma adesão directamente com variáveis definidas no online.</p>
<p>Para este efeito desenvolvi uma classe PHP que permite ler os valores contidos nas cookies do Google Analytics. Assim os dados que o CRM do MEO gravaria quando clicko no &#8220;Ligue-me&#8221; são:</p>
<p><strong>Nome:</strong> João Correia<br />
<strong> Telefone:</strong> +351 96 29xxxxx<br />
<strong> Estado:</strong> Adesão efectuada<strong><br />
Campanha:</strong> MEO_Jogos_BenficaTV<br />
<strong> Source:</strong> sapopt<br />
<strong> Medium:</strong> 300&#215;25<br />
<strong> Data da primeira visita:</strong> 15 Jun 2010 &#8211; 22:47<br />
<strong> Data of última visita: </strong>11 Aug 2010 &#8211; 20:21<br />
<strong> Data da visita actual:</strong> 17 Aug 2010 &#8211; 23:47<br />
<strong> Visitou o site:</strong> 3 vezes</p>
<p><strong>Nota: </strong>Desenvolvi o <a href="http://joaocorreia.pt/google-analytics-scripts/google-analytics-php-cookie-parser/">Google Analytics Cookie parser em PHP</a> que permite a leitura de várias variáveis presentes nas cookies do Google Analytics para inclusão em sistemas CRM ou outros. Fale ao seu analista web, ele saberá como o usar!</p>
<h3>A avaliação da performance</h3>
<p>O director de marketing do MEO e/ou gestor da campanha receberá um relatório periódico com o número de adesões e terá a possibilidade de os segmentar pelas variáveis capturadas pelo CRM/web analytics, o que lhe permitirá responder a questões como:</p>
<ul>
<li><strong>Qual o tipo de banners que nos traz mais adesões ? 300&#215;25 ou 300&#215;250 ?</strong></li>
<li><strong>Qual dos meios é mais eficaz a gerar adesões ? A homepage do sapo ou o desporto sapo ?</strong></li>
<li><strong>Qual foi o meio que trouxe pior qualidade de visitas (menor taxa de conversão) ?</strong></li>
</ul>
<p>Assim o director de marketing do MEO e/ou gestor da campanha poderão tomar decisões informadas sobre como maximizar os resultados do seu investimento no marketing online, e brilhar na próxima reunião do conselho de administração.</p>
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		<item>
		<title>Como ser ignorado numa rede social</title>
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		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/como-ser-ignorado-numa-rede-social/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 09:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[social media marketing]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais serviços web incorporam funcionalidades sociais. As nossas actividades (likes, uploads, comentários, fotos) propagam-se por toda a web. Neste artigo reflicto sobre a forma como o replicar multi-plafaforma sem olhar ao contexto pode danificar a nossa capacidade de comunicação e, em último caso, tornar-nos invisíveis. Artigo elaborado para o Marketing Portugal a 23 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais serviços web incorporam funcionalidades sociais. As nossas actividades (likes, uploads, comentários, fotos) propagam-se por toda a web. Neste artigo reflicto sobre a forma como o replicar multi-plafaforma sem olhar ao contexto pode danificar a nossa capacidade de comunicação e, em último caso, tornar-nos invisíveis.</p>
<p><em>Artigo elaborado para o </em><a rel="nofollow" href="http://www.mktportugal.com"><em>Marketing Portugal</em></a><em> a 23 Agosto 2010.</em><span id="more-873"></span></p>
<h2>Twitter</h2>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Twitter &#8230; mensagens em 140 caracteres cujo contexto é maioritariamente <strong>impessoal</strong>.<strong> </strong>Cada mensagem é dirigida a quem quiser segui-lo, a não ser que seja dirigido a alguém (i.e. parte de uma conversação). A maior parte dos seguidores são desconhecidos ou pessoas com quem não temos grande intimidade.</span></p>
<p>Fazendo uma analogia o Twitter é como que um mercado onde cada um apregoa a mensagem que lhe apetece.</p>
<ul>
<li><strong>Contexto principal</strong>: impessoal</li>
<li><strong>Tipos de comunicação:</strong> frivolidades, conversas, links, notícias, auto-promoção, spam.</li>
<li><strong>Ligação a: </strong>desconhecidos, conhecidos, colegas, amigos, público em geral</li>
</ul>
<h2>LinkedIN</h2>
<p>Vamos olhar para o LinkedIN. O LinkedIN defini-se como &#8220;The Largest Professional Network&#8221;, a maior rede social profissional.<br />
O LinkedIN foi concebido para potenciarmos a nossa rede profissional; logo o contexto é claramente profissional.</p>
<ul>
<li><strong>Contexto:</strong> profissional</li>
<li><strong>Tipos de comunicação:</strong> CV, contactos, troca de conhecimentos, networking.</li>
<li><strong>Ligação a: </strong>clientes, fornecedores, colegas, conhecidos do contexto profissional, alguns amigos.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: normal;"><strong> Exemplo:<br />
<span style="font-weight: normal;">Na minha timeline </span> </strong>tenho os seguintes status updates:<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-937" title="LinkedIn Status Updates" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/lnkedin1.jpg" alt="" width="588" height="1503" /></span></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">São </span>17 updates<span style="font-weight: normal;"> (sem contar com updates agregados a rosa mais escuro) dos quais:<br />
</span></strong></p>
<ul>
<li><strong>7 via Twitter </strong>(a rosa)</li>
<li><strong>10 LinkedIN</strong> (a azul)</li>
</ul>
<p><strong>41%</strong> destes status updates são alimentados automaticamente via Twitter.</p>
<p><em>Será que dados os diferentes </em><strong><em>contextos/objectivos/perfis de ligação</em></strong><em> deveriamos publicar a mesma mensagem nas diferentes redes sociais ?<br />
<span style="font-style: normal;"><br />
Se eu já sigo determinado utilizador no Twitter porque é que tenho de visualizar as mesmas mensagens no LinkedIN ?</span></em></p>
<h2>A consequência</h2>
<p>O que acontece a uma mensagem com um conteúdo desajustado do contexto onde se encontra ?</p>
<p>No e-mail chamamos estas mensagens SPAM. No LinkedIN para cada status update temos um  botão <strong>Hide</strong> que nos permite esconder todas as futuras mensagens desse utilzador.</p>
<p>Se os seus status updates forem escondidos das timelines dos seus contactos, estes deixarão também de consultar todas as suas actualizações, vindas do Twitter ou do LinkedIN. Você é agora invisível!</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2>Como comunicar ?</h2>
<ul>
<li>Não comunicar a mesma mensagem em redes sociais de contextos diferentes.</li>
<li>Abrir uma conta no Friendfeed. Este serviço agrega toda a sua actividade online (e.g. Flickr, Picasa, Twitter, Youtube, Vimeo, Blogs) num feed RSS.</li>
<li>Medir a efectividade da sua comunicação (um post sobre isto em breve!)<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-924" title="Friendfeed" src="http://www.joaocorreia.pt/wp-content/uploads/2010/08/ff.jpg" alt="Friendfeed" width="306" height="379" /></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/joaocorreia/~4/llGciv_1RMA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sou director de Marketing e tenho um novo site para adjudicar! E agora ?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/joaocorreia/~3/5wsHY50dJhg/</link>
		<comments>http://joaocorreia.pt/marketing-online/sou-director-de-marketing-e-tenho-um-novo-site-para-adjudicar-e-agora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 10:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocorreia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing online]]></category>

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		<description><![CDATA[Já ouviu falar de optimização para motores de pesquisa (SEO), usabilidade e acessibilidade mas na prática não sabe se a agência/parceiro que vai fazer o seu site vai ou não cumprir as boas práticas de desenvolvimento web. Neste artigo revelo algumas orientações para que o seu próximo site cumpra os objectivos para que foi projectado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar de optimização para motores de pesquisa (SEO), usabilidade e acessibilidade mas na prática não sabe se a agência/parceiro que vai fazer o seu site vai ou não cumprir as boas práticas de desenvolvimento web.</p>
<p>Neste artigo revelo algumas orientações para que o seu próximo site cumpra os objectivos para que foi projectado.</p>
<p>Fazendo uma analogia, digamos que você quer construir uma casa e precisa de contratar uma construtora. O problema é que a maioria das construtoras poupa na qualidade dos materiais / boas práticas para poupar tempo, dinheiro e maximizar assim a margem de lucro.  No final, a obra é entregue bonita por fora e defeituosa por dentro.</p>
<p><em>Artigo elaborado para o </em><a href="http://mktportugal.com/blog/?p=1509"><em>Marketing Portugal</em></a><em>, publicado a  21 Abril 2010.</em></p>
<p><span id="more-732"></span></p>
<h3>O que é que isto me afecta ?</h3>
<p>Hoje em dia a maioria dos sites são avaliados apenas pelo seu aspecto visual. Habitualmente são negligenciados <span style="text-decoration: underline;">objectivos a cumprir, arquitectura de informação, usabilidade, acessibilidade</span>, etc. Isto tem várias implicações no resultado final:</p>
<ul>
<li><strong>Elevada taxa de abandono </strong>(visitantes saem do site assim que entram)</li>
<li><strong>Fraca visibilidade nos motores de pesquisa <span style="font-weight: normal;">(menos visitantes)</span> </strong></li>
<li><strong>Fraca performance em gerar contactos </strong>(leads)</li>
<li><strong>Campanhas online com fraca performance </strong>(desperdício de dinheiro)</li>
</ul>
<h3>Como me posso proteger de um mau desenvolvimento web  ?</h3>
<p>Você necessita de alguém que zele pelos seus interesses. Assuma que não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar o portfolio de uma agência. A componente gráfica é um factor extremamente subjectivo e não é sinómimo de qualidade de construção.</p>
<p>Como numa obra em que os empreiteiros “atalham” caminho em nome de maior  rendimento, a maioria das empresas de desenvolvimento não cumpre as boas práticas, a não ser que exista um agente fiscalizador.</p>
<p>Embora o resultado final possa parecer o mesmo com ou sem fiscalização (para olhos destreinados) a obra ficará diferente, especialmente o que não se vê (o HTML, estrutura e usabilidade no nosso caso).</p>
<p>Você necessita de um consultor, alguém que irá coordenar a construção do seu novo site e que deve cumprir a meu ver dois requisitos básicos:</p>
<ul>
<li><strong>Não estar ligado a qualquer empresa de desenvolvimento web.<br />
</strong>A fiscalização só será eficaz se não existir ligação entre a consultoria e o desenvolvimento, senão desenvolve-se um conflito de interesses do qual você irá sair prejudicado em nome de uma maior rentabilidade para a empresa de desenvolvimento.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Apresentar porfolio e case studies na área de consultoria web.<br />
</strong>Que problemas similares ao seu já foram resolvidos e qual o resultado final ?É importante que o consultor tenha vários anos de experiência e know-how técnico, pois ele será o interlocutor entre si e a empresa de desenvolvimento.O consultor web deverá possuir experiência em desenvolvimento web, caso contrário a sua capacidade de fiscalização será sériamente limitada.</li>
</ul>
<h3>O trabalho do seu consultor web</h3>
<p>O trabalho do seu consultor web é estabelecer a ponte entre si e a empresa de desenvolvimento garantindo que as boas práticas são cumpridas e agilizando o processo (inventariação dos conteúdos necessários, requisitos legais, características técnicas, etc).</p>
<h3>O workflow de desenvolvimento de um site</h3>
<p><strong>Objectivos</strong></p>
<p>Para projectar um site necessitamos definir objectivos (gerar leads, divulgar produtos/serviços, venda de produtos online, etc).  É importante pensar na sua estrutura de acordo com os objectivos e numa estratégia de web analytics que nos permita medir a performance do site no cumprimentos desses mesmos objectivos.</p>
<p>O trabalho do consultor web é perceber o seu negócio e ajudá-lo na definição desses objectivos.</p>
<p><strong>Entregáveis (documentos essenciais para o desenvolvimento)</strong></p>
<p>Depois dos objectivos estarem definidos é necessário reflecti-los em documentos de apoio ao desenvolvimento. Estão são essenciais para um processo “stress-free”:</p>
<ul>
<li><strong>Arquitectura de Informação<br />
</strong>A arquitectura de informação é como que a árvore do site. Especifica todas as páginas que irão existir e a sua hierarquia.<br />
É extremamente importante para o processo de navegação ser claro e intuitivo, além de ajudar na inventariação de todos os conteúdos necessários à sua construção.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Especificação funcional<br />
</strong>A especificação funcional descreve em pormenor funcionalidades específicas do site e é feita através de wireframes, um modelo funcional do site sem design.<br />
Pode ser mais ou menos aprofundado dependendo da complexidade do site. A especificação funcional clarifica o funcionamento do site, tornando o processo de desenvolvimento muito mais fácil.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Estratégia de Web Analytics<br />
</strong>Web Analytics é uma disciplina que analisa o comportamento dos utilizadores nos websites, por exemplo, se visitam 2 ou 20 páginas em cada visita, qual a duração média de cada visita, etc.<br />
Seria o equivalente a, por exemplo, num supermercado saber o tempo de permanência médio dos clientes no corredor das bolachas, os produtos mais vendidos no corredor das bolachas, o tempo de permanência no supermercado, os corredores visitados antes da caixa, etc.<br />
A estratégia de web analytics estabelece quais os indicadores de performance a monitorizar de acordo com os objectivos delineados no início do projecto. Quase todas as acções são passíveis de ser medidas num website.</li>
</ul>
<h3>A escolha de um gestor de conteúdos</h3>
<p>Geralmente as empresas de desenvolvimento usam um gestor de conteúdos, sejam proprietários, comerciais ou open-source.  Se o seu site requerer alguma funcionalidade específica, ela é incorporada através de módulos pré-existentes e/ou desenvolvidos à medida. O seu consultor web saberá qual o gestor mais apropriado para o seu caso.</p>
<ul>
<li><strong>Gestores de conteúdos proprietários<br />
</strong>Existem algumas empresas que desenvolveram o seu próprio gestor de conteúdos. Quanto a mim este tipo de solução apresenta uma grande desvantagem para si pois fica completamente dependente de um produto ao qual mais ninguém presta suporte. Não tirando o mérito a estas plataformas altamente eficientes, são exemplos as plataformas da <a href="http://www.elementodigital.pt/">Elemento Digital</a>, <a href="http://www.seara.com/">Seara</a> e da <a href="http://www.mrnet.pt/">Mr. NET</a>.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Gestores de conteúdos comerciais<br />
</strong>Existem gestores de conteúdos comerciais como o <a href="http://www.vignette.com/">Vignette</a>, <a href="http://www.interwoven.com/">InterWoven</a>, <a href="http://www.oracle.com/stellent/index.html">Stellent</a> ou <a href="http://office.microsoft.com/en-us/sharepointserver/default.aspx">Microsoft Office Sharepoint Server</a>. Estes estão geralmente reservamos a organizações com capacidade financeira para suportar os elevados custos de licenciamento. Existem inúmeros parceiros prontos a prestar suporte comercial.<br />
Este tipo de solução é preferida porque &#8220;ninguém foi despedido por comprar IBM&#8221; . Quanto a mim existem outras soluções com as mesmas capacidades e mais económicas.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Gestores de Conteúdos Open Source<br />
</strong>Os gestores de conteúdos open source são gratuitos e alguns deles superam mesmo as capacidades de gestores comerciais ou proprietários. É o caso do Plone, WordPress ou Drupal.  Alguns gestores de conteúdos são baseados em plataformas MVC (open source) que permitem um desenvolvimento aplicacional ultra-rápido e eficiente.<br />
Ao utilizar um gestor licenciado no modelo open source tem logo à partida inúmeras empresas especialistas nessa plataforma prontas a prestar-lhe todo o apoio necessário. Empresas que trabalham com soluções Open Source: <a href="http://rupeal.pt/">Rupeal</a>, <a href="http://www.quodis.com/">Quodis</a>, <a href="http://corefactor.pt/">Corefactor</a>, <a href="http://www.log.pt/">Log</a>.</li>
</ul>
<h3>Conclusões</h3>
<p>Na escolha de um parceiro de desenvolvimento assuma que não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar o portfolio. A componente gráfica é um factor extremamente subjectivo e não é sinómimo de qualidade de construção.</p>
<p>Hoje em dia, a visibilidade nos motores de pesquisa, usabilidade e acessibilidade são mais importantes para a sua performance do que o aspecto gráfico.</p>
<p>O desenvolvimento acompanhado por um consultor web isento garante-lhe à partida mais hipóteses de ter um site que cumpra as boas práticas, o que irá traduzir-se em melhores resultados.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Para que serve um site bonito se não aparece nos motores de pesquisa ?&#8221;</strong><br />
- João Correia</p></blockquote>
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