<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6766596977092694175</id><updated>2024-10-05T04:11:01.720+02:00</updated><category term="EUA"/><category term="Politicos"/><category term="Empresas/Pessoas"/><category term="BRASIL"/><category term="ITALIA"/><category term="Igreja Catolica"/><category term="Grandes Marcas/Multinacionais"/><category term="MODA"/><category term=".QUEM ESTà NA LISTA"/><category term="AUSTRALIA"/><category term="Bancos"/><category term="CHICO XAVIER"/><category term="DINAMARCA"/><category term="Economia canalha"/><category term="FORMULA 1"/><category term="Mafia"/><category term="Politicos a venda"/><category term="RODEIOS"/><title type='text'>LISTA P2</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://listap2.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default?max-results=5&amp;redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://listap2.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default?start-index=6&amp;max-results=5&amp;redirect=false'/><author><name>Vinicius</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480895920124407567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>277</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>5</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6766596977092694175.post-4547321270289701735</id><published>2014-01-24T17:11:00.001+01:00</published><updated>2014-01-24T17:11:09.057+01:00</updated><title type='text'>Relatorio Direitos Humanos 2014: Brasil com muito tema de casa...</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/world-report/2014/essays/rights-struggles-of-2013&quot;&gt;http://www.hrw.org/world-report/2014/essays/rights-struggles-of-2013&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil está entre as democracias mais influentes em assuntos 
regionais e globais. Nos últimos anos, tornou-se uma voz cada vez mais 
importante em debates sobre as respostas internacionais a problemas de 
direitos humanos. No plano doméstico, entretanto, o país continua 
enfrentando graves desafios relacionados aos direitos humanos, incluindo
 execuções extrajudiciais cometidas por policiais, tortura, superlotação
 das prisões e impunidade para os abusos cometidos durante o regime 
militar (1964-1985).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Para lidar com altos índices de 
criminalidade, alguns policiais brasileiros se envolvem em práticas 
abusivas e permanecem impunes. Recentemente, os governos dos Estados de 
São Paulo e Rio de Janeiro adotaram medidas para melhorar o desempenho 
das polícias e cessar os abusos, mas falsos boletins de ocorrência e 
outras formas de acobertamento persistem.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
No início de junho, 
centenas de milhares de pessoas pelo país protestaram contra serviços 
públicos inadequados, &amp;nbsp;a corrupção e o alto custo das preparações para a
 Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos de 2014 e 2016, entre outras 
insatisfações. Em vários incidentes, policiais usaram gás lacrimogênio, 
spray de pimenta e balas de borracha contra manifestantes de forma 
desproporcional. Em outubro, mais de 200 pessoas foram presas no Rio de 
Janeiro após uma manifestação durante a qual bancos, lojas e edifícios 
foram destruídos. O Ministro de Estado da Justiça e agentes de segurança
 pública dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo anunciaram, em 
novembro, que trabalhariam em conjunto para prevenir e punir atos de 
violência cometidos por manifestantes e policiais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em agosto, a 
Presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que cria o Mecanismo 
Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. O Mecanismo será formado por 
11 peritos com poderes para realizar visitas periódicas a 
estabelecimentos civis e militares em que indivíduos são privados de sua
 liberdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
  Segurança pública e conduta policial&lt;/h2&gt;
A violência 
generalizada por grupos criminosos e policiais abusivos é um grave 
problema em diversas cidades brasileiras. De acordo com o Fórum 
Brasileiro de Segurança Pública (uma organização não governamental que 
coleta dados oficiais de órgãos estaduais e federais), 1.890 pessoas 
morreram em confronto com policiais em serviço no Brasil em 2012. É uma 
média de cinco pessoas por dia. Somente nos Estados do Rio de Janeiro e 
São Paulo, policiais foram responsáveis por 362 mortes no primeiro 
semestre de 2013, registradas como resultado de confrontos com 
criminosos. No entanto, nem todas as mortes ocorridas em decorrência de 
ação policial resultam do uso legítimo de força, fato esse documentado 
pela Human Rights Watch e outros grupos e reconhecido por agentes da 
justiça criminal brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em janeiro de 2013, o governo do 
Estado de São Paulo editou uma resolução que proíbe policiais de 
removerem os corpos de vítimas de confronto das cenas do crime. Trata-se
 de uma tentativa de impedir o acobertamento de execuções extrajudiciais
 cometidas por policiais. Posteriormente, asmortes ocorridas em 
decorrência de açãopolicial no estado caíram aproximadamente 34% no 
primeiro semestre de 2013, segundo dados oficiais. No entanto, ainda há 
obstáculos significativos à responsabilização por execuções 
extrajudiciais em São Paulo, como falhas na preservação de provas 
forenses e a falta de profissionais e recursos para assessorar o 
Ministério Público na sua tarefa constitucional de exercer o controle 
externo da polícia.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em abril de 2013, no Estado do Rio de 
Janeiro, 11.749 policiais e outros servidores públicos receberam 
compensação financeira por alcançarem metas de redução de criminalidade e
 violência, incluindomortes em decorrência de açãopolicial. Até setembro
 de 2013, 34 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) haviam sido criadas
 em comunidades de baixa renda com o objetivo de proporcionar uma 
presença policial mais eficaz. O programa foi severamente criticado 
quando Amarildo Dias de Souza, um morador da comunidade da Rocinha, 
desapareceu no dia 14 de julho após ser preso por policiais da UPP 
local, que afirmaram tê-lo libertado. Em 02 de agosto, a Ministra de 
Estado de Direitos Humanos conclamou o governo do Rio de Janeiro a 
garantir que o desaparecimento de Amarildo fosse devidamente 
investigado. Em outubro, 25 policiais foram denunciados pela prática do 
crime de tortura em relação ao desaparecimento de Amarildo. Dezessete 
deles também foram denunciados pelo crime de ocultação de cadáver.&lt;br /&gt;
 &lt;h2&gt;
  Condições carcerárias, tortura e maus-tratos&lt;/h2&gt;
Muitas
 prisões e cadeias brasileiras enfrentam grave superlotação e violência.
 A taxa de encarceramento do país subiu quase 30% nos últimos cinco 
anos, de acordo com o Sistema Integrado de Informações Penitenciárias 
(InfoPen) do Ministério da Justiça. A população carcerária adulta atual é
 superior a meio milhão de pessoas—43% além da capacidade do sistema 
prisional. Ademais, 20.000 adolescentes cumprem medidas que implicam 
privação de liberdade. Os atrasos no sistema de justiça contribuem para a
 superlotação. Quase 200.000 presos aguardam julgamento. No Estado do 
Piauí, 66% dos presos custodiados no sistema penitenciário são presos 
provisórios, a maior taxa do país.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A superlotação e a falta de 
saneamento facilitam a propagação de doenças; o acesso dos presos à 
assistência médica continua inadequado. A tortura é um problema crônico 
em delegacias de polícia e centros de detenção. A Subcomissão das Nações
 Unidas para a Prevenção de Tortura e Outros Tratamentos Cruéis, 
Desumanos e Degradantes informou que recebeu relatos “repetidos e 
consistentes” de presos sobre espancamentos e outros maus-tratos durante
 a custódia policial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agentes da segurança p&lt;em&gt;ública&lt;/em&gt;do Estado do 
Paraná foram denunciados criminalmente pelo espancamento, sufocamento e 
aplicação de choques elétricos a quatro homens para forçá-los a 
confessar o estupro e assassinato de uma menina de 14 anos em julho de 
2013. Em agosto de 2013, a imprensa divulgou imagens das câmeras de 
segurança do complexo prisional de Vila Maria, no Estado de São Paulo, 
mostrando agentes da Fundação CASA (Centro de Atendimento Socioeducativo
 ao Adolescente) espancando seis adolescentes. O diretor da unidade e 
outros três funcionários supostamente envolvidos no incidente foram 
afastados.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Autoridades responsáveis pela aplica&lt;em&gt;ção&lt;/em&gt;da lei
 que cometem abusos contra presos e detentos raramente são levados à 
justiça. Uma notável exceção ocorreu em agosto de 2013, quando 48 
policiais foram condenados pelo homicídio de parcela relevante dos 111 
detentos mortos na prisão do Carandiru, Estado de São Paulo, em 1992. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em
 agosto de 2013, a Presidente Dilma Rousseff assinou uma lei que cria o 
Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. O Mecanismo será 
formado por 11 peritos com poderes para realizar visitas periódicas a 
estabelecimentos civis e militares nos quais pessoas são privadas de sua
 liberdade. Também poderão iniciar investigações sobre possíveis casos 
de tortura e fazer recomendações a instituições públicas e privadas. No 
momento em que este relatório foi escrito, o Mecanismo ainda não havia 
entrado em pleno funcionamento.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://listap2.blogspot.com/feeds/4547321270289701735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6766596977092694175/4547321270289701735?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/4547321270289701735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/4547321270289701735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://listap2.blogspot.com/2014/01/relatorio-direitos-humanos-2014-brasil.html' title='Relatorio Direitos Humanos 2014: Brasil com muito tema de casa...'/><author><name>Vinicius</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480895920124407567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6766596977092694175.post-6066667815323442900</id><published>2013-10-31T09:23:00.001+01:00</published><updated>2013-10-31T09:26:36.608+01:00</updated><title type='text'>Sementes do descontento (documentario 22 minutos)</title><content type='html'>Ajudei com as legendas em portugues... um documentario interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O documentário &quot;Sementes do descontentamento&quot; chama a atenção para o 
papel de uma empresa, constituída com investimento de igrejas sueca e 
norueguesa e de um fundo de pensão holandês, na grilagem de terras em 
Moçambique.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;460&quot; src=&quot;//www.youtube.com/embed/xoQNhVg6qgQ?rel=0&quot; width=&quot;590&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://listap2.blogspot.com/feeds/6066667815323442900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6766596977092694175/6066667815323442900?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/6066667815323442900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/6066667815323442900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://listap2.blogspot.com/2013/10/sementes-do-descontento-documentario-22.html' title='Sementes do descontento (documentario 22 minutos)'/><author><name>Vinicius</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480895920124407567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6766596977092694175.post-3228184519238820902</id><published>2013-08-04T10:05:00.001+02:00</published><updated>2013-08-04T10:05:24.679+02:00</updated><title type='text'>Brasil: Investigue o uso de violência contra manifestantes </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;node-body&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;header&quot;&gt;
&lt;h6 class=&quot;node-title&quot;&gt;
        &lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Brasil: Investigue o uso de violência contra manifestantes 
      &lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;
          &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;
    
      &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h6 class=&quot;node-subtitle&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Normas sobre o uso da força em resposta aos protestos em curso devem ser respeitadas &lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/news/2013/06/18/brazil-investigate-use-violence-against-protesters&quot;&gt;http://www.hrw.org/news/2013/06/18/brazil-investigate-use-violence-against-protesters&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;views-field-field-imagefile-fid&quot;&gt;
&lt;a class=&quot;imagefield imagefield-lightbox2 imagefield-lightbox2-scale-300x imagefield-field_imagefile imagecache imagecache-field_imagefile imagecache-scale-300x imagecache-field_imagefile-scale-300x lightbox-processed&quot; href=&quot;http://www.hrw.org/sites/default/files/media/images/photographs/2013_Brazil_dEMOSTRATORS%20FACE%20RIOT%20POLICE%20DURING%20ONE%20OF%20THE%20MANY%20PROTESTS%20AROUND%20BRAZIL%27S%20MAJOR%20CITIES%20IN%20BELO%20HORIZONTE.jpg&quot; rel=&quot;lightbox[field_imagefile][&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Demonstrators face riot police during one of the many protests around in Belo Horizonte, Brazil on June 17, 2013.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;]&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.hrw.org/sites/default/files/imagecache/scale-300x/media/images/photographs/2013_Brazil_dEMOSTRATORS%20FACE%20RIOT%20POLICE%20DURING%20ONE%20OF%20THE%20MANY%20PROTESTS%20AROUND%20BRAZIL%27S%20MAJOR%20CITIES%20IN%20BELO%20HORIZONTE.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
  &lt;/div&gt;
(Nova York) – O governo do estado de São Paulo
 deve cumprir o compromisso de investigar total e imparcialmente a ação 
das forças de segurança durante as recentes operações de controle da 
multidão ocorridas na capital, declarou hoje a Human Rights Watch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 13 de junho de 2013, dezenas de pessoas ficaram feridas quando 
policiais usaram gás lacrimogênio e balas de borracha para dispersar 
manifestantes que protestavam contra o aumento das tarifas de ônibus e 
metrô em São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As autoridades têm a obrigação de restabelecer a ordem quando há violência durante protestos públicos”, afirmou &lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/bios/jos-miguel-vivanco&quot;&gt;José Miguel Vivanco&lt;/a&gt;,
 diretor da Human Rights Watch para as Américas. “Porém, isso não 
autoriza as forças de segurança a violarem os direitos dos manifestantes
 ou terceiros nem significa que elas estão imunes à punição quando vão 
longe demais”.&lt;br /&gt;
Segundo a polícia militar, vários policiais ficaram feridos e muitas 
armas foram apreendidas em São Paulo, incluindo facas, estiletes, 
tesouras e correntes. Mais de 200 manifestantes foram detidos desde a 
realização do primeiro protesto em 06 de junho por destruição de 
propriedade privada e formação de quadrilha, segundo relatos da 
imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 14 de junho, autoridades federais e municipais reconheceram 
publicamente que as imagens das manifestações ocorridas em São Paulo e 
os depoimentos de jornalistas feridos durante o protesto no dia anterior
 sugerem que “houve excessos” e a policia “não observou os seus 
protocolos”.&lt;br /&gt;
Em 17 de junho, Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, proibiu o 
uso de balas de borracha durante as manifestações. Além disso, 
funcionários do governo se reuniram com os organizadores do protesto 
para falar sobre a localização de outras manifestações e os equipamentos
 usados pelas forças de segurança responsáveis pelo monitoramento dos 
eventos. Nenhuma ocorrência de violência policial foi relatada 
posteriormente na capital, mas, segundo a imprensa, policiais usaram gás
 lacrimogênio contra manifestantes em Porto Alegre e Belo Horizonte no 
dia 17 de junho, quando os protestos se espalharam por outras cidades 
brasileiras. No Rio de Janeiro, a imprensa informou que vários 
manifestantes e policiais ficaram feridos em protestos realizados na 
frente da Assembléia Legislativa do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo 
Brasil exigem que o governo respeite os direitos de liberdade de 
expressão e de associação. De acordo com a Human Rights Watch, as 
autoridades devem garantir que os atos de violência cometidos durante os
 protestos e manifestações recebam uma resposta comedida. Os Princípios 
Básicos das Nações Unidas sobre o Uso da Força e de Armas de Fogo por 
Policiais afirmam que os policiais “devem, na medida do possível, 
utilizar meios não violentos antes de recorrer ao uso da força e de 
armas de fogo”. Quando o uso da força for inevitável, as forças de 
segurança devem “[s]er moderadas em tal uso e agir proporcionalmente à 
gravidade da infração e ao objetivo legítimo que deve ser alcançado”, 
dizem os princípios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, as normas afirmam que policiais não devem usar armas de 
fogo contra pessoas “exceto em legítima defesa ou na defesa de outras 
pessoas contra uma ameaça iminente de morte ou ferimento grave”. A Human
 Rights Watch disse que, como podem ter efeitos letais em determinadas 
circunstâncias, as balas de borracha devem ser tratadas como armas de 
fogo para fins práticos.&lt;br /&gt;
O uso de gás lacrimogênio (que pode causar graves problemas de saúde)
 como método para controlar multidões também deve estar sujeito a um 
regulamento claro, ocorrendo somente quando necessário e de maneira 
proporcional e não discriminatória. Não deve ser utilizado em área 
confinada ou contra pessoas detidas ou que já estão sob o controle de 
policiais. Toda pessoa exposta ao gás lacrimogênio deve ter acesso 
imediato a um médico e receber apoio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Human Rights Watch tem acompanhado com atenção as práticas da polícia brasileira. No relatório de 2009 intitulado &lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/reports/2009/12/08/lethal-forcehttp:/www.hrw.org/reports/2009/12/08/lethal-force&quot;&gt;Lethal Force&lt;/a&gt;[Força
 Letal], a Human Rights Watch constatou que esforços legítimos 
destinados a diminuir a criminalidade em São Paulo e no Rio de Janeiro 
foram prejudicados por policiais que cometiam atos de violência ilegais e
 delegados que realizavam investigações inadequadas sobre homicídios 
cometidos por policiais. Investigações inadequadas da violência policial
 foram um fator que contribuiu muito para a impunidade generalizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Estamos testemunhando a escalada de protestos em todo o Brasil e, em
 parte, isso é motivado pela resposta pesada da força policial”, disse 
Vivanco. “Se o país não instruir claramente a polícia a usar a força 
apenas como último recurso e se não responsabilizar policiais que 
cometem abusos, é muito provável que os eventos ocorridos em São Paulo 
na semana passada se repitam”.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://listap2.blogspot.com/feeds/3228184519238820902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6766596977092694175/3228184519238820902?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/3228184519238820902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/3228184519238820902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://listap2.blogspot.com/2013/08/brasil-investigue-o-uso-de-violencia.html' title='Brasil: Investigue o uso de violência contra manifestantes '/><author><name>Vinicius</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480895920124407567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6766596977092694175.post-6363609458034361013</id><published>2013-07-31T15:39:00.003+02:00</published><updated>2013-07-31T15:39:42.668+02:00</updated><title type='text'> Brasil: Execuções, encobrimentos da Polícia</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;node-body&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;header&quot;&gt;
      &lt;h6 class=&quot;node-title&quot;&gt;
        &lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Brasil: Execuções, encobrimentos da Polícia
      &lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;
          &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;
    
      &lt;/span&gt;&lt;h6 class=&quot;node-subtitle&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Apesar das reformas, mortes causadas por ação policial continuam&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/pt/news/2013/07/29/brasil-execucoes-acobertamentos-pela-policia&quot;&gt;http://www.hrw.org/pt/news/2013/07/29/brasil-execucoes-acobertamentos-pela-policia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(São Paulo) – O governo do Estado de São Paulo
 deve assegurar que todas as mortes decorrentes de intervenção policial 
sejam investigadas de forma célere, integral e imparcial e que policiais
 que usarem a força de forma abusiva sejam responsabilizados, disse a 
Human Rights Watch em uma &lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/node/117664&quot;&gt;carta&lt;/a&gt;&amp;nbsp;enviada hoje ao governador Geraldo Alckmin e ao Procurador-Geral de Justiça Márcio Fernando Elias Rosa.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Na carta, a Human Rights Watch detalhou suas conclusões sobre a 
prática de execuções extrajudiciais por policiais estaduais registradas 
como resultado de confrontos. Informações analisadas pela organização 
sugerem que, para prejudicar a perícia, policiais envolvidos em 
execuções levam as vítimas a hospitais sob o falso pretexto de 
socorrê-las. Em alguns casos, chegam a introduzir provas nas cenas do 
crime antes da chegada de peritos.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
“As provas colhidas nos casos analisados em São Paulo revelam um 
claro padrão: policiais executam pessoas e, em seguida, acobertam esses 
crimes”, afirmou &lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/bios/jos-miguel-vivanco&quot;&gt;José Miguel Vivanco&lt;/a&gt;,
 diretor da Human Rights Watch para as Américas. “Uma das melhores 
formas de acabar com isso é promover a responsabilização dos policiais 
envolvidos, deixando claro que não haverá impunidade”.A Human Rights 
Watch examinou 22 casos de mortes decorrentes de intervenção 
policial&amp;nbsp;entre 2010 e 2012. Em todos os incidentes, as provas 
disponíveis lançam dúvidas sobre as alegações da polícia de que o uso de
 força letal foi legítimo. Em 20 desses casos, os policiais envolvidos 
removeram as vítimas das cenas do crime e as levaram a hospitais em 
supostas tentativas de “socorro”. Nenhuma dessas pessoas sobreviveu.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Em março de 2011, por exemplo, policiais atiraram em Dileone Aquino 
em um cemitério em Ferraz de Vasconcelos. Os soldados relataram que 
Aquino era suspeito de roubo de veículos e se feriu em um confronto após
 uma perseguição de carro, tendo sido levado às pressas para um 
hospital. No entanto, uma testemunha afirmou que observou os policiais 
tirando Aquino de uma viatura policial e lhe dando um tiro à 
queima-roupa. Os dois policiais envolvidos foram absolvidos das 
acusações de homicídio qualificado em 23 de maio de 2013.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Em novembro de 2011, policiais militares informaram que mataram os 
menores Douglas Silva e Felipe Macedo Pontes em legítima defesa em São 
Bernardo do Campo. Contudo, três testemunhas deram depoimentos de que os
 menores estavam desarmados e os policiais atiraram sem que tivessem 
sido provocados. Uma quarta testemunha narrou a investigadores que 
chegou ao local e viu Silva — desarmado e ferido — sob custódia 
policial. Silva pediu para que “ligasse para sua mãe e para o pessoal da
 vila, dizendo que eles policiais iriam matá-lo”. O inquérito policial 
sobre as mortes ainda não foi concluído.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Policiais em São Paulo corriqueiramente enfrentam sérias ameaças de 
violência e, sem dúvida, um certo número de mortes decorrentes de 
intervenção policial éresultante do uso legítimo da força, disse a Human
 Rights Watch. Mas isso não se aplica a todos os casos.&lt;br /&gt;

A Human Rights Watch também analisou todos os Boletins de Ocorrência 
do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP) 
sobre resistências seguidas de morte registradas na capital no ano de 
2012. De acordo com esses registros, policiais transportaram 379 pessoas
 a hospitais, sendo que dessas, 360 — ou aproximadamente 95% — foram a 
óbito. Esse histórico deixou muito a desejar, afirmou aHuman Rights 
Watch.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
As autoridades do Estado de São Pauloadotaram medidas importantes 
para reduzir a violência policial e promover a responsabilização de 
agentes que cometerem abusos. O mandato do Grupo de Atuação Especial de 
Controle Externo da Atividade Policial (GECEP) foi expandido em junho de
 2010 para incluir a investigação de denúncias de tortura, homicídio e 
outros abusos praticados por policiais militares e o acompanhamento de 
mortes decorrentes de intervenção policialpara identificar padrões de 
abuso.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
No início de janeiro de 2013, foi editada a Resolução SSP-05, uma 
medida que, juntamente com o Procedimento Operacional Padrão do Comando 
da Polícia Militar que a regulamenta (POP 2.05.01), visa impedir que 
policiais removam vítimas de confrontos das cenas do crime exceto quando
 inexistirem serviços de emergência na localidade e quando, havendo 
serviço, o tempo previsto de resposta “não for adequado para a 
situação”, mediante autorização expressa das autoridades policiais.&lt;br /&gt;

Além disso, desde janeiro, autoridades estaduais fizeram reiteradas 
declarações condenando abusos policiais e assegurando a punição dos 
oficiais que os cometem.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
De acordo com estatísticas oficiais, mortes decorrentes de 
intervenção policial no Estado diminuíram 34% durante os primeiros seis 
meses de 2013 em relação ao mesmo período de 2012.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Entretanto, avanços adicionais são necessárias para que as reformas 
adotadas pelo governo do Estado sejam mais eficazes na eliminação de 
execuções extrajudiciais e acobertamentos por policiais, segundo a Human
 Rights Watch. As recomendações incluem:&lt;br /&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
  Aplicar com rigor a Resolução SSP-05 e o POP que a regulamenta para 
assegurar que policiais apenas removam vítimas de confrontos da cena do 
crime em circunstâncias expressamente previstas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
  Editar protocolo para garantir a salvaguarda e a análise das roupas 
das vítimas de confrontos com a polícia, que podem ser fonte essencial 
de prova;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
  Exigir que policiais notifiquem imediatamente promotores, incluindo os
 membros do GECEP, sobre fatalidades resultantes de confrontos com a 
polícia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
  Fortalecer o GECEPcom mais servidores e recursos para que esta unidade
 possa monitorar minunciosamente os inquéritos sobre mortes decorrentes 
de intervenção policial imediatamente após a sua ocorrência;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
  Assegurar que denúncias sejam efetivamente apresentadas nos casos em 
que as investigaçõesconduzidas ou monitoradas pelo GECEP levantem provas
 suficientes de ilegalidade na conduta policial.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Em um relatório de 2009 intitulado “&lt;a href=&quot;http://www.hrw.org/pt/reports/2009/12/08/letal-0&quot;&gt;Lethal Force&lt;/a&gt;”(Força
 Letal), a Human Rights Watch documentou 16 casos de São Paulo (e 35 do 
Estado do Rio de Janeiro) em que a polícia aparentemente executou 
pessoas e informou que as vítimas haviam morrido em confrontos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 “O governador Alckmin e o Ministério Publico adotaram medidas 
importantes para lidar com o grave problema de execuções policiais e 
acobertamentos em São Paulo”, disse Vivanco. “Porém, se não reforçarem 
essas medidas por meio do fortalecimento do papel dos promotores e da 
preservação de provas importantes nos chamados ‘confrontos’, essa 
prática terrível continuará”.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://listap2.blogspot.com/feeds/6363609458034361013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6766596977092694175/6363609458034361013?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/6363609458034361013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/6363609458034361013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://listap2.blogspot.com/2013/07/brasil-execucoes-encobrimentos-da.html' title=' Brasil: Execuções, encobrimentos da Polícia'/><author><name>Vinicius</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480895920124407567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6766596977092694175.post-2073789790319550497</id><published>2013-05-12T16:31:00.001+02:00</published><updated>2013-05-12T16:31:53.679+02:00</updated><title type='text'>Ex-ditador da Guatemala (Rios Montt) condenado por genocídio</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;header class=&quot;entry-header single-header&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;hgroup&gt;&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot; style=&quot;color: inherit; font-family: PublicoMedium, Georgia, Times, serif; font-weight: bolder; line-height: 36px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small; font-weight: normal;&quot;&gt;(Esperando em exitos semelhantes na nossa Comissao Nacional da Verdade...)&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot; style=&quot;color: inherit; font-family: PublicoMedium, Georgia, Times, serif; font-weight: bolder; line-height: 36px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal;&quot;&gt;(&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/mundo/noticia/antigo-chefe-militar-da-guatemala-condenado-por-genocidio-1594088&quot; style=&quot;-webkit-transition: color 0.3s; color: black; display: inline; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px; outline-style: none; text-decoration: none; transition: color 0.3s;&quot;&gt;http://www.publico.pt/mundo/noticia/antigo-chefe-militar-da-guatemala-condenado-por-genocidio-1594088&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: inherit;&quot;&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot; style=&quot;color: inherit; font-family: PublicoMedium, Georgia, Times, serif; font-size: 32px !important; font-weight: bolder; line-height: 36px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px; position: relative;&quot;&gt;
Antigo chefe militar da Guatemala condenado a 80 anos de prisão por genocídio&lt;/h1&gt;
&lt;/hgroup&gt;&lt;div class=&quot;entry-meta&quot; style=&quot;font-size: 11px; margin: 0px 0px 8px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;entry-blurb&quot; itemprop=&quot;description&quot; style=&quot;font-size: 13px; margin: 0px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;color: #555555; font-family: Georgia, serif; font-size: 14px; font-weight: bold; line-height: 1.5; margin: 0px 0px 8px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
Esta é a primeira vez que um ex-chefe de Estado é condenado no seu país pelo crime. General de 86 anos foi condenado a 80 anos de prisão&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/header&gt;&lt;figure style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin: 0px 0px 24px; position: relative; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a data-fancybox-type=&quot;image&quot; data-toggle=&quot;fancybox&quot; href=&quot;http://imagens0.publico.pt/imagens.aspx/770000?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&quot; style=&quot;-webkit-transition: color 0.1s linear, background-color 0.1s linear; color: #444444; display: inline; font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, &#39;Helvetica Neue&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; outline-style: none; text-decoration: none; transition: color 0.1s linear, background-color 0.1s linear;&quot; title=&quot;Aumentar&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; itemprop=&quot;image&quot; src=&quot;http://imagens0.publico.pt/imagens.aspx/770000?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=749&quot; style=&quot;-webkit-border-image: url(data:image/png; border: 0px; box-sizing: border-box; display: inline-block; height: auto; margin: 10px auto 0px; max-width: 100%; min-height: 70px; padding: 8px; position: relative; vertical-align: middle;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;Ríos Montt nega ter ordenado a matança de indígenas ixil&amp;nbsp;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;A justiça da Guatemala condenou o antigo chefe da ditadura militar Efraín Ríos Montt por genocídio e crimes contra a humanidade, dando como provado a sua responsabilidade no massacre de indígenas de etnia ixil durante a guerra civil. O general, de 86 anos, ouviu impávido o juiz decretar-lhe uma pena de 80 anos de prisão.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;Esta é a primeira vez que um ex-chefe de Estado é condenado no seu país por genocídio – crime que a Convenção das Nações Unidas, de 1948,&amp;nbsp;define como um conjunto de actos cometidos “com a intenção de destruir em todo ou em parte um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;“Os actos de José Efraín Ríos Montt equivalem a genocídio e a pena correspondente deve ser aplicada”, declarou o juiz Jazmín Barrios, decretando-lhe 50 anos de prisão pelo mais gravoso dos crimes previsto pelo direito internacional e 30 por crimes contra a humanidade. O magistrado anunciou ainda que vai requer a transferência do general, actualmente em prisão domiciliária, para um estabelecimento prisional.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;Ao ouvir o veredicto, familiares das vítimas, líderes e activistas da causa indígena,&amp;nbsp;incluindo a Nobel da Paz Rigoberta Menchu, celebraram a decisão, enquanto Ríos Montt, vestido num sombrio fato cinzento se manteve em silêncio. Já fora do tribunal, disse que a sua condenação não passou de um “espectáculo político internacional”, confirmando que vai recorrer da decisão.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;Estima-se que cerca de 200 mil pessoas tenham morrido durante os 32 anos de guerra civil (entre 1960 e 1996), a maioria indígenas como os ixil, uma das mais pequenas comunidades maias que se mantém na região de El Quiche, no Norte da Guatemala. Em 1994, uma comissão de inquérito das Nações Unidas concluiu que mais de 90% dos crimes ocorridos durante a guerra civil foram perpetrados pelo Exército ou as forças paramilitares que o apoiavam. A justiça guatemalteca já condenou vários dirigentes militares e da polícia a penas de prisão, mas este foi de todos o processo mais mediático.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;Ríos Montt, que liderou o governo militar durante 17 meses, entre 1982 e 1983 (o período mais sangrento da guerra civil), foi acusado da morte de 1771 indígenas; da expulsão pela violência de 29 mil pessoas e ainda de tortura e crimes sexuais. José Mauricio Rodríguez, responsável pelos serviços secretos do seu Governo, foi igualmente acusado pelos crimes, mas o tribunal acabou por absolvê-lo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;Inicialmente, o antigo governante – que chegou ao poder num golpe de Estado e se manteve na política até 2012, altura em que se reformou do Parlamento, perdendo a imunidade – recusou responder ao tribunal, mas a&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/mundo/noticia/antigo-chefe-militar-da-guatemala-rejeita-acusacao-de-genocidio-1593975&quot; style=&quot;-webkit-transition: color 0.1s linear, background-color 0.1s linear; color: #d10019; display: inline; font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5; outline-style: none; text-decoration: none; transition: color 0.1s linear, background-color 0.1s linear;&quot;&gt;cabou por quebrar o silêncio no último dia&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;de apresentação dos argumentos da defesa. “Nunca autorizei, nunca assinei, nunca propus e nunca ordenei qualquer atentado contra uma raça, uma etnia ou uma religião. Nunca o fiz”, declarou Ríos Montt.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;figcaption style=&quot;margin-top: 8px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 16px; line-height: 1.5;&quot;&gt;&lt;i&gt;A acusação chamou dezenas de testemunhas para demonstrar a existência de uma cadeia de comando e hierarquia, e um plano para eliminar os grupos indígenas que os militares suspeitavam estar a colaborar com os rebeldes. A defesa contrapôs que as acções do Exército não eram do conhecimento do ex-general, cuja responsabilidade como chefe do Governo era garantir a integridade territorial da Guatemala e não gerir a guerra civil.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://listap2.blogspot.com/feeds/2073789790319550497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6766596977092694175/2073789790319550497?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/2073789790319550497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6766596977092694175/posts/default/2073789790319550497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://listap2.blogspot.com/2013/05/ex-ditador-da-guatemala-rios-montt.html' title='Ex-ditador da Guatemala (Rios Montt) condenado por genocídio'/><author><name>Vinicius</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11480895920124407567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>