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	<title>Larissa Herbst</title>
	
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	<description>Designer e nerd nas horas vagas</description>
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		<title>Sem deixar a peteca cair</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2012 21:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já disse que neste cantinho do site eu posso trazer assuntos bem variados. Desta vez, não é tecnologia, nem séries de TV, nem filmes. É sobre esporte, em meio a todo o burburinho das Olimpíadas 2012, em Londres. O tal do badminton Pra quem não está acompanhando, vou contar o que aconteceu na disputa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-689" title="Judô - Olimpíadas 2012" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/08/11-judo2.jpg" alt="" width="638" height="430" /></p>
<p>Já disse que neste cantinho do site eu posso trazer assuntos bem variados. Desta vez, não é tecnologia, nem séries de TV, nem filmes. É sobre esporte, em meio a todo o burburinho das Olimpíadas 2012, em Londres.</p>
<h3>O tal do badminton</h3>
<p>Pra quem não está acompanhando, vou contar o que aconteceu na disputa do <em>badminton</em>. Duas chinesas, duas indonésias e quatro sul-coreanas formavam as quatro duplas a disputar a boa e velha peteca, anteontem, 31 de julho. Elas já estavam classificadas para as quartas de final, mas queriam cair numa posição mais favorável dentro da chave da competição. Com isso em mente, as chinesas começaram a perder o jogo de propósito e as demais duplas acabaram seguindo a estratégia.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-684" title="Badminton - Olimpíadas 2012" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/08/11-badminton.jpg" alt="" width="638" height="410" /></p>
<p>[<a href="http://london2012.nytimes.com/photos/" target="_blank">Imagem</a>]</p>
<p>Parece até exagero, mas vendo as competições em questão fica clara a intenção de perder, com direito a jogar a petequinha direto na rede, atirar longe da quadra, defender de lado (quase olhando pra trás) e coisas assim, vergonhosas de assistir.</p>
<p>O público vaiou, o juiz chamou a atenção, mas ninguém ali sentiu vergonha suficiente pra mudar de ideia e lembrar o motivo de estarem ali, nas Olimpíadas.</p>
<h3>O vôlei de anos atrás</h3>
<p>Não tem como não lembrar do Mundial de vôlei de 2010, quando a seleção masculina brasileira também perdeu de propósito para cair com um adversário mais fácil. O time que sempre fez bonito nas quadras, estava com time reserva, jogando de qualquer jeito, sem esforço para defender nem atacar, e resultou num 3 a 0 para o adversário, a Bulgária. A torcida vaiou e virou de costas em protesto, enquanto a imprensa internacional destacou a participação vergonhosa do nosso país.</p>
<blockquote><p>Não sei por que todo mundo está pegando a gente como Jesus na cruz, querendo crucificar o Brasil. Todo mundo fez isso. A Rússia declarou isso claro. […] Com certeza é uma mancha negra na minha carreira. — <a href="http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2010/10/bernardinho-diz-se-sentir-mal-e-giba-fala-em-mancha-negra-na-carreira.html" target="_blank">nas palavras</a> de Giba.</p></blockquote>
<p>Não sei quanto a vocês, mas eu, que sempre gostei de vôlei e admirei a seleção brasileira, passei a ver aquele time de um outro jeito. Culpar o técnico, os jogadores ou seja lá quem for é irrelevante: todos estavam ali participando e/ou assistindo a própria equipe fazendo corpo mole.</p>
<p>Muitos viram a situação como uma estratégia válida, já que o objetivo é ganhar, e esquecem da falta de respeito com o público presente, com o público que estava assistindo em casa, com o time adversário e, é claro, com os times que queriam estar ali, mas não foram classificados.</p>
<p>Saindo do esporte, imagine que você quer muito trabalhar numa empresa, e o cara que conseguiu a vaga está falhando de propósito para ser despedido e ir para um cargo ainda melhor.</p>
<h3>Londres, 2012</h3>
<p>Esporte é baseado em competição, mas sempre com o respeito ao adversário! O famoso “espírito esportivo” é aplicado nas mais diversas situações — sejam esportivas, profissionais, pessoais,… — e é claro que ganha um peso ainda maior quando falamos de um… esporte. É claro que não precisa dar beijinho e chamar de &#8216;meu amor&#8217;, só que respeito e &#8216;vergonha na cara&#8217; são posturas benquistas (e esperadas), seja qual for a nação, e até em meio a uma luta.</p>
<p>A Federação (com apoio do Comitê Olímpico Internacional) não hesitou em <a href="http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/08/federacao-expulsa-dos-jogos-atletas-que-tentaram-entregar-no-badminton.html" target="_blank">expulsar as oito jogadoras</a>. E enquanto Indonésia e Coreia do Sul questionaram a decisão, a China reconheceu o péssimo comportamento, instruindo as esportistas e a equipe a pedirem desculpas pelo ocorrido.</p>
<h3>A húngara no judô</h3>
<p>Abigel Joo, judóca húngara, machucou a perna com um golpe da adversária, a americana Kayla Harrison. Mesmo sem conseguir colocar o pé no chão e visivelmente com muita dor, a húngara continuou na disputa até ser atingida mais uma vez pela americana. Mesmo mancando e com as caretas de dor, Abigel retornou para enfrentar a polonesa Daria Pogorzelec.</p>
<p>A surpresa? Ela <a href="http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/08/mesmo-lesionada-hungara-passa-disputa-de-bronze-com-ippon-incrivel.html" target="_blank">ganhou</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-686" title="Judô - Olimpíadas 2012" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/08/11-judo.jpg" alt="" width="638" height="600" /></p>
<p>[<a href="http://olimpia.origo.hu/london/cselgancs/20120802-joo-abigel-bicegve-jutott-el-a-bronzmeccsig.html" target="_blank">Imagem</a>]</p>
<p>E levou a judóca polonesa pro chão num — não, eu não entendo nada de judô, mas não tem como negar que foi um… — golpe lindíssimo! E pra deixar a ideia do “espírito esportivo” ainda mais presente, a adversária Daria Pogorzelec não atacou a perna machucada nenhuma vez durante a luta. Ambas foram muito aplaudidas, envolvendo um público muito maior que o dos dois países envolvidos na disputa.</p>
<p><a href="http://www.bloodyelbow.com/2012/8/2/3214984/insane-uchi-mata-from-abigel-joo-hun-oh-yeah-she-only-had-one-leg-her"><img class="alignright size-full wp-image-691" title="Judô - Olimpíadas 2012" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/08/1.gif" alt="" width="320" height="180" /></a></p>
<p>Melhor que isso só se tivesse o golpe da garça pro pessoal coroar o exemplo.</p>
<p>Abigel Joo não levou medalha este ano, mas retornou novamente para enfrentar a francesa que acabou ganhando o bronze. Foi aplaudida novamente.</p>
<p>Pra completar a história, foi uma frase do comentarista da SporTV durante a luta entre Hungria e Polônia que me motivou a escrever sobre este assunto aqui no blog. Não vou lembrar as palavras exatas para transcrever aqui, mas no meio da frase (propositalmente ou não) ele citou:</p>
<blockquote><p>Buscando a medalha sem deixar a peteca cair!</p></blockquote>
<p>Num ano em que atletas estão sendo expulsos por conta comentários racistas contra seus oponentes, em redes sociais — coisa que até quatro anos atrás não era tão presente —, essa expressão nunca fez tanto sentido como hoje.</p>
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		<title>Com o novo iPad (3ª geração) em mãos</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2012/05/09/com-o-novo-ipad-3a-geracao-em-maos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nova geração de iPads chega oficialmente no mercado brasileiro na próxima sexta-feira (dia 11) e vou deixar aqui um resumo das minhas impressões com o aparelho em mãos há mais ou menos um mês. Retina Display É um tanto óbvio que a resolução do Retina Display é a grande atração do novo iPad. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-665" title="Novo iPad" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-newiPad.png" alt="" width="638" height="404" /></p>
<p>A nova geração de iPads chega oficialmente no mercado brasileiro na próxima sexta-feira (dia 11) e vou deixar aqui um resumo das minhas impressões com o aparelho em mãos há mais ou menos um mês.</p>
<h3>Retina Display</h3>
<p>É um tanto óbvio que a resolução do Retina Display é a grande atração do novo iPad. E assim como foi na mudança do iPhone 3GS para o iPhone 4, já sabia que a melhoria seria muito bem-vinda para os olhos da designer que vos escreve. E mesmo já sabendo disso, essa nova resolução foi ainda mais surpreendente que minha expectativa!</p>
<p>Uma frase estranha: <strong>eu não vejo pixels</strong>!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-666" title="Retina Display no iPad" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-Retina1.png" alt="" width="638" height="400" /></p>
<p>Pois é. Eles são tantos <em>(2048 x 1536)</em> que mesmo tocando o nariz na tela não ficam visíveis aos olhos de nós, mortais. Isso pode não fazer a menor diferença para o usuário comum, mas significa um passo muito grande na tecnologia.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-668" title="App Trailers" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-TrailersApp.jpg" alt="" width="181" height="183" /></p>
<p>No caso de vídeos em alta resolução (<em>HD</em>), navegando pelo <strong>YouTube</strong> ou no app <strong>Trailers</strong>, por exemplo, a imagem é realmente outra experiência. Profissionais que usam o iPad para mostrar portfolio de fotografias (ou no dia-a-dia para mostrar as fotos de uma viagem pra família) vão adorar a nova tela, pois as imagens dão um show.</p>
<p>Já com vídeos de baixa qualidade, o resultado é bem esquisito. Melhor coisa a fazer é deixar o iPad na vertical para ver o player em menor proporção.</p>
<p>Reclamação quanto ao YouTube: tanto no app como na versão via browser, ele não oferece controle quanto a resolução do vídeo. WHY?</p>
<h3>Desempenho</h3>
<p>Como toda mudança de geração, a nova tem uma melhora significativa de desempenho. As melhorias são sutis no uso diário, abrindo apps mais rápido, deixando as transições mais suaves, etc. Digo o seguinte: você nota esse avanço pra valer quando volta a usar uma geração anterior e vê que está tudo bem lento.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-671" title="Infinity Blade II" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-InfinityBladeII.jpg" alt="" width="638" height="424" /></p>
<p>Vejo o critério de desempenho influenciando principalmente os <strong>jogos</strong>, que exigem mais do hardware da máquina, mas ainda assim o iPad 2 continua dando conta do recado em títulos como Infinity Blade II, Asphalt 6 e outros aplicativos grandões.</p>
<h3>Câmera</h3>
<p>As câmeras do iPad 2 eram mesmo apenas para dizer que existiam. A resolução de ambas (principal e frontal) nem contava como destaque do aparelho e servia mesmo para quebrar um galho num FaceTime cotidiano. Já a nova geração recebeu um belo upgrade: não chega a ser tão chamativa como a do iPhone 4S, mas equivale (em partes) à resolução do iPhone 4.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-667" title="Foto com o novo iPad" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-iPad-foto.png" alt="" width="638" height="477" /></p>
<p>Esta é uma imagem tirada com o novo iPad, sem nenhuma alteração ou filtro. Bom, né?</p>
<h3>Bateria</h3>
<p>Aparentemente a duração da bateria manteve o mesmo nível! Considerando que a tela Retina exige muito mais do hardware, as melhorias de bateria conseguem, pelo menos, manter o tempo de uso da geração passada. O que notei de diferente foi quanto ao tempo de carregamento: demora bem mais para chegar no 100%.</p>
<h3>Aquecimento</h3>
<p>Não tem como negar: o novo iPad esquenta (muito) mais que as gerações anteriores. Já no primeiro uso levei um susto com o aquecimento do aparelho, e provavelmente seja consequência da união “Retina Display + processador parrudo” dos novos modelos.</p>
<p>Se isso me afeta? Não. Primeiro porque não é um aquecimento que vá queimar a mão de alguém… Espero que não, pelo menos, haha! Segundo porque só é notado com apps que usam mais do processador, como jogos pesados. Utilizando de <em>sarcasmo</em>: não é defeito, é feature pro inverno e ainda pode servir como uma ótima cama pra gatos. ;-)</p>
<h3>Vale a pena trocar?</h3>
<p>Insisto na mesma tecla: a questão de qual aparelho comprar ou se é a melhor hora de avançar uma geração depende muito do tipo de usuário. Se você usa o iPad para tarefas muitos simples e não tem reclamações do seu desempenho, talvez possa manter a sua segunda geração.</p>
<p>No caso de quem possui o primeiro iPad, pode ser mais interessante a troca por dar um &#8220;pulo&#8221; bem maior na diferença de desempenho das máquinas.</p>
<p>Já para os malucos por tecnologia, gamers, pessoal com profissão ligada a imagem ou mesmo a desenvolvimento mobile: manda bala!</p>
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		<title>Personagens queridos nas séries de antes e depois</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2012/02/28/personagens-queridos-nas-series-de-antes-e-depois/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 15:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um post um tanto Caras/Contigo/Quem aqui no blog, pra descontrair, hehe! É comum a gente assistir a uma série ou filme e reconhecer algum ator/atriz de outras produções, certo? Segue uma pequena lista túnel-do-tempo! John Galecki em The Big Bang Theory (2007) e Férias Frustradas (Christmas Vacation, 1989). &#160; Neil Patrick Harris em How I [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um post um tanto Caras/Contigo/Quem aqui no blog, pra descontrair, hehe! É comum a gente assistir a uma série ou filme e reconhecer algum ator/atriz de outras produções, certo? Segue uma pequena lista túnel-do-tempo!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-640" title="John Galecki" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-JohnGalecki.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>John Galecki</strong> em The Big Bang Theory (2007) e Férias Frustradas (Christmas Vacation, 1989).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-641" title="Neil Patrick Harris" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-Neil.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Neil Patrick Harris</strong> em How I Met Your Mother (2005) e Doogie Howser (1989).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-642" title="Matthew Fox" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-MatthewFox.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Matthew Fox</strong> em Lost (2004) e Party of Five (1994).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-643" title="Claire Danes" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-ClaireDanes.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Claire Danes</strong> em Homeland (2011) e My So Called Life (1994).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-645" title="Mayim Bialik" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-MayimBialik.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Mayim Bialik</strong> em The Big Bang Theory (2007) e Blossom (1991).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-646" title="Joey Lawrence" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-JoeyLawrence.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Joey Lawrence</strong> em Melissa &amp; Joey (2010) e Blossom (1991).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-657" title="Mark-Paul Gosselaar" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-MarkPaulGosselaar1.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Mark-Paul Gosselaar</strong> em Franklin &amp; Bash (2011) e Uma Galera do Barulho (Saved by the Bell, 1989).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-654" title="Madeline Zima" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-MadelineZima.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Madeline Zima</strong> em Californication (2007) e The Nanny (1993).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-659" title="Brian Austin Green" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-BrianAustinGreen.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Brian Austin Green</strong> em Desperate Housewives (2004) e Beverly Hills 90210 (1990).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-647" title="Ed O'Neill" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-EdONeill.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Ed O&#8217;Neill</strong> em Modern Family (2009) e Married With Children (1987).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-648" title="Marcia Cross" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-MarciaCross.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Marcia Cross</strong> em Desperate Housewives (2004) e Melrose Place (1992).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-650" title="Doug Savant" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-DougSavant1.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Doug Savant</strong> em Desperate Housewives (2004) e Melrose Place (1992).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-651" title="Mariska Hargitay" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/09-MariskaHargitay.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p><strong>Mariska Hargitay</strong> em Law &amp; Order SVU (1999) e Baywatch (1989).</p>
<p>E aí, comentários? ;-P</p>
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		<title>Os ‘product placements’ da série The Big Bang Theory</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2012/02/25/os-product-placements-da-serie-the-big-bang-theory/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 18:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou fã absoluta de The Big Bang Theory e é claro que já notei uma lista grande de product placements durante todas as temporadas da série. E enquanto aqui no Brasil estamos acostumados a ver aquelas inserções grotescas e absurdas nas novelas, não tem como não dar valor aos produtos que Sheldon e seus amigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-627" title="The Big Bang Theory" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/08-BigBangTheory.jpg" alt="" width="638" height="398" /></p>
<p>Sou fã absoluta de <strong>The Big Bang Theory</strong> e é claro que já notei uma lista grande de <em>product placements</em> durante todas as temporadas da série. E enquanto aqui no Brasil estamos acostumados a ver aquelas inserções grotescas e absurdas nas novelas, não tem como não dar valor aos produtos que Sheldon e seus amigos citam durante os episódios de forma tão criativa e adequada. O post é sobre isso, é claro!</p>
<p><strong>Nota:</strong> ‘product placement’ é conhecido no Brasil como o famoso merchandising (ou simplesmente merchan), mas é um termo incorreto para descrever essas inserções de produtos em produções áudio-visuais. Assim sendo, vou tratar pelo nome gringo por ser mais adequado. ;-)</p>
<p>Reuni neste <a href="http://youtu.be/YjwmWMLEx1s">vídeo</a> algumas menções marcantes durante essas cinco temporadas!</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/YjwmWMLEx1s?rel=0" frameborder="0" width="640" height="355"></iframe></p>
<p>O melhor disso tudo é que, dentre todas essas cenas que coloquei no vídeo, nenhuma me incomodou como espectadora, nem saiu do contexto da série. Pelo contrário, pois souberam aproveitar tão bem as características dos persongens, que me fizeram rir e ganharam milhares de elogios entre os fãs, virando exemplo de bons <em>product placements</em>.</p>
<h3>Kudos</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-630" title="Sheldon" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/08-SheldonGreenLantern.jpg" alt="" width="300" height="232" /></p>
<p>Só quem realmente assiste e conhece os personagens sabe que apenas Dr. Sheldon Cooper poderia dizer que não gosta que o Windows 7 seja mais <em>user friendly</em> ou que ele admiria que Raj consiga criar uma relação com uma máquina. Detalhe: neste último, ele nem citaram “iPhone” durante o episódio, apenas o nome Siri.</p>
<p>Tudo isso sem contar as menções a comic books, colecionários (como Lanterna Verde, Hulk, Star Wars, Star Trek, action figures, filmes, séries, DVDs,…), jogos de tabuleiro, cartas, videogames (Rock Band, Halo, Zelda, Red Dead Redemption, World of Warcraft,…) e, é claro, a própria Cheesecake Factory.</p>
<p>O episódio em que Raj fala com a Siri foi mencionado em praticamente todos os sites de tecnologia que conheço, e isso = publicidade.</p>
<p>Em <a title="How 'Big Bang Theory' Dominated The 10 Best Product Placements of 2011" href="http://www.businessinsider.com/product-placement-nielsen-top-ten-2011-12" target="_blank">pesquisa</a> da <strong>Nielsen</strong> — uma das maiores empresas de pesquisa do mundo — a série TBBT apareceu com destaque no quesito “product placement mais lembrado pelo público em 2011”. Comprovado em números, hehe!</p>
<p>Prova também que mesmo fazendo diversas propagandas dentro dos episódios, não é preciso fazer inserções irrelevantes, forçadas e falsas para ganhar um dinheirinho (<strong>ão</strong>, na verdade) e conseguir manter os salários milionários da seus atores. E digo mais: o tipo de propaganda que não importa o meio onde a pessoa assista: na TV aberta, na TV a cabo, no TiVo, via iTunes, em DVD, nos EUA, no Brasil, baixando torrents ou mesmo no YouTube… estará sempre lá.</p>
<p>Bem melhor que um comercial chato e repetitivo durante os intervalos, não acham?</p>
<p>E assistam. A série teve seus altos e baixos, mas continua ótima. o/</p>
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		<title>O cliente sempre tem razão… ou não</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 13:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde os tempos das tavernas e barbearias de bairro existe esse lema de que é preciso fazer de tudo para agradar seus clientes. Negócio sem consumidor não é negócio; Clientes insatisfeitos comunicam muito mais que os satisfeitos — tudo isso está no marketing 101 de qualquer curso do tipo. Lembro de uma aula de Pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os tempos das tavernas e barbearias de bairro existe esse lema de que é preciso fazer de tudo para agradar seus clientes. Negócio sem consumidor não é negócio; Clientes insatisfeitos comunicam muito mais que os satisfeitos — tudo isso está no marketing 101 de qualquer curso do tipo.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-613" title="Gráfico" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/07-estatisticas.jpg" alt="" width="300" height="394" />Lembro de uma aula de <strong>Pesquisa</strong> na faculdade onde o professor deu um exemplo muito interessante: a empresa perguntou a um grupo de pessoas qual aparelho de som eles achavam melhor: o amarelo ou o preto? A grande maioria votou pelo modelo amarelo por ser mais chamativo, diferente e ousado. No final da pesquisa, os participantes puderam levar o produto pra casa e… todos optaram pela cor preta. Essa foi a melhor história (seja verdadeira ou não) que ouvi para entender essa linha tênue entre o &#8220;ouvir o cliente&#8221; e o &#8220;entender o cliente&#8221;.</p>
<p>Num outro caso, quem lembra das mudanças que o <strong>Twitter</strong> fez em sua timeline há um bom tempo? Primeiro eles passaram a exibir somente os replies entre pessoas que você segue e as reclamações foram parar no trending topics rapidamente como <em>#fixreplies</em>. Confesso que eu reclamei também! “Queremos nossos replies de volta!” ou “Twitter, cadê os tweets dos meus amigos” bombavam na timeline de todos. Entretando, vocês imaginam o que seria do Twitter se não tivesse feito isso? Seria uma grande bagunça onde o usuário escolhe se fica perdido ou não responde a ninguém.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-614" title="fixreplies" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/07-twitter.jpg" alt="" width="638" height="187" /></p>
<p>Depois, veio o caso dos retweets. Prometendo uma solução nativa para os famosos RTs, o Twitter despertou mais uma vez a furia de praticamente todos os seus usuários que estavam acostumados com a repetição manual de mensagens. Assim como no parágrafo anterior, assumo a culpa e digo que eu também não gostei quando vi, pois queria comentar, queria algo semelhante ao que eu já conhecia.</p>
<p>Aquela conhecida frase do Mr. Jobs:</p>
<blockquote><p>A lot of times, people don&#8217;t know what they want until you show it to them.</p></blockquote>
<p>Em outras palavras, se o Twitter tivesse cedido às milhares e milhares de reclamações de seus usuários, hoje a nossa timeline estaria recheada de conteúdo irrelevante e duplicado. Na chegada do Google+, o pedido dos <em>early adopters</em> era exatamente o que antes era motivo de revolta: o mesmo conteúdo aparece muitas vezes na timeline e fica evidente a necessidade de agrupar os posts iguais.</p>
<p>O que eu quero dizer com isso é que nem sempre perguntar aos clientes/usuários o que eles querem é a melhor maneira de ter sucesso em seu projeto. Que fique claro que não sou contra pesquisas e também não sou contra ouvir os consumidores… Muito pelo contrário. Mas é importante ter uma boa noção que só isso não basta para chegar na tão sonhada <strong>inovação</strong>.</p>
<p>Lembram do lançamento do iPad? Eu deveria ter guardado screenshots de declarações do tipo &#8220;o primeiro fracasso da Apple em anos&#8221;, &#8220;quem vai querer um iPhone gigante&#8221;, &#8220;não vejo um público pra esse tipo de produto&#8221; ou até &#8220;as tablets já não deram certo, porque insistir nelas?&#8221;. Se a Apple tivesse perguntado a seus consumidores o que eles queriam num próximo produto, jamais teriam chegado no iPad, nem no iPhone, nem no iPod, nem no primeiro iMac. Se tivessem perguntado às pessoas que ferramenta elas gostariam de usar na internet, jamais teriam chegado no que hoje é o Twitter. Entendem o que quero dizer?</p>
<p>Olha só uma amostra do que foi dito quando lançaram o primeiro iPod.</p>
<p><a href="http://techchunks.com/technology/what-people-said-about-the-ipod-9-years-ago-when-it-launched/"><img class="aligncenter size-full wp-image-618" title="Sobre o iPod, no lançamento" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/07-iPod.jpg" alt="" width="638" height="456" /></a></p>
<p>Recentemente, o que causou a revolta alheia foi a mudança da timeline do Facebook. É confuso de entender, mudou demais, bla bla bla. Usuários têm todo o direito de reclamar e <strong>sempre</strong> irão reclamar. No entanto, para mim essa nova timeline foi um exemplo excelente de que a web está finalmente aproveitando seus recursos, saindo daquela ideia fixa de folha de papel onde tudo é limitado por páginas, e vendo como o conteúdo pode ser interativo e &#8220;vivo&#8221; dentro de um site.</p>
<p>Resumindo, dizer que algo não é bom porque &#8220;está todo mundo reclamando&#8221; pode não significar absolutamente nada. Ou sim. Fica a ideia de pensar a respeito e refletir esses julgamentos não só como empreendedor, mas como usuário/consumidor.</p>
<p>Há empresas e empresas, e é claro que esse conceito de &#8220;inovação&#8221; não se aplica a todos os ramos. É preciso ter ousadia, muito investimento e, é claro, uma ideia sensacional que, entre milhões, acaba vendo a luz do dia. Esse assunto entrou na minha cabeça há uns cinco anos, durante uma aula na faculdade e até hoje me vejo tentando colocar esse conceito em palavras para meus amigos e colegas, então espero que tenha conseguido expor minha opinião.</p>
<p>Ouvir o consumidor é importantíssimo, mas saber o que fazer com essa informação é muito mais! ;-)</p>
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		<title>Essa é para os loucos</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 17:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando perguntam pra alguém quem é seu ídolo, muitos podem responder que é algum músico, um cineasta, um autor, um artista, um jogador de futebol, um cientista do passado, ou até um líder religioso do presente. No meu caso não é nenhuma dessas opções. Meu ídolo é Steve Jobs. Here&#8217;s to the Crazy Ones. The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="Obrigada, Steve Jobs" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/10/06-steveJobs.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p>Quando perguntam pra alguém quem é seu ídolo, muitos podem responder que é algum músico, um cineasta, um autor, um artista, um jogador de futebol, um cientista do passado, ou até um líder religioso do presente. No meu caso não é nenhuma dessas opções. Meu ídolo é Steve Jobs.</p>
<blockquote><p><em>Here&#8217;s to the Crazy Ones. The misfits. The rebels. The trouble-makers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They&#8217;re not fond of rules, and they have no respect for the status-quo. You can quote them, disagree with them, glorify, or vilify them. About the only thing you can&#8217;t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world are the ones who do.</em></p></blockquote>
<p>Lembro muito bem do meu primeiro produto da Apple: um iPod Photo que meu primo trouxe de uma viagem. Foi inclusive a primeira vez que tive um iPod em mãos, já que na época eram raros e absurdamente caros no Brasil. De tão empolgada pra ver meu iPod, não esperei meu primo nem desfazer as malas pra pegar a caixa e, pra minha surpresa, passei uns 15 minutos só olhando pra embalagem e todos os seus “simples” detalhes.</p>
<blockquote><p><em>Design is not just what it looks like and feels like. Design is how it works.</em></p></blockquote>
<p>Das vezes que ficava parada olhando para iMacs coloridos em vitrines de lojas, passando por esse episódio do meu primeiro iPod, primeiro Mac, primeira vez que segurei um iPhone (da primeira geração) até agora que escrevo de frente para um MacBook Air. Não tem como contar todas as experiências que tive com produtos da Apple, assim como não tem como separar a empresa da cabeça por trás dela… Steve Jobs.</p>
<blockquote><p><em>Computers are like a bicycle for our minds.</em></p></blockquote>
<p>Esse é o cara por trás da “loucura” da nossa era. Sua influência no mercado de computadores é apenas uma das interferências de Jobs no mundo que vivemos hoje. Sem ele o design não seria o que conhecemos hoje, nem a indústria musical, nem a forma como consumimos conteúdo, como distribuimos tarefas entre máquinas grandes e pequenas, como vemos jogos, como assistimos a animações, a publicidade e até a arquitetura. Seja você um Mac, um PC, um Linux, um Android ou simplesmente alguém que tenta ficar longe de computadores: você também vive num mundo cheio de “toques” desse gênio.</p>
<blockquote><p><em>Being the richest man in the cemetery doesn’t matter to me. Going to bed at night saying we’ve done something wonderful… that’s what matters to me.</em></p></blockquote>
<p>E digo gênio porque, assim como nas frases de “Think Different” citadas acima, somente gênios (e loucos) conseguem ver o que as pessoas ainda nem sabem que querem. O processo de inovação vem de um lugar cheio de palpites, imaginação e ousadia que desafia os muitos que apostam no fracasso.</p>
<blockquote><p><em>Sometimes life&#8217;s going to hit you in the head with a brick. Don&#8217;t lose faith. I&#8217;m convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did.</em></p></blockquote>
<p>Eu poderia escrever esse post em outros blogs de mais exposição, onde mais pessoas vão ler e comentar. Entretanto, esse é o texto mais pessoal que já escrevi, e merece ficar no meu canto mais “pessoal” da rede. Acho besteira quando vejo hashtags de luto e homenagens em redes sociais para quem se foi… O luto é um estado pesado demais para expressar em tão poucos caracteres e sempre fui da opinião que as homenagens são muito mais verdadeiras e valiosas quando feitas durante a vida do então homenageado. Ainda assim, não posso deixar de registrar essas palavras aqui. Foi com muita tristeza que, ontem, recebi a notícia que meu grande ídolo não está mais conosco, e poderia passar dias aqui escrevendo sobre suas ações e criações. Não me ofende ser chamada de MacFag, MacHead, ou seja lá qual o rótulo que alguns podem ter em mente… I’m a Mac. E só tenho a agradecer toda a influência que esse líder marcou em cada um de nós para um mundo “different”. Pensar que a tecnolgia não é feita apenas de máquinas, mas também de pessoas. Pensar que um computador vai além de apontar um cursor. Pensar que tudo que é bom pode e deve ser melhorado. Ver pessoas que sempre amaram computador ficarem admiradas ao ver um iPad. Ver pessoas que nunca gostaram de computadores ficarem tão (ou até mais) admiridas quanto. Aprendemos que máquinas também podem ter estilo, mas o estilo maior está nas mãos de quem está em torno delas, seja construindo, seja usufruindo.</p>
<blockquote><p><em>If the hardware is the brain of our products, the software is their soul.</em></p></blockquote>
<p>Alguns podem dizer que ele conseguiu o que queria: mais pessoas pensando diferente. Um dia depois de a Apple apresentar números incríveis de como suas plataformas têm crescido, Steve Jobs se foi com o dever mais que cumprido. É um legado que influencia nosso dia-a-dia de maneiras tão diferentes, que continuará quase que como um mito, passando de geração para geração, pois gênios como esse não aparecem aos montes.</p>
<blockquote><p><em>I want to put a dent in the universe.</em></p></blockquote>
<p>Fazer a diferença não é pra qualquer um. Ele conseguiu, e de forma brilhante.</p>
<p><strong>Obrigada por tudo, Steve Jobs.</strong></p>
<p></p>
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		<title>Dicas para organizar cabos e fios da nossa ilha de eletrônicos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 21:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Fios são feios e difíceis de organizar. Por mais que a tecnologia wireless esteja cada vez mais presente nos gadgets, não tem como ficar livre dos fios e cabos por completo. Computador, televisão, receptor da tv a cabo, som, blu-ray/dvd player, videogame, roteador, modem, carregador disso, daquilo,… Quando a gente vê, não sabe mais onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-556" title="CableBox Mini" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/09/05-cableBox.jpg" alt="" width="638" height="314" /></p>
<p>Fios são feios e difíceis de organizar. Por mais que a tecnologia wireless esteja cada vez mais presente nos gadgets, não tem como ficar livre dos fios e cabos por completo.</p>
<p>Computador, televisão, receptor da tv a cabo, som, blu-ray/dvd player, videogame, roteador, modem, carregador disso, daquilo,… Quando a gente vê, não sabe mais onde começa um e onde terminam os outros dez cabos mais embaraçados que luzinhas de árvore de natal.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-557" title="CableBox" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/09/05-cableBox3.jpg" alt="" width="638" height="307" /></p>
<p>Há tempos estou procurando soluções para organizar toda essa bagunça e encontrei alguns truques. O mais eficiente até agora tem sido o famoso “jogar a poeira embaixo do tapete”, neste caso “esconder os cabos embaixo da mesa”.</p>
<p>Pra isso, o melhor acessário que encontrei é o CableBox Mini, da <a href="http://www.bluelounge.com/" target="_blank">Bluelounge</a>. A ideia é muito simples: uma caixa de plástico com aberturas nas laterais. Resumindo, isso significa trocar a imagem caótica dos fios por uma caixinha bonita.</p>
<p>Diferente de usar qualquer caixa, o distribuidor da Bluelounge <a href="http://www.cosenonparole.com.br/loja/" target="_blank">no Brasil</a> me garantiu que o CableBox é feito de um plástico que não super aquece. Assim, fica mais apropriado para colocar réguas de tomadas e pequenos estabilizadores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-555" title="CableBox Mini" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/09/05-cableBox2.jpg" alt="" width="638" height="294" /></p>
<p>A largura desse Mini é de 24 x 13cm, com 12cm de altura. Se precisar de um espaço maior, há um outro modelo para agrupar ainda mais cabos.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-558" title="3M Command" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/09/05-3m.jpg" alt="" width="220" height="387" /></p>
<h3>Outras soluções</h3>
<p>Complementando, escolhi alguns pequenos itens que também ajudam a por ordem na casa.</p>
<p>Um deles é como um “enrolador” de cabos, que tem a mesma premissa do CableBox: esconder. Encontrei o produto <a href="http://www.kalunga.com.br/prod/organizador-para-cabos-fios-cable-roller-preto-nematec/608857?menuID=54" target="_blank">na Kalunga</a>, por R$8,50, mas é fácil encontrar de outras marcas, formas e cores em lojas de utilidades domésticas e materiais de escritório. Aliás, até <a href="http://www.dealextreme.com/p/lovely-cable-turtle-smart-wrap-8645" target="_blank">no DealExtreme</a>.</p>
<p>Ajudando a ideia de “esconder embaixo da mesa”, essas <a href="http://www.kalunga.com.br/prod/presilha-adesiva-para-passagem-de-fios(command)-3m/608730?menuID=54&amp;WT.svl=4" target="_blank">presilhas</a> (da imagem ao lado) da 3M têm adesivo para colar na parede (ou no próprio móvel) de modo a prender fios em seu caminho até a tomada mais próxima.</p>
<p>Espero ter ajudado na organização!</p>
<p>Mais alguma dica? ;-)</p>
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		<title>Meu sobrinho também faz bolo</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2011/06/07/meu-sobrinho-tambem-faz-bolo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 14:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Já vi muitas comparações e metáforas para explicar e discutir o termo “design”. Num momento onde até tirar sobrancelhas ganha esse nome, pensei em chutar o balde, viajar no fondant e falar sobre bolos! Mas atenção: enquanto minhas habilidades gastronômicas existem unicamente na área de degustação, este post não é sobre bolos. Para que serve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-432" title="LOST" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-LostCake.jpg" alt="" width="638" height="371" /></p>
<p>Já vi muitas comparações e metáforas para explicar e discutir o termo “design”. Num momento onde até tirar sobrancelhas ganha esse nome, pensei em chutar o balde, viajar no <em>fondant</em> e falar sobre bolos! Mas atenção: enquanto minhas habilidades gastronômicas existem unicamente na área de degustação, este post não é sobre bolos.</p>
<h3>Para que serve</h3>
<p>A função principal de um bolo é alimentar. Porém, como ninguém aqui vive de pão e água, ele também é um objeto de decoração e celebração de ocasiões especiais, oferecido pelo anfitrião a seus convidados.</p>
<h3>Como ou onde preparar</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-433" title="Bolo!" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-pastel.jpg" alt="" width="300" height="155" />Os fãs de Chaves sabem que fazer um bolo pode ser bem mais difícil do que aparenta, mas indo a qualquer mercado próximo a sua casa, você consegue um pacotinho mágico com instruções para fazer seu próprio bolo. O Google também está cheio de receitas em texto, fotos e vídeos para guiar na tarefa faça-você-mesmo. Não há garantia que ele fique gostoso ou apetitoso, mas no fim das contas não deixa de ser um bolo.</p>
<p>Também não é difícil encontrar bolos prontos. Nos mercados, hipermercados, na tia da esquina que gosta de cozinhar, nas mãos da mamãe ou da vovó, e até nas confeitarias mais finas da cidade. Eles estão por toda parte!</p>
<p>Pra contrariar a popularidade e facilidade da tarefa, vou citar o primeiro reality show do post: Top Chef. Em mais de uma temporada vi os chefs reclamando das tarefas de bolos e doces, dizendo que nunca fizeram um na vida! Não basta ser chef, tem que ter especialidade para encarar a responsabilidade de fazer o item centro-das-atenções do cardápio. Então como contratar um(a) boleiro(a)? Ver se ele(a) tem diploma, conferir o portfolio, seguir a indicação de um amigo, copiar o do vizinho, abrir uma concorrência ou simplesmente visitar os lugares e degustar um pedaço de amostra-grátis?</p>
<h3>Quanto custa</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-436" title="Bolo no site do Pão de Açúcar" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-paodeacucar.jpg" alt="" width="300" height="224" />Um pacotinho de bolo pré-pronto pode custar pouco mais de R$1. Entre um bolo de padaria para o cafézinho da tarde e um de aniversário que uma tia da esquina faz, de R$4 a R$60. Nas confeitarias mais finas você pode acabar pagando uns R$400 ou mais! E no Ace of Cakes você entra numa lista de espera e espera por um valor maior ainda. Bolos de todos os preços… Então qual seria o motivo que leva alguém a pagar R$400 e não R$4?</p>
<p>O valor (e forma) do bolo também depende dos convidados! É para a família comer em volta da mesa, para crianças enlouquecidas, para gordinhos exigentes, chefs renomados, empresários pomposos ou socialites de regime?</p>
<p>O bolo é um item necessário para certas ocasiões, como aniversários e casamentos: se todos servem, você precisa servir também, como convenção social. Você pode pagar mais para ter seu sabor favorito, que só um confeiteiro sabe fazer. Pode também buscar status para surpreender os convidados e dizer que fulano-de-tal fez o seu precioso bolo. Encomendar o maior bolo para todos saírem de barriga cheia, ou o mais bonito para saírem comentando a respeito.</p>
<h3>A forma</h3>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/the-icing-on-the-cake/3108052738/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-439" title="Bolo" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-bolo.jpg" alt="" width="300" height="377" /></a>Normalmente os bolos são quadrados, redondos e, às vezes, montados em andares. Dependendo do gosto do freguês, a decoração pode ir desde uma foto estampada na superfície (chique meu-amor, como diria a <a title="@srajovemnerd_NC" href="http://twitter.com/srajovemnerd_NC" target="_blank">Sra. Jovem Nerd</a>), ou com detalhes em glacê em sua borda.</p>
<p>Quem aí já assistiu o programa Ace of Cakes, no Fox Life? Lá o diferencial é a forma, pois fojem do convencional fazendo bolos de carros, castelos, aviões, caça-níqueis, caixa de charutos, bichos e até orelhas humanas. A reação costuma ser um &#8220;eu quero um igual, eu quero um também!&#8221;, mas os episódios deveriam exibir mensagens de &#8220;atenção: não tente isso em casa&#8221; pois muita comida será desperdiçada e você pode virar piada entre os amiguinhos.</p>
<p>O lado positivo é que o bolo ganha ainda mais pontos como parte decorativa da ocasião, e pode inclusive contar uma história por trás de tanto <em>fondant</em> — aquela pasta colorida usada para cobrir a massa. Mas nem tudo são flores… Vendo de longe é uma coisa, mas olhando de perto, nem sempre os detalhes são caprichados e aí começam a aparecer as gambiarras!</p>
<h3>Os sabores</h3>
<p>Um bolo de nozes. Ou chocolate. Talves nozes com chocolate branco e cerejas. Um bolo orgânico. Cenoura? É, literalmente, a gosto do freguês.</p>
<p>Entretanto, como comentei acima, o Ace of Cakes é um exemplo de que nem sempre o sabor importa. Esquecendo aquela função básica de alimentar, o programa raramente mostra alguém comendo os bolos e, quando isso acontece, é uma massa padrão com um recheio branco dentro. Algumas de suas obras nem bolo tem! Eles têm a opção de aplicar o tal fondant em cima de espuma. Um bolo que é bonito, mas não é nem comestível, deixa a pergunta: o que vale mais, forma ou conteúdo?</p>
<h3>Os prazos</h3>
<p>Se o confeiteiro é famoso, você não vai conseguir um bolo para o dia seguinte, nem que seja só um bolinho simples. Não adianta apontar uma arma e exigir que o bolo fique pronto, pois o máximo que você terá é um resultado mal feito e convidados com dor de barriga.</p>
<p>No caso de sabores específicos, é sempre bom provar antes de servir. No caso de formas ousadas, é preciso um certo planejamento para que tudo não venha abaixo antes da degustação. Ainda assim, imagino o número de pedidos &#8220;pra ontem&#8221; que os confeiteiros recebem e tentam cumprir, mesmo sabendo que… vai dar m*r*a.</p>
<h3>Na cozinha</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-441" title="Chef Ramsay" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-chefRamsay.jpg" alt="" width="300" height="268" />Como diz um amigo meu, cozinha de restaurante é igual passado de ex-namorada: se você quiser continuar frequentando, melhor não conhecer.</p>
<p>Quando você assiste a um programa desses, baseado na realidade de uma confeitaria, vê que os caras fazem tudo sem luvas, lambem o dedo, deixam a franja balançando em cima da massa, coçam a orelha e falam loucamente enquanto decoram a encomenda. Imaginem o Sheldon com aqueles tiques nervosos calculando quantos germes estão presentes na comida, hehe!</p>
<p>A massa ninguém sabe de onde veio, pois nunca vi uma cozinha aparecer em episódio algum. É tudo já pronto para ser decorado e sabe-se lá quem misturou os ingredientes. São as confeitarias terceirizando a produção. No transporte, o bolo vai solto na traseira de uma van sem refrigeração, mas o cliente não precisa ficar sabendo dessa parte.</p>
<p>E por falar em “não ficar sabendo”, lembram quando a Dona Florinda pediu para o Chaves comprar um bolo pronto, colocar no forno e mentir que foi ela quem fez? Isso acontece mais do que você imagina, mas melhor nem citar alguns nomes de confeiteiros que levam a fama do trabalho dos outros, né? :P</p>
<h3>Como comer</h3>
<p>A usabilidade do bolo! Sim, pois não adianta você ter uma ideia genial, fazer o bolo mais ousado da vizinhança e, na hora de cortar o primeiro pedaço ver tudo desabando. Já vi os caras do Ace of Cakes fazerem uma moto de bolo e estou até agora pensando em como os convidados foram servidos. No meio da “arte”, tinha madeira, prego, cola, e assisti até outros casos com canudinho de plástico, espuma, papelão, arame, cano PVC, etc.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-431" title="Ace of Cakes" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-army.jpg" alt="" width="638" height="410" /></p>
<p>Quantos convidados vocês chamaram? A maioria dos bolos não-convencionais são bem pequenos e têm mais pasta de decoração que massa. Para não deixar ninguém com fome, o costume é mostrar o bolo bonito e, depois, servir quadradinhos genéricos para os presentes na ocasião.</p>
<p>Outro detalhe importante é saber onde seu bolo ficará. Comida embaixo de sol só vai contribuir para a dor de barriga alheia, enquanto embaixo do ar condicionado pode fazer uma camada de chocolate explodir… Ou não. E com o que vão comer: com garfo, guardanapo, na mão, em pratinhos de papel ou em aparelhos de porcelana na festa dos Pires Cavalcanti?</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>O &#8220;problema&#8221; não é o Ace of Cakes. Pelo contrário, pois adoro assistir a esse reality e outros do tipo, como o Cake Boss, e acho ótimo sair do convencional. A questão, na verdade, é a pergunta: que tipo de bolo você precisa? Ou ainda, que tipo de bolo você faz? Encontre seu confeiteiro ideal e seja feliz. Lá vem a frase do homem de novo:</p>
<blockquote><p>Design is not just what it looks like and feels like.<br />
Design is how it works.</p></blockquote>
<p>Não sei se alguém, além de mim, vai entender esse post. Mas consegui citar a palavra “bolo” 38 vezes sem realmente falar sobre bolos; E fazer cinco referências a Chaves sem realmente falar sobre Chaves. E o mais importante: citar a palavra “design” quatro vezes (contando com essa) para realmente falar de design. Ok, agora cinco vezes. ;-)</p>
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		<title>Se sua compra online não deu certo, onde reclamar?</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2011/06/03/se-sua-compra-online-nao-deu-certo-onde-reclamar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 17:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[reclamações]]></category>

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		<description><![CDATA[O título deste post era pra ser “Minha experiência com a Americanas.Com”, mas acabei focando em outra parte. Compra online é um assunto complicado e tenho certeza que cada um aí tem uma história pra contar de uma ou mais lojas que tenham feito besteira na hora da entrega e/ou cobrança. Como heavy user de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-391" title="Sacola" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/02-Sacola.jpg" alt="" width="638" height="220" /></p>
<p>O título deste post era pra ser “Minha experiência com a Americanas.Com”, mas acabei focando em outra parte. Compra online é um assunto complicado e tenho certeza que cada um aí tem uma história pra contar de uma ou mais lojas que tenham feito besteira na hora da entrega e/ou cobrança.</p>
<p>Como <em>heavy user</em> de tecnologia e com uma leve tendência a compras compulsivas — tudo sob controle, é claro —, já fiz várias compras na Americanas.Com, Submarino, Shoptime, Mercado Livre, Amazon, eBay e mais uma lista grande de lojas conhecidas ou não. Um problema aqui, outro ali, mas nada muito grave, e até então minha única reclamação contra a Americanas era em relação a uma entrega: uma <a href="http://www.flickr.com/photos/larissaherbst/3444502799/" target="_blank">action figure do Wall-E</a> que foi entregue com a embalagem toda rasgada e amassada, como se o entregador tivesse chutado o pacote do depósito até a porta. O robozinho estava inteiro então nem cheguei a fazer uma reclamação direta a eles.</p>
<h3>A Compra</h3>
<p>Foi aí que precisei comprar um pequeno móvel para o meu home office e só encontrei um do jeito que queria na tal da Americanas.Com. Fiz a compra no valor de R$99,90 no dia <strong>10 de dezembro</strong> de 2010 com um prazo de 6 dias úteis para a entrega. Dei um desconto pelo atraso devido à loucura de Natal que acontece nas lojas, e recebi minha entrega no dia 30 no mesmo mês. Ou melhor, recebi metade da entrega, pois só havia metade das peças na caixa!</p>
<h3>O atendimento</h3>
<p>Depois de uma tarde inteira tentando, consegui falar com um atendente que me deu o prazo de 2 dias para retorno. Nada. Liguei novamente e me pediram 2 dias para retorno. Retornaram, mas nem sabiam qual era a minha reclamação e pediram pra eu explicar tudo de novo. Pediram mais 2 dias para retorno e… Nada.</p>
<p>Mais de um mês depois e ainda não tinha resposta alguma. No Twitter, o pessoal me passou três recomendações: ir ao Procon, entrar com um processo no Tribunal de Pequenas Causas, e abrir uma reclamação no site Reclame Aqui. O valor era baixo para valer um processo, então fui ao Procon e, como não custava nada, abri uma reclamação no site indicado.</p>
<h3>O Procon</h3>
<p>Fui até a sede do Procon e perdi a viagem. As reclamações de compras online só são aceitas no site, então fica aí a primeira dica. No <a href="http://www.procon.sp.gov.br/" target="_blank">procon.sp.gov.br</a> preenchi o formulário e, por email, tive que enviar uma cópia dos comprovantes de compra e nota fiscal… Um dos sistemas mais arcáicos que já vi e sequer recebi uma mensagem confirmando o recebimento.</p>
<p>Adiantou? Sim, recebi uma resposta do órgão de defesa do consumidor no dia 26 de abril, mais de 4 meses depois da compra e <strong>3 meses</strong> depois da reclamação.</p>
<h3>O Reclame Aqui</h3>
<p>Passei muitos dias ligando para o atendimento da Americanas.Com. Horas e horas e em todas as vezes nenhum dos atendentes tinha registro das minhas reclamações anteriores, tampouco me retornaram.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-422" title="Reclame Aqui" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/02-ReclameAqui.jpg" alt="" width="638" height="220" /></p>
<p>Depois de tantas ligações, já tinha desistido do telefone quando no dia 8 de fevereiro recebi uma ligação e um email da ouvidoria da loja informando que haviam enviado o “restante” do produto. Atendimento da loja? Não. Procon? Como disse acima, também não. <strong>Reclame Aqui!</strong> Sim, o tal <a title="Reclame Aqui" href="http://www.reclameaqui.com.br" target="_blank">site</a> que eu nunca tinha ouvido falar fez com que a Americanas respondesse minha reclamação depois de ter ignorado todos os meus contatos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-378" title="Email de resposta" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/02-email.jpg" alt="" width="638" height="515" /></p>
<p>Esse print acima é do email que escrevi respondendo o primeiro contato da ouvidoria.</p>
<h3>Resolveu?</h3>
<p>Ainda não. O novo prazo prometido (17 de feveiro) não foi cumprido e eles passaram uma nova data (26 de fevereiro) mais um vale de R$30 na loja online. O novo prazo foi cumprido? Não! Ganhei os valiosos R$30 de crédito? Não! Poucos dias depois finalmente recebi o móvel completo… Cheio de machucados na embalagem toda amassada mas, a essa altura, já não queria mais nada com essa história.</p>
<h3>Outros problemas com a loja</h3>
<p>Na mesma época dessa lenga lenga, um vídeo <a title="Americanas.com é denunciada por tentar subornar clientes lesados" href="http://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/2011/02/23/americanas-com-e-acusada-de-tentar-subornar-clientes-lesados/" target="_blank">ganhou popularidade</a> na internet envolvendo a Americanas.Com. A loja foi acusada de subornar clientes lesados para não irem na televisão contar o que aconteceu! Se no meu caso, uma compra de R$100 já me deu tanto stress, imagina para esses consumidores de Florianópolis que pretendiam decorar uma sala toda. No programa Cidadão JA, de uma afiliada da TV Globo, o casal contou que precisou emprestar cadeiras para a inauguração do escritório e também não teve uma resposta efetiva do Procon.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zlqVxbAfafo&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/zlqVxbAfafo&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" wmode="opaque"></embed></object></p>
<p>Isso já faz tempo, mas resolvi fazer o post agora por três motivos.</p>
<p><strong>1)</strong> Tentar ajudar os que estão com dores de cabeça nessas situações de compras online.</p>
<p><strong>2)</strong> Boa parte do meu rancor e revolta por ter sido tratada como palhaça pela loja já passou e posso escrever um post todo sem o uso de palavrões e coisas do tipo.</p>
<p><strong>3)</strong> Finalmente a Americanas.Com <a title="Americanas.com é proibida de vender no Rio" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/americanas.com-e-proibida-de-vender-no-rio-26052011-7.shl" target="_blank">recebeu</a> uma punição pelas diversas falhas e reclamações na entrega de produtos. Nem foi em relação ao Estado em que eu moro, mas ainda assim já é alguma coisa para outras lojas ficarem mais atentas aos seus serviços de entrega e atendimento.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-380" title="Tecnoblog sobre a Americanas.Com no Twitter" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/02-Tecnoblog.jpg" alt="" width="638" height="368" /></p>
<p>Segundo o <a title="Americanas.com só opera no RJ se entregar o que já vendeu, decide Justiça" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/05/26/americanas-com-so-opera-no-rj-se-entregar-o-que-ja-vendeu-determina-justica/">IDG Now</a>:</p>
<blockquote><p>Nos dias posteriores ao Natal de 2010, um levantamento feito pelo IDG Now! apontava a Americanas.com como líder em queixas no site Reclame Aqui. […] O Ministério Público do RJ afirma que, à época em que propôs a Ação Civil Pública, mais de 20 mil pessoas tinham registrado queixa no site Reclame Aqui.</p></blockquote>
<h3>Moral da história</h3>
<p>A terceirização da entrega é a principal desculpa para esses casos. Uma empresa joga a culpa na outra de forma que ninguém toma responsabilidade pelo ocorrido. Se a loja contratou uma transportadora para participar do seu processo de venda, isso não exclui a responsabilidade da loja!</p>
<p>Se você passar por uma situação assim e o atendimento não conseguir resolver, vá para o Reclame Aqui, mande uma reclamação online para o Procon, (dependendo do caso) abra um processo, <em>#xinguemtonotwitter</em> e vamos ver se com as reclamações a palhaçada diminui pelo menos um pouco.</p>
<p>Continuo comprando online, inclusive no Submarino, que pertence ao mesmo grupo da Americanas (B2W) e não tive mais problemas. Ainda assim, obviamente, Americanas.Com NUNCA MAIS e finalmente um post com o desabafo que eu merecia. ;-)</p>
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		<title>Dicas de front-end para o iOS</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2011/05/10/dicas-de-front-end-para-o-ios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 23:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[css]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[front-end]]></category>
		<category><![CDATA[iOS]]></category>
		<category><![CDATA[Safari]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolvendo essa nova cara do blog, aprendi alguns detalhes de CSS que podem ajudar quem trabalha com web. Não chega a ser um bug, nem atrapalha na maior parte dos casos, mas no Safari do iOS (o sistema operacional de iPhones, iPods touch e iPads), textos e formulários podem aparecer de forma diferente. Tamanho da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-364" title="Safari no iPhone 4" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/01-iPhoneSafari.jpg" alt="" width="638" height="338" /></p>
<p>Desenvolvendo essa nova cara do blog, aprendi alguns detalhes de CSS que podem ajudar quem trabalha com web. Não chega a ser um bug, nem atrapalha na maior parte dos casos, mas no <strong>Safari</strong> do iOS (o sistema operacional de iPhones, iPods touch e iPads), textos e formulários podem aparecer de forma diferente.</p>
<h3>Tamanho da fonte</h3>
<p>O webkit ajusta o tamanho da fonte para facilitar a leitura de textos, mas em alguns casos pode ficar esquisito ou quebrar o seu layout.</p>
<p><span id="more-353"></span></p>
<p>A solução é acrescentar essas linhas no <em>body {}</em>, <em>p {}</em>, ou numa div específica da página. Por exemplo:</p>
<div class="codeQuote">.content {<br />
-webkit-text-size-adjust: none;<br />
}</div>
<h3>Formulários</h3>
<p>Os campos de formulários também ganham uma cara nova na versão mobile do Safari. Pelo exemplo da imagem abaixo — os comentários deste blog que vos bloga — a alteração pode não fazer diferença; Mas, no caso de formulários mais customizados, pode tirar a graça do design.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-362" title="Comentários do blog no Safari do iOS" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/01-SafariMobile2.jpg" alt="" width="638" height="400" /></p>
<p>Para retirar essa borda e efeito padrão, fica o exemplo:</p>
<div class="codeQuote">input {<br />
-webkit-appearance:none;<br />
-webkit-border-radius:0px;<br />
}</div>
<h3>Margem de leitura</h3>
<p>Pra terminar, um detalhe relacionado à experiência do usuário. Alguns sites esquecem de deixar uma margem lateral no conteúdo, e para quem visualiza uma página, principalmente no caso de leituras, fica bem ruim quando o texto fica colado nos limites da tela.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-360" title="iG e G1 no Safari do iPhone" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/05/01-SafariMobile.jpg" alt="" width="638" height="400" /></p>
<p>Só colocar uma <em>margin</em> ou <em>padding</em> (dependendo do caso) de pelo menos 10 pixels em cada lado e problema resolvido! [<strong>Atualização</strong>: o pessoal do iG leu o post e colocou a margem de leitura na área de Economia :-)]</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Dicas simples, mas pela repercussão que os tweets sobre o assunto causaram, achei que seria interessante pra compartilhar aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Chegou! A coleção completa com seis temporadas de LOST em Blu-ray</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/larissaherbst/~3/4NMkzwesafo/</link>
		<comments>http://larissaherbst.com/2010/09/20/chegou-a-colecao-completa-com-seis-temporadas-de-lost-em-blu-ray/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 21:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[blu-ray]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo venho acompanhando os posts do Blog do Jotacê sobre DVDs, Blu-ray discs e afins. E vinha resistindo fortemente pra não cair na tentação de comprar todas as minhas séries favoritas e encher prateleiras e mais prateleiras aqui de casa! No dia que eu ganhar milhões, podem ter certeza que este item estará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-239" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-1.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Há algum tempo venho acompanhando os posts do <a title="Blog do Jotacê" href="http://bjc.uol.com.br/" target="_blank">Blog do Jotacê</a> sobre DVDs, Blu-ray discs e afins. E vinha resistindo fortemente pra não cair na tentação de comprar todas as minhas séries favoritas e encher prateleiras e mais prateleiras aqui de casa! No dia que eu ganhar milhões, podem ter certeza que este item estará no meu Top 5 de metas a serem cumpridas, haha!</p>
<p>Minha &#8220;coleção&#8221; de DVDs nem chega a ser uma coleção, pois só tem alguns filmes da Pixar, as duas primeiras temporadas de Grey&#8217;s Anatomy e mais duas ou três temporadas soltas de outras séries. Prateleira vazia, coitada. Mas, como não é segredo, LOST é <strong><em>a</em></strong> minha série preferida e merece. Só não comprei as temporadas anteriores porque sabia que no final da <em>season six</em> viria um box especial para os fãs, ainda melhor que o da 5ª temporada com seu kit Dharma sensacional.</p>
<p>Depois de toda essa espera, finalmente chegou (hoje) a minha coleção com as 6 temporadas de LOST em Blu-ray!</p>
<p><span id="more-238"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-240" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-2.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>&#8220;Lost: The Complete Collection&#8221; vem no templo da ilha com 36 discos, todos os episódios e mais algumas horas de material extra e inédito. E em Blu-ray, porque se é pra assistir (pela terceira vez) desde o início, que seja pra ver cada ruga da cara de John Locke, hehe!</p>
<p>O box tem acabamento lindo e detalhado. A caixa azul já impressiona de cara e, dentro dela, está o tal templo lostiano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-241" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-3.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Abrindo o templo, tem um guia de episódios ilustrado — este da imagem acima — e, na própria tampa, o mapa da ilha todo texturizado e com uma surpresa: um disco escondido! Seria bem mais legal se eu não soubesse seu paradeiro, mas já tinha visto um vídeo de review mostrando a descoberta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-4.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Além dos discos, há vários presentinhos de referência a série, principalmente com a sexta (e última) temporada. Uma carta antiga, o símbolo da eternidade (Ankh, com uma mensagem escondida), o jogo de pedrinhas no tabuleiro, e uma lanterna de luz negra para procurar por pistas dentro da caixa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-5.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Só senti falta de mais referências ao início da série. Algo da Dharma ou da Oceanic caberiam bem aqui, já que é uma coleção <strong><em>completa</em></strong> de todas as temporadas. Faz sentido apenas pelo box da 5ª temporada, que foi dedicado exclusivamente aos vídeos de orientação da ilha, então… Alguém aí afim de me dar ele de presente pra completar minha coleção? Não custa tentar, né? :-P</p>
<p>Pra não dizer que não tem nada das outras temporadas, tem sim, e no próprio templo. Os logos das estações Dharma e os hieróglifos egípcios (do relógio dos 108 minutos) estão aplicados nas laterais do box e, na caixa azul, há a silhueta de um avião com os nomes de quem já passou pela ilha… Posso dizer que isso ficou <strong><em>muito</em></strong> bem feito!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-245" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-7.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Começa agora uma longa jornada para assistir tudo de novo, com direito a extras, comentários, e caderninho de anotações do lado pra gerar, quem sabe, mais um post sobre o assunto. Enquanto isso, vou fugindo da tentação de cometer mais loucuras como essa, porque os boxes de Battlestar Galactica e Six Feet Under ainda vão ficar mais um bom tempo só nos sonhos.</p>
<p>Coloquei <a title="flickr.com/larissaherbst" href="http://www.flickr.com/photos/larissaherbst/5009835202/" target="_blank">mais fotos lá no Flickr</a>!</p>
<p>Quem quer assistir? Não empresto, mas posso combinar uma festinha lostiana. :D</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fazendo arte na televisão: Six Feet Under e Modern Family</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2010/08/12/fazendo-arte-na-televisao-six-feet-under-e-modern-family/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 17:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Modern Family]]></category>
		<category><![CDATA[Six Feet Under]]></category>

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		<description><![CDATA[Particularmente, prefiro séries a filmes. Talvez porque as séries dispõem de mais tempo para desenvolver a trama e aprofundar os personagens, mas, além disso, há outro aspecto que tenho notado. É claro que não posso generalizar, pois continuo assistindo tanto a filmes excelentes como a séries péssimas, mas, no geral, percebo que o cinema tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="Six Feet Under" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-SixFeetUnder1.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>Particularmente, prefiro séries a filmes. Talvez porque as séries dispõem de mais tempo para desenvolver a trama e aprofundar os personagens, mas, além disso, há outro aspecto que tenho notado.</p>
<p>É claro que não posso generalizar, pois continuo assistindo tanto a filmes excelentes como a séries péssimas, mas, no geral, percebo que o cinema tem ficado cada vez mais óbvio — provavelmente pela intenção de atingir um público maior —, enquanto as séries ficam mais complexas. Alguém mais nota isso?</p>
<p>Um bom exemplo é o filme “O Padastro” (<em>The Stepfather</em>), que assisti recentemente nas duas versões: a de 1987 (com Terry O’Quinn!) e a de 2009. Vendo a primeira sequência de ambos, fica bem evidente como o original é mais sutil e tenso, cheio de ideias subentendidas, enquanto a refilmagem é explícita e agressiva.</p>
<p><span id="more-201"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-214" title="The Stepfather" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-stepfather.jpg" alt="" width="638" height="483" /></p>
<p>Pode parecer piada, mas essa comparação de imagens é real.</p>
<p>Por que antes os filmes não precisavam ser tão explícitos e explicadinhos? O público ficou mais burro? Os diretores ficaram preguiçosos? Sempre achei que o maior acesso a informação e ao cinema fossem aprimorar as obras.</p>
<p>A partir desse pensamento, vou falar de dois exemplos que valem pelo lado da “complexidade” que tem crescido nas séries de televisão. Afinal, a TV sempre é vista como o meio <em>for dummies</em> de transmissão, certo? Nem sempre.</p>
<h3>Six Feet Under</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="Six Feet Under" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-SixFeetUnder2.jpg" alt="" width="638" height="355" /></p>
<p>“A história de uma família que vive em uma casa funerária” não me despertou interesse algum para acompanhar a série, mas depois de muitas indicações resolvi dar uma chance e posso dizer com segurança:</p>
<blockquote><p>O primeiro episódio de Six Feet Under é melhor que qualquer filme de drama que eu já tenha assistido.</p></blockquote>
<p>E foi só o primeiro. Nunca imaginei que um assunto tão fúnebre pudesse render uma história tão completa sobre emoções, psicologia, espiritualidade, arte. E tudo isso mantendo o ritmo por cinco anos, sem deixar os episódios repetitivos. Cinco temporadas de choro, angústia, verdadeiros tapas na cara de quem assiste e, misturado a isso tudo, momentos de risos de um roteiro genial.</p>
<p>É uma série que deixa à flor da pele as emoções, não só dos personagens, como dos espectadores. Pra completar, arrisco a dizer que é o melhor <em>series finalle</em> que me lembro. Preciso falar mais?</p>
<h3>Modern Family</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-203" title="Modern Family" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-ModernFamily.jpg" alt="" width="638" height="426" /></p>
<p>Se Six Feet Under foi a série que mas me fez chorar, Modern Family é a que mas me faz rir na contagem de gargalhadas por minuto. Curioso como ambas tratam do assunto “família” de maneiras tão opostas, porém nada superficiais.</p>
<p>E se comédia é o que não falta na televisão, essa é uma que se destaca de todas! Não me lembro de ter visto um elenco tão incrível como este da família moderna: do sotaque colombiano de Gloria, às expressões sem igual de Phil e até os atores mirins dão um show. Não é à toa que está com o maior número de indicações ao Emmy deste ano.</p>
<p>Geralmente as comédias têm uma ou duas grandes cenas por episódio, e outro diferencial de Modern Family é que cada sequência é importante para encaixar o roteiro do começo ao fim. Apenas uma temporada, mas entre 24 episódios excelentes, não conseguiria dizer quais foram os melhores ou piores, de tanto que essa série me surpreendeu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-211" title="iPad no Modern Family e Activia no The Big Bang Theory" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-BigBang.jpg" alt="" width="638" height="230" /></p>
<p>Vale destacar o 19º, com o título de “Game Changer”. Um episódio <em>inteiro</em> dedicado ao lançamento do iPad, mas que em nenhum momento fica fora de contexto ou deixa o espectador incomodado. Enquanto no cinema você vê o Will Smith esfregando seu tênis All Star e o logo da Audi na lente da câmera, outra lição de <em>product placement</em> <a title="Contraditorium - Como vai o Intestino, Sheldon?" href="http://www.contraditorium.com/2010/05/12/como-vai-o-intestino-sheldon/" target="_blank">aconteceu</a> em The Big Bang Theory com o Activia, onde sequer mostraram o logo do produto! Foi de bater palmas pela sutileza e eficiência.</p>
<p>Ok, comparar com “Eu, Robô” foi sacanagem, mas vocês entenderam o propósito, né? :P</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Duas super recomendações para quem ainda não assistiu e se vocês têm alguma outra “obra-prima” para citar, vamos usar esses comentários!</p>
<p>É claro que tem mais. Nem preciso falar o quanto considero Lost uma série única, acompanhada de uma lista enorme de nomes que dariam mais dez ou vinte posts. Fico pensando se Seinfeld, por exemplo, teria tanto sucesso no cinema ou seria um fracasso. Ou mesmo na adaptação de Sex &amp; The City para os dois filmes que, pelo menos para mim, desviou por completo da série.</p>
<p>Continuo curtindo filmes da mesma forma, e não tiro o mérito do cinema, mas sinto falta do &#8220;ir além&#8221; nos títulos recentes, que fica cada vez mais raro de se ver. A arte audiovisual não se limita à sétima.</p>
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		<title>O que tem na caixa de JJ Abrams?</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2010/03/19/o-que-tem-na-caixa-de-jj-abrams/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 17:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Alias]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[JJ Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me conhece (ou me acompanha pelo Twitter) sabe que Lost e Fringe estão entre minhas séries favoritas há um bom tempo. Recentemente, comecei a assistir Alias — é, a série é de 2001, mas só comecei agora — e essas três têm algo em comum: a “magic box” de JJ Abrams. Já cheguei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-95" title="JJ Abrams" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-1-JJAbrams.jpg" alt="" width="638" height="330" /></p>
<p>Quem me conhece (ou me acompanha pelo Twitter) sabe que Lost e Fringe estão entre minhas séries favoritas há um bom tempo. Recentemente, comecei a assistir Alias — é, a série é de 2001, mas só comecei agora — e essas três têm algo em comum: a “<a title="J.J. Abrams' mystery box (TED)" href="http://www.ted.com/talks/j_j_abrams_mystery_box.html" target="_blank">magic box</a>” de <a title="IMDb" href="http://www.imdb.com/name/nm0009190/" target="_blank">JJ Abrams</a>.</p>
<p>Já cheguei a dizer que Fringe é essencial para entender Lost, já que os assuntos ‘coisas sem explicação’, ‘viagem no tempo’, ‘realidade paralela’ e aquele nó na cabeça depois de cada episódio são a alma de ambas. Não só delas, como também do filme StarTrek — obra recente de JJ como produtor. Alguns podem ver isso como uma “assinatura”, outros como uma zona segura que ele encontrou, mas, de qualquer forma, as marcas vão um pouco além desses assuntos.</p>
<p><span id="more-93"></span></p>
<h3>Don’t tell me what I can’t do</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-96" title="Terry O'Quinn" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-2-Locke.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>A ideia desse post começou com uma cena. Todos que assistem Lost estão familiarizados com a frase “Don’t tell me what I can’t do” e, assistindo Alias, vejo o próprio Terry O’Quinn falando: “That’s exactly what I can do.” Até aí tudo bem, pois é uma frase comum&#8230; Mas tem mais!</p>
<h3>Greatest Hits vs. Almost Thirty Years</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-97" title="Greatest Hits (Lost) e Almost Thirty Years (Alias)" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-3-Pennys.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>No episódio “Greatest Hits”, a cena <span class="red">[*spoiler Lost S03E21]</span> em que Charlie avisa Desmond sobre o cargueiro é bem semelhante (e igualmente tensa) à de Sidney <span class="red">[*spoiler Alias S01E22]</span> olhando Michael ser levado pela água. Para completar, Desmond e Sidney tentam salvar seus amigos batendo com um extintor de incêndio contra o vidro, enquanto os aprisionados fazem sinais com as mãos. Só faltou o Michael escrever algo na mão. <span class="red">[/spoiler]</span> <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<h3>Memórias da infância</h3>
<p><span class="red">[*spoiler Fringe S01 e Alias S02]</span> Olivia Dunham descobriu que, quando criança, fazia parte de um experimento com a colaboração de Walter Bishop, seu atual colega de trabalho. Da mesma forma, Sydney Bristow recuperou a memória de infância lembrando que, quando criança, fazia parte de um experimento com a colaboração de seu próprio pai e&#8230; atual colega de trabalho. As histórias levam a entender que ambas são agentes (do FBI e CIA, respectivamente) como consequência desse treinamento precoce. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>Indo mais longe, <span class="red">[*spoiler Lost S05 e S06]</span> na quinta temporada de Lost ficamos sabendo que Jacob acompanhou os passos de seus candidatos, visitando Sawyer e Kate ainda quando crianças. As diferenças da realidade paralela — possivelmente sem a mesma presença de Jacob — também levam a crer que essas aparições influenciaram nas escolhas dos personagens para chegarem onde chegaram. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<h3>Bikini girls with machine guns</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-98" title="Olivia, Kate e Sidney" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-4-Girls.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>Olivia está para Fringe, Sydney está para Alias e, mesmo que Lost não tenha apenas um personagem principal, Kate pode cumprir o papel: mulheres lindas, independentes, de forte presença, iniciativa e (muito) confusas. Praticamente super-heroínas que seguem o lema do “pé na porta, tapa na cara.”</p>
<p>Vale lembrar que, logo nos primeiros momentos de Alias <span class="red">[*spoiler Alias S01 e Fringe S01]</span>, o noivo de Sydney é assassinado. O que acontece com o “namorado” da Olivia no primeiro episódio? Morreu. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>Felicity — mais uma de JJ — tem sua protagonista feminina de importância, mas não chega a estar na gategoria “machine guns”. É uma série que (ainda?) não assisti, então confirmem pra mim&#8230; Alguém viu a Felicity correndo por aí armada atrás de alguém? :P</p>
<h3>Conheço esse cara de algum lugar</h3>
<p>“Esse cara não é o Parkman?” É a reação mais comum de quem está assistindo à primeira temporada de Lost <span class="red">[*spoiler Lost S01]</span>, quando mostram o piloto do avião. <span class="red">[/spoiler]</span> O nome do sujeito é Greg Grunberg, ele é mais conhecido como Parkman (de Heroes), e é amigo de infância de Abrams. Mais que isso, deve ter salvado a pele do produtor mais de uma vez, porque está por todos os cantos. Na Wikipedia, fizeram uma <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/J._J._Abrams#Frequent_casting" target="_blank">tabela</a> para contar as aparições dos atores figurinhas de suas obras e, na ordem, Greg apareceu em Felicity, Alias, Lost, What About Brian, Missão Impossível III e StarTrek.</p>
<p>Jennifer Garner foi de Felicity para Alias. Terry O’Quinn foi de Alias para Lost (e espero que continue como figurinha). Lance Reddick foi de Lost para Fringe. Leonard Nimoy foi de Fringe para StarTrek, de novo.</p>
<p>Além dos atores, alguns nomes também são repetidos, como Charlie, Michael, John, Walter (Walt!), Ben, Boone, Sayid, Aaron e até Jacob.</p>
<h3>Os cientistas&#8230; excêntricos</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-99" title="Marshall, Marvin Candle e Walter Bishop" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-5-Bishop.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>Marshall Flinkman, de Alias, é um daqueles personagens que rouba a atenção em todas as cenas. Quando ele precisa apresentar um novo gadget para os agentes da SD-6, é garantia de boas risadas com seu jeito geek agressivo.</p>
<p>Lost também conta com um cientista de destaque, pois mesmo com poucas aparições, Dr. Marvin Candle é um dos personagens mais famosos dos mistérios da ilha com seus vídeos de orientação Dharma.</p>
<p>Ainda assim, nenhum dos dois supera Dr. Walter Bishop. Adoro a Olivia e todos os mistérios de Fringe, mas reconheço que o Walter segura a série de uma forma incrível! Quem não ri toda vez que aparece aquela vaca em seu laboratório, ou quando ele pensa em comida durante os momentos nojentos, ou faz os comentários mais inapropriados? Mesmo que o tema de Fringe não faça muito seu estilo, vale a pena assistir só pra ver John Noble em um dos papéis mais geniais da TV americana.</p>
<blockquote><p>The only thing better than a cow is a human. Unless you need milk… Then you really need a cow. — <a title="As 10 melhores frases de Walter Bishop (Série Maníacos)" href="http://www.seriemaniacos.com.br/blog/as-10-melhores-frases-de-walter-bishop/" target="_blank">Walter Bishop</a></p></blockquote>
<h3>Referências bíblicas</h3>
<p>Poucos notam esses detalhes, mas eles vão dos nomes dos personagens aos títulos dos episódios. Em Lost, Christian Shepard é um nome comum, mas também quer dizer “pastor cristão”, enquanto Dr. Bishop é “Doutor Bispo”.</p>
<p>Desde o lado religioso dos personagens Charlie e Mr. Eko <span class="red">[*spoiler Lost S02]</span>, envolvendo a construção de uma capela e o batismo de Aaron; Ou à Bíblia encontrada na estação The Arrow, que continha uma parte do vídeo de orientação Dharma.<span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>No episódio “316” <span class="red">[*spoiler Lost S05E06]</span>, Ben fala sobre uma obra de Caravaggio — <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_(Apostle)" target="_blank">The Incredulity of Saint Thomas</a> — e conta a história de São Tomé, o Incrédulo. O curioso é que o número 316 não diz respeito apenas ao avião da Ajira, como à passagem bíblica “3:16 John”. <span class="red">[/spoiler]</span> Fora toda a referência à história de Esaú e Jacó.</p>
<h3>Para concluir</h3>
<p>Ainda poderia falar sobre outras repetições, como os problemas entre pais e filhos — levado até para o StarTrek —, entre mães e filhas, e até a fixação por acidentes de avião.</p>
<p>Cenas como a de ‘Greatest Hits’ podem ser vistas como cópias, modelos prontos ou simples homenagens a outras histórias. Pessoalmente, adoro as produções do JJ Abrams, principalmente pelos mistérios e easter eggs que tornam as séries muito mais atrativas. Aliás, já teve até passagem da Oceanic Air aparecendo em Fringe&#8230; Queria ver mais ligações entre elas!</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Como sempre, peço que vocês comentem e acrescentem ao post. Gostam do JJ? Notaram mais alguma semelhança ou referência do tipo? Quero saber! :)</p>
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		<item>
		<title>Aberturas de séries que fazem diferença</title>
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		<comments>http://larissaherbst.com/2010/02/22/aberturas-de-series-que-fazem-diferenca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Battlestar Galactica]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Está na hora de falar sobre séries por aqui, mas este post não é um review de episódio, nem uma lista das minhas favoritas. Mesmo que duas delas estejam garantidas no meu &#8220;Top 10&#8243;, o assunto é outro! Raramente as aberturas (intros, openings ou credits) fazem parte dos comentários e discussões sobre seriados, mas elas podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-73" title="Dexter" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/02/003-Dexter.png" alt="" width="638" height="352" /></p>
<p>Está na hora de falar sobre séries por aqui, mas este post não é um review de episódio, nem uma lista das minhas favoritas. Mesmo que duas delas estejam garantidas no meu &#8220;Top 10&#8243;, o assunto é outro!</p>
<p>Raramente as aberturas (<em>intros</em>, <em>openings</em> ou <em>credits</em>) fazem parte dos comentários e discussões sobre seriados, mas elas podem contribuir muito e complementar — de maneira positiva ou negativa — a proposta do roteiro. Vou citar três apresentações que vão além dos créditos.</p>
<p><span id="more-72"></span></p>
<h3>Dexter</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mQGCen355Ns&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/mQGCen355Ns&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A intro de Dexter é, com certeza, minha favorita! Além da excelente fotografia, ela consegue traduzir todo o conceito da série nessas imagens, já com o fator suspense. Cada sequência foi muito bem colocada para mostrar a vida dupla do personagem, as ações violentas camufladas nas ações do cotidiano e, como não poderia faltar: o sangue. Ela fica ainda mais genial quando é alterada (de forma bem humorada) para a quarta temporada. Não vou contar spoilers, mas quem quiser conferir pode <a title="Dexter Alternate Intro" href="http://www.youtube.com/watch?v=wiyGWHFCrbI" target="_blank">assistir aqui</a>.</p>
<h3>Battlestar Galactica</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/E-jC2x09AcM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/E-jC2x09AcM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Para os que nunca assistiram, a introdução de Battlestar é dividida em duas partes. A primeira — do vídeo acima — vem antes do episódio, resumindo muito bem o assunto da série com pequenas alterações no decorrer das temporadas.</p>
<blockquote><p>The cylons were created by man. They evolved. They rebelled. There are many copies. And they have a plan.</p></blockquote>
<p>Confesso que quando comecei a assistir BSG não aprovei a segunda parte, que vem alguns minutos depois. Diferente das outras aberturas citadas, precisei assistir a alguns episódios e me envolver com a história para gostar. Esse segunda introdução traz não só o apelo humano — com a contagem de sobreviventes e o objetivo de encontrar um &#8220;lar&#8221; —, como a ação acelerada pelo contraste da música.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l4UPJv08c1k&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/l4UPJv08c1k&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Também são mostrados alguns trechos muito rápidos do episódio. Spoilers? No início eu via assim, mas as cenas são bem colocadas para aquecer os espectadores sem estragar. Talvez por ser uma abordagem bem diferente do que estamos acostumados, não me agradou de cara, mas conseguiu me conquistar e entrar na lista.</p>
<h3>True Blood</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EjooosDIFgQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/EjooosDIFgQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Assisto True Blood, mas não está entre as minhas preferidas. Quando comecei a assistir, os primeiros episódios me passaram uma mistura de Buffy com Malhação que me faria desistir facilmente da série. Não que Buffy seja ruim, porque é melhor que muito vampiro que brilha ou escreve diários por aí, hehe! Ainda assim, o que me fez continuar assistindo? O fato de que aquela abertura era boa demais para ser resumida naqueles primeiros episódios. E quando eu digo &#8220;boa&#8221;, pode incluir o conceito, as imagens, a edição, a composição, o ritmo e, principalmente, a música. Valeu a pena continuar? Sim, pois a série melhorou bastante. Mas, mesmo se não tivesse melhorado, esse vídeo aí em cima justifica dizer que sou fã de True Blood!</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>É claro que eu poderia citar outras, como as muitas variações de The Simpsons, mas, na minha opinião, essas foram as três que realmente mostraram diferença.</p>
<p>Lembram de mais alguma? Podem comentar! :)</p>
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