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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;A0YDRng5cCp7ImA9WhRaFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739</id><updated>2012-02-18T07:12:57.628Z</updated><category term="PALAVRAS" /><category term="VÍTIMAS" /><category term="Ferramentas úties que garantem a sua privacidade." /><category term="Contemporâneos - Futebolista: Profissão com futuro" /><category term="MODERNIDADE" /><category term="Propósito do Blog Librorum Prohibitorum" /><category term="a Lei da Atracção em O Segredo" /><category term="PSICOLOGIA" /><category term="HUMANIDADE" /><category term="Jean-François Millet" /><category term="O dominó económico" /><category term="Existencialismo" /><category term="NATUREZA" /><category term="Revista Visão" /><category term="The Sower" /><category term="O Cavaleiro das Trevas" /><category term="Prolongar a semana de trabalho das actuais 48 horas até às 65 horas" /><category term="AQUECIMENTO LOBAL" /><category term="O Crash de 1929 - Será Endémico?" /><category term="Skype" /><category term="PRIVELIGIADOS" /><category term="oportunidades populares" /><category term="Semelhanças entre economia e ideologia" /><title>Librorum Prohibitorum</title><subtitle type="html">Um Post para cada assunto que pense pertinente, e que sobre ele haja uma visão de certa forma limitada!</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/librorum-prohibitorum" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="librorum-prohibitorum" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;Ck4DQnY_cSp7ImA9WxJWFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-2856175616204482325</id><published>2009-06-20T19:35:00.014+01:00</published><updated>2009-06-21T00:36:13.849+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-21T00:36:13.849+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="VÍTIMAS" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="HUMANIDADE" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="MODERNIDADE" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PRIVELIGIADOS" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PALAVRAS" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="NATUREZA" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PSICOLOGIA" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="AQUECIMENTO LOBAL" /><title>FALSAS VÍTIMAS &amp; FALSOS PRIVELIGIADOS</title><content type="html">Anos de progresso, e de evolução científica não foram suficientes para pôr em causa a categorização como forma de identificação, tanto de coisas como de indivíduos. Esta lógica de categorização, ou classificação está tão presente que se pode mesmo questionar se há alternativa. Apesar disso, a sua capacidade de representação da realidade é sempre questionável, sendo certo que em alguns casos, tais classificações são no mínimo enganadoras.&lt;br /&gt;Para muitos, a descrição da forma do planeta Terra como esférica, trata-se da sua correcta representação, para outros trata-se dum elipsóide, e para os mais eruditos, trata-se dum &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geoide"&gt;geóide&lt;/a&gt;. No entanto, a verdade inquestionável, é a de que a Terra tem a forma da Terra. Sendo verdade, o que há de errado então com a última definição para que se prefiram as anteriores? Porque não dizemos simplesmente que as coisas são o que são e perdemos tempo com classificações que estão mais ou menos longe da realidade? Talvez porque, apesar de um carro ser realmente um carro, esta resposta parte do princípio de que já se sabe o que é um carro, pois de outra forma a dúvida manter-se-ia.&lt;br /&gt;Normalmente, quando se tem uma dúvida relativamente ao significado duma palavra recorre-se ao dicionário. No entanto, é ilusório pensar-se que o dicionário lhe diz o significado da palavra, o que o dicionário faz, é estabelecer ligações entre a palavra cujo significado procura saber com outras que já sabe. Ao bom estilo duma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Criptoan%C3%A1lise"&gt;criptoanálise&lt;/a&gt;, mapeando as relações conhecidas dum qualquer dicionário, seria possível de forma sofisticada, saber as relações desconhecidas doutro qualquer dicionário, ou seja, a construção dum dicionário tradutor. Claro que tal não seria uma tarefa linear, bastando considerar as diferenças culturais para se perceber isso.&lt;br /&gt;Se a complexidade anteriormente descrita nos dificulta a tarefa de tradução, ajudam-nos no entanto a concluir que um simples dicionário encerra em si uma ideologia. Os acordos ortográficos são exemplo disso, onde as decisões da inclusão ou exclusão de certas palavras, e por vezes o seu significado, desencadeiam verdadeiros debates políticos. Extrapolando esta ideia, podemos mesmo dizer que cada pessoa vive com o seu próprio dicionário, pois se assim não fosse, campanhas de leitura como o &lt;a href="http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/"&gt;Plano Nacional de Leitura&lt;/a&gt; seriam um perfeito disparate. Sabemos que uma pessoa com maior nível de escolaridade, possui um vocabulário maior, mas o que faz duma pessoa letrada ou não, define-se como sendo a utilização do conhecimento que possui, ou seja, no que concerne às palavras, saber a sua inter-relação com outras palavras e incorporar isso numa rede de significados.&lt;br /&gt;Esta rede de significados é o suporte intelectual dum indivíduo, pode não só revelar a sua concepção do que o envolve como também as experiências que viveu. A simples palavra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;glória&lt;/span&gt;, pode ser sentida como uma espécie de conquista militar sofrida, ou em contrapartida, associada aos doces duma tia com o mesmo nome!&lt;br /&gt;Por exemplo, quando se pensa em política pensa-se em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;esquerda&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;direita&lt;/span&gt;, sendo no entanto, estas mesmas duas palavras controversas, já que para uns &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt; é de esquerda, para outros &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt; é de direita. Por razões de simplicidade vamos considerar apenas diferenças, ou seja, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;X&lt;/span&gt; é mais de direita do que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Z&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Por detrás do significado das palavras existem interesses, um exemplo disso é a palavra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;competitividade&lt;/span&gt;. Se tiver com alguma atenção, reparará que esta palavra tende a dissipar-se à medida que um discurso se torna de esquerda. Assim, tal como com outras palavras, poder-se-ia fazer um retrato da respectiva rede de significados de uma qualquer entidade. Suponha-mos que temos dois indivíduos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;B&lt;/span&gt;, e para cada um deles temos a seguinte rede de significados para a palavra competitividade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indivíduo A:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Empreendedorismo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Riqueza;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Produtividade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Competência;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Economia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Indivíduo B:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Agressividade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pobreza;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exploração;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Neoliberalismo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mercado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Relativamente a estes dois indivíduos, a resposta à pergunta quem está à esquerda de quem, torna-se mais fácil à medida que mais palavras são associadas por esses mesmos indivíduos. Não é por acaso, que os dicionários procuram normalmente traduções “neutras”, sendo neste caso algo do género:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Competitividade - Qualidade do que é competitivo.”&lt;/blockquote&gt;No fundo é a resposta típica da de um carro é um carro, não deixa de ser verdadeira, mas implica saber o que é um carro!&lt;br /&gt;Mas afinal, qual é o problema do significados não serem uniformes?&lt;br /&gt;O primeiro problema, é o de nem todos se aperceberem disso, achando que o que se escreve vale por si e se percebe por si. O segundo, é o da não uniformidade dos significados ter como causa tratarem-se estes dum campo de batalha.&lt;br /&gt;Se já viu os filmes de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dirty_Harry"&gt;Dirty Harry&lt;/a&gt;, ou de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mad_max"&gt;Mad Max&lt;/a&gt;, notou que alguns destes estão comprometidos em descredibilizar a ideia de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imputabilidade_penal"&gt;inimputabilidade&lt;/a&gt; das personagens criminosas. Uma das formas que é recorrentemente usada, é a de dar a entender que os crimes não são consequência duma qualquer doença mental, advogada muitas vezes por personagens puramente burocráticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Sj0zJP6wkEI/AAAAAAAAAR8/xsNqaRhREDM/s1600-h/mad_max_final.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Sj0zJP6wkEI/AAAAAAAAAR8/xsNqaRhREDM/s400/mad_max_final.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349488166370840642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cena final do filme Mad Max&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o significado das palavras e a sua inter-relação podem parecer uma questão de pormenor, basta estar atento às discussões acesas sobre se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt; é ou não &lt;span style="font-style: italic;"&gt;B&lt;/span&gt; para perceber que o não são. A palavra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;doença&lt;/span&gt; tem sido uma das mais debatidas ao longo dos últimos anos, e isso não é por acaso. Por exemplo, a aceitação de uma doença como tal, é a condição necessária para que haja comparticipação do estado no seu tratamento. Os soldados vindos de cenários de guerra, para poderem obter apoios oficiais depararam-se com a necessidade de o justificar. Simples afirmações de que se sentiam perturbados não foram suficientes, tendo sido necessário o catálogo de doença para que a necessidade de tais apoios fosse reconhecida. Desta forma, o chamado &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_estresse_p%C3%B3s-traum%C3%A1tico"&gt;Stress Pós traumático&lt;/a&gt; é mais uma necessidade do que um facto.&lt;br /&gt;Numa sociedade onde os factos se fazem de argumentos, a expressão, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;contra factos não há argumentos&lt;/span&gt; não poderia estar mais errada. É comum a confusão entre conhecimento e confiança da mesma forma que entre verdade e sobrevivência. Esta confusão tem suporte na suposição da liberdade individual. Existe a convicção universal de que os pensamentos, tal como as acções são escolhas individuais, são fruto de outra coisa que não a necessidade de sobrevivência. Este sentimento, ou melhor, esta necessidade de sobrevivência está presente no indivíduo, na sociedade, nas empresas e nas próprias ideologias. A verdade, ou os factos, não carecem de tal necessidade, na realidade pode-se mesmo dizer que a verdade não é uma sobrevivente, bastando recordar o investimento necessário para se manterem os conhecimentos mais básicos, e o eterno apagar de factos pelo tempo. O Homem, ao contrário dos factos ou da verdade, não possui esta liberdade, e assim sendo, ele é uma espécie de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RoboCop"&gt;Robocop&lt;/a&gt; com um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firmware"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;firmware&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que o impede de abraçar ideias que vão contra as suas cláusulas, quer sejam verdadeiras ou não.&lt;br /&gt;O indivíduo é assim uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inst%C3%A2ncia_%28classe%29"&gt;instanciação&lt;/a&gt; tanto de clausulados biológicos como sociais, clausulados esses que apesar de comuns, se materializam duma forma individual. Apesar dos indivíduos terem aparentemente a capacidade de moldarem a lógica que os interliga, esta capacidade é ilusória, visto em última análise, ser o indivíduo a consequência e não a causa da lógica que o define.&lt;br /&gt;Voltando ao mundo das palavras e dos seus significados, é habitual sentir-se uma falta de congruência, em forma de “por um lado sim, por outro não”. Quando alguém diz que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt; é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;B&lt;/span&gt; mas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt; não é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;C&lt;/span&gt;, conclui-se que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;B&lt;/span&gt; não pode ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;C&lt;/span&gt;. No entanto, sendo a cultura uma arena de interesses, os seus territórios nem sempre se delimitam de forma coerente.&lt;br /&gt;Existem características que tornam um indivíduo mais ou menos apto a atingir os objectivos que lhe estão associados. Sendo o Homem um ser de características intrinsecamente sociais, não é de se estranhar ver este reagir mal à sua segregação. Sendo este receio tão comum, podemos mesmo considerá-lo como um instinto, o instinto da inclusão.&lt;br /&gt;Como exemplo de características que promovem a exclusão, consideremos o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down"&gt;Síndrome de Down&lt;/a&gt;. Este problema, que afecta profundamente o seu seio familiar, e encontra na sociedade uma enorme discriminação. Sendo assim, quem de alguma forma é vítima dessa discriminação, opta por a minimizar atacando as causas da mesma. De forma previsível, as doenças que de facto se caracterizam como incuráveis, nunca gozaram de grandes privilégios no meio em que se inserem, e ao contrário do caso dos ex-combatentes referidos acima, o termo doença traz mais prejuízos que benefícios.&lt;br /&gt;Como resultado, o Síndrome de Down não é uma doença, como se constata no site da &lt;a href="http://www.downs-syndrome.org.uk/faqs/general-faqs.html"&gt;Down's Syndrome Association&lt;/a&gt;. No entanto, apesar do Síndrome de Down não ser uma doença continua a ser um síndrome, estando esta última designação associada à de doença em qualquer dicionário actual. Estas incongruências não provam o que é ou deixa de ser, são isso sim, reveladoras dum &lt;span style="font-style: italic;"&gt;feudalismo linguístico&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gDmwVjK0RDs&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gDmwVjK0RDs&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste feudalismo, as ideias procuram adeptos, e assim, a simples idade da mãe no momento do parto, associada medicamente com anomalias congénitas, poderia muito bem enquadrar-se numa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vantagem evolutiva&lt;/span&gt;, conceito muito popular nos dias de hoje. Como argumento de viragem, bastaria notar que essa idade está positivamente correlacionada com o número de filhos já tidos. Assim, após alguma meditação nesta curiosidade, poder-se-ia argumentar que a própria evolução, revela haver alguma vantagem deste síndrome no seio de famílias grandes. Qual? É irrelevante...!&lt;br /&gt;Neste feudalismo linguístico não existem inocentes, sendo contudo, os exemplos anteriores os que mais se lhe assemelham. As empresas e outros organismos, tal como as pessoas, não são de igual forma imunes a esta necessidade.&lt;br /&gt;Actualmente, não existe assunto tão assustador para certas empresas como o aquecimento global. Se para o cidadão comum este assusta pela ausência de medidas, para certas empresas este assusta pela sua exigência.&lt;br /&gt;As empresas possuem os seus próprios instintos de sobrevivência, dos quais, a obtenção de lucro como fonte energética assume um papel primordial. O que motivou as negações da industria do tabaco, não encontra raízes num qualquer mal superior nem mesmo na ignorância. A sua origem, iguala-se à existente em qualquer outro organismo sedento de sobrevivência, sendo por isso, uma constante passível de ser controlada mas nunca erradicada.&lt;br /&gt;Desta forma, as organizações associadas à exploração de energias fósseis, desencadearam já o seu mecanismo de auto defesa contra a ideia do aquecimento global. Num documentário intitulado &lt;a style="font-style: italic;" href="http://video.google.com/videoplay?docid=522784499045867811"&gt;The Denial Machine&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://www.cbc.ca/"&gt;CBC&lt;/a&gt;, constata-se como a simples redefinição das palavras, podem alterar o sentimento social relativamente aos temas alvo. &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Frank_Luntz"&gt;Frank Luntz&lt;/a&gt;, presente neste documentário, desenvolve de forma muito inteligente, um documento que se viria a tornar a base semântica de George W. Bush relativamente ao tema do aquecimento global. Ele apercebe-se, que os significados associados às palavras são em grande medida construções políticas. Assim, detectando as frases cujos significados se afastassem mais, dos já dominados pelo consenso existente, consegue-se corroer a sua base factual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_WiTVL9iT1w&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_WiTVL9iT1w&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer parte duma sociedade pode ser uma bênção ou uma maldição, e isto aplica-se a todas elas. É uma bênção quando se tira o partido mais do que justo dela, é uma maldição, quando é apenas ela a tirar partido, ou seja, como contribuinte (em sentido lato)(1), é o retorno o fiel entre uma ou outra coisa.&lt;br /&gt;Sendo a cultura uma forma de expansão de ideias, esta é um dos principais instrumentos de definição de poder. Qualquer ideia que se queira expansiva, tem de ter um nível considerável de promessa. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;modus operandi&lt;/span&gt; dum engodo, mede-se pela relação entre a promessa promovida e a da ideia em si. Neste sentido, o engodo pretende fazer confundir conhecimento com confiança, a confiança que dará lugar à ameaça como medida do seu sucesso.&lt;br /&gt;É verdade que as coisas costuma ser um pouco mais complicadas, visto existirem interesses de múltiplas partes cuja permanência se consegue de forma mais subtil,  sendo estes raramente independentes. Assim, existem aqueles que acabam por adquirir o estatuto de autoridade, em que, apesar desta não estar necessariamente sustentada por factos ou relações de casualidade, acaba por se tornar na base do senso comum.&lt;br /&gt;As sociedades mudam, e o Homem moderno é o que se entende por moderno. Neste sentido, são muitos os privilégios que se lhe associam. A modernidade trás consigo a promessa da qualidade de vida, da solução de problemas, e o sentimento de dependência associado ao de direito. A sociedade moderna é a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sociedade de direito&lt;/span&gt;, como se ouve muitas vezes, o direito em si mesmo, o direito à justiça, ou a justiça como o direito à modernidade. Todos estes termos, sendo adjectivos, carecem de significado, significados esses que não têm necessariamente de seguir uma lógica de verdade, muito menos quando esse direito é o que mais serve.&lt;br /&gt;A promessa duma certa modernidade, reside na solução dos problemas que se associam à &lt;span style="font-style: italic;"&gt;natureza humana&lt;/span&gt;, como se a natureza precisasse do humano para o ser. Na lógica da natureza humana, as patologias tornam-se patológicas, os efeitos transformam-se em causas, e o Homem, a base de trabalho na sua resolução. As lógicas querem-se dominantes, sendo que nesta, a infância, ela própria, acaba por ser uma patologia por força do que passou a ser causa. Esta promessa não requer cura, mas esperança no que se tornou facto consumado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ML_YUOS4yuw&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ML_YUOS4yuw&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q2HdDncX2II&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Q2HdDncX2II&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Notas:&lt;br /&gt;1 - Bens e Contratos - &lt;a href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/03/bens-e-contratos.html"&gt;http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/03/bens-e-contratos.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-2856175616204482325?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/2856175616204482325/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=2856175616204482325" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2856175616204482325?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2856175616204482325?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2009/06/falsas-vitimas-falsos-priveligiados.html" title="FALSAS VÍTIMAS &amp; FALSOS PRIVELIGIADOS" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Sj0zJP6wkEI/AAAAAAAAAR8/xsNqaRhREDM/s72-c/mad_max_final.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0AAQXs_fyp7ImA9WxVaFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-1707092445130286816</id><published>2009-04-13T20:16:00.004+01:00</published><updated>2009-04-13T20:42:20.547+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-13T20:42:20.547+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Crash de 1929 - Será Endémico?" /><title>The Crash of 1929 - Can It Be Called Endemic?</title><content type="html">&lt;embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=7233622324068640582&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=true" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-1707092445130286816?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/1707092445130286816/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=1707092445130286816" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/1707092445130286816?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/1707092445130286816?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2009/04/crash-of-1929-can-it-be-called-endemic.html" title="The Crash of 1929 - Can It Be Called Endemic?" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04CQ388cCp7ImA9WxVUFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-6567852093410306414</id><published>2009-03-21T01:39:00.004Z</published><updated>2009-03-21T02:19:22.178Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-21T02:19:22.178Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="The Sower" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jean-François Millet" /><title>New Times or New Views?</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/ScRHKTbk4AI/AAAAAAAAAR0/lkltVa0zrJc/s1600-h/SC29792.fpx%26obj%3Diip,1.0%26wid%3D800%26cell%3D800,800%26cvt%3Djpeg.jpeg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 328px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/ScRHKTbk4AI/AAAAAAAAAR0/lkltVa0zrJc/s400/SC29792.fpx%26obj%3Diip,1.0%26wid%3D800%26cell%3D800,800%26cvt%3Djpeg.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315451702544228354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Sower&lt;/span&gt; - &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jean-Fran%C3%A7ois_Millet"&gt;Jean-François Millet&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-6567852093410306414?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/6567852093410306414/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=6567852093410306414" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6567852093410306414?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6567852093410306414?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2009/03/new-times.html" title="New Times or New Views?" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/ScRHKTbk4AI/AAAAAAAAAR0/lkltVa0zrJc/s72-c/SC29792.fpx%26obj%3Diip,1.0%26wid%3D800%26cell%3D800,800%26cvt%3Djpeg.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QDSX4zcSp7ImA9WxVUEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-7022749451715990369</id><published>2009-03-14T14:41:00.010Z</published><updated>2009-03-14T21:16:18.089Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-14T21:16:18.089Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Existencialismo" /><title>A Unidade do Significado da Vida</title><content type="html">&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Meaning_of_life"&gt;O significado da Vida&lt;/a&gt; sempre foi uma questão muito importante para um certo tipo de corrente filosófica, chamada de Existencialismo. Esta corrente filosófica tem a triste particularidade de ainda hoje ser tida em grande conta. Eu não sou opositor a um certo questionamento, o problema com o existencialismo não está aí, está isso sim no facto de estar fundamentalmente errada. O que quero eu dizer com fundamentalmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas da ideias que se tem sobre algo assentam na sua capacidade &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reducionismo"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;reducionista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, aliás, esta é a base fundamental de qualquer filosofia ou ideia, e é aí que reside a sua verdadeira utilidade. Por exemplo, na física houve uma forma de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reducionismo&lt;/span&gt; verdadeiramente revolucionária, o átomo de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Boltzmann"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Boltzman&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e a sua &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Atomic_theory"&gt;teoria atómica&lt;/a&gt;. Esta teoria continha em si um conceito muito importante para a altura, o de que o mundo físico é governado de baixo para cima e não o contrário, de que não há um ser ou entidade superior que controla o que se passa, mas quanto muito, uma série de lógicas que se evidenciam no átomo e se propagam até um nível macroscópico. No entanto, ao contrário duma qualquer teoria de pé descalço, a unidade átomo não se transformou num dogma inalterável! posteriormente surgiram os electrões, os protões e neutrões, e poderia dizer, acabando no &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bohr_model"&gt;modelo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Bhor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, poderia, se fosse uma filosofia de pé descalço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, podemos ver na biologia, que a unidade é o gene, mas ao contrário do que se pensa, e ao contrário de outras unidades, como sejam o cromossoma, o gene não é algo definido e estabelecido de forma rígida, mas subjectiva, como algo que define uma característica ou um traço humano, inviabilizando de certa forma o gene como unidade, podendo mais correctamente dizer-se sequência genética. Desta forma, e ao contrário duma filosofia de pé descalço, não há uma espécie de fundamentalismo unitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos às perguntas...&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Porque terá a vida de ter um significado?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Porquê um significado e não outra coisa qualquer?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Porque haveria de ser a vida a base de qualquer significado?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;O existencialismo tem de ser tratado como realmente é, uma charada, e a que agora me ocorre é aquela do ovo e da galinha. O que nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Muito ao jeito do "porque existimos?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria muito complicado para nós desenvolvermos uma filosofia à volta do ovo e da galinha, poderia-mos até chamar-lhe o ciclo divino ou algo mais pomposo para dar um certo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo"&gt;romantismo&lt;/a&gt;. Dessa forma, o ciclo divino passaria a ser a nossa unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claramente não se trata dum ciclo divino! Do que se trata afinal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais, não há a necessidade de se provar o que algo é para se concluir do que não é, pode-se chegar lá &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reductio_ad_absurdum"&gt;por absurdo&lt;/a&gt;. Apesar disso, poderia-se simplesmente dizer que sendo a galinha uma espécie descendente de outras que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;igualmente&lt;/span&gt; recorriam ao ovo para se reproduzir, conclui-se que o ovo "nasceu primeiro". Claro que dependendo da resposta que se queira podem-se ter respostas mais ou menos elaboradas e complexas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Absurdism"&gt;absurdismo&lt;/a&gt; do existencialismo vai para além do significado da vida, este na verdade assenta na sua unidade, a existência. É preciso antes de mais notar o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nem toda a vida recorre à &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;consciência&lt;/span&gt; da sua existência (vírus, fungos, etc...);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A consciência da existência não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;foge&lt;/span&gt; às regras que regem outras características da vida;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A existência propriamente dita, só por &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;si&lt;/span&gt; não se restringe à vida.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Compreende-se que para qualquer filósofo possa ser complicado fazer considerações sobre o seu sentimento de existência, apesar de o fazer relativamente às suas capacidades cognitivas como seja o caso de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kant"&gt;Kant&lt;/a&gt;. De facto, tal sentimento tem-se consolidado numa unidade sagrada, apesar de haver sempre quem o conteste como seja o caso de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Dam%C3%A1sio"&gt;António Damásio&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, tal como o nosso ciclo divino descrito anteriormente, o sentimento de existência pode ser &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;desmistificado&lt;/span&gt; de forma engenhosa. Vamos supor duas hipóteses:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;A existência é do domínio espiritual, é neste que ela reside indo para além do corpo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Toda a característica transportada de forma não física difere das características que o são;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Se for &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Creationism"&gt;criacionista&lt;/a&gt;, para si haverá apenas um transporte, o espiritual, e dessa forma, a não diferença das características transportadas não se tornam num problema. No entanto, não faltam provas que não tenham já tornado o criacionismo numa mera relíquia histórica, não sendo além disso o âmbito deste &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;post&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos partir do princípio de que não é um fundamentalista religioso, e que de alguma forma concebe termos como hereditariedade e população. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Porque razão tem 5 dedos em cada mão(1)?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Porque razão teriam os seus antepassados estas características?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Porque razão na população em que se insere é dominante todos terem também 5 dedos em cada mão?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Porque de alguma forma, a informação que sustenta esses mesmos 5 dedos, foi herdada por si sendo igualmente tal mecanismo partilhado pelos que estão à sua volta (população geral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se aceitar o que foi anteriormente dito considere agora os sentimentos, dor, frio, calor, tristeza, alegria, melancolia, etc... Todos estes sentimento, independentemente da forma como se possam categorizar são resultado dum mecanismo igual de transporte ao dos 5 dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pense no seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se considerar a existência como um sentimento semelhante aos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;anteriormente&lt;/span&gt; descritos, ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;próprio&lt;/span&gt; partilha exactamente as mesmas características, hereditariedade e partilha populacional, não só na sua consciência como na forma semelhante como se exprime. Assim sendo o seu transporte terá de ser &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;igualmente&lt;/span&gt; físico, tornando-se absurda a ideia espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora repare, um sentimento não é uma decisão, embora tal lhe &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;pareça&lt;/span&gt; semelhante, a liberdade da sua existência torna-se assim ilusória, visto que esta existe apenas para que siga as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;baias&lt;/span&gt; traçadas pela lógica da própria natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade reside assim na dimenção do poder que se exerce sobre essa mesma natureza, quer moralmente quer tecnologicamente, sendo a última preferível à primeira. A liberdade nada mais é do que a corrupção da própria natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SbvYmV1uvVI/AAAAAAAAARk/yy5qLzg7v_U/s1600-h/snap_meanig_life.png"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SbvYmV1uvVI/AAAAAAAAARk/yy5qLzg7v_U/s400/snap_meanig_life.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313078338622766418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cena do filme &lt;a style="font-style: italic;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Monty_Python%27s_The_Meaning_of_Life"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Meaning&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Life&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(1) - Sem considerar qualquer excepção.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-7022749451715990369?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/7022749451715990369/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=7022749451715990369" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/7022749451715990369?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/7022749451715990369?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2009/03/unidade-do-significado-da-vida.html" title="A Unidade do Significado da Vida" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SbvYmV1uvVI/AAAAAAAAARk/yy5qLzg7v_U/s72-c/snap_meanig_life.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkABRH8_eyp7ImA9WxVREk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-2128676182668543370</id><published>2009-01-17T23:24:00.001Z</published><updated>2009-01-17T23:25:55.143Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-17T23:25:55.143Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contemporâneos - Futebolista: Profissão com futuro" /><title>NO COMMENT</title><content type="html">&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hOyBwI_jV3k&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hOyBwI_jV3k&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-2128676182668543370?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/2128676182668543370/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=2128676182668543370" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2128676182668543370?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2128676182668543370?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2009/01/no-comment.html" title="NO COMMENT" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkECQHY7eyp7ImA9WxRRFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-793173328965143081</id><published>2008-09-28T12:46:00.010+01:00</published><updated>2008-09-28T16:11:01.803+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-28T16:11:01.803+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Semelhanças entre economia e ideologia" /><title>Boas e más acções</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SN-aM-Z2CJI/AAAAAAAAAKw/TuFPzxNH-Sc/s1600-h/Abraham.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SN-aM-Z2CJI/AAAAAAAAAKw/TuFPzxNH-Sc/s320/Abraham.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251085238237792402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Abraham Sacrificing Isaac&lt;/i&gt; por &lt;a linkindex="11" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Laurent_de_La_Hyre" title="Laurent de La Hyre"&gt;Laurent de La Hyre&lt;/a&gt;, 1650&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, classificamos uma acção como boa ou má de acordo com o indivíduo que as exerce. Assim, quando nos deparamos com alguém que faz uma boa acção, dizemos tratar-se dum bom exemplo, um exemplo a seguir. Pelo contrário, quando nos deparamos com uma má acção, tendemos e repugná-la e a considerar o indivíduo originário como alguém desajustado, ou seja, um mau exemplo.&lt;br /&gt;Sempre considerei mais interessante e importante o que se desajusta do que o que se ajusta, pois com o primeiro podemos inferir muito mais sobre o que suporta essas mesmas acções. Mas o que há de realmente significativo numa má acção, não são as suas consequências, mas sim, as suas causas, e até que ponto estas más acções, não são mais do que o preço a pagar por um qualquer modelo ideológico que se pretende suportar, sendo desta forma uma espécie de sacrifício.&lt;br /&gt;Antes de pensarmos em modelos ideológicos, que são produtos civilizacionais, pensemos em estratégias comportamentais, que vão para além dos primeiros. Numa óptica de estratégia comum, uma acção só pode ser considerada de má, caso a estratégia que lhe deu origem, representar uma população adoptante numa situação desfavorável face a outra população seguidora de diferente estratégia.&lt;br /&gt;Neste sentido, e apesar da gravidade dos actos dum individuo, estes só serão desvantajosos ou verdadeiramente puníveis, caso a população seguidora da estratégia comum que lhe deu origem, considere esses mesmo actos suficientemente caros ao ponto de se sobreporem aos benefícios do mantimento dessa mesma estratégia. Por esta ideia ser de difícil aceitação, em vez de estratégias, abordaremos antes as ideologias, que são de compreensão mais aceitável.&lt;br /&gt;Uma ideologia não é mais que uma ideia da realidade. Mais ou menos elaboradas, têm por objectivo transformarem-se em standards comportamentais, e nesses sentido, são o pilar de qualquer civilização, pois não são uma consequência duma estratégia natural, mas sim, um artifício humano na tentativa de contornar os prejuízos da lógica natural.&lt;br /&gt;Consideremos portanto uma ideologia como uma modelo da realidade. Como se sabe, todos os modelos são uma simplificação, desta forma contêm em si um erro, sendo este majorado em função da complexidade do modelo. Este erro pode e dá origem a um resíduo ideológico, o qual mede a justeza dessa ideologia. Assim, mais uma vez, as ideologias só podem ser consideradas boas ou más, comparativamente com a capacidade de representação de outras ideologias, e essa comparação pode-se basear no seu resíduo ideológico.&lt;br /&gt;Consideremos por exemplo a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multiple_regression"&gt;regressão múltipla&lt;/a&gt; de acordo com a seguinte fórmula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SN-EQA_ZwyI/AAAAAAAAAKo/226BUGu-Z-0/s1600-h/1dd913f991bb409b77e08beeabbcb8a3.png"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SN-EQA_ZwyI/AAAAAAAAAKo/226BUGu-Z-0/s400/1dd913f991bb409b77e08beeabbcb8a3.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251061101215990562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nela temos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;y_i&lt;/span&gt; como sendo a realidade que se quer explicar, igual ao somatório (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%CE%A3"&gt;sigma&lt;/a&gt;) como sendo o modelo ou ideologia explicativa, mais o erro (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%CE%95"&gt;épsilon&lt;/a&gt;) do modelo explicativo. Este modelo linear, ao prever limitações explicativas, é muitas vezes usado na explicação de dados com base noutros, não se rejeitando tal explicação sempre que &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estatistica_t"&gt;certos&lt;/a&gt; critérios sejam observados.&lt;br /&gt;Se se estiver a questionar, se poderá haver uma ideologia tal que seja completa, a resposta é não, pois se por definição (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_da_Incompletude_de_G%C3%B6del"&gt;incompletude de Gödel&lt;/a&gt;) não pode haver uma lógica completa, por inerência, não o poderá, uma ideologia completa. No entanto, tal não significa que a ideologia deixa de ter a sua utilidade, de facto, é ela que destaca a humanidade da lógica natural.&lt;br /&gt;Existe verdadeiramente uma enorme valor económico associado a uma ideologia. Todas elas possuem os seus próprios corpos evangelistas, na procura de fazer da sua ideologia o verdadeiro standard. Este corpo evangelista é o principal dependente da saúde da ideologia que suporta, sendo qualquer ataque a ela uma verdadeira ameaça ao seu status&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;quo.&lt;br /&gt;Certos colapsos económicos são-no não tanto pela realidade económica e concreta das suas finanças, mas mais pelas consequências ideológicas que dai advêm. Pode ter consequências muito maiores a queda duma ideia ou concepção da realidade do que a simples falência dum grande número de empresas ou qualquer outro colapso financeiro. Pois é a primeira que leva a uma verdadeira mudança de poderes e não a segunda. Trata-se da constatação da limitação duma ideologia, e não das suas concretas dificuldades práticas, que lavam à sua morte como conceito útil. Neste sentido, as chamadas más acções, superam em custos as vantagens da manutenção da ideologia que as gera como resíduo ideológico.&lt;br /&gt;Num sentido mais lato, pode-se dividir o mercado como aberto e fechado (negro), onde o primeiro é do domínio público e o segundo do domínio privado. A saúde duma economia pode muito bem ser medida como sendo o rácio entre estes dois mercados. Quanto maior for o mercado fechado face ao aberto, menor será a população satisfeita pelo último. Assim, fenómenos naturais como &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Preferential_attachment"&gt;o rico fica mais rico&lt;/a&gt;, fazer-se-ão sentir com mais intensidade num mercado dominantemente fechado, resultante da possível simplicidade do modelo ideológico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-793173328965143081?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/793173328965143081/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=793173328965143081" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/793173328965143081?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/793173328965143081?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/09/boas-e-ms-aces.html" title="Boas e más acções" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SN-aM-Z2CJI/AAAAAAAAAKw/TuFPzxNH-Sc/s72-c/Abraham.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04GRH47fSp7ImA9WxJWFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-498795951328043335</id><published>2008-09-16T22:42:00.017+01:00</published><updated>2009-06-21T00:18:45.005+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-21T00:18:45.005+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O dominó económico" /><title>AIG dispõe de um dia para angariar 80 mil milhões de dólares e evitar a falência</title><content type="html">A economia americana está de rastos! Mas ainda há quem veja tudo isto como um mero fenómeno conjectural, algo que se espera vir a ser resolvido por si a seu tempo. O grande problema, reside no facto da situação actual representar o colapso duma ideia económica. A ideia económica suportada por homens como &lt;a linkindex="3" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Greenspan"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Greenspan&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que apostaram e suportaram a desregulação da economia, desregulação posta em prática na Rússia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Iéltsin&lt;/span&gt; e posteriormente no Iraque pós &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Saddam&lt;/span&gt;. A ideia de que uma civilização pode florescer do puro oportunismo dum bom negócio, é um fracasso à vista.&lt;br /&gt;Se se for sério acerca da economia, não se podem suportar ideias miraculosas de criação de riqueza. A riqueza quando abstraída das suas fontes, e vista duma perspectiva puramente burocrática, leva ao ciclo vicioso da não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt;, constatada e reforçada pelos presentes acontecimentos financeiros.&lt;br /&gt;Para além da Guerra do Iraque, que contribuiu fortemente para um desvio da riqueza pública americana, os instrumentos económicos no mantimento da estabilidade duma economia, como sejam fundos de investimento, seguros, empréstimos, reservas monetárias entre outros, passaram a ser eles próprios instrumentos ao serviço duma economia de mercado, regulada exclusivamente pelas mais elementares regras da oferta e da procura.&lt;br /&gt;A verdadeira preocupação não reside nas falências em si mesmo, mas no facto de estas serem o resultado duma realidade acumulada ao longo de anos, anos de uma ideia que teve o seu grande início com o economista e prémio Nobel &lt;a linkindex="4" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Milton_Friedman"&gt;Milton &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Friedman&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Estas ideias começaram por corromper grande parte das economias externas dos países do terceiro mundo, acabando na história recente, por corroer as economias dos do primeiro. Assim, as convulsões políticas vividas nesses países de experiência piloto, não foram mais do que um prelúdio do que pode muito bem acontecer nos países que as difundiram. Numa economia mundial cada vez mais interligada, e onde a ignorância felizmente já não abunda, esses países inicialmente mais atrasados, perceberam que as suas economias não se podem sustentar em iluminismos hipócritas, mas sim, na real capacidade económica do país e na sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Na economia mundial, que nunca esteve tão interligada, não existem acontecimentos isolados, e desta forma, o efeito dominó que tanto se teme poderá bem ser uma realidade. Resta saber, quando irá a população americana acordar do seu delírio económico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ik2YF05iX2w&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ik2YF05iX2w&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-498795951328043335?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/498795951328043335/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=498795951328043335" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/498795951328043335?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/498795951328043335?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/09/aig-dispe-de-um-dia-para-angariar-80.html" title="AIG dispõe de um dia para angariar 80 mil milhões de dólares e evitar a falência" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0EEQXg_fyp7ImA9WxRSGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-2347140331829084350</id><published>2008-08-13T23:46:00.005+01:00</published><updated>2008-09-19T21:20:00.647+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-19T21:20:00.647+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="oportunidades populares" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Skype" /><title>O preto e branco de Charlie Chaplin</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SKN4gSxzlvI/AAAAAAAAAIg/VOQnrOPh7oc/s1600-h/charlie_chaplin02.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SKN4gSxzlvI/AAAAAAAAAIg/VOQnrOPh7oc/s320/charlie_chaplin02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234159688126535410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda me lembro, quando era miúdo, dos filmes de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_chaplin"&gt;Charlie Chaplin&lt;/a&gt;, mais conhecido como Charlot. Nos dias que correm é comum pensar-se que tudo é mais complicado, que as coisas não são a "preto e branco", que não há o bom nem o mau, e que no fundo são tudo bons rapazes numa realidade nebulosa. Eu próprio penso não haver realidades a preto e branco, mas constato coisas que ultrapassam a minha imaginação. A minha imaginação concebe o mundo um pouco como uma espécie de conjunto de pacotes estanques, arrumados em prateleiras, as quais se elevam em função do nível social actualmente aceite, onde pouco mais acontece do que aquilo que se está à espera. Situações como as dos filmes de Charlot são isso mesmo, cenas cinematográficas de cariz puramente histórico, pelo menos assim penso eu e muita gente.&lt;br /&gt;No entanto, ponho-me a visualizar uma emigrante, cuja família se encontra a passar férias no seu país de origem. Esta mulher, cujo trabalho precário muito comum, lhe rende 500 Euros por mês graças a alguns sábados, domingos e feriados, fica em Portugal sozinha a trabalhar. Imagino-a numa casa de condições ideais para um filme de Chaplin, e que por isso não se enquadra em nenhum filme actual de nível reconhecido, a cores portanto. Até aqui, sai-nos da boca um "pobre coitada", uma pobre coitada a usar um acesso net, seguido de muitos acessos net anteriores sem pagamento continuado, um novo acesso net, que não se espera duradouro por falta de pagamento, cujos motivos se enquadram nesse tal filme a preto e branco, onde a pobreza, mais uma vez, assume as suas próprias razões. Só quando sentimos a sua alegria no fim dum dia de trabalho, perante a sua família, perante a sua filha ou filho, quando vemos um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Skype"&gt;Skype&lt;/a&gt; a ser usado duma forma tão familiar, e ao mesmo tempo tão contra natura numa óptica meramente comercial, percebemos até que ponto pobre é aquele que segue as regras puras da aceitação de mercado! Sim, isso mesmo, aceitação de mercado, o mercado que num espectro de cores que se aceita e que esconde todo o sentimento daquela mulher que verdadeiramente o não respeita, toda uma amizade que não precisa de cores para se fazer sentir. Podemos até comparar esta casa, a preto e branco, com uma outra colorida, cheia de adereços, de perfumes, de decorações exuberantes, mas de habitantes frios, cujo sorriso deve ser bem medido, bem pensado, pois tudo é&lt;span style="font-style: italic;"&gt; business&lt;/span&gt;, tudo tem um preço e está bem compartimentado (conta, peso e medida), e nesta casa de cores perfumadas que eu estou a imaginar, sente-se o cheiro da traição, a traição da empatia, a traição dos sentimentos mais simples, a traição do próprio indivíduo e do seu próprio sofrimento, pois a cor assim o exige. A cor dos comprimidos que se vendem, para se sentir uma amostra do que se pode sentir sem essa mesma cor, a cor dos recibos que se dizem verdes, dos anúncios que enchem as casas com mais cor, cor falsa que oprime e que tem na sua essência a mentira que a suporta. É com satisfação que eu sei, haverem pobres, cujas posses transcendem as dum falso rico de sonhos dignos dum episódio da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Floribella_%28Portugal%29"&gt;Floribela&lt;/a&gt;. No fundo, o que eu quero concluir desta pequena história, é que o pior pobre é aquele que pensa não o ser, aquele que diz: "Pessoal, tenho um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPhone"&gt;iPhone&lt;/a&gt;. É pá, não mexam muito que me custou os olhos da cara".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-2347140331829084350?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/2347140331829084350/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=2347140331829084350" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2347140331829084350?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2347140331829084350?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/08/o-preto-e-branco-de-charlie-chaplin.html" title="O preto e branco de Charlie Chaplin" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SKN4gSxzlvI/AAAAAAAAAIg/VOQnrOPh7oc/s72-c/charlie_chaplin02.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMNQ3Y9eip7ImA9WxRbGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-6020266769597482776</id><published>2008-08-03T22:30:00.011+01:00</published><updated>2008-12-09T09:04:52.862Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-09T09:04:52.862Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Cavaleiro das Trevas" /><title>O equívoco de Joker!</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1p2mlv5I/AAAAAAAAAII/Dv-A5a1DCjs/s1600-h/joker_1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1p2mlv5I/AAAAAAAAAII/Dv-A5a1DCjs/s320/joker_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230427010385690514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Joker&lt;/span&gt;, no filme o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Dark_Knight"&gt;Cavaleiro das Trevas&lt;/a&gt;, é na sua essência um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Misantropia#O_Misantropo"&gt;misantropo&lt;/a&gt;, ele acredita que o mal reside na humanidade, a qual, seguindo os seus instintos mais básicos, revela toda a sua hipocrisia. A sua tarefa é demonstrá-lo através do caos.&lt;br /&gt;Este filme é uma metáfora, não interessa muito saber como se invade um espaço aéreo internacional, como se sequestra alguém sem as mínimas consequências, ou como se consegue um exército de militantes vindos do nada.&lt;br /&gt;De certa forma este filme faz lembrar o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saw"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Saw&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, onde escolhas difíceis têm de ser feitas. A diferença está na certeza do fracasso dos jogadores, ao contrário de no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Saw&lt;/span&gt;, onde John &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Kramer&lt;/span&gt; adoptava uma posição mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;esperançosa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;É difícil não se sentir uma certa simpatia pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;joker&lt;/span&gt; durante grande parte do filme, principalmente quando este queima a sua parte monetária perante o olhar perplexo dum mafioso. A coerência é total, mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1qWQf1gI/AAAAAAAAAIQ/pwRXJd2RLws/s1600-h/joker_2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1qWQf1gI/AAAAAAAAAIQ/pwRXJd2RLws/s320/joker_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230427018882962946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Joker&lt;/span&gt;, os seus jogos encontram dificuldades. O seu momento de derrota verifica-se no jogo dos dois barcos. Ele estabelece um dilema à semelhança do jogo o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilema_do_Prisioneiro"&gt;Dilema do Prisioneiro&lt;/a&gt;, no qual, a solução lógica é a imediata detonação do barco oposto. Afinal, estando um deles cheio de foras da lei, que outra coisa será de esperar que o rebentamento dum dos barcos?&lt;br /&gt;Mas afinal, qual é o equívoco de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Joker&lt;/span&gt;? À semelhança de muitos outros, resume-se a um ponto muito simples, a crença de que o "mal" reside na humanidade, não percebendo que os seus jogos demonstram eles próprios o contrário. O "mal", ou a problemática, está na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica"&gt;lógica&lt;/a&gt; da própria natureza e não no Homem, contra a qual, este último responde com algo igualmente simples. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moralidade"&gt;moral&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A única razão que impediu a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;explosão&lt;/span&gt; de qualquer dos barcos, foi a incapacidade moral de tal acto por parte de qualquer um dos seus ocupantes, algo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;simplisticamente&lt;/span&gt; ignorado pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Joker&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;A aceitação final da culpa por parte de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Batman&lt;/span&gt;, pelos actos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Harvey&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Dent&lt;/span&gt;, não se tratou duma mera bondade pessoal, mas sim, da sobreposição da moral colectiva à glória individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1qnag_SI/AAAAAAAAAIY/4gbQZuUm-aU/s1600-h/joker_3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1qnag_SI/AAAAAAAAAIY/4gbQZuUm-aU/s320/joker_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230427023488384290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-6020266769597482776?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/6020266769597482776/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=6020266769597482776" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6020266769597482776?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6020266769597482776?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/08/o-equvoco-de-joker.html" title="O equívoco de Joker!" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/SJY1p2mlv5I/AAAAAAAAAII/Dv-A5a1DCjs/s72-c/joker_1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8HRnw8eip7ImA9WxdQFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-6840715183050424957</id><published>2008-06-15T14:43:00.005+01:00</published><updated>2008-06-15T20:07:17.272+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-15T20:07:17.272+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prolongar a semana de trabalho das actuais 48 horas até às 65 horas" /><title>65 horas de trabalho por semana</title><content type="html">No &lt;a href="http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/noticias/06_2008/NEWS_ue+prolonga+semana+de+trabalho+at++233++65+horas.htm"&gt;portal do cidadão&lt;/a&gt; (mais por si), pode-se ler:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Os ministros do Trabalho da União Europeia aprovaram ontem a Directiva do Tempo de Trabalho, a qual estipula a possibilidade de ser prolongar a semana de trabalho das actuais 48 horas até às 65 horas, se assim o entenderem o funcionário e a empresa.&lt;/blockquote&gt;Estas novas medidas fazem me lembrar a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Poor_Law_Amendment_Act_1834"&gt;reforma da Lei do Pobre&lt;/a&gt; (Poor Law) de 1834 no Reino Unido. Esta reforma resume-se nos seguintes termos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Estabelecimento duma comissão a nível nacional para observar a aplicabilidade do sistema. Isto incluía a transformação de pequenas paróquias em associações e a construção de casas de trabalho (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;workhouses&lt;/span&gt;) de apoio ao pobre.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A reforma não baniu todas as formas de apoio exterior. Até que em 1840, a entrada nas casas de trabalho viria a ser o único método de apoio ao pobre. As casas de trabalho eram construídas para serem pouco mais do que prisões, e as famílias eram normalmente separadas na entrada. A ajuda exterior era "desencorajada" mas não abolida.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A reforma reclamava as paróquias para serem incluídas nas associações por forma a que o apoio pudesse ser prestado com maior facilidade. Cada associação teria de estabelecer uma casa de trabalho, o que respeitava o princípio da &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Less_eligibility"&gt;menor elegibilidade&lt;/a&gt;, este princípio resumia-se a transformar as condições de trabalho nestas casas piores que o pior trabalho fora delas, por forma a deter as pessoas de recorrerem ao apoio ao pobre.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Definiram-se um conjunto de cláusulas que tinham por objectivo acabar com discriminações anteriores entre protestantes e católicos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Wallis"&gt;Henry &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Wallis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; pintou &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Stonebreaker"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Stonebreaker&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; em 1857, exibido e aclamado na Royal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Academy&lt;/span&gt; em Londres em 1858. Inicialmente, muitos dos observadores acreditaram tratar-se da representação dum trabalhador a dormir. Foi apenas quando as descrições apareceram que as pessoas perceberam o verdadeiro significado do quadro. Para se manterem fora das casas de trabalho, alguns trabalhadores trabalhavam até à morte. Na moldura do quadro podia-se ler: "Está agora concluído o seu longo dia de trabalho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/99/Wallis_The_Stonebreaker.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 320px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/99/Wallis_The_Stonebreaker.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Stonebreaker&lt;/span&gt; | Henry &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Wallis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-6840715183050424957?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/6840715183050424957/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=6840715183050424957" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6840715183050424957?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6840715183050424957?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/06/65-horas-de-trabalho-por-semana.html" title="65 horas de trabalho por semana" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEFQH49eip7ImA9WxZXFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-2639118553694782063</id><published>2008-03-04T22:45:00.011Z</published><updated>2008-03-05T02:20:11.062Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-03-05T02:20:11.062Z</app:edited><title>Bens e Contratos</title><content type="html">O que fará alguém fazer o que faz, o que fará com que certas coisas aconteçam, coisas que simplesmente não percebemos, ou simplesmente não queremos perceber. Há vários exemplos de acontecimentos que nos deixam perplexos, o assassinato de alguém, o abandono de alguém, ou de uma forma mais positiva, os relacionamentos que não se esperam mas que nos aprazem.&lt;br /&gt;Grande parte das interrogações, partem duma forma de pensar que assenta na compensação monetária. Quando se fala na qualidade de vida, tende-se a pensar que esta é redutível a uma quantidade monetária, uma espécie de unidade absoluta.&lt;br /&gt;A pergunta que se pode fazer é a seguinte. Haverá pagamentos que se podem fazer apenas em géneros, ou em bens? Ou melhor, haverá contratos cuja compensação única se abstrai de qualquer unidade geral humanamente replicável? Basicamente o que é um contrato?&lt;br /&gt;Sobre contratos muito já se escreveu, mas não deixa de ser uma boa forma de dar resposta a muitas perguntas. A resposta típica de dicionário é:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Acordo feito entre duas ou mais pessoas que transferem entre si algum direito ou se sujeitam a alguma obrigação.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;O exemplo típico é o contrato de trabalho, uma pessoa (caso individual) acorda, em troca de uma taxa, desempenhar determinados serviços definidos directa ou indirectamente nesse mesmo contrato. Alguém que compra um produto, está a celebrar um contrato com o vendedor, havendo inclusive normas que regem este tipo de contratos, chamados de consumo.&lt;br /&gt;O grande problema com a palavra em si, é o de que a sua interpretação se resume à que envolve transferência monetária. Ninguém dirá à partida, que um casal de namorados está a cumprir o contrato implicitamente estabelecido. Dirá outra coisa.&lt;br /&gt;No entanto, se nos abstrairmos de qualquer transferência monetária, veremos que num simples sorriso pode estar um grande contrato, num simples sorriso pode estar uma grande amizade, num simples sorriso pode estar algo que se quer, algo que é querido.&lt;br /&gt;O próprio sorriso, é uma característica intrinsecamente humana, pelo menos na forma como o conhecemos. Ele próprio representa um esforço físico não muito diferente de qualquer outro, podendo assim, ser melhor desempenhado dependendo da satisfação que representa. Esta satisfação não terá de se basear em realidades presentes, ou de facto, podendo também basear-se em futuras realidades, dependendo claro está, da esperança que lhe está associada.&lt;br /&gt;Um custo para o sorriso? Um custo para uma conversa agradável? Um custo para uma noite de copos? Um custo para um jogo de football? Vamos tentar perceber através da ausência de pagamentos típicos.&lt;br /&gt;Para começar, vejamos custos e receitas não do ponto de vista monetário, e não do ponto de vista imediato. Ou seja, tomaremos forte consciência do Bem como aquilo que se deseja, e do tempo como a base da sua negociação.&lt;br /&gt;O grande desafio começa pelo derrube da transparência, em que a naturalidade de certas relações torna tudo demasiado contínuo e monolítico. Comecemos pela seguinte frase:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;As pessoas alegres tendem a viver mais.&lt;/blockquote&gt;À primeira vista, devido à transparência das relações, pensaríamos que, as pessoas que são mais alegres têm como recompensa uma vida mais longa. No entanto esta frase é omissa, ela não reflecte o factor intermédio, devido à transparência da alegria. Se como alegre se entender, alguém cujo contrato de vida é satisfatório ou bom, e tende assim, a viver mais (tal como tende a trabalhar mais aquele que para tal seja justamente pago), teremos uma ideia mais correcta da frase anterior.&lt;br /&gt;Tentemos dar uma definição mais lata para custo e receita. Assim temos, que custo é tudo o que se despende, e receita tudo o que nos é despendido, e assim, nos permite despender mais. Temos então uma heurística, na qual a cooperação recíproca nos revela um bom investimento, ou um mau, no caso contrário.&lt;br /&gt;A experiência, que leva uma pessoas a ser considerada alegre ou triste, nada mais é do que a maturação de personalidades. Um adolescente tem um comportamento diferente dum adulto e um adulto de um idoso, eles estão assim segregados. Todos se ajustam através dos seus comportamentos, e por forma a evitarem maus investimentos, recorrem a simulações da realidade, que heuristicamente desenvolvem ao longo da vida. O ambiente torna-se desta forma, num selector de bons e maus comportamentos.&lt;br /&gt;Se pensarmos estritamente no ambiente, bem é o que sucede, e mau o que não. Mas a sociedade faz parte integrante desse mesmo ambiente, e esta tende a definir conceitos mais elaborados para o bem e para o mal. Em nome da simplicidade, podemos chamar-lhes artificialismos, pois representam uma intervenção humana.&lt;br /&gt;Estes artificialismos, inerentes à sociedade, definem um bom cidadão como aquele que coopera, e um mau como aquele que deserta. O interessante, é que dificilmente estas classificações serão consequência estrita do chamado cidadão. Provavelmente tal será impossível, devido à própria lógica de cidadania. Assim, no que se refere à justiça, pode ser justificável a não cooperação do cidadão, naquilo que se transformou num mau contrato, constatado por uma série de maus investimentos, que ultrapassaram o intervalo de tempo, no qual, a maturidade ou experiência do mesmo cidadão pode comportar.&lt;br /&gt;Será a tolerância algo de novo ou diferente? O que é a tolerância?&lt;br /&gt;Antes de mais, a tolerância é um facto, não adianta estar contra ou a favor. Faz parte da resiliência de qualquer contrato. Mas a tolerância tem os seus limites, fora dos quais nasce o conflito ou seja a deserção. O que parece ser algo de diferente, nada mais é do que uma forma de investimento de que se falou no início. A tolerância é um facto, na medida em que ela própria representa um investimento, cuja recompensa, se espera no prazo temporal definido pela experiência de quem a suporta.&lt;br /&gt;Sendo a experiência, e maturidade diferente entre ambas as partes, haverá necessariamente, um mínimo múltiplo comum, a partir do qual, o contrato perde validade efectiva. Nestes casos, não é apenas justo, como inevitável, que as bases do mesmo contrato deixem de ser cumpridas.&lt;br /&gt;Como bases de contrato podemos incluir tudo, desde, a distância ao ginásio vs o sedentarismo, o romper vs continuar dum namoro, a continuação dum curso de inglês, até à simpatia com um filho, e à compra ou não da sua primeira bicicleta.&lt;br /&gt;Para terminar, devo assinalar, que tudo o que escrevi não passa duma simplificação da realidade, não se devendo levar à letra, na medida em que, a grande maioria das nossas acções sustentam-se em automatismos, que já deram provas de serem bem mais proveitosos. Não obstante, ser interessante a abordagem de certos temas noutra perspectiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-2639118553694782063?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/2639118553694782063/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=2639118553694782063" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2639118553694782063?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/2639118553694782063?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2008/03/bens-e-contratos.html" title="Bens e Contratos" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMNQnY4fip7ImA9WxRbGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-7157000621882888425</id><published>2007-10-07T14:37:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T09:04:53.836Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-09T09:04:53.836Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ferramentas úties que garantem a sua privacidade." /><title>Ferramentas do Século XXI</title><content type="html">Quero partilhar convosco, ou com aqueles que ainda desconhecem, algumas das ferramentas que penso serem muito úteis.&lt;br /&gt;Actualmente vendem-se muitas &lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/USB_Flashdisk"&gt;Pen Drive&lt;/a&gt;, muitos &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/External_hard_drive"&gt;Discos Externos&lt;/a&gt; entre outros medias. No caso dos Discos Externos, estes além de uma grande capacidade de memória, oferecem outras funcionalidades menos óbvias. À primeira vista, estes suportes para pouco mais servem, do que para armazenamento de ficheiros, ou para o seu transporte pontual.&lt;br /&gt;No entanto, já existem programas muito úteis no seu formato portátil, como seja o caso do conhecido &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.firefox.com/"&gt;Firefox&lt;/a&gt;. Esse conjunto de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;software&lt;/span&gt;, encontra-se aglomerado num programa igualmente portátil, designado por &lt;a href="http://portableapps.com/"&gt;PortableApps.com&lt;/a&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Your digital life, anywhere&lt;/span&gt;). Pode assim, instalar o PortabelApps num dispositivo portátil, e manter as sua definições e dados para onde quer que vá.&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Firefox&lt;/span&gt;, possui &lt;a href="https://addons.mozilla.org/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Add-ons&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que lhe permitirão adicionar ferramentas gratuitas muito variadas. Descrevo de seguida as que considero mais importantes:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.answers.com/main/download_answers_win.jsp"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Answers&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Este utilitário da &lt;a href="http://www.answers.com/"&gt;Answers.com&lt;/a&gt;, permite-lhe com um simples &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alt-Click&lt;/span&gt;, aceder a uma pequena janela que se lhe abre, sobre o significado da palavra seleccionada, permitindo por exemplo, a quem ainda não domine o inglês a 100%, saber de imediato o significado de um termo menos comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwjnzfX3LKI/AAAAAAAAADg/mY0WE4BGp3s/s1600-h/answerTip_screen.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwjnzfX3LKI/AAAAAAAAADg/mY0WE4BGp3s/s320/answerTip_screen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118595848287497378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Resultado do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alt-Click &lt;/span&gt;do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Answers&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.foxmarks.com/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Foxmarks Bookmark Synchronizer&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Esta outra ferramenta importante, permite-lhe sincronizar os seus &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bookmarks&lt;/span&gt; com um servidor central. Dessa forma não se preocupará mais com a utilização diferenciada entre vários &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Firefox's&lt;/span&gt; que possa utilizar. Este programa, tem a capacidade de interagir com os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bookmarks&lt;/span&gt; que possa ter no &lt;a href="http://del.icio.us/"&gt;del.icio.us&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Rwjx-PX3LLI/AAAAAAAAADo/h3cEW0dhJTs/s1600-h/foxmarks_screenshot.gif"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Rwjx-PX3LLI/AAAAAAAAADo/h3cEW0dhJTs/s320/foxmarks_screenshot.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118607028087368882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Login&lt;/span&gt; no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;foxmarks&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.cooliris.com/Site/index.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cooliris Previews&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cooliris&lt;/span&gt; permite-lhe pré-visualizar um link, sem que para isso tenha de o aceder, abrindo-se-lhe para isso, uma janela à semelhança da do Answers.com. Muito útil para as buscas de imagens no &lt;a href="http://www.google.pt/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Google&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Rwj1HvX3LMI/AAAAAAAAADw/HVCqInjZUZQ/s1600-h/CoolirisPreviews2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Rwj1HvX3LMI/AAAAAAAAADw/HVCqInjZUZQ/s320/CoolirisPreviews2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118610489831009474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pré-visualização de uma imagem encontrada no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Google&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras ferramentas, o próprio dicionário incluído no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Firefox &lt;/span&gt;pode ser actualizado, adicionando-se outros dicionários através de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Add-ons&lt;/span&gt;.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Para além das opções que poderá encontrar no &lt;span&gt;PortableApps.com&lt;/span&gt;, existem outras, que por não necessitarem de um processo de instalação, podem ser adicionadas ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;PortableApps&lt;/span&gt;; um exemplo disso é o LC ISO da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.lucersoft.com/freeware.php"&gt;Lucersoft&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Para uma consulta completa dos programas que actualmente se disponibilizam na forma portátil, poderá aceder ao &lt;a href="http://portablebrasil.blogspot.com/"&gt;Portable Brasil&lt;/a&gt;, um blog brasileiro, dedicado às novidades deste género de programas.&lt;br /&gt;Agora que já tem uma forma de artilhar o seu media portátil, com um vasto conjunto de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;software&lt;/span&gt;, vamos falar da protecção dos seus dados.&lt;br /&gt;Caso pense transportar alguma da sua informação pessoal, por exemplo num disco portátil, existe uma ferramenta que lhe permite assegurar a privacidade, caso perca o disco para terceiros. Na realidade existem várias, no &lt;a style="font-style: italic;" href="http://wikipedia.org/"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt; existem um &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_disk_encryption_software"&gt;comparativo&lt;/a&gt; exaustivo dos programas disponíveis.&lt;br /&gt;O programa da minha preferência é o &lt;a href="http://www.truecrypt.org/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;TrueCrypt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, é totalmente gratuito, e recorre a metodologias de encriptação reconhecidas como bastante seguras. Poderá criar partições no disco, seguindo o manual do programa, e posteriormente, usa-las para a criação de unidades virtuais. Estas unidades virtuais estarão encriptadas, e poderão ser acedidas de forma totalmente transparente. Dessa forma, ser-lhe-á pedida uma palavra passe, que garantirá a exclusividade do acesso. Aconselha-se a leitura do manual do programa, principalmente no que diz respeito a procedimentos de segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwlgkPX3LNI/AAAAAAAAAD4/iILAdw_uahI/s1600-h/xpcs_wizardciphers.png"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwlgkPX3LNI/AAAAAAAAAD4/iILAdw_uahI/s320/xpcs_wizardciphers.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118728627201453266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wizard &lt;/span&gt;do&lt;span style="font-style: italic;"&gt; TrueCrypt &lt;/span&gt;de criação de volumes encriptados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, já deve ter compreendido a facilidade com que poderá recuperar os dados e as definições dos seus programas. Através dum simples &lt;span style="font-style: italic;"&gt;backup&lt;/span&gt;, terá o seu sistema novamente em funcionamento de forma bastante rápida e simples. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;PortableApps&lt;/span&gt; já inclui ferramentas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Backup&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Agora que já tem uma forma de garantir a privacidade da sua informação, pode utilizar um outro mecanismo que se chama &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Synchronization"&gt;sincronização&lt;/a&gt;. Com a sincronização poderá ter um conjunto de documentos num computador central, e possuir uma cópia num media portátil. As alterações que forem feitas no media, juntamente com as que forem feitas no computador central, serão combinadas por forma a se ter uma cópia actualizada nos dois locais. Ou seja, pode trabalhar no media como se fosse no sistema central, e depois, o que tiver feito no primeiro, será replicado no último, ou vice versa, se for esse o caso. Imagine que são os seus documentos, poderá ter acesso a eles no seu local de trabalho, e as alterações que fizer, serão actualizadas nos seus documentos do computador da sua casa.&lt;br /&gt;Existem várias ferramentas que lhe permitem fazer uma sincronização, o próprio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Windows Vista &lt;/span&gt;já vem equipado com uma delas. O &lt;a href="http://www.allwaysync.com/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Allway Sync&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; permite a sua utilização gratuita com &lt;a href="http://www.allwaysync.com/license.html"&gt;limitações&lt;/a&gt;, e quem não faz uso intensivo deste utilitário, poder ter uma forma simples e rápida de fazer a sincronização dos seus dados. Para uma utilização livre e sem restrições, existe o &lt;a href="http://www.cis.upenn.edu/%7Ebcpierce/unison/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unison&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unison&lt;/span&gt; é mais complicado que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Allway Sync&lt;/span&gt;, por outro lado é uma ferramenta de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Open_source"&gt;Código Aberto&lt;/a&gt; o que lhe garante uma extraordinária fiabilidade. Basicamente, este requer um ficheiro de configuração na pasta de definições do utilizador (presente na pasta &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Documents and Settings&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Windows XP&lt;/span&gt;); após isso, bastar-lhe-á criar uma atalho para o programa e corre-lo. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unison&lt;/span&gt; tratará de auditar o processo de sincronização a ser levado a cabo, de qualquer forma, recomenda-se fortemente que leia o &lt;a href="http://www.cis.upenn.edu/%7Ebcpierce/unison/download/releases/stable/unison-manual.html"&gt;manual&lt;/a&gt; para a sua correcta utilização. Ambos os programas anteriormente descritos, podem ser utilizados de forma portátil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Rwlqs_X3LOI/AAAAAAAAAEA/uLyZ43MgdHQ/s1600-h/unison_screenshot.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/Rwlqs_X3LOI/AAAAAAAAAEA/uLyZ43MgdHQ/s320/unison_screenshot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118739772641586402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Graphical_user_interface"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;GUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.gtk.org/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;GTK&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unison&lt;/span&gt; em acção&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem usa um portátil, a hipótese de que este lhe seja roubado, é mais provável do que para quem usa um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;DeskTop&lt;/span&gt;. É comum ter-se documentos pessoais em pastas, como sejam "Os meus documentos", assim, as ferramentas descritas anteriormente, podem ser usadas na partição extra, existente normalmente nos portáteis. Não é protecção suficiente da informação contida nos discos o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;login &lt;/span&gt;do Sistema Operativo, pois o acesso aos mesmos é sempre possível para quem possui o portátil.&lt;br /&gt;Para terminar, é importante que tenha uma pasta TEMP na partição protegida, pois tudo o que copia para uma partição não encriptada, matem-se registado no disco, mesmo após apagado. Existem ferramentas e empresas dedicadas à recuperação de dados, pelo que, se estes últimos tiverem sido alguma vez escritos nessas partições "abertas", poderão de futuro ser recuperados.&lt;br /&gt;O próprio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unison&lt;/span&gt;, no processo de sincronização, cria ficheiros de rastreabilidade, que poderão ser usados na obtenção de informação confidencial. É importante que a pasta de configuração do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unison&lt;/span&gt;, onde os ficheiros de rastreabilidade são guardados, seja reencaminhada para uma outra pasta na partição encriptada. Infelizmente, ao contrário do sistema &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Linux"&gt;Linux&lt;/a&gt;, em que se podem criar atalhos simbólicos, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Windows &lt;/span&gt;permite apenas atalhos não simbólicos, ou seja, no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Windows &lt;/span&gt;um atalho é na realidade um ficheiro .lnk, que funciona apenas ao nível das pastas, não sendo interpretado como tal por um programa.&lt;br /&gt;A criação de atalhos simbólicos no Windows é um processo complicado, e a este tipo de atalhos dá-se o nome de &lt;a href="http://support.microsoft.com/kb/205524"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;junction points&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, felizmente existe o &lt;a href="http://www.rekenwonder.com/linkmagic.htm"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Junction Link Magic&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que permite a criação deste tipo de atalhos de forma simples e rápida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwmDJvX3LPI/AAAAAAAAAEI/ZWbKAlkN9rM/s1600-h/linkmagic.gif"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwmDJvX3LPI/AAAAAAAAAEI/ZWbKAlkN9rM/s320/linkmagic.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118766654841892082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Junction Link Magic&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se, a palavra passe é a sua chave de entrada na partição encriptada, se a perder deixará de ter acesso aos dados contidos nela. Configure o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;TrueCrypt&lt;/span&gt; de forma a que, sempre que o seu portátil for posto em estado de baixo consumo, a partição encriptada seja desmontada; o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;TrueCrypt&lt;/span&gt; não lhe servirá de nada, se quem tiver acesso ao portátil puder aceder à partição segura, sem necessitar de introduzir a palavra passe, além disso e por razões óbvias, evite que esta seja a mesma da do seu Sistema Operativo. É muito importante que tenha bom senso, pois são as práticas de utilização que definem se os seus dados estão bem protegidos ou não, e acima de tudo, de quem os quer proteger. Um ladrão vulgar, tem conhecimentos muito menores, dos de alguém cujo trabalho seja adquirir informação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-7157000621882888425?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/7157000621882888425/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=7157000621882888425" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/7157000621882888425?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/7157000621882888425?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2007/10/ferramentas-do-sculo-xxi.html" title="Ferramentas do Século XXI" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwjnzfX3LKI/AAAAAAAAADg/mY0WE4BGp3s/s72-c/answerTip_screen.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMNRH4yeCp7ImA9WxRbGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-6387447713292665505</id><published>2007-10-03T21:03:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T09:04:55.090Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-09T09:04:55.090Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="a Lei da Atracção em O Segredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Revista Visão" /><title>O Segredo e a Lei da Atracção</title><content type="html">Eu apercebi-me do &lt;a href="http://www.thesecret.tv/"&gt;Segredo&lt;/a&gt;, enquanto estava numa estação de serviço, e li o seguinte na revista visão: Desejo, penso, tenho. Acrescentando: Chaves para compreender um fenómeno planetário.&lt;br /&gt;Num tempo, em que as opiniões vacilam entre um pessimismo covarde e um optimismo hipócrita, sente-se que algo não vai bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbEc_X3LEI/AAAAAAAAACw/MZBeoBnJP7c/s1600-h/KVisaoMed_751.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbEc_X3LEI/AAAAAAAAACw/MZBeoBnJP7c/s320/KVisaoMed_751.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117994028880047170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Revista Visão de 26 de Julho de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessimismo é muitas vezes covarde, pois ainda se agarra a valores que já passaram à história, como sejam o do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Self Made Man&lt;/span&gt; e outros que num mundo em rotura ambiental, económica e outras não comporta grandes heroísmos, e esse tipo de esperança gloriosa encontra-se seriamente comprometida. É verdade, a exclusividade dificilmente será democratizada, e grandes frustrações acompanham falhados &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Special Ones&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O optimismo é muitas vezes hipócrita, pois sustenta-se em visões idílicas, onde para todos há o seu lugar, mesmo o da sarjeta, sendo isso reconfortante. Optimismos arrogantes, são por natureza discriminatórios.&lt;br /&gt;No início do artigo, escreve-se "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fast Food&lt;/span&gt; para a Alma", não poderia estar mais de acordo. Estou de acordo, mas não apenas por pensar tratar-se de uma grande aldrabice, mas sim por a aldrabice ser tão simples que se situa entre as mais básicas. A minha pergunta é a seguinte: Como é que pode ser segredo algo que se pode definir num único parágrafo?&lt;br /&gt;Eu compreendo que a bomba atómica seja um segredo, que um medicamento seja um segredo, que um programa informático seja um segredo e por aí a diante. Compreendo, nem sempre defendo. No entanto vejamos o seguinte: Existe um universo, que pode ser apenas um nome, universo esse que responde aos seus pensamentos, ou impulsos psíquicos (é a mesma coisa), e dessa forma acontecer-lhe-á, por atracção, aquilo que pensar.&lt;br /&gt;Acham que isto poderia alguma vez ser um segredo? Alguns dirão, não é bem a sim, é preciso ter fé no pensamento, acreditar, e etc, e etc, e etc. Embora estes &lt;span style="font-style: italic;"&gt;et ceteras&lt;/span&gt; sejam numa fase inicial poucos, com a crítica tendem a aumentar, podendo dessa forma, tombar mais um promissor cálice sagrado. É só um aviso! (Dirá o popular: Ora porra, se é para seguir tantas regras mais vale a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Universal_do_Reino_de_Deus"&gt;IURD&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Mas algo em mim me atrai no segredo, sim, ele é como um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;big mac&lt;/span&gt;, ele é simples. A sua simplicidade é tão grande que chega a ser educativa. Um dia, eu acredito, será ensinado nas escolas, como criar uma filosofia de pensamento comum. O segredo para uma boa nota, será o da simplicidade aliada a uma grande ou mesmo enorme, ou ainda, gigantesca recompensa. Se acreditar irá acontecer. Mais simples e prometedor não há.&lt;br /&gt;Nessa altura, haverá a educação suficiente, para se perceber que faz sentido acreditar, que as ruas ficarão mais limpas se houver mais almeidas. No entanto, não fará sentido, haver uma igualmente simples explicação para a riqueza. Nesses dias de verdadeira sagacidade, todos se perguntarão; que riqueza?&lt;br /&gt;Não defendo um cepticismo descrente. Eu também acredito que existem caminhos, mas a minha crença para além de carecer de provas, advoga a coerência e não o absurdo.&lt;br /&gt;Há termos que sempre guardei. Um deles é o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;modus operandi&lt;/span&gt;! Impressiona a forma como este tipo de ideologias é comunicada. É a forma acima do conteúdo. Os livros sempre de capas brilhantes e com relevo, a mensagem sistematizada, os testemunhos felizes (eu fui cego e agora vejo), as pessoas de prestígio duvidoso (para dar mais força à coisa), e um final, não seja estúpido, junte-se a nós (à &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.mediamarkt.pt/"&gt;Media Markt&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Falemos de uma outra crença. Uma outra forma de acreditar na causa das coisas. Na linha de pensamento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sigmund Freud&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, pensemos que os problemas das pessoas, são a consequência de traumas e repressões antigas. E agora, simplifiquemos. Os problemas das pessoas, são &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;apenas&lt;/span&gt; a consequência de traumas e repressões antigas. E pronto, temos a &lt;a href="http://www.dianetics.org/"&gt;Dianética&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Depois de assumir a crença anterior, um novo mundo se abre à nossa frente. Neste mundo existe o ser utópico, a que deram o nome de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;clear&lt;/span&gt;, o homem ou mulher limpo de qualquer trauma. A parte interessante, é que ficará convencido de não haver alternativas. Como já dizia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kissinger"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Kissinger&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, a ausência de alternativas, limpa a mente de foram maravilhosa.&lt;br /&gt;Qualquer pessoa perceberá com facilidade, que uma mente não pode ser livre de traumas num corpo traumatizado, e que mente e corpo não se podem desassociar.&lt;br /&gt;A ilusão, e a ambiguidade são a ferramenta de quem quer impor uma verdade. No filme são citadas personalidades muito diferentes, começando aqui a ambiguidade.&lt;br /&gt;As citações são muitas vezes usadas para se reforçar uma ideia, como uma forma de angariação de personalidades importantes. Dessa forma, será mais difícil por em causa ideias subscritas por nomes como sejam o de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luther King Junior&lt;/span&gt; ou outros que associamos a grande sagacidade e seriedade. Não vou abordar todas as sentenças ao longo do filme, pois além de serem bastantes, algumas implicam uma religiosidade prévia, pois a consideração das citações de Buda implica que se seja budista.&lt;br /&gt;Os boatos são uma realidade da vida, e são muitas as personagens do mundo que já se viram vítimas. Quem não conhece o fenómeno do diz que disse? Não estou a querer dizer que o que é transcrito está erradamente escrito, mas o significado que se procura transcrever está adulterado. Se me disserem, que o Sr. X, disse que é nas nuvens que se prevê o futuro, e se for dito num contexto em que se quer demonstrar, que as nuvens prevêem todo o nosso futuro, muito provavelmente, pensarei no Sr. X como um defensor da mesma teoria. Agora pensemos, e se no final descobrirmos que o Sr. X é um meteorologista? Concluiremos que o futuro a que o Sr. X se refere é o do tempo meteorológico e não o das pessoas. Ou seja, não se pode considerar uma frase sem se conhecer o seu autor, até porque estas frases por serem tão curtas e tão generalistas encerram em si uma certa ambiguidade. Se não, vejamos alguns exemplos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbFvvX3LFI/AAAAAAAAAC4/1gPyCN-Id08/s1600-h/Winston_Churchill.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbFvvX3LFI/AAAAAAAAAC4/1gPyCN-Id08/s200/Winston_Churchill.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117995450514222162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Winston Churchill&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;You create your own universe as you go along&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;(Você cria o seu universo à medida que vive)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Winston Chirchill &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;foi Primeiro Ministro inglês durante a Segunda Guerra Mundial, e viveu por isso num tempo em que nunca tantos deveram tanto a tão poucos. Desta forma, não se deverá considerar a palavra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;you &lt;/span&gt;de uma forma puramente individual. Mas mesmo que consideremos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;you&lt;/span&gt; com sendo individual, a frase continua a não corroborar a teoria da atracção, porque as palavras criar e controlar têm significados diferentes. Um bom exemplo é a criação de um filho. Todos nós conhecemos casos, de desenvolvimentos de crianças, que são bastante perturbadores para os pais. Ou seja, eu crio um filho, não o controlo; pelo menos a 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbRgvX3LGI/AAAAAAAAADA/2gY5kkHuTKk/s1600-h/Martin_Luther_King_Jr_NYWTS.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbRgvX3LGI/AAAAAAAAADA/2gY5kkHuTKk/s200/Martin_Luther_King_Jr_NYWTS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118008386955717730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luther King Junior&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Take the first step in faith. You don't have to see the whole staircase, just take the first step&lt;/span&gt; (Suba o primeiro degrau com fé. Não precisa de visualizar a escada inteira, suba apenas o primeiro degrau)&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;Esta frase, recorda-nos a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s1600-h/Lao+Tzu.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118010259561458802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lao-tzu &lt;/i&gt;(filósofo chinês que viveu entre &lt;span style="font-style: italic;"&gt;604 e 531 antes de Cristo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Journey of a Thousand Miles Begins with the First Step &lt;/span&gt;(Uma jornada de mil milhas começa com o primeiro passo)&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luther &lt;/span&gt;defendia o protesto não violento, para atacar a segregação racial, vigente nos Estados Unidos. Nessa altura, havia uma certa divisão, entre vários movimentos no que respeita à forma de protesto. Como não havia consenso, nem grandes certezas no que dizia respeito às consequências de tais protestos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luther &lt;/span&gt;apelou à fé, e a um voto de confiança. Tal pode ser evidenciado com a marcha sobre Washington,  que se tornou num grande sucesso apesar de algumas descrenças iniciais. Assim, a frase de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luther&lt;/span&gt; não difere na essência da de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lao-tzu&lt;/span&gt;.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O que significa é o seguinte. Não é necessário saber todo o processo, para este poder ser levado a cabo. Por exemplo, imagine que deseja ir a um determinado local de carro, não tem de ter na sua cabeça todo o caminho, basta-lhe seguir os sinais à medida que estes surjam, até chegar ao local pretendido. Trata-se de um processo iterativo, o qual é também usado no cálculo numérico.&lt;br /&gt;Existe um livro muito bom relacionado com a interactividade; intitula-se &lt;a href="http://mitpress.mit.edu/catalog/item/default.asp?tid=8986&amp;amp;ttype=2"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bounded Rationality&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (Racionalidade Limitada). Este livro editado pelo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;MIT,&lt;/span&gt; abordas as decisões tomadas num ambiente de conhecimento, recursos e tempo limitados. O livro dá um interessante exemplo, relativamente à forma de se programar um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot &lt;/span&gt;para apanhar uma bola. O exemplo é o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;No &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cricket&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;baseball&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;football&lt;/span&gt;, os jogadores precisam de apanhar bolas. A experiência resume-se à criação de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; que consiga apanhar a bola (tal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; ainda não existe). Em nome da simplicidade, consideraremos apenas o caso em que a bola vem de frente ou de trás do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt;, mas não do seu lado direito ou esquerdo. Uma equipa de engenheiros, que chamaremos de equipa de optimização, procede programando uma família de parábolas na mente do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt;  (teoricamente as bolas descrevem parábolas). Para seleccionar a parábola adequada, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; precisa de estar equipado com instrumentos que possam medir a distancia do local em que a bola foi atirada, tal como a sua velocidade e ângulo iniciais. No entanto, no mundo real, as bolas não formam parábolas perfeitas, devido à resistência do ar e ao vento. Assim, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; precisa de mais instrumentos que possam medir a velocidade e direcção do vento em cada ponto de passagem da bola, e calcular o caminho resultante. No entanto, num jogo real, existem muitos outros factores, tais como a rotação da bola e o conhecimento de como estes factores interagem. Assim, a equipa de optimização terá de desenvolver todos os instrumentos necessários, ao correcto conhecimento ambiental do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt;, e um potente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;software&lt;/span&gt; que tenha capacidade para processar todo o conhecimento que lhe foi fornecido. Tudo terá de ser processado num ou dois segundos, o tempo usual em que a bola estará no ar. Depois o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; mover-se-á para o local da bola apanhando-a de seguida.&lt;br /&gt;Uma segunda equipa de engenheiros, a que chamaremos equipa de racionalidade limitada, seguem uma diferente abordagem. Começam por analisar o que os verdadeiros jogadores fazem realmente. Baseados nestas observações, a equipa heurística programa o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; para não se mover durante o primeiro meio segundo, estimando de uma forma grosseira durante esse período o local de queda da bola, à sua frente ou atrás. Posteriormente mover-se-á na direcção do local mantendo os olhos na bola. A heurística que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; usa leva-o a ajustar a sua velocidade, por forma a que o ângulo entre a bola e os seus olhos se mantenha o mesmo. Usando este simples ângulo heurístico, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot &lt;/span&gt;apanhará a bola enquanto se move. Perceba que nesta racionalidade limitada, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; presta atenção apenas a uma variável, o ângulo da bola, não tenta adquirir informação relativa ao vento, enviesamento, ou quaisquer outras variáveis, nem realiza qualquer cálculo complexo. Perceba também, que a variável heurística não permite determinar o ponto onde a bola irá cair, mover para lá e apanhar a bola. Ele apanha a bola enquanto se move.&lt;br /&gt;Esta experiência imaginária pode ilustrar outros pontos importantes. Primeiro, contrariamente ao senso comum, limitações de conhecimento e de capacidade computacional &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; são necessariamente desvantagens. As ferramentas heurísticas dos humanos, animais, e instituições podem ser simples, mas no entanto efectivas num determinado ambiente. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;robot&lt;/span&gt; optimizado que necessita de uma representação completa do ambiente e aposta numa computação massiva, pode nunca terminar a sua análise antes da bola atingir o solo. A simplicidade, em contraste, permite decisões rápidas, económicas e precisas. Segundo, um modelo heurístico simples pode explorar uma regularidade ambiental. No caso presente, a regularidade é a de que o ângulo constante provocará a colisão da bola com o jogador. Terceiro, a racionalidade heurística é, até um certo ponto, uma estratégia localmente específica em vez de universal. Estas estratégias heurísticas são limitadas no seu âmbito, isto é, funcionam numa gama de situações, não sendo ferramentas de cálculo aplicáveis em todas as situações duma forma optimizada. Ao que se chama de "caixa de ferramentas adaptativa", contem um conjunto destas ferramentas limitadas, não um único martelo para todas as situações.&lt;/blockquote&gt;Neste momento, já se lhe deve ter tornado óbvio, como a observação de Luther King na realidade contraria a teoria da Lei da Atracção, visto fundamentar-se não numa verdade absoluta para todas as situações, mas sim, numa futura adaptação constante às situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTifX3LII/AAAAAAAAADQ/7qE41rebm0Y/s1600-h/Albert_Einstein_Head.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTifX3LII/AAAAAAAAADQ/7qE41rebm0Y/s200/Albert_Einstein_Head.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118010616043744386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Albert Einstein&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Imagination is everything. It is the preview of life's coming attractions &lt;/span&gt;(A imaginação é tudo. É a previsão das atracções da vida futura)&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;To know is nothing at all; to imagine is everything&lt;/span&gt; (Saber é absolutamente nada; imaginar é tudo)&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Imagination is more important than knowledge. For knowledge is limited to all we now know and understand, while imagination embraces the entire world, and all there ever will be to know and understand&lt;/span&gt; (A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento está limitado por tudo o que sabemos e compreendemos, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro, e tudo o que se pode saber e compreender)&lt;/blockquote&gt;A primeira sentença, usada no filme, mais as outras duas, ajudar-me-ão a sustentar a minha seguinte explicação. Para começar uma pergunta. O que há de comum nas três sentenças anteriores? A resposta será a palavra imaginação. Outra pergunta. Porque razão Einstein defende tanto a imaginação?&lt;br /&gt;Surpreendentemente para alguns, será o facto de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt;  nunca ter aceite muito bem a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_qu%C3%A2ntica"&gt;Mecânica Quântica&lt;/a&gt;. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_relatividade"&gt;Teoria da Relatividade&lt;/a&gt; é a criação de Einstein, enquanto a Mecânica Quântica de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Niels Bohr&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Werner Heisenberg&lt;/span&gt;, esta última normalmente designada como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interpreta%C3%A7%C3%A3o_de_Copenhaga"&gt;Interpretação de Copenhaga&lt;/a&gt;. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt; tal como os seus colegas, alimentaram um debate sobre se era ou não aceitável, uma teoria que não se poderia imaginar. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bohr&lt;/span&gt; defendia que a tentativa de se imaginar o átomo era uma inutilidade, enquanto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein &lt;/span&gt;achava as descrições puramente matemáticas da equipa de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bohr&lt;/span&gt; uma heresia científica. Alguns paradoxos foram elaborados por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt; e seus colegas, como sejam o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxo_EPR"&gt;Paradoxo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;EPR&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein-Podolsky-Rosen&lt;/span&gt;) ou o Paradoxo do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gato_de_Schr%C3%B6dinger"&gt;Gato de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Schrödinger&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que tal como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt; revelava um grande cepticismo relativamente à Mecânica Quântica. Por exemplo, a equação de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Schrödinger&lt;/span&gt;, explica o movimento do electrão de uma forma que pode ser imaginada, ou seja, visualizada, algo que era muito importante, para os que tal como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt; advogavam a necessidade da visualização, para a compreensão dos fenómenos físicos.&lt;br /&gt;Ou seja, imaginação segundo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt; quer dizer visualização, e não como se tenta transparecer intenção. A primeira frase é utilizada também, por conter a palavra atracção, mas o que se diz, é que a imaginação, ou seja, a visualização é a ferramenta que permite a visualização do que no futuro será uma atracção.&lt;br /&gt;Agora verá também como é pouco sério citar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Einstein&lt;/span&gt;, pois ele foi um dos primeiros a criticar as ambiguidades da Mecânica Quântica.&lt;br /&gt;Agora, mais uma pergunta. Mas estará a querer dizer que a Mecânica Quântica é ambígua?&lt;br /&gt;Sim, a Mecânica Quântica é bastante ambígua e contra intuitiva, não querendo dizer que seja incoerente ou errada. Esta teoria é simplesmente diferente das teorias clássicas, por exemplo, a palavra localização tem um significado numa e um outro noutra. Assim, o que os paradoxos revelam, é a leitura ou interpretação da Mecânica Quântica, segundo uma teoria ou definição clássica que se torna paradoxal, ou seja absurda.&lt;br /&gt;Aliás, o próprio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fred Alan Wolf&lt;/span&gt;, um dos "gurus" da obra O Segredo, lembra na revista, que o poder da investigação é limitado no que toca a fenómenos da consciência, desmistificando a aura científica da obra. Ele diz:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;As cargas semelhantes repelem-se e as opostas atraem-se; prefiro falar de ressonância e não de lei da atracção, que é uma metáfora para o poder da intenção.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;A física quântica, efectivamente, mostra que o acto de observar condiciona o comportamento das partículas; porém,&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;não é cientificamente óbvio que algo aconteça apenas por se acreditar.&lt;/blockquote&gt;Existe um documentário de três episódios da BBC4 intitulado &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/bbcfour/documentaries/features/atom.shtml"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Atom&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, este aborda a Mecânica Quântica, as suas implicações e algumas das especulações que a rodeiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-07738762713085465 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-040924023351312266 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-09988111967650822 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-09988111967650822 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 15px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-012249609381653392 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ijpOxdq-hvA" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/bbcfour/documentaries/features/atom.shtml"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Atom&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - BBC4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que a &lt;a href="http://www.dianetics.org/"&gt;Dianética&lt;/a&gt; se dissocia da parte física, a Lei da Atracção da da sociedade. O Segredo é a crença de que alguém pode ser rico, ou ter sucesso numa sociedade inexistente, e que pode haver salvação para o puro individualista. Ele é na realidade, um verdadeiro caso perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwemV_X3LJI/AAAAAAAAADY/1MiZpdgY14o/s1600-h/olivierotoscani.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwemV_X3LJI/AAAAAAAAADY/1MiZpdgY14o/s200/olivierotoscani.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118242398248840338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oliviero_Toscani"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Oliviero Toscani&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-6387447713292665505?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/6387447713292665505/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=6387447713292665505" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6387447713292665505?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/6387447713292665505?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2007/10/o-segredo-e-lei-da-atraco.html" title="O Segredo e a Lei da Atracção" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_f6BDNCrQxlA/RwbEc_X3LEI/AAAAAAAAACw/MZBeoBnJP7c/s72-c/KVisaoMed_751.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MGRnY7fCp7ImA9WB9SF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-884910523978180739.post-5817937545972093317</id><published>2007-09-30T02:45:00.000+01:00</published><updated>2007-10-06T23:57:07.804+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-10-06T23:57:07.804+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propósito do Blog Librorum Prohibitorum" /><title>Librorum Prohibitorum</title><content type="html">Este post serve como descrição do blog "Librorum Prohibitorum" uma alternativa ao "&lt;a href="http://seremosricos.blogspot.com/"&gt;Seremos Ricos?&lt;/a&gt;". O "Seremos Ricos?" tenta ser um blog formal enquanto o "Librorum..." informal. Neste blog não terei tanta preocupação com a linha de pensamento, positiva ou negativa, nem tão pouco com a sequência do que vou escrever, podendo variar repentinamente de um assunto para outro, ou seja, será menos preparado e mais em função do meu dia a dia.&lt;br /&gt;Para cada assunto que pense pertinente, ou que esteja claramente pouco analisado pela sociedade comum, que se evidencie de relevante importância, e que de certa forma haja uma visão sobre esse mesmo assunto geralmente limitada!&lt;br /&gt;Por ser um blog feito de ideias construídas no momento, não garanto que não ofendam algumas sensibilidades ou mesmo morais vigentes. Assim, para quem se sinta directamente atingido, ou se sinta indignado por alguma possível barbaridade, peço que respondam e que acima de tudo percebam que eu também me engano :-)&lt;br /&gt;Poderá ou poderão verificar que alguns dos meus textos são redundantes, mas como já disse, serei informal e preferirei dizer alguma coisa que pense importante várias vezes do que a não dizer, e acima de tudo (mais uma vez a mesma frase) iniciar ou tentar iniciar um conjunto de discussões sobre variados temas, para que eu próprio veja esclarecidos certos atrasos de raciocínio, e certas ideias feitas ou que se estão a fazer que por aí proliferam, e que na prática de nada ou de muito pouco servem a quem as carrega.&lt;br /&gt;Algo que quero desde já deixar claro, é que não é meu interesse fazer papel de evangelizador ou de quem diz saber algum segredo, penso apenas que todos nós podemos fazer muito mais e muito melhor, sendo apenas preciso saber um pouco mais do que se sabe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/884910523978180739-5817937545972093317?l=librorum-prohibitorum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/feeds/5817937545972093317/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=884910523978180739&amp;postID=5817937545972093317" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/5817937545972093317?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/884910523978180739/posts/default/5817937545972093317?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://librorum-prohibitorum.blogspot.com/2007/09/librorum-prohibitorum.html" title="Librorum Prohibitorum" /><author><name>Rui Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14577219839309264388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_f6BDNCrQxlA/RwbTNvX3LHI/AAAAAAAAADI/CL8rLflx8oQ/s200/Lao+Tzu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>

