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	<title>defenestrado</title>
	
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>Diários de Vampiro (A série)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:12:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por incrível que pareça eu comecei a assistir a série Diários de Vampiro (traduzido no SBT para Diários de um Vampiro). Aqui temos o mesmo fenômeno que encontramos na década de 70 com o primeiro longa metragem de Star Trek. Na época, Guerra nas Estrelas fez um sucesso fenomenal nas telonas e a concorrência correu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por incrível que pareça eu comecei a assistir a série <strong>Diários de Vampiro</strong> (traduzido no <strong>SBT</strong> para <strong>Diários de um Vampiro</strong>). Aqui temos o mesmo fenômeno que encontramos na década de 70 com o primeiro longa metragem de <strong>Star Trek</strong>. Na época,<strong> Guerra nas Estrelas</strong> fez um sucesso fenomenal nas telonas e a concorrência correu atrás de algo que fosse na mesma linha e pudesse abocanhar um pouco da fama criada pela história de <strong>George Lucas</strong>. Porém, neste caso específico, o sucesso foi trazido pelos filmes baseados nos livros de <strong>Stephenie Meyer</strong>. <strong>Crepúsculo </strong>nos apresentava uma galera formada por <strong>Vampiro</strong>s emos que brilhavam no sol. Contradizendo tudo que <strong>Anne Rice </strong>escreveu (querendo ou não a mulher delineou tudo que se escreveu sobre o tema depois dela) os <strong>Vampiros</strong> se transformaram em seres bacanas e amorosos, esquecendo um pouco a fama de predadores da noite.</p>
<p>Para morder um pouco dessa fama (não resisti ao trocadilho) foram atrás da série de livros escrita por <strong>Lisa Jane Smith</strong> e cuja trilogia principal foi publicada em 1991. Porém, o formato escolhido para explorar a história foi de uma série de TV. Admito que tive muita curiosidade em ler os livros, pois geralmente são melhores do que as adaptações para TV ou cinema, mas desta vez me enganei. Os livros de <strong>Lisa Jane Smith </strong>começam bacanas apresentando os personagens e seus dramas pessoais. A série original, composta pelos três primeiros livros (<strong>O Despertar</strong>, <strong>O Confronto</strong>, <strong>A Fúria</strong>) apresenta uma história fechada, muito bem construída, levando em consideração o clima de romance. Porém, no quarto volume a história se perde. Foi uma tentativa de voltar à história original ressuscitando um personagem importante que tinha morrido ao final da história. Tudo fica muito confuso e a história perde o foco. Assim como na série de <strong>Stephenie Meyer</strong> o livro é direcionado para adolescentes e o drama e o romance são mais evidentes do que o suspense e o terror.  Depois do início da série de TV a autora iniciou a produção de uma nova trilogia. Mais três livros já foram lançados e um quarto está em produção.</p>
<p>Depois da experiência com os livros decidi que não valia a pena assistir a série, pois achava a trama fraca. Em sua estréia até dei uma olhada nos primeiros episódios, mas já conhecia a história e poderia achar tudo muito chato. Aliás, estou tendo este problema ao ler o primeiro volume das <strong>Crônicas de Gelo e Fogo &#8211; Guerra dos Tronos</strong>. Já tinha assistido a minissérie da <strong>HBO</strong> e praticamente já sei o fim da história. Mas, voltando ao tema deste texto, um belo dia meu irmão chegou com as duas primeiras temporadas de <strong>Diários de Vampiro</strong> em DVD. Como ele estava assistindo decidi dar uma nova chance a série. E não me arrependi. A produção aproveita a espinha dorsal criada por <strong>Lisa Jane Smith</strong>, mas a história possui diferenças gritantes e todo o enredo caminhou para um desenvolvimento de longa duração que não possui ligação nenhuma com os livros. Felizmente, a série de TV possui um argumento mil vezes melhor do que a série literária.</p>
<p>Na TV toda a trama é trazida para uma única cidade. Nada de<strong> Vampiros</strong> criados na Europa. <strong>Elena </strong>tem mais profundidade, suas amigas possuem personalidades bem diferentes, a história flui com reviravoltas a cada 5 episódios e foi criada uma mitologia longa que não existe nos livros. Coisas que são bacanas na TV: Os lobisomens são mais brutos; <strong>Stefan</strong> não é um bundão afeminado, sendo que seu lado negro é muito mais ultrajante do que de seu irmão; bruxas são poderosas e podem bater de frente com os seres sobrenaturais; os caçadores de <strong>vampiro</strong> são mais organizados; os <strong>Vampiros</strong> conhecidos como <strong>Originais</strong> são muito bacanas; <strong>Damon</strong> tem um senso de humor ferino, tonando as histórias bem mais interessantes; e a continuidade não trata o espectador como adolescente. </p>
<p>Embora seja uma produção voltada para um público jovem, <strong>Diários de Vampiro</strong> trazem um enredo bem construído, personagens fortes, mistérios que está me fazendo roer as unhas (afinal de contas, o que está escondido dentro do caixão lacrado?), ação e bom humor. Tudo que precisamos para garantir um bom entretenimento na televisão. O único ponto negativo da série no Brasil foi à escolha dos dubladores de alguns personagens. Em um país que se orgulha da indústria de dublagem o trabalho aqui é uma bela porcaria.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/vampire-diaries.jpg" rel="lightbox[1836]" title="vampire-diaries"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/vampire-diaries.jpg" alt="" title="vampire-diaries" width="627" height="448" class="aligncenter size-full wp-image-1838" /></a></p>
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		<title>Within Temptation – The Unforgiving</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demorei muito para escrever este texto. Minha mente não conseguia se decidir se gostava ou não deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fà do Within Temptation. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temática gótica e dark. O mais bacana é que a banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorei muito para escrever este texto. Minha mente não conseguia se decidir se gostava ou não deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fà do <strong>Within Temptation</strong>. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temática gótica e dark. O mais bacana é que a banda possuía apenas um vocal feminino. Nada dos vocais guturais para dar uma contrapartida à suavidade da voz feminina. A voz de <strong>Sharon den Adel</strong> era perfeita. A moçoila cantava basicamente em falsete utilizando muito vibrato. Acho que era interessante porque era diferente. Ela não tentava copiar o vocal operístico do <strong>Nightwish</strong> como 90% das bancas com vocais femininos. <strong>Mother Earth</strong> (2001), por exemplo, é uma obra prima de melodia e emoção. Mas, algo mudou.</p>
<p>No penúltimo disco da banda, o bacana <strong>The Heart of Everything</strong> (2007), algo já estava acontecendo. O disco estava mais pesado, os vocais mais tradicionais e quase toda a carga de emoção e clima onírico havia desaparecido. Juro que foi uma das poucas vezes que me assustei com a mudança drastica de uma banda. Depois disso veio um disco acústico (<strong>An Acoustic Night at the Theatre</strong>) onde existia uma música bônus chamada <strong>Utopia</strong>. A música é muito legal, mas é totalmente diferente de tudo que a banda já havia feito. Um primeiro alarme já tocou em minha mente com o aviso de que o <strong>Within Temptation </strong>estava no mesmo caminho que havia destruído várias ótimas bandas europeias: a americanização de sua música.</p>
<p>Sim meus amigos. O mercado americano é o mais forte do mundo, e para entrar lá a sua música tem que seguir os moldes do país ianque. <strong>Nightwish</strong> e <strong>Lacuna Coil</strong>  passaram por isso e eu simplesmente abandonei as bandas. Agora pode ser a vez no <strong>Within Temptation</strong>. O novo disco lançado em 2011, <strong>The Unforgiving</strong>, pode ser definido secamente com apenas uma palavra. Ele é POP. As guitarras desapareceram, varias batidas eletrônicas foram adicionadas, a voz de <strong>Sharon den Adel</strong> está esganiçada e as músicas estão com refrãos bem comerciais, daqueles que não desgrudam de sua cabeça. Isso torna o disco ruim? Claro que não, mas eu consumia o <strong>Within Temptation</strong> por causa do diferencial. Se eles vão soar como qualquer outra banda americana com vocal feminino então não preciso mais comprar os seus discos. Aliás, este é um fenômeno interessante. Toda essa onda de metal e rock pesado com vocal feminino começou na Europa. Depois apareceu o <strong>Evanescence</strong> sem nenhum tipo de novidade e vendeu milhões de cópias. Agora todas as bandas que foram pioneiras querem parecer com o <strong>Evanescence</strong>. Vai entender.</p>
<p>O disco possui 12 músicas que, do ponto de vista da composição, são muito parecidas. A bateria e o teclado se destacam muito, deixando a guitarra fica em segundo plano. O contrabaixo, como de costume, é praticamente inaudível. Uma nova característica aqui é a maior quantidade de solos de guitarra no meio das músicas. Nos discos anteriores isso era mais raro. Destaques óbvios são a segunda música <strong>Shot In The Dark</strong> que começa com uma batidinha eletrônica irritante, mas depois melhora muito. Em seguida temos a pedrada  <strong>In The Middle Of The Night</strong> que faz você cantar junto o refrão. Também temos <strong>Faster,</strong> a música que se tornou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uy_UmgjXGk8">vídeo clipe deste disco</a>. Porém, a música mais comercial, e ao mesmo tempo a mais rápida do disco, é <strong>Iron</strong> onde podemos destacar um ótimo trabalho da bateria. Logo depois temos a música <strong>Sinéad</strong> que poderia muito bem ter sido gravada pela <strong>Avril Lavigne</strong>. Sério mesmo, pode tocar em qualquer <strong>FM</strong> do Brasil sem problema. Finalizando a seleção te melhores músicas temos <strong>Lost</strong> que é uma última suspiro de sobrevivência do antigo estilo da banda. Está é, com certeza, a melhor música do disco.</p>
<p>Embora seja um disco comercial ao extremo e não lembre absolutamente em nada o estilo que tornou a banca famosa, este disco não pode ser classificado como ruim. Dentro de sua proposta ele é bem sucedido. Já vi muita resenha pela internet babando o ovo sobre a produção, mas a maioria é de moleques que devem ter começado a ouvir rock com o <strong>Evanescence</strong> e outras bandas americanas. Ai fica fácil gostar do disco.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" rel="lightbox[1829]" title="within temptation"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" alt="" title="within temptation" width="500" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-1830" /></a></p>
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		<title>Missão Impossível 4 – Protocolo Fantasma</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que não me dava esse luxo. Chegando lá fiquei dividido entre Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma e Os Imortais. Como o filme épico grego está recebendo centenas de críticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que não me dava esse luxo. Chegando lá fiquei dividido entre <strong>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> e <strong>Os Imortais</strong>. Como o filme épico grego está recebendo centenas de críticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei me decidindo pelo quarto filme da franquia baseada na série de TV. E não me arrependi. O filme está dentro do patamar que encontramos nas edições anteriores. Aliás, tirando o segundo episódio, os outros mantiveram um ótimo nível de qualidade no roteiro. Temos ação, perseguições, acrobacias impossíveis, equipamentos tecnológicos surpreendentes e momentos de tensão.</p>
<p>O filme começa com nosso protagonista <strong>Ethan Hunt</strong> (<strong>Tom Cruise</strong>) encarcerado em uma prisão russa. Neste momento os agentes <strong>Benji Dunn</strong> (<strong>Simon Pegg</strong>) e <strong>Jane Carter</strong> (<strong>Paula Patton</strong>) aparecem para tirá-lo da cadeia e entregar sua nova missão. O mundo está ameaçado por um maluco de codinome <strong>Cobalto</strong> (<strong>Kurt Hendricks</strong>) que acredita que uma guerra nuclear é o próximo passo para a evolução da humanidade. A missão é se infiltrar no <strong>Kremlin</strong> e conseguir informações sobre o indivíduo. Mas, tudo se complica e o prédio acaba indo pelos ares. Agora, <strong>Hunt</strong> foi culpado pela explosão e o governo retirou todo o apoio a sua equipe. Só resta a eles, juntamente com o agente <strong>William Brandt</strong> (<strong>Jeremy Renner</strong>) deter o maluco e impedir a 3º Guerra mundial.</p>
<p>Como todo grande filme de ação, a produção tem seus altos e baixos. As perseguições são muito legais e os aparatos tecnológicos bem criativos. Ponto para a equipe de efeitos especiais que conseguiu criar a maioria dos equipamentos com uma veracidade surpreendente. Todas as lutas também foram muito bem coreografadas e a interpretação dos atores está dentro de um patamar aceitável. Eu só achei que a escolha da protagonista feminina foi mal feita. Tudo bem que <strong>Jane Carter</strong> é até competente, e bonita também, mas a vilã <strong>Sabine Moreau</strong> (<strong>Léa Seydoux</strong>) foi uma escolha bem mais feliz do que a protagonista. Eu acho que neste ponto poderíamos ter uma inversão de papéis sem problema algum. </p>
<p>O ponto baixo da trama foram as explicações sobre o que aconteceu com a mulher de <strong>Ethan Hunt</strong>. Como bem lembramos, no terceiro filme da série o nosso herói estava para se casar, sendo que este pequeno probleminha foi o combustível que moveu a história. Neste quarto filme a continuidade não deu muita atenção para isso e tivemos um momento de água fria quando foi explicado o que aconteceu. <strong>Missão Impossível</strong> tem que ser adrenalina do começo ao fim, mas é apenas um pequeno deslize.</p>
<p><strong>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> não é um filme perfeito e nem vai fazer você se emocionar. São 130 minutos de correria e explosões. Vai servir perfeitamente para desligar um pouco o cérebro e passar alguns momentos divertidos. Só por isso já vale a pena.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missão-impossível-protocolo-fantasma-1.jpg" rel="lightbox[1823]" title="missão-impossível-protocolo-fantasma-1"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missão-impossível-protocolo-fantasma-1.jpg" alt="" title="missão-impossível-protocolo-fantasma-1" width="500" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1824" /></a></p>
<p>P.S. embora eu já saiba disso, vale a pena sempre dizer que o Cine ArcoIris de Presidente Prudente é um dos piores cinemas do mundo, tanto no som quando na qualidade de imagem. Fica o recado.</p>
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		<title>Crazy, Stupid, Love (Amor a Toda Prova)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blu-Ray Disc]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu adoro comédias bem construídas. Por isso que ando assistindo poucas coisas dentro desta categoria. A maior parte das comédias é voltada para um humor pastelão ou situações bizarras. Por isso é muito gratificante encontrar um filme bacana vindo da terra do Tio Sam. Quando sentei para assistir este Crazy, Stupid, Love (traduzido como Amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adoro comédias bem construídas. Por isso que ando assistindo poucas coisas dentro desta categoria. A maior parte das comédias é voltada para um humor pastelão ou situações bizarras. Por isso é muito gratificante encontrar um filme bacana vindo da terra do <strong>Tio Sam</strong>. Quando sentei para assistir este <strong>Crazy, Stupid, Love</strong> (traduzido como <strong>Amor a Toda Prova</strong> no Brasil) eu não esperava muita coisa. Provavelmente nem chegaria ao fim, assim como aconteceu com os últimos 4 filmes que comecei a assistir, mas a coisa não foi bem assim.</p>
<p>No filme temos uma rede de relacionamentos que, a princípio, não parece ter ligação nenhuma, mas que no final vai gerar a cena mais bacana que já vi em um filme de comédia. É aquela cena que vai explodir sua cabeça. Logo no começo da história conhecemos <strong>Cal Weaver</strong> (<strong>Steve Carell</strong>) e sua esposa <strong>Emily </strong>(<strong>Julianne Moore</strong>). Logo de cara sabemos que <strong>Emily</strong> não está feliz com sua vida de casada e quer o divórcio. Depois disso pulamos para um bar noturno e conhecemos <strong>Jacob Palmer</strong> (<strong>Ryan Gosling</strong>), um bonitão conquistador que leva um belo fora de <strong>Hannah</strong> (<strong>Emma Stone</strong>) que está esperando que seu namorado almofadinha faça o pedido de casamento. Depois disso vamos para a casa de <strong>Cal</strong> e <strong>Emily</strong> e conhecemos o seu filho misantropo <strong>Robbie</strong> (<strong>Jonah Bobo</strong>) que secretamente é apaixonado por sua babá, a bonita, porém esquisita, <strong>Jessica</strong> (<strong>Analeigh Tipton</strong>). Mas, infelizmente, a pobre <strong>Jessica</strong> é apaixonada pelo pai de <strong>Robbie</strong>, o protagonista do filme.</p>
<p>Acho que todos já puderam perceber o imenso rocambole de relacionamentos que o filme nos proporciona. Depois de sair de casa, <strong>Cal</strong> está tão deprimido que fica rondando os bares noturnos destilando sua auto piedade. Em um destes bares ele conhece <strong>Jacob</strong> que decide ajudar o pobre coitado a ter mais auto estima e se tornar também um garanhão. Neste momento tenho que fazer um pequeno parênteses na história. A primeira mulher que <strong>Cal</strong> consegue levar para cama com seu novo guarda-roupas e lábia ensaiada é a bela <strong>Kate</strong> interpretada pela sempre linda <strong>Marisa Tomei </strong>em uma participação mais do que especial.</p>
<p>O filme se desenrola de uma maneira lenta, mas todos sabemos que o final será feliz, pois é uma obrigação neste tipo de filme, mas o mais importante é que você não espera o que vai acontecer no climax. Todas estas pessoas vão acabar no mesmo local e mostrando que seus objetivos e relacionamentos tem algo em comum. Muito gratificante quando um filme que não deveria ter nenhuma expectativa te surpreende de forma positiva. Claro que devemos isso a um elenco de estrelas que estão bem afiados em seus papéis e com interpretações perfeitas e a um roteiro inteligente. A história é simpática, cativante e você se pega torcendo pelos protagonistas da trama.</p>
<p>Como é normal neste tipo de produção, o filme não passou nos cinemas aqui da cidade, mas vale a pena dar um pulo na locadora e conferir a história.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/crazy-stupid-love.jpg" rel="lightbox[1817]" title="crazy-stupid-love"><img class="aligncenter size-full wp-image-1818" title="crazy-stupid-love" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/crazy-stupid-love.jpg" alt="" width="400" height="513" /></a></p>
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		<title>Companhia do Natal em Presidente Prudente</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:41:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não é segredo para ninguém que Presidente Prudente nunca teve uma tradição em decoração natalina. Até concordo que trazer temas natalinos em um local em que o Natal é comemorado em um calor de 45ºC  é de lascar, mas temos que manter um pouco do espírito. Até os shoppings, templos sagrados do consumo insensato, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é segredo para ninguém que Presidente Prudente nunca teve uma tradição em decoração natalina. Até concordo que trazer temas natalinos em um local em que o Natal é comemorado em um calor de 45ºC  é de lascar, mas temos que manter um pouco do espírito. Até os shoppings, templos sagrados do consumo insensato, não apostam na decoração, o que deixa tudo muito mais chato.</p>
<p>Porém, temos aqui na cidade uma empresa especializada em montar decoração de natal em Shoppings. Obvio que os dois da cidade devem comprar o pacote econômico, pois os exemplos que a <a href="http://www.ciadonatal.com.br/principal.asp">Companhia do Natal </a>coloca nos seu site são fenomenais. Porém, para matar a vontade local a empresa sempre monta uma decoração implacável na frente de sua sede. A coisa é tão bacana que nos últimos anos o local se tornou ponto de peregrinação nas noites prudentinas. Famílias inteiras vão até lá para ver o espetáculo e levar as crianças para alimentar um pouco o seu desejo por fantasia.</p>
<p>Sempre dou um pulinho até lá para fotografar. Neste ano a coisa estava uma loucura. Vários vendedores ambulantes se instalaram no local para aproveitar o fluxo de pessoas. Embora este fato venha se repetindo todos os anos, nenhuma outra empresa de prudente teve a ideia de aproveitar este tipo de marketing. Uma pena. Vejam abaixo um pouco da decoração deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1058.jpg" rel="lightbox[1808]" title="23122011-_MG_1058"><img class="aligncenter size-full wp-image-1809" title="23122011-_MG_1058" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1058.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1059.jpg" rel="lightbox[1808]" title="23122011-_MG_1059"><img class="aligncenter size-full wp-image-1810" title="23122011-_MG_1059" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1059.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1064.jpg" rel="lightbox[1808]" title="23122011-_MG_1064"><img class="aligncenter size-full wp-image-1811" title="23122011-_MG_1064" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1064.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1066.jpg" rel="lightbox[1808]" title="23122011-_MG_1066"><img class="aligncenter size-full wp-image-1812" title="23122011-_MG_1066" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/23122011-_MG_1066.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
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		<title>Avantasia – Angel of Babylon</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 12:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda lembro-me do dia que entrei em uma loja de CDs (coisa que não existe mais aqui na cidade) e me deparei com o primeiro disco do projeto Avantasia. O ano era 2001 (caraca, já faz 10 anos) e não sabia nada sobre a iniciativa de Tobias Sammet em criar uma Metal Opera. Levei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda lembro-me do dia que entrei em uma loja de CDs (coisa que não existe mais aqui na cidade) e me deparei com o primeiro disco do projeto <strong>Avantasia</strong>. O ano era 2001 (caraca, já faz 10 anos) e não sabia nada sobre a iniciativa de <strong>Tobias Sammet</strong> em criar uma <strong>Metal Opera</strong>. Levei a bolachinha para casa e me surpreendi com o poder e qualidade das músicas, além da incrível quantidade de convidados mais do que especiais que estavam lá para tocar e cantar no disco. O tempo passou e outros discos do <strong>Avantasia</strong> apareceram no mercado, porém nenhum deles atingiu a qualidade desde primeiro lançamento.</p>
<p>Alguns meses atrás tomei coragem e comprei os dois últimos discos lançados pelo projeto. Eles chegaram ao mercado no mesmo dia e dão continuidade à saga iniciada no disco <strong>Scarecrow</strong>, o mais fraco de toda a carreira da banda. O primeiro disco, <strong><a href="../2011/07/07/avantasia-the-wicked-symphony/">The Wicked Symphony</a></strong> é uma boa amostra de como fazer <strong>Heavy Metal</strong> com competência. Músicas bacanas, refrãos grudentos e convidados bacanas. Porém, neste segundo disco, <strong>Angel of Babylon</strong>, as coisas não funcionam tão bem assim. E isso é muito esquisito, pois os dois discos foram feitos juntos e lançados juntos, porém, mostram um direcionamento muito diferente.</p>
<p>Não digo necessariamente que é um disco ruim, mas as músicas não decolam. Você não tem vontade de sair cantando as músicas ou mesmo de colocar o disco novamente no aparelho de som. E olha que entre os instrumentistas temos gente no calibre de <strong>Bruce Kulick</strong>, <strong>Eric Singer</strong>, <strong>Henjo Richter</strong>, <strong>Jens Johansson</strong> e <strong>Alex Holzwarth</strong>. Entre os vocalistas, a surpresa mais bem vinda é a presença mais uma vez do mestre <strong>Michael Kiske</strong> e do capitão do <strong>Savatage</strong> o grande <strong>Jon Oliva</strong>. Também temos <strong>Jørn Lande</strong>, <strong>Russell Allen</strong> e <strong>Bob Catley</strong>.</p>
<p>A estrutura das músicas é aquela já conhecida dos fãs do <strong>Avantasia</strong>. Duas músicas longas e nove dentro dos padrões normais. Por mais contraditório que pareça, a música que mais gostei foi uma baladinha simpática que possui muita emoção e uma melodia cativante. <strong>Blowing Out the Flame</strong> é uma canção que poderia estar tranquilamente em qualquer coletânea de baladas metal. Fora isso, temos o destaque de <strong>Stargazers</strong>, <strong>Rat Race</strong>, <strong>Journey to Arcadia</strong> e <strong>Alone I Remember</strong>. Outro destaque interessante é a capa bem desenhada e que consegue capturar de maneira competente o espírito de um disco de <strong>Metal</strong>. Ouso dizer que é a capa mais bacana de um disco do <strong>Avantasia</strong>.</p>
<p>O disco não é uma maravilha, mas compensa comprar a versão especial com os dois álbuns. E esperemos que <strong>Tobias Sammet</strong> tenha mais inspiração para os próximos lançamentos.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/Avantasia-Angel-Of-Babylon.jpg" rel="lightbox[1803]" title="Avantasia---Angel-Of-Babylon"><img class="aligncenter size-full wp-image-1805" title="Avantasia---Angel-Of-Babylon" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/Avantasia-Angel-Of-Babylon.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>Senhorita Store – Nova loja em Presidente Prudente</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 13:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha amiga Carol Fioramonte fez uma coisa que muita gente está louca para fazer aqui no trampo. Pediu as contas e decidiu enfrentar a carreira solo no mundo dos negócios. Pode ser uma maluquice para muita gente, pois envolve largar uma coisa certa e investir em uma duvidosa, mas o mundo é feito de empreendedores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha amiga <strong>Carol Fioramonte</strong> fez uma coisa que muita gente está louca para fazer aqui no trampo. Pediu as contas e decidiu enfrentar a carreira solo no mundo dos negócios. Pode ser uma maluquice para muita gente, pois envolve largar uma coisa certa e investir em uma duvidosa, mas o mundo é feito de empreendedores. E tenho certeza que está empreitada vai ser vitoriosa.</p>
<p>O investimento neste caso foi feito em uma loja de roupas, que foi batizada de <strong>Senhorita Store</strong> (um nome bacanudo). A nova loja se localiza na <strong>Rua Tenente Nicolau Maffei, nº 818A</strong>. O diferencial da loja é trabalhar com roupas e acessórios femininos que não são comuns ou facilmente encontrados em Presidente Prudente. Aliás, isto é fácil de entender quando sabemos que a dona da loja também é a editora do blog <a href="http://estiloetudo.com/">Estilo é Tudo</a>, ponto de encontro para quem gosta das novidades do mundo da moda e maquiagem.</p>
<p>Fui convidado para a festa de inauguração (os docinhos estavam uma delícia) e pude conferir como o ambiente foi decorado de forma sóbria e ao mesmo tempo aconchegante. Um ponto bacana de encontro para você mulher que gosta de estar sempre elegante. Vejam abaixo algumas fotos do local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0718.jpg" rel="lightbox[1792]" title="03122011-_MG_0718"><img class="aligncenter size-full wp-image-1794" title="03122011-_MG_0718" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0718.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a><br />
<a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0720.jpg" rel="lightbox[1792]" title="03122011-_MG_0720"><img class="aligncenter size-full wp-image-1795" title="03122011-_MG_0720" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0720.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0721.jpg" rel="lightbox[1792]" title="03122011-_MG_0721"><img class="aligncenter size-full wp-image-1796" title="03122011-_MG_0721" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0721.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0722.jpg" rel="lightbox[1792]" title="03122011-_MG_0722"><img class="aligncenter size-full wp-image-1797" title="03122011-_MG_0722" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0722.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0728.jpg" rel="lightbox[1792]" title="03122011-_MG_0728"><img class="aligncenter size-full wp-image-1798" title="03122011-_MG_0728" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/03122011-_MG_0728.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conan – O Bárbaro</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 23:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conan]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava muito curioso para ver a nova versão de Conan para o cinema. A minha ligação com o personagem é antiga e marcada por duas mídias diferentes. A primeira foram as histórias em quadrinhos. Passei por uma fase em minha adolescência em que as revistas do gigante Cimério eram obrigatórias em minhas leituras. Já estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava muito curioso para ver a nova versão de <strong>Conan</strong> para o cinema. A minha ligação com o personagem é antiga e marcada por duas mídias diferentes. A primeira foram as histórias em quadrinhos. Passei por uma fase em minha adolescência em que as revistas do gigante <strong>Cimério</strong> eram obrigatórias em minhas leituras. Já estava dentro do universo das histórias em quadrinhos e os traços em preto e branco e a violência da revista me conquistaram. Acho que o principal atrativo das histórias é que <strong>Conan</strong> não é um herói comum. Tudo bem que o senso de moral peculiar do personagem o leva a fazer coisas certas, mas ele é um ladrão, trapaceiro, assassino de aluguel e quase sempre age dentro de seus próprios interesses. O que chamamos hoje de anti-herói. A segunda mídia foi o cinema, onde o bárbaro foi interpretado magistralmente por <strong>Arnold Schwarzenegger </strong>em dois filmes (um perfeito e outro meia boca).</p>
<p>Aliás, o fato de ter muito apreço pelos dois primeiros filmes me fez duvidar um pouco se iria gostar desta nova produção. O primeiro ponto a levantar essa desconfiança foi a escolha do protagonista. Já conhecia <strong>Jason Momoa</strong> das aventuras de <strong>Star Gate Atlantis</strong> e por isso sei que ele não tem o mesmo porte físico de <strong>Schwarzenegger</strong>. Sei que poucos possuem tamanha força bruta, mas o austríaco chegava bem mais perto ao que vemos nos quadrinhos. Mas, o filme seria a chance de apresentar o personagem a um novo público que não o via no cinema há muitos anos. Embora seja um lance conflitante, o filme é bom e ao mesmo tempo é ruim.</p>
<p>Na história conhecemos o jovem <strong>Conan</strong> que nasceu em um campo de batalha e logo em sua adolescência já mostrou a ferocidade contra os inimigos. O ponto principal da trama é ligado a uma máscara que daria poderes sobre a morte para quem a possuísse. Na busca por esse poder, o maligno <strong>Khalar Zym (Stephen Lang</strong>) destrói a vila de <strong>Conan</strong> e mata seu pai perante o garoto. Logo, o bárbaro jura vingança e passa toda sua vida perseguindo o Tirano. Ou seja, uma história bem clichê e que segue a mesma espinha dorsal do filme de 1982, mas mudando um pouco os detalhes e o ponto principal de desejo do vilão principal.</p>
<p>O lado positivo do filme é que o figurino e a produção geral foi bem caprichada. Você realmente se sente na <strong>Era Hiboriana</strong> com todo o clima místico que encontramos nos quadrinhos. Qualidade que hoje em dia é quase uma obrigação em filmes tão caros e cheios de efeitos especiais. Porém, <strong>Jason Momoa</strong> não me convence como <strong>Conan</strong>. O personagem é um troglodita dos quadrinhos com força bruta e sede de destruição. O novo <strong>Conan</strong> é arrogante e sem profundidade. Falando nisso, nenhum personagem do filme tem alguma profundidade. Tudo é muito bidimensional.Sem falar da trama que não possui uma continuidade muito boa e se mostra como um monte de cenas costuradas. Uma trama que deveria ser de aventura se torna bem chata em alguns momentos.</p>
<p>Sei que pode parecer uma análise um pouco ranzinza, mas infelizmente foi o meu sentimento ao assistir a produção. Quem sabe daqui alguns anos não teremos mais uma grande produção do bárbaro feita com amor e por alguém que realmente entende o personagem.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/conan_barbaro.jpg" rel="lightbox[1738]" title="conan_barbaro"><img class="aligncenter size-full wp-image-1740" title="conan_barbaro" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/conan_barbaro.jpg" alt="" width="400" height="593" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diário de um Gordo – Parte II</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 17:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[reeducação alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[regime]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, comecei a falar sobre isso seis meses atrás, mas só agora decidi dar uma continuidade. Como escrito no primeiro texto, tinha finalmente chegado à conclusão de que estava muito obeso e que provavelmente estava com uma diabetes bem avançada. Finalmente decidi tomar vergonha na cara e cuidar da minha saúde. Passei por um médio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, comecei a falar sobre isso seis meses atrás, mas só agora decidi dar uma continuidade. Como escrito no primeiro texto, tinha finalmente chegado à conclusão de que estava muito obeso e que provavelmente estava com uma diabetes bem avançada. Finalmente decidi tomar vergonha na cara e cuidar da minha saúde. Passei por um médio especialista e o mesmo me solicitou diversos exames para saber como a coisa estava. O resumo destes exames é bem simples: estou ferrado.</p>
<p>Quase tudo estava muito acima dos níveis indicados como normais e, segundo o médico, o risco de um problema cardíaco não é só provável como também eminente. Garanto que ouvir estas notícias é um choque para qualquer ser vivo. Só para ter uma idéia, a Glicose estava em 290 mg/dl (quando o normal é de 70 a 99 mg/dl), o Colesterol Total se encontra em 210mg/dl (normal de 200) e o Triglicerídeos 338 mg/dl (desejável de 170). Outro fator importante é a presença de alta concentração de glicose na urina, o que comprova uma carga de trabalho superior nos rins o que pode levar a sérios problemas renais.</p>
<p>A solução é através de medicação (uma para baixar o açúcar e uma para o colesterol), cortar diversas coisas da alimentação e fazer exercícios físicos. Os exercícios já se iniciaram desde o primeiro texto. Os remédios serão iniciados no dia de amanhã (estou esperando a farmácia entregar o pedido) e a educação alimentar deve ser aplicada imediatamente. Esta última parte que vai ser realmente complicada. Segundo as orientações médicas devo cortar completamente todo o açúcar, derivados de farinha, leites e derivados integrais, carnes gordas, embutidos, alimentos industrializados ou gordurosos. Ou seja, tudo que faz a felicidade de um gordinho. Minha vida agora deve ser regada por frutas, legumes, produtos light, carnes magras, frango sem pele (preferência para peito e sobre-coxa) e cereais integrais.</p>
<p>Infelizmente não vai ser fácil. Quem é gordo e está lendo estas linhas sabe como é difícil perder peso. Não por um componente genético, mas por fatores psicológicos. Alguns já me sugeriram a cirurgia de redução de estomago. Mas, como minha experiência diz que quando a cabeça está boa o corpo responde, creio que esse é um procedimento de choque que não estou muito a fim de passar. Tentarei apenas pela força de vontade.</p>
<p>Quanto ao peso, desde o último texto que escrevi, tive uma redução de 10 quilos. Por conta de meu tamanho total não é perceptível, mas já é uma coisa a se comemorar. Em 30 dias terei novo exame e nova consulta médica para avaliar os resultados. Em breve mais informações desta minha epopéia.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/obesos.jpg" rel="lightbox[1734]" title="obesos"><img class="aligncenter size-full wp-image-1735" title="obesos" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/obesos.jpg" alt="" width="400" height="298" /></a></p>
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		<title>USP, Polícia Militar e PCO – De volta ao Passado</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 00:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagações]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana tivemos um fato muito curioso na Universidade de São Paulo (USP). A Polícia Militar, que foi convidada a patrulhar o campus para prevenir furtos e outros crimes, sofreu agressão dos alunos quando tentou prender três moleques que consumiam maconha no estacionamento da faculdade. Isso mesmo, eu chamo de moleque esse tipo de indivíduos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana tivemos um fato muito curioso na <strong>Universidade de São Paulo</strong> (<strong>USP</strong>). A Polícia Militar, que foi convidada a patrulhar o campus para prevenir furtos e outros crimes, sofreu agressão dos alunos quando tentou prender três moleques que consumiam maconha no estacionamento da faculdade. Isso mesmo, eu chamo de moleque esse tipo de indivíduos. As imagens que passaram na televisão me fizeram ter vergonha de um dia ter estudado em uma Universidade Pública. Decidi não escrever nada, pois não queria remexer algumas feridas do passado. Mas, ontem, durante a apresentação do horário político obrigatório (e não gratuito) o <strong>PCO</strong> mostrou mais uma vez porque odeio a esquerda intelectualoide e atrasada deste país.</p>
<p>Além de alguns discursos inflamados contra o capitalismo (embora todos vivamos nele) e a proposta de imediata estatização de todos os bancos (quem propôs a idéia deve morar em <strong>Hogwarts</strong>), apareceram alguns dos ditos alunos revoltados da <strong>USP</strong>. As meninas, que provavelmente fazem parte do <strong>DCE</strong>, pediam a retirada da polícia opressora do Campus e já denunciavam que o aparato militar faz parte dos planos malignos do governador do Estado para privatizar as universidades públicas. Então vamos por partes. Quando aquele estudante da <strong>USP</strong> foi assassinado algum tempo atrás em um roubo de carro no estacionamento da Universidade, todo mundo clamou por medidas que garantissem a segurança. Depois que a <strong>PM </strong>começou a fazer a segurança do local o crime caiu 90%. Mas, ao enquadrar os maconheiros todo mundo ficou revoltado. A desculpa do dia era que a <strong>PM</strong> não estava preparada para lidar com estudantes.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/usp.jpg" rel="lightbox[1729]" title="Estudantes iniciaram a manifestaÃ§Ã£o na Ãºltima semana"><img class="aligncenter size-full wp-image-1731" title="Estudantes iniciaram a manifestaÃ§Ã£o na Ãºltima semana" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/usp.jpg" alt="" width="602" height="400" /></a></p>
<p>Como assim Biau? Então crimes não podem ser tratados como crimes dentro da Universidade? Posso roubar carro lá dentro? Posso matar la dentro? É um mundo paralelo onde tudo é possível e todo mundo anda de mãos dadas cantando músicas élficas? O pior é que tudo aconteceu em uma das faculdades de ciências humanas. Só podia. É aquele povo que não tinha competência para passar no vestibular dos sonhos e decidiu encarar o curso mais fácil. Aí perde o interesse pelas aulas e se apega ao movimento estudantil. Era o que chamávamos de <strong>Estudante Profissional</strong>. Ele está lá apenas para matar aula, fazer assembléia, reclamar de alguma coisa, enquanto os estudantes normais nem sabem que eles existem. Porém, os 10% de baderneiros levam a fama para todos os estudantes. Estes são aqueles que passam 7 anos sem assistir aulas e quando o curso jubila ele faz novo vestibular para continuar na mamata. Quando se cansa desta palhaçada ele tenta ser candidato a algum cargo político.</p>
<p>Quando era estudante da <strong>Unesp</strong> eu nunca vi um membro do <strong>DCE</strong> assistir uma aula. E nós sustentamos esta corja com nossos impostos. Infelizmente, como não tem importância nenhuma, o movimento estudantil em São Paulo é dominado por partidos de extrema esquerda. Pessoal que usa tênis <strong>Nike</strong>, bebe <strong>Coca-Cola</strong>, vai para a Universidade ouvindo música em seu <strong>iPhone</strong> e fica gritando nos corredores sobre o imperialismo, a luta de classes e como <strong>Marx</strong> estava certo, mesmo sem nunca ter lido <strong>O Capital</strong> ou o <strong>Manifesto Comunista</strong>. Mas, esses pequenos tubérculos vazios são alimentados pelas idéias de professores que devem ser fãs de <strong>Stalin</strong> e outros ditadores da era vermelha. Está, minha gente, é a elite intelectual do Brasil.</p>
<p>Só desta maneira podemos explicar o discurso vazio, sem nenhum argumento ou embasamento intelectual das alunas da <strong>USP</strong> que apareceram no programa do <strong>PCO</strong>. Depois de assistir ao programa (dando muita risada) me vi em uma reunião do <strong>DCE</strong> da <strong>Unesp</strong> na década de 90. A mesma postura, a mesma ignorância, a mesma falta de visão. Infelizmente, nada mudou e o pessoal vai continuar preso aos velhos dogmas do passado. Ou vai criar vergonha na cara quando o papai cobrar que vire adulto. Infelizmente, alguns se perdem e acabam entrando para o <strong>PCO</strong> e sendo uma pessoa intragável para o resto da vida.</p>
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