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As teorias do cientista viram obras de arte para ver, experimentar e se encantar.&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt; &lt;center&gt;&lt;object width="480" height="392"&gt;&lt;param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=886329&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392" name="FlashVars" /&gt;&lt;embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=886329&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&amp;#160;&lt;/center&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;As grandes questões do universo no olhar de Albert Einstein – uma exposição em São Paulo usa muita luz para desvendar as teorias e as histórias da vida do cientista alemão que marcou o século 20 e que é contada de uma forma que até as crianças entendem.      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Dois milhões de pessoas já assistiram à exposição sobre Einstein em outros países – prova de que o cientista também se tornou também um ícone pop. Quem der um pulinho no Parque do Ibirapuera vai poder entender melhor como Einstein teve aquelas idéias que mudaram a maneira como o homem entende o tempo e o universo.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;A mesma maçã de Newton é a maça de Einstein ou a massa de Einstein multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado, que é igual à energia. Uma exposição sobre Einstein é cheia de perguntas: o que é o tempo? Tudo é relativo? Você está parado? Por que não é possível viajar mais rápido do que a luz?       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Às perguntas de Einstein só ele tem a resposta. Pense em uma viagem para a lua. Se pudéssemos ir a pé, levaríamos nove anos. Se fossemos de metrô, seriam 182 dias. Na velocidade da luz, levaria apenas 1,3 segundos.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;A maquina do tempo mostra a data de nascimento de Einstein: 14 de marco de 1879. Hoje ele teria 129 anos, seis meses e oito dias. Se ele tivesse passado a vida dentro de um foguete voando a 99% da velocidade da luz, hoje Einstein estaria vivo e teria 18 anos, três meses e cinco dias.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;“A luz sempre é um elemento fundamental, uma curiosidade que sempre teve na vida do Einstein. Por isso mesmo, a exposição tenta mostrar, tenta participar e tenta brincar com a luz de diferentes maneiras. Em uma das brincadeiras, você dobra o espaço-tempo. A idéia é que você, interagindo com a sua massa, vai conseguir atrair objetos do espaço com a sua própria massa. Cada vez que a gente se desloca um pouco, os objetos vêm atrás da nossa massa. A gente está dobrando o espaço-tempo do Einstein. É como se a gente fosse o buraco negro, no caso”, explica o coordenador científico da mostra, Marcelo Knobel.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;A maquina da transformação do universo conta com a nossa colaboração. Nela os visitantes criam buracos negros que atraem os corpos celestes e consomem esses mesmos corpos celestes. Depois, novas estrelas e planetas são criados, e os buracos negros desaparecem. Às vezes, eles giram em volta do buraco negro fazem uma órbita.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;“Por meio de muita interatividade, a gente tem um numero de interativos como nunca antes a gente teve. A gente tem a contribuição de artistas plásticos e artistas metafísicos brasileiros que tropicalizaram a exposição e colocaram seus conceitos para que desde as crianças pequenas possam entender até adultos ou mesmo cientistas que estudaram Einstein e físicos consigam se aprofundar sobe a teoria”, afirma a diretora da mostra, Bianca Rinzner.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Albert Einstein foi uma figura central na historia do século 20. Ele sobreviveu a duas grandes guerras, fugiu do nazismo, foi um dos responsáveis da bomba atômica e participou da criação da Organização das Nações Unidas (ONU).       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;“Desde filosofia, artes plásticas a diversas experiências que a gente tem no nosso dia-a-dia, tem a presença do Einstein”, aponta o coordenador científico da mostra, Marcelo Knobel.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Na velhice, quando morou nos Estados Unidos, ele costumava receber muitas cartas de crianças. Em uma delas, a menina diz que viu a foto no jornal e lhe dá um conselho: “Corte os cabelos para ficar mais bonito”. As teorias de Einstein na exposição são também conceitos e obras de arte. Feixes de luz. Som e luz.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Na missão luz, são seis minutos de uma viagem em direção a Marte a 99% da velocidade da luz. Antes de chegar a Marte, o visitante faz uma órbita em torno do Sol. Não dá para apreciar muito a paisagem. A viagem é muito rápida.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Albert Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física de 1921. Mas, ao contrário do que muitos pensam, não foi por causa da famosa teoria da relatividade. Foi pela explicação que ele formulou a respeito do efeito fotoelétrico.       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Depois de entender esse efeito, os cientistas puderam desenvolver equipamentos como as células fotoelétricas, aquelas que fazem as luzes acenderem automaticamente quando se entra em uma sala, por exemplo, e mais tarde a própria televisão.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja outros Blogs do autor: &lt;a href="http://cuiabanews.blogspot.com"&gt;Cuiab&amp;#225;News&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://maninhoexpress.blogspot.com"&gt;MaNiNhO eXpReSs&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3555891212805327185-6952647563740376430?l=loucurasdoeinstein.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/TpBBiMZ4aTI/cincia-e-arte-se-misturam-em-homenagem.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/09/cincia-e-arte-se-misturam-em-homenagem.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-9171830164836794236</guid><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-19T06:31:59.932-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Noticias</category><title>Partículas 'conversam' a 10.000 vezes a velocidade da luz</title><description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Velocidade extraordin&amp;#225;ria medida em experimento &amp;#233; uma viola&amp;#231;&amp;#227;o 'do esp&amp;#237;rito, mas n&amp;#227;o da letra' da Relatividade&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Via: Carlos Orsi do &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br " target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Estad&amp;#227;o&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Emitindo pares de f&amp;#243;tons - part&amp;#237;culas de luz - ao longo de uma fibra &amp;#243;ptica estendida entre as cidades su&amp;#237;&amp;#231;as de Satingny e Jussy, cientistas do Grupo de F&amp;#237;sica Aplicada da Universidade de Genebra determinaram que um f&amp;#243;ton, chegando a um extremo da linha, &amp;#233; capaz de reagir instantaneamente a uma manipula&amp;#231;&amp;#227;o realizada no parceiro que foi para o lado oposto, a 18 km de dist&amp;#226;ncia. Os pesquisadores calcularam que, se essa rea&amp;#231;&amp;#227;o for resultado de uma comunica&amp;#231;&amp;#227;o entre as part&amp;#237;culas, o sinal teria de viajar a, no m&amp;#237;nimo, 10.000 vezes a velocidade da luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;img height="371" src="http://www.estadao.com.br/fotos/Satellite-min-min.jpg" width="550" /&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Imagem de sat&amp;#233;lite da regi&amp;#227;o Su&amp;#237;&amp;#231;a entre as cidades onde ocorreu o experimento. Divulga&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Trata-se de uma viola&amp;#231;&amp;#227;o do esp&amp;#237;rito, se n&amp;#227;o da letra&amp;#8221;, da Teoria da Relatividade de Einstein, que diz que nada pode viajar mais depressa que a luz, diz o f&amp;#237;sico Terence Rudolph, do Imperial College London, em coment&amp;#225;rio ao experimento su&amp;#237;&amp;#231;o. Tanto a descri&amp;#231;&amp;#227;o da experi&amp;#234;ncia quanto o coment&amp;#225;rio de Rudolph est&amp;#227;o publicados na edi&amp;#231;&amp;#227;o desta semana da revista &lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O efeito utilizado pela equipe su&amp;#237;&amp;#231;a &amp;#233; conhecido pelos cientistas como &amp;#8220;emaranhamento qu&amp;#226;ntico&amp;#8221;, e ocorre quando duas part&amp;#237;culas s&amp;#227;o preparadas de tal forma que qualquer altera&amp;#231;&amp;#227;o numa delas afeta a outra instantaneamente, n&amp;#227;o importa a dist&amp;#226;ncia que as separa. A velocidade de 10.000 vezes a da luz, determinada pelos f&amp;#237;sicos de Genebra, &amp;#233; o limite m&amp;#237;nimo para que o sinal seja &amp;#8220;instant&amp;#226;neo&amp;#8221;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos anos 30, Albert Einstein havia usado a possibilidade - ent&amp;#227;o, apenas te&amp;#243;rica - do emaranhamento para atacar a teoria qu&amp;#226;ntica, referindo-se ao efeito como uma &amp;#8220;a&amp;#231;&amp;#227;o fantasmag&amp;#243;rica &amp;#224; dist&amp;#226;ncia&amp;#8221;. Para o descobridor da relatividade, qualquer teoria que abrisse essa brecha teria de ser, necessariamente, incompleta. Einstein n&amp;#227;o aceitava a interpreta&amp;#231;&amp;#227;o dominante para a mec&amp;#226;nica qu&amp;#226;ntica, que afirma que alguns aspectos da natureza n&amp;#227;o podem ser conhecidos com precis&amp;#227;o total, mas apenas como probabilidades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, avan&amp;#231;os feitos ao longo do s&amp;#233;culo 20 mostraram que o emaranhamento &amp;#233; real. Ele j&amp;#225; foi confirmado em v&amp;#225;rios experimentos realizados nos &amp;#250;ltimos anos, e est&amp;#225; na base da tecnologia da computa&amp;#231;&amp;#227;o qu&amp;#226;ntica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Sabemos que as part&amp;#237;culas que representam os bits qu&amp;#226;nticos, ou q-bits, precisam adquirir, durante o processamento da informa&amp;#231;&amp;#227;o, certo grau de emaranhamento para que a computa&amp;#231;&amp;#227;o qu&amp;#226;ntica seja mais eficiente que computa&amp;#231;&amp;#227;o cl&amp;#225;ssica&amp;#8221;, explica o f&amp;#237;sico brasileiro Marcio Cornelio, atualmente na Unicamp. Cientistas acreditam que computadores qu&amp;#226;nticos ser&amp;#227;o capazes de realizar c&amp;#225;lculos muito mais rapidamente que computadores normais, ou cl&amp;#225;ssicos, al&amp;#233;m de resolver problemas que est&amp;#227;o fora do alcance das m&amp;#225;quinas atuais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O experimento su&amp;#237;&amp;#231;o traz mais um argumento ao debate entre as diferentes interpreta&amp;#231;&amp;#245;es da mec&amp;#226;nica qu&amp;#226;ntica. Uma das hip&amp;#243;teses levantadas em oposi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; id&amp;#233;ia de que certos fen&amp;#244;menos s&amp;#243; podem ser descritos como probabilidades &amp;#233; a das &amp;#8220;vari&amp;#225;veis ocultas&amp;#8221; - todo fen&amp;#244;meno teria uma descri&amp;#231;&amp;#227;o precisa, mas que estaria, de certa forma, escondida. Se as vari&amp;#225;veis ocultas existissem, no entanto, o emaranhamento qu&amp;#226;ntico s&amp;#243; seria poss&amp;#237;vel se as part&amp;#237;culas se comunicassem entre si, ajustando suas vari&amp;#225;veis. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Conclu&amp;#237;mos que o limite m&amp;#237;nimo que estabelecemos para a velocidade da hipot&amp;#233;tica a&amp;#231;&amp;#227;o fantasmag&amp;#243;rica &amp;#224; dist&amp;#226;ncia &amp;#233; t&amp;#227;o alto que a exist&amp;#234;ncia desta a&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; plaus&amp;#237;vel&amp;#8221;, diz Nicolas Gisin, um dos autores do artigo na Nature. Cornelio concorda: &amp;#8220;Se tal a&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; dist&amp;#226;ncia existisse, ela teria que ser muitas vezes mais r&amp;#225;pida que a luz, o que violaria a teoria da relatividade. Essa &amp;#233; mais uma evid&amp;#234;ncia de que tais vari&amp;#225;veis n&amp;#227;o devem existir&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O emaranhamento n&amp;#227;o viola a &amp;#8220;letra&amp;#8221; da relatividade porque, por si s&amp;#243;, o fen&amp;#244;meno n&amp;#227;o permite a transmiss&amp;#227;o de sinais de comunica&amp;#231;&amp;#227;o mais depressa que a luz - n&amp;#227;o seria poss&amp;#237;vel, por exemplo, usar part&amp;#237;culas emaranhadas para criar um telefone celular instant&amp;#226;neo. &amp;#8220;O emaranhamento n&amp;#227;o pode ser usado para comunicar unidades de informa&amp;#231;&amp;#227;o escolhidas por uma pessoa, exatamente porque os eventos correlacionados por ele s&amp;#227;o aleat&amp;#243;rios, fora do controle humano. Se os eventos fossem determin&amp;#237;sticos, seria poss&amp;#237;vel usar o fen&amp;#244;meno para comunica&amp;#231;&amp;#227;o cl&amp;#225;ssica mais r&amp;#225;pida que a luz&amp;#8221;, o que violaria a relatividade, diz Gisin. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas se as part&amp;#237;culas n&amp;#227;o trocam sinais entre si, como o emaranhamento qu&amp;#226;ntico &amp;#233; poss&amp;#237;vel? Como uma part&amp;#237;cula &amp;#8220;sabe&amp;#8221; que sua parceira, a quil&amp;#244;metros de dist&amp;#226;ncia, foi manipulada?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Eu diria que as part&amp;#237;culas simplesmente est&amp;#227;o correlacionadas&amp;#8221;, diz Cornelio. &amp;#8220;Como n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel transmitir informa&amp;#231;&amp;#227;o usando apenas part&amp;#237;culas emaranhadas, n&amp;#227;o h&amp;#225; necessidade de uma 'saber' o estado da outra e vice versa. Existe apenas uma correla&amp;#231;&amp;#227;o estranha, que n&amp;#227;o pode ser descrita pela f&amp;#237;sica cl&amp;#225;ssica&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/GJ6Iyn3zbg8/partculas-10000-vezes-velocidade-da-luz.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/08/partculas-10000-vezes-velocidade-da-luz.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-482726837648493560</guid><pubDate>Tue, 29 Jul 2008 10:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-29T03:48:00.703-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Tempos difíceis</title><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;h3 align="center"&gt;Tempo dif&amp;#237;cil esse em que estamos, onde &amp;#233; mais f&amp;#225;cil quebrar um &amp;#225;tomo do que um preconceito &lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;(Einstein)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Algo que aprendi em uma longa vida: Toda nossa Ci&amp;#234;ncia, medida contra a realidade, &amp;#233; primitiva e infantil - E ainda assim, &amp;#233; a coisa mais preciosa que temos. &lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;(Einstein)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:6fa059aa-c518-473d-8331-a03643b98515" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: &lt;a href="http://technorati.com/tags/Frases" rel="tag"&gt;Frases&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/jeyBqtYnDog/tempos-difceis.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/tempos-difceis.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-8965062677561028904</guid><pubDate>Mon, 28 Jul 2008 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-28T16:37:54.971-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>a ciência e a religião</title><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;A ci&amp;#234;ncia sem a religi&amp;#227;o &amp;#233; manca, religi&amp;#227;o sem a ci&amp;#234;ncia &amp;#233; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;cega.&amp;#8221; &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;(Einstein)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&amp;#8221;Nenhuma soma de experi&amp;#234;ncia pode provar que se tem &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;raz&amp;#227;o, mas basta uma s&amp;#243; experi&amp;#234;ncia para mostrar que se est&amp;#225; &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;errado.&amp;#8221; &lt;/font&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;(Einstein)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e31788ee-b2db-4ab7-935d-885fd2818f47" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: &lt;a href="http://technorati.com/tags/Frases" rel="tag"&gt;Frases&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/gRMQs2AVjUI/cincia-e-religio.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/cincia-e-religio.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-3276757992456380529</guid><pubDate>Sun, 27 Jul 2008 00:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-26T18:13:42.387-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Noticias</category><title>O preço da velha ciência</title><description>&lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;Livros cient&amp;#237;ficos raros alcan&amp;#231;am milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares em leil&amp;#227;o nos Estados Unidos&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Via: &lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Revista Pesquisa&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Texto: Neldson Marcolin&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Edi&amp;#231;&amp;#227;o Impressa 149 - Julho 2008&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pesquisa FAPESP &lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&amp;#169; Fotos Christie&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img height="87" alt="" src="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/arq/r/pt/908/art3573img1.jpg" width="160" align="right" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro de Cop&amp;#233;rnico, vendido por US$ 2,2 milh&amp;#245;es: fora do mercado havia d&amp;#233;cadas &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A ci&amp;#234;ncia foi a leil&amp;#227;o e, surpreendentemente, conseguiu quase o dobro do pre&amp;#231;o esperado pelos especialistas. No caso, leia-se por ci&amp;#234;ncia 346 livros ou cole&amp;#231;&amp;#245;es de artigos de cientistas que criaram ou revolucionaram o conhecimento cient&amp;#237;fico do s&amp;#233;culo XVI ao XX. Quase todos os lotes foram vendidos no dia 17 de junho pela casa de leil&amp;#245;es Christie&amp;#8217;s, de Nova York. A j&amp;#243;ia da coroa era um exemplar fora do mercado havia muitas d&amp;#233;cadas, &lt;em&gt;De revolutionibus orbium colestium&lt;/em&gt; &lt;em&gt;(Sobre a revolu&amp;#231;&amp;#227;o dos corpos celestes),&lt;/em&gt; do polon&amp;#234;s Nicolau Cop&amp;#233;rnico (1473-1543), publicado prudentemente no ano de sua morte, depois de duas d&amp;#233;cadas de trabalho. Nele Cop&amp;#233;rnico tirou a Terra do centro do Sistema Solar e colocou pela primeira vez o Sol no seu lugar. A c&amp;#243;pia &amp;#233; uma primeira edi&amp;#231;&amp;#227;o do s&amp;#233;culo XVI e fazia parte da biblioteca de hist&amp;#243;ria da ci&amp;#234;ncia do m&amp;#233;dico norte-americano aposentado, astr&amp;#244;nomo amador e colecionador diletante Richard Green. A Christie&amp;#8217;s esperava conseguir at&amp;#233; US$ 1,1 milh&amp;#227;o pelo livro, mas ele foi arrematado por US$ 2,2 milh&amp;#245;es, um recorde. A arrecada&amp;#231;&amp;#227;o total passou em muito a expectativa inicial de US$ 6 milh&amp;#245;es &amp;#8211; alcan&amp;#231;ou US$ 11 milh&amp;#245;es por 289 lotes vendidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arte de navegar&lt;/em&gt;, do espanhol Pedro de Medina (1493-1567), foi o segundo livro mais valioso vendido no leil&amp;#227;o, por US$ 578 mil. Trata-se da primeira edi&amp;#231;&amp;#227;o do primeiro manual pr&amp;#225;tico de navega&amp;#231;&amp;#227;o. O terceiro mais caro (US$ 506 mil) foi o op&amp;#250;sculo de Galileu Galilei (1564-1642) &lt;em&gt;Le operazioni del compasso geometrico, et militare&lt;/em&gt;, em que descreveu o modo pelo qual o compasso podia ser usado sem pena, papel ou &amp;#225;baco. Depois veio &lt;em&gt;Harmonices mundi libri V&lt;/em&gt; (US$ 362 mil), de Johannes Kepler (1571-1630), no qual exp&amp;#245;e sua teoria sobre a harmonia do Universo. E o quinto lote mais caro vendido (US$ 314 mil) entre os 289 foi uma cole&amp;#231;&amp;#227;o de 130 separatas de &lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000" size="3"&gt;Albert Einstein&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; (1879-1955), escritas entre 1900 e 1925, que incluem artigos sobre as teorias qu&amp;#226;ntica de campos, a geral da relatividade e a de campo unificada.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Qual o motivo de se gastar tanto dinheiro em um objeto conhecido e reproduzido h&amp;#225; centenas de anos, al&amp;#233;m do valor hist&amp;#243;rico da obra? Talvez o fetiche por uma primeira edi&amp;#231;&amp;#227;o que pouqu&amp;#237;ssimos t&amp;#234;m? Ou &amp;#233; apenas um investimento em algo que n&amp;#227;o se desvaloriza? Quando se trata de algu&amp;#233;m declaradamente apaixonado por edi&amp;#231;&amp;#245;es antigas, como o bibli&amp;#243;filo Jos&amp;#233; Mindlin, a resposta &amp;#233; mais f&amp;#225;cil. Ele n&amp;#227;o entra em leil&amp;#245;es milion&amp;#225;rios e vem garimpando seus exemplares com extrema paci&amp;#234;ncia ao longo de muitas d&amp;#233;cadas. Quem j&amp;#225; visitou sua biblioteca conhece o cuidado que cerca todos os livros, dos valiosos aos mais simples.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Mas n&amp;#227;o &amp;#233; o que ocorre com os atuais compradores de livros raros e obras de arte. A avaliadora Margarete Cardoso, especialista do mercado brasileiro de livros raros da Livraria Rio Antigo, do Rio de Janeiro, conta que a tend&amp;#234;ncia &amp;#233; essas obras se tornarem cada vez mais raras porque s&amp;#227;o compradas por museus e empresas &amp;#8211; como aconteceu com a maioria dos livros de Richard Green &amp;#8211;, que n&amp;#227;o revendem. &amp;#8220;Quando aparecem livros como os levados a leil&amp;#227;o o pre&amp;#231;o dispara&amp;#8221;, diz Margarete. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/8uv7PJWu35Y/o-preo-da-velha-cincia.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/o-preo-da-velha-cincia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-3591702789527758819</guid><pubDate>Sat, 26 Jul 2008 14:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-26T07:36:19.118-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ideias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Noticias</category><title>Sim, é possível viajar no tempo!</title><description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Via: &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://educacao.ig.com.br" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;Educa&amp;#231;&amp;#227;o IG&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;Por: Isis N&amp;#243;bile Diniz&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;h6&gt;&lt;font size="2"&gt;O que parecia fic&amp;#231;&amp;#227;o cient&amp;#237;fica pode se tornar realidade. Entenda como conseguiremos viajar no tempo&lt;/font&gt;&lt;/h6&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nada de apelar para as artes da adivinha&amp;#231;&amp;#227;o como a bola de cristal, a quiromancia ou as runas. Imagine se fosse poss&amp;#237;vel conferir o futuro com os pr&amp;#243;prios olhos. Melhor, se pudesse voltar ao passado para corrigir os erros... Apenas uma m&amp;#225;quina do tempo para oferecer tamanha facilidade. Mas qual &amp;#233; a real probabilidade de se viajar no tempo? Os f&amp;#237;sicos possuem resposta imediata: &amp;#8220;Teoricamente, &amp;#233; poss&amp;#237;vel ir para o futuro. Voltar para o passado, seria improv&amp;#225;vel&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ali&amp;#225;s, os cientistas j&amp;#225; conseguiram enviar part&amp;#237;culas para o futuro! Os testes s&amp;#227;o feitos nos aceleradores de part&amp;#237;culas, &lt;a href="http://educacao.ig.com.br/noticia/2008/07/06/cuidado_buraco_negro_a_vista_1419253.html"&gt;&lt;strong&gt;como o LHC que entrar&amp;#225; em funcionamento em outubro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Para testar a id&amp;#233;ia, os pesquisadores usaram duas part&amp;#237;culas id&amp;#234;nticas e inst&amp;#225;veis - que se desintegram em segundos. Eles deixaram uma parada. Enquanto a outra foi colocada em movimento. A part&amp;#237;cula que ficou parada se desintegrou primeiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo a Teoria da Relatividade, do f&amp;#237;sico Albert Einstein, quanto maior for a velocidade de um objeto, menor &amp;#233; a passagem do tempo para ele. Por isso, a part&amp;#237;cula que ficou parada desapareceu antes. Do mesmo modo, se um humano fosse enviado para o futuro, o tempo para ele passaria mais devagar do que para os seres humanos que ficassem no presente. &amp;#8220;O tempo &amp;#233; relativo&amp;#8221;, diz a sabedoria popular. Ap&amp;#243;s esse experimento, logo uma pergunta apareceu. Se os cientistas conseguiram enviar part&amp;#237;culas, por que n&amp;#227;o mandaram humanos?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Conceitualmente, todos os seres vivos est&amp;#227;o &amp;#8220;viajando&amp;#8221; para o futuro. Envelhecer &amp;#233; uma maneira, biol&amp;#243;gica, mais simples de sair de uma &amp;#233;poca e ir para outra. Acelerar essa viagem ou transitar para o futuro e, em seguida, voltar ao tempo de onde partiu a expedi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel. Mas n&amp;#227;o uma tarefa simples. Demandaria tecnologia que ainda n&amp;#227;o foi desenvolvida. Afinal, a massa - quantidade de mat&amp;#233;ria de um corpo - de uma part&amp;#237;cula &amp;#233; menor do que a do ser humano.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para que as pessoas viajassem no tempo, seria necess&amp;#225;rio construir um ve&amp;#237;culo que alcan&amp;#231;asse uma velocidade muito alta. Pr&amp;#243;xima a velocidade da luz que &amp;#233; de 300 mil quil&amp;#244;metros por segundo. Mesmo assim, se esse ve&amp;#237;culo fosse constru&amp;#237;do, dois problemas deveriam ser solucionados. O material do qual seria feito esse meio de transporte teria que suportar o calor e o impacto da viagem. Outro detalhe &amp;#233; que, para atingir tamanha velocidade, o ve&amp;#237;culo precisaria de uma quantidade imensur&amp;#225;vel de combust&amp;#237;vel.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Qual o problema de voltar ao passado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo a Teoria da Relatividade, seria prov&amp;#225;vel viajar para o passado. Por&amp;#233;m os f&amp;#237;sicos teriam que enfrentar dois problemas. O primeiro &amp;#233; filos&amp;#243;fico. O que aconteceria se, em uma dessas viagens, a pessoa matasse os seus antepassados antes mesmo dela ter nascido? Seria um paradoxo que tornaria o universo inconsistente - que n&amp;#227;o pode gerar duas realidades diferentes. Essa resposta a ci&amp;#234;ncia n&amp;#227;o tem. Outro detalhe &amp;#233; que, a f&amp;#237;sica qu&amp;#226;ntica - o estudo dos sistemas f&amp;#237;sicos cujas dimens&amp;#245;es s&amp;#227;o pr&amp;#243;ximas ou abaixo da medida do tamanho de um &amp;#225;tomo - descarta a possibilidade de volta ao tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Supondo-se que fosse criado um ve&amp;#237;culo para voltar ao tempo. De acordo com a f&amp;#237;sica qu&amp;#226;ntica, ao ser colocado em funcionamento, ele seria destru&amp;#237;do antes mesmo de fazer a viagem. Isso porque o efeito &amp;#8220;colateral&amp;#8221; do ve&amp;#237;culo criaria um v&amp;#225;cuo qu&amp;#226;ntico - composto por part&amp;#237;culas que aparecem e &amp;#8220;morrem&amp;#8221; rapidamente. Esse v&amp;#225;cuo teria uma energia t&amp;#227;o grande que n&amp;#227;o daria suporte para o funcionamento do ve&amp;#237;culo. Ao entrar em funcionamento o ve&amp;#237;culo seria destru&amp;#237;do por essa for&amp;#231;a. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A viagem ao tempo faz parte do cotidiano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas ainda n&amp;#227;o t&amp;#234;m tecnologia suficiente para colocar uma geringon&amp;#231;a para viajar no tempo. Tamb&amp;#233;m, n&amp;#227;o possuem respostas para as quest&amp;#245;es filos&amp;#243;ficas que envolveriam um passeio desses. Apesar disso, a teoria da viagem no tempo &amp;#233; usada atualmente no dia-a-dia por todas as pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dos aparelhos eletr&amp;#244;nicos que empregam a id&amp;#233;ia de viagem ao tempo &amp;#233; o Global Positioning System (GPS) ou sistema de posi&amp;#231;&amp;#227;o global, em portugu&amp;#234;s. O aparelho, que virou moda no Brasil, possui uma antena para trocar informa&amp;#231;&amp;#245;es com o sat&amp;#233;lite que &amp;#243;rbita fora da Terra. Para mandar a localiza&amp;#231;&amp;#227;o precisa ao GPS, o sistema empregado usa as f&amp;#243;rmulas matem&amp;#225;ticas da Teoria da Relatividade. O invento &amp;#233; t&amp;#227;o funcional e l&amp;#243;gico que a margem de erro dos sat&amp;#233;lites americanos &amp;#233; de 10 cm.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Para se ter uma id&amp;#233;ia da import&amp;#226;ncia do tema no mundo, 30% da economia dos Estados Unidos est&amp;#225; relacionada &amp;#224; f&amp;#237;sica qu&amp;#226;ntica&amp;#8221;, conta a professora do Instituto de F&amp;#237;sica Te&amp;#243;rica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Maria Cristina Batoni Abdalla. Mesmo assim, atualmente, a viagem ao tempo est&amp;#225; descartada. As pessoas devem incentivar as pesquisas e, por enquanto, se contentar com a bola de cristal e afins.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais, confira alguns livros:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;&lt;strong&gt;Evolu&amp;#231;&amp;#227;o das Id&amp;#233;ias da F&amp;#237;sica&lt;/strong&gt;, &lt;font color="#000000"&gt;de Antonio S. T. Pires, Editora Livraria da F&amp;#237;sica&lt;/font&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma Nova Hist&amp;#243;ria do Tempo&lt;/strong&gt;, &lt;font color="#000000"&gt;de Stephen W. Hawking e Leonard Mlodinow, editora Ediouro&lt;/font&gt;       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&amp;#225;quina do Tempo: um Olhar Cient&amp;#237;fico&lt;/strong&gt;, &lt;font color="#000000"&gt;de M&amp;#225;rio Novello, editora Jorge Zahar&lt;/font&gt;       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Buracos Negros - Rompendo os Limites da Fic&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/strong&gt;, &lt;/font&gt;&lt;font color="#000000"&gt;de George Matsas e Daniel Vanzella, Editora Vieira &amp;amp; Lent&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/aIi95UaVmLs/sim-possvel-viajar-no-tempo.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/sim-possvel-viajar-no-tempo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-1509110479612807303</guid><pubDate>Sat, 26 Jul 2008 00:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-25T17:34:51.252-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Noticias</category><title>Físicos faturam 'almoço grátis quântico'</title><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Via: &lt;a href="http://g1.globo.com/" target="_blank"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;h6&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;blockquote&gt;Grupo na Austrália extrai mais informações de partículas do que em tese seria possível. Resultado pode ajudar a desenvolver computadores ultravelozes no futuro.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;p&gt;Já se sabe há quase um século que a natureza, na escala das partículas elementares, é mais muquirana que o Tio Patinhas para ceder informações. Por exemplo, se alguém quer saber a velocidade de uma dada partícula, tudo bem; mas não queira, ao mesmo tempo, saber também sua posição exata -- é uma ou outra, e olhe lá. Esse fenômeno ficou conhecido como o princípio da incerteza, enunciado pelo físico alemão Werner Heisenberg em 1926. Inúmeros experimentos já mostraram que não há meio de revogá-lo. Mas agora um grupo de cientistas da Universidade Nacional Australiana conseguiu, pelo menos, dar um belo olé nele.    &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;"Se você pensar em uma escala em que o mundo sem o princípio da incerteza é 0 e o mundo com o princípio da incerteza é 1, nós atingimos resultados de cerca de 0,5 ou 0,6", disse ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; Hans Bachor, autor principal do experimento, que está relatado em detalhes na edição desta semana do periódico científico "Science".       &lt;/blockquote&gt;O segredo do sucesso foi usar um outro efeito maluco do mundo quântico, conhecido como entrelaçamento. Para que se tenha uma idéia do tamanho da piração, o físico Albert Einstein, descrente, chegou a chamar esse fenômeno de "fantasmagórica ação à distância". É o seguinte: os físicos descobriram que é possível, em certas circunstâncias, atrelar duas partículas, de forma que ambas, mesmo separadas por grandes distâncias, mantenham suas propriedades e seus destinos indissoluvelmente ligados -- o que acontece a uma tem impacto na outra.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div align="center"&gt;     &lt;p&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;     &lt;br /&gt;Jiri Janousek, Hongxin Zou e Kate Wagner controlam o experimento comandado por Hans Bachor (Foto: Divulgação)       &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;img src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,15151395,00.jpg" width="342" height="244" /&gt; &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/div&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div align="justify"&gt;     &lt;p&gt;&lt;/p&gt;      &lt;div align="center"&gt;       &lt;p&gt;&lt;/p&gt;        &lt;div align="center"&gt;         &lt;p&gt;&lt;/p&gt;          &lt;div align="justify"&gt;           &lt;p&gt;No experimento, Bachor e seus colegas criaram dois feixes de laser -- ou seja, dois fluxos de partículas de luz "coordenados" --, de forma que eles ficassem entrelaçados. Na prática, isso produziu uma espécie de duplicação -- ainda que imperfeita -- das informações contidas nas partículas. Com mais informação disponível, passou a ser possível extrair mais dados das partículas do que antes.            &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;"Todos os experimentos mostram que não se pode quebrar o princípio da incerteza. Essas regras são algo com as quais temos de viver. Todos os experimentos mostram a existência da incerteza, que chamamos de ruído quântico", explica Bachor. "O que conseguimos fazer foi gerar um par entrelaçado de feixes. Cada feixe tinha informação sobre sua posição e sua direção. E ambos os feixes eram cheios de ruído quântico, bem acima do limite convencional de incerteza. Mas a comparação das medições dos dois feixes mostram uma correlação muito melhor do que o limite da incerteza."&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;            Trocando em miúdos, é quase como um "almoço grátis quântico".             &lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;           &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais que uma curiosidade&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;            &lt;p&gt;O complicado experimento de Bachor e cia. faz mais do que driblar uma regra chata da mecânica quântica. Ela pode oferecer soluções práticas para o futuro dos apetrechos tecnológicos que aprendemos a amar no início do século 21.            &lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;"A tecnologia moderna melhorou tanto -- lasers melhores, detectores melhores, idéias melhores -- que o ruído quântico está agora aparecendo em todo tipo de aplicação real. Nas comunicações, em sensoriamento, logo em imageamento e computação. Por isso, os engenheiros vão precisar saber de tecnologia quântica para aprimorar ainda mais nossas geringonças", diz Bachor. "Nosso experimento foi criado como forma de discutir os limites do modelo quântico, mas agora se tornou uma fonte para a construção de instrumentos ópticos melhores."&lt;/blockquote&gt;             &lt;br /&gt;           O grupo aposta na importância da pesquisa para o futuro do desenvolvimento de computadores quânticos -- em tese, máquinas muito mais capazes e rápidas para realizar certos cálculos, hoje inviáveis com dispositivos convencionais.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;         &lt;/div&gt;          &lt;p&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;        &lt;p&gt;&lt;/p&gt;     &lt;/div&gt;      &lt;p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/div&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;br /&gt;
A imaginação é mais importante do que o conhecimento, afirmou Albert Einstein, pois a imaginação é precursora do conhecimento, mas este, por sua vez, a enriquece. Imaginar é ver um estado futuro com os olhos da mente. É o início de reinvenção da própria pessoa. Representa os sonhos, esperanças, objetivos e planos. O sonho que estamos vivendo é nossa criação. É a nossa percepção de realidade que podemos mudar a qualquer momento. Nós temos o poder de criar o inferno e poder de criar o céu. Por que não usar a nossa mente, nossa imaginação e nossas emoções para criar o céu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você tem a habilidade de enxergar o mundo com olhos diferentes, sempre que o escolher. A cada vez que você abrir os olhos poderá ver amor saindo das árvores, descendo do céu, fluindo da luz. Você percebe o amor à sua volta. Você percebe o amor diretamente em tudo. Imagine que tem permissão para ser feliz e aproveitar sua vida. Imagine sua vida sem medo de expressar seus sonhos. Você sabe o que quer, o que não quer e quando quer. Está livre para alterar sua vida da forma que sempre desejou. Não tem medo de pedir o que precisa, de dizer sim ou não para alguma coisa ou alguém. Não regula mais seu comportamento de acordo com o que os outros possam pensar sobre você. Não tem necessidade de controlar ninguém, e, em contrapartida, ninguém o controla.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine viver sua vida sem julgar as pessoas. Você pode perdoá-las com facilidade e esquecer os julgamentos. Não tem necessidade de estar certo, não precisa mais tornar todo mundo errado. Você respeita a si mesmo e a todos que, em troca, também o respeitam. Imagine a si mesmo sem medo de amar e não ser amado. Não teme mais ser rejeitado e não tem a necessidade de ser aceito. É capaz de dizer: “eu amo você”, sem justificativa ou vergonha. Imagine viver sem o temor de assumir um risco e explorar a vida. Imagine que ama a si mesmo do jeito que você é. Ama seu corpo da forma que é e suas emoções da forma como são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motivo de estar lhe pedindo para imaginar essas coisas é porque elas são inteiramente possíveis!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode viver em estado de graça, em êxtase, o sonho do céu. Mas, apenas o amor pode colocá-lo nesse estado de graça. Você percebe o amor onde quer que vá. É inteiramente possível porque outros já o fizeram e eles não são diferentes de você. Há mais de dois mil anos Jesus nos falou sobre o reino dos céus, do amor, mas as pessoas não estavam prontas para ouvir isso. Viver pode ser muito fácil quando o amor é sua forma de vida. Você pode estar pleno de amor o tempo todo. É uma escolha sua. Talvez não tenha motivo para amar, mas pode amar, porque o amor o torna feliz. Por milhares de anos temos procurado a felicidade. Ela é o paraíso perdido. Os seres humanos têm trabalhado tanto para alcançar esse ponto, e isso faz parte da evolução. Este é o futuro da humanidade. Esta forma de viver é possível e está ao seu alcance. Moisés a chamou de terra prometida, Buda a chamou de nirvana, Jesus a chamou de reino dos céus e os toltecas, de novo sonho. O sofrimento o faz sentir-se seguro porque o conhece muito bem. Mas, na realidade, não existe motivo para sofrer. Você escolhe sofrer e esse é o único motivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se olhar para a sua vida vai encontrar um bocado de desculpas para sofrer, mas não vai encontrar nenhum bom motivo para sofrer. O mesmo vale para a felicidade. A única razão para você ser feliz é porque escolheu ser feliz. A felicidade é uma escolha, assim como o sofrimento. Sofrer, ou amar e ser feliz. Viver no inferno ou viver no céu. Qual é a sua escolha?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;font size="1"&gt;&lt;i&gt;com base num texto adaptado do livro “Os quatro compromissos – O livro da filosofia tolteca.”&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/fI2YqcydGpA/aprendizado.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/aprendizado.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-8494925195005513698</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 03:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-13T20:59:01.067-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Verdade</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio, e a verdade me é revelada."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/AquusbXenvA/verdade.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/verdade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-3294527648490070940</guid><pubDate>Sun, 13 Jul 2008 03:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-12T20:58:00.800-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Coragem</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Os ideais que iluminaram meu caminho e sempre me deram coragem para enfrentar a vida com alegria foram a Verdade, a Bondade e a Beleza."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/6sLVQznEBxA/coragem.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/coragem.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-7636335448513313526</guid><pubDate>Sat, 12 Jul 2008 03:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-11T20:57:31.488-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Teoria assassinada</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"A teoria é assassinada mais cedo ou mais tarde pela experiência"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/X_RpGFvf_2Y/teoria-assassinada.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/teoria-assassinada.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-7077259948361376989</guid><pubDate>Fri, 11 Jul 2008 03:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-10T20:56:12.869-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Alma e Mente</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Grandes almas sempre encontraram forte oposição de mentes medíocres."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/JAJyZ_hbGcU/alma-e-mente.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/alma-e-mente.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-4828394310281449480</guid><pubDate>Thu, 10 Jul 2008 17:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-10T15:17:22.764-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teorias</category><title>Maior ou Menor</title><description>&lt;a href="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:7hYNhrTYakE8CM:http://danbrazil.files.wordpress.com/2008/05/ecosul-pajeu.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:7hYNhrTYakE8CM:http://danbrazil.files.wordpress.com/2008/05/ecosul-pajeu.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 129px; cursor: pointer; height: 96px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Quem é maior, o apicultor ou a casa?&lt;br /&gt;
A resposta a esta pergunta está ligada ao ponto de observação, ou seja, se o nosso ponto de observação for junto ao apicultor então este parecer-nos-á muito maior que a casa, se o ponto de obervação for junto à casa então a casa será maior e o apicultor menor. Se o ponto de observação for deslocado uma pequena distância, também as dimensões dos objectos observados a partir desse ponto se alterarão um pouco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-style: italic; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.colegioweb.com.br/"&gt;Colégio Web&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/TyuBApJs_6M/sucesso.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/sucesso.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-3477765698343864229</guid><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 03:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-08T20:54:00.310-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Problema</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"O problema de morar sozinho é que sempre é a nossa vez de lavar a louça"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/UWU-DzwNV7I/problema.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/problema.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-4806120811139123166</guid><pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-07T10:18:01.253-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teorias</category><title>Em Cima e Em Baixo</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:qUToN6COa--LEM:http://www.rinconportatil.net/imagenes/xbox360/collin/che_01_screen_res.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:qUToN6COa--LEM:http://www.rinconportatil.net/imagenes/xbox360/collin/che_01_screen_res.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Está em cima ou estou em baixo?&lt;br /&gt;A resposta a esta pergunta depende do ponto ou objecto que se tome por referência. Os pilotos de rally estão em cima do carro mas o carro está em cima da Terra. Pode-se também dizer que o carro está por baixo dos pilotos. Trata-se obviamente de um conceito relativo, ou seja, é necessário definir a nossa referência ou a Terra ( quando o carro está em cima ) ou os pilotos ( quando o carro está em baixo ). Do mesmo modo podemos dizer que habitantes da Nova Zelândia, em relação aos habitantes de Portugal, andam de cabeça para baixo e, por sua vez eles dirão o mesmo de nós. A direcção vertical depende, no caso anterior do ponto da superfície terrestre que se considere.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.colegioweb.com.br/"&gt;Colégio Web&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/ENVNKWmJXvc/infinito.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/infinito.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-6610743095970349500</guid><pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-06T19:19:16.937-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>O caminho da teoria</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Esse é o caminho mais belo que uma teoria física pode assumir: quando ela abre caminho para uma teoria mais ampla, sem perder seu carácter individual."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/loucurasdoeinstein/~3/YkLarc2XmxY/dia-e-noite.html</link><author>jeferson@mtdesigner.com.br (Maninho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/2008/07/dia-e-noite.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3555891212805327185.post-8355590663406815266</guid><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 04:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-05T21:44:00.959-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sobre</category><title>Einstein nos Estados Unidos</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;     &lt;img src="http://www.vigillare.com.br/fa/1920.jpg" width="96" align="left" height="193" hspace="9" /&gt;Por      causa da sua posição pacifista, logo no início da Primeira Guerra Mundial      Einstein passou a enfrentar represálias políticas, inicialmente verbais e      posteriormente através de atos de vandalismo. Em 12 de fevereiro de 1920,      alegando falta de lugares para acomodar todos os interessados, algumas      pessoas provocaram distúrbios durante uma aula de Einstein na Universidade      de Berlim. Numa declaração à imprensa Einstein afirmou que existia certa      hostilidade dirigida a ele; não era algo explicitamente anti-semita, mas      podia ser interpretado como tal (Pais, 1995, p. 375). Depois, em 24 de      agosto do mesmo ano, a recém-fundada organização científica &lt;i&gt;     Arbetsgemeinschaft deutscher Naturforscher&lt;/i&gt;, organizou uma reunião na      maior sala de concertos de Berlim com o objetivo de criticar o conteúdo da      teoria da relatividade e a alegada propaganda de mau gosto que seu autor      fazia em torno dela. Três dias depois Einstein comentou a reunião, dizendo      que as reações poderiam ter sido outras se ele fosse "um cidadão alemão, com      ou sem suástica, em vez de um judeu com convicções liberais internacionais"      (Pais, 1995, p. 375).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Com a eleição de Hitler para      o cargo de Chanceler, em janeiro de 1933, a perseguição a Einstein ameaçava      atingir níveis insuportáveis. Em visita a algumas instituições americanas      (Esteve no Caltech de dezembro de 1932 até março de 1933. Depois visitou,      brevemente, a Universidade de Nova York e a Universidade de Chicago),      Einstein deveria voltar para a Alemanha, mas foi desaconselhado por Paul      Schwartz, cônsul alemão: "Se você for para a Alemanha, Albert, vão      arrastá-lo pelas ruas pelos cabelos" (Brian, p.271). Referindo-se a um      discurso que Einstein fez aos pacifistas americanos, um editor de jornal em      Berlim escreveu: "(...) esse enfatuado monte de vaidades ousou emitir um      julgamento contra a Alemanha sem saber o que acontece por aqui - coisas que      serão eternamente incompreensíveis para um homem que, para nós, nunca foi      alemão, e que se diz judeu e nada mais que judeu" (Brian, p.272). Logo em      seguida tropas de choque revistaram o apartamento de Einstein em Berlim, mas      saíram de mãos vazias. Margot havia transferido, clandestinamente, todos os      papéis importantes para a Embaixada da França em Berlim. Tropas de choque      (as S.A.) revistaram a casa de campo de Einstein, em Caputh (pequena aldeia      perto de Berlim) em busca de armas e munição, pois tinham informações de que      ele dera permissão para militantes comunistas estocarem equipamento militar      em sua propriedade. Nada foi encontrado, além de uma faca de pão! (Brian, p.      272). Tais acontecimentos haviam sido previstos por Einstein. De acordo com      Abraham Pais (Pais, 1995, p.377), ao fechar a casa em Caputh ele teria dito      a Elsa: "&lt;i&gt;Dreh dich um. Du siehst's nie wieder&lt;/i&gt;" ("Olha em volta. Não      voltarás a vê-la").&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;   &lt;img src="http://www.vigillare.com.br/fa/1938.jpg" width="123" align="left" height="217" hspace="9" /&gt;Dos      Estados Unidos Einstein foi para Antuérpia, chegando no dia 28 de março de      1933. Logo depois fixou residência em &lt;i&gt;Le coq sur Mer&lt;/i&gt;, na costa belga.      Juntaram-se as filhas de Elsa, Ilse e Margot, a secretária Helen Dukas, e o      assistente de Einstein, Walther Mayer. Em 9 de setembro Einstein deixou o      continente europeu para sempre; foi para a Inglaterra. Em 7 de outubro      embarca em Southampton, juntando-se a Elsa, Helen Dukas e Walther Mayer, que      haviam embarcado em Antuérpia. Dez dias depois estavam chegando a Nova York.      Depois da quarentena foram conduzidos diretamente a Princeton, onde      permaneceria, trabalhando no Instituto de Estudos Avançados, até a sua      morte, em 18 de abril de 1955.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;     &lt;img src="http://www.vigillare.com.br/fa/atom.jpg" width="189" align="right" height="110" hspace="9" /&gt;Sua      presença nos Estados Unidos sempre teve grande repercussão pela sua história      anterior e pelo seu carisma, mas seu trabalho científico, durante o exílio      americano, jamais causou o impacto dos trabalhos anteriores. Entre as várias      atividades e manifestações políticas, ganhou grande destaque suas cartas ao      presidente Roosevelt, incentivando-o a apoiar o programa de fabricação de      armas atômicas. Sabe-se todavia que a participação de Einstein foi apenas      marginal. Na verdade, era "quase-ignorante" em física nuclear. Em 14 de      março de 1939, ao completar sessenta anos, Einstein deu uma entrevista ao &lt;i&gt;     New York Times&lt;/i&gt;, na qual declarava não acreditar que a energia liberada      no processo de divisão do átomo pudesse ser usada para fins práticos. Em      julho, depois de ouvir os comentários de Leo Szilard e Eugene Wigner, e      convencido de que os alemães poderiam fabricar uma bomba nuclear, ele      exclamou: &lt;i&gt;"jamais pensei nisso"&lt;/i&gt;. Em 2 de agosto, Einstein escreveu a      famosa carta para o presidente Roosevelt, alertando-o para a possibilidade      da bomba nuclear alemã. Aparentemente, esta carta não causou grande      impressão no governo norte-americano; os recursos destinados para as      pesquisas sobre fissão nuclear eram insignificantes. Por sugestão de alguns      cientistas, Einstein escreveu outra carta para Roosevelt, em 7 de março de      1940. Mais uma vez, o Presidente não foi significativamente influenciado,      pois só decidiu iniciar o projeto Manhattan em outubro de 1941. Do que se      sabe, a participação de Albert Einstein nesse projeto resume-se aos fatos      aqui mencionados. Nos últimos anos da sua vida ele teria dito (Pais, 1995,      p.539): "Se soubesse que os alemães não seriam bem-sucedidos na produção da      bomba atômica, não teria levantado um dedo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vigillare.com.br/"&gt;Vigillare&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href="http://loucurasdoeinstein.blogspot.com/"&gt;MaNiNhO&lt;/a&gt; e est&amp;#225; protegido sob uma &lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"&gt;Licen&amp;#231;a Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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