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	<title>Laboratório do Processo Formativo</title>
	
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	<description>Laboratório do Processo Formativo</description>
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		<title>Degustação para o Seminário de Biodiversidade Subjetiva 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 16:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[o que vai acontecer]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Venha conhecer como funciona o Seminário de Biodiversidade Subjetiva. Entenda como funciona, confira as datas, o preço e faça a sua inscrição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/adri_degusta.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1622];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1630" title="Degustação BS2, março 2011" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/adri_degusta.jpg" alt="Degustação BS2, março 2011" width="600" height="893" /></a></p>
<p>Um processo auto-seletivo para o <a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2010/11/seminario-de-biodiversidade-subjetiva-2011/">Seminário de Biodiversidade Subjetiva</a>: um workshop de experiência com os conceitos, métodos e o dispositivo tecnológico do Laboratório.</p>
<p>Este workshop se destina a pessoas que se interessem em participar dos Seminários de formação que apresentam a visão da <span style="color: #aa0005;"><strong>Biodiversidade Subjetiva</strong></span> e sua metodologia desenvolvidas por Regina Favre.</p>
<p>O conceito da biodiversidade subjetiva é uma resposta às novas questões da pós-modernidade trazidas pela globalização e seus modos de produção da subjetividade nos corpos.</p>
<p>Antes de uma escolha mais radical por um seminário que dura 4 semestres, é sempre bom saber onde se está colocando os pés.</p>
<h3>Data: 16 de junho de 2012 das 10 às 18h</h3>
<h3>Local: <a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/" target="_blank">Laboratório do Processo Formativo</a></h3>
<p><strong>Inscrição: mande seu currículo para </strong><a href="mailto: reginafavre@yahoo.com.br" target="_blank">reginafavre@yahoo.com.br</a><br />
<strong>Preço</strong>: R$ 200,00<br />
Mande seu currículo para Laboratório do Processo Formativo<br />
Rua Apinagés, 1100, cj 507.<br />
Fone: 11-38645785</p>
<p><small><a href="http://www.google.com/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=apinages+1100&amp;sll=-23.560335,-46.667496&amp;sspn=0.004504,0.011373&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Apinages,+1100&amp;z=14&amp;ll=-23.540392,-46.682235">Exibir mapa ampliado</a></small></p>
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		<title>Biodiversidade Subjetiva Videoclipe 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 19:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[seminários]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Clipe produzido para a palestra de Regina Favre no SESC Vila Mariana em março de 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Clipe produzido para a palestra de Regina Favre no SESC Vila Mariana em março de 2012<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/laboratoriodoprocessoformativo/~4/xtuBQF6HX34" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Presença</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 19:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[o que penso]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[BS2]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um diálogo formativo editado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/014.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1741];player=img;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1755" title="014" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/014-1024x768.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a>No 3º encontro do grupo BS2: um diálogo formativo editado.</h2>
<p>Para que se possa aprofundar a organização da <span style="color: #aa0005;"><strong>presença</strong></span> é necessário aprofundar seu lugar no plano do <span style="color: #aa0005;"><strong>acontecimento</strong></span>.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Acontecimento</strong></span> é o estado de coisas em seus devires, ambientes dentro de ambientes, onde o corpo, em seu também devir, está imerso como parte do mesmo em seu ato de existir.<span style="color: #aa0005;"><strong> Acontecimento</strong></span> é o que é contemporâneo às ações de um corpo pelas quais modela o seu prosseguimento em particular.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Acontecimento</strong></span> é o fora, o dentro e o fora do fora, em sua interação e simultaneidade. O <span style="color: #aa0005;"><strong>acontecimento</strong></span> é uma configuração temporal.<br />
O <span style="color: #aa0005;"><strong>Acontecimento</strong></span> é feito de simultaneidades, muitas camadas, ecologias físicas, afetivas, sociais, antropológicas, culturais, históricas, tecnológicas, políticas, de poderes e valores&#8230; Podemos chamar o <span style="color: #aa0005;"><strong>acontecimento</strong></span> também de <span style="color: #aa0005;"><strong>campo corpante</strong></span> (<em>bodying-field</em>, expressão utilizada com grande propriedade por Stanley Keleman, autor de <a href="http://books.google.com.br/books?id=v5gQmgCP9QgC&amp;hl=pt-BR&amp;redir_esc=y" target="_blank">Anatomia Emocional</a>).</p>
<p>Cada um de nós é um <span style="color: #aa0005;"><strong>lugar</strong></span>, um <span style="color: #aa0005;"><strong>aqui</strong></span>. (consulte o nosso artigo <a title="Um corpo na multidão: do molecular ao vivido" href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2011/11/um-corpo-na-multidaodo-molecular-ao-vivido/" target="_blank">Um corpo na Multidão</a>).<br />
Para começar a aprofundar e organizar melhor esse <span style="color: #aa0005;"><strong>lugar</strong></span>, organize um fora, só isso. O que acontece quando você <span style="color: #aa0005;"><strong>organiza um fora</strong></span>?<br />
O dentro, o fora, o fora do fora&#8230; <span style="color: #aa0005;"><strong>como você absorve</strong></span> o fora do fora?<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Como o seu fora absorve</strong></span>, transporta o efeito do fora do fora para o dentro?</p>
<p>Seu fora esboça <span style="color: #aa0005;"><strong>um certo design que é uma resposta</strong></span> a este estímulo ou afetação, a este acontecimento do fora do fora, criando a transposição do fora do fora para o dentro, ou seja, o fora organiza um certo design que é uma alteração na membrana entre o dentro e o fora do fora.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Isso se chama comportamento</strong></span>.</p>
<p>Trata-se de uma anatomia particularizada, um <span style="color: #aa0005;"><strong>design vivo</strong></span>, que em si é uma resposta, que em si é uma configuração entre o dentro e o fora do fora, uma configuração do fora que organiza as partes de um certo modo.</p>
<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/AE9-setembro-2009-beto.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1741];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1761" title="AE9 setembro 2009. Foto: Carlos Alberto Teixeira" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/AE9-setembro-2009-beto.jpg" alt="AE9 setembro 2009. Foto: Carlos Alberto Teixeira" width="700" height="464" /></a></p>
<p>Posso, por exemplo, fazer uma <span style="color: #aa0005;"><strong>experimentação com o meu fora</strong></span>.<br />
Quero afinar o meu ouvido para sintonizar melhor com esse ruído que me chega e captar melhor que melodia é esta que um martelo esta produzindo, neste momento, no andar de cima.Vou me organizar nesta forma de escuta fina como um todo. E em seguida desorganizar.<br />
Parou.<br />
Começou de novo.<br />
O que eu faço com o interior da minha cabeça? Como eu modelo a escuta ou como me modelo para escutar? É um modelar-se que a gente descobre que é muito antigo&#8230; esse modo de isolar o dentro do fora do fora&#8230; Se você tocar uma minhoca você vai ver como ela se engrossa para se proteger. Esse engrossar e voltar-se em direção a si mesmo é muito antigo e se faz à minha revelia. É uma ação reflexa, um movimento sobre si mesmo, que altera a forma do corpo. <span style="color: #aa0005;"><strong>Mas eu posso usar a minha condição de animal corticalizado para exercer uma ação sobre isso.</strong></span></p>
<p>Parou o martelo.<br />
O que eu fiz? Talvez esteja ainda com o <span style="color: #aa0005;"><strong>aqui</strong></span>, eu Regina, meio duro para me preparar para a próxima martelada.<br />
Mas eu vou afinar, intencionalmente, de novo as minhas paredes e me expor ao susto da próxima martelada. Quero ver como é. Isso me educa. Quero ver como é.</p>
<p>Capto a minha resposta. Que resposta dei à martelada? Como se desencadeou essa resposta muito antiga aqui?</p>
<p>Como é a forma do seu fora? O que se contraiu em você com estas três marteladas que acabam de irromper? Alguns podem estar sentindo um acumulo de excitação e talvez sintam nos braços, nas pernas, impulsos de sacudir para mandar embora esta irritação. A gente pode fazer a experiência de tentar descarregar com os braços e ver o que acontece.</p>
<p>O fora não é só o que a gente enxerga, são todas as paredes que envolvem as <span style="color: #aa0005;"><strong>passagens pulsáteis</strong></span>, as organizações do pulso que mantêm este pulso funcionando do fora para dentro, do dentro para fora. Até o fim do dia a gente vai passar grandes momentos sem escutar o martelo. E depois quando chegar em casa vamos perceber certas estruturas estressadas porque ficaram imobilizadas para bloquear o ruído.<br />
(V. <a title="Bomba pulsátil em Anatomia Emocional" href="http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&amp;id=v5gQmgCP9QgC&amp;q=bomba+puls%C3%A1til#v=snippet&amp;q=bomba%20puls%C3%A1til&amp;f=false" target="_blank">Bomba pulsátil em Anatomia Emociona</a>l)</p>
<p>Tudo isso é um design construído no continuum da minha história formativa. São variações possíveis dentro da minha forma. Temos um número imenso de variações, mas são variações em cima da minha forma contemporânea ao <span style="color: #aa0005;"><strong>acontecimento</strong></span>, escultura anatômica em camadas da minha história formativa.<br />
A gente pode voltar e perceber como este <span style="color: #aa0005;"><strong>aqui</strong></span> está, não só pulsante quanto habitado por palavras, por imagens, por impulsos de ligação entre as pessoas, entre os corpos, entre os assuntos, o dia. Este <span style="color: #aa0005;"><strong>aqui</strong></span> é sempre habitado.</p>
<p>Antes de fazer uma afirmação a partir desta <span style="color: #aa0005;"><strong>configuração do aqui</strong></span> que eu estou captando, eu posso fazer um <span style="color: #aa0005;"><strong>somagrama</strong></span>. O <a href="http://books.google.com.br/books?id=hBGXuI01qXQC&amp;lpg=PA71&amp;dq=somagrama&amp;hl=pt-BR&amp;pg=PA71#v=onepage&amp;q=somagrama&amp;f=false" target="_blank">somagrama é um registro gráfico dessa superfície, destas zonas</a>. (clique no link para conferir a definição)</p>
<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/DSCN0594.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1741];player=img;"><img class="aligncenter" title="somagrama AE10, encontro4, abril, 2009" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/DSCN0594-e1332355170363.jpg" alt="somagrama AE10, encontro4, abril, 2009" width="326" height="434" /></a></p>
<p>Faça um somagrama, como exercício.</p>
<p>A gente pode experimentar fazer duas operações, agora: uma é <span style="color: #aa0005;"><strong>compartilhar</strong></span> – como é o que é &#8211; e outra é <span style="color: #aa0005;"><strong>problematizar</strong></span>.</p>
<p>Vou dar um nome para isso que a gente está fazendo: dar corpo à experiência ou <span style="color: #aa0005;"><strong>CORPAR</strong></span>.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>VIVER</strong></span><br />
<span style="color: #aa0005;"><strong> INIBIR</strong></span> a continuidade do desencadeamento de formas,<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>DESACELERAR.</strong></span><br />
<span style="color: #aa0005;"><strong> REPETIR A FORMA SELECIONADA PELA INIBIÇÃO</strong></span><br />
<span style="color: #aa0005;"><strong> ANOTAR /POSTURAR/DESENHAR&#8230;</strong></span></p>
<p>de algum modo fixar o fluxo por um momento,</p>
<p>A gente pode começar, metodicamente: a gente já viu pelo próprio desenho que ao INIBIR a continuidade do fluxo de formas em seu desencadeamento contínuo, <span style="color: #aa0005;"><strong>faço uma borda sobre o acontecido</strong></span>.<br />
Acabamos de colocar uma borda sobre o acontecido.<br />
Como fiz o que fiz? Que acontecimento é este que está dentro desta borda? O que aconteceu? O que quero trazer de volta pra cá e representar para mim? Ou para o outro?<br />
Ao colocar uma borda, posso começar a agir sobre essa forma.</p>
<p>O destino dos corpos é prosseguir, eles nascem para desencadear formas, mas também nascem com equipamento para <span style="color: #aa0005;"><strong>moldar esta relação com o vivido</strong></span>, com o dentro, com o fora,com o fora do fora, estabilizando, agregando repertórios e formando tecidos ao longo da <span style="color: #aa0005;"><strong>jornada maturacional de cada soma</strong></span>.</p>
<p>Podemos transformar o vivido em experiência em vez de deixar o vivido apenas escorrer ou nos traumatizar. Nossa herança genética humana permite que se criem alças do vivido sobre si mesmo e se transformem algumas respostas em corpo, em formas que são muito preciosas para nossa adaptação. Isso não é luxo, é uma finura adaptativa.</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Quanto mais eu refino a expressão da minha forma, mais finamente eu me conecto com o presente e com o acontecimento.</strong></span></p>
<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/BS2-enc-3-set11-48.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1741];player=img;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1756" title="BS2 enc 3  set11-48" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/BS2-enc-3-set11-48-1024x683.jpg" alt="" width="620" height="413" /></a></p>
<p>Há formas que acontecem à minha revelia e formas que acontecem com a minha participação. O trauma acontece à minha revelia. Aprendizagem, com a minha participação. Esta é a diferença. O trauma se instala a partir de um reflexo do tronco cerebral. A aprendizagem se instala a partir de um trabalho cortical, neuromotor, sobre o vivido.</p>
<p>Quando habitamos a forma, a <span style="color: #aa0005;"><strong>anatomia da presença</strong></span>, temos contato com o pulso que preenche essa forma. O pulso não é só uma constatação mental. O pulso é o ritmo digital do presente captado na operação de presentificar-se.</p>
<p>A gente está sempre problematizando como construir bordas, como me mover de uma superfície para outra, como estabilizar bordas, como suportar bordas.</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Problematizar</strong></span> permite encontrar uma adaptação mais fina para a estrutura que a gente capta no presente.<br />
A gente é capaz de se autonarrar, eu sou aquela que&#8230; Mas o funcional está em reeditar-se, sempre de maneira mais límpida, checando o encontro do corpo com as condições presentes&#8230; não é bem assim&#8230; atenção&#8230;<br />
A <span style="color: #aa0005;"><strong>clínica</strong></span> é isso, trabalhar junto para atualizar a sua forma, a sua narrativa de si e seus modos vinculares, presentificando-se e promovendo sustentação de presença no campo corpante junto com seu paciente.</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Aluna</strong></span>: Organizar um fora criou sensação de bem estar, boa, eu organizo o dentro e parece que surge espaço para as trocas, cria buracos para acontecerem as entradas e as saídas. Quando você falou para pensar no fora do fora veio uma sensação do muito, de opressão, o corpo todo fica pequeno e contraído, tira a sensação de bem estar, o maxilar ficou rígido, querendo morder, foi difícil sair desta sensação.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Regina:</strong></span> São muitas as formas do reflexo do ataque&#8230; várias estruturas preservadas pela evolução através das quais os animais operam o ataque. O maxilar é poderoso, o masseter é o músculo mais forte do organismo, a mordida tem a força para a imobilização da fonte do perigo, o maxilar é um ancestral da mão. Antes da mão já havia maxilar. Entre os peixes, quando surge o maxilar para a preensão da caça, isso transforma os peixes que têm maxilar nos grandes poderosos dos oceanos. Antes de surgir essa articulação, os peixes só chupavam o ambiente e engoliam diretamente&#8230; não mordiam.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Aluna</strong></span>: agora, falando e fazendo ao mesmo tempo, me dá uma <span style="color: #aa0005;"><strong>sensação de presença</strong></span> muito forte.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Regina</strong></span>: Quando a gente se habita como forma, como anatomia, as camadas se apresentam, as históricas e as comportamentais. Você pode ampliar a presença do maxilar para as mãos e para os pés, para as extremidades da excitação,<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Aluna</strong></span>: parece que a energia vai para fora.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Regina</strong></span>: intensificou, espalhou<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Aluna</strong></span>: cria um bem estar enorme.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Regina</strong></span>: isso se chama atualização de si, aumento de potência, possibilidade de usar a si mesma de maneira mais ampla. Quanto mais você usa de si, mais você se identifica com a lógica única do seu funcionamento.</p>
<p>A invenção da <span style="color: #aa0005;"><strong>membrana</strong></span> é tudo. Membrana como regulador do pulso.<br />
A relativa separação, a regulação do pulso que bombeia o acontecimento-ambiente para dentro e para fora, um bombeamento do acontecimento sendo espremido, processado e projetados no ambiente como resposta, do micro ao macro, um concerto de partes produzindo um processamento maior. A parede corporal repete o modelo da membrana celular.</p>
<p>Estado de parede, longe, perto, misturado, denso, ameaçado, invasivo.<br />
O estado de parede nos dá de volta o sentido de imagem corporal. Por aí, posso apreender como faço o que faço&#8230; como eu faço presença? me afastando, com medo, invadindo, misturando&#8230; como eu faço? Para isso, muita atividade aqui, pouca aqui&#8230; é uma geografia mótil. Essa captação permite essa definição. O tempo todo a gente está captando o que está fazendo. É como os corpos se regulam.<br />
Podemos fazer isso mais finamente, intencionalmente. É dessa configuração do intensivo em nós que sabemos o que estamos vivendo. É de dentro da minha forma que tenho a experiência de ser quem eu sou, de fazer o que faço e como faço.</p>
<p>Pulsos, vários pulsos coexistindo, num concerto pulsátil e excitatório.<br />
Todas as células, todos os tubos transmitindo em ondas, todos os órgãos e tecidos em seus formatos presentes, num conjunto de varias frequências ao mesmo tempo, tocando a música silenciosa do acontecimento, maravilhosa, de cada organismo. Evidências zen&#8230; experiências imediatas.</p>
<h3>Consigna: Organize um fora.</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/IMG_2308.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1741];player=img;"><img class="aligncenter  wp-image-1760" title="AE10, encontro7" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/IMG_2308.jpg" alt="AE10, encontro7" width="560" height="420" /></a></p>
<p>Como é <span style="color: #aa0005;"><strong>organizar um fora</strong></span>? Como você faz para organizar um fora? Isso é um know how importante porque não é apenas um estado meditativo. É necessária a <span style="color: #aa0005;"><strong>lentificação</strong></span> para organizar um fora, é <span style="color: #aa0005;"><strong>uma delimitação de um aqui onde estou processando acontecimento.</strong></span><br />
Meu estado de forma contemporâneo a este acontecimento, um aqui no processo formativo mais amplo, imerso e processando um acontecimento onde sou produtor e participante.<br />
Organize um fora. Captar a forma do que a gente faz não é simples, mas é tudo para estar presente e é tudo para ter potência na presença. <span style="color: #aa0005;"><strong>Captar o que a gente faz e como a gente faz é tudo que a gente precisa para ter potência na presença</strong></span>. (diferente de observar ou ter consciência).</p>
<p>A membrana é a mediação, uma configuração entre o dentro e o fora do fora.<br />
A resposta diz respeito ao momento. Mas a resposta é o que a minha forma pode dar, é uma construção histórica que faz com que eu capte e responda segundo essa expressão.</p>
<p>E a alteração sobre isso (si) é lenta. O tempo constrói e cria uma forma dentro de uma continuidade. A gente tem um modo de fazer as coisas e ir se constituindo. A forma capta, responde e organiza uma resposta ao mesmo tempo. Não é simples só pensar isso, porque é profundamente anatômico: pensar-corpando.</p>
<p>Faça um fora. Faça o seu fora. Muito difícil a gente chegar ao fora da gente, não este fora de sentir, organize o seu fora. E quando a gente torna um pouco mais nítido muscularmente o fora, ele fica um pouco mais nítido como desenho mental. O cérebro capta melhor a forma e isso chama <span style="color: #aa0005;"><strong>propriocepção</strong></span>, é uma captação de sentido, não apenas mecânica. Porque <span style="color: #aa0005;"><strong>a forma em si tem uma inteligência</strong></span>, a inteligência do seu funcionamento. Que forma é esta? É <span style="color: #aa0005;"><strong>uma forma que tem um sentido</strong></span>, a forma da minha presença, a forma através da qual me presentifico, ela contém o meu estar vivo, a minha pulsação e <span style="color: #aa0005;"><strong>regula o tanto e o como estou em conexão com o acontecimento</strong></span>.</p>
<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/000032.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1741];player=img;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1766" title="AE9, setembro 2009" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/000032-1024x678.jpg" alt="AE9, setembro 2009" width="620" height="410" /></a></p>
<p>Fora não é só aparência. Fora é uma contenção que mantém as paredes que sustentam os pulsos de uma certa maneira. A sinfonia dos pulsos em mim me transmite o que estou vivendo, a qualidade da experiência.<br />
Neste pulso do tórax, por exemplo, onde as paredes estão organizadas de um certo jeito, está interpretado de modo pulsátil e digital o acontecimento do fora do fora.</p>
<p>Posso não só organizar como também desorganizar a configuração do meu fora. Passo a passo. E mudar de canal.Quando você faz atualizações sobre a sua forma, você prossegue, você desencalha da forma conhecida, do design de fazer o mesmo e você introduz diferença e continuidade. A forma dá forma ao fora do fora: recorta e interpreta.</p>
<p>A elaboração da questão da presença permite que a gente administre nossas ecologias, se responsabilizando por mantê-las vivas, numa elaboração conjunta, tateando, contribuindo para a manutenção e prosseguimento. O que é estar vivo, ser parte de um ambiente?</p>
<p>Como a lentificação da sequência das nossas formas ensina para os músculos, para o sistema nervoso, para a excitação? A gente está ensinando para si mesmo como estar e constituir ambientes. Evidentemente, é com a maior facilidade que a gente é pressionado a tirar cartas da manga e resolver correndo situações e com isso a gente perde a oportunidade de ser parte do acontecimento.</p>
<p>Presença é uma questão de sintonizar músculos e sistema nervoso, se dar conta da nossa forma e com isso a gente começa a se conceber como uma anatomia única, singular, nossa, e com isso posso ter acesso a quem estou sendo, o que estou fazendo, para que não esteja à mercê das forças. Que não são apenas naturais, mas são forças fortíssimas de manipulação da nossa produção de corpo. E nesse sentido, <span style="color: #aa0005;"><strong>o que estamos fazendo é aprender que regras são essas a partir das quais o corpo se produz e que método é este que permite que eu capte como é, o que é e que eu possa atualizar mais a minha forma e a narrativa de mim a respeito do presente.</strong></span></p>
<p>Forma presença, postura ereta, são organizações anatômicas – tubos, bolsas, tubo profundo, médio e superficial, um diafragma que é o rosto que capta, que faz contato com outros rostos.<br />
Aí eu me capto intensificado, eu capto a minha forma, quem estou sendo hoje, quem estou deixando de ser, a tendência da minha forma, quem estou me tornando. Isso que me facilita produzir mais de mim, de uma maneira atual.<br />
O que me dificulta produzir mais de mim? As dificuldades que a gente está encontrando de estar aqui e agora hoje, estas dificuldades são as minhas dificuldades formativas de prosseguir, prosseguir formando mais de eu mesmo com aquilo que o corpo secreta de si para prosseguir.<br />
Confusão, excesso de atividade mental, dificuldade de conectar imagens com ações, muita informação e dificuldade de conectar estas informações de maneira própria são algumas das muitíssimas dificuldades que podemos identificar.<br />
Como faz,como seleciona, como encarna, como leva adiante uma vida singular, como suporta tanto desafio, como suporta tanta oferta de informação e sentido?<br />
Como a gente reconhece a dificuldade que a gente está tendo agora de estar presente? Como a gente reconhece isso como parte dos nossos padrões formativos?<br />
E quando a gente aprende a associar a presença finamente com uma certa organização muscular de conter a si mesmo, de conter a vida em si mesmo, a gente ganha a potência de prosseguir se sentindo parte. A grande dificuldade é atribuir à presença esta qualidade totalmente física, totalmente anatômica, totalmente real. Estar na realidade. O ambiente, quando a gente se liga nele, excita. A gente capta e isso produz um aumento de excitação. É o começo do co-corpar com o ambiente e atualizar presença.</p>
<p>Com este estado de forma, então, eu recorto, eu capto: a mim, ao ambiente, a própria forma, ao mesmo tempo captando acontecimentos internos, movimentos viscerais, senso de viscosidade que não é mecânico, em absoluto, mas é carregado de vivência, difícil de dar nome.<br />
E como aquilo que eu vivo arrasta associações&#8230; cada presente arrasta associações de imagens, de pensamentos, de projetos, de passados, de outras cenas, de linguagem. E como a linguagem afeta os corpos e os corpos atraem linguagem?<br />
Isso tudo, quando contemplamos e consideramos, nos enche de um senso de mistério&#8230;</p>
<p>Somos, em nosso design, uma <span style="color: #aa0005;"><strong>bomba pulsátil</strong></span>, uma <strong><span style="color: #aa0005;">máquina de estar no acontecimento</span></strong>, de ser parte do acontecimento, uma máquina autopoiética que se constrói com o acontecimento e com as próprias respostas ao acontecimento, uma bomba pulsátil que como as medusas, fica oca e enche, fica oca e enche, suga o ambiente e esvazia, suga o ambiente e se esvazia, do mesmo modo que o coração se enche de sangue e bombeia, enche o vazio de sangue e espreme.</p>
<p>É o vácuo que atrai o ambiente para dentro. Encher-se do ambiente, esvaziar-se, expressar-se, propulsionar-se. Nadar na excitação. Os corpos nadam na excitação do acontecimento. E a minha forma responde ao acontecimento, influi no acontecimento, recorta o acontecimento, capta o acontecimento, forma com matéria do acontecimento.<br />
Quanto mais a gente suporta se preencher de excitação do acontecimento e manejar esse estado, mais a gente exerce potência formativa.</p>
<p style="text-align: right;">Regina Favre<br />
<em>Março, 2012</em></p>
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		<title>A formative intervention</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 20:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[a formative intervention]]></description>
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		<title>Recortes da Biologia Molecular, com Saulo Cardoso e Regina Favre</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 17:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[o que vai acontecer]]></category>
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		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouvir narrativas científicas como se fossem mitos, contemplar imagens, praticar exercícios que transportam esses conceitos para nossas vidas e aprofundar a experiência de ser parte de um processo maior batalhando para constituir uma vida ancorada na nossa realidade biológica...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/sauloregina18.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1586];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1611" title="sauloregina18" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/sauloregina18.jpg" alt="" width="620" height="513" /></a></p>
<p>Contemplar, imaginar, encarnar, manejar-se&#8230;</p>
<p>Na filosofia e na prática formativa que cultivamos no Laboratório, buscamos identificações cada vez mais profundas e ancestrais com a forças e propriedades básicas do vivo&#8230; simplesmente porque isso nos coloca mais dentro da realidade&#8230; participando de um processo formativo contínuo e em rede&#8230; do molecular ao humano&#8230;</p>
<p>Não desejamos provar nada com o poder da ciência, mas oferecer alguns conceitos atuais da ciência biológica a nível molecular que reverberam no fundo da nossa experiência de estarmos vivos formando continuamente uma vida em conexão com as redes, próximas e distantes, de que somos parte&#8230;</p>
<p>Ouvir narrativas científicas como se fossem mitos, contemplar imagens, praticar exercícios formativos que transportam esses conceitos para nossas vidas e aprofundar a experiência de ser parte de um processo maior batalhando para constituir uma vida ancorada na nossa realidade biológica&#8230;</p>
<p>Isso é que vamos oferecer aqui: uma filosofia prática, uma cartografia clínica e também uma estratégia micropolítica para os tempos dos biopoderes.</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Nossos temas:</strong></span></p>
<p>1.    <strong>Imantação</strong>: fluxo de energia, qualidades de energia, partículas, plasma , forças, luz , matéria, polaridade, atração e repulsão. A energia já aparece polarizada através de cargas elétricas isto é ela já é imantada por natureza. Apresentaremos como a energia se transforma e flui criando campos de imantação.</p>
<p>2.    <strong>Agregação</strong>: modelo atômico e modelo celular: a energia diminui seu pulso, se esfria e se agrega: mostraremos átomos de elementos mais comuns da matéria viva e as forças que promovem agregação</p>
<p>3.   <strong> A regulação energétic</strong>a: fotossíntese e respiração celular: condensador de energia: ATP. Como a energia é transferida através de elétrons para o ATP</p>
<p>4.    <strong>Mecanismos genéticos de produção de corpo</strong>: maquinaria molecular e ambientes de concentração de proteínas.</p>
<p>5.    <strong>Comunicação e indução</strong>.</p>
<p>6.    <strong>Órgãos moleculares e celulares da forma</strong>: citoesqueleto e moléculas morfo-reguladoras.</p>
<p>7.    <strong>Esculpindo o corpo</strong>: divisão, movimento e morte celulares. Exemplos do sistema nervoso .</p>
<p>8.    <strong>A metamorfose do corpo</strong>: as formas embrionárias e as camadas de tecidos.</p>
<p>Vamos trabalhar em ciclos renováveis de 8 encontros, <span style="color: #aa0005;"><strong>a partir de 9 de abril</strong></span></p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Dia</strong></span>: segundas-feiras, quinzenais, das 19.30h às 22h</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Valor:</strong></span> 600 reais divididos em 4 cheques pré-datados de 150 reais</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Local</strong></span>: Laboratório do Processo Formativo, R. Apinagés, 1100 cj. 507</p>
<p><span style="color: #aa0005;"><strong>Inscrições:</strong></span> 11-3864-5785 com Célia</p>
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		<item>
		<title>ovos, bs2, janeiro 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ovos]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[cartografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://laboratoriodoprocessoformativo.com/?p=1673</guid>
		<description><![CDATA[Slide show das cartografias produzidas no último encontro do BS2, em janeiro de 2012. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://embed.videolog.tv/v/index.php?id_video=751285&#038;width=560&#038;height=315&#038;related=&#038;hd=&#038;color1=ffffff&#038;color2=ffffff&#038;color3=333333&#038;slideshow=true&#038;config_url=&#038;" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<p><a href="http://www.videolog.tv/video.php?id=751285" target="_blank">ovos, bs2, janeiro 2012</a> por <a href="http://www.videolog.tv/laboratorioformativo" target="_blank">laboratorioformativo</a>  no <a href="http://www.videolog.tv" target="_blank">Videolog.tv</a>.</p>
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		<item>
		<title>Chamada 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamada para a programação do primeiro semestre 2012 do Laboratório. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja a programação completa do primeiro semestre de 2012 aqui <a title="Veja a programação 2012" href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/veja-a-programacao-2012-do-laboratorio/">http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/veja-a-programacao-2012-do-laboratorio/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Veja a programação 2012</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/laboratoriodoprocessoformativo/~3/HzuSx6yXiLo/</link>
		<comments>http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/veja-a-programacao-2012-do-laboratorio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://laboratoriodoprocessoformativo.com/?p=1632</guid>
		<description><![CDATA[Está no ar a nova programação do Laboratório para o primeiro semestre de 2012. Grupos de estudo, de exercício e um grupo de degustação para a nova turma do Seminário. Veja os temas, as datas, programe-se e venha estudar com Regina e colaboradores. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/MG_2805.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1632];player=img;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1472" title="BS2, encontro 4, novembro 2011" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/MG_2805-1024x683.jpg" alt="BS2, encontro 4, novembro 2011" width="620" height="413" /></a></p>
<p>A programação completa para o primeiro semestre de 2012 já está no ar.</p>
<p><strong>A partir de 9 de abril: <span style="color: #aa0005;">Grupo de Estudos de Biologia Molecular</span></strong>, com Saulo Cardoso e Regina Favre. <a title="Recortes da Biologia Molecular iluminando a experiência do processo formativo, com Saulo Cardoso e Regina Favre" href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/recortes-da-biologia-molecular-iluminando-a-experiencia-do-processo-formativo-com-saulo-cardoso-e-regina-favre/">Clique aqui para ver o programa</a>.</p>
<p><strong>A partir de 2 de maio, <span style="color: #aa0005;">Pedagogia do Processo Formativo</span></strong>, com Johannes Freiberg e Regina Favre. <a title="Pedagogia do Processo Formativo (exercícios)" href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/pedagogia-do-processo-formativo-exercicios/">Clique no aqui para ver o programa completo</a>.</p>
<p><strong>No dia 16 de junho</strong> acontecerá a <strong><span style="color: #aa0005;">degustação para Seminário de Biodiversidade Subjetiva</span></strong>, com Regina Favre. <a title="Degustação para o Seminário de Biodiversidade Subjetiva 2012" href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/degustacao-para-o-seminario-de-biodiversidade-subjetiva-2012/">Clique aqui para ver a programação</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/laboratoriodoprocessoformativo/~4/HzuSx6yXiLo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pedagogia do Processo Formativo (exercícios)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/laboratoriodoprocessoformativo/~3/U6DodDiJSo8/</link>
		<comments>http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2012/01/pedagogia-do-processo-formativo-exercicios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[o que vai acontecer]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade formativa]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de exercícios formativos, com Johannes Freiberg e Regina Favre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/regina_johannes.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1616];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1618" title="regina_johannes" src="http://laboratoriodoprocessoformativo.com/wp-content/uploads/regina_johannes.jpg" alt="" width="620" height="514" /></a></h2>
<h2>com Johannes Freiberg e Regina Favre</h2>
<p>O que chamamos de <span style="color: #aa0005;"><strong>corpo</strong></span> é uma <span style="color: #aa0005;"><strong>bomba pulsátil</strong></span>, uma estrutura aprovada pela evolução desde os primórdios da biosfera que bombeia os ambientes, construindo-os e sendo construído por eles&#8230;<br />
A <span style="color: #aa0005;"><strong>construção de uma vida em particular</strong></span>, própria, nada mais é do que preservação das variações segundo as propriedades da bomba pulsátil&#8230; se desenvolvendo e se solidificando em tecidos&#8230;. em sua interação com os ambientes de que é parte. Da vida uterina às redes planetárias do nosso contemporâneo.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Crescer</strong></span> é solidificar camadas e mais camadas de complexificação.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Mover-se</strong></span> é bombear-se nos espaços, em quase infinitas modulações da estrutura em continua construção.<br />
Este é um <span style="color: #aa0005;"><strong>menu de exercícios de anatomia emocional</strong></span> a serem praticados e explorados ao longo dos nossos encontros:<br />
1. Presença é um ato anatômico: anatomia da bomba pulsátil.<br />
2. A bomba pulsátil: o dentro, o fora .<br />
3. Bomba pulsátil, um processador ambiental.<br />
4. Eretibilidade: a bomba pulsátil na vertical<br />
5. A Pratica de Corpar: o corpo é um processo no tempo&#8230; ou como acompanhar o processo de produção de corpo e intervir sobre ele.<br />
6. A embriogênese continuada: como viver as camadas e suas propriedades.<br />
7. A produção e a diversificação tônica: dos reflexos à forma corticalizada.<br />
8. Exercicio básico da maturação postural.<br />
9. A experiência das formas somáticas como comportamento estruturado por tecidos ao longo de uma vida.<br />
10. Os gestos como modulação da forma e a forma como conexão.<br />
e mais&#8230;..<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Horários</strong></span>: segundas-feiras das 8 às 9h30 da manhã ou quartas-feiras das 8 às 9h30 da noite. <span style="color: #aa0005;"><strong>A partir de 2 de maio</strong></span>.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Valor</strong></span>: 250 reais mensais<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Local</strong></span>: Laboratório do Processo Formativo, R. Apinajés, 1100.<br />
<span style="color: #aa0005;"><strong>Vagas</strong></span>: 12 pessoas por grupo.<br />
Johannes Freiberg, educador físico (USP), rolfista avançado, terapeuta corporal formativo.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/laboratoriodoprocessoformativo/~4/U6DodDiJSo8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Medusa 2012</title>
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		<comments>http://laboratoriodoprocessoformativo.com/2011/12/medusa-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade subjetiva]]></category>
		<category><![CDATA[processo formativo]]></category>
		<category><![CDATA[regina favre]]></category>

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		<description><![CDATA[nosso cartão de boas festas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[nosso cartão de boas festas<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/laboratoriodoprocessoformativo/~4/jkunCf0XjpE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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