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	<title>Jocum Brasil</title>
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	<title>Jocum Brasil</title>
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		<title>Jovens que inspiram: chamado também se vive na vida real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 11 do The Waves Podcast, Izabela conversa com Danny Thomas, um jovem de 21 anos, filho de missionários, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No episódio 11 do The Waves Podcast, Izabela conversa com Danny Thomas, um jovem de 21 anos, filho de missionários, que fez a ETED na Noruega e hoje vive seu chamado também fora do contexto tradicional de uma base missionária. Estudante de Arquitetura e Urbanismo em Fortaleza, Danny compartilha uma jornada marcada por dúvidas, escuta de Deus, entrega, vulnerabilidade e a descoberta de que os sonhos, talentos e áreas de influência também podem fazer parte do propósito de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens que pensam em missões carregam perguntas parecidas: “Será que isso é para mim?”, “Como saber se Deus está me chamando?”, “E se eu fizer uma escolha errada?”, “Preciso abandonar uma profissão para servir a Deus?”. A história de Danny conversa diretamente com essas tensões. Ele cresceu vendo Deus usar outras pessoas, mas precisou encarar uma pergunta íntima: Deus queria usar a vida dele também?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A pergunta que muitos jovens carregam em silêncio</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo crescendo em um ambiente missionário, Danny não pulou o processo de discernir seu próprio chamado. Ele conhecia a ETED, via pessoas sendo transformadas e acreditava que Deus usava vidas. Mas isso não eliminava a dúvida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não tinha dúvida de que Deus usava. Minha dúvida era se Deus queria me usar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase resume uma dor comum entre jovens cristãos: acreditar em Deus, admirar histórias missionárias, ver outras pessoas respondendo ao chamado, mas ainda não saber como isso se aplica à própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Danny, a virada começou quando alguém perguntou se ele já havia orado sobre fazer uma ETED. Não era apenas pensar na possibilidade. Era levar a pergunta a Deus. A partir daí, ele começou a perceber direção, paz, confirmações e portas se abrindo para viver esse tempo na Noruega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio mostra que chamado não precisa nascer de pressão ou comparação. Pode nascer de uma conversa sincera com Deus, de perguntas honestas e de disposição para ouvir.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A transformação que passa pela vulnerabilidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ETED foi, para Danny, um tempo libertador. Mesmo já conhecendo o contexto missionário, ele viveu a escola com novos olhos: não como alguém observando de fora, mas como alguém disposto a receber, ser tratado e ser visto por Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele conta que uma das maiores mudanças em seu caráter foi aprender a ser vulnerável de forma genuína. Havia coisas guardadas, expectativas percebidas e ciclos que precisavam ser quebrados. Estar longe de casa, em outro país, em outra cultura, abriu espaço para enxergar a si mesmo e a Deus de uma forma diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A maior mudança que me permitiu crescer no meu caráter foi ser vulnerável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Danny também compartilha a imagem da ETED como uma estufa. Em um sonho marcante, ele entendeu que havia entregado a chave para Cristo e que aquele ambiente seria um lugar de crescimento, luz e cuidado. Mas também entendeu algo importante: a planta começa na estufa, mas não fica lá para sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa imagem conecta muito bem com a vida missionária. Deus nos forma em processos específicos, mas o objetivo não é apenas permanecer no ambiente de formação. É amadurecer para frutificar onde Ele nos enviar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Missão também acontece na profissão, na faculdade e na família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da ETED, Danny precisou discernir o próximo passo. A experiência missionária tinha sido intensa, mas Deus começou a trazer de volta ao coração dele a Arquitetura, junto com música, arte, esportes, comunicação e pessoas. Ele entendeu que essas coisas que amava também tinham propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de enxergar a profissão como algo separado do Reino, Danny percebeu que precisava se equipar tecnicamente para servir melhor. Sua volta para casa não foi uma fuga do chamado, mas parte dele. Ele fala sobre investir novamente na família, quebrar ciclos e viver aquilo que Deus havia feito nele em um contexto mais real, cotidiano e desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fogo não diminui, vai aumentando.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na faculdade, Danny também encontrou espaço para viver missão. Ele fala sobre participar de um movimento no campus, orar com pessoas, adorar no intervalo e testemunhar Cristo de forma simples e genuína. Para ele, a questão não é buscar honra para si, mas permanecer aos pés de Jesus e revelar Cristo através das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das mensagens mais fortes do episódio: ser missionário não significa necessariamente estar dentro de uma instituição o tempo todo. Deus também chama jovens para as esferas da sociedade, para a universidade, para a profissão, para a família e para os relacionamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Danny resume o que acredita que Deus deseja despertar em sua geração: uma fé genuína, vulnerável e sem performance. Uma geração que respira, se permite ser verdadeira e entende que pode alcançar povos, nações e contextos a partir da obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/a-duvida-que-muitos-jovens-carregam/" data-type="link" data-id="https://jocum.org.br/podcast/a-duvida-que-muitos-jovens-carregam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e inscreva-se:<a href="https://eted.org.br"> https://eted.org.br</a></p>
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		<title>Cursos que transformam: formação missionária na JOCUM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Espírito não forma apenas habilidades; ela forma vidas para servir aos povos. No episódio 10 do The [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Universidade do Espírito não forma apenas habilidades; ela forma vidas para servir aos povos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio 10 do The Waves Podcast, Silas recebe Mica Oliveira para uma conversa sobre a Universidade das Nações, a formação missionária dentro da JOCUM e o papel da ETED no processo de quem deseja dar passos mais intencionais em missões. A história de Mica se conecta profundamente com esse tema: o que começou como uma pausa na faculdade se tornou uma rota de chamado, formação e serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mica cresceu em uma família missionária, teve contato com histórias de transformação desde cedo e carregava uma pergunta que marcou sua juventude: o que o Evangelho tem de tão rico para que pessoas entreguem a vida por isso? Mais tarde, enquanto cursava fisioterapia, decidiu pausar a faculdade para fazer uma ETED. Durante o prático em Moçambique, Deus falou profundamente ao seu coração sobre estar do outro lado, como missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse episódio conversa diretamente com jovens que estão em dúvida sobre chamado, formação e próximos passos. Afinal, nem sempre o caminho começa com todas as respostas. Às vezes, ele começa com uma decisão simples: parar, ouvir Deus e permitir que Ele direcione a próxima etapa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A formação missionária começa com uma vida disponível</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais fortes da história de Mica é perceber que Deus usou uma pausa para reposicionar sua vida. Ela entrou na ETED pensando em viver uma experiência de seis meses, mas nesse processo Deus começou a revelar uma direção mais profunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fala dela mostra que chamado não é apenas sobre destino, função ou país. É também sobre disponibilidade. Antes de saber exatamente todos os detalhes, Mica precisou responder ao que Deus estava falando naquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela compartilha no episódio, durante o prático Deus colocou em seu coração o desejo de estar “do lado do missionário”. Aquela experiência se tornou um marco, e o que parecia temporário passou a fazer parte da rota da sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está em dúvida sobre missões, essa história lembra uma verdade importante: Deus pode usar processos de formação para clarear o chamado, confirmar direções e despertar coragem para obedecer.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Universidade do Espírito forma no cotidiano</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mica explica que a Universidade das Nações é diferente de uma universidade tradicional. Ela fala sobre uma formação modular, global, conectada aos valores da JOCUM e vivida em um ambiente de comunidade. Mas o ponto central não está apenas no formato dos cursos. Está na maneira como a vida inteira se torna espaço de aprendizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mica, “a gente vive e aprende no mesmo lugar”. Isso significa que a formação não acontece somente em aulas, apostilas ou conteúdos. Ela acontece também no quarto compartilhado, na mesa, na manutenção, nos conflitos, nos pedidos de perdão e no serviço diário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que ela chama atenção para o ambiente “viver e aprender”. A Universidade das Nações forma pessoas no conhecimento, mas também nas relações. Forma gente que aprende a ouvir Deus, obedecer, trabalhar em equipe, ceder espaço, se expressar com maturidade e permanecer no propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um ponto essencial para quem pensa em missão: antes de ser enviado, o missionário também precisa ser formado. E essa formação passa pelo caráter, pela convivência e pela disposição de ser tratado por Deus no processo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ETED como fundamento para chamado, missão e decisão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da Universidade das Nações, Mica apresenta a ETED como o curso fundamental, a porta de entrada para quem deseja ingressar nesse caminho de formação. Ela explica que na ETED o aluno aprende e vive, na prática, o DNA da JOCUM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse DNA envolve ouvir Deus, viver intercessão e adoração, valorizar o indivíduo, valorizar famílias, praticar dependência de Deus, comunicar com integridade e aprender hospitalidade. Mas esses valores não aparecem apenas como teoria. Eles são vividos no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mica também destaca o papel do acompanhamento pessoal. Nos cursos, existe alguém que observa, ora, acompanha e ajuda o aluno a perceber aquilo que Deus está fazendo. Ela compartilha uma experiência pessoal em que uma facilitadora a ajudou a enxergar uma área de crescimento: aprender quando falar e quando se calar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de formação mostra que Deus não trabalha apenas com grandes decisões, mas também com detalhes do caráter. A missão começa dentro, na disposição de ser corrigido, acompanhado e moldado em amor.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ouvir Deus ajuda a descobrir os próximos passos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre trilhas dentro da Universidade das Nações, Mica não apresenta um caminho engessado. Pelo contrário, ela reforça que existem diferentes áreas, cursos e possibilidades, mas sempre com uma pergunta central: para onde Deus está conduzindo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela menciona que há diversos caminhos de formação, incluindo áreas como artes, linguística aplicada e tradução da Bíblia. Mas o foco permanece o mesmo: ouvir Deus e responder com obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas palavras de Mica, “Deus vai abrindo o caminho à medida que a gente responde”. Essa frase resume bem o espírito do episódio. O chamado não precisa ser vivido com ansiedade, mas também não deve ser ignorado. Existe um caminho de preparo, discernimento e resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já tem uma visão, a formação pode oferecer ferramentas. Para quem ainda está descobrindo, o processo pode ajudar a clarear. Em ambos os casos, o convite é o mesmo: não negociar aquilo que Deus está falando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao episódio completo no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e inscreva-se:<a href="https://eted.org.br"> https://eted.org.br</a></p>
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		<title>Oração, chamado e missões: quando Deus transforma medo em resposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 15:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 09 do The Waves Podcast, Maya recebe Celminha para uma conversa sobre oração, intercessão e vida missionária. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 09 do The Waves Podcast, Maya recebe Celminha para uma conversa sobre oração, intercessão e vida missionária. A história dela começa ainda na infância, quando ouviu sobre Guiné-Bissau e chorou sem entender que aquilo já era um sinal de chamado. Anos depois, entre medo, dúvidas e decisões importantes, ela respondeu ao convite de Deus e passou a viver missões de forma integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos jovens, o chamado missionário parece bonito, mas também assustador. A pergunta não é apenas “Deus está me chamando?”, mas também “eu tenho coragem de responder?”. Celminha fala exatamente desse lugar: o medo de deixar o conhecido, a insegurança sobre finanças, a dúvida sobre o próximo passo e a descoberta de que oração não é uma preparação distante da missão, mas parte essencial da caminhada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O medo pode estar presente, mas não precisa decidir por você</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Celminha conta que recebeu o chamado ainda criança, mas por um tempo resistiu à ideia de ser missionária. Ao ler histórias em que missionários sofriam ou morriam, ela colocou no coração que nunca queria seguir esse caminho. Mesmo assim, Deus continuou desenvolvendo o chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde, ao conhecer a Jocum e participar de uma conferência missionária, ela voltou para casa com uma convicção clara. A única coisa que ainda a impedia era o medo. Foi nesse processo que ela tomou uma decisão: “Eu vou deixar o medo para trás, vou deixar a incerteza para corresponder ao chamado.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase conversa diretamente com quem sente que Deus está chamando, mas ainda está paralisado. O medo pode aparecer, mas ele não precisa ser maior do que a obediência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oração não é programa, é estilo de vida</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais fortes da conversa é quando Celminha afirma que oração precisa ser estilo de vida. Para ela, intercessão não é apenas uma reunião, uma escala ou um momento isolado. É caminhar com Deus de forma tão natural que a vontade Dele começa a moldar decisões, respostas e caminhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela compartilha testemunhos de provisão, como o momento em que perdeu uma parceria financeira justamente quando se preparava para ir a Uganda. Chorando, ouviu Deus direcioná-la a louvar. No dia seguinte, recebeu uma mensagem de uma mulher que ela nem conhecia, dizendo que enviaria um valor ligado ao sonho missionário de sua mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa experiência, Celminha reforça que a oração sustenta a caminhada missionária também nas áreas práticas. Para quem teme ir por causa de finanças, sustento ou incertezas, o episódio aponta para uma fé vivida no relacionamento diário com Deus.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Intercessão é amar os povos com o coração de Deus</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre as nações, Celminha deixa claro que oração e missão não estão separadas. Para ela, o intercessor é alguém que se coloca entre Deus e os povos. Em suas palavras, “Deus ama os povos, Deus ama as nações.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse amor aparece nos testemunhos sobre países fechados, fronteiras, povos muçulmanos, campos de refugiados em Uganda e o povo Batwa. Em cada experiência, a oração aparece como base para discernir, agir, amar e servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Celminha também fala com muita esperança sobre a nova geração. Ela acredita que Deus já está levantando um movimento de oração entre jovens e que essa geração pode impactar outras gerações por meio de entrega, intimidade e obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem central do episódio é simples e profunda: oração não é algo separado da missão. Ela é o lugar onde Deus forma o coração, cura medos, desperta compaixão e envia pessoas para amar povos e nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/por-que-missoes-nao-acontecem-sem-oracao/" data-type="link" data-id="https://jocum.org.br/podcast/por-que-missoes-nao-acontecem-sem-oracao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e inscreva-se:<a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://eted.org.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Superando crises: como lidar com dificuldades no campo missionário</title>
		<link>https://jocum.org.br/superando-crises-como-lidar-com-dificuldades-no-campo-missionario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 08 do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Márcia Fagundes Gomes sobre como lidar com crises, perdas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 08 do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Márcia Fagundes Gomes sobre como lidar com crises, perdas e dificuldades no campo missionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre o chamado vem acompanhado de respostas fáceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens sentem o coração queimar por missões, querem servir, ir às nações, viver algo maior do que uma rotina comum. Mas existe uma pergunta que quase sempre aparece no caminho: e quando a crise chegar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque ela pode chegar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode vir em forma de medo, perda, conflito, frustração, solidão ou dúvida. A vida missionária é cheia de propósito, mas também exige maturidade, perseverança e uma fé que aprende a permanecer quando tudo parece difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Márcia Fagundes Gomes mostra isso com muita honestidade. Missionária da Jocum há mais de 30 anos, ela viveu parte da sua caminhada em Angola, em um contexto de guerra civil, ajuda humanitária, deslocados de guerra, povos não alcançados e, mais tarde, tradução oral da Bíblia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, em meio a tantos frutos, ela também enfrentou uma das maiores crises da sua vida: a perda do esposo no campo missionário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A crise não cancela o chamado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Márcia recebeu a notícia da morte do esposo, ela não tinha explicações prontas. Humanamente, aquilo não fazia sentido. Eles estavam em Angola, no auge de um trabalho frutífero, servindo, liderando e vendo Deus agir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, a decisão dela naquele momento foi não alimentar a dúvida sobre o caráter de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela compartilha que fez uma oração dizendo que não entendia o motivo daquilo ter acontecido, mas que não ficaria duvidando da soberania, da bondade e da vontade de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa postura não significa ausência de dor. Ela mesma descreve aquele período como uma crise profunda, emocionalmente devastadora. Mas havia uma convicção maior sustentando sua fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2 Timóteo 1, Márcia relembrou duas verdades: ela sabia quem era o Deus em quem cria, e sabia qual era o chamado que havia recebido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela disse:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não vim para Angola por causa do meu esposo. Eu vim porque o Senhor me chamou.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa frase carrega uma verdade importante para todo jovem que pensa em missões: o chamado precisa estar firmado em Deus, não apenas nas circunstâncias, nas pessoas ou no entusiasmo de um momento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O cuidado também faz parte da superação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da perda, Márcia voltou ao Brasil. Ela passou um tempo com a família e depois foi acolhida por pessoas próximas da Jocum, incluindo Ana, psicóloga, e Arles, a quem ela chama de pai na fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse detalhe é muito importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Superar uma crise no campo missionário não significa fingir que está tudo bem. Márcia viveu o luto. Ela foi acompanhada, cuidada, ouvida e ajudada. Ela mesma conta que foram cerca de dois anos até sentir que havia “virado a página”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo mostra que espiritualidade e cuidado caminham juntos. A fé não elimina a necessidade de acolhimento, escuta, comunidade e tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos jovens querem viver missões, mas precisam entender que o campo não é lugar de performance espiritual. É lugar de obediência, mas também de vulnerabilidade. Missionários também choram. Missionários também precisam de cuidado. Missionários também enfrentam crises que exigem apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Márcia, esse cuidado fez parte do caminho de cura e retorno.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A graça é cultivada antes da crise</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da conversa, Márcia compartilha um conselho para quem está passando por dificuldade. Ela lembra Hebreus 4:16, texto que fala sobre se achegar ao trono da graça para receber misericórdia e encontrar graça em ocasião oportuna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse texto, ela explica algo muito prático: a comunhão diária com Deus prepara o coração para o momento da luta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sobre buscar Deus apenas quando tudo desmorona. É sobre cultivar intimidade todos os dias, ouvir a voz do Senhor, caminhar com Ele no secreto e permitir que essa vida com Deus sustente a obediência no tempo difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ela disse:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na hora que vem a luta, na hora que vem a dificuldade, a gente vai encontrar a graça suficiente para passar por aquilo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das grandes lições do episódio. A força para atravessar crises no campo missionário não vem de autossuficiência. Vem da graça de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Márcia também deixa claro que, por nós mesmos, não damos conta. A caminhada missionária exige dependência. Exige saber responder, no meio da dor: <strong>quem é o Deus em quem eu creio? Qual é o chamado que Ele me deu?</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>E agora, qual é o próximo passo?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você esteja sentindo um chamado para missões, mas ainda tenha dúvidas. Talvez você já tenha decidido ir, mas tenha medo das dificuldades. Ou talvez esteja passando por uma crise agora e precise lembrar que Deus ainda sustenta, conduz e oferece graça para o tempo oportuno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista ao episódio completo do The Waves Podcast e conheça a história da Márcia Fagundes Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você sente que Deus está te chamando para missões e quer dar um próximo passo com mais clareza, faça a <a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ETED</a> e comece essa jornada de treinamento, discipulado e vida missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Evangelizar não é só falar. Também é obedecer.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No Episódio 07 do The Waves Podcast, a conversa sobre evangelismo no Brasil mostra que missão vai muito além de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No <strong>Episódio 07 do The Waves Podcast</strong>, a conversa sobre <strong>evangelismo no Brasil</strong> mostra que missão vai muito além de palco, microfone ou grandes eventos. Ao lado de Thiago Oliveira, missionário da JOCUM Maringá, o episódio revela como Deus tem usado a obediência, o serviço e a disposição de estar presente em lugares improváveis para alcançar pessoas em festas, rodeios, esportes, impactos e grandes eventos pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muita gente sente vontade de viver missões, mas trava quando pensa em evangelismo. Surge a dúvida: “Eu preciso estar na linha de frente? Preciso saber falar bem? Preciso ver resultados imediatos para saber que Deus está usando minha vida?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do episódio, a resposta vai ficando clara: evangelizar começa com obediência. E obediência, muitas vezes, se manifesta em serviço, presença, escuta e disponibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Evangelismo no Brasil acontece em lugares improváveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a conversa, Thiago compartilha experiências vividas em eventos como Barretos, Parintins, impactos de carnaval e ações em grandes festas pelo Brasil. Segundo ele, muitas pessoas estão esperando alguém disposto a servir, ouvir e demonstrar o amor de Jesus de forma prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso muda a forma como pensamos evangelismo. Não se trata apenas de esperar que as pessoas venham até nós. É sobre ir onde elas estão. Em festas, ruas, eventos, esportes, filas, campings, universidades e ambientes onde a presença cristã pode parecer inesperada, há oportunidades reais de servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o episódio também faz um alerta importante: a forma importa. Muitas pessoas no Brasil já tiveram algum contato com o universo cristão. Por isso, abordagens carregadas de condenação, pressão ou falta de sensibilidade acabam afastando pessoas antes mesmo de abrir espaço para uma conversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evangelizar exige empatia. É olhar para as pessoas com valor, respeitar suas histórias e entender que cada coração está em um processo diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A referência de <strong>Mateus 5:16</strong>, citada no episódio, reforça exatamente isso: deixar a luz brilhar diante das pessoas para que elas vejam as boas obras e glorifiquem a Deus.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O impacto da obediência nem sempre aparece na hora</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais marcantes do episódio é quando Thiago relembra um período em que se sentia pequeno dentro da missão. Enquanto outras pessoas tinham funções que pareciam mais importantes, ele dirigia uma Kombi e fazia suco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos olhos dele, aquilo parecia pouco. Mas foi justamente nesse lugar simples que Deus revelou algo profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma menina observou sua alegria e disse que ele não parecia crente porque era feliz. Aquela fala mostrou que o evangelho estava sendo comunicado não apenas pelas palavras, mas pela forma como ele vivia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história lembra que nem toda obediência vai parecer grande aos olhos das pessoas. Nem todo evangelismo gera resultados imediatos. Muitas vezes, o chamado é simplesmente permanecer fiel no lugar onde Deus colocou você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também reforça o princípio bíblico de plantar e regar. Nem sempre sabemos em que etapa do processo aquela pessoa está. Talvez você esteja apenas plantando uma semente que outro verá florescer no futuro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Evangelismo também é equipe, família e disponibilidade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto forte da conversa é o desafio de mobilizar mais trabalhadores para o evangelismo no Brasil. Thiago destaca que existem muitas portas abertas em eventos e movimentos pelo país, mas ainda faltam pessoas disponíveis para servir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele fala sobre a importância do trabalho em equipe, da unidade entre igrejas e do senso de pertencimento dentro da missão. Nem todos estarão pregando para multidões. Alguns estarão organizando estrutura, servindo água, carregando caixas ou acolhendo pessoas. Ainda assim, todos fazem parte do mesmo propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também aborda equilíbrio familiar e chamado missionário. Thiago compartilha como sua família participa do processo missionário mesmo em temporadas intensas de viagens e impactos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mostra que obedecer a Deus não significa viver de forma desequilibrada. Missão também envolve responsabilidade, discernimento e cuidado com aqueles que caminham ao nosso lado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A nova geração precisa de presença, não só informação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre jovens e universitários, Thiago destaca que essa geração possui muito acesso à informação, mas muitas vezes vive sem direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, evangelizar hoje exige mais do que repetir fórmulas antigas. É preciso presença, relacionamento, escuta e disposição para plantar a boa semente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Episódio 07 do The Waves Podcast deixa uma mensagem clara: o evangelismo no Brasil continua acontecendo, inclusive em lugares improváveis. O desafio é encontrar pessoas dispostas a obedecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o seu começo não seja em um palco. Talvez seja servindo nos bastidores, ajudando em um evento, ouvindo alguém ou fazendo algo simples que ninguém vê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, se Deus te colocou ali, existe propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista agora o <a href="http://jocum.org.br/evangelismo-em-rodeios-festas-e-eventos-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> e descubra como Deus tem usado a obediência para transformar vidas através do evangelismo no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você sente que existe algo mais que Deus quer fazer através da sua vida, dê o próximo passo e faça sua inscrição na ETED: <a href="https://eted.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://eted.org.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quando Deus chama, nem tudo faz sentido imediatamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 06 do The Waves Podcast, Rebeca Cutrim compartilha como descobriu seu chamado missionário ainda muito jovem e como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 06 do The Waves Podcast, Rebeca Cutrim compartilha como descobriu seu chamado missionário ainda muito jovem e como a obediência a Deus transformou completamente sua forma de enxergar propósito, fé e missão. Entre histórias intensas na América Latina, experiências marcantes na ETED e reflexões sobre a geração Z, o episódio mostra que viver pela fé não significa ter todas as respostas — significa confiar em quem está guiando o caminho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O chamado nasce no relacionamento com Deus</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo crescendo em uma família missionária, Rebeca precisou descobrir pessoalmente se aquele também era o caminho que Deus tinha para ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto orava sobre o futuro, algo começou a ficar claro em seu coração: ela não queria ficar distante do que Deus estava fazendo no mundo. Versículos como Mateus 28:19-20 começaram a ganhar profundidade e direção prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma profissão ou estilo de vida, missão se tornou resposta de obediência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não queria perder de vista o que Deus estava fazendo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa decisão não veio de pressão externa, mas de um relacionamento construído com Deus ao longo dos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A obediência vem antes do entendimento</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das partes mais marcantes do episódio é quando Rebeca conta sobre o mochilão missionário pela América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada parecia lógico: países desconhecidos, perigos no caminho, dificuldades financeiras e momentos de insegurança. Em uma dessas viagens, até o freio da van quebrou durante a estrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas foi justamente nesses momentos que ela experimentou a fidelidade de Deus de maneira prática.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A obediência não precisa fazer sentido para mim imediatamente. Precisa fazer sentido para Deus.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Essa verdade aparece em toda a Bíblia. Deus frequentemente chama pessoas para dar passos antes de entenderem completamente o plano. Foi assim com Abraão e sua fé relatada em Hebreus 11:8 e com os discípulos ao deixarem tudo para seguir Jesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fé cresce enquanto caminhamos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A geração Z está procurando propósito</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o episódio, Rebeca também fala sobre algo que percebe em muitos jovens da sua geração: a busca por pertencimento, identidade e propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo em meio a tantas opções, muitos ainda sentem um vazio difícil de explicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, isso revela uma geração que não quer apenas viver por viver — quer encontrar significado verdadeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é exatamente nisso que Deus continua chamando jovens para perto dEle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O significado de Emmanuel, “Deus conosco” (Mateus 1:23), se tornou muito real durante suas experiências missionárias. Não se trata apenas de fazer coisas para Deus, mas de caminhar com Ele diariamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O próximo passo começa com um “sim”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você ainda esteja tentando entender seu propósito ou discernir o que Deus está falando ao seu coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E tudo bem não ter todas as respostas agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio deixa uma verdade muito clara: muitas vezes o entendimento vem depois da obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Deus está despertando algo dentro de você, talvez o próximo passo seja simplesmente confiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista agora ao <a href="https://jocum.org.br/?post_type=podcast&amp;p=5288&amp;preview=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> no YouTube e descubra como Deus continua chamando jovens para viverem algo maior através da fé, da obediência e da missão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você quer aprender mais sobre missão, ouvir Deus com clareza e viver uma experiência que pode transformar sua caminhada com Ele, conheça a ETED. A Escola de Treinamento e Discipulado da Jocum é um ambiente de crescimento espiritual, discipulado e despertamento missionário para jovens que desejam dar os próximos passos no chamado de Deus. <a href="https://eted.org.br?utm_source=chatgpt.com"></a><a href="https://eted.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">eted.org.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>ETED, chamado e propósito: como dar o próximo passo quando você ainda tem dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 05 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Carlinha, missionária da Jocum há 24 anos e coordenadora do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 05 do The Waves Podcast, Marcel conversa com Carlinha, missionária da Jocum há 24 anos e coordenadora do Centro de ETED no Brasil e na África, sobre dúvidas muito comuns de quem sente um chamado missionário, mas ainda não sabe por onde começar. “Será que missões é para mim?” “Preciso largar tudo?” “E se minha família não entender?” “Como saber se estou ouvindo Deus de verdade?” Essas perguntas aparecem com força especialmente na juventude, quando decisões sobre futuro, profissão, fé e propósito parecem se cruzar ao mesmo tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A ETED não é só para quem já decidiu ser missionário</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das ideias mais importantes da conversa é que a ETED não deve ser vista apenas como um caminho para quem já decidiu viver como missionário de longo prazo. Carlinha explica que a escola é indicada para todo cristão que deseja conhecer mais a Deus e fazê-lo conhecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela afirma que muita gente chega pensando que ficará no campo missionário para sempre, mas Deus direciona essa pessoa para servir em outras esferas da sociedade. Outros chegam pensando em viver apenas uma experiência curta, mas durante a escola entendem que Deus está chamando para algo mais profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas palavras dela: “É muito limitante dizer que é para quem tem chamado a longo prazo. É tempo para você ouvir a Deus e se dispor a continuar obedecendo aquilo que Ele tem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa fala conversa diretamente com quem ainda não tem todas as respostas. A ETED aparece como um ambiente de discernimento, não como uma exigência de já chegar com tudo definido. É um tempo para diminuir ruídos, sair da rotina comum e se conectar com Deus de forma intencional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mais do que um curso, uma comunidade missionária</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Carlinha também destaca que o grande diferencial da ETED é o ambiente em que ela acontece. Antes de ser um curso ou programa de treinamento, ela define a ETED como uma comunidade missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que os alunos vivem em uma base missionária e participam de uma rotina marcada por louvor, intercessão, aulas, serviço, cuidado com a estrutura, grupos pequenos, evangelismo e vida em comunidade. O aprendizado não fica restrito à sala de aula. Ele acontece na mesa, nas conversas, nas decisões, nas tarefas simples e na prática daquilo que foi aprendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela resume isso com uma expressão forte: “viver e aprender”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dinâmica ajuda a formar não apenas conhecimento, mas maturidade. A pessoa aprende sobre Deus enquanto serve, convive, ora, ouve, trabalha, é acompanhada e também confrontada em áreas práticas da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio, Carlinha menciona referências bíblicas que atravessam essa visão: o coração transformado citado a partir de Ezequiel, a oração “venha o teu Reino, seja feita a tua vontade”, o exemplo de Jesus fazendo o que vê o Pai fazer, a jornada de Abraão diante do desconhecido, Barnabé como alguém que caminha junto e as cartas paulinas como referência de cuidado e sustento missionário.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Identidade, propósito e obediência no caminho</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Marcel pergunta qual transformação alguém pode esperar ao fazer a ETED, Carlinha responde de forma muito direta: a pessoa pode sair mais parecida com Jesus e entender melhor o que Deus tem para sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela conta que, em sua própria história, chegou à ETED pensando que iria para Bangladesh trabalhar com crianças e adolescentes. Mas durante a escola, ao ouvir Deus, percebeu que o caminho era diferente: investir em treinamento, fundamentar cristãos e multiplicar aquilo que Deus estava fazendo entre as nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa parte da conversa é importante porque mostra que propósito não é apenas realizar um plano pessoal com linguagem espiritual. Muitas vezes, ouvir Deus significa reorganizar expectativas, abrir mão de algumas ideias e obedecer a uma direção que não estava no roteiro inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlinha afirma: “Eu acredito que a gente sai mais parecido com Jesus” e conecta isso a uma renovação de mente sobre aquilo que realmente importa para Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está inseguro, ela também traz uma orientação prática: não caminhe sozinho. Segundo ela, quem pensa em fazer ETED precisa trazer pessoas para perto: igreja, amigos, pais e líderes. Gente que possa orar junto, ouvir junto e acompanhar o processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo para quem quer fazer ETED</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte final da conversa, Carlinha orienta que o primeiro passo é procurar uma base de Jocum, mas sem se inscrever automaticamente na primeira opção encontrada. O conselho dela é pesquisar, entrar em contato, fazer perguntas, entender a rotina, perguntar sobre o prático, conhecer o perfil da base e orar antes de decidir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela lembra que existem diferentes bases, realidades e ênfases. Algumas podem ter mais relação com artes, comunicação, treinamento, tradução da Bíblia, povos indígenas, ribeirinhos ou outras áreas de atuação. Por isso, escolher uma ETED também envolve discernir onde aquele processo fará mais sentido para o momento de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para quem ainda está com medo, Carlinha deixa uma frase central: “Decisão antecede a provisão.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa agir de forma isolada ou irresponsável. Pelo contrário, durante a conversa ela reforça a importância de caminhar com apoio, ouvir conselhos, envolver a igreja e não tomar decisões sozinho. Mas também lembra que esperar condições ideais pode paralisar quem já sabe que precisa dar um passo de obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa conversa despertou algo em você, assista ao <a href="https://jocum.org.br/podcast/muito-alem-de-um-curso-para-missoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">episódio completo</a> no YouTube e aprofunde essa reflexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já está decidido a dar o próximo passo em missões, conheça a ETED e inscreva-se: <a href="https://eted.org.br">eted.org.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Povos não alcançados: o chamado missionário ainda é urgente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio 04 do The Waves Podcast, Silas Silva conversa com Gilly Ferraz sobre povos não alcançados, chamado missionário e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio 04 do The Waves Podcast, Silas Silva conversa com Gilly Ferraz sobre povos não alcançados, chamado missionário e a responsabilidade da igreja diante daqueles que ainda não ouviram falar de Jesus. A conversa parte de uma pergunta simples, mas profunda: como ainda existem pessoas sem acesso ao Evangelho em um mundo com tantas igrejas, missionários e recursos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da sua própria história, Gilly mostra que missões não começam com uma estrutura perfeita, mas com um relacionamento real com Jesus e uma disposição sincera em obedecer. Para quem sente o coração queimar por missões, mas ainda não sabe por onde começar, este episódio é um convite à oração, ao preparo e à ação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Chamado começa com relacionamento, não com religiosidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Gilly conta que cresceu em um ambiente de igreja, mas sem um relacionamento verdadeiro com Deus. Ele acreditava que Deus existia, mas não acreditava que Deus podia escutar o que acontecia dentro da sua casa. Tudo mudou quando, ainda adolescente, ele orou de forma simples: se Deus realmente o escutava, que enviasse alguém para orar por ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela noite, ele entendeu que Jesus havia morrido por seus pecados e decidiu entregar sua vida a Cristo. A partir desse encontro, começou a compartilhar Jesus com outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ele mesmo resumiu: “Eu tinha uma vida de religiosidade, não de relacionamento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto é essencial para qualquer jovem que pensa em missões. Antes de ir para algum lugar, antes de fazer uma escola, antes de escolher um país ou um povo, existe uma pergunta mais profunda: você está caminhando com Jesus?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missões começam quando a transformação que Jesus fez em nós se torna impossível de guardar só para nós.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Povos não alcançados: quem ainda precisa ouvir?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a conversa, Gilly explica que povos não alcançados são aqueles com 2% ou menos de cristãos em sua população. Ele também fala sobre os povos não engajados, onde não há nenhuma representação cristã, nenhuma igreja ou presença missionária conhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa explicação ajuda a tirar o tema do campo abstrato. Não estamos falando apenas de lugares distantes, mas de pessoas reais que ainda não tiveram acesso claro ao Evangelho. Gilly também lembra que, em alguns contextos, a igreja pode não se parecer com o modelo público que conhecemos no Brasil. Pode ser uma igreja clandestina, uma reunião simples dentro de uma casa ou debaixo de uma árvore.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa também amplia a visão sobre o Brasil. Segundo Gilly, há desafios missionários dentro do próprio país: povoados sertanejos, comunidades ribeirinhas, quilombolas, ciganos, pessoas surdas ou com deficiência auditiva, etnias indígenas, refugiados e imigrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, povos menos alcançados não estão apenas “do outro lado do mundo”. Muitos estão mais perto do que imaginamos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O maior desafio ainda são trabalhadores</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Silas pergunta qual é o maior desafio para alcançar esses povos, Gilly responde a partir de Mateus 9:38: “Peçam ao Senhor da Seara que envie trabalhadores.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, o desafio central é levantar pessoas dispostas a servir. Não apenas pessoas com todos os recursos prontos, todas as respostas ou todas as habilidades, mas trabalhadores que aceitam ser formados no caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilly fala com muita honestidade sobre isso. Ele diz que não se escolheria. Não veio de uma família estruturada, não tinha grandes recursos financeiros e não se via como alguém naturalmente habilidoso para falar em público. Mesmo assim, Deus o chamou, o formou e o conduziu ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa parte da conversa é importante para quem pensa: “Eu não sei falar inglês”, “não tenho faculdade”, “não sou bom o suficiente” ou “não tenho dinheiro”. O episódio não romantiza os desafios, mas também não deixa o medo ser a palavra final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como Gilly afirma: “O lugar mais perigoso da face da terra é fora da vontade de Deus.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta de Gilly é prática: comece com oração. Ele conta a história de sua filha, que ainda criança começou a orar por um povo não alcançado. Anos depois, em outro país, ele encontrou uma mulher daquele povo e entregou a ela o Evangelho de João em sua própria língua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história mostra que oração não é um detalhe pequeno. Para quem ainda não pode se mover geograficamente, orar já é um começo real. A partir disso, Gilly orienta jovens a olharem para os povos menos alcançados, escolherem uma nação ou povo para orar, conversarem com a família e liderança, buscarem preparo e caminharem em direção ao que Deus está colocando no coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também menciona a JOCUM como um espaço de treinamento, formação bíblica, preparo transcultural, tradução da Bíblia, saúde, comunicação, esportes, aconselhamento e outras áreas de influência. A formação missionária, nesse contexto, não é apenas acadêmica. É prática, espiritual e voltada para cumprir o chamado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Referências bíblicas citadas no episódio: Mateus 28, Mateus 24:14, Mateus 9:38 e Salmos 2:8.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Missões não começam quando você tem tudo resolvido. Começam quando você decide responder a Deus com o que tem hoje: oração, disposição, obediência e um coração pronto para ser formado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se esse episódio despertou algo no seu coração e você sente que Deus pode estar te chamando para missões, o próximo passo não precisa ser confuso nem solitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para mergulhar nessa conversa completa sobre povos não alcançados, desafios missionários e como começar, <strong>assista ao episódio 04 do The Waves Podcast no YouTube</strong>. Compartilhe com alguém que também carrega esse desejo de entender melhor seu lugar nas missões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já tomou uma decisão e quer se preparar melhor para viver esse chamado, a <strong>ETED — Escola de Treinamento e Discipulado</strong> é um caminho para crescer no relacionamento com Deus, fortalecer sua fé e entender como viver uma vida missionária com mais clareza e profundidade.<br>Inscreva-se na ETED:<a href="https://eted.org.br"><strong> eted.org.br</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quando o chamado vira peso: cuidando da saúde emocional e espiritual em missões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio três do The Waves Podcast, a conversa com Paulo Gomes traz uma reflexão necessária para quem deseja viver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No episódio três do The Waves Podcast, a conversa com Paulo Gomes traz uma reflexão necessária para quem deseja viver missões de forma profunda, saudável e duradoura. A partir de sua experiência no campo transcultural e no cuidado integral de missionários, Paulo fala sobre chamado, cansaço, descanso, família, perseverança e os sinais de alerta que muitas vezes são ignorados por quem está servindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muita gente começa a caminhada missionária com paixão, fé e convicção. Mas, com o tempo, também pode encontrar cansaço, frustração, perdas, expectativas não realizadas e uma sensação silenciosa de esgotamento. E quando isso acontece, uma pergunta importante surge: como continuar servindo sem adoecer por dentro?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida missionária não exige que alguém finja estar bem o tempo todo. Pelo contrário, quem deseja permanecer por longo tempo precisa aprender a reconhecer os próprios limites, cuidar da vida com Deus, do corpo, da família e das emoções. No campo missionário, saúde emocional e espiritual não são detalhes. São parte da obediência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O chamado precisa ser vivido em dependência, não na força do braço</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo Gomes compartilha que, depois de muitos anos servindo no Amazonas, começou a perceber sinais de cansaço. Deus já estava falando com ele sobre deixar aquele lugar, mas ele resistia. Em suas palavras: “Eu estava sendo teimoso e justificando isso como se fosse perseverança.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um ponto sensível para muitos missionários e jovens vocacionados. Às vezes, a pessoa acredita que insistir sempre é sinal de fidelidade. Mas existe uma linha fina entre perseverança e obstinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo conta que entendeu isso quando ouviu uma ilustração forte: muitos missionários continuam dançando mesmo quando Deus já parou a música. Ele reconheceu que estava tentando continuar na força do braço, com boas intenções, mas já distante da direção que Deus estava dando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse discernimento é essencial para quem quer seguir o chamado. Obedecer não é apenas ir. Às vezes, obedecer também é sair, pausar, transicionar ou reconhecer que uma estação chegou ao fim.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os frutos pertencem a Deus</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das histórias mais marcantes do episódio, Paulo relembra um tempo de muita pressão em uma aldeia no Amazonas. A equipe enfrentava enfermidades, malária, isolamento e desânimo. O trabalho parecia não avançar, e ele mesmo chegou a questionar diante de Deus a ausência de frutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi nesse momento que ele ouviu algo que renovou sua esperança: “Os frutos são comigo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação externa não mudou imediatamente. As dificuldades continuavam ali. Mas algo mudou dentro dele. Paulo voltou renovado, com força e esperança. Anos depois, ele pôde ver frutos daquela temporada: pessoas que antes estavam desviadas se tornaram pastores, e crianças que ele havia segurado no colo hoje servem na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história confronta uma ansiedade comum em quem serve: a necessidade de ver resultados imediatos. Mas a missão não é sustentada pelo controle dos frutos. Ela é sustentada pela fidelidade a Deus.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidar de si também é parte da missão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais da conversa é que o missionário não pode negligenciar a si mesmo em nome do ministério. Paulo lembra que o corpo é o instrumento do trabalho. Não existe vida missionária fora do corpo, por isso o cuidado físico, emocional e espiritual precisa ser levado a sério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele cita Atos 20:28, quando Paulo orienta líderes a cuidarem de si mesmos e do rebanho confiado a eles. A ordem importa: cuidar de si não é egoísmo, é responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cuidado começa pela vida com Deus. Paulo alerta que muitos líderes usam a Bíblia como ferramenta de trabalho para pregar e ensinar, mas deixam de se alimentar da Palavra pessoalmente. A leitura bíblica, a adoração, o jejum e a meditação precisam ser lugares de refrigério, não apenas de preparo ministerial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também entram nessa conversa o descanso, o lazer, o exercício físico, a alimentação, bons hábitos e momentos de desconexão. Para Paulo, descansar hoje passa por aprender a se desconectar das pressões e das redes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Jesus também compartilhou sua angústia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar sobre equilíbrio emocional, Paulo aponta para o exemplo de Jesus no Getsêmani. Antes da cruz, Jesus não negou sua angústia. Ele chamou amigos próximos e disse que sua alma estava angustiada até a morte. Depois, abriu o coração diante do Pai e então encarou o que precisava enfrentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse exemplo mostra que maturidade espiritual não é ausência de emoções. Jesus não viveu como alguém isolado, intocável ou incapaz de expressar dor. Ele compartilhou com amigos, orou honestamente ao Pai e enfrentou a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para jovens que desejam entrar em missões, essa é uma lição profunda: você não precisa fingir força o tempo todo. É necessário ter pessoas seguras com quem compartilhar, vida honesta diante de Deus e coragem para continuar obedecendo mesmo em meio a perdas, dores e expectativas não supridas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Descanso é obediência</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo é direto ao falar com líderes e missionários que vivem sobrecarregados, mas se recusam a parar: isso pode ser desobediência. Segundo ele, Deus não nos programou para trabalhar sem parar. O descanso é bíblico e essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele lembra que o sábado foi estabelecido para uma nação livre. O escravo no Egito não tinha descanso, mas o povo livre recebeu de Deus um ritmo diferente. Por isso, descanso não deve ser tratado como fraqueza ou falta de compromisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa verdade também afeta famílias missionárias. Quando pais não separam tempo para lazer, descanso e presença com os filhos, as consequências podem aparecer mais tarde. O ministério não pode engolir a família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A missão saudável não é feita por super-heróis. É vivida por pessoas reais, com corpo, emoções, limites, família, dores e necessidade diária de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você sente o chamado missionário, comece aprendendo a ouvir Deus não apenas sobre onde ir, mas também sobre como permanecer. Chamado não é ativismo. Chamado é obediência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista agora o <a href="https://jocum.org.br/podcast/como-perceber-o-esgotamento-antes-que-seja-tarde/"><strong>episódio completo</strong></a> no YouTube e aprofunde essa conversa sobre chamado, descanso e saúde emocional na vida missionária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você já se decidiu e quer aprender mais sobre missões, discipulado e vida com Deus, conheça a ETED. Acesse <strong><a href="https://eted.org.br/">eted.org.br</a></strong> e veja as escolas disponíveis no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Você sente, mas não entende: será que é o chamado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunica JOCUM Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[The Waves]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">No episódio dois do The Waves Podcast, Marcel Bonfim conversa com Adriano Estevam sobre uma das dúvidas mais profundas de quem sente um chamado missionário: como saber se Deus está realmente chamando? A partir da sua própria história, Adriano compartilha como começou sua jornada em missões, mesmo sem ter todas as respostas, sem saber exatamente para onde iria e sem entender tudo o que Deus faria a partir daquele primeiro “sim”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de seguir para missões, Adriano também resistiu. Enquanto via outras pessoas da sua igreja respondendo ao chamado missionário, ele pensava que aquilo era para os outros, não para ele. Havia planos, possibilidades e caminhos que pareciam mais previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, em determinado momento, durante uma mensagem sobre Jonas, Adriano se percebeu na história de alguém que estava fugindo da voz de Deus. Ele descreve aquele encontro como decisivo: “É você. Somos eu e você.” A partir dali, seu coração respondeu o primeiro sim.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Chamado nem sempre vem com um roteiro completo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das partes mais importantes da conversa é quando Adriano explica que Deus não entregou todos os detalhes da jornada de uma vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele não sabia exatamente o que faria, para onde iria ou como tudo aconteceria. O que existia era uma convicção interior de que aquilo era para a vida toda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, Deus não chama primeiro para um roteiro inteiro, mas para um passo de obediência. O chamado vai sendo discernido no caminho, enquanto a pessoa aprende a confiar em Deus nos próximos passos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma resposta importante para quem está esperando ter tudo resolvido antes de obedecer. Na história de Adriano, o chamado não começou com controle, mas com rendição.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O medo não significa ausência de chamado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Adriano também fala com honestidade sobre medo. Quando Marcel pergunta se ele teve insegurança, a resposta é clara: ele teve muito medo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medo do desconhecido. Medo de estar deixando outras possibilidades para trás. Medo de não saber exatamente como seria a vida dali em diante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, ao mesmo tempo, havia uma convicção que sustentava sua decisão. Ele menciona a frase bíblica de que o verdadeiro amor lança fora todo medo e conecta isso à experiência de conhecer mais profundamente o Deus que chama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O medo não desapareceu de uma vez, mas foi perdendo força enquanto ele caminhava em obediência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Obediência é o primeiro próximo passo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No fim da conversa, Adriano deixa um conselho direto para quem sente o chamado, mas ainda está travado: diga sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não como uma resposta impulsiva ou sem consciência, mas como uma entrega verdadeira diante de Deus. Para ele, a obediência foi o lugar onde a jornada começou a fazer sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também afirma que tudo o que sabia antes do campo missionário foi transformado pela missionalidade da sua caminhada. A ETED aparece no episódio como um caminho prático para quem já decidiu dar esse passo, aprender mais e entender melhor o próprio lugar em missões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem ainda está em dúvida, Marcel apresenta os pequenos grupos como um espaço de acompanhamento com missionários, onde é possível conversar sobre chamado, missões e próximos passos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Referências bíblicas citadas ou evocadas no episódio</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a conversa, Adriano menciona a história de Jonas, o chamado de Abraão para olhar as estrelas, a ideia de que o justo vive pela fé, a verdade de que o verdadeiro amor lança fora o medo e a visão de povos, tribos, línguas e nações adorando a Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas referências atravessam o episódio como um lembrete: chamado missionário não é apenas sobre ir a algum lugar, mas sobre obedecer a Deus, confiar no seu amor e participar daquilo que Ele está fazendo entre as nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista agora o <a href="https://jocum.org.br/podcast/como-saber-se-deus-te-chamou-para-missoes/"><strong>episódio completo</strong></a> no YouTube e entenda como um simples “sim” pode abrir o caminho para a sua jornada em missões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você já se decidiu e quer aprender mais sobre missões, seu próximo passo pode ser a ETED: <a href="https://eted.org.br"><strong>eted.org.br</strong></a></p>



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