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    <title>Leandro Daniel</title>
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    <dc:creator>Leandro Daniel</dc:creator>
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      <title>Ética e desenvolvimento de software</title>
      <description>&lt;p&gt;No último episódio do &lt;a href="http://voidpodcast.com/2012/02/05/void-podcast-017-strawberry-brownfields-forever/" target="_blank"&gt;Void Podcast&lt;/a&gt;, tocamos no assunto “ética no desenvolvimento de software” (em especial por parte de consultorias e fornecedores de produtos e serviços de software). Relacionamos a falta de ética como um dos grandes óbices para a reversão de um quadro de &lt;em&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brownfield_(software_development)" target="_blank"&gt;brownfield&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; para &lt;em&gt;greenfield&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma pequenina discussão foi iniciada nos &lt;a href="http://voidpodcast.com/2012/02/05/void-podcast-017-strawberry-brownfields-forever/#comments" target="_blank"&gt;comentários do episódio&lt;/a&gt;, onde uma significativo depoimento foi colocado pelo &lt;a href="http://twitter.com/dmyoko" target="_blank"&gt;Daniel Yokoyama&lt;/a&gt;. Embora quase que a totalidade das pessoas com quem converso a respeito sejam descrentes com relação a ética aplicada, gostaria de discorrer sucintamente sobre o tema.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;Algumas (pouquíssimas, mesmo!) palavras sobre ética e a história recente do Brasil&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Fui criado no longínquo século XX onde, por incrível que pareça, as empresas se preocupavam de fato em satisfazer seus clientes. Também peguei a época em que disciplinas como OSPB e EMC eram obrigatórias em qualquer escola.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Puxa, talvez você tenha pouca idade e desconheça essas siglas. Vamos lá:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;OSPB (Organização Social e Política Brasileira) foi uma disciplina que, de acordo com o Decreto Lei 869/68, tornou-se obrigatória no currículo escolar brasileiro a partir de 1969, juntamente com a disciplina de Educação Moral e Cívica (EMC). Ambas foram adotadas em substituição às matérias de Filosofia e Sociologia e ficaram caracterizadas pela transmissão da ideologia do regime autoritário ao exaltar o nacionalismo e o civismo dos alunos e privilegiar o ensino de informações factuais em detrimento da reflexão e da análise. O contexto da época incluía a decretação do AI5, desde 1968, e o início dos ‘anos de chumbo’ - a fase mais repressiva do regime militar cujo ‘slogan’ mais conhecido era ‘Brasil, ame-o ou deixe-o’. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;Dessa forma, as duas matérias foram condenadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) de 1996, por terem sido impregnadas de um ‘caráter negativo de doutrinação’.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Julgue esse período como quiser, pois não é foco deste post ponderar sobre o tema. O que gostaria de ressaltar é que dentre todo o conteúdo passado nessas matérias o que mais ficou marcado pra mim foi justamente o que tratava a ética. Fora a primeira ocasião em minha vida onde apresentaram tal assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tenho minhas dúvidas se, no “mundo politicamente correto de hoje”, algum conteúdo sobre ética é passado nas escolas. E principalmente, esse conteúdo é passado a tempo? Ou seja, estamos contribuindo de forma adequada para a formação do caráter de nossas crianças?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se a pergunta “Qual a conduta correta para um indivíduo em sociedade?” é muito complexa, talvez você consiga me responder...&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;... Qual a conduta correta para profissionais de TI?&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O desenho abaixo ilustra três facetas da ética no dia a dia de um profissional de TI.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=Etica%20na%20TI_1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Etica na TI" border="0" alt="Etica na TI" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=Etica%20na%20TI_thumb_1.png" width="524" height="374" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Mesmo sendo a ética alvo de longas discussões, gostaria de chamar sua atenção para uma definição de &lt;a href="http://www.acm.org/about/se-code" target="_blank"&gt;Código de Ética em Engenharia de Software&lt;/a&gt; resultante dos esforços de uma equipe de trabalho multinacional liderada pela &lt;a href="http://www.acm.org/" target="_blank"&gt;IEEE/ACM&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existe uma versão longa deste código, contudo, acho suficiente destacar o seguinte resumo:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;ol&gt;     &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Público&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem atuar consistentemente com os interesses públicos. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Clientes e empregados&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem atuar de modo a atender os melhores interesses dos seus clientes e empregados, consistentemente com os interesses públicos. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Produto&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem assegurar que seus produtos e modificações relacionadas atendam os melhores padrões profissionais possíveis. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Julgamento&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem manter a integridade e independência nos seus julgamentos profissionais. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Administração&lt;/strong&gt;. Administradores e líderes de Engenharia de Software devem aderir e promover uma abordagem ética ao gerenciamento do desenvolvimento e manutenção de software. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Profissão&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem desenvolver a integridade e reputação da profissão consistentemente com os interesses do público. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Coleguismo&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem ser justos e dispostos a auxiliar seus colegas. &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Identidade&lt;/strong&gt;. Engenheiros de Software devem participar do aprendizado de suas vidas valorizando a prática da sua profissão e devem promover uma abordagem ética à prática da profissão. &lt;/li&gt;   &lt;/ol&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Perceba que, mesmo com a versão resumida do código, após um exercício individual de reflexão, podemos constatar se estamos inseridos em um ambiente ético (ou se estamos chafurdados no &lt;em&gt;brownfield plus&lt;/em&gt;, como foi dito no &lt;a href="http://voidpodcast.com/2012/02/05/void-podcast-017-strawberry-brownfields-forever/" target="_blank"&gt;episódio do Void&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;Um ponto de vista sobre a ética empresarial&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Como mencionei anteriormente, o assunto é extenso, mas acho oportuno trazer aqui um ponto de vista colocado pelo advogado Joaquim Manhães Moreira, autor do livro “&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/141664/etica+empresarial+no+brasil,+a?franq=135545&amp;amp;ST=SE" target="_blank"&gt;Ética na gestão empresarial&lt;/a&gt;”:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;O único lucro moralmente aceitável é aquele obtido com ética. A moral impõe que a empresa aja com ética em todos os seus relacionamentos, com clientes, fornecedores, competidores e seu mercado, empregados, governo e público em geral.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Ainda dentro de seu pensamento:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;em&gt;Uma empresa ética incorre em custos menores do que uma antiética. A empresa ética não faz pagamentos irregulares ou imorais, como subornos, compensações indevidas e outros. &lt;/em&gt;&lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;em&gt;Por não efetuar subornos, ela consegue colocar em prática uma avaliação de desempenho de suas áreas operacionais, de forma mais precisa do que a empresa antiética. Um exemplo da dificuldade de avaliar o desempenho quando não se age com ética está na possibilidade de aceitação de desculpas de que uma venda não pôde ser realizada, porque o concorrente ofereceu um suborno maior ao cliente. &lt;/em&gt;&lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;em&gt;O lucro gerado para os acionistas não fica sujeito a contingências futuras, como, por exemplo, condenações por procedimentos indevidos. &lt;/em&gt;&lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;em&gt;Ao aderir a um código de ética consistente e claro, praticando uma conduta ética, a empresa empresta legitimidade aos seus negócios, envolvendo todos os seus empregados e administradores neste clima de lealdade e dedicação. &lt;/em&gt;&lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;em&gt;A empresa ética tem o respeito de seus parceiros, fornecedores e clientes, elevando a sua marca e facilitando sua expansão. &lt;/em&gt;&lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;&lt;em&gt;A empresa deve ser responsável por ajudar a melhorar continuamente a sociedade da qual obtém lucro, não somente no aspecto material, mas também abstrato, adotando práticas de ética.&lt;/em&gt; &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;A conclusão é sua :)&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Fique à vontade para comentar.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/UUel9P9Iegs" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:32:00 -0200</pubDate>
      <category>Carreira</category>
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    <item>
      <title>Hey, que tal pensar além do Try... Catch... Finally? (parte 4)</title>
      <description>&lt;p&gt;E aqui estou para fechar esta s&amp;eacute;rie de posts. Vimos no&amp;nbsp;primeiro&amp;nbsp;a &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally.aspx"&gt;diferen&amp;ccedil;a entre erro e exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, e no segundo tivemos um &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally-(parte-2).aspx"&gt;vislumbre da amplitude do assunto "Exception Handling"&lt;/a&gt;. No &amp;uacute;ltimo post tomamos contatos com &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally-(parte-3).aspx"&gt;jarg&amp;otilde;es comuns em tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;&amp;nbsp;al&amp;eacute;m de conhecer alguns &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally-(parte-3).aspx"&gt;anti-patterns&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Pensando al&amp;eacute;m do Try... Catch... Finally. Finnally!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Se voc&amp;ecirc; acompanhou todos os demais posts da s&amp;eacute;rie, espero ter conseguido lhe&amp;nbsp;dar&amp;nbsp;embasamento suficiente para que as seguintes assertivas sejam v&amp;aacute;lidas:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assertiva 1&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es pode ser tratado como um item de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cross-cutting_concern" target="_blank"&gt;cross-cutting concerns&lt;/a&gt;, e como tal, pode tirar proveito de frameworks e libraries existentes&amp;nbsp;no mercado (muitas delas "free").&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Considere n&amp;atilde;o reinventar a roda!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assertiva 2&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Dentro de uma empresa, a&amp;nbsp;manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es pode ser expressa em termos de pol&amp;iacute;ticas. Considere, portanto, envolvimento do usu&amp;aacute;rio, administradores e demais interessados na solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para discutir tais pol&amp;iacute;ticas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pense sempre em flexibidade para configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas pol&amp;iacute;ticas de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assertiva 3&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Defina um plano para pensar na manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es durante a fase de design de uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O resultado deve ser uma estrat&amp;eacute;gia consistente e comunicada para todos os envolvidos. Em alguns casos, exige alguma defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processo entre departamentos (por exemplo, "em caso de exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o no sistema de c&amp;acirc;mbio a equipe respons&amp;aacute;vel deve ser notificada, os administradores devem receber um log").&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;An&amp;aacute;lise de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem trazer grandes oportunidades de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo como um todo!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assertiva 4&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Manipular exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; um excerc&amp;iacute;cio de altru&amp;iacute;smo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ajude a equipe de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o rastreamento da exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o e suas causas. Seja objetivo e direto!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assertiva 5&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es fornecem os meios necess&amp;aacute;rios&amp;nbsp;para separar os detalhes sobre o que fazer quando algo fora do comum acontece a partir da l&amp;oacute;gica principal de um programa. Na programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tradicional, a detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erros, relat&amp;oacute;rios e manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o conduzem frequentemente a c&amp;oacute;digo espaguete confuso.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Trabalhe de forma organizada e mantenha seu c&amp;oacute;digo limpo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Alguns exemplos de Exception Patterns&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente, os tr&amp;ecirc;s design patterns mais conhecidos para tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o:&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exception Shielding:&lt;/strong&gt; Este padr&amp;atilde;o garante que o aplicativo n&amp;atilde;o vazar&amp;aacute; informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es confidenciais (nomes de servidores, caminhos f&amp;iacute;sicos dos servidores etc.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exception Logging:&lt;/strong&gt; Este padr&amp;atilde;o ajuda a diagnosticar e solucionar problemas de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es, auditoria de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do usu&amp;aacute;rio, rastreamento de atividades maliciosas e outras quest&amp;otilde;es de seguran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exception Translation:&lt;/strong&gt; Este padr&amp;atilde;o descreve como quebrar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro de outras exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas dentro de uma camada (&lt;em&gt;inner exception&lt;/em&gt;) para garantir que elas realmente reflitam a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pertinentes dentro do contexto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perceba que todos os patters de&amp;nbsp;manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentados&amp;nbsp;se relacionam com as t&amp;eacute;cnicas de tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas no &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally-(parte-3).aspx"&gt;post anterior&lt;/a&gt;. Por exemplo, para n&amp;atilde;o deixarmos que informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es confidenciais vazem usamos &lt;strong&gt;Replace Handler&lt;/strong&gt;. Quebrar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro de outras exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas pode ser feito via com um &lt;strong&gt;Wrap Handler&lt;/strong&gt;. Notificar os usu&amp;aacute;rios ou administradores do sistema pode ser conseguido com &lt;strong&gt;Propagate Exception&lt;/strong&gt;. Al&amp;eacute;m disse, devemos combinar essas t&amp;eacute;cnicas sempre que necess&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Estrat&amp;eacute;gia de tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O diagrama abaixo ilustra uma poss&amp;iacute;vel estrat&amp;eacute;gia de tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre as camadas de uma dada solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para chegar numa estrat&amp;eacute;gia como essa, cada &lt;a href="http://pubs.opengroup.org/architecture/togaf9-doc/arch/chap37.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;building block&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de sua arquitetura deve ser avaliado com crit&amp;eacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=ExceptionStategy_1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="ExceptionStategy" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=ExceptionStategy_thumb_1.png" alt="ExceptionStategy" width="583" height="343" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora os exemplos desta s&amp;eacute;rie de posts&amp;nbsp;ilustrassem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es corriqueiras&amp;nbsp;em linguagens de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como Java e C#, considere avaliar pr&amp;aacute;ticas de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o em banco de dados, processos de ETL, componentes de mensageria, SOA e qualquer outra tecnologia que forne&amp;ccedil;a suporte para isso.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Conclus&amp;atilde;o&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Todas as pr&amp;aacute;ticas envolvidas na manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es oferecem como primeiro objetivo a possibilidade de uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuar sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem gerar maiores impactos. Contudo, um ganho excepcional pode ser oportunizado na auditoria das falhas ocorridas, ou at&amp;eacute; mesmo com um suporte efetivo para an&amp;aacute;lise pela equipe de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nunca subestime esse potencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tratar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; muito mais&amp;nbsp;que codificar um simples Try... Catch... Finally, ao contr&amp;aacute;rio, &amp;eacute; uma atividade que requer planejamento, an&amp;aacute;lise (design), implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e estudo constante.&lt;br /&gt;&lt;img title="Wink" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_4_3_1/plugins/emotions/img/smiley-wink.gif" alt="Wink" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/-i27RE18NG4" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:51:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Hey, que tal pensar além do Try... Catch... Finally? (parte 3)</title>
      <description>&lt;p&gt;Muito bem! Vimos no &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally.aspx"&gt;primeiro post da s&amp;eacute;rie &lt;/a&gt;a diferen&amp;ccedil;a entre erro e exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e no &amp;uacute;ltimo tivemos um &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally-(parte-2).aspx"&gt;vislumbre da amplitude do assunto "Exception Handling"&lt;/a&gt;. Estamos preparados para avan&amp;ccedil;ar um pouco mais nessa jornada e tomar contato com os...&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;... Jarg&amp;otilde;es comuns em tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quando temos que manipular exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es, devemos desenhar uma estrat&amp;eacute;gia robusta e bem-planejada. Isso &amp;eacute; vital durante a fase de concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e ajudar&amp;aacute; no momento de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a evitar riscos. Apenas para citar algumas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mensagens de erro que contenham informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sens&amp;iacute;veis, ou sair da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um estado inconsistente gerando erros nos dados quando um exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja a seguir alguns jarg&amp;otilde;es utilizados quando falamos em manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Wrap handler&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;A t&amp;eacute;cnica de encapsular ou cobrir (wrap) uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outra pode trazer a capacidade de enriquecer com mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es o rastreamento de pilha (stack trace). Por outro lado, o stack trace pode ficar demasiadamente longo (e irritante). Na maioria das vezes apenas o rastreamento de pilha raiz &amp;eacute; interessante.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Replace handler&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Consiste em substituir uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o por outra. A princ&amp;iacute;pio parece uma p&amp;eacute;ssima ideia, mas pode fazer sentido em determinados contextos onde informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sens&amp;iacute;veis precisam ser mascaradas e substitu&amp;iacute;das por mensagens customizadas.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Logging handler&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Um manipulador de logging &amp;eacute; capaz de formatar a exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o (mensagem, stack trace e demais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es) e gerar um registro que pode ser publicado em diversos meios (Event Viewer, banco de dados, e-mail, arquivo texto, entre outros) para posterior auditoria.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Fault Contract exception handler&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Este tipo de manipulador de exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; utilizado para validar os limites de um contrato de uso de um servi&amp;ccedil;o, classe, entidade, etc.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Interception handler&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Consiste em interceptar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es utilizando t&amp;eacute;cnicas de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aspect-oriented_programming" target="_blank"&gt;AOP&lt;/a&gt;. Existem alguns frameworks (Java e C#) capazes de realizar intercepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em runtime e adicionar comportamento comum.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Multiple catch blocks&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Muitas linguagens de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o suportam m&amp;uacute;ltiplos blocos de catch. Segundo o Princ&amp;iacute;pio de Responsabilidade &amp;Uacute;nica (ou &lt;a href="http://www.objectmentor.com/resources/articles/srp.pdf" target="_blank"&gt;SRP&lt;/a&gt;, oriundo do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SOLID_(object-oriented_design)" target="_blank"&gt;SOLID&lt;/a&gt;), nunca deve haver mais de um motivo para uma classe mudar. A seguir temos dois exemplos de multiple catch blocks, onde podemos observar no segundo uma indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito forte de que o m&amp;eacute;todo pode estar quebrando o SRP.&lt;/p&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="https://gist.github.com/1716822.js"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;h5&gt;Propagate exception&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Embora toda exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o deva ser tratada, nem sempre &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel tratar uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mesmo escopo do m&amp;eacute;todo cuja invoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o gerou a exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nessas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, devemos propagar a exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um n&amp;iacute;vel acima na pilha de chamadas. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; conhecido como &lt;em&gt;rethrow&lt;/em&gt; de uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;Fault Tolerance Engineering&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;T&amp;eacute;cnicas para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas com toler&amp;acirc;ncia a falhas, bem como seu gerenciamento durante o ciclo de vida de uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m sido alvo de debates h&amp;aacute; muitas d&amp;eacute;cadas, sendo tema de &lt;a href="http://www.amazon.com/s?ie=UTF8&amp;amp;rh=n%3A283155%2Ck%3AFault%20tolerance%20(Engineering)&amp;amp;page=1" target="_blank"&gt;diversos livros&lt;/a&gt; e pesquisas acad&amp;ecirc;micas. Por estar relacionado com o tratamento e manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es (seja em fase de design ou implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o), requer especial aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando tratamos de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que exigem alta disponibilidade ou confiabilidade. Geralmente sistemas com essa caracter&amp;iacute;sticas s&amp;atilde;o baseados em redund&amp;acirc;ncia, quase sempre exigindo componentes especiais e/ou algoritmos espec&amp;iacute;ficos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obviamente, existem outros termos utilizados. Mas agora que vimos os mais comuns, para finalizar por hoje, vamos (tentar) nos divertir com...&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;... O horror dos anti-patterns de tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Veja alguns exemplos de anti-patterns retirados do &lt;a href="http://today.java.net" target="_blank"&gt;java.net&lt;/a&gt; (com algumas modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que tomei a liberdade de fazer):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Log and Throw:&lt;/strong&gt; escolha uma das duas coisas, nunca as duas! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Catch Exception:&lt;/strong&gt; capturar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es do tipo Exception (tanto em Java quanto em C#, por exemplo) quase sempre denota que um plano de tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o foi pensado com o devido cuidado. Tratar a exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais gen&amp;eacute;rica pode indicar pouco conhecimento das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de suas classes (ou no pior caso, demonstrar um design ruim). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Throwing the Kitchen Sink:&lt;/strong&gt; Lan&amp;ccedil;ar v&amp;aacute;rias exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es verificadas do seu m&amp;eacute;todo em geral &amp;eacute; algo bom, contanto que exista de fato poss&amp;iacute;veis cursos de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o chamador pode querer tomar dependendo de qual exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi acionada. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Catching Exception:&lt;/strong&gt; como vimos no &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally-(parte-2).aspx"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, cada vez que uma &lt;em&gt;catching exception&lt;/em&gt; &amp;eacute; codificada um panda morre em algum lugar do planeta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Destructive Wrapping:&lt;/strong&gt; muito cuidado ao fazer o wrap de uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, d&amp;ecirc; significado e acrescente informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de valor indiscut&amp;iacute;vel. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Log and Return Null:&lt;/strong&gt; quase sempre uma p&amp;eacute;ssima ideia. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Catch and Ignore:&lt;/strong&gt; o &lt;em&gt;On Error Go to Next&lt;/em&gt; modermo! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Throw from Within Finally:&lt;/strong&gt; o bloco Finally existe para ser executado, certo? nada mais justo que deix&amp;aacute;-lo em paz. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;gt; Multi-Line Log Messages:&lt;/strong&gt; alguns arquivos de log pode atingir tamanhos absurdos (para n&amp;atilde;o dizer rid&amp;iacute;culos), portanto, cuidado!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2012%2f2%2fjason_icon.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/BhhrCLLUKbw" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/BhhrCLLUKbw/post.aspx</link>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:14:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
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    <item>
      <title>Hey, que tal pensar além do Try... Catch... Finally? (parte 2)</title>
      <description>&lt;p&gt;Vimos no &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Hey-que-tal-pensar-alem-do-Try-Catch-Finally.aspx"&gt;&amp;uacute;ltimo post desta s&amp;eacute;rie&lt;/a&gt; a diferen&amp;ccedil;a entre &lt;strong&gt;erro&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;. Enquanto o primeiro &amp;eacute; irrecuper&amp;aacute;vel, o outro d&amp;aacute; margem para tomarmos uma ou mais a&amp;ccedil;&amp;otilde;es a fim de permitir que a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o continue em execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entendendo isso, o termo&lt;em&gt; tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt; ganha um sentido imediato. Tratar ou manipular uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o requer muito crit&amp;eacute;rio e aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao contexto. Afinal, &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Em-arquitetura-existe-decisao-puramente-tecnica.aspx"&gt;existe decis&amp;atilde;o puramente t&amp;eacute;cnica?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Essa n&amp;atilde;o! Catching Exception de novo!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border-width: 0px;" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2012%2f1%2ftimer.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem j&amp;aacute; trabalhou dando manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e suporte a sistemas em produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o entende o valor do tempo. Poucos minutos bastam para desgastar (&amp;agrave;s vezes de forma irrecuper&amp;aacute;vel) a imagem de um produto em caso de atraso na corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um erro. Grande parte das boas pr&amp;aacute;ticas de desenvolvimento visam justamente retornar valor de forma eficaz durante a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O custo total de propriedade de um software deve levar em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o o seu custo de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso posto, podemos aferir que utilizar uma estrutura de &amp;ldquo;tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo; (dedos no ar fazendo pequenos movimentos para real&amp;ccedil;ar as aspas aqui) como vemos a seguir n&amp;atilde;o traz qualquer benef&amp;iacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="https://gist.github.com/1710218.js"&gt;// &lt;![CDATA[
 
// ]]&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;Na maioria dos casos essas exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ndash; que foram literalmente &amp;ldquo;engolidas&amp;rdquo; &amp;ndash; confundem os desenvolvedores com um comportamento err&amp;aacute;tico. Se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o sabe como tratar uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, simplesmente n&amp;atilde;o a capture. Simples assim. Quer logar? Tudo bem, capture e d&amp;ecirc; um &lt;em&gt;rethrow&lt;/em&gt;, pelo menos &amp;eacute; mais honesto com quem der manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o depois.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Melhorias e evolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es no tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O uso de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; um poderoso mecanismo que separa o c&amp;oacute;digo funcional do tratamento de erros. Contudo, mesmo que o uso de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es simplifique a detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de falhas (trazendo certa eleg&amp;acirc;ncia para o c&amp;oacute;digo de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es) esse mesmo arranjo pode levar &amp;agrave; neglig&amp;ecirc;ncia na recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas. Esse tipo de falha pode representar: perda de dinheiro; comprometimento da imagem de uma empresa; perda de credibilidade por parte do cliente; outros problemas imensur&amp;aacute;veis (rid&amp;iacute;culos ou, em alguns casos, catastr&amp;oacute;ficos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As linguagens de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o modernas, como C# e Java (entre tantas outras), t&amp;ecirc;m fornecido cada vez mais suporte a manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o expl&amp;iacute;cita de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Quando uma restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem&amp;acirc;ntica &amp;eacute; violada ou alguma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erro excepcional ocorre, uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; lan&amp;ccedil;ada. Uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser implicitamente propagada at&amp;eacute; o m&amp;eacute;todo original de chamada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No exemplo a seguir vemos uma das muitas possibilidades de tratar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Java.&lt;/p&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="https://gist.github.com/1677933.js?file=ExceptionSample.java"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border-width: 0px;" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2012%2f1%2fstophand.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;Cuidado, se voc&amp;ecirc; &amp;eacute; suscet&amp;iacute;vel a flames ou trata desenvolvimento de software como religi&amp;atilde;o, o texto a seguir pode causar inc&amp;ocirc;modos. Nesse caso, pule para o &amp;uacute;ltimo t&amp;oacute;pico do post.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Em Java existem tr&amp;ecirc;s tipos de classes que podem ser &amp;ldquo;lan&amp;ccedil;adas&amp;rdquo; durante o tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es: checked exceptions (exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es verificadas), unchecked exceptions (exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o verificadas), e erros.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Checked exceptions are exceptions that must be declared in the throws clause of a method. They extend Exception and are intended to be an "in your face" type of exceptions. A checked exception indicates an expected problem that can occur during normal system operation. Some examples are problems communicating with external systems, and problems with user input. Note that, depending on your code's intended function, "user input" may refer to a user interface, or it may refer to the parameters that another developer passes to your API. Often, the correct response to a checked exception is to try again later, or to prompt the user to modify his input.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Unchecked exceptions are exceptions that do not need to be declared in a throws clause. They extend RuntimeException. An unchecked exception indicates an unexpected problem that is probably due to a bug in the code. The most common example is a NullPointerException. There are many core exceptions in the JDK that are checked exceptions but really shouldn't be, such as IllegalAccessException and NoSuchMethodException. An unchecked exception probably shouldn't be retried, and the correct response is usually to do nothing, and let it bubble up out of your method and through the execution stack. This is why it doesn't need to be declared in a throws clause. Eventually, at a high level of execution, the exception should probably be logged (see below).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Errors are serious problems that are almost certainly not recoverable. Some examples are OutOfMemoryError, LinkageError, and StackOverflowError.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Come&amp;ccedil;amos a entrar no campo das elucubra&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es e erros. S&amp;oacute; para citar um exemplo, veja &lt;a href="http://tutorials.jenkov.com/java-exception-handling/checked-or-unchecked-exceptions.html" target="_blank"&gt;esse post&lt;/a&gt; sobre o tema e &lt;a href="http://www.javapractices.com/topic/TopicAction.do?Id=129" target="_blank"&gt;esse outro aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisando a respeito voc&amp;ecirc; encontrar&amp;aacute; muitos debates sobre o assunto. Se sua pesquisa se estender a outras linguagens, voc&amp;ecirc; chegar&amp;aacute; a conclus&amp;atilde;o que existe um sem fim de possibilidades, recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, padr&amp;otilde;es e estrat&amp;eacute;gias para desenhar e arquitetar o tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Ent&amp;atilde;o devo desistir do assunto?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Claro que n&amp;atilde;o! Ningu&amp;eacute;m &amp;eacute; melhor do que voc&amp;ecirc; para criticar e decidir o que faz sentido sobre um determinado assunto. O que pode ser considerado uma vantagem para um pode n&amp;atilde;o ser verdade para outro. Tudo depende do contexto, cen&amp;aacute;rio e atores envolvidos. Nos pr&amp;oacute;ximos posts apresentarei v&amp;aacute;rias considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e t&amp;eacute;cnicas. &lt;img class="wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile" style="border-style: none;" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-winkingsmile_1.png" alt="Smiley piscando" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/K_XQxjr1xZM" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/K_XQxjr1xZM/post.aspx</link>
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      <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 12:40:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Hey, que tal pensar além do Try... Catch... Finally? (parte 1)</title>
      <description>&lt;p&gt;N&amp;atilde;o adianta. Toda vez que preciso explicar para algum desenvolvedor o que significa de fato &amp;ldquo;tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo; fico constrangido. Na verdade, &amp;eacute; um constrangimento alheio, j&amp;aacute; que quase sempre a pessoa se mostra surpresa ao final de uma conversa desse tipo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;eacute; compreendo desenvolvedores menos experientes ficarem melindrados na hora de tratar exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Mas considero um absurdo algu&amp;eacute;m com anos de experi&amp;ecirc;ncia (&amp;agrave;s vezes se auto-nomeando um "desenvolvedor pleno/s&amp;ecirc;nior" ou "arquiteto de software/solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o/sistemas/etc.") considerar que um &lt;em&gt;Try...Catch...Finally&lt;/em&gt; &amp;eacute; suficiente para liquidar o assunto. E olha que prefiro nem mencionar o que penso sobre os "try {} Catch(Exception ex) {}" da vida (sem qualquer c&amp;oacute;digo dentro do catch).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente a essa recorrente situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ter que tocar no assunto "tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es", resolvi escrever alguns posts. N&amp;atilde;o quero simplesmente despejar um monte de conceitos e padr&amp;otilde;es. Nem mesmo ser o algoz da ingenuidade (mal&amp;eacute;fica) de desenvolvedores e respons&amp;aacute;veis por design e implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que desconhecem ou nunca buscaram mais conhecimento a respeito. Acho mais interessante estimular um pensamento cr&amp;iacute;tico sobre o tema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho melhor come&amp;ccedil;ar falando... N&amp;atilde;o do in&amp;iacute;cio da hist&amp;oacute;ria das linguagens de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o... Mas do meu in&amp;iacute;cio como desenvolvedor profissional aqui em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&amp;Agrave; honra do &amp;ldquo;On Error Resume Next&amp;rdquo;!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Minhas primeiras experi&amp;ecirc;ncias profissionais em S&amp;atilde;o Paulo foram com &lt;a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms978384.aspx" target="_blank"&gt;WDNA&lt;/a&gt; e a velha trinca: ASP, Visual Basic 6 e COM+. N&amp;atilde;o posso dizer que foi de todo ruim, mas boa parte do que aprendi na &amp;eacute;poca com os desenvolvedores mais experientes serviram para fundamentar uma inquieta&amp;ccedil;&amp;atilde;o: codificar TEM que ser mais do que isso!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para manter o foco no assunto deste post, vamos analisar as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es que t&amp;iacute;nhamos na &amp;eacute;poca para tratar erros (ou exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es? hum, boa quest&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o?). Veja como uma estrutura t&amp;iacute;pica de tratamento de erros em Visual Basic se parecia:&lt;/p&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="https://gist.github.com/1665674.js"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Perceba que interessante, o Visual Basic antigo considerava qualquer &lt;em&gt;problema&lt;/em&gt; em runtime como &lt;em&gt;erro&lt;/em&gt;, n&amp;atilde;o havendo portanto uma abordagem para tratamento de &lt;em&gt;exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt;. Era poss&amp;iacute;vel utilizar a palavra reservada &lt;strong&gt;Raise&lt;/strong&gt; para lan&amp;ccedil;ar um erro de runtime para a chamada original. Outras tr&amp;ecirc;s possibilidades estavam &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos desenvolvedores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=DontTryThisAtHome.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="DontTryThisAtHome" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=DontTryThisAtHome_thumb.png" alt="DontTryThisAtHome" width="168" height="142" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&lt;strong&gt; On Error GoTo&lt;/strong&gt; dava a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usar uma determinada rotina em caso de ocorr&amp;ecirc;ncia de erro de runtime. A execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do programa "pulava" para um trecho de c&amp;oacute;digo assinalado com um &lt;em&gt;label&lt;/em&gt; pr&amp;eacute;-definido. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;J&amp;aacute; o &lt;strong&gt;On Error GoTo 0&lt;/strong&gt; desabilitava qualquer manipulador de erro escrito dentro do procedimento ou fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o corrente. Mas todos os desenvolvedores de Visual Basic (n&amp;atilde;o o .NET) eram un&amp;acirc;nimes em concordar que o mais transudo, o que realmente colocava um desenvolvedor no hall dos "caras fod&amp;otilde;es e corajosos" era o tal do &lt;strong&gt;On Error Resume Next&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;On Error Resume Next &lt;/strong&gt;tinha a habilidade de especificar que, quando um erro de runtime ocorresse, a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o iria para a instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediatamente ap&amp;oacute;s a instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o onde o erro ocorreu. Al&amp;eacute;m disso, o programa seguia sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o normalmente, como se nada tivesse acontecido. What?!?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o saberia descrever em poucas palavras a minha "alegria" quando, ao final de uma tarde inteira debugando um erro numa p&amp;aacute;gina de ASP cl&amp;aacute;ssico (ou ASP 3.0, como queira), encontrava um &lt;strong&gt;On Error Resume Next&lt;/strong&gt; oculto em um arquivo de include. Ah, que emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o! E n&amp;atilde;o vou ser hip&amp;oacute;crita, j&amp;aacute; "resolvi" alguns erros de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o usando um simples &lt;strong&gt;On Error Resume Next &lt;/strong&gt;(e o gerente ainda fazia quest&amp;atilde;o de enaltecer seu sagaz recurso para o cliente enquanto eu tentava, discretamente, deixar claro que "n&amp;atilde;o era para tanto").&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;eacute;poca, considerando todas as caracter&amp;iacute;sticas do Visual Basic (linguagem fracamente tipada, interpretada, din&amp;acirc;mica, orientada a eventos, entre outras peculiaridades), a forma como comumente os desenvolvedores tratavam erros (ou exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es) era aceita pelo &lt;em&gt;statu quo&lt;/em&gt;. Sempre fiquei incomodado com isso, afinal, j&amp;aacute; havia programado em Delphi anteriormente, experimentando estruturas de tratamento de exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es como a seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="https://gist.github.com/1705819.js"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Notei que frequentemente me pegava fazendo a mesma pergunta...&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Isso &amp;eacute; uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou erro?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ainda que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o concorde com as defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es a seguir, &amp;eacute; bastante plaus&amp;iacute;vel considerar que temos ao menos duas causas distintas, cada uma com seus respectivos desdobramentos, que afetam a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do "caminho feliz" de um programa. S&amp;atilde;o elas: erro ou exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sendo que:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Erro&lt;/strong&gt; &amp;eacute; qualquer desvio em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao comportamento esperado do sistema ou do programa, que interrompe o funcionamento do mesmo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; &amp;eacute; qualquer erro ou problema que pode ser &lt;span style="color: #ff6600;"&gt;manipulado/tratado&lt;/span&gt; de forma a permitir que o sistema ou programa continue sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Perceba que, conceitualmente, um erro significa que algo deu muito errado com seu programa, e isso &amp;eacute; um motivo suficientemente bom para ele abortar sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Enquanto que uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; resultado de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inusitada, mas que voc&amp;ecirc; antecipou como uma possibilidade, e portanto codificou algo a respeito. Nessa linha de racioc&amp;iacute;nio, uma divis&amp;atilde;o por zero &amp;eacute; um erro, mas a tentativa de ler um arquivo e descobrir que ele n&amp;atilde;o existe &amp;eacute; uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sintetizando, notamos que: &lt;strong&gt;uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; recuper&amp;aacute;vel, mas um erro n&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;. Essa percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o serve como fechamento para hoje. &lt;img title="Wink" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_4_3_1/plugins/emotions/img/smiley-wink.gif" alt="Wink" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/S3HN-EMP53U" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:06:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Void Podcast: episódios #013 ao #016 disponíveis!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f11%2fVoidBanner.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/11/15/void-podcast-013-dorgmas/" target="_blank"&gt;Void Podcast #013 &amp;ndash; Dorg(m)as &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;Dessa vez, um assunto pol&amp;ecirc;mico, discutido sem pol&amp;ecirc;micas, sobre os fanatismos nossos de cada dia. O (receptivo [gerente]) Vinicius Quaiato (@vquaiato) prega a paz mundial e aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as tecnologias &amp;ndash; independente de credo, ra&amp;ccedil;a ou religi&amp;atilde;o (ou seria dogmas?!). Enquanto isso, o (cantor acusativo) Elemar Jr (@elemarjr) fala sobre complexos estranhos com nomes esquisitos (Voc&amp;ecirc; &amp;eacute; pato? Voc&amp;ecirc; &amp;eacute; Gabriela?) e o (ex-barbudo, com cavanhaque [latin-lover wanna be]) Leandro Daniel (@leandronet) mostra sua predile&amp;ccedil;&amp;atilde;o por empregos extremos (de planos funer&amp;aacute;rios a &amp;ldquo;grandes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras&amp;rdquo;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/11/19/void-podcast-014-elucubracoes-percepcoes-e-desatinos/" target="_blank"&gt;Void Podcast #014 &amp;ndash; Elucubra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es e desatinos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Dessa vez, uma discuss&amp;atilde;o acalorada (sem pretens&amp;otilde;es, preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, consequ&amp;ecirc;ncias ou conclus&amp;otilde;es) sobre &amp;ldquo;os rumos&amp;rdquo; do desenvolvimento de software. Na defesa (ou seria no ataque) dos CRUD nossos de cada dia, temos: (arrobinha) Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato) e seus argumentos automotivos; Leandro Daniel (@leandronet) e seu sapiente cavanhaque arquitet&amp;ocirc;nico (latin lover [really?!]); e o orquestrador ca&amp;oacute;tico Elemar J&amp;uacute;nior (@elemarjr). Completando o time (de peso?!) de her&amp;oacute;is nessa edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, temos o Master of Coders (ou seria puppets?!) Juan Lopes (@juanplopes) em uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais que especial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/12/30/void-podcast-015-adeus-void-velho-feliz-refactoring-novo/" target="_blank"&gt;Void Podcast #015 &amp;ndash; Adeus Void velho, feliz Refactoring novo! &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;Quer&amp;iacute;amos falar sobre o fim-do-mundo, sobre o esp&amp;iacute;rito do natal, sobre bons velhinhos, loucuras, orgias e, claro, sobre a paz mundial. Mas, no fim, falamos sobre aquilo que achamos que entendemos: c&amp;oacute;digo. Com a aus&amp;ecirc;ncia percebida (por que ser&amp;aacute;?!) do (arrobinha) Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato) e seus argumentos automotivos; temos o &amp;ldquo;s&amp;aacute;bio barbudo (com cavanhaque) das montanhas&amp;rdquo; Leandro Daniel (@leandronet) e o esperan&amp;ccedil;oso/resharper-wanna-use Elemar J&amp;uacute;nior (@elemarjr) em um debate fren&amp;eacute;tico sobre o refactoring nosso de cada dia. Em um quase &amp;ldquo;essa &amp;eacute; minha vida&amp;rdquo;, falamos cruamente sobre o que fazemos e como fazemos. Um void simples, mas honesto. Pobre, mas limpinho. N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma mensagem &amp;ldquo;bonitinha&amp;rdquo; de natal. Nem mesmo uma reflex&amp;atilde;o sobre o novo ano (afinal, o mundo vai acabar).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2012/01/14/void-podcast-016-void-de-gordo/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Void Podcast #016 &amp;ndash; Void de gordo&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Dessa vez, vamos confessar (todas) as gordices nossas de cada dia. Para isso, contamos com o apoio de um grande (!?) especialista: Dudu Sales (@papodegordo) do famoso e premiado &amp;ldquo;Papo de Gordo&amp;rdquo; que honra-nos com sua not&amp;oacute;ria (!?) presen&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 1px 0px; display: inline; float: left;" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2012%2f1%2fpodcastimage_136960.gif" alt="" width="143" height="134" align="left" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, encontramos um comedido, respeitoso e (acreditem!) trollado Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato), tentando entender o universo gordo. J&amp;aacute; que, sendo o rostinho bonito que atra&amp;iacute; ouvintes ao Void, n&amp;atilde;o teve tempo (ou garfo) para viver a vida como ela &amp;eacute; nesse &amp;ldquo;mundo redondo&amp;rdquo; (ali&amp;aacute;s, fartamente representado [por enquanto] pelos nossos outros dois her&amp;oacute;is).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou&amp;ccedil;a e entenda alguns dos complexos do (agora) diab&amp;eacute;tico, (ainda) gordo, p&amp;eacute;-grande, (segundo alguns) careca, sem internet e, conforme o convidado, fudido Elemar Jr (@elemarjr) sobre os (des)confortos que apenas um &amp;ldquo;corpinho&amp;rdquo; pode proporcionar em avi&amp;otilde;es, lojas de cal&amp;ccedil;ado e outros ambientes com espelhos. Com a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o hom&amp;eacute;rica (digna de lenda) do artista revoltado (sim! agora ele fala palavr&amp;otilde;es) Leandro Daniel (@leandronet), descanse um pouco e relaxe ouvindo um Void despretensiosamente hil&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel ouvir o podcast diretamente do post (usando o player), al&amp;eacute;m disso, o Void Podcast agora est&amp;aacute; &lt;a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/void-podcast/id443186480" target="_blank"&gt;dispon&amp;iacute;vel tamb&amp;eacute;m no iTunes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixe de comentar suas opini&amp;otilde;es. &lt;img title="Wink" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_4_3_1/plugins/emotions/img/smiley-wink.gif" alt="Wink" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/xdFkaiX9uIc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:15:00 -0200</pubDate>
      <category>Podcasts</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Existe decisão arquitetural puramente técnica?</title>
      <description>&lt;p&gt;Um arquiteto nunca deve decidir sobre uma arquitetura de forma arbitr&amp;aacute;ria ou mesmo impensada. Todas as alternativas devem ser consideradas, fracionando o sistema (solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o) em elementos e rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possibilitar&amp;atilde;o o atendimento aos atributos de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alexander Wolf e Dewayne Perry definiram em um artigo intitulado &amp;ldquo;&lt;a href="http://www.isr.uci.edu/~taylor/ICS221/papers/swa-sen.pdf" target="_blank"&gt;Foundations for the Study of Software Architecture&lt;/a&gt;&amp;rdquo; o seguinte modelo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;Arquitetura = { Elementos, Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Decis&amp;otilde;es }&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;De acordo com essa defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a arquitetura de software &amp;eacute; um conjunto de elementos arquiteturais que possuem alguma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os elementos e sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o definidos por decis&amp;otilde;es tomadas para satisfazer objetivos e restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es. S&amp;atilde;o destacados tr&amp;ecirc;s tipos de elementos arquiteturais:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Elementos de processamento: s&amp;atilde;o elementos que usam ou transformam informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Elementos de dados: s&amp;atilde;o elementos que cont&amp;ecirc;m a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a ser usada e transformada; e&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Elementos de conex&amp;atilde;o: s&amp;atilde;o elementos que ligam elementos de qualquer tipo entre si.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;J&amp;aacute; a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dita as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os elementos arquiteturais. Essas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es possuem propriedades e restringem como os elementos devem interagir de forma a satisfazer os objetivos do sistema. Adicionalmente, essas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ser ponderadas de modo a indicar sua import&amp;acirc;ncia no processo de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alternativas. As rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es v&amp;atilde;o desde as interfaces tecnol&amp;oacute;gicas necess&amp;aacute;rias para comunicar dois sistemas distintos at&amp;eacute; os processos (inclusive humanos) necess&amp;aacute;rios para manter os estados desejados das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro do ciclo de neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Decis&amp;otilde;es arquiteturais&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ok, vimos at&amp;eacute; aqui que arquitetura &amp;eacute; a arte de tomar decis&amp;otilde;es inteligentes de acordo com um contexto (lembrando que contexto &amp;eacute; igual a &amp;ldquo;Elementos&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;). As decis&amp;otilde;es arquiteturais t&amp;ecirc;m, basicamente, tr&amp;ecirc;s caracter&amp;iacute;sticas que devem ser consideradas: descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, objetivos e fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por &lt;strong&gt;descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; devemos entender que se trata do que foi decidido para o sistema, podendo ser: descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um elemento, m&amp;oacute;dulo, classe, ou servi&amp;ccedil;o que existir&amp;aacute; na arquitetura, a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um elemento da arquitetura com outro, a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diversos elementos diferentes da arquitetura para formar um servi&amp;ccedil;o, ou a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um princ&amp;iacute;pio ou mais princ&amp;iacute;pios que conduzir&amp;atilde;o a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; sabido que toda decis&amp;atilde;o &amp;eacute; feita com um ou mais &lt;strong&gt;objetivos&lt;/strong&gt;. Isso posto, a segunda caracter&amp;iacute;stica trata de explicitar qual o objetivo de dada decis&amp;atilde;o, normalmente, permitindo ou restringido um conjunto de atributos de qualidade do sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, uma decis&amp;atilde;o arquitetural s&amp;oacute; pode ter sido alcan&amp;ccedil;ada em meio a alternativas com algum embasamento ou &lt;strong&gt;fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;. Por esse motivo, cabe ao arquiteto explicitar por que tal decis&amp;atilde;o foi tomada, seja por conhecimento pr&amp;eacute;vio de como satisfazer os objetivos em quest&amp;atilde;o ou pela atual decis&amp;atilde;o ter mostrado os melhores resultados em meio a uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via das alternativas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se sempre do contexto&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; comum e c&amp;ocirc;modo adotarmos&amp;nbsp; as chamadas &amp;ldquo;boas pr&amp;aacute;ticas&amp;rdquo; como uma verdade incondicional. Afinal, boas pr&amp;aacute;ticas refletem a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, t&amp;eacute;cnicas e processos utilizados com sucesso para resolver determinado problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, como vimos, toda a tomada de decis&amp;atilde;o requer, dentre outros fatores, embasamento e fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por esse fato, s&amp;oacute; podemos considerar uma pr&amp;aacute;tica como boa se ela for avaliada dentro de um contexto bem conhecido e claro, onde obtemos com a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa pr&amp;aacute;tica um retorno tang&amp;iacute;vel e eficaz. Do contr&amp;aacute;rio, aplicar uma boa pr&amp;aacute;tica -&amp;nbsp;apenas por ser um padr&amp;atilde;o de mercado - n&amp;atilde;o garantir&amp;aacute; nada a n&amp;atilde;o ser mais complexidade acrescida a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se estamos falando de contexto, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel pensar em decidir algo sem levar em conta a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (empresa, por exemplo)? Pense bem, at&amp;eacute; mesmo a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um patch de seguran&amp;ccedil;a no servidor de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma decis&amp;atilde;o meramente t&amp;eacute;cnica, pois se existe um risco do patch afetar algum &lt;em&gt;building block &lt;/em&gt;arquitetural, isso deve ser levado em conta.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Para reflex&amp;atilde;o&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Tenho visto por a&amp;iacute; muita confus&amp;atilde;o a respeito das atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e compet&amp;ecirc;ncias de um arquiteto, seja um arquiteto de sistema, arquiteto de solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, arquiteto corporativo ou qualquer outro que exista ou inventem (j&amp;aacute; que ser arquiteto est&amp;aacute; na moda, n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdade?). Gostaria de propor que o t&amp;iacute;tulo desse post fosse um auto-questionamento para voc&amp;ecirc;, arquiteto.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/2TgidDie_eY" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 09 Jan 2012 15:19:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
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    <item>
      <title>E um grande ciclo se encerra. Que comece o próximo!</title>
      <description>&lt;p&gt;Não, não falo do ano de 2011. Não sou daqueles que se emociona gratuitamente com a virada do ano novo, acreditando que tudo será diferente. Refiro-me a um ciclo muito maior, que remonta uma fase de minha vida onde exerci a profissão de consultor. Onde iniciei um blog técnico com o intuito de aprender enquanto tentava ensinar. Falo da fase onde comecei a escrever artigos técnicos e acabei me tornando editor técnico de duas revistas. Quero relembrar esse grande ciclo onde participei ativamente de comunidades técnicas, organizei eventos e até palestrei.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esse post registra minimamente os acontecimentos desse ciclo que passou.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;Muitas palestras e novas amizades&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=1325395190_megaphone_sticker.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="1325395190_megaphone_sticker" border="0" alt="1325395190_megaphone_sticker" align="left" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=1325395190_megaphone_sticker_thumb.png" width="64" height="64" /&gt;&lt;/a&gt;Sem dúvida a parte mais legal de participar de comunidades é conhecer pessoas que têm conteúdo e fazem a diferença em nossa área. Nesse ano tive a oportunidade de conhecer muita gente bacana enquanto organizava a &lt;a href="http://dnad.dotnetarchitects.net/dnad/2011/palestrantes/" target="_blank"&gt;grade de palestrantes do DNAD 2011&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Também fui convidado para fazer várias palestras, entre elas: &lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/?tag=/DNAD-2011"&gt;DNAD 2011&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/?tag=/TDC2011"&gt;TDC 2011 &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/post/QConSP-2011-Slides-da-palestra-Praticando-a-Arquitetura-Evolucionaria.aspx"&gt;QCon 2011&lt;/a&gt;. Foi o primeiro ano em que palestrei para &lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/post/Palestras-na-FIT-e-na-IFSP.aspx" target="_blank"&gt;algumas universidades&lt;/a&gt; e achei a experiência muito rica. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma coisa que apenas esbocei esse ano foi palestrar em dupla. Com o meu amigo &lt;a href="http://twitter.com/elemarjr" target="_blank"&gt;@elemarjr&lt;/a&gt; tive a chance de, por duas vezes, fazer uma palestra dividida em duas partes. Esse ano quero fazer uma palestra com ele (ou algum outro louco que tope) mas sem dividir os horários. Acho que será uma experiência no mínimo interessante. &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_9.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;h3&gt;Um ano incrível!&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconBricks.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="iconBricks" border="0" alt="iconBricks" align="left" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconBricks_thumb.png" width="64" height="64" /&gt;&lt;/a&gt;O que posso comentar sobre ter a felicidade de trabalhar a 50 metros de casa? E ainda fazendo algo que gosto muito: arquitetura de software? Ah, essa foi a grande realização do ano! E o que é melhor: agora tenho férias remuneradas!! &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-openmouthedsmile_1.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É incrível como às vezes nos prendemos a certas incertezas sem muito fundamento… E de repente, nos pegamos dizendo: porque não fiz isso antes? Pois é… C’est la vie. O ano de 2011 me trouxe o encerramento de um ciclo vitorioso (7 anos, manôlos) e o início de outro que será fantástico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Qualidade de vida é tudo, só tenho isso a dizer!! &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smilewithtongueout" alt="Smiley mostrando a língua" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smilewithtongueout.png" /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;h3&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;h3&gt;De editor técnico a editor de podcast&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconWrite.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="iconWrite" border="0" alt="iconWrite" align="left" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconWrite_thumb.png" width="64" height="64" /&gt;&lt;/a&gt;Quando comecei a escrever artigos técnicos em 2008 lembro-me muito do sentimento de colaboração sob o qual estive imbuído. De fato, eu havia entendido na época que a melhor forma de aprender seria tentando ensinar a outras pessoas. O conhecimento deve ser dividido, ou melhor dizendo, multiplicado. Foram &lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/page/artigos.aspx" target="_blank"&gt;dezenas de artigos escritos&lt;/a&gt;, e quase uma centena de outros que foram editados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Durante esse período pude conhecer muitos autores legais e consegui levar muita gente boa para escrever para a .net Magazine. Tive o prazer de trabalhar com o grande mestre &lt;a href="http://twitter.com/#!/guintherpauli" target="_blank"&gt;Guinther Pauli&lt;/a&gt;, editor geral das revistas .net Magazine e Clube Delphi. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com a mudança de emprego o trabalho como editor técnico foi revisto, e gradativamente foi substituído pelo podcast, uma nova mídia para poder colaborar e tratar de forma mais dinâmica e ágil sobre diversos assuntos (inclusive técnicos).    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;public void Podcast()&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconPodcast_1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="iconPodcast" border="0" alt="iconPodcast" align="left" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconPodcast_thumb_1.png" width="64" height="64" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/" target="_blank"&gt;Ter um podcast&lt;/a&gt; foi a única coisa que não planejei para 2011, no entanto, aconteceu. E foi muito divertido. Além de poder dar umas boas risadas e conversar sobre assuntos que gosto, ainda “ganhei de brinde” o trabalho de edição. Isso me obrigou a aprender a usar softwares de edição de áudio, o que acabou virando um hobby.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para completar essa nova fase, passei a usar um MacBook Pro, e preciso confessar que gostei muito! Até mesmo uma mudança de sistema operacional aconteceu. Que coisa!&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;h3&gt;E o que muda aqui no blog?&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconEnergy.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="iconEnergy" border="0" alt="iconEnergy" align="left" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=iconEnergy_thumb.png" width="64" height="64" /&gt;&lt;/a&gt;Na verdade, não muita coisa… a princípio. Aproveitando esse encerramento de ciclo, decidi que o blog não mais se chamará Reverb. O Reverb foi o meu blog técnico, onde escrevia apenas sobre assuntos relacionados a minha profissão (similar ao blog Distortion, onde eu postava sobre música e mais recentemente sobre cinema de animação). Foi um período muito bacana, e quero conservá-lo em minha memória com carinho. Nesses últimos 4 anos passei por muita coisa, evoluí sob muitos aspectos e o Reverb não mais comportava tudo que eu queria expressar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pretendo continuar escrevendo nesse espaço muito conteúdo técnico, mas não quero me limitar apenas a isso, quero escrever também sobre música, cinema de animação, livros (inclusive não técnicos) e sobre vários outros temas. Enfim, o blog muda refletindo as minhas próprias mudanças como pessoa. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Que comece o próximo ciclo!    &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/3yAFOVFLGag" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 03:40:19 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Pois é, responsabilidade social</title>
      <description>&lt;p&gt;Eu sei, todo esse papo do &amp;ldquo;politicamente correto&amp;rdquo; enche o saco, concordo. Parece que hoje, tudo &amp;eacute; &amp;ldquo;politicamente incorreto&amp;rdquo; n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdade? A ladainha da eco-responsabilidade tamb&amp;eacute;m parece n&amp;atilde;o ajudar muito&amp;hellip; &amp;Eacute; muita press&amp;atilde;o para for&amp;ccedil;ar uma &amp;ldquo;consci&amp;ecirc;ncia ecol&amp;oacute;gica&amp;rdquo;, sei l&amp;aacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como despertar a consci&amp;ecirc;ncia de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da natureza em uma crian&amp;ccedil;a sem que ela &lt;strong&gt;queira&lt;/strong&gt; de fato preservar a natureza porque compreende que ela &amp;eacute; algo necess&amp;aacute;ria (e n&amp;atilde;o porque todos dizem repetidamente: &amp;ldquo;o planeta est&amp;aacute; morrendo e a culpa &amp;eacute; sua!&amp;rdquo;)?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&amp;oacute; pra citar um exemplo: como &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel para algu&amp;eacute;m que n&amp;atilde;o pisa na grama (porque &amp;eacute; proibido), ou quebra um galhinho de uma planta (sem ser chamado de assassino cruel), ou subiu em uma &amp;aacute;rvore, enfim, que nunca &lt;strong&gt;experimentou&lt;/strong&gt; a natureza, sentir a necessidade de desenvolver consci&amp;ecirc;ncia ecol&amp;oacute;gica?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao inv&amp;eacute;s de vociferar todo esse papo de responsabilidade social, ecologia e meio ambiente, acho muito mais importante a pr&amp;aacute;tica no dia a dia, o exemplo &amp;eacute; algo muito poderoso e menos intrusivo (se &amp;eacute; que cabe falar dessa forma quando o assunto &amp;eacute; a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do planeta, n&amp;atilde;o mesmo?).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho a felicidade de trabalhar em uma empresa que presa muito a quest&amp;atilde;o socio-ambiental. E isso &amp;eacute; t&amp;atilde;o natural dentro da cultura da empresa que ningu&amp;eacute;m precisa ficar em momento algum &amp;ldquo;cobrando&amp;rdquo; uma atitude de responsabilidade social ou de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da natureza. As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e exemplos s&amp;atilde;o percebidos diariamente:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Nas salas de reuni&amp;atilde;o, onde todas as folhas s&amp;atilde;o de papel recicl&amp;aacute;vel e os l&amp;aacute;pis feitos com madeira de reflorestamento;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Nos bebedouros, onde podemos utilizar copos descart&amp;aacute;veis biodegrad&amp;aacute;veis;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em todas as impressoras, onde a prefer&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; por utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de papel recicl&amp;aacute;vel (salvo quando &amp;eacute; exigido papel comum);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sacolas retorn&amp;aacute;veis para todos os funcion&amp;aacute;rios;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=sacola%20retornavel.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 15px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="sacola retornavel" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=sacola%20retornavel_thumb.jpg" alt="sacola retornavel" width="217" height="260" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;No Brasil...&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;66 sacolas s&amp;atilde;o usadas por pessoa a cada m&amp;ecirc;s&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;36.000.000 sacolas s&amp;atilde;o consumidas todos os dias&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;400 anos &amp;eacute; o tempo gasto para sua decomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o natural&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o objetivo de reverter estes n&amp;uacute;meros e enxergando o caminho para a sustentabilidade como uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, estamos distribuindo a todos os funcion&amp;aacute;rios do Rabobank Brasil uma sacola retorn&amp;aacute;vel, auxiliando a reduzir o consumo de sacolas pl&amp;aacute;sticas e minimizando assim nosso impacto sobre o meio ambiente!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ter acesso a mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o tema e saber dicas de como diminuir seu consumo de sacolas visite o sita da Campanha do Minist&amp;eacute;rio do Meio Ambiente &amp;ldquo;&lt;a href="http://www.sacoeumsaco.gov.br/" target="_blank"&gt;Saco &amp;eacute; um saco&lt;/a&gt;&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011-08-29%2016.54.43_1.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 15px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="2011-08-29 16.54.43" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011-08-29%2016.54.43_thumb_1.jpg" alt="2011-08-29 16.54.43" width="260" height="200" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Nos cart&amp;otilde;es de visita dos funcion&amp;aacute;rios, que s&amp;atilde;o confeccionados utilizando papel recicl&amp;aacute;vel;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na caixinha onde os cart&amp;otilde;es de visita s&amp;atilde;o entregues, tamb&amp;eacute;m feito de papel recicl&amp;aacute;vel;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No uso de l&amp;acirc;mpadas fluorescentes;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No desligamento programado dos computadores das 21h &amp;agrave;s 6h;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o para desligamento autom&amp;aacute;tico dos monitores ap&amp;oacute;s alguns minutos sem uso;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No contrato de compra de computadores da Dell, que desenvolve equipamentos com baixo consumo de energia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No ajuste de temperatura do ar condicionado (desligamento durante a noite e aos finais de semana);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No apoio a campanhas como o &lt;a href="http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2011/" target="_blank"&gt;Papai Noel dos Correios&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;E tantas outras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;hellip;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Enfim, exemplos concretos e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es efetivas, muito melhor que bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/GKO-21BShp0" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/GKO-21BShp0/post.aspx</link>
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      <pubDate>Mon, 05 Dec 2011 22:46:00 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
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    <item>
      <title>Void Podcast: episódios #009 ao #012 disponíveis!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f11%2fVoidBanner.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/09/18/void-podcast-009-%e2%80%93-inove-me-devagar-pois-tenho-pressa/" target="_blank"&gt;Void Podcast #009 &amp;ndash; Inove-me devagar, pois tenho pressa!&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;Escute um Void do &amp;oacute;dio e com sangue nos olhos sobre early adopters, entusiastas e falsos profetas. Vamos falar sobre aqueles profissionais (bons e ruins) ansiosos por adotar as melhores tecnologias, de todos os tempos, da &amp;uacute;ltima semana. Participe do bate-papo entre o (s&amp;aacute;bio barbudo) Leandro Daniel (@leandronet) e o (revoltado?!) Elemar Jr (@elemarjr). Arrobinha (vulgo @vquaiato), n&amp;atilde;o apareceu&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/09/26/void-podcast-010-%e2%80%93-pimenta-na-complexidade-dos-outros-e-refresco/" target="_blank"&gt;Void Podcast #010 &amp;ndash; Pimenta na complexidade dos outros &amp;eacute; refresco&lt;/a&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Discutimos sobre a complexidade nossa de cada dia. H&amp;aacute; o melhor do complexo, do simples e da vaidade infinita do homem.&amp;nbsp; Participe do bate-papo acalorado entre o (professor) Leandro Daniel (@leandronet), o (filos&amp;oacute;fico) Elemar Jr (@elemarjr) e o (inventivo Fowler) Arrobinha (vulgo @vquaiato).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/10/03/void-podcast-011-prestigio-pouco-e-bobagem/" target="_parent"&gt;Void Podcast #011 &amp;ndash; Prest&amp;iacute;gio pouco &amp;eacute; bobagem!&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;Dessa vez, ou&amp;ccedil;a uma discuss&amp;atilde;o acalorada, cheia de IMHOs, sobre o (baixo) prest&amp;iacute;gio de tecnologias classudas (?!). Tudo gravado em um famoso caf&amp;eacute; que vende uma bebida chamada Java (com gosto duvidoso, segundo o Elemar), rodeada por loucos gritando para garantir a capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;aacute;udio e assustar os outros frequentadores do &amp;ldquo;estabelecimento&amp;rdquo;. Esse void foi gravado nos dias do TechEd, sob risco de explos&amp;atilde;o causada por gases (do subsolo do Center Norte, segundo o defensivo Leandro) depois de um almo&amp;ccedil;o tecno-nerd semi-vegetariano (por causa do arrobinha) e de uma visita inusitada, com fotos de prop&amp;oacute;sitos suspeitos, a uma loja de brinquedos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/11/03/void-podcast-012-saudoso-malloc/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Void Podcast #012 &amp;ndash; Saudoso malloc!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Dessa vez, ou&amp;ccedil;a uma discuss&amp;atilde;o melanc&amp;oacute;lica, cheia de saudosismo, sobre as tecnologias dos &amp;ldquo;primeiros dias&amp;rdquo;&amp;nbsp; de nossos her&amp;oacute;is. Nela, encontramos os &amp;ldquo;como era melhor no meu tempo&amp;rdquo; do (quase hacker) Leandro Daniel (@leandronet) e do (empolgado &amp;ldquo;gritante&amp;rdquo;) Elemar Jr (@elemarjr).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel ouvir o podcast diretamente do post (usando o player), al&amp;eacute;m disso, o Void Podcast agora est&amp;aacute; &lt;a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/void-podcast/id443186480" target="_blank"&gt;dispon&amp;iacute;vel tamb&amp;eacute;m no iTunes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixe de comentar suas opini&amp;otilde;es. &lt;img title="Wink" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_4_3_1/plugins/emotions/img/smiley-wink.gif" alt="Wink" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/UNqj5KAoYNc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 14 Nov 2011 10:21:00 -0200</pubDate>
      <category>Podcasts</category>
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      <title>Em 2011…</title>
      <description>&lt;p&gt;O Reverb foi assim:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=WordCloudReverb_2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="WordCloudReverb" border="0" alt="WordCloudReverb" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=WordCloudReverb_thumb_2.png" width="800" height="338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Void Podcast foi assim:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=WordCloudVoid.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="WordCloudVoid" border="0" alt="WordCloudVoid" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=WordCloudVoid_thumb.png" width="455" height="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/5wYPxNcgfSo" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:41:23 -0200</pubDate>
      <category>Off</category>
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    <item>
      <title>FIT e IFSP 2011: Slides da palestra Arquitetura (evolucionária) e o arquiteto</title>
      <description>&lt;p&gt;Segue a minha apresentação feita na 4ª Semana Integrada / Faculdade Impacta 2011 sobre Arquitetura Evolucionária e o Arquiteto de Software. A receptividade foi muito boa, fiquei surpreso com o interesse dos presentes (que lotaram a sala). Deixo aqui o meu agradecimento ao &lt;a href="http://www.emphasys.com.br" target="_blank"&gt;Roberto Baptista&lt;/a&gt; pelo convite, foi muito bacana!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Caso queira entrar em contato para tirar alguma dúvida, fique a vontade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;strong&gt;UPDATE: &lt;/strong&gt;Ontem (20/10/2011), foi a vez de falar para os alunos do IFSP. Achei muito bacana a estrutura da universidade e fiquei feliz em poder contribuir na semana de tecnologia. &lt;img title="Smile" border="0" alt="Smile" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_3_9_2/plugins/emotions/img/smiley-smile.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="width: 425px" id="__ss_9599894"&gt;&lt;strong style="margin: 12px 0px 4px; display: block"&gt;&lt;a title="FIT - Arquitetura (evolucionária) e o papel do arquiteto" href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel/fit-arquitetura-evolucionria-e-o-papel-do-arquiteto" target="_blank"&gt;FIT e IFSP - Arquitetura (evolucionária) e o papel do arquiteto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe height="355" marginheight="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/9599894" frameborder="0" width="425" marginwidth="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel" target="_blank"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/a0MNdFmmyhc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Sat, 08 Oct 2011 15:37:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <category>Palestras</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Palestras na FIT e na IFSP</title>
      <description>&lt;p&gt;Durante o m&amp;ecirc;s de outubro farei duas palestras para estudantes universit&amp;aacute;rios, falando sobre arquitetura de software e o papel do arquiteto.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Arquitetura (evolucion&amp;aacute;ria) de software e o papel do Arquiteto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A arquitetura de software pode ser definida de uma &amp;uacute;nica vez durante o desenvolvimento de um software: mas essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma boa ideia. Nessa sess&amp;atilde;o, o palestrante discorrer&amp;aacute; sobre o tema, trazendo experi&amp;ecirc;ncias pr&amp;oacute;prias e reflex&amp;otilde;es no intuito de instigar os participantes a pensarem na necessidade de utilizar uma abordagem evolucion&amp;aacute;ria no desenvolvimento de software. Desmistificando inclusive a ideia de que a arquitetura por si s&amp;oacute; &amp;eacute; uma concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o complexa e rebuscada.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Segue abaixo a agenda:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="float: left;" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f10%2ffaculdade-impacta-tecnologia.jpg" alt="" /&gt;&lt;strong&gt;4&amp;ordf; Semana Integrada / Faculdade Impacta - 3 a 7 de outubro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha palestra ser&amp;aacute;&amp;nbsp;quinta-feira (06/10/2011), &amp;agrave;s 19h30, com tempo de 1h30, sendo 1h de palestra e 30 min de argui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Endere&amp;ccedil;o:&lt;br /&gt;Unidade I (Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Col&amp;eacute;gio)&lt;br /&gt;R. Arab&amp;eacute;, 71 - Vila Clementino&lt;br /&gt;CEP 04042-070&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o Paulo - SP&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.impacta.edu.br/fit-localizacao.asp" target="_blank"&gt;Mapa com a localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="float: left;" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f10%2fIFlogo.gif" alt="" /&gt;&lt;strong&gt;Semana de Tecnologia do IFSP&amp;nbsp;- 17 e 21 de outubro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Minha palestra ser&amp;aacute; quarta-feira (19/10/2011), &amp;agrave;s 21h.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Endere&amp;ccedil;o:&lt;br /&gt;Rua Pedro Vicente, 625 - Canind&amp;eacute;&amp;nbsp;- S&amp;atilde;o Paulo - SP&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos vemos l&amp;aacute;! &lt;img title="Smile" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_3_9_2/plugins/emotions/img/smiley-smile.gif" border="0" alt="Smile" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/XiExrd1QtBY" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 03 Oct 2011 14:20:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <category>Eventos</category>
      <category>Palestras</category>
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    <item>
      <title>Tech-Ed 2011: Mais uma vez, como enviado da DevMedia!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=techedlogo.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="techedlogo" border="0" alt="techedlogo" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=techedlogo_thumb.png" width="244" height="104" /&gt;&lt;/a&gt;Graças a parceria que tenho com a DevMedia (sou Editor Técnico da revista &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=1" target="_blank"&gt;.net Magazine&lt;/a&gt; e também da &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=3" target="_blank"&gt;Clube Delphi&lt;/a&gt;) estarei no evento Tech-Ed 2011. Gostaria de deixar aqui os meus agradecimentos a Kaline Donabella do Grupo &lt;a href="http://www.devmedia.com.br" target="_blank"&gt;DevMedia&lt;/a&gt; e a Daniella da Costa (Coordenação) por viabilizarem essa oportunidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não deixe de acompanhar em tempo real os tweets que farei, na medida do possível passarei o que estará rolando no evento!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você pode me seguir aqui: &lt;a href="http://twitter.com/leandronet" target="_blank"&gt;@leandronet&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E se você vai participar do Tech-Ed, nos vemos lá! &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_8.png" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/Wq1sA5C3Pzs" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Tue, 27 Sep 2011 20:58:42 -0200</pubDate>
      <category>Eventos</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>QConSP 2011: Slides da palestra Praticando a Arquitetura Evolucionária</title>
      <description>&lt;p&gt;Segue a minha apresentação feita na QCon 2011 sobre Arquitetura Evolucionária. Caso queira entrar em contato para tirar alguma dúvida, fique a vontade.&lt;/p&gt;  &lt;div style="width: 425px" id="__ss_9208472"&gt;&lt;strong style="margin: 12px 0px 4px; display: block"&gt;&lt;a title="QConSP 2011 - Praticando a arquitetura evolucionária" href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel/qconsp-2011-praticando-a-arquitetura-evolucionria" target="_blank"&gt;QConSP 2011 - Praticando a arquitetura evolucionária&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe height="355" marginheight="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/9208472" frameborder="0" width="425" marginwidth="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel" target="_blank"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/qXMNaDdO5AM" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Sun, 11 Sep 2011 11:41:44 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <category>Palestras</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Microsoft .NET Gadgeteer</title>
      <description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f9%2fNETGadgeteer.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sabe aqueles hobbies viciantes, que basta um primeiro contato pra gente ficar doido? Pois é, usando o. NET Micro Framework e Visual Studio (ou até mesmo o Visual C # Express) podemos construir pequenos dispositivos eletrônicos com o Microsoft Gadgeteer (um conjunto de ferramentas open-source, veja que bacana) . &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O .NET Gadgeteer combina as vantagens da programação orientada a objetos, sem solda de montagem de produtos eletrônicos com um kit de periféricos. Esta poderosa combinação permite que os dispositivos embarcados sejam projetados, construídos e programados em questão de horas. Na prática, temos uma pequena &lt;em&gt;main board&lt;/em&gt; e inúmeros &lt;em&gt;devices&lt;/em&gt;, sensores, dispositivos e gadgets que podemos ligar nessa placa, combinando-os para criar dispositivos e programando em .NET. Não é demais?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segue alguns links úteis sobre o assunto:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://channel9.msdn.com/Blogs/Clint/NET-Gadgeteer"&gt;http://channel9.msdn.com/Blogs/Clint/NET-Gadgeteer&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.netmf.com/gadgeteer/"&gt;http://www.netmf.com/gadgeteer/&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://gadgeteer.codeplex.com/"&gt;http://gadgeteer.codeplex.com/&lt;/a&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f9%2fgadgeteer_example.jpg" width="604" height="378" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No final de julho desse ano, participei de uma noite muito agradável e divertida na &lt;a href="http://www.globalcode.com.br/home" target="_blank"&gt;Globalcode&lt;/a&gt; na presença do &lt;a href="http://twitter.com/vsenger" target="_blank"&gt;@vsenger&lt;/a&gt; e diversos outros camaradas para fazermos um unpacking de uma placa de Netduino. Veja nos vídeos abaixo alguns momentos.&lt;/p&gt; &lt;iframe height="300" src="http://player.vimeo.com/video/27038164?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/27038164"&gt;Globalcode - .NET MF + Netduino (Unpack) + Fun&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/leandrodaniel"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O tão aguardado momento do unpacking da placa.&lt;/p&gt; &lt;iframe height="300" src="http://player.vimeo.com/video/27037971?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/27037971"&gt;Globalcode - .NET MF + Netduino (Unpack)&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/leandrodaniel"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É ou não é um entretenimento nerd de primeira? &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_7.png" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/2bFNgBY64mA" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Tue, 06 Sep 2011 21:26:00 -0200</pubDate>
      <category>Microsoft .NET Gadgeteer</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Void Podcast: episódios #005 ao #008 disponíveis!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 15px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="VoidPodcastLogo" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=VoidPodcastLogo_thumb.png" border="0" alt="VoidPodcastLogo" width="104" height="104" align="left" /&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/07/15/void-podcast-005-nossa-maltratada-lingua-portuguesa/"&gt;&lt;strong&gt;Void Podcast #005 &amp;ndash; Nossa (maltratada) L&amp;iacute;ngua Portuguesa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Neste epis&amp;oacute;dio &amp;ndash; um dos mais desconexos com a tecnologia &amp;ndash; conversamos um pouco sobre a import&amp;acirc;ncia do bem falar e bem escrever na nossa querida l&amp;iacute;ngua portuguesa. Ser&amp;aacute; que uma boa gram&amp;aacute;tica, um bom texto, bons e-mails fazem parte dos requisitos de um profissional de TI? At&amp;eacute; que ponto escrever de forma errada est&amp;aacute; ligado com ser ou n&amp;atilde;o um bom programador? O h&amp;aacute;bito de ler &amp;ndash; livros n&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnicos principalmente &amp;ndash; &amp;eacute; algo importante, sabemos. E o que fazer para adquirir este h&amp;aacute;bito e/ou o gosto pela leitura? Como isso pode nos tornar profissionais melhores?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/07/21/void-podcast-006-mais-dias-na-vida-mais-vida-nos-dias/"&gt;Void Podcast #006 &amp;ndash; Mais dias na vida?! Mais vida nos dias&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Leandro Daniel (@leandronet), Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato, vulgo arrobinha) e Elemar J&amp;uacute;nior (@elemarjr) conversam sobre a rotina cansativa dos profissionais de TI, sobre o quanto as coisas eram mais f&amp;aacute;ceis no passado (arrobinha melanc&amp;oacute;lico?!) e, por fim, sobre o que fazem para preservar sua sa&amp;uacute;de f&amp;iacute;sica e, quem sabe, aparente sanidade mental (ser&amp;aacute;?!)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/07/30/void-podcast-007-eu-devo-sim-estou-vivendo/"&gt;Void Podcast #007 &amp;ndash; Eu devo sim, estou vivendo&amp;hellip;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nessa edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp; Leandro Daniel (@leandronet), Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato, vulgo arrobinha) e Elemar J&amp;uacute;nior (@elemarjr) confessam seus pecados e assumem escrever c&amp;oacute;digos n&amp;atilde;o t&amp;atilde;o bons. Como tentativa de reden&amp;ccedil;&amp;atilde;o, defendem mais um conceito &amp;ldquo;classudo&amp;rdquo; de nossa &amp;aacute;rea: d&amp;iacute;vida t&amp;eacute;cnica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/08/07/void-podcast-experience-001-one-minute-chicken-answers/"&gt;Void Podcast eXperience #001 &amp;ndash; One minute chicken answers&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindos ao Void Podcast eXperience. Uma linha alternativa e um tanto confusa do Void Podcast. Trata-se de uma conversa maluca, de tr&amp;ecirc;s bons amigos, sobre assuntos diversificados seguindo uma din&amp;acirc;mica bem desorientada. Escute as opini&amp;otilde;es pouco ortodoxas do s&amp;aacute;bio (barbudo) Leandro Daniel (@leandronet), o jovem gafanhoto Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato, vulgo arrobinha) e o maluco beleza Elemar J&amp;uacute;nior (@elemarjr) sobre v&amp;aacute;rios temas (alguns inteligentes, outros nem tanto).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/09/04/void-podcast-008-cada-um-no-seu-cada-um-com-um-pouco-do-cada-um-dos-outros/"&gt;Void Podcast #008 &amp;ndash; Cada um no seu cada um, com um pouco do cada um dos outros&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Escute um void inflamado sobre &amp;hellip; mercado. Vamos falar sobre profissionais, empresas e as respectivas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Participe do bate-papo entre o (barbudo) Leandro Daniel (@leandronet), o quase-formal (?!) Vin&amp;iacute;cius Quaiato (@vquaiato) e o (calvo, segundo os caluniosos) Elemar Jr (@elemarjr).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O voidpodcast teve um hiato for&amp;ccedil;ado. Muitos eventos, compromissos, palestras e computadores estragados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse tempo, tomamos a liberdade de ir n&amp;atilde;o agregar valor em outros lugares da podosfera. Participamos do DatabaseCast, atendendo um convite gentil (ou seria hostil) do Mauro Pichiliani e Wagner Crivelini (Acreditem, DBAs assumidos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; interessado em ouvir o resultado dessa mistura, &lt;a href="http://imasters.com.br/artigo/21943/banco-de-dados/databasecast-14-o-banco-de-dados-na-arquitetura"&gt;v&amp;aacute; l&amp;aacute; e escute&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute;&amp;nbsp;poss&amp;iacute;vel ouvir o podcast diretamente do post (usando o player), al&amp;eacute;m disso, o Void Podcast agora est&amp;aacute; &lt;a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/void-podcast/id443186480" target="_blank"&gt;dispon&amp;iacute;vel tamb&amp;eacute;m no iTunes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixe de comentar suas opini&amp;otilde;es. &lt;img class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" style="border-style: none;" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_6.png" alt="Alegre" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/Eotv3kD2Nqw" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 05 Sep 2011 09:39:00 -0200</pubDate>
      <category>Podcasts</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Content Metamodel Overview: referência rápida para arquitetos</title>
      <description>&lt;p&gt;O &lt;a href="http://www.opengroup.org/togaf/" target="_blank"&gt;TOGAF&lt;/a&gt; pode oferecer uma s&amp;eacute;rie de direcionamentos, ferramentas&amp;nbsp;e pr&amp;aacute;ticas interessantes para um arquiteto de TI desenvolver seu trabalho em uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diagrama abaixo (dispon&amp;iacute;vel publicamente &lt;a href="http://pubs.opengroup.org/architecture/togaf9-doc/arch/chap33.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;) nos d&amp;aacute; um boa vis&amp;atilde;o das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relevantes durante o processo de defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma arquitetura. Ele tamb&amp;eacute;m aponta os artefatos gerados pelo trabalho do arquiteto (por artefato, entendam: padr&amp;otilde;es, guias, especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, contratos arquiteturais etc., e n&amp;atilde;o somente documentos Word sem utilidade, por favor).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f8%2fTOGAF_ContentMetamodel.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tra&amp;ccedil;ando um paralelo com o meu &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Refletindo-sobre-funcoes-e-niveis-de-arquitetura-em-uma-empresa.aspx"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, podemos ver um perfeito casamento entre os n&amp;iacute;veis e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es para um arquiteto dentro de uma empresa e as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es apontadas no diagrama. Note que as &amp;aacute;reas de intersec&amp;ccedil;&amp;atilde;o (&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Refletindo-sobre-funcoes-e-niveis-de-arquitetura-em-uma-empresa.aspx"&gt;diagrama do post anterior&lt;/a&gt;) entre os tipos de arquiteto representam as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comuns e os pontos de contato e colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses skills.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Experimente checar cada item do diagrama acima e constatar quais dessas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es fazem parte dos insumos utilizados em uma tomada de decis&amp;atilde;o no seu cotidiano. &amp;Eacute; um exerc&amp;iacute;cio r&amp;aacute;pido e que pode ser &amp;uacute;til para melhorar a forma como voc&amp;ecirc; colabora com o time e a empresa. &lt;img title="Wink" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_3_9_2/plugins/emotions/img/smiley-wink.gif" border="0" alt="Wink" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para aprofundar em cada conceito relatado no diagrama, consulte aqui o &lt;a href="http://www.opengroup.org/togaf/" target="_blank"&gt;TOGAF&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/bSkEVCcp2Mc" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/bSkEVCcp2Mc/post.aspx</link>
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      <pubDate>Wed, 31 Aug 2011 15:49:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Refletindo sobre funções e níveis de arquitetura em uma empresa</title>
      <description>&lt;p&gt;Em Junho de 2007,&amp;nbsp;o &lt;a href="http://www.iasahome.org" target="_blank"&gt;IASA&lt;/a&gt; (Global IT Architects Association), estudou&amp;nbsp;diferentes tipos de arquitetos de variados setores da ind&amp;uacute;stria para&amp;nbsp;chegar a uma s&amp;eacute;rie de&amp;nbsp;recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais para as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de um&amp;nbsp;arquiteto de TI dentro de uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o &lt;a href="http://www.iasahome.org" target="_blank"&gt;IASA&lt;/a&gt;, o estudo possibilitou a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 4 fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es para um arquiteto, ilustradas na figura a seguir:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f8%2fArchitectRoles.png" alt="" width="417" height="473" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Arquiteto corporativo&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A miss&amp;atilde;o para um arquiteto corporativo (com foco em&amp;nbsp;IT) consiste em apoiar a estrat&amp;eacute;gia de neg&amp;oacute;cio da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o com&amp;nbsp;solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tecnologia&amp;nbsp;e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O arquiteto corporativo, ou grupo de arquitetos corporativos, deve ser respons&amp;aacute;vel pela estrat&amp;eacute;gia global sobre as capacidades de TI, bem como para garantir que a arquitetura de TI&amp;nbsp;seja rent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; esperado que esse profissional tenha&amp;nbsp;profundo conhecimento&amp;nbsp;do neg&amp;oacute;cio da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de compet&amp;ecirc;ncias de:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;lideran&amp;ccedil;a e capacidade de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;experi&amp;ecirc;ncia em governan&amp;ccedil;a, economia e gerenciamento de projetos; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;conhecimento em arquitetura corporativa e modelagem de neg&amp;oacute;cios.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Arquiteto de neg&amp;oacute;cios&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de arquiteto trabalha muito pr&amp;oacute;ximo&amp;nbsp;ao neg&amp;oacute;cio e entende detalhadamente como funciona a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eles&amp;nbsp;est&amp;atilde;o presentes&amp;nbsp;na modelagem de processos da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e d&amp;atilde;o suporte na&amp;nbsp;defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de arquiteturas, realizando a an&amp;aacute;lise de requisitos&amp;nbsp;de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es novas ou existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; esperado que esse profissional tenha&amp;nbsp;profundo conhecimento&amp;nbsp;do neg&amp;oacute;cio da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de compet&amp;ecirc;ncias de:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;lideran&amp;ccedil;a e capacidade de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;experi&amp;ecirc;ncia em governan&amp;ccedil;a, economia e gerenciamento de projetos; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;conhecimento em arquitetura corporativa e modelagem de neg&amp;oacute;cios.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Arquiteto de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Arquitetos de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;ecirc;m responsabilidade especial para servi&amp;ccedil;os e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de reusabilidade. Eles alinham novas solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os princ&amp;iacute;pios&amp;nbsp;arquiteturais definidos em uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as relaciona&amp;nbsp;com foco em integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eles equilibram&amp;nbsp;os requisitos funcionais e n&amp;atilde;o-funcionais de acordo com as prioridades da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; esperado que esse profissional tenha:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;amplo conhecimento t&amp;eacute;cnico (geral);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;profundos conhecimentos em&amp;nbsp;infra-estrutura, modelos de dados, orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o a servi&amp;ccedil;o; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;boa compreens&amp;atilde;o da arquitetura corporativa.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Arquiteto de software&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O arquiteto de software trabalha com&amp;nbsp;a estrutura&amp;nbsp;e o design de sistemas de software.&amp;nbsp;O foco para o arquiteto de software &amp;eacute; principalmente o projeto atual, enquanto o arquiteto de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es tem um foco mais amplo, ligado a pol&amp;iacute;ticas e regulamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; esperado que esse profissional tenha profundos conhecimentos em programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, frameworks, padr&amp;otilde;es e modelagem t&amp;eacute;cnica.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Outros tipos de "arquiteto de TI"&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Como vimos, cada organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; requerer algum dos arquitetos descritos, ou em alguns casos, todos. Embora a arquitetura dentro de TI seja uma fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais do que necess&amp;aacute;ria, a forma e os limites de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um arquiteto podem diferir dependendo do contexto, n&amp;atilde;o havendo em muitos dos casos um consenso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; tive conhecimento de pessoas atuando&amp;nbsp;com o cargo (ou papel)&amp;nbsp;de:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Arquiteto de Sistemas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Arquiteto de Dados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Arquiteto SOA&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Arquiteto de Infraestrutura&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;entre outras...&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; ouvi muitas hist&amp;oacute;rias sobre arquitetura compartilhada, embora nunca tenha presenciado um cen&amp;aacute;rio desse tipo funcionando a contento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todavia, o importante em&amp;nbsp;tudo isso &amp;eacute; entender que:&amp;nbsp;A arquitetura &amp;eacute; uma atividade presente no desenvolvimento de qualquer software, ainda que ela seja negligenciada (afinal, mesmo sem pensar em uma arquitetura, o software depois de constru&amp;iacute;do possuir&amp;aacute; uma, certo?).&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Agora &amp;eacute; com voc&amp;ecirc;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Isso posto, refletindo&amp;nbsp;sobre a&amp;nbsp;empresa&amp;nbsp;onde&amp;nbsp;voc&amp;ecirc; trabalha, quais tipos de arquiteto s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios? E se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o enxerga utilidade nesses papeis, por favor, exponha nos coment&amp;aacute;rios suas raz&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/TI2QjA_vmPw" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 15:28:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Palestra de arquitetura no QCon 2011!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://qconsp.com/" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f8%2fqcon2011banner.png" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estarei presente na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste ano da QCon, evento organizado pela &lt;a href="http://www.caelum.com.br" target="_blank"&gt;Caelum&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.infoq.com/br/" target="_blank"&gt;InfoQ&lt;/a&gt;. O QCon aborda n&amp;atilde;o apenas uma &amp;uacute;nica tecnologia ou aspecto: passa de Java, .NET, Rails, Arquitetura, Linguagens Funcionais, Mobile, Enterprise Agile Transformation, Pr&amp;aacute;ticas de Engenharia &amp;Aacute;gil e outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A convite do organizador da trilha ".NET e as arquiteturas modernas", &lt;a href="http://twitter.com/vquaiato" target="_blank"&gt;@vquaiato&lt;/a&gt;, darei continuidade no assunto "Arquitetura Evolucion&amp;aacute;ria", dessa vez mostrando como pratic&amp;aacute;-la dentro do desenvolvimento na plataforma .NET. Veja abaixo a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da trilha:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;A plataforma .NET j&amp;aacute; n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais uma promessa: &amp;eacute; uma realidade. Mais e mais aplicativos, sistemas e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o constru&amp;iacute;dos utilizando-a. A da necessidade de softwares e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es cada vez mais inovadoras e competitivas tem impulsionado arquitetos e desenvolvedores a buscarem alternativas e diferenciais na forma como o softwares s&amp;atilde;o constru&amp;iacute;dos e pensados. Hoje s&amp;atilde;o poss&amp;iacute;veis resultados que h&amp;aacute; algum tempo estavam apenas no futuro: processamento paralelo, distribu&amp;iacute;do e escal&amp;aacute;vel de maneira financeiramente aceit&amp;aacute;vel; constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es ass&amp;iacute;ncronas na pr&amp;oacute;pria linguagem; m&amp;uacute;ltiplas linguagens e tecnologias em uma mesma plataforma; desenvolvimento web de forma simples e com qualidade. Veremos aqui tecnologias, problemas e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possibilitam a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es robustas, inovadoras e eficientes na plataforma .NET&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O evento conta com in&amp;uacute;meros palestrantes nacionais e internacionais, &lt;a href="http://qconsp.com/palestrantes" target="_blank"&gt;confira aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos vemos l&amp;aacute;! &lt;img title="Smile" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_3_9_2/plugins/emotions/img/smiley-smile.gif" border="0" alt="Smile" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/OyXKh5lWtec" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Tue, 23 Aug 2011 09:41:00 -0200</pubDate>
      <category>Eventos</category>
      <category>Palestras</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>TDC 2011 Florianópolis: Slides da palestra Entendendo a Arquitetura Evolucionária</title>
      <description>&lt;p&gt;Segue a minha apresentação feita no TDC 2011 Florianópolis (The Developer’s Conference 2011) sobre Arquitetura Evolucionária. Caso queira entrar em contato para tirar alguma dúvida, fique a vontade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na edição Florianópolis tive a chance de fazer a palestra completa sobre o tema &amp;quot;Arquitetura Evolucionária&amp;quot;. Fiquei muito feliz com a receptividade do pessoal, a sala estava cheia, e palestrar junto com o @elemarjr, @drspockbr, @vsenger e @scaphe foi uma tremenda responsabilidade (só feras). &lt;img title="Smile" border="0" alt="Smile" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_3_9_2/plugins/emotions/img/smiley-smile.gif" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Oportunamente, deixo aqui meu agradecimento ao @drspockbr, @yarasenger e @vsenger pela oportunidade! Obrigado mesmo!&lt;/p&gt;  &lt;div style="width: 425px" id="__ss_8938737"&gt;&lt;strong style="margin: 12px 0px 4px; display: block"&gt;&lt;a title="TDC 2011 (Florianópolis) - Entendendo a Arquitetura Evolucionária" href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel/tdc-2011-florianpolis-entendendo-a-arquitetura-evolucionria" target="_blank"&gt;TDC 2011 (Florianópolis) - Entendendo a Arquitetura Evolucionária&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe height="355" marginheight="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8938737" frameborder="0" width="425" marginwidth="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel" target="_blank"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/bR6YdAmhxvw" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 22 Aug 2011 20:00:00 -0200</pubDate>
      <category>Arquitetura</category>
      <category>Palestras</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>O mito de Sísifo no desenvolvimento de software</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=sisifo.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="sisifo" border="0" alt="sisifo" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=sisifo_thumb.jpg" width="137" height="204" /&gt;&lt;/a&gt;Oriundo da mitologia grega, a história de Sísifo foi recontada em um ensaio do filósofo Albert Camus, em 1942. Sísifo era considerado o mais astuto dos mortais, contudo, por enganar os deuses foi castigado a realizar, por toda a eternidade, uma tarefa repetitiva e sem sentido. Ele foi condenado a rolar uma grande pedra de mármore com suas mãos até o cume de uma montanha, sendo que toda vez que ele estava quase alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida por meio de uma força irresistível. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No ensaio de Camus, ele utiliza o Mito de Sísifo para elaborar uma metáfora sobre a vida moderna. Veja, nas palavras de Camus, o resultado (que considerou fazer parte de um absurdo do homem): “O operário de hoje trabalha todos os dias em sua vida, faz as mesmas tarefas. Esse destino não é menos absurdo, mas é trágico quando em apenas nos raros momentos ele se torna consciente”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Voltemos aos dias atuais, distantes e supostamente menos sofridos que os tempos descritos no Mito de Sísifo. Imaginando o dia a dia prático de um profissional de TI. Quais responsabilidades e obrigações são inerentes ao trabalho entregue no final de um projeto por um desenvolvedor? Quanto custa para a empresa um software que não segue as orientações de boas práticas de desenvolvimento? Qual a dificuldade que outros desenvolvedores terão em manter um sistema escrito às pressas, sem testes e com vários bugs? Será, que quando escrevemos nosso código, temos em mente essas questões todas? Ou melhor, será que nos importamos com elas, de verdade? Uma boa analogia, quando pensamos nessas dúvidas, é imaginar todos os problemas decorrentes de negligência como dívidas técnicas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma &lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/07/30/void-podcast-007-eu-devo-sim-estou-vivendo/" target="_blank"&gt;dívida técnica&lt;/a&gt; (do inglês, “Technical Debt”) muitas vezes traduzida para Débito Técnico, é uma metáfora criada por Ward Cunningham para descrever uma situação onde o time decide optar por uma maneira mais rápida e menos correta de se criar um software ou um pedaço de um algoritmo para que ele possa ser entregue mais cedo. Normalmente os motivos são: pressão do cliente, tempo escasso, falta de capital, falta de conhecimento, pouca experiência entre outros. Estas dívidas, assim como as dos bancos, possuem juros, isso que significa que se não forem pagas logo, podem se acumular e causar grandes transtornos em longo prazo. E o mais interessante, é que muitas vezes reclamamos de nosso trabalho, achando-o repetitivo e sem sentido, mas não nos damos conta de que temos uma boa parcela de culpa. Criamos os meios para que a dificuldade experimentada no cotidiano seja alimentada permanentemente. Como Sísifo, tentamos remendar o sistema, adiar ao máximo a escrita de testes, nos esforçar para que “um trabalho” (sem objetivo claro) seja realizado em prol do software, para no final, tudo parecer retornar à estaca zero.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você, leitor, está dando os primeiros passos como desenvolvedor, atente-se para uma grande notícia: Tens todas as ferramentas necessárias para trilhar um caminho completamente diferente. Como? Darei algumas dicas a seguir:   &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Procure participar ativamente de comunidades de desenvolvedores que tenham a ver com as tecnologias que você deseja estudar. Isso lhe trará não só o benefício de trocar boas experiências na prática de desenvolvimento de software como também, e talvez mais importante, observar quais são os erros mais comuns e quais as soluções dadas. O importante, claro, é sempre manter um olhar crítico sobre tudo que você apreende de uma comunidade, aprendendo gradativamente a separar o bom do mau conteúdo.     &lt;br /&gt;• Existem inúmeros livros que tratam sobre boas práticas de desenvolvimento de software. É importante tentar extrair de desenvolvedores mais experientes quais livros eles leem para aprimorar suas técnicas. Isso não é difícil, bastando em muitos dos casos navegar pelos blogs técnicos existentes.      &lt;br /&gt;• Participar de grupos de estudo, como por exemplo, no formato “Coding Dojo” certamente será muito enriquecedor para ampliar as técnicas de programação. Um Coding Dojo é um encontro onde um grupo de programadores se reúne para trabalhar em conjunto em um desafio de programação. Eles estão lá para se descontraírem, e, através de uma metodologia pragmática, melhorar suas habilidades de programação e de trabalho em grupo.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Termino aqui, esperando que o Mito de Sísifo tenha lhe despertado o interesse pela busca incessante pela excelência que nós, desenvolvedores de software, devemos objetivar cada vez que repousamos nossas mãos em cima do teclado. Codifique sempre de forma limpa, evite criar “pedras” que serão carregadas repetidamente em um trabalho sem sentido.     &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/htjj5DMUT_4" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/htjj5DMUT_4/post.aspx</link>
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      <pubDate>Mon, 08 Aug 2011 21:01:47 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>TDC2011 Floripa está chegando!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a style="text-decoration: none;" href="http://www.thedevelopersconference.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img style="border: none;" title=" The Developers Conference 2011, um evento organizado pela Globalcode" src="http://www.leandrodaniel.com/themes/lod3/img/banner-TDC2011-600x75.png" alt=" The Developers Conference 2011, um evento organizado pela Globalcode" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; com grande prazer que anuncio que minha palestra foi aceita na trilha de arquitetura do TDC 2011 Florian&amp;oacute;polis&amp;nbsp;coordenada pelo Alberto Lemos (&lt;a href="http://twitter.com/drspockbr" target="_blank"&gt;Dr. Spock&lt;/a&gt;, do universo Java, rap&amp;aacute;!).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TDC2011 S&amp;atilde;o Paulo foi um enorme sucesso, e a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Florian&amp;oacute;polis promete repetir a dose. O TDC 2011 &amp;eacute; um evento organizado pela &lt;a href="http://www.globalcode.com.br" target="_blank"&gt;Globalcode&lt;/a&gt;&amp;nbsp;sob o comando do competente e empolgante casal &lt;a href="http://twitter.com/vsenger" target="_blank"&gt;Vinicius Senger&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://twitter.com/yarasenger" target="_blank"&gt;Yara Senger&lt;/a&gt; (s&amp;eacute;rio, voc&amp;ecirc; os conhece e fica empolgado com qualquer coisa que eles realizam na comunidade t&amp;eacute;cnica).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Farei uma palestra sobre Arquitetura Evolucion&amp;aacute;ria, onde procurarei explorar mais o tema junto com os congressistas presentes. Ser&amp;aacute; bastante divertido! :)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja abaixo a localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do evento e outras informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;20 e 21 de Agosto de 2011&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Das 8:30 &amp;agrave;s 18:30 h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Universidade Est&amp;aacute;cio de S&amp;aacute;&lt;br /&gt;Av. Leoberto Leal, 431 CEP 88117-001&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; - SC&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:informacoes@thedevelopersconference.com.br"&gt;&lt;span style="color: #2970a6;"&gt;informacoes@thedevelopersconference.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos vemos l&amp;aacute;!&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/ec0haorPD7c" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/ec0haorPD7c/post.aspx</link>
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      <pubDate>Tue, 02 Aug 2011 14:39:00 -0200</pubDate>
      <category>Eventos</category>
      <category>Palestras</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Mestres do non sequitur e outros tipos perniciosos – Parte 6</title>
      <description>&lt;p&gt;Se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o leu os posts anteriores da s&amp;eacute;rie, fa&amp;ccedil;a agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-2.aspx"&gt;Parte 1 - Introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-2.aspx"&gt;Parte 2 - Fal&amp;aacute;cia no estilo &amp;ldquo;bichinhos de Deus&amp;rdquo;&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-3.aspx"&gt;Parte 3 - Fal&amp;aacute;cia no estilo &amp;ldquo;bullshit&amp;rdquo;&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-&amp;ndash;-Parte-4.aspx"&gt;Parte 4 - Fal&amp;aacute;cia no estilo &amp;ldquo;early adopter&amp;rdquo;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-&amp;ndash;-Parte-5.aspx"&gt;Parte 5 - Fal&amp;aacute;cia no estilo "hey, meu sobrenome &amp;eacute; pol&amp;ecirc;mica"&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Fal&amp;aacute;cia no estilo &amp;ldquo;non sequitur&amp;rdquo;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Esta fal&amp;aacute;cia deriva da confus&amp;atilde;o entre condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficiente e condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria. O argumentador apresenta pelo menos duas proposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;atilde;o podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Em tais casos as proposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser contr&amp;aacute;rias ou contradit&amp;oacute;rias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Seek &amp;amp; Destroy&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Mostre que, mesmo sendo as premissas verdadeiras, a conclus&amp;atilde;o pode ser falsa. Em geral basta mostrar que uma proposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser consequ&amp;ecirc;ncia de outra coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mostre que a conclus&amp;atilde;o pode ser falsa mesmo que as as premissas sejam verdadeiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parta de uma das afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es e use-a como uma premissa para mostrar que a outra &amp;eacute; falsa.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/7-Ad4iauvZY" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/7-Ad4iauvZY/post.aspx</link>
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      <pubDate>Mon, 01 Aug 2011 10:18:00 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Mestres do non sequitur e outros tipos perniciosos – Parte 5</title>
      <description>&lt;p&gt;Se você não leu os posts anteriores da série, faça agora.&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-2.aspx"&gt;Parte 1 - Introdução&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-2.aspx"&gt;Parte 2 - Falácia no estilo “bichinhos de Deus”&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-3.aspx"&gt;Parte 3 - Falácia no estilo “bullshit”&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-&amp;ndash;-Parte-4.aspx"&gt;Parte 4 - Falácia no estilo “early adopter”&lt;/a&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Falácia no estilo “hey, meu sobrenome é polêmica”&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;A definição que mais gosto para a palavra “polêmica” é:&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Disputa amigável mas acalorada.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Ou seja, é uma oportunidade rica para confrontar ideias, expor novas visões sobre algum tema, enfim, &lt;strong&gt;produzir conteúdo relevante&lt;/strong&gt;. O problema, é quando usa-se da polêmica para criar argumentos falaciosos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um bom exemplo é a introdução de um &lt;strong&gt;falso dilema&lt;/strong&gt; num debate. Funciona da seguinte forma: A pessoa coloca um número limitado de opções (na maioria dos casos apenas duas), quando de fato existem mais. O falso dilema é um uso ilegítimo do operador &amp;quot;ou&amp;quot;. Como, por exemplo, na frase “Utilize a tecnologia &lt;em&gt;xyz&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;OU&lt;/strong&gt; você ficará ultrapassado.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outra forma engenhosa de gerar polêmica falaciosa é o &lt;strong&gt;apelo à ignorância&lt;/strong&gt;. Nesse caso, os argumentos concluem que algo é verdadeiro por não se ter provado que é falso, ou conclui que algo é falso porque não se provou que é verdadeiro.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há ainda a possibilidade do interlocutor se valer de uma &lt;strong&gt;pergunta complexa&lt;/strong&gt; onde dois tópicos sem relação, ou de relação duvidosa, são conjugados e tratados como uma única proposição.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;Seek &amp;amp; Destroy&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;Dois exercícios para identificar e matar esse tipo de falácia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Identifique as opções dadas e mostre (de preferência com um exemplo) que há pelo menos uma opção adicional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Identifique as duas proposições conectadas e mostre que acreditar numa não implica acreditar na outra.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/56gye_Bfd9o" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/56gye_Bfd9o/post.aspx</link>
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      <pubDate>Thu, 14 Jul 2011 11:05:33 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Mestres do non sequitur e outros tipos perniciosos – Parte 4</title>
      <description>&lt;p&gt;Se você não leu os posts anteriores da série, faça agora.&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-2.aspx"&gt;Parte 1 - Introdução&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-2.aspx"&gt;Parte 2 - Falácia no estilo “bichinhos de Deus”&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-%E2%80%93-Parte-3.aspx"&gt;Parte 3 - Falácia no estilo “bullshit”&lt;/a&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Falácia no estilo “early adopter”&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Inovador-ou-early-adopter.aspx"&gt;Early adopters&lt;/a&gt; são usuários que rapidamente adotam novas tecnologias, baseado no impulso inicial de pessoas inovadoras (leia &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Inovador-ou-early-adopter.aspx"&gt;post explicativo aqui&lt;/a&gt;). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dentro da comunidade de TI, os early adopters são pessoas de grande destaque e capacidade de influência. Por adotarem antecipadamente uma tecnologia (ferramenta, plataforma, arquitetura, linguagens de programação etc), os EA têm um curto espaço de tempo para sedimentar conceitos. Exatamente aí reside o problema, pois a falácia pode nascer de um raciocínio indutivo, de uma generalização precipitada ou ainda de uma amostra limitada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O raciocínio indutivo consiste em inferir das propriedades de uma amostra para as propriedades de um elemento não pertencente à amostra ou para as propriedades da população como um todo. Todo&amp;#160; raciocínio indutivo depende da semelhança entre a amostra e a população. Quanto maior for a semelhança entre a amostra e a população como um todo, maior confiabilidade terá a inferência indutiva. Por outro lado, se a amostra tiver diferenças relevantes face à população, então a inferência indutiva não será confiável. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não foram raras as vezes que li em blogs técnicos falácias oriundas de generalização precipitada. Frases de efeito como: &amp;quot;ORMs farão desenvolvedores nunca mais se preocuparem com queries!&amp;quot;, &amp;quot;SOA morreu!&amp;quot;, &amp;quot;Bancos de dados relacional são malignos!&amp;quot; - entre outras - são falácias resultantes de generalização precipitada.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;   &lt;br /&gt;Seek &amp;amp; Destroy&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;Para matar esse tipo de falácia, basta expor os dados em falta e mostrar que eles mudam a conclusão do argumento indutivo. Outra maneira seria identificar as dimensões da amostra e a população em questão e depois mostrar que a amostra é insuficiente. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/wGavvGky6wY" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/wGavvGky6wY/post.aspx</link>
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      <pubDate>Wed, 13 Jul 2011 14:40:09 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
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    <item>
      <title>Mestres do non sequitur e outros tipos perniciosos – Parte 3</title>
      <description>&lt;p&gt;Se você não leu os posts anteriores da série, faça agora.&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-&amp;ndash;-Parte-2.aspx"&gt;Parte 1 - Introdução&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-&amp;ndash;-Parte-2.aspx"&gt;Parte 2 - Falácia no estilo “bichinhos de Deus”&lt;/a&gt;       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;h3&gt;Falácia no estilo “bullshit”&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;É comum nos valermos de definições para tornar os nossos conceitos mais claros. Uma definição deve expor com exatidão o significado de alguma coisa. Assim sendo, o interlocutor deve colocar uma definição de maneira breve e clara, e o receptor deve ser capaz de aplicá-la a situações concretas sem ajuda exterior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por exemplo, se definirmos o que significa “arquitetura”, o receptor deve ser capaz de aplicar a definição assertivamente. Caso o receptor falhe ao definir “arquitetura” e aplique o conceito a objetos que não façam parte dessa definição, então a definição é falha. Lembrem-se: “Definições não são argumentos, mas definições incorretas, por vezes tendenciosas, são muitas vezes incluídas em argumentos, tornando-os falaciosos.”.   &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Seek &amp;amp; Destroy&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;Identifique o termos que estão sendo definidos, em seguida, identifique as condições da definição. Procure um objeto que preencha as condições da conclusão mas que obviamente não seja uma instância do termo a definir. Pronto, você quebrou a falácia!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Contudo, fique atento, pois existem outros tipos de falácia que se encaixam nesse estilo. A falácia pode ser pouco clara, ou se valer de argumentos restritos, e no pior dos casos ser contraditória.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/W-C2FXLPCLI" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/W-C2FXLPCLI/post.aspx</link>
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      <pubDate>Tue, 12 Jul 2011 09:41:00 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Mestres do non sequitur e outros tipos perniciosos – Parte 2</title>
      <description>&lt;p&gt;Se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o leu o post anterior da s&amp;eacute;rie, &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/post/Mestres-do-non-sequitur-e-outros-tipos-perniciosos-&amp;ndash;-Parte-1.aspx"&gt;fa&amp;ccedil;a agora&lt;/a&gt;. Continuando, veremos o primeiro tipo de fal&amp;aacute;cia.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Fal&amp;aacute;cia no estilo &amp;ldquo;bichinho de Deus&amp;rdquo;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;bichinho de Deus&amp;rdquo; foi evocada em uma conversa com o &lt;a href="http://twitter.com/mantov" target="_blank"&gt;@mantov&lt;/a&gt;, onde lembr&amp;aacute;vamos da inf&amp;acirc;ncia vivida em Minas Gerais. Situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o: uma crian&amp;ccedil;a brincando com algum inseto, geralmente uma joaninha ou algum outro bem indefeso,&amp;nbsp;a&amp;iacute; vem um idoso (quase sempre) e diz: &amp;ldquo;N&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;a isso menino, &amp;eacute; bichinho de Deus! Deus castiga se voc&amp;ecirc; judiar!&amp;rdquo;. &amp;Eacute; o famoso &lt;strong&gt;apelo a piedade&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algu&amp;eacute;m que solta fal&amp;aacute;cias usando esse estilo se vale de um estado de lam&amp;uacute;ria para conseguir a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem est&amp;aacute; ouvindo (ou lendo). Em tempos de twitter, seria a fal&amp;aacute;cia oriunda de #mimimis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;span class="hps" title="Click for alternate translations"&gt;&lt;br /&gt;Identify&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Click for alternate translations"&gt;&amp;amp;&lt;/span&gt; &lt;span class="hps" title="Click for alternate translations"&gt;help&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Como vimos, n&amp;atilde;o &amp;eacute; bacana judiar dos "bichinhos de Deus", ent&amp;atilde;o o mais correto seria&amp;nbsp;identifcar a proposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o apelo &amp;agrave; autoridade e&amp;nbsp;argumentar que o estado lastimoso do&amp;nbsp;interlocutor nada tem a ver com a verdade da proposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/fDETXKWoMc0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 11 Jul 2011 13:42:00 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>TDC 2011: Slides da Lightning Talk sobre Arquitetura Evolucionária</title>
      <description>&lt;p&gt;Segue a minha apresentação feita no&lt;strong&gt;&amp;#160;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://thedevelopersconference.com.br/#geral" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;TDC 2011&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;#160;&lt;/strong&gt;(The Developer’s Conference 2011) sobre Arquitetura Evolucionária. Caso queira entrar em contato para tirar alguma dúvida, &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/contact.aspx"&gt;fique a vontade&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Oportunamente, deixo aqui meu agradecimento ao &lt;a href="http://twitter.com/andrediasbr" target="_blank"&gt;@andrediasbr&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://twitter.com/yarasenger" target="_blank"&gt;@yarasenger&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://twitter.com/vsenger" target="_blank"&gt;@vsenger&lt;/a&gt; pela oportunidade! Valeu! &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-openmouthedsmile.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="width: 425px" id="__ss_8544377"&gt;&lt;strong style="margin: 12px 0px 4px; display: block"&gt;&lt;a title="TDC 2011 - Arquitetura Evolucionária faz sentido?" href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel/tdc-2011-arquitetura-evolucionria-faz-sentido" target="_blank"&gt;TDC 2011 - Arquitetura Evolucionária faz sentido?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe height="355" marginheight="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8544377" frameborder="0" width="425" marginwidth="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel" target="_blank"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/g3XfkhS3KB0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Sat, 09 Jul 2011 09:18:11 -0200</pubDate>
      <category>Palestras</category>
      <category>Arquitetura</category>
      <dc:publisher>ldaniel</dc:publisher>
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    <item>
      <title>Void Podcast: episódios #003 e #004 disponíveis!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/06/28/void-podcast-003-eventos-de-ti/" target="_blank"&gt;&lt;img style="background-image: none; margin: 0px 15px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="VoidPodcastLogo" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=VoidPodcastLogo_thumb.png" border="0" alt="VoidPodcastLogo" width="104" height="104" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Void Podcast #003 &amp;ndash; Eventos de TI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Nesse Void Podcast: Elemar Jr, Leandro Daniel e Vin&amp;iacute;cius Quaiato (vulgo arrobinha) discutem suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es, aspira&amp;ccedil;&amp;otilde;es e expectativas sobre eventos t&amp;eacute;cnicos e seus bastidores. Um pouco de utopia, beirando a inoc&amp;ecirc;ncia, sobre como deveriam ser esses eventos. Al&amp;eacute;m disso, uma an&amp;aacute;lise pouco imparcial de palestrantes e p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/07/05/void-podcast-004-frameworks-corporativos/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Void Podcast #004 &amp;ndash; Frameworks Corporativos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Nesse Void Podcast: Leandro Daniel (&lt;a href="http://twitter.com/leandronet" target="_blank"&gt;@leandronet&lt;/a&gt;) e Elemar J&amp;uacute;nior (&lt;a href="http://twitter.com/leandronet" target="_blank"&gt;@elemarjr&lt;/a&gt;) discutem suas defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es, decep&amp;ccedil;&amp;otilde;es, desejos e aspira&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os pol&amp;ecirc;micos Frameworks corporativos. Para muitos, uma &amp;ldquo;praga&amp;rdquo; corporativa. Para outros, um mal necess&amp;aacute;rio. Para poucos, uma #CoisaLindaDeDeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute;&amp;nbsp;poss&amp;iacute;vel ouvir o podcast diretamente do post (usando o player), al&amp;eacute;m disso, o Void Podcast agora est&amp;aacute; &lt;a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/void-podcast/id443186480" target="_blank"&gt;dispon&amp;iacute;vel tamb&amp;eacute;m no iTunes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixe de comentar suas opini&amp;otilde;es. &lt;img class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" style="border-style: none;" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_6.png" alt="Alegre" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/XERgTVj1lA0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Thu, 07 Jul 2011 13:05:00 -0200</pubDate>
      <category>Podcasts</category>
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    <item>
      <title>Mestres do non sequitur e outros tipos perniciosos – Parte 1</title>
      <description>&lt;p&gt;Essa s&amp;eacute;rie de posts tamb&amp;eacute;m poderia ter o t&amp;iacute;tulo &amp;ldquo;Identificando fal&amp;aacute;cias e a personalidade de quem as profere&amp;rdquo;, ou ainda, num tom mais pitoresco, &amp;ldquo;Pimenta na fal&amp;aacute;cia dos outros &amp;eacute; refresco&amp;rdquo;. Mas utilizar a express&amp;atilde;o &amp;ldquo;non sequitur&amp;rdquo; vai mais ao encontro com a maioria das fal&amp;aacute;cias t&amp;eacute;cnicas que escuto e leio por a&amp;iacute;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;Non sequi-o-qu&amp;ecirc;?!?&amp;rdquo;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Sabe aqueles pais que v&amp;ecirc;em o filho, ainda crian&amp;ccedil;a, brincando com o conjunto de qu&amp;iacute;mica, misturando frascos, e diz: &amp;ldquo;Ah, meu filho quando crescer ser&amp;aacute; um grande qu&amp;iacute;mico!&amp;rdquo;, e a&amp;iacute; a crian&amp;ccedil;a vira um adulto e acaba se tornando bartender, misturando um monte de frascos de bebidas? Pois &amp;eacute;... &amp;ldquo;non sequitur&amp;rdquo; &amp;eacute; aquela fal&amp;aacute;cia l&amp;oacute;gica, onde pressupomos a partir de duas afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es verdadeiras, que uma terceira &amp;eacute; verdadeira, enquanto que na realidade ela &amp;eacute; falsa. O termo &amp;ldquo;non sequitur&amp;rdquo; significa literalmente "n&amp;atilde;o se segue que". Veja o exemplo a seguir, onde analisamos o resultado de uma partida de futebol:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Se jogarmos bem, ganhamos. Ora, ganhamos. Logo, jogamos bem!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As duas primeiras premissas s&amp;atilde;o verdadeiras. Contudo, afirmar que &amp;ldquo;jogamos bem&amp;rdquo; em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas premissas pode ser irreal, j&amp;aacute; que&amp;nbsp; poderia ter ocorrido do time que venceu ter jogado mal e os advers&amp;aacute;rios pior ainda. A falha nesse tipo de fal&amp;aacute;cia est&amp;aacute; em relacionar um resultado como conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia de duas premissas, quando na verdade &amp;eacute; algo independente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;Analisando diversos tipos de fal&amp;aacute;cias atrav&amp;eacute;s do estilo dos interlocutores&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Considero muito perniciosas as fal&amp;aacute;cias no meio t&amp;eacute;cnico (TI), pois com a quantidade de assuntos que temos que entender &amp;agrave;s vezes &amp;eacute; imposs&amp;iacute;vel estudar a fundo tudo que precisamos. Temos que recorrer, em alguns casos, a opini&amp;atilde;o de outras pessoas que tiveram a oportunidade de estudar um assunto de nosso interesse, e de alguma forma elaborarmos a nossa pr&amp;oacute;pria opini&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felizmente, identificar a personalidade de mentes falaciosas n&amp;atilde;o &amp;eacute; algo imposs&amp;iacute;vel. De fato, essas pessoas se comportam de forma bem caracter&amp;iacute;stica, de acordo com o estilo de fal&amp;aacute;cia que elas dizem. E sendo a fal&amp;aacute;cia, em grande parte, um equivoco l&amp;oacute;gico, muitas pessoas n&amp;atilde;o as dizem de m&amp;aacute; f&amp;eacute;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em posts futuros faremos, com bom humor, um passeio pelos tipos de fal&amp;aacute;cia mais comuns. &lt;img title="Smile" src="http://www.leandrodaniel.com/editors/tiny_mce_3_3_9_2/plugins/emotions/img/smiley-smile.gif" border="0" alt="Smile" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/FbNbjo4Tid0" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/FbNbjo4Tid0/post.aspx</link>
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      <pubDate>Thu, 07 Jul 2011 09:56:00 -0200</pubDate>
      <category>Reverberando</category>
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    <item>
      <title>TDC2011 está chegando</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://theDevelopersConference.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img style="float: left; margin-right: 10px" alt="" src="http://reverb.leandrodaniel.com/image.axd?picture=2011%2f6%2ftdc.png" /&gt;&lt;/a&gt;Entre os dias 6 e 10 de julho acontecerá em São Paulo o &lt;a href="http://theDevelopersConference.com.br"&gt;TDC 2011 &lt;/a&gt;(The Developer's Conference). Esse ano o evento contará com 30 trilhas com mais de 200 palestras! Fui convidado para fazer uma Lightning Talk sobre Arquitetura Evolucionária na trilha de ALM. :)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Veja abaixo a localização do evento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;De 6 a 10 de Julho de 2011&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Horário&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Das 8:30 às 18:30 h&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Universidade Anhembi Morumbi&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rua Casa do Ator, 275&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Itaim Bibi, São Paulo - SP&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informações&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:informacoes@thedevelopersconference.com.br"&gt;informacoes@thedevelopersconference.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nos vemos lá!&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/oRSf62CKR1Y" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/oRSf62CKR1Y/post.aspx</link>
      <comments>http://reverb.leandrodaniel.com/post/TDC2011-esta-chegando.aspx#comment</comments>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:57:00 -0200</pubDate>
      <category>Eventos</category>
      <category>Palestras</category>
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    <item>
      <title>Void Podcast: segundo episódio no ar!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=VoidPodcastLogo.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="VoidPodcastLogo" border="0" alt="VoidPodcastLogo" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=VoidPodcastLogo_thumb.png" width="104" height="104" /&gt;&lt;/a&gt;Nesse episódio, conversamos sobre comunidades – importância, comportamento dos integrantes – e outras coisas. Além disso, contamos, pela primeira vez, com a ilustre participação do arrobinha (vulgo &lt;a href="http://twitter.com/vquaiato"&gt;@vquaiato&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Atendendo a pedidos, é possível ouvir o podcast diretamente do post (usando o player), além disso, o Void Podcast agora está &lt;a href="http://itunes.apple.com/br/podcast/void-podcast/id443186480" target="_blank"&gt;disponível também no iTunes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você está procurando por algumas risadas e comentários estranhos, acesse o &lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/06/12/void-podcast-002a-al-comunidade/" target="_blank"&gt;Episódio #002 do Void Podcast: Alô comunidade!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não deixe de comentar suas opiniões. &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_6.png" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/uT67r9tVVW0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 13 Jun 2011 10:52:40 -0200</pubDate>
      <category>Podcasts</category>
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    <item>
      <title>DNAD 2011–Veja algumas fotos</title>
      <description>&lt;p&gt;Veja algumas fotos do evento clicando na imagem abaixo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://cid-682bb4abc622d264.skydrive.live.com/redir.aspx?page=play&amp;amp;resid=682BB4ABC622D264!461" target="_blank"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Fotos DNAD11" border="0" alt="Fotos DNAD11" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=Fotos%20DNAD11.png" width="600" height="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/KAyAa6ZL9JU" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:27:39 -0200</pubDate>
      <category>.net Magazine</category>
      <category>Eventos</category>
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    <item>
      <title>DNAD 2011–Veja alguns vídeos</title>
      <description>&lt;p&gt;A organização do &lt;a href="http://dnad.dotnetarchitects.net/dnad/2011/" target="_blank"&gt;#DNAD11&lt;/a&gt; disponibilizará todas as palestras no site do &lt;a href="http://dotnetarchitects.net/" target="_blank"&gt;grupo .Net Architects&lt;/a&gt;. Enquanto isso, você pode conferir alguns momentos que capturei durante o evento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No DNAD11 tivemos uma infraestrutura que comportava todos os participantes em um ambiente agradável para que discussões sobre arquitetura e tecnologia fossem realizadas nos intervalos das palestras ou nos Open Spaces. Realmente fantástico! &lt;/p&gt; &lt;iframe height="300" src="http://player.vimeo.com/video/24725923?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/24725923"&gt;#DNAD11 - Dia 2 - Coffee e muita discussão sobre arquitetura&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/leandrodaniel"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;@guilhermecaelum numa Lightning Talk super dinâmica e com vários momentos engraçados. &lt;/p&gt; &lt;iframe height="300" src="http://player.vimeo.com/video/24688615?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/24688615"&gt;#DNAD11 - Dia 1 - Concentração antes do evento&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/leandrodaniel"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O evento nem havia começado e o auditório já estava quase lotado. Comunidade em peso, pessoas vindas de vários estados do Brasil!&lt;/p&gt; &lt;iframe height="300" src="http://player.vimeo.com/video/24689133?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/24689133"&gt;#DNAD11 - Dia 2 - Lightning Talks&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/leandrodaniel"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos grandes momentos do evento, na minha opinião: @&lt;a href="http://twitter.com/guilhermecaelum" target="_blank"&gt;guilhermecaelum&lt;/a&gt; e @&lt;a href="http://twitter.com/kumpera" target="_blank"&gt;kumpera&lt;/a&gt; brincando no Dojo promovido pelo @&lt;a href="http://twitter.com/juanPlopes" target="_blank"&gt;juanplopes&lt;/a&gt; durante o Open Spaces do DNAD.&lt;/p&gt; &lt;iframe height="300" src="http://player.vimeo.com/video/24687319?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/24687319"&gt;Coding Dojo DNAD11&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user2557055"&gt;vinicius quaiato&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/JvbMVdganPE" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/JvbMVdganPE/post.aspx</link>
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      <pubDate>Mon, 06 Jun 2011 15:03:49 -0200</pubDate>
      <category>Vídeos</category>
      <category>.Net Architects</category>
      <category>Eventos</category>
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    <item>
      <title>DNAD 2011: Minha palestra sobre Arquitetura Evolucionária</title>
      <description>&lt;p&gt;Segue a minha apresentação feita no &lt;strong&gt;.Net Architects Days 2011&lt;/strong&gt; sobre Arquitetura Evolucionária. Caso queira entrar em contato para tirar alguma dúvida, &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/contact.aspx"&gt;fique a vontade&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Espero que todos tenham gostado. &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_5.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="width: 425px" id="__ss_8223042"&gt;&lt;strong style="margin: 12px 0px 4px; display: block"&gt;&lt;a title="DNAD11 - Examinando a Arquitetura Evolucionária" href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel/dnad11-examinando-a-arquitetura-evolucionria"&gt;DNAD11 - Examinando a Arquitetura Evolucionária&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object id="__sse8223042" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=02-leandrodaniel-arquiteturaevolucionria-110606094544-phpapp02&amp;amp;stripped_title=dnad11-examinando-a-arquitetura-evolucionria&amp;amp;userName=leandrodaniel" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed name="__sse8223042" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=02-leandrodaniel-arquiteturaevolucionria-110606094544-phpapp02&amp;amp;stripped_title=dnad11-examinando-a-arquitetura-evolucionria&amp;amp;userName=leandrodaniel" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/leandrodaniel"&gt;Leandro Daniel&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;Em breve colocarei mais material do DNAD 2011 aqui no Reverb.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/LMnylcyLY3o" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/LMnylcyLY3o/post.aspx</link>
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      <pubDate>Mon, 06 Jun 2011 11:54:08 -0200</pubDate>
      <category>.Net Architects</category>
      <category>Palestras</category>
      <category>Arquitetura</category>
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    <item>
      <title>Void Podcast está no ar!</title>
      <description>&lt;p&gt;A ideia desse podcast nasceu em uma das reuniões online para acerto de nossa palestra no DNAD. Nosso desejo é poder envolver mais pessoas nas nossas discussões. O nome “Void” é uma referência direta ao tipo com mesmo nome presente em muitas linguagens populares.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No Void Podcast, Quaiato (&lt;a href="http://twitter.com/vquaiato"&gt;@vquaiato&lt;/a&gt;), Leandro Dainel (&lt;a href="http://twitter.com/leandronet"&gt;@leandronet&lt;/a&gt;) e Elemar Jr.(&lt;a href="http://twitter.com/elemarjr"&gt;@elemarjr&lt;/a&gt;) falam sobre tudo um pouco: de arquitetura de software a futebol, de boas práticas até manias nerds. Ou seja, um bom papo entre amigos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O primeiro episódio já está no ar, &lt;a href="http://voidpodcast.com/2011/05/29/void-podcast-1aquecimento-dnad-discutindo-arquitetura-evolucionria/" target="_blank"&gt;“VoidPodcast #001: O que é arquitetura (evolucionária) de software?&amp;quot;&lt;/a&gt;. Confira o resumo abaixo:     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;a href="http://voidpodcast.wordpress.com/2011/05/29/void-podcast-1aquecimento-dnad-discutindo-arquitetura-evolucionria/" target="_blank"&gt;Nessa edição&lt;/a&gt;, &lt;b&gt;&lt;i&gt;Elemar Jr&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Leandro Daniel &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;tentam responder uma questão (quase) existencial: &lt;b&gt;&lt;i&gt;Afinal, O que é arquitetura de software&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;? &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Entenda o que é arquitetura; Entenda as vantagens de uma abordagem evolucionária; Alimente suas neuroses quanto à arquitetura compartilhada; Perceba associações malucas de tudo isso com mitologia grega, Estatística e Termodinâmica; E veja que filhos são bons… mas…&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Acesse, escute, comente, colabore. Se tudo der certo, comentaremos todos os feedbacks e responderemos o que for possível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você pode assinar o &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/VoidPodcast" target="_blank"&gt;feed&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://voidpodcast.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Void Podcast&lt;/a&gt; e acompanhar as novidades pelo &lt;a href="http://twitter.com/voidpodcast" target="_blank"&gt;Twitter (@voidpodcast)&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Void!&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/ItTrb8dSyyw" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/ItTrb8dSyyw/post.aspx</link>
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      <pubDate>Mon, 30 May 2011 20:08:21 -0200</pubDate>
      <category>Podcasts</category>
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    <item>
      <title>Lightning talk de Design Emergente na InfoQ</title>
      <description>&lt;p&gt;Acaba de ser publicado no site &lt;a href="http://www.infoq.com/br/presentations/dnad-lightning-leandro" target="_blank"&gt;InfoQ&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.infoq.com/br/presentations/dnad-lightning-leandro" target="_blank"&gt;esta lightning talk&lt;/a&gt; que fiz no DNAD10. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Foi uma experiência muito bacana, pois a apresentação foi no formato conhecido como &lt;em&gt;ignite&lt;/em&gt;. Se quiser me ver passando aperto, é só conferir o vídeo na InfoQ. &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-smile_4.png" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.infoq.com/br/presentations/dnad-lightning-leandro"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="infoQueuelogo" border="0" alt="infoQueuelogo" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=infoQueuelogo.gif" width="140" height="44" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Leandro Daniel se baseia numa série de artigos de Neal Ford, que tratam da arquitetura evolucionária, para nos falar a respeito da quebra de velhos paradigmas (como Waterfall e &amp;quot;Big Design Up Front&amp;quot;), através do design emergente (idéia trazida pelos agilistas), além da utilização de métricas e testes. &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/eSgbcPcprrI" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/lodreverb/~3/eSgbcPcprrI/post.aspx</link>
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      <category>Palestras</category>
      <category>.Net Architects</category>
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    <item>
      <title>Expansão e novas publicações da DevMedia</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=logoweb03.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 20px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="logoweb03" border="0" alt="logoweb03" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=logoweb03_thumb.png" width="177" height="68" /&gt;&lt;/a&gt;Ano passado o portal &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/" target="_blank"&gt;DevMedia&lt;/a&gt; passou a integrar o grupo Web-03, juntamente com os portais &lt;a href="http://www.linhadecodigo.com.br" target="_blank"&gt;Linha de Código&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.javafree.org" target="_blank"&gt;JavaFree.org&lt;/a&gt;. Com isso, o grupo Web-03 passou a deter um conteúdo impressionante, veja a seguir um pouquinho sobre cada portal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.javafree.org" target="_blank"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 20px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="logojavafree" border="0" alt="logojavafree" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=logojavafree.png" width="168" height="43" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.javafree.org" target="_blank"&gt;JavaFree&lt;/a&gt; é um dos maiores sites de Java do Brasil. Seu fórum possui mais de 170.000 mensagens postadas. Diariamente ele é atualizado com as principais notícias da área de tecnologia. 25 mil usuários visitam o site todos os dias, somando 2,5 milhões de page-views por mês.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.linhadecodigo.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 20px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="logolinhadecodigo" border="0" alt="logolinhadecodigo" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=logolinhadecodigo.png" width="169" height="70" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O &lt;a href="http://www.linhadecodigo.com.br" target="_blank"&gt;Linha de Código&lt;/a&gt; é um site de conteúdo técnico especializado nas ferramentas de desenvolvimento da Microsoft. Atualizado diariamente com artigos, vídeo-aulas e notícias o site é considerado uma referência entre os desenvolvedores .NET. Existem cerca de 8000 posts publicados que levam 15 mil usuários a visita-lo todos os dias, gerando 3 milhões de page-views por mês.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.devmedia.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 20px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="devmedia" border="0" alt="devmedia" align="left" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=devmedia.png" width="181" height="37" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.devmedia.com.br" target="_blank"&gt;DevMedia&lt;/a&gt; é o maior portal para desenvolvedores de software em língua portuguesa. O site é atualizado diariamente com artigos, vídeo-aulas, notícias e ainda possui serviços como divulgação de vagas de emprego e um fórum com mais de 350 mil mensagens. Atualmente o site possui mais de 16 mil posts. Todos os dias cerca de 24 mil desenvolvedores visitam o site, somando mensalmente 4,5 milhões de page-views.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Além da fusão, a DevMedia lançou novas publicações nos últimos 12 meses. São elas: &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=59" target="_blank"&gt;Easy .net Magazine&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=61" target="_blank"&gt;Easy Java Magazine&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=62" target="_blank"&gt;Infra Magazine&lt;/a&gt;. Faço parte do time da DevMedia desde o início de 2009, escrevendo artigos para a &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/page/artigos.aspx"&gt;.net Magazine&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://www.leandrodaniel.com/page/artigos.aspx"&gt;Easy .net Magazine&lt;/a&gt; além de trabalhar como Editor Técnico da .net Magazine e mais recentemente da &lt;a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=3" target="_blank"&gt;ClubeDelphi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É uma grande satisfação poder colaborar com a comunidade de desenvolvimento de software através do grupo DevMedia. Se você ainda não conhecia, vale a pena pesquisar os portais aqui mencionados, pois temos grandes autores e pessoas interessadas em tecnologia participando ativamente em todos esses espaços.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/LpfFIFEftDc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Sat, 30 Apr 2011 21:04:32 -0200</pubDate>
      <category>Informativo</category>
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      <title>#Guitar, #Boss, #M-Audio e #Vaio</title>
      <description>&lt;p&gt;Afinal, feriadão é pra descansar, né? &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile" alt="Smiley piscando" src="http://www.leandrodaniel.com/image.axd?picture=wlEmoticon-winkingsmile.png" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;iframe class="twitvid-player" title="Twitvid video player" height="360" src="http://www.twitvid.com/embed.php?guid=UZMNO&amp;amp;autoplay=0" frameborder="0" width="480" type="text/html"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/lodreverb/~4/bnHhKAHAdo8" height="1" width="1"/&gt;</description>
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      <pubDate>Thu, 21 Apr 2011 14:57:46 -0200</pubDate>
      <category>Distortion</category>
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