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	<title>Jocum Brasil</title>
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	<title>Jocum Brasil</title>
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		<title>Jovens que inspiram: quando Deus reacende o chamado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 14 do The Waves Podcast, Silas conversa com Rebecca Moura, missionária de tempo integral na base Jocum Veredas, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No episódio 14 do The Waves Podcast, Silas conversa com Rebecca Moura, missionária de tempo integral na base Jocum Veredas, em Joinville. A história dela se conecta profundamente com o tema “Jovens que inspiram”, porque Rebecca não fala de chamado como uma ideia distante, mas como uma decisão que atravessou dúvidas, resistências, memórias de infância e uma resposta prática diante de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens desejam viver missões, mas ainda carregam perguntas difíceis: “Como saber se Deus está me chamando?”, “E se eu não tiver certeza?”, “E se o preço for alto demais?”, “Por onde eu começo?”. A trajetória de Rebecca toca justamente nesse lugar. Ela cresceu em uma família missionária, viu seus pais viverem pela fé e conheceu tanto os frutos quanto as lutas desse caminho. Por isso, durante anos, missões era algo que ela admirava, mas não queria assumir como vida.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A dor do chamado: quando o medo parece maior que a resposta</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rebecca conta que começou sua caminhada em missões ainda criança, quando seus pais foram para a Jocum. Ela cresceu nesse ambiente, participou de evangelismos e tinha prazer em compartilhar sobre Jesus. Mesmo assim, não queria ser missionária de tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motivo não era falta de amor por Deus ou desprezo por missões. Era medo das lutas que tinha visto de perto. Ela lembra que, em alguns momentos, sua família tinha estabilidade; em outros, vivia mudanças, incertezas e desafios. Essa experiência criou nela uma resistência: ela queria ajudar missões, mas sem assumir o compromisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu sou missionária há 20 anos, mas de livre e espontânea vontade há 5.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase resume bem a tensão do episódio. Existe uma diferença entre estar perto de missões e responder pessoalmente ao chamado. Rebecca estava envolvida, servia, ajudava e até usava suas habilidades com vídeo e fotografia para contribuir. Mas ainda dizia: “ser missionária não é para mim”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos jovens, essa dor também é real. Às vezes, a dúvida não é se Deus ama as nações. A dúvida é se vale a pena entregar a própria vida a esse caminho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que Rebecca aprendeu ao ouvir Deus de verdade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A virada na história de Rebecca aconteceu durante uma viagem missionária de curto prazo. Ela foi com a intenção de filmar, fotografar e ajudar a base com material. Mas, enquanto as equipes saíam para pregar o Evangelho, algo começou a crescer dentro dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela descreve esse momento como uma vontade intensa de falar de Jesus para as pessoas. Então fez uma pergunta simples e profunda: “Deus, o que o Senhor quer de mim?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta veio acompanhada de uma memória que ela tinha esquecido. Quando era criança, aos sete anos, Rebecca viu pessoas dançando e pregando o Evangelho em uma viagem missionária. Naquele momento, ela disse que queria fazer aquilo pelo resto da vida: dançar e pregar o Evangelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, Deus reacendeu essa memória e trouxe clareza: “Minha palavra não mudou”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, Rebecca entendeu que o chamado não era uma pressão externa. Era algo que Deus já havia marcado em seu coração. A decisão foi prática: ela ligou para seus clientes, comunicou que deixaria sua empresa e assumiu a vida missionária em tempo integral.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Você precisa de convicção, senão não vai durar.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das mensagens centrais do episódio. Rebecca não romantiza o chamado. Ela mostra que a missão precisa nascer de um encontro verdadeiro com Deus. A empolgação pode iniciar uma conversa, mas é a convicção que sustenta a caminhada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como isso se conecta com chamado, missão e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rebecca também compartilha como a ETED marcou sua vida em dois pontos: meditação e prático. Na meditação, ela aprendeu a ouvir Deus e a se relacionar com a Palavra de forma mais viva. No prático, especialmente no Paraguai, ela teve contato com pessoas e viu como a mensagem de Jesus transformava olhares e realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, meditar não significa viver todos os dias uma experiência extraordinária. Às vezes, é simples. É conversar com Deus, fazer perguntas, ler a Palavra, chorar, ficar em silêncio e continuar percebendo o Senhor ao longo do dia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ele só quer conversar com a gente.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão torna a vida com Deus mais real e menos engessada. Rebecca lembra que não existe um padrão fechado para ouvir Deus. O relacionamento com o Senhor acontece no cotidiano, nas pequenas coisas, nos momentos simples e também nas decisões profundas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio, Rebecca cita Marcos 16:15 ao falar sobre o chamado de ir e pregar. Mas ela também deixa claro que sua convicção veio do que Deus falou ao seu coração. A missão, então, não aparece como uma ideia abstrata, mas como resposta a um relacionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Rebecca deixa uma convocação forte para jovens: levar Deus a sério, viver santidade, assumir compromisso e não se perder em coisas pequenas. Ela fala sobre uma geração chamada a uma nova onda de pioneirismo, mas lembra que isso exige vida com Deus, compromisso e decisão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não fique perdendo tempo com qualquer coisa; faça um compromisso.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Rebecca inspira porque não esconde as dúvidas. Ela mostra que jovens também podem ter medo, resistir, fugir e ainda assim serem encontrados por Deus. O chamado não é construído sobre pressão, mas sobre relacionamento, convicção e uma resposta sincera ao que o Senhor já falou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a> e inscreva-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Chamado de curto ou longo prazo: como discernir o seu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 13 do The Waves, Maya recebe Rick Gois para conversar sobre chamado missionário de curto e longo prazo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 13 do The Waves, Maya recebe Rick Gois para conversar sobre chamado missionário de curto e longo prazo. Rick é missionário desde 2001, lidera a Jocum Carioca e compartilha sua trajetória a partir de uma experiência marcante: o momento em que ouviu Deus chamando-o para a vida missionária e respondeu com obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa conversa toca em uma dúvida muito real para muitos jovens: será que missões são para uma fase da vida ou para a vida toda? Será que fazer uma ETED significa permanecer em tempo integral? E como saber se Deus está chamando para ir, ficar, voltar ou servir de outra forma?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pergunta que acompanha muita gente: meu chamado é curto ou longo?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é chamado, é fácil olhar para a história de outras pessoas e tentar encontrar uma fórmula. Alguns parecem saber desde o começo que vão permanecer por uma vida inteira. Outros vivem uma escola, uma viagem, uma experiência missionária curta e depois voltam para servir em sua igreja local, trabalho ou cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rick lembra que o reino de Deus é dinâmico. Isso não significa que não existe direção, compromisso ou obediência. Significa que Deus conduz pessoas de formas diferentes, em tempos diferentes e com responsabilidades diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma das falas mais importantes do episódio é simples e direta: “Todo mundo tem chamado.” Essa frase ajuda a tirar o peso da comparação. O chamado de alguém que serve em tempo integral não anula o chamado de quem glorifica a Deus em uma escola, em um trabalho, em uma igreja local ou em outro ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto não é copiar a resposta de outra pessoa. O ponto é entender o que Deus está falando com você.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que Rick aprendeu ao responder com obediência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rick conta que, antes de entrar na Jocum, já tinha uma vida encaminhada em Brasília. Ele havia passado em concursos, tinha trabalho, planos e uma realidade estável para um jovem da sua idade. Mesmo assim, em um encontro com missionários da Jocum, ouviu claramente o Espírito Santo dizer que aquela era a vida que Deus tinha para ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta dele não foi construída com todos os detalhes resolvidos. Ele precisou conversar com seu pai, seu pastor e seu patrão. Havia questões emocionais, espirituais e práticas envolvidas. Ainda assim, a decisão começou em um lugar claro: “Deus falou, eu vou.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lembrar desse processo, Rick resume com uma frase forte: “A bênção de Deus segue a obediência.” Não porque obedecer elimina todo sacrifício, mas porque a obediência abre caminho para viver a direção de Deus com confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está em dúvida hoje, isso é importante. Talvez você ainda não tenha todas as respostas. Talvez ainda existam conversas, medos e processos pela frente. Mas o primeiro passo continua sendo ouvir Deus com sinceridade e responder ao que Ele está mostrando.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como isso se conecta com chamado, missão e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rick também fala sobre permanência. Ele não trata a vida missionária como algo sustentado apenas por emoção ou empolgação. Ao longo dos anos, surgiram crises, perguntas e momentos em que foi necessário ouvir Deus novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa parte da conversa é muito importante porque mostra que chamado não é apenas uma decisão inicial. É uma caminhada de relacionamento com Deus. Rick diz que precisou continuar ouvindo a voz de Jesus em diferentes fases, e que essas memórias da direção de Deus ajudaram a criar compromissos de continuidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, ele reconhece que existem experiências missionárias de curto prazo, programas, cursos, viagens e formas diferentes de se envolver com a missão. Algumas pessoas se aproximam, servem por um período e entendem que seu lugar de obediência está em outro contexto. Outras descobrem, no caminho, uma vocação de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chave não está em definir tudo pela comparação. Está em ouvir e obedecer. Como Rick afirma no final do episódio: “Chamado tem a ver com assumir compromisso com Jesus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a> e inscreva-se!</p>
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		<title>Histórias de transformação: missionários da JOCUM em ação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 12 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Paulo Brito, missionário da JOCUM há 30 anos. A história [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 12 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Paulo Brito, missionário da JOCUM há 30 anos. A história de Paulo começa em Minas Gerais, quando ele conheceu uma equipe da JOCUM pregando nas ruas, escolas, praças e mercados. Ao acompanhar aquela equipe, algo ficou claro em seu coração: ele queria anunciar o evangelho de Jesus daquela mesma forma. Anos depois, após oração, conversa com seus pastores e envio da igreja, Paulo iniciou sua caminhada missionária de tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos jovens, a dúvida não é se Deus ainda chama, mas como responder a esse chamado. O medo aparece. A insegurança também. A pergunta sobre o próximo passo fica no coração. A história de Paulo mostra que o chamado missionário não precisa começar com todas as respostas prontas, mas precisa ser acompanhado por obediência, comunhão com Jesus e disposição para renunciar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado começa com obediência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo relembra que conheceu a JOCUM em 1994, por meio de uma equipe que foi até sua cidade, Manga, no norte de Minas. Ao ver aqueles missionários pregando, ele identificou um desejo que marcaria sua vida: “Eu quero fazer o que esse povo faz, pregar o evangelho de Jesus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse chamado não foi tratado de forma isolada. Paulo orou, conversou com seus pastores e foi enviado pela igreja. Em 1997, foi para a JOCUM Contagem fazer sua ETED e, desde então, passou a servir como missionário de tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das frases mais fortes do episódio resume essa decisão: “Se tem algo que eu não me arrependo, é de ter obedecido o chamado de Jesus.” Para quem está em dúvida, essa fala aponta para um caminho importante: discernir o chamado com Deus, caminhar com liderança, buscar preparo e dar passos concretos de obediência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Deus transforma passos simples em movimento</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada à Tanzânia não aconteceu porque Paulo tinha tudo planejado. Ele conta que, enquanto estava na África do Sul, Deus começou a direcionar sua família para a Tanzânia. Eles chegaram sem conhecer ninguém no país e sem alguém esperando no aeroporto. Tudo era novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início, Paulo e sua equipe usavam o filme Jesus em swahili para evangelizar em vilas e aldeias. Pessoas começaram a se converter, mas surgiu uma pergunta prática: para onde essas pessoas iriam depois? Muitas vilas não tinham igrejas, pastores ou cristãos se reunindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi nesse contexto que começaram pequenos grupos em casas, debaixo de árvores e em lugares simples. O que não era um plano humano de plantação de igrejas se tornou algo conduzido por Deus. Paulo resume assim: “O plano estava somente no coração de Deus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, líderes locais foram treinados e enviados. Paulo conta que, a partir das primeiras igrejas, o movimento cresceu para dezenas e depois centenas de igrejas simples. Ele deixa claro que não estava falando de templos ou construções, mas de grupos de pessoas se reunindo semanalmente, sendo ensinadas e discipuladas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O campo missionário exige fé, estratégia e perseverança</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também mostra que missões não são romantizadas. Paulo fala sobre barreiras culturais, aprendizado de língua, resistência ao estrangeiro e até situações de perseguição religiosa. Em uma das histórias, ele conta que sua equipe foi cercada por jovens com machados, facões e pedaços de pau, sendo expulsa de uma região onde trabalhava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo depois dessa situação, Paulo relata que Deus falou ao seu coração para voltar à aldeia, perdoar aquelas pessoas e pregar para elas. A estratégia veio por meio da área de saúde. A equipe levou médicos, tratamento gratuito, remédios e Bíblias. Pessoas foram cuidadas, ouviram a Palavra e algumas se entregaram a Jesus secretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história revela um ponto central da conversa: a missão exige sensibilidade para ouvir Deus no meio dos desafios. Como Paulo afirma: “A gente não pode baixar a cabeça para as dificuldades.” Para ele, o caminho é orar, ouvir a voz de Deus, buscar o Senhor e receber a estratégia necessária para continuar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo também menciona Lucas 10 ao explicar o conceito de “pessoa de paz”, alguém que Deus usa para abrir portas em uma vila, aldeia ou povo. Essa referência aparece conectada à prática missionária de aproximação, relacionamento e entrada respeitosa em novos contextos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Chamado, medo e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da conversa, Marcel pergunta o que Paulo diria aos jovens que sentem chamado, mas ainda estão tentando discernir o próximo passo. A resposta de Paulo é direta: “Obediência radical ao chamado de Jesus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também reconhece que o medo é normal. Missionários sentem medo, enfrentam frustrações, solidão, perigos e dificuldades reais. Mas Paulo aponta que o que sustenta alguém no campo é a palavra recebida de Deus e uma vida desenvolvida em comunhão com Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, essa palavra cresce à medida que a pessoa cultiva oração, meditação na Palavra, intercessão e intimidade diária com Deus. Por isso, seu conselho é claro: “Não troque o seu momento de comunhão com Jesus por nada.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem final do episódio é um convite à decisão. Missões não são uma opção para quem “não deu certo” em outra área. Nas palavras de Paulo, é possível escolher missões como uma carreira de obediência ao Senhor. Para jovens que sentem esse desejo, o próximo passo pode começar com preparo, acompanhamento e uma resposta sincera ao chamado de Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/historias-reais-de-deus-agindo-na-tanzania/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>
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		<title>Jovens que inspiram: chamado também se vive na vida real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 11 do The Waves Podcast, Izabela conversa com Danny Thomas, um jovem de 21 anos, filho de missionários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 11 do The Waves Podcast, Izabela conversa com Danny Thomas, um jovem de 21 anos, filho de missionários, que fez a ETED na Noruega e hoje vive seu chamado também fora do contexto tradicional de uma base missionária. Estudante de Arquitetura e Urbanismo em Fortaleza, Danny compartilha uma jornada marcada por dúvidas, escuta de Deus, entrega, vulnerabilidade e a descoberta de que os sonhos, talentos e áreas de influência também podem fazer parte do propósito de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens que pensam em missões carregam perguntas parecidas: “Será que isso é para mim?”, “Como saber se Deus está me chamando?”, “E se eu fizer uma escolha errada?”, “Preciso abandonar uma profissão para servir a Deus?”. A história de Danny conversa diretamente com essas tensões. Ele cresceu vendo Deus usar outras pessoas, mas precisou encarar uma pergunta íntima: Deus queria usar a vida dele também?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pergunta que muitos jovens carregam em silêncio</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo crescendo em um ambiente missionário, Danny não pulou o processo de discernir seu próprio chamado. Ele conhecia a ETED, via pessoas sendo transformadas e acreditava que Deus usava vidas. Mas isso não eliminava a dúvida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não tinha dúvida de que Deus usava. Minha dúvida era se Deus queria me usar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase resume uma dor comum entre jovens cristãos: acreditar em Deus, admirar histórias missionárias, ver outras pessoas respondendo ao chamado, mas ainda não saber como isso se aplica à própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Danny, a virada começou quando alguém perguntou se ele já havia orado sobre fazer uma ETED. Não era apenas pensar na possibilidade. Era levar a pergunta a Deus. A partir daí, ele começou a perceber direção, paz, confirmações e portas se abrindo para viver esse tempo na Noruega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio mostra que chamado não precisa nascer de pressão ou comparação. Pode nascer de uma conversa sincera com Deus, de perguntas honestas e de disposição para ouvir.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A transformação que passa pela vulnerabilidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ETED foi, para Danny, um tempo libertador. Mesmo já conhecendo o contexto missionário, ele viveu a escola com novos olhos: não como alguém observando de fora, mas como alguém disposto a receber, ser tratado e ser visto por Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele conta que uma das maiores mudanças em seu caráter foi aprender a ser vulnerável de forma genuína. Havia coisas guardadas, expectativas percebidas e ciclos que precisavam ser quebrados. Estar longe de casa, em outro país, em outra cultura, abriu espaço para enxergar a si mesmo e a Deus de uma forma diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A maior mudança que me permitiu crescer no meu caráter foi ser vulnerável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Danny também compartilha a imagem da ETED como uma estufa. Em um sonho marcante, ele entendeu que havia entregado a chave para Cristo e que aquele ambiente seria um lugar de crescimento, luz e cuidado. Mas também entendeu algo importante: a planta começa na estufa, mas não fica lá para sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa imagem conecta muito bem com a vida missionária. Deus nos forma em processos específicos, mas o objetivo não é apenas permanecer no ambiente de formação. É amadurecer para frutificar onde Ele nos enviar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Missão também acontece na profissão, na faculdade e na família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da ETED, Danny precisou discernir o próximo passo. A experiência missionária tinha sido intensa, mas Deus começou a trazer de volta ao coração dele a Arquitetura, junto com música, arte, esportes, comunicação e pessoas. Ele entendeu que essas coisas que amava também tinham propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de enxergar a profissão como algo separado do Reino, Danny percebeu que precisava se equipar tecnicamente para servir melhor. Sua volta para casa não foi uma fuga do chamado, mas parte dele. Ele fala sobre investir novamente na família, quebrar ciclos e viver aquilo que Deus havia feito nele em um contexto mais real, cotidiano e desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fogo não diminui, vai aumentando.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na faculdade, Danny também encontrou espaço para viver missão. Ele fala sobre participar de um movimento no campus, orar com pessoas, adorar no intervalo e testemunhar Cristo de forma simples e genuína. Para ele, a questão não é buscar honra para si, mas permanecer aos pés de Jesus e revelar Cristo através das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das mensagens mais fortes do episódio: ser missionário não significa necessariamente estar dentro de uma instituição o tempo todo. Deus também chama jovens para as esferas da sociedade, para a universidade, para a profissão, para a família e para os relacionamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Danny resume o que acredita que Deus deseja despertar em sua geração: uma fé genuína, vulnerável e sem performance. Uma geração que respira, se permite ser verdadeira e entende que pode alcançar povos, nações e contextos a partir da obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/a-duvida-que-muitos-jovens-carregam/" data-type="link" data-id="https://jocum.org.br/podcast/a-duvida-que-muitos-jovens-carregam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>



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		<title>Cursos que transformam: formação missionária na JOCUM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Espírito não forma apenas habilidades; ela forma vidas para servir aos povos. No episódio 10 do The [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Universidade do Espírito não forma apenas habilidades; ela forma vidas para servir aos povos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio 10 do The Waves Podcast, Silas recebe Mica Oliveira para uma conversa sobre a Universidade das Nações, a formação missionária dentro da JOCUM e o papel da ETED no processo de quem deseja dar passos mais intencionais em missões. A história de Mica se conecta profundamente com esse tema: o que começou como uma pausa na faculdade se tornou uma rota de chamado, formação e serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mica cresceu em uma família missionária, teve contato com histórias de transformação desde cedo e carregava uma pergunta que marcou sua juventude: o que o Evangelho tem de tão rico para que pessoas entreguem a vida por isso? Mais tarde, enquanto cursava fisioterapia, decidiu pausar a faculdade para fazer uma ETED. Durante o prático em Moçambique, Deus falou profundamente ao seu coração sobre estar do outro lado, como missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse episódio conversa diretamente com jovens que estão em dúvida sobre chamado, formação e próximos passos. Afinal, nem sempre o caminho começa com todas as respostas. Às vezes, ele começa com uma decisão simples: parar, ouvir Deus e permitir que Ele direcione a próxima etapa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A formação missionária começa com uma vida disponível</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais fortes da história de Mica é perceber que Deus usou uma pausa para reposicionar sua vida. Ela entrou na ETED pensando em viver uma experiência de seis meses, mas nesse processo Deus começou a revelar uma direção mais profunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fala dela mostra que chamado não é apenas sobre destino, função ou país. É também sobre disponibilidade. Antes de saber exatamente todos os detalhes, Mica precisou responder ao que Deus estava falando naquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela compartilha no episódio, durante o prático Deus colocou em seu coração o desejo de estar “do lado do missionário”. Aquela experiência se tornou um marco, e o que parecia temporário passou a fazer parte da rota da sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está em dúvida sobre missões, essa história lembra uma verdade importante: Deus pode usar processos de formação para clarear o chamado, confirmar direções e despertar coragem para obedecer.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Universidade do Espírito forma no cotidiano</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mica explica que a Universidade das Nações é diferente de uma universidade tradicional. Ela fala sobre uma formação modular, global, conectada aos valores da JOCUM e vivida em um ambiente de comunidade. Mas o ponto central não está apenas no formato dos cursos. Está na maneira como a vida inteira se torna espaço de aprendizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mica, “a gente vive e aprende no mesmo lugar”. Isso significa que a formação não acontece somente em aulas, apostilas ou conteúdos. Ela acontece também no quarto compartilhado, na mesa, na manutenção, nos conflitos, nos pedidos de perdão e no serviço diário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que ela chama atenção para o ambiente “viver e aprender”. A Universidade das Nações forma pessoas no conhecimento, mas também nas relações. Forma gente que aprende a ouvir Deus, obedecer, trabalhar em equipe, ceder espaço, se expressar com maturidade e permanecer no propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um ponto essencial para quem pensa em missão: antes de ser enviado, o missionário também precisa ser formado. E essa formação passa pelo caráter, pela convivência e pela disposição de ser tratado por Deus no processo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ETED como fundamento para chamado, missão e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da Universidade das Nações, Mica apresenta a ETED como o curso fundamental, a porta de entrada para quem deseja ingressar nesse caminho de formação. Ela explica que na ETED o aluno aprende e vive, na prática, o DNA da JOCUM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse DNA envolve ouvir Deus, viver intercessão e adoração, valorizar o indivíduo, valorizar famílias, praticar dependência de Deus, comunicar com integridade e aprender hospitalidade. Mas esses valores não aparecem apenas como teoria. Eles são vividos no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mica também destaca o papel do acompanhamento pessoal. Nos cursos, existe alguém que observa, ora, acompanha e ajuda o aluno a perceber aquilo que Deus está fazendo. Ela compartilha uma experiência pessoal em que uma facilitadora a ajudou a enxergar uma área de crescimento: aprender quando falar e quando se calar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de formação mostra que Deus não trabalha apenas com grandes decisões, mas também com detalhes do caráter. A missão começa dentro, na disposição de ser corrigido, acompanhado e moldado em amor.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ouvir Deus ajuda a descobrir os próximos passos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre trilhas dentro da Universidade das Nações, Mica não apresenta um caminho engessado. Pelo contrário, ela reforça que existem diferentes áreas, cursos e possibilidades, mas sempre com uma pergunta central: para onde Deus está conduzindo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela menciona que há diversos caminhos de formação, incluindo áreas como artes, linguística aplicada e tradução da Bíblia. Mas o foco permanece o mesmo: ouvir Deus e responder com obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas palavras de Mica, “Deus vai abrindo o caminho à medida que a gente responde”. Essa frase resume bem o espírito do episódio. O chamado não precisa ser vivido com ansiedade, mas também não deve ser ignorado. Existe um caminho de preparo, discernimento e resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já tem uma visão, a formação pode oferecer ferramentas. Para quem ainda está descobrindo, o processo pode ajudar a clarear. Em ambos os casos, o convite é o mesmo: não negociar aquilo que Deus está falando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/o-que-torna-a-universidade-das-nacoes-diferente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Oração, chamado e missões: quando Deus transforma medo em resposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 09 do The Waves Podcast, Maya recebe Celminha para uma conversa sobre oração, intercessão e vida missionária. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 09 do The Waves Podcast, Maya recebe Celminha para uma conversa sobre oração, intercessão e vida missionária. A história dela começa ainda na infância, quando ouviu sobre Guiné-Bissau e chorou sem entender que aquilo já era um sinal de chamado. Anos depois, entre medo, dúvidas e decisões importantes, ela respondeu ao convite de Deus e passou a viver missões de forma integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos jovens, o chamado missionário parece bonito, mas também assustador. A pergunta não é apenas “Deus está me chamando?”, mas também “eu tenho coragem de responder?”. Celminha fala exatamente desse lugar: o medo de deixar o conhecido, a insegurança sobre finanças, a dúvida sobre o próximo passo e a descoberta de que oração não é uma preparação distante da missão, mas parte essencial da caminhada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O medo pode estar presente, mas não precisa decidir por você</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Celminha conta que recebeu o chamado ainda criança, mas por um tempo resistiu à ideia de ser missionária. Ao ler histórias em que missionários sofriam ou morriam, ela colocou no coração que nunca queria seguir esse caminho. Mesmo assim, Deus continuou desenvolvendo o chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde, ao conhecer a Jocum e participar de uma conferência missionária, ela voltou para casa com uma convicção clara. A única coisa que ainda a impedia era o medo. Foi nesse processo que ela tomou uma decisão: “Eu vou deixar o medo para trás, vou deixar a incerteza para corresponder ao chamado.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase conversa diretamente com quem sente que Deus está chamando, mas ainda está paralisado. O medo pode aparecer, mas ele não precisa ser maior do que a obediência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oração não é programa, é estilo de vida</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais fortes da conversa é quando Celminha afirma que oração precisa ser estilo de vida. Para ela, intercessão não é apenas uma reunião, uma escala ou um momento isolado. É caminhar com Deus de forma tão natural que a vontade Dele começa a moldar decisões, respostas e caminhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela compartilha testemunhos de provisão, como o momento em que perdeu uma parceria financeira justamente quando se preparava para ir a Uganda. Chorando, ouviu Deus direcioná-la a louvar. No dia seguinte, recebeu uma mensagem de uma mulher que ela nem conhecia, dizendo que enviaria um valor ligado ao sonho missionário de sua mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa experiência, Celminha reforça que a oração sustenta a caminhada missionária também nas áreas práticas. Para quem teme ir por causa de finanças, sustento ou incertezas, o episódio aponta para uma fé vivida no relacionamento diário com Deus.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Intercessão é amar os povos com o coração de Deus</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre as nações, Celminha deixa claro que oração e missão não estão separadas. Para ela, o intercessor é alguém que se coloca entre Deus e os povos. Em suas palavras, “Deus ama os povos, Deus ama as nações.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse amor aparece nos testemunhos sobre países fechados, fronteiras, povos muçulmanos, campos de refugiados em Uganda e o povo Batwa. Em cada experiência, a oração aparece como base para discernir, agir, amar e servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Celminha também fala com muita esperança sobre a nova geração. Ela acredita que Deus já está levantando um movimento de oração entre jovens e que essa geração pode impactar outras gerações por meio de entrega, intimidade e obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem central do episódio é simples e profunda: oração não é algo separado da missão. Ela é o lugar onde Deus forma o coração, cura medos, desperta compaixão e envia pessoas para amar povos e nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/por-que-missoes-nao-acontecem-sem-oracao/" data-type="link" data-id="https://jocum.org.br/podcast/por-que-missoes-nao-acontecem-sem-oracao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Superando crises: como lidar com dificuldades no campo missionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 08 do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Márcia Fagundes Gomes sobre como lidar com crises, perdas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 08 do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Márcia Fagundes Gomes sobre como lidar com crises, perdas e dificuldades no campo missionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre o chamado vem acompanhado de respostas fáceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens sentem o coração queimar por missões, querem servir, ir às nações, viver algo maior do que uma rotina comum. Mas existe uma pergunta que quase sempre aparece no caminho: e quando a crise chegar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque ela pode chegar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode vir em forma de medo, perda, conflito, frustração, solidão ou dúvida. A vida missionária é cheia de propósito, mas também exige maturidade, perseverança e uma fé que aprende a permanecer quando tudo parece difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Márcia Fagundes Gomes mostra isso com muita honestidade. Missionária da Jocum há mais de 30 anos, ela viveu parte da sua caminhada em Angola, em um contexto de guerra civil, ajuda humanitária, deslocados de guerra, povos não alcançados e, mais tarde, tradução oral da Bíblia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, em meio a tantos frutos, ela também enfrentou uma das maiores crises da sua vida: a perda do esposo no campo missionário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A crise não cancela o chamado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Márcia recebeu a notícia da morte do esposo, ela não tinha explicações prontas. Humanamente, aquilo não fazia sentido. Eles estavam em Angola, no auge de um trabalho frutífero, servindo, liderando e vendo Deus agir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, a decisão dela naquele momento foi não alimentar a dúvida sobre o caráter de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela compartilha que fez uma oração dizendo que não entendia o motivo daquilo ter acontecido, mas que não ficaria duvidando da soberania, da bondade e da vontade de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa postura não significa ausência de dor. Ela mesma descreve aquele período como uma crise profunda, emocionalmente devastadora. Mas havia uma convicção maior sustentando sua fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2 Timóteo 1, Márcia relembrou duas verdades: ela sabia quem era o Deus em quem cria, e sabia qual era o chamado que havia recebido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela disse:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não vim para Angola por causa do meu esposo. Eu vim porque o Senhor me chamou.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase carrega uma verdade importante para todo jovem que pensa em missões: o chamado precisa estar firmado em Deus, não apenas nas circunstâncias, nas pessoas ou no entusiasmo de um momento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O cuidado também faz parte da superação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da perda, Márcia voltou ao Brasil. Ela passou um tempo com a família e depois foi acolhida por pessoas próximas da Jocum, incluindo Ana, psicóloga, e Arles, a quem ela chama de pai na fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse detalhe é muito importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Superar uma crise no campo missionário não significa fingir que está tudo bem. Márcia viveu o luto. Ela foi acompanhada, cuidada, ouvida e ajudada. Ela mesma conta que foram cerca de dois anos até sentir que havia “virado a página”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo mostra que espiritualidade e cuidado caminham juntos. A fé não elimina a necessidade de acolhimento, escuta, comunidade e tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens querem viver missões, mas precisam entender que o campo não é lugar de performance espiritual. É lugar de obediência, mas também de vulnerabilidade. Missionários também choram. Missionários também precisam de cuidado. Missionários também enfrentam crises que exigem apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Márcia, esse cuidado fez parte do caminho de cura e retorno.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A graça é cultivada antes da crise</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da conversa, Márcia compartilha um conselho para quem está passando por dificuldade. Ela lembra Hebreus 4:16, texto que fala sobre se achegar ao trono da graça para receber misericórdia e encontrar graça em ocasião oportuna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse texto, ela explica algo muito prático: a comunhão diária com Deus prepara o coração para o momento da luta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sobre buscar Deus apenas quando tudo desmorona. É sobre cultivar intimidade todos os dias, ouvir a voz do Senhor, caminhar com Ele no secreto e permitir que essa vida com Deus sustente a obediência no tempo difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela disse:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na hora que vem a luta, na hora que vem a dificuldade, a gente vai encontrar a graça suficiente para passar por aquilo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das grandes lições do episódio. A força para atravessar crises no campo missionário não vem de autossuficiência. Vem da graça de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Márcia também deixa claro que, por nós mesmos, não damos conta. A caminhada missionária exige dependência. Exige saber responder, no meio da dor: <strong>quem é o Deus em quem eu creio? Qual é o chamado que Ele me deu?</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>E agora, qual é o próximo passo?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você esteja sentindo um chamado para missões, mas ainda tenha dúvidas. Talvez você já tenha decidido ir, mas tenha medo das dificuldades. Ou talvez esteja passando por uma crise agora e precise lembrar que Deus ainda sustenta, conduz e oferece graça para o tempo oportuno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/superando-dificuldades-sem-abandonar-o-chamado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> do The Waves Podcast e conheça a história da Márcia Fagundes Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você sente que Deus está te chamando para missões e quer dar um próximo passo com mais clareza, faça a <a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a> e comece essa jornada de treinamento, discipulado e vida missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Evangelizar não é só falar. Também é obedecer.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No Episódio 07 do The Waves Podcast, a conversa sobre evangelismo no Brasil mostra que missão vai muito além de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No <strong>Episódio 07 do The Waves Podcast</strong>, a conversa sobre <strong>evangelismo no Brasil</strong> mostra que missão vai muito além de palco, microfone ou grandes eventos. Ao lado de Thiago Oliveira, missionário da JOCUM Maringá, o episódio revela como Deus tem usado a obediência, o serviço e a disposição de estar presente em lugares improváveis para alcançar pessoas em festas, rodeios, esportes, impactos e grandes eventos pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muita gente sente vontade de viver missões, mas trava quando pensa em evangelismo. Surge a dúvida: “Eu preciso estar na linha de frente? Preciso saber falar bem? Preciso ver resultados imediatos para saber que Deus está usando minha vida?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do episódio, a resposta vai ficando clara: evangelizar começa com obediência. E obediência, muitas vezes, se manifesta em serviço, presença, escuta e disponibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Evangelismo no Brasil acontece em lugares improváveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a conversa, Thiago compartilha experiências vividas em eventos como Barretos, Parintins, impactos de carnaval e ações em grandes festas pelo Brasil. Segundo ele, muitas pessoas estão esperando alguém disposto a servir, ouvir e demonstrar o amor de Jesus de forma prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso muda a forma como pensamos evangelismo. Não se trata apenas de esperar que as pessoas venham até nós. É sobre ir onde elas estão. Em festas, ruas, eventos, esportes, filas, campings, universidades e ambientes onde a presença cristã pode parecer inesperada, há oportunidades reais de servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o episódio também faz um alerta importante: a forma importa. Muitas pessoas no Brasil já tiveram algum contato com o universo cristão. Por isso, abordagens carregadas de condenação, pressão ou falta de sensibilidade acabam afastando pessoas antes mesmo de abrir espaço para uma conversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evangelizar exige empatia. É olhar para as pessoas com valor, respeitar suas histórias e entender que cada coração está em um processo diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A referência de <strong>Mateus 5:16</strong>, citada no episódio, reforça exatamente isso: deixar a luz brilhar diante das pessoas para que elas vejam as boas obras e glorifiquem a Deus.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O impacto da obediência nem sempre aparece na hora</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais marcantes do episódio é quando Thiago relembra um período em que se sentia pequeno dentro da missão. Enquanto outras pessoas tinham funções que pareciam mais importantes, ele dirigia uma Kombi e fazia suco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos olhos dele, aquilo parecia pouco. Mas foi justamente nesse lugar simples que Deus revelou algo profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma menina observou sua alegria e disse que ele não parecia crente porque era feliz. Aquela fala mostrou que o evangelho estava sendo comunicado não apenas pelas palavras, mas pela forma como ele vivia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história lembra que nem toda obediência vai parecer grande aos olhos das pessoas. Nem todo evangelismo gera resultados imediatos. Muitas vezes, o chamado é simplesmente permanecer fiel no lugar onde Deus colocou você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também reforça o princípio bíblico de plantar e regar. Nem sempre sabemos em que etapa do processo aquela pessoa está. Talvez você esteja apenas plantando uma semente que outro verá florescer no futuro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Evangelismo também é equipe, família e disponibilidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto forte da conversa é o desafio de mobilizar mais trabalhadores para o evangelismo no Brasil. Thiago destaca que existem muitas portas abertas em eventos e movimentos pelo país, mas ainda faltam pessoas disponíveis para servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele fala sobre a importância do trabalho em equipe, da unidade entre igrejas e do senso de pertencimento dentro da missão. Nem todos estarão pregando para multidões. Alguns estarão organizando estrutura, servindo água, carregando caixas ou acolhendo pessoas. Ainda assim, todos fazem parte do mesmo propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também aborda equilíbrio familiar e chamado missionário. Thiago compartilha como sua família participa do processo missionário mesmo em temporadas intensas de viagens e impactos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mostra que obedecer a Deus não significa viver de forma desequilibrada. Missão também envolve responsabilidade, discernimento e cuidado com aqueles que caminham ao nosso lado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A nova geração precisa de presença, não só informação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre jovens e universitários, Thiago destaca que essa geração possui muito acesso à informação, mas muitas vezes vive sem direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, evangelizar hoje exige mais do que repetir fórmulas antigas. É preciso presença, relacionamento, escuta e disposição para plantar a boa semente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Episódio 07 do The Waves Podcast deixa uma mensagem clara: o evangelismo no Brasil continua acontecendo, inclusive em lugares improváveis. O desafio é encontrar pessoas dispostas a obedecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o seu começo não seja em um palco. Talvez seja servindo nos bastidores, ajudando em um evento, ouvindo alguém ou fazendo algo simples que ninguém vê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, se Deus te colocou ali, existe propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista agora o <a href="http://jocum.org.br/evangelismo-em-rodeios-festas-e-eventos-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e descubra como Deus tem usado a obediência para transformar vidas através do evangelismo no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você sente que existe algo mais que Deus quer fazer através da sua vida, dê o próximo passo e faça sua inscrição na <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quando Deus chama, nem tudo faz sentido imediatamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 06 do The Waves Podcast, Rebeca Cutrim compartilha como descobriu seu chamado missionário ainda muito jovem e como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 06 do The Waves Podcast, Rebeca Cutrim compartilha como descobriu seu chamado missionário ainda muito jovem e como a obediência a Deus transformou completamente sua forma de enxergar propósito, fé e missão. Entre histórias intensas na América Latina, experiências marcantes na ETED e reflexões sobre a geração Z, o episódio mostra que viver pela fé não significa ter todas as respostas — significa confiar em quem está guiando o caminho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado nasce no relacionamento com Deus</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo crescendo em uma família missionária, Rebeca precisou descobrir pessoalmente se aquele também era o caminho que Deus tinha para ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto orava sobre o futuro, algo começou a ficar claro em seu coração: ela não queria ficar distante do que Deus estava fazendo no mundo. Versículos como Mateus 28:19-20 começaram a ganhar profundidade e direção prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma profissão ou estilo de vida, missão se tornou resposta de obediência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não queria perder de vista o que Deus estava fazendo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa decisão não veio de pressão externa, mas de um relacionamento construído com Deus ao longo dos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A obediência vem antes do entendimento</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das partes mais marcantes do episódio é quando Rebeca conta sobre o mochilão missionário pela América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada parecia lógico: países desconhecidos, perigos no caminho, dificuldades financeiras e momentos de insegurança. Em uma dessas viagens, até o freio da van quebrou durante a estrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas foi justamente nesses momentos que ela experimentou a fidelidade de Deus de maneira prática.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A obediência não precisa fazer sentido para mim imediatamente. Precisa fazer sentido para Deus.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa verdade aparece em toda a Bíblia. Deus frequentemente chama pessoas para dar passos antes de entenderem completamente o plano. Foi assim com Abraão e sua fé relatada em Hebreus 11:8 e com os discípulos ao deixarem tudo para seguir Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fé cresce enquanto caminhamos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A geração Z está procurando propósito</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o episódio, Rebeca também fala sobre algo que percebe em muitos jovens da sua geração: a busca por pertencimento, identidade e propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo em meio a tantas opções, muitos ainda sentem um vazio difícil de explicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, isso revela uma geração que não quer apenas viver por viver — quer encontrar significado verdadeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é exatamente nisso que Deus continua chamando jovens para perto dEle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O significado de Emmanuel, “Deus conosco” (Mateus 1:23), se tornou muito real durante suas experiências missionárias. Não se trata apenas de fazer coisas para Deus, mas de caminhar com Ele diariamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O próximo passo começa com um “sim”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você ainda esteja tentando entender seu propósito ou discernir o que Deus está falando ao seu coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E tudo bem não ter todas as respostas agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio deixa uma verdade muito clara: muitas vezes o entendimento vem depois da obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Deus está despertando algo dentro de você, talvez o próximo passo seja simplesmente confiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista agora ao <a href="https://jocum.org.br/?post_type=podcast&amp;p=5288&amp;preview=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> no YouTube e descubra como Deus continua chamando jovens para viverem algo maior através da fé, da obediência e da missão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você quer aprender mais sobre missão, ouvir Deus com clareza e viver uma experiência que pode transformar sua caminhada com Ele, conheça a <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a>. A Escola de Treinamento e Discipulado da Jocum é um ambiente de crescimento espiritual, discipulado e despertamento missionário para jovens que desejam dar os próximos passos no chamado de Deus. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>ETED, chamado e propósito: como dar o próximo passo quando você ainda tem dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 05 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Carlinha, missionária da Jocum há 24 anos e coordenadora do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No episódio 05 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Carlinha, missionária da Jocum há 24 anos e coordenadora do Centro de ETED no Brasil e na África, sobre dúvidas muito comuns de quem sente um chamado missionário, mas ainda não sabe por onde começar. “Será que missões é para mim?” “Preciso largar tudo?” “E se minha família não entender?” “Como saber se estou ouvindo Deus de verdade?” Essas perguntas aparecem com força especialmente na juventude, quando decisões sobre futuro, profissão, fé e propósito parecem se cruzar ao mesmo tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A ETED não é só para quem já decidiu ser missionário</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das ideias mais importantes da conversa é que a ETED não deve ser vista apenas como um caminho para quem já decidiu viver como missionário de longo prazo. Carlinha explica que a escola é indicada para todo cristão que deseja conhecer mais a Deus e fazê-lo conhecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela afirma que muita gente chega pensando que ficará no campo missionário para sempre, mas Deus direciona essa pessoa para servir em outras esferas da sociedade. Outros chegam pensando em viver apenas uma experiência curta, mas durante a escola entendem que Deus está chamando para algo mais profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas palavras dela: “É muito limitante dizer que é para quem tem chamado a longo prazo. É tempo para você ouvir a Deus e se dispor a continuar obedecendo aquilo que Ele tem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa fala conversa diretamente com quem ainda não tem todas as respostas. A ETED aparece como um ambiente de discernimento, não como uma exigência de já chegar com tudo definido. É um tempo para diminuir ruídos, sair da rotina comum e se conectar com Deus de forma intencional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mais do que um curso, uma comunidade missionária</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Carlinha também destaca que o grande diferencial da ETED é o ambiente em que ela acontece. Antes de ser um curso ou programa de treinamento, ela define a ETED como uma comunidade missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que os alunos vivem em uma base missionária e participam de uma rotina marcada por louvor, intercessão, aulas, serviço, cuidado com a estrutura, grupos pequenos, evangelismo e vida em comunidade. O aprendizado não fica restrito à sala de aula. Ele acontece na mesa, nas conversas, nas decisões, nas tarefas simples e na prática daquilo que foi aprendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela resume isso com uma expressão forte: “viver e aprender”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dinâmica ajuda a formar não apenas conhecimento, mas maturidade. A pessoa aprende sobre Deus enquanto serve, convive, ora, ouve, trabalha, é acompanhada e também confrontada em áreas práticas da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio, Carlinha menciona referências bíblicas que atravessam essa visão: o coração transformado citado a partir de Ezequiel, a oração “venha o teu Reino, seja feita a tua vontade”, o exemplo de Jesus fazendo o que vê o Pai fazer, a jornada de Abraão diante do desconhecido, Barnabé como alguém que caminha junto e as cartas paulinas como referência de cuidado e sustento missionário.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Identidade, propósito e obediência no caminho</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Marcel pergunta qual transformação alguém pode esperar ao fazer a ETED, Carlinha responde de forma muito direta: a pessoa pode sair mais parecida com Jesus e entender melhor o que Deus tem para sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela conta que, em sua própria história, chegou à ETED pensando que iria para Bangladesh trabalhar com crianças e adolescentes. Mas durante a escola, ao ouvir Deus, percebeu que o caminho era diferente: investir em treinamento, fundamentar cristãos e multiplicar aquilo que Deus estava fazendo entre as nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa parte da conversa é importante porque mostra que propósito não é apenas realizar um plano pessoal com linguagem espiritual. Muitas vezes, ouvir Deus significa reorganizar expectativas, abrir mão de algumas ideias e obedecer a uma direção que não estava no roteiro inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlinha afirma: “Eu acredito que a gente sai mais parecido com Jesus” e conecta isso a uma renovação de mente sobre aquilo que realmente importa para Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está inseguro, ela também traz uma orientação prática: não caminhe sozinho. Segundo ela, quem pensa em fazer ETED precisa trazer pessoas para perto: igreja, amigos, pais e líderes. Gente que possa orar junto, ouvir junto e acompanhar o processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo para quem quer fazer ETED</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte final da conversa, Carlinha orienta que o primeiro passo é procurar uma base de Jocum, mas sem se inscrever automaticamente na primeira opção encontrada. O conselho dela é pesquisar, entrar em contato, fazer perguntas, entender a rotina, perguntar sobre o prático, conhecer o perfil da base e orar antes de decidir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela lembra que existem diferentes bases, realidades e ênfases. Algumas podem ter mais relação com artes, comunicação, treinamento, tradução da Bíblia, povos indígenas, ribeirinhos ou outras áreas de atuação. Por isso, escolher uma ETED também envolve discernir onde aquele processo fará mais sentido para o momento de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para quem ainda está com medo, Carlinha deixa uma frase central: “Decisão antecede a provisão.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa agir de forma isolada ou irresponsável. Pelo contrário, durante a conversa ela reforça a importância de caminhar com apoio, ouvir conselhos, envolver a igreja e não tomar decisões sozinho. Mas também lembra que esperar condições ideais pode paralisar quem já sabe que precisa dar um passo de obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/muito-alem-de-um-curso-para-missoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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