<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jocum Brasil</title>
	<atom:link href="https://jocum.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jocum.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 May 2026 15:22:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://jocum.org.br/wp-content/uploads/2026/01/icon-jocum.svg</url>
	<title>Jocum Brasil</title>
	<link>https://jocum.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Evangelizar não é só falar. Também é obedecer.</title>
		<link>https://jocum.org.br/evangelizar-nao-e-so-falar-tambem-e-obedecer/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/evangelizar-nao-e-so-falar-tambem-e-obedecer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5303</guid>

					<description><![CDATA[No Episódio 07 do The Waves Podcast, a conversa sobre evangelismo no Brasil mostra que missão vai muito além de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No <strong>Episódio 07 do The Waves Podcast</strong>, a conversa sobre <strong>evangelismo no Brasil</strong> mostra que missão vai muito além de palco, microfone ou grandes eventos. Ao lado de Thiago Oliveira, missionário da JOCUM Maringá, o episódio revela como Deus tem usado a obediência, o serviço e a disposição de estar presente em lugares improváveis para alcançar pessoas em festas, rodeios, esportes, impactos e grandes eventos pelo país.</p>



<p>Muita gente sente vontade de viver missões, mas trava quando pensa em evangelismo. Surge a dúvida: “Eu preciso estar na linha de frente? Preciso saber falar bem? Preciso ver resultados imediatos para saber que Deus está usando minha vida?”</p>



<p>Ao longo do episódio, a resposta vai ficando clara: evangelizar começa com obediência. E obediência, muitas vezes, se manifesta em serviço, presença, escuta e disponibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Evangelismo no Brasil acontece em lugares improváveis</strong></h4>



<p>Durante a conversa, Thiago compartilha experiências vividas em eventos como Barretos, Parintins, impactos de carnaval e ações em grandes festas pelo Brasil. Segundo ele, muitas pessoas estão esperando alguém disposto a servir, ouvir e demonstrar o amor de Jesus de forma prática.</p>



<p>Isso muda a forma como pensamos evangelismo. Não se trata apenas de esperar que as pessoas venham até nós. É sobre ir onde elas estão. Em festas, ruas, eventos, esportes, filas, campings, universidades e ambientes onde a presença cristã pode parecer inesperada, há oportunidades reais de servir.</p>



<p>Mas o episódio também faz um alerta importante: a forma importa. Muitas pessoas no Brasil já tiveram algum contato com o universo cristão. Por isso, abordagens carregadas de condenação, pressão ou falta de sensibilidade acabam afastando pessoas antes mesmo de abrir espaço para uma conversa.</p>



<p>Evangelizar exige empatia. É olhar para as pessoas com valor, respeitar suas histórias e entender que cada coração está em um processo diferente.</p>



<p>A referência de <strong>Mateus 5:16</strong>, citada no episódio, reforça exatamente isso: deixar a luz brilhar diante das pessoas para que elas vejam as boas obras e glorifiquem a Deus.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O impacto da obediência nem sempre aparece na hora</strong></h4>



<p>Um dos momentos mais marcantes do episódio é quando Thiago relembra um período em que se sentia pequeno dentro da missão. Enquanto outras pessoas tinham funções que pareciam mais importantes, ele dirigia uma Kombi e fazia suco.</p>



<p>Aos olhos dele, aquilo parecia pouco. Mas foi justamente nesse lugar simples que Deus revelou algo profundo.</p>



<p>Uma menina observou sua alegria e disse que ele não parecia crente porque era feliz. Aquela fala mostrou que o evangelho estava sendo comunicado não apenas pelas palavras, mas pela forma como ele vivia.</p>



<p>Essa história lembra que nem toda obediência vai parecer grande aos olhos das pessoas. Nem todo evangelismo gera resultados imediatos. Muitas vezes, o chamado é simplesmente permanecer fiel no lugar onde Deus colocou você.</p>



<p>O episódio também reforça o princípio bíblico de plantar e regar. Nem sempre sabemos em que etapa do processo aquela pessoa está. Talvez você esteja apenas plantando uma semente que outro verá florescer no futuro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Evangelismo também é equipe, família e disponibilidade</strong></h4>



<p>Outro ponto forte da conversa é o desafio de mobilizar mais trabalhadores para o evangelismo no Brasil. Thiago destaca que existem muitas portas abertas em eventos e movimentos pelo país, mas ainda faltam pessoas disponíveis para servir.</p>



<p>Ele fala sobre a importância do trabalho em equipe, da unidade entre igrejas e do senso de pertencimento dentro da missão. Nem todos estarão pregando para multidões. Alguns estarão organizando estrutura, servindo água, carregando caixas ou acolhendo pessoas. Ainda assim, todos fazem parte do mesmo propósito.</p>



<p>O episódio também aborda equilíbrio familiar e chamado missionário. Thiago compartilha como sua família participa do processo missionário mesmo em temporadas intensas de viagens e impactos.</p>



<p>Isso mostra que obedecer a Deus não significa viver de forma desequilibrada. Missão também envolve responsabilidade, discernimento e cuidado com aqueles que caminham ao nosso lado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A nova geração precisa de presença, não só informação</strong></h4>



<p>Ao falar sobre jovens e universitários, Thiago destaca que essa geração possui muito acesso à informação, mas muitas vezes vive sem direção.</p>



<p>Por isso, evangelizar hoje exige mais do que repetir fórmulas antigas. É preciso presença, relacionamento, escuta e disposição para plantar a boa semente.</p>



<p>O Episódio 07 do The Waves Podcast deixa uma mensagem clara: o evangelismo no Brasil continua acontecendo, inclusive em lugares improváveis. O desafio é encontrar pessoas dispostas a obedecer.</p>



<p>Talvez o seu começo não seja em um palco. Talvez seja servindo nos bastidores, ajudando em um evento, ouvindo alguém ou fazendo algo simples que ninguém vê.</p>



<p>Mas, se Deus te colocou ali, existe propósito.</p>



<p>Assista agora o <a href="http://jocum.org.br/evangelismo-em-rodeios-festas-e-eventos-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e descubra como Deus tem usado a obediência para transformar vidas através do evangelismo no Brasil.</p>



<p>E se você sente que existe algo mais que Deus quer fazer através da sua vida, dê o próximo passo e faça sua inscrição na ETED: <a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://eted.org.br</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/evangelizar-nao-e-so-falar-tambem-e-obedecer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando Deus chama, nem tudo faz sentido imediatamente</title>
		<link>https://jocum.org.br/quando-deus-chama-nem-tudo-faz-sentido-imediatamente/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/quando-deus-chama-nem-tudo-faz-sentido-imediatamente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Relevants]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5285</guid>

					<description><![CDATA[No episódio 06 do The Waves Podcast, Rebeca Cutrim compartilha como descobriu seu chamado missionário ainda muito jovem e como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No episódio 06 do The Waves Podcast, Rebeca Cutrim compartilha como descobriu seu chamado missionário ainda muito jovem e como a obediência a Deus transformou completamente sua forma de enxergar propósito, fé e missão. Entre histórias intensas na América Latina, experiências marcantes na ETED e reflexões sobre a geração Z, o episódio mostra que viver pela fé não significa ter todas as respostas — significa confiar em quem está guiando o caminho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado nasce no relacionamento com Deus</strong></h4>



<p>Mesmo crescendo em uma família missionária, Rebeca precisou descobrir pessoalmente se aquele também era o caminho que Deus tinha para ela.</p>



<p>Enquanto orava sobre o futuro, algo começou a ficar claro em seu coração: ela não queria ficar distante do que Deus estava fazendo no mundo. Versículos como Mateus 28:19-20 começaram a ganhar profundidade e direção prática.</p>



<p>Mais do que uma profissão ou estilo de vida, missão se tornou resposta de obediência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu não queria perder de vista o que Deus estava fazendo.”</p>
</blockquote>



<p>Essa decisão não veio de pressão externa, mas de um relacionamento construído com Deus ao longo dos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A obediência vem antes do entendimento</strong></h4>



<p>Uma das partes mais marcantes do episódio é quando Rebeca conta sobre o mochilão missionário pela América Latina.</p>



<p>Nada parecia lógico: países desconhecidos, perigos no caminho, dificuldades financeiras e momentos de insegurança. Em uma dessas viagens, até o freio da van quebrou durante a estrada.</p>



<p>Mas foi justamente nesses momentos que ela experimentou a fidelidade de Deus de maneira prática.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A obediência não precisa fazer sentido para mim imediatamente. Precisa fazer sentido para Deus.”</p>
</blockquote>



<p>Essa verdade aparece em toda a Bíblia. Deus frequentemente chama pessoas para dar passos antes de entenderem completamente o plano. Foi assim com Abraão e sua fé relatada em Hebreus 11:8 e com os discípulos ao deixarem tudo para seguir Jesus.</p>



<p>A fé cresce enquanto caminhamos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A geração Z está procurando propósito</strong></h4>



<p>Durante o episódio, Rebeca também fala sobre algo que percebe em muitos jovens da sua geração: a busca por pertencimento, identidade e propósito.</p>



<p>Mesmo em meio a tantas opções, muitos ainda sentem um vazio difícil de explicar.</p>



<p>Segundo ela, isso revela uma geração que não quer apenas viver por viver — quer encontrar significado verdadeiro.</p>



<p>E é exatamente nisso que Deus continua chamando jovens para perto dEle.</p>



<p>O significado de Emmanuel, “Deus conosco” (Mateus 1:23), se tornou muito real durante suas experiências missionárias. Não se trata apenas de fazer coisas para Deus, mas de caminhar com Ele diariamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O próximo passo começa com um “sim”</strong></h4>



<p>Talvez você ainda esteja tentando entender seu propósito ou discernir o que Deus está falando ao seu coração.</p>



<p>E tudo bem não ter todas as respostas agora.</p>



<p>O episódio deixa uma verdade muito clara: muitas vezes o entendimento vem depois da obediência.</p>



<p>Se Deus está despertando algo dentro de você, talvez o próximo passo seja simplesmente confiar.</p>



<p>Assista agora ao <a href="https://jocum.org.br/?post_type=podcast&amp;p=5288&amp;preview=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> no YouTube e descubra como Deus continua chamando jovens para viverem algo maior através da fé, da obediência e da missão.</p>



<p>Se você quer aprender mais sobre missão, ouvir Deus com clareza e viver uma experiência que pode transformar sua caminhada com Ele, conheça a ETED. A Escola de Treinamento e Discipulado da Jocum é um ambiente de crescimento espiritual, discipulado e despertamento missionário para jovens que desejam dar os próximos passos no chamado de Deus. <a href="https://eted.org.br?utm_source=chatgpt.com"></a><a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">eted.org.br</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/quando-deus-chama-nem-tudo-faz-sentido-imediatamente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ETED, chamado e propósito: como dar o próximo passo quando você ainda tem dúvidas</title>
		<link>https://jocum.org.br/eted-chamado-e-proposito-como-dar-o-proximo-passo-quando-voce-ainda-tem-duvidas/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/eted-chamado-e-proposito-como-dar-o-proximo-passo-quando-voce-ainda-tem-duvidas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Relevants]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5240</guid>

					<description><![CDATA[No episódio 05 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Carlinha, missionária da Jocum há 24 anos e coordenadora do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No episódio 05 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Carlinha, missionária da Jocum há 24 anos e coordenadora do Centro de ETED no Brasil e na África, sobre dúvidas muito comuns de quem sente um chamado missionário, mas ainda não sabe por onde começar. “Será que missões é para mim?” “Preciso largar tudo?” “E se minha família não entender?” “Como saber se estou ouvindo Deus de verdade?” Essas perguntas aparecem com força especialmente na juventude, quando decisões sobre futuro, profissão, fé e propósito parecem se cruzar ao mesmo tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A ETED não é só para quem já decidiu ser missionário</strong></h3>



<p>Uma das ideias mais importantes da conversa é que a ETED não deve ser vista apenas como um caminho para quem já decidiu viver como missionário de longo prazo. Carlinha explica que a escola é indicada para todo cristão que deseja conhecer mais a Deus e fazê-lo conhecido.</p>



<p>Ela afirma que muita gente chega pensando que ficará no campo missionário para sempre, mas Deus direciona essa pessoa para servir em outras esferas da sociedade. Outros chegam pensando em viver apenas uma experiência curta, mas durante a escola entendem que Deus está chamando para algo mais profundo.</p>



<p>Nas palavras dela: “É muito limitante dizer que é para quem tem chamado a longo prazo. É tempo para você ouvir a Deus e se dispor a continuar obedecendo aquilo que Ele tem.”</p>



<p>Essa fala conversa diretamente com quem ainda não tem todas as respostas. A ETED aparece como um ambiente de discernimento, não como uma exigência de já chegar com tudo definido. É um tempo para diminuir ruídos, sair da rotina comum e se conectar com Deus de forma intencional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mais do que um curso, uma comunidade missionária</strong></h3>



<p>Carlinha também destaca que o grande diferencial da ETED é o ambiente em que ela acontece. Antes de ser um curso ou programa de treinamento, ela define a ETED como uma comunidade missionária.</p>



<p>Isso significa que os alunos vivem em uma base missionária e participam de uma rotina marcada por louvor, intercessão, aulas, serviço, cuidado com a estrutura, grupos pequenos, evangelismo e vida em comunidade. O aprendizado não fica restrito à sala de aula. Ele acontece na mesa, nas conversas, nas decisões, nas tarefas simples e na prática daquilo que foi aprendido.</p>



<p>Ela resume isso com uma expressão forte: “viver e aprender”.</p>



<p>Essa dinâmica ajuda a formar não apenas conhecimento, mas maturidade. A pessoa aprende sobre Deus enquanto serve, convive, ora, ouve, trabalha, é acompanhada e também confrontada em áreas práticas da vida.</p>



<p>No episódio, Carlinha menciona referências bíblicas que atravessam essa visão: o coração transformado citado a partir de Ezequiel, a oração “venha o teu Reino, seja feita a tua vontade”, o exemplo de Jesus fazendo o que vê o Pai fazer, a jornada de Abraão diante do desconhecido, Barnabé como alguém que caminha junto e as cartas paulinas como referência de cuidado e sustento missionário.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Identidade, propósito e obediência no caminho</strong></h3>



<p>Quando Marcel pergunta qual transformação alguém pode esperar ao fazer a ETED, Carlinha responde de forma muito direta: a pessoa pode sair mais parecida com Jesus e entender melhor o que Deus tem para sua vida.</p>



<p>Ela conta que, em sua própria história, chegou à ETED pensando que iria para Bangladesh trabalhar com crianças e adolescentes. Mas durante a escola, ao ouvir Deus, percebeu que o caminho era diferente: investir em treinamento, fundamentar cristãos e multiplicar aquilo que Deus estava fazendo entre as nações.</p>



<p>Essa parte da conversa é importante porque mostra que propósito não é apenas realizar um plano pessoal com linguagem espiritual. Muitas vezes, ouvir Deus significa reorganizar expectativas, abrir mão de algumas ideias e obedecer a uma direção que não estava no roteiro inicial.</p>



<p>Carlinha afirma: “Eu acredito que a gente sai mais parecido com Jesus” e conecta isso a uma renovação de mente sobre aquilo que realmente importa para Deus.</p>



<p>Para quem está inseguro, ela também traz uma orientação prática: não caminhe sozinho. Segundo ela, quem pensa em fazer ETED precisa trazer pessoas para perto: igreja, amigos, pais e líderes. Gente que possa orar junto, ouvir junto e acompanhar o processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo para quem quer fazer ETED</strong></h3>



<p>Na parte final da conversa, Carlinha orienta que o primeiro passo é procurar uma base de Jocum, mas sem se inscrever automaticamente na primeira opção encontrada. O conselho dela é pesquisar, entrar em contato, fazer perguntas, entender a rotina, perguntar sobre o prático, conhecer o perfil da base e orar antes de decidir.</p>



<p>Ela lembra que existem diferentes bases, realidades e ênfases. Algumas podem ter mais relação com artes, comunicação, treinamento, tradução da Bíblia, povos indígenas, ribeirinhos ou outras áreas de atuação. Por isso, escolher uma ETED também envolve discernir onde aquele processo fará mais sentido para o momento de cada pessoa.</p>



<p>E para quem ainda está com medo, Carlinha deixa uma frase central: “Decisão antecede a provisão.”</p>



<p>Isso não significa agir de forma isolada ou irresponsável. Pelo contrário, durante a conversa ela reforça a importância de caminhar com apoio, ouvir conselhos, envolver a igreja e não tomar decisões sozinho. Mas também lembra que esperar condições ideais pode paralisar quem já sabe que precisa dar um passo de obediência.</p>



<p>Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/muito-alem-de-um-curso-para-missoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p>Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e inscreva-se: <a href="https://eted.org.br">eted.org.br</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/eted-chamado-e-proposito-como-dar-o-proximo-passo-quando-voce-ainda-tem-duvidas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Povos não alcançados: o chamado missionário ainda é urgente</title>
		<link>https://jocum.org.br/povos-nao-alcancados-o-chamado-missionario-ainda-e-urgente/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/povos-nao-alcancados-o-chamado-missionario-ainda-e-urgente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Relevants]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5118</guid>

					<description><![CDATA[No episódio 04 do The Waves Podcast, Silas Silva conversa com Gilly Ferraz sobre povos não alcançados, chamado missionário e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No episódio 04 do The Waves Podcast, Silas Silva conversa com Gilly Ferraz sobre povos não alcançados, chamado missionário e a responsabilidade da igreja diante daqueles que ainda não ouviram falar de Jesus. A conversa parte de uma pergunta simples, mas profunda: como ainda existem pessoas sem acesso ao Evangelho em um mundo com tantas igrejas, missionários e recursos?</p>



<p>A partir da sua própria história, Gilly mostra que missões não começam com uma estrutura perfeita, mas com um relacionamento real com Jesus e uma disposição sincera em obedecer. Para quem sente o coração queimar por missões, mas ainda não sabe por onde começar, este episódio é um convite à oração, ao preparo e à ação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Chamado começa com relacionamento, não com religiosidade</strong></h3>



<p>Gilly conta que cresceu em um ambiente de igreja, mas sem um relacionamento verdadeiro com Deus. Ele acreditava que Deus existia, mas não acreditava que Deus podia escutar o que acontecia dentro da sua casa. Tudo mudou quando, ainda adolescente, ele orou de forma simples: se Deus realmente o escutava, que enviasse alguém para orar por ele.</p>



<p>Naquela noite, ele entendeu que Jesus havia morrido por seus pecados e decidiu entregar sua vida a Cristo. A partir desse encontro, começou a compartilhar Jesus com outras pessoas.</p>



<p>Como ele mesmo resumiu: “Eu tinha uma vida de religiosidade, não de relacionamento.”</p>



<p>Esse ponto é essencial para qualquer jovem que pensa em missões. Antes de ir para algum lugar, antes de fazer uma escola, antes de escolher um país ou um povo, existe uma pergunta mais profunda: você está caminhando com Jesus?</p>



<p>Missões começam quando a transformação que Jesus fez em nós se torna impossível de guardar só para nós.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Povos não alcançados: quem ainda precisa ouvir?</strong></h3>



<p>Durante a conversa, Gilly explica que povos não alcançados são aqueles com 2% ou menos de cristãos em sua população. Ele também fala sobre os povos não engajados, onde não há nenhuma representação cristã, nenhuma igreja ou presença missionária conhecida.</p>



<p>Essa explicação ajuda a tirar o tema do campo abstrato. Não estamos falando apenas de lugares distantes, mas de pessoas reais que ainda não tiveram acesso claro ao Evangelho. Gilly também lembra que, em alguns contextos, a igreja pode não se parecer com o modelo público que conhecemos no Brasil. Pode ser uma igreja clandestina, uma reunião simples dentro de uma casa ou debaixo de uma árvore.</p>



<p>A conversa também amplia a visão sobre o Brasil. Segundo Gilly, há desafios missionários dentro do próprio país: povoados sertanejos, comunidades ribeirinhas, quilombolas, ciganos, pessoas surdas ou com deficiência auditiva, etnias indígenas, refugiados e imigrantes.</p>



<p>Ou seja, povos menos alcançados não estão apenas “do outro lado do mundo”. Muitos estão mais perto do que imaginamos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O maior desafio ainda são trabalhadores</strong></h3>



<p>Quando Silas pergunta qual é o maior desafio para alcançar esses povos, Gilly responde a partir de Mateus 9:38: “Peçam ao Senhor da Seara que envie trabalhadores.”</p>



<p>Para ele, o desafio central é levantar pessoas dispostas a servir. Não apenas pessoas com todos os recursos prontos, todas as respostas ou todas as habilidades, mas trabalhadores que aceitam ser formados no caminho.</p>



<p>Gilly fala com muita honestidade sobre isso. Ele diz que não se escolheria. Não veio de uma família estruturada, não tinha grandes recursos financeiros e não se via como alguém naturalmente habilidoso para falar em público. Mesmo assim, Deus o chamou, o formou e o conduziu ao longo dos anos.</p>



<p>Essa parte da conversa é importante para quem pensa: “Eu não sei falar inglês”, “não tenho faculdade”, “não sou bom o suficiente” ou “não tenho dinheiro”. O episódio não romantiza os desafios, mas também não deixa o medo ser a palavra final.</p>



<p>Como Gilly afirma: “O lugar mais perigoso da face da terra é fora da vontade de Deus.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começar?</strong></h3>



<p>A resposta de Gilly é prática: comece com oração. Ele conta a história de sua filha, que ainda criança começou a orar por um povo não alcançado. Anos depois, em outro país, ele encontrou uma mulher daquele povo e entregou a ela o Evangelho de João em sua própria língua.</p>



<p>Essa história mostra que oração não é um detalhe pequeno. Para quem ainda não pode se mover geograficamente, orar já é um começo real. A partir disso, Gilly orienta jovens a olharem para os povos menos alcançados, escolherem uma nação ou povo para orar, conversarem com a família e liderança, buscarem preparo e caminharem em direção ao que Deus está colocando no coração.</p>



<p>Ele também menciona a JOCUM como um espaço de treinamento, formação bíblica, preparo transcultural, tradução da Bíblia, saúde, comunicação, esportes, aconselhamento e outras áreas de influência. A formação missionária, nesse contexto, não é apenas acadêmica. É prática, espiritual e voltada para cumprir o chamado.</p>



<p>Referências bíblicas citadas no episódio: Mateus 28, Mateus 24:14, Mateus 9:38 e Salmos 2:8.</p>



<p>Missões não começam quando você tem tudo resolvido. Começam quando você decide responder a Deus com o que tem hoje: oração, disposição, obediência e um coração pronto para ser formado.</p>



<p>Se esse episódio despertou algo no seu coração e você sente que Deus pode estar te chamando para missões, o próximo passo não precisa ser confuso nem solitário.</p>



<p>E para mergulhar nessa conversa completa sobre povos não alcançados, desafios missionários e como começar, <strong>assista ao episódio 04 do The Waves Podcast no YouTube</strong>. Compartilhe com alguém que também carrega esse desejo de entender melhor seu lugar nas missões.</p>



<p>Para quem já tomou uma decisão e quer se preparar melhor para viver esse chamado, a <strong>ETED — Escola de Treinamento e Discipulado</strong> é um caminho para crescer no relacionamento com Deus, fortalecer sua fé e entender como viver uma vida missionária com mais clareza e profundidade.<br>Inscreva-se na ETED:<a href="https://eted.org.br"><strong> eted.org.br</strong></a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/povos-nao-alcancados-o-chamado-missionario-ainda-e-urgente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando o chamado vira peso: cuidando da saúde emocional e espiritual em missões</title>
		<link>https://jocum.org.br/quando-o-chamado-vira-peso-cuidando-da-saude-emocional-e-espiritual-em-missoes/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/quando-o-chamado-vira-peso-cuidando-da-saude-emocional-e-espiritual-em-missoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Relevants]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5113</guid>

					<description><![CDATA[No episódio três do The Waves Podcast, a conversa com Paulo Gomes traz uma reflexão necessária para quem deseja viver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No episódio três do The Waves Podcast, a conversa com Paulo Gomes traz uma reflexão necessária para quem deseja viver missões de forma profunda, saudável e duradoura. A partir de sua experiência no campo transcultural e no cuidado integral de missionários, Paulo fala sobre chamado, cansaço, descanso, família, perseverança e os sinais de alerta que muitas vezes são ignorados por quem está servindo.</p>



<p>Muita gente começa a caminhada missionária com paixão, fé e convicção. Mas, com o tempo, também pode encontrar cansaço, frustração, perdas, expectativas não realizadas e uma sensação silenciosa de esgotamento. E quando isso acontece, uma pergunta importante surge: como continuar servindo sem adoecer por dentro?</p>



<p>A vida missionária não exige que alguém finja estar bem o tempo todo. Pelo contrário, quem deseja permanecer por longo tempo precisa aprender a reconhecer os próprios limites, cuidar da vida com Deus, do corpo, da família e das emoções. No campo missionário, saúde emocional e espiritual não são detalhes. São parte da obediência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O chamado precisa ser vivido em dependência, não na força do braço</h3>



<p>Paulo Gomes compartilha que, depois de muitos anos servindo no Amazonas, começou a perceber sinais de cansaço. Deus já estava falando com ele sobre deixar aquele lugar, mas ele resistia. Em suas palavras: “Eu estava sendo teimoso e justificando isso como se fosse perseverança.”</p>



<p>Esse é um ponto sensível para muitos missionários e jovens vocacionados. Às vezes, a pessoa acredita que insistir sempre é sinal de fidelidade. Mas existe uma linha fina entre perseverança e obstinação.</p>



<p>Paulo conta que entendeu isso quando ouviu uma ilustração forte: muitos missionários continuam dançando mesmo quando Deus já parou a música. Ele reconheceu que estava tentando continuar na força do braço, com boas intenções, mas já distante da direção que Deus estava dando.</p>



<p>Esse discernimento é essencial para quem quer seguir o chamado. Obedecer não é apenas ir. Às vezes, obedecer também é sair, pausar, transicionar ou reconhecer que uma estação chegou ao fim.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os frutos pertencem a Deus</h3>



<p>Em uma das histórias mais marcantes do episódio, Paulo relembra um tempo de muita pressão em uma aldeia no Amazonas. A equipe enfrentava enfermidades, malária, isolamento e desânimo. O trabalho parecia não avançar, e ele mesmo chegou a questionar diante de Deus a ausência de frutos.</p>



<p>Foi nesse momento que ele ouviu algo que renovou sua esperança: “Os frutos são comigo.”</p>



<p>A situação externa não mudou imediatamente. As dificuldades continuavam ali. Mas algo mudou dentro dele. Paulo voltou renovado, com força e esperança. Anos depois, ele pôde ver frutos daquela temporada: pessoas que antes estavam desviadas se tornaram pastores, e crianças que ele havia segurado no colo hoje servem na região.</p>



<p>Essa história confronta uma ansiedade comum em quem serve: a necessidade de ver resultados imediatos. Mas a missão não é sustentada pelo controle dos frutos. Ela é sustentada pela fidelidade a Deus.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidar de si também é parte da missão</h3>



<p>Um dos pontos centrais da conversa é que o missionário não pode negligenciar a si mesmo em nome do ministério. Paulo lembra que o corpo é o instrumento do trabalho. Não existe vida missionária fora do corpo, por isso o cuidado físico, emocional e espiritual precisa ser levado a sério.</p>



<p>Ele cita Atos 20:28, quando Paulo orienta líderes a cuidarem de si mesmos e do rebanho confiado a eles. A ordem importa: cuidar de si não é egoísmo, é responsabilidade.</p>



<p>Esse cuidado começa pela vida com Deus. Paulo alerta que muitos líderes usam a Bíblia como ferramenta de trabalho para pregar e ensinar, mas deixam de se alimentar da Palavra pessoalmente. A leitura bíblica, a adoração, o jejum e a meditação precisam ser lugares de refrigério, não apenas de preparo ministerial.</p>



<p>Também entram nessa conversa o descanso, o lazer, o exercício físico, a alimentação, bons hábitos e momentos de desconexão. Para Paulo, descansar hoje passa por aprender a se desconectar das pressões e das redes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Jesus também compartilhou sua angústia</h3>



<p>Ao falar sobre equilíbrio emocional, Paulo aponta para o exemplo de Jesus no Getsêmani. Antes da cruz, Jesus não negou sua angústia. Ele chamou amigos próximos e disse que sua alma estava angustiada até a morte. Depois, abriu o coração diante do Pai e então encarou o que precisava enfrentar.</p>



<p>Esse exemplo mostra que maturidade espiritual não é ausência de emoções. Jesus não viveu como alguém isolado, intocável ou incapaz de expressar dor. Ele compartilhou com amigos, orou honestamente ao Pai e enfrentou a situação.</p>



<p>Para jovens que desejam entrar em missões, essa é uma lição profunda: você não precisa fingir força o tempo todo. É necessário ter pessoas seguras com quem compartilhar, vida honesta diante de Deus e coragem para continuar obedecendo mesmo em meio a perdas, dores e expectativas não supridas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Descanso é obediência</h3>



<p>Paulo é direto ao falar com líderes e missionários que vivem sobrecarregados, mas se recusam a parar: isso pode ser desobediência. Segundo ele, Deus não nos programou para trabalhar sem parar. O descanso é bíblico e essencial.</p>



<p>Ele lembra que o sábado foi estabelecido para uma nação livre. O escravo no Egito não tinha descanso, mas o povo livre recebeu de Deus um ritmo diferente. Por isso, descanso não deve ser tratado como fraqueza ou falta de compromisso.</p>



<p>Essa verdade também afeta famílias missionárias. Quando pais não separam tempo para lazer, descanso e presença com os filhos, as consequências podem aparecer mais tarde. O ministério não pode engolir a família.</p>



<p>A missão saudável não é feita por super-heróis. É vivida por pessoas reais, com corpo, emoções, limites, família, dores e necessidade diária de Deus.</p>



<p>Se você sente o chamado missionário, comece aprendendo a ouvir Deus não apenas sobre onde ir, mas também sobre como permanecer. Chamado não é ativismo. Chamado é obediência.</p>



<p>Assista agora o <a href="https://jocum.org.br/podcast/como-perceber-o-esgotamento-antes-que-seja-tarde/"><strong>episódio completo</strong></a> no YouTube e aprofunde essa conversa sobre chamado, descanso e saúde emocional na vida missionária.</p>



<p>E se você já se decidiu e quer aprender mais sobre missões, discipulado e vida com Deus, conheça a ETED. Acesse <strong><a href="https://eted.org.br/">eted.org.br</a></strong> e veja as escolas disponíveis no Brasil.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/quando-o-chamado-vira-peso-cuidando-da-saude-emocional-e-espiritual-em-missoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você sente, mas não entende: será que é o chamado?</title>
		<link>https://jocum.org.br/voce-sente-mas-nao-entende-sera-que-e-o-chamado/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/voce-sente-mas-nao-entende-sera-que-e-o-chamado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Relevants]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5107</guid>

					<description><![CDATA[No episódio dois do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Adriano Estevam sobre uma das dúvidas mais profundas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No episódio dois do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Adriano Estevam sobre uma das dúvidas mais profundas de quem sente um chamado missionário: como saber se Deus está realmente chamando? A partir da sua própria história, Adriano compartilha como começou sua jornada em missões, mesmo sem ter todas as respostas, sem saber exatamente para onde iria e sem entender tudo o que Deus faria a partir daquele primeiro “sim”.</p>



<p>Antes de seguir para missões, Adriano também resistiu. Enquanto via outras pessoas da sua igreja respondendo ao chamado missionário, ele pensava que aquilo era para os outros, não para ele. Havia planos, possibilidades e caminhos que pareciam mais previsíveis.</p>



<p>Mas, em determinado momento, durante uma mensagem sobre Jonas, Adriano se percebeu na história de alguém que estava fugindo da voz de Deus. Ele descreve aquele encontro como decisivo: “É você. Somos eu e você.” A partir dali, seu coração respondeu o primeiro sim.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Chamado nem sempre vem com um roteiro completo</h3>



<p>Uma das partes mais importantes da conversa é quando Adriano explica que Deus não entregou todos os detalhes da jornada de uma vez.</p>



<p>Ele não sabia exatamente o que faria, para onde iria ou como tudo aconteceria. O que existia era uma convicção interior de que aquilo era para a vida toda.</p>



<p>Segundo ele, Deus não chama primeiro para um roteiro inteiro, mas para um passo de obediência. O chamado vai sendo discernido no caminho, enquanto a pessoa aprende a confiar em Deus nos próximos passos.</p>



<p>Essa é uma resposta importante para quem está esperando ter tudo resolvido antes de obedecer. Na história de Adriano, o chamado não começou com controle, mas com rendição.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O medo não significa ausência de chamado</h3>



<p>Adriano também fala com honestidade sobre medo. Quando Marcel pergunta se ele teve insegurança, a resposta é clara: ele teve muito medo.</p>



<p>Medo do desconhecido. Medo de estar deixando outras possibilidades para trás. Medo de não saber exatamente como seria a vida dali em diante.</p>



<p>Mas, ao mesmo tempo, havia uma convicção que sustentava sua decisão. Ele menciona a frase bíblica de que o verdadeiro amor lança fora todo medo e conecta isso à experiência de conhecer mais profundamente o Deus que chama.</p>



<p>O medo não desapareceu de uma vez, mas foi perdendo força enquanto ele caminhava em obediência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Obediência é o primeiro próximo passo</h3>



<p>No fim da conversa, Adriano deixa um conselho direto para quem sente o chamado, mas ainda está travado: diga sim.</p>



<p>Não como uma resposta impulsiva ou sem consciência, mas como uma entrega verdadeira diante de Deus. Para ele, a obediência foi o lugar onde a jornada começou a fazer sentido.</p>



<p>Ele também afirma que tudo o que sabia antes do campo missionário foi transformado pela missionalidade da sua caminhada. A ETED aparece no episódio como um caminho prático para quem já decidiu dar esse passo, aprender mais e entender melhor o próprio lugar em missões.</p>



<p>Para quem ainda está em dúvida, Marcel apresenta os pequenos grupos como um espaço de acompanhamento com missionários, onde é possível conversar sobre chamado, missões e próximos passos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Referências bíblicas citadas ou evocadas no episódio</h3>



<p>Durante a conversa, Adriano menciona a história de Jonas, o chamado de Abraão para olhar as estrelas, a ideia de que o justo vive pela fé, a verdade de que o verdadeiro amor lança fora o medo e a visão de povos, tribos, línguas e nações adorando a Deus.</p>



<p>Essas referências atravessam o episódio como um lembrete: chamado missionário não é apenas sobre ir a algum lugar, mas sobre obedecer a Deus, confiar no seu amor e participar daquilo que Ele está fazendo entre as nações.</p>



<p>Assista agora o <a href="https://jocum.org.br/podcast/como-saber-se-deus-te-chamou-para-missoes/"><strong>episódio completo</strong></a> no YouTube e entenda como um simples “sim” pode abrir o caminho para a sua jornada em missões.</p>



<p>E se você já se decidiu e quer aprender mais sobre missões, seu próximo passo pode ser a ETED: <a href="https://eted.org.br"><strong>eted.org.br</strong></a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/voce-sente-mas-nao-entende-sera-que-e-o-chamado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como saber se Deus está te chamando para missões?</title>
		<link>https://jocum.org.br/como-saber-se-deus-esta-te-chamando-para-missoes/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/como-saber-se-deus-esta-te-chamando-para-missoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Relevants]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=5057</guid>

					<description><![CDATA[Neste episódio do The Waves Podcast, Silas conversa com Bram, missionário da Jocum desde 2001, sobre chamado, vocação, família, provisão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste episódio do The Waves Podcast, Silas conversa com Bram, missionário da Jocum desde 2001, sobre chamado, vocação, família, provisão e os desafios reais de obedecer a Deus no campo missionário. A partir da sua própria história, Bram compartilha como conheceu Jesus, como entendeu seu chamado e como aprendeu que Deus nem sempre mostra o futuro inteiro — muitas vezes, Ele mostra apenas o próximo passo.</p>



<p>Existe uma pergunta que aparece no coração de muitos jovens cristãos: “Será que Deus está me chamando para missões?”</p>



<p>Às vezes, essa dúvida vem acompanhada de empolgação. Em outros momentos, vem com medo, insegurança e muitas perguntas práticas. Como começar? Para onde ir? E se eu estiver entendendo errado? Como vou me sustentar? Minha família vai junto? Preciso sair do país para obedecer ao chamado?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Chamado não começa com controle, começa com obediência</h3>



<p>Bram conta que, quando conheceu Jesus, ele ainda não tinha vocabulário cristão. Não sabia exatamente o que era chamado, discipulado, evangelismo ou vida missionária. Mesmo assim, logo no início da sua caminhada com Deus, teve uma experiência marcante em que entendeu que Deus o estava chamando para missões.</p>



<p>Com o tempo, ele passou a entender que o chamado não é apenas uma sensação individual. Existe um mandamento claro de Jesus para fazer discípulos e multiplicar o Reino de Deus. Bram conecta isso com a Grande Comissão e também com o princípio de multiplicação apresentado em Gênesis.</p>



<p>Para ele, a grande questão não é se todo cristão tem uma missão. A questão é como cada pessoa vai obedecer.</p>



<p>Como Bram explica, muitas vezes queremos que Deus revele todo o plano da nossa vida. Queremos uma “lâmpada gigante” mostrando os próximos dois, dez ou vinte anos. Mas Deus costuma conduzir de outra forma: passo a passo.</p>



<p>“Cada passo é passo de fé.”</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vocação é viver como imagem de Deus no mundo</h3>



<p>Uma das partes mais importantes da conversa é quando Bram diferencia vocação e chamado. Para ele, a vocação é geral para todo ser humano: representar Deus no mundo físico, carregar a imagem dEle e viver de acordo com os princípios do Reino.</p>



<p>Isso significa que uma pessoa pode ser médico, professor, psicólogo, lixeiro ou missionário em tempo integral, mas ainda assim viver com a mesma vocação central: revelar Deus onde está.</p>



<p>Bram também lembra que o fruto do Espírito deve gerar multiplicação. Ou seja, uma vida transformada por Deus naturalmente abre espaço para testemunho, evangelismo e discipulado. Isso pode acontecer no trabalho, na escola, na família, entre amigos ou em outro país.</p>



<p>O chamado, então, não se resume apenas a atravessar fronteiras. Ele também pode acontecer no bairro, na casa, na família e nas pequenas decisões de obediência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O próximo passo pode ser onde você está</h3>



<p>Silas pergunta se chamado sempre envolve sair de um lugar e ir para outro. Bram responde que as duas coisas são reais. Existem pessoas chamadas para outros países, mas também existem pessoas chamadas para servir na própria família, no bairro ou diante de uma necessidade próxima.</p>



<p>Ele compartilha o exemplo de um amigo que, recém-casado, sentiu que deveria acolher o sobrinho em uma situação difícil. Aquilo talvez não parecesse “missões” da forma tradicional, mas foi uma resposta clara ao chamado de Deus.</p>



<p>Essa perspectiva tira o chamado do campo da comparação. O mais importante não é se o chamado parece grande ou pequeno aos olhos dos outros. O mais importante é obedecer com o mesmo coração.</p>



<p>Se Deus chama alguém para a Tailândia, a resposta deve ser obediência. Se Deus chama alguém para o vizinho, a resposta também deve ser obediência.</p>



<p>“Ser cristão tem que ser ouvido aberto: escutar e obedecer.”</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como começar a discernir o chamado?</h3>



<p>Bram sugere algo simples e profundo: separar tempo diário com Deus, ficar em silêncio, ouvir o Espírito Santo e anotar os pensamentos que vêm nesse tempo. Segundo ele, muitas pessoas acham que Deus não fala, mas quando começam a registrar o que percebem em oração, enxergam uma linha de direção.</p>



<p>Esse processo não elimina todas as dúvidas, mas ajuda a perceber o próximo passo.</p>



<p>Bram também fala da ETED como um ambiente importante de preparo. Ele compara esse tempo a uma panela de pressão: algo concentrado, intenso e capaz de marcar a vida da pessoa para o futuro. Para ele, a ETED ajuda jovens a aprofundarem o relacionamento com Deus, crescerem em fé e discernirem melhor o que Deus está falando.</p>



<p>Talvez você ainda não tenha todas as respostas. Talvez ainda existam medos sobre dinheiro, família, futuro ou direção. Mas o chamado não começa quando todas as perguntas desaparecem. Ele começa quando você decide ouvir Deus e obedecer o próximo passo.</p>



<p>E para se aprofundar nessa conversa sobre chamado, obediência, provisão e vida missionária, assista agora o<strong> <a href="https://jocum.org.br/podcast/como-saber-discernir-seu-chamado-sem-complicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> </strong>no YouTube.</p>



<p>Se você já se decidiu e quer aprender mais, inscreva-se na ETED: <a href="https://eted.org.br"><strong>eted.org.br</strong></a></p>



<p></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/como-saber-se-deus-esta-te-chamando-para-missoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carta Magna Cristã</title>
		<link>https://jocum.org.br/carta-magna-crista/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/carta-magna-crista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[JOCUM DF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=3454</guid>

					<description><![CDATA[Apoiamos a Carta Magna Cristã, que descreve os seguintes direitos básicos como implícitos no Evangelho, ou seja , todos na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apoiamos a Carta Magna Cristã, que descreve os seguintes direitos básicos como implícitos no Evangelho, ou seja , todos na terra têm o direito a:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ouvir e entender o Evangelho de Jesus Cristo.</li>



<li>Ter uma Bíblia disponível em sua própria língua.</li>



<li>Ter uma comunidade cristã por perto para a comunhão semanal, estudos bíblicos e louvor com outros no corpo de Cristo.</li>



<li>Ter educação cristã disponível para seus filhos.</li>



<li>Ter as necessidades básicas da vida: alimentação, água, vestuário, abrigo e assistência médica supridas.</li>



<li>Ter uma vida produtiva de realizações espirituais, mentais, sociais, emocionais e físicas.</li>
</ol>



<p>Comprometemo-nos, pela graça de Deus, a cumprir esta aliança e a viver para a glória de Deus.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/carta-magna-crista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pacto pela Erradicação da Carência Bíblica</title>
		<link>https://jocum.org.br/pacto-pela-erradicacao-da-carencia-biblica/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/pacto-pela-erradicacao-da-carencia-biblica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[JOCUM DF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=3451</guid>

					<description><![CDATA[De 27 de Agosto a 03 de Setembro de 2014 cerca de 400 jocumeiros estavam reunidos em Singapura como uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De 27 de Agosto a 03 de Setembro de 2014 cerca de 400 jocumeiros estavam reunidos em Singapura como uma família representando&nbsp;mais de 65 nações. Porque Deus agiu em nosso meio, queremos responder a Ele e, portanto, JUNTOS DIZEMOS:</p>



<p><strong>Jesus,</strong>&nbsp;declaramos nosso desejo de caminhar de forma intencional e continuamente na sua presença – tanto individualmente como coletivamente. Pai, nós afirmamos que você é o nosso maior bem. Como Moisés, iremos para onde você quer nos levar, contanto que você, Espírito Santo, pessoalmente, vá conosco, pois é a sua presença que nós mais desejamos (Ex 33, 15-16).<br>Ao realizarmos a sua obra, nós nos comprometemos a fazer o seu trabalho a sua maneira e nunca tomar a sua presença em nosso meio como garantida . Nós nos guardaremos de uma familiaridade com a sua presença que não seja apropriada, pois não queremos tocar a arca como Uzá (2Sm 6: 1-8). Ao contrário, queremos andar no temor do Senhor. Queremos mais do que uma breve visitação sua Deus, por isso, o convidamos a habitar sempre no meio de nós.</p>



<p><strong>Pai</strong>, nós celebramos a identidade que você nos deu como uma família global multi-cultural e multi-geracional. Reconhecemos que a JOCUM existe porque você tem graciosamente falado conosco e nos incluiu em seus propósitos. Nossa história de família começou quando você encontrou-se com Loren, nas Bahamas, em junho de 1956 e tem continuado até hoje. Reconhecemos e afirmamos que por causa de sua iniciativa, a visão das ondas tem definição de destino, e implicações de pacto para nós. Lembramos do testemunho desse encontro. Loren disse:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu estava olhando para um mapa do mundo, e de repente o mapa estava vivo e em movimento! Eu podia ver todos os continentes, e as ondas que estavam batendo nas margens litorâneas. Cada onda foi para um continente, depois recuou, em seguida, retornou com mais ímpeto até que cobrir o continente completamente. As ondas se transformaram em jovens da minha idade e até mais novos – jovem invadindo todos os continentes do globo. Eles estavam conversando com as pessoas nas esquinas e bares afora. Eles iam de casa em casa e pregavam o Evangelho. Eles vieram de todos os lugares e iam por toda parte, cuidando das pessoas. Então, assim como de repente a cena havia surgido, ela foi embora.”</p>
</blockquote>



<p>Notamos que há dois elementos-chave nesta visão de pacto:</p>



<p><strong>Em primeiro lugar,</strong>&nbsp;era sobre jovens, algo inédito na prática de missões naquele momento. Portanto, nos comprometemos de novo a promover os jovens e fazer tudo o que pudermos para desregulamentar missões para que todos possam ser incluídos nos propósitos do reino de Deus. Afirmamos o nosso compromisso sem reservas de obedecer-lhe Deus. Conforme você nos lidera vamos gerar de forma nova iniciativas empreendedoras no Espírito, a fim de alcançar os objetivos da Grande Comissão. Nós queremos ansiosamente pioneirar coisas novas de maneiras novas e incentivar outros a fazerem o mesmo que nós, ouvindo sua voz, obedecendo-o e co-criando contigo aquelas atividades transformacionais que vão ministrar às necessidades do menor, dos últimos e dos perdidos.</p>



<p><strong>Em segundo lugar,</strong>&nbsp;era sobre ondas. Trata-se de ondas contínuas sempre em expansão, cada uma construindo sobre o que veio antes. Estas ondas vieram de todos os continentes e foram para todos os continentes. Todos estavam envolvidos; todos foram impactados. Portanto, nós nos comprometemos ao “todos” e “cada” da Grande Comissão.<br>Comprometemo-nos a ir onde ainda não estamos, incluindo todas as pessoas, usando toda estratégia inspirada por Deus para alcançar a toda e qualquer pessoa na Terra com a proclamação, Deus, da sua verdade e com a demonstração de seu amor.</p>



<p><strong>Espírito Santo,</strong>&nbsp;reconhecemos a sua presença em nossa jornada e liderança bondosa ao longo destas muitas décadas. Muitas vezes nós não fizemos as coisas como deveríamos, mas você Deus, tem sido sempre gracioso e fiel conosco. Em diferentes pontos de nossa história como família, nos lembramos da visão do pacto que você nos deu e percebemos que estávamos aquém dos seus propósitos para nós. Em tempo, nos arrependemos e buscamos sua face, e renovamos o nosso compromisso com você e seus propósitos para conosco como uma tribo dentro da família de Deus. Em várias dessas ocasiões, escrevemos documentos que nos serviram como uma renovação do pacto com você, afirmando o seu propósito original para a nossa família, lembrando-nos de como você nos chamou tanto para a inovação missionária como aos “todos” e “cada” da Grande Comissão. Afirmamos os seguintes documentos de renovação da aliança em nossa história:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-de-manila/">Pacto de Manila</a> a partir de 1988,</li>



<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-do-mar-vermelho/">Pacto do Mar Vermelho</a>, de 1992,</li>



<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-de-naning/">Pacto de Nanning</a> a partir de 2002, e</li>



<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-do-jubileu/">Pacto do Jubileu </a>a partir de 2010.</li>
</ul>



<p>Na medida em que esses 4 documentos de renovação do pacto têm nos ajudado a desembrulhar e novamente conectarmos com os principais temas da visão das ondas, eles têm nos servido bem como missão. O primeiro dos três documentos foi corporativo em sua natureza; o último foi mais pessoal em seu propósito.</p>



<p>Passaram-se 12 anos desde nossa última renovação do pacto corporativo. Na época em que foi escrito o Pacto de Nanning, reconhecemos que tínhamos nos afastado do seu propósito original para nós e dos valores que você nos deu. Ao invés de funcionarmos fielmente como uma família dentro de nossa esfera missionária, havíamos colocado sobre nós “a armadura de Saul” da hierarquia organizacional modelada por um paradigma de governo e negócios ao invés de simplesmente obedecermos às palavras que você tinha nos dado.</p>



<p>Em Nanning, a “Mensagem do tripé” entregue&nbsp;Loren afirmou que para sermos frutíferos como movimento missionário apostólico, precisávamos enfatizar três coisas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A Liberdade no Espírito</strong> onde todo indivíduo pode ouvir e obedecer a Deus de uma forma co-criativa,</li>



<li>O papel da <strong>Líderança Espiritual dos Anciãos</strong> comprometida com o avanço dos alvos missionários de Deus, e</li>



<li><strong>Relacionamentos</strong> saudáveis e amorosos, tudo sob o seu senhorio Jesus, e guiado por sua Palavra.</li>
</ul>



<p>Desde esse tempo, temos estado em uma jornada de realinhamento com você, Deus, e seus caminhos. Nesses doze anos que se passaram, aprendemos muitas coisas do Senhor. Algumas das palavras mais marcantes que você nos deu têm sido documentadas em nossas “Mensagens de orientação” para que, como um povo, possamos passá-las fielmente para as próximas gerações.</p>



<p>Você nos ensinou que “liderança anciã” não está relacionada a manter posições organizacionais, mas significa entronizar você como nosso único rei. Trata-se de um círculo de anciãos convocando a família para eventos e convergindo todos juntos em torno da Palavra do Senhor. É a sua presença entre nós e a sua Palavra para nós que nos lidera. Lembramos a nós mesmos de que “o governo está sobre os seus ombros” (Is 9, 6) e, portanto, estamos construindo “altares de pedra”, e não “torres de tijolos” (Gn 11).<br>Fazemos isso enquanto buscamos ministra-lo, Senhor, esperando por você de modo despreocupado e humilde, ouvindo você juntos, cultivando um coração de unidade e nos movendo em um espírito de adoção. Nós pertencemos a você Deus e uns aos outros dentro desta família.</p>



<p><strong>Deus,</strong>&nbsp;nós abraçamos o nosso chamado para evangelismo e treinamento e ministérios de misericórdia. Reconhecemos que estas atividades não são desconexas, mas são um chamado integrado, que expressa seu coração para o seu povo. Nós reconhecemos que o objetivo deste chamado é fazermos tudo o que pudermos em obediência, ó Deus, para vermos tanto os indivíduos redimidos quanto as sociedades transformadas. Este alvo está diante de nós em Marcos 16:15 e Mateus 28: 18-20 e é refletido em nosso abraço a Carta Magna Cristã e as Sete Áreas de Influência da Sociedade.</p>



<p>Afirmamos que o escopo do nosso chamado é nada menos do que o que se refletiu no pacto da visão original das ondas: os “todos” e “cada” da Grande Comissão. Por isso, nós continuamos abraçando o desafio de 4k e buscamos pioneirar os locais onde ainda não estamos.</p>



<p>Finalmente, reconhecemos que somos mais verdadeiramente quem você quer que sejamos, Senhor, quando nós intencionalmente cuidamos, conectamos, servimos e construímos.</p>



<p>Portanto Deus, como família JOCUMEIRA, renovamos o nosso compromisso de aliança com voce, nosso Pai Celestial, e pedimos que trabalhe em nós através da obra redentora de seu filho e da presença poderosa do seu Espírito. Ajude-nos a ser tudo o que você quer que sejamos e a fazer tudo o que você quer que façamos. Continuaremos declarando nosso anseio por você e celebraremos quem você nos chamou para ser. À medida que reconhecemos a sua presença conosco através de toda a nossa jornada, nós abraçamos o seu chamado sobre as nossas vidas. Que você, Senhor, seja glorificado e que venha o teu Reino . Amém.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/pacto-pela-erradicacao-da-carencia-biblica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pacto de Singapura</title>
		<link>https://jocum.org.br/pacto-de-singapura/</link>
					<comments>https://jocum.org.br/pacto-de-singapura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[JOCUM DF]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jocum.org.br/?p=3448</guid>

					<description><![CDATA[De 27 de Agosto a 03 de Setembro de 2014 cerca de 400 jocumeiros estavam reunidos em Singapura como uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De 27 de Agosto a 03 de Setembro de 2014 cerca de 400 jocumeiros estavam reunidos em Singapura como uma família representando&nbsp;mais de 65 nações. Porque Deus agiu em nosso meio, queremos responder a Ele e, portanto, JUNTOS DIZEMOS:</p>



<p><strong>Jesus,</strong>&nbsp;declaramos nosso desejo de caminhar de forma intencional e continuamente na sua presença – tanto individualmente como coletivamente. Pai, nós afirmamos que você é o nosso maior bem. Como Moisés, iremos para onde você quer nos levar, contanto que você, Espírito Santo, pessoalmente, vá conosco, pois é a sua presença que nós mais desejamos (Ex 33, 15-16).<br>Ao realizarmos a sua obra, nós nos comprometemos a fazer o seu trabalho a sua maneira e nunca tomar a sua presença em nosso meio como garantida . Nós nos guardaremos de uma familiaridade com a sua presença que não seja apropriada, pois não queremos tocar a arca como Uzá (2Sm 6: 1-8). Ao contrário, queremos andar no temor do Senhor. Queremos mais do que uma breve visitação sua Deus, por isso, o convidamos a habitar sempre no meio de nós.</p>



<p><strong>Pai</strong>, nós celebramos a identidade que você nos deu como uma família global multi-cultural e multi-geracional. Reconhecemos que a JOCUM existe porque você tem graciosamente falado conosco e nos incluiu em seus propósitos. Nossa história de família começou quando você encontrou-se com Loren, nas Bahamas, em junho de 1956 e tem continuado até hoje. Reconhecemos e afirmamos que por causa de sua iniciativa, a visão das ondas tem definição de destino, e implicações de pacto para nós. Lembramos do testemunho desse encontro. Loren disse:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu estava olhando para um mapa do mundo, e de repente o mapa estava vivo e em movimento! Eu podia ver todos os continentes, e as ondas que estavam batendo nas margens litorâneas. Cada onda foi para um continente, depois recuou, em seguida, retornou com mais ímpeto até que cobrir o continente completamente. As ondas se transformaram em jovens da minha idade e até mais novos – jovem invadindo todos os continentes do globo. Eles estavam conversando com as pessoas nas esquinas e bares afora. Eles iam de casa em casa e pregavam o Evangelho. Eles vieram de todos os lugares e iam por toda parte, cuidando das pessoas. Então, assim como de repente a cena havia surgido, ela foi embora.”</p>
</blockquote>



<p>Notamos que há dois elementos-chave nesta visão de pacto:</p>



<p><strong>Em primeiro lugar,</strong>&nbsp;era sobre jovens, algo inédito na prática de missões naquele momento. Portanto, nos comprometemos de novo a promover os jovens e fazer tudo o que pudermos para desregulamentar missões para que todos possam ser incluídos nos propósitos do reino de Deus. Afirmamos o nosso compromisso sem reservas de obedecer-lhe Deus. Conforme você nos lidera vamos gerar de forma nova iniciativas empreendedoras no Espírito, a fim de alcançar os objetivos da Grande Comissão. Nós queremos ansiosamente pioneirar coisas novas de maneiras novas e incentivar outros a fazerem o mesmo que nós, ouvindo sua voz, obedecendo-o e co-criando contigo aquelas atividades transformacionais que vão ministrar às necessidades do menor, dos últimos e dos perdidos.</p>



<p><strong>Em segundo lugar,</strong>&nbsp;era sobre ondas. Trata-se de ondas contínuas sempre em expansão, cada uma construindo sobre o que veio antes. Estas ondas vieram de todos os continentes e foram para todos os continentes. Todos estavam envolvidos; todos foram impactados. Portanto, nós nos comprometemos ao “todos” e “cada” da Grande Comissão.<br>Comprometemo-nos a ir onde ainda não estamos, incluindo todas as pessoas, usando toda estratégia inspirada por Deus para alcançar a toda e qualquer pessoa na Terra com a proclamação, Deus, da sua verdade e com a demonstração de seu amor.</p>



<p><strong>Espírito Santo,</strong>&nbsp;reconhecemos a sua presença em nossa jornada e liderança bondosa ao longo destas muitas décadas. Muitas vezes nós não fizemos as coisas como deveríamos, mas você Deus, tem sido sempre gracioso e fiel conosco. Em diferentes pontos de nossa história como família, nos lembramos da visão do pacto que você nos deu e percebemos que estávamos aquém dos seus propósitos para nós. Em tempo, nos arrependemos e buscamos sua face, e renovamos o nosso compromisso com você e seus propósitos para conosco como uma tribo dentro da família de Deus. Em várias dessas ocasiões, escrevemos documentos que nos serviram como uma renovação do pacto com você, afirmando o seu propósito original para a nossa família, lembrando-nos de como você nos chamou tanto para a inovação missionária como aos “todos” e “cada” da Grande Comissão. Afirmamos os seguintes documentos de renovação da aliança em nossa história:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-de-manila/">Pacto de Manila</a> a partir de 1988,</li>



<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-do-mar-vermelho/">Pacto do Mar Vermelho</a>, de 1992,</li>



<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-de-naning/">Pacto de Nanning</a> a partir de 2002, e</li>



<li>o <a href="http://www.jocum.org.br/quem-somos/valores-fundamentais/pacto-do-jubileu/">Pacto do Jubileu </a>a partir de 2010.</li>
</ul>



<p>Na medida em que esses 4 documentos de renovação do pacto têm nos ajudado a desembrulhar e novamente conectarmos com os principais temas da visão das ondas, eles têm nos servido bem como missão. O primeiro dos três documentos foi corporativo em sua natureza; o último foi mais pessoal em seu propósito.</p>



<p>Passaram-se 12 anos desde nossa última renovação do pacto corporativo. Na época em que foi escrito o Pacto de Nanning, reconhecemos que tínhamos nos afastado do seu propósito original para nós e dos valores que você nos deu. Ao invés de funcionarmos fielmente como uma família dentro de nossa esfera missionária, havíamos colocado sobre nós “a armadura de Saul” da hierarquia organizacional modelada por um paradigma de governo e negócios ao invés de simplesmente obedecermos às palavras que você tinha nos dado.</p>



<p>Em Nanning, a “Mensagem do tripé” entregue&nbsp;Loren afirmou que para sermos frutíferos como movimento missionário apostólico, precisávamos enfatizar três coisas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A Liberdade no Espírito</strong> onde todo indivíduo pode ouvir e obedecer a Deus de uma forma co-criativa,</li>



<li>O papel da <strong>Líderança Espiritual dos Anciãos</strong> comprometida com o avanço dos alvos missionários de Deus, e</li>



<li><strong>Relacionamentos</strong> saudáveis e amorosos, tudo sob o seu senhorio Jesus, e guiado por sua Palavra.</li>
</ul>



<p>Desde esse tempo, temos estado em uma jornada de realinhamento com você, Deus, e seus caminhos. Nesses doze anos que se passaram, aprendemos muitas coisas do Senhor. Algumas das palavras mais marcantes que você nos deu têm sido documentadas em nossas “Mensagens de orientação” para que, como um povo, possamos passá-las fielmente para as próximas gerações.</p>



<p>Você nos ensinou que “liderança anciã” não está relacionada a manter posições organizacionais, mas significa entronizar você como nosso único rei. Trata-se de um círculo de anciãos convocando a família para eventos e convergindo todos juntos em torno da Palavra do Senhor. É a sua presença entre nós e a sua Palavra para nós que nos lidera. Lembramos a nós mesmos de que “o governo está sobre os seus ombros” (Is 9, 6) e, portanto, estamos construindo “altares de pedra”, e não “torres de tijolos” (Gn 11).<br>Fazemos isso enquanto buscamos ministra-lo, Senhor, esperando por você de modo despreocupado e humilde, ouvindo você juntos, cultivando um coração de unidade e nos movendo em um espírito de adoção. Nós pertencemos a você Deus e uns aos outros dentro desta família.</p>



<p><strong>Deus,</strong>&nbsp;nós abraçamos o nosso chamado para evangelismo e treinamento e ministérios de misericórdia. Reconhecemos que estas atividades não são desconexas, mas são um chamado integrado, que expressa seu coração para o seu povo. Nós reconhecemos que o objetivo deste chamado é fazermos tudo o que pudermos em obediência, ó Deus, para vermos tanto os indivíduos redimidos quanto as sociedades transformadas. Este alvo está diante de nós em Marcos 16:15 e Mateus 28: 18-20 e é refletido em nosso abraço a Carta Magna Cristã e as Sete Áreas de Influência da Sociedade.</p>



<p>Afirmamos que o escopo do nosso chamado é nada menos do que o que se refletiu no pacto da visão original das ondas: os “todos” e “cada” da Grande Comissão. Por isso, nós continuamos abraçando o desafio de 4k e buscamos pioneirar os locais onde ainda não estamos.</p>



<p>Finalmente, reconhecemos que somos mais verdadeiramente quem você quer que sejamos, Senhor, quando nós intencionalmente cuidamos, conectamos, servimos e construímos.</p>



<p>Portanto Deus, como família JOCUMEIRA, renovamos o nosso compromisso de aliança com voce, nosso Pai Celestial, e pedimos que trabalhe em nós através da obra redentora de seu filho e da presença poderosa do seu Espírito. Ajude-nos a ser tudo o que você quer que sejamos e a fazer tudo o que você quer que façamos. Continuaremos declarando nosso anseio por você e celebraremos quem você nos chamou para ser. À medida que reconhecemos a sua presença conosco através de toda a nossa jornada, nós abraçamos o seu chamado sobre as nossas vidas. Que você, Senhor, seja glorificado e que venha o teu Reino . Amém.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jocum.org.br/pacto-de-singapura/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
