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	<title>defenestrado</title>
	
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>Once Upon a Time – 1º Temporada</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 01:52:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E ontem, para tristeza geral de quem gosta de uma boa história, acabou a primeira temporada de Once Upon a Time. Como o próprio nome já nos mostra (Era Uma Vez em tradução livre) a série trata de contos de fada. Mas, em uma abordagem muito mais romântica se compararmos com Grimm (aguardem um texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E ontem, para tristeza geral de quem gosta de uma boa história, acabou a primeira temporada de <strong>Once Upon a Time</strong>. Como o próprio nome já nos mostra (<strong>Era Uma Vez</strong> em tradução livre) a série trata de contos de fada. Mas, em uma abordagem muito mais romântica se compararmos com <strong>Grimm</strong> (aguardem um texto em breve), por exemplo. Aqui temos representados todas as histórias clássicas com novos desdobramentos e aprofundamentos dos personagens. Aliás, esse é um grande trunfo da série, o aprofundamento dos personagens. Todo mundo tem uma história, uma motivação e uma personalidade. Mas, antes da crítica, vamos falar um pouco do enredo.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/Once_Upon_aTime_promo_image.jpg" rel="lightbox[1881]" title="Once_Upon_aTime_promo_image"><img class="aligncenter size-full wp-image-1882" title="Once_Upon_aTime_promo_image" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/Once_Upon_aTime_promo_image.jpg" alt="" width="568" height="320" /></a></p>
<p>Tudo começa quando o garoto <strong>Henry Mills</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2765519/">Jared Gilmore</a>) bate na porta de <strong>Emma </strong>(<a href="http://www.imdb.com/name/nm0607185/">Jennifer Morrison</a>) dizendo que ele é o filho que ela entregou para adoção anos atrás. Não entendo a situação, a moça o leva de volta para sua casa adotiva na cidade de <strong>Storybrooke</strong>. Lá ela conhece a mãe adotiva do garoto, a prefeita <strong>Regina Mills</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0663469/">Lana Parrilla</a>) que não fica muito contente com a situação. Porém, segundo o garoto conta para <strong>Emma</strong>, a história é bem mais complicada. Segundo ele acredita, todos os moradores da cidade são personagens de contos de fada que foram lançados em nosso mundo por conta de uma maldição lançada pela <strong>Rainha Má</strong> da história de <strong>Branca de Neve e os Sete Anões</strong>, no caso a própria <strong>Prefeita Regina</strong>. <strong>Emma</strong> seria a filha de <strong>Branca de Neve</strong> que foi enviada para nosso mundo antes da maldição ser lançada e somente ela poderá quebrar o feitiço. Óbvio que <strong>Emma</strong> não acredita no menino, mas decide ficar na cidade para ficar perto do filho. É nesse ponto que toda a aventura começa.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/once-upon-a-time-01.jpg" rel="lightbox[1881]" title="once-upon-a-time-01"><img class="aligncenter size-full wp-image-1883" title="once-upon-a-time-01" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/once-upon-a-time-01.jpg" alt="" width="568" height="355" /></a></p>
<p>Faz tempo que não encontro uma série que me chame tanta atenção dessa maneira. Fora as séries que já acompanho, esse ano tive apenas três adições a lista. Elas foram <strong>Spartacus &#8211; Blood and Sand</strong>, <strong>Grimm</strong> e <strong>Once Upon a Time</strong>. O impacto para mim foi tão forte que assisti aos 20 primeiros episódios em praticamente dois dias. Foi uma verdadeira maratona. Podemos levantar alguns pontos que me levaram a gostar tanto da série. Em primeiro lugar temos o roteiro enxuto que amarra uma história gigantesca de maneira muito competente. Me fez lembrar a sensação que tive com as primeiras temporadas de <strong>Supernatural</strong>. Tudo faz sentido e você não se sente perdido em momento algum. Também adorei a iniciativa dos roteiristas de tratar metade do episódio como um <em>flashback</em> de acontecimentos da terra das fadas e metade contando o que acontece em nosso mundo na atualidade. Cada episódio é dedicado a um personagem e a abertura é personalizada para cada um deles.</p>
<p>O segundo grande trunfo da série são os atores que dão um show de interpretação. Embora <strong>Emma</strong> seja a personagem principal, quem realmente comanda a atração são os dois vilões. A <strong>Rainha Má</strong>, além se ser um mulherão, passa para o espectador toda a agonia de seu personagem e você realmente acredita que ela pode vencer no final. E temos o ser das trevas <strong>Rumpelstiltskin</strong> interpretado de maneira quase esquizofrênica pelo ótimo <a href="http://www.imdb.com/name/nm0001015/">Robert Carlyle</a>. Aliás, eis aqui mais um diferencial, os vilões não são bidimensionais. Eles possuem uma história e um motivo para suas ações que são bem detalhados ao longo dos 22 episódios da série. No mais, podemos também conviver com <strong>Chapeuzinho Vermelho</strong>, <strong>Os Sete Anões </strong>(que no inicio eram oito), as <strong>Fadas Madrinhas</strong>, <strong>Cinderela</strong>, <strong>Pinóquio</strong> e <strong>Gepeto</strong> e o <strong>Grilo Falante</strong>, além dos dois personagens que fazem a ligação entre todos eles, o <strong>Príncipe Encantado</strong> e <strong>Branca de Neve</strong>.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/Once-Upon-A-Time-3.jpg" rel="lightbox[1881]" title="Once-Upon-A-Time-3"><img class="aligncenter size-full wp-image-1884" title="Once-Upon-A-Time-3" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/Once-Upon-A-Time-3.jpg" alt="" width="568" height="411" /></a></p>
<p>Se você gosta de uma história inteligente e que te faça viajar pelas aventuras da sua infância então você deve assistir urgentemente essa série. Difícil vai ser aguardar a segunda temporada onde o final da primeira deixa um gancho maravilhoso para a continuação da história.</p>
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		<title>Tinoco – R.I.P.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 15:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
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		<description><![CDATA[Aposto que vai ter muita gente torcendo o nariz por estar falando sobre algo relacionado a música sertaneja nesse blog, mas não vamos falar de música e sim da pessoa. Ontem, assim como muitas pessoas, fui pego de surpresa pela morte de Tinoco, um dos últimos representantes da música caipira de raiz do Brasil. Certa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aposto que vai ter muita gente torcendo o nariz por estar falando sobre algo relacionado a música sertaneja nesse blog, mas não vamos falar de música e sim da pessoa. Ontem, assim como muitas pessoas, fui pego de surpresa pela morte de <strong>Tinoco</strong>, um dos últimos representantes da música caipira de raiz do Brasil. Certa tristeza bateu em meu coração, não por conta do legado musical (o que é importante, sem dúvida), mas porque conheci a figura do cantor alguns anos atrás.</p>
<p>Estávamos participando do <strong>Diálogo Interbacias de Educação Ambiental</strong> em Avaré (SP) e o Sr. <strong>Tinoco</strong> foi convidado para participar da mesa de abertura. Concordei com muita gente no momento de que não tinha uma relação entre a pessoa dele e um evento de <strong>Educação Ambiental</strong>, ainda mais participando na mesa de abertura. Mas, meus amigos, foi a apresentação mais divertida e envolvente que prestigiei em um evento desse porte. Foi a única vez que não vi os profissionais de educação abandonando a plenária antes do fim da palestra. Que fique a lição de nunca julgar uma pessoa pelas aparências. A coisa foi tão legal que até comprei um CD autografado do cantor, que estava sendo vendido em prol da construção de um Hospital do Câncer.</p>
<p>Mais um nome da cultura popular que se vai. Talvez não sinta falta da música, mas pessoas como ele sempre fazem falta para a humanidade.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/tinoco.jpg" rel="lightbox[1876]" title="tinoco"><img class="aligncenter size-full wp-image-1877" title="tinoco" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/05/tinoco.jpg" alt="" width="568" height="297" /></a></p>
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		<title>Spartacus – Blood and Sand</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 19:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu adoro produções que enfocam o antigo Império Romano. Se o tema é gladiadores então a coisa fica mais animada. Por isso faço questão de adquirir tudo que aparece sobre o assunto. Acabo de assistir, de maneira compulsiva, ao box com a primeira temporada de Spartacus &#8211; Blood and Sand e digo que a coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adoro produções que enfocam o antigo Império Romano. Se o tema é gladiadores então a coisa fica mais animada. Por isso faço questão de adquirir tudo que aparece sobre o assunto. Acabo de assistir, de maneira compulsiva, ao box com a primeira temporada de <strong>Spartacus &#8211; Blood and Sand</strong> e digo que a coisa aqui é muito bacana. A série é constituída por 13 episódios e tenta transportar para a TV a história do escravo<strong> Spartacus</strong> que se tornou gladiador e depois liderou a maior revolta de escravos do Império Romano. O enredo não é segredo, pois faz parte dos livros de história. O interessante aqui é saber como a coisa vai se desenrolar na série. <strong>Spartacus</strong> já foi retratado em um ótimo filme de<strong> Stanley Kubrick</strong> (1960) com <strong>Kirk Douglas</strong> no papel principal e em um filme feito para a TV em 2004. Mas, uma série de 13 episódios é suficiente para um maior desenvolvimento da trama e de personagens secundários.</p>
<p><strong>Blood and Sand</strong> nos mostra como <strong>Spartacus</strong> (<strong>Andy Whitfield</strong>) acaba se tornando escravo de romanos e depois vendido para se tornar um gladiador. Na escola de gladiadores comandada por <strong>Batiatus</strong> (<strong>John Hannah</strong>) ele faz um acordo onde daria lucro para seu senhor em troca de ter sua mulher resgatada do mercador de escravos que a comprou. Porém, várias intrigas políticas e traições cercam o local e muita coisa que está fora do conhecimento de <strong>Spartacus</strong> está acontecendo nos bastidores. No final, ele deve descobrir a verdade e mandar todos os envolvidos para a sepultura. A série é muito bem produzida e possui um alto grau de violência. Todas as batalhas na arena e na escola de gladiadores seguem a mesma estética do filme <strong>300</strong>. Muita ação em câmera lenta, sangue em quantidades irreais e efeitos de computação gráfica para mostrar as mutilações. Infelizmente, nem sempre esses efeitos são realistas. Mas, estamos falando de uma série onde o orçamento não é tão generoso quanto do cinema e nem todo mundo é uma <a href="http://lorenti.org/2009/05/11/roma-1%C2%BA-e-2%C2%BA-temporadas/">HBO pra produzir um Roma</a>.</p>
<p>Algumas curiosidades e características importantes cercam a produção. A série foi produzida por <strong>Sam Raimi</strong> que foi responsável por célebres filmes de terror (<strong>A Morte do Demônio, Arrasta-me para o Inferno</strong>) e pela trilogia do <strong>Homem Aranha</strong>. Talvez esse olhar mais feroz do produtor seja o responsável pela violência e as dezenas de cenas de nudez e sexo que encontramos na série. Importante notar também que o linguajar dos personagens está muito perto do que encontramos nos dias atuais com diversos palavrões e expressões pesadas. Para quem tem minha idade e cresceu assistindo as séries <a href="http://www.imdb.com/title/tt0111999/">Hercules &#8211; The Legendary Journeys</a>  e<a href="http://www.imdb.com/title/tt0112230/"> Xena &#8211; Warrior Princess </a>vai adorar a participação de <strong>Lucy Lawless</strong> que também protagoniza várias cenas de nudez e sexo. E, por fim, é triste constatar que <strong>Andy Whitfield</strong>, o protagonista da série, veio a falecer em 2011 de câncer antes do início da segunda temporada. Só lembrando que sua carreira na TV e cinema foi curta, mas ele também foi protagonista do filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt0857376/">Gabriel</a>, uma obscura história sobre a eterna guerra entre anjos e demônios. Um filme bacana que gosto muito de assistir.</p>
<p>Se você gostou da história então procure o seu exemplar. Ele se encontra a venda no Brasil por uma média de preço de R$ 100,00.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/03/spartacus-blood-and-sand.jpg" rel="lightbox[1868]" title="spartacus blood and sand"><img class="aligncenter size-full wp-image-1869" title="spartacus blood and sand" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/03/spartacus-blood-and-sand.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>Wedding Brasil 2012 – Eu vou</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 18:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está chegando mais um Wedding Brasil. O evento, que é capitaneado pela Editora Photos, é simplesmente o maior congresso de fotografia de casamento da América Latina. Embora o evento esteja em sua 4º edição, foi somente no ano passado que pude conferir o que rolava por lá. O congresso tem a duração de três dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está chegando mais um <strong>Wedding Brasil</strong>. O evento, que é capitaneado pela <strong>Editora Photos</strong>, é simplesmente o maior congresso de fotografia de casamento da América Latina. Embora o evento esteja em sua 4º edição, foi somente no ano passado que pude conferir o que rolava por lá. O congresso tem a duração de três dias com a realização no <strong>Memorial da América Latina</strong> em São Paulo. Em 2012 a data escolhida foram os dias 24, 25 e 26 de abril.</p>
<p>Embora possa parecer um pouco vago assistir várias palestras sobre como fotografar casamentos, o importante é a sua mudança de perspectiva. Cada um tem sua maneira de fotografar e deve colocar o seu olhar nas fotos, e não ficar copiando o que os outros fazem. Porém, o que importa é conseguir somar novas perspectivas a seu trabalho, ver como o marketing positivo pode influenciar sua atividade e mostrar que até as idéias mais malucas podem dar certo. Ano passado aprendi que é melhor mostrar ao cliente que você é um fotógrafo capacitado do que brigar principalmente no preço do álbum; que o bom fotógrafo de casamento consegue fazer uma obra de arte mesmo nos casamentos mais humildes; que ter um diferencial é mais importante do que ser o melhor fotógrafo e que é possível realizar ótims produções com poucos recursos.</p>
<p>É possível aprender essas coisas sozinho ou pesquisando textos e livros? Provavelmente, mas ver na prática e falar com a pessoa que já colocou aquilo tudo em andamento é muito mais produtivo e rápido. Se você quer participar do evento ainda há tempo. É só ir até a <a href="http://www.weddingbrasil.com.br/wb12/index.asp">página do Wedding Brasil </a>para fazer sua inscrição. Também é possível ver toda a grade de programação das palestras e dos workshops. Eu recomendo.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/03/weddin-brasil-2012.jpg" rel="lightbox[1859]" title="weddin brasil 2012"><img class="aligncenter size-full wp-image-1866" title="weddin brasil 2012" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/03/weddin-brasil-2012.jpg" alt="" width="570" height="197" /></a></p>
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		<title>Megadeth – Rust in Peace (22 anos depois)</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 02:22:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se você começou a ouvir heavy metal nos anos 80 ou 90 então deve conhecer o Megadeth. A banda capitaneada por Dave Mustaine já foi aclamada como uma das principais dentro do Thrash Metal e gravou discos que são obrigatórios para quem gosta de um pouco de violência, melodia e boas letras. Agora, em 2012, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você começou a ouvir<strong> heavy metal</strong> nos anos 80 ou 90 então deve conhecer o <strong>Megadeth</strong>. A banda capitaneada por <strong>Dave Mustaine</strong> já foi aclamada como uma das principais dentro do <strong>Thrash Metal</strong> e gravou discos que são obrigatórios para quem gosta de um pouco de violência, melodia e boas letras. Agora, em 2012, o álbum que é o divisor de águas na carreira da banda está completando 22 anos. Mas, para entender um pouco esse impacto temos que voltar no tempo.</p>
<p><strong>Dave Mustaine</strong> fez parte das primeiras formações do <strong>Metallica</strong>. Infelizmente ele estava mais interessado em beber e arranjar encrencas do que fazer música com o grupo. Em um belo momento ele foi defenestrado da banda e, com um pouco de revolta, decidiu montar seu próprio grupo onde seria o <strong>Big Boss</strong>. Deste rolo todo é que nasceu o <strong>Megadeth</strong>. Os primeiros álbuns do grupo eu indico apenas para aqueles que realmente são fãs <strong>die hard</strong> do grupo, pois temos um monte de músicas emboladas, mal gravadas e com a voz de pato de <strong>Mustaine</strong> (sei que vou levar pedradas depois disso), mas em algum momento no final da década de 80 as coisas começaram a mudar.</p>
<p>Depois de lançar três álbuns <strong>Mustaine</strong> decidiu reformular a banda e seguir um direcionamento menos podre e mais ténico em seu trabalho. Foi nesse contexto que em 1990 a banda lançou o álbum <strong>Rust in Peace</strong>. Com uma capa bacaninha (utilizando o mascote da banda, o <strong>Vic Rattlehead</strong>) e nove músicas matadoras, o <strong>Megadeth</strong> entrou para a história. Não digo isso apenas porque o álbum é bom, mas porque ele é fenomenal. Foi a partir desta produção que passamos a prestar atenção nas intrincadas guitarras base de <strong>Mustaine</strong>. No <strong>heavy metal</strong> muitos dão atenção para o solo das guitarras, mas o <strong>Rust in Peace</strong> nos mostrou que a guitarra base pode ser tão ou mais criativa do que o solo.</p>
<p>O disco é composto por 9 faixas de grande qualidade, mas impossível não destacar 5 delas como grandes clássicos do Heavy Metal. O disco abre com a poderosa <strong>Holy Wars&#8230; The Punishment Due</strong> com uma introdução instrumental que gruda na cabeça, várias mudanças de ritmo e um tema que se mostra atual até hoje: a guerra santa. A música é longa, mas se tornou um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9d4ui9q7eDM&amp;ob=av3e">vídeo clipe muito bacana</a>. Em seguida temos a animada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4tzWc3Xl4B0">Hangar 18</a> que mostra uma levada contagiante e fala sobre experimentos com alienígenas na <strong>área 51</strong>. Uma boa mostra do que seria o<strong> Megadeth</strong> a partir deste álbum. Em seguida temos três músicas que são ótimas em mostrar o lado mais cru da banda, mas mesmo assim mantendo as características técnicas da nova fase que se iniciava. Elas são <strong>Take No Prisoner</strong>, <strong>Five Magics</strong> e <strong>Poison Was the Cure</strong>. Pancadaria da melhor qualidade.</p>
<p>Em seguida temos <strong>Lucretia</strong>, que provavelmente tem a letra mais alucinada de todo o disco. Seguindo a bolachinha, encontramos <strong>Tornado of Souls</strong> que é, simplesmente, a melhor música que o <strong>Megadeth</strong> já fez em toda sua carreira. Pode parecer um pouco de alucinação de minha parte, mas quem ainda não ouviu não sabe o que está perdendo. Muitos dizem que a letra é sobre o fim de um relacionamento de <strong>Mustaine</strong>, mas eu acredito que é sobre a própria condição humana, o mundo de regras em que vivemos e a contestação nata que encontramos no ser humano. Em seguida temos a bela e soturna <strong>Dawn Patrol</strong> com o baixo fulminante de <strong>David Ellefeson</strong>. Fechando a obra prima encontramos <strong>Rust in Peace&#8230; Polaris</strong> cujos três estrofes principais são contagiantes. O tema é a <strong>Guerra Nuclear</strong> e o ritmo da música é cheios de adrenalina e fazem qualquer fã de música pesada sair pulando pela casa.</p>
<p>Eu digo que este foi o primeiro disco sério do <strong>Megadeth</strong>. O primeiro de três discos que simplesmente moldaram o estilo da banda e foram responsáveis por levar o grupo ao mega estrelato. Os outros dois discos, <strong>Countdown to Extinction</strong> (1992) e <strong>Youthanasia</strong> (1994), são histórias para um outro texto. <strong>Rust in Peace</strong> foi gravado por <strong>Dave Mustaine</strong> (vocal, guitarra),<strong> Marty Friedman</strong> (guitarra), <strong>David Ellefson</strong> (baixo) e <strong>Nick Menza</strong> (bateria). No ano passado, <strong>Mustaine</strong> lançou uma versão remasterizada do disco. A capa é um pouco diferente e, infelizmente, algumas gravações originais do vocal foram perdidas, fazendo com que ele cantasse novamente nessas faixas. Lógico que ficou um pouco diferente do original. Muitos fãs reclamaram, mas eu acho um bom item de colecionador.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/Megadeth_Rust_In_Peace.jpg" rel="lightbox[1856]" title="Megadeth_Rust_In_Peace"><img class="aligncenter size-full wp-image-1857" title="Megadeth_Rust_In_Peace" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/Megadeth_Rust_In_Peace.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Launch the Polaris, the end doesn&#8217;t scare us<br />
When will this cease<br />
The warheads will all rust in peace</p>
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		<title>Anjos da Noite 4 – O Despertar</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 13:31:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tudo bem, você pode até dizer que não sou uma pessoa muito exigente quanto ao cinema de fantasia e terror, mas eu gosto da cinessérie Anjos da Noite. Os dois primeiros filmes nos apresentaram um mundo onde Vampiros e Lobisomens vivem em segredo e travando uma guerra milenar entre as espécies. Os dois filmes são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo bem, você pode até dizer que não sou uma pessoa muito exigente quanto ao cinema de fantasia e terror, mas eu gosto da cinessérie <strong>Anjos da Noite</strong>. Os dois primeiros filmes nos apresentaram um mundo onde <strong>Vampiros </strong>e <strong>Lobisomens</strong> vivem em segredo e travando uma guerra milenar entre as espécies. Os dois filmes são cheios de problemas de continuidade e se você prestar atenção na história vai ver que a cronologia não bate, mas mesmo assim as produções nos permitem alguns momentos de entretenimento, e é para isso que o cinema serve. Não é uma obra de arte, mas é divertido. O terceiro filme da série, que na verdade contava acontecimentos anteriores aos dois primeiros, foi muito mais bacana. Não havia fatos ou cronologias anteriores a serem seguidas e a história flui de maneira mais consistente.</p>
<p>Agora, chega a vez do quarto filme despontar nos cinemas. <strong>Underworld Awakening</strong> (<strong>Anjos da Noite 4 &#8211; O Despertar</strong>) é uma produção que me surpreendeu. Sinceramente não estava esperando por um novo filme da série dando continuidade a história de <strong>Selene</strong> (<strong>Kate Beckinsale</strong>). Achava que uma continuação do terceiro episódio, focando os <strong>lobisomens</strong>, seria uma decisão mais acertada. Mas, tudo bem, quem não quer ver uma mulher bonita vestida de vinil preto e matando metade do elenco de apoio? Mas, alguns problemas se encontram aqui também. Na história a humanidade finalmente descobriu a existência dos seres noturnos vivendo entre eles e, como de costume, levou a cabo um exterminio das duas espécies. <strong>Selene</strong> é capturada e levada a um laboratório onde fica congelada por 12 anos. Após fugir, acaba descobrindo que os cientistas criaram uma filha para ela utilizando o seu material genético e do híbrido <strong>Michael</strong> (infelizmente,<strong> Scott Speedman</strong> não aparece neste filme).</p>
<p>A impressão que fica no expectador é que não existe história e sim uma desculpa para 90 minutos de pancadaria e uso extremo de violência. Falando nisso, <strong>Selene</strong> está muito mais sangrenta do que nos dois primeiros filmes. O que era apenas sugerido, agora ficou muito mais explícito. Outro ponto negativo é que a maioria dos <strong>lobisomens</strong> agora é feito através de computação gráfica. Tudo bem que no terceiro filme isso já aconteceu, mas os bonecos utilizados anteriormente eram muito mais realistas. Do ponto de vista da mitologia criada pela série, o filme não acrescenta nada e joga no lixo todo gancho de continuidade deixado pelo segundo filme. Para variar, o final deixa novas possibilidades de continuação.</p>
<p>Resumindo, o filme garante um pouco de divertimento, mas deixa aquela duvida em você sobre o motivo de a continuidade nunca ser respeitada nos quatro filmes. Talvez os roteiristas não achem isso importante, ou é apenas minha mente que se preocupa muito com esses pequenos probleminhas.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/anjos-da-noite-4.jpg" rel="lightbox[1852]" title="anjos-da-noite-4"><img class="aligncenter size-full wp-image-1853" title="anjos-da-noite-4" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/anjos-da-noite-4.jpg" alt="" width="568" height="426" /></a></p>
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		<title>Made In Brazil em Presidente Prudente</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 18:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Prudente]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse texto deveria ter saído há muito tempo. Mas, a vida anda corrida e por conta de várias escolhas e prioridades este espaço anda meio abandonado. Mas, isso vai mudar. De agora em diante vou me dedicar mais a este blog e uma das mudanças é voltar a escrever sobre fotografia aqui também. Mas, isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto deveria ter saído há muito tempo. Mas, a vida anda corrida e por conta de várias escolhas e prioridades este espaço anda meio abandonado. Mas, isso vai mudar. De agora em diante vou me dedicar mais a este blog e uma das mudanças é voltar a escrever sobre fotografia aqui também. Mas, isto vocês vão começar a perceber ao longo dos próximos meses.</p>
<p>O Made in Brazil é uma das grandes bandas ocultas do rock nacional. Se você realmente gosta de rock e possuí o estilo correndo em suas veias, então a banda é sua conhecida e pode ser que você tenha um ou dois discos do grupo. Mas, se você curte apenas o que toca na rádio ou está em destaque na mídia, então eles são ilustres desconhecidos para você. Não é a primeira vez que eles tocam em Presidente Prudente, mas esta é a primeira vez que pude conferir o grupo ao vivo.</p>
<p>O show foi no Sesc e seguiu o mesmo roteiro de todas as apresentações musicais no local. Palco pequeno, pouco jogo de luz e o horário do show foi no finalzinho da tarde. Embora o público tenha sido razoável, achei que teria mais gente visto que a apresentação foi gratuita. Eles subiram ao palco e desfilaram uma quantidade gratificante do mais puro rock and roll e blus. Ótimo para passar uma tarde agradável ao som de boa música. Todos os músicos estavam ótimos em seu desempenho, mas gostaria de dar um destaque às duas lindas vocais de apoio que animaram muito a platéia e cantaram muito bem.</p>
<p>Vejam abaixo algumas imagens.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1686.jpg" rel="lightbox[1842]" title="14012012-_MG_1686"><img class="aligncenter size-full wp-image-1843" title="14012012-_MG_1686" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1686.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1691.jpg" rel="lightbox[1842]" title="14012012-_MG_1691"><img class="aligncenter size-full wp-image-1844" title="14012012-_MG_1691" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1691.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1695.jpg" rel="lightbox[1842]" title="14012012-_MG_1695"><img class="aligncenter size-full wp-image-1845" title="14012012-_MG_1695" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1695.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1731.jpg" rel="lightbox[1842]" title="14012012-_MG_1731"><img class="aligncenter size-full wp-image-1846" title="14012012-_MG_1731" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1731.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1742.jpg" rel="lightbox[1842]" title="14012012-_MG_1742"><img class="aligncenter size-full wp-image-1847" title="14012012-_MG_1742" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/14012012-_MG_1742.jpg" alt="" width="568" height="379" /></a></p>
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		<title>Diários de Vampiro (A série)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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		<description><![CDATA[Por incrível que pareça eu comecei a assistir a série Diários de Vampiro (traduzido no SBT para Diários de um Vampiro). Aqui temos o mesmo fenômeno que encontramos na década de 70 com o primeiro longa metragem de Star Trek. Na época, Guerra nas Estrelas fez um sucesso fenomenal nas telonas e a concorrência correu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por incrível que pareça eu comecei a assistir a série <strong>Diários de Vampiro</strong> (traduzido no <strong>SBT</strong> para <strong>Diários de um Vampiro</strong>). Aqui temos o mesmo fenômeno que encontramos na década de 70 com o primeiro longa metragem de <strong>Star Trek</strong>. Na época,<strong> Guerra nas Estrelas</strong> fez um sucesso fenomenal nas telonas e a concorrência correu atrás de algo que fosse na mesma linha e pudesse abocanhar um pouco da fama criada pela história de <strong>George Lucas</strong>. Porém, neste caso específico, o sucesso foi trazido pelos filmes baseados nos livros de <strong>Stephenie Meyer</strong>. <strong>Crepúsculo </strong>nos apresentava uma galera formada por <strong>Vampiro</strong>s emos que brilhavam no sol. Contradizendo tudo que <strong>Anne Rice </strong>escreveu (querendo ou não a mulher delineou tudo que se escreveu sobre o tema depois dela) os <strong>Vampiros</strong> se transformaram em seres bacanas e amorosos, esquecendo um pouco a fama de predadores da noite.</p>
<p>Para morder um pouco dessa fama (não resisti ao trocadilho) foram atrás da série de livros escrita por <strong>Lisa Jane Smith</strong> e cuja trilogia principal foi publicada em 1991. Porém, o formato escolhido para explorar a história foi de uma série de TV. Admito que tive muita curiosidade em ler os livros, pois geralmente são melhores do que as adaptações para TV ou cinema, mas desta vez me enganei. Os livros de <strong>Lisa Jane Smith </strong>começam bacanas apresentando os personagens e seus dramas pessoais. A série original, composta pelos três primeiros livros (<strong>O Despertar</strong>, <strong>O Confronto</strong>, <strong>A Fúria</strong>) apresenta uma história fechada, muito bem construída, levando em consideração o clima de romance. Porém, no quarto volume a história se perde. Foi uma tentativa de voltar à história original ressuscitando um personagem importante que tinha morrido ao final da história. Tudo fica muito confuso e a história perde o foco. Assim como na série de <strong>Stephenie Meyer</strong> o livro é direcionado para adolescentes e o drama e o romance são mais evidentes do que o suspense e o terror.  Depois do início da série de TV a autora iniciou a produção de uma nova trilogia. Mais três livros já foram lançados e um quarto está em produção.</p>
<p>Depois da experiência com os livros decidi que não valia a pena assistir a série, pois achava a trama fraca. Em sua estréia até dei uma olhada nos primeiros episódios, mas já conhecia a história e poderia achar tudo muito chato. Aliás, estou tendo este problema ao ler o primeiro volume das <strong>Crônicas de Gelo e Fogo &#8211; Guerra dos Tronos</strong>. Já tinha assistido a minissérie da <strong>HBO</strong> e praticamente já sei o fim da história. Mas, voltando ao tema deste texto, um belo dia meu irmão chegou com as duas primeiras temporadas de <strong>Diários de Vampiro</strong> em DVD. Como ele estava assistindo decidi dar uma nova chance a série. E não me arrependi. A produção aproveita a espinha dorsal criada por <strong>Lisa Jane Smith</strong>, mas a história possui diferenças gritantes e todo o enredo caminhou para um desenvolvimento de longa duração que não possui ligação nenhuma com os livros. Felizmente, a série de TV possui um argumento mil vezes melhor do que a série literária.</p>
<p>Na TV toda a trama é trazida para uma única cidade. Nada de<strong> Vampiros</strong> criados na Europa. <strong>Elena </strong>tem mais profundidade, suas amigas possuem personalidades bem diferentes, a história flui com reviravoltas a cada 5 episódios e foi criada uma mitologia longa que não existe nos livros. Coisas que são bacanas na TV: Os lobisomens são mais brutos; <strong>Stefan</strong> não é um bundão afeminado, sendo que seu lado negro é muito mais ultrajante do que de seu irmão; bruxas são poderosas e podem bater de frente com os seres sobrenaturais; os caçadores de <strong>vampiro</strong> são mais organizados; os <strong>Vampiros</strong> conhecidos como <strong>Originais</strong> são muito bacanas; <strong>Damon</strong> tem um senso de humor ferino, tonando as histórias bem mais interessantes; e a continuidade não trata o espectador como adolescente. </p>
<p>Embora seja uma produção voltada para um público jovem, <strong>Diários de Vampiro</strong> trazem um enredo bem construído, personagens fortes, mistérios que está me fazendo roer as unhas (afinal de contas, o que está escondido dentro do caixão lacrado?), ação e bom humor. Tudo que precisamos para garantir um bom entretenimento na televisão. O único ponto negativo da série no Brasil foi à escolha dos dubladores de alguns personagens. Em um país que se orgulha da indústria de dublagem o trabalho aqui é uma bela porcaria.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/vampire-diaries.jpg" rel="lightbox[1836]" title="vampire-diaries"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/vampire-diaries.jpg" alt="" title="vampire-diaries" width="627" height="448" class="aligncenter size-full wp-image-1838" /></a></p>
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		<title>Within Temptation – The Unforgiving</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[within temptation]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorei muito para escrever este texto. Minha mente não conseguia se decidir se gostava ou não deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fà do Within Temptation. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temática gótica e dark. O mais bacana é que a banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorei muito para escrever este texto. Minha mente não conseguia se decidir se gostava ou não deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fà do <strong>Within Temptation</strong>. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temática gótica e dark. O mais bacana é que a banda possuía apenas um vocal feminino. Nada dos vocais guturais para dar uma contrapartida à suavidade da voz feminina. A voz de <strong>Sharon den Adel</strong> era perfeita. A moçoila cantava basicamente em falsete utilizando muito vibrato. Acho que era interessante porque era diferente. Ela não tentava copiar o vocal operístico do <strong>Nightwish</strong> como 90% das bancas com vocais femininos. <strong>Mother Earth</strong> (2001), por exemplo, é uma obra prima de melodia e emoção. Mas, algo mudou.</p>
<p>No penúltimo disco da banda, o bacana <strong>The Heart of Everything</strong> (2007), algo já estava acontecendo. O disco estava mais pesado, os vocais mais tradicionais e quase toda a carga de emoção e clima onírico havia desaparecido. Juro que foi uma das poucas vezes que me assustei com a mudança drastica de uma banda. Depois disso veio um disco acústico (<strong>An Acoustic Night at the Theatre</strong>) onde existia uma música bônus chamada <strong>Utopia</strong>. A música é muito legal, mas é totalmente diferente de tudo que a banda já havia feito. Um primeiro alarme já tocou em minha mente com o aviso de que o <strong>Within Temptation </strong>estava no mesmo caminho que havia destruído várias ótimas bandas europeias: a americanização de sua música.</p>
<p>Sim meus amigos. O mercado americano é o mais forte do mundo, e para entrar lá a sua música tem que seguir os moldes do país ianque. <strong>Nightwish</strong> e <strong>Lacuna Coil</strong>  passaram por isso e eu simplesmente abandonei as bandas. Agora pode ser a vez no <strong>Within Temptation</strong>. O novo disco lançado em 2011, <strong>The Unforgiving</strong>, pode ser definido secamente com apenas uma palavra. Ele é POP. As guitarras desapareceram, varias batidas eletrônicas foram adicionadas, a voz de <strong>Sharon den Adel</strong> está esganiçada e as músicas estão com refrãos bem comerciais, daqueles que não desgrudam de sua cabeça. Isso torna o disco ruim? Claro que não, mas eu consumia o <strong>Within Temptation</strong> por causa do diferencial. Se eles vão soar como qualquer outra banda americana com vocal feminino então não preciso mais comprar os seus discos. Aliás, este é um fenômeno interessante. Toda essa onda de metal e rock pesado com vocal feminino começou na Europa. Depois apareceu o <strong>Evanescence</strong> sem nenhum tipo de novidade e vendeu milhões de cópias. Agora todas as bandas que foram pioneiras querem parecer com o <strong>Evanescence</strong>. Vai entender.</p>
<p>O disco possui 12 músicas que, do ponto de vista da composição, são muito parecidas. A bateria e o teclado se destacam muito, deixando a guitarra fica em segundo plano. O contrabaixo, como de costume, é praticamente inaudível. Uma nova característica aqui é a maior quantidade de solos de guitarra no meio das músicas. Nos discos anteriores isso era mais raro. Destaques óbvios são a segunda música <strong>Shot In The Dark</strong> que começa com uma batidinha eletrônica irritante, mas depois melhora muito. Em seguida temos a pedrada  <strong>In The Middle Of The Night</strong> que faz você cantar junto o refrão. Também temos <strong>Faster,</strong> a música que se tornou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uy_UmgjXGk8">vídeo clipe deste disco</a>. Porém, a música mais comercial, e ao mesmo tempo a mais rápida do disco, é <strong>Iron</strong> onde podemos destacar um ótimo trabalho da bateria. Logo depois temos a música <strong>Sinéad</strong> que poderia muito bem ter sido gravada pela <strong>Avril Lavigne</strong>. Sério mesmo, pode tocar em qualquer <strong>FM</strong> do Brasil sem problema. Finalizando a seleção te melhores músicas temos <strong>Lost</strong> que é uma última suspiro de sobrevivência do antigo estilo da banda. Está é, com certeza, a melhor música do disco.</p>
<p>Embora seja um disco comercial ao extremo e não lembre absolutamente em nada o estilo que tornou a banca famosa, este disco não pode ser classificado como ruim. Dentro de sua proposta ele é bem sucedido. Já vi muita resenha pela internet babando o ovo sobre a produção, mas a maioria é de moleques que devem ter começado a ouvir rock com o <strong>Evanescence</strong> e outras bandas americanas. Ai fica fácil gostar do disco.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" rel="lightbox[1829]" title="within temptation"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" alt="" title="within temptation" width="500" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-1830" /></a></p>
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		<title>Missão Impossível 4 – Protocolo Fantasma</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que não me dava esse luxo. Chegando lá fiquei dividido entre Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma e Os Imortais. Como o filme épico grego está recebendo centenas de críticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que não me dava esse luxo. Chegando lá fiquei dividido entre <strong>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> e <strong>Os Imortais</strong>. Como o filme épico grego está recebendo centenas de críticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei me decidindo pelo quarto filme da franquia baseada na série de TV. E não me arrependi. O filme está dentro do patamar que encontramos nas edições anteriores. Aliás, tirando o segundo episódio, os outros mantiveram um ótimo nível de qualidade no roteiro. Temos ação, perseguições, acrobacias impossíveis, equipamentos tecnológicos surpreendentes e momentos de tensão.</p>
<p>O filme começa com nosso protagonista <strong>Ethan Hunt</strong> (<strong>Tom Cruise</strong>) encarcerado em uma prisão russa. Neste momento os agentes <strong>Benji Dunn</strong> (<strong>Simon Pegg</strong>) e <strong>Jane Carter</strong> (<strong>Paula Patton</strong>) aparecem para tirá-lo da cadeia e entregar sua nova missão. O mundo está ameaçado por um maluco de codinome <strong>Cobalto</strong> (<strong>Kurt Hendricks</strong>) que acredita que uma guerra nuclear é o próximo passo para a evolução da humanidade. A missão é se infiltrar no <strong>Kremlin</strong> e conseguir informações sobre o indivíduo. Mas, tudo se complica e o prédio acaba indo pelos ares. Agora, <strong>Hunt</strong> foi culpado pela explosão e o governo retirou todo o apoio a sua equipe. Só resta a eles, juntamente com o agente <strong>William Brandt</strong> (<strong>Jeremy Renner</strong>) deter o maluco e impedir a 3º Guerra mundial.</p>
<p>Como todo grande filme de ação, a produção tem seus altos e baixos. As perseguições são muito legais e os aparatos tecnológicos bem criativos. Ponto para a equipe de efeitos especiais que conseguiu criar a maioria dos equipamentos com uma veracidade surpreendente. Todas as lutas também foram muito bem coreografadas e a interpretação dos atores está dentro de um patamar aceitável. Eu só achei que a escolha da protagonista feminina foi mal feita. Tudo bem que <strong>Jane Carter</strong> é até competente, e bonita também, mas a vilã <strong>Sabine Moreau</strong> (<strong>Léa Seydoux</strong>) foi uma escolha bem mais feliz do que a protagonista. Eu acho que neste ponto poderíamos ter uma inversão de papéis sem problema algum. </p>
<p>O ponto baixo da trama foram as explicações sobre o que aconteceu com a mulher de <strong>Ethan Hunt</strong>. Como bem lembramos, no terceiro filme da série o nosso herói estava para se casar, sendo que este pequeno probleminha foi o combustível que moveu a história. Neste quarto filme a continuidade não deu muita atenção para isso e tivemos um momento de água fria quando foi explicado o que aconteceu. <strong>Missão Impossível</strong> tem que ser adrenalina do começo ao fim, mas é apenas um pequeno deslize.</p>
<p><strong>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> não é um filme perfeito e nem vai fazer você se emocionar. São 130 minutos de correria e explosões. Vai servir perfeitamente para desligar um pouco o cérebro e passar alguns momentos divertidos. Só por isso já vale a pena.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missão-impossível-protocolo-fantasma-1.jpg" rel="lightbox[1823]" title="missão-impossível-protocolo-fantasma-1"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missão-impossível-protocolo-fantasma-1.jpg" alt="" title="missão-impossível-protocolo-fantasma-1" width="500" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1824" /></a></p>
<p>P.S. embora eu já saiba disso, vale a pena sempre dizer que o Cine ArcoIris de Presidente Prudente é um dos piores cinemas do mundo, tanto no som quando na qualidade de imagem. Fica o recado.</p>
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