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	<title>Jocum Brasil</title>
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	<title>Jocum Brasil</title>
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		<title>Como o evangelho avança em países fechados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[O chamado de Roberto (missionário anonimizado) para as nações começou quando ele ainda estava nos primeiros anos de sua caminhada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O chamado de Roberto (missionário anonimizado) para as nações começou quando ele ainda estava nos primeiros anos de sua caminhada com Jesus. No <strong>episódio 20 do The Waves Podcast</strong>, ele conta a Silas como uma pergunta passou a acompanhá-lo enquanto lia a Bíblia e participava de evangelismos no Rio de Janeiro: quem eram os povos de sua geração que ainda não conheciam Jesus?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta que ele entendeu de Deus acabou apontando para o Afeganistão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que responder a esse chamado significava caminhar em direção a uma realidade completamente diferente daquela em que havia aprendido a evangelizar. Em vez de microfones, apresentações públicas e grandes grupos reunidos, ele encontrou vigilância, limitações, riscos de deportação e uma igreja que precisava viver sua fé de maneira extremamente discreta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Roberto ajuda a responder uma pergunta importante: <strong>como funciona a missão quando o país é considerado fechado?</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O medo de dar um passo em direção ao desconhecido</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem sente um chamado para missões, uma das maiores tensões pode estar entre saber para onde Deus parece apontar e enxergar tudo o que torna esse caminho difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roberto não tenta esconder essa tensão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O medo existe, ele é real.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Quando sentiu que era hora de entrar no Afeganistão, ele já estava em um país vizinho. Ainda assim, precisava enfrentar a realidade de entrar em um território controlado pelo Talibã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo incluía conseguir um visto diretamente com um representante talibã. Depois de um período de oração e jejum, Roberto foi até o consulado acompanhado por um tradutor e enfrentou uma situação para a qual não havia como estar completamente preparado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua história não apresenta coragem como ausência de medo. O que aparece ao longo da conversa é uma decisão de continuar mesmo diante dele.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem que passar por cima da intimidação.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Isso também ajuda a reposicionar uma dúvida comum sobre chamado. Nem sempre sentir medo significa que você está no lugar errado. Para Roberto, o medo estava presente justamente enquanto caminhava em direção ao lugar para o qual acreditava ter sido chamado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>País fechado não significa que todas as pessoas estão fechadas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma diferença importante apresentada durante o episódio: um <strong>sistema fechado</strong> não necessariamente significa que cada pessoa naquele país é hostil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Roberto chegou à Ásia Central, encontrou governos controladores, vigilância e restrições reais à expressão pública da fé. Telefones podiam ser monitorados, determinadas conversas não podiam acontecer abertamente e estrangeiros poderiam perder seus vistos ou ser deportados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a maneira de fazer missões precisou mudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele resume esse aprendizado falando sobre prudência. Em um contexto de perseguição, chamar atenção para si mesmo não era uma estratégia possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, sua convivência com muçulmanos desconstruiu parte das imagens que carregava antes de chegar à região. Roberto fala sobre amizades, hospitalidade e relacionamentos profundos construídos ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência mostra por que é perigoso olhar para países inteiros apenas a partir daquilo que aparece quando pensamos em perseguição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As restrições são reais. Os riscos também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas as pessoas continuam sendo pessoas — com histórias, famílias, perguntas, relacionamentos e uma busca espiritual que precisa ser compreendida dentro de seu próprio contexto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Em alguns lugares, prudência faz parte da missão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No Rio de Janeiro, Roberto havia participado de evangelismos públicos no centro da cidade. Ao chegar à Ásia Central, aquela forma de atuação simplesmente não poderia ser reproduzida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A gente não podia falar as coisas [&#8230;] publicamente.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança revela um dos pontos centrais do episódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missões não significam repetir o mesmo método em qualquer parte do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em países nos quais a expressão pública da fé cristã é limitada, o trabalho pode depender muito mais de relacionamento, confiança, tempo e discernimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roberto conta que, quando chegou pela primeira vez ao Afeganistão, havia apenas cinco cristãos no país segundo a realidade que ele encontrou. A maneira como eles se reuniam era tão discreta que o encontro poderia acontecer em um mercado: uma pessoa se aproximava da outra enquanto compravam alimentos, compartilhavam uma oração e um versículo em voz baixa e seguiam seu caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era uma igreja existindo em condições completamente diferentes daquelas que ele conhecia no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história ajuda a entender que prudência não é necessariamente falta de coragem. Em determinados contextos, ela é justamente parte da maneira de permanecer, proteger pessoas e continuar servindo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A oração pode atravessar uma fronteira antes de você</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo jovem que se importa com povos não alcançados está pronto para mudar de país amanhã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que não exista nada para fazer hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Silas pergunta como alguém pode começar a se envolver antes de ir fisicamente, Roberto aponta para a oração.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“As suas orações chegam a lugares muito, muito focados no mundo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ele incentiva quem está ouvindo a colocar o mapa diante de Deus, observar lugares onde o evangelho ainda não chegou e começar a orar intencionalmente por eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Roberto, sua própria chegada ao Afeganistão estava ligada a esse movimento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu tenho certeza que eu cheguei ali no Afeganistão porque alguém orou para aquele local.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva tira missões do campo de uma decisão distante que talvez aconteça algum dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode começar agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode conhecer lugares, carregar povos em oração e permitir que Deus amplie aquilo que ocupa seu coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, para algumas pessoas, esse processo pode acabar conduzindo também a um passo de formação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roberto descreve sua própria experiência na ETED como a oportunidade de começar a enxergar as nações de outra maneira:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Quando a gente entra numa ETED, vê o mundo sem fronteiras.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, ele viu afegãos passando pelo mesmo processo e voltando às suas regiões para servir e plantar igrejas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência de Roberto não transforma países fechados em lugares fáceis. O episódio deixa claro que existem riscos, oposição, vigilância e decisões que têm um preço alto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas também mostra que a história não termina nessas barreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evangelho pode avançar por meio de pessoas que aprendem a agir com prudência, constroem relacionamentos, perseveram em oração e continuam obedecendo mesmo quando o medo é real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você ainda está tentando compreender o seu chamado, talvez o próximo passo não seja descobrir imediatamente onde estará daqui a dez anos. Pode ser começar a perguntar, orar, buscar formação e permitir que sua visão das nações seja ampliada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ETED</strong></a> e inscreva-se.</p>
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		<title>Adoração dos povos: quando cada língua declara que Ele é digno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe uma pergunta atravessando o Episódio 19 do The Waves Podcast: como seria ver diferentes povos adorando a Deus a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Existe uma pergunta atravessando o <strong>Episódio 19 do The Waves Podcast</strong>: como seria ver diferentes povos adorando a Deus a partir de suas próprias línguas, histórias e expressões?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa com Italo Nunes nasce justamente desse lugar. Sua trajetória com louvor não começou como um plano de carreira musical. Depois de um encontro com Deus aos 18 anos, Italo chegou à ETED alguns anos mais tarde em um período em que reconhecia sua necessidade de buscar o Senhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi ali que começou a desenvolver canto e violão e também a enfrentar suas próprias inseguranças sobre adoração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o prático da ETED, em Oiapoque, uma experiência ministrando louvor marcou uma virada. A partir dali, Italo diz que parou de rejeitar aquele lugar e começou a viver o que entendia que Deus havia colocado diante dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a história não ficou apenas na música.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela encontrou povos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quando adoração deixa de ser somente a nossa linguagem</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das primeiras experiências transculturais de Italo também aconteceu durante a ETED, em uma aldeia na região do Oiapoque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele conta que se apaixonou pela cultura indígena e começou a conhecer inclusive compositores daquele contexto. Anos mais tarde, a caminhada missionária trouxe uma compreensão importante: servir os povos exigia mais do que chegar com as mesmas ferramentas usadas em outros lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era preciso aprender a comunicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era preciso considerar oralidade, cultura e, especialmente, língua materna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança de perspectiva aparece com força na história da canção “Sacrifício Vivo”. Com a ajuda de um indígena, Italo traduziu a música e começou a cantá-la nas aldeias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação era imediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas perguntavam como ele conhecia aquela língua e demonstravam surpresa ao ouvir uma música sendo cantada de uma forma tão próxima de sua realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Italo, isso criava uma conexão difícil de explicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não porque traduzir uma canção seja uma fórmula missionária, mas porque língua também comunica pertencimento, proximidade e respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ele resume:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Quando a gente conversa o Evangelho na língua dos povos, é muito poderoso.”</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma história construída por muitas pessoas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais fortes da conversa acontece quando Italo fala sobre uma aldeia da etnia Galibi Marworno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do episódio narrar o que aconteceu ali, uma informação é importante: outras pessoas já haviam semeado naquele lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um missionário morou na aldeia por mais de dez anos. Durante esse período, segundo Italo, ninguém se converteu, embora crianças e adolescentes tenham sido discipulados e o missionário tenha conquistado respeito dentro da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde, uma dessas crianças se converteu enquanto estava na Guiana Francesa e se tornou missionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras equipes também participaram da caminhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, em 2023, uma equipe chegou à aldeia e um obreiro lembrou da canção que havia sido traduzida para a língua daquele povo. A música foi usada em oração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Italo conta que o cacique compreendeu porque aquela era, em suas palavras, “a língua do coração”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele contexto, ele decidiu entregar sua vida a Jesus e a comunidade respondeu junto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, o cacique foi discipulado, tornou-se pastor e disponibilizou um terreno para a construção de uma igreja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente por conhecer tudo o que aconteceu antes que Italo não coloca a história sobre si mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele reconhece as sementes plantadas por diferentes pessoas e diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Deus tem prazer de nos incluir nessas histórias.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa percepção muda a forma de enxergar chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você não veja o resultado final daquilo que está fazendo hoje. Talvez outra pessoa continue o que começou com você. Talvez você esteja entrando em uma história que começou décadas antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missão também é aprender a participar de algo maior do que nós.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>De povos alcançados a povos enviados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Italo relata uma ação que uniu atendimento de saúde e uma Escola Missionária de Férias nas aldeias. Inicialmente, a resposta não pareceu ter o engajamento esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de um tempo, porém, 14 indígenas participaram de outra edição da escola e quatro permaneceram para fazer ETED.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns chegaram com o desejo de trabalhar para que a Bíblia estivesse disponível para seu povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, eles começaram a cantar, dançar e produzir suas próprias músicas. E alguns foram servir outra etnia no oeste do Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui aparece uma das ideias mais importantes do episódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missão não é uma via de mão única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os povos não aparecem na conversa como pessoas destinadas apenas a receber missionários. Eles também são missionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre a nova geração, Ítalo resume a mudança que tem observado:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não quero mais só receber o Evangelho. Eu quero fazer parte do Evangelho. Eu quero atuar no Evangelho.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Isso se conecta diretamente com quem ainda está tentando entender o próprio chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chamado não é somente descobrir para qual lugar distante você deve ir. É compreender qual é o seu papel naquilo que Deus está fazendo e responder a partir desse lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, às vezes, aqueles que um dia foram alcançados serão exatamente aqueles que seguirão para alcançar outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A adoração dos povos não precisa soar igual</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio, Italo também fala sobre indígenas, ribeirinhos e quilombolas criando suas próprias canções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ritmos diferentes, danças diferentes e formas de celebração diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diversidade não aparece como um problema a ser corrigido. Pelo contrário: ela se torna parte da beleza da história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo não é ensinar todos os povos a adorarem da mesma maneira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É vê-los respondendo ao mesmo Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em determinado momento, Italo conta que a canção traduzida para o contexto indígena também chegou a outros países. Ele recebeu registros de pessoas cantando em lugares da África, da China e da América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas faz uma ressalva importante:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não é sobre música estourada.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, o ponto não é a popularidade da música nas plataformas. É perceber diferentes povos declarando que o Senhor é digno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mesma convicção aparece em outra experiência narrada no episódio. Em Moçambique, Italo cantou para um líder comunitário de 93 anos usando sua língua. O homem se emocionou e pediu que a canção fosse colocada em um pendrive para que pudesse ouvi-la novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquela música posteriormente foi gravada em três línguas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a conclusão de Italo é simples:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A música, a adoração, tem poder entre os povos.”</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Qual povo estará cantando?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Perto do final da conversa, a imagem usada por Italo deixa clara a direção de tudo o que foi contado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele lembra a visão de povos de diferentes raças, tribos e línguas diante do Cordeiro e imagina cada um deles cantando em sua própria língua materna que Ele é digno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, faz uma pergunta:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Qual etnia você vai levar diante do Cordeiro para cantar lá, diante dele?”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Não é uma pergunta para gerar culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um convite para perceber que existe uma história acontecendo e que há espaço para participar dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Italo descreve o movimento que tem visto entre jovens do Norte como uma “pororoca”. Não necessariamente uma onda gigantesca, mas uma onda que permanece avançando e alcançando lugares distantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jovens estão sendo treinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Povos estão compondo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missionários estão sendo levantados dentro das próprias comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Canções estão atravessando fronteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o próximo passo de alguém que acompanha essa história seja simplesmente começar a perguntar a Deus onde sua vida se encaixa nela.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ele é digno</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio começa falando sobre adoração e termina levando a conversa muito além de música.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adoração se conecta com missão porque o centro não está no artista, na plataforma ou na projeção de uma canção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro está naquele que recebe a adoração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada povo carrega língua, cultura, ritmos e histórias próprias. E a expectativa compartilhada por Italo é que essas diferenças não desapareçam, mas encontrem expressão diante do Cordeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/"><strong>ETED</strong></a> e inscreva-se.</p>
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		<title>Interculturalidade: como fazer a ponte entre culturas</title>
		<link>https://jocum.org.br/interculturalidade-como-fazer-a-ponte-entre-culturas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 18 do The Waves Podcast, Giane Brunetti compartilha experiências profundas sobre interculturalidade e missão, mostrando como o encontro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 18 do The Waves Podcast, Giane Brunetti compartilha experiências profundas sobre interculturalidade e missão, mostrando como o encontro com outras culturas transforma não apenas a forma como comunicamos o Evangelho, mas também a maneira como enxergamos o mundo e a nós mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da conversa, Giane destaca que cultura não é apenas um conjunto de costumes, mas um “mapa de regras não faladas” que influencia diretamente nossa percepção da realidade. Quando entramos em contato com outras culturas, esse mapa é desafiado, e somos convidados a aprender, desaprender e reaprender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, servindo com seu esposo na liderança da base da Jocum na Guiné-Bissau, Giane carrega aprendizados acumulados desde suas primeiras experiências interculturais. E uma das primeiras lições parece simples: observar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Você precisa observar. Primeiro observa.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa postura atravessa toda a conversa. Antes de tentar ensinar, comunicar ou transformar alguma coisa, existe um povo que precisa ser conhecido.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Antes de entender o outro, reconheça sua própria cultura</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Giane chegou aos Estados Unidos aos 17 anos, começou a perceber diferenças até em situações que pareciam pequenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de cozinhar, de se vestir, de se relacionar e de organizar a rotina mostrava que muitas das coisas que ela considerava naturais eram, na realidade, parte da cultura em que havia crescido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa descoberta se tornou um princípio:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Até você ser exposto a outra cultura, você não sabe a cultura que você tem.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Giane define cultura como uma espécie de mapa de regras que aprendemos e que nem sempre são verbalizadas, mas são esperadas dentro de uma sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carregamos esse mapa por onde vamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele influencia aquilo que consideramos importante, correto, estranho ou normal. E justamente por isso, entrar em outra cultura pode confrontar nossas certezas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o episódio, Giane também fala sobre o risco do etnocentrismo: aquela tendência de acreditar, mesmo que silenciosamente, que o nosso jeito é um pouco melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na missão intercultural, perceber isso é fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque servir alguém não pode significar simplesmente reproduzir nossa cultura na vida dessa pessoa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fazer a ponte começa ouvindo e observando</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma experiência na Alemanha ajuda Giane a explicar esse princípio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao chegar a uma casa com costumes diferentes dos seus, ela percebeu como as mulheres se vestiam e como aquele grupo se comportava. Em vez de insistir em suas próprias preferências, decidiu observar e se adaptar àquele ambiente enquanto isso não entrasse em conflito com aquilo que cria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa atitude não era apenas uma mudança externa. Era uma forma de demonstrar respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de suas experiências, esse aprendizado continuou: observar como as pessoas vivem, como comem, como se relacionam e o que valorizam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Guiné-Bissau, por exemplo, Giane percebeu um valor muito forte nos relacionamentos, na coletividade, no respeito aos mais velhos e na generosidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das histórias mais marcantes aconteceu quando uma mulher chamada Minta chegou à sua casa com três bananas para o filho de Giane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabendo das limitações de recursos daquela família, Giane ficou constrangida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela percebeu que sua própria ideia de generosidade ainda estava relacionada àquilo que sobrava. A experiência levantou outra pergunta: seria possível tirar do que era seu para compartilhar com alguém?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura que ela havia ido servir também estava ensinando algo a ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa troca talvez seja uma das imagens mais fortes da interculturalidade: não chegar apenas para oferecer respostas, mas também disposto a aprender.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Comunicar o Evangelho exige conhecer quem está ouvindo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Essa compreensão se torna ainda mais importante quando o assunto é a comunicação do Evangelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Giane explica que um dos grandes erros é imaginar que a pessoa de outra cultura possui exatamente as mesmas referências que nós.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O grande erro é pensar: o outro sabe exatamente o que eu sei. E ele pensa como eu penso.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns grupos da Guiné-Bissau, por exemplo, Jesus já aparece dentro de determinadas referências religiosas. Em outros, muitas pessoas nunca ouviram falar dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso muda a maneira como uma conversa começa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Giane, o princípio é aproximar a mensagem da realidade que aquele povo já conhece, como ela observa no exemplo de Paulo ao se comunicar com públicos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de mudar a mensagem para agradar uma cultura, mas de reconhecer que comunicar exige entender quem está ouvindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contextos diferentes, as perguntas também são diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Giane comenta que, ao preparar equipes para contextos budistas, procura considerar questões ligadas ao medo. Em contextos ocidentais, ela aponta outras dores, como culpa, vazio ou solidão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ponte é construída quando a pessoa deixa de comunicar apenas da forma que faz sentido para si e começa a pensar na forma como o outro poderá compreender.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quando a Palavra chega à língua do coração</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos exemplos mais concretos compartilhados no episódio aconteceu na própria Guiné-Bissau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, Giane havia ouvido a importância de tornar a Palavra acessível na língua do povo. Mas foi quando sua equipe começou a utilizar pequenos cartões de memória com conteúdo nas línguas locais que ela percebeu com mais clareza o peso desse princípio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas que antes não demonstravam interesse passavam a prestar atenção ao ouvir uma mensagem em sua própria língua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma cultura fortemente oral, o áudio também fazia sentido para a maneira como aquele povo já transmitia histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de tentar substituir a cultura local pela forma como a equipe estava acostumada a comunicar, começaram a utilizar algo que já existia naquele contexto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Giane resume esse impacto dizendo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Existe uma conexão na alma das pessoas com a língua.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ela conta ainda uma frase usada por uma das obreiras da base: quando Deus fala a língua da pessoa, Deus é percebido como próximo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência mostra uma das dimensões mais práticas da interculturalidade: aprender a comunicar de forma que a mensagem realmente possa ser recebida.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Jesus e o movimento de entrar na realidade do outro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para Giane, o maior modelo desse movimento é Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o episódio, ela chama atenção para a intencionalidade de Jesus ao assumir a forma humana, viver dentro de uma cultura, aprender uma língua e relacionar-se dentro daquele contexto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Jesus é o maior exemplo do missionário encarnado.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva muda a pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de perguntar apenas “como eu faço missão?”, talvez seja necessário perguntar: “Estou disposto a entrar na realidade do outro?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode significar aprender uma língua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode significar observar antes de falar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode significar abrir mão de preferências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode significar reconhecer que a forma como sempre fizemos algo não é necessariamente a única possibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A interculturalidade cria uma ponte justamente porque existe disposição de atravessá-la.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma missão que também transforma realidades</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na Guiné-Bissau, essa visão também aparece em iniciativas de justiça e transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Giane relata como o contato com a realidade das mães no país despertou nela uma preocupação que acabou se tornando um projeto de maternidade escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao visitar hospitais e acompanhar a realidade das mulheres, ela começou a perceber necessidades que não podiam ser ignoradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem formação nessa área, passou a desenvolver, junto com outras pessoas, iniciativas relacionadas ao cuidado materno. O trabalho já inclui formação de doulas, enquanto a maternidade construída ainda estava sendo preparada para começar a funcionar no momento da gravação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história mostra que compreender uma cultura também significa enxergar suas dores e servir pessoas dentro de necessidades reais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado para atravessar a ponte</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Giane dirige uma mensagem especialmente à Igreja brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela lembra primeiro da realidade dos povos indígenas dentro do próprio Brasil e depois amplia a reflexão para outras nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo sua experiência treinando diferentes nacionalidades, brasileiros possuem características que podem facilitar a adaptação a determinados contextos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas essa possibilidade também traz responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Giane relembra o movimento de Paulo ao levar o Evangelho além de seu próprio povo e convida a Igreja brasileira a reconhecer a oportunidade diante dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez interculturalidade comece justamente aí: perceber que missão não é levar nossa cultura para todos os lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aprender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ouvir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entrar na realidade do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E construir uma ponte pela qual o Evangelho possa ser compreendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/"><strong>ETED</strong></a> e inscreva-se.</p>
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		<title>Jovens em ação: quando a obediência começa antes da certeza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 17 do The Waves Podcast, a história de Ana Júlia mostra que um chamado pode nascer justamente no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 17 do The Waves Podcast, a história de Ana Júlia mostra que um chamado pode nascer justamente no encontro entre planos bem organizados e uma direção que muda tudo. Aos 21 anos, ela serve em Guiné-Bissau, mas sua primeira reação diante da possibilidade de ser missionária foi pensar: “Tudo menos missões”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana cresceu em um lar cristão e conviveu com missionários desde a infância. Mesmo assim, passou por um período da adolescência sem pensar seriamente em propósito ou chamado. Quando recebeu uma palavra sobre missões, sua imagem da vida missionária estava associada à falta de casa, estrutura e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O começo de sua resposta não foi uma certeza absoluta. Foi uma oração: “Deus, me ensina a amar o que o Senhor tem para mim”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase revela uma realidade importante para quem está tentando entender seu futuro. Nem sempre começamos amando o caminho que Deus apresenta. Algumas vezes, precisamos permitir que Ele transforme nossos desejos, cure nossas expectativas e nos ensine a enxergar algo que antes parecia apenas perda.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quando o chamado confronta seus planos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ana tinha projetos profissionais, expectativas acadêmicas e uma estrutura financeira planejada. Ela trabalhava com o pai, enquanto sua mãe esperava que ela entrasse na faculdade. Por isso, considerar uma vida missionária também significava lidar com a sensação de que tudo estava se desestabilizando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tensão é comum entre jovens que desejam obedecer a Deus, mas têm medo das consequências. O que acontecerá com a carreira? Como a família reagirá? Haverá recursos? E se a decisão estiver errada?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana não descreve o medo como algo inexistente. Pelo contrário, ela reconhece que sentiu medo. Sua decisão foi não oferecer a ele o controle da história.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Tem medo? Tem medo. Mas vai com medo mesmo, porque a obediência destrava a fé e a fé quebra o medo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A frase não é um convite para agir sem direção ou acompanhamento. A própria história de Ana inclui confirmações, participação da família, treinamento, comunidade e liderança. O ponto é outro: mesmo com esses elementos, nem todas as garantias aparecem antes do primeiro passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua experiência, algumas respostas chegaram enquanto ela obedecia. O caminho não foi uma prova de autossuficiência, mas uma oportunidade de conhecer o cuidado de Deus.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Deus não chama apenas para tarefas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da ETED e de seu primeiro período em Guiné-Bissau, Ana participou de uma experiência missionária na Colômbia. Ali enfrentou um choque cultural intenso e passou por aproximadamente 40 dias de dificuldades físicas e emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, foi um período em que percebeu Deus muito perto. Ela estudou a Bíblia em idiomas que não eram sua língua materna e começou a compreender, de maneira pessoal, o que significa não ter acesso à Palavra na própria língua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse período, Ana perguntava repetidamente qual seria o próximo passo. Queria saber qual nação, qual destino e qual tarefa viriam depois. A resposta que recebeu mudou sua maneira de enxergar o chamado:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A vida comigo não é uma vida de tarefas. Eu estou te convidando para relacionamento.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa compreensão é essencial para jovens que estão ansiosos para descobrir uma função. Missões não começa apenas quando alguém embarca para outra nação. Também não se resume a cumprir atividades religiosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de ser um endereço, uma escola ou um projeto, o chamado é uma resposta de relacionamento. É aprender a permanecer com Deus enquanto as informações ainda são limitadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos dias antes de deixar a Colômbia, Ana entendeu que deveria retornar imediatamente para Guiné-Bissau. A direção foi acompanhada por uma sequência de confirmações. Em cerca de 40 dias, ela passou pelo Brasil, encontrou sua família e seguiu para o campo missionário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A geração do agora precisa preparar quem virá</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em Guiné-Bissau, Ana passou a enxergar Deus não apenas a partir de sua história pessoal, mas a partir do amor dEle pelos povos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu trabalho inclui iniciativas relacionadas à distribuição da Bíblia em línguas locais. A experiência reforçou uma mensagem que se tornou central em sua jornada: Deus fala a língua dos povos, entende suas histórias e deseja ser conhecido entre eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse olhar também transformou a maneira como ela enxerga a própria geração.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Nós somos os responsáveis por responder agora, porque nós estamos agora.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ana não apresenta a Geração Z como superior às anteriores. Cada geração recebeu sua oportunidade e sua responsabilidade. O diferencial da juventude atual está nas ferramentas disponíveis, na conexão global e na capacidade de mobilização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia pode alcançar lugares que seriam difíceis por meios tradicionais. As redes conectam pessoas de diferentes países, e a globalização aproxima linguagens e experiências. Mas essas oportunidades não devem produzir orgulho geracional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana alerta para o perigo de uma juventude repetir constantemente “nós somos a geração” e esquecer que o movimento de Deus precisa continuar depois dela. Por isso, uma resposta madura honra quem veio antes, assume a responsabilidade pelo presente e prepara os que virão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão também orienta sua compreensão de missões em Guiné-Bissau. Para Ana, o trabalho sustentável não pode depender para sempre dos estrangeiros. É necessário fortalecer os cristãos e líderes locais, porque são eles que permanecerão e continuarão servindo em sua própria nação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma resposta que começa onde você está</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio apresenta o chamado missionário sem esconder medo, dificuldades, erros ou limitações. Ana faz questão de afirmar que sua história não é marcada por perfeição. Há falhas, processos, correções e a necessidade constante de liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, ela acredita que todos podem responder ao amor de Deus pelos povos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa resposta não está restrita àqueles que se tornarão missionários em tempo integral ou entrarão para a Jocum. Empresários, médicos, artistas e pessoas que atuam no governo também podem participar. Cada esfera oferece oportunidades para anunciar, servir, mobilizar e aproximar pessoas da mesa do Senhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo pode ser uma escola missionária, uma conversa com alguém mais experiente, uma decisão de servir ou uma nova maneira de usar sua profissão. O importante é não transformar a falta de garantias em uma espera permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ETED</strong></a> e inscreva-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Líderes de campo: formando os próximos líderes missionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 16 do The Waves Podcast, João Brito compartilha parte de sua trajetória de 11 anos na Jocum e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 16 do The Waves Podcast, João Brito compartilha parte de sua trajetória de 11 anos na Jocum e mostra como sua própria vida foi marcada por missionários, líderes e amigos que o ajudaram a compreender e amadurecer seu chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João cresceu ouvindo histórias de missões. Sua família e sua cidade foram influenciadas por missionários de diferentes países, e um de seus tios foi um dos primeiros missionários enviados de sua região. Ainda criança, ele começou a perceber que Deus também o chamava para dedicar a vida ao campo missionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, já casado com Jaqueline, decidiu fazer a ETED. Aquele passo marcou o início de uma caminhada que passou a envolver não apenas o serviço missionário, mas também a formação de jovens e novos líderes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A liderança missionária precisa pensar a longo prazo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das imagens centrais apresentadas por João é a maratona.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, a vida missionária não pode ser tratada como uma corrida de poucos metros. O entusiasmo inicial é importante, mas não é suficiente para sustentar uma caminhada que inclui distância da família, perdas, frustrações e momentos de grande dificuldade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Na vida missionária, no chamado para missões e no chamado pastoral, nós estamos em uma corrida de maratona e não em uma corrida de velocidade.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Uma maratona exige preparo, ritmo, foco e perseverança. Durante um percurso longo, muitas coisas passam pela mente do corredor. Por isso, João destaca a importância de cuidar da saúde espiritual, física e mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva também muda a maneira como novos líderes são formados. O objetivo não deve ser apenas colocá-los rapidamente em uma função, mas ajudá-los a desenvolver raízes profundas o bastante para permanecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um líder de campo precisa preparar pessoas para os dias bons e também para os dias em que elas se perguntarão se devem continuar. Formação missionária envolve habilidades práticas, mas também resiliência, maturidade e uma vida constantemente orientada pelo Senhor.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Bons líderes são formados perto de boas pessoas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao aconselhar jovens que estão tomando decisões sobre faculdade, vocação e missões, João apresenta dois fundamentos: amar as Escrituras e escolher bem as pessoas com quem caminhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele relembra que, durante a adolescência, passava longos períodos lendo e meditando na Palavra. Não era apenas uma obrigação religiosa, mas uma sede que influenciou sua formação e permanece presente em sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, João fala sobre o valor de se aproximar de pessoas que amam o Senhor e podem oferecer conselhos sábios.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O Reino de Deus é construído na amizade.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase ajuda a compreender que liderança missionária não é apenas uma transferência formal de conteúdo. Ela acontece em relacionamentos nos quais existe confiança, convivência, correção, encorajamento e exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jovens que desejam servir em missões precisam de pessoas que caminhem ao lado deles. Precisam de líderes que escutem suas dúvidas, ajudem a avaliar decisões e permaneçam presentes quando o entusiasmo diminuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, quem lidera precisa se perguntar se está apenas ensinando tarefas ou realmente construindo relacionamentos capazes de formar novos líderes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reconhecer um potencial também é parte do envio</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">João demonstra esse princípio ao contar sua caminhada com Vanderson Freitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os dois se aproximaram, Vanderson já tinha uma história dentro da Jocum. Ainda assim, João percebeu que havia nele um potencial para liderar, desbravar e alcançar pessoas em regiões da África.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de apenas delegar funções, João decidiu caminhar com ele. Os dois oraram, conversaram sobre propósito e ampliaram juntos a perspectiva do que sua vida missionária poderia representar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu vi o potencial desse cara para liderar, vi o potencial desse cara para ser desbravador.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, Vanderson serve em Uganda, liderando e trabalhando especialmente com pessoas vulneráveis e refugiados. João reconhece que sua contribuição foi ajudá-lo a não desistir durante os dias difíceis e incentivá-lo a se tornar um líder que desperta outros líderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história mostra que formar alguém não é criar uma cópia de si mesmo. É reconhecer o que Deus colocou naquela pessoa e ajudá-la a desenvolver isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um líder de campo não deve medir seu sucesso apenas pelo que realiza pessoalmente, mas também pelas pessoas que prepara para continuar e multiplicar o trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado precisa encontrar as necessidades do mundo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante da conversa é a maneira como os jovens compreendem o chamado missionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo João, muitas pessoas identificam o chamado principalmente com um país ou uma região: Senegal, Angola, Índia, Nepal ou outro lugar específico. Ele não desconsidera esse tipo de direção, mas propõe uma pergunta mais profunda: para onde, exatamente, dentro desse lugar?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Nós precisamos conectar o nosso chamado com as necessidades do mundo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">João explica que é necessário ouvir Deus, obedecer, não desistir e também receber o conselho de líderes mais experientes. A partir disso, o missionário pode observar onde a igreja ainda não está presente e onde existem povos e comunidades que ainda não foram alcançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse olhar exige intencionalidade na formação. Não basta preparar jovens para viajar. É preciso ensiná-los a compreender culturas, aprender línguas, servir com sensibilidade e atuar em contextos nos quais a comunicação e a expressão da fé serão diferentes daquelas encontradas em suas igrejas de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, João destaca a importância do treinamento transcultural e da conexão entre igrejas locais e agências missionárias.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Liderar é facilitar, não prender</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre o papel das bases e lideranças missionárias, João apresenta uma definição prática e desafiadora:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu quero facilitar o caminho para você. Não quero te prender na minha base ou debaixo das minhas asas. Quero que você cumpra o seu chamado.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa postura exige segurança e generosidade. Um líder pode investir anos em uma pessoa e, depois, ajudá-la a seguir para outro país, povo, base ou ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da formação não é fortalecer apenas a estrutura que treinou aquele jovem. O objetivo é prepará-lo para obedecer ao chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso também se aplica às igrejas locais. João incentiva pastores e líderes a investirem em treinamento, oração, acompanhamento e sustento financeiro. A igreja pode caminhar junto com agências missionárias sem perder a responsabilidade pelos missionários que está enviando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando igrejas, bases e líderes trabalham em parceria, o caminho de quem está começando se torna mais responsável e consistente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quem formará os próximos líderes?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima geração de missionários precisa de mais do que inspiração. Ela precisa de formação, relacionamentos, direção e oportunidades reais de servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também precisa de líderes dispostos a reconhecer potenciais e caminhar ao lado de pessoas durante processos longos. Líderes que não centralizam, mas enviam. Que não criam dependência, mas ajudam outros a amadurecer. Que não pensam apenas no trabalho atual, mas nas pessoas que continuarão a missão no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No encerramento do episódio, João relembra a orientação de 2 Pedro 1:10 e incentiva os jovens a se apegarem ao chamado e à vocação. Mesmo com a chegada dos dias difíceis, é possível permanecer correndo até o fim da jornada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a<strong> <a href="https://eted.org.br/">ETED</a></strong> e inscreva-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Missões indígenas: servir, aprender e comunicar na língua do povo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mala preparada para 25 dias foi o começo de uma história que já atravessa mais de três décadas. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma mala preparada para 25 dias foi o começo de uma história que já atravessa mais de três décadas. No episódio 15 do The Waves Podcast, Cleo conta como deixou o Rio de Janeiro para servir como enfermeira voluntária em Porto Velho, sem imaginar que aquela experiência mudaria completamente a direção de sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não chegou com um plano de longo prazo. Também não conhecia profundamente a realidade dos povos indígenas ou a vida missionária na região Norte. Chegou para atender uma necessidade concreta na área da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto servia, porém, começou a perceber que Deus também estava tratando de seu próprio coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma canção apresentada por um adolescente durante a campanha repetia o convite para levar o nome de Jesus. Pouco depois, Cleo decidiu permanecer para fazer a ETED. Durante o período teórico da escola, uma epidemia de gripe em uma comunidade indígena abriu espaço para que ela acompanhasse uma equipe até a aldeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao sobrevoar a floresta amazônica em um avião missionário, compreendeu que existiam povos debaixo daquela imensidão que também precisavam ser servidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua profissão, sua disponibilidade e uma sequência de passos simples começaram a construir uma vida inteira de missão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado pode começar com aquilo que já está nas suas mãos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens acreditam que precisam descobrir uma função totalmente nova antes de começar a servir em missões. A história de Cleo apresenta um caminho diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela chegou a Porto Velho porque havia uma necessidade específica: a equipe precisava de uma enfermeira. Seus conhecimentos profissionais não foram um detalhe separado do chamado. Foram parte do caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos primeiros anos, Cleo acompanhou questões de saúde enfrentadas por equipes que estavam no campo. Em uma época sem os meios de comunicação disponíveis atualmente, o contato acontecia por rádio. As comunidades eram chamadas para que as situações de saúde fossem verificadas e orientadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também percorreu diferentes aldeias, ajudou a montar kits básicos de saúde e participou da preparação de missionários para lidar com necessidades que poderiam surgir durante o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar com profissionais da área, Cleo faz um convite direto:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Há um lugar muito especial em missões para que essas habilidades sejam colocadas nas mãos do Senhor.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência ajuda a ampliar nossa compreensão sobre vocação. A missão não é composta apenas por pregadores ou pessoas que trabalham diretamente com ensino bíblico. Ela também precisa de profissionais dispostos a servir com responsabilidade, conhecimento e amor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfermagem, medicina, odontologia e outras habilidades podem responder a necessidades reais de equipes e comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo, portanto, pode não ser abandonar sua formação. Pode ser perguntar como aquilo que você já recebeu pode ser colocado a serviço de Deus e das pessoas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Servir outro povo exige sensibilidade e disposição para aprender</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro contato de Cleo com uma comunidade indígena revelou um mundo muito diferente de sua experiência como uma mulher criada no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela encontrou outra língua, outra organização social e outras formas de viver. Durante uma epidemia de gripe, passava pelas casas e malocas realizando curativos e administrando medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cleo também sofria com reações alérgicas às picadas dos muitos mosquitos da região. Ao perceber sua pele inflamada, uma senhora da comunidade começou a acompanhá-la durante os atendimentos. Agachada ao seu lado, usava um leque para afastar os insetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A missionária que havia chegado para cuidar também estava sendo cuidada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquela experiência mostrou que o relacionamento com uma comunidade não acontece em apenas uma direção. Existe troca, acolhimento e construção de vínculos. Em alguns lugares onde permaneceu por mais tempo, Cleo foi adotada por famílias e passou a ter irmãos, mães e parentes dentro da organização social do povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses relacionamentos também ensinaram que missão transcultural exige cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem entra em outra cultura encontra costumes que talvez não compreenda imediatamente. Isso não significa que aquelas pessoas estejam erradas ou sejam inferiores. Significa que carregam outra história e interpretam a vida a partir de referências diferentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O outro povo não é menos porque ele não fala português.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cleo, seguir Jesus não é se tornar ocidental ou abandonar a própria identidade. O Evangelho pode interagir com uma cultura sem destruí-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os povos possuem seus estilos musicais, seus conceitos de beleza, suas línguas e suas formas de expressar o que compreendem sobre Deus. Quando conhecem Jesus, podem adorá-lo por meio dessa riqueza.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Quando eles conhecem Jesus, eles vão com sua cultura adorando a Jesus.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa compreensão confronta uma atitude comum: confundir o Evangelho com nossos próprios costumes. O missionário precisa aprender a separar a mensagem de Jesus das preferências culturais que carrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Servir de forma respeitosa envolve preparação transcultural, escuta e humildade para reconhecer que também temos muito a aprender.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Palavra precisa chegar na língua e na forma que o povo compreende</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A língua é uma das principais barreiras enfrentadas no trabalho com povos indígenas e outras comunidades. Ela também pode se transformar em uma das maiores demonstrações de respeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cleo explica que os missionários precisam estar dispostos a aprender a língua falada pelo povo. A mensagem não deve chegar apenas em um idioma estrangeiro, dependendo de pessoas de fora para ser compreendida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho de tradução da Bíblia tem ocupado um espaço importante na atuação da JOCUM Porto Velho. Segundo Cleo, a base participa de projetos envolvendo diferentes línguas, tanto no Brasil quanto em países africanos de língua portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto central desse trabalho é o protagonismo do próprio povo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O tradutor indígena é o tradutor. Nós somos os facilitadores do processo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que a tradução não é simplesmente produzida por uma equipe externa e entregue à comunidade. Pessoas do próprio povo participam ativamente, compreendendo, traduzindo e se apropriando da mensagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tradução oral também tem ampliado as possibilidades de acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas comunidades possuem uma tradição marcada pela oralidade. O conhecimento, as histórias e os ensinamentos são preservados e transmitidos por meio da escuta e da repetição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cleo conta a experiência de uma mulher de Moçambique que ouviu uma tradução durante uma reunião de checagem. Depois de prestar atenção ao conteúdo, ela conseguiu repetir todo o primeiro capítulo que havia escutado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história mostrou a força da memória oral e a importância de comunicar a Palavra de maneira coerente com a forma como cada comunidade aprende.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria Bíblia foi transmitida oralmente em diferentes momentos. Por isso, oferecer uma tradução em áudio não é uma alternativa inferior à escrita. É uma maneira de permitir que pessoas escutem, memorizem, compartilhem e ensinem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem imagina que a tradução bíblica é um trabalho inacessível, Cleo deixa um encorajamento: a capacitação continua sendo importante, mas existem novas formas de participação e caminhos que podem estar mais próximos do que parecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O convite é buscar, conhecer o movimento e descobrir como colaborar para que mais povos tenham acesso à Palavra de Deus em sua própria língua.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória de Cleo mostra que o chamado pode começar com uma oportunidade simples de servir. Ela chegou a Porto Velho como enfermeira voluntária, levou uma mala para 25 dias e encontrou um caminho que atravessou sua profissão, seus relacionamentos e sua disposição para aprender com outros povos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missões indígenas e rurais envolvem desafios de distância, acesso, saúde, comunicação e tradução. Também exigem respeito pelas culturas, preparação transcultural e humildade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de chegar para apagar identidades. Trata-se de servir para que cada povo tenha a oportunidade de conhecer Jesus e expressar sua fé a partir de sua própria língua e cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ETED</strong></a> e inscreva-se.</p>
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		<title>Jovens que inspiram: quando Deus reacende o chamado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 14 do The Waves Podcast, Silas conversa com Rebecca Moura, missionária de tempo integral na base Jocum Veredas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 14 do The Waves Podcast, Silas conversa com Rebecca Moura, missionária de tempo integral na base Jocum Veredas, em Joinville. A história dela se conecta profundamente com o tema “Jovens que inspiram”, porque Rebecca não fala de chamado como uma ideia distante, mas como uma decisão que atravessou dúvidas, resistências, memórias de infância e uma resposta prática diante de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens desejam viver missões, mas ainda carregam perguntas difíceis: “Como saber se Deus está me chamando?”, “E se eu não tiver certeza?”, “E se o preço for alto demais?”, “Por onde eu começo?”. A trajetória de Rebecca toca justamente nesse lugar. Ela cresceu em uma família missionária, viu seus pais viverem pela fé e conheceu tanto os frutos quanto as lutas desse caminho. Por isso, durante anos, missões era algo que ela admirava, mas não queria assumir como vida.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A dor do chamado: quando o medo parece maior que a resposta</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rebecca conta que começou sua caminhada em missões ainda criança, quando seus pais foram para a Jocum. Ela cresceu nesse ambiente, participou de evangelismos e tinha prazer em compartilhar sobre Jesus. Mesmo assim, não queria ser missionária de tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motivo não era falta de amor por Deus ou desprezo por missões. Era medo das lutas que tinha visto de perto. Ela lembra que, em alguns momentos, sua família tinha estabilidade; em outros, vivia mudanças, incertezas e desafios. Essa experiência criou nela uma resistência: ela queria ajudar missões, mas sem assumir o compromisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu sou missionária há 20 anos, mas de livre e espontânea vontade há 5.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase resume bem a tensão do episódio. Existe uma diferença entre estar perto de missões e responder pessoalmente ao chamado. Rebecca estava envolvida, servia, ajudava e até usava suas habilidades com vídeo e fotografia para contribuir. Mas ainda dizia: “ser missionária não é para mim”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos jovens, essa dor também é real. Às vezes, a dúvida não é se Deus ama as nações. A dúvida é se vale a pena entregar a própria vida a esse caminho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que Rebecca aprendeu ao ouvir Deus de verdade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A virada na história de Rebecca aconteceu durante uma viagem missionária de curto prazo. Ela foi com a intenção de filmar, fotografar e ajudar a base com material. Mas, enquanto as equipes saíam para pregar o Evangelho, algo começou a crescer dentro dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela descreve esse momento como uma vontade intensa de falar de Jesus para as pessoas. Então fez uma pergunta simples e profunda: “Deus, o que o Senhor quer de mim?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta veio acompanhada de uma memória que ela tinha esquecido. Quando era criança, aos sete anos, Rebecca viu pessoas dançando e pregando o Evangelho em uma viagem missionária. Naquele momento, ela disse que queria fazer aquilo pelo resto da vida: dançar e pregar o Evangelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, Deus reacendeu essa memória e trouxe clareza: “Minha palavra não mudou”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, Rebecca entendeu que o chamado não era uma pressão externa. Era algo que Deus já havia marcado em seu coração. A decisão foi prática: ela ligou para seus clientes, comunicou que deixaria sua empresa e assumiu a vida missionária em tempo integral.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Você precisa de convicção, senão não vai durar.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das mensagens centrais do episódio. Rebecca não romantiza o chamado. Ela mostra que a missão precisa nascer de um encontro verdadeiro com Deus. A empolgação pode iniciar uma conversa, mas é a convicção que sustenta a caminhada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como isso se conecta com chamado, missão e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rebecca também compartilha como a ETED marcou sua vida em dois pontos: meditação e prático. Na meditação, ela aprendeu a ouvir Deus e a se relacionar com a Palavra de forma mais viva. No prático, especialmente no Paraguai, ela teve contato com pessoas e viu como a mensagem de Jesus transformava olhares e realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, meditar não significa viver todos os dias uma experiência extraordinária. Às vezes, é simples. É conversar com Deus, fazer perguntas, ler a Palavra, chorar, ficar em silêncio e continuar percebendo o Senhor ao longo do dia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ele só quer conversar com a gente.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão torna a vida com Deus mais real e menos engessada. Rebecca lembra que não existe um padrão fechado para ouvir Deus. O relacionamento com o Senhor acontece no cotidiano, nas pequenas coisas, nos momentos simples e também nas decisões profundas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio, Rebecca cita Marcos 16:15 ao falar sobre o chamado de ir e pregar. Mas ela também deixa claro que sua convicção veio do que Deus falou ao seu coração. A missão, então, não aparece como uma ideia abstrata, mas como resposta a um relacionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Rebecca deixa uma convocação forte para jovens: levar Deus a sério, viver santidade, assumir compromisso e não se perder em coisas pequenas. Ela fala sobre uma geração chamada a uma nova onda de pioneirismo, mas lembra que isso exige vida com Deus, compromisso e decisão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Não fique perdendo tempo com qualquer coisa; faça um compromisso.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Rebecca inspira porque não esconde as dúvidas. Ela mostra que jovens também podem ter medo, resistir, fugir e ainda assim serem encontrados por Deus. O chamado não é construído sobre pressão, mas sobre relacionamento, convicção e uma resposta sincera ao que o Senhor já falou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a> e inscreva-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Chamado de curto ou longo prazo: como discernir o seu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 13 do The Waves, Maya recebe Rick Gois para conversar sobre chamado missionário de curto e longo prazo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 13 do The Waves, Maya recebe Rick Gois para conversar sobre chamado missionário de curto e longo prazo. Rick é missionário desde 2001, lidera a Jocum Carioca e compartilha sua trajetória a partir de uma experiência marcante: o momento em que ouviu Deus chamando-o para a vida missionária e respondeu com obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa conversa toca em uma dúvida muito real para muitos jovens: será que missões são para uma fase da vida ou para a vida toda? Será que fazer uma ETED significa permanecer em tempo integral? E como saber se Deus está chamando para ir, ficar, voltar ou servir de outra forma?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pergunta que acompanha muita gente: meu chamado é curto ou longo?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é chamado, é fácil olhar para a história de outras pessoas e tentar encontrar uma fórmula. Alguns parecem saber desde o começo que vão permanecer por uma vida inteira. Outros vivem uma escola, uma viagem, uma experiência missionária curta e depois voltam para servir em sua igreja local, trabalho ou cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rick lembra que o reino de Deus é dinâmico. Isso não significa que não existe direção, compromisso ou obediência. Significa que Deus conduz pessoas de formas diferentes, em tempos diferentes e com responsabilidades diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma das falas mais importantes do episódio é simples e direta: “Todo mundo tem chamado.” Essa frase ajuda a tirar o peso da comparação. O chamado de alguém que serve em tempo integral não anula o chamado de quem glorifica a Deus em uma escola, em um trabalho, em uma igreja local ou em outro ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto não é copiar a resposta de outra pessoa. O ponto é entender o que Deus está falando com você.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que Rick aprendeu ao responder com obediência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rick conta que, antes de entrar na Jocum, já tinha uma vida encaminhada em Brasília. Ele havia passado em concursos, tinha trabalho, planos e uma realidade estável para um jovem da sua idade. Mesmo assim, em um encontro com missionários da Jocum, ouviu claramente o Espírito Santo dizer que aquela era a vida que Deus tinha para ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta dele não foi construída com todos os detalhes resolvidos. Ele precisou conversar com seu pai, seu pastor e seu patrão. Havia questões emocionais, espirituais e práticas envolvidas. Ainda assim, a decisão começou em um lugar claro: “Deus falou, eu vou.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lembrar desse processo, Rick resume com uma frase forte: “A bênção de Deus segue a obediência.” Não porque obedecer elimina todo sacrifício, mas porque a obediência abre caminho para viver a direção de Deus com confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está em dúvida hoje, isso é importante. Talvez você ainda não tenha todas as respostas. Talvez ainda existam conversas, medos e processos pela frente. Mas o primeiro passo continua sendo ouvir Deus com sinceridade e responder ao que Ele está mostrando.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como isso se conecta com chamado, missão e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Rick também fala sobre permanência. Ele não trata a vida missionária como algo sustentado apenas por emoção ou empolgação. Ao longo dos anos, surgiram crises, perguntas e momentos em que foi necessário ouvir Deus novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa parte da conversa é muito importante porque mostra que chamado não é apenas uma decisão inicial. É uma caminhada de relacionamento com Deus. Rick diz que precisou continuar ouvindo a voz de Jesus em diferentes fases, e que essas memórias da direção de Deus ajudaram a criar compromissos de continuidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, ele reconhece que existem experiências missionárias de curto prazo, programas, cursos, viagens e formas diferentes de se envolver com a missão. Algumas pessoas se aproximam, servem por um período e entendem que seu lugar de obediência está em outro contexto. Outras descobrem, no caminho, uma vocação de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chave não está em definir tudo pela comparação. Está em ouvir e obedecer. Como Rick afirma no final do episódio: “Chamado tem a ver com assumir compromisso com Jesus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a <a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a> e inscreva-se!</p>
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		<title>Histórias de transformação: missionários da JOCUM em ação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 12 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Paulo Brito, missionário da JOCUM há 30 anos. A história [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 12 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Paulo Brito, missionário da JOCUM há 30 anos. A história de Paulo começa em Minas Gerais, quando ele conheceu uma equipe da JOCUM pregando nas ruas, escolas, praças e mercados. Ao acompanhar aquela equipe, algo ficou claro em seu coração: ele queria anunciar o evangelho de Jesus daquela mesma forma. Anos depois, após oração, conversa com seus pastores e envio da igreja, Paulo iniciou sua caminhada missionária de tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos jovens, a dúvida não é se Deus ainda chama, mas como responder a esse chamado. O medo aparece. A insegurança também. A pergunta sobre o próximo passo fica no coração. A história de Paulo mostra que o chamado missionário não precisa começar com todas as respostas prontas, mas precisa ser acompanhado por obediência, comunhão com Jesus e disposição para renunciar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado começa com obediência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo relembra que conheceu a JOCUM em 1994, por meio de uma equipe que foi até sua cidade, Manga, no norte de Minas. Ao ver aqueles missionários pregando, ele identificou um desejo que marcaria sua vida: “Eu quero fazer o que esse povo faz, pregar o evangelho de Jesus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse chamado não foi tratado de forma isolada. Paulo orou, conversou com seus pastores e foi enviado pela igreja. Em 1997, foi para a JOCUM Contagem fazer sua ETED e, desde então, passou a servir como missionário de tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das frases mais fortes do episódio resume essa decisão: “Se tem algo que eu não me arrependo, é de ter obedecido o chamado de Jesus.” Para quem está em dúvida, essa fala aponta para um caminho importante: discernir o chamado com Deus, caminhar com liderança, buscar preparo e dar passos concretos de obediência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Deus transforma passos simples em movimento</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada à Tanzânia não aconteceu porque Paulo tinha tudo planejado. Ele conta que, enquanto estava na África do Sul, Deus começou a direcionar sua família para a Tanzânia. Eles chegaram sem conhecer ninguém no país e sem alguém esperando no aeroporto. Tudo era novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início, Paulo e sua equipe usavam o filme Jesus em swahili para evangelizar em vilas e aldeias. Pessoas começaram a se converter, mas surgiu uma pergunta prática: para onde essas pessoas iriam depois? Muitas vilas não tinham igrejas, pastores ou cristãos se reunindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi nesse contexto que começaram pequenos grupos em casas, debaixo de árvores e em lugares simples. O que não era um plano humano de plantação de igrejas se tornou algo conduzido por Deus. Paulo resume assim: “O plano estava somente no coração de Deus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, líderes locais foram treinados e enviados. Paulo conta que, a partir das primeiras igrejas, o movimento cresceu para dezenas e depois centenas de igrejas simples. Ele deixa claro que não estava falando de templos ou construções, mas de grupos de pessoas se reunindo semanalmente, sendo ensinadas e discipuladas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O campo missionário exige fé, estratégia e perseverança</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também mostra que missões não são romantizadas. Paulo fala sobre barreiras culturais, aprendizado de língua, resistência ao estrangeiro e até situações de perseguição religiosa. Em uma das histórias, ele conta que sua equipe foi cercada por jovens com machados, facões e pedaços de pau, sendo expulsa de uma região onde trabalhava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo depois dessa situação, Paulo relata que Deus falou ao seu coração para voltar à aldeia, perdoar aquelas pessoas e pregar para elas. A estratégia veio por meio da área de saúde. A equipe levou médicos, tratamento gratuito, remédios e Bíblias. Pessoas foram cuidadas, ouviram a Palavra e algumas se entregaram a Jesus secretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história revela um ponto central da conversa: a missão exige sensibilidade para ouvir Deus no meio dos desafios. Como Paulo afirma: “A gente não pode baixar a cabeça para as dificuldades.” Para ele, o caminho é orar, ouvir a voz de Deus, buscar o Senhor e receber a estratégia necessária para continuar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo também menciona Lucas 10 ao explicar o conceito de “pessoa de paz”, alguém que Deus usa para abrir portas em uma vila, aldeia ou povo. Essa referência aparece conectada à prática missionária de aproximação, relacionamento e entrada respeitosa em novos contextos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Chamado, medo e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da conversa, Marcel pergunta o que Paulo diria aos jovens que sentem chamado, mas ainda estão tentando discernir o próximo passo. A resposta de Paulo é direta: “Obediência radical ao chamado de Jesus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também reconhece que o medo é normal. Missionários sentem medo, enfrentam frustrações, solidão, perigos e dificuldades reais. Mas Paulo aponta que o que sustenta alguém no campo é a palavra recebida de Deus e uma vida desenvolvida em comunhão com Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, essa palavra cresce à medida que a pessoa cultiva oração, meditação na Palavra, intercessão e intimidade diária com Deus. Por isso, seu conselho é claro: “Não troque o seu momento de comunhão com Jesus por nada.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem final do episódio é um convite à decisão. Missões não são uma opção para quem “não deu certo” em outra área. Nas palavras de Paulo, é possível escolher missões como uma carreira de obediência ao Senhor. Para jovens que sentem esse desejo, o próximo passo pode começar com preparo, acompanhamento e uma resposta sincera ao chamado de Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/historias-reais-de-deus-agindo-na-tanzania/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>
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		<title>Jovens que inspiram: chamado também se vive na vida real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 11 do The Waves Podcast, Izabela conversa com Danny Thomas, um jovem de 21 anos, filho de missionários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 11 do The Waves Podcast, Izabela conversa com Danny Thomas, um jovem de 21 anos, filho de missionários, que fez a ETED na Noruega e hoje vive seu chamado também fora do contexto tradicional de uma base missionária. Estudante de Arquitetura e Urbanismo em Fortaleza, Danny compartilha uma jornada marcada por dúvidas, escuta de Deus, entrega, vulnerabilidade e a descoberta de que os sonhos, talentos e áreas de influência também podem fazer parte do propósito de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens que pensam em missões carregam perguntas parecidas: “Será que isso é para mim?”, “Como saber se Deus está me chamando?”, “E se eu fizer uma escolha errada?”, “Preciso abandonar uma profissão para servir a Deus?”. A história de Danny conversa diretamente com essas tensões. Ele cresceu vendo Deus usar outras pessoas, mas precisou encarar uma pergunta íntima: Deus queria usar a vida dele também?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pergunta que muitos jovens carregam em silêncio</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo crescendo em um ambiente missionário, Danny não pulou o processo de discernir seu próprio chamado. Ele conhecia a ETED, via pessoas sendo transformadas e acreditava que Deus usava vidas. Mas isso não eliminava a dúvida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não tinha dúvida de que Deus usava. Minha dúvida era se Deus queria me usar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase resume uma dor comum entre jovens cristãos: acreditar em Deus, admirar histórias missionárias, ver outras pessoas respondendo ao chamado, mas ainda não saber como isso se aplica à própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Danny, a virada começou quando alguém perguntou se ele já havia orado sobre fazer uma ETED. Não era apenas pensar na possibilidade. Era levar a pergunta a Deus. A partir daí, ele começou a perceber direção, paz, confirmações e portas se abrindo para viver esse tempo na Noruega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio mostra que chamado não precisa nascer de pressão ou comparação. Pode nascer de uma conversa sincera com Deus, de perguntas honestas e de disposição para ouvir.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A transformação que passa pela vulnerabilidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ETED foi, para Danny, um tempo libertador. Mesmo já conhecendo o contexto missionário, ele viveu a escola com novos olhos: não como alguém observando de fora, mas como alguém disposto a receber, ser tratado e ser visto por Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele conta que uma das maiores mudanças em seu caráter foi aprender a ser vulnerável de forma genuína. Havia coisas guardadas, expectativas percebidas e ciclos que precisavam ser quebrados. Estar longe de casa, em outro país, em outra cultura, abriu espaço para enxergar a si mesmo e a Deus de uma forma diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A maior mudança que me permitiu crescer no meu caráter foi ser vulnerável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Danny também compartilha a imagem da ETED como uma estufa. Em um sonho marcante, ele entendeu que havia entregado a chave para Cristo e que aquele ambiente seria um lugar de crescimento, luz e cuidado. Mas também entendeu algo importante: a planta começa na estufa, mas não fica lá para sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa imagem conecta muito bem com a vida missionária. Deus nos forma em processos específicos, mas o objetivo não é apenas permanecer no ambiente de formação. É amadurecer para frutificar onde Ele nos enviar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Missão também acontece na profissão, na faculdade e na família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da ETED, Danny precisou discernir o próximo passo. A experiência missionária tinha sido intensa, mas Deus começou a trazer de volta ao coração dele a Arquitetura, junto com música, arte, esportes, comunicação e pessoas. Ele entendeu que essas coisas que amava também tinham propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de enxergar a profissão como algo separado do Reino, Danny percebeu que precisava se equipar tecnicamente para servir melhor. Sua volta para casa não foi uma fuga do chamado, mas parte dele. Ele fala sobre investir novamente na família, quebrar ciclos e viver aquilo que Deus havia feito nele em um contexto mais real, cotidiano e desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fogo não diminui, vai aumentando.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na faculdade, Danny também encontrou espaço para viver missão. Ele fala sobre participar de um movimento no campus, orar com pessoas, adorar no intervalo e testemunhar Cristo de forma simples e genuína. Para ele, a questão não é buscar honra para si, mas permanecer aos pés de Jesus e revelar Cristo através das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das mensagens mais fortes do episódio: ser missionário não significa necessariamente estar dentro de uma instituição o tempo todo. Deus também chama jovens para as esferas da sociedade, para a universidade, para a profissão, para a família e para os relacionamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Danny resume o que acredita que Deus deseja despertar em sua geração: uma fé genuína, vulnerável e sem performance. Uma geração que respira, se permite ser verdadeira e entende que pode alcançar povos, nações e contextos a partir da obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/a-duvida-que-muitos-jovens-carregam/" data-type="link" data-id="https://jocum.org.br/podcast/a-duvida-que-muitos-jovens-carregam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e <a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscreva-se</a>.</p>



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