<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="2.0">
<channel>
<title>Lançamentos - Livraria 30PorCento</title>
<link>http://30porcento.com.br/</link>
<description>Feed de lançamentos da Livraria 30PorCento.</description>
<language>pt-br</language>
<image>
	<url>http://30porcento.com.br/images/logo_letras.gif</url>
	<link>http://30porcento.com.br/</link>
	<title>Lançamentos - Livraria 30PorCento</title>
</image>
<item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503632</link><title>Arte e cultura</title><description>autor: Clement Greenberg&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$59.0 Por R$41.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente em 1961, Arte e cultura é a única coletânea de ensaios organizada por seu autor, Clement Greenberg, mais importante e influente crítico de arte norte-americano do século XX. Grande defensor do expressionismo abstrato e de seu principal expoente, Jackson Pollock, Greenberg foi um dos responsáveis por colocar os EUA na vanguarda da arte contemporânea. Sua trajetória, como bem nota o crítico Rodrigo Naves no prefácio a esta edição, “se confunde com a do surgimento da primeira grande geração de artistas americanos”.

Dividido em cinco partes, que abordam a relação entre arte e sociedade, literatura e, principalmente, a produção e o legado de artistas modernos e contemporâneos centrais, o livro contém alguns dos textos que deram fama a Greenberg, como “Vanguarda e kitsch” e “Pintura de ‘tipo americano’”.
Há muito tempo esgotado, Arte e cultura é republicado agora em nova edição, com tradução revista de Otacílio Nunes.

Considerado o mais importante crítico de arte norte-americano do século XX, Clement Greenberg nasceu em 1909. Sua influência foi decisiva para a afirmação do expressionismo abstrato e toda uma geração de artistas que incluía nomes como Jackson Pollock (1912-1956), Mark Rothko (1903-1970) e David Smith (1906-1965). Morreu em 1994.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503632</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503021</link><title>Tempestades de aço</title><description>autor: Ernst Jünger&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$59.0 Por R$41.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até então inédito no Brasil, o clássico da literatura de guerra Tempestades de aço é a obra de estreia de Ernst Jünger e relata, misturando ficção e anotações dos diários do autor, a vida nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Considerado pelo premiado escritor francês André Gide como o mais belo livro do gênero, a obra perpassa toda a trajetória de Jünger dentro do exército alemão, seus companheiros, as batalhas e os ferimentos aos quais um soldado precisa se submeter, contando sempre com a narrativa poética e envolvente de um dos grandes nomes da literatura alemã. A edição conta também com ilustrações selecionadas dos diários de guerra do autor.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503021</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503625</link><title>Pessoas que passam pelos sonhos</title><description>autor: Cadão Volpato&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$39.9 Por R$27.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que passam pelos sonhos é uma espécie de fantasmagoria. Os personagens deste primeiro romance do jornalista e músico Cadão Volpato vivem a situação política de seus países de maneira oblíqua, recebendo seus ecos, esbarrando ocasionalmente com os fantasmas de um dos momentos mais turbulentos da história política latino-americana. A esses fantasmas, junta-se uma trama sobre família e memória, narrada de maneira inteligente e sutil. No fim da década de 60, um taxista de Buenos Aires e um arquiteto paulistano se veem juntos em uma viagem a Patagônia. Anos depois, seus caminhos voltam a se cruzar.
"É como se estivesse começando agora. Meu primeiro romance sai em maio, pela Cosac Naify. Assim como tem aquele mestre japonês que sonha com sushi, eu sonho com esse meu sexto livro. Chama-se “Pessoas que Passam pelos Sonhos”, aliás. E o homem no centro da foto foi a inspiração física de Rivoli, o meu arquiteto distraído. É Jacques Tati, três centímetros mais baixo que o meu personagem, um brasileiro como eu e você (loiro, olhos azuis, 1,94m). Com ele volto ao tempo de estudante trotskista, de nariz empinado para a América do Sul. Meu romance acerta as contas com um período difícil, 1969-1979, ruim para as distrações. Rivoli passa distraidamente por La Paz, Lima, Cusco, Buenos Aires e Patagônia. Mas São Paulo debaixo da ditadura é a sua casa. Rodrigo Naves escreveu na orelha que o livro se transforma numa epopeia fantasma. Também é por aí." (texto publicado no blog de Cadão Volpato em 17 de janeiro de 2013)
Pessoas que Passam pelos Sonhos na Veja. twitter.com/cadaovolpato/s…&mdash; Cadão Volpato (@cadaovolpato) 29 de abril de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503625</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922578</link><title>A infância de Jesus</title><description>autor: J. M. Coetzee&lt;br /&gt;editora: COMPANHIA DAS LETRAS&lt;br /&gt;preco: De R$44.0 Por R$30.8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em A infância de Jesus, J.M. Coetzee, ganhador do prêmio Nobel de 2003, imagina um país de estrangeiros que, depois de atravessar o oceano, pagam com o esquecimento da própria trajetória a oportunidade de começar uma vida nova.

A condição de estrangeiro também impõe uma língua nova, no caso, um espanhol adquirido precariamente e que ninguém domina por completo.

O leitor é guiado pelo olhar de Simón, recém-chegado que se atribui o papel de guardião de um menino de cinco anos e vai trabalhar como estivador, carregando sacos de grãos de trigo. A subsistência - o simples sustento pelo pão de cada dia - parece ser a única finalidade à qual se dirige a rotina do lugar, onde todos parecem se conformar, não só no que diz respeito à alimentação, a uma dieta moderada.

Inadaptado e insatisfeito, ainda que ansioso por compreender e ser aceito, Simón tenta fazer valer os direitos de alguém cujo corpo continua impregnado de memórias.

Nascido numa família africânder que usava o inglês dentro de casa, Coetzee fez do desconforto linguístico um dos temas de sua ficção. É com esse sentido de estranhamento que Simón trava debates filosóficos com os camaradas, na “ágora” da estiva, e faz o possível para explicar às mulheres um dos fatos mais básicos (e misteriosos) da vida: o desejo.

Cuidando da criança que um acidente lhe confiou e se lançando numa peculiar missão em nome dela, esse homem estabelece vínculos através dos quais a vida em família e a afetividade são expressas em sua face mais estranha.

Resenha de 'A infância de Jesus', de J.M. Coetzee - Prosa: O Globo: oglobo.globo.com/blogs/prosa/po… - @falcaoklein, de goleada, de novo.&mdash; myriam kazue(@myriamkazue) 15 de abril de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922578</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788578275952</link><title>As grandes teorias do teatro</title><description>autor: Marie-Claude Hubert&lt;br /&gt;editora: WMF MARTINS FONTES&lt;br /&gt;preco: De R$49.8 Por R$34.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta obra confronta os discursos dos teóricos do teatro ocidental, de Aristóteles aos dias de hoje. Análise textual, arte da interpretação, estética da recepção são os diferentes modos de abordagem do fenômeno teatral, ditados a cada um deles, tanto pela problemática do período a que pertencem, como por sua prática pessoal, filosófica, literária ou cênica. Acompanhado de um glossário, de uma cronologia sobre os teóricos da estética teatral e de um índice dos nomes de autores, este livro constitui uma ferramenta de referência para os estudantes de Letras, os alunos de Arte Dramática e todos os que se interessam pelo teatro.

Marie-Claude Hubert doutora, especialista em teatro contemporâneo, é professora na Universidade da Provença, onde leciona literatura dramática. Publicou, notadamente, "Langage et corps fantasmé dans le théâtre des années cinquante", "Ionesco", "L'Esthétique de Jean Genet", bem como os manuais "Histoire de la scène occidentale" e "Le théâtre"; e, em colaboração com Joëlle Gardes Tamine, um "Dictionnaire de critique littéraire".</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788578275952</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788578275679</link><title>Ciências da Educação</title><description>autor: Gaston Mialaret&lt;br /&gt;editora: WMF MARTINS FONTES&lt;br /&gt;preco: De R$49.8 Por R$34.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma apresentação geral do que são atualmente as ciências da educação e a recapitulação de alguns problemas epistemológicos ligados a esse novo campo científico constituem o essencial desta obra. Ela pretende se dirigir a três públicos diferentes. Proporcionará aos que desejam se iniciar nas ciências da educação uma apresentação geral do campo que abordam; os historiadores encontrarão aqui algumas indicações sobre a história do pensamento científico pedagógico no decorrer do século passado; os filósofos da ciência encontrarão um exemplo vivo do nascimento e da constituição de um novo campo científico.

Gaston Mialaret, professor honorário da Universidade de Caen, teve um papel importante na criação e no desenvolvimento das ciências da educação e dos movimentos pedagógicos contemporâneos. Sua experiência nacional e internacional (perito de várias grandes organizações internacionais) dá à sua obra dimensões que ultrapassam os limites da França.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788578275679</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=97840501744</link><title>Três mulheres fortes</title><description>autor: Marie NDiaye&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$55.0 Por R$38.5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O romance, vencedor do prêmio Goncourt 2009, é formado por três histórias que falam de mulheres que não se dobram. Apanhadas em situações de incerteza, sofrimento e derrota pessoal, elas resistem à aniquilação — cada uma à sua maneira.

Norah, advogada em Paris, volta à casa do pai, na África, e aprende a libertar-se dele; Fanta, a professora que deixa uma vida bem-sucedida em Dakar para acompanhar o marido francês e se tornar dependente dele, mostra-se mais forte que o marido a ponto de impedir que ele sucumba à depressão; e Khady, pobre viúva senegalesa banida pela família do marido, é capaz de resistir à privação mais absoluta.

Dona de uma linguagem que seduz o leitor, Marie NDiaye também foi agraciada com o prêmio Femina (em 2001, com Rosie Carpe), tornando-se a única escritora francesa a receber o Goncourt e o Femina em toda a história dos dois prêmios.

Marie NDiaye nasceu em Pithiviers, na França, em 1967, e hoje mora em Berlim. Fez sua estreia literária aos 17 anos e já publicou mais de 15 livros. Considerada um dos maiores nomes da literatura francesa contemporânea, é autora de romances, novelas, livros para crianças e peças de teatro - é a mais jovem dramaturga a ter suas peças no repertório da Comédie Française. Caso único em seu país, foi a primeira escritora a conquistar o Femina, por Rose Carpie, e o Goncourt, em 2009, por Trois Femmes Puissantes. Coração apertado é seu primeiro romance publicado no Brasil.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=97840501744</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503052</link><title>A vida privada das árvores</title><description>autor: Alejandro Zambra&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$27.0 Por R$18.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo livro do escritor chileno Alejandro Zambra, A vida privada das árvores é a história de uma espera. Julián, um professor de literatura e aspirante a escritor, aguarda a chegada de Verónica, sua mulher. Mas ela não chega e a espera se alonga. Junto com a enteada, a pequena Daniela, Julián distrai as horas contando histórias de árvores para a menina. Enquanto a mulher não chega, Julián recompõe na memória seu passado e, na imaginação, inventa um futuro possível no qual sua companheira já não existe.

Saindo pela @cosacnaify "A Vida Privada das Árvores", de Alejandro Zambra com tradução de Josely Vianna Baptista... tinyurl.com/bul39dx&mdash; Casmurros (@casmurros) 1 de abril de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503052</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788564065154</link><title>A morte de Virgílio</title><description>autor: Hermann Broch&lt;br /&gt;editora: BENVIRA&lt;br /&gt;preco: De R$49.9 Por R$34.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 1938, Hermann Broch foi preso pela Gestapo e, durante as cinco semanas de cárcere, o escritor – judeu e austríaco – começou a conceber A morte de Virgílio, sua obra-prima, um marco na literatura do século XX. Nesta monumental empreitada literária, Broch recria as dramáticas últimas dezoito horas de Virgílio, um dos maiores poetas da literatura clássica latina, nas quais ele cogita destruir a Eneida, obra de sua vida. O romance é construído por sonhos, pensamentos e falas do próprio poeta, como um complexo fluxo de consciência, que delineia, num mosaico narrativo, os dramas existenciais e estéticos do artista diante da morte. No império romano aos tempos de Augusto, Broch faz um paralelo com o iminente nacional-socialismo de Hitler de sua época, uma preocupação encontrada em outras de suas obras consideradas clássicas, como a trilogia Os Sonâmbulos. Dá sua contribuição histórica à renovação formal do romance e nos leva a refletir sobre a condição humana, a criação artística e a validade dos conceitos morais. Tradução de Herbert Caro.

"Libros como La muerte de Virgilio, de Hermann Broch o aun el celebrado "Ulises" de Joyce resultan imposibles de leer por ser demasiado "artísticos". Todo allí es perfecto, profundo, grandioso, elevado y, al mismo tiempo, nada nos interesa porque sus autores no lo han escrito para nosotros sino para el Dios del Arte." (Witold Gombrowicz em Contra los poetas)

Poesia, poder e o colapso europeu:A Morte de Virgílio, de Hermann Broch, discute o papel da literatura no mundo estadao.com.br/noticias/artee…&mdash; Carlos H. Schroeder (@xroeder) 30 de março de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788564065154</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788573265057</link><title>Bobók</title><description>autor: Fiódor Dostoiévski&lt;br /&gt;editora: EDITORA 34&lt;br /&gt;preco: De R$29.0 Por R$20.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra do escritor russo Fiódor Dostoiévski sempre despertou reações inflamadas da crítica. Aclamado já em seu primeiro romance, Gente pobre, incompreendido com o segundo, O duplo, nenhuma outra obra sua, porém, lhe rendeu ataques tão violentos quanto Os demônios, de 1871. É nesta situação que, em janeiro de 1873, ele assume o cargo de redator-chefe do Grajdanin, semanário de política e literatura de propriedade do reacionário príncipe Miescherski, o que compromete ainda mais sua imagem junto aos meios intelectuais e literários.

Primeiro texto de ficção publicado no Diário de um escritor, que então estreava como seção do Grajdanin, o conto Bobók, mais do que uma resposta genial do autor a seus críticos, é uma peça-chave do universo dostoievskiano: aquela que concentra, como numa cápsula, as principais aspirações criativas do escritor. Com prefácio e tradução de Paulo Bezerra, que verteu a obra para o português, e um texto esclarecedor do ensaísta russo Mikhail Bakhtin, esta edição da coleção Leste conta ainda com oito desenhos magistrais de Oswaldo Goeldi, um dos raros artistas a criar um universo plástico à altura da obra excepcional de Dostoiévski.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788573265057</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503106</link><title>Acontecimentos na irrealidade imediata</title><description>autor: Max Blecher&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$36.0 Por R$25.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontecimentos é uma ficção autobiográfica altamente experimental. Narrado na primeira pessoa, o romance conta uma história de amadurecimento onde os conflitos da adolescência se encontram exacerbados pela subjetividade de um narrador hipersensível e que sofre de uma grave enfermidade. Ao longo do romance, o narrador descobre sua sexualidade e vivencia um profundo isolamento, como diz Bruno Zeni no texto de quarta capa, “em busca de um sentido último para a própria existência”.

Vinicius Jatobá discute "Acontecimentos na irrealidade imediata", livro do cultuado autor romeno Max Blecher bit.ly/Yu3Y3U&mdash; Cosac Naify (@cosacnaify) 22 de março de 2013


Max Blecher nasceu na Romênia em 1909. Aos dezenove anos, publicou seu primeiro texto em prosa na revista de Tudor Arghezi, um dos líderes do modernismo romeno. Quando terminou seus estudos secundários, decidiu cursar medicina, mas escolheu fazê-lo em Paris, provavelmente atraído pela modernidade da cidade. Foi nesse período que recebeu confirmação de que sofria de uma doença rara: o mal de Pott, tuberculose que afeta a coluna vertebral. Passaria o resto de sua vida em sanatórios ou na casa de sua família, tratando a doença. Durante os períodos de internação, Blecher trocava cartas com importantes escritores e filósofos da época, como André Breton, André Gide e Martin Heiddeger. Em 1931, publicou seu poema de adesão ao surrealismo, “L’inextricable position”, na revista de André Breton, Le surréalisme au service de la révolution. Dois anos depois, começou a produzir desenhos ainda mais experimentais do que sua literatura. Em 1934, publicou em Bucareste o volume de poemas Corp Transparent. Até 1938, Blecher concluiria Acontecimentos na irrealidade imediata, lançado em 1936, e escreveria mais dois romances, Inimi cicatrizate e Vizuina luminat. Max Blecher morreu aos 30 anos em maio de 1938.

do romeno Max Blecher: entrevista com o tradutor Fernando Klabin e o biógrafo Doris Mironescu RT @cosacnaify bit.ly/10qyiMt&mdash; Livraria 30porcento (@30PorCento) 3 de abril de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503106</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575593202</link><title>O Capital - Livro I</title><description>autor: Karl Marx&lt;br /&gt;editora: BOITEMPO&lt;br /&gt;preco: De R$98.0 Por R$68.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, a Boitempo deu início a uma de suas maiores empreitadas editoriais: a tradução completa de O capital, pela primeira vez a partir da edição preparada no âmbito do projeto alemão MEGA-2 (Marx-Engels Gesamtausgabe), com tradução de Rubens Enderle. Em março de 2013 a editora lança o primeiro volume deste clássico, que veio à luz na Alemanha em 1867 e é considerado a mais profunda investigação do modo de produção capitalista e suas correspondentes relações de produção e de circulação. Marx se dedica à compreensão das categorias que constituem a articulação interna da sociedade burguesa e analisa o capital em sua relação direta com a exploração da força de trabalho assalariado. A Inglaterra, localização clássica da força de trabalho industrial, serve de ilustração para sua exposição teórica. Assim como na tradução dos Grundrisse, esse volume substitui o tradicional uso da expressão “mais valia” por “mais valor”, uma tradução teoricamente indiscutível e unânime entre pesquisadores brasileiros que trabalham dentro da tradição marxista.

No Blog da Boitempo: texto inédito de Francisco de Oliveira para a edição de "O capital: livro 1", de Karl Marx wp.me/pB9tZ-1tC&mdash; Boitempo Editorial (@editoraboitempo) 18 de março de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575593202</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788573265156</link><title>O Livro do Travesseiro</title><description>autor: Sei Shônagon&lt;br /&gt;editora: EDITORA 34&lt;br /&gt;preco: De R$78.0 Por R$54.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como explicar que um livro escrito no final do século X, início do XI, por uma dama da corte a serviço de sua Imperatriz, em Quioto, numa sociedade tão diversa da nossa quanto o Japão feudal, possa tocar o leitor contemporâneo com tamanho frescor e alegria?

A resposta está no olhar extremamente aguçado de sua autora, Sei Shônagon (c. 966-1020), que conta no Ocidente com um largo número de admiradores - de Jorge Luis Borges, que traduziu parcialmente O Livro do Travesseiro para o espanhol, ao diretor inglês Peter Greenaway, que se inspirou na obra para criar o premiado filme The Pillow Book.

Com uma capacidade de produzir insights inesperados praticamente a cada página, Sei Shônagon ilumina tanto os pequenos fatos do cotidiano no Palácio Imperial, como os fenômenos da natureza, as sutis interações da vida social e a refinada trama de valores estéticos que enlaça e organiza praticamente todas as esferas da cultura.

Verdadeiro recenseamento dos costumes, práticas e mentalidades do período Heian - aquele em que se forma e sistematiza a estética propriamente japonesa -, O Livro do Travesseiro é composto por mais de trezentos textos que, lidos em sequência ou com a liberdade do acaso, compõem um inventário dos afetos, da sensibilidade e do conhecimento de uma época, filtrados pela ótica de uma escritora de talento excepcional. A equipe responsável pela tradução deste clássico oriental: Geny Wakisaka, Junko Ota, Madalena Hashimoto Cordaro, Lica Hashimoto e Luiza Nana Yoshida.

Sei Shônagon (c. 966-1020), como é conhecida hoje, recebeu tal nome enquanto atuava como servidora da Consorte Imperial Teishi, esposa principal do Imperador Ichijô (980-1011, no trono desde 986 até a morte). Nascida por volta de 966, filha e neta de poetas renomados, é convocada no ano de 993 pelo Conselheiro-Mor Fujiwarano Michitaka para servir à Corte de sua filha, Teishi, em Quioto, então capital do Império. Sei Shônagon inicia então, possivelmente aos 27 anos, suas atividades na Ala Feminina do Palácio Imperial, e logo começa a escrever os textos que comporão O Livro do Travesseiro, obra concluída no ano 1001. Em 1000, Teishi falece após complicações de parto, aos 24 anos, e, em 1011, morre o Imperador Ichijô. Afastada da corte, Sei falece em Quioto, por volta do ano 1020.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788573265156</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922370</link><title>Junky</title><description>autor: William S. Burroughs&lt;br /&gt;editora: COMPANHIA DAS LETRAS&lt;br /&gt;preco: De R$37.0 Por R$25.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cotidiano modorrento, um atestado de dispensa do serviço militar e alguns trambiques. Assim o narrador de Junky descreve sua vida antes das drogas. Nem mesmo as catástrofes da Segunda Guerra Mundial haviam sido merecedoras de sua atenção. Alguns miligramas de morfina causariam mais impacto.

Mescla de confissão - William Burroughs foi dependente de narcóticos por catorze anos - e uma objetividade radical, marcada por uma narração veloz e sem espaço para reflexões psicológicas, o livro marcou a estreia do autor na literatura.

Escrito em 1949, durante uma temporada de Burroughs no México, Junky discorre sobre experiências com morfina, heroína, cocaína, remédios controlados, maconha e tráfico de substâncias ilegais. Não obstante alguns percalços iniciais, que atrasaram a publicação em quatro anos, o livro resultou num sucesso editorial.

Nos Estados Unidos dos anos 1950, as drogas eram um demônio a ser combatido. Em Junky não há lugar para a vergonha, o arrependimento e muito menos a redenção, o que, na época, ia contra tudo o que se considerava útil no tocante à abordagem das drogas na literatura. Recheada de confissões de violência, homossexualismo e teorias extravagantes a respeito dos benefícios filosófico-espirituais da droga pesada, a narrativa causou choque. “Estou melhor de saúde agora, depois de ter tomado drogas pesadas em vários períodos da vida, do que estaria se nunca tivesse me viciado”, afirma o narrador ao se declarar dependente.

O amigo Allen Ginsberg, que se autointitulava “agente” de Burroughs por ter convencido um editor de Nova York a publicar o material que uma fila de profissionais havia rejeitado, festeja na introdução do livro sua “atitude cultural revolucionária”.

Décadas mais tarde, Junky permanece atual. Para além do fato de ter chocado uma época, sua força está na habilidade de Burroughs dar tratamento literário ao que chamou de um “estilo de vida”.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922370</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788539303564</link><title>A Filosofia da linguagem de John Searle</title><description>autor: Savas L. Tsohatzidis&lt;br /&gt;editora: UNESP&lt;br /&gt;preco: De R$48.0 Por R$33.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em onze ensaios, doze diferentes autores analisam criticamente, nesta obra, as contribuições seminais de John Searle à Filosofia da Linguagem. O texto de abertura do livro é assinado pelo próprio Searle, um dos mais reconhecidos pensadores desse ramo da Filosofia, e resume os pontos essenciais de sua concepção acerca da linguagem, apontando ainda para o que ele considera como as implicações mais importantes de tal abordagem.

Na introdução, o filósofo relaciona força, significação e mente ao conceito de intencionalidade. De forma concisa, apresenta seus conceitos centrais, ressaltando que entende a linguagem humana como uma extensão das capacidades pré-linguísticas de outras espécies de animais.

Seguem-se, então, os ensaios, inter-relacionados e agrupados em duas partes, igualmente interligadas: “Da mente à significação” e “Da significação à força” (para Searle, uma análise da significação deve integrar uma análise, também, da força ilocutória, além de uma consideração satisfatória sobre a mente).

Os seis textos da primeira parte examinam aspectos das considerações de Searle a respeito da intencionalidade da experiência perceptiva, que está na base de sua concepção acerca da mente e da própria linguagem. Os cinco últimos ensaios tratam de temas como distinção entre conteúdo de uma proposição e força ilocutória, significação livre de proposições, conexão entre intencionalidade mental e linguística, relação entre mente e atos ilocutórios (estes nem sempre expressariam estados mentais).

Com tais abordagens, que além de críticas abrem novas possibilidades de desenvolvimento de alguns dos temas pertinentes à Filosofia da Linguagem, este volume busca contextualizar, no cenário contemporâneo, as teorias que embasam a multifacetada produção de Searle. Também pretende contribuir para uma compreensão mais aprofundada das questões centrais da Filosofia da Linguagem, que, segundo o pensador, foi o ramo da Filosofia que recebeu as maiores contribuições nos últimos 100 a 125 anos.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788539303564</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788531413667</link><title>Da Malícia de Heródoto</title><description>autor: Plutarco&lt;br /&gt;editora: EDUSP&lt;br /&gt;preco: De R$68.0 Por R$47.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plutarco nasce um século depois de Heródoto ser denominado o pai da História. Já naquele tempo, o trabalho do historiador era aquele pautado sempre pelo compromisso com a verdade, deixando para os poetas a narração de ficções. Em Histórias de Heródoto, porém, percebe-se uma musicalidade típica dos poemas épicos, motivo este que leva Plutarco a atacá-lo diretamente em "Da Malícia de Heródoto", fazendo suas invectivas alcançarem não só esta celebre obra como também as tão louvadas qualidades estilísticas de Heródoto, que seriam nada mais que uma camuflagem para a maledicência ou calunia. De todos os escritos que esquadrinhavam defeitos nas Histórias de Heródoto, porém, o único que sobreviveu foi o de Plutarco, agora apresentado em edição bilíngüe com tradução acompanhada de notas e de um minucioso estudo de Maria Aparecida de Oliveira Silva.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788531413667</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503090</link><title>Lanterna mágica</title><description>autor: Ingmar Bergman&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$87.5 Por R$61.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autobiografia do renomado cineasta sueco Ingmar Bergman, Lanterna mágica é um livro instigante e arrebatador. Entre as passagens mais interessantes, a conturbada relação de Bergman com seu pai, um pastor protestante, e o momento decisivo em que descobriu a magia redentora do cinematógrafo, instrumento capaz de transformar um mentiroso num grande artista. A obra apresenta poucos detalhes sobre os filmes realizados e concentra-se nos pormenores da infância e formação no teatro. No entanto, em todo o livro, a voz do narrador se mantém inconfundível: o tom ácido e sarcástico, característico de Ingmar Bergman.

"'Lanterna Mágica' é um espelho por escrito da obra de Ingmar Bergman", afirma Inácio Araújo na Folha de S. Paulo: bit.ly/109nLoI&mdash; Cosac Naify (@cosacnaify) 1 de abril de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503090</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575031111</link><title>Caixa Beckett - Dias Felizes, Esperando Godot, Fim de partida</title><description>autor: Samuel Beckett&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$155.0 Por R$108.5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta caixa é uma reunião das três peças mais importantes do dramaturgo e escritor irlandês Samuel Beckett: Esperando Godot, Fim de Partida e Dias Felizes. Os três volumes contam com tradução do professor e ensaísta Fábio de Souza Andrade, textos críticos, fotos e sugestões de leitura complementares.
A obra de Beckett (1906-1989), vencedor do Nobel de 1969 e considerado um dos maiores escritores da era moderna, é marcada pelo intenso anseio de silêncio e  aniquilação. Para ele o mundo carece de  sentido e toda expressão é fútil, não cabendo ao escritor outro papel que não seja o de expressar essas ideias. Escrevendo em inglês e em francês,– como garantia de que sua obra permanecesse em luta constante com o próprio espírito da língua –, o autor esvaziou o mundo da narrativa tradicional de seus elementos básicos, optando por criar histórias despojadas de enredo e brilho. 
Os principais temas dessas narrativas são os problemas da existência e da identidade do eu, o hábito e a rotina tomados como elementos corrosivos da era moderna, a natureza absolutamente ilusória dos contatos sociais e a trágica dificuldade do homem de tomar consciência de si mesmo diante da passagem do tempo.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575031111</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503298</link><title>O apocalipse dos trabalhadores</title><description>autor: Valter Hugo Mãe&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$39.9 Por R$27.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro romance do escritor português vencedor do Prêmio José Saramago 2007 valter hugo mãe pela Cosac Naify, O apocalipse dos trabalhadores conta a história de Maria da Graça e Quitéria, duas empregadas domésticas (ou "mulheres-a-dia", como são chamadas em Portugal) que, apesar do trabalho duro e da rotina opressiva, mantêm as esperanças em uma vida melhor. O livro narra suas desventuras amorosas: Maria da Graça envolve-se com seu patrão, que considera o homem ideal; Quitéria, por sua vez, vive um romance com um jovem imigrante ucraniano.

Para incrementar o orçamento mensal, as duas fazem bicos como carpideiras, e passam madrugadas velando defuntos desconhecidos. Essa experiência entre mortos e a proximidade da finitude fazem com que tenham uma relação particular com a fé e a religião.

O apocalipse dos trabalhadores é um retrato do nosso tempo, feito da precariedade e dessa esperança difícil. Um retrato desenhado através de duas mulheres-a-dias, um reformado e um jovem ucraniano que refletem sobre os caminhos sinuosos do engenho e da vontade humana num Portugal com cada vez mais imigrantes e sobre a forma como isso parece perturbar a sociedade.

Valter Hugo Mãe, "romancista que não deixa de fazer poesia". Josélia Aguiar sobre "o apocalipse dos trabalhadores": bit.ly/WTllwF&mdash; Cosac Naify (@cosacnaify) 19 de março de 2013


Prosa quase musical e cheia de humor de @valterhugomae traz busca por salvação www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1259…&mdash; Carlos H. Schroeder (@xroeder) 10 de abril de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540503298</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788527308809</link><title>Introdução à Semanálise</title><description>autor: Julia Kristeva&lt;br /&gt;editora: PERSPECTIVA&lt;br /&gt;preco: De R$90.0 Por R$63.0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julia Kristeva pertence ao grupo mais atuante da crítica cultural francesa. Com este já clássico Introdução à Semanálise, publicado em sua edição integral pela Editora Perspectiva, a autora reavaliou os estudos enfeixados sobre o rótulo de "semiótica", imprimindo-lhes nova direção. Seu pensamento traz a marca da obra de Louis Althusser, assim como indica a leitura de Greimas, Lacan e Lévi-Strauss, entre outros. A autora colheu na semiótica as perguntas fundamentais ligadas ao texto, isto é, uma possível textologia: quais são as leis de seu funcionamento? Qual é o lugar desse objeto específico dentre a multiplicidade das práticas significantes? Título de extrema importância não só porque resumiu, à época, as últimas conquistas na análise da significação, como porque se constituiu em uma bem-sucedida tentativa teórica de ultrapassar o não historicismo da pesquisa estrutural.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788527308809</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575593165</link><title>Menos que nada - Hegel e a sombra do materialismo dialético</title><description>autor: Slavoj Žižek&lt;br /&gt;editora: BOITEMPO&lt;br /&gt;preco: De R$79.0 Por R$55.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Boitempo lança, durante o Seminário internacional Marx: a criação destruidora, o maior e mais importante livro teórico do filósofo esloveno Slavoj Žižek. 

A filosofia ocidental tem se desenvolvido à sombra de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, de cuja influência cada novo pensador tenta, em vão, escapar. Seu idealismo absoluto tornou-se, assim, uma espécie de bicho-papão, obscurecendo o fato de ele ser o filósofo dominante da histórica transição à modernidade – período com o qual nosso tempo ainda guarda espantosas semelhanças. Hoje, à medida que o capitalismo global se autodestrói, iniciamos uma nova transição. 

Slavoj Žižek, um dos filósofos mais ambiciosos da atualidade, defende neste livro que é imperativo não apenas voltar a Hegel, mas repetir e exceder seus triunfos, superar suas limitações e ser ainda mais hegeliano que o mestre em si. Tal abordagem permite que o autor, sempre à luz da metapsicologia de Jacques Lacan, diagnostique nossa condição atual e trave um diálogo crítico com as principais vertentes do pensamento contemporâneo – Martin Heidegger, Alain Badiou, o realismo especulativo, a física quân tica e as ciências cognitivas. Obra-prima de Žižek, Menos que nada retoma o legado hegeliano e apresenta um desenvolvimento sistemático de sua filosofia. 

Sobre o livro

Slavoj Žižek finalmente escreveu a declaração definitiva de sua filosofia. Se alguém está realmente interessado em compreender seu pensamento como um todo, vendo como as diversas partes se encaixam, Menos que nada é a resposta possível. – Adam Kotsko 

Žižek consegue tanto solapar os argumentos pós-modernistas em sua dependência de uma recusa a Hegel quanto endossar as objeções à totalidade que são chave nesses argumentos. – Steven Connor 

Em Menos que nada, Žižek permanece resoluto em sua posição de que o “capitalismo não pode ser reformado”, de que não há nada passível de redenção ou de salvação no seu presente ou passado. – Matthew Cole 

Tudo sobre este livro gira em torno de questões de tamanho – literal e metafórico, possível e sublime, fantasmático e mundano. Menos que nada é a ferramenta sarcasticamente intitulada por Žižek para seu “megalivro sobre Hegel”. – Peter Osborne 

Sobre o autor 

Slavoj Žižek nasceu em 1949 na cidade de Liubliana, Eslovênia. É filósofo, psicanalista e um dos principais teóricos contemporâneos. Transita por diversas áreas do conhecimento e, sob influência principalmente de Karl Marx e Jacques Lacan, efetua uma inovadora crítica cultural e política da pós-modernidade. Professor da European Graduate School e do Instituto de Sociologia da Universidade de Liubliana, Žižek preside a Society for Theoretical Psychoanalysis, de Liubliana, e é diretor internacional do Instituto de Humanidades da Universidade Birkbeck de Londres. Menos que nada é o seu nono livro traduzido pela Boitempo. Dele, a editora também publicou Bem vindo ao deserto do Real!, em 2003, Às portas da revolução: escritos de Lenin de 1917, em 2005, A visão em paralaxe, em 2008, Lacrimae Rerum, em 2009, Em defesa das causas perdidas e Primeiro como tragédia, depois como farsa, em 2011 e Vivendo no fim dos tempos e O ano em que sonhamos perigosamente, em 2012.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575593165</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788573213768</link><title>As visitas que hoje estamos</title><description>autor: Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira&lt;br /&gt;editora: ILUMINURAS&lt;br /&gt;preco: De R$53.0 Por R$37.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A imagem de uma orelha descomunal bem poderia ser o emblema deste livro. De fato, ele parece ser o resultado de um ouvido absoluto para as vozes deste mundo e, de certo modo, até do outro. O partido compositivo – tão próprio aos impasses da modernidade – derevolver nas falas mesmas a realidade social e histórica que se deposita, como sedimento, na linguagem vai, aqui, a sua potência máxima.

O livro é, assim, o lugar no qual, como em ondas de linguagem, essas vozes todas, múrmuras ou veementes, vêm quebrar. O rumor que então se levanta, engrossado do eco de tantas falas, emanadas de tantas vidas, faz sua atmosfera e clama aos céus por um sentido.

Em vão, que o céu está vazio. Em um gesto de infinita piedade, o livro recolhe o imenso vozerio e seu clamor, porém não mais pode resgatá-los nem lhes dar um destino: com uma ironia dolorida e isenta de malignidade, pode apenas endereçá-los aos “Santos Anônimos”, patronos de uma inacreditável capelinha, cuja imagem verídica o leitor – ele também um “Santo Anônimo” – encontrará ao lê-lo.

Verificamos, então, que esse livro tão difícil de se classificar pertence, afinal, à grande família do romance, que, como se sabe, abriga a busca decepcionada de todos os desamparados do sentido, os exilados da pátria transcendental. Um romance-limite,no entanto, porque as falas de que é tecido ameaçam formar grupos temáticos e tramas subjacentes, ao mesmo tempo que se esgarçam em todas as direções. Ficamos pensando se é um romance em formação ou em decomposição, para logo descobrirmos que é um romance que se faz desaparecendo, ou que se forma suprimindo-se – linhagem tão central quanto ignorada nas letras brasileiras.

Essa estrutura paradoxal, de si tão abstrata, que tem na morte seu ponto de fuga, acolhe aqui, entretanto, a exalação de um mundo bem determinado – o da grande comarca interiorana (caipira, melhor se diria), que se estende por São Paulo, Minas, Goiás, pedaços do Mato Grosso e do Paraná. Suplantado por um mundo que, pior que ele, não o redimiu nem transcendeu, esse dificultoso mundo caipira, meio rural, meio urbano, às vezes no limite do surreal, encontra-se agora em vias de desaparição. Em as visitas que hoje estamos, tudo o indica, ele dá o seu último suspiro." (José Antonio Pasta)

Morador do interior de Minas surpreende com romance de estreia ambicioso folha.com/no1240034 via @folha_com&mdash; Editora Iluminuras (@iluminuraslivro) 5 de março de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788573213768</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922233</link><title>Toda Poesia</title><description>autor: Paulo Leminski&lt;br /&gt;editora: COMPANHIA DAS LETRAS&lt;br /&gt;preco: De R$46.0 Por R$32.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Leminski foi corajoso o bastante para se equilibrar entre duas enormes onstruções que rivalizavam na década de 1970, quando publicava seus primeiros versos: a poesia concreta, de feição mais erudita e superinformada, e a lírica que florescia entre os jovens de vinte e poucos anos da chamada “geração mimeógrafo”.

Ao conciliar a rigidez da construção formal e o mais genuíno coloquialismo, Paulo Leminski praticou ao longo de sua vida um jogo de gato e rato com leitores e críticos. Se por um lado tinha pleno conhecimento do que se produzira de melhor na poesia - do Ocidente e do Oriente -, por outro parecia comprazer-se em mostrar um “à vontade” que não raro beirava o improviso, dando um nó na cabeça dos mais conservadores. Pura artimanha de um poeta consciente e dotado das melhores ferramentas para escrever versos.

Entre sua estreia na poesia, em 1976, e sua morte, em 1989, a poucos meses de completar 45 anos, Leminski iria ocupar uma zona fronteiriça única na poesia contemporânea brasileira, pela qual transitariam, de forma legítima ou como contrabando, o erudito e o pop, o ultraconcentrado e a matéria mais prosaica. Não à toa, um dos títulos mais felizes de sua bibliografia é Caprichos & relaxos: uma fórmula e um programa poético encapsulados com maestria.

Este volume percorre, pela primeira vez, a trajetória poética completa do autor curitibano, mestre do verso lapidar e da astúcia. Livros hoje clássicos como Distraídos venceremos e La vie en close, além de raridades como Quarenta clics em Curitiba e versos já fora de catálogo estão agora novamente à disposição dos leitores, com inédito apuro editorial.

O haikai, a poesia concreta, o poema-piada oswaldiano, o slogan e a canção - nada parece ter escapado ao “samurai malandro”, que demonstra, com beleza e vigor, por que tem sido um dos poetas brasileiros mais lidos e celebrados das últimas décadas. Com apresentação da poeta (e sua companheira por duas décadas) Alice Ruiz S, posfácio do crítico e compositor José Miguel Wisnik, e um apêndice que reúne textos de, entre outros, Caetano Veloso, Haroldo de Campos e Leyla Perrone-Moisés, Toda poesia é uma verdadeira aventura - para a inteligência e a sensibilidade.

Um booktrailer do livro "Toda Poesia", de Paulo Leminski, com Arnaldo Antunes declamando o poema "contranarciso". youtube.com/watch?feature=…&mdash; Arnaldo Antunes (@antunes_arnaldo) 3 de março de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922233</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540502963</link><title>Antropologia Estrutural - volume 2</title><description>autor: Claude Lévi-Strauss&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$79.0 Por R$55.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coletânea de dezoito textos fundamentais do antropólogo francês Claude Lévi-Strauss, publicados entre 1958 e 1973, sua fase de pleno reconhecimento. O volume inclui uma reflexão sobre a formação do pensamento antropológico, concedendo lugar proeminente ao filósofo Jean-Jacques Rousseau. Aborda temas clássicos da antropologia como “organização social” e “mitologia e ritual”, refletindo sobre a relação entre modelos analíticos e realidade empírica. Rebate críticas que confundem seu método de análise estrutural ao formalismo, próprio dos estudos literários de Vladimir Propp. Finalmente, posiciona-se no debate ético e político, no texto “Raça e história”, proferido na UNESCO em 1952, um manifesto antirracista e em defesa da diversidade sociocultural, que questiona a pretensão ocidental à supremacia cultural, ancorada na ideologia do progresso e em atos massivos de destruição.

Assim como no primeiro volume esta edição foi traduzida por Beatriz Perrone-Moisés.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540502963</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540502895</link><title>O campo ampliado da arquitetura: Antologia teórica (1993-2009)</title><description>autor: A. Krista Sykes&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$82.0 Por R$57.4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dando sequência ao projeto de Kate Nesbitt (Uma nova agenda para a arquitetura: Antologia teórica 1965-1995), a antologia de A. Krista Sykes recolhe 28 dos principais textos contemporâneos de teoria e crítica de arquitetura. Este é o 15º título da coleção Face Norte, e a multiplicidade dos temas abordados é notória: sustentabilidade, espaço virtual e novas tecnologias, modos de representação e de prática projetual, cidades globais, a presença internacional de starchitects (como Herzog & de Meuron, Gehry, Holl, Zaera-Polo, Diller + Scofidio, MVRDV), a interação da arquitetura com outras disciplinas, seu papel no mundo atual e até a necessidade ou não da crítica.

Autores já bem conhecidos no Brasil (Koolhaas, Jameson, Vidler) juntam-se a outros ainda a serem descobertos (entre outros, Lynn, Hays, Rajchman, Kwinter), compondo um panorama dos novos conceitos, objetos de estudo e linhas de pensamento em arquitetura na virada do século XX para o XXI.

A tradução ficou a cargo de Denise Bottmann e Roberto Grey.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540502895</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540502864</link><title>Confissões de um jovem romancista</title><description>autor: Umberto Eco&lt;br /&gt;editora: COSACNAIFY&lt;br /&gt;preco: De R$48.0 Por R$33.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem romancista autor destas Confissões é um famoso acadêmico italiano de 77 anos chamado Umberto Eco. A explicação para o título irônico vem do próprio escritor: "acontece que eu publiquei meu primeiro romance, O Nome da Rosa, em 1980, o que significa que eu comecei a minha carreira como escritor há apenas 28 anos atrás. Assim, eu me considero um escritor muito jovem e certamente promissor, que até agora tem publicado apenas cinco romances e que publicará muitos mais nos próximos 50 anos."

O tom zombeteiro de Umberto Eco não para por aí. Nos primeiros parágrafos das Confissões de um jovem romancista lemos sobre suas primeiras experiências como escritor mirim: "Eu comecei a escrever romances na minha infância. A primeira coisa que eu inventava era o título, geralmente inspirado nos livros de aventura daquela época, do tipo Piratas do Caribe. Eu imediatamente desenhava todas as ilustrações para, em seguida, começar o primeiro capítulo. Mas como eu sempre escrevia em letras maiúsculas, imitando os livros impressos, eu ficava exausto depois de apenas algumas páginas e então desistia. Cada um dos meus textos eram, portanto, uma obra-prima inacabada, como a Sinfonia Inacabada de Schubert."

Umberto Eco revela em suas confissões de romancista todos os segredos envolvendo a construção de livros como O nome da Rosa e O Pêndulo de Foucault, ao mesmo tempo em que discute questões universais relacionadas à criação da trama e dos personagens e especialmente ao híbrido de ficção e ensaio, com o qual se notabilizou, em que figuras históricas convivem com seres nascidos da imaginação.

Umberto Eco e James Wood: duas maneiras de expor suas leituras e vivências. Leia texto novo do @falcaoklein no blog - bit.ly/14ynZdS&mdash; Cosac Naify (@cosacnaify) 28 de março de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788540502864</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922158</link><title>As Agruras do Verdadeiro Tira</title><description>autor: Roberto Bolaño&lt;br /&gt;editora: COMPANHIA DAS LETRAS&lt;br /&gt;preco: De R$44.5 Por R$31.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Agruras do Verdadeiro Tira é um livro fragmentado, uma publicação póstuma do chileno Roberto Bolaño que mal pode ser chamado de "romance inacabado", nas palavras de Ignacio Echevarría. "O livro oferece aos leitores enredos e personagens que complementam ou propõe variações às 900 páginas de seu magnum opus, "2666". Seu protagonista é Óscar Amalfitano, um professor de filosofia exilado que também é o foco da parte 2 de "2666", embora aqui ele tenha uma mulher diferente e seu casamento toma um rumo distinto. O livro começa em Barcelona, Espanha, mas logo desloca-se para Santa Teresa, cidade da fronteira mexicana com os EUA que Bolaño inventou em "2666", e reintroduz alguns dos detetives da polícia que naquele romance tentavam resolver os assassinatos em série de dezenas de jovens operárias." (Harvesting Fragments From a Chilean Master, The New York Times)

#resenha de "As agruras do verdadeiro tira", de Roberto Bolaño, no @estadao: Crônica da sátira inacabada bit.ly/UR5drx&mdash; Companhia das Letras (@cialetras) 7 de janeiro de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922158</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575593073</link><title>Cypherpunks - Liberdade e o futuro da internet</title><description>autor: Julian Assange&lt;br /&gt;editora: BOITEMPO&lt;br /&gt;preco: De R$29.0 Por R$20.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julian Assange é mundialmente conhecido como o editor-chefe da Wikileaks. Esta edição de Cypherpunks – liberdade e o futuro da internet, a primeira a ser lançada na América Latina, vem acrescida de um prefácio especial de Julian Assange, inédito até sua publicação no Brasil.
Tendo por base uma conversa entre os quatro autores (Assange, Jacob Appelbaum, Andy Müller-Maguhn e Jérémie Zimmermann), o texto foi depois reelaborado por eles a fim de esclarecer passagens que poderiam soar confusas. Também foram acrescidas notas explicativas em pontos-chave, porém a ordem do manuscrito, mem geral, é a mesma do diálogo original.
O termo cypherpunk, por sua vez, pode ser traduzido em português como "criptopunk". Os cypherpunks defendem a utilização da criptografia e de métodos similares como meio para provocar mudanças sociais e políticas. Criado no início dos anos 1990, o movimento atingiu seu auge durante as “criptoguerras” e após a censura da internet em 2011, na Primavera Árabe. O termo cypherpunk é uma derivação (criptográfica) de cipher (escrita cifrada) e punk. Não obstante, optou-se nesta edição por mantê-lo em sua forma original, internacionalmente utilizada, em razão das ligações estabelecidas no texto com o movimento Cypherpunk e a lista de discussões on-line de mesmo nome.
Nesta tradução também optou-se por verter os termos "whistleblowing" e "whistleblower" para "denúncia" e "denunciante", respectivamente. Ainda sem tradução consensual na área do jornalismo investigativo brasileiro, os termos fazem referência a membros de organizações, empresas ou governos que denunciam por livre e espontânea vontade as mazelas do sistema na esperança de que elas sejam solucionadas.</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788575593073</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922189</link><title>Sobre História (Edição de Bolso)</title><description>autor: Eric Hobsbawm&lt;br /&gt;editora: COMPANHIA DAS LETRAS&lt;br /&gt;preco: De R$29.5 Por R$20.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: "Estamos aqui para discutir temas e problemas da concepção marxista da história, cem anos depois da morte de Marx. Não se trata de um ritual de comemoração de centenário, mas é importante começarmos a nos lembrar do papel único de Marx na historiografia. Farei isso simplesmente por meio de três exemplos. O primeiro é autobiográfico. Quando era estudante em Cambridge nos anos 30, muitos dos jovens mais capazes aderiram ao Partido Comunista. Mas como se tratava de uma era muito brilhante na história de uma universidade de muito prestígio, vários deles foram profundamente influcenciados pelas sumidades diante das quais nos sentávamos. Costumávamos brincar entre nós, jovens comunistas: os filósofos comunistas eram wittgensteinianos, os economistas comunistas eram keynesianos, os estudantes comunistas da literatura eram discípulos de F. R. Leavis. E os historiadores? Eram marxistas porque não havia nenhum historiador que conhecessemos, em Cambrigde ou em outros lugares - e ouvíamos falar e conhecíamos alguns excelentes, como Marc Bloch -, que pudessem competir com Marx, como mestre e como inspiração."

Acima transcrevi o início do capítulo 11 do livro Sobre História do historiador Eric Hobsbawm, "Marx e a história". Este é apenas um da coleção de ensaios que compõe o livro. Era originalmente uma palestra proferida por Hobsbawm que foi proferida na Conferência do Centenário de Marx, organizada pela República de San Marino em 1983, e publicada na New Left Review, 143 (fevereiro de 1984). pp. 39-50.)
A lista de ensaios que completam o livro são:
1. Dentro e fora da História
2. O sentido do passado
3. O que a história tem a dizer-nos sobre a sociedade contemporânea ?
4. A história e a previsão do futuro
5. A história progrediu?
6. Da história social à história da sociedade
7. Historiadores e economistas: 1
8. Historiadores e economistas: 2
9. Engajamento
10. O que os historiadores devem a Karl Marx?
11. Marx e a história
12. Todo povo tem história
13. A história britânica e os “Annales”: um comentário
14. A Volta da narrativa
15. Pós-modernismo na floresta
16. A história de baixo para cima
17. A curiosa história da Europa
18. O presente como história
19. Podemos escrever a História da Revolução Russa
20. Barbárie: Manual do usuário
21. Não basta a história da identidade</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922189</guid></item><item><link>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922134</link><title>O professor do desejo</title><description>autor: Philip Roth&lt;br /&gt;editora: COMPANHIA DAS LETRAS&lt;br /&gt;preco: De R$39.5 Por R$27.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo livro da trilogia Kopesh - na qual o judeu e professor universitário David Kepesh é o narrador -, O professor do desejo ganha nova tradução em edição publicada pela Companhia das Letras. Curioso notar que a tradução do título original "The Professor of Desire" sofreu uma pequena alteração nesta edição: as duas edições publicadas anteriormente pela Editora Francisco Alves [1978] e pela Círculo do Livro [1988] adotavam "O professor de desejo".

Em 1980, um release publicado na Revista do Livro definia "O professor do desejo" da seguinte maneira: "Na busca contínua do prazer, um intelectual vive o conflito entre as tentações da carne e os ideais da mente". Apesar do tosco resumo jornalístico, de fato o livro narra os encontros do jovem Kopesh com diversas mulheres e os problemas insolúveis que surgem com cada uma. A dimensão do conflito entre "as tentações da carne e os ideais da mente", vai muito além do psicologismo barato:

"Philip Roth é um grande historiador do erotismo moderno... [Ele] fala de uma sexualidade que questiona a si mesma; trata-se de hedonismo, mas é um hedonismo problemático, machucado, irônico. Ele é a junção incomum de confissão e ironia. Infinitamente vulnerável em sua sinceridade e infinitamente elusivo em sua ironia." (Milan Kundera)

Uma boa fonte de resenhas sobre Philip Roth é o blog Livros abertos. E a melhor entrevista com o autor foi publicada pela Paris Review em 1984: Philip Roth, The Art of Fiction No. 84 - Interviewed by Hermione Lee.
Resenha de 'O Professor do Desejo', de Philip Roth, que @andredeleones fez para o @estadao: bit.ly/Y0Vo86. Roth é o pai de todos nós.&mdash; Miguel Sanches Neto (@miguelsanchesnt) 9 de fevereiro de 2013
</description><guid>http://30porcento.com.br/detalhes.php?proc=9788535922134</guid></item></channel>
</rss>
