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&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Coesão é um processo de ligação que vai ser feito por maio de termos explícitos no texto. Vamos encontrar um elemento na seqüência, que vai se ligar à um elemento anterior. Desta forma eu mostro uma conectividade entre as relações semânticas (relações de sentido lógico) que estão sendo construídas no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A coesão são identificadas durante o processo de leitura. Se você não percebe essas coesões, é porque não houve coesão. E nessa falta de coesão, implica muitas vezes, uma coerência ineficaz. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Coerẽncia nada mais é que a lógica no texto, os sentidos. É o que eu estou entendendo, é o valor significativo, que está no ar. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se eu digo para você que o vento do duende vem roxo quando pisca a inconsciência do javali, você pode entender todas as conexões, porém não vai conseguir achar sentido que possa dar lógica a esta frase. Agora que você já tem uma breve explicação sobre coesão e coerência, vamos nos concentrar na coesão, veja a imagem abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St6ksOBfHCI/AAAAAAAADkw/PJ7Qr4UtJng/coesao.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img height="241" src="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St6ksOBfHCI/AAAAAAAADkw/PJ7Qr4UtJng/coesao.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nós temos dois tipos de coesão, a gramatical e a lexical.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A lexical, é a coesão quando é usada uma palavra, lembrando novamente, coesão é o mesmo que palavra. Já a coesão gramatical é mais voltada a estruturas sintáticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vamos agora, de miúdos a miúdos, entender o que é cada tipo de coesão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Coesão Gramatical Frásica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É a coesão adquirida na construção da frase. É preciso conhecer a concordância verbal, a concordância nominal.&lt;br /&gt;
- Coesão Gramatical Interfrásica&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É a junção, as minhas conjunções são fundamentais.&lt;br /&gt;
- Coesão Gramatical Temporal&lt;br /&gt;
As relações de tempo, elas são fundamentais.&lt;br /&gt;
- Coesão Gramatical Referencial&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É uma coesão de referência que se desdobram em dois termos:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Relação Referencial Anafórica:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; É o termo que faz alusão a uma idéia anteriormente citada. Os pronomes pessoais são um exemplo, pois eu não posso apresentar um pronome pessoal se anteriormente eu não apresentei um substantivo ao qual ele se refira. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um exemplo pode ser visto abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Encontrei uma amiga na festa, e lhe contei sobre o que havia acontecido lá em casa". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem que a palavra "lhe" , estabelece uma relação anafórica, pois resgata o termo "amiga" citado anteriormente. O verbo "contar" exige uma complementação de objeto direto, pois quem "conta", conta "algo" para "alguém". Para quem eu contei? para minha amiga. Então percebam que o "lhe" substitui "amiga", portanto, faz um resgate do termo anterior.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A cadeia anafórica é justamente uma cadeia que sempre vai "resgatar" elementos já citados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Relação Referencial Catafórica:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Catafórica significa apresentação, o que nos sugere que a relação catafórica "apresenta" termos que irão ser citados. Uma frase para a exemplificação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Eu lhe pedi isto. Que fizesse a prova direito."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A palavra "isto" vai apresentar o que eu vou pedir. "Isto" é um termo catafórico, ou seja, aquele que apresenta e NÃO aquele que resgata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sempre que um texto ter elementos que estão estabelecendo "relações" entre si, tanto nos resgate quanto na apresentação ou nas concordâncias, mas todos apresentando laços entre si, eu estabeleço portanto, a minha coesão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora vamos ver os tipos de coesão lexicais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Coesão lexical de reiteração&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É a coesão estabelecida pela "repetição" das palavras. Eu repito os termos, e por isso eu estou reiterando.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A repetição é um mecanismo importante para o estabelecimento da coesão. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porque com a repetição, eu estabeleço ligações entre idéias. Nada mais identificável para coesão, do que repetição.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; CUIDADO! Nem toda repetição é pecado, porém nem todas são permitidas.&amp;nbsp; Evite ao máximo repetições desnecessárias. Elas vão acabar prejudicando com seu texto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não devemos também exagerar na não-repetição dos termos, porque alguns destes termos não podem ser substituídos. Por exemplo, a palavra fome. Você tem fome do que? Esta palavra não tem como ser substituída. Não posso ficar substituindo a palavra fome por inanição, falta de alimento, nenhuma palavra traduz o termo fome como a própria palavra fome. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cuidado ao ficar pensando sempre em substituir, substituir, substituir as palavras que você escreve porque algumas delas precisam ser repetidas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você pode ler seu texto e verificar que essa palavra repetida prejudica seu ritmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Coesão lexical por substituição&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aqui agente identificar as relações, sinonímica, antonímica, hiperonímica e hiponímica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vejamos cuidadosamente cada uma delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Relação lexical sinonímica:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembra-nos aquela idéia de sinônimo que a professora da terceira série nos ensinou. Sinônimo de acordo com a professora da terceira série, é aquela palavra que apresenta igualdade. São palavras que tem o mesmo sentido.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; CUIDADO COM ISSO! Sinônimos precisam de um contexto para ser sinônimos, eu não tenho sinônimos perfeitos, e se os tenho, são extremamente raros.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tomem cuidado quando a questão de concursos por exemplo, a respeito da aproximação, da amalgamação dos textos, pois nem sempre é pertinente, a idéia de que sinônimos, são relações de palavras iguais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Relação lexical antonímica:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; São relações de oposição, é quando eu sinalizo uma oposição entre as idéias. Essa oposição, também sinaliza coesão, pois nos ajuda a perceber ligações de sentidos no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um exemplo de relações sinonímicas e antonímicas pode ser lido abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O ser humano, historicamente, apresenta a dualidade das emoções humanas: a incrível capacidade de &lt;span style="color: green;"&gt;amar&lt;/span&gt; e &lt;span style="color: blue;"&gt;odiar.&lt;/span&gt; Com essas emoções dicotômicas entre a &lt;span style="color: green;"&gt;riqueza&lt;/span&gt; e &lt;span style="color: blue;"&gt;pobreza&lt;/span&gt; do ser, estamos todos nós."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este é um texto curto, porém ele se fundamenta de forma muito coesa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando ele indica a palavra "dualidade" e "dicetônicos" e o próprio sinal de dois pontos, vão dar a idéia de dois.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na listagem apresentada pelos dois pontos não pode haver três elementos, pois ele apresenta anteriormente a dualidade das emoções, amar e odiar. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Observe que eu tenho duas relações sinonímicas com o termo emoções, amar está ligado a emoções, e odiar está ligado em emoções. Estabeleço portanto, coesão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora entre os termos amar e odiar, há uma relação de oposição, a mesma relação que existe entre os termos pobreza e riqueza.&lt;br /&gt;
Posso concluir então que nesse teto há relações tanto de cunho sinonímico, quanto de cunho antonímico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Relação lexical hiperonímica e hiponímica:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As relação hipônicas e hierônicas, são estabelecidas através de relações semânticas de hierarquia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Veja que a palavra hiponímia pode ser divida em duas partes, hipo (pouco), nímia (nome), e a palavra hiperonímia também pode ser dividida em hiper (grande), nímia (nome).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu tenho a relação hiponímica e hiperonímica, numa construção de conjunto. Como assim? Eu só encontro essa relação num mesmo texto. É necessária estabelecer uma relação textual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltemos ao texto das emoções humanas.&lt;br /&gt;
"O ser humano, historicamente, apresenta a dualidade das &lt;span style="color: green;"&gt;emoções&lt;/span&gt; humanas: a incrível capacidade de &lt;span style="color: blue;"&gt;amar&lt;/span&gt; e &lt;span style="color: blue;"&gt;odiar.&lt;/span&gt; Com essas emoções dicotômicas entre a riqueza e pobreza do ser, estamos todos nós."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem as emoções estabelecem uma relação de conjunto. Amar e odiar fazem parte desse conjunto, são tipos de emoções.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Então pode-se concluir que a palavra macro (a maior palavra), enquanto a palavra micro (as menores palavras), são as palavras amar e odiar. Notem que eu tenho termos hiperonímicos e hiponímicos, que podem agora ser claramente entendidos que "emoções" fazem parte das relações hiperonímicas e amar e odiar fazem parte das relações hiponímicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que nós observamos cada tipo de coesão textual, vamos para os exercícios!&lt;br /&gt;
Vejamos a imagem abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St7WNkqvvSI/AAAAAAAADk4/3E8-_aeFwJk/coesao2.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St7WNkqvvSI/AAAAAAAADk4/3E8-_aeFwJk/coesao2.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lendo este texto de todos os seus aspectos verbais e não verbais, podemos concluir que:&lt;br /&gt;
Morte e vida Severina, apresenta ma relação hiperonímica entre os termos vida sofrida e desumana.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem que morte e vida severina se trata de uma vida sofrida. Severina significa "o severo", o duro, o ríspido.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nós temos uma vida severa, dura e ríspida (hiperonímica), nos tipos de vida, desumana e vida sofrida sofrida(hiponímica). Portanto o que o texto nos mostra é realmente correto, temos uma relação hiperonímica e hiponímica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos observar um processo de coesão num texto um pouco mais extenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;O Big Brother do vício&lt;/h4&gt;Um programa mostra o difícil trabalho dos&lt;br /&gt;
interventores – terapeutas que confrontam quem&lt;br /&gt;
tem problemas com álcool, drogas ou jogos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atração do canal pago A&amp;amp;E, o reality show americano Intervenção oferece uma visão da luta contra o vício. A cada episódio, aborda-se um drama real. A pessoa é informada de que uma equipe de TV vai à sua casa para gravar sua participação num documentário sobre o tema. Na verdade, o programa foi contatado por parentes e amigos que buscam uma forma de arrancar o doente do vício. Invariavelmente, a situação é desesperadora. As pessoas estão a tal ponto enredadas que não se contêm nem diante das câmeras, nos cinco dias em que seus passos são acompanhados. Uma violinista adolescente consome speedball, mistura de heroína e cocaína, enquanto coça as erupções purulentas provocadas pela substância em sua pele. Um lenhador usa uma droga não menos destrutiva, a metanfetamina – e arrisca a própria pele derrubando imensos pinheiros, totalmente fora de si. O clímax de cada episódio é a "intervenção". A pessoa é confrontada pela família e por um terapeuta, empenhados em convencê-la a se internar numa clínica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcelo Marthe&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nós temos como eixo temático deste texto uma relação muito conturbada nos dia de hoje, a relação do homem com as drogas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É um reality show que aborda uma problemática severa nos dias de hoje. Temos que tomar MUITO cuidado com este texto, pois apresenta um processo de construção de texto extremamente coeso. eu tenho uma adequação de concordância, de regência e logo, as relações frásicas são adequadíssimas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vamos observar os outros tipos de coesões estabelecidas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem que já no começo do texto, quando o autor cita "canal pago", podemos identificar que o texto fala de um programa americano. Tenho em um contexto televisivo, a temática sendo abordada.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele apresenta que a visão do reality show é a luta contra o vício. Notem que no período seguinte, ele começa. Notem que após isso ele escreve "A cada episódio", automaticamente fazemos uma ligação com reality show, a atração de um canal pago. Então na relação do canal pago, com relação do reality show, com relação a episódio ele faz um processo de coesão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É um drama real, logo é um reality show, ficção tratada na televisão. Nota-se uma abordagem da teledramaturgia, focando um drama real. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu vou encontrar uma justa-posição entre as informações. Notem que no primeiro período ele apresenta um assunto, uma idéia geral que vai sendo afunilada.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não é indicada uma conjunção entre os dois períodos, poderíamos colocar entre "o vício" e "a cada episódio" uma conjunção para explicitar o tipo de conjunção que está sendo estabelecida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; Podemos formular a frase da seguinte maneira: "oferece uma visão da luta contra o vício,&lt;span style="color: red;"&gt; por conseguinte&lt;/span&gt;, a cada episódio, aborda-se um drama real.".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porque colocamos "por conseguinte" ? Porque já que a atração do canal (do reality show americano) nos mostra uma visão de luta contra o vício, a cada episódio, aborda-se um drama real. É uma relação conclusiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos para a próxima frase:&lt;br /&gt;
"A pessoa é informada de que uma equipe de TV vai à sua casa para gravar sua participação num documentário sobre o tema. "&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem que eu tenho os termos: "equipe de tv", "gravar" e "tema". Termos que já foram referenciados anteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na sequência ele vai indicar: &lt;br /&gt;
"Na verdade, o programa foi contatado por parentes e amigos que buscam uma forma de arrancar o doente do vício."&lt;br /&gt;
"Programa" é outro termo que vai estabelecer uma relação sinonímica, logo, vai estabelecer uma relação de coesão.&lt;br /&gt;
" Invariavelmente, a situação é desesperadora. As pessoas estão a tal ponto enredadas que não se contêm nem diante das câmeras, nos cinco dias em que seus passos são acompanhados."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temos novamente uma relação de justa-posição. Notem quando o autor escreve "Invariavelmente, a situação é desesperadora", nós ficamos com uma dúvida no ar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque a situação é desesperadora?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porque " As pessoas estão a tal ponto enredadas que não se contêm nem diante das câmeras, nos cinco dias em que seus passos são acompanhados.".&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temos uma relação entre duas informações, sem conjunção, logo ela é uma justa-posição. Se fossemos apresentar uma conjunção, ela seria causal (de causa, culpa). Ficaria assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Invariavelmente, a situação é desesperadora, &lt;span style="color: red;"&gt;pois&lt;/span&gt; as pessoas estão a tal ponto enredadas que não se contêm nem diante das câmeras, nos cinco dias em que seus passos são acompanhados."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem que "pois" é uma conjunção de causa (ou causal). Novamente "câmera" trabalha com "equipe de tv" que trabalha com "canal pago" que trabalha com "reality show".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos para a próxima frase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Uma violinista adolescente consome speedball"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temos então um exemplo, mas é exemplo do que? Dos dramas da vida real. Aborda-se um drama real, lembram disso no primeiro parágrafo? Então, ele apresenta exemplos de dramas reais. Ele dá o exemplo da violinista e do lenhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O clímax de cada episódio"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A palavra "episódio" vai se casar "A cada episódio" da segunda frase do texto. estabelece-se portanto, uma cadeia anafórica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cadeia anafórica nada mais é que "resgatar" termos anteriormente citados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A pessoa é confrontada pela família e por um terapeuta, empenhados em convencê-la a se internar numa clínica."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente temos a definição da intervenção. Ele apresenta intervenção no período anterior e em seguida, descreve essa intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem portanto que esse texto está todo amarrado. Está fundamentado em processos de coesão. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na próxima vez que vocês forem analisar um texto, identificando os aspectos de coesão, não esqueça dessas dicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o próximo post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post foi a duplicação adaptada para o blog de uma aula on-line da &lt;b&gt;Professora Rose Sampaio.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não posso postar as aulas porque elas contém direito autoral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-8459296813029546845?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/8459296813029546845/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/coesao.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/8459296813029546845?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/8459296813029546845?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/coesao.html" title="Coesão" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St6ksOBfHCI/AAAAAAAADkw/PJ7Qr4UtJng/s72-c/coesao.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUMQX85fyp7ImA9WxNVFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-114960602189126554</id><published>2009-10-20T16:37:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T13:44:40.127-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T13:44:40.127-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interpretacao de texto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="portugues" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cespe" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="concurso" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aula" /><title>Interpretação de texto</title><content type="html">&amp;nbsp;&amp;nbsp; O texto apresenta todos os elementos necessários para uma leitura preferencial. Temos que ficar muito atentos a esta leitura preferencial, pois ela se revela através de alguma escolha lexical (escolha de uma palavra), por meio de uma figuração ou um estilo apresentado no texto, etc. Precisamos ficar atentos para descobrir qual o processo de leitura utilizado para a fabricação do texto.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O primeiro processo, leitura denotativa, tem um forte aspecto racional ou dicionarizado; Já a leitura conotativa tem por aspecto uma linguagem figurada ou emocional. Precisamos prestar muita atenção no texto, pois muitas vezes acontece que nos é apresentado um elemento, que se refere a outro elemento, uma outra idéia, outra construção. Se nos desviarmos da perspectiva quando lemos o texto, não conseguimos adquirir uma boa interpretação do texto e por conseqüente não conseguimos realizar uma boa prova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Precisamos obter os critérios para uma leitura inicial. Não podemos nos deixar levar o texto lendo uma, duas, três vezes, desatentamente, porque quando chegamos nas questões, obrigatoriamente devemos voltar no texto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ora, não é muito melhor ler o texto ainda que mais demorado, mas com muito mais atenção do que lermos rapidamente e termos que repetir?&lt;br /&gt;
Fica claro então que precisamos ter uma leitura atenta do texto, para que possamos adquirir os elementos que o constituem e que são mais pedidos nas provas. São eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Assunto:&lt;/b&gt; A palavra que mais se repete no texto, de forma direta ou indireta. Temos uma relação antonímica (aproximação) ou antonímica (afastamento). Se eu identifico estas  relações, esses termos que aparecem o longo do texto, eu fundamento o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tema:&lt;/b&gt; Depois de identificado o assunto (que ocorre de forma natural no desenrolar do texto). Você encontra o tema. Por exemplo se alguém me pede para escrever sobre o BRASIL, nós temos o assunto somente, porém se alguém me pede para escrever sobre a MORTALIDADE INFANTIL BRASILEIRA, temos como tema a mortalidade infantil e como assunto o próprio Brasil. A temática é o afunilamento do assunto BRASIL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tese:&lt;/b&gt; Somente se for um texto argumentativo. É a opinião do autor sobre o assunto, ou a explicação dele exposta ao tema apresentado. Seguindo a linha de exemplo, poderia ser algo assim: A mortalidade infantil brasileira ainda é reflexo de políticas públicas ineficientes. Reparem que ao dar meu parecer sobre a mortalidade infantil, eu tenho uma perspectiva, uma linha de pensamento sobre o tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Argumentos:&lt;/b&gt; É a comprovação da tese, pois se fizermos uma tese sem argumentos, caímos no achismo -Eu acho que a mortalidade brasileira pode ser reflexo de políticas públicas ineficientes -, algo que não é conclusivo, que pode ou não ser verdade. É explicitamente necessária argumentações quando eu apresento uma tese no meu texto. Podemos construir como base do nosso argumento os elementos descritos abaixo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Citações:Nada melhor do que comprovar a sua tese mediante a fala de alguém conhecido nacional ou interacionalmente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Estatísticas: Números sempre comprovam o que estamos afirmando.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Comparações Geográficas: Por exemplo, como a mortalidade aqui no Brasil é diferente nos EUA.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Comparações Históricas: Por exemplo, como a mortalidade ao passar dos anos vem diminuindo no Brasil.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Comparações por fatos: Por exemplo, destacar notícias, citações que falam a respeito da mortalidade infantil no Brasil.&lt;br /&gt;
O que é mais importante é a comprovação da sua tese, não importa quais elementos serão usados você precisa mostrar que sabe o que está dizendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se por acaso você não localizou a tese, é porque o texto não é argumentativo. A tese é a opinião do autor. A posição que ele assume frente a problemática que está sendo apresentada.&lt;br /&gt;
Identificando no texto esses quatro elementos de um texto argumentativo, - Assunto, tema, tese, argumentos- Você consegue migrar bem para a interpretação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O processo de interpretação, se fundamenta principalmente no processo de reescrita. Você não pode encontrar elementos fora ou carentes dentro de um texto, por exemplo, sempre verifique que o enunciado está realmente de acordo coma abordagem apresentada pelo texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um exemplo do exemplo, este texto foi utilizado pela Fundação Carlos Chagas, para um exame da Caixa Econômica Federal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os velhos das cidadezinhas do interior parecem muito mais plenamente velhos que os das metrópoles. Não se trata da idade real de uns e outros, que pode até ser a mesma, mas dos tempos distintos que eles parecem habitar. Na agitação dos grandes centros, até mesmo a velhice parece ainda estar integrada na correria; os velhos guardam alguma ansiedade no olhar, nos modos, na lentidão aflita de quem se sente fora do compasso. Na calmaria das cidades pequeninas, é como se a velhice de cada um reafirmasse a que vem das montanhas e dos horizontes, velhice quase eterna, pousada no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vejam-se as roupas dos velhinhos interioranos: aquele chapéu de feltro manchado, aquelas largas calças de brim cáqui, incontavelmente lavadas, aquele puído dos punhos de camisas já sem cor — tudo combina admiravelmente com a enorme jaqueira do quintal, com a generosa figueira da praça, com as teias no campanário da igreja. E os hábitos? Pica-se o fumo de corda, lentamente, com um canivete herdado do século passado, enquanto a conversa mole se desenrola sem pressa e sem destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na cidade grande, há um quadro que se repete mil vezes ao dia, e que talvez já diga tudo: o velhinho, no cruzamento perigoso, decide-se, enfim, a atravessar a avenida, e o faz com aflição, um braço estendido em sinal de pare aos motoristas apressados, enquanto amiúda o que pode o próprio passo. Parece suplicar ao tempo que diminua seu ritmo, que lhe dê a oportunidade de contemplar mais demoradamente os ponteiros invisíveis dos dias passados, e de sondar com calma, nas nuvens mais altas, o sentido de sua própria história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há, pois, velhices e velhices — até que chegue o dia em que ninguém mais tenha tempo para de fato envelhecer.&lt;br /&gt;
(Celso de Oliveira) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobre o que trata este texto? Quais são as relações de semântica (sentido lógico) que o texto aborda? Qual é o assunto e o tema?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; São muitas perguntas a serem feitas por este texto. A sua compreensão é muito simples, desde que o texto seja cuidadosamente lido e interpretado. Podemos de início entender a palavra que mais aparece no texto -direta ou indiretamente- , e qual seria esta palavra? Velhice. A velhice é mencionada em todo o andar do texto, podemos identificá-la em cada elemento que o texto nos revela. Então, se conclui que conseguimos captar a fundação do texto, sua base, o assunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Perceba que velho se constitui toda a perspectiva do texto, sem especificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já com o assunto em mãos vamos partir para o segundo elemento mais evidenciado no texto. Especificando nas linhas que temos podemos encontrar as relações semânticas ligadas a velhice. São palavras que definem toda especificação da perspectiva do autor, e elas aparecem o tempo todo, com constância. Já descobriu? É isso mesmo, Cidade e Campo. Interior e Metrópole. A velhice no campo e na metrópole. Pronto, descobrimos o tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estamos indo bem. Descobrimos o assunto e o tema, agora vamos procurar pelo terceiro elemento fundamental para um texto argumentativo, a tese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tese nada mais é que a opinião do autor sobre o tema exposto por ele mesmo. Se você leu cuidadosamente o texto, vai perceber que na última frase escrita pelo Celso Oliveira, ele expõe de forma clara sua posição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"até que chegue o dia em que ninguém mais tenha tempo para de fato envelhecer."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este é o posicionamento dele. E ele vai mostrando este posicionamento com base nos fatos que ele constatou ao longo do texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É só. Isso é o que precisamos para interpretar todo o texto apresentado. Nós sintetizamos o texto, apresentamos uma leitura rápida e consolidada a respeito do texto. Vamos ver como eles cobram a interpretação do texto, já que todo o processo de interpretação de texto é um processo de exatidão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Observe e leia atentamente estas questões:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1. A frase ‘‘Os velhos das cidadezinhas do interior parecem muito mais plenamente velhos que os das metrópoles’’ constitui uma:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
a) impressão que o autor sustenta ao longo do texto, por meio de comparações.&lt;br /&gt;
b) impressão passageira, que o autor relativiza ao longo do texto.&lt;br /&gt;
c) falsa hipótese, que a argumentação do autor demolirá.&lt;br /&gt;
d) previsão feita pelo autor, a partir de observações feitas nas grandes e nas pequenas cidades.&lt;br /&gt;
e) opinião do autor, para quem a velhice é mais opressiva nas cidadezinhas que nas metrópoles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Achou a resposta? Está com dúvidas? Vamos de baixo para cima resolver as questões propostas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- e) opinião do autor, para quem a velhice é mais opressiva nas cidadezinhas que nas metrópoles. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os argumentos sustentados pelo autor provam o contrário desta afirmação, pois já no começo do texto a frase "Os velhos das cidadezinhas do interior parecem muito mais &lt;b&gt;plenamente&lt;/b&gt; velhos que os das metrópoles." o advérbio plenamente indica que os velhos do campo parecem mais velhos, mais acostumados com a sua velhice, não oprimidos. Então podemos considerar que a alternativa e) é &lt;span style="color: red;"&gt;incorreta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- d) previsão feita pelo autor, a partir de observações feitas nas grandes e nas pequenas cidades.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como assim previsão? O autor já argumentou sobre a plenitude dos velhos do campo, e além do mais, a previsão feita pelo autor nem é essa. Pode claramente ser lido que a previsão feita pelo autor é que haverá um tempo que não terá mais tempo para envelhecer, explícita na última frase do texto. Portanto, essa alternativa é &lt;span style="color: red;"&gt;incorreta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- c) falsa hipótese, que a argumentação do autor demolirá.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muito pelo contrário. Os argumentos expostos pelo autor só confirmam a frase do enunciado do exercício. Alternativa &lt;span style="color: red;"&gt;incorreta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- b) impressão passageira, que o autor relativiza ao longo do texto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nós não temos nenhum elemento dentro do texto que relativiza a frase do autor. Não há nenhuma relatividade, ao contrário, nós temos dentro do texto argumentos que afastam cada vez mais a idéia de velhos na cidade e no campo. Alternativa &lt;span style="color: red;"&gt;incorreta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- a) impressão que o autor sustenta ao longo do texto, por meio de comparações.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além de ser a última e correta, podemos comentar que esta alternativa é a única que fala que o autor "sustenta" a impressão do texto, e ainda mais, nós podemos até registrar outro elemento que são as comparações feitas da velhice da cidade e do interior, que o autor comenta, e que está impressa na primeira frase. Alternativa &lt;span style="color: green;"&gt;correta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viu como é simples? vamos prosseguir e passar para outro exercício:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3. Indique a afirmação INCORRETA em relação ao texto:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
a) Roupas, canivetes, árvores e campanário são aqui utilizados como marcas da velhice.&lt;br /&gt;
b) autor julga que, nas cidadezinhas interioranas, a vida é bem mais longa que nos grandes centros.&lt;br /&gt;
c) Hábitos como o de picar fumo de corda denotam relações com o tempo que já não existem nas metrópoles.&lt;br /&gt;
d) que um velhinho da cidade grande parece suplicar é que lhe seja concedido um ritmo de vida compatível com sua idade.&lt;br /&gt;
e) autor sugere que, nas cidadezinhas interioranas, a velhice parece harmonizar-se com a própria natureza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos novamente começar a resolução das questões de baixo para cima:&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- e) autor sugere que, nas cidadezinhas interioranas, a velhice parece harmonizar-se com a própria natureza. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Notem que o autor vai identificando os elementos necessários para esta questão. Você se lembra do homem pica fumo, debaixo de uma jaqueira, combina admiravelmente... Então, podemos concluir que existe uma amálgama (relação) entre o velho e a jaqueira, entre o velho e o interior. Com essa base podemos concluir que esta afirmação é &lt;span style="color: red;"&gt;correta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- d) que um velhinho da cidade grande parece suplicar é que lhe seja concedido um ritmo de vida compatível com sua idade.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; De fato. Quando o velhinho acena com sua mão com uma angústia querendo que o tempo se acalme, ele na verdade está fazendo um sinal (todo o conjunto, não somente sua mão acenando) representativo. Ele está representando uma súplica para que o tempo também pare. Afirmação &lt;span style="color: red;"&gt;correta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- c) Hábitos como o de picar fumo de corda denotam relações com o tempo que já não existem nas metrópoles.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando o autor do texto sugere essa relação de picar fumo de corda, ele está apresentando esta relação para a cidadezinha do interior, não temos nenhuma relação de picar fumo de corda para as metrópoles, portanto, a afirmação está &lt;span style="color: red;"&gt;correta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- b) autor julga que, nas cidadezinhas interioranas, a vida é bem mais longa que nos grandes centros.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta é uma questão confusa, porque nos remete a uma má interpretação da relação "plenamente" com "velhos da cidadezinhas do interior". Podemos confundir que "plenamente" significa longevidade, fazendo assim um grande erro e talvez até a perda da questão proposta pelo exercício. Notem que "plenamente" é relacionado no texto como uma forma de "parecer mais velhos", não de "estar mais velhos", e notem também, que no segmento desse parágrafo o autor escreve "Não se trata da idade real de uns e outros, que pode até ser a mesma, mas dos tempos distintos que eles parecem habitar.", tirando assim, a dúvida que possa aparecer na linha de pensamento do leitor. Se não lermos o texto atentamente, poderíamos cair nessa questão, portanto, esta alternativa está  &lt;span style="color: green;"&gt;incorreta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- a) Roupas, canivetes, árvores e campanário são aqui utilizados como marcas da velhice.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Também uma questão de interpretação, podemos nos confundir com esta questão, pois às vezes nos tornamos tão obcecados em confirmar os elementos em TODAS as relações do texto que não prestamos atenção ao que a questão realmente quer dizer. Esta questão quer somente confirmar se existem REALMENTE esses elementos (árvores, campanário, roupas, canivetes) no texto, e não se eles estão em TODAS AS PARTES da tese. Se esses elementos não fazem parte da velhice do homem da cidade grande, isso não importa, o que importa é que o velho do interior usa. E no texto é revelado que o velho do interior utiliza esses elementos. Portanto esta alternativa é &lt;span style="color: red;"&gt;correta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notem que não é tão complicado assim essa relação de interpretação de texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Agora nós vamos passar para outro tipo de interpretação, a interpretação não-verbal.&lt;/h4&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sabe-se que os textos aão verbais aparecem - e muito - em concursos públicos e vestibulares. Um exemplo claro disso é a charge, que vamos ver no próximo parágrafo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vamos estudar a charge de Quino - um cartunista argentino com uma veia crítica extremamente aguçada - em uma das suas famosas charges, a Mafalda.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mafalda é uma menina atravessando a alfabetização, criada por Quino na Guerra Fria, ela chega a ser cruel em suas análises.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nas tirinhas de Mafalda podemos observar que há vários esteriótipos de tipos sociais, através de seus amigos, cada um com sua peculiaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo existe a personalidade de cada um.&lt;br /&gt;
- Suzanita: A feminina, mulher padrão. Esteriótipo social muito questionado por Mafalda.&lt;br /&gt;
- Felipe: Idealizador. Aquele que sonhador, que busca seus sonhos naquela referência ideológica.&lt;br /&gt;
- Manolito: Esteriótipo do capitalismo.&lt;br /&gt;
- Mafalda: Não representa nenhum destes esteriótipos, logo que ela é a crítica a esses esteriótipos. Mafalda faz críticas sociais, econômicas, críticas internas do seu país e externas. Temos um descolamento, uma frase extremamente adulta em uma criança de 5 anos de idade. &lt;br /&gt;
Vamos observar a charge de Mafalda abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St493R0uGPI/AAAAAAAADkQ/y4DfI5lmaRs/mafaldafluxograma.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img height="118" src="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St493R0uGPI/AAAAAAAADkQ/y4DfI5lmaRs/mafaldafluxograma.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Antes de tudo vamos "ler" o conteúdo não verbal desta tirinha. Notem como Suzanita e Mafalda Conversam, nos três primeiros quadros, Suzanita aparece sorridente, carregando seu "filho", demonstrando que Suzanita é extremamente maternal, pois em todas as tirihas que Suzanita Aparece ela aparece maternal.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É possível observar o sorriso de Suzanita e a cara interrogativa de Mafalda nos dois primeiros quadros.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; No terceiro quadro, Mafalda faz uma cara de não sei... Uma cara de questionamento.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porém no quarto quadro, Mafalda apresenta uma cara de desdém, enquanto Suzanita faz uma cara que antes Mafalda estava fazendo. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temos então uma conversa de duas crianças que Quino quis representar demonstrando uma crítica ao "padrão" do comportamento feminino. Enquanto Suzanita faz os caminhos de sua vida, notem que ela diz que vai casar e depois que vai ter filhos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nessa transição de tempo (casar e ter filhos), Suzanita não apresenta nenhuma relação de profissão. Porém mesmo ela não tendo nenhuma profissão, ela vai comprar uma casa bem grande e um carro bem bonito, depois jóias e depois vai ter netinhos. Isso nos faz pensar que Suzanita tem em sua mente a idéia de ser a mulher "dependente" do marido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sendo Mafalda criada na Guerra Fria, na época que o feminismo estava sendo processado, difundido e que as críticas estavam sendo geradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nós temos então, uma quebra do paradigma da mulher, que deveria ficar em casa enquanto homem trabalha, essa quebra é feita por Mafalda, que indica que planejar a vida assim, não é ter uma vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porque uma vida para Mafalda é correr riscos, não saber como vai andar as coisas, não ter certeza que tudo vai ocorrer da maneira que queremos, de se aventurar e para mostrar essa idéia Mafalda nos remete a idéia de que a vida planejada por Suzanita é um fluxograma, do paradigma, do padrão. E o desejo de Mafalda é que esse paradigma deve ser rompido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este é um texto não-verbal e verbal, um misto, que deve ser lido de todas as formas, no aspecto verbal, da oralidade, e no aspecto não-verbal, no gesto, nas expressões faciais, nas cores trabalhadas, tudo é texto que pode ser "lido".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atenção nesses elementos. Nós temos a identificação do assunto, do tema, da tese e dos argumentos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O assunto é Mulher, trata-se do tajeto do ser feminino.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O tema é A Mulher e o Seu Esteriótipo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tese ou posicionamento do autor da tirinha (Quino), expõe que este paradigma deve ser quebrado, na fala de Mafalda, o paradigma é um defeito "Não é vida, é fluxograma".&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O argumento pode ser visto de forma que a vida não pode ser vivida da maneira que nos foi projetada, deve ser vivida da maneira que nós percebemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico por aqui, até o próximo post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post foi a duplicação adaptada para o blog de uma aula on-line da &lt;b&gt;Professora Rose Sampaio.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não posso postar as aulas porque elas contém direito autoral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-114960602189126554?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/114960602189126554/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/interpretacao-de-texto.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/114960602189126554?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/114960602189126554?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/interpretacao-de-texto.html" title="Interpretação de texto" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/St493R0uGPI/AAAAAAAADkQ/y4DfI5lmaRs/s72-c/mafaldafluxograma.png" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMESXc-fSp7ImA9WxNVFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-1692095491529310895</id><published>2009-10-19T04:24:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T13:46:48.955-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T13:46:48.955-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="douglas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ihc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="engenharia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="design" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="semiotica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="marcio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aula" /><title>Engenharia Semiótica em IHC</title><content type="html">Quando estou comunicando com vocês estou usando palavras que podem ser interpetadas como um ou mais signos. Mas afinal, o que são signos e o que é engenharia semiótica?&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Definição de Semiótica:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
As abordagens semióticas têm como base teórica a semiótica, disciplina que estuda os signos, os sistemas semióticos e de comunicação, bem como os processos envolvidos na produção e interpretação de signos. Um signo é algo que representa alguma coisa para alguém [Peirce, 1931]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Definição de Signo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Por exemplo, tanto a palavra &lt;cão&gt; em português, quanto uma fotografia de um cão representam o animal cachorro, e assim são signos de cachorro para falantes da língua portuguesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Como funciona:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Para que a comunicação entre duas pessoas aconteça, é preciso que o emissor da mensagem a expresse em um código que tanto ele, quanto o receptor conheçam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta abordagem recebe o nome de Engenharia Semiótica, pois aborda o processo de construir uma mensagem utilizando diversos tipos de signos: textos, ícones, símbolos gráficos, sons, gestos, etc. A interface deve ser vista como a mensagem que o designer construiu para comunicar ao usuário o modelo conceitual da aplicação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como nos comunicamos através da língua portuguesa a interface gráfica é a forma de comunicação do usuário-sistema, através de sons, símbolos, ícones, etc.&lt;br /&gt;
Se esse processo não ocorrer não há comunicação. Isso acontece quando um signo é representado por outro signo.  Por exemplo, ao digitarmos em um dicionário a palavra cachorro, o mesmo nos direciona para a palavra cão, que é exatamente igual a cachorro, porém é somente um símbolo diferente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um símbolo pode ser representado por vários signos formando uma cadeia infinita de interpretações, quando um signo é representado por vários signos, isso é chamado de semiose limitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim que o receptor recebe a mensagem, ele gera uma idéia daquilo que o emissor quis dizer e inicia o seu processo de compreensão [Jakobson, 1970]. Esta idéia que ele gera é chamada de interpretante, e pode, ele mesmo, gerar novos interpretantes na mente do receptor, numa cadeia indefinida de associações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A este processo se dá o nome de &lt;b&gt;semiose ilimitada&lt;/b&gt; [Eco, 1976] e ele acontece até que ou o receptor acredite que ele tenha uma boa hipótese do que o emissor quis dizer, ou ele conclua que não é capaz de, ou não está disposto a, criar tal hipótese. Neste caso, ele pode ou não dar continuidade ao processo de comunicação, passando então para o papel de emissor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Engenharia Semiótica é uma abordagem na qual os sistemas computacionais são vistos como artefatos de metacomunicação, através do qual o designer envia uma mensagem para o usuário, cujo conteúdo é a &lt;b&gt;funcionalidade&lt;/b&gt; (o que o usuário pode fazer) e a &lt;b&gt;interatividade&lt;/b&gt; (como o usuário pode interagir) [de Souza, 1993].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma foto mostrando como funciona a Engenharia Semiótica em IHC:&lt;br /&gt;
&lt;/cão&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZlioIMuI/AAAAAAAADiY/HhkGWtgjplo/s720/engsemi1.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZlioIMuI/AAAAAAAADiY/HhkGWtgjplo/s320/engsemi1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;i&gt;“Assim que o usuário percebe o que o designer quis passar, a  comunicação fica bem mais fácil.”&lt;/i&gt; (Márcio Douglas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na abordagem da Engenharia Semiótica, o designer é autor de uma mensagem ao usuário, que é transmitida pela interação que caracteriza o processo metacomunicativo. Assim, o design de interfaces envolve não apenas a concepção do modelo da aplicação, mas a comunicação deste de maneira a revelar para o usuário o espectro de usabilidade da aplicação. &lt;br /&gt;
A Engenharia Semiótica ressalta ainda que a presença do designer no cenário comunicativo deve ser explicitada e tornada sensível para os usuários para que eles tenham maior chance de entender as decisões de design tomadas e a aplicação com que estão interagindo, sendo assim capazes de fazer um uso mais criativo e eficiente desta aplicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então essa engenharia está focada principalmente no que o designer quis passar para o usuário com aquela mensagem, utilizando os signos que nós conhecemos.&lt;br /&gt;
Um exemplo de como o mesmo sistema pode ser interpretado de maneiras diferentes por  um usuário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•S: Forneça o 1º. Número:&lt;br /&gt;
•U: 5.3&lt;br /&gt;
•S: Você deve fornecer apenas números inteiros:&lt;br /&gt;
•U: 5&lt;br /&gt;
•S: Forneça o 2º. Número:&lt;br /&gt;
•U: 8&lt;br /&gt;
•S: O resultado da subtração é -3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora com uma interface:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZl3z9wXI/AAAAAAAADic/LxJjJTxJ9sY/engsemi2.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZl3z9wXI/AAAAAAAADic/LxJjJTxJ9sY/engsemi2.JPG" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Fica claro para nós que a partir do memento que nós utilizamos signos com o usuário fica muito mais fácil de passar a mensagem do que o sistema faz. Esse é o foco da engenharia semiótica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o programador muito pouca coisa mudou, mas para o usuário deste sistema este software agora é visto como uma aplicação de cálculo de lucros de vendas. As alterações no programa foram bastante pequenas, mas produziu um efeito significativo. A perspectiva de software como artefato deve considerar como o usuário vê a aplicação. Os modelos conceituais da funcionalidade do software são distintos. Desta forma, temos software distintos com aplicações em domínios distintos. O programa nos fornece uma visão de funcionamento. O usuário possui apenas a visão de funcionalidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um outro exemplo de aplicação de signos nas interfaces:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZl5iRXBI/AAAAAAAADig/jwvwTOdkkXI/engsemi3.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZl5iRXBI/AAAAAAAADig/jwvwTOdkkXI/engsemi3.JPG" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Temos duas janelas,  a da esquerda é muito mais fácil, pois deixa claro que pode escolher uma das informações, um usuário novato ficaria em dúvida em marcar os três campos. O programador tem que deixar claro que a pesquisa pode ser efetuada em qualquer campo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcbKTXVlrI/AAAAAAAADiw/I0KZhDgbmHs/engsemi4.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img height="361" src="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcbKTXVlrI/AAAAAAAADiw/I0KZhDgbmHs/engsemi4.JPG" width="420" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele tentou passar através de botões em combobox em texto, que ele deve escolher alguma coisa, clicar em alguma coisa, através dos signos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de signo dentro da interface, tentamos mostrar para o usuário algo que é ligado com a nossa realidade. Como as pastas, que tentam ser mais próximas da realidade das pastas em escritórios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo fácil de entender pode ser visto abaixo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZl5zYG6I/AAAAAAAADio/4VdxKerRLsQ/engsemi5.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZl5zYG6I/AAAAAAAADio/4VdxKerRLsQ/engsemi5.JPG" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É muito mais fácil verificar um erro em uma interface, quando aparece um signo de erro, através de um som por exemplo, ou de uma mensagem em vermelho.&lt;br /&gt;
Quando passamos caixas de texto nas mensagens, tentamos imitar o “campo de papel” que o usuário preenche em formulários de papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Qualquer coisa que conduz uma outra coisa (seu interpretante) a referir-se a um objeto ao qual ela mesma se refere (seu objeto), de modo idêntico, transformando-se o interpretante, por sua vez, em signo, e assim sucessivamente ad infinitum” [Op. Cit. (pag. 74)] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo de um menu produzida pela articulação de diversos códigos, como o usuário consegue interagir com o sistema. Ele utiliza a língua portuguesa, ícones gráficos, (... &amp;lt;&amp;lt; &amp;gt;&amp;gt; ), muitas vezes também um signo é representado por cores, fica muito mais fácil dentro de uma janela, dar ênfase em um conteúdo. Ás vezes formatações diferentes chamam a atenção do usuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcbkqdZFRI/AAAAAAAADi0/a5xZf2Iy_No/engsemi6.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcbkqdZFRI/AAAAAAAADi0/a5xZf2Iy_No/engsemi6.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto a Engenharia Semiótica quanto a Engenharia Cognitiva vêem o processo de design se iniciando com o designer que cria o seu modelo mental da aplicação, e com base neste, implementa a própria aplicação. O usuário interage com esta aplicação e através dela cria o seu próprio modelo mental da aplicação. A criação da aplicação pelo designer e a interação do usuário são assíncronas, ou seja, se dão em diferentes momentos no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Engenharia Cognitiva se concentra na segunda etapa deste processo de design, ou seja, na interação usuário-sistema, deixando a etapa designer-sistema em segundo plano. Assim, ela enfatiza o produto deste processo, que é o sistema, e a interpretação do usuário deste produto. Em outras palavras, a engenharia Cognitiva dá subsídios para se definir a meta ideal do processo de design, um produto, cognitivamente adequado para a população de usuários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Engenharia Semiótica por sua vez, junta estas duas etapas ao transferir seu ponto de vista para um nível mais abstrato, no qual o designer envia ao usuário uma meta-mensagem. Desta forma, a Engenharia Semiótica dá um zoom-out no processo de design e inclui a Engenharia Cognitiva. Assim, todos os resultados obtidos na Engenharia Cognitiva continuam sendo válidas na Engenharia Semiótica. No entanto, a interação usuário-sistema deixa de ser o foco da Engenharia Semiótica, dando lugar para a expressão do designer e o processo de design como um todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao trazer o designer para dentro do foco, a Engenharia Semiótica evidencia a sua presença e permite ao usuário entender que todo sistema é uma solução potencial de um designer (ou de uma equipe de design). Assim, o usuário, ao ter problemas de interação com a aplicação, pode tentar entender o que o designer pretendia, e acertar o seu modelo mental da aplicação, aproximando-o cada vez mais daquele do designer. Fazendo isto, o usuário é capaz de alcançar um melhor entendimento das motivações e decisões tomadas pelo designer, e assim usar a aplicação de forma mais eficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então a perspectiva da engenharia semiótica é que qualquer ícone de imagem, pode dar um impacto no usuário no que o designer quis dizer. Tudo o que eu coloco na interface, eu faço uma informação para interpretação do usuário, a partir do momento que ele consegue interpretar o que o designer quis dizer, ele consegue interpretar o sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo a janela gráfica em imprimir o arquivo no windows 95, dentro da interface, o usuário pode selecionar alguma informação a ser impressa,  é possível configurar a impressora através do botão configurar, selecionar impressora, selecionar o número de cópia através da caixa de texto e o que ele não pode selecionar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcbkvguwtI/AAAAAAAADi4/v3L9EbHlvAA/engsemi7.JPG" rel="lightBox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img height="220" src="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcbkvguwtI/AAAAAAAADi4/v3L9EbHlvAA/engsemi7.JPG" width="420" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perspectiva da Engenharia Semiótica é que cada elemento presente na interface, ícones, botões, sons, palavras ou qualquer outro signo tem o potencial de comunicar algo. Cada decisão de design que o designer toma tem um impacto na maneira como o usuário interpreta aquilo que ele quis dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns exemplos de Significados de Elementos gráficos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-7F_zII/AAAAAAAADiI/-D8bJMbbBHA/SEGimprimir.JPG" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img height="323" src="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-7F_zII/AAAAAAAADiI/-D8bJMbbBHA/SEGimprimir.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-o-Rz_I/AAAAAAAADiE/OxijID6a64Y/s512/SEGconfpag.JPG" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-o-Rz_I/AAAAAAAADiE/OxijID6a64Y/s400/SEGconfpag.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-6YmlkI/AAAAAAAADiM/h8azpiy4dvA/SEGmapcarac.JPG" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img height="319" src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-6YmlkI/AAAAAAAADiM/h8azpiy4dvA/SEGmapcarac.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-mSD1pI/AAAAAAAADiA/TCoaagtkIGM/SEGcalc.JPG" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO-mSD1pI/AAAAAAAADiA/TCoaagtkIGM/SEGcalc.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a alt="imagem" href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO_Bhpz1I/AAAAAAAADiQ/uGMHjlOcfHk/SEGpaint.JPG" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" title="imagem"&gt;&lt;img height="298" src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcO_Bhpz1I/AAAAAAAADiQ/uGMHjlOcfHk/SEGpaint.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Fonte: Aula de IHC (Engenharia Cognitiva) - Professor Márcio Douglas.&lt;br /&gt;
Blog do Professor &lt;a href="http://marciodouglas.blogspot.com/"&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-1692095491529310895?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/1692095491529310895/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/engenharia-semiotica-em-ihc.html#comment-form" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/1692095491529310895?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/1692095491529310895?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/engenharia-semiotica-em-ihc.html" title="Engenharia Semiótica em IHC" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/StcZlioIMuI/AAAAAAAADiY/HhkGWtgjplo/s72-c/engsemi1.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>11</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8AQXo5eSp7ImA9WxNVFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-4309177424162476107</id><published>2009-10-15T18:35:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T13:54:00.421-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T13:54:00.421-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="argumentacao" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="narracao" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="portugues" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tipologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="textual" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cespe" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="concurso" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aula" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dissertacao" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="descricao" /><title>Tipologia Textual - Dissertação, Narração, Descrição e Argumentação</title><content type="html">Nós temos duas perspectivas que se diferem no momento de identificação do texto, a primeira, tipologia textual e a segunda, gênero textual. Mas antes de identificar esses termos, precisamos saber o que é texto, achamos que o texto é somente o texto verbal, mas temos textos não-verbais. Todavia vamos focar nas tipologias e gêneros do texto verbal.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição de texto:&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"O texto será entendido como uma unidade lingüística concreta, que é tomada pelos usuários da língua, em uma situação de interação comunicativa específica, como uma unidade de sentido e como preenchendo uma função comunicativa reconhecível e reconhecida, independentemente da sua extensão. " &lt;/i&gt;(Koch e Travaglia, 1989).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse conceito serve para textos não-verbais. O texto verbal vai nos dar ferramentas para sua análise, tudo o que precisamos para identificar um texto está no próprio texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós temos dois tipos de leitura, a denotativa e a conotativa. É importante ter em mente o que são esses tipos de leitura, porque alguns textos se não tiverem essas concepções separadas, não conseguem progredir em nossa cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um texto com leitura denotativa é a leitura feita com base no dicionário, possui sentido real e um texto com leitura conotativa ele precisa de uma relação de figuração, alguns textos trabalham muito com a conotação, e é justamente por isso que não conseguimos compreendê-lo corretamente, porque queremos lê-lo de acordo com a denotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visto essas perspectivas, vamos entender o que é tipologia e gênero textual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;- Tipologia: Modo de formulação discursiva.&lt;br /&gt;
- Gênero: O modo de apresentação social: carta, artigo, e-mail, receita...&lt;br /&gt;
- Estrutura textual: Prosa, verso.&lt;/h4&gt;O que é exatamente esse modo de formulação discursiva?&lt;br /&gt;
Tipologia textual é a forma como um texto se apresenta. As tipologias existentes são: descrição, narração, dissertação, exposição, injunção, diálogo e entrevista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas tipologias são apresentadas em vários gêneros, que é a forma que o texto será apresentado para a sociedade. Cartas, e-mails, receitas, tudo tem sua &lt;b&gt;razão social&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um gênero bastante utilizado nos concursos públicos é a crônica. Identificando tipologias textuais nós precisamos aprender identificar as diferenças em cada tipologia. Acontece que os textos podem conter várias tipologias, é possível colocar pequenos pedaços de argumentações, dissertações, narrações, etc. Porém é preciso identificar a tipologia predominante no texto, isto é, a tipologia mais usada no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois exemplos de tipologia textual:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Descrição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
retrato de ambientes, pessoas, fatos. Há uma ausência de evolução temporal. É como se fosse um tempo estático. Cuidado, às vezes apresentam uma descrição de fato e identificamos como narração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Narração&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Há um foco de acontecimento, diálogos, um narrador. Apresenta um uso constante de verbos para dar ação ao texto, ou seja, apresenta-se uma evolução do enredo com conflito e clímax.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo bem ilustrativo se eu falo para vocês que estava à beira da orla num dia de chuva, quando um carro passou e me molhou inteira, enquanto passava me direcionando na casa daquele paquerinha, isso é triste mas acontece, esse texto é narrativo ou descritivo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vocês perceberam a evolução do enredo? vocês indicaram um conflito? um clímax?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reparem que é um tempo estático, é meio parado, é aquele momento que eu me molhei e não fui visitar aquele paquerinha, não tenho evolução de enredo neste texto, tenho indicações de um texto narrativo, porém ele é predominantemente descritivo, utilizando elementos necessários para a narração, porque para um texto narrativo, é necessário muitos elementos descritivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo de texto narrativo são novelas, se você perceber há uma evolução de acontecimentos. Nós começamos o enredo da trama, sem saber quem é bom ou mal. Com a evolução da trama, o conflito se intensifica, a história vai se emaranhando, e no final descobrimos que quem era bom era mal e mal era bom. Onde fica o clímax sendo desejado, a trama se desenvolve, procuramos o ponto máximo da trama, onde o bonzinho toma o seu lugar na sociedade. É meio maniqueísta (o bonzinho e o malvado), mas são assim quase todas as novelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo bem interessante pode ser visto abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h5&gt;Fugiu Com a Novela&lt;br /&gt;
Vanessa da Mata&lt;br /&gt;
Composição: Vanessa da Mata&lt;/h5&gt;Eu perdi o meu amor para uma novela das oito&lt;br /&gt;
Desde essa desilusão eu me desiludi&lt;br /&gt;
O meu coração&lt;br /&gt;
Palpita aparte poupando-me de um pouco de sonhos&lt;br /&gt;
Depois desse desengano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aquela atenção que antes eu ganhava&lt;br /&gt;
Se repartiu ao meio&lt;br /&gt;
Mulher parada&lt;br /&gt;
Ligada em outra história hipnotizada&lt;br /&gt;
Trocou o nosso caso que tava no tom&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vivia no jogo&lt;br /&gt;
Ela me esperava&lt;br /&gt;
Quando eu pedia fogo ela não negava&lt;br /&gt;
Se eu tivesse com outra ela achava bom&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu perdi o meu amor para uma novela das oito&lt;br /&gt;
Desde essa desilusão eu me desiludi&lt;br /&gt;
O meu coração&lt;br /&gt;
Palpita aparte poupando-me de um pouco de sonhos&lt;br /&gt;
Depois desse desengano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fomos morar juntos ela me adorava&lt;br /&gt;
Cozinhava, passava, me alisava&lt;br /&gt;
Eu contava piada ela gargalhava&lt;br /&gt;
Metia a mão nela e ela perdoava&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida era boa ela não reclamava&lt;br /&gt;
Agora vive longe, não sei mais nada&lt;br /&gt;
Fugiu da nossa casa com a televisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa música tira do foco a perspectiva da mulher com a novela, que fazia as mulheres se tornarem alienadas, e coloca a perspectiva de que a novela também revela a nossa identidade, revela a nossa força e ela nos dá exemplo de mulheres que são marginalizadas, mulheres que apanham e superam por causa da novela.&lt;br /&gt;
Notem que o eu-lírico (eu poético) é um eu masculino, frustado porque não sabe o que fez para a mulher largá-lo, você percebe um conflito? uma evolução de enredo, ou só percebemos um momento em que ela o abandonou?  Notem que tem muitos elementos narrativos, mas não temos o principal deles, que é justamente a evolução do enredo, percebemos um momento, e a descrição desse momento, se você não consegue perceber esse momento, preste atenção no próximo exemplo que é narrativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h5&gt;O Meu Guri&lt;br /&gt;
Chico Buarque&lt;br /&gt;
Composição: Chico Buarque&lt;/h5&gt;Quando, seu moço&lt;br /&gt;
Nasceu meu rebento&lt;br /&gt;
Não era o momento&lt;br /&gt;
Dele rebentar&lt;br /&gt;
Já foi nascendo&lt;br /&gt;
Com cara de fome&lt;br /&gt;
E eu não tinha nem nome&lt;br /&gt;
Prá lhe dar&lt;br /&gt;
Como fui levando&lt;br /&gt;
Não sei lhe explicar&lt;br /&gt;
Fui assim levando&lt;br /&gt;
Ele a me levar&lt;br /&gt;
E na sua meninice&lt;br /&gt;
Ele um dia me disse&lt;br /&gt;
Que chegava lá&lt;br /&gt;
Olha aí! Olha aí!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
Ai o meu guri, olha aí!&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
É o meu guri e ele chega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega suado&lt;br /&gt;
E veloz do batente&lt;br /&gt;
Traz sempre um presente&lt;br /&gt;
Prá me encabular&lt;br /&gt;
Tanta corrente de ouro&lt;br /&gt;
Seu moço!&lt;br /&gt;
Que haja pescoço&lt;br /&gt;
Prá enfiar&lt;br /&gt;
Me trouxe uma bolsa&lt;br /&gt;
Já com tudo dentro&lt;br /&gt;
Chave, caderneta&lt;br /&gt;
Terço e patuá&lt;br /&gt;
Um lenço e uma penca&lt;br /&gt;
De documentos&lt;br /&gt;
Prá finalmente&lt;br /&gt;
Eu me identificar&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
Ai o meu guri, olha aí!&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
É o meu guri e ele chega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega no morro&lt;br /&gt;
Com carregamento&lt;br /&gt;
Pulseira, cimento&lt;br /&gt;
Relógio, pneu, gravador&lt;br /&gt;
Rezo até ele chegar&lt;br /&gt;
Cá no alto&lt;br /&gt;
Essa onda de assaltos&lt;br /&gt;
Tá um horror&lt;br /&gt;
Eu consolo ele&lt;br /&gt;
Ele me consola&lt;br /&gt;
Boto ele no colo&lt;br /&gt;
Prá ele me ninar&lt;br /&gt;
De repente acordo&lt;br /&gt;
Olho pro lado&lt;br /&gt;
E o danado já foi trabalhar&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
Ai o meu guri, olha aí!&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
É o meu guri e ele chega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega estampado&lt;br /&gt;
Manchete, retrato&lt;br /&gt;
Com venda nos olhos&lt;br /&gt;
Legenda e as iniciais&lt;br /&gt;
Eu não entendo essa gente&lt;br /&gt;
Seu moço!&lt;br /&gt;
Fazendo alvoroço demais&lt;br /&gt;
O guri no mato&lt;br /&gt;
Acho que tá rindo&lt;br /&gt;
Acho que tá lindo&lt;br /&gt;
De papo pro ar&lt;br /&gt;
Desde o começo eu não disse&lt;br /&gt;
Seu moço!&lt;br /&gt;
Ele disse que chegava lá&lt;br /&gt;
Olha aí! Olha aí!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
Ai o meu guri, olha aí&lt;br /&gt;
Olha aí!&lt;br /&gt;
E o meu guri!...(3x)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisando o texto, podemos ver elementos &lt;b&gt;lexicais&lt;/b&gt; (Escolha da palavra Léxico=Palavra). Chico Buarque escolhe muito bem as palavras, são escolhas atentas aos defeitos de sentido que elas vão apresentar no nosso texto. A música começa com "Seu moço", é um eu-feminino que chama o outro de seu moço, quem é que vai chamar de seu moço? Temos uma referência a uma linguagem que indica uma relação de poder. &lt;br /&gt;
Seu moço não é utilizado por elementos sociais (pessoas) que praticam certo poder. São elemento pessoais, da periferia, marginalizados. E é exatamente por isso que Chico Buarque chama de seu moço. É uma mulher, que está dialogando com uma pessoa com um nível social acima dela. Ela é muito jovem, quase menina, e seu filho nasceu em uma hora que não era para nascer.&lt;br /&gt;
Elas não estava preparada para gerar uma vida. Esse menino nasce com cara de fome. Percebam que há uma evolução de enredo desde quando ela está grávida, tem seu filho, gera seu filho no ventre muito frágil, e passam por uma vida de carẽncias. Ela é menina, porque ela indica, "Eu coloco ele no colo, para ele me ninar", porque também sou menina, preciso de recolhimento.&lt;br /&gt;
Ela não é reconhecida socialmente, pois vai indicando isso, no exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
"Tanta corrente de ouro&lt;br /&gt;
Seu moço!&lt;br /&gt;
Que haja pescoço&lt;br /&gt;
Prá enfiar&lt;br /&gt;
Me trouxe uma bolsa&lt;br /&gt;
Já com tudo dentro&lt;br /&gt;
Chave, caderneta&lt;br /&gt;
Terço e patuá&lt;br /&gt;
Um lenço e uma penca&lt;br /&gt;
De documentos&lt;br /&gt;
Prá finalmente&lt;br /&gt;
Eu me identificar"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho a escolha de um advérbio (finamente), ele são desnecessários sintaticamente, mas semanticamente são de extrema importância. Quando ela diz finalmente, não é a toa, é para mostrar ansiedade que ela tem de ser reconhecida socialmente. A letra de Chico, é encerrada com a morte dele, é um menino que aparece com tarja e as iniciais, quem aparece com tarjas e as iniciais nos jornais? Meninos carentes.&lt;br /&gt;
Notem que a música tem elementos muito fortes, tem uma evolução de enredo, um clímax, há um diálogo, não tenho um momento estático, a mulher está percebendo que o menino está dando lhe dar o que a sociedade não ofereceu a eles. Há evolução, diálogo, conflito e clímax, então, temos um texto predominantemente narrativo.&lt;br /&gt;
Tomem cuidado, o texto é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;PREDOMINANTEMENTE&lt;/h4&gt;narrativo, porque para que o texto seja produzido, é necessário agregar outros elementos, outras tipologias, um elemento descritivo, uma tese, nós percebemos essas relações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra tipologia textual é a &lt;b&gt;dissertação&lt;/b&gt;. Neste tipo prevalece a defesa de uma idéia central, de um ponto de vista sustentado por argumentos de comprovação: comprovações,dados,fatos,citações. Tais argumentos reforçam a veracidade da tese apresentada. como a descrição, tem-se um tempo estático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas pessoas consideram dissertação como gênero, não como tipologia. Isso acontece porque a dissertação tem como fundamento maior uma tese (o posicionamento ou opinião do autor), porém um texto argumentativo também tem tese, e para achar um texto argumentativo não é necessário estar num texto argumentativo numa dissertação, você pode achar um texto argumentativo em uma narração, em uma carta, na própria música do Chico podemos encontrar elementos argumentativos, a banalização  social em relação a esses meninos e meninas carentes, a perpetuação de situações, a música de Chico é um texto argumentativo, porém predominantemente narrativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um texto Dissertativo tem como princípio uma estrutura a ser apresentada:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h5&gt;- Apresentação da tese (O que você quer passar parar o leitor)&lt;br /&gt;
- Apresentação dos argumentos (Como você prova o que quer passar)&lt;br /&gt;
- Evolução e consolidação desses argumentos.&lt;/h5&gt;A argumentação da sua tese PRECISA ser consolidada.&lt;br /&gt;
Alguns indicam que na dissertação você não deve usar primeira pessoa no singular.&lt;br /&gt;
Porém &lt;b&gt;PRESTEM ATENÇÃO&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugere-se que não seja usada a primeira pessoa no singular DE FATO. Para não cairmos no ACHISMO (incerteza no que está dizendo). No entanto, em algumas provas do CESPE, eles apresentam textos que indicam primeira pessoa no singular e mesmo assim, eles identificam como texto dissertativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ESSA É UMA ORIENTAÇÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTE, POIS QUEBRA OS PARADIGMAS QUE NOS PASSARAM NO LONGO DO NOSSO PROCESSO ACADÊMICO. POIS SEMPRE NOS ENSINARAM QUE DISSERTAÇÃO NÃO APRESENTA PRIMEIRA PESSOA NO SINGULAR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FIQUE MUITO MUITO MUUUUIIITOOO ATENTO COM ISSO!!!&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;Veja um exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um homem do século XVI ou XVII ficaria espantado com as exigências de identidade civil a que nós nos submetemos com naturalidade. Assim que nossas crianças começam a falar, ensinamos-lhes seu nome, o nome de seus pais e sua idade. Quando arranjarem seu primeiro emprego, junto com sua carteira de trabalho, receberão um número de inscrição que passará a acompanhar seu nome. Um dia chegará em que todos os cidadãos terão seu número de registro: esta é a meta dos serviços de identidade. Nossa personalidade civil já se exprime com maior precisão mediante nossas coordenadas de nascimento do que mediante nosso sobrenome. Este, com o tempo, poderia muito bem não desaparecer, mas ficar reservado à vida particular, enquanto um número de identidade, em que a data de nascimento seria um dos elementos, o substituiria para uso civil. O nome pertence ao mundo da fantasia, enquanto o sobrenome pertence ao mundo da tradição. A idade, quantidade legalmente mensurável com uma precisão quase de horas, é produto de um outro mundo, o da exatidão e do número. Hoje, nossos hábitos de identidade civil estão ligados, ao mesmo tempo, a esses três mundos.&lt;br /&gt;
Philippe Ariès. História social da criança e da família.&lt;br /&gt;
Dora Flaksman (Trad.), p. 1-2 (com adaptações).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é um texto apresentado pela ABIN organizado pelo CESPE. Este é um texto dissertativo-argumentativo, pois, indica uma tese comprovada por maios de argumentos, a tese é a indicação de que nós somos representados por três mundos. Nós temos uma tese um posicionamento do autor, que vai ser sustentada durante o texto.&lt;br /&gt;
Qual é esse posicionamento? Nós pertencemos a três mundos, quais são esses mundos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"O nome pertence ao mundo da fantasia, enquanto o sobrenome pertence ao mundo da tradição. A idade, quantidade legalmente mensurável com uma precisão quase de horas, é produto de um outro mundo, o da exatidão e do número."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note que conseguimos destacar no texto um fragmento que consolida a tese do autor, nós TEMOS que conseguir essa identificação. Quando não conseguimos, é a mesma coisa de dizer que o texto NÃO É um teto argumentativo, não é um texto dissertativo-argumentativo, é um texto meramente expositivo, descritivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos dois tipos de dissertação:&lt;br /&gt;
- Uma &lt;b&gt;dissertação argumentativa&lt;/b&gt;, que indica uma tese como esta que vimos.&lt;br /&gt;
- E uma &lt;b&gt;dissertação expositiva&lt;/b&gt;, que é justamente uma dissertação de cunho descritivo.&lt;br /&gt;
Espero ter contribuído com seus estudos, até o próximo post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post foi a duplicação adaptada para o blog de uma aula on-line da &lt;b&gt;Professora Rose Sampaio.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não posso postar as aulas porque elas contém direito autoral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-4309177424162476107?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/4309177424162476107/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/tipologia-textual-dissertacao-narracao.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/4309177424162476107?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/4309177424162476107?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/tipologia-textual-dissertacao-narracao.html" title="Tipologia Textual - Dissertação, Narração, Descrição e Argumentação" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE4HQX0zeyp7ImA9WxNVFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-6494663465871242578</id><published>2009-10-09T15:19:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T13:55:30.383-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T13:55:30.383-07:00</app:edited><title>Fedora 11 64-bit X86_64 Tutoriais - Instalando o Adoble Flash Plugin</title><content type="html">Um dos mais famosos plugins da Internet, utilizado por diversos sites (Youtube, Charges, Newgrounds, globo, msn, yahoo, etc). O flash plugin para o Fedora 64-bits!&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se de somente um arquivo .so que deve ser movido para a pasta /usr/lib64/mozilla/plugins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto para começar? Vamos aos passos!.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, você deve entrar no site do &lt;a href="http://labs.adobe.com/downloads/flashplayer10.html" target="_blank"&gt;Adobe Flash Plugin 64-Bits&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0UWv5P4I/AAAAAAAADgU/xxVM4ObW9qE/s1024/1flashfc11.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0UWv5P4I/AAAAAAAADgU/xxVM4ObW9qE/s400/1flashfc11.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Clique no link que está logo abaixo do site, &lt;a href="http://download.macromedia.com/pub/labs/flashplayer10/libflashplayer-10.0.32.18.linux-x86_64.so.tar.gz"&gt;Download 64-bit Plugin for Linux&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0URjMdWI/AAAAAAAADgY/47LsHbPJlYE/s1024/2flashfc11.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0URjMdWI/AAAAAAAADgY/47LsHbPJlYE/s400/2flashfc11.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Baixe o arquivo .tar em seguida se autentique como root, usando o comando su.&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0Uu6rNqI/AAAAAAAADgc/FPyP7tpViSM/3flashfc11.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img height="274" src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0Uu6rNqI/AAAAAAAADgc/FPyP7tpViSM/3flashfc11.png" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Entre no diretório que você baixou o arquivo (no meu caso \home\jonathan\downloads) em seguida digite os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
tar -zxf libflashplayer-*.linux-x86_64.so.tar.gz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0Uk7D0VI/AAAAAAAADgg/1jh7SE6S5Gc/4flashfc11.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img height="274" src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0Uk7D0VI/AAAAAAAADgg/1jh7SE6S5Gc/4flashfc11.png" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;su -c 'mv libflashplayer.so /usr/lib64/mozilla/plugins'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0UvJh8yI/AAAAAAAADgk/gZLoF_sHoAs/s1024/5flashfc11.png" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0UvJh8yI/AAAAAAAADgk/gZLoF_sHoAs/s400/5flashfc11.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Neste ponto o plugin do flash player já está ativado no computador, porém se você quiser fazer a "prova da verdade", é simples, basta entrar no firefox e digitar about:plugins e depois teclar Enter:&lt;br /&gt;
Se aparecer o plugin do macromedia flash na lista você realmente tem o plugin!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que com estes simples passos vocês consigam ativar esse plugin indispensável na web 2.0.&lt;br /&gt;
Dúvidas ou sujestões podem ser feitas nos comentários ou no link "Contato" da barra superior direita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-6494663465871242578?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/6494663465871242578/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/fedora-11-64-bit-x8664-tutoriais.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/6494663465871242578?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/6494663465871242578?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/fedora-11-64-bit-x8664-tutoriais.html" title="Fedora 11 64-bit X86_64 Tutoriais - Instalando o Adoble Flash Plugin" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss-0UWv5P4I/AAAAAAAADgU/xxVM4ObW9qE/s72-c/1flashfc11.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8MSXk8cCp7ImA9WxNVGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-7157612853709032374</id><published>2009-10-08T05:13:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T12:18:08.778-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-29T12:18:08.778-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ihc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cognitiva" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aula" /><title>Ciência Cognitiva - Teoria da Ação</title><content type="html">&lt;b&gt;Psicologia Cognitiva&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Definição:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Processo pelo qual se pode adquirir conhecimento, e aplicam suas teorias na compreensão das capacidades e limitações da mente dos usuários. Os resultados delas são de longe mais numerosos do que os de qualquer outra abordagem.&amp;nbsp;Ela abrange muito mais que IHC.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Teorias da Ciência Cognitiva&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Na década de 80 as fundamentações teóricas eram&lt;br /&gt;
baseadas principalmente na ciência cognitiva e no&lt;br /&gt;
objetivo de entender o sistema humano de&lt;br /&gt;
processamento de informação.&lt;br /&gt;
Usuários têm objetivos e intenções (nível psicológico) &lt;br /&gt;
Usuários devem realizá-los através da atuação sobre controles oferecidos pela interface dos artefatos (nível físico).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"A Pisicologia Cognitiva é a capacidade do ser humano de aprender no seu dia a dia" (Márcio Douglas)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma&amp;nbsp;teoria de ihc é fundamental para prever fenomenos de um usuário numa interface, é importante saber como o usuário enxerga para trabalhar na mesma interface. Antigamente era muito usada a teoria cognitiva para a tecnologia da informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A engenharia cognitiva&amp;nbsp;abrange mais o nível lógico, sabendo os objetivos e intenções do usuário, desenhamos uma interface, ela veio suprir a nescessidade dessas operações especiais.&amp;nbsp;Inventada em 1986, foi aplicada a ciencia cognitiva para artefatos computacionais, então concluímos que ela não é uma engenharia nova.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os&amp;nbsp;objetivos principais da Engenharia Cognitiva foi entender o uso de computadores, designers mais acertadas e custos e benefícios de um mecanismo ou outro. Estratégias das abordagens cognitivas para elaboração de sistemas consiste na produção de designers genéricos para criações de interfaces.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diminuir o Espaço Entre Usuário-Designer em um sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3XIX21LeI/AAAAAAAADek/btSJTNiz28U/engcog.JPG" imageanchor="1" rel="lightbox"&gt;&lt;img $r="true" border="0" height="205" src="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3XIX21LeI/AAAAAAAADek/btSJTNiz28U/engcog.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A “Engenharia Cognitiva” é uma espécie de “Ciência Cognitiva Aplicada”, que tenta aplicar o que é conhecido da ciência ao design e construção de máquinas. É uma&amp;nbsp;abordagem fundamental em IHC, pois&amp;nbsp;o designer terá que projetar um sistema consistente com o projeto. E ainda de acordo com normas baseados com engenharia cognitiva, já que o usuário terá que entender o que vai usar no sistema, ele terá que atravessar dois golfos de um sistema. Que são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O golfo da execução e envolve as etapas de formulação da meta, especificação da seqüência de ações e atividade física de execução. O outro é O golfo da avaliação e deve ser atravessado pelas etapas de percepção, interpretação e avaliação da meta.&lt;br /&gt;
Precisamos deixar as nossas interfaces mais&amp;nbsp;fácil possível,&amp;nbsp;para que o usuário não perda tempo pensando no que você quis dizer para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, a&amp;nbsp;engenharia cognitiva cria um design para um modelo mental do sistema, ou seja, pelo design você imagina como usuário usará o sistema.&amp;nbsp;O&amp;nbsp;usuário cria então uma imagem do sistema, e formula intenções objetivos e comando do sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;figura mostra a imagem cognitiva de um sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3VbhksPSI/AAAAAAAADeM/c8A5pMfMy8w/engcog.JPG" imageanchor="1" rel="lightbox"&gt;&lt;img $r="true" border="0" height="312" src="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3VbhksPSI/AAAAAAAADeM/c8A5pMfMy8w/engcog.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a engenharia cognitiva o usuário tem que criar um modelo consistente que o design escolheu e para isso o designer precisa saber o modelo cognitivo e aplicar o modelo de ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;intenção de norma é que o modelo de design seja o mais próximo possível do modelo do usuário e&lt;br /&gt;
a partir desse momento podemos dizer que esse sistema ser´pa usado pelo usuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De&amp;nbsp;acordo com a norma e a teoria de ação oum usuário para poder utilizar o sistema ele precisa desses passos &lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;primeira é a formulação da ação a especificação, depois que ele faz isso ele passa para o golfo da interpretação e depois da avaliação. Sempre que o usuário vai utilizar o sistema ele utilizará esses passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Como que isso é colocado em prática?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;teoria de ação define quie a interação de usuário-sistema é desempenhada num ciclo de ação com seis etapas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3WFSvGs8I/AAAAAAAADeU/pDBeFt8xbI8/engcog.JPG" imageanchor="1" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" height="347" src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3WFSvGs8I/AAAAAAAADeU/pDBeFt8xbI8/engcog.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O usuário utiliza o sistema com o objetivo de realizar uma determinada tarefa. Para isto, ele deve formular metas a serem alcançadas através da interação com as funções disponíveis no sistema. Em seguida, o usuário deve definir quais são as ações a serem executadas para que ele consiga atingir a sua meta. Note-se que, até este ponto, o usuário realizou a preparação mental para a execução da meta.&lt;br /&gt;
Resta-lhe concretizar o que foi mentalizado através de uma ação física. Estas três fases compreendem a travessia do golfo de execução, e não precisam ser necessariamente realizadas na seqüência descrita. Por exemplo, a especificação e o planejamento podem ser realizados intercaladamente ou pode-se começar a executar o comando sem que se tenha ainda especificado todas as ações por completo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim que o sistema executa a ação definida pelo usuário inicia-se o golfo de avaliação. A primeira etapa da travessia deste golfo é a percepção do usuário do novo estado em que o sistema se encontra. O usuário então interpreta este novo estado e o avalia de acordo com a sua meta inicial. Com base nesta avaliação o usuário prossegue para definir sua próxima ação. É importante notar que, se o usuário não perceber que o sistema mudou de estado através de uma sinalização clara, ele possivelmente interpretará que nada ocorreu e que a sua meta inicial não foi atingida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria de ação ele passa por seis passos, formulação das ações, especificações da sequencia das ações execução das ações.&lt;br /&gt;
Depois a percepção do estado do sistema, interpretação do estado do sistema, avaliação em relação a intenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os passos utilizados pelo sistema de acordo com a teoria da ação se eu estive num sistema da biblioteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3WYZgSRRI/AAAAAAAADec/Yk8mylM1bUg/engcog.JPG" imageanchor="1" rel="lightbox" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" height="420" src="http://lh5.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3WYZgSRRI/AAAAAAAADec/Yk8mylM1bUg/engcog.JPG" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O designer pode ajudar o usuário a atravessar estes golfos diminuindo-os. Para isto ele deve definir quais são as ações e estruturas mais adequadas para comandar as funções do sistema, escolher os elementos de interface que melhor comunicam a informação desejada, optar por feedbacks significativos, dentre outras escolhas de design. Assim, quanto mais próxima da tarefa e das necessidades do usuário for a linguagem de interface oferecida pelo designer, menos esforço cognitivo o usuário terá que fazer para atingir seus objetivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Aula de IHC (Engenharia Cognitiva) - Professor Márcio Douglas.&lt;br /&gt;
Blog do Professor &lt;a href="http://marciodouglas.blogspot.com/"&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-7157612853709032374?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/7157612853709032374/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/ciencia-cognitiva-teoria-da-acao.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/7157612853709032374?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/7157612853709032374?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/ciencia-cognitiva-teoria-da-acao.html" title="Ciência Cognitiva - Teoria da Ação" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_MQeLMNqVPoY/Ss3XIX21LeI/AAAAAAAADek/btSJTNiz28U/s72-c/engcog.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UNRHo7fip7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-3076069712256309339</id><published>2009-10-07T16:51:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T15:08:15.406-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T15:08:15.406-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ihc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hospital" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="information" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="system" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><title>Enunciado do Trabalho Interdisciplinar (IHC-BD-LV-AS)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Projeto: HIS – Hospital Information System&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Descrição:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O sistema HIS deve controlar informações a respeito dos médicos, pacientes, Leitos e Salas de Operação de um certo Hospital.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Através do sistema HIS, cada médico deve ser capaz de atualizar o histórico de todas as suas atividades, assim como o gerente do hospital e o setor de atendimento ao público devem ser capazes de determinar que atividade um certo médico está desempenhando a cada momento em que local do hospital está atividade está sendo desempenhada, isto é, se está atendendo um de seus pacientes em um leito, se está participando de alguma operação, se está em seu escritório, se está em reunião com outros médicos ou se está em seu horário de descanso. &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Através do Sistema HIS, o setor de atendimento ao público deve ser capaz de registrar a entrada de novos pacientes no hospital, alocando-o em um leito então vago, assim como um enfermeiro deve ser capaz de registrar cada movimento de pacientes entre leitos e salas de operação, tornando possível aos enfermeiros, aos médicos, ao setor de atendimento ao público e ao gerente do hospital determinar o local exato onde se encontra cada paciente a cada momento, até a sua saída do hospital, a qual deve ser registrada no sistema HIS pelo setor de cobrança do hospital. &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cada Paciente deve ter um médico responsável, desde o momento de sua entrada no hospital até a sua saída. A atribuição inicial de um médico a um paciente é feita pelo setor de atendimento ao público, na entrada do paciente no hospital.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Eventualmente, o médico responsável por um certo paciente pode ser alterado. Tal alteração pode ser feita somente pelo gerente do hospital. Nesse caso, o sistema deve exigir o registro de um texto explicativo para a troca de médico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Tanto um leito como uma sala de operação só poder ser ocupados por um paciente por vez. Através do sistema HIS, o setor de atendimento ao publico e também todo enfermeiro devem ser capazes de verificar quais os leitos livres em um certo momento, assim como devem ser capazes de identificar que paciente encontra-se em cada leito a cada momento.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Através do Sistema HIS, todo médico, todo enfermeiro e o gerente do hospital devem ser capazes de verificar quais as salas de operação livres em certo momento, assim como devem ser capazes de identificar que paciente encontra-se em cada sala de operação a cada momento.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Através do sistema HIS, o gerente do hospital deve ser capaz de verificar toda a lista de pacientes sendo atendidos por um certo médico, assim como deve ser capaz de identificar qual médico está atendendo um certo paciente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;Instruções:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Equipe:&lt;/b&gt; no máximo 4 alunos.  Desenvolvimento da Aplicação: Delphi e Firebird.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Desenvolvimento da Modelagem: &lt;/b&gt;Ferramenta gratuita para análise e gerenciamento de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Desenvolvimento da Interface gráfica: &lt;/b&gt;aplicar as diretrizes IHC no ambiente da aplicação.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Forma de Entrega:&lt;/b&gt;  CD com o projeto em Delphi, modelagem e scripts da base de dados (criação de tabelas, generator, trigger, store procedure)  e o arquivo com o banco de dados(.fdb); Documento impresso da modelagem conforme orientação dadas na aula de análise de sistemas (Prof° Simone Nasser). Documento Impresso das interfaces gráficas conforme orientações dadas na aula de análise de sistemas (Prof°. Márcio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Avaliação:&lt;/b&gt; Documentação, Projeto e Apresentação (Defesa do projeto)&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Individual por aluno, conforme especificação de cada professor.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Data de Entrega:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Linguagem Visual e Teoria de Banco de Dados: Entregar CD dia 23 de Novembro de 2009.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Análise de Sistemas e IHC: Material Impresso dia 27 de Novembro de 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Data das Apresentações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Linguagem Visual e Teoria de Banco de Dados: 23 a 27 de Novembro de 2009. (Nas aulas de L.V. T.B.D. será feito sorteio para a ordem das apresentações)&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Análise de Sistemas: 30/11/2009 à 11/12/2009 IHC: verificar com o professor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;OBS: - Todos os Participantes da Equipe deverão estar presentes para apresentação        do projeto. - Projetos iguais não serão avaliados.   &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-3076069712256309339?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/3076069712256309339/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/enunciado-do-trabalho-interdisciplinar.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/3076069712256309339?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/3076069712256309339?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/enunciado-do-trabalho-interdisciplinar.html" title="Enunciado do Trabalho Interdisciplinar (IHC-BD-LV-AS)" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QCQH0-fyp7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-4482307561503165800</id><published>2009-10-07T14:38:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T15:09:21.357-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T15:09:21.357-07:00</app:edited><title>Contato</title><content type="html">&lt;form action="http://colegiosepam.com.br/testes/email.php" id="email" method="post" onsubmit="return validate(this);"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Nome:&lt;br /&gt;
&lt;input id="nome" name="nome" size="40" type="text" /&gt;&lt;br /&gt;
Email:&lt;br /&gt;
&lt;input id="email" name="email" size="40" type="text" /&gt;&lt;br /&gt;
Assunto:&lt;br /&gt;
&lt;select id="assunto" name="assunto"&gt;&lt;option value=""&gt;&lt;/option&gt;&lt;option value="Comercial"&gt;Pedido&lt;/option&gt;&lt;option value="Dúvida"&gt;Dúvida&lt;/option&gt;&lt;option value="Sugestão"&gt;Sugestão&lt;/option&gt;&lt;option value="Sugestão de Post"&gt;Sugestão de Post&lt;/option&gt;&lt;option value="Outros"&gt;Outros&lt;/option&gt;&lt;/select&gt;&lt;br /&gt;
Mensagem:&lt;br /&gt;
&lt;textarea cols="60" id="mensagem" name="mensagem" rows="5"&gt;&lt;/textarea&gt;&lt;br /&gt;
&lt;input id="Enviar" name="Enviar" type="submit" value="Enviar E-mail" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/form&gt;&lt;script language="javascript"&gt;
function validate(theForm) {if (theForm.nome.value == "" || theForm.email.value == "" || theForm.assunto.value == "" || theForm.mensagem.value == ""){if (theForm.nome.value == ""){theForm.nome.focus();alert("Digite um nome.");}if (theForm.email.value == "" &amp;&amp; theForm.nome.value != "" ){theForm.email.focus();alert("Digite um E-mail.");}if (theForm.assunto.value == "" &amp;&amp; theForm.nome.value != "" &amp;&amp; theForm.email.value != ""  ){theForm.assunto.focus();alert("Escolha um assunto.");}if (theForm.mensagem.value == "" &amp;&amp; theForm.nome.value != "" &amp;&amp; theForm.email.value != "" &amp;&amp; theForm.assunto.value != ""  ){theForm.mensagem.focus();alert("Digite uma Mensagem");}return (false);}alert("Mensagem Enviada.");return (true);}
&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-4482307561503165800?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/4482307561503165800/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/contato.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/4482307561503165800?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/4482307561503165800?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/contato.html" title="Contato" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MFQ389eip7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-3155873765339756075</id><published>2009-10-05T12:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T15:10:12.162-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T15:10:12.162-07:00</app:edited><title>Teste de Syntax Highlighter</title><content type="html">&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Em Delphi:&lt;br /&gt;
&lt;pre class="Delphi" id="delphi" name="code"&gt;begin
showmessage('Olá mundo!');
end
&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Em C:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre class="c" id="c" name="code"&gt;void dizer (){
puts('Olá Mundo');
}
&lt;/pre&gt;Em PHP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre class="php" id="php" name="code"&gt;echo 'Olá Mundo!';
&lt;/pre&gt;Em SQL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre class="sql" id="sql" name="code"&gt;SELECT DIZER from MUNDO 
where SAUDACAO=:olamundo
&lt;/pre&gt;Tabela de classes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;C++&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;cpp&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;c&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;c++&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;C#&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;              &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;c#&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;c-sharp&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;csharp&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;CSS&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;css&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;Delphi&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;delphi&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;pascal&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;Java&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;              &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;java&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;Java Script&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;js&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;jscript&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;javascript&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;PHP&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;php&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;Python&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;              &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;py&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;python&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;Ruby&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;rb&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;ruby&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;rails&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;ror&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;Sql&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;sql&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;VB&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;              &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;vb&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;vb.net&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;XML/HTML&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;             &lt;td style="border: 1px solid rgb(170, 170, 170); padding: 5px;"&gt;&lt;tt&gt;xml&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;html&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;xhtml&lt;/tt&gt;, &lt;tt&gt;xslt&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-3155873765339756075?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/3155873765339756075/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/teste-de-syntax-highlighter.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/3155873765339756075?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/3155873765339756075?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/teste-de-syntax-highlighter.html" title="Teste de Syntax Highlighter" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IERnwyfip7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-4914685961093210358</id><published>2009-10-04T18:27:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T15:11:47.296-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T15:11:47.296-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sistema" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="delphi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ihc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="humano" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="programa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="computador" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interface" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="acadêmico" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><title>Sistema acadêmico programado em delphi 7</title><content type="html">Estou postando um programa que fiz programando em delphi 7. Ele não usa banco de dados, sendo assim pode ser visto diretamente após o download. É feito com muito amor e carinho de mãe (sazón).&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais interessante no programa é a escolha de temas para&amp;nbsp; ele como vocês poderão ver nas imagens abaixo e o tratamento de erros na matrícula. .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui tem algumas imagens do programa: clique para ampliar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslA4AVJ1DI/AAAAAAAADZo/mhRMoKybHA8/s1600-h/imagem1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslA4AVJ1DI/AAAAAAAADZo/mhRMoKybHA8/s400/imagem1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslBQpc4kuI/AAAAAAAADZw/pBxxWEplYTg/s1600-h/imagem2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslBQpc4kuI/AAAAAAAADZw/pBxxWEplYTg/s400/imagem2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslBlCDCEzI/AAAAAAAADZ4/nK6Wl-dNhEw/s1600-h/imagem3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslBlCDCEzI/AAAAAAAADZ4/nK6Wl-dNhEw/s400/imagem3.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslB7SKTWsI/AAAAAAAADaA/TOvLJ_jcRQk/s1600-h/imagem4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslB7SKTWsI/AAAAAAAADaA/TOvLJ_jcRQk/s400/imagem4.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslCT1O26rI/AAAAAAAADaI/gQCL51Fu5xQ/s1600-h/imagem5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslCT1O26rI/AAAAAAAADaI/gQCL51Fu5xQ/s400/imagem5.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslCsmzCVUI/AAAAAAAADaQ/UI-8YSShN_A/s1600-h/imagem6.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslCsmzCVUI/AAAAAAAADaQ/UI-8YSShN_A/s400/imagem6.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;E tem também a parte de cadastro do aluno e suas notas e faltas, colocaria aqui mas essas imagens já dá uma idéia do programa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Qualquer dúvida reclamação ou sujestão mande-me um comentário. Eles irão direto para meu email.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/137630506/f6e7732d/guidelines.html"&gt;Clique aqui para fazer o download&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-4914685961093210358?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/4914685961093210358/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/sistema-academico-programado-em-delphi.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/4914685961093210358?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/4914685961093210358?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/10/sistema-academico-programado-em-delphi.html" title="Sistema acadêmico programado em delphi 7" /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/SslA4AVJ1DI/AAAAAAAADZo/mhRMoKybHA8/s72-c/imagem1.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IAQHY8cCp7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-890712475951666112</id><published>2009-07-31T22:35:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T15:12:21.878-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T15:12:21.878-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rede" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conexao" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="informatica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="internet" /><title>Problemas na rede, demora a conexão de rede quando o pc liga.</title><content type="html">Um dos problemas mais chatos de resolver em redes domésticas é a tal da conexão que demora para conectar. Aqui tem 10 dicas que poderão te ajudar MUITO MESMO nas suas conexões de rede e na sua vida emocional e financeira:&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Ruído na conexão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ruído é qualquer interferência que possa interromper a sincronia de sinal ou dificultar a passagem de dados entre o emissor e receptor de dados. Em outras palavras é aquela merda de microndas que você comprou semana passada e passa bem ao lado do fio do telefone, ou o maldito pica-cabo dos infernos que juntou sua linha de telefone junto com a de luz ou simplesmente você tentando conectar o modem que está embaixo do imã gigante dahora que voce achou jogado perto do som do seu irmão. Faça o meu favor, tire esses objetos que possam causar interferência e seja feliz!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acontece em conexões à rádio e a cabo, nas chuvas ou temporais ou furacões f5, uma "leve" perda de sinal, resultando em um fatídico e incánsável vai e vem da conexão, ou às vezes vai e não volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Vírus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah vai me dizer que você não pensou que aquele site tão "transado" não estava cheio daqueles cavalinhos de tróia ou aquela gatinha que apareceu no seu msn realmente queria te passar aquela foto "no motel com meu namorado"?]&lt;br /&gt;
Cara se você clicou nessas coisas saiba que se eu te encontrar na rua eu vou te &lt;del&gt;esfolar vivo arrancar seus ossos queimálos e dar de lavagem para porcos com gripe suína!&lt;br /&gt;
&lt;/del&gt; cobrar 80 reais para uma formatação completa em seu pc! Trate já de instalar um anti-vírus decente (decente eu digo Avira, Kaspersky, não vá me dizer que avast e avg é bom)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 Conexão mal feita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acontece às vezes que aquele sobrinho do seu vizinho, sim aquele que conserta computadores e fez a sua rede, configurou tão mal configurado sua rede que ela até fica parecendo aqueles restos mortais de feijoada que você comeu sábado e que está saindo agora. Sim, uma tremenda e fétida merda. Agora você vai ter que contratar um técnico de computadores de uma AUTORIZADA ou ligar para um suporte por telefone do própio provedor de internet, o que é meio foda, mas existe e você paga por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 Tráfego de rede interna intenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você comprou um computador novo para seu filho, ou seu irmão ganhou um pc novo do seu pai e agora está baixando vários filmes educativos, sua mãe mexe também e sua irmã adora baixar músicas, e você como nerd adora star wars e está baixando a triolgia STAR WARS, e seu pai, pão duro como sempre comprou um hub via cabos sem roteador. Pronto, está feita a festa! A rede fica tão entupida de dados indo e voltando, que para você entrar no "bonde da conexão" tem que esperar muuuuuuito tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É como ônibus lotado, é uma merda, demora sempre mais e se você não pegar, só vai vir um daqui uma hora. Então o jeito é instalar um limitador de banda ou se você é malvado como eu fazer "cair acidentalmente" a conexão e conectar o mais rápido possível e claro se você for muito maldoso, usar uma regra de firewall que só permita que você tenha velocidades rápidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 Máquina lenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu pc é aquele que o silvio santos vendeu, e você quer que ele conecte assim que entre a entrada do windows, hauhauhauhaua eu rio de você. ahuahauhauahuahauaauhauaha eu rio MUITO DE VOCÊ. É hora de pensar em quantos programas você deixa para entrar "automático" quando o windows entra, e deixar somente o básico, por exemplo, porque entrar logo o msn messenger se a primeira coisa que você mexe é o yogurt? entre nos seus recados e enquanto você lê que aquele gatinho te deu o fora você acessa o msn, simples né?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você fica 10 minutos, meia hora, duas horas e a tal conexão se recusa a entrar. Veja aqui os principais motivos daquele íncone infeliz não dizer que você está conectado a &lt;del&gt;150kbps&lt;br /&gt;
&lt;/del&gt; rede!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Você não está conectado a rede porque não existe uma rede!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hora, como você quer conectar uma rede quando ela não existe? isso acontece MUITO quando usamos aqueles modens usb, que na minha opinião são um lixo de modem, que precisa obrigatoriamente de uma conexão pppoe no própio sistema operacional.&lt;br /&gt;
tem no site do &lt;a href="http://support.microsoft.com/kb/283070/pt-br"&gt;ruwindows&lt;/a&gt; uma dica para fazer uma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Você não está conectado a rede porque o servidor remoto não responde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto também acontece muito quando fazemos uma conexão pppoe pelo &lt;del&gt;maldito&lt;br /&gt;
&lt;/del&gt; modem usb.&lt;br /&gt;
Acontece que para nós podermos navegar em sites da web em busca de &lt;del&gt;putaria&lt;br /&gt;
&lt;/del&gt; entreterimento, o modem faz um papel de "leva e traz" nervoso antes de você ver qual é a novidade no seu site preferido.&lt;br /&gt;
Em pouquíssimas palavras ele faz assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Modem envia uma solicitação de ip para o provedor&lt;br /&gt;
- Provedor recebe e envia ip externo&lt;br /&gt;
- Modem recebe ip e pimba! sua rede conectou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é chamado de comunicação síncrona, aquele negócio de sincronismo do pc conhece? não, tudo bem, só nerd sabe dessas coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que isto ocorra, é necessário várias coisas, mas o que agente erra muito é no usuário e senha, ou no própio servidor mesmo, que está superlotado e não tem espaço para meros mortais de ip dinâmico como você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solução: Verifica seu usuário e senha, veja se o seu modem está ligado ou tente ligar para seu provedor, xingando eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 Sem tom de discagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, para o item 2 acontecer, você PRECISA do item 3. Sem tom de discagem significa que seu modem não está funcionando ou que você está tentando ligar por pulso e ele é por tom. Veja suas configurações. (do modem)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 O modem já está sendo usado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto acontece quando ele já está tentando conectar e de alguma forma e deu um erro que ele não conecta. O porque disso? sei lá Deus o porque disso, mas o windows é uma bosta e todo mundo reconhece. &lt;br /&gt;
A solução: reinicie seu windows, a única solução que não fará você perder a cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5  Sinal fraco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pera aí, internet tem sinal? Ora, a internet não, mas a ADSL, RÁDIO, CABO, MÃE DINÁ, todas essas formas de comunicação tem sim um sinal. E dependendo da força dele, não há reza que faça funcionar direito, somente uma caixa da operadora de telefone que não tá nem aí para você. Se você fez tudo o que podia, chamou 5 técnicos, 2 engenheiros, 4 pc guys, o sobrinho do seu vizinho que conserta pc e um macumbeiro e nada adiantou, desista, seu sinal é um lixo e a única coisa que você pode fazer é ligar para a operadora ou para a anatel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim é isso, deixe seus comentários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8479266865797002968-890712475951666112?l=gnuribas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gnuribas.blogspot.com/feeds/890712475951666112/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/07/problemas-na-rede-demora-conexao-de.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/890712475951666112?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8479266865797002968/posts/default/890712475951666112?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gnuribas.blogspot.com/2009/07/problemas-na-rede-demora-conexao-de.html" title="Problemas na rede, demora a conexão de rede quando o pc liga." /><author><name>Jonathan Ribas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_MQeLMNqVPoY/TJxDe4S0UoI/AAAAAAAAEns/yjeRlZ8v4_Y/S220/aqui.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMDRHg8fyp7ImA9WhdRFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8479266865797002968.post-3282655539411931364</id><published>2008-11-18T19:08:00.000-08:00</published><updated>2011-08-05T22:27:55.677-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-05T22:27:55.677-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rede" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="informatica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="internet" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="proxy" /><title>Servidor Proxy</title><content type="html">Este post foi movido para:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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