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   <title>Notícias Jurídicas</title>
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   <description>Notícias jurídicas sempre actualizadas</description>
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     <title>Mais de 100 detidos por mega-fraude na Internet</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27073&amp;cat=2</link>
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     <description>

Mais de 100 pessoas foram detidas nos EUA e 
na Roménia no âmbito de um esquema fraudulento na Internet que roubou mais de 70 
milhões de euros a cidadãos norte-americanos, anunciou o Departamento de Justiça 
norte-americano. Só na Roménia a polícia realizou 117 buscas e deteve 90 
pessoas, de nove cidades. 





Segundo o El 
Mundo, a mega-fraude tinha como base a Roménia. Cidadãos romenos fazia-se 
passar por norte-americanos, nos sites eBay ou Craigslist, pondo à venda carros, 
iates e outros artigos de luxo. E ofereciam-se para entregar o bem em mão se o 
comprador enviasse o dinheiro antecipadamente.
O dinheiro era então levantado por cidadãos com identidades falsas, que o 
reenviavam para a Roménia, depois de retirarem uma percentagem como comissão. Os 
compradores nunca viam o bem que tinham comprado nem o dinheiro que tinham pago. 
Nos últimos 18 meses foram detidas várias pessoas na Florida, Kentucky, 
Missouri, Pensilvânia e Texas, que reenviavam para a Roménia o dinheiro das 
fraudes e várias declararam-se culpadas.
O FBI (Federal Bureau of Investigation) avisou que este tipo de acção foi a 
fraude mais praticada na Internet em 2010. &amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1914578" target="_blank"&gt;Diário de Notícias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:18:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Há 10 mil milhões de euros parados nos tribunais tributários</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27072&amp;cat=1</link>
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     <description>Os tribunais Administrativos e Fiscais (TAF) têm pendentes 59 mil 
processos, dos quais 46.500 são fiscais e envolvem 10 mil milhões de 
euros, o equivalente a 5,8% do PIB, adiantou Lúcio Barbosa, presidente 
do Conselho Superior dos TAF, em entrevista à “Antena 1&amp;#8243;. Trata-se de 
uma “pendência brutal”, admite o juiz conselheiro, que já apresentou à 
nova ministra da Justiça uma proposta para a criação de uma “pool” de 
magistrados para resolver as pendências. O facto de estes processos 
serem terminados não significa que ó dinheiro seja arrecadado. Mas “há 
quem diga, e eu não tenho elementos para isso, que o Estado ainda vai 
perder dinheiro”. Isso será “uma forma popular de ver o problema, mas 
não é pensável que este dinheiro entre todo nos cofres do Estado”, diz.
Jornal Negócios&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asjp.pt/2011/07/18/justica-ha-10-mil-milhoes-de-euros-parados-nos-tribunais-tributarios/" target="_blank"&gt;ASJP&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:00:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Ministério da Justiça deve 2,5 mil milhões de euros aos fornecedores</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27071&amp;cat=1</link>
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     <description>Ascende a mais de 2,5 mil milhões de euros a dívida do Ministério da 
Justiça aos seus fornecedores, quase o dobro do orçamento que detém para
 este ano (1.490 milhões de euros). Só em material de higiene e limpeza a
 dívida herdada pela ministra Paula Teixeira da Cruz atinge os 300 
milhões de euros e em prestação de serviços de vigilância e segurança 
estava por pagar 287,3 milhões de euros. Estes são dois exemplos que 
constam do mapa de dívidas a fornecedores cujo levantamento foi feito em
 Maio – referente a Março de 2011 – por imposição do ainda Governo 
anterior.
No início do ano, o ministro das Finanças Teixeira dos Santos impôs 
um plano de regularização das dívidas do Estado a terceiros e obrigou 
ministérios e empresas públicas a fazerem um levantamento e a 
apresentarem os resultados. Alberto Martins, então ministro da Justiça 
deixou feito em finais de Maio o último mapa de dívidas aos 
fornecedores, que os serviços divulgaram no final desse mês e que sofreu
 uma última rectificação a 17 de Junho, mantendo-se o valor global de 
dívida apurado: 2,5 mil milhões de euros.
Este valor corresponde a quase o dobro do orçamento para o corrente 
ano do Ministério, que é de 1,4 mil milhões de euros, como disse o 
secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do 
Ministério da Justiça. Fernando Santo fez o retrato do Ministério, 
adiantando que conta com 27 mil funcionários, 14 direcções-gerais e 
institutos e 1.100 imóveis. No entanto, paga 38 milhões de euros ao ano 
em rendas. O secretário de Estado (tal como a própria ministra) mostrou 
preocupação com a situação financeira do Ministério, admitindo que, 
entre outras medidas, “eliminar desperdícios” e reduzir a “contratação 
externa” de serviços.
Paula Teixeira da Cruz, disse ao Diário Económico fonte próxima da 
ministra, tem estado desde que assumiu funções, em finais de Junho, a 
fazer levantamentos junto das direcções-gerais das dívidas em atraso, 
bem como da situação do défice orçamental. Os relatórios começaram agora
 a chegar à mesa da ministra e o apuramento real do montante das dívidas
 e do défice está ainda, adiantou a mesma fonte, a ser determinado.
Quanto ao défice, a ministra já disse que “há números que inquietam 
muitíssimo” e que encontrou uma derrapagem orçamental, tal como o Diário
 Económico tinha avançado. A dívida de 2,5 mil milhões de euros de Março
 corresponde a contratações feitas pela Direcção Geral da Administração 
da Justiça (DGAJ), a que gere todos os tribunais e demais organismos da 
Justiça – a que mais dinheiro movimenta – mas existem outras dívidas no 
universo do ministério. Na Direcção Geral da Política da Justiça o 
último levantamento aponta para uma dívida de um milhão. Numa entrevista
 recente, a própria ministra confirmava que só a dívida aos CTT é de “21
 milhões de euros”. Ora, no mapa agora divulgado, a dívida respeitante a
 “apoio judiciário, locação de edifícios e correios” está nos 26 milhões
 de euros. &amp;#91;...&amp;#93; Diário EconómicoFonte: &lt;a href="http://www.asjp.pt/2011/07/18/ministerio-da-justica-deve-25-mil-milhoes-de-euros-aos-fornecedores/" target="_blank"&gt;ASJP&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:58:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Associação de Juizes contra arrendamento de tribunais</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27070&amp;cat=1</link>
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     <description>A Associação Sindical dos Juizes Portugueses (ASJP) quer a proibição 
pelo Ministério da Justiça do funcionamento de tribunais por via do 
arrendamento de edifícios privados e dá mesmo como exemplo o 
recém-inaugurado Tribunal de Vila Franca do Campo, que custará ao 
Governo uma renda de mais de 28 mil euros por mês durante 15 anos, sem 
que o Estado assuma a posse do edifício.
Segundo afirmou à Antena 1/Açores o presidente da ASJP, essa 
reclamação já foi feita à nova ministra da Justiça, Paula Teixeira da 
Cruz, pedindo-se também a realização de uma auditoria que avalie a 
legalidade e a racionalidade dos contratos de arrendamento entretanto 
realizados, para eventual renegociação ou mesmo rescisão.
“Em negócios destes, por um lado paga-se durante anos um valor 
superior ao que se pagaria por um edifício construído e, por outro lado,
 terminado o arrendamento o Estado fica nas mãos dos privados”, lamenta 
António Martins.
Açoriano Oriental&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asjp.pt/2011/07/17/associacao-de-juizes-contra-arrendamento-de-tribunais/" target="_blank"&gt;ASJP&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:57:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Juízes sugerem medidas extraordinárias para resolver atrasos</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27069&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27069&amp;cat=1</guid>
     <description>António Martins, presidente da Associação Sindical dos Juízes 
Portugueses (ASJP), diz que está a aguardar que o governo explique 
melhor como se vai processar no futuro a formação dos magistrados. 
"Estamos à espera de um sinal do governo" sobre a futura direcção do 
Centro de Estudos Judiciários (CEJ) , afirma ao i o magistrado. O que está no programa do governo "não é suficiente para perceber qual o modelo que irá ser aplicado". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
 Enquanto não se resolve o problema da formação, os juízes apresentaram à
 nova ministra da Justiça sugestões para resolver o problema dos 
processos em atraso, como foi exigido pela troika. Os magistrados 
avançam com propostas de acordo para resolver os milhares de processos 
pendentes nos tribunais, que se traduzem na maioria em acções para 
cobrar dívidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Paula Teixeira da Cruz recebeu a associação 
sindical dos juízes (ASJP) e a dos magistrados do Ministério Público na 
semana passada. As prioridades da titular da pasta da Justiça são, por 
um lado, a resolução dos problemas financeiros do ministério, de que são
 exemplo o montante gasto só em rendas - perto de 38 milhões euros por 
ano - e, por outro, na resolução dos processos pendentes, como foi 
exigido no memorando assinado com a troika. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na reunião com a 
ministra da Justiça os juízes aproveitaram para sugerir formas " 
extraordinárias" para resolver os processos em atraso que, segundo 
contas feitas pelo anterior governo, chegavam a 1,6 milhões de 
processos, grande parte dos quais, 1,1 milhões, eram acções executivas, 
ou seja, processos para cobrar dívidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Uma das propostas é 
estabelecer um acordo com os maiores credores, ou seja, com as empresas 
que mais vezes accionam os cidadãos que não lhes pagam - como as 
empresas de telemóveis e as financeiras - para chegar a um acordo. &amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/137511-justica-juizes-sugerem-medidas-extraordinarias-resolver-atrasos" target="_blank"&gt;Ionline&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:55:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Critério vinculativo do testamento vital divide partidos políticos</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27068&amp;cat=1</link>
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     <description>O carácter vinculativo do testamento vital será a principal e única 
divergência política no debate que arranca no Parlamento em Setembro 
sobre o tema. Traduz a vinculação do médico de aceitar a decisão 
registada pelo doente no testamento, de receber ou rejeitar um 
tratamento ou acto médico. O Bloco de Esquerda apresentou na 
quinta-feira a proposta que recuperou da legislatura anterior. E o 
CDS-PP garante que vai apresentar, em breve, legislação própria ou de 
iniciativa governamental.
O PS e o PSD concordam no essencial com os restantes partidos, 
excepção feita ao carácter vinculativo do testamento vital e à rede 
nacional autónoma de cuidados paliativos.
João Semedo, deputado do BE, destaca esse consenso partidário em 
torno do testamento vital. Mas reconhece que a “natureza mais ou menos 
vinculativa do que pretende o doente ainda impõe uma base de discussão 
parlamentar” que pode vir a condicionar a lei a aprovar até ao final da 
legislatura, em Julho de 2012.
O PS vai apresentar também “em breve” uma proposta, disse a líder da 
bancada parlamentar socialista, Maria de Belém. A também ex-ministra da 
Saúde admitiu ainda que, além do carácter vinculativo para o médico, 
“tudo dependerá igualmente da qualidade e do tipo de informação que o 
doente deve ter antes de formalizar o testamento”. Maria de Belém 
defende que o “ideal é que, dos quatro projectos, se faça um texto 
comum”. E a deputada centrista, Isabel Galriça Neto, acompanha a opção 
convergente dos socialistas. O PSD tem insistido, a propósito, na 
intenção de acompanhar no essencial as propostas e projectos conhecidos,
 “se garantirem critérios de razoabilidade”, como salientou o deputado 
social-democrata Nuno Reis.
E a Igreja Católica diz que o mais importante é não abrir uma porta 
para a eutanásia. E apoia todas as medidas que visem a melhoria das 
condições de vida e tratamento das pessoas. “O fundamental é que o 
testamento vital não seja uma porta aberta para a eutanásia, nem 
explícita nem implicitamente”, diz Manuel Morujão, secretário da 
Conferência Episcopal Portuguesa. “Deve ser dado ao médico o critério de
 definir o que será melhor para o doente, no espírito do que este 
determinou”, acrescenta Manuel Morujão.
Para a Igreja Católica central é a garantia, e melhoria, dos cuidados
 paliativos. “Para libertar ao máximo os doentes da dor, porque o doente
 grave não é descartável e deve ter uma dignidade igual à do atleta 
olímpico” , diz o responsável da Conferência Episcopal.
O Programa do Governo prevê a conclusão do “processo legislativo 
anteriormente iniciado assegurando a aprovação de uma lei de testamento 
vital” e a instituição “por metas faseadas” de “uma rede de âmbito 
nacional de cuidados paliativos”. &amp;#91;...&amp;#93; Diário EconómicoFonte: &lt;a href="http://www.asjp.pt/2011/07/18/criterio-vinculativo-do-testamento-vital-divide-partidos-politicos/" target="_blank"&gt;ASJP&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:53:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Estado demora a saldar dívidas </title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27066&amp;cat=1</link>
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     <description>Apesar de a troika exigir que o Estado não demore mais de três meses a 
pagar aos fornecedores, os números do primeiro trimestre deste ano 
mostram que o Estado continua a figurar no papel de mau pagador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os prazos médios de pagamento dos serviços 
públicos, divulgados pela Direcção--Geral do Orçamento, nos primeiros 
três meses do ano, 36 organismos (sob a gestão directa ou indirecta do 
Estado) estão a saldar as dívidas a fornecedores num prazo superior a 90
 dias. Aliás, quando comparado com o número de dias que demoravam a 
pagar no final de 2010, a maioria (22) viu o prazo de pagamento 
alargar-se .No topo da lista está o Centro 
Hospitalar do Oeste Norte, que demora mais de um ano a pagar aos 
fornecedores (387 dias). Aliás, é o sector da Saúde que demora mais 
tempo a pagar já que, da lista das entidades que excedem os 90 dias de 
prazo médio, 13 estão sob a tutela do ministro Paulo Macedo.No
 segundo lugar, surge o Subsistema de Saúde da Justiça, cujo prazo médio
 de pagamento atingiu em Março os 331 dias – mais 71 do que no final de 
2010. Além destas duas áreas, a Defesa agrega quatro organismos a 
resvalar nos prazos, entre os quais o Instituto de Acção Social das 
Forças Armadas. A Administração Interna também vê as suas entidades de 
maior relevo na lista de piores pagadores: a GNR e a PSP. &amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/estado-demora-a-saldar-dividas" target="_blank"&gt;Correio da Manhã&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 13:13:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Directora do DCIAP: fraude fiscal em Portugal é assustadora</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27065&amp;cat=1</link>
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     <description>Quando se fala em corrupção em Portugal a maior
 parte das pessoas está a referir-se a burlas ou fraudes. «Há uma 
confusão de conceitos», diz a directora do DCIAP, que acredita que 
fenómeno já foi maior.

				 
					
				
Quando o tema da corrupção está na ordem do dia, com a nova ministra da 
Justiça a defender que é um «objetivo estratégico» para o Governo, a 
directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal defende 
que a prioridade deveria ir para o crime económico e a fraude fiscal.

"Eu não sei se o país tem muita corrupção, até duvido, houve tempos em 
que haveria mais, sinceramente até penso que hoje as pessoas têm mais 
cultura, mais educação, mais respeito ou medo, mas a fraude fiscal sim, é
 maior e de uma maneira assustadora e esmagadora", afirmou à Lusa 
Cândida Almeida.

A magistrada diz mesmo que "se todos pagassem os seus impostos, se não 
se pusesse dinheiro lá fora nas 'off-shores', provavelmente não era 
preciso esta ajuda internacional, não estávamos nesta crise".

A confusão gerada entre conceitos é uma razão apontada por Cândida 
Almeida para uma percepção errada sobre a dimensão da corrupção em 
Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
"Há uma confusão de conceitos. Normalmente, os cidadãos, e já tenho 
ouvido pessoas responsáveis nas televisões e comentadores a falarem de 
corrupção, estão a pensar noutros crimes, normalmente pensam em fraude 
fiscal, mas são coisas diferentes", diz a procuradora-geral adjunta.

Há o conceito jurídico e o conceito social, e os cidadãos normalmente 
estão a falar de um conceito social, que é muito mais vago.


&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&amp;amp;id_news=521908" target="_blank"&gt;Diário Digital&lt;/a&gt; com Lusa</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 12:43:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Corrupção: Sítio da PGR para denunciar crime recebeu mais de 1.000 participações, só 6 inquéritos</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27064&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27064&amp;cat=1</guid>
     <description>Uma linha aberta ao cidadão para denunciar crimes de corrupção, no 
sítio na internet da Procuradoria-Geral da República, recebeu desde 
novembro mais de 1.000 participações, mas apenas seis três deram lugar a
 inquéritos para processo-crime.
Esta linha de participação pública no combate ao crime da corrupção surgiu na sequência de uma recomendação da OCDE.
A linha visa permitir que todos os que conhecem fenómenos de 
corrupção possam denunciar de forma anónima. Há um magistrado que está 
exclusivamente dedicado ao 'site'. &lt;a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12818282.html" target="_blank"&gt;Lusa&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 08:34:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Governo avança com uma subida das pensões mínimas</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27063&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27063&amp;cat=1</guid>
     <description>O Governo está a ultimar um aumento das
 pensões mínimas, que rondam hoje os 200 euros. Esta é uma medida que 
integra o Plano de Emergência Social (PES) que será apresentado até ao 
final do mês. O alvo são os mais desfavorecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Executivo de Passos Coelho quer 
avançar ainda em Julho com o anúncio de um pacote de apoios que se 
destinam a proteger os segmentos sociais mais desfavorecidos. Um deles 
será o aumento dos valores actuais das pensões mínimas rurais e sociais 
(ver quadro) em Janeiro, como constava no programa do Governo. Estão 
abrangidos cerca de um milhão de portugueses, o que corresponde a perto 
de um terço do total de pensionistas inscritos no Centro Nacional de 
Pensões.Ler mais na edição &lt;a href="http://cimjn.newspaperdirect.com/epaper/viewer.aspx" target="_blank"&gt;e-paper&lt;/a&gt; ou na edição impressa&lt;a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1914115" target="_blank"&gt;Jornal de Notícias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
     <pubDate>Mon, 18 Jul 2011 08:18:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Fisco: Mais de 14.400 benefícios fiscais cancelados </title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27061&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27061&amp;cat=1</guid>
     <description>
    O relatório de combate à fraude e evasão fiscais de 2010 apresenta 
os resultados do trabalho levado a cabo pela máquina fiscal.    
  &lt;br /&gt;1. Mais de 14.400 Benefícios fiscais cancelados&lt;br /&gt;Em
 2010, o Fisco fez uma auditoria aos benefícios fiscais de mais de dois 
milhões de contribuintes. Deste controlo resultou o cancelamento de mais
 de 14.400 benefícios. O imposto onde ocorreu um maior número de 
cancelamentos foi o IRS, tendo mesmo ocorrido um aumento face ao ano 
anterior. Este cancelamento ocorre quando o Fisco detecta dívidas ou 
irregularidades aos contribuintes.
2. Rendimento dos artistas cresceu 128%&lt;br /&gt;As 
actividades artísticas e de espectáculos têm estado na mira das 
inspecções do Fisco. No ano passado, foram "controlados directa ou 
indirectamente centenas de espectáculos e actuações" em Portugal e no 
estrangeiro (via congéneres da DGCI de 46 países), refere o relatório, 
tendo-se verificado que entre 2004 e 2009 uma subida de 128% nos 
rendimentos médios declarados dos artistas.
3. Mais de dois milhões de processos de contra-ordenação concluídos&lt;br /&gt;O
 Fisco concluiu, ao longo de 2010, mais de dois milhões de processos de 
contra-ordenação. O número de processos resolvidos desceu ligeiramente 
face ao ano anterior, contudo, o tempo médio de conclusão desceu de 1,7 
meses em 2009 para 1,6 meses em 2010. A falta de entrega de imposto 
(48,88%) e a falta ou atraso de declarações (42,5%) representaram a 
maioria das infracções nos processos instaurados.
4. Quase um milhão de penhoras&lt;br /&gt;No ano passado, a 
organismo liderado por Azevedo Pereira fez quase um milhão de penhoras, 
ainda assim um valor inferior aos 1,1 milhões feitos em 2009. No 
entanto, foram marcadas apenas 41.454 vendas coercivas. A diferença 
explica-se porque em muitos casos, os contribuintes devedores pagam as 
suas dívidas e regularizam a sua situação tributária para impedir que os
 bens penhorados sejam efectivamente vendidos.
5. Imposto detectado em falta atinge os 921 milhões&lt;br /&gt;Foram
 feitas regularizações voluntárias das correcções à matéria colectável 
que chegaram aos 2,5 mil milhões de euros, mais 32% do que em 2009. 
Foram também feitas correcções aos impostos encontrados em falta - 
retenções na fonte de IRC, IRS, Imposto de Selo e IVA - no valor de 921 
milhões de euros.
6. Fisco aperta controlo a farmácias e laboratórios&lt;br /&gt;Este
 ano, a Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) promete apertar o controlo à 
denominada "economia paralela", ou seja, violações deliberadas e fraude 
fiscal. Assim sendo, as acções inspectivas a realizar em 2011 incidirão 
sobre sectores de actividade, operações e tipos de contribuintes das 
áreas da construção civil, contabilidade e consultoria fiscal, comércio 
de automóveis usados e empresas da restauração, entre outras. Destaque 
ainda, este ano, para inspecções ao sector das farmácias e laboratórios,
 e ourivesarias e relojoarias.
&amp;nbsp;&amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://economico.sapo.pt/noticias/fisco-mais-de-14400-beneficios-fiscais-cancelados_122603.html" target="_blank"&gt;Diário Económico&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Sun, 17 Jul 2011 15:47:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Como vai funcionar a sobretaxa de IRS e os rendimentos abrangidos </title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27060&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27060&amp;cat=1</guid>
     <description>O funcionamento da contribuição extraordinária de IRS foi ontem 
explicado pelo ministro das Finanças. Saiba como, quando, a quem e qual a
 taxa que vai ser aplicada.
1. QUEM ESTÁ ABRANGIDO?&lt;br /&gt;A sobretaxa de IRS vai 
ser paga por trabalhadores dependentes, pensionistas e trabalhadores 
independentes. Os titulares de rendimentos prediais, isto é, senhorios 
que recebam rendas de imóveis, também serão abrangidos, bem como quem 
aufira mais-valias bolsistas. Ou seja, rendimentos que têm de constar 
obrigatoriamente na declaração anual de rendimentos apesar de serem 
tributadas à parte, a uma&lt;br /&gt;taxa especial de imposto. Este é também o 
caso dos rendimentos das categorias A e B obtidos através de actividades
 de elevado valor acrescentado, com carácter científico, artístico ou 
técnico.
2. QUAIS OS RENDIMENTOS QUE ESCAPAM AO NOVO IMPOSTO?&lt;br /&gt;Não
 se aplica aos rendimentos sujeitos a taxas liberatórias. Em causa estão
 dividendos e de rendimentos de aplicações financeiras como juros de 
depósitos a prazo ou dos certificados de depósito e rendimentos de 
títulos de dívida. E ainda os juros e outras formas de remuneração de 
suprimentos, abonos ou adiantamentos de capital feitos pelos sócios à 
sociedade. Todos deverão ficar de fora, uma vez que o Código do IRS não 
exige que sejam declarados ou englobados na declaração anual de IRS, 
pois são tributados à cabeça a uma taxa liberatória de 21,5%. Caso os 
contribuintes, optem pelo englobamento, então o respectivo valor entrará
 tambémpara o cálculo da contribuição especial.
3. COMO SERÁ CALCULADO?&lt;br /&gt;Os trabalhadores 
dependentes e pensionistas serão sujeitos a retenção na fonte à taxa de 
50% que incidirá sobre a parte do subsídio de Natal que, depois de 
deduzidas as retenções normais de IRS e as contribuições para regimes de
 protecção social, exceda o valor do salário mínimo nacional (485 
euros). O imposto propriamente dito corresponderá a uma taxa de 3,5% 
sobre o rendimento anual auferido pelo contribuinte. O corte tem uma 
taxa progressiva, sendo tanto maior quanto maiores foremos rendimentos.
4. COMO VAI SER COBRADO O IMPOSTO AOS PENSIONISTAS E TRABALHADORES DEPENDENTES?&lt;br /&gt;Através
 da retenção na fonte pelas entidades patronais e a Segurança Social, a 
Caixa Geral de Aposentações ou fundos de pensões que procederão depois à
 sua entrega aos cofres do Estado.
5. E AOS INDEPENDENTES, TRABALHADORES EM NOME INDIVIDUAL E SENHORIOS?&lt;br /&gt;No
 caso de sujeitos passivos que não têm subsídio de Natal, nomeadamente 
rendimentos de outras categorias em sede de IRS, como rendas, prediais 
ou rendimentos empresariais e profissionais (categoria B), as Finanças 
explicam que a sobretaxa extraordinária devida será apurada com a 
apresentação da declaração periódica de rendimentos relativa a 2011. 
Casos em que depois de apurado o rendimento colectável se subtrai o 
salário mínimo anual, aplicando-se depois a sobretaxa de 3,5%. O mesmo 
procedimento será aplicado no caso de maisvalias&lt;br /&gt;de partes sociais e de instrumentos financeiros. &amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-como-vai-funcionar-a-sobretaxa-de-irs-e-os-rendimentos-abrangidos_122770.html" target="_blank"&gt;Diário Económico&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Sun, 17 Jul 2011 13:15:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Lista Pública de Execuções</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27059&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27059&amp;cat=1</guid>
     <description>
				A Lista Pública de Execuções permite:
			
				a) Criar um forte elemento dissuasor do incumprimento de contratos porque identifica executados em&lt;br /&gt;
				relação aos quais não se conseguiu encontrar bens penhoráveis suficientes para pagar as dívidas;
				&lt;br /&gt;
				b) Evitar processos judiciais sem viabilidade e cuja pendência prejudica a tramitação de outros,&lt;br /&gt;
				porque se pode, previamente à celebração dos contratos, verificar se aquela pessoa está ou não mencionada na Lista;
				&lt;br /&gt;
				c) Recuperar facilmente o IVA pago relativo a 
contratos até 8.000€ com pessoas que se encontrem na Lista Pública de 
Execuções (artigo 78.º CIVA).
			
				A qualquer momento o Devedor pode fazer retirar o seu nome da Lista 
pagando a dívida ao Agente de Execução responsável pelo processo ou aderindo
 a um plano de pagamentos efectuado com o apoio de uma das entidades 
reconhecidas pelo Ministério da Justiça para prestar apoio a 
sobreendividados. &lt;a href="http://www.citius.mj.pt/portal/execucoes/ListaPublicaExecucoes.aspx" target="_blank"&gt;Portal do CITIUS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
     <pubDate>Sun, 17 Jul 2011 13:11:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Famílias sem bens para pagar dívidas</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27057&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27057&amp;cat=1</guid>
     <description>Quase 10 300 particulares e empresas não têm bens para pagar as dívidas a
 terceiros. O montante total dessas dívidas ultrapassa os 3,5 milhões de
 euros. Paula Meira Lourenço, presidente da Comissão Para a Eficácia das
 Execuções (CPEE), não tem dúvidas de que o número de devedores sem bens
 penhoráveis que consta da lista pública de execuções de dívidas "é 
muito inferior ao real."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista, que é publicada no site da internet do 
Citius, revela que a maioria das dívidas corresponde a valores baixos. E
 não foram cobradas pela simples razão de que, durante o processo em 
tribunal, o agente de execução da dívida constatou que os particulares e
 as empresas não tinham bens registados em seu nome.A
 consulta dessa lista, que é semelhante à lista de devedores do Fisco, 
permite constatar que há vários particulares e empresas com dívidas 
inferiores a 500 euros. A dívida mais elevada, relativa a uma empresa de
 informática, ascende a 497 225 euros. Há ainda um número considerável 
de dívidas entre 50 mil e 100 mil euros.Com base 
na sua experiência na CPEE, Paula Meira Lourenço diz que, em relação aos
 particulares, "a maior parte das execuções que estão pendentes em 
tribunal são situações de dívidas de crédito ao consumo." E dá exemplos 
concretos dessas dívidas: "Telefone, água, luz, computador, televisão, 
carro." LISTA AJUDA OS EMPRESÁRIOSEm
 tempo de forte crise económica, social e financeira, a presidente da 
Comissão para a Eficácia das Execuções (CPEE) alerta os empresários para
 a importância de consultarem a lista pública de execuções de dívidas. Segundo
 Paula Meira Lourenço, "os empresários, antes de venderem a crédito, 
deviam consultar a lista pública de execuções para saberem se podem 
vender a crédito àquela pessoa."&amp;nbsp; &amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/familias-sem-bens-para-pagar-dividas" target="_blank"&gt;Correio da Manhã&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Sun, 17 Jul 2011 12:23:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Mais de mil denúncias de corrupção na PGR em oito meses</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27055&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27055&amp;cat=1</guid>
     <description>Mais de mil denúncias de corrupção deram entrada na página da Internet 
da Procuradoria-Geral da República (PGR) para participar casos de 
corrupção desde que esta foi criada, em Novembro de 2010. Destas, seis 
deram origem a inquéritos e 83 a averiguações preventivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informação da PGR, as denúncias no sector público relacionam-se 
principalmente com alegadas irregularidades no que respeita a entidade 
públicas (ou particulares às quais foi reconhecida utilidade pública), 
relacionadas com licenciamentos de actividades ou estabelecimentos e a 
contratação de bens, serviços ou funcionários. O processo de obtenção de
 licença para conduzir e a atribuição e gestão de subsídios públicos são
 outros motivos que levaram à apresentação de denúncias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no 
sector privado, a maioria das denúncias prende-se com alegadas 
actividades lesivas da cobrança de receitas fiscais, recebimento 
indevido de prestações sociais e irregularidades na gestão de empresas, a
 que se associam as suas dívidas à Fazenda Nacional, à Segurança Social e
 aos trabalhadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domínio do comércio internacional, as 
denúncias reportam-se, sobretudo, a burlas em transacções efectuadas 
através da Internet, normalmente relativas a viaturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As queixas
 relacionadas com o sector desportivo são, em termos quantitativos, "de 
diminuto significado", nota a PGR, sublinhando que é mais relevante "o 
número de denúncias que se reportam a situações não compreendidas no 
âmbito das finalidades e objectivos que a criação da Linha de Denúncias 
de Corrupção visou servir, isto é, a denúncia de casos de corrupção, tal
 como definida na página onde a Linha de Denúncias é disponibilizada".&lt;br /&gt;&amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://www.publico.pt/Sociedade/mais-de-mil-denuncias-de-corrupcao-na-pgr-em-oito-meses_1503271" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Sat, 16 Jul 2011 19:13:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>A corrupção e as parcerias público-privadas</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27053&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27053&amp;cat=1</guid>
     <description>O processo dos submarinos, Face Oculta, Taguspark, a
 operação “Furacão” e os casos BPN e BPP são a face mais visível e 
mediática do fenómeno da corrupção. 
                O programa “Em Nome da Lei” de hoje 
debate o tema, sobretudo, numa lógica jurídico-política e com um enfoque
 muito especial num terreno fértil do fenómeno: as parcerias 
público-privadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participam no debate os dois comentadores 
residentes do programa – o juiz desembargador Eurico Reis e o advogado e
 professor de Direito Luís Fábrica – e ainda o convidado José Mouraz 
Lopes, juiz da Tribunal da Relação de Coimbra que lançou recentemente um
 livro sobre o tema (“O Espectro da Corrupção”) e que foi director 
adjunto da Polícia Judiciária para a Prevenção da Corrupção e 
Criminalidade Económica e Financeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos objectivos fixados 
pela “troika” é que o Estado não renegoceie os contratos das parcerias 
público-privadas (PPPs) e estude a viabilidade de reduzir as obrigações 
financeiras do Governo em qualquer parceria ou contrato de concessão.&amp;nbsp; &amp;#91;...&amp;#93; R.&lt;a href="http://rr.sapo.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=1231&amp;amp;did=164984" target="_blank"&gt;Renascença&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Sat, 16 Jul 2011 17:25:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Férias judiciais já não são um problema, mas fim de estágios pode causar situações de ruptura</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27052&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27052&amp;cat=1</guid>
     <description>O presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais reconheceram hoje que o novo modelo de férias judiciais, entre hoje e 01 de Setembro, responde melhor às exigências da organização judiciária.
&amp;nbsp;
António Martins referiu à Agência Lusa que o tema das férias judiciais
 deu "pano para mangas nos últimos 5,6 anos", mas que agora "houve uma 
alteração", pelo que este ano haverá um sistema de férias "um pouco 
diferente do que tinham sido no passado".
&amp;nbsp;
Depois da polémica verificada há anos depois da redução das férias judicias de Verão para o mês de Agosto e da posterior alteração introduzida, - em que estas começam a 15 de Julho -, o presidente da ASJP entende que o assunto das férias judiciais "morreu" para os juízes.
&amp;nbsp;
"Nós não fazemos disso um cavalo de batalha", disse António Martins, 
observando que as férias judiciais de Verão é um "problema de 
organização dos serviços dos tribunais" e "não um "problema que diga respeito aos juízes".
&amp;nbsp;
O presidente da ASJP frisou que férias dos tribunais e férias dos 
juízes são "coisas distintas", sendo sabido que durante as férias 
judiciais os tribunais não param completamente, continuando a tratar os 
processos urgentes (com presos preventivos), a efetuar os primeiros 
interrogatórios a arguidos, a decretar providências cautelares e a tomar
 medidas no campo da Família e Menores, entre várias outras diligências.
&amp;nbsp;
Admitindo que o novo esquema de férias judicias traz "maior 
tranquilidade" na preparação do novo ano judicial, António Martins 
apontou como maiores desafios da Justiça a curto prazo a
 celeridade e a tentativa de resolver muitos processos em tempo útil, 
dando cumprimento a compromissos assumidos com a 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu). &amp;#91;...&amp;#93; &lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/137071-ferias-judiciais-ja-nao-sao-um-problema-mas-fim-estagios-pode-causar-situacoes-ruptura" target="_blank"&gt;Ionline&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
     <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:46:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Paula Teixeira da Cruz discute com os profissionais da Justiça um novo modelo de formação</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27050&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27050&amp;cat=1</guid>
     <description>O ministério da Justiça vai avançar com uma mudança de peso na formação dos magistrados e em vez de se encarregar de formar apenas juízes e procuradores vai incluir também nesta formação os advogados.
 Ou seja, o curso necessário para exercer as funções nos tribunais 
incluirá um tronco comum de formação para futuros juízes, procuradores e
 advogados. Resta saber se o Centro de Estudos Judiciários (CEJ) será o 
único responsável pela formação de todos estes profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O i perguntou ao Ministério da Justiça como iria implementar este tronco comum. Na resposta enviada pelo gabinete de Paula Teixeira da Cruz
 pode ler-se que "a ministra da Justiça tem um objectivo muito 
importante que é o de promover a concertação estratégica no âmbito da 
Justiça. O tronco comum para a formação das profissões jurídicas, que 
consta do programa do governo, tem de ser detalhado nesse âmbito, 
através do diálogo com os representantes de todas essas profissões". Ou 
seja, ainda não se sabe como, mas a ministra já está a discutir o caso 
com os profissionais envolvidos. Paula Teixeira da Cruz já falou com 
representantes sindicais dos juízes e dos magistrados do Ministério 
Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa do governo já previa esta 
alteração quando avançava que iria "melhorar o sistema de recrutamento e
 formação dos magistrados, revitalizando o Centro de Estudos Judiciários
 como entidade vocacionada para a formação dos diferentes operadores de 
justiça. O programa de formação deve ter um tronco comum e deve incluir 
noções básicas sobre o funcionamento da economia, das empresas e de 
gestão". Fernando Santo, o actual secretário de Estado da Justiça também
 falou nisso no discursos que proferiu na Procuradoria quando garantiu 
que o ministério vai proceder á " revitalização do Centro de Estudos 
Judiciário, melhorando o sistema de recrutamento e formação de 
magistrados e abrindo a formação aos diferentes operadores de justiça". Adriana Vale &lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/136917-juizes-procuradores-e-advogados-com-formacao-comum" target="_blank"&gt;Ionline&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
     <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:37:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Juízes querem mudanças nas cobranças de dívidas</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27049&amp;cat=1</link>
     <guid>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27049&amp;cat=1</guid>
     <description>O Conselho Superior da Magistratura defende alterações ao regime 
legal das cobranças de dividas (a chamada acção executiva). Só assim, 
segundo o seu vice-presidente, Bravo Serra, será possível 
descongestionar os tribunais, uma vez que o actual sistema não consegue 
dar resposta. Ontem, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, 
anunciou ter entregue à troika um relatório sobre os processos pendentes
 nos tribunais portugueses: 1,6 milhões.
De acordo com o juiz conselheiro Bravo Serra, o CSM apresentou, no 
início desta semana, ao Ministério da Justiça, um conjunto de propostas 
no sentido de o Governo avançar com alterações legislativas “na acção 
executiva, insolvências (falências) e processos laborais”. Aliás, 
recorde-se, no seu último Relatório de Actividades, o órgão de gestão e 
disciplina dos juizes já tinha identificado a acção executiva como o 
principal problema dos tribunais: dos 1,6 milhões de processos 
pendentes, 1,2 milhões dizem respeito a cobranças de dívidas. “O actual 
sistema não consegue dar uma resposta atempada aos credores, a quem lhes
 é reconhecida a existência do crédito, mas só o recebem muitos anos 
depois da decisão”, disse ao DN o juiz Bravo Serra.
Ontem, no final de um conferência na Universidade Católica, Paula 
Teixeira da Cruz adiantou aos jornalistas ter já entregue à troika, que 
ajudou financeiramente Portugal, exigindo em troca também reformas na 
justiça, um relatório sobre os processos pendentes. O número revelado, 
recorde-se, tinha sido já apurado pelo Conselho Superior da 
Magistratura. A nova titular da pasta da Justiça, porém, não adiantou 
que medidas é que pretende implementar para baixar as pendências.
Paula Teixeira da Cruz alertou alertou que o número de processos 
pendentes, 1,6 milhões, pode afinal ser mais baixo, porque “há 
pendências que não são verdadeiras pendências, outras que são demoras 
reais, é preciso tratar os números com cuidado”. Dando um exemplo: 
“Quando se penhora um terço do ordenado a alguém, a penhora está feita, 
mas a acção permanece pendente dez, 15 anos, depende da quantia em 
dívida.”
Diário Notícias&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asjp.pt/2011/07/15/juizes-querem-mudancas-nas-cobrancas-de-dividas/" target="_blank"&gt;ASJP&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:35:00 +0200</pubDate>
   </item>
   <item>
     <title>Processos de despejo vão ter prioridade na justiça</title>
     <link>http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&amp;pg=27048&amp;cat=1</link>
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     <description>Agentes de execução vão dar carácter de urgência aos despejos e 
preparam um protocolo com a Magistratura para que os juízes façam o 
mesmo.
Os agentes de execução vão dar prioridade e considerar como urgentes 
os processos de despejo que têm em mãos e que chegam a demorar a três 
anos a ser resolvidos. Em simultâneo, o Conselho Superior de 
Magistratura (CSM) dará igualmente orientações aos juízes para que dêem 
um tratamento mais rápido a estes casos, no âmbito de um protocolo que 
está a ser preparado com a Câmara dos Solicitadores e que deverá ser 
formalizado em Setembro, depois das férias judiciais. O projecto é uma 
iniciativa da Câmara dos Solicitadores e foi já apresentado à ministra 
da Justiça, que também garantiu o apoio do Ministério.
Canal de Negócios&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asjp.pt/2011/07/15/processos-de-despejo-vao-ter-prioridade-na-justica/" target="_blank"&gt;ASJP&lt;/a&gt;</description>
     <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:32:00 +0200</pubDate>
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