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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297</atom:id><lastBuildDate>Thu, 11 Mar 2010 00:45:55 +0000</lastBuildDate><title>LixeiraDourada: Reciclando Ideias</title><description>Um blog sobre tudo...
Ou quase tudo!

Cinema: novos lançamento, filmes clássicos, boatos, adaptações e qualquer outra coisa do mundo cinematográfico que a gente ache interessante.

Música: artistas revelação, velhos caducos, velhos espertos, novos talentos, vários estilos.

Futilidades: notícias, fofocas, curiosidades e qualquer outra coisa que possa ser útil, apesar de fútil.

Reciclando ideias.</description><link>http://www.lixeiradourada.com/</link><managingEditor>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>296</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/lixeiradourada" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="lixeiradourada" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/</creativeCommons:license><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">lixeiradourada</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-2656190472096836656</guid><pubDate>Sun, 07 Mar 2010 15:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-07T12:19:35.873-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[292] Almoço e Janta</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Documentários raramente são grandes sucessos comerciais e, ao lados dos curta-metragens, fazem parte daquele grupo de filmes indicados a prêmios importantes (no caso o Oscar) que nós, brasileiros, geralmente não temos a oportunidade de assistir. Ao menos não nas telonas, já que muitos desses títulos vêm sendo lançados em DVD por aqui e cada vez mais pessoas recorrem à internet para conhecê-los. Iniciando de vez o &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;, informo que o assunto de hoje é o (não tão) polêmico “&lt;em&gt;Food, Inc.”&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Comida S.A.&lt;/em&gt;, em tradução literal). O documentário fez algum barulho e por algum tempo chegou a parecer que seria uma daquelas exceções, mas não chegou a se tornar o novo &lt;em&gt;Super Size Me&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="HH-FoodIncMovie" border="0" height="554" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S5PCKXxR3xI/AAAAAAAADvE/jlPuIaCywO8/HH-FoodIncMovie%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="HH-FoodIncMovie" width="375" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é que seja um filme ruim, pelo contrário, Robert Kenner, diretor, fez um excelente trabalho e o &lt;em&gt;doc&lt;/em&gt; tem outros méritos, como a trilha sonora e, principalmente, a edição. Ao longo de seus 90 minutos, ele busca desvendar os segredos das grandes corporações alimentícias dos Estados Unidos, correndo atrás de seus segredos e, principalmente, de seus defeitos. É claro que nenhuma dessas grandes empresas, a maioria delas quase desconhecidas no Brasil, se deixou filmar, o que criou um clima quase conspiratório no filme, que é dividido em capítulos de acordo com o gênero alimentício que está sendo abordado. Abaixo está o trailer, em inglês.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object data="http://www.takepart.com/sites/default/modules/takepart/takepart_video/swf/player.swf" height="360" type="application/x-shockwave-flash" width="640"&gt; &lt;param name="flashvars" value="bc=26576134001&amp;amp;autoplay=false"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#202020"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos problemas do filme é o fato da maioria dos americanos não se importarem realmente com o que estão comendo, então a denúncia de fábricas sem preocupações sanitárias, maltratos de animais, etc, não chega a os incomodar, e isso acaba ficando claro no filme. Já é um motivo pra quase falta de sucesso, certo? Além disso, a grande preocupação com os problemas alimentares estadunidenses faz com que o público estrangeiro não se identifique com aquelas situações, mesmo com a grande possibilidade de acontecer o mesmo em todos os países que sejam ao menos um pouco industrializados, ao contrário do já citado &lt;em&gt;super Size Me&lt;/em&gt;, que agrega público em qualquer lugar onde haja um McDonald’s. Não há muito o que falar sobre &lt;em&gt;Food, Inc. &lt;/em&gt;Vale a pena assistir, mas não precisa ficar triste de não vê-lo em uma telona. E o principal &lt;em&gt;slogan&lt;/em&gt; deles acaba não se confirmando, ao menos não no Brasil. Não há nada lá que te impeça de olhar pro seu jantar do mesmo modo que você sempre fez.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_FOODINC.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-2656190472096836656?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/03/292-almoco-e-janta.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-4419269193271001390</guid><pubDate>Sat, 06 Mar 2010 18:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-06T23:55:26.120-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[COLUNISTA CONVIDADO]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[291] Sem Exceção</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto escrito por &lt;strong&gt;RENATA SOUZA&lt;/strong&gt; e publicado dentro da sessão “Colunista Convidado”.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há quem diga que não existe nenhuma continuação melhor que o filme original. De fato existem várias tentativas de prosseguir com a história que acabaram por se tornar um fracasso, ou até mesmo manchar a obra-prima. Mas acredito que há algumas raríssimas exceções. Não, &lt;i&gt;"Transformers: A Vingança dos Derrotados"&lt;/i&gt; não foge a essa regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="poster" border="0" height="554" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S5KfgxB1f5I/AAAAAAAADuo/btjpt_lr8lA/poster%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster" width="369" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Originário de uma linha de brinquedos e de revista em quadrinhos (Marvel Comics), Transformers virou desenho animado e filme infantil. Em 2007 foi a vez de um bom longa de ação (recheado de comédia) ganhar o mundo, com direito à continuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como no primeiro filme, a seqüência de Transformers foi dirigida e produzida por Michael Bay, do fracassado A Ilha e do filme “sessão da tarde” Armagedon. Contando com a mais que ilustre presença de Steven Spielberg (do eterno E.T.) como produtor, Transformers nos proporciona excelentes efeitos especiais e mantém seu elenco original. Mas fica só nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="transfomers2_40" border="0" height="299" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S5Kfh68-eTI/AAAAAAAADus/27Ubu_eVO5A/transfomers2_40%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="transfomers2_40" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa continuação, dois anos se passaram desde que o jovem Sam Witwicky (Shia LaBeouf) salvou o universo de uma batalha fatal entre duas raças de robôs alienígenas em guerra há tempos: os Autobots e os Decepticons. Apesar de seu grandioso ato de heroísmo, Sam agora tem que lidar com uma outra enorme responsabilidade que demanda muita sabedoria: a faculdade... E tudo o que ela envolve. Isso é: morar sozinho, deixar pra trás seu carismático pai Ron (Kevin Dunn), sua atrapalhada mãe Judy (Julie White), sua bela namorada Mikaela Banes (Megan Fox) e explicar ao seu fiel carro/robô/guarda-costas Bumblebee que dessa vez não poderá levá-lo junto, já que pretende levar uma vida normal dali em diante. E é quando tudo parece que está caminhando para a normalidade que Sam começa, repentinamente, a apresentar estranhas visões, como flashes passando em sua cabeça. Apavorado por achar que está sofrendo da mesma doença que seu avô, Sam mantém segredo até que decide não mais ignorar as mensagens e símbolos que atravessam sua mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="transformers2_01" border="0" height="249" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S5KfkkHrLKI/AAAAAAAADu0/aEdu9j4OGgc/transformers2_01%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="transformers2_01" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao mesmo tempo, o antigo Setor 7 é desativado e o agente Simmons (John Turturro) é demitido. No lugar do desativado setor, cria-se a NEST, uma agência comandada pelo capitão Lennox (Josh Duhamel) e o sargento Epps (Tyrese Gibson), trabalhando em parceria com os Autobots. No entanto, a NEST começa a enfrentar resistências vindas de Theodore Galloway (John Benjamin Hickey), consultor da segurança nacional, que a considera supérflua.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meio disso tudo, Sam novamente se encontra no olho do furacão que é batalha que irá decidir o desfecho do universo. Mal sabe ele que, dessa vez, possui a chave para o resultado final entre a luta de todos os tempos e lugares: a luta entre o bem e o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="tranformers2_07" border="0" height="300" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S5KfnAboAXI/AAAAAAAADu8/me1XK5Qgips/tranformers2_07%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="tranformers2_07" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sequência de Transformers, você encontra efeitos especiais de altíssima qualidade (dá até para acreditar que esses carros/robôs existem de verdade!) e muita, muita ação. Algumas doses de piadas e cenas bem engraçadas envolvendo a “normal” família Witwicky também permeiam o filme, além de ótima atuação de Shia LaBeouf e da sempre engraçada presença de John Turturro. Quanto à Megan Fox... está concorrendo a “melhor” atriz no Framboesa de Ouro. É preciso dizer mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="transformers2_18" border="0" height="570" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S5KfowiTzSI/AAAAAAAADvA/VPJxRcmZSNA/transformers2_18%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="transformers2_18" width="386" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exceções à parte, essa continuação deixou (e muito) a desejar. E já está sendo produzido o terceiro filme da saga, com estreia prevista para Julho de 2011 nos Estados Unidos. Será que dessa vez a continuação emplaca? Só nos resta esperar...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_TRANSFORMERS.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-4419269193271001390?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/03/291-sem-excecao.html</link><author>noreply@blogger.com (Colunista Convidado)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-4101673154559989922</guid><pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-01T17:30:00.336-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Cadernos do Cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[290] CADERNOS DO CINEMA: Academy Basterds</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Para se fazer um filme de guerra ultimamente é preciso ser original. Para um diretor que consegue ficar entre o mainstream e o underground como Quentin Tarantino, originalidade é pouco. Needless to say: o cara domina a técnica, não tem como negar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="poster" border="0" height="556" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tNH3o8lcI/AAAAAAAADuU/lE8ZGlo2Q5c/poster%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster" width="373" /&gt;     &lt;br /&gt;
A estrutura narrativa que permeia Pulp Fiction está lá, a divisão em 5 capítulos de Kill Bill, idem. O glorioso tiroteio de Reservoir Dogs não poderia estar mais evidente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="ingloriousbasterds_02" border="0" height="299" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tNIwGO-oI/AAAAAAAADuY/beibCwgQSR8/ingloriousbasterds_02%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ingloriousbasterds_02" width="440" /&gt;     &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Sim, o Tarantino estava testando a gente, como eu não me toquei antes?! Ele simplesmente percebeu tudo que deu certo em seus outros filmes e refez de uma forma extrema, ambientando no maior acontecimento do século XX. Genial. Mas isso é tema pro Tarantino’s Mind 2.     &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="inglouriousbasterds_10" border="0" height="300" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tNKU9LwPI/AAAAAAAADuc/h0YqdsVr7H0/inglouriousbasterds_10%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="inglouriousbasterds_10" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tenho que comentar de forma menos generalizada a primeira cena, que é uma das mais bem fotografadas e com diálogos mais bem construídos. A seqüência é longa e a tensão é algo fora do comum. Destaque para a cena da sala de projeção, que é a mais dramática do filme. Embalada por uma belíssima trilha, como em outros momentos, a música se torna um elemento indispensável. A direção de Tarantino explora todos os ângulos, distâncias e movimentos de câmera. Por fim, obviamente, a atuação de Brad Pitt. Ou talvez não, melhor só ficar quieto e aplaudi-lo (novamente). A surpresa é Christoph Waltz roubando a cena. Até então nunca tinha ouvido falar dele, agora já sou fã. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="inglouriousbasterds_08" border="0" height="300" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tNLi4TWAI/AAAAAAAADug/IimHTEZVBTs/inglouriousbasterds_08%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="inglouriousbasterds_08" width="440" /&gt;     &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;O melhor de tudo é que o filme não passa aquela sensação de clichê patriota. É um filme sobre judeus muito irritados que buscam vingança e alemães sendo ridicularizados do início ao fim. Vingança. Se deu certo no Kill Bill... entendeu? A garganta do Tenente Aldo Raine não tem aquela cicatriz à toa, certo? Pois é, vingança.     &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="inglouriousbasterds_06" border="0" height="301" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tNMnN3rDI/AAAAAAAADuk/k_wzcrT9H_g/inglouriousbasterds_06%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="inglouriousbasterds_06" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comédia, thriller, noir, o filme é universal, para mim, o melhor do ano. E para uma obra-prima dessas nada melhor do que dizer: “Imperdível!”. Obra prima, ah! Curiosamente, a última fala do filme que sai da boca do Brad Pitt, que olha para a câmera e diz: “THIS MIGHT BE MY MASTERPIECE.” Alguém duvida que quem ta falando isso pra gente é o esnobe do Tarantino? Tudo bem, é sua obra prima, mas não justifica furar no Festival do Rio. Quero ver é furar o Oscar 2010.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme5.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_INGLORIOUSBASTERDS.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-4101673154559989922?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/03/290-cadernos-do-cinema-academy-basterds.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Mathias)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-6399259284170905914</guid><pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-01T11:30:01.439-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[COLUNISTA CONVIDADO]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[289] Uma Agradável Surpresa</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;Texto escrito por &lt;strong&gt;RENATA SOUZA&lt;/strong&gt; e publicado dentro da sessão “Colunista Convidado”.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Se você achou que seria mais um desses filmes de ficção científica com mirabolantes efeitos especiais, se enganou. Pelo menos em parte. O novo filme de Neill Blomkamp, também responsável pelos efeitos visuais de alguns episódios de Smallville, nos guarda muitos desses efeitos. No entanto, Distrito 9, também escrito por Neill em parceria com Terri Tatchell e produzido pelo aclamado Peter Jackson (trilogia O Senhor dos Anéis e o mais recente Um olhar do paraíso), não pode ser considerado apenas uma ficção.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="district9_04" border="0" alt="district9_04" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tLj8BX48I/AAAAAAAADuE/ZFUkVgWvyGY/district9_04%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="371" height="554" /&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;O filme começa com um ar de documentário, com pessoas falando para a câmera e tudo o que um documentário tem direito, para então seguir seu verdadeiro rumo e nos levar nessa empolgante trama.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="district9_01" border="0" alt="district9_01" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tLlE-G7VI/AAAAAAAADuI/uqE37FCnjeY/district9_01%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="440" height="295" /&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Tudo se inicia quando, há 20 anos, uma gigantesca nave extraterrestre paira sobre os ares de uma conturbada Joanesburgo, capital da África do Sul. Sim, Joanesburgo. Nada de Nova York ou Washington... Sem condições de seguirem viagem devido a problemas técnicos na nave, os milhões de seres alienígenas são obrigados a descer à Terra, famintos e acuados, ao contrário do que se esperaria: um ataque iminente. À espera de uma solução para o imenso “imprevisto”, o governo resolve reunir a nova raça em um só local, o Distrito 9. Tais quais refugiados, esses seres são mantidos em péssimas condições, enfrentando situações xenofóbicas constantemente. O Distrito 9 não passa de uma favela entupida de aliens, um verdadeiro campo de concentração sob o comando da MNU (Multi-National United), uma empresa responsável pelo controle dos indesejados estrangeiros.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="district9_09" border="0" alt="district9_09" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tLmccKg6I/AAAAAAAADuM/pCie3JcFCbo/district9_09%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="440" height="255" /&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Por conta de questões políticas e financeiras, o governo decide transferir o povo do outro planeta para uma outra área. Para isso, é preciso realizar um despejo geral e deixar os extraterrestres a par dessa nova situação. Atritos começam a surgir, inevitavelmente. É durante esse processo de ordem de despejo que o funcionário do governo, Wikus Van De Merwe (Sharlto Copley), é contaminado por um fluido alienígena. Seu organismo passa, então, a gerar partes alienígenas e Wikus torna-se o homem mais procurado do nosso mundo. O motivo? Óbvio: ele é a mais nova cobaia do governo para estudos científicos que visam obter informação suficiente para dominar os extraterrestres. Para não virar rato de laboratório e sem poder contar com a ajuda de familiares e amigos, Wikus se vê perdido, sem ter para onde ir. Exceto por um lugar: Distrito 9.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="district9_14" border="0" alt="district9_14" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4tLnvarlrI/AAAAAAAADuQ/IAUmCKvj51Y/district9_14%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="440" height="256" /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Sempre gostei de ficção científica ao estilo Alien (1979), do brilhante Ridley Scott, com direito a muito suspense e baba de alienígena. Distrito 9, contudo, é diferente, num bom sentido. Com ótimos efeitos visuais, o filme do sul-africano Neill Blomkamp realmente me surpreendeu, já que eu esperava mais um filme bobinho de alienígena malvado destruindo a Terra. Definitivamente não foi o que eu pensei. Ao longo da trama, você se pega completamente imerso naquela nova realidade e torcendo para um feliz desenlace. Baba de alienígena eu não garanto, mas um enredo de outro planeta e cenas de ação de prender a respiração, sim.&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_DISTRICT9.png" /&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-6399259284170905914?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/03/289-uma-agradavel-surpresa.html</link><author>noreply@blogger.com (Colunista Convidado)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-5987458198406243466</guid><pubDate>Sun, 28 Feb 2010 18:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-01T00:17:47.922-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Edição POP</category><title>[288] Edição POP! OITO</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até que essa semana aconteceu muita coisa boa. Na outra eu fiquei mais uma vez devendo uma postagem, mas é porque minha vida é muito badalada, muitas entrevistas, eventos, minha turnê nova acabou de sair. TÁ, MENTIRA! Eu não tenho compromisso mesmo! HÁ&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só fico &lt;strike&gt;PUTO&lt;/strike&gt; chateado por que a Ke$ha lançou o clipe de Blah Blah Blah e a Shakira de Gypsy e não existem mais os vídeos. OK&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim…&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_yzvQGkMBYk8/S4q1GQ8nfUI/AAAAAAAAAHw/FDIAwqMicmU/s1600-h/chris%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="chris" border="0" height="165" src="http://lh4.ggpht.com/_yzvQGkMBYk8/S4q1G1pebHI/AAAAAAAAAH0/rwgFECE0oP0/chris_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="chris" width="436" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nosso querido lutador de Vale Tudo, Chris Brown, vem ao Brasil. Isso é CERTO já. A produtora &lt;a href="http://www.noderosa.com.br/" target="_blank"&gt;Nó de Rosa&lt;/a&gt; disponibilizou no site a data do dia 19 de maio em Belo Horizonte. As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre estão no roteiro, mas sem data e local confirmados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os alienados: Chris é aquele que se envolveu em um escândalo com a ex-namorada Rihanna, acusado de dar umas porradas nela! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo menos o clipe LINDO de Crawl eu posso colocar:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:98a41c8e-b503-45e9-8c83-c02ddbeb470b" style="display: block; float: none; margin: 0px auto; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 462px;"&gt;&lt;div id="86d5fb76-8b8d-4351-b979-0f9c03fad04a" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="385" width="462"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2ZmtJZEKe-4&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2ZmtJZEKe-4&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="462" height="385"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-5987458198406243466?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/288-edicao-pop-oito.html</link><author>noreply@blogger.com (Thiago Abreu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-7675751409742749069</guid><pubDate>Fri, 26 Feb 2010 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-01T00:17:43.826-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Cadernos do Cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[287] CADERNOS DO CINEMA: Além do Paraíso das Cachoeiras</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Texto publicado originalmente no blog &lt;strong&gt;CADERNOS DO CINEMA&lt;/strong&gt; em 21 de outubro de 2009. Clique &lt;a href="http://cadernosdocinema.blogspot.com/2009/10/up-altas-aventuras.html" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para ler o &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; original.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filmes da Disney sempre foram clássicos da minha geração. Eu, manteiga derretida que sou, sempre procurava evitar esses filmes para não sair chorando na frente de todo mundo. A gente cresce e vai sentindo uma atração maior pelos filmes da DreamWorks, tipo &lt;em&gt;Shrek&lt;/em&gt;, que tem aquelas palhaçadas levemente ácidas e deliciosas que só gente grande entende. No entanto, depois de muito tempo, chega &lt;em&gt;Wall-E&lt;/em&gt;, da Pixar, e toca nossos coraçõezinhos. Todos disseram que se tratava da melhor animação já feita. Até “&lt;em&gt;Up – Altas Aventuras&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="poster" border="0" height="554" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bn0MHywCI/AAAAAAAADt0/ZDmFHNPQpds/poster%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster" width="378" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
O novo filhinho da Disney/Pixar arrancou suspiros de vários blogueiros e críticos de cinema. Dentre eles, eu mesmo. Chorei. Chorei muito, nossa, de a voz tremer ao sair da sessão. O filme é lindo, a história é uma lição de vida com personagens carismáticos (o velhinho, o escoteiro gordo, o bichinho que deve ser protegido e o cachorro babão). Daí você espera um pouco o efeito do filme passar e vê: era um filme da Disney. D-I-S-N-E-Y! Três horas mais tarde, eu tinha lembrado de tudo o que eu detestava &lt;em&gt;chez&lt;/em&gt; Disney: tradicionalismo de valores (casamento/casinha/pureza), emoção fofinha, desumanização dos personagens ligados à modernidade (executivos são todos maus e frios), maniqueísmo, relacionamento entre personagens super estranhos entre si (&lt;em&gt;A Bela e a Fera&lt;/em&gt; e cia) causando aquele sentimento de amizade pura e incondicional, dando a famosa lição de moral de que devemos ser pessoas íntegras e humanas – tudo isso com a estética hipnotizante já conhecida. Fórmula conhecidíssima. E a gente sempre cai nela. Sempre achei isso tudo muito hipócrita, a Disney é uma indústria que faz praticamente lavagem cerebral nas criancinhas pra elas comprarem os filmes, games e bichinhos de pelúcia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="up_06" border="0" height="286" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bn1g-S8dI/AAAAAAAADt4/zsf2nrGm1vc/up_06%5B6%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="up_06" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Ok, essa digressão foi para aguçar um pouco nosso senso crítico em relação à indústria cinematográfica. Entretanto, o filme tem pontos essenciais. Um: o protagonista é um velhinho. Dois: sua vida passa e ele nunca realiza sua grande aventura. Três: quando ele fica velho e está prestes a aceitar a chegada do fim da sua vida, ele assume uma atitude de retorno à infância. Isso se torna uma mensagem nietzschiana da metamorfose humana traduzida para o espectador. O homem como camelo, que carrega sua corcova sem reclamar; como leão, que quebra com sua vida de camelo e vira fera; e, por fim, como criança, que assume uma nova infância, o começo de uma nova vida. E eu realmente acho esse percurso essencial em cada decisão de nossas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="up_10" border="0" height="292" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bn2oo6ZmI/AAAAAAAADt8/ZMSifUgI3o8/up_10%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="up_10" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Vi isso a duas poltronas da minha no cinema: uma senhora com dificuldade para andar, sendo ajudada por uma outra mulher, esta de meia-idade, vendo o filme. Curioso, olhava para ela quando eu já tinha enxugado minhas lágrimas. Seu semblante era grave, como se refletisse sobre algo muito sério. Bem, talvez ela não estivesse entendendo tudo, já que sua acompanhante sussurrava-lhe coisas no ouvido volta e meia. Mas achei interessante esse efeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="up_29" border="0" height="255" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bn3ynwBqI/AAAAAAAADuA/mSYYeQhQpOs/up_29%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="up_29" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Mais do que o exemplo de relação entre idosos e crianças (louvável) e a busca da realização de sonhos, o filme trata de aceitar viver. Aceitar começar mesmo quando parecer não haver expectativas. Todos os gestos, todas as pequenas ações podem ser recicladas para outras finalidades. Uma reflexão humana, complementando o outro viés de humanização de Wall-E.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_UP.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-7675751409742749069?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/287-cadernos-do-cinema-alem-do-paraiso.html</link><author>noreply@blogger.com (Giraud)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-164278350022538858</guid><pubDate>Thu, 25 Feb 2010 19:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-25T16:53:34.281-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[286] O Amor (Des)Complicado</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Chega amanhã aos cinemas mais uma comédia romântica que não é só mais uma comédia romântica. Para o bem de todos, parece nos últimos anos que o gênero vem encontrando força e inspiração para se renovar levemente e sair daquela mesmice &lt;em&gt;teen&lt;/em&gt;. “&lt;em&gt;Simplesmente Complicado”&lt;/em&gt; foi escrito e dirigido por Nancy Meyers, que também roteirizou e dirigiu o excelente &lt;em&gt;Alguém Tem Que Ceder&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="cartaz" border="0" alt="cartaz" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bVMEopD_I/AAAAAAAADto/PPUPdsq5wdU/cartaz%5B13%5D.jpg?imgmax=800" width="372" height="554" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;It’s Complicated&lt;/em&gt; (título original) começa 10 anos depois do “fim”. No caso, esse fim é o divórcio de Jane e Jake Adler (Meryl Streep e Alec Baldwin, respectivamente) depois que ele a trocou por uma mulher vários anos mais jovem. Jane já está acostumada com sua solitária vida de divorciada, é dona de uma confeitaria bem-sucedida, já criou os três filhos e não espera muito mais coisas da vida, a não ser a tão sonhada reforma da casa. Jake, por sua vez, está em crise com seu novo casamento com a bela Agness (Lake Bell), que deseja engravidar, apesar desse desejo não ser compartilhado por ele. No meio disso tudo, o ex-casal vai até Nova York para a formatura do filho mais novo, Luke (Hunter Parrish), e, “coincidentemente”, se hospedam no mesmo hotel e jantam no mesmo restaurante, no mesmo horário, no mesmo balcão, etc… Algumas taças de vinho a mais, e vocês sabem o que acontece.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="2382_D026_08549" border="0" alt="2382_D026_08549" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bVNbvK7_I/AAAAAAAADts/ngCpFimtXg8/2382_D026_08549%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="440" height="300" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E é mais ou menos nesse ponto que Adam (Steve Martin), o arquiteto responsável pela reforma, se define como um possível pretendente de Jane, criando um dos triângulos amorosos mais engraçados que já vi nas telonas, e o futuro genro de Jane e Jake, Harley (John Krasinski) os flagra entrando juntos em um hotel e começa a enlouquecer os dois com a pressão de manter o segredo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Jane (MERYL STREEP) and ex-husband Jake (ALEC BALDWIN) in the new film from writer/director NANCY MEYERS, &amp;quot;It&amp;#39;s Complicated&amp;quot;, a comedy about love, divorce and everything in between." border="0" alt="Jane (MERYL STREEP) and ex-husband Jake (ALEC BALDWIN) in the new film from writer/director NANCY MEYERS, &amp;quot;It&amp;#39;s Complicated&amp;quot;, a comedy about love, divorce and everything in between." src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4bVPHToYMI/AAAAAAAADtw/zg5W3P_Wmdo/2382_D061_21234R%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="440" height="300" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Simplesmente Complicado&lt;/em&gt; é um harmonioso conjunto de excelentes atores, boa direção e um enredo extremamente envolvente que utiliza muito bem os inevitáveis clichês do gênero. É exatamente a simplicidade no modo de contar a história que faz com que as mais diversas complicações do amor sejam apresentadas com humor e romance nas doses certas, criando uma leve dose de diversão para um fim de tarde.&lt;/p&gt; &lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" width="200" height="108" /&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-164278350022538858?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/286-o-amor-descomplicado.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-8015917396996544128</guid><pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-25T10:45:00.357-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">PROMOÇÃO</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><title>[000] Bolão do Oscar 2010</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/goog_1267075525858"&gt;Conforme havíamos anunciado, na próxima semana iremos realizar um Bolão do Oscar 2010. O prêmio para o vencedor será um DVD do filme "&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/goog_1267075525858"&gt;Os Infiltrados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;a href="http://bit.ly/d4vSi0"&gt;", ganhador do Oscar de Melhor Filme em 2007. O regulamento completo já está disponível em nosso canal de promoções e o formulário de participação será aberto no domingo, dia 28 de fevereiro, pouco depois do encerramento da Promoção Carnaval Premiado, que ainda está vigente. Não deixe de conferir, você pode ser nosso próximo premiado!&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-8015917396996544128?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/000-bolao-do-oscar-2010.html</link><author>lixeiradourada@gmail.com (LixeiraDourada)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-2856374171160559413</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 13:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-24T10:45:00.440-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Cadernos do Cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[285] CADERNOS DO CINEMA: Haute Couture Mise En Scène</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Texto publicado originalmente no blog &lt;strong&gt;CADERNOS DO CINEMA&lt;/strong&gt; em 11 de novembro de 2009. Clique &lt;a href="http://cadernosdocinema.blogspot.com/2009/11/coco-avant-chanel-coco-antes-de-chanel.html" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para ler o &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; original.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ver filmes biográficos foi sempre um problema para mim. Sempre achava chato. “Poxa”, pensava eu, “como pode ser legal um filme que você sabe que o personagem principal morre no fina?”. Confessar-lhes-ei, estimados leitores, que guardava esse enjôozinho até pouco tempo, quando caí numa sala de cinema para ver &lt;em&gt;Diários de Motocicleta&lt;/em&gt;. Aprendi como um recorte interessante de uma vida polifônica pode ser atraente. Isso quebrou o meu preconceito.    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="chanelbrasil" border="0" height="524" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QAp97tNTI/AAAAAAAADtI/z4FhBDoJxog/chanelbrasil5.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="chanelbrasil" width="359" /&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algum tempo depois, ocorreu-me um arroubo sentimental quando vi &lt;em&gt;Piaf: Um Hino Ao Amor&lt;/em&gt; – principalmente pela atuação enérgica e majestosa de Marion Cotillard –, e isso me mostrou quão grandioso esse gênero pode ser. Já em “Coco Antes de Chanel”, a biografia cinematográfica chega a um equilíbrio e a uma sensatez matemáticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="cocoavantchanel_17" border="0" height="287" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QAqx2FNjI/AAAAAAAADtM/vR9Ixwpygjo/cocoavantchanel_1713.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="cocoavantchanel_17" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atuação de Audrey Tautou liberta-se do estigma “&lt;em&gt;Amélie Poulain&lt;/em&gt;” – pelo menos eu sempre a via como “a cara francesa conhecida para fazer filmes de alcance internacional”– e atinge um trabalho justo e preciso. Desse modo, o recorte da vida de Chanel – muito bem desenhado pela, além de co-roteirista, diretora Anne Fontaine – ganha riqueza e profundidade, revelando quão importante foi essa fase para a formação da própria personagem que Chanel era na vida real.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="cocoavantchanel_20" border="0" height="287" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QAsMYcTRI/AAAAAAAADtQ/BFU0DXVtX34/cocoavantchanel_2010.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="cocoavantchanel_20" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
O trabalho harmônico entre os movimentos de câmera e a trilha aponta os momentos de decisão de Coco, sempre num enquadramento em que ela fica no centro, destacada por sua diferença da mesmice que a envolve. No entanto, o &lt;em&gt;grand finale&lt;/em&gt; com o jogo de espelhos no seu desfile brinca com as várias facetas dessa mulher – sempre com um rigor estético impecável. &lt;em&gt;Coco Avant Chanel&lt;/em&gt; (no original) é, como a crítica do JB disse, “clássico como um tailleur Chanel”. Acrescentemos, justamente: e também é lindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_COCOAVANTCHANEL.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-2856374171160559413?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/285-cadernos-do-cinema-haute-couture.html</link><author>noreply@blogger.com (Giraud)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-246976034161698269</guid><pubDate>Tue, 23 Feb 2010 18:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-23T21:00:01.747-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[COLUNISTA CONVIDADO]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[284] O Segredo do Vilarejo</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Texto escrito por &lt;strong&gt;RENATA SOUZA&lt;/strong&gt; e publicado dentro da sessão “Colunista Convidado”.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode ser conferido nos cinemas o mais novo filme de Michael Haneke, o mesmo diretor de &lt;i&gt;Caché&lt;/i&gt; (2005) e da refilmagem de &lt;i&gt;Violência Gratuita&lt;/i&gt;. Haneke também assina o roteiro deste drama mergulhado numa intensa atmosfera de suspense. Ganhador da Palma de Ouro em Cannes 2009, "&lt;i&gt;A Fita Branca&lt;/i&gt;" &lt;i&gt;(Das Weisse Band - Eine Deutsche Kindergeschichte&lt;/i&gt;) nos remete a uma aldeia no norte de uma Alemanha pré-guerra, no ano de 1913.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="poster" border="0" height="524" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QA5rKwE_I/AAAAAAAADtU/U77BbGb9Gts/poster5.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster" width="372" /&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pacato vilarejo protestante tem sua calmaria perturbada quando estranhos acidentes começam a acontecer, acidentes estes que acabam por envolver todos os moradores da comunidade: os camponeses, o barão, o reitor, o pastor, o médico (Rainer Bock), a parteira, o professor, seus alunos. A trama começa com o misterioso acidente do médico a caminho de sua casa: um arame esticado entre árvores derruba seu cavalo lhe causando graves ferimentos e o mantendo internado por longo período. Não se descobre o culpado. O acidente parece ter sido, por fim, um triste acontecimento isolado. No entanto, quando todos estão prestes a esquecer o estranho ocorrido, outro acidente se revela. Aos poucos mais desses “acidentes” somam-se aos perturbadores acontecimentos. O medo passa a tomar conta do povo da aldeia alemã uma vez que, aparentemente acidentais, os ocorridos parecem, agora, manifestar um caráter punitivo. Resultado: uma comunidade inteira com seus nervos à flor da pele, um improvável porém oportuno momento para que temerosos segredos possam vir à tona. Segredos esses que podem apresentar uma provável ligação com os acidentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="dasweisseband_01" border="0" height="246" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QA6qsKZvI/AAAAAAAADtY/ZGJQ7G4xzfc/dasweisseband_0110.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="dasweisseband_01" width="420" /&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem qualquer tipo de música na trilha sonora, o filme cria uma atmosfera tensa e, apesar de lento, prende a atenção. Afinal de contas o grande mistério do filme que gira em torno do responsável pelos enfadonhos acidentes é revelado no finalzinho. Ao longo do drama, contudo, percebe-se uma sutil suspeita... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="dasweisseband_10" border="0" height="246" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QA76qm6_I/AAAAAAAADtc/W9iv-Fvu3Oc/dasweisseband_108.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="dasweisseband_10" width="420" /&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande mérito do filme, sem sombra de dúvida, é a belíssima fotografia realizada em preto e branco, uma tarefa trabalhosa que demanda extrema técnica no mundo da sétima arte. Filmado na Alemanha, o drama revela-se um espetáculo em duas cores que o brilhante diretor de fotografia Christian Berger nos proporciona.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="dasweisseband_11" border="0" height="246" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4QA9oRXBBI/AAAAAAAADtg/S9CXql7uFZA/dasweisseband_118.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="dasweisseband_11" width="420" /&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora ache que o final tenha me decepcionado um pouco, talvez por algum detalhe que eu tenha deixado escapar, vale a pena assistir mais esse filme de Michael Haneke. Em parte pela bela fotografia e, em outra, pelas ótimas atuações, inclusive das crianças que desempenham um papel fundamental nessa surpreendente trama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme3.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_WEISSEBAND.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-246976034161698269?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/284-o-segredo-do-vilarejo.html</link><author>noreply@blogger.com (Colunista Convidado)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-8599053356469410448</guid><pubDate>Mon, 22 Feb 2010 18:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-10T21:45:55.777-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[COLUNISTA CONVIDADO]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[283] Uma Preciosa Obra de Arte</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Texto escrito por &lt;strong&gt;RENATA SOUZA&lt;/strong&gt; e publicado dentro da sessão “Colunista Convidado”.&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Está em cartaz nos cinemas o filme que conta a dramática história de uma adolescente cuja juventude foi roubada. “&lt;em&gt;Preciosa – Uma História de Esperança&lt;/em&gt;” (&lt;em&gt;Precious: Based on the Novel Push by Sapphire&lt;/em&gt;, no original) é dirigido pelo também produtor Lee Daniels, indicado ao Oscar na categoria de melhor direção. Seu último trabalho foi visto em &lt;em&gt;Matadores de Aluguel&lt;/em&gt; (2005) e, como produtor, participou do premiado &lt;em&gt;A Última Ceia&lt;/em&gt; (2001). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="poster" border="0" height="556" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S38IF8IIX6I/AAAAAAAADsU/l-37N1bTCF8/poster%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster" width="381" /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Baseado no romance de Sapphire, &lt;em&gt;Push&lt;/em&gt; (título original), e adaptado por Geoffrey Fletcher, &lt;em&gt;Preciosa&lt;/em&gt; nos remete à dura realidade de Claireece Precious Jones (Gabourey Sidibe), uma garota de apenas 16 anos grávida de seu segundo filho, violentada pelo pai (Rodney Jackson) e agredida física e emocionalmente por uma amargurada e rancorosa mãe (Mo’Nique). Sem nenhuma perspectiva de um futuro melhor em pleno Harlem de 1987 e suspensa do colégio, Precious é transferida para uma escola alternativa. Contando com a ajuda da paciente professora Ms. Rain (Paula Patton), Precious inicia sua luta de esperança, uma luta que mostrará a capacidade de um ser humano de se erguer e superar as mais adversas dificuldades da vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="3" border="0" height="301" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S38IHMrP95I/AAAAAAAADsY/PDereaopYp0/3%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="3" width="440" /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Ao longo do filme muito bem dirigido, a revelação Gabourey Sidibe é capaz de nos fazer sentir as mais diversas emoções. Entre uma situação humilhante e outra, nos leva ao seu mundo imaginário, um refúgio de uma existência tristemente traumática. Tendo como produtoras executivas ninguém mais, ninguém menos do que Oprah Winfrey e Tyler Perry, &lt;em&gt;Preciosa&lt;/em&gt; somou 6 indicações ao &lt;a href="http://www.lixeiradourada.com/search/label/%5BOSCAR%202010%5D"&gt;Oscar 2010&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="2" border="0" height="301" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S38IIGidcnI/AAAAAAAADsc/hUTGxD9s994/2%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="2" width="440" /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Essa pérola de filme é de encher os olhos. Não se pode deixar de ver, não apenas pelas aparições de estrelas do mundo da música como Mariah Carey, a sensível assistente social Ms. Weiss, e Lenny Kravitz, o simpático enfermeiro John, amante de comida orgânica, mas também pela majestosa atuação de Mo’Nique e pelo enredo de tirar o fôlego. Uma triste história real de muitas “Preciosas” mundo afora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_PRECIOUS.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-8599053356469410448?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/283-uma-preciosa-obra-de-arte.html</link><author>noreply@blogger.com (Colunista Convidado)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-5543268612035661555</guid><pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-23T13:17:49.507-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[282] Epifania Culinária (Corrigido em 23/2)</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Nora Ephron, diretora dos simpáticos &lt;em&gt;A Feiticeira&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Mens@gem&lt;/em&gt;&lt;em&gt; Pra Você&lt;/em&gt; nos presenteou no final do ano passado com mais uma dose de boa diversão. O também simpático “&lt;em&gt;Julie &amp;amp; Julia”&lt;/em&gt; é certamente um dos melhores filmes de sua carreira, senão o melhor, ao menos até agora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="poster" border="0" height="524" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4HevuOLclI/AAAAAAAADsg/V6lsgqTEBHI/poster5.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster" width="354" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A trama corre paralelamente em torno de duas vidas não contemporâneas, porém com uma ligação muito forte entre elas: a aspirante a escritora Julie Powell e a &lt;em&gt;chef &lt;/em&gt;Julia Child –&lt;em&gt; “a mulher que ensinou a América a comer”&lt;/em&gt;. Acompanhamos a corrida de Julia (Meryl Streep), na década de 1960, para não se tornar uma madame dependente do marido (Stanley Tucci) que, de cidade em cidade (principalmente em Paris), decide enfrentar o que for necessário para perseguir seus sonhos e se aprofundar na arte da alta culinária francesa e, principalmente, ensinar as mulheres americanas “donas de casa sem empregadas” e cozinharem bons pratos para sua família.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="julie&amp;amp;julia_13" border="0" height="287" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4He7FH54zI/AAAAAAAADsk/19URQWv7_Sk/juliejulia_139.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="julie&amp;amp;julia_13" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Na outra ponta está Julie (Amy Adams), na Nova York dos anos 2000, trabalhando como secretária em um serviço público de &lt;em&gt;telemarketing&lt;/em&gt; que atende, principalmente, parentes das vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001. A moça é casada com um excelente e apaixonado rapaz (Chris Messina), mas é frustrada e infeliz, detesta seu trabalho mas não consegue realizar seu sonho e ser uma escritora de sucesso. Até que um dia, seguindo uma sugestão do marido, ela propõe a si mesma um desafio: cozinhar as mais de 500 receitas do livro de Julia Child em um ano, e publicar suas experiências em um &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;. A partir disso sua vida começa a mudar radicalmente, ela acaba ficando um pouco mais estressada, até meio neurótica, mas depois faz um enorme sucesso na internet e acaba recebendo propostas de diversas editoras. Aliás, a história de Julie aconteceu de verdade, e o filme é baseado no livro homônimo, fruto dessa experiência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="julie&amp;amp;julia_26" border="0" height="286" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S4HflluEL7I/AAAAAAAADso/Gd_6xvKGP98/juliejulia_268.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="julie&amp;amp;julia_26" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Para evitar os tão temidos &lt;em&gt;spoilers&lt;/em&gt;, minha descrição da trama para por aqui, e aqueles que ainda não assistiram terão que encontrar um cinema que ainda esteja exibindo &lt;em&gt;Julie &amp;amp; Julia &lt;/em&gt;(sim, ainda está em cartaz em várias cidades) ou esperar que ele seja lançado para locação. Vale a pena assistir, é um filme familiar, até um pouco “fofo”, que pode agradar a várias gerações, talvez com exceção daquele tio solteirão que só vê filmes de luta ou do priminho &lt;em&gt;nerd&lt;/em&gt; que só gosta de desenho japonês. Mas só talvez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_JULIE&amp;amp;JULIA.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-5543268612035661555?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/282-epifania-culinaria.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-8333698183035436563</guid><pubDate>Sat, 20 Feb 2010 18:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-20T16:30:00.273-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[281] Guerras &amp; Guerras</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O novo filme de Kathryn Bigelow, diretora de &lt;em&gt;K-19: The Widowmaker&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Peso da Água&lt;/em&gt; chegou às telonas brasileiras em meio a uma curiosa polêmica: diversas salas se recusaram a exibir “Guerra Ao Terror” porque o filme já estava disponível através do &lt;em&gt;Pay Per View&lt;/em&gt; de algumas operadoras de TV por assinatura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="guerraaoterror_1" border="0" height="504" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S34XFFizqqI/AAAAAAAADsA/I3E7T1QdT6k/guerraaoterror_1%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="guerraaoterror_1" width="344" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas então vieram os prêmios, cercados de outra curiosidade, ao menos para os mais fofoqueiros: a despretensiosa produção, que custou apenas 11 milhões de dólares, parece ter sido a única capaz de competir com &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt;, que custou 237 milhões de dólares. Tá bem, mas isso acontece, o que tem de curioso? Só o fato de Bigelow ser ex-mulher de James Cameron, diretor de &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt;. Mas chega de mexerico e vamos ao filme, certo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="thehurtlocker_14" border="0" height="287" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S34XGj-eokI/AAAAAAAADsI/5u4SUQmn144/thehurtlocker_14%5B9%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="thehurtlocker_14" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme acompanha o trabalho de uma unidade de EOD (desarmamento de explosivos comuns, na sigla em inglês) do exército americano que está a serviço no Iraque. O estopim, com o perdão do trocadilho, que inicia a trama é a morte do Sargento Matt Thompsom (Guy Pearce) durante uma operação, e sua consequente substituição pelo Sargento William James (Jeremy Renner) como coordenador da unidade, da qual também fazem parte o Sargento J.T. Sanborn (Anthony Mackie) e o Especialista Owen Eldridge (Brian Geragthy). Ralph Fiennes, David Morse e Evangeline Lily também compõem o elenco, que merece muitos elogios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="thehurtlocker_15" border="0" height="287" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S34XH0A2yKI/AAAAAAAADsM/fQT_bHKVZnc/thehurtlocker_15%5B9%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="thehurtlocker_15" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto os seguimos em suas missões podemos ver não só a dor que aquelas batalhas causam na população local, como também o lado humano dos soldados que são impelidos a lutar pela famosa motivação patriótica estadunidense. &lt;em&gt;The Hurt Locker&lt;/em&gt; (título original) é sim um filme de guerra. Mas não é só mais um filme de guerra. É trabalhado com delicadeza no limite entre a suavidade e a realidade, sem nos chocar com batalhas sangrentas e pedaços de corpos todo o tempo, mas sem esconder de nós o que acontece durante um conflito desse tipo. Fotografia, trilha sonora e edição se unem ao excelente trabalho de direção e nos dão um filme raro. Acho que só mesmo uma mulher seria capaz de chegar a esse resultado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_HURTLOCKER.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-8333698183035436563?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/281-guerras-guerras.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-7928433539382621050</guid><pubDate>Sat, 20 Feb 2010 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-20T10:30:00.173-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Cadernos do Cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[280] CADERNOS DO CINEMA: Cinema Italiano (?)</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Texto publicado originalmente no blog &lt;strong&gt;CADERNOS DO CINEMA&lt;/strong&gt; em 1º de fevereiro de 2010. Clique &lt;a href="http://cadernosdocinema.blogspot.com/2010/02/nine.html" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt; para ler o &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; original.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Definitivamente é um filme que só de saber que vai estrear já dá um frisson, um tesãozinho de “ai, um musical da Broadway baseado em Fellini cheio de atrizes fantásticas!” Pois bem, o ruim de criar uma expectativa muito grande é que a gente pode quebrar a cara. &lt;em&gt;Nine&lt;/em&gt; tem um pouco disso, mas também tem surpresas agradabilíssimas: uma estética impagável, com alternância entre o colorido e um preto e branco bem granulado, típico dos filmes italianos dos anos 50; iluminação consistente; um &lt;em&gt;grand finale&lt;/em&gt; de tirar o fôlego; e uma moça. Só uma vale o filme inteiro. Mas, como eu gosto de fazer suspensezinho, vamos continuar a desenrolar o carretel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="49786399" border="0" height="554" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S374llffW9I/AAAAAAAADsQ/LJ53_q2Eijc/49786399%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="49786399" width="371" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisei muito sobre gente que viu a versão da Broadway, gente que amou o filme e outros que odiaram e saíram antes do fim... Mas, depois que eu vi a primeira foto da Penélope Cruz, pensei “cara, deve ser lindo isso” e fiquei super-empolgado até ver como o Guido Contini é chato. O cara fica cheio de crise, fumando que nem uma chaminé, só quer saber de sexo e nada de trabalho... parece um &lt;em&gt;playboyzinho&lt;/em&gt;, só quer fama, sair bem na fita, dirigir seu carrão e, como ele mesmo diz, sua idade mental beira os dez anos. Um herói com quem muita gente vai se identificar. Só faltava ir pra baile funk.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="nine_1" border="0" height="300" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S32wQZ6dTGI/AAAAAAAADrw/PMIl8MTmgJY/nine_1%5B10%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="nine_1" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então aparece Penélope, a amante, com um número bem legal, plasticamente perfeito, musicalmente OK. E então vem Judi Dench, a amiga, com seu sotaque francês contradito pelos seus ditongos ingleses – e ela não canta, ela declama os versos da música; Fergie, a prostituta da infância, com aquele vozeirão americanamente exagerado, mais próximo do American Idol do que de um musical; Marion Cotillard, a esposa, com seu primeiro solo – música insuportável; Kate Hudson, a jornalista piriguete, quase carioca zona sul com uma música não exatamente boa, mas que pega – num trabalho de câmera de videoclipe de mau-gosto, convenhamos; Sophia Loren, &lt;em&gt;la mamma&lt;/em&gt;, a única coisa realmente da Itália com uma aparição tão expressiva quanto Reynaldo Gianechinni em Laços de Família; Nicole Kidman – pausa pro “caramba, essa mulher implantou 350ml em cada lábio, não é possível” – numa outra música chata, bancando a musa que quer ser vista como ser humano; e, por fim, o segundo solo de Marion, esse sim, vale a pena!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="nine_2" border="0" height="299" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S32wRnhg4hI/AAAAAAAADr0/pcv7KxrnkN8/nine_2%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="nine_2" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A trama de &lt;em&gt;Nine&lt;/em&gt; é mínima. Esse resumo da ópera mostra como as personagens são rasas e arquetípicas. O filme se baseia na apresentação das mulheres da vida de Guido e o enlace e desenlace se dão muito próximos, além de ter personagens demais na adaptação – até agora não entendi muito a relevância do papel de Kate Hudson. As estrelas não brilham pelo tempo dividido entre muitas, então elas se ofuscam. Daniel Day-Lewis se sobressai por, sei lá, carisma, pois seu personagem não parece ser tão difícil de ser montado – e seu sotaque italiano, bem, deixemos isso de lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="nine_3" border="0" height="306" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S32wTq_UCiI/AAAAAAAADr4/wLCJ9AsMocU/nine_3%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="nine_3" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espera um pouco. Se as músicas de um musical já não são assim, uma Brastemp, e o protagonista ganha a cena por ser o Daniel Day-Lewis, por que isso vale duas horas da sua vida? O grande trunfo de &lt;em&gt;Nine&lt;/em&gt; é – que ruflem os tambores – Luisa Contini, a personagem de Marion Cotillard. Ela rouba a cena das demais e, principalmente nas cenas de flashback e no seu segundo solo, a respiração do espectador vai ser hipnotizada. Ela traz o som e a fúria do teatro para a tela grande, seus olhos enchem e inebriam a cena com sua angústia e seu amor, sempre de uma maneira muito sutil (basta comparar com Nicole Kidman).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="nine_4" border="0" height="300" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S32wUr_4nKI/AAAAAAAADr8/OGBPEzWN1YU/nine_4%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="nine_4" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vale a pena ser visto: as panorâmicas da Itália são lindas, a abertura de pernas da Penélope é incrível e, no final, a gente vai ficar cantarolando &lt;em&gt;“Cinema Italiano”&lt;/em&gt;, a música que fecha o filme na voz de Kate Hudson. Ah, taí a relevância do papel dela!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme3.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_NINE.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-7928433539382621050?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/280-cadernos-do-cinema-cinema-italiano.html</link><author>noreply@blogger.com (Giraud)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-6853928414543681981</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2010 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-19T10:30:00.720-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">PROMOÇÃO</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><title>[000] E o Oscar vai para...</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;O LixeiraDourada não poderia ficar de fora dessa grande expectativa que cerca o mundo cinematográfico nesse período pré-Oscar, certo? É por isso que nos últimos dias implantamos algumas pequenas novidades que podem servir de guia para nossos leitores escolherem os próximos filmes que irão assistir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;A primeira dessas novidades foi a criação do marcador "[OSCAR 2010]" e a segunda foi a inclusão, ao final do &lt;i&gt;post&lt;/i&gt;&amp;nbsp;sobre um filme que tenha sido indicado, de um pequeno quadro destacando as indicações. Tanto o marcador quando a lista de categorias já foram incluídas em todos os textos já publicados cujos filmes receberam indicações e, naturalmente, serão adicionados também aos novos textos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Para complementar nossa cobertura, iremos também reproduzir alguns textos já publicados por um de nossos parceiros, o &lt;i&gt;blog&lt;/i&gt; &lt;b&gt;Cadernos do Cinema&lt;/b&gt;, que tem uma coluna aqui no &lt;b&gt;LixeiraDourada&lt;/b&gt;. Esses textos tratam de filmes que não haviam sido abordados por nossa equipe na época de seu lançamento e estarão devidamente marcados como reproduções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Eventualmente, durante esse período, iremos escrever sobre filmes que já não estão em exibição nos cinemas. Esses filmes não receberão uma nota ao final do texto, como já é costume por aqui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;E, para encerrar, temos o prazer de anunciar nossa nova promoção, antes mesmo da atual ser encerrada. Na semana que antecede a 82ª Cerimônia do Oscar estaremos promovendo um &lt;b&gt;Bolão do Oscar 2010&lt;/b&gt;! Para esse bolão selecionamos 9 das 24 categorias do Oscar para que você dê seu palpite, e quem acertar mais vai levar um prêmio muito especial! A promoção vai acontecer entre as 21h00 do dia 28 de fevereiro e as 21h00 do dia 7 de março, ou seja, até uma hora antes do início da cerimônia, e será exclusiva para seguidores de nossa página oficial no Twitter (@LixeiraDourada). Daremos mais detalhes em breve. Fiquem ligados!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-6853928414543681981?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/000-e-o-oscar-vai-para.html</link><author>lixeiradourada@gmail.com (LixeiraDourada)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-2461966396583917070</guid><pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-18T17:04:36.746-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Cadernos do Cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[279] CADERNOS DO CINEMA: O Delicioso Sabor da Água-Com-Açúcar</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Nos manuais de sociabilidade, há sempre dicas de como conquistar pessoas e dar uma ótima impressão. Uma delas é a de que, uma vez que você faz alguém rir, a conquista é praticamente certa. Um velho conhecido, então, saberá fazer isso direitinho. Ainda mais um velho conhecido que mexeu com os coraçõezinhos de varias gerações nos anos noventa, com uma história de uma garota de programa que encontra seu grande amor. Pois bem, ele é nada mais, nada menos do que o diretor de &lt;em&gt;Uma Linda Mulher&lt;/em&gt;, Garry Marshall.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img border="0" height="562" src="http://img62.imageshack.us/img62/9887/posterqh.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="380" /&gt; &lt;br /&gt;Tá certo que já faz algum tempo que não anda fazendo nada de tão impressionante quanto &lt;em&gt;Uma Linda Mulher&lt;/em&gt;, mas quando se junta meia Hollywood num mesmo filme, é difícil não se sentir minimamente atraído. E, é claro, muitos talentos conhecidos do público fazem mais uma vez seu papel. Todos saem satisfeitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="280" src="http://img402.imageshack.us/img402/5070/84541627.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="420" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Jennifer Garner e Ashton Kutcher&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;“Idas e Vindas do Amor” (&lt;em&gt;Valentine’s Day&lt;/em&gt;, no original) é montado sobre várias histórias de diversas pessoas que se entrelaçam no dia dos namorados gringo, o dia de São Valentim. Segure-se para a tentativa de resumão do filme em uma frase: o florista vivido por Ashton Kutcher pede a namorada (Jessica Alba) em casamento, ponto em que vários personagens são apresentados, como a sua melhor amiga (Jennifer Garner) que se envolve com um homem casado (Patrick Dempsey) e é professora de um menino (Bryce Robinson) cuja babá (Emma Roberts) planeja perder a virgindade com seu namorado (Carter Jenkins) depois da aula, e eles pegam dicas com seus amigos mais saidinhos (Taylor Swift e Taylor Lautner) que são até entrevistados pelo canal de TV onde trabalha um repórter desiludido com o amor (Jamie Foxx) e que consegue um furo de reportagem sobre um astro de futebol americano (Eric Dane) cuja assessora (Jessica Biel) também é uma desiludida e que tenta a todo custo manter o equilíbrio entre seu cliente e os patrocinadores, entre eles Paula Thomas (Queen Latifah), que tem uma secretária (Anne Hathaway) que esconde algo dela e de seu “ficante” (Topher Grace) e... é por ai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="280" src="http://img525.imageshack.us/img525/7710/82383335.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="420" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Shirley MacLane e Hector Elizondo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A partir da primeira piada, o filme vai conquistando mais e mais o coraçãozinho do carente espectador. O &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt; de piadas é bom, e isso reflete o profissionalismo com a qual a produção do filme foi feita. O elenco é um show à parte, com destaque não-surpresa para Julia Roberts, Queen Latifah e, surpresa!, Jessica Biel. Já no time dos meio sem sal ficam Ashton Kutcher, com a cara de bobão de sempre, e a Taylor Swift, que parece nem ter o esforço de tentar atuar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="335" src="http://img211.imageshack.us/img211/5909/76997475.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="420" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Bradley Cooper e Julia Roberts são orientados por Garry Marshall&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O filme parece ser mais uma dessas historinhas água-com-açúcar engraçadinhas americanos. E é. Mas é muito bem feito. Os eventos fazem rir, chorar, a gente se identificar com uns ou outros personagens, como se eles fossem autômatos dos nossos sentimentos num plano virtual. Chorei, ri, achei fofo. No fim, é isso o que a gente busca mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/rwjPn76s5wU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/rwjPn76s5wU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ah, e aos fãs de &lt;em&gt;Uma Linda Mulher&lt;/em&gt;: fiquem até a última cena depois do fim do filme.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-2461966396583917070?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/279-cadernos-do-cinema-o-delicioso.html</link><author>noreply@blogger.com (Giraud)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-5811959149915767295</guid><pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-18T10:30:00.043-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[278] Restos Angelicais</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Chega amanhã aos cinemas o novo filme de Peter Jackson, que não ocupava o posto de diretor em um longa-metragem desde 2005, quando lançou o &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;King Kong&lt;/em&gt;. “Um Olhar do Paraíso” (&lt;em&gt;The Lovely Bones&lt;/em&gt;), assim como seus trabalhos mais famosos (lê-se a trilogia &lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;) foi adaptado a partir de uma obra literária. O livro em questão é &lt;em&gt;Uma Vida Interrompida – Memórias de um anjo assassinado&lt;/em&gt;, best-seller da americana Alice Sebold, que foi parar na cabeceira de Jackson enquanto finalizava &lt;em&gt;As Duas Torres&lt;/em&gt;. Considerando o histórico do diretor, o filme não é exatamente o que se espera dele. No bom sentido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="cartaz_teaser" border="0" height="554" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S3iA2W4hgBI/AAAAAAAADrA/ghi_SwFpP_U/cartaz_teaser%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: initial; border-bottom-width: 0px; border-left-color: initial; border-left-style: initial; border-left-width: 0px; border-right-color: initial; border-right-style: initial; border-right-width: 0px; border-top-color: initial; border-top-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="cartaz_teaser" width="375" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A trama se desenvolve a partir do brutal assassinato da jovem Susie Salmon (“&lt;em&gt;Salmão, como o peixe.”&lt;/em&gt;), interpretada por Saoirse Ronan (de &lt;em&gt;Desejo e Reparação&lt;/em&gt;). Naturalmente, a tristeza se abate sobre a família, transformando o pai, Jack (Mark Wahlberg) em um homem obcecado e a mãe, Abigail (Rachel Weisz), em uma mulher distante e deprimida. é nesse momento que chega Lynn (Susan Sarandon), a avó pinguça que acaba assumindo a missão de cuidar da casa e reunir a família. Ao longo do tempo, enquanto Susie observa de seu espaço “entre o céu e a terra”, fica cada vez mais frustrada com o sofrimento de sua família e com a normalidade na vida de seu assassino, o sr. Harvey (Michael Imperioli), um dos vizinhos da família e começa a tentar mandar sinais. Ela deseja justiça a qualquer custo, de forma que punir seu agressor passa a ser a única maneira dela se libertar e “seguir adiante”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="THE LOVELY BONES" border="0" height="299" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S3iA31HoUUI/AAAAAAAADrE/WyX-Nfvm0uI/LB-03795%5B11%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: initial; border-bottom-width: 0px; border-left-color: initial; border-left-style: initial; border-left-width: 0px; border-right-color: initial; border-right-style: initial; border-right-width: 0px; border-top-color: initial; border-top-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="THE LOVELY BONES" width="440" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O diretor Peter Jackson orienta os atores Saoirse Ronan (Susie Salmon)&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;e Reece Ritchie (Ray Singh, quase namorado de Susie).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A temática poderia ser um boa desculpa para fazer do filme um quase-thriller com exageradas demonstrações de efeitos especiais, especialmente no que diz respeito às cenas de Susie no “outro lado”. No entanto, Peter Jackson nos surpreende e dá preferência às locações, ao invés de grandes estúdios com &lt;em&gt;chroma-key&lt;/em&gt;, e a truques de iluminação e filmagem. A linda fotografia e os figurinos/cenários impecáveis criam a ambientação perfeita pra cada momento do filme, sendo completados pela trilha sonora de Brian Eno. “Um Olhar do Paraíso” poderia ser feito de muitas formas, mas só uma delas traria a sensibilidade necessária para tratar de um &lt;em&gt;serial killer&lt;/em&gt; sem causar reações adversas, e essa foi a forma escolhida por Peter Jackson.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_LOVELYBONES.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-5811959149915767295?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/278-restos-angelicais.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-3379080173863150363</guid><pubDate>Wed, 17 Feb 2010 20:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-17T18:27:05.969-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">[OSCAR 2010]</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[277] Recado Indesejado</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entra em cartaz na próxima sexta-feira o filme "O Mensageiro" (The Messenger), de Oren Moverman. O trailer e os cartazes nos mostram soldados e bases militares, mas não se deixe enganar: não é mais um filme de guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img710.imageshack.us/img710/7763/posteromensageiro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img710.imageshack.us/img710/7763/posteromensageiro.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história se concentra na vida de Will Montgomery (Ben Foster), um herói da guerra no Iraque condecorado por salvar seus colegas. Quando volta aos EUA, para tratamento médico, é convocado para a "missão mais importante do exército americano": dizer aos parentes dos soldados mortos a última coisa que eles querem ouvir. Para isso, ele conta com a companhia do comandante Tony Stone (Woody Harrelson), um pseudo-veterano alcoólatra e frustrado por nunca ter participado de uma batalha real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img192.imageshack.us/img192/2743/lv1f7330.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://img192.imageshack.us/img192/2743/lv1f7330.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A impressão mais forte que o filme nos passa é a de que todos os elementos foram muito bem pensados, tanto nos aspectos técnicos quanto nos artísticos, que se misturam com harmonia. A iluminação e a fotografia acompanham os sentimentos das personagens, quase todos muito bem interpretados (quase, simplesmente porque Jena Malone, que dá vida a Kelly, está ligeiramente insossa). A trilha sonora, ou a falta dela na maior parte do filme, ajudam a criar o clima correto e a montagem quase imperceptível, bem à moda clássica, mantém a trama no ritmo certo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img718.imageshack.us/img718/1489/lv1f0898.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img718.imageshack.us/img718/1489/lv1f0898.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme não mostra nenhuma cena de guerra, nenhum tiro em combate, sequer em uma lembrança ou flash back, e isso é o grande mérito do filme. No lugar desse tipo de batalha, são valorizados os conflitos humanos das mais diversas naturezas, dos problemas amorosos aos traumas do pós-guerra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme3.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://www.lixeiradourada.net/images/oscar2010/oscar_MESSENGER.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-3379080173863150363?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/277-recado-indesejado_5895.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-3564655464907111971</guid><pubDate>Mon, 15 Feb 2010 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-15T13:45:18.614-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><title>[276] O Paquiderme Andarilho</title><description>&lt;div align="justify"&gt;As &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conto" target="_blank"&gt;definições de “conto”&lt;/a&gt; nos dizem que ele deve ser, entre outras coisas, curto. Mas quem, senão o escritor português José Saramago, podia desafiar melhor qualquer definição literária? Estamos falando de “A Viagem do Elefante”, publicado em 2008 e que, de acordo com o autor (e contrariando alguns especialistas, mas não todos), é sim um conto, com suas 264 páginas de extensão. E, se atentarmos a todas as outras definições que esses mesmos especialistas nos dão para os mais diversos estilos literários, a saga do paquiderme Salomão não poderia se enquadrar em outra categoria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="salomão" border="0" height="467" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2DvhhoTzQI/AAAAAAAADpU/Fyb-el9KJ2k/salom%C3%A3o%5B6%5D.png?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="salomão" width="400" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ideia surgiu quando Saramago visitou a cidade austríaca de Salzburg e, talvez por acaso, foi ao &lt;a href="http://maps.google.com.br/maps?rlz=1C1GGLS_pt-BRUS316BR316&amp;amp;sourceid=chrome&amp;amp;um=1&amp;amp;ie=UTF-8&amp;amp;q=the+elephant+restaurant+salzburg&amp;amp;fb=1&amp;amp;gl=br&amp;amp;hq=the+elephant+restaurant&amp;amp;hnear=salzburg&amp;amp;cid=0,0,13650250749421599214&amp;amp;ei=1-NgS8m1IoiduAfwoInTBA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=local_result&amp;amp;ct=image&amp;amp;resnum=1&amp;amp;ved=0CAgQnwIwAA" target="_blank"&gt;restaurante Elefant&lt;/a&gt;. Lá, reparou nos adornos, que recriavam a história real de um elefante indiano obrigado a, em pleno século XVI, cruzar o inverno europeu indo de Lisboa a Viena, como um presente do rei D. João III de Portugal ao arquiduque Maximiliano II da Áustria. Foi o suficiente para que se iniciasse uma longa pesquisa de referências para a história de Salomão (ou Solimão) e de seu conarca Subhro (ou, quem sabe, Fritz).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="Jose_Saramago-Sep2006" border="0" height="320" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2Dvi-t3c-I/AAAAAAAADpY/EeNZ3T5o6e0/Jose_Saramago-Sep2006%5B6%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Jose_Saramago-Sep2006" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, o livro foi de fato escrito enquanto o autor enfrentava um grave problema respiratório que quase o levou à morte, o que o fez pensar inúmeras vezes que deixaria o trabalho inacabado. É verdade que “A Viagem do Elefante” não é o melhor trabalho de Saramago, no entanto, até por ser obra dele, já é um grande livro e merece ser lido. Quem está familiarizado com ele, talvez estranhe algumas sutilezas incomuns, mas certamente irá reconhecer o bom e velho humor irônico que suas narrativas sempre carregam. E para os que não conhecem, é uma excelente oportunidade de imergir nesse mundo através de uma leitura mais simples do que a maioria de seus livros, e extremamente divertida, como a maioria de seus livros, mas com uma carga política e religiosa mais relaxadas, e críticas mais leves. Não deixe de acompanhar a viagem de Salomão, com todas as suas dificuldades, alegrias, batalhas e até mesmo milagres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/livro4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="12696 - Viagem do elefante" border="0" height="252" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2Dvj74aSSI/AAAAAAAADpc/8jWD8o9H3Qk/viagemelefante%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="12696 - Viagem do elefante" width="169" /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;img border="0" src="http://lixeiradourada.googlepages.com/servio.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px;" width="130" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;  &lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;A Viagem do Elefante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Autor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;: José Saramago&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Gênero&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;: Conto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Editora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;: Companhia das Letras &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Páginas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;: 264 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;ISBN&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;: 978-85-359-1341-5 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Preço Sugerido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;: R$ 42,00 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-3564655464907111971?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/276-o-paquiderme-andarilho.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-6746965620290269856</guid><pubDate>Sat, 13 Feb 2010 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-13T11:00:00.133-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[275] Frente às Lentes</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A visão pode ser um processo biológico como outro qualquer. Apesar disso, o encanto que desencadeia esse “simples” sentido humano no cinema resultou, até agora, em produções respeitadas pela capacidade de captar a sensibilidade por detrás da subjetividade dos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No cinema iraniano, com Majid Majidi, “A Cor do Paraíso” (Rang-e khoda, Irã, 1999) mais uma vez vem trazer um pouco da temática infantil característica do cinema local. Em seu quarto longa-metragem, o autor usa a captação da imagem e do som como recurso compensador. Nos cenários bucólicos e na variação das cores a câmera de Majidi transfere para o espectador o visual que envolve Mohammed, um menino cego rejeitado pelo pai. Os sons da natureza e a delicadeza do toque completam o que podemos chamar de “lição” no filme: a beleza está na forma que se busca enxergar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img alt="acor" border="0" height="507" src="http://lh3.ggpht.com/_axQE3eyHyjQ/Szp--H7gBhI/AAAAAAAAAQI/K7rq2SnDD1E/acor%5B9%5D.jpg?imgmax=800" style="border: 0px none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="acor" width="380" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dinamarquês Lars Von Trier também fechou os olhos e deixou suas 100 câmeras falarem por ele. “Dançando no Escuro” (Dancer in the Dark, 2000) conta a história de Selma (interpretada pela cantora Björk), uma imigrante do Leste Europeu que sofre com uma doença hereditária degenerativa que, aos poucos, vai lhe tirando a visão. Lars apresenta com ironia a tristeza da personagem que venera os musicais hollywoodianos e sonha acordada com coreografias, ritmos e musicas que lhe ajudam a fugir da realidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Dancando-no-Escuro" border="0" height="544" src="http://lh3.ggpht.com/_axQE3eyHyjQ/Szp-_coP77I/AAAAAAAAAQM/KkyBCf35zKQ/Dancando-no-Escuro%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border: 0px none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Dancando-no-Escuro" width="369" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ensaio Sobre a Cegueira” (Blindness, 2008), do brasileiro Fernando Meirelles, foi de início audacioso. Adaptar José Saramago é, como qualquer adaptação de livro para o cinema, a produção de outra obra. E o diretor conseguiu. Assim, antes de qualquer coisa, Meirelles conseguiu trabalhar a essência que Saramago construiu, da falta de identidade ao mal branco, com maestria. A cegueira moral pesa na imagem, da fotografia aos atores, e o resultado emocionou até os olhos portugueses do grande Prêmio Nobel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:50e422e9-2dd6-4170-91e5-6b85b2a202fa" style="display: block; float: none; margin: 0px auto; padding: 0px; width: 425px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Y1hzDzAvJOY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Y1hzDzAvJOY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-6746965620290269856?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/275-frente-as-lentes.html</link><author>noreply@blogger.com (Jéssica Quadros)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-9044729224001801563</guid><pubDate>Thu, 11 Feb 2010 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-14T21:06:12.204-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[274] Mais Um Homem-Lobo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O que faz um filme ser considerado um clássico? Artisticamente, um clássico é uma espécie de padrão estético que busca uma pureza formal e, exatamente por isso, é reproduzido ou citado indefinidamente. Sendo assim, um filme clássico seria uma espécie de molde, uma base para ser copiada ou modificada. Desse modo, por quê refazer um clássico? A História do Cinema nos mostra uma imensidão de &lt;em&gt;remakes&lt;/em&gt; muito bem feitos, e inesperadamente mal recebidos. Mesmo assim decidiram refilmar &lt;em&gt;O Lobisomem&lt;/em&gt;, clássico de 1941 com o icônico Lon Chaney Jr., protagonista dos melhores filmes de terror da História, e dirigido por George Waggner.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="cartaz_regular" border="0" height="524" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S3NytB_WLkI/AAAAAAAADq0/B9OizawK6rQ/cartaz_regular%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="cartaz_regular" width="354" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dessa vez é Benicio Del Toro que dá vida ao perturbado Lawrence Talbot, um ator famoso que depois de muitos anos sem ver sua família retorna à pequena cidade inglesa onde nasceu, Blackmoor, para ajudar nas buscas pelo irmão desaparecido. Ao chegar, descobre uma vários homens da região vêm sendo “abatidos” por uma suposta criatura selvagem, e promete à (ex)cunhada (Emily Blunt) que irá investigar o caso. Nesse ponto já dá pra sacar onde tudo vai dar né? Ele é mordido pelo monstro, se apaixona pela moça, é caçado por um oficial da Scotland Yard (Hugo Weaving), internado num hospício pelo pai maluco (Anthony Hopkins), foge, caça, mata, se arrepende, tenta salvar a mocinha… não necessariamente nessa ordem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="ANTHONY HOPKINS stars as Sir John Talbot in the action-horror inspired by the classic Universal film that launched a legacy of horror, &amp;quot;The Wolfman&amp;quot;. " border="0" height="236" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S3NyuFuOCjI/AAAAAAAADq4/BxBeZfX6ty4/2365_TP_00050R%5B15%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ANTHONY HOPKINS stars as Sir John Talbot in the action-horror inspired by the classic Universal film that launched a legacy of horror, &amp;quot;The Wolfman&amp;quot;. " width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar da atuação excepcional de Del Toro, que chega a lembrar Lon Chaney Jr em vários momentos, é natural que Anthony Hopkins, veterano em papéis insanos, roube para ele toda a atenção nas cenas em que aparece. Hugo Weaving, Emily Blunt e Geraldine Chaplin (que interpreta uma cigana misteriosa) também merecem elogios, assim como a maquiagem e os efeitos especiais quase bem feitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="Inspired by the classic Universal film that launched a legacy of horror, &amp;quot;The Wolfman&amp;quot; brings the myth of a cursed man back to its iconic origins." border="0" height="236" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S3Nyvrw-PhI/AAAAAAAADq8/0OTlbZT4NX8/TP_0115R.jpg_rgb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Inspired by the classic Universal film that launched a legacy of horror, &amp;quot;The Wolfman&amp;quot; brings the myth of a cursed man back to its iconic origins." width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas mesmo com tantos pontos a favor, a nova versão de “O Lobisomem” (&lt;em&gt;The Wolfman&lt;/em&gt;, no original) tem vários momentos incômodos, não explora bem os principais clichês do gênero e acaba deixando a desejar em quesitos como a fotografia, que se destaca em apenas 2 ou 3 sequências. Não ache estranho se o filme conseguir arrancar algumas gargalhadas da plateia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme2.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-9044729224001801563?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/274-mais-um-homem-lobo.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-8576083174730614841</guid><pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-17T20:41:03.971-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Cadernos do Cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[273] CADERNOS DO CINEMA: A Era Da Inocência</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;“Uma história sobre a perda da inocência e a descoberta da realidade”.&lt;/i&gt; Essa frase estampa a capa do DVD do filme “O Menino do Pijama Listrado”, de Mark Herman, baseado no &lt;a href="http://www.lixeiradourada.com/2010/02/268-olhar-inocente.html"&gt;livro homônimo de John Boyne&lt;/a&gt;. No entanto, acho um pouco mentirosa essa afirmação. Primeiramente, não há perda da inocência; a infância, os sonhos pueris e os desejos puros estão presentes todo o tempo na vida de Bruno, um menino de oito anos. Ao se mudar de Berlim para uma casa – perto de uma “fazenda” com pessoas “estranhas que usam pijamas o dia inteiro” – o garoto se vê sem seus amigos e, mesmo vivendo no campo, seus espaços são limitados. E, para um menino que quer ser um explorador, isso é um desafio a ser superado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="Poster" border="0" height="554" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S28mCuCFfGI/AAAAAAAADqk/5_CpqjYAgL0/Poster%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Poster" width="381" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A trama se desenrola paralelamente entre o dia-a-dia de Bruno e a dita “realidade” pela qual sua família vem passando (seu pai é o comandante da “fazenda”; sua mãe, uma dona de casa que teme pelo bem-estar dos filhos; sua irmã, uma nazistinha de doze anos que fica afim do soldadinho que toma conta da casa). Os dois valores, o do mundo infantil e o do mundo adulto, são postos lado a lado de modo que a realidade, nos valores adultos, sejam completamente distorcidos e errados para quem ainda tem um pouco de inocência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="1" border="0" height="300" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S28mDpUT7XI/AAAAAAAADqo/_Yf4aQH7z4c/1%5B16%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="1" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bruno não perde sua inocência. Não se descobre a realidade por meio da perda da inocência. A realidade é distorcida por meio da influência, seja ela pela figura do pai, dos soldados ou do professor. E, em busca de seus sonhos e na construção da amizade com o menino do pijama listrado da fazenda, Bruno nos mostra que chegamos ao real buscando nossas fantasias. O resto é burburinho de pessoas que não sabem de nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="2" border="0" height="300" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S28mEbXeitI/AAAAAAAADqs/PaiB4hPxLw4/2%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="2" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Shmuel, o personagem-título, tem a esperança de continuar vivendo graças à sua amizade. Ele é mais calejado que Bruno, ele passa por situações desumanas. Com isso, muitas pessoas podem criticar a ingenuidade de Shmuel ao não aproveitar dessa amizade para fugir do campo de concentração. Mas, na verdade, Shmuel vê que sua vida é melhor com os encontros com Bruno, e nada mais é necessário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="3" border="0" height="300" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S28mFZK6g2I/AAAAAAAADqw/DYz14oFRzro/3%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="3" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma direção clássica, “O Menino do Pijama Listrado” tem atuações muito boas, principalmente de Vera Farmiga (agora em &lt;i&gt;Amor Sem Escalas&lt;/i&gt;), a mãe de Bruno. O filme não marca por ser um dramalhão de cair no choro, nem por ser mais uma história do holocausto na Alemanha Nazista. Ele pesa. E pesa como um pedregulho que cai sobre valores que temos sobre a amizade, educação, família e, principalmente, como a inocência pode abrir os olhos para a realidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-8576083174730614841?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/273-cadernos-do-cinema-era-da-inocencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Giraud)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-4543079476731004466</guid><pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-09T11:55:44.188-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><title>[272] “O Meio É A Mensagem” ou “Five Of A Kind”</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Calma! Não precisa se assustar. Não vou escrever sobre o famoso teórico das comunicações Marshall McLuhan, autor da frase que intitula esse &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;. E também não vai ser sobre pôquer. Hoje meu tema é o livro “Eu Sou O Mensageiro”, do australiano Markus Zusak, autor do &lt;em&gt;best-seller&lt;/em&gt; “A Menina Que Roubava Livros”. Entre outras coisas, o livro me fez passar a acreditar mais nas frases escolhidas para a contracapa dos livros. Uma das que estampa a parte traseira da minha edição é o seguinte comentário, da Publisher’s Weekly: “Não comece essa leitura compulsiva se não estiver com tempo de ler até a última página.”. De fato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="markuszusak" border="0" height="288" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2juSDYWq9I/AAAAAAAADqA/lBSpES2Ym9Y/markuszusak%5B6%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="markuszusak" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O personagem da vez é Ed Kennedy. Não é Edward, Edmond ou Eddie. Só Ed mesmo, muito prazer. Um típico fracassado de histórias comuns: tem um emprego que odeia e paga mal, o falecido pai era alcoólatra, sempre briga com a mãe e os irmãos, péssimo de cama, apaixonado por uma amiga que não lhe dá bola, etc, etc, etc… Mas essa não é um história comum. Um certo dia, Ed acompanha um amigo até o banco e vai parar com a cara no chão, no meio de um assalto. Por motivos que ele próprio desconhece, apesar de saber que não foi por coragem, ele acaba aproveitando uma oportunidade que tomar a arma e faz com que o meliante seja preso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="foto" border="0" height="225" src="http://lh6.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2juTNONqUI/AAAAAAAADqE/SHaX-jYCmRE/foto%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="foto" width="420" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco depois do ocorrido, ele encontra um envelope sem remetente em sua caixa de correspondências. Dentro dele, um Ás de Ouros com três endereços e horários escritos. Inicialmente Ed pensa que se trata de uma brincadeira dos amigos ou da mãe, mas ao descobrir que está errado, acaba encontrando coragem de ir atrás dos locais indicados e, quando o faz nos horários correspondentes, percebe que foi enviado para resolver alguns problemas. Entregar algumas mensagens. Ao longo do tempo em que acompanhamos sua vida medíocre, ele completa a sequência recebendo ou outros ases e um curinga, que o levam a diversas outras “missões”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="four-aces" border="0" height="270" src="http://lh3.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2juUAqyR_I/AAAAAAAADqI/5a_X225rw_E/four-aces%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="four-aces" width="404" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E é quase impossível conseguirmos abandonar Ed antes que ele complete todas e descubra o verdadeiro significado, e o verdadeiro autor, de tudo isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/livro5.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;img align="left" alt="capa" border="0" height="293" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2juU7b48II/AAAAAAAADqM/uFb667YpPqw/capa%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="capa" width="206" /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img border="0" src="http://lixeiradourada.googlepages.com/servio.png" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px;" width="130" /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp; &lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Eu Sou O Mensageiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Autor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;: Markus Zusak&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Gênero&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;: Romance &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Editora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;: Intrínseca &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Páginas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;: 318 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;ISBN&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;: 978-85-980-7829-8&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-4543079476731004466?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/272-o-meio-e-mensagem-ou-five-of-kind.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-5359163611845409450</guid><pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-12T12:48:20.847-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">*Edição POP</category><title>[271] Edição POP! SETE: ESPECIAL BEYONCÉ</title><description>&lt;div style="text-align: justify"&gt; E o grande dia chegou ontem para mim! B-Day! Não, não foi meu aniversário, mas o primeiro Beyoncé-Day aqui no Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Não fiz a loucura de enfrentar 18 horas em uma fila como fiz no show da Madonna, mas passei um pouco de calor em uma fila única gigante e ainda consegui ficar a poucos metros da Diva. Quando entrei, estava terminando de rolar o show da nossa querida Wanessa Camargo –Que pena!- e eu achando que teria uma visão legal de onde eu estava. Só não esperava pela surpresa maior no intervalo entres os shows: o palco central estava NA MINHA FRENTE! &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Entre a fumaça surgiam aquelas curvas perfeitas para deixar o público enlouquecido com &lt;em&gt;Crazy in Love&lt;/em&gt;. Aquilo é um espetáculo- Tá, agora estou falando do show- com muita luz, Suga Mama dando tudo como sempre, coreografias bem sensuais e execuções perfeitas. É para chorar, gritar, suar, OLHAR! &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;Como não se apaixonar por uma estrela que faz questão de dar a mão aos fãs, autógrafo no meio da apresentação, distribui paninhos com seu suor, te abrir aquele sorrisão e ainda falar: “Não há nenhum lugar como o Brasil”? &lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;A turnê &lt;em&gt;I Am… &lt;/em&gt;trouxe o melhor da cantora desde a época de Destiny’s Child com &lt;em&gt;Say my name&lt;/em&gt; e&amp;#160; &lt;em&gt;Survivor &lt;/em&gt;até os mais recentes hits &lt;em&gt;Ego&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; Single Ladies&lt;/em&gt;- a mais esperada, &lt;em&gt;Radio&lt;/em&gt; e&lt;em&gt; Irreplaceable&lt;/em&gt; – cantada em coro pelo público. Entraram também no repertório, &lt;em&gt;Ave Maria&lt;/em&gt; – com o famoso vestido que faz a morena parecer uma noiva, &lt;em&gt;At Last&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Listen&lt;/em&gt;, dos filmes &lt;em&gt;Cadillac Records&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dreamgirls&lt;/em&gt;. Em &lt;em&gt;Halo&lt;/em&gt;, Beyoncé termina o show emocionando os fãs em uma homenagem a Michael Jackson. A imagem dele aparece no telão e ela canta:&lt;/div&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;blockquote&gt;Michael I can see you halo!&lt;/blockquote&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;span style="color: black"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;É fantástico poder ver aquele furacão passando em 2h30 na sua frente, mostrando a poderosa, a romântica, a diva! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="color: black"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_yzvQGkMBYk8/S3B_PpolWEI/AAAAAAAAAHk/EpUW_0flnsw/s1600-h/bestradio%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="S" border="0" alt="S" src="http://lh4.ggpht.com/_yzvQGkMBYk8/S3B_QW0yAUI/AAAAAAAAAHo/Q41hw4cJRco/bestradio_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="454" height="288" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;E vamos acreditar que essa foto foi tirada do meu celular! Eu estava realmente perto. Vi a gota de suor que caía bem ali no rosto ó! Inacreditável!    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-5359163611845409450?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/271-edicao-pop-especial-beyonce.html</link><author>noreply@blogger.com (Thiago Abreu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138176977843675297.post-140455659040968515</guid><pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-04T11:45:00.055-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>[270] N de Ninja, S de Sangue, V de…</title><description>&lt;div align="justify"&gt;…vingança. Essas três palavras resumem bem a temática do novo filme produzido pelos irmãos Andy e Larry Wachowski (da Trilogia &lt;em&gt;Matrix&lt;/em&gt;) e dirigido por James McTeigue (de &lt;em&gt;V de Vingança&lt;/em&gt;). E “Ninja Assassino” (&lt;em&gt;Ninja Assassin&lt;/em&gt;, no original), que chega amanhã às telas brasileiras, também tem um título autoexplicativo. Provavelmente muitos vão conseguir adivinhar as bases do enredo, já que o roteiro não é exatamente inovador, mas o filme ganha muitos pontos pelo conjunto da obra, e é garantia de divertimento nas férias. A não ser que você tenha problemas com sangue. Acho que eu não via um filme tão sangrento desde &lt;em&gt;Kill Bill &lt;/em&gt;(2003/2004).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="poster_01" border="0" height="524" src="http://lh4.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2mzJy9rvWI/AAAAAAAADqU/flZLNlyJEWQ/poster_01%5B8%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="poster_01" width="355" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começamos a acompanhar a vida do ninja Raizo (Rain, de &lt;em&gt;Speed Racer&lt;/em&gt;) quando ele entra no caminho de Mika (Naomi Harris, a Tia Dalma de &lt;em&gt;Piratas do Caribe&lt;/em&gt; 2 e 3). Ela é uma agente da Europol que decide investigar alguns assassinatos políticos e descobre evidências da existência de clãs ninjas milenares que roubam crianças para transformá-los em assassinos de aluguel. Já deu pra adivinhar que Raizo é um dissidente de um desses clãs e aparece pra salvar a mocinha, né? Acertou. A partir disso, eles se envolvem numa perseguição com muitas lutas sensacionais, muito, muito sangue e, é claro, um pouco de romance. A vida de Raizo, seus treinamentos e os motivos de sua dissidência vão sendo contados e explicados através de &lt;em&gt;flashbacks&lt;/em&gt; ao longo do filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="ninjassassin_03" border="0" height="299" src="http://lh5.ggpht.com/_sQRvYneAOvY/S2mwq6hIv8I/AAAAAAAADqQ/gZgYvbmVqvQ/ninjassassin_03%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ninjassassin_03" width="440" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como eu disse, não é a história que torna “Ninja Assassino” um bom filme, mas sim a forma como todos os elementos se encaixam. A fotografia e a trilha sonora são muito bem cuidadas, acompanhando as sequências de luta e de &lt;em&gt;flashbacks&lt;/em&gt; sem explorar (exageradamente) os recursos mais tradicionais para esse tipo de cena. Os atores desempenham bem seus papéis e, curiosamente, até as coisas mais fantásticas e absurdas (como a rápida recuperação dos ferimentos) são explicadas, fazendo com que não hajam pontas soltas no desenrolar da trama. É possível até que o filme arranque algumas gargalhadas da plateia!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img height="108" src="http://poubelledor.googlepages.com/fillme4.png" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="200" /&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Para consultar os horários de exibição de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ninja Assassino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; em sua cidade, clique &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.google.com/movies?q=Ninja+Assassino&amp;amp;btnG=Pesquisar+filmes" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138176977843675297-140455659040968515?l=www.lixeiradourada.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.lixeiradourada.com/2010/02/270-n-de-ninja-s-de-sangue-v-de.html</link><author>japs.mov@gmail.com (Joel Souza)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>
