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 <title>Magna Casta</title>
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 <title>Esporão 1º Prémio da Confraria dos Enófilos do Alentejo 2007</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/4045082806/" title="Esporão 1º Prémio da Confraria dos Enófilos do Alentejo 2007 by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2794/4045082806_95c847f355_m.jpg" width="240" height="160" align="left" alt="Esporão 1º Prémio da Confraria dos Enófilos do Alentejo 2007" /&gt;&lt;/a&gt;A Confraria dos Enófilos do Alentejo organiza, há 18 anos, um concurso em que mete à prova os melhores vinhos da região.&lt;br /&gt;
Pela 3ª vez nestes 18 anos, o Esporão conseguiu o primeiro prémio. Para o lançamento oficial do vinho, foram convidados vários bloggers portugueses que escrevem sobre vinhos, tendo nós o prazer de fazer parte da lista.&lt;br /&gt;
Como a viagem até à Herdade se fez muito bem, chegámos um pouco antes da hora, tendo aproveitado o tempo e o magnífico dia de sol para desfrutar do alpendre.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Fiilpe Caetano (director de marketing) e Sanda Alves (enóloga) fizeram as honras da casa, com simpatia e informalidade, a tornar desde logo este evento em algo muito descontraído. Entretanto foi chegando o resto do pessoal e, um pouco mais tarde do que o previsto, partiu-se para a acção.&lt;br /&gt;
Começou-se a prova por um branco, o Verdelho, que é o único monocasta branco da casa. Alguém levantou a lebre sobre qual dos Verdelhos se tratava. Seria este o &amp;quot;Verdelho-Verdelho&amp;quot;, ou o &amp;quot;Verdelho-Gouveio&amp;quot;. Isto das castas traz sempre discussões interessantes. Castas diferentes com nomes iguais conforme a região, a mesma casta com vários nomes... há de tudo um pouco.&lt;br /&gt;
De seguida, provámos o Esporão Reserva Tinto 2007, também fresquinho no mercado. Este é, salvo erro, o vinho da sua gama com maior produção em Portugal. De ano para ano, tem apresentado uma consistência que o torna num dos valores seguros do mercado. Este 2007 não é excepção, havendo até quem achasse que podia ser o melhor dos últimos anos.&lt;br /&gt;
Passámos então ao &amp;quot;causador&amp;quot; da nossa ida lá, que se apresentou vestido com 2 diferentes rótulos, com desenhos da autoria da artista plástica Ana Jotta. Um excelente vinho, ainda com muita margem para progressão, com uma frescura muito interessante e uns 15% de álcool bem disfarçados. Claramente para guardar e provar daqui a uns anos para ver se evolui tão bem como o seu irmão mais velho, de 2000, que tivemos a oportunidade de provar a seguir. O entusiasmo com a colheita de 2000 foi tanto que, por momentos, chegou a parecer que era aquele o vinho que estava a ser apresentado. Se ainda houvesse alguma garrafa de 2000 à venda na loja, acho que teria chegado a haver confronto físico pela sua posse. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-laughing.gif" alt="Laughing" title="Laughing" /&gt;&lt;br /&gt;
Mas o dia ainda estava longe de acabar. Houve ainda almoço no restaurante &amp;quot;A Galeria do Esporão&amp;quot;, visita à adega e passeio pelas vinhas (aqui já com algumas desistências).&lt;br /&gt;
Não podíamos terminar sem agradecer pelo convite para este dia tão bem passado, com bons vinhos e boa companhia.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622663063652%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622663063652%2F&amp;set_id=72157622663063652&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622663063652%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622663063652%2F&amp;set_id=72157622663063652&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:28:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Niepoort Vintage 2007</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/an-5aZ-_F7U/niepoort-vintage-2007</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/4027106455/" target="_blank" title="Niepoort Vintage 2007 by magnacasta, on Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2454/4027106455_4b084ab7a8_m.jpg" alt="Niepoort Vintage 2007" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Niepoort Vintage&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Fortificado&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita&lt;/strong&gt;: 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Porto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão, Tinta Francisca, Tinta Amarela, Sousão, Tinta Roriz e outras&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 20%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Niepoort Vinhos, S.A.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt;  46 - 60€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Com tanto alarido à volta da Gripe A, foi dos bombeiros de Peso da Régua que veio a &lt;a href="http://www.lusowine.com/displayarticle5030.html" target="_blank"&gt;melhor sugestão de &amp;quot;vacina&amp;quot;.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Parece que, há cerca de 1 século atrás, eles preveniram a gripe pneumónica com Vinho do Porto. Pelo sim pelo não, achámos que o melhor era prevenir e abrimos uma garrafa deste vintage.&lt;br /&gt;
A cor deste remédio era bastante escura, mas não completamente opaca como em outros vintages que já temos provado.&lt;br /&gt;
Os aromas inicialmente não se queriam mostrar muito, parecia dizer-nos para não sermos gulosos e esperar um bocado. Fizemos-lhe a vontade e deixámos lá estar no copo, indo de vez em quando meter o nariz ao copo. Inicialmente foram uns aromas a violeta que sobressaíram, mas os frutos vermelhos foram aparecendo aos poucos, bem como canela e um ligeiro mineral. A certa altura, saltou um aroma a chocolate que nos fez lembrar que tinhamos ali um chocolate negro belga há demasiado tempo por terminar.&lt;br /&gt;
Na boca, é uma espécie de lobo em pele de cordeiro. Entra com força, marcando por onde passa, mas ao mesmo tempo consegue ter uma finura que o torna fácil de beber desde já. Alguma gulosice inicial, bem equilibrada por uma bela acidez, deixando no final uma sensação mais especiada e seca que persiste por muito tempo.&lt;br /&gt;
Não é que tenhamos muita experiência com vintages - até porque nenhum de nós bebeu o mesmo vintage em novo e passados 20 anos - mas parece vinho para durar muitos anos em cave. Embora haja quem ache que os vintages que se bebem muito bem em novos poderão não ter a durabilidade daqueles monstros que são quase imbebíveis quando saem para o mercado.&lt;br /&gt;
O que podemos dizer é que nos deu muito prazer agora e esperamos estar cá daqui a 20 ou 30 anos para ver se evoluiu bem ou não.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 18&lt;br /&gt;
Nuno: 18
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 19 Oct 2009 23:40:32 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Vinhos do Alentejo no Casino</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/4023751507/" target="_blank" title="Vinhos do Alentejo no Casino by magnacasta, on Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2490/4023751507_a0826c5fa0_m.jpg" alt="Vinhos do Alentejo no Casino" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;O evento &lt;a href="http://www.vinhosdoalentejonocasino.com/" target="_blank" title="Vinhos do Alentejo no Casino"&gt;Vinhos do Alentejo no Casino&lt;/a&gt; decorreu nos dias 2 e 3 de Outubro no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril. Como dia 2 calhou a uma sexta-feira, dia de trabalho, achámos melhor ir do dia 3. A lista de produtores presentes parecia demasiado interessante para fazer uma visita à pressa.&lt;br /&gt;
O espaço era bastante agradável, embora ligeiramente apertado para tantos produtores. No entanto, pelo menos no tempo em que lá estivemos, nunca encheu demasiado por isso nunca esteve demasiado intransitável.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Logo à entrada, encontrámos 2 dos elementos do &lt;a href="http://adegga.com" target="_blank"&gt;Adegga&lt;/a&gt;. Infelizmente estavam de saída, pelo que não deu para trocar muitas impressões com eles, mas ainda deu tempo de nos apresentarem um produtor que não conhecíamos, o que é sempre bom nestes eventos. Aliás, desta vez foi o que mais fizemos. Passámos à frente praticamente todos os produtores que conhecemos melhor, aproveitando para provar o que não conhecíamos. Ainda por cima, ao contrário do que muitas vezes acontece nestes eventos, os topos de gama apareciam com frequência em cima das mesas. Tivemos muitas surpresas e confirmações, abrindo-nos os olhos para alguns vinhos aos quais vamos ter que começar a prestar mais atenção.&lt;br /&gt;
A nível de vinho, só temos a lamentar a dificuldade do costume com as temperaturas. Ainda por cima o espaço dos expositores era pequeno, mesmo que quisessem não havia grande forma de manter os vinhos a temperaturas decentes, a não ser com o balde de gelo.&lt;br /&gt;
Caso a fome aparecesse, estavam à venda umas tapas, a 1€ cada, salvo erro eleboradas pela equipa do Vitor Sobral. Boas, baratas e com um tamanho bastante decente.&lt;br /&gt;
Para fazer umas pausas, havia umas mesas com uns sofás bastante confortáveis nuns patamares superiores, de onde dava para ter uma visão privilegiada para toda a sala. O mais estranho foi quase não serem usadas.&lt;br /&gt;
Do ponto de vista de visitante, foi um evento bastante interessante, pelo que esperamos que se repita.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622489922947%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622489922947%2F&amp;set_id=72157622489922947&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622489922947%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622489922947%2F&amp;set_id=72157622489922947&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=55nGAYeF2Xs:8s0d8DfBAoY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=55nGAYeF2Xs:8s0d8DfBAoY:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/vinhos-do-alentejo-no-casino#comments</comments>
 <pubDate>Sun, 18 Oct 2009 23:27:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Prova Niepoort na Quinta de Nápoles</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/RRyPiEVn2Zk/prova-niepoort-quinta-de-napoles</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/4001593819/" title="Prova Niepoort na Quinta de Nápoles by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3515/4001593819_d34a4a9a7b_m.jpg" width="240" height="160" align="left" alt="Prova Niepoort na Quinta de Nápoles" /&gt;&lt;/a&gt;Voltámos à Quinta de Nápoles em meados de Setembro.&lt;br /&gt;
Desta vez, o motivo foi uma apresentação dos vinhos Niepoort para bloggers e alguns enófilos frequentadores de fóruns de discussão sobre vinhos. Como não podia deixar de ser, a recepção foi fantástica.&lt;br /&gt;
Tivemos finalmente oportunidade de conhecer algumas pessoas pessoalmente, que apenas conhecíamos virtualmente, e que partilham uma das nossas paixões: o vinho.&lt;br /&gt;
Já decorriam as vindimas, pelo que nos foi possível acompanhar alguns trabalhos como a recepção, selecção e desengace das uvas, fermentação em antigos lagares e cubas de fermentação de última geração.&lt;br /&gt;
Como habitual nas visitas à Quinta de Nápoles, começou por se percorrer a adega munidos de copos e cuspideiras especiais (baldes) para provar variados vinhos, que ainda se encontravam em estágio, e ainda alguns mostos.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto provávamos, falávamos sobre cada vinho detalhadamente, sendo sempre abordada a origem, as castas, o ano, o destino e data prevista de lançamento. Após provar, quem queria dava a sua opinião pessoal, independentemente de poder ser divergente com a do enólogo Luís Seabra ou de Dirk Niepoort.&lt;br /&gt;
De seguida, fomos para a sala de provas onde nos aguardava um interminável número de vinhos.&lt;br /&gt;
A prova foi feita ao gosto do freguês, provando um a um sem regras ou imposições.&lt;br /&gt;
Antes de passarmos ao almoço, Dirk Niepoort falou um pouco de todos os vinhos, contando algumas histórias e curiosidades acerca deles, que de outra forma nunca saberiamos.&lt;br /&gt;
Começámos a prova pelos brancos de 2008. A frescura do Tiara e a complexidade do Redoma e, especialmente, do Redoma reserva, estiveram ao nível das espectativas. No entanto, as atenções de toda a gente centraram-se no Navazos 2008, depois da &lt;a href="http://forum.revistadevinhos.iol.pt/viewtopic.php?f=2&amp;amp;t=784" target="_blank"&gt;polémica gerada no fórum da Revista de Vinhos&lt;/a&gt;. A opinião geral dos presentes foi contrária à de João Paulo Martins, pois aparentemente todos gostámos do vinho.&lt;br /&gt;
Quanto aos tintos 2007, de salientar a cada vez maior elegância dos vinhos quando comparados com alguns anos atrás, nomeadamente o Redoma e o Batuta, mas também o Charme, cuja extrema elegância deu até origem a uma discussão saudável entre o Dirk e alguns bloggers que o consideravam "demasiado elegante". Não podíamos deixar de falar no Robustus, que é pena a carteira não permitir comprar tanto quanto queria, e cujas futuras edições que provámos ainda em estágio estão a levar cada vez mais engaço. Como referiu o &lt;a href="http://pingasnocopo.blogspot.com" target="_blank"&gt;Pingus&lt;/a&gt; na altura, tem características que dão alguns ares de alguns vinhos mais antigos da Bairrada e do Dão.&lt;br /&gt;
O delicioso cabrito e sobremesa do almoço foram sempre devidamente acompanhados pelos vinhos à prova e ainda por algumas surpresas e raridades que iam aparecendo.&lt;br /&gt;
Devo dizer que no final desejei um belichezito, ou até mesmo uma tenda ou auto-caravana, como tinha sugerido ao Nuno para levar, e assim fazer uma soneca. Por outro lado, a melhor solução foi mesmo ficar num belo e confortável hotel, devido ao calor que se fazia sentir.&lt;br /&gt;
Foi também com imenso agrado que podemos verificar que a antiga adega já se encontra recuperada. Agora é a loja de vinhos, e devido à sua dimensão poderá ser perfeitamente uma sala multi-funções.&lt;br /&gt;
Muito obrigada à Niepoort por mais esta experiência, pela oportunidade de ficar a conhecer os seus vinhos e as suas histórias e, ainda, pelo convívio e partilha de ideias e opiniões.&lt;br /&gt;
&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622439064809%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622439064809%2F&amp;set_id=72157622439064809&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622439064809%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622439064809%2F&amp;set_id=72157622439064809&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/prova-niepoort-quinta-de-napoles#comments</comments>
 <pubDate>Sun, 11 Oct 2009 19:26:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>Feira do Vinho do Dão 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/T2lo1OLITKc/feira-do-vinho-do-dao-2009</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3897196739/" target="_blank" title="Feira do Vinho do Dão 2009 by magnacasta, on Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2615/3897196739_0c44e7e748_m.jpg" alt="Feira do Vinho do Dão 2009" width="160" height="240" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;Mais uma semana, mais um evento vínico. Desta vez um pouco mais abaixo, em Nelas, e novamente uma tarde de calor.&lt;br /&gt;
Como nunca lá tínhamos ido não sabíamos bem onde era mas, não só demos com a feira à primeira, como arranjámos logo um lugar de estacionamento à sombra. Para começar não estava nada mal.&lt;br /&gt;
Ao ver que os expositores eram ao ar livre chegámos a temer o pior, mas as muitas árvores à volta eram mais do que suficientes para proteger a mona do sol. Umas esplanadas no meio do largo estavam até bem fresquinhas, tendo nós mais tarde aproveitado para fazer lá uma pausa.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Como o evento também tinha apoio da &lt;a href="http://www.essenciadovinho.com"&gt;Essência do Vinho&lt;/a&gt; fomos à procura dos copos, mas desta vez cada produtor é que tinha os próprios copos.&lt;br /&gt;
Ainda não tínhamos começado a provar vinhos e encontrámos logo um colega do curso de provas da Comissão Vitininícola da Bairrada, que acabou por nos acompanhar durante boa parte do tempo.&lt;br /&gt;
A lista de produtores presentes era muito boa. Estava lá grande parte dos que, na nossa opinião, são dos melhores produtores do Dão. Numa altura em que se fala que os tintos do Dão andam a perder elegancia, para ficar cada vez mais alcoólicos e encorpados, o panorama da feira foi animador.&lt;br /&gt;
Para ajudar à festa, notou-se nos produtores um extremo cuidado com as temperaturas. Uns com recurso aos baldes de gelo, outros a frigoríficos e até os que levaram grandes caves climatizadas, que tão bem ficariam lá em casa. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-smile.gif" alt="Smile" title="Smile" /&gt;&lt;br /&gt;
O que é certo é que, mesmo com calor no interior dos expositores, não provámos nenhum vinho que estivesse quente! Pena não ser sempre assim.&lt;br /&gt;
Também de assinalar o espírito de entreajuda entre os produtores que, por diversas vezes, nos aconselharam vinhos de expositores vizinhos.&lt;br /&gt;
Em relação às actividades paralelas, fomos dar uma espreitadela a uma prova orientada pelo escanção Manuel Moreira (mas já não tinhamos lugar na mesa) e, no espaço de show cooking, cozinha infantil com a equipa do Chefe Chakall.&lt;br /&gt;
Pouco antes de virmos embora, ainda encontrámos o Miguel do blog &lt;a href="http://pingamor.blogspot.com" target="_blank" title="Pingamor"&gt;Pingamor&lt;/a&gt;, que ainda não conhecíamos pessoalmente. Como estava alojado perto, ainda ia jantar antes de se dedicar às provas. Nós, como ainda tínhamos uma hora de caminho para fazer, acabámos por aproveitar a pausa para jantar dos produtores para ir embora.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="650" height="488"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622291839638%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622291839638%2F&amp;set_id=72157622291839638&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622291839638%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622291839638%2F&amp;set_id=72157622291839638&amp;jump_to=" width="650" height="488"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 07 Sep 2009 21:04:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Vindouro - Festa do Vinho 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/2iCkEf4G2BE/vindouro2009</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3882296857/" target="_blank" title="Vindouro - Festa do Vinho 2009 by magnacasta, on Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2593/3882296857_6efb051540_m.jpg" alt="Vindouro - Festa do Vinho 2009" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;Nesta altura de vindimas, são vários os eventos de vinho que vão decorrendo pelo país.&lt;br /&gt;
Um dos mais publicitados é o &lt;a href="http://www.vindouro.com/" target="_blank"&gt;Vindouro - Festa do Vinho&lt;/a&gt;, em S. João da Pesqueira, que decorreu nos dias 28, 29 e 30 de Agosto. Já no ano passado estivemos para lá ir, mas não foi possível. Este ano, até pelo dinamismo da organização nas redes sociais, estivemos mais informados e deu para planear as coisas com antecedência.&lt;br /&gt;
O evento pode-se descrever resumidamente como tendo 2 partes distintas: Uma exterior, de festa mais tradicional, e uma interior onde estavam os expositores de vinho.&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Como ficámos alojados em casa dos pais da &lt;a href="/ema" title="Ema"&gt;Ema&lt;/a&gt;, na zona de Anadia, acabámos por ir cedo e chegámos mesmo no início do evento no Sábado. Por um lado foi bom, porque estava pouca gente, mas por outro estava no pico do calor e não se conseguia parar na rua.&lt;br /&gt;
Refugiámo-nos então no interior do centro de exposições a fazer umas provas. A nível de produtores, tendo em conta que é uma festa regional, estava bem composto. Alguns dos nomes mais conhecidos marcaram presença, mas também muitos nomes novos, o que é sempre bom para conhecer o que vai aparecendo. Estava à espera era de ver mais Vinho do Porto. O calor era muito, mesmo com os aparelhos de ar condicionado a soprar ar fresco com toda a força, pelo que praticamente só provámos brancos e rosés. Ainda provámos 2 ou 3 tintos, mas a temperatura dos vinhos estava difícil de controlar pelos produtores e estava-nos a custar beber.&lt;br /&gt;
Ainda dentro do edifício, decorreram naquele dia um mini-curso de prova e um concurso &amp;quot;A Escolha do Consumidor&amp;quot;, que era uma prova cega para determinar os vinhos que os visitantes mais gostaram. Participámos nesta prova e, devo dizer, que gostei muito de alguns vinhos que não tinha tido coragem de provar no expositor, devido à imagem assustadora dos rótulos. Já não é a primeira vez que acontece - e alguns dos meus vinhos preferidos têm rótulos horrendos - mas no meio de várias coisas que não conhecemos, os olhos são os primeiros a &amp;quot;comer&amp;quot;. Ainda há muitos produtores a descurar a imagem, e isso pode fazer toda a diferença numa prateleira.&lt;br /&gt;
O que tinha dado um jeito enorme eram uns sofás e umas mesas, como costuma haver em outros eventos com participação ou organização da Essência do Vinho, para fazer umas pausas de vez em quando. Como estávamos mesmo no centro da vila, contornámos a situação indo para um cafézinho próximo.&lt;br /&gt;
À volta do exterior do edifício do centro de exposições havia uma feira pombalina, com os expositores a vestir os trajes da época. Alguns animadores percorriam as ruas representando personagens das diversas classes sociais. O ponto alto do dia foi o leilão de vinhos, que decorreu num pequeno anfiteatro exterior, já a horas em que o calor já tinha abrandado um pouco e com a feira mais composta. Alguns Vinhos do Porto mais antigos deram direito a licitações bastante agitadas, com o leiloeiro (vestido a rigor), sempre a tentar puxar pelos licitadores até ao máximo.&lt;br /&gt;
E foi por essa altura, em que já sabia bem estar na rua, que tivemos que nos fazer às 2h de alcatrão que tínhamos para percorrer.&lt;br /&gt;
Para a próxima já sabemos que o melhor é ir mais pela fresquinha e ficar para a noite.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="650" height="488"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622220845548%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622220845548%2F&amp;set_id=72157622220845548&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622220845548%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157622220845548%2F&amp;set_id=72157622220845548&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 03 Sep 2009 00:54:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Vinha Antiga Alvarinho Escolha 2007</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/As2ek6TNLwA/vinhaantigaalvarinhoescolha2007</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/vinhaantigaalvarinho2007.jpg" alt="Vinha Antiga Alvarinho Escolha 2007" title="Vinha Antiga Alvarinho Escolha 2007" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Vinha Antiga Alvarinho Escolha&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Monção&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Alvarinho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Provam&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 8 - 10€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Fugindo ao meu hábito, e até porque estamos no verão, decidi abrir este Vinha Antiga Alvarinho que me foi oferecido pela cara-metade. Mais do que branco, é um Verde Branco, que está claramente fora do meu costume (independentemente da qualidade dos Verdes).&lt;br /&gt;
Ao contrário do costume na zona, este vinho é fermentado e estagiado em carvalho francês durante alguns meses, não resultando prejudicial para as características da casta Alvarinho. Abri-o para acompanhar um belo robalo grelhado na brasa, e confirmei o que já esperava - os aromas florais e citrinos típicos do Alvarinho estavam lá todos, ficando apenas a cor um pouco esbatida (seria pelo estágio no carvalho francês?).&lt;br /&gt;
A frescura deste vinho foi acompanhada pelos mesmos citrinos do nariz, que alinharam na perfeição com o peixe, aparecendo também um pouco de fruta tropical (maracujá). O gás típico dos Vinhos Verdes está no ponto ideal, uma vez que nem está em excesso nem em falta; servido fresco q.b. é o ideal para esta altura de calor.&lt;br /&gt;
Do meu ponto de vista, é um Verde Branco com excelente relação qualidade-preço, a ter à mão para consumo regular. Não esquecer que se trata de uma produção de 6000 garrafas...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ricardo: 16&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/284">2007</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/445">AVIN4429131613129</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/93">Branco</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/446">Monção</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/51">Vinho Verde</category>
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 <pubDate>Mon, 17 Aug 2009 22:25:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ricardo Oliveira</dc:creator>
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<item>
 <title>Vale D'Algares</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/AgKeEA8HDyo/valedalgares</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3759193441/" title="Vale D'Algares by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2475/3759193441_f3e0ebef51_m.jpg" width="240" height="160" alt="Vale D'Algares" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;Uma segunda paixão que temos, a observação de aves, foi a responsável pela vontade que tínhamos de visitar Vale D'Algares. Um dos vinhos mais conhecidos da casa tem por nome Guarda Rios e, tal como suspeitámos, é devido à existência dessa ave na herdade.&lt;br /&gt;
Marcámos a visita por mail, confirmando por telefone, e em poucos dias ficou tudo combinado. Lá fomos nós visitar a segunda adega na região vitivinícola do Ribatejo, agora Tejo, seguindo as coordenadas geográficas das vinhas que se encontram no &lt;a href="http://www.valedalgares.com" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt; pensando que a adega, local combinado para inicio de visita, se situasse junto das vinhas.&lt;br /&gt;
Encontrámos a herdade, pouco depois as vinhas, e fomos andando em direcção a uns edifícios que pensávamos ser a adega, mas afinal não era. Entretanto batemos a uma porta e falámos com alguém que entrou em contacto para a adega e o nosso anfitrião, João Vilar, foi ao nosso encontro.&lt;br /&gt;
A confusão foi por termos as coordenadas das vinhas e não as do hotel, que se encontram também no &lt;a href="http://www.valedalgares.com" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt;. Acontece que a adega situa-se no centro da povoação de Vila Chã de Ourique, onde em breve aparecerá também um hotel de charme entre outras coisas.&lt;br /&gt;
Nos breves minutos de espera por João Vilar, ficámos a admirar a herdade, uma vez que não esperávamos encontrar tal magnitude, beleza  e perfeição.&lt;br /&gt;
Embora soubéssemos que era um projecto recente, e que prometia muito, nós não estávamos preparados para encontrar uma herdade onde nada era esquecido e onde tudo transmitia muito gosto, trabalho, qualidade e dedicação.&lt;br /&gt;
Começámos a visita ali mesmo pelas vinhas que, por sinal, são mesmo o ponto de partida das visitas, embora o ponto de encontro seja a adega.&lt;br /&gt;
O edifício junto das vinhas que pensávamos ser a adega era afinal um antigo lagar de azeite. Foi reconstruído mantendo as paredes originais e serve para provas de vinho e, futuramente, de azeites da herdade.&lt;br /&gt;
Fomos conduzidos pelo simpático João Vilar, que se encontrava completamente desgraçado com alergia a tanto polén que andava no ar. De carro, demos a volta à herdade podendo verificar que é constituída por pequenos montes, vales e um paul.&lt;br /&gt;
Foi com muito agrado que pudemos observar, e ouvir, enúmeras aves que habitam a herdade. Foi então que soubemos que existem planos de promover a observação de aves, o que nos deixou muito felizes.&lt;br /&gt;
As vinhas, que ocupam mais de 30 hectares, foram plantadas em 2004/2005 e planeiam aumentá-las para o dobro. Como é uma zona de muita água, todas as vinhas são drenadas para obter um stress hídrico da videira moderado e a rega é controlada por sondas abaixo do solo que sobem e descem o nível freático. A produção de cada videira é controlada por mondas de cachos em duas fases, de forma a obter a máxima qualidade, concentração e frescura.&lt;br /&gt;
As castas principais até ao momento são nas tintas a Touriga Nacional, Syrah, Aragonês e Merlot e nas brancas o Chardonnay, Fernão Pires, Sauvignon Blanc, Viognier e Alvarinho. No entanto, já estão a fazer algumas experiências com outras castas e planeiam plantar mais algumas variedades. &lt;br /&gt;
A vindima é feita manualmente em caixas de 18kg que são mantidas a baixas temperaturas na adega, onde é feita uma nova selecção dos cachos e escolha de bagos, para preservar a intensidade dos aromas e sabores.&lt;br /&gt;
A caminho da adega, pudemos observar o &lt;a href="http://equestre.valedalgares.com" target="_blank"&gt;Centro Equestre&lt;/a&gt;, outra das actividades que fazem parte do projecto inovador de Vale D'Algares. Ocupa 16 hectares disponibilizando serviços e condições únicas para a prática de variadas modalidades equestres.&lt;br /&gt;
A adega, é uma antiga e bela adega local, praticamente toda remodelada, tendo sido aproveitada a fachada original e alguns aspectos interiores, mantendo assim alguns aspectos tradicionais.&lt;br /&gt;
Logo que começamos a visitar a adega, ficámos mais uma vez completamente surpreendidos com a magnitude da mesma. Tal como nas vinhas e no centro equestre, nada foi deixado ao acaso. É monumental, fabulosa, deslumbrante e com um ambiente que transmite algum misticismo.&lt;br /&gt;
O edifício da adega é enorme sendo constituído por zona de recepção e prensagem da uva, fermentação em cubas de inox, balseiros e lagares de pedra, armazenamento, sector técnico, arrecadações, câmara frigorífica e ainda dois pisos de caves com zona de estágio em barrica, linha de engarrafamento, garrafeira particular, loja de vinho e sala VIP. Além de tudo isto, o projecto incui ainda um hotel de charme, restaurante gourmet, spa, centro de eventos e pavilhão multiusos.&lt;br /&gt;
Fomos percorrendo todas estas zonas durante a visita, cada vez mais surpreendidos. Quando achávamos que não nos poderiam surpreender mais, aparecia algo diferente e fantástico na zona seguinte.&lt;br /&gt;
A sensação que tenho é que por mais palavras que use para tentar descrever não chegam para transmitir a realidade. O melhor é verem as fotos ou então irem pessoalmente fazer a visita.&lt;br /&gt;
A fermentação é feita em balseiros, cubas de inox e nos tradicionais lagares de pedra. Nos brancos tanto a prensagem como a fermentação são efectuadas à temperatura ideal usando equipamentos de última geração. Os tintos estagiam em barricas de carvalho francês e americano.&lt;br /&gt;
Quase no final da visita fizemos uma pausa na sala VIP para provar os vinhos da casa. Com a boa companhia de João Vilar, agora muito melhor da alergia, foi possível apreciar pausadamente todos os vinhos da casa, incluindo os últimos devaneios do enólogo Pedro Pereira Gonçalves.&lt;br /&gt;
Resta-me dizer que Vale D'Algares é um inovador projecto a nível nacional, abrangendo várias áreas turísticas, disponibilizando produtos e serviços de excelência e qualidade máxima, conjugando na perfeição a cultura e tradição com a modernidade e inovação.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Rua Coronel Lopes Mateus, 13&lt;br /&gt;
2070-641 Vila Chã de Ourique&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 39.17224, -8.76625&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; +351 243 709 321&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; +351 243 709 323&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.valedalgares.com" title="http://www.valedalgares.com"&gt;http://www.valedalgares.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:geral@quatroancoras.com"&gt;geral@quatroancoras.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Visitas:&lt;/strong&gt; Com marcação
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621722250769%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621722250769%2F&amp;set_id=72157621722250769&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621722250769%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621722250769%2F&amp;set_id=72157621722250769&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/444">Cartaxo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/134">Portugal</category>
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 <pubDate>Mon, 27 Jul 2009 00:13:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>Serras de Azeitão Branco 2008</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/pegxn2N2KzM/serras-de-azeitao-branco-2008</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/serrasazeitao2008.jpg" alt="Serras de Azeitão 2008" title="Serras de Azeitão 2008" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Serras de Azeitão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2008&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Terras do Sado&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Fernão Pires, Arinto e Moscatel&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Bacalhôa Vinhos de Portugal&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 2 - 3€&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Começo este texto com uma confissão que, para muitos, pode parecer um desperdício: O Serras de Azeitão branco é o vinho que eu costumo usar quando cozinho moelas (que fazem algum sucesso entre amigos que têm provado).&lt;br /&gt;
Eu não acho que seja um desperdício. Usar um mau vinho para cozinhar é que é, porque pode &amp;quot;estragar&amp;quot; a comida. Além disso, o preço é acessível e posso beber com prazer o que sobra.&lt;br /&gt;
Por acaso desta vez não o comprei para fazer moelas, mas sim para ter um vinho branco com preço decente para o dia a dia.&lt;br /&gt;
De cor ligeira, tem tonalidade esverdeada como seria de esperar de um branco deste tipo e idade.&lt;br /&gt;
Aroma limpo, simples, com boa intensidade. A fruta predomina, em especial os citrinos, mas também se sente um ligeiro aroma floral.&lt;br /&gt;
Corpo ligeiro, acidez viva, está prontinho a beber à mesa ou como aperitivo. Final ligeiramente seco, contrariando um pouco a ideia de ligeira doçura que senti no aroma.&lt;br /&gt;
Embora o preço de referência tenha subido quase meio euro em relação à edição de 2007, continua a ter uma boa relação preço/qualidade.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 14.5&lt;br /&gt;
Nuno: 14.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pegxn2N2KzM:K4IZe6pdN90:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pegxn2N2KzM:K4IZe6pdN90:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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 <pubDate>Mon, 20 Jul 2009 21:35:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Encosta do Sobral</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/XudjQmmxK4E/encostadosobral</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3717733699/" title="Encosta do Sobral by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2603/3717733699_b2a02f434e_m.jpg" width="240" height="160" alt="Encosta do Sobral" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;Como o nosso mapa enoturístico estava desfalcado em algumas regiões, aproveitámos para fazer umas visitas durante as férias. Um das regiões que estava em branco era o Ribatejo, agora &amp;quot;apenas&amp;quot; Tejo, e foi por lá que começámos.&lt;br /&gt;
O primeiro produtor que visitámos fica praticamente no limite norte da região, junto a Tomar. Conhecemos a Encosta do Sobral durante o primeiro curso de vinho que tirámos, organizado pela &lt;a href="http://apje.net" target="_blank"&gt;Associação Portuguesa dos Jovens Enófilos&lt;/a&gt;. &lt;!--break--&gt;Além de alguns dos vinhos terem sido provados durante o curso, um dos formadores (Pedro Sereno) é da família proprietária.&lt;br /&gt;
Ficámos desde então com o produtor debaixo de olho e, por isso, lembrámo-nos deles quando decidimos ir para a região. O site, embora simples, tem a informação toda necessária sobre as visitas. Como referia que as visitas são mediante marcação, tratámos de preencher o formulário de contacto uns dias antes. Ao contrário do que já nos aconteceu algumas vezes com outros produtores, neste caso a resposta foi quase imediata e ficou logo tudo marcado.&lt;br /&gt;
No dia combinado lá estávamos nós. Dirigimo-nos ao edifício do escritório/loja, em frente aos edifícios das adegas, onde prontamente chamaram Marco Crespo Manteiga, enólogo da casa, que foi quem nos fez a visita. &lt;br /&gt;
Para começar, fomos até às vinhas, que ficam a escassos minutos de carro da adega. Ou menos se tivessemos um 4x4. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-laughing.gif" alt="Laughing" title="Laughing" /&gt;&lt;br /&gt;
Como se pode ver pelas fotos, a vinha não tem nada a ver com a ideia que se costuma ter do Ribatejo, uma vez que é cheia de altos e baixos, localizada numa encosta de solo xistoso. Neste momento a vinha tem cerca de 60 hectares, estando prevista a sua ampliação. Foi reestruturada no fim dos anos 90, acompanhada de um novo encepamento e emparcelamento.&lt;br /&gt;
Além das castas mais tradicionais da região, estão bem presentes algumas castas internacionais, bem como algumas nacionais que estamos mais habituados a ver em regiões mais a Norte do país. A vinha ainda tem algum espaço para onde crescer, mas notou-se claramente que não querem pressas.&lt;br /&gt;
A Encosta do Sobral tem uma estreita ligação com o mundo académico, através de um protocolo com o &lt;a href="http://www.isa.utl.pt" target="_blank"&gt;Instituto Superior de Agronomia&lt;/a&gt;, através do qual se define a tecnologia a aplicar nas vinhas, e também na adega, bem como a realização de experiências e divulgação.&lt;br /&gt;
Regressámos então ao ponto de origem e fomos visitar as adegas, começando pelo edifício mais antigo. Depois de uma breve passagem na sala de provas, onde voltaríamos no final da visita, descemos à adega situada na cave. Nesta adega continuarão a ser produzidos os vinhos de gama média/baixa e está ainda presente a linha de enchimento, que será instalada no edifício novo. A antiga sala de estágio deste edifício é que está a levar uma remodelação, para ser transformada numa sala de eventos de maiores dimensões.&lt;br /&gt;
Já a nova adega tem dimensões consideravelmente maiores do que imaginávamos, com bastante espaço para crescer. Com uma zona de vinificação munida da mais moderna tecnologia, vão ser ali produzidos os vinhos das gamas mais altas já a partir da vindima de 2009. Os depósitos e barricas já estão em uso nesta nova adega, com lotes e estágios das campanhas anteriores. Tal como já tinhamos notado quando estávamos a visitar a vinha, todas as fases de crescimento parecem muito bem ponderadas para nunca dar um passo maior do que o pé. &lt;br /&gt;
Teminámos a visita regressando à sala de provas, que tem capacidade para receber pequenos grupos. Como ainda tínhamos uns Kms de estrada pela frente e estava calor, provámos apenas o branco da casa durante uma agradável conversa sobre vinho, comida e outras coisas boas da vida.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Encosta do Sobral&lt;br /&gt;
Outeiro - Serra&lt;br /&gt;
2300-244 Tomar&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 39.59557, -8.32271&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; +351 249 371 510&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telemóvel:&lt;/strong&gt; +351 918 568 188&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; +351 249 371 577&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.encostadosobral.pt" title="http://www.encostadosobral.pt"&gt;http://www.encostadosobral.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.encostadosobral.pt/" onclick="javascript:this.href=write_nonspammers_email('geral', 'encostadosobral.pt', 'mailto:');"&gt;geral@encostadosobral.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Visitas:&lt;/strong&gt; Com marcação
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621280380741%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621280380741%2F&amp;set_id=72157621280380741&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621280380741%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621280380741%2F&amp;set_id=72157621280380741&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=XudjQmmxK4E:LiPO0qcyu7Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=XudjQmmxK4E:LiPO0qcyu7Q:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/4">Enoturismo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/434">Encosta do Sobral</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/436">Outeiro</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/81">Ribatejo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/435">Tejo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/437">Tomar</category>
 <pubDate>Mon, 13 Jul 2009 21:24:17 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta das Maias Verdelho 2005</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/eft2KvfhU8U/quinta-das-maias-verdelho-2005</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/quintadasmaiasverdelho2005.JPG" alt="Quinta das Maias Verdelho 2005" title="Quinta das Maias Verdelho 2005" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta das Maias Verdelho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2005&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Dão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Verdelho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Sociedade Agrícola Faldas da Serra, Lda.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 7 - 9€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Depois de uma pausa alongada sem publicação de provas, esta é o primeiro de vários vinhos que nos têm acompanhado nos dias de calor, na sua maioria brancos.&lt;br /&gt;
O primeiro é este Verdelho do Dão, de um produtor que conhecia muito pelas garrafas mas que nunca tinha calhado a provar.&lt;br /&gt;
Como dá para ver na foto, é um branco com alguma intensidade na cor a dar mais para os tons amarelados.&lt;br /&gt;
No nariz é um vinho bem aromático, com destaque para o fruto tropical (ananás) e uns ligeiros fumados, mas com uma outra variedade de aromas que dá vontade de ir cheirando conforme passa o tempo no copo.&lt;br /&gt;
Tem um bom &amp;quot;físico&amp;quot;, com uma acidez no ponto certo a dar uma bela frescura. Fruta bem presente na boca bem casada com a madeira e um toque mineral.&lt;br /&gt;
Não é um daqueles chamados brancos de Verão, mas afinal no Verão também se come bem e este Verdelho faz boa companhia à mesa
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16.5&lt;br /&gt;
Nuno: 16
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=eft2KvfhU8U:S895vf7tPk4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=eft2KvfhU8U:S895vf7tPk4:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/quinta-das-maias-verdelho-2005#comments</comments>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/93">Branco</category>
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 <pubDate>Thu, 09 Jul 2009 23:19:27 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Dia do Vinho 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/pUDnYVc6sPU/diadovinho2009</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3705239274/" target="_blank" title="Dia do Vinho 2009 by magnacasta, on Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2627/3705239274_98524cdb03_m.jpg" alt="Dia do Vinho 2009" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;O &lt;a href="http://www.diadovinho.com/" target="_blank" title="Dia do Vinho"&gt;Dia do Vinho&lt;/a&gt; comemora-se desde 2004 no Domingo mais próximo de dia 1 de Julho, sendo cada vez maior o número de iniciativas por todo o país. Este ano, dia 28 de Junho, &lt;a href="http://magnacasta.com/ema" title="Ema"&gt;eu&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://magnacasta.com/nuno" title="Nuno"&gt;Nuno&lt;/a&gt; decidimos participar num dos eventos organizados pela &lt;a href="http://www.viniportugal.pt/" target="_blank" title="ViniPortugal"&gt;ViniPortugal&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.essenciadovinho.com/" target="_blank" title="Essência do Vinho"&gt;Essência do Vinho&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
O dia acordou nublado e chuvoso mas não nos deteve. Depois do almoço lá fomos nós até ao Terreiro de Paço em Lisboa.&lt;br /&gt;
O evento decorreu na &lt;a href="http://www.viniportugal.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=29&amp;amp;Itemid=44" target="_blank" title="Sala Ogival da ViniPortugal em Lisboa"&gt;sala Ogival da ViniPortugal&lt;/a&gt; e nas arcadas junto dela. Ao longo das arcadas existiam algumas zonas de convívio, música ao vivo, &lt;em&gt; show cooking&lt;/em&gt; e balcão com vinhos de vários produtores para prova. Na sala, além dos três balcões habituais de vinho para prova, era possível degustar queijos e azeite.&lt;br /&gt;
Ao que parece, o evento não teve início à hora prevista. O &lt;em&gt;show cooking&lt;/em&gt; do Vitor Sobral foi adiado para o fim da tarde, o que nos possibilitou assistir.&lt;br /&gt;
&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
A maioria dos participantes eram turistas, encantados com a sorte que tiveram por passar por ali. Certamente que tiveram de alterar os planos uma vez que ficavam durante muitooooooooo tempo.&lt;br /&gt;
O facto de não estar demasiada gente ajudou à festa. Com mais pessoas seria um pouco como o fim-de-semana no &lt;a href="/blog/essenciadovinho2009" title="Essência do Vinho"&gt;evento Essência do Vinho&lt;/a&gt;, realizado no Palácio da Bolsa no Porto, autênticas sardinhas em lata.&lt;br /&gt;
O que mais agradou foi o facto dos vinhos em prova irem rodando. Nunca estavam os mesmos e o factor surpresa é sempre interessante.&lt;br /&gt;
Comentámos logo que um wine bar com este sistema seria bem jogado. Seria só sentar e ir provando conforme a vontade e o ritmo a que os vinhos seriam rodados. O mesmo podia ser feito com uns petiscos para acompanhar.&lt;br /&gt;
Parece-me que acabámos de idealizar um rodízio wine bar. Não sei se é ir um pouco longe demais para muita gente, mas uma das coisas que mais gostamos é ir despreocupadamente a um wine bar e deixar que nos surpreendam, trazendo vinhos sem os escolhermos.&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621185856452%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621185856452%2F&amp;set_id=72157621185856452&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621185856452%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157621185856452%2F&amp;set_id=72157621185856452&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pUDnYVc6sPU:qoiiwATLwLw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pUDnYVc6sPU:qoiiwATLwLw:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/diadovinho2009#comments</comments>
 <pubDate>Thu, 09 Jul 2009 19:51:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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<item>
 <title>Herdade da Comporta</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/RfmMpeorFc4/herdadedacomporta</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3657979191/" title="Herdade da Comporta by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3602/3657979191_aabf03c9bd_m.jpg" width="240" height="160" alt="Herdade da Comporta" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;Situada no litoral alentejano, a Herdade da Comporta é constituída por 12.500 hectares de dunas, praia, floresta, várzea, sapal e vinhas nos concelhos de  Alcácer do Sal e Grândola.&lt;br /&gt;
Gostamos muito desta zona e, por isso, volta e meia vamos até uma das praias da zona passar um bom bocado. Numa dessas vezes, decidimos que não poderíamos continuar a deixar passar a oportunidade de visitar a adega da Herdade da Comporta, que está mesmo na povoação.&lt;br /&gt;
As visitas são por marcação, por isso enviámos antecipadamente um mail para a adega a pedir informações, que logo foi respondido com todos os detalhes necessários. Marcámos a visita e lá fomos nós mais uma vez, mas desta vez a meta era a adega da Herdade da Comporta e não a praia.&lt;br /&gt;
Fomos muito bem recebidos, com simpatia sempre presente durante uma visita recheada de detalhes muito interessantes e história da herdade.&lt;br /&gt;
A visita começa por uma sala multiusos, com uma paisagem fabulosa sobre os arrozais, de onde é possível observar uma grande quantidade de pássaros. As cegonhas são as que mais se destacam.&lt;br /&gt;
Nessa sala foi-nos explicado que a Herdade da Comporta foi adquirida em 1955 pela família Espírito Santo, que desde então a tem vindo a requalificar com o objectivo de ser um destino turístico de alta qualidade, tirando partido da grande diversidade natural, respeitando sempre a cultura e história e envolvendo a comunidade local.&lt;br /&gt;
Na sala há imensos mapas da herdade e, entre outras coisas, foi-nos mostrada a localização das vinhas, que não visitámos porque se situam a 12km da adega.  São 30 hectares de vinha, maioritariamente de castas tintas, num vale de solos arenosos com grande exposição solar, ligeiramente acima do nível do mar, tirando partido de um micro clima muito particular. Plantadas em 2001 deram a primeira produção em 2003.&lt;br /&gt;
De seguida, passámos para a zona de recepção de uvas e fermentação, onde é possível verificar que esta adega está munida de moderno equipamento.&lt;br /&gt;
A vindima normalmente é feita a partir do meio de Setembro com apanha manual. A uva é cuidadosamente transportada em caixas de 20kg até à adega, onde a uva é escolhida, esmagada e desengaçada.&lt;br /&gt;
Os lagares têm a temperatura controlada por água e é usada a gravidade para passar o vinho para o piso inferior. O vinho, após estágio em depósitos inox de 15.000 litros, é filtrado e são escolhidos os melhores lotes que vão estagiar em barricas de carvalho francês e americano durante 1 ano.&lt;br /&gt;
A sala de estágio em barricas tem um ambiente muito próprio, com música ambiente que facilmente nos faz extrapolar a imaginação. Está munida de um sistema de refrigeração e humidificação que mantém a sala com as condições apropriadas para uma melhor evolução do vinho.&lt;br /&gt;
Continuando agora no sentido inverso, passa-se na loja onde é possível adquirir todos os produtos da casa. Além dos vinhos, por exemplo o arroz. Ou não estivessemos nós na zona dele.&lt;br /&gt;
A visita terminou na agradável sala multiusos, num ambiente tranquilo, onde ficámos a desfrutar a paisagem enquanto apreciávamos os vinhos e observávamos a passarada lá fora.&lt;br /&gt;
Claro está que não resistimos e, de seguida, fomos fazer o que sempre fazemos quando vamos para estas bandas. Almoçámos num dos bons restaurantes da zona e instalámos-nos numa esplanada bem em frente ao mar até a noite cair.&lt;br /&gt;
Nestes dias de Verão, com a praia mesmo ali ao lado, é um bom programa para evitar o sol nas horas de maior calor.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Morada:&lt;/strong&gt; Espaço Comporta&lt;br /&gt;
EN253, km1&lt;br /&gt;
7580-610 Comporta&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 38.380110,-8.790468&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 265 499 900&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 265 497 547&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.herdadedacomporta.pt" title="http://www.herdadedacomporta.pt"&gt;http://www.herdadedacomporta.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:adega@herdadedacomporta.pt"&gt;adega@herdadedacomporta.pt&lt;/a&gt; ou &lt;a href="mailto:info@herdadedacomporta.pt"&gt;info@herdadedacomporta.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; Com marcação prévia. Tem loja de vinhos.
&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/429">Comporta</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/134">Portugal</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/59">Terras do Sado</category>
 <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 00:23:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>Feira da Vinha e do Vinho 2009</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3645717176/" title="Feira da Vinha e do Vinho by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3334/3645717176_f1e3856f1b_m.jpg" width="240" height="172" alt="Feira da Vinha e do Vinho" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;Viemos passar o fim-de-semana a casa dos pais da Ema e aproveitámos para dar um salto à &lt;a href="http://feiradavinhaedovinho.com/" target="_blank" title="Feira da Vinha e do Vinho"&gt;Feira da Vinha e do Vinho&lt;/a&gt; em Anadia.&lt;br /&gt;
Faz agora 3 anos desde a primeira vez que fomos a esta feira. Nesse ano, conseguimos arrastar alguns colegas de trabalho que, embora consumidores de vinho, não tinham a Bairrada como alvo. Havia um deles até, que quase se recusava a provar vinhos com Baga. Na semana seguinte pediram-nos para lhes comprar umas centenas de euros em vinho da Bairrada, incluindo uma caixa (a 15€ a garrafa) de um vinho 100% Baga para o tal que não gostava de Baga. E desde aí têm sido regulares as compras que fazemos para eles. Temos que começar a cobrar comissão. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-laughing.gif" alt="Laughing" title="Laughing" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--break--&gt;&lt;br /&gt;
Tudo isto para dizer que a Feira da Vinha e do Vinho está muito diferente do que era em 2006. Na altura estavam lá muito mais stands de produtores, muito mais vinhos de gama média/alta e... cuspideiras. Se fosse agora, tenho dúvidas que os nossos colegas se tivessem tornado assíduos consumidores de Bairrada com a visita à Feira.&lt;br /&gt;
Não quero dizer com isto que a Feira é má. O espaço é bom, tem artistas de renome a actuar (independentemente de gostar ou não), continua a ter alguns bons produtores da região, restaurantes com boa comida e um custo de entrada simbólico de 1€. Quem quiser comer boa gastronomia da região e beber vinho (especialmente espumantes), pode ter lá umas horas bem passadas.&lt;br /&gt;
Tendo em conta que não se paga pelo vinho e o copo é sempre bem cheio, a entrada é autenticamente oferecida.&lt;br /&gt;
O problema é que não é nada apelativo para os produtores. Ter custos com uma pessoa a tempo inteiro e oferecer vinho a um público que é quase todo local e já conhece os seus vinhos, é um custo que muitos não estão dispostos a ter. Um grupo de alguns dos maiores produtores da região optou por se juntar no mesmo stand, mas os vinhos que poderiam atrair os habituais frequentadores de eventos de vinho não estão presentes. E com isto entramos num ciclo vicioso em que não se atraem  potenciais compradores de fora, ficando os produtores com cada vez menos interesse em marcar presença no evento.&lt;br /&gt;
A Bairrada precisa de um evento que promova a sua imagem fora da região, à semelhança do que acontece por exemplo com os eventos que têm ocorrido no Dão. Já ando farto de ouvir pessoas dizer que não gostam de vinhos desta região e, depois de provarem alguns sem saber, acabam por mandar tiradas como &amp;quot;Ah, isto não é Bairrada&amp;quot;. No entanto, se calhar este evento não pode fazer este papel. É que se por um lado entendo o desinteresse de alguns produtores com quem temos falado, também compreendo o lado da Câmara Municipal, que não pode tornar a festa da cidade numa coisa que não possa ser acessível para todos.&lt;br /&gt;
Talvez a recém criada &lt;a href="http://www.rotadabairrada.pt/" target="_blank" title="Rota da Bairrada"&gt;Rota da Bairrada&lt;/a&gt; - que engloba não só os vinhos como os restaurantes, museus, hotéis, etc - o consiga fazer. Com menos de um ano de criação e tem-se mostrado bastante activa, organizando alguns eventos interessantes e usando até as novas tecnologias para a divulgação das suas actividades. Estão ainda a trabalhar num Portal Bairrada, que espero gostar tanto como a caixinha que tinham no stand da Feira, com mapa e informação detalhada de cada um dos associados, onde nem faltam as coordenadas GPS. Tivemos pena de não estar ninguém lá quando passámos no stand para podermos trocar algumas ideias.&lt;br /&gt;
Numa noite quente como esta, acabámos por seguir a tendência e andámos pelos espumantes. Eu sei que não fica bem a um gajo dizer que andou a beber bebidas cor-de-rosinha, mas o que é facto é que provámos alguns espumantes rosé que souberam bastante bem.&lt;br /&gt;
Fizemos uma passagem pela zona dos restaurantes mas não comemos nada porque já tinhamos jantado. A julgar pelo aspecto de alguns pratos, e do ar de satisfação do pessoal que estava a comer, pareceu-me que estava bem bom. Só não resistimos à gulosice e acabámos por comprar 2 pastéis de Tentúgal para comer antes de vir embora.&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2F&amp;set_id=72157620030634864&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157620030634864%2F&amp;set_id=72157620030634864&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/feira-da-vinha-e-do-vinho-2009#comments</comments>
 <pubDate>Sun, 21 Jun 2009 01:50:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Vale Meão 2001</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/TWUCHDBMEJE/quintadovalemeao2001</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/valemeao2001.jpg" alt="Quinta do Vale Meão 2001" title="Quinta do Vale Meão 2001" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Vale Meão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2001&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz eTinta Barroca&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; F. Olazabal &amp;amp; Filhos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 45 - 125€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A Quinta do Vale Meão dispensa apresentações, ou não tivesse sido lá que nasceu o mítico Barca Velha. Desde que apareceu a marca própria, em 1999, que se tornou rapidamente uma das referências do Douro, e do país.&lt;br /&gt;
Sendo vinhos que em novos são umas bombas, e com teor alcoólico elevado, muito se tem escrito sobre a sua longevidade. No entanto corremos o risco de comprar no ano passado uma garrafa da colheita de 2001, no limite mínimo de preço que o vimos, sem ter a certeza absoluta que foi bem guardado (tinhamos apenas a palavra do vendedor).&lt;br /&gt;
Há uns meses, uma das pessoas em que mais confiamos a nível de vinhos disse-nos que tinha provado o 1999 e o achou já em fase descendente (entretanto soubemos que há uma grande variação entre garrafas dessa colheita), pelo que achámos melhor tratar dele antes que seguisse o mesmo caminho.&lt;br /&gt;
Começando pela cor, vermelho cereja e cheio de brilho, nunca diria que já tem 8 anos.  &lt;br /&gt;
No aroma também ainda parece um miudo, muito floral e com frutos pretos bastante presentes. A madeira está lá, muito bem casada com a fruta, a dar complexidade ao conjunto.&lt;br /&gt;
Mas onde o vinho mais surpreendeu foi na boca. Está com uma pujança impressionante, mas ao mesmo tempo amaciado sem arestas que &amp;quot;piquem&amp;quot;. Não o provei em novo - na altura ainda achava que não gostava de vinho - mas na altura devia ser um monstrinho. Encorpado, fresco, fica na boca por longo tempo deixando uma sensação especiada.&lt;br /&gt;
Quanto mais bebíamos, mais arrependidos ficávamos de não ter comprado mais garrafas. É que não restam dúvidas que é vinho para se aguentar mais uns bons anos, mas agora encontrá-lo a menos de 100€ é complicado...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 19&lt;br /&gt;
Nuno: 18.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
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 <pubDate>Tue, 09 Jun 2009 23:54:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Prazo de Roriz 2005</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/prazoderoriz2005.jpg" alt="Prazo de Roriz 2005" title="Prazo de Roriz 2005" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Prazo de Roriz&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2005&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Douro &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz, Tinto Cão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta de Roriz&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 8 - 10€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Os vinhos da Quinta de Roriz, embora não sejam propriamente &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt;, têm tido uma consistência ao longo dos anos que faz com que se possa contar com eles sem medos.&lt;br /&gt;
Brilhante, cor rubi não muito carregada.&lt;br /&gt;
No nariz não é daqueles que saltam para fora do copo, mas em compensação tem uma boa variedade de aromas. Começou com alguns aromas mais lácteos que depois desapareceram, sobressaindo então os frutos silvestres maduros, violetas e mentolados.&lt;br /&gt;
É um vinho ligeiramente encorpado, mesmo tendo um grau alcoólico moderado. O lombo de porco ibérico coberto com parmesão com que o acompanhámos foi um bom teste. Mostrou ter acidez suficiente para combater a gordura, não deixando o conjunto tornar-se pesado. Um bom indicador para isso é a facilidade com que se bebe sem cansar.&lt;br /&gt;
Sente-se ligeiramente mais a madeira na boca do que no nariz, sempre sem imposições. Apenas como muleta da fruta. &lt;br /&gt;
O sabor dura bastante na boca, deixando uma sensação fresca e mentolada.&lt;br /&gt;
Já há colheitas mais recentes, e há quem queira sempre beber os mais recentes, mas não vale a pena ser pedófilo do vinho. Este está para as curvas agora e por mais 2 ou 3 anos sem problemas.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 16
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=TjCZYfstUS8:ZU-uaS_YBXM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=TjCZYfstUS8:ZU-uaS_YBXM:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 04 Jun 2009 23:07:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Penedo 2006</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/xyn3TfUdB4g/quintadopenedo2006</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/quintadopenedo2006.jpg" alt="Quinta do Penedo 2006" title="Quinta do Penedo 2006" width="160" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Penedo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Dão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional e Alfrocheiro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Sociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 5 - 8€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Numa busca por vinhos até 5€, ou pouco mais, este foi um dos que nos veio parar à garrafeira. Um vinho do Dão, feito por um produtor Bairradino com &amp;quot;raízes&amp;quot; em quase todo o país.&lt;br /&gt;
Feito com uma combinação de castas habitual na região do Dão, Touriga Nacional e Alfrocheiro, apresenta-se com uma cor intensa com tons violeta.&lt;br /&gt;
Nariz muito fresco e perfumado, com aromas florais, frutos silvestres e especiarias.&lt;br /&gt;
Na boca é exactamente o que o nariz fazia supôr. Fresco, elegante, persistente e, embora o ache bastante domesticado, pede comida.&lt;br /&gt;
Um lombinho assado no forno fez-lhe o gosto (a ele e a nós), com a acidez e a gordura do prato a chegarem a um belo ponto de entendimento.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 16
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/420">Sociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias</category>
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 <pubDate>Tue, 02 Jun 2009 22:19:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Vale da Judia 2007</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/valedajudia2007.jpg" alt="Vale da Judia 2007" title="Vale da Judia 2007" width="180" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Vale da Judia&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Terras do Sado&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Moscatel&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 3 - 4€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Em mais um dia de sol, fomos almoçar fora para comer um peixe grelhado.&lt;br /&gt;
A escolha recaíu neste vinho da Cooperativa de Pegões, uma adega que normalmente faz vinhos bem feitos a preços bastante agradáveis à carteira.&lt;br /&gt;
De cor pouco intensa, com reflexos esverdeados, segundo o rótulo é feito com a casta moscatel.&lt;br /&gt;
No nariz isso confirma-se, com aromas exuberante a fruta e flores típicos da casta.&lt;br /&gt;
Na boca tem uma doçura ligeira, mas tem acidez suficiente para compensar isso bem. Ligeiro, e com sabor agradável, faz perfeitamente o papel de companheiro de esplanada nos dias quentes, tanto a acompanhar um peixe grelhado como em vez de cerveja num final de tarde.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15&lt;br /&gt;
Nuno: 15
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 30 May 2009 22:43:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Soalheiro 2007</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/soalheiro2007.jpg" alt="Soalheiro 2007" title="Soalheiro 2007" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Soalheiro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Vinho Verde&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Alvarinho&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; António Esteves Ferreira&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 7 - 9€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Esta manhã fomos até Setúbal, numa viagem frustrada à Loja do Cidadão, uma vez que não conseguimos fazer o que queríamos. Para não dar a viagem como perdida, fomos até ao Portinho da Arrábida, onde acabámos por ter mais uma frustrante experiência num dos restaurantes de lá. Um que, para mim, é dos locais mais bonitos do país é tão fraquinho a nível de restauração. Tinhamos que compensar isto de alguma forma e então fomos ao Mar Troia comprar umas ameijoas para fazer em casa.&lt;br /&gt;
Foi aqui que entrou em acção a garrafinha que Soalheiro 2007 que tinhamos em casa. Clarinho na cor, com tonalidades entre o esverdeado e o amarelo, de aspecto brilhante.&lt;br /&gt;
Aroma bastante intenso, cheio de fruta. De início foram os frutos tropicais a destacar-se mais e, depois, alguns citrinos. Com o tempo no copo sobressaíram ainda aromas florais. É daqueles que apetece cheirar entre cada gole.&lt;br /&gt;
Na boca é igualmente atraente, com a fruta bem presente. Tem um bom corpo, preenchendo toda a lingua tanto em comprimento como em largura, e a acidez dá-lhe leveza e fá-lo escorregar com enorme facilidade. &lt;br /&gt;
Final fresco e prolongado, sempre a pedir mais até que a garrafa acabe. &lt;br /&gt;
Ano após ano é um Alvarinho que nunca falha, mantendo sempre um bom patamar de qualidade.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 23 May 2009 22:49:11 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Quinta do Encontro</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/D0BgFiTYVew/quintadoencontro</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3550322092/" title="Quinta do Encontro by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3350/3550322092_c4dbb41b9e_m.jpg" width="240" height="160" alt="Quinta do Encontro" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;A Quinta do Encontro encontra-se no coração da Bairrada, mais propriamente na zona de Anadia. Desde 2000 tem vindo a sofrer grandes reestruturações, como a replantação de parte da vinha e a construção de uma adega em 2005.&lt;br /&gt;
Como todos os projectos da Global Wines, este também está totalmente virado para o enoturismo. Um enoturismo de qualidade, com pessoas devidamente formadas e aberto 365 dias por ano.&lt;br /&gt;
Esta adega ainda tem a particularidade de ser um projecto diferente, moderno, com uma arquitectura de design de autoria do arquitecto Pedro Mateus, onde é possível encontrar espaços diversos como a adega, loja de vinhos, &lt;a href="http://www.magnacasta.com/restaurantes/quintadoencontro"&gt;restaurante&lt;/a&gt; e um enorme espaço multiusos.&lt;br /&gt;
A adega está implantada no meio de vinhas, sobressaindo devido à sua forma cilíndrica mas totalmente integrada na paisagem. Dá a ideia de uma barrica de madeira.&lt;br /&gt;
Assim que entramos deparamos com uma interessante loja, onde estão expostos todos os vinhos do grupo. Nesse mesmo espaço somos sempre simpaticamente recebidos. Normalmente, oferecem um flute de espumante e, caso não se conheça a adega e os outros espaços, propõem logo uma visita.&lt;br /&gt;
Ainda na loja é feito um resumo da história do grupo, com foco na Quinta do Encontro, onde são passados alguns dos conceitos usados pelo arquitecto na criação do edifício. Um dos mais interessantes é o facto de não existirem escadas, mas apenas rampas em espiral à volta do edifício, inspiradas nos saca-rolhas.&lt;br /&gt;
Subindo a rampa ao lado da loja temos acesso ao espaço multiusos. É um enorme espaço que ocupa todo o andar superior do edifício, envidraçado, deixando ver uma paisagem fabulosa de vinhas com as serras do Buçaco e Caramulo ao fundo. Não abdico de, volta e meia, ir saborear um belo copo de vinho sentada na enorme varanda. É muito agradável! (Ouviste Nuno?)&lt;br /&gt;
Voltando ao ponto inicial, a loja de vinhos, passamos para uma simpática sala de espera onde no centro existe uma estranha, mas interessante, lareira que faz lembrar uma garrafa. De seguida passamos para o &lt;a href="http://www.magnacasta.com/restaurantes/quintadoencontro"&gt;restaurante&lt;/a&gt;, cuja sala requintada tem um tamanho que garante tomar uma refeição confortavelmente, mesmo que esteja cheia.&lt;br /&gt;
Começamos então a descer a rampa que dá acesso à adega, que está totalmente equipada com moderna tecnologia de vinificação.&lt;br /&gt;
Para mim é um momento mágico todo o cenário de luz, som ambiente, o contornar da adega passando acima das cubas de estágio até chegar ao piso de baixo. Acho que só me poderão entender os que já passaram por esta experiência.&lt;br /&gt;
As cubas de estágio estão colocadas no centro do edifício e, em volta delas, num corredor lateral que contorna todo o edifício, estão as barricas de madeira onde estagiam vinhos tintos e também pilhas de espumante.&lt;br /&gt;
A ordem da visita pode não ser propriamente esta, uma vez que não a fizemos apenas uma vez e, por essa razão, não sei qual será a ordem normal.&lt;br /&gt;
O melhor mesmo é dar lá um saltinho e verem com os próprios olhos!
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Quinta do Encontro&lt;br /&gt;
São Lourenço do Bairro&lt;br /&gt;
3780-179 Anadia&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS: &lt;/strong&gt;40.440766,-8.489546&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 234 527 155&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 232 961 203&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.daosul.com" target="_blank"&gt;http://www.daosul.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:daosul@daosul.com"&gt;daosul@daosul.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; Aberto todos os dias.
&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2F&amp;set_id=72157618464119607&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157618464119607%2F&amp;set_id=72157618464119607&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/4">Enoturismo</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/94">Anadia</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/10">Bairrada</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/134">Portugal</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/21">Quinta do Encontro</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/351">São Lourenço do Bairro</category>
 <pubDate>Thu, 21 May 2009 00:34:13 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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<item>
 <title>Hero dos Avós Garrafeira 1999</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/oJsK6SKpJPg/hero-dos-avos-garrafeira-1999</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/herodosavos1999.jpg" alt="Hero dos Avós Garrafeira 1999" title="Hero dos Avós Garrafeira 1999" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Hero dos Avós Garrafeira&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 1999&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Palmela&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Castelão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Hero do Castanheiro, Vinhos&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 17 - 20€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Finalmente mais um vinho provado sem saber o que era. Foi só o segundo, mas estes é que dão pica. Parece que assim se despertam mais os sentidos.&lt;br /&gt;
Chegou-nos à mesa decantado, especialmente por causa de alguns sedimentos. Pela cor granada, via-se que já não era novo.&lt;br /&gt;
Aroma muito limpo, onde os frutos pretos ainda lá andavam, mas já escondidos. Cacau, torrados e charuto, foram os aromas que mais se evidenciaram.&lt;br /&gt;
Mas foi na boca que este vinho mais se destacou, cheio de frescura e uma grande estrutura. Perfeita harmonia entre os sabores da fruta e madeira, ganha com a “sabedoria” do tempo em garrafa, e um longo final.&lt;br /&gt;
Vale a pena bebê-lo agora, por exemplo acompanhado de um belo prato de caça, mas é vinho para ainda se aguentar em garrafa.&lt;br /&gt;
E pensar que há poucos anos atrás não apreciava muito vinhos desta casta (Castelão).
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=oJsK6SKpJPg:U3dEiHkWsQM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=oJsK6SKpJPg:U3dEiHkWsQM:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/hero-dos-avos-garrafeira-1999#comments</comments>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/290">1999</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/409">AVIN1310817605831</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/408">Hero do Castanheiro</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/407">Hero dos Avós Garrafeira</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/181">Palmela</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/33">tinto</category>
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 <pubDate>Wed, 20 May 2009 00:30:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">219 at http://www.magnacasta.com</guid>
<feedburner:origLink>http://www.magnacasta.com/vinhos/hero-dos-avos-garrafeira-1999</feedburner:origLink></item>
<item>
 <title>A Garrafeira Magna Casta de Anadia</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/CRaBFe3WExs/garrafeira-magna-casta-anadia</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src="/files/reclamacao.JPG" alt="Reclamação" title="Reclamação" width="240" height="180" align="left" /&gt;Ao contrário do que o título pode parecer indicar, nós não abrimos nenhuma garrafeira em Anadia.&lt;br /&gt;
Há cerca de 3 anos atrás, decidimos a criar este projecto ligado ao mundo do vinho. Devido a algumas indecisões, e à falta de um nome que nos agradasse, ficou quase 1 ano a marinar até que, assim quase do nada, nos surgiu o nome &amp;quot;Magna Casta&amp;quot;. A analogia à Magna Carta e, ao mesmo tempo, chamar grande à casta, agradou-nos a todos, especialmente pelo facto de o google não retornar resultados para a pesquisa. Estava escolhido o nome e foi assim que, em Maio de 2007, nasceu o nome e respectivo registo do domínio magnacasta.com.&lt;br /&gt;
Desde aí foram 2 anos de muita dedicação. Já perdemos a conta aos Kms de estrada percorridos, às horas de sono perdidas, aos sites e revistas lidos e às formações a que temos ido para melhorar os nossos conhecimentos.&lt;br /&gt;
Por tudo isto, e porque temos várias coisas planeadas para os próximos tempos, decidimos registar a marca.&lt;br /&gt;
Acontece que, no dia em que fomos ao site do &lt;a href="http://www.inpi.pt" target="_blank" title="INPI"&gt;INPI&lt;/a&gt; para fazer o pedido de registo, verificámos que já alguém o fez por nós, ou melhor, que aproveitou o facto de não termos registado a marca. Além disso, vejam só a coincidência, o pedido foi feito por alguém de Anadia. O que tem ser Anadia? Não só é a terra de um dos elementos da Magna Casta, a Ema, como é das zonas do país onde temos mais amizades e conhecimentos com produtores. &lt;br /&gt;
Adicionalmente, fazendo uma pesquisa no google por vários produtores da zona, aparece sempre o nosso site na primeira página. Por exemplo: &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=Caves+Solar+S%C3%A3o+Domingos" target="_blank" title="Caves Solar São Domingos"&gt;Caves Solar São Domingos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=Luis+Pato" target="_blank" title="Luis Pato"&gt;Luis Pato&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=colinas+de+são+lourenço" target="_blank" title="Colinas de São Lourenço"&gt;Colinas de São Lourenço&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=Campolargo" target="_blank" title="Campolargo"&gt;Campolargo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;amp;q=Quinta+do+Encontro" target="_blank" title="Quinta do Encontro"&gt;Quinta do Encontro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;amp;q=Quinta+das+Bágeiras" target="_blank" title="Quinta das Bágeiras"&gt;Quinta das Bágeiras&lt;/a&gt;, entre outros.&lt;br /&gt;
É altamente improvavel, que não tenha sido aproveitamento.&lt;br /&gt;
É um facto que devíamos ter registado a marca antes, mas fomos induzidos em erro; tinham-nos dito que era preciso ter actividade aberta e, claro, ingenuidade da nossa parte... De qualquer forma, a marca ainda não está registada. Terminou hoje o período no qual se pode contestar o pedido de registo e foi o que fizemos. Pode não dar em nada, mas não podíamos baixar os braços. Especialmente depois de ver a cidade de Anadia completamente cheia de placas e faixas a dizer &amp;quot;Magna Casta - Vinhos e Gourmet&amp;quot;! É que quem fez o pedido para registar a marca já fez questão de abrir uma loja com esse nome, mesmo antes do processo de registo estar concluído, estando a cometer uma ilegalidade.&lt;br /&gt; Não nos interessava estar nesta situação, mas infelizmente fomos levados a isto, por alguém que alegadamente se quis aproveitar do nome que com tanto esforço criámos.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=CRaBFe3WExs:hwEvjRVajwE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=CRaBFe3WExs:hwEvjRVajwE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 11 May 2009 22:26:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Tasca do Joel</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3514385138/" title="Tasca do Joel by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3336/3514385138_b3913be570_m.jpg" width="240" height="160" alt="Tasca do Joel" align="left" /&gt;&lt;/a&gt;Peniche, além de atrair surfistas (e não só) por causa das suas ondas e praias, atrai também, nos últimos anos, apreciadores de vinho de várias zonas do país. A responsável por este último movimento de peregrinação é a Tasca do Joel.&lt;br /&gt;
Já não íamos para aqueles lados há uns anos e na última vez que fomos ainda não sabíamos da sua existência. Entretanto, já há quase 2 anos que andávamos para lá voltar e nada. Ainda por cima com os acessos que tem agora, chega-se lá num instante. Acho que só faltava mesmo uma deixa, que acabou por aparecer através de um email sobre uma prova que ia lá decorrer.&lt;br /&gt;
Chegar a Peniche é fácil, mas para chegar à Tasca do Joel convém ir com boas indicações ou GPS, mesmo que este último tente mandar por um sentido proibido durante o percurso.  Estou convencido que se fosse uma dezena de vezes a Peniche sem saber da sua existência, a probabilidade de o encontrar seria nula.&lt;br /&gt;
Para quem não sabe, além de restaurante, a Tasca do Joel tem uma parte gourmet, bem recheada com vinho do bom. Ora isso faz-nos tomar logo uma decisão difícil ao chegar, que é escolher por onde começar. Como já estávamos esganadinhos com fome, decidimos ir comer primeiro. &lt;br /&gt;
O restaurante tem um ar tradicional e pode-se fazer o repasto em 2 ambientes distintos. Uma parte interior, com mesas corridas, e uma parte exterior, embora coberta. Há ainda outras salas mais pequenas, mas são reservadas para eventos de grupos. Como estava um dia bonito, fomos para a parte exterior passando por 2 fornos a lenha que começaram logo a abrir o apetite. Junto à mesa onde ficámos há uma vitrine com peixe, de ar saudavelmente fresco, onde se pode escolher o animal que se pretende degustar.&lt;br /&gt;
Mas nem só de peixe vive este restaurante tão perto do mar. A escolha é bastante vasta também em carnes e um dos 2 fornos a lenha serve precisamente para alguns dos pratos de carne.&lt;br /&gt;
Como queríamos comer em pouco tempo, para ir de seguida para as provas, acabámos por cometer a heresia de comer carne, um pato com castanhas, que era um dos pratos do dia. Pode-se dizer que o prato faz ao nome tasca, no que isso tem de bom. Apresentação bastante simples e confecção daquelas que nos faz muitas vezes preferir ir a uma tasca, do que a um restaurante com muitos floreados. Carne super tenra, saborosa, com aquele gosto a caseirinho e em quantidade que deu bem para os 2 e ainda sobrou um bocado. Não posso deixar de referir o pão e a broa, que fazem as delícias de um apaixonado por pão já farto de pão industrializado.&lt;br /&gt;
Onde já não se parece nada com uma tradicional tasca é na parte dos vinhos, logo a começar pelos copos. E ainda não tinhamos nós visto a carta de vinhos... Quando a abrimos, a primeira coisa que veio à cabeça foi: “Como é que tivemos tanto tempo até vir aqui?”. São 31 páginas organizadas de uma forma fácil de entender, sempre com referência do ano e uns preços raramente vistos na restauração. As 3 primeiras páginas são só de vinho a copo, sendo possível encontrar belos vinhos a partir de pouco mais de 2€. &lt;br /&gt;
Os 2 vinhos que pedimos a copo estavam com temperatura correcta, creio que vieram da cave climatizada. A rolha de ambos foram tiradas na mesa, mas vimos que  o sistema de conservação são daquelas máquinas que retiram o ar das garrafas.&lt;br /&gt;
O 2º prémio ganho no concurso de cartas de vinhos da Revista de Vinhos, na categoria de melhor relação preço/qualidade, não foi obra do acaso.&lt;br /&gt;
No final não tivemos espaço para a sobremesa, só bebemos café. Já que temos que lá voltar para experimentar o peixe (a desculpa é convincente, não é?), aproveitamos para provar as sobremesas. &lt;br /&gt;
Pagámos cerca de 13€ por pessoa com vinhos de gama média. Está bem que não comemos sobremesas, mas para a qualidade da refeição achei o preço muito bom.&lt;br /&gt;
No final fomos conhecer a parte gourmet, que também vale bem a visita. Boa variedade de vinhos, incluindo Vinhos do Porto, acessórios, azeites, doces, enchidos, conservas, etc...&lt;br /&gt;
Ficámos de olho nas alheiras de bacalhau e vegetarianas, que também têm na lista do restaurante.&lt;br /&gt;
Decididamente, temos que passar a fazer mais viagens pela A8 e fazer um pequeno desvio.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Morada:&lt;/strong&gt; Rua do Lapadusso, 73&lt;br /&gt;
2520-370 Peniche&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 39.357093,-9.392935&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.tascadojoel.com" target="_blank"&gt;http://www.tascadojoel.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:tascadojoel@mail.pt"&gt;tascadojoel@mail.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 262 782 945&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telemóvel:&lt;/strong&gt; (+351) 939 711 007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 262 782 235&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; Das 12:00 às 22:30. Encerra às segundas.
&lt;/p&gt;
&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2F&amp;set_id=72157617795121691&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157617795121691%2F&amp;set_id=72157617795121691&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=xHMRkXTbMp4:AjEJGUvXb3k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=xHMRkXTbMp4:AjEJGUvXb3k:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/2">Restaurante</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/399">Peniche</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/134">Portugal</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/398">Tasca do Joel</category>
 <pubDate>Sat, 09 May 2009 11:33:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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<item>
 <title>Ensaios Filipa Pato 2006</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/h-6nrhWZwbM/ensaiosfilipapato2006</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/ensaiosfp2006.jpg" alt="Ensaios Filipa Pato 2006" title="Ensaios Filipa Pato 2006" width="240" height="160" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Ensaios Filipa Pato&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Beiras&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto e Baga&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Filipa Pato&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 6 - 7€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Já por várias vezes optámos por este vinho para acompanhar diversas refeições.&lt;br /&gt;
Visualmente é tentador devido à sua tonalidade rubi, a mostrar ainda juventude.&lt;br /&gt;
No nariz não deixa de ser tentador. Sem ter uma grande exuberância, os aromas são muito agradáveis a frutos vermelhos, com algumas notas florais e a caruma de pinheiro.&lt;br /&gt;
Na boca é elegante, fresco e equilibrado. Cobre praticamente toda a língua e deixa-se sentir durante algum tempo.&lt;br /&gt;
Da primeira vez que o bebemos estava um pouco espigadote deixando as bochechas a picar um pouco, mas agora estava bem domesticado e macio.&lt;br /&gt;
Em caso de dúvida, não hesitem em optar por ele pois é um vinho bem feito e com um preço bastante decente para a qualidade que tem.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ema: 15.5&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=h-6nrhWZwbM:y8OKJiuUsvU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=h-6nrhWZwbM:y8OKJiuUsvU:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/92">2006</category>
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 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/23">Beiras</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/396">Ensaios Filipa Pato</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/397">Filipa Pato</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/33">tinto</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/53">Vinho</category>
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 <pubDate>Thu, 07 May 2009 23:09:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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<item>
 <title>European Wine Bloggers' Conference 2009</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/dO_PBIvBMLM/ewbc2009</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/ewbc.jpg" alt="EWBC" title="EWBC" width="240" height="207" align="left" /&gt;Depois da edição do ano passado em La Rioja, este ano a conferencia europeia de bloggers vai ser em Portugal, mais precisamente em Lisboa.&lt;br /&gt;
Independentemente do local, já estávamos com ideias de ir. Aliás, só não fomos no ano passado devido a compromissos familiares. Sendo em Lisboa melhor ainda, assim não pagamos viagem nem estadia. Tirando o &lt;a href="http://magnacasta.com/ricardo"&gt;Ricardo&lt;/a&gt; que, caso vá, tem que fazer 300Kms, mas só paga estadia se tiver medo de ficar cá em casa. &lt;img src="/modules/tinymce/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-tongue-out.gif" alt="Tongue out" title="Tongue out" /&gt; &lt;br /&gt;
Satisfeito com a notícia, &lt;a href="http://forum.revistadevinhos.iol.pt/viewtopic.php?p=3625" target="_blank"&gt;partilhei-a no fórum da Revista de Vinhos&lt;/a&gt;. No entanto, a reacção não foi a que eu esperava, especialmente pelo facto das reacções mais negativas terem vindo de bloggers. Ainda por cima, depois do polémico artigo &amp;quot;&lt;a href="http://www.revistadevinhos.iol.pt/artigo145-Blogs_%E2%80%93_Uma_oportunidade_perdida!" target="_blank"&gt;Blogs - Uma oportunidade perdida&lt;/a&gt;&amp;quot;, da autoria de João Geirinhas, e das &lt;a href="http://forum.revistadevinhos.iol.pt/viewtopic.php?p=401" target="_blank"&gt;justas reacções&lt;/a&gt; ao texto infeliz (mesmo que, aparentemente, não fosse bem aquilo que queria dizer), esta conferência poderia ser uma boa oportunidade de se juntarem forças e fazer mudar alguma coisa.&lt;br /&gt;
Continuo a acreditar nisso e, por esse motivo, foi com muito gosto que acedi ao pedido dos organizadores para &lt;a href="http://winebloggersconference.org/europe/participants/a-portuguese-perspective-on-the-ewbc/" target="_blank"&gt;escrever um texto&lt;/a&gt; em português sobre o que significava para mim, enquanto blogger português, a realização desta conferência em Portugal.&lt;br /&gt;
Resta dizer que a conferência vai ser de 30 de Outubro a 1 de Novembro e que o site oficial do evento é &lt;a href="http://winebloggersconference.org/europe/" target="_blank"&gt;http://winebloggersconference.org/europe/&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=dO_PBIvBMLM:C9kJc19HEMg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=dO_PBIvBMLM:C9kJc19HEMg:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/blog/ewbc2009#comments</comments>
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 <pubDate>Thu, 30 Apr 2009 23:31:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">215 at http://www.magnacasta.com</guid>
<feedburner:origLink>http://www.magnacasta.com/blog/ewbc2009</feedburner:origLink></item>
<item>
 <title>Encontro 1 Branco 2007</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/pI3GHUcoH7w/encontro-1-branco-2007</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/encontro1b2007.jpg" alt="Encontro 1 Branco 2007" title="Encontro 1 Branco 2007" width="160" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Encontro 1&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2007&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Arinto e Bical&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Quinta do Encontro&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 20 - 23€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Embora seja um projecto moderno, a Quinta do Encontro não caíu na tentação de dar prioridade às castas &amp;quot;da moda&amp;quot; na região e usa muito as castas mais tradicionais.&lt;br /&gt;
Este branco é um bom exemplo disso. Feito com Arinto e Bical, mostra uma cor com alguma intensidade, amarelada, a dar a entender que passou por madeira.&lt;br /&gt;
O aroma deu um certo gozo, e luta, mudando várias vezes ao longo do pouco tempo que aguentou fora do aparelho digestivo. Começou com algum floral, balsâmico, frutos tropicais e no fim mineral.&lt;br /&gt;
Muito fresco, encorpado e aveludado, desliza por toda a lingua e faz finca-pé lá ao fundo a opor-se à saliva que o tenta empurrar. Pede claramente pratos complexos, mesmo daqueles que a escolha natural seria um tinto. É quase um crime fazê-lo acompanhar de peixe grelhado, por exemplo. &lt;br /&gt;
Cada vez mais me convenço que a Bairrada tem potencial para fazer dos melhores brancos do país.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pI3GHUcoH7w:NhgEHeUov9w:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=pI3GHUcoH7w:NhgEHeUov9w:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/encontro-1-branco-2007#comments</comments>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/1">Vinho</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/284">2007</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/394">AVIN8543859011022</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/10">Bairrada</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/93">Branco</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/393">Encontro 1</category>
 <category domain="http://www.magnacasta.com/taxonomy/term/21">Quinta do Encontro</category>
 <enclosure url="http://www.magnacasta.com/files/encontro1b2007.jpg" length="128095" type="image/jpeg" />
 <pubDate>Thu, 30 Apr 2009 00:06:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">214 at http://www.magnacasta.com</guid>
<feedburner:origLink>http://www.magnacasta.com/vinhos/encontro-1-branco-2007</feedburner:origLink></item>
<item>
 <title>Casa de Saima Reserva 1994</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/0RpjYOg3Jsg/casadesaimareserva1994</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/saimareserva1994.jpg" alt="Casa de Saima Reserva 1994" title="Casa de Saima Reserva 1994" width="180" height="240" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Casa de Saima Reserva&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 1994&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Bairrada&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Baga&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 12.5%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Casa Agrícola de Saima&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 12 - 15€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Beber um vinho com tantos anos é sempre um pau de 2 bicos, tanto pode correr muito bem como muito mal. Afinal de contas são 15 anos. Para minimizar os riscos, nada como escolher um local onde saibamos que as garrafas foram bem guardadas.&lt;br /&gt;
Pela cor via-se que não era nenhum miudo, mas tinha apenas um ligeiro toque a dar para o tijolo. Já bebi vinhos com 3 ou 4 anos com aspecto mais velho que isto.&lt;br /&gt;
O nariz estava muito bom, ainda com muita fruta vermelha madura. Tabaco, terra, cacau e, com o tempo de arejamento, algum mentol, compunham o ramalhete.&lt;br /&gt;
Na boca não deu menos prazer. Bom corpo, a deixar untosidade em toda a boca, músculo e uma acidez invejável. Alguma secura num final que se prolonga por muito tempo.&lt;br /&gt;
Esta garrafa estava impecável! Nem maus cheiros, nem borras, nada! Parecia ter metade da idade.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 17&lt;br /&gt;
Nuno: 17
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <pubDate>Sun, 12 Apr 2009 23:43:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Bacalhôa</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/magnacasta/3433050890/" title="Quinta da Bacalhôa by magnacasta, on Flickr" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3601/3433050890_b00ca3a7d8_m.jpg" width="240" height="160" alt="Quinta da Bacalhôa" align="left"/&gt;&lt;/a&gt;Moramos a poucos Kms de Azeitão, onde vamos regularmente comer umas tortinhas, comprar queijo e repor o stock de Moscatel de Setúbal.&lt;br /&gt;
Uma das adegas onde vamos frequentemente é a da Bacalhôa Vinhos de Portugal. Contudo, foi difícil conseguirmos fazer um visita que incluisse o Palácio e Quinta da Bacalhôa. É que, até há bem pouco tempo, as coisas eram completamente separadas e nem sequer era possível às pessoas que trabalhavam na adega marcar as visitas para a Quinta. &lt;!--break--&gt;Ligámos uma boa dezena de vezes e, entre não apanhar a pessoa responsável disponível e o fecho para obras de remodelação, passaram anos.&lt;br /&gt;
Finalmente agora as coisas agora estão a funcionar de uma forma integrada e lá fizemos a tão aguardada visita. Valeu a pena!&lt;br /&gt;
A visita começou no edifício principal da sede da empresa na Quinta da Bassaqueira.&lt;br /&gt;
O edifício, em forma de hexágono envidraçado, está dividido em várias zonas, adega, escritório, salas de estágio, etc.&lt;br /&gt;
Conforme fomos passando pelas várias zonas tivemos oportunidade de apreciar, entre muitas outras coisas, barricas e garrafas em estágio, muitas peças de arte e azulejos.&lt;br /&gt;
Não deixa de ser interessante ver como a tradição e a arte conjugam na perfeição com a inovação e modernidade.&lt;br /&gt;
Explicaram-nos que toda a vinificação das propriedades da empresa, localizadas na Península de Setúbal, é feita aqui por casta. Sendo possível engarrafar 6.000 garrafas por hora, todo o engarrafamento está centralizado nesta adega, bem como o armazenamento de produtos acabados.&lt;br /&gt;
Passámos para o exterior onde encontrámos alguns edifícios com variados fins. Os mais emblemáticos são sem dúvida os que albergam as barricas dos moscatéis mais antigos e do famoso moscatel roxo,  que tem no exterior uma colecção de azulejos com a história do vinho. Lá dentro, as barricas ficam sujeitas a uma grande variação de temperatura, atingindo muitas vezes valores superiores a 45 graus centígrados, o que ajuda a acelerar o processo de envelhecimento.&lt;br /&gt;
Logo ao lado podemos observar a vinha plantada com as castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah. No centro da vinha encontra-se um lago, rodeado de árvores, onde existem algumas espécies de peixes e patos.&lt;br /&gt;
Além de tudo isto, vale a pena passear pelos belos jardins com diversas espécies botânicas e peças de arte.&lt;br /&gt;
A visita termina na loja do vinho, com uma prova de vinho onde se inclui, obviamente, um Moscatel de Setúbal. A loja é muito agradável, com uma esplanada para os jardins. Mesmo sem fazer qualquer visita, é possível provar ou comprar os vinhos da empresa, bem como produtos regionais como queijos ou Ss de Azeitão.&lt;br /&gt;
De seguida, fomos para o Palácio e Quinta da Bacalhôa localizada a poucos km de distância.&lt;br /&gt;
Deslumbrante, o Palácio é de estilo renascentista, casado com arquitectura italiana, islâmica e portuguesa, e alberga parte da colecção pessoal de Joe Berardo. Foram necessários uns largos minutos para visitarmos devidamente todo o interior.&lt;br /&gt;
Quando finalmente chegámos ao exterior, encontrámos um belo jardim francês que vai dar à engraçada casa do lago, de onde se pode observar Lisboa. Toda a propriedade está repleta de peças de arte tal como acontece na outra quinta.&lt;br /&gt;
Existem relatos históricos muito antigos da vinha que contorna a quinta. A mais recente fase de produção é de 1974 , altura de plantação das castas Cabernet Sauvignon e Merlot.&lt;br /&gt;
O primeiro Quinta da Bacalhôa é de 1979 e, desde aí, todos os anos é lançada nova colheita.&lt;br /&gt;
No ano 2000 foi lançada uma nova marca da quinta, Palácio da Bacalhôa, que só sai nos anos de melhor colheita.&lt;br /&gt;
O enoturismo agora é levado a sério, e toda a visita é feita com grande simpatia e profissionalismo.&lt;br /&gt;
Foi uma visita fabulosa! Se tiverem oportunidade de a fazer, não pensem duas vezes.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;Morada:&lt;/strong&gt; Bacalhôa Vinhos de Portugal&lt;br /&gt;
Estrada Nacional 10&lt;br /&gt;
Vila Nogueira de Azeitão&lt;br /&gt;
2925-901 Azeitão&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;GPS:&lt;/strong&gt; 38.525532,-8.992025 (Quinta da Bacalhôa) e 38.523945,-9.016042 (Quinta da Bassaqueira - Adega)&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; (+351) 212 198 060&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fax:&lt;/strong&gt; (+351) 212 198 066&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Web:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://bacalhoa.com" target="_blank"&gt;http://bacalhoa.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Email:&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:info@bacalhoa.pt"&gt;info@bacalhoa.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Visitas:&lt;/strong&gt; Com marcação prévia.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Loja:&lt;/strong&gt; Todos os dias excepto domingos e feriados.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object width="700" height="525"&gt; &lt;param name="flashvars" value="&amp;offsite=true&amp;amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2F&amp;set_id=72157616640516790&amp;jump_to="&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70717"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70717" allowFullScreen="true" flashvars="&amp;offsite=true&amp;amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fmagnacasta%2Fsets%2F72157616640516790%2F&amp;set_id=72157616640516790&amp;jump_to=" width="700" height="525"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 <pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:48:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Ema Martins</dc:creator>
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 <title>Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/magnacasta/~3/FKgW_fhaUGI/quintadoalquevefernaopires2006</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/qtaalquevefernaopires2006.jpg" alt="Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006" title="Quinta do Alqueve Fernão Pires 2006" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Quinta do Alqueve Fernão Pires&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Branco&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Ribatejo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Fernão Pires&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 13%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Pinhal da Torre&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 5 - 6€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A Quinta do Alqueve tem sido um dos grandes responsáveis pela recuperação da imagem do Ribatejo como região produtora de vinhos. No entanto, confesso que ainda não tinha provado nenhum dos vinhos que produzem. Mas ainda vou a tempo e comecei com este branco da casta Fernão Pires.&lt;br /&gt;
Tenho por hábito procurar informação sobre os vinhos que vou publicar para, caso haja alguma coisa de relevante, falar aqui. Neste caso não houve nada a realçar, mas achei o vinho bastante diferente do que li sobre ele. Como já foi lançado no mercado em 2007, deve ter mudado bastante. A começar pela cor, que não é tão pálida como o que vi escrito.&lt;br /&gt;
No nariz é bastante vegetal. Talvez por a casta Fernão Pires (Maria Gomes) ser usada regularmente nos espumantes da Bairrada, estavam-me os espumantes a vir à ideia sempre que o cheirava.&lt;br /&gt;
Tem vigor na boca, com uma acidez muito fresca. Sem ser muito encorpado, tem alguma untosidade que se sente pela boca quase toda. Aqui a fruta aparece mais do que no nariz, mas sempre com pouca doçura, especialmente no final.&lt;br /&gt;
É um vinho bom para dias quentes, com algum cuidado porque não se dá pelos 13% de álcool.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 15&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:09:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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 <title>Herdade dos Grous 2006</title>
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 <description>&lt;p&gt;
&lt;img src="/files/herdadedosgrous2006.jpg" alt="Herdade dos Grous 2006" title="Herdade dos Grous 2006" width="240" height="180" align="left" /&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Herdade dos Grous&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipo:&lt;/strong&gt; Tinto&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; 2006&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região:&lt;/strong&gt; Alentejo&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Castas:&lt;/strong&gt; Aragonês, Syrah, Alicante Bouschet e Touriga Nacional&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Graduação:&lt;/strong&gt; 14%&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtor:&lt;/strong&gt; Herdade dos Grous&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 7 - 9€
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
A Herdade dos Grous é um projecto recente no Baixo Alentejo, cujas fotos que temos visto nos chamam para uma visita enoturística. Enquanto isso não acontece, e até porque a empresa não vive (só) disso mas sim do vinho que vende, decidimos trazê-lo para a nossa mesa.&lt;br /&gt;
Este colheita 2006 é bem carregado na cor, quase negro.&lt;br /&gt;
O nariz é como se tivessem sido esmagadas umas frutas pretas bastante maduras dentro do copo, em conjunto com algumas especiarias. Ele demorou um bocadinho a soltar-se e entretanto, como tem começado a ser cada vez mais frequente no Alentejo com a disseminação da Touriga Nacional, começaram ali uns aromas a flores a espreitar.&lt;br /&gt;
O sabor corresponde ao que a cheiradeira mostrava. Está lá aquela fruta preta madura, com uma ligeira doçura, e a especiaria. Caso ainda não tenham reparado, eu não sou muito de vinhos docinhos, mas neste caso a acidez é bastante razoável e não o deixa tornar-se chato. &lt;br /&gt;
É encorpado e mostra juventude, mas está suficientemente domesticado para não assustar as bocas mais sensíveis.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ema: 16&lt;br /&gt;
Nuno: 15.5
&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=RMjAE0AS1B0:A5vG95Yd-WE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?a=RMjAE0AS1B0:A5vG95Yd-WE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/magnacasta?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
 <comments>http://www.magnacasta.com/vinhos/herdadedosgrous2006#comments</comments>
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 <pubDate>Sat, 28 Mar 2009 02:02:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Nuno Monteiro</dc:creator>
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