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 <title>Magna Casta</title>
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 <title>Herdade da Comporta</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3602/3657979191_aabf03c9bd_m.jpg" alt="Herdade da Comporta" title="Herdade da Comporta" width="240" height="160" align="left" /&gt;Situada no litoral alentejano, a Herdade da Comporta é constituída por 12.500 hectares de dunas, praia, floresta, várzea, sapal e vinhas nos concelhos de  Alcácer do Sal e Grândola.&lt;br /&gt;
Gostamos muito desta zona e, por isso, volta e meia vamos até uma das praias da zona passar um bom bocado. Numa dessas vezes, decidimos que não poderíamos continuar a deixar passar a oportunidade de visitar a adega da Herdade da Comporta, que está mesmo na povoação.&lt;br /&gt;
As visitas são por marcação, por isso enviámos antecipadamente um mail para a adega a pedir informações, que logo foi respondido com todos os detalhes necessários. Marcámos a visita e lá fomos nós mais uma vez, mas desta vez a meta era a adega da Herdade da Comporta e não a praia.&lt;br /&gt;
Fomos muito bem recebidos, com simpatia sempre presente durante uma visita recheada de detalhes muito interessantes e história da herdade.&lt;br /&gt;
A visita começa por uma sala multiusos, com uma paisagem fabulosa sobre os arrozais, de onde é possível observar uma grande quantidade de pássaros. As cegonhas são as que mais se destacam.&lt;br /&gt;
Nessa sala foi-nos explicado que a Herdade da Comporta foi adquirida em 1955 pela família Espírito Santo, que desde então a tem vindo a requalificar com o objectivo de ser um destino turístico de alta qualidade, tirando partido da grande diversidade natural, respeitando sempre a cultura e história e envolvendo a comunidade local.&lt;br /&gt;
Na sala há imensos mapas da herdade e, entre outras coisas, foi-nos mostrada a localização das vinhas, que não visitámos porque se situam a 12km da adega.  São 30 hectares de vinha, maioritariamente de castas tintas, num vale de solos arenosos com grande exposição solar, ligeiramente acima do nível do mar, tirando partido de um micro clima muito particular. Plantadas em 2001 deram a primeira produção em 2003.&lt;br /&gt;
De seguida, passámos para a zona de recepção de uvas e fermentação, onde é possível verificar que esta adega está munida de moderno equipamento.&lt;br /&gt;
A vindima normalmente é feita a partir do meio de Setembro com apanha manual. A uva é cuidadosamente transportada em caixas de 20kg até à adega, onde a uva é escolhida, esmagada e desengaçada.&lt;br /&gt;
Os lagares têm a temperatura controlada por água e é usada a gravidade para passar o vinho para o piso inferior. O vinho, após estágio em depósitos inox de 15.000 litros, é filtrado e são escolhidos os melhores lotes que vão estagiar em barricas de carvalho francês e americano durante 1 ano.&lt;br /&gt;
A sala de estágio em barricas tem um ambiente muito próprio, com música ambiente que facilmente nos faz extrapolar a imaginação. Está munida de um sistema de refrigeração e humidificação que mantém a sala com as condições apropriadas para uma melhor evolução do vinho.&lt;br /&gt;
Continuando agora no sentido inverso, passa-se na loja onde é possível adquirir todos os produtos da casa. Além dos vinhos, por exemplo o arroz. Ou não estivessemos nós na zona dele.&lt;br /&gt;
A visita terminou na agradável sala multiusos, num ambiente tranquilo, onde ficámos a desfrutar a paisagem enquanto apreciávamos os vinhos e observávamos a passarada lá fora.&lt;br /&gt;
Claro está que não resistimos e, de seguida, fomos fazer o que sempre fazemos quando vamos para estas bandas. Almoçámos num dos bons restaurantes da zona e instalámos-nos numa esplanada bem em frente ao mar até a noite cair.&lt;br /&gt;
Nestes dias de Verão, com a praia mesmo ali ao lado, é um bom programa para evitar o sol nas horas de maior calor.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Morada:&lt;/strong&gt; Espaço Comporta&lt;br /&gt;
EN253, km1&lt;br /&gt;
7580-610 Comporta&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 38.380110,-8.790468&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 265 499 900&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 265 497 547&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.herdadedacomporta.pt" title="http://www.herdadedacomporta.pt"&gt;http://www.herdadedacomporta.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:adega@herdadedacomporta.pt"&gt;adega@herdadedacomporta.pt&lt;/a&gt; ou &lt;a href="mailto:info@herdadedacomporta.pt"&gt;info@herdadedacomporta.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; Com marcação prévia. Tem loja de vinhos.
&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620503603586%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620503603586%2F&amp;set_id=72157620503603586&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620503603586%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620503603586%2F&amp;set_id=72157620503603586&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/4">Enoturismo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/429">Comporta</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/428">Herdade da Comporta</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/59">Terras do Sado</category>
 <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 00:23:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>Feira da Vinha e do Vinho 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/0u5OMCIyzYg/feira-da-vinha-e-do-vinho-2009</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3334/3645717176_f1e3856f1b_m.jpg" alt="Feira da Vinha e do Vinho 2009" title="Feira da Vinha e do Vinho 2009" width="240" height="172" align="left" /&gt;Viemos passar o fim-de-semana a casa dos pais da Ema e aproveitámos para dar um salto à &lt;a href="http://feiradavinhaedovinho.com/" target="_blank" title="Feira da Vinha e do Vinho"&gt;Feira da Vinha e do Vinho&lt;/a&gt; em Anadia.&lt;br /&gt;
Faz agora 3 anos desde a primeira vez que fomos a esta feira. Nesse ano, conseguimos arrastar alguns colegas de trabalho que, embora consumidores de vinho, não tinham a Bairrada como alvo. Havia um deles até, que quase se recusava a provar vinhos com Baga. Na semana seguinte pediram-nos para lhes comprar umas centenas de euros em vinho da Bairrada, incluindo uma caixa (a 15€ a garrafa) de um vinho 100% Baga para o tal que não gostava de Baga. E desde aí têm sido regulares as compras que fazemos para eles. Temos que começar a cobrar comissão. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-laughing.gif" alt="Laughing" title="Laughing" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Tudo isto para dizer que a Feira da Vinha e do Vinho está muito diferente do que era em 2006. Na altura estavam lá muito mais stands de produtores, muito mais vinhos de gama média/alta e... cuspideiras. Se fosse agora, tenho dúvidas que os nossos colegas se tivessem tornado assíduos consumidores de Bairrada com a visita à Feira.&lt;br /&gt;
Não quero dizer com isto que a Feira é má. O espaço é bom, tem artistas de renome a actuar (independentemente de gostar ou não), continua a ter alguns bons produtores da região, restaurantes com boa comida e um custo de entrada simbólico de 1€. Quem quiser comer boa gastronomia da região e beber vinho (especialmente espumantes), pode ter lá umas horas bem passadas.&lt;br /&gt;
Tendo em conta que não se paga pelo vinho e o copo é sempre bem cheio, a entrada é autenticamente oferecida.&lt;br /&gt;
O problema é que não é nada apelativo para os produtores. Ter custos com uma pessoa a tempo inteiro e oferecer vinho a um público que é quase todo local e já conhece os seus vinhos, é um custo que muitos não estão dispostos a ter. Um grupo de alguns dos maiores produtores da região optou por se juntar no mesmo stand, mas os vinhos que poderiam atrair os habituais frequentadores de eventos de vinho não estão presentes. E com isto entramos num ciclo vicioso em que não se atraem  potenciais compradores de fora, ficando os produtores com cada vez menos interesse em marcar presença no evento.&lt;br /&gt;
A Bairrada precisa de um evento que promova a sua imagem fora da região, à semelhança do que acontece por exemplo com os eventos que têm ocorrido no Dão. Já ando farto de ouvir pessoas dizer que não gostam de vinhos desta região e, depois de provarem alguns sem saber, acabam por mandar tiradas como &amp;quot;Ah, isto não é Bairrada&amp;quot;. No entanto, se calhar este evento não pode fazer este papel. É que se por um lado entendo o desinteresse de alguns produtores com quem temos falado, também compreendo o lado da Câmara Municipal, que não pode tornar a festa da cidade numa coisa que não possa ser acessível para todos.&lt;br /&gt;
Talvez a recém criada &lt;a href="http://www.rotadabairrada.pt/" target="_blank" title="Rota da Bairrada"&gt;Rota da Bairrada&lt;/a&gt; - que engloba não só os vinhos como os restaurantes, museus, hotéis, etc - o consiga fazer. Com menos de um ano de criação e tem-se mostrado bastante activa, organizando alguns eventos interessantes e usando até as novas tecnologias para a divulgação das suas actividades. Estão ainda a trabalhar num Portal Bairrada, que espero gostar tanto como a caixinha que tinham no stand da Feira, com mapa e informação detalhada de cada um dos associados, onde nem faltam as coordenadas GPS. Tivemos pena de não estar ninguém lá quando passámos no stand para podermos trocar algumas ideias.&lt;br /&gt;
Numa noite quente como esta, acabámos por seguir a tendência e andámos pelos espumantes. Eu sei que não fica bem a um gajo dizer que andou a beber bebidas cor-de-rosinha, mas o que é facto é que provámos alguns espumantes rosé que souberam bastante bem.&lt;br /&gt;
Fizemos uma passagem pela zona dos restaurantes mas não comemos nada porque já tinhamos jantado. A julgar pelo aspecto de alguns pratos, e do ar de satisfação do pessoal que estava a comer, pareceu-me que estava bem bom. Só não resistimos à gulosice e acabámos por comprar 2 pastéis de Tentúgal para comer antes de vir embora.&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2F&amp;set_id=72157620030634864&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2F&amp;set_id=72157620030634864&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/feira-da-vinha-e-do-vinho-2009#comments</comments>
 <pubDate>Sun, 21 Jun 2009 01:50:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Vale Meão 2001</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/TWUCHDBMEJE/quintadovalemeao2001</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/valemeao2001.jpg" alt="Quinta do Vale Meão 2001" title="Quinta do Vale Meão 2001" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Vale Meão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2001&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz eTinta Barroca&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; F. Olazabal &amp;amp; Filhos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 45 - 125€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A Quinta do Vale Meão dispensa apresentações, ou não tivesse sido lá que nasceu o mítico Barca Velha. Desde que apareceu a marca própria, em 1999, que se tornou rapidamente uma das referências do Douro, e do país.&lt;br /&gt;
Sendo vinhos que em novos são umas bombas, e com teor alcoólico elevado, muito se tem escrito sobre a sua longevidade. No entanto corremos o risco de comprar no ano passado uma garrafa da colheita de 2001, no limite mínimo de preço que o vimos, sem ter a certeza absoluta que foi bem guardado (tinhamos apenas a palavra do vendedor).&lt;br /&gt;
Há uns meses, uma das pessoas em que mais confiamos a nível de vinhos disse-nos que tinha provado o 1999 e o achou já em fase descendente (entretanto soubemos que há uma grande variação entre garrafas dessa colheita), pelo que achámos melhor tratar dele antes que seguisse o mesmo caminho.&lt;br /&gt;
Começando pela cor, vermelho cereja e cheio de brilho, nunca diria que já tem 8 anos.  &lt;br /&gt;
No aroma também ainda parece um miudo, muito floral e com frutos pretos bastante presentes. A madeira está lá, muito bem casada com a fruta, a dar complexidade ao conjunto.&lt;br /&gt;
Mas onde o vinho mais surpreendeu foi na boca. Está com uma pujança impressionante, mas ao mesmo tempo amaciado sem arestas que &amp;quot;piquem&amp;quot;. Não o provei em novo - na altura ainda achava que não gostava de vinho - mas na altura devia ser um monstrinho. Encorpado, fresco, fica na boca por longo tempo deixando uma sensação especiada.&lt;br /&gt;
Quanto mais bebíamos, mais arrependidos ficávamos de não ter comprado mais garrafas. É que não restam dúvidas que é vinho para se aguentar mais uns bons anos, mas agora encontrá-lo a menos de 100€ é complicado...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 19&lt;br /&gt;
Nuno: 18.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/61">2001</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/426">F. Olazabal &amp;amp; Filhos</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/425">Quinta do Vale Meão</category>
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 <pubDate>Tue, 09 Jun 2009 23:54:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Prazo de Roriz 2005</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/TjCZYfstUS8/prazoderoriz2005</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/prazoderoriz2005.jpg" alt="Prazo de Roriz 2005" title="Prazo de Roriz 2005" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Prazo de Roriz&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2005&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz, Tinto Cão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta de Roriz&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 8 - 10€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Os vinhos da Quinta de Roriz, embora não sejam propriamente &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt;, têm tido uma consistência ao longo dos anos que faz com que se possa contar com eles sem medos.&lt;br /&gt;
Brilhante, cor rubi não muito carregada.&lt;br /&gt;
No nariz não é daqueles que saltam para fora do copo, mas em compensação tem uma boa variedade de aromas. Começou com alguns aromas mais lácteos que depois desapareceram, sobressaindo então os frutos silvestres maduros, violetas e mentolados.&lt;br /&gt;
É um vinho ligeiramente encorpado, mesmo tendo um grau alcoólico moderado. O lombo de porco ibérico coberto com parmesão com que o acompanhámos foi um bom teste. Mostrou ter acidez suficiente para combater a gordura, não deixando o conjunto tornar-se pesado. Um bom indicador para isso é a facilidade com que se bebe sem cansar.&lt;br /&gt;
Sente-se ligeiramente mais a madeira na boca do que no nariz, sempre sem imposições. Apenas como muleta da fruta. &lt;br /&gt;
O sabor dura bastante na boca, deixando uma sensação fresca e mentolada.&lt;br /&gt;
Já há colheitas mais recentes, e há quem queira sempre beber os mais recentes, mas não vale a pena ser pedófilo do vinho. Este está para as curvas agora e por mais 2 ou 3 anos sem problemas.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 16
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/prazoderoriz2005#comments</comments>
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 <pubDate>Thu, 04 Jun 2009 23:07:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Penedo 2006</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/xyn3TfUdB4g/quintadopenedo2006</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/quintadopenedo2006.jpg" alt="Quinta do Penedo 2006" title="Quinta do Penedo 2006" width="160" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Penedo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Dão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional e Alfrocheiro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Sociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 5 - 8€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Numa busca por vinhos até 5€, ou pouco mais, este foi um dos que nos veio parar à garrafeira. Um vinho do Dão, feito por um produtor Bairradino com &amp;quot;raízes&amp;quot; em quase todo o país.&lt;br /&gt;
Feito com uma combinação de castas habitual na região do Dão, Touriga Nacional e Alfrocheiro, apresenta-se com uma cor intensa com tons violeta.&lt;br /&gt;
Nariz muito fresco e perfumado, com aromas florais, frutos silvestres e especiarias.&lt;br /&gt;
Na boca é exactamente o que o nariz fazia supôr. Fresco, elegante, persistente e, embora o ache bastante domesticado, pede comida.&lt;br /&gt;
Um lombinho assado no forno fez-lhe o gosto (a ele e a nós), com a acidez e a gordura do prato a chegarem a um belo ponto de entendimento.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 16
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Tue, 02 Jun 2009 22:19:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Vale da Judia 2007</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/upVysFvX3jE/valedajudia2007</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/valedajudia2007.jpg" alt="Vale da Judia 2007" title="Vale da Judia 2007" width="180" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Vale da Judia&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Terras do Sado&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Moscatel&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 3 - 4€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Em mais um dia de sol, fomos almoçar fora para comer um peixe grelhado.&lt;br /&gt;
A escolha recaíu neste vinho da Cooperativa de Pegões, uma adega que normalmente faz vinhos bem feitos a preços bastante agradáveis à carteira.&lt;br /&gt;
De cor pouco intensa, com reflexos esverdeados, segundo o rótulo é feito com a casta moscatel.&lt;br /&gt;
No nariz isso confirma-se, com aromas exuberante a fruta e flores típicos da casta.&lt;br /&gt;
Na boca tem uma doçura ligeira, mas tem acidez suficiente para compensar isso bem. Ligeiro, e com sabor agradável, faz perfeitamente o papel de companheiro de esplanada nos dias quentes, tanto a acompanhar um peixe grelhado como em vez de cerveja num final de tarde.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15&lt;br /&gt;
Nuno: 15
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 30 May 2009 22:43:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Soalheiro 2007</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/soalheiro2007.jpg" alt="Soalheiro 2007" title="Soalheiro 2007" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Soalheiro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Vinho Verde&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Alvarinho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; António Esteves Ferreira&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 7 - 9€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Esta manhã fomos até Setúbal, numa viagem frustrada à Loja do Cidadão, uma vez que não conseguimos fazer o que queríamos. Para não dar a viagem como perdida, fomos até ao Portinho da Arrábida, onde acabámos por ter mais uma frustrante experiência num dos restaurantes de lá. Um que, para mim, é dos locais mais bonitos do país é tão fraquinho a nível de restauração. Tinhamos que compensar isto de alguma forma e então fomos ao Mar Troia comprar umas ameijoas para fazer em casa.&lt;br /&gt;
Foi aqui que entrou em acção a garrafinha que Soalheiro 2007 que tinhamos em casa. Clarinho na cor, com tonalidades entre o esverdeado e o amarelo, de aspecto brilhante.&lt;br /&gt;
Aroma bastante intenso, cheio de fruta. De início foram os frutos tropicais a destacar-se mais e, depois, alguns citrinos. Com o tempo no copo sobressaíram ainda aromas florais. É daqueles que apetece cheirar entre cada gole.&lt;br /&gt;
Na boca é igualmente atraente, com a fruta bem presente. Tem um bom corpo, preenchendo toda a lingua tanto em comprimento como em largura, e a acidez dá-lhe leveza e fá-lo escorregar com enorme facilidade. &lt;br /&gt;
Final fresco e prolongado, sempre a pedir mais até que a garrafa acabe. &lt;br /&gt;
Ano após ano é um Alvarinho que nunca falha, mantendo sempre um bom patamar de qualidade.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 23 May 2009 22:49:11 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Encontro</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/D0BgFiTYVew/quintadoencontro</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3550322092/" title="Quinta do Encontro by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3350/3550322092_c4dbb41b9e_m.jpg" width="240" height="160" alt="Quinta do Encontro" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;A Quinta do Encontro encontra-se no coração da Bairrada, mais propriamente na zona de Anadia. Desde 2000 tem vindo a sofrer grandes reestruturações, como a replantação de parte da vinha e a construção de uma adega em 2005.&lt;br /&gt;
Como todos os projectos da Global Wines, este também está totalmente virado para o enoturismo. Um enoturismo de qualidade, com pessoas devidamente formadas e aberto 365 dias por ano.&lt;br /&gt;
Esta adega ainda tem a particularidade de ser um projecto diferente, moderno, com uma arquitectura de design de autoria do arquitecto Pedro Mateus, onde é possível encontrar espaços diversos como a adega, loja de vinhos, &lt;a href="http://www.magnacasta.com/restaurantes/quintadoencontro"&gt;restaurante&lt;/a&gt; e um enorme espaço multiusos.&lt;br /&gt;
A adega está implantada no meio de vinhas, sobressaindo devido à sua forma cilíndrica mas totalmente integrada na paisagem. Dá a ideia de uma barrica de madeira.&lt;br /&gt;
Assim que entramos deparamos com uma interessante loja, onde estão expostos todos os vinhos do grupo. Nesse mesmo espaço somos sempre simpaticamente recebidos. Normalmente, oferecem um flute de espumante e, caso não se conheça a adega e os outros espaços, propõem logo uma visita.&lt;br /&gt;
Ainda na loja é feito um resumo da história do grupo, com foco na Quinta do Encontro, onde são passados alguns dos conceitos usados pelo arquitecto na criação do edifício. Um dos mais interessantes é o facto de não existirem escadas, mas apenas rampas em espiral à volta do edifício, inspiradas nos saca-rolhas.&lt;br /&gt;
Subindo a rampa ao lado da loja temos acesso ao espaço multiusos. É um enorme espaço que ocupa todo o andar superior do edifício, envidraçado, deixando ver uma paisagem fabulosa de vinhas com as serras do Buçaco e Caramulo ao fundo. Não abdico de, volta e meia, ir saborear um belo copo de vinho sentada na enorme varanda. É muito agradável! (Ouviste Nuno?)&lt;br /&gt;
Voltando ao ponto inicial, a loja de vinhos, passamos para uma simpática sala de espera onde no centro existe uma estranha, mas interessante, lareira que faz lembrar uma garrafa. De seguida passamos para o &lt;a href="http://www.magnacasta.com/restaurantes/quintadoencontro"&gt;restaurante&lt;/a&gt;, cuja sala requintada tem um tamanho que garante tomar uma refeição confortavelmente, mesmo que esteja cheia.&lt;br /&gt;
Começamos então a descer a rampa que dá acesso à adega, que está totalmente equipada com moderna tecnologia de vinificação.&lt;br /&gt;
Para mim é um momento mágico todo o cenário de luz, som ambiente, o contornar da adega passando acima das cubas de estágio até chegar ao piso de baixo. Acho que só me poderão entender os que já passaram por esta experiência.&lt;br /&gt;
As cubas de estágio estão colocadas no centro do edifício e, em volta delas, num corredor lateral que contorna todo o edifício, estão as barricas de madeira onde estagiam vinhos tintos e também pilhas de espumante.&lt;br /&gt;
A ordem da visita pode não ser propriamente esta, uma vez que não a fizemos apenas uma vez e, por essa razão, não sei qual será a ordem normal.&lt;br /&gt;
O melhor mesmo é dar lá um saltinho e verem com os próprios olhos!
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Quinta do Encontro&lt;br /&gt;
São Lourenço do Bairro&lt;br /&gt;
3780-179 Anadia&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS: &lt;/strong&gt;40.440766,-8.489546&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 234 527 155&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 232 961 203&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.daosul.com" target="_blank"&gt;http://www.daosul.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:daosul@daosul.com"&gt;daosul@daosul.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; Aberto todos os dias.
&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2F&amp;set_id=72157618464119607&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2F&amp;set_id=72157618464119607&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/4">Enoturismo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/94">Anadia</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/10">Bairrada</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/134">Portugal</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/21">Quinta do Encontro</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/351">São Lourenço do Bairro</category>
 <pubDate>Thu, 21 May 2009 00:34:13 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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<item>
 <title>Hero dos Avós Garrafeira 1999</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/herodosavos1999.jpg" alt="Hero dos Avós Garrafeira 1999" title="Hero dos Avós Garrafeira 1999" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Hero dos Avós Garrafeira&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 1999&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Palmela&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Castelão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Hero do Castanheiro, Vinhos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 17 - 20€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Finalmente mais um vinho provado sem saber o que era. Foi só o segundo, mas estes é que dão pica. Parece que assim se despertam mais os sentidos.&lt;br /&gt;
Chegou-nos à mesa decantado, especialmente por causa de alguns sedimentos. Pela cor granada, via-se que já não era novo.&lt;br /&gt;
Aroma muito limpo, onde os frutos pretos ainda lá andavam, mas já escondidos. Cacau, torrados e charuto, foram os aromas que mais se evidenciaram.&lt;br /&gt;
Mas foi na boca que este vinho mais se destacou, cheio de frescura e uma grande estrutura. Perfeita harmonia entre os sabores da fruta e madeira, ganha com a “sabedoria” do tempo em garrafa, e um longo final.&lt;br /&gt;
Vale a pena bebê-lo agora, por exemplo acompanhado de um belo prato de caça, mas é vinho para ainda se aguentar em garrafa.&lt;br /&gt;
E pensar que há poucos anos atrás não apreciava muito vinhos desta casta (Castelão).
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=oJsK6SKpJPg:U3dEiHkWsQM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=oJsK6SKpJPg:U3dEiHkWsQM:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/hero-dos-avos-garrafeira-1999#comments</comments>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/290">1999</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/409">AVIN1310817605831</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/408">Hero do Castanheiro</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/407">Hero dos Avós Garrafeira</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/181">Palmela</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/33">tinto</category>
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 <pubDate>Wed, 20 May 2009 00:30:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">219 at http://www.magnacasta.com</guid>
<feedburner:origLink>http://www.magnacasta.com/vinhos/hero-dos-avos-garrafeira-1999</feedburner:origLink></item>
<item>
 <title>A Garrafeira Magna Casta de Anadia</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/CRaBFe3WExs/garrafeira-magna-casta-anadia</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src="/files/reclamacao.JPG" alt="Reclamação" title="Reclamação" width="240" height="180" align="left" /&gt;Ao contrário do que o título pode parecer indicar, nós não abrimos nenhuma garrafeira em Anadia.&lt;br /&gt;
Há cerca de 3 anos atrás, decidimos a criar este projecto ligado ao mundo do vinho. Devido a algumas indecisões, e à falta de um nome que nos agradasse, ficou quase 1 ano a marinar até que, assim quase do nada, nos surgiu o nome &amp;quot;Magna Casta&amp;quot;. A analogia à Magna Carta e, ao mesmo tempo, chamar grande à casta, agradou-nos a todos, especialmente pelo facto de o google não retornar resultados para a pesquisa. Estava escolhido o nome e foi assim que, em Maio de 2007, nasceu o nome e respectivo registo do domínio magnacasta.com.&lt;br /&gt;
Desde aí foram 2 anos de muita dedicação. Já perdemos a conta aos Kms de estrada percorridos, às horas de sono perdidas, aos sites e revistas lidos e às formações a que temos ido para melhorar os nossos conhecimentos.&lt;br /&gt;
Por tudo isto, e porque temos várias coisas planeadas para os próximos tempos, decidimos registar a marca.&lt;br /&gt;
Acontece que, no dia em que fomos ao site do &lt;a href="http://www.inpi.pt" target="_blank" title="INPI"&gt;INPI&lt;/a&gt; para fazer o pedido de registo, verificámos que já alguém o fez por nós, ou melhor, que aproveitou o facto de não termos registado a marca. Além disso, vejam só a coincidência, o pedido foi feito por alguém de Anadia. O que tem ser Anadia? Não só é a terra de um dos elementos da Magna Casta, a Ema, como é das zonas do país onde temos mais amizades e conhecimentos com produtores. &lt;br /&gt;
Adicionalmente, fazendo uma pesquisa no google por vários produtores da zona, aparece sempre o nosso site na primeira página. Por exemplo: &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=Caves+Solar+S%C3%A3o+Domingos" target="_blank" title="Caves Solar São Domingos"&gt;Caves Solar São Domingos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=Luis+Pato" target="_blank" title="Luis Pato"&gt;Luis Pato&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=colinas+de+são+lourenço" target="_blank" title="Colinas de São Lourenço"&gt;Colinas de São Lourenço&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=Campolargo" target="_blank" title="Campolargo"&gt;Campolargo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;amp;q=Quinta+do+Encontro" target="_blank" title="Quinta do Encontro"&gt;Quinta do Encontro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;amp;q=Quinta+das+Bágeiras" target="_blank" title="Quinta das Bágeiras"&gt;Quinta das Bágeiras&lt;/a&gt;, entre outros.&lt;br /&gt;
É altamente improvavel, que não tenha sido aproveitamento.&lt;br /&gt;
É um facto que devíamos ter registado a marca antes, mas fomos induzidos em erro; tinham-nos dito que era preciso ter actividade aberta e, claro, ingenuidade da nossa parte... De qualquer forma, a marca ainda não está registada. Terminou hoje o período no qual se pode contestar o pedido de registo e foi o que fizemos. Pode não dar em nada, mas não podíamos baixar os braços. Especialmente depois de ver a cidade de Anadia completamente cheia de placas e faixas a dizer &amp;quot;Magna Casta - Vinhos e Gourmet&amp;quot;! É que quem fez o pedido para registar a marca já fez questão de abrir uma loja com esse nome, mesmo antes do processo de registo estar concluído, estando a cometer uma ilegalidade.&lt;br /&gt; Não nos interessava estar nesta situação, mas infelizmente fomos levados a isto, por alguém que alegadamente se quis aproveitar do nome que com tanto esforço criámos.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=CRaBFe3WExs:hwEvjRVajwE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=CRaBFe3WExs:hwEvjRVajwE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 11 May 2009 22:26:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Tasca do Joel</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/xHMRkXTbMp4/tascadojoel</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3336/3514385138_b3913be570_m.jpg" alt="Tasca do Joel" title="Tasca do Joel" width="240" height="160" align="left" /&gt;Peniche, além de atrair surfistas (e não só) por causa das suas ondas e praias, atrai também, nos últimos anos, apreciadores de vinho de várias zonas do país. A responsável por este último movimento de peregrinação é a Tasca do Joel.&lt;br /&gt;
Já não íamos para aqueles lados há uns anos e na última vez que fomos ainda não sabíamos da sua existência. Entretanto, já há quase 2 anos que andávamos para lá voltar e nada. Ainda por cima com os acessos que tem agora, chega-se lá num instante. Acho que só faltava mesmo uma deixa, que acabou por aparecer através de um email sobre uma prova que ia lá decorrer.&lt;br /&gt;
Chegar a Peniche é fácil, mas para chegar à Tasca do Joel convém ir com boas indicações ou GPS, mesmo que este último tente mandar por um sentido proibido durante o percurso.  Estou convencido que se fosse uma dezena de vezes a Peniche sem saber da sua existência, a probabilidade de o encontrar seria nula.&lt;br /&gt;
Para quem não sabe, além de restaurante, a Tasca do Joel tem uma parte gourmet, bem recheada com vinho do bom. Ora isso faz-nos tomar logo uma decisão difícil ao chegar, que é escolher por onde começar. Como já estávamos esganadinhos com fome, decidimos ir comer primeiro. &lt;br /&gt;
O restaurante tem um ar tradicional e pode-se fazer o repasto em 2 ambientes distintos. Uma parte interior, com mesas corridas, e uma parte exterior, embora coberta. Há ainda outras salas mais pequenas, mas são reservadas para eventos de grupos. Como estava um dia bonito, fomos para a parte exterior passando por 2 fornos a lenha que começaram logo a abrir o apetite. Junto à mesa onde ficámos há uma vitrine com peixe, de ar saudavelmente fresco, onde se pode escolher o animal que se pretende degustar.&lt;br /&gt;
Mas nem só de peixe vive este restaurante tão perto do mar. A escolha é bastante vasta também em carnes e um dos 2 fornos a lenha serve precisamente para alguns dos pratos de carne.&lt;br /&gt;
Como queríamos comer em pouco tempo, para ir de seguida para as provas, acabámos por cometer a heresia de comer carne, um pato com castanhas, que era um dos pratos do dia. Pode-se dizer que o prato faz ao nome tasca, no que isso tem de bom. Apresentação bastante simples e confecção daquelas que nos faz muitas vezes preferir ir a uma tasca, do que a um restaurante com muitos floreados. Carne super tenra, saborosa, com aquele gosto a caseirinho e em quantidade que deu bem para os 2 e ainda sobrou um bocado. Não posso deixar de referir o pão e a broa, que fazem as delícias de um apaixonado por pão já farto de pão industrializado.&lt;br /&gt;
Onde já não se parece nada com uma tradicional tasca é na parte dos vinhos, logo a começar pelos copos. E ainda não tinhamos nós visto a carta de vinhos... Quando a abrimos, a primeira coisa que veio à cabeça foi: “Como é que tivemos tanto tempo até vir aqui?”. São 31 páginas organizadas de uma forma fácil de entender, sempre com referência do ano e uns preços raramente vistos na restauração. As 3 primeiras páginas são só de vinho a copo, sendo possível encontrar belos vinhos a partir de pouco mais de 2€. &lt;br /&gt;
Os 2 vinhos que pedimos a copo estavam com temperatura correcta, creio que vieram da cave climatizada. A rolha de ambos foram tiradas na mesa, mas vimos que  o sistema de conservação são daquelas máquinas que retiram o ar das garrafas.&lt;br /&gt;
O 2º prémio ganho no concurso de cartas de vinhos da Revista de Vinhos, na categoria de melhor relação preço/qualidade, não foi obra do acaso.&lt;br /&gt;
No final não tivemos espaço para a sobremesa, só bebemos café. Já que temos que lá voltar para experimentar o peixe (a desculpa é convincente, não é?), aproveitamos para provar as sobremesas. &lt;br /&gt;
Pagámos cerca de 13€ por pessoa com vinhos de gama média. Está bem que não comemos sobremesas, mas para a qualidade da refeição achei o preço muito bom.&lt;br /&gt;
No final fomos conhecer a parte gourmet, que também vale bem a visita. Boa variedade de vinhos, incluindo Vinhos do Porto, acessórios, azeites, doces, enchidos, conservas, etc...&lt;br /&gt;
Ficámos de olho nas alheiras de bacalhau e vegetarianas, que também têm na lista do restaurante.&lt;br /&gt;
Decididamente, temos que passar a fazer mais viagens pela A8 e fazer um pequeno desvio.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Morada:&lt;/strong&gt; Rua do Lapadusso, 73&lt;br /&gt;
2520-370 Peniche&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 39.357093,-9.392935&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.tascadojoel.com" target="_blank"&gt;http://www.tascadojoel.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:tascadojoel@mail.pt"&gt;tascadojoel@mail.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 262 782 945&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telemóvel:&lt;/strong&gt; (+351) 939 711 007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 262 782 235&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; Das 12:00 às 22:30. Encerra às segundas.
&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2F&amp;set_id=72157617795121691&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2F&amp;set_id=72157617795121691&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=xHMRkXTbMp4:AjEJGUvXb3k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=xHMRkXTbMp4:AjEJGUvXb3k:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/2">Restaurante</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/399">Peniche</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/134">Portugal</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/398">Tasca do Joel</category>
 <pubDate>Sat, 09 May 2009 11:33:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Ensaios Filipa Pato 2006</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/ensaiosfp2006.jpg" alt="Ensaios Filipa Pato 2006" title="Ensaios Filipa Pato 2006" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Ensaios Filipa Pato&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Beiras&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto e Baga&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Filipa Pato&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 6 - 7€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Já por várias vezes optámos por este vinho para acompanhar diversas refeições.&lt;br /&gt;
Visualmente é tentador devido à sua tonalidade rubi, a mostrar ainda juventude.&lt;br /&gt;
No nariz não deixa de ser tentador. Sem ter uma grande exuberância, os aromas são muito agradáveis a frutos vermelhos, com algumas notas florais e a caruma de pinheiro.&lt;br /&gt;
Na boca é elegante, fresco e equilibrado. Cobre praticamente toda a língua e deixa-se sentir durante algum tempo.&lt;br /&gt;
Da primeira vez que o bebemos estava um pouco espigadote deixando as bochechas a picar um pouco, mas agora estava bem domesticado e macio.&lt;br /&gt;
Em caso de dúvida, não hesitem em optar por ele pois é um vinho bem feito e com um preço bastante decente para a qualidade que tem.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ema: 15.5&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=h-6nrhWZwbM:y8OKJiuUsvU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=h-6nrhWZwbM:y8OKJiuUsvU:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/92">2006</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/395">AVIN5393752875992</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/23">Beiras</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/396">Ensaios Filipa Pato</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/397">Filipa Pato</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/33">tinto</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/53">Vinho</category>
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 <pubDate>Thu, 07 May 2009 23:09:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>European Wine Bloggers' Conference 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/dO_PBIvBMLM/ewbc2009</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/ewbc.jpg" alt="EWBC" title="EWBC" width="240" height="207" align="left" /&gt;Depois da edição do ano passado em La Rioja, este ano a conferencia europeia de bloggers vai ser em Portugal, mais precisamente em Lisboa.&lt;br /&gt;
Independentemente do local, já estávamos com ideias de ir. Aliás, só não fomos no ano passado devido a compromissos familiares. Sendo em Lisboa melhor ainda, assim não pagamos viagem nem estadia. Tirando o &lt;a href="http://magnacasta.com/ricardo"&gt;Ricardo&lt;/a&gt; que, caso vá, tem que fazer 300Kms, mas só paga estadia se tiver medo de ficar cá em casa. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-tongue-out.gif" alt="Tongue out" title="Tongue out" /&gt; &lt;br /&gt;
Satisfeito com a notícia, &lt;a href="http://forum.revistadevinhos.iol.pt/viewtopic.php?p=3625" target="_blank"&gt;partilhei-a no fórum da Revista de Vinhos&lt;/a&gt;. No entanto, a reacção não foi a que eu esperava, especialmente pelo facto das reacções mais negativas terem vindo de bloggers. Ainda por cima, depois do polémico artigo &amp;quot;&lt;a href="http://www.revistadevinhos.iol.pt/artigo145-Blogs_%E2%80%93_Uma_oportunidade_perdida!" target="_blank"&gt;Blogs - Uma oportunidade perdida&lt;/a&gt;&amp;quot;, da autoria de João Geirinhas, e das &lt;a href="http://forum.revistadevinhos.iol.pt/viewtopic.php?p=401" target="_blank"&gt;justas reacções&lt;/a&gt; ao texto infeliz (mesmo que, aparentemente, não fosse bem aquilo que queria dizer), esta conferência poderia ser uma boa oportunidade de se juntarem forças e fazer mudar alguma coisa.&lt;br /&gt;
Continuo a acreditar nisso e, por esse motivo, foi com muito gosto que acedi ao pedido dos organizadores para &lt;a href="http://winebloggersconference.org/europe/participants/a-portuguese-perspective-on-the-ewbc/" target="_blank"&gt;escrever um texto&lt;/a&gt; em português sobre o que significava para mim, enquanto blogger português, a realização desta conferência em Portugal.&lt;br /&gt;
Resta dizer que a conferência vai ser de 30 de Outubro a 1 de Novembro e que o site oficial do evento é &lt;a href="http://winebloggersconference.org/europe/" target="_blank"&gt;http://winebloggersconference.org/europe/&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=dO_PBIvBMLM:C9kJc19HEMg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=dO_PBIvBMLM:C9kJc19HEMg:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/ewbc2009#comments</comments>
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 <pubDate>Thu, 30 Apr 2009 23:31:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">215 at http://www.magnacasta.com</guid>
<feedburner:origLink>http://www.magnacasta.com/blog/ewbc2009</feedburner:origLink></item>
<item>
 <title>Encontro 1 Branco 2007</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/pI3GHUcoH7w/encontro-1-branco-2007</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/encontro1b2007.jpg" alt="Encontro 1 Branco 2007" title="Encontro 1 Branco 2007" width="160" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Encontro 1&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Arinto e Bical&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta do Encontro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 20 - 23€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Embora seja um projecto moderno, a Quinta do Encontro não caíu na tentação de dar prioridade às castas &amp;quot;da moda&amp;quot; na região e usa muito as castas mais tradicionais.&lt;br /&gt;
Este branco é um bom exemplo disso. Feito com Arinto e Bical, mostra uma cor com alguma intensidade, amarelada, a dar a entender que passou por madeira.&lt;br /&gt;
O aroma deu um certo gozo, e luta, mudando várias vezes ao longo do pouco tempo que aguentou fora do aparelho digestivo. Começou com algum floral, balsâmico, frutos tropicais e no fim mineral.&lt;br /&gt;
Muito fresco, encorpado e aveludado, desliza por toda a lingua e faz finca-pé lá ao fundo a opor-se à saliva que o tenta empurrar. Pede claramente pratos complexos, mesmo daqueles que a escolha natural seria um tinto. É quase um crime fazê-lo acompanhar de peixe grelhado, por exemplo. &lt;br /&gt;
Cada vez mais me convenço que a Bairrada tem potencial para fazer dos melhores brancos do país.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pI3GHUcoH7w:NhgEHeUov9w:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pI3GHUcoH7w:NhgEHeUov9w:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/encontro-1-branco-2007#comments</comments>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/284">2007</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/394">AVIN8543859011022</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/10">Bairrada</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/93">Branco</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/393">Encontro 1</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/21">Quinta do Encontro</category>
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 <pubDate>Thu, 30 Apr 2009 00:06:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">214 at http://www.magnacasta.com</guid>
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<item>
 <title>Casa de Saima Reserva 1994</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/0RpjYOg3Jsg/casadesaimareserva1994</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/saimareserva1994.jpg" alt="Casa de Saima Reserva 1994" title="Casa de Saima Reserva 1994" width="180" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Casa de Saima Reserva&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 1994&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Baga&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Casa Agrícola de Saima&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 12 - 15€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Beber um vinho com tantos anos é sempre um pau de 2 bicos, tanto pode correr muito bem como muito mal. Afinal de contas são 15 anos. Para minimizar os riscos, nada como escolher um local onde saibamos que as garrafas foram bem guardadas.&lt;br /&gt;
Pela cor via-se que não era nenhum miudo, mas tinha apenas um ligeiro toque a dar para o tijolo. Já bebi vinhos com 3 ou 4 anos com aspecto mais velho que isto.&lt;br /&gt;
O nariz estava muito bom, ainda com muita fruta vermelha madura. Tabaco, terra, cacau e, com o tempo de arejamento, algum mentol, compunham o ramalhete.&lt;br /&gt;
Na boca não deu menos prazer. Bom corpo, a deixar untosidade em toda a boca, músculo e uma acidez invejável. Alguma secura num final que se prolonga por muito tempo.&lt;br /&gt;
Esta garrafa estava impecável! Nem maus cheiros, nem borras, nada! Parecia ter metade da idade.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <pubDate>Sun, 12 Apr 2009 23:43:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Bacalhôa</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3433050890/" title="Quinta da Bacalhôa by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3601/3433050890_b00ca3a7d8_m.jpg" width="240" height="160" alt="Quinta da Bacalhôa" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;Moramos a poucos Kms de Azeitão, onde vamos regularmente comer umas tortinhas, comprar queijo e repor o stock de Moscatel de Setúbal.&lt;br /&gt;
Uma das adegas onde vamos frequentemente é a da Bacalhôa Vinhos de Portugal. Contudo, foi difícil conseguirmos fazer um visita que incluisse o Palácio e Quinta da Bacalhôa. É que, até há bem pouco tempo, as coisas eram completamente separadas e nem sequer era possível às pessoas que trabalhavam na adega marcar as visitas para a Quinta. &lt;!--break--&gt;Ligámos uma boa dezena de vezes e, entre não apanhar a pessoa responsável disponível e o fecho para obras de remodelação, passaram anos.&lt;br /&gt;
Finalmente agora as coisas agora estão a funcionar de uma forma integrada e lá fizemos a tão aguardada visita. Valeu a pena!&lt;br /&gt;
A visita começou no edifício principal da sede da empresa na Quinta da Bassaqueira.&lt;br /&gt;
O edifício, em forma de hexágono envidraçado, está dividido em várias zonas, adega, escritório, salas de estágio, etc.&lt;br /&gt;
Conforme fomos passando pelas várias zonas tivemos oportunidade de apreciar, entre muitas outras coisas, barricas e garrafas em estágio, muitas peças de arte e azulejos.&lt;br /&gt;
Não deixa de ser interessante ver como a tradição e a arte conjugam na perfeição com a inovação e modernidade.&lt;br /&gt;
Explicaram-nos que toda a vinificação das propriedades da empresa, localizadas na Península de Setúbal, é feita aqui por casta. Sendo possível engarrafar 6.000 garrafas por hora, todo o engarrafamento está centralizado nesta adega, bem como o armazenamento de produtos acabados.&lt;br /&gt;
Passámos para o exterior onde encontrámos alguns edifícios com variados fins. Os mais emblemáticos são sem dúvida os que albergam as barricas dos moscatéis mais antigos e do famoso moscatel roxo,  que tem no exterior uma colecção de azulejos com a história do vinho. Lá dentro, as barricas ficam sujeitas a uma grande variação de temperatura, atingindo muitas vezes valores superiores a 45 graus centígrados, o que ajuda a acelerar o processo de envelhecimento.&lt;br /&gt;
Logo ao lado podemos observar a vinha plantada com as castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah. No centro da vinha encontra-se um lago, rodeado de árvores, onde existem algumas espécies de peixes e patos.&lt;br /&gt;
Além de tudo isto, vale a pena passear pelos belos jardins com diversas espécies botânicas e peças de arte.&lt;br /&gt;
A visita termina na loja do vinho, com uma prova de vinho onde se inclui, obviamente, um Moscatel de Setúbal. A loja é muito agradável, com uma esplanada para os jardins. Mesmo sem fazer qualquer visita, é possível provar ou comprar os vinhos da empresa, bem como produtos regionais como queijos ou Ss de Azeitão.&lt;br /&gt;
De seguida, fomos para o Palácio e Quinta da Bacalhôa localizada a poucos km de distância.&lt;br /&gt;
Deslumbrante, o Palácio é de estilo renascentista, casado com arquitectura italiana, islâmica e portuguesa, e alberga parte da colecção pessoal de Joe Berardo. Foram necessários uns largos minutos para visitarmos devidamente todo o interior.&lt;br /&gt;
Quando finalmente chegámos ao exterior, encontrámos um belo jardim francês que vai dar à engraçada casa do lago, de onde se pode observar Lisboa. Toda a propriedade está repleta de peças de arte tal como acontece na outra quinta.&lt;br /&gt;
Existem relatos históricos muito antigos da vinha que contorna a quinta. A mais recente fase de produção é de 1974 , altura de plantação das castas Cabernet Sauvignon e Merlot.&lt;br /&gt;
O primeiro Quinta da Bacalhôa é de 1979 e, desde aí, todos os anos é lançada nova colheita.&lt;br /&gt;
No ano 2000 foi lançada uma nova marca da quinta, Palácio da Bacalhôa, que só sai nos anos de melhor colheita.&lt;br /&gt;
O enoturismo agora é levado a sério, e toda a visita é feita com grande simpatia e profissionalismo.&lt;br /&gt;
Foi uma visita fabulosa! Se tiverem oportunidade de a fazer, não pensem duas vezes.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Bacalhôa Vinhos de Portugal&lt;br /&gt;
Estrada Nacional 10&lt;br /&gt;
Vila Nogueira de Azeitão&lt;br /&gt;
2925-901 Azeitão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 38.525532,-8.992025 (Quinta da Bacalhôa) e 38.523945,-9.016042 (Quinta da Bassaqueira - Adega)&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 212 198 060&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 212 198 066&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://bacalhoa.com" target="_blank"&gt;http://bacalhoa.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:info@bacalhoa.pt"&gt;info@bacalhoa.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Visitas:&lt;/strong&gt; Com marcação prévia.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Loja:&lt;/strong&gt; Todos os dias excepto domingos e feriados.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="&amp;offsite=true&amp;amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2F&amp;set_id=72157616640516790&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70717"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70717" allowFullScreen="true" flashvars="&amp;offsite=true&amp;amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2F&amp;set_id=72157616640516790&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:48:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/qtaalquevefernaopires2006.jpg" alt="Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006" title="Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Alqueve Fernão Pires&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Ribatejo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Fernão Pires&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Pinhal da Torre&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 5 - 6€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A Quinta do Alqueve tem sido um dos grandes responsáveis pela recuperação da imagem do Ribatejo como região produtora de vinhos. No entanto, confesso que ainda não tinha provado nenhum dos vinhos que produzem. Mas ainda vou a tempo e comecei com este branco da casta Fernão Pires.&lt;br /&gt;
Tenho por hábito procurar informação sobre os vinhos que vou publicar para, caso haja alguma coisa de relevante, falar aqui. Neste caso não houve nada a realçar, mas achei o vinho bastante diferente do que li sobre ele. Como já foi lançado no mercado em 2007, deve ter mudado bastante. A começar pela cor, que não é tão pálida como o que vi escrito.&lt;br /&gt;
No nariz é bastante vegetal. Talvez por a casta Fernão Pires (Maria Gomes) ser usada regularmente nos espumantes da Bairrada, estavam-me os espumantes a vir à ideia sempre que o cheirava.&lt;br /&gt;
Tem vigor na boca, com uma acidez muito fresca. Sem ser muito encorpado, tem alguma untosidade que se sente pela boca quase toda. Aqui a fruta aparece mais do que no nariz, mas sempre com pouca doçura, especialmente no final.&lt;br /&gt;
É um vinho bom para dias quentes, com algum cuidado porque não se dá pelos 13% de álcool.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:09:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Herdade dos Grous 2006</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/herdadedosgrous2006.jpg" alt="Herdade dos Grous 2006" title="Herdade dos Grous 2006" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Herdade dos Grous&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Alentejo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Aragonês, Syrah, Alicante Bouschet e Touriga Nacional&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Herdade dos Grous&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 7 - 9€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A Herdade dos Grous é um projecto recente no Baixo Alentejo, cujas fotos que temos visto nos chamam para uma visita enoturística. Enquanto isso não acontece, e até porque a empresa não vive (só) disso mas sim do vinho que vende, decidimos trazê-lo para a nossa mesa.&lt;br /&gt;
Este colheita 2006 é bem carregado na cor, quase negro.&lt;br /&gt;
O nariz é como se tivessem sido esmagadas umas frutas pretas bastante maduras dentro do copo, em conjunto com algumas especiarias. Ele demorou um bocadinho a soltar-se e entretanto, como tem começado a ser cada vez mais frequente no Alentejo com a disseminação da Touriga Nacional, começaram ali uns aromas a flores a espreitar.&lt;br /&gt;
O sabor corresponde ao que a cheiradeira mostrava. Está lá aquela fruta preta madura, com uma ligeira doçura, e a especiaria. Caso ainda não tenham reparado, eu não sou muito de vinhos docinhos, mas neste caso a acidez é bastante razoável e não o deixa tornar-se chato. &lt;br /&gt;
É encorpado e mostra juventude, mas está suficientemente domesticado para não assustar as bocas mais sensíveis.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=RMjAE0AS1B0:A5vG95Yd-WE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=RMjAE0AS1B0:A5vG95Yd-WE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/herdadedosgrous2006#comments</comments>
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 <pubDate>Sat, 28 Mar 2009 02:02:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Os Goliardos</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/g616EKlPz2o/osgoliardos</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3381203156/" title="Os Goliardos by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3570/3381203156_8e770752a6_m.jpg" width="240" height="160" alt="Os Goliardos" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;Descobrimos a existência d'Os Goliardos por mero acaso quando, num fórum de discussão de vinhos, vi uma mensagem do utilizador Goliardo. Nem sequer é um participante muito activo (nem eu, diga-se), mas o nome despertou-me curiosidade. Fui ver o perfil e, de lá, fui parar ao &lt;a href="http://osgoliardos.com" target="_blank"&gt;blog deles&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
Como me pareceu muito bem, tratei logo de mostrar à &lt;a href="http://magnacasta.com/ema" title="Ema"&gt;Ema&lt;/a&gt; e ao &lt;a href="http://magnacasta.com/ricardo" title="Ricardo"&gt;Ricardo&lt;/a&gt; e ficou logo decidido que tinhamos de lá ir. E assim foi.&lt;br /&gt;
Estacionar na zona não é propriamente fácil, mas acabou por não nos correr nada mal. Dois minutos a pé e lá estávamos nós à porta.&lt;br /&gt;
Assim que entrámos sentimo-nos logo à vontade, em especial pela forma simpática e descontraída como fomos recebidos. Era a primeira vez que ali estávamos e quase parecia que éramos da casa. Eu não tenho nenhuma costela de psicólogo, nem sei traçar o perfil das pessoas, mas menos de dois minutos depois tinha a certeza absoluta que estava perante um caso de alegria e prazer no trabalho.&lt;br /&gt;
Além disso, o próprio ambiente é acolhedor. Na primeira sala, salta logo à vista uma grande cepa de videira no meio de umas prateleiras com garrafas de vinho, que se encontram divididas de uma forma no mínimo original. Além da mais vulgar divisão por zonas, também se encontram secções como “bom e barato” ou “no meio está a virtude”. Ainda nessa sala, há um balcão onde está um quadro com a selecção de vinhos a copo. Não são muitos, mas estão sempre a mudar. Mas já lá vamos.&lt;br /&gt;
Um corredor leva-nos a uma sala mais pequena (não é que a primeira seja muito grande), onde se encontra mais uma garrafeira, com prateleiras deslizantes, e mais alguns lugares sentados. Na parede, não se pode deixar de reparar nas fotos das visitas que eles fazem regularmente aos produtores.&lt;br /&gt;
Lá fora, há ainda um pátio bastante agradável em dias bons... que foi o caso.&lt;br /&gt;
Deixemos agora a decoração de parte, que até é melhor ver nas fotos, e passemos para o estômago. Como não se trata de um restaurante, não há pratos elaborados mas sim petiscos para acompanhar a pinga, como queijos, enchidos, tartes, etc. Pedimos um prato misto de queijo e enchidos, todos eles de qualidade, uma tortilha e uma focaccia que também estavam muito boas.&lt;br /&gt;
No que toca a vinho, além da selecção de vinhos a copo, o que não falta é escolha. Além de bem representado o mapa vínico nacional, onde nem faltam os Vinhos da Madeira que tanta vez são esquecidos, há uma vasta variedade de vinhos franceses, italianos e espanhóis. E o mais interessante é que se o vinho está lá é porque eles já lá estiveram no produtor numa das muitas visitas que fazem ao “berço” do vinho. Até se pode fazer um exercício interessante, que é associar as fotos nas paredes às garrafas &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-smile.gif" alt="Smile" title="Smile" /&gt;&lt;br /&gt;
Isto é especialmente interessante no caso dos vinhos estrangeiros, pois conhecem algumas coisas menos mainstream, que importam directamente sem passar pelos canais do costume. Isso faz com que se encontrem belas relações preço/qualidade.&lt;br /&gt;
Para não dizerem que só ando aqui a falar bem, tenho uma coisa a apontar: as temperaturas. Com tantos vinhos, grande parte deles estão nas prateleiras e, portanto, estão sujeitos à temperatura da sala. Nesses casos resta recorrer à solução do refrescar.&lt;br /&gt;
Na sexta-feira passada voltámos lá, desta vez para um &lt;a href="http://search.twitter.com/search?q=%23twinelis" target="_blank" title="Twinelis"&gt;encontro de apreciadores de vinhos que frequentam o Twitter&lt;/a&gt;. Com mais gente dá também para provar mais vinhos e, como é um espaço que dá para conversar à vontade, é garantia de uma noite bem passada.&lt;br /&gt;
Resta falar dos preços, para dizer que não vale a pena dizer o que será o normal a pagar. A título de exemplo, da primeira vez pagámos 20€ e da segunda 10€. O que define aqui o preço é o vinho que se bebe e esse há para todos os gostos e carteiras.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Rua da Mãe d’Água nº9&lt;br /&gt;
Lisboa&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 38.717419,-9.146558&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone/Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 213 462 156&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telemóvel:&lt;/strong&gt; (+351) 962 022 242&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://osgoliardos.com" target="_blank" title="Os Goliardos"&gt;http://osgoliardos.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:info@osgoliardos.com"&gt;info@osgoliardos.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 5as, 6as e Sábados das 19h às 2h
&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 24 Mar 2009 02:24:23 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta das Bágeiras Garrafeira Branco 2004</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/bageirasgarrafeira2004.jpg" alt="Quinta das Bágeiras Garrafeira Branco 2004" title="Quinta das Bágeiras Garrafeira Branco 2004" width="160" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta das Bágeiras Garrafeira&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2004&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Maria Gomes e Bical&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Mário Sérgio Alves Nuno&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 12 - 15€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Normalmente calha-me sempre a fava, isto é, tenho de ser quase sempre eu a escolher o vinho cá em casa. Desta vez era frango assado no forno e a escolha estava difícil. Como para entrada tínhamos o suspeito do costume, tosta de chévre gratinada, pensei: Porque não um branco?&lt;br /&gt;
E lá fui buscar esta garrafa que repousava há algum tempo na garrafeira.&lt;br /&gt;
A cor era um amarelo palha brilhante, que poderia querer dizer que era da idade, mas este vinho quando sai para o mercado já tem assim esta tonalidade.&lt;br /&gt;
No aroma sobressaem aromas de  frutos secos e resinosos. Um pouco mais escondidos, aparecem também aromas vegetais e frutados.&lt;br /&gt;
Na boca é encorpado, untoso, daqueles que barra a boca toda. Como tem um toque de frutos secos também no sabor e uma acidez citrina, fez-me lembrar quando se juntam umas gotinhas de limão à amendoa amarga... mas sem a parte do amargo nem da doçura. Pronto, se calhar não lembra nada isso, mas também já não bebo disso há uns anos valentes.&lt;br /&gt;
Acompanhou bem tanto o queijo como o frango. Claramente não é para peixinhos, a não ser assado no forno, ou então um prato de bacalhau.&lt;br /&gt;
Está aqui vinho para aguentar mais uns anos valentes.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/8">2004</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/10">Bairrada</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/93">Branco</category>
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 <pubDate>Wed, 18 Mar 2009 23:52:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Casal Branco 2006</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/5w8owB0I3SA/quintadocasalbranco2006</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/qtacasalbranco2006.jpg" alt="Quinta do Casal Branco 2006" title="Quinta do Casal Branco 2006" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Casal Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Ribatejo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Trincadeira, Castelão, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta do Casal Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 3 - 4€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Durante um jantar de aniversário de um amigo, este tintol estava em destaque no restaurante onde jantámos. Como o pessoal não se queria esticar muito, e o preço era acessível, acabou por se optar por ele.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
É um vinho com uma cor carregada, com alguns reflexos violeta.&lt;br /&gt;
Aroma vivo, com fruta preta muito madura, alguma especiaria e um pimento muito ligeiro ao fundo, que indicava a presença de Cabernet Sauvignon no lote.&lt;br /&gt;
É um vinho bastante fácil, prontinho a beber. Ainda tem mais especiaria na boca do que no nariz e, também aqui, a fruta preta muito madura. Bom corpo e muito ligeira doçura, compensada com uma acidez bastante razoável. O empregado do restaurante, enquanto nos estava a servir, referiu alguns aromas a cacau. É um aroma que por vezes sentimos em alguns vinhos mas, neste caso, não o conseguimos encontrar.&lt;br /&gt;
A maior surpresa veio uns dias mais tarde, quando o vimos no supermercado a pouco mais de 3€. Vale todos os centimos que custa e, se fosse de uma região mais popular, era bem capaz de custar o dobro. É sem dúvida um vinho a ter em casa para o dia-a-dia e, mesmo noutras ocasiões, não deixa ninguém ficar mal visto.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15.5&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Tue, 17 Mar 2009 00:42:04 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Conde da Carreira 2003</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/FchWG68uAzk/condedacarreira2003</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/condecarreira2003.jpg" alt="Conde da Carreira 2003" title="Conde da Carreira 2003" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Conde da Carreira&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2003&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Minho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Alvarinho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Casa de Villar&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 10 - 15€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Este foi mais um vinho que nos foi dado a provar sem sabermos do que se tratava, como por vezer acontece nas nossas noites enogastronómicas.&lt;br /&gt;
Mas também, mesmo que soubesse o que estava a beber não ia influenciar muito, uma vez que nunca tinha ouvido falar no vinho nem no produtor, no rótulo não refere castas, nem nunca tinha bebido um Regional Minho com tanta idade.&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
O vinho apresenta uma cor dourada, cheia de brilho.&lt;br /&gt;
No nariz nota-se que não é um vinho novo, com alguns aromas a frutos secos e melaço mas, ao mesmo tempo, ali qualquer coisa a dar uma sensação fresca. Passado um bocado veio um aroma, que nunca me lembro de ter sentido em nenhum vinho, a fazer-me lembrar nêsperas.&lt;br /&gt;
Sabor intenso, belo corpo a deixar aquela sensação de goma na boca. Ainda tem alguma fruta, mas destacam-se os sabores secos a dizer que não é um jovem, mas ainda com uma acidez espectacular e um final bastante longo.&lt;br /&gt;
Mesmo bom para acompanhar uma tostinha com chévre gratinado.&lt;br /&gt;
Ainda sem saber o que estava a beber, dei um tiro completamente longe do alvo... pensei que o vinho fosse francês. “Mas que grande nabo!”, pensei eu para mim mesmo, mas fiquei um bocadito mais contente quando soube que já tinham enganado alguns experts com este vinho &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-tongue-out.gif" alt="Tongue out" title="Tongue out" /&gt;&lt;br /&gt;
Entretanto, após andar aqui às voltas com o google, lá consegui descobrir que é um Alvarinho.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16.5&lt;br /&gt;
Nuno: 16.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 11 Mar 2009 00:09:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Essência do Vinho 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/GGh6rwSBqoI/essenciadovinho2009</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3635/3336534860_ec4265eeb9_m.jpg" alt="Essência do Vinho 2009" title="Essência do Vinho 2009" width="240" height="160" align="left" /&gt;Aha, julgavam que se livravam de nós? &lt;br /&gt;
Pois é, após um mês de ausência estamos de volta! Não desistimos assim tão facilmente.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://magnacasta.com/nuno" title="Nuno Monteiro"&gt;Eu&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://magnacasta.com/ema" title="Ema Martins"&gt;Ema&lt;/a&gt; ainda temos desculpa para esta ausência forçada, pois estivemos a mudar de casa e, como podem imaginar, tempo foi coisa que não tivemos nos últimos tempos. No entanto, há &lt;a href="http://magnacasta.com/ricardo" title="Ricardo Oliveira"&gt;um certo indivíduo&lt;/a&gt; que deveria ter mantido as coisas a rolar durante a nossa ausência, mas não! Além de não ter escrito nada no último mês, ainda deixou em destaque na página principal um vinho com uma foto miserável, que não abona nada a nosso favor. Já estamos fartos de lhe dizer para tirar as fotos antes de beber a garrafa toda, mas ele não segue o nosso conselho.&lt;br /&gt;
Para marcar o nosso regresso, nada como um dos maiores eventos de vinho em Portugal, a &lt;a href="http://www.essenciadovinho.com/default.php?lingua=1" title="Essência do Vinho"&gt;Essência do Vinho 2009&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
Mesmo morando na zona de Lisboa, temos sempre tentado estar presentes. Afinal de contas é sempre uma boa oportunidade para provar as novidades, para ajudar na altura de preencher os espaços livres na garrafeira. Para o &lt;a href="http://magnacasta.com/ricardo"&gt;Ricardo &lt;/a&gt; é mais fácil, porque agora mora aqui quase ao lado.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Para não variar, foram muitas as novidades que os produtores apresentaram. Muitos deles estavam munidos de amostras de barrica para dar a conhecer vinhos que ainda não estão no mercado. Além disso, foi com agradável surpresa que vimos em cima dos balcões muitos dos topos de gama que por vezes não aparecem ou, quando aparecem, ficam muitas vezes escondidos. Provámos muitas coisas boas e aproveitámos também para ficar com os contactos de alguns produtores, para fazer umas visitas nos nossos próximos passeios enoturísticos.&lt;br /&gt;
No que aos produtores diz respeito, foi dos eventos que mais gostei... na primeira hora e meia que lá estivemos.&lt;br /&gt;
A partir daí, uma avalanche de gente encheu por completo o Palácio da Bolsa, sem contar com as filas de espera na parte de fora do edifício. O andar de cima então, tornou-se completamente intransitável. Era quase como tentar provar vinhos dentro de um metro à hora de ponta. Ainda tentámos chegar perto de alguns produtores mas acabámos por desistir e nem sequer conseguimos falar com alguns que tão bem conhecemos.&lt;br /&gt;
Felizmente haviam alguns recantos mais sossegados que nos serviram de refúgio durante alguns momentos, como por exemplo a Sala Ogival onde também estavam &amp;quot;refugiados&amp;quot; o &lt;a href="http://ryanopaz.com" title="Ryan Opaz"&gt;Ryan&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://www.gabriellaopaz.com/" title="Gabriella Opaz"&gt;Gabriella Opaz&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://catavino.net" title="Catavino"&gt;Catavino&lt;/a&gt;, que já conhecemos há algum tempo destas andanças da Internet e que, finalmente, tivemos o prazer de conhecer ao vivo.&lt;br /&gt;
Este evento é demasiado grande para aquele espaço e, na nossa opinião, alguma coisa tem que ser feita nas próximas edições. A mudança do local devia ser mesmo uma hipótese a considerar, embora fosse uma pena, porque deve ser quase impossível arranjar um espaço maior com o encanto do Palácio da Bolsa. Ou então deviam limitar seriamente o número de bilhetes. É que, desta forma, o que devia ser uma experiência agradável tornou-se em algo demasiado cansativo. Se no ano que vem o evento se mantiver neste formato, só nos apanham lá se conseguirmos ir num dia de semana.&lt;br /&gt;
Para finalizar, deixamos um &lt;em&gt;link&lt;/em&gt; com os 10 vencedores do concurso &amp;quot;&lt;a href="http://www.catavino.net/event/top-10-portuguese-wines-at-essencia-do-vinho-2009/" title="Top 10 Vinhos Portugueses"&gt;Top 10 Vinhos Portugueses&lt;/a&gt;&amp;quot;, que se realizou durante o evento. Curiosamente, à hora que estou a escrever isto, ainda não está publicado na página oficial do evento. São os encantos da &lt;a href="http://jpn.icicom.up.pt/2007/01/05/o_que_e_a_web_20.html" title="Web 2.0"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;
&lt;object width="640" height="480"&gt; &lt;param name="flashvars" value="&amp;offsite=true&amp;amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157614861288691%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157614861288691%2F&amp;set_id=72157614861288691&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=67348"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=67348" allowFullScreen="true" flashvars="&amp;offsite=true&amp;amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157614861288691%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157614861288691%2F&amp;set_id=72157614861288691&amp;jump_to=" width="640" height="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/essenciadovinho2009#comments</comments>
 <pubDate>Sat, 07 Mar 2009 22:28:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta das Hidrângeas 2007</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/i89frcQ5r_o/quintadashidrangeas2007</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/quintadashidrangeas2007.jpg" alt="Quinta das Hidrângeas 2007" title="Quinta das Hidrângeas 2007" width="180" height="240" align="left" /&gt;Nome: Quinta das Hidrângeas 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Rabigato, Códega Larinho e Gouveio &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta das Hidrângeas&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 10 - 15€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Numa das muito raras paragens em restaurantes japoneses (sushi, sashimi e afins são palavras a que dou pouca relevância), decidi acompanhar o peixe com um branco que há algum tempo me intrigava.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Desde já esclareço que não sou apreciador de brancos, mas sei assumir quando um bom branco me surpreende - o que foi o caso. Servido fresco, senti aromas leves a pera e a pêssego, que confirmei na boca com a adição de citrinos - a ligação com o peixe e as mistelas que o acompanham foi interessante.&lt;br /&gt;
Gostei bastante da suavidade deste vinho, com uma acidez moderada, sentindo-se a frescura (para além da que é própria da temperatura a que foi servido) razoável. Depois de o beber, mantém-se na boca durante algum tempo, o que deu muito jeito para tirar o sabor estranho de alguns petiscos.&lt;br /&gt;
Penso que ainda é cedo para tirar este vinho da prateleira, e que mais um ou dois anos lhe farão muito bem.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ricardo: 15
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 05 Feb 2009 12:30:24 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ricardo Oliveira</dc:creator>
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<item>
 <title>Redoma 2003</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/redoma2003.jpg" alt="Redoma 2003" title="Redoma 2003" width="180" height="240" align="left" /&gt;Nome: Redoma 2003&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2004&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Tinto Cão, Touriga Franca, Tinta Amarela e Tinta Roriz &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Niepoort Vinhos, SA&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 25 - 35€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Os vinhos da Niepoort são quase sempre diferentes, e este não foge à regra a que nos (bem) habituou este produtor. &lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Num fim-de-semana passado em família, fiz a asneira de pagar muito acima do preço de mercado uma garrafa deste Redoma, a acompanhar um belo repasto (cheguei a pedir para me oferecerem a segunda garrafa, mas não tive sorte).&lt;br /&gt;
A cor vermelho-escuro destaca-se no copo, apresentando aromas de framboesa e terra, evoluindo para um pouco de chocolate, sempre envolvido por fruta madura. Os taninos são vincados, mas toda a estrutura do vinho é muito elegante (mesmo se complexa), passando a um pouco de mentol ao fim de alguns minutos. O final é bastante bom, já a sugerir que deveria ter algumas garrafas em garrafeira.&lt;br /&gt;
O preço é elevado, mas comparando com alguma concorrência da mesma gama de preços, é uma aposta certa naquelas ocasiões especiais.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ricardo: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <pubDate>Thu, 05 Feb 2009 11:57:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ricardo Oliveira</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta de S.Lourenço 2004</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/qtaslourenco2004.jpg" alt="Quinta de S.Lourenço 2004" title="Quinta de S.Lourenço 2004" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta de S.Lourenço&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2004&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Baga e Touriga Nacional&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Caves do Solar de S.Domingos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 8 - 9€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Esta garrafa foi-nos oferecida na mesma altura do &lt;a href="/vinhos/saodomingosgrandeescolha2004" title="São Domingos Grande Escolha 2004"&gt;São Domingos Grande Escolha 2004&lt;/a&gt;. Isto de saberem que gostamos muito de vinho até é fixe, porque volta e meia aparecem prendas destas. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-wink.gif" alt="Wink" title="Wink" /&gt;&lt;br /&gt;
Cor bem escurinha, brilhante, com rebordo rubi.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
A nível de aroma, eu e a &lt;a href="/ema" title="Ema"&gt;Ema&lt;/a&gt; tivemos sensações diferentes. Sentimos os dois aromas a frutos pretos maduros e algum couro muito ligeiro. Além destes, eu senti mais um toque balsâmico e a &lt;a href="/ema" title="Ema"&gt;Ema&lt;/a&gt; sentiu mais aromas florais.&lt;br /&gt;
Tem um bom corpo, com uma bela acidez a nunca o deixar ficar pesado e a torná-lo boa companhia para pratos com alguma gordura. Fruta madura e madeira muito bem casadas, com um toque mentolado a acompanhar bem.&lt;br /&gt; Tem boa persistência final e, aqui, senti uma sensação floral. &lt;br /&gt;
Uma prova de que não é preciso fugir das castas da zona para fazer um vinho com suavidade.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15.5&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=8iioSVHNAq8:w8l4wriNe4k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=8iioSVHNAq8:w8l4wriNe4k:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 05 Feb 2009 00:15:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Casa de Santar Reserva 1996</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/aiuiND5Hy1M/casadesantarreserva1996</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/santarreserva1996.jpg" alt="Casa de Santar Reserva 1996" title="Casa de Santar Reserva 1996" width="180" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Casa de Santar Reserva&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 1996&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Dão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; -&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Casa de Santar&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; -
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Este vinho foi bebido numa prova cega involuntária, isto é, trouxeram-no para a nossa mesa nos copos antes de nos mostrarem a garrafa. Gostávamos de fazer isto mais vezes, ou mesmo sempre, para ter a certeza que não estamos influenciados pelo rótulo.&lt;br /&gt;
De aspecto límpido, o seu tom de tijolo deu logo para ver que já tinha uns anitos.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Aroma fantástico, vibrante, com enorme complexidade. Quanto mais se cheirava, mais aromas diferentes apareciam. Cogumelos, frutos secos, especiarias, charutos, etc.&lt;br /&gt;
Além do que tudo o que o nariz já anunciava, ainda tem a capacidade de envolver toda a boca e de apresentar uma invejável frescura. Tem um final longo e vivo. Ainda por cima na mesa é um todo-o-terreno, aguentou-se com chévre gratinado e com alheira de caça sem qualquer problema.&lt;br /&gt;
No final, lá vimos a garrafa, um vinho cujas colheitas novas andam pelos 10€. Será que vão envelhecer assim tão bem?
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 18&lt;br /&gt;
Nuno: 18
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=aiuiND5Hy1M:FZIP2JnrW-k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=aiuiND5Hy1M:FZIP2JnrW-k:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 02 Feb 2009 23:36:01 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Casa das Mouras Reserva 2003</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/ESov4Ez8sd0/casadasmourasreserva2003</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/casamourasres2003.jpg" alt="Casa das Mouras Reserva 2003" title="Casa das Mouras Reserva 2003" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Casa das Mouras Reserva&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2003&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta da Veiga da Casa da Capela&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 13 - 15€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Aqui está mais um vinho que não conhecíamos, o que se começa a tornar um hábito. Sinceramente é disto que nós gostamos, andar sempre a provar coisas novas, especialmente quando vamos comer fora.&lt;br /&gt;
Aos olhos mostra uma cor intensa com rebordo granada.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Aroma bastante intenso com tostados bem presentes, a acompanhar fruta preta madura. Com mais tempo no copo começa a mostrar alguns mentolados e, mais para o final, folhas de tabaco. &lt;br /&gt;
Encorpado, entra na boca cheio de força, a dizer que está ali para as curvas, embora o tempo tenha feito o seu trabalho de amaciamento. Prolonga-se bem no final, com alguma especiaria.&lt;br /&gt;
É um vinho que mostra bastante bem as suas origens mas, se a madeira se notasse menos um bocadinho, ainda podia ir mais longe. Pelo menos estou convencido a fruta tem qualidade para isso.  Mas não foi por isso que deixou de ir muito bem com uma alheira de caça.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15.5&lt;br /&gt;
Nuno: 16
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=ESov4Ez8sd0:QXDnA8FdtsE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=ESov4Ez8sd0:QXDnA8FdtsE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/148">2003</category>
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 <pubDate>Sun, 01 Feb 2009 22:16:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta D.Carlos Cabernet Sauvignon 2006</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/bKiOBAhArYQ/quintadcarloscabernetsauvignon2006</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/dcarlos2006.jpg" alt="Quinta D.Carlos Cabernet Sauvignon 2006" title="Quinta D.Carlos Cabernet Sauvignon 2006" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta D.Carlos Cabernet Sauvignon&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2005&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Estremadura&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Cabernet Sauvignon&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Cunha e Menezes, Lda.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 6 - 8€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Nunca tinha ouvido falar da Quinta D.Carlos, aparentemente por ignorância minha, pois os destinos desta quinta estiveram cruzados com os da Quinta de Pancas. Ao que parece, agora cada um “rema para o seu lado”. &lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Mas, como estamos aqui para falar de vinho, vamos passar para o que está por trás do rótulo, que se apresenta com uma cor muito bastante intensa.&lt;br /&gt;
No nariz, são os aromas a pimento que tomam a dianteira, acompanhados de fruta preta madura e algum eucalipto à mistura. &lt;br /&gt;
É encorpado e a nível de sabor também é mais para o vegetal, com os pimentos típicos da casta e uns uns agradáveis tostados. É persistente deixando na boca uma sensação fresca e especiada. Pelo que tenho lido em alguns blogs que acompanho, por vezes esta componente mais vegetal causa algumas inimizades. Quem não gosta da casta, se calhar não vai achar grande piada a este vinho. A mim agrada-me, especialmente quando não é demasiado verde na boca, que é o caso. Desliza com facilidade e não exige pratos muito fortes.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=bKiOBAhArYQ:d11dhKzc_Tk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=bKiOBAhArYQ:d11dhKzc_Tk:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/quintadcarloscabernetsauvignon2006#comments</comments>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/92">2006</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/357">Cunha e Menezes</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/307">Estremadura</category>
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 <pubDate>Sun, 01 Feb 2009 00:15:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>São Domingos 2005</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/nxSXae-5yIU/saodomingos2005</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/saodomingos2005.jpg" alt="São Domingos 2005" title="São Domingos 2005" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; São Domingos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2005&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Baga, Touriga Nacional e Tinta Roriz&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Caves do Solar de São Domingos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 3 - 4€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Aceitámos o convite de uns amigos nossos para passar uns dias numa casa de turismo rural, do pai de um deles, próximo de Bragança. Ao chegar lá, não podíamos deixar de reparar numa garrafeira consideravelmente recheada com vinhos das Caves São Domingos. Como se não bastasse, foi-nos dada ordem para ajudar a esvaziar aquilo, pois o objectivo é trocar aquelas garrafas por vinho da região.&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Fizemos-lhes a vontade e tratámos, entre outras coisas, de algumas garrafas do Colheita 2005, que mostra uma cor ainda jovem com ligeiro violeta no rebordo.&lt;br /&gt;
Aroma agradável, com fruta muito madura e alguns aromas vegetais.&lt;br /&gt;
Para os que têm medo de vinhos da Bairrada e, em especial, da Baga não me parece que  haja motivo para preocupação. O vinho está muito fácil na boca, elegante e bastante macio.&lt;br /&gt;
À fruta madura juntam-se sabores vegetais e especiarias, que se intensificam no final.&lt;br /&gt;
É um vinho para beber nesta fase, com um preço bastante interessante, e que combinou bem com pratos desde arroz de polvo a carnes vermelhas.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15&lt;br /&gt;
Nuno: 15
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <pubDate>Mon, 26 Jan 2009 00:44:08 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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