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        <title>Luiz Omoto - Notícias</title>
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        <description>Luiz Omoto</description>
        <language>pt-br</language>
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        	<title>Luiz Omoto - Construções Orientais e Sustentáveis - Jardim Japonês</title>
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            	<title><![CDATA[Jardim nas alturas (14/12/2009  00:00:00)]]></title>
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					&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.luizomoto.com.br/img/news/jardins-verticais_150_1.jpg" alt="Jardim nas alturas"&gt;&lt;/p&gt;
					&lt;p&gt;&lt;em&gt;Os jardins verticais se mostram como opções práticas e elegantes para levar o verde a espaços pequenos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;			
					&lt;p&gt;&lt;p&gt;Áreas ociosas da casa podem se transformar em refúgios verdes de pura contemplação. Os projetos verticais de paisagismo ganham as paredes, as sacadas e os muros, enchendo os ambientes de vida e ar puro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bastante comuns na década de 1980, os projetos de jardins verticais da época geralmente se resumiam às trepadeiras que cobriam muros laterais e fachadas de construções urbanas ou casas de campo e praia. Hoje, mesmo para quem mora em apartamento ou casa que não dispõe de muito espaço para a área de lazer, é possível integrar um pouco de verde à decoração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Os cantos perdidos de uma casa podem ficar harmônicos com os jardins verticais. Bromélias e orquídeas, que são plantas de sombra e não demandam muita terra e água, são indicadas para este tipo de projeto&amp;quot;, explica o engenheiro civil Luiz Omoto, especialista na área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estrutura de um jardim vertical pode ser feita com gradis fixados à parede, onde os vasos ou troncos de árvores são encaixados. Para o especialista, o segredo na hora de conceber o projeto está na escolha de um pano de fundo. &amp;quot;Sem roupagem não é possível realçar a planta. É como em um quadro: a planta precisa deste fundo para ser o centro das atenções&amp;quot;, indica Omoto. &amp;quot;Não é simplesmente colocar a planta na parede e esquecê-la. Se não houver harmonia na montagem do conjunto, ela pode ficar perdida&amp;quot;, acrescenta. Segundo Omoto, madeiras e bambus em treliça podem servir como painéis com a vantagem de poderem ser projetados sob medida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na visão da paisagista Mirian Lopes Nakagawa, a nova dimensão do paisagismo são os jardins verticais. &amp;quot;Nos condomínios há muitas áreas verdes, no entanto pouco espaço para plantas nos ambientes privados. A idéia dos projetos verticais é não tomar espaço e facilitar a manutenção do jardim&amp;quot;, opina. &amp;quot;O plantio de ervas-medicinais e temperos em vasos suspensos é uma opção para quem tem cachorro ou gato em casa, pois dificultam o acesso e mantém a terra limpa&amp;quot;, lembra Mirian.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Erica Shimamura - Folha de Londrina - Caderno Casa e Conforto (07 de outubro de 2009).&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;			
				</description>
            	<pubDate>2009-12-14 00:00:00</pubDate>
				
				<author>Luiz Omoto</author>
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				<media:description type="html">&lt;p&gt; Os jardins verticais se mostram como opções práticas e elegantes para levar o verde a espaços pequenos. &lt;/p&gt;</media:description>
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                    <item>
            	<title><![CDATA[Paraíso oriental (14/12/2009  00:00:00)]]></title>
            	<link>http://www.luizomoto.com.br/artigos/14/12/2009/jardim-japones</link>
            	<description>
					&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.luizomoto.com.br/img/news/jardim-japones_150_1.jpg" alt="Paraíso oriental"&gt;&lt;/p&gt;
					&lt;p&gt;&lt;em&gt;No jardim japonês, a beleza é estática e harmoniosa. Só a água e os peixes se movimentam, enquanto o homem usufrui momentos de intimidade com a natureza.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;			
					&lt;p&gt;&lt;p&gt;O paisagismo oriental é uma das mais elevadas formas de arte e espiritualidade. As lições de sabedoria que a cultura oriental nos revela são inúmeras e, na maioria dos casos, soam como verdadeiros bálsamos em meio à correria dos dias contemporâneos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um espaço no quintal da casa, por exemplo, pode se transformar no refúgio ideal para momentos de contemplação e reflexão. Assim é o jardim japonês, onde o paisagismo é uma das mais elevadas formas de arte. A começar pelo conceito empregado pelos japoneses como a expressão da essência na natureza em um local limitado. Para tanto, plantas, pedras, carpas, cascata, bambu, entre outros, são estrategicamente dispostos, proporcionando, assim, a harmonia ideal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Os aspectos filosóficos desses jardins são muito importantes, já que em sua concepção levamos em conta todos os significados dos elementos. Em suma, eles dão margem para a contemplação das fases da vida e nos lembram que ela é simples&amp;quot;, revela o engenheiro civil Luiz Omoto, especialista nessa área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Omoto, que já morou no Japão e visitou diversos países como China e Coréia, embutir seus princípios em uma sociedade ocidental é um grande desafio. &amp;quot;Apesar dessa sabedoria milenar, as pessoas ainda estão caminhando lentamente para seu conhecimento. Muitos valores ainda precisam ser revistos devido aos problemas culturais do Brasil&amp;quot;, pondera o engenheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Liliana Onozato -  Folha de Londrina - Caderno Casa e Conforto (05 de dezembro de 2007).&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;			
				</description>
            	<pubDate>2009-12-14 00:00:00</pubDate>
				
				<author>Luiz Omoto</author>
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				<media:description type="html">&lt;p&gt; No jardim japonês, a beleza é estática e harmoniosa. Só a água e os peixes se movimentam, enquanto o homem usufrui momentos de intimidade com a natureza. &lt;/p&gt;</media:description>
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            	<title><![CDATA[A cozinha japonesa está ali na esquina (14/12/2009  00:00:00)]]></title>
            	<link>http://www.luizomoto.com.br/artigos/14/12/2009/cozinha-japonesa</link>
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					&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.luizomoto.com.br/img/news/cozinha-japonesa_150_1.jpg" alt="A cozinha japonesa está ali na esquina"&gt;&lt;/p&gt;
					&lt;p&gt;&lt;em&gt;Restaurante vizinho ao karaokê traz delícias da culinária do Sol Nascente, mas também oferece peixes à moda francesa e alemã&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;			
					&lt;p&gt;&lt;p&gt;No começo, era o karaokê. Depois, veio o restaurante. Koala é sinônimo de música e agitação na noite londrinense. Agora, aos poucos, também se torna uma referência na cozinha japonesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O karaokê Koala foi criado há oito anos por Sergio Toyohiko Onishi, ele mesmo um entusiasta do gênero. Tanto é que foi campeão brasileiro de karaokê por quatro vezes. &amp;quot;Cantando, já ganhei carro e viagem para o Japão&amp;quot;, conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, além da música, Sergio Onishi também é apaixonado pela arte culinária. Há quatro anos, ele resolveu abrir um restaurante ao lado do karaokê (são ambientes separados, mas vizinhos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O interesse por culinária vem de longe. Em 1988, nas comemorações dos 80 anos de imigração japonesa no Brasil, houve uma grande festa da comunidade nipônica em Londrina. Sergio foi o responsável pelo sukiyaki e o tepanyaki. Quer dizer: foi o cozinheiro-mor do Imin-80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O restaurante Koala começou servindo cardápio variado; há um ano e meio, Sergio decidiu optar pelos pratos orientais - que, afinal de contas, são a sua especialidade. Em 2005, Sergio contratou um sushiman e resolveu investir pesado em yakisoba, sukiyaki e o tepanyaki. &amp;quot;Alguma coisa me dizia que deveria optar pela cozinha japonesa. Eu queria que as pessoas conhecessem a nossa cultura&amp;quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Janeiro deste ano, o Koala ganhou cardápio novo. Há 15 dias, foram inauguradas duas mesas típicas com tatame - daquelas em que a gente precisa tirar o sapato antes. São disputadíssimas pelos clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dono da casa dá uma dica para quem quer se iniciar nas delícias da culinária japonesa: o prato ideal para começar é o tepanyaki, feito à base de carne, com legumes e molho especial. Depois, o sukiyaki. Só então é hora de partir para pratos à base de peixe, como o sashimi e o sushi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o Koala não deixa ninguém na mão. Para quem não gosta de comida japonesa - ou ainda não se acostumou a ela -, também há duas excelentes opções: o peixe à Baden-Baden e o peixe à Belle Mounier. Servidos em porções para duas pessoas, com preço a partir de R$ 25,90, os dois pratos são saborosos e bonitos. O francês Belle Mounier vem com alcaparras, champignon, palmito e legumes. O Baden-Baden (de origem alemã) é peixe grelhado com molho branco, rodelas de batata cozida e quatro queijos. Além do arroz e do pirão de salmão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os que já se habituaram ao estilo da cozinha oriental, o Koala faz de segunda a sábado um rodízio de sashimi e sushi - R$ 50 por casal, R$ 30 por pessoa. &amp;quot;O público universitário adora&amp;quot;, diz Sergio Onishi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos poucos, o restaurante Koala vai virando o sushi-kado. A expressão japonesa quer dizer &amp;quot;cantinho do sushi&amp;quot;. Mas tem muito mais naquela esquina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, se você quiser cantar depois, o karaokê está pertinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conheça os pratos nipônicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sashimi: Peixe cru servido em fatias finas com molho de soja e wasabi. O sashimi é quase sempre o primeiro prato em uma refeição formal japonesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sushi: Arroz avinagrado combinado com vários tipos de ingredientes: legumes, ovos, tofu, peixe cozinhado ou cru.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sukiyaki: Mistura de massas, carne de vaca fatiada, ovo, vegetais fervidos e um molho especial feito de caldo de peixe, molho de soja, açúcar e saque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Yakisoba: Macarrão chinês refogado com legumes e carne bovina, num molho à base de caldo de frango e shoyu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tepanyaki: Grelhados de legumes, carnes, frangos, peixes e camarões servidos numa chapa quente de ferro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Serviço: Restaurante Koala - Rua Espírito Santo, esquina com Hugo Cabral - Londrina –PR. De segunda a sábado, das 18:00 horas até o último cliente. Telefone para reservas e entregas: 43 3344 0644.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paulo Briguet - Jornal de Londrina&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;			
				</description>
            	<pubDate>2009-12-14 00:00:00</pubDate>
				
				<author>Luiz Omoto</author>
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